TRAMBICAST - AS KIRIDAS: A Verdade sobre o Documentário, Edição Manipulada e a Vida Além dos Likes
No episódio de hoje, recebemos As Kiridas (Manu e sua mãe) para um bate-papo sem filtros! Após a enorme repercussão do documentário "Anatomia do Post" no Globoplay, elas decidiram abrir o jogo sobre como a edição da TV pode construir — ou destruir — uma imagem pública.
Neste episódio, você vai ouvir:
O "Exposed" da Edição: Como falas foram cortadas para criar uma narrativa de exploração e falta de estudos.
Hate e Saúde Mental: Como elas lidaram com a onda de críticas após a estreia na Globo.
Vida Real vs. Digital: O que acontece quando as câmeras desligam? (Viagens, esportes e a rotina escolar da Manu).
Bastidores da Fama: Os 10 anos de estrada na internet e como elas gerenciam a carreira em família.
Prepare-se para entender que nem tudo o que você vê na tela é a realidade completa.
- Documentário 'A Anatomia do Post'Experiência de gravar para a TV · Como a edição pode distorcer a realidade · Narrativa de exploração e falta de estudos · Lidar com o hate após a exibição · Arrependimento e aprendizado com a experiência
- Lidando com haters e autoestimaEstratégias para não se abalar com críticas · Importância da autoestima e autoconfiança · Visão sobre pessoas que atacam online · Diferença de lidar com hate entre mãe e filha
- Comunidades online e networkingPessoas próximas que se tornaram amigas · Divisões e panelinhas no TikTok · Decepções com pessoas da internet · Importância de baixar expectativas
- Reality ShowsDesejo de participar do Big Brother · Diferença entre Pipoca e Camarote · Potencial de ser cancelada ou ganhar · Comparação com outros participantes
- Início da carreiraTutoriais de maquiagem da mãe · Manu começa a participar · Vídeo viral de Malévola · Transição para dancinhas e vlogs
- Impacto das Redes SociaisDiferenças entre TikTok, Instagram e YouTube · Público conservador do Instagram · Linguagem infantil do YouTube · Liberdade e espontaneidade no TikTok
- Envelhecimento e LongevidadePercepção da idade versus aparência · Não se importar com o que os outros pensam sobre a idade · Ser adolescente e se comportar como tal · Envelhecer bem e como a mãe
Alô, Brasil! Eu tô muito animada. É nosso primeiro ao vivo, gente. Então, diretamente aqui, né, Gi? É verdade. Agora eu tô de castigo. Ela vai ficar com o microfone hoje, porque eu falei demais no outro episódio. Fica, sei lá. Gente, ele tá com probleminha de voz. Ele até tomou injeção. Não, é verdade. Eu tô me justificando que eu tomei duas injeções hoje. Então, vou falar bem menos desse filme. Então, ele vai falar bem menos.
Eu vou assumindo aqui. Mas eu tô com duas pessoas super especiais. Primeira dupla da temporada, né, Gi? É verdade. Ele tá meio especial, hein?
Bem especial. E essas meninas são as queridas. Se apresentem. Oi, gente. Eu sou a Manu. Eu sou a Etienne. E nós somos as garotas queridas. Tudo bom? Nossa, eu tenho um recado agora. Hoje é a primeira vez que vocês vão poder mandar perguntas pelo YouTube. E também pode mandar superchat que a gente vai ler todos.
Então, gente, se vocês quiserem enviar alguma pergunta pras queridas, elas vão estar respondendo aqui, não importa qual, né? Vocês têm medo? Não! Não, só de... Nossa vida é um livro aberto, galera! A gente é bem calvinha! Então tá bom, gente! Mas então vamos começar com uma pergunta levinha? Eu queria muito saber como que vocês começaram...
Assim, na internet, como que surgiu essa ideia de fazer... Gente, vamos gravar vídeo? Quer começar? Você começa? Tá, eu começo. A minha mãe, antes, tipo em... 2017. 2017, a minha mãe fazia, tipo, aqueles challengezinhos, assim, tutorialzinho de maquiagem, mas era só ela. Aí quando eu fiz uns sete anos, assim, eu falei assim, não...
Eu quero fazer também. Aí eu fiz um teste. Nesse que eu fiz o teste, deu muito certo. Aí minha mãe, tipo, ela não pedia pra eu gravar. Eu que fazia assim, aí era os challenges. Aí começou a subir, subir, subir. Aí eu falei assim, a minha falou assim, ah, vamos fazer nós duas. Aí a gente fez nós duas.
Mas é muito bom. Foi basicamente isso. Eu fazia aqueles bem... Nossa, aqueles de início, assim, quando a internet era mato, gente. Não tinha nada, assim. Uns challenges bem rapidinhos. Na época de Mari Maria, da Francine. E aí, tava na época de Halloween. E eu gostava muito de fazer maquiagem temática. Então, eu me fantasiava muito, assim, com maquiagem.
E foi na época do Halloween, hein? Foi, na época do Halloween. Foi uma coisa super fofa. Exatamente. E aí a Manu falou, eu quero fazer uma boneca bem malvada. E aí eu vi um tutorial, mostrei pra Manu e falei, você dá conta? Ela, eu dou. E ela fez sozinha.
E viralizou muito o vídeo. Eu me senti muito profissional, gente. Viralizou muito. E aí, eu comecei a colocar ela às vezes. Eu fazia mais e de vez em quando ela fazia. Só porque chegou uma hora que todo mundo queria nós duas. Então, aí a gente fazia de malévola. A gente fazia, tipo, umas duplas, assim, em dupla. Era muito fofo, gente. Chuck, noivo do Chuck, você lembra? E aí, começou a dar muito certo. E aí, saiu a página que era só Etienne Assunção e virou... E não virou queridas de uma vez. Não.
Não, não virou queridas. Foi depois que virou queridas. Foi, aí depois virou Garotas Queridas. E quando que deu essa virada de chave, assim, de vocês pararem e pensarem, não, eu vou parar de fazer maquiagem e vou contar mais sobre a minha vida, vou, enfim, fazer esse conteúdo livre que vocês têm hoje em dia? Eu acho que foi mais que o challenge que a gente fazia saiu de moda. Tipo, ninguém mais fazia essas transições tutorial de maquiagem.
Aí eu fui crescendo também, não queria mais fazer. E aí eu falei assim, não, vamos gravar dancinha, vlog, essas coisas. E a minha mãe super topou também, porque a gente é bem...
Porque o challenge também, né, Manu, dava muito trabalho. A gente dava muito trabalho. Às vezes eu ficava, assim, eu adorava gravar. A gente almoçava tudo de maquiagem, mas demorava, assim, umas seis horas, assim, pra fazer. Porque dava muito trabalho. Era. Não tinha o TikTok. A gente não era do TikTok, a gente era só Instagram. Então era um vídeo por dia, às vezes um a cada dois dias. Mas eu achava muito cansativo, assim. Porque era seis horas pra um vídeo de um minuto.
