Criptacast #80 - Jogos de Terror Underground
Nesse episódio, Larissa, Higor, Dan e Cristofer trouxeram uma “listinha” de games de terror e de outros gêneros que são "underground", ou seja, que fizeram pouco sucesso, alguns foram precursores de grandes jogos atuais, outros banidos em diversos países e tem aqueles que só não tiveram verba para o marketing.
Vem com a gente!
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Músicas do episódio:
Cool Powerful Hard Rock - Emmraan
Fallen in battle - Emmraan
Dark Japan Hiphop - Old School - Lo-Fi - WELC0MEИ0
Piano - Dark - Mystery - Lo-Fi - Horror Record Noise - WELC0MEИ0
Energetic Indie Rock - UNIVERSFIELD
Ways of the Wizard - Geoff Harvey
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Cristofer
Dan
Higor
Larissa
- Jogos de terror undergroundNeed for Speed · Minecraft · Terraria · Fantasmagória · Obscure · Rule of Rose · Detention · Galerians · The Thing · Incidente em Varginha
- Nostalgia e terrorHorror Analógico · Estética VHS
- Jogos de LibertadoresFantasmagória · Rule of Rose
- Influência cultural dos jogosCreepypasta · SinaWave
- Importância de jogos independentes
Passando deste ponto, não tem mais volta. Bem-vindo ao CryptoCast.
Olá novamente, amigos ouvintes do Zona Sombria, e sejam bem-vindos a mais um CryptoCast. Aqui é a Larissa, e jogo underground mesmo é só o Need for Speed. Aqui é o Igor, e na verdade, Larissa, jogo underground é Minecraft e Terraria. A pessoa faz a piada.
Aqui é o Dan e... Ei, quer ver uns três esquisitos? Vamos mostrar pra vocês uns três esquisitos, quer ver uns três esquisitos? Aqui é o Christopher e o jogo é o Underground e a Retour to Moria. Bom, também. Foi muito bom. E neste Cryptocast vamos falar sobre os jogos de terror, claro, porém, Underground.
Jogos que não saíram aí no mainstream, não são nem um pouco AAA, são jogos bem independentes. E jogos até de empresas, mas que não chegaram aos holofotes. Trouxemos uma listinha de jogos que fizeram pouco sucesso, alguns foram precursores de grandes jogos atuais, outros banidos em diversos países. Mas a gente não vai falar de jogos polêmicos, porque a gente já falou isso em outro CryptoCast.
Ou talvez eles só não tiveram verba mesmo para o marketing, né, coitados? Mas você está no CryptoCast.
Bom, pessoal, vamos lá. Antes de a gente entrar no episódio aqui, vamos para o comentário do nosso querido amigo Lucas Souza. Ele fez um comentário do nosso episódio, o último episódio, 79, Analog Horror. Conheci o Analog Horror assistindo alguns episódios de The Monument Mythos, mas quando vi esses episódios pela primeira vez, não sabia o que era... Eu vou traduzir em português, né? Não sabia o que era horror analógico.
Apenas achei os vídeos interessantes, por causa da estética, do ar misterioso, misturando monumentos reais com a história de terror, e a narrativa tenta levantar um questionamento, e se grandes construções pelo mundo escondessem segredos da sua verdadeira construção. Algo que é desconhecido de nós.
Essa história pegou um debate real que existe no mundo da arqueologia. Quais mistérios existem por trás das pirâmides? Que segredos escondem a esfinge? As estátuas de Gobekli Tepe? As pedras de Pumapunku? Fazendo com que vários entusiastas do assunto criem suas teorias. E Monument Mythos traz esse debate para sua narrativa. Horror Analógico cria um universo paralelo de nossa realidade, assim como The Mandela Catalog.
uma espécie de outro mundo imitando o nosso como as backrooms fazem. A tecnologia inológica, por algum motivo, traz uma mistura de sentimentos. Ao mesmo tempo que traz nostalgia, também traz algo inquietante, como se as fitas VHS ou as fitas cassetes escondesse não apenas as memórias boas do passado, mas também algum mistério.
ali escondido também. Seria um bom tema de episódio. Nostalgia e terror. Aquela estética VHS traz a sensação de perturbação, mistério, algo sombrio, mas ao mesmo tempo de saudade. Alguns jogos usam essa estética de VHS. Filmes como A Entidade usam filmagens antigas para trazer essa sensação de um passado misterioso.