E eram muitas transições, muitas. E aí eu falei, Manu, acho que já deu de maquiagem, eu não quero mais. E é muito diferente essa linguagem, né? Do TikTok, do Instagram. Exato. Eu vejo muita gente falando, ai, tenho dificuldade de ir bem no Instagram, tenho dificuldade de ir bem no TikTok. Porque são públicos diferentes, né? Como que vocês conselham isso? Então, no Instagram, a gente não posta tanto igual a gente posta no TikTok.
Também que não sobe os vídeos igual no Instagram e no TikTok. Também que o povo do Instagram é meio... Meio...
É, o Instagram é um pessoal mais... É uma linguagem diferente que a gente tem que usar. O YouTube é uma linguagem que o YouTube, a gente... Tá bem recente no YouTube, a gente está aprendendo ainda a mexer com o YouTube. A gente começou no YouTube em setembro, outubro que a gente começou a postar direitinho, assim. Às vezes a gente dá um deslize, às vezes a gente fica... A gente fica uma semaninha sem postar. Mas a linguagem do YouTube é uma, a linguagem do Instagram é outra, e a linguagem do TikTok é outra. E tanto pra mim quanto a Manu, que a gente mais gosta...
É o TikTok, claro. Que é o que a gente mais usa. É, o que a gente mais gosta, que a gente fica mais à vontade, que a gente mais se identifica. E tem maior público também. É o maior público. E também porque ali a gente fica sem filtro. Eu e a Manu, a gente pega a câmera e grava. Deu, deu. Quem gostou, gostou. Quem não gostou, paciência. O vídeo já tá no ar. E no Instagram, não. Instagram, você precisa ser mais... O pessoal fala mais ali, sabe? É uma galera mais conservadora. Pelo menos o meu público.
É uma galera mais conservadora. Então, tem muita coisa aqui no TikTok. Todo mundo acha legal, normal. Que a nossa bolha, a gente joga pro Instagram. Acha um absurdo. É, acha um absurdo. Meu Deus! Essa mãe, essa filha. E o YouTube, não. O YouTube já é uma coisa mais... Criança mesmo. É mais criança. É bem mais infantil. Uma linguagem bem mais infantil.
Eu estou muito curiosa para saber disso, porque quando você entra na internet, você conhece muitas pessoas, né? A gente conhece bastante. E aí eu queria saber quem são as pessoas mais próximas de vocês do ciclo social que foram levadas pela internet. O Dindo, com certeza. O Dindo, o Dindo, Dudinha, Leandro.
Leandro, Camila. Gente, tem muitas pessoas. A Duda vem aqui dia 6, inclusive. Dudinha. A mãezinha. A Dudinha, a gente ama fofa, tá? A gente ama ela. A Antonella. Mas é porque assim, se a gente falar... Aí às vezes a gente esquece alguém. Mas graças a Deus, quase...
Todo mundo que a gente teve um... Conhece é próximo. A gente ficou muito amigo. A Mima. A Mima é um amor da minha vida. Minha princesa. Eu amo ela. Kiara. Então fica muito difícil a gente falar. A Fábio. Você falou a Fábio? Sim, falei. Mas a gente mais convive é a Fábio, a Duda e o Dindo. E o Leandro e a Camila. E o Leandro e a Camila. A gente mais convive. Antonella.
É, é o que a gente mais tem em proximidade. Mas da internet, todo mundo que a gente teve um primeiro contato, a gente trouxe pra nossa vida. É, e deu certo. E deu certo, graças a Deus. E vocês sentem que tem uma panela? Porque eu já vi muita gente falando que tem um lado, né? No TikTok, principalmente. Tipo, essa questão de...
Desde a treta da Antonella Braga com o Luiz Macedo. Acho que a galera meio que dividiu. Então, tipo, ai, Dindo é Antonella Braga. Enfim, essa galera. E aí tem outra parte que não é do Dindo. Vocês acham que tem isso mesmo? Eu acho que tem. Eu tenho certeza. Eu acho que tem. Mas assim, a gente não é muito assim. Ai, que só vão andar com pessoas que são tal lado. Não, a gente é muito amiga de todo mundo. A gente não convive com quem pensa...
com quem tem um comportamento que eu não gosto. Não só na internet, mas na vida. Então, até mesmo pra Manu. Então, se eu vejo algum tipo de comportamento que eu não aprovo, que eu não quero que a Manu tenha, não é uma pessoa que eu vou querer estar ali junto. Mas a gente circula, graças a Deus, em todos os meios. Porque, né, a relação de internet é uma. Igual essas pessoas que a gente falou, são pessoas da amizade, de dentro da nossa casa. É outra coisa.
Mas a gente circula bem, graças a Deus. Assim, nunca tivemos problemas, assim, graves. Às vezes, né? Não, mas a gente nunca teve uma internet que foi pra... Uma pinicadinha aqui, uma pinicadinha ali. Mas não teve ninguém da internet que vocês chegaram a se decepcionar. Tipo, falaram assim, nossa, essa pessoa não era do que eu pensava. Gente, gente.
Mas não, ainda não posso citar nomes. Mas teve. Pode, pode. Pode quase ninguém ver, não pode. Assim, não crie muita expectativa com as pessoas, porque talvez... Mas não foi muitas pessoas. Não, mas não foi. Mas desde o início, quando nós mudamos para São Paulo, que a gente começou a conhecer as pessoas da internet, que às vezes a gente teve um primeiro contato, a gente falou, nossa, eu sempre falei para a Manu. Afastou, já.
É, e assim, não crie expectativa. Eu falo não só pra gente, mas pra vocês que acompanham e às vezes vai em algum lugar e vai encontrar uma pessoa, né, que vocês são muito fãs. Eu sempre falo, baixem as expectativas. Porque às vezes a pessoa é uma coisa na internet e realmente quando você vai conhecê-la, ela é outra. E não é uma nem duas, são várias, assim. Graças a Deus, a maioria a gente nunca topou. Não tive o desprazer, assim, de...
De trazer pra minha vida. Não foram muitas. Não foram muitas, é. Mas eu sempre faço vídeos falando. Pra baixar as expectativas. Claro que essas pessoas que a gente já citou. Vocês podem ir com as expectativas bem altas. Que são pessoas maravilhosas. É, a gente só não conversa com as pessoas legais. Exatamente. Se gravou o vídeo com a gente. Vamos com a expectativa alta. Que são pessoas que são as melhores. Exatamente. Então isso significa...
que gravou com a gente, então nós somos legais. Sim, claro, gente, vocês são super legais. Se encontraram o Jiria Sofia, podem correr, pedir voto. Podem colocar expectativa, tá, gente? Podem. Ai, que bom. Mas, enfim, então, tirando essas pessoas que vocês conhecem, vamos falar sobre pessoas que vocês não conhecem, mas que ainda sim impactam a vida de vocês, que é o público, né, da internet. E a gente queria muito saber como que vocês lidam com o hate na internet, quando as pessoas falam o que a gente não quer escutar.
A minha mãe, ela é super, tipo, ela não, sabe o que não? Ela não liga mesmo, assim. Eu, às vezes, é porque eu não tenho a nossa conta geral linkada no meu celular, então é raro quando eu vejo algum comentário, assim, ruim, que eu me sinto mal. Mas eu não, gente, a minha mãe me ensinou desde pequena, não...
Não me importar com isso não, eu não me importo também. Nunca, gente. Eu sempre fui muito bem resolvida. Eu não sei, acho que a minha mãe trabalhou muito a minha autoestima. E é uma coisa que eu faço muito com a Manu. Trabalho muito a autoestima dela. E eu não deixo, não permito que ninguém interfira na autoestima da minha filha. Isso é uma coisa desde quando ela... Nossa, quando ela começou a ser pequena.
Eu não deixo. Eu falo pra ela, a única opinião que interessa é a que você tá olhando no espelho e a minha do seu pai. Só o restante é o resto. Você não tem que se importar. Então, aí eu saí com essa roupa, mas a fulana falou que tá feia. Mas como você tá se sentindo bem, então você vai com essa roupa. Então, assim, eu falo pra ela, hate da internet.
O que eu explico sempre pra ela. São pessoas que você não conhece. Você não sabe nome sobre nome. Você não sabe de onde veio. E a maioria das pessoas que tacam hate, eu acho que 100% delas são pessoas muito amarguradas com a vida. São pessoas que têm uma vida vazia. Não têm uma rede de apoio familiar. São pessoas que não têm carinho. E aí elas despejam toda a raiva, o ódio dela em cima de pessoas da internet. Então, pra gente, você que taca hate na gente, você é tipo...
Ou nada. Nossa senhora. Que diferente, minha mãe. Eu sou, né? Isso vai render um corte mesmo. Ah, mas é verdade. É porque as pessoas vêm. Eu queria ter falado isso desde o começo, só que eu não posso. Ela não deixa eu falar essas coisas. Que bom que você veio lá, vou me almoçar. É que assim, a minha opinião sobre pessoas que dão hates ou são desempregadas ou projetam...
As próprias falhas e as próprias frustrações em você. Exato. A gente não tem nada a ver. Então, assim, eu não deixo de me atingir. É claro que eu também entendo. Eu sou uma mulher adulta, madura. A Manu tem 14 anos. Ela ainda tá em formação. É claro que um comentário ou outro vai deixá-la chateada. É. E o da minha mãe não... E o meu realmente não me deixa chateada, galera. Então, assim, eu escuto muito. Boa sorte. Se você quiser deixar minha mãe chateada, vai ser muito difícil.
Você vai, meu amor. Você vai ter que lutar bastante. Vai ter que comer muito arroz com feijão pra me deixar chateada, assim.
O que me deixa muito irritada é quando falo alguma coisa da Manu, que eu como mãe eu não aceito. Isso, ó, não tem mais nada, assim, que me deixa chateada. O que me deixa chateada é meu marido baixar o limite do meu cartão, de resto.
Absolutamente nada, nada me abala. Eu escutava muito que me irritava. Ai, a mãe que acha que é adolescente. Ai, ela acha que é adolescente. E é verdade, eu acho. Infelizmente, a gente tem que estar aceitando. É, então é a vida que segue, sabe? Se você quer ser uma senhora e se comportar como uma senhora, eu te admiro, bacana. Eu não. Eu gosto de ser adolescente e eu vou ser, entendeu? Que episódio gostoso. Que episódio bom. Eu sempre quis falar. A gente não pode falar muitas coisas e ela tá lavando minha alma.
É que eu acho também que essa é a questão da idade. A idade, a gente tem o que a gente quer, entendeu? Eu acho que isso não define alguma coisa. E eu acho engraçado como as pessoas, elas se doem com você ser do seu jeito. Ser do jeito que você é. É, sabe? Então a Manu... São pessoas que gostariam de ser que nem você. É, as pessoas, elas se doem. Ai, elas se acham, mas o que muda na sua vida? Eu vestir um terninho, um blazer e fazer um coque? Ou eu me vestir assim de tênis? O que muda na sua vida? Não muda...
nada, sabe? E as pessoas ficam... É a pessoa que tá insatisfeita. É, então, pra mim, não faz diferença. E você tá com quantos anos agora? Ai, gente... Segredo. Segredo de justiça. Não, mentira. Não tenho vergonha, não. Quatro décadas. Quatro décadas completas. Mentira? Sério? Não parece, não parece. Bem menos.
Quatro décadas. Gente, será que eu... É verdade. Gente, todo mundo fala, o Gia tem 32 anos. Jean, você não parece também. Tá vendo? Viu? Ela tem mais, não parece? Quantos anos você achou? Gente, é porque a Sofia, quando eu cheguei aqui, eu levei um susto quando ela falou a idade que ela tinha. Tipo, eu não acreditei, porque ela é quase da idade da Manu, praticamente. Ah, não acho que tem cara de bebezinha. Sério? Eu acho.
Eu não sei, é porque ela tem um ar mais de muito responsável. Então a gente olha pra ela e já acha ela com uns 18, sabe? É, porque ela impõe mais... A Mima falou, no mínimo 19 anos. É, porque ela impõe responsabilidade, assim, ó. É, verdade. Não, mas essa, eu não te daria quatro décadas, que nem você falou, nunca. É, que acho que eu dei uma também, né? Você deu. Você pesou o clima, amor. Mena, dá pra ver. Quatro décadas, muito bem. Mas você também não parece ter 15. Quer dizer, vai fazer. Vai ter menos. Menos.
Ah, não sei se isso é um elogio. Eu não levo por lado ruim isso. Eu gosto. Você vai envelhecer melhor. Exatamente. Vai envelhecer que nem a sua mãe. Ótimo. Eu falo pra ela. Eu falo, você tá igual a mamãe. Quando eu tinha 15, todo mundo achava que eu tinha 12. Tinha 20, tinha cara de 15. É, a minha mãe parecia ser mais nova ainda do que eu parecia ser. É, eu era bem... Mas é, é porque eu tinha um chuchinho, né, amor? Já falaram que você parece com a sua filha? Tipo assim, não é você, é a sua filha.
Muito. A gente conta o que vai acontecer? Essa semana ela ficou muito nervosa, a gente foi no cinema, a mulher achou que eu era, tipo assim, o filho do Jean, não o Jean. Ah, eu vou te explicar. A gente foi dar o nosso nome, ah, eu sou Jean, sou Sofia, do Tramcast. Ah, tá, você é o filho do Jean. Aí a gente ficou olhando... Aí ela ficou muito, tipo... Aí eu fiquei, filho, aí a moça, é filho do Jean, porque você não é o Jean. Aí ele, não, eu sou o Jean, ela...