A própria fita de O Chamado passa essa sensação estranha, como se existisse alguma fita perdida em algum sebo ou em uma garagem de vendas, e ela possa carregar alguma gravação sombria, misteriosa, sem explicação. Gente, eu vou ter que assistir de novo esse filme em entidade. Porque todo mundo fala que esse filme é bom. E não é porque ela assistiu e eu não gostei do filme. Eu não sei porque, teve alguma coisa que eu assim...
para ir para ir para ir para ir para uma olhada rápido porque tem tanta coisa que a entidade o sinistro o vcino sinistro o senhor bota bota sinister no Google e olha que filme que é esse
Eu lembro que eu vi esse filme no cinema. Ah, Arari, assista um vídeo. Não assiste. Não, não. Esse filme não é bom não, gente. Olha, foi mal, não. Foi mal. Eu assisti esse filme no cinema. E eu lembro que eu saí e fiquei assim. Eu gosto muito do Ethan Hawke. O Ethan Hawke é um dos meus atores favoritos. É ele que parece o Kevin Bacon? É ele que parece muito.
E eu ia falar isso mesmo, é só o Kevin Bacon ganhando ele. Minha lista dos favoritos. É ele que faz o homem invisível ou é o Kevin Bacon? É o Kevin Bacon. Ai cara, como diferenciar eles? Eles são iguais? Mais ou menos. Não, eles são bem parecidos, dá pra confundir. Bom gente, seguindo aqui no comentário...
Um filme bem legal e desconhecido, The Scream at Kamchanod, tem nos rolos de filmes antigos uma espécie de portal de passagem do mundo dos espíritos para a nossa realidade. Fotos antigas também traz bastante a sensação de saudade, mas ao mesmo tempo mistério. No caso de fotos antigas, está falando de literalmente fotos antigas? Ou existe um filme chamado Fotos Antigas?
Eu acho que está falando aqui fotos antigas. Não filmes. Não existe um filme chamado fotos antigas. Eu acho que não. Por isso, gosto de como o horror analógico traz em suas histórias a ideia de um terror mais nostálgico e menos virtual.
A nostalgia também é um berço para o desconforto. A estética Dreamcore e Weirdcore foram criadas com essa mistura de nostalgia e insegurança pelo passado. Terror e nostalgia. Gostaria de ver histórias usando esse conceito, que vai muito mais além do que Candle Cove faz. Talvez o terror ainda não tenha olhado para a nostalgia como um possível subgênero. Mas o Candle Cove não é uma creepypasta? Eu acho que é. É creepypasta? Sim.
De 2009. Ah, o Chris Straub. Esse cara é bem famosinho nas Creepypastas, inclusive, esse Chris Straub. Eu acho que é ele que... A gente falou dele, eu acho, no... Acho que é no do horror analógico. Acho que tem alguns vídeos de analog horror que são dele. Não é o cara dos Black Rooms, né? Boa pergunta. Deixa eu ver.
Porque tem esse cara dos Black Rooms, tem o cara lá do que fez o Candle Cove, e tem o cara que fez aquele negócio no Twitter, no trending, que ele... Ou seja, no trending. Ele tinha conta no Twitter que ele ia botando uma exploração, tipo, como que ele achava, fazia... tinha várias contas que faziam a mesma coisa, uma coisa bem parecida. Tipo, um cara que ia num lugar onde tinha uma cova.
Aí ele entrava... Como que fala cueva? Como que fala cova? Cobra. Cobra. Cobra.
Aí ele entrava na cova do Batman e ele começava a ver coisas estranhas e tal, e aí as coisas iam escalando. Aí só post de Twitter com imagem. Tem um cara que fez a mesma coisa, só que na floresta. Aí no final você vai perdendo... ou eles vão fazendo post cada vez mais longe, até que os caras somem. Tudo mais ou menos a mesma, a mesma vibe.
É, o Chris Straub foi que fez o... É o Candle Cover, é ele. E o Local 58. Local 58. TV, tipo, que tem as... É um canal. É um canal que fica, tipo, como se tivesse câmeras de segurança, ou câmeras de carro e tal, passando. E aí você vai vendo coisas estranhas e tal. É bem analogo ao horror mesmo, o canal.