Homem, você rejuvenesceu, sei lá o quê. Ai, o quê, meu Deus, amado. Não, eu fiquei do lado. Você fica incrédula. É, eu fico mais incrédula, porque todo mundo acha que a gente tem a mesma idade. É, mas é porque não parece 32. Todo mundo fala que a gente parece melhor amigo, que a gente parece que nasceu no mesmo momento. Eu dava 21, 22 no máximo. Então, todo mundo fala que a gente parece a mesma idade. Eu fico, será que são xingamentos pra mim?
Eu achei que você tinha uns 18 e era uns 21. Mas aí eu pensei, será que são xingamentos pra mim?
Não, Sofia. Será que eu que estou envelhecendo mal, Jean? Não, Sofia. Tá gata, tá linda. Não preciso tacar creme na minha cara. A partir de agora eu vou começar a envelhecer. Vou passar mais raiva. Nossa. É verdade, gente. Meu cortisol... Meu cortisol está lá no topo. Eu acho que é por isso que eu pareço ter... Não é, Sofia. Não é a aparência, é a sua postura. É porque você é mais responsável por isso. Ó, Manu. Viu?
Mais do que vocês, não. Realmente. Bem mais. Não, mas enfim. Vamos trocar de assunto, então. Já que vocês não lidam com hate, eu vi um momento. Uma coisa que vocês participaram agora, que eu vi que não teve tantas visões positivas. Que foi o documentário da Globo, né? Sim, sim. Como que foi o processo de fazer o documentário? E como que foi o processo de vocês verem o retorno que deu? Não, o processo de... Ele foi quando que começou? Ele escreveu o...
Começou em junho do ano passado. É, aí eles acompanharam... Até dezembro, até novembro. Aí eles marcavam alguns dias, acho que gravou quatro dias. Uns quatro, cinco dias. É, quatro, cinco dias. Aí eles gravavam o dia inteiro.
E, gente, o que mostrou lá não foi metade do que a gente gravou. Foi um terço do que a gente gravou, eu acho. Nem isso, né? Foi bem pouco. Foi muito pouco que a gente gravou. A gente gravou dois dias e eles não mostraram esses dois dias. Só os outros dias lá. É... Assim...
Foi uma experiência legal que... Pra gravar. De gravar, enfim, de você estar ali numa TV, né? De alcance. Mas eu achei que foi com esse programa que eu vi que realmente uma edição pode fazer o que ela quiser com a imagem da pessoa. Então, assim, graças a Deus, eu sou muito bem resolvida e a Manu também. Mas, assim, foi muito bem editado pra que parecesse que a Manu vive pra gravar.
Que a fonte de renda nossa vem proveniente da Manu. E que, enfim, ela não faz nada. Ela não estuda, ela não faz nada. E ela vive pra gravar. E não é isso que acontece. E tanto nas prévias do documentário, eles perguntaram absolutamente tudo pra gente. Até de renda.
sabia do trabalho, enfim. Mas a ideia do documentário era causar polêmica mesmo. E, infelizmente, a polêmica veio pro nosso lado. Eu apareci três vezes no documentário, e as três vezes eu tô falando, vai gravar. Vai gravar? E eu fiquei como...
É, e a Manu, tipo... A coitada, né? É, exato. Então, assim, eu levei um hate bem grande, assim, foi bem... E ela nem... Foi bem pesado, mas aí eu vou fazer o quê, gente? Não tem o que eu fazer. Já foi ao ar. As pessoas viram. Eles editaram. E não...
Não tem como cancelar o que aconteceu. Não, é como cancelar. Eu sei quem eu sou, a Manu sabe quem é. A gente sabe da nossa vida, a gente sabe que a nossa vida não é aquilo que foi mostrado na televisão. A gente tá na internet há 10 anos. A Manu vai pra Disney desde que ela tem 4 anos. A Manu faz todos os esportes possíveis. A Manu tem tudo que ela quer.
E eu vou importar da pessoa estar falando que ela é sofrida? Eu não vou, sabe? Eu sei a realidade da minha filha, eu sei a realidade da nossa família. E assim, enfim, foi editado. E paciência, vida que segue. E aconteceu. E agora ninguém mais lembra também. E agora a gente tá aqui no Trampcast. Arrasa!
Trumbcast é bem melhor que a Globo, tá? Agree! E outra coisa agora, a gente não edita. É ao vivo. É ao vivo. É ao vivo. A gente não tira nada de contexto. A gente mesmo se sabota. É, a gente mesmo. É muito mais fácil assim. Exatamente. É por isso que eu falei que agora o documentário a gente faz só se for de... O que eu falei que era que a gente ia fazer? Só se for documentário de...
É só de Kardashian, Mari e Maria. Porque vai mostrar a gente 24 horas. A gente não tira nada de contexto. E se for motivo de cancelamento, vocês causaram que tá bom. A gente é nossa. É reality. Eu falei que agora o documentário meu e da Manu é só de reality. Que vai mostrar a gente 24 horas por dia. Ela seria uma pipoca legal no Big Brother. Ai, eu super aceitaria. Gente, eu acho super. Por favor, petição pra minha mãe entrar no Big Brother. Pipoca, Gi? De onde você tirou esse camarote, né?
Não, eu acho que... Pipoca não é aquele que ninguém conhece? Não é a questão de conhece. A questão é que ele tem mais privilégio do que o camarote. É até questão de contrato, sabia? Camarote tem um certo tipo de contrato. Pipoca te deixa mais... Você consegue fazer mais coisinhas. Mas eu tô aceitando qualquer coisa, tá, gente? Camarote, pipoca. Camarote, pipoca. Vai lá, gente. Quando a Manu fizer 18, se tiver um Big Brother mãe e filha, a gente também entra.
Né, Manu? A Manu não entrando. Vamos entrar os quatro no Big Brother ano que vem? Vamos. Eu, você e ela.
Vamos fazer um duelo Vamos fazer um duelo numa casa Mas você não entraria, vida, no Big Brother? Eu entraria, mas tipo Ah, não sei também Mas eu entraria só pra ser um ícone assim Meu Deus Eu seria uma planta ícone Eu seria, exatamente Você não seria planta, Manu Não mesmo Você não seria, você seria bem polêmica Não sei, gente É que a cama deles parece ser tão boa Dá vontade de dormir o dia inteiro Eu ia dormir o dia inteiro Nossa, mas pior que é Eu...
A Pocah? A Pocah chegou no final só dormindo. Só dormindo, exatamente. Gente, eu ia ser que nem o Pedro Scooby, sabe? A galera ia ficar falando e eu ia ficar tipo... Eu? Não, minha mãe, eu não ia tentar de discutir também. Eu não tenho muita paciência. Eu também não gosto. Não, eu não tenho paciência nenhuma, mas meu marido fala que das duas ia acontecer uma coisa. Ou eu iria sair na primeira semana...
super mega cancelado em uma semana. Ele falou, você ia conseguir o cancelamento de 100 dias de Big Brother. Muito rápido. Muito rápido. Ou você ia ganhar. Ele fala que não tem meio termo comigo. Ele falou, ia ser das 20. É, 8h80. É, ele falou. Mas esse tipo de pessoa é o melhor tipo, né? Eu diria, Gia. Porque... Está. É. Ah, não, gente. Eu não vou citar a Milena. Tipo assim, eu acho que ela seria a Manapá, o Renô.