Quando ia na casa dos meus avós, eu gostava de ligar o rádio e deixar uma fita cassete preparada para gravar algumas músicas que tocavam. Fiz isso várias vezes. É, a gente farisia isso muitas vezes. Eu tinha várias fitas com músicas gravadas em rádio. E para resgatar essa sensação de programas de rádio antigos, foi criado o gênero musical SinaWave, remix de músicas que tentam emular a sensação de transmissões antigas.
Sino Wave poderia se encaixar muito bem dentro do terror. Eu acho, inclusive, que o Lucas já citou esse subgênero aqui. Ondas de rádio é mais uma ideia que o terror pouco explora. Ver nessa tecnologia antiga a oportunidade de se criar boas histórias, pois à noite, ouvindo um rádio antes de dormir, e de repente um sinal estranho acontece, uma voz diferente que não deveria estar ali naquele programa, como se algum sinal estivesse invadindo aquela estação, quem não se intimidaria?
Coitadinha da Larissa, de 10 anos de idade, que ficava até de madrugada ouvindo a rádio Mix. Eu tenho um treco, coitada, ouvindo uma transmissão de rádio clandestina.
Tadinha. Eu já joguei o rádio longe quando eu coloquei o rádio na tomada errada e lá em São Paulo tem 110 e 220. Aí eu queimei o rádio, começou a soltar fumaça e eu só joguei o rádio com medo do rádio quebrar fogo. Mas, assim, essa coisa do rádio ela, de certa maneira, é explorada já, né?
A gente vai ter vários jogos que vão usar isso, mas... Como é o nome daquele negócio? Tenofasmophobia? Spirit Box. O Spirit Box basicamente é isso aí. Várias frequências de rádio mudando e meio que os fantasmas no jogo interferem ali para poder mandar as mensagens.
É, mas eu entendi como uma coisa assim, um pouco mais uma... Não tanto no contexto de caçar fantasmas, mas tipo assim, uma onda de rádio que tá infiltrando a normalidade do que teria a expectativa de ser só uma transmissão. O que me vem em mente que faz isso é o Silent Hills, PT. Você tem aquela notícia no rádio falando do assassinato e tal. Aí do nada...
Don't touch that dial now. Assim, parece que o bicho começa a falar com você, o radialista lá, né? Fala umas coisas assim bem estranhas que começam a ficar... Dá a ideia de que ele tá falando diretamente com você. Então tem um pouquinho disso aí no...
O fantasma do nada começa a narrar o campeonato mineiro série D. Que isso, bicho! O terror precisa trabalhar mais o mistério. Terror não é apenas sangue, assassinato, monstros e espíritos.
é também algo que não podemos explicar, que apenas acontece e que talvez nunca teremos uma resposta. Lake Mungo é um bom exemplo de uma narrativa sustentada pelo mistério. Ela não tenta assustar, apenas apresentar uma história dramática que por trás dela...
existe algo desconhecido, que ninguém explica, nem mesmo ao final do filme é explicado o que realmente estava acontecendo. O mistério traz muito mais perturbação do que qualquer sangue, monstro ou susto, pois como humanos, temos... tememos que... o que não sabemos explicar. E o que não sabemos explicar poderia ser qualquer coisa, e é nesse mar de teorias que gera dúvida se algo é real ou não. É onde nasce o medo.
Este foi o comentário pessoal do nosso querido amigo Lucas Souza. Muito obrigado, Lucas, como sempre, contribuindo para os nossos episódios. Muito mais essa parada do Sinal Wave. Eu lembro que você chegou a falar disso em outro comentário. Não vou lembrar exatamente qual. Mas a gente pode deixar aqui no post do episódio um exemplo de Sinal Wave.
Underground é um termo em inglês para se referir a algo fora do comum, fora do mainstream, ou debaixo da terra. Foi mal. Fora da cultura, fora da moda dominante. Mas um jogo underground não necessariamente é um jogo independente que não ganhou os holofotes. Alguns deles podem até ter chamado a atenção, mas não da forma esperada.