Nossa, eu não tenho muita vida não. A Ana Paula Renaud é tipo 8 ou 80 também. Ela é intensa. Então é a mesma coisa que eu percebo. Ela ou ia ser cancelada na primeira semana. Eu também seria. Eu seria a Timilena por todas as vezes. Eu sou muito chata também. Gente, eu queria que o Juliano tivesse ficado em segundo. Eu também queria. Eu adoro ele, gente. Ele é muito fofo. Mas eu seria totalmente ela. Eu sou muito chata. Eu acho que eu seria o Juliano.
Eu faria dancinha. Só, só. E seria a Ana Paula. Nossa, sério? Seria. Não sei se é bom, gente. É bom, ué? Ah, eu acho que seria a Ana Paula. Eu super a Maria.
A minha mãe ama Ana Paula. Nós somos Ana Paula. Nossa, super queen. E nós somos as Milenas. Gosto. O Juliano Flosa é o diretor, então. Tá, mas então, realmente, o documentário não foi...
Uma coisa que vocês, por exemplo, fariam de novo. Não, não foi o que a gente esperava. Só se fosse um troco por uma coisa muito boa. Não foi a imagem que foi vendida pra gente também. Não foi isso que foi passado pra gente, né? Mas eu tive a minha parcela de culpa. De ter, enfim, ficado muito empolgada, muito deslumbrada. É uma coisa que eu já não faço mais hoje em dia. Eu aprendi. Eu acho que tudo na vida é aprendizado. Eu aprendi e não repito mais isso. É. Mas Big Brother Globo, eu tô aí. Total.
Globo, vocês vacilaram uma vez, mas tem como acertar. Tem como acertar, galera. A gente tá aí, entendeu? Exatamente. Eu acho que, inclusive, eu já ia entrar meio cancelada. Porque como eu ia estar no Big Brother, eu já ia ter o documentário. E aí eu já ia entrar meio que cancelada. Seria uma hora de ou me cancelar de vez ou eu limpar a minha imagem, entendeu? É, você pode entrar igual... A gente conta pra ela que a Globo também faz edição no Big Brother também.
Spies, gente, demais. É verdade, tem muita chance de você ser cancelada de novo. Eu acho que eles iriam fazer de mim o que eles quiserem. Enfim, exatamente. Mas eu percebo que até podcast faz isso, sabia? A gente não. Mas tem alguns podcast... A gente não pode. É, a gente não. A gente tem muito orgulho da ética que a gente tem. Mas muitos podcasts, eles, tipo, fazem cortes e tiram as falas totalmente de contexto das pessoas. E uma vez que tá num corte...
Gente, corte é o que mais viraliza na internet. Viraliza muito. Esse é o problema. Corte pega uma proporção enorme.
Então eu acho um perigo isso. Até que às vezes eu falo pras minhas convidadas, gente, toma cuidado. Porque mesmo a gente não produzindo os cortes, tem gente que faz. Alguém faz, exatamente. A gente tá entre os top 10 podcasts que tem mais cortes na internet.
E a gente nem sabe onde estão. Só sei que tem mais de mil cortes, assim, que não foram a gente, que não foi a gente que fez, mas tem mil cortes aí pra ir na internet de episódios. Então, por isso que eu falo, gente, toma cuidado. A gente também... Ah, legal. A gente não sabe o conteúdo. Exatamente. Mas eu acho que, assim, se alguém tira de contexto alguma fala e alguém taca hate por causa disso, essa pessoa é...
Não importa muito, não é relevante a opinião dela. Porque significa que ela não foi lá buscar o suficiente pra entender o contexto e entender a história. É por isso que eu não, sabe? É por isso que eu não me importo, assim. Porque a pessoa não sabe a história toda. Ninguém busca te conhecer de verdade. Todo mundo busca julgar primeiro porque é mais conveniente. Essa história mesmo do documentário, que eles falaram bastante. Eu falei, gente, era a pessoa da pesquisar gente que ia ver um pouquinho da nossa vida. Que ia ver que não era assim. Bastava ali você digitar...
queridas, que vocês iam ver realmente. E outra, primeiro, se todo mundo alguém julgar, falando assim, meu Deus, a Etienne mandou a Manu ir gravar. Gente, óbvio, é trabalho também. Tudo bem que a Manu que é menor de idade, enfim, vai fazer 15, mas ela assumiu uma responsabilidade que ainda não é uma responsabilidade, é um trabalho. Pode ser divertido e tudo, mas vocês têm uma responsabilidade com o público também.
Eu tenho mais essa responsabilidade. A Manu leva muito na diversão. Gente, muito na diversão. Eu, tipo, tô ali. A Manu, ela só vai, assim, ela... Então, mas querendo ou não, vocês não podem promover alguma coisa errada. Por exemplo, é uma responsabilidade no público, sabe? Nossa, ainda mais porque eu tenho uma filha. Eu sei da importância que eu tenho, da influência que eu causo, porque a minha filha tá ali vendo o que eu tô fazendo. E pra mim...
Nossa, a maior pessoa, a pessoa mais importante que eu tenho que servir de exemplo é ela. Então, assim, a opinião dela, para mim, é a que mais importa. Você não acha que é perigoso para o futuro, por exemplo, esse documentário vai ficar lá o resto da vida? Vai. Vai mudar o contexto das próximas gerações. Você não acha que é perigoso a galera olhar só aquele contexto ali e falar, caraca, como que era? Ai, gente, eu peguei. Eu me peguei pensando nisso também, porque eu falei, nossa, agora está lá, né, eternamente, mas...
É uma coisa que eu não tenho muito o que eu fazer, sabe? Não tenho controle disso. O que eu posso fazer é continuar na internet, mostrar cada vez mais quem a gente é. O contrário disso. O contrário. E aí, a pessoa que vê o documentário e, nossa, eu não gostei dela, vou atrás dela, aí sim a pessoa vai conhecer a gente. Porque a gente tá em três redes sociais, de tudo quanto é jeito, ao avesso, vocês podem procurar a gente. É, exato.
Principalmente o YouTube, né? Que a gente gosta muito disso. Então, assim, as pessoas vão, se elas tiverem curiosidade mesmo em saber quem nós somos, ela vai descobrir, sabe? É o conteúdo que é assim.
Aqui no Tramecast, gente. Aproveitem a oportunidade. Exatamente. Aproveitem. Corram, por favor. Aqui não vai sair no contexto e a gente não vai tirar dor. Não vai. Se a gente for cancelada, é culpa nossa. Aqui também fica pra sempre. É verdade, aqui é pra sempre. Então, por bem. Então, vamos voltar. Vamos continuar nesse assunto de relação de mãe e filha. Tem alguma coisa na relação de vocês que acaba não sendo mostrada na internet?
As broncas da minha mãe. Eu, desde quando eu comecei na internet, foi uma escolha minha não expor a Manu de maneira negativa na internet. Nunca. Então, eu nunca... Eu não deixaria ela fazer. Eu nunca expus a Manu de maneira negativa. O que eu deixo claro para as meninas, que até no documentário não foi mostrado, mas, enfim, eu faço isso bastante.
Porque no documentário foi mostrado como se a Manu fosse uma influenciadora adolescente. Que eu vivo pra gravar. Não, e assim, de uma beleza inalcançável e que ela é perfeita e tal. E não é essa a verdade. Nas nossas redes sociais eu mostro bastante. O que eu não mostro é as consequências do que ela faz. Então, por exemplo, ela fica sem celular, gente. Ela tira nota baixa na escola. Ela toma bronca, entendeu? O pai dela briga com ela. Ela fica sem mesada. Isso era uma defesa?
Defendendo dando tapa, né? Depois a gente morde as obras. Ela defende de um jeito meio... É, meio peculiar. A gente vai defender, ela fez igual a Tiquinho Cunhante, porque ela é gordocinha, e daí? Por que ela não tirava da boca? É, e daí?
Eu quero mostrar que acontece tudo isso com ela, igual acontece com todas as adolescentes. Mas a minha mãe não posta. Mas eu não vou postar isso, entendeu? Se ela tira uma nota baixa na escola, eu vou chegar lá em casa e eu e o pai dela, nós vamos sentar, nós vamos conversar. Vai ter consequências da nota baixa. Mas eu não vou colocar uma câmera e vou gravar esse momento dela, entendeu? Então, assim, essa parte de educação mesmo, séria, real na vida, eu não compartilho nas redes sociais.
Gente, ela nem é minha mãe. Quando ela for... A gente senta e conversa. Eu já fiquei... Eu também juro. Não, eu já comecei a ficar com um pouco de medo. Minha mãe nem tá aqui. Eu fiquei, meu Deus do céu. Minha mãe, é sério. Minha minha tá aqui, eu já tô... É que minha mãe tem vezes que só coloca assim no WhatsApp. Sofia.
Deixa. Eu já fico... Meu Deus. Eu já recalculo tudo que eu fiz. O dia muda, né? E eu fico, meu Deus. E se ela demora pra responder, eu falo, oi mãe. Demora umas duas horas e eu falo, eu tô morta. Acabou pra mim, entendeu? Eu nunca conseguiria trabalhar com a minha mãe, gente. Porque eu acho que, juro, eu...
Não é que eu tenho medo dela, claro. Mas é porque a minha mãe, quem conhece, sabe? Ela é muito intensa. E quando ela sente alguma coisa, ela sente com convicção. Sabe? De uma forma... É um fogo mesmo dentro dela. Como sua mãe chama? Etienne? Carolina. Ai, Carolina, já quero te conhecer. Acho que vocês são chêmeas. Eu acho que vocês são muito...
parecida. Carolina, eu acho que a gente é meio best, né, minha filha? Não, então só eu e a Manu a gente sabe do que passa. A gente sofre, sério. Você traduziu bastante, é intensa. É, exato. Eu sou muito intensa. Exatamente. É mais difícil pra mim porque eu e a Manu a gente é muito amiga, muito. Então quando chega na hora de dar bronca é tipo, eu não... É difícil discernir, né? Não, mentira. É. Levo a sério sim.
Mi, tá vendo? É Mi de miga. É Mi de miga que ela falou, entendeu? Aí, assim, é mais complicado. Porque eu não quero perder a amizade que eu tenho com ela. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho que educar. Eu tenho que chamar atenção. Eu tenho que mostrar o que tá errado. Mas aí, eu também não quero perder a amizade. Eu não quero que ela fique chateada comigo. Então, é muito difícil, assim, você equilibrar, sabe? De eu ter que corrigir ela.
Mas, ao mesmo tempo, eu quero que ela continue sendo minha amiga. Do mesmo jeito.
Mas a melhor coisa é ter essa amizade, né? Porque, tipo assim, querendo ou não, você sabe tudo sobre a vida dela e ela não esconde nada de você. Tipo, a minha mãe sempre me falou. Eu prefiro muito mais que você me conte todas as besteiras que você possivelmente vai fazer. Do que você... Exato, do que você descubra por outras pessoas. Então, desde pequena, eu juro, eu acho que eu nunca consegui guardar alguma coisa da minha mãe.
Eu não consigo mentir. Minha boca é muito grande. Ela olha pra mim e eu falo, mãe, você não sabe.
Eu falo até dos outros E aí minha mãe depois fica sabendo e ainda lembra Porque minha mãe não esquece das sofocas Aí eu fico, ai meu Deus, não devia ter contado É, a mamãe botou muito, sério, dá muita raiva isso também Porque daí às vezes eu tenho uma mini discussãozinha Com uma amiga minha Mas tipo, no outro dia eu já volto a ser amiga E aí fica marcado pra ela Eu odeio isso
Mas aí ela não fez tal coisa pra você? Ai, eu gostei. Porque mexe comigo, mas não mexe com a minha filha, entendeu? Assim, aí eu levo pro coração porque eu sou mãe. Aí eu falo assim, não, na próxima eu não vou contar também. Mas eu falo pra Manu, é melhor uma verdade feia? É melhor uma mentira bonita, uma mentira... Não, Mi! É, eu errei. Melhor uma verdade feia do que uma mentira bonita. Exatamente, é isso que eu sempre falo pra Manu, sabe?
Eu falo, me conta. Uma hora eu vou descobrir, eu sou mãe. Mãe, a mãe vai descobrir. Mãe sempre sabe. Quando a mãe descobre...
E se ela descobrir por outro, fica feio. Mas graças a Deus, a Manu é muito comportada. Eu não tenho trabalho com a Manu. A Manu é muito comportada. Ela é muito discreta. Ela é muito tranquila. Gente, eu estou me vendo com a minha mãe nas duas. Eu juro para você. Eu estou me identificando porque com a minha mãe não tinha conversinha.
Era só paulada. Não, mas eu tô me identificando muito. Só que aí a gente sabe que essa imagem entre mãe e filha tá super considerada nessa internet, né? Vocês têm vontade também de criar uma identidade visual só voltada pra Manu? Eu tenho. Mas acho que isso também vai ser depois dos meus quinhentos.
Eu tenho mais do que a Manu. Eu, por mim, ela movimentaria muito mais a conta dela, só dela, do que a nossa, que a gente tem. Mas ela é preguiçosa, entendeu? E aí, ela que fica... Hoje eu não vou postar.