O jogo underground é um game pouco conhecido, que não recebeu a atenção necessária na época do seu lançamento, lançou poucas cópias, ou é difícil de encontrar para jogar, e é muitas vezes considerado um cult entre os fãs. Assim como fazem os cinéfilos, aquele filme meio difícil de você conseguir, aquele filme que só saiu em mostras, em festivais.
Então seria quase isso. Só que a gente não tem mostras e nem festivais. Assim, tem, tem. Mas não digo igual de cinema, né? Porque sai um filme e aí as pessoas são. É, é uma cultura diferente, né?
Mas é, eu acho que você pode dividir essa ideia do underground em dois aspectos principais. Você pode ter essa questão dele realmente receber pouca atenção, dele estar ali passando por baixo do radar da maioria das pessoas, ou só você conhece e quase ninguém conhece, ou em algum momento fez um sucesso depois e acabou virando uma coisa cult.
Mas você tem a característica do próprio objeto que faz você falar, cara, isso tem uma cara de uma coisa underground mesmo. Às vezes até é feito por uma grande empresa, às vezes até tem uma certa...
receptividade grande do público, mas a ideia do negócio underground pode ser também uma certa característica própria dele. Você olha, você já se olha isso aqui, mesmo sendo uma coisa grande, uma coisa que está aí na mídia, como falou aqui na descrição, vai muito contra a moda.
E tem algum aspecto subversivo, algum aspecto que confronta o que é comum dentro do meio.
Com certeza. E uma coisa que eu coloquei um jogo na lista, que eu ia falar, que ele está no episódio sobre jogos polêmicos, mas ele hoje é quase um jogo muito difícil de conseguir, principalmente mídia física, mas por conta da polêmica e tudo envolvida. Mas nem todo jogo...
underground, cult, ele vai ser um jogo polêmico, não necessariamente uma coisa leva a outra. A gente vai ter alguns que pode ser que sejam polêmicos justamente por, sei lá, excesso de violência ou por outras questões, assim, ou que abordam temas muito sensíveis, aí acaba ficando realmente underground porque aí a mídia abafa, pode até ser lançado por uma empresa grande.
Mas vão ter muitos jogos que, como eu comentei no comecinho, não necessariamente são independentes, mas às vezes é uma empresa menor, é um estúdio pequeno, ou um estúdio de profissionais que saíram de estúdios grandes e formaram o próprio estúdio. Eu diria que até o Fantasma Gória poderia ter entrado na lista, e eu nem lembrei dele.
Mas ele é um jogo bem interessante, muito interessante mesmo. Eu vi um vídeo, inclusive, recentemente sobre o Fantasmagória, onde o rapaz fala que o jogo foi muito à frente do seu tempo, porque ele abordou sobre feminicídio lá na década de 90, e as pessoas não gostaram muito, porque o jogo era realmente muito pesado, porque ele tinha vídeo, né? Então tinha as filmagens, eram feitos com atores, era todo um point and click, então... E aí
E ele foi um jogo que teve um orçamento muito alto, assim, tipo, gastou-se muito dinheiro para produzir o jogo, e o jogo não teve o mesmo retorno. E aí, ele foi meio que deixado de lado, mas ele é um jogo muito interessante mesmo para a época, ele tem uma temática muito bacana, assim, se eu puder, acho que eu vou contar a história, mas assim, no Fantasma Agora é um casal que vai morar numa casa.
E aí o marido da mulher começa a ter uns comportamentos muito fora do padrão dele, assim. Tipo, ele começa a se comportar de uma forma completamente diferente. E aí ela começa a investigar. E pode contar, gente? Vocês não querem saber. Tá, mas vai ter full spoilers do jogo? Eu quero saber. Agora eu quero saber. Não, hein? Eu não vou ser spoiler.
eu tô vendo esse short aí eu falei droga mas agora eu tô mais curiosa para jogar por conta disso Isa vale muito a pena para quem quiser conferir Fantasma Gória eu acho que eu acho que abrindo essa essa lista de jogos que a gente vai trazer agora a gente vai trazer alguns jogos né vai falar sobre jogos underground e tal mas eu acho que Fantasma Gória se encaixaria bem nessa
Nessa categoria de filme underground. Tô conhecendo, inclusive. Eu vou confirmar o ano de lançamento, mas se não me engano ele é 95 ou 96. É, ele é um jogo que sofreu muito com essa época esquisita que foi a época dos jogos de full motion vídeo, né? 95 o jogo.
Eles trouxeram esse realismo muito grande, né? De você ter literalmente filmagens live action das pessoas. Mas sempre tinha um elemento muito tosco, assim, associado. Ou seja, com o cenário. Ou seja, com a forma como eles construíam a interatividade dentro do jogo.
Então a parte visual deles, alguns dos jogos dessa época talvez que envelheceram pior em muitos aspectos. E cria uma dificuldade no futuro para você conectar com o jogo, mas é um título muito interessante o Fantasma Gloria e o Fantasma Gloria 2 também.
Sim, tem o segundo jogo e ele é da Sierra. Acho que a Sierra Entertainment não existe mais dentro, acho que já é um bom tempo. E eu já falei desse jogo em algum outro Cryptocast, vira e mexe quando eu posso, eu quero citar sobre esse jogo, que era o...
3D Ultra Pinball Creep Night Era um jogo de pinball da Sierra De terror, assim, a temática de terror E era a massa que tinha os goblins Aí tinha o cenário do Frankenstein Tinha o cenário do laboratório Eram vários cenários Aí tinha o cemitério E uma coisa meio Sei lá, dungeon Ai, minha voz é uma raia Alguém me dá uma pastilha Fala
Bom que foi bem na hora de falar Eu lembro que eu tinha o CD-ROM Nossa, isso é bem velho, né assim, se denuncia muito na idade mas eu tinha o CD-ROM desse jogo o CD-ROM original e eu era simplesmente apaixonada por esse jogo
apaixonado. Gente, eu gostava muito desse jogo. Ali eu já estava com alguns pezinhos no horror, né? Eu já estava mostrando que eu gostava de terror desde criança, mas eu gostava muito desse jogo. É impressionante. E eu acho que eu já mostrei ele em live, inclusive. De ir atrás de vídeo, porque eu queria muito mostrar para as pessoas. Gente, esse jogo era muito massa!
E aí foi meu amor. Eu já gostava de pinball. E me apaixonei ainda mais com pinball. E eu realmente gosto muito de pinball. Eu não gosto de pinball digital. Eu prefiro a máquina de pinball. Porque é muito mais legal. Seria 3D Ultra Pinball Creep Knight um jogo de terror underground? Eu acho que pode ser, viu? Muito provavelmente. Provavelmente é muito pouco conhecido. Acho que você... ...
Total. É possível uma das poucas pessoas que estão ligadas nesse aí. Acho que conta. Eu vou colocar nos citados aí. Pra quem quiser eu coloco imagens no post. Dan, você lembra qual era aquele jogo do... Que era Play 2? Que eram estudantes. Estavam no colégio e começavam a morrer dentro do colégio. Difficultade. Corpse Party.
Mas isso daí é um mangá. É. Um anime. Também. Tem jogo, anime e mangá. Nasceu no jogo e virou anime e mangá. Mas esse aí não é... Não é estilo animes. Não é estilo animes. Não, não, não. Não é japonês. Não é estilo animes. Acho que tem um serial killer. Alguém falou dele. Eu não lembro se foi o... Foi o Mato. Acho que foi o Mato.
procurar mas ele é mais mais survival horror sim eu vou procurar aqui é o canal do não é um jogo play 2 mas eu vou procurar e para vocês continuar com a pauta o pessoal tem em 98 a gente tem um jogo chamado sanitário eu acho esse jogo muito curioso porque eu vi o vídeo do canal lavanda o que mais eu recomendo aqui no no cripto cast e aí
Eu comentei com o Fernando, eu falei, ah, eu vi o jogo sanitário e o Fernando, meu Deus, você conhece esse jogo? Foi muito bom a reação do Fernando.
porque ele era um point and click de horror psicológico, e ele tinha inspirações em filmes como Seven, Doze Macacos, Jacob's Ladder, e obviamente Twilight Zone e The Other Limits. E é meio... ele começa um pouquinho o pé no chão, vamos colocar assim, entre muitas aspas, e a parada vai escalando, assim, e o jogo é muito surrealista, muito, assim, é um...
E aí a gente acompanha um homem, ele inicialmente não tem nome, aí ele sofre um acidente de carro, claro, olha, parece Silent Hill, ele sofre um acidente de carro, aí ele fica em coma, e aí quando ele acorda ele tá internado em um sanatório, ele não lembra o nome, ele não lembra quem é, ele não lembra onde veio, ele não lembra onde ele tá, ele não lembra absolutamente nada, nada. Então você começa o jogo com papel em branco.
E aí você vai preenchendo quem é aquele homem, o que ele tava indo fazer, o que aconteceu com ele, e o que tá acontecendo e tal, e aí você vai preenchendo isso aqui. Cara, tem partes que são muito loucas, assim, o jogo é muito maluco. Muito, muito maluco. Acho que é por isso que ele é bom. Mas ele parece muito interessante. Eu vou deixar o vídeo do Lavanda na descrição também, pra quem quiser.
Na descrição é o nome. Lavanda. É, o nome do canal é Lavanda. Lavanda, normal. Igual a planta.
E... Inclusive, como esse menino pegou o nome desse canal, Lavanda, só Lavanda, não sei, mas ok. E aí ele tem vários vídeos, ensaios de jogos e tudo isso. E ele pega sempre nos jogos muito underground. E o canal dele é sobre o jogo underground. Inclusive, sobre um jogo de... Ele falou sobre o jogo de The Sims. Que eu ouvia pouquíssimas pessoas falando que é um jogo de The Sims de PSP.
E ele é um adventure. Ele não é um jogo de montar casinha. Nada. Ele é um adventure The Sims. Tipo, o Dan está fazendo uma cara assim. Nossa. É. Eu nunca imaginei o The Sims. Outros formatos. Já achei o jogo que eu falei para vocês. Já achei até o canal onde eu tinha visto. O nome do jogo é Obscure.
Ah, Obscure, sei.
é um jogo que tem uma primeira e uma segunda parte é a são de PlayStation 2 os dois o primeiro acho que é dois anos 2000 e é sobre você controlar cinco personagens dos cinco são estudantes os dois tem tipo habilidades diferentes no cada um deles tipo a boa
a gente é engraçado porque tipo a tem que precisar agiu ele abrir as portas eu criei se ele tinha mais atirava melhor que tá aqui esses cara todos tem tipo habilidades diferentes também e você tem que usar o cinco para a
procurar um colega que sumiu e não tem mais ninguém na escola. É um survival horror. Aí tem bicho aí que vai lá e te mata, e você morre, e você é consumido. É bem interessante. Os caras... o jogo é obscuro porque os bichos são sensíveis à luz.
E é isso, basicamente, primeira e segunda parte. Se vocês quiserem ter uma aproximação para esse jogo, tem o canal do In The Mouse, mas lamentavelmente ele está em inglês, portanto acho que o Danilo vai ter que fazer uma run comigo sobre isso aqui, para a gente levar em português para as pessoas conhecerem.
E também tem um outro canal que lamentavelmente também é inglês, mas é um bom canal também para esse tipo de conteúdo que é o Avalanche Reviews, não sei se vocês conhecem também, de um carequinho. E tem o Totally Pointless TV, que também é outro cara que faz...
Eu vou passar a lista Pra Lari botar Na descrição do episódio Desses canais Que eu e o Dan Acho que a gente O Dan deve conhecer os três também Mais ou menos a mesma galera que a gente assiste Ninguém mais assiste Coisa interessante dos dois jogos É que ambos tem Modo cooperativo
e tem eles você joga com um parceiro de que é o computador controlando mas tem a opção de você jogar com com dois jogadores e eles são do originalmente lado a geração o primeiro né lá do Playstation 2 mas os dois jogos também foram relançados na Steam então os dois tem versão para conseguir lá então então mas eles o menander ou tem um público bem específico assim né
e eles meio que fizeram ter um porque com isso de que teve o como que o seu valor começou a ficar de modo de novo quando a galera começou a olhar e para trás alguns títulos alguns deles foram votados neste
Mas é, Obscure, ele foi obscuro até na época que lançou, assim. Não foi um grande título do Survivor ali do Playstation 2. Ele é um clássico cult mesmo, o que realmente passou, assim, um pouco despercebido por muita gente. Eu não sei se o Ragnar tem um vídeo. Eu e o Fernando, a gente chegou a jogar no canal, uma live.
O Obscure, primeiro. A gente tava jogando Stay Close. Aí a gente terminou Stay Close nos 10 primeiros minutos da live e a gente resolveu jogar Obscure.
A gente jogou a primeira parte e a gente jogou tudo errado Porque a gente gastou munição Aí depois não tinha munição Aí a gente não tinha inventário Aí não pegou o CD pra poder salvar o jogo Foi uma maravilha Mas eu joguei com meu irmão Cheguei a jogar um pouco do Obscuro com meu irmão A gente tinha Obviamente comprado De forma lícita na feira E a gente É uma compra lícita Sim Sim
E aí a gente pagou 10 reais. Você deu todo o dinheirinho. Claro, você deu todo o dinheirinho e você recebeu alguma coisa. Exatamente. E aí a gente jogou muito Obscura e meu irmão. Gente, até que a gente não avançou tanto, assim, porque não tinha tanta experiência também, mas...
A gente jogava um pouquinho juntos. Era até que divertido de jogar. E esse jogo tem permadef. Se o personagem morre, você perdeu aquele personagem. Já era. Então aí você só tem... Acho que muda até a história, né?
É, mais ou menos. A história não interfere tanto, porque no 2, assim, continua. Mas eu acho interessante que eles se reúnem meio que numa praça central da escola, os personagens, você vai levando todos eles ali, e aí você pode ir trocando as duplas, você pode ir fazendo as duplas que você precisa pra cada fase, porque eles vão ter...
Como o Christopher falou, pontos positivos e negativos, skills necessários para cada fase que você tem que passar e tudo. Então é sempre bom, uma dica, sempre tenha um personagem porradeiro e o outro mais ágil, ou para fazer as coisas, para resolver as coisas.
E o jogo não é óbvio também. Você tem que explorar muito o cenário e realmente clicar em tudo, né? Tipo, e apertar o X em tudo pra interagir. Porque o jogo não vai ficar te dando dica do que você tem que fazer. Ele vai ser mais, assim, survival horror mesmo. Então, é um jogo obscuro? É um jogo tipo Under, tipo Blood Rain?
Que era under, mas não era tão under assim. Cara, eu acho que na época do PlayStation 2 eu vi muito mais coisa de Blood Rain do que eu vi de Obscure Rain.
Eu acho que pra época Blood Rain não era nada underground. Acho que ele tava bem à frente aí, nas capas das revistinhas de videogame todas. Ah, verdade! Não sei por que que tava na capa de todas as revistinhas de videogame. É tipo do Bloodlines do...
hum hum tá então então pera aí aqui para o ime porque eu esquei tarde na época do do playstation não existe hoje eu cheguei bem tarde é o jogo do ranter de reckoning foi underground
Ou era porque a gente estava familiarizado com o mundo do Tineblas? Tá, eu estou descobrindo o que é Hunter the Reckoning agora. É um sistema de... E agora? Não é sistema. Porque o sistema é o mundo das trevas. É o sistema do mundo das trevas. É um dos... Ah, é um dos lá da turma do Vampiro. Isso, é um dos da turma. Tinha jogo de Play 2.
Xbox e Gamecube, né? Mesma geração. Ele meio que um... Quase que um... Contra. Tá, tô exagerando, não é um contra. Mas também não survival horror.
É, é um jogo mais de ação, pelo que eu tô vendo aqui. Estou falando que é um hack and slash. Chegou a ser Under. Cara, isso aqui me parece bem, bem, meio obscuro mesmo, assim. Não, na época tal, não vi nada a respeito disso aqui. Acho que eu já devo, eu reconheço essa capa, deve ter visto um momento ou outro.
eu nem sabia que tinha jogo errando ter de rock tem um tempo entendendo mais ou menos o porque nesse tempo tinha revista não tinha internet então que que era under e que que não era under saiu na revista não é não ser na revista é under
Mas eu acho que também é muito relativo o que é underground e o que não é, porque vai ter coisa que pode até ter saído em revista, mas que, sabe, ficou tipo uma matéria e fala daquele jogo numa edição e tudo.
E aí acaba que a pessoa viu uma vez na vida e nunca mais viu, então, sei lá. É uma coisa muito interessante pegar essas revistas antigas. Às vezes o pessoal faz o maior escarcel do mundo com o jogo que você olha. Cara, todo mundo esqueceu o que foi isso aqui no mês seguinte, sabe? E às vezes algumas outras coisas muito importantes que a gente nunca, nunca esqueceu. Tá ali no rodapé da página.
Ai, eu tava comentando com vocês do jogo do The Sims, é The Sims pra PSP, é isso. The Sims 2 pra PSP, é isso. Vocês vão procurar, tipo, The Sims 2 PSP. E ele é um jogo adventure, não é jogo de montar casa, não é um jogo de você constituir família, não. É um jogo de aventura, ele vai ter uma aventura pra você...
Você fazer. Aí você escolhe as respostas que você vai dar pros personagens. E você tem que dar respostas corretas. Pra você conseguir as informações corretas. Pra você poder avançar na fase. E não é um jogo fácil. Eu sofri muito na época que eu joguei esse jogo. Não avancei tanto. Mas eu vou deixar um vídeo do Lavanda também. Vamos ver se eu tô sempre indicando o vídeo do Lavanda. Os vídeos do Lavanda aqui na descrição.
E ele tem um vídeo falando sobre todo jogo, ele conta toda a história, eu achei maravilhoso, porque eu não cheguei até o final dessa história e eu pude saber o que acontecia no final dessa história. Mas é maravilhoso esse jogo, porque esse jogo é sem perna e nem cabeça. É muito loucura, é loucura pura, assim, tipo, não é terror, óbvio, o jogo é uma aventura.
ele tem momentos de suspense, você tem que resolver um puzzle com um fantasma, vai ter lambesomem, vai ter muitas coisas muito aleatórias, mas vai ter alienígena, óbvio, senão não é The Sims, mas é realmente um jogo muito maluco, se eu posso definir com a palavra, acho que é doideira, assim, o jogo. Eu acho ótimo a gente ficar nesse período de tempo do Play 2, por essa episódio. Mh-hm.
Tem muito jogo underground. E os portáteis tinham muito jogo que a galera não conhece. Tipo 3DS, DS, PSP. O PSP é o que tinha de jogo muito, muito underground. Jogos que ninguém nunca nem ouviu falar. Vários. Sim. Até porque o PSP nunca chegou muito pra cá.
Eu lembro que quando eu tinha no PSP, eu ficava vendo meus amigos que também tinham, pra eu ver que jogos eles tinham, e perguntei, é desbloqueado? God of War. É, é desbloqueado. E aí a gente ia lá e trocava jogos desbloqueados de PSP. Desculpa aí, gostei de falar, eu não te dou.
Eu ia falar que também a percepção do underground muda, né? Porque hoje em dia um jogo underground, às vezes é o tipo World of War lá, que o cara é um dentista e no tempo livre dele ele faz um jogo no Paint. Mas, por exemplo, colocar na década de 90, começo dos anos 2000, era muito difícil você ter galera totalmente independente fazendo por hobby.
muito comum você tem empresas ali que lançavam o jogo e o jogo não tinha muita expressão e virava para o underground. Hoje em dia o que o cara faz sozinho, porque tem engine, tem tudo, não dava para ser feito por menos de 10 pessoas. Isso é, ainda mais porque a gente não tinha nem hardware para isso, né? Era mais complicado.
Um outro jogo que eu vi é o Galerians, de 99. Eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha ido atrás, assim. Eu fui atrás por causa dessa pauta, porque eu já tinha ouvido falar. Mas eu sei que aí no jogo a gente acompanha o Hyeon. Não sei o que pronuncia o nome do menino.
E aí ele... Ah, sim, sim, sim, sim, sim. E aí ele descobre que tem poderes psíquicos, uma coisa meio Jean Grey. E aí a gente começa o jogo, ele tá sem memórias de quem ele é, e aí a gente precisa lutar contra... Eu não entendi se Galerians é uma empresa, se Galerians é o mundo...
É o menino. É o menino. É, não sei quem é Galerians, mas existem humanos geneticamente modificados. Aí o jogo saiu em 99, e