E aí vocês se ajudam nisso, né? Ah, eu já vou postar. É, aí às vezes quando eu não quero postar, aí a minha mãe posta por mim, assim. Aí eu acho que... Mas tem vontade também de ser igual, tipo, minhas amigas, assim, todas são, tipo, só elas, né? Aí eu falo assim, ah, não sei se talvez um dia eu faria igual também, que eu acho que eu tenho vontade de... Porque querendo ou não, a galera sabe.
Quem são as queridas. Mas aí, tipo assim, às vezes alguém fala Manu Arruda. Às vezes pode demorar pra associar. Demora pra associar, né? É, eu também tenho um pouco de raiva disso. Você acha que vai ter essa virada de chave depois da sua festa de 15? Eu falo muito pra Manu. Eu falo muito, assim. Ela precisa movimentar a conta dela sozinha. Porque vai ter uma hora também que a minha mãe vai.
Vai cansar, né? Sim, eu falo pra ela, eu falo assim Graças a Deus, nós duas juntas abrimos muitas portas Mas vai chegar uma hora Tipo que eu vou só cuidar de vocês Só gerenciar suas coisas É, eu já tenho que estar pronta pra isso, né? Agora é mais fácil pra gente Porque quando eu tô cansada, ela toma conta Quando ela tá cansada, eu tomo conta Principalmente por conta da escola, de provas Ela tá no nono ano, então fica pesado E aí a gente consegue intercalar bem Não fica sobrecarregado pra ela E aí
Mas eu quero muito, assim, que ela futuramente tenha só ela, sabe? Que ela seja a Manu. É, também. Então, gente, fiquem no aguardo também, né? De Manu Arruda como influenciadora individual. Por favor, Manu. Porque ela já tem uma conta, mas... Nós pedimos. Já tem, mas ela só vai movimentar ela, tá? É, ela vai movimentar. Já já vai movimentar. Já vai movimentar.
Depois da festa de 15, ó. Eu vou começar. Isso. Vai começar agora. Vai começar antes da festa de 15. Isso, pode anotar, gente. Antes, anota. Antes da festa de 15. É promessa, é. Prometeu aqui já. Prometeu que eu tenho que cumprir, gata. Gente, ó. No maior podcast do Brasil. Vai ter que cumprir. Você prometeu. Vai ter que cumprir, lindinha. E aí? Ela tá se arrependo.
Eu tô um pouco me arrependendo Mas vamos vendo Mas gente, então pra finalizar Esse episódio que foi incrível Eu queria muito saber Qual o conselho de vocês Para as pessoas que estão conversando na internet
E que querem persuadir o mesmo caminho que vocês. Ai, deixa eu só falar uma coisa que eu esqueci. Óbvio. Eu lembrei. A Manu vai dar o primeiro passo dela como imagem dela, Manu. Agora na viagem de julho. Gente, eu vou de viagem. Eu vou pra Orlando, Miami, Nova York sozinha. Exatamente. Sozinha? Sem. Sem minha mamãe. Ela vai levar um grupo de adolescentes pela Forfã. E ela vai tomar conta, assim, ela vai...
individual. Ela vai sozinha comemorar os 15 anos dela em viagem. Ela vai em Nova York, Orlando e Miami. Vai ficar 12 dias viajando só com um grupo de meninas. E vai ser a primeira vez dela. Então, assim, os conteúdos vão ficar por conta dela. Vai ser só eu. Acho que vai ser o primeiro trabalho solo dela. Né, Manu? Acho que é. Ela tem que ser lançada aqui.
A sua carreira só vai ser lançada aqui. Você tem esse medo de desprender da mãe? Óbvio, né? Porque todo mundo tem, eu acho. Você tem? Não, eu acho que não. Não, assim... Medo de desprender da minha mãe total? Tenho, mas eu gosto de ser só eu também. É, Manu, ela tem. É que a minha mãe, ela é assim.
Ela é muito... Grudada. Eu sou. Grudada. E aí você fala assim... Ai, meu Deus, tadinha. Não é não. Eu sou. Eu sou. Sério, mas eu gosto também, gente. É porque a minha mãe é muito carinhosa. E eu não sou muito carinhosa. Mas aí eu gosto que a gente, tipo, se completa. Aí eu abraço. Quando eu pego, eu abraço ela assim. Ela fala, tá bom, Mi. Mi, tá bom, Mi, tá bom. Aí ela fica assim, tá bom, Mi. Tipo, já deu. Já deu, exatamente. Mas, ai, não tenho medo, assim. Eu acho que tem que ser, né? Tem meu celular que tava vibrando.
Não, mas o pior é que eu e minha mãe, a gente sempre foi muito grudada também. E agora eu me mudei sozinha pra São Paulo. Com 16 anos. Então, a gente mora em Serra Negra, que é interior. A gente mora no interior de São Paulo, eu vim pra cá e aí a minha mãe tá tipo, meu Deus do céu.
Eu estaria meio que infartando. Oi, gente, é que a gente tá ao vivo, tá? Olha quem é, gente. Posso mostrar pra vocês. É o JG. É o JG. Ele vem pra cá, viu? Pode atender. Coloca no Viva Voz. Coloca no Viva Voz. Deixa eu atender. Oi! Não estou com medo. JG? Ele tá assistindo. Opa, tudo bom? Oi, JG. Ele tá assistindo. Põe no microfone, assim.
Você tá vendo a gente? Eu tô escutando alguma coisa no fundo. Eu tô vendo ao vivo e vim aqui fazer um pronunciamento oficial. Ai, meu Deus. Fala. Ó, é o seguinte. No começo desse podcast falaram assim. Pessoas próximas das... Meu Deus! Eu esqueci de você!
Não, você sabe que você é meu cristal nordestino Você sabe Por isso que a gente não fala o nome de todo mundo Porque a gente ia esquecer, você sabe Eu amo você, Lu Júnior, você sabe É, mais ou menos Ele vai vir aqui A gente vai tacar um corte dele Tacando o maior hate em vocês, né, JG? Não, você vai fazer isso comigo, né? Mas deixa eu te falar É porque vai ter uma pauta só sua Entendeu? E eu não tô sabendo disso não, né? A gente vai falar mais de você, JG E aí
maravilhoso, mais de coisa, pode falar aí. Olha só. Tá bom. A gente vai falar muitas coisas boas de você, JG. Inclusive vai até áudio seu ao ar, querido. Tá bom? Por isso que eu não falei, porque tem uma pauta exclusiva sua. Você tá entendendo? Eu quero saber. Eu quero saber. Nossa, bravo, gente. Você sabe que a gente te ama. Gente, eu acho que ele não gostou. Você sabe que a gente... Só que o nome fugiu um pouco, assim.
Sério? Você é o amor da nossa vida. Quem mais eu iria atender ao vivo no podcast? Ó, tá vendo? É, quem mais eu iria atender? Você viu o que a Manu falou? Você viu que eu falei que você é o amor da nossa vida? A Manu falou assim, da sua vida. Você escutou o que ela falou, João?
Gente, invejou, só porque ele não tá aqui. É só a gente, João, é só a gente. Deixa ela, deixa ela de fora, João.
Tá bom, um beijo Beijo Nossa gente Ele se passa muito Gente, tadinho, ele ficou bravo Eu esqueci Mas é verdade, vocês esqueceram de uma das pessoas mais importantes Mas eu tava focada Porque como vai ter uma pauta só dele Eu tava com a cabeça com ele Então, JG, não se sinta excluído Vai chegar a sua hora Porque se você fizesse isso comigo Eu ia fazer a mesma coisa que ele fez
Ele ia me ligar correndo. Não, Jean, não faz isso. JG, você é nosso cristão nordestino, você sabe. A gente vai ter uma pauta exclusiva pra você. Porque, gente, aguardem também. Não, como falar de Manu, querida, e não falar de JG? Então, como falar de JG e não falar de Manu, querida? O que não tava falando da minha imagem individualista?
Vamos vincular ela com outra pessoa. Mas, gente, aguardem também o episódio só da Manu. Que vai lançar aqui no Tramecast. Não vai ser ao vivo. Mas, gente, por isso que o JG, enfim, vai ser discutido aqui, né? Exatamente, vai ser pauta. Exato, galera. Terão outras pautas também. Terão outras pautas. Recebemos cores também, né? Eu já garanto que eu não vou responder essa pergunta.
Vai ter que responder. Posso adiantar que não foi do JG. Assumiu o TrambiCast e vai ter que assumir as consequências. É ela que vai discutir sobre isso. Mas não foi o JG, a gente chegou tarde nesse momento das flores. A Etienne não vai salvar ninguém aqui, porque a Manu vai estar sozinha. É verdade, galera. Não contem com a minha ajuda, tá? Eu não vou estar aqui, Manu vai estar só.
Mas então, pra finalizar esse episódio que foi caótico... O conselho. O conselho. Vai, Manu, você é o conselho. Eu sou péssima de conselho. É, você é bem ruim. Você que sabe falar umas palavras bonitas. Eu sei, né?
Eu vou roubar a frase da Mima. Então vai, rouba. Ela falou assim, que tem lugar na internet pra todo mundo, gente. Se você tá com medo de entrar na internet, calma que a internet tem espaço pra todo mundo, tá? Você não vai ser uma intrusa ali. Você vai só se tornar uma de nós. Porque eu vou ter uma nova amiga, se você é um novo amigo, não sei. Exatamente. Eu acho que o principal pra você entrar na internet é ter muita calma e muita paciência.
Porque do mesmo jeito que as coisas podem acontecer muito rápido na internet... Pode demorar também.
Só a hora vai chegar. Exatamente. Eu tô na internet desde 2017. São nove anos. E de uns dois anos pra cá, que as coisas começaram a acontecer mesmo, de verdade, pra mim e pra Manu. Então, você tem que ter muita persistência e ter certeza que é aquilo que você quer. Porque senão, você realmente vai desistir. Não se iludir, não achar que a internet é mil maravilhas, porque a internet não é mil maravilhas, né, Manu? Não.
Não é. Tem um lado bom, claro que tem. Mas também não é só maravilhas. E você vai se frustrar bastante. Mas as amizades que você... Eu vou estar desencorajando a pessoa. Não, eu não tô, juro. Mas as amizades que você faz são muito boas, galera. Tipo o JG. Você vai conhecer um JG na sua vida, entendeu? Difícil, viu?
É bem difícil. Ai, JG, eu tô tentando adivinhar. Ah, não, gente. O JG não faz amizade. Ele não vai vir pra cá, não. Ele faz amizade. Ô, JG, que isso, cara? Eu quero ser sua chapa. Ele é a pessoa mais fácil de fazer amizade do mundo. Ele é, ele é bem legal. Então, assim, gente, a internet tá aí. Tem conteúdo pra todo mundo. Não acho que o seu conteúdo não é interessante. Tem gente pra assistir. Você vai ter seu público. Você vai ter seu público. Tem gente que assiste a gente.
Olha pra você ver que coisa... A gente! Olha a gente, então! A gente, a gente! Então, tipo assim, galera, só vai, entendeu? Só vai. Manu, você... Tem louco pra tudo, né? Tem pra tudo. Mas você que tá na escola, você não tem vergonha de postar os vídeos. Quem tá na sua idade e tem vergonha, tipo, de postar porque tem o pessoal da escola. Gente, eu tenho mais ou menos também, assim...
Um minuto de silêncio. É um minuto de silêncio pra eu refletir sobre o que eu falei. Gente, é que, tipo assim, meus amigos, eles não ligam. Eu, às vezes, eu pensava que as pessoas me zoam muito, porque eu gravo vídeo pra internet, essas coisas. Gente, ninguém liga. Tipo, real, ninguém liga. Às vezes, tipo, eu passo pela escola e eu vejo alguém, tipo, olhando meu vídeo e fico assim...
Por que você tá me vendo? A Manu deu muita sorte mesmo quanto a isso. Ela nunca tocou com ninguém. Acho que você não tem que ter vergonha, não. As pessoas não... Eu acho que as pessoas não se importam muito com isso. Porque a pessoa vai se acostumando a te ver, assim. Eu acho que não... Tá vendo? É, eu acho também. Então é isso, gente. Muito obrigada. O silêncio constrangedor. O Giri Costa tá assistindo a gente. O Giri Costa tá assistindo a gente. Vai lá. A gente já comeu, né, Jean? Você tá querendo... Enfim.
Tá bom. Sem comidinha? Mas o hambúrguer tá lá. Tá lá, mas a gente vai mostrar. Adoro! Gente, a gente consegue mostrar pra vocês no ao vivo? Que tem batatinha aqui. A boca salivando. Se vocês quiserem pegar uma batatinha. Claro, gente. Por gentileza, galera. Mas aí vai ter hambúrguer pra vocês lá atrás da cozinha. Já tá separado, então ninguém vai passar fome aqui não, tá? Mas, Géricolas, muito obrigada pelos hambúrgueres. Muito obrigada pela batatinha, pela cebolinha, pelo nuggets que a Mima amou. Que, inclusive, enfim, a gente já tá borbulhando aqui de... Enfim.
vontade, mas é isso Tiene, Manu, muito obrigada por terem me vindo foi incrível foi muito fluido, foi muito divertido já está feliz?
Então, gente, enfim. Mas é isso, gente. Se vocês gostaram da participação das queridas, é só comentar, deixar o seu like. A gente pode até trazer elas de novo. E é isso, gente. Muito obrigada. Compartilhem também. Comentem a opinião de vocês. Compartilhem. Façam tudo, tudo, tudo que vocês têm o direito. Então é isso, gente. Muito obrigada por terem assistido. Façam os cortes legais. Não tirem nada do contexto, galera.
Galera, não tiraram, faz corte de verdade, pelo amor de Deus, tá? Cortes bons, tá? Cortes bons, hein, que valoriza. Tá bom? Beijo. Tchau, gente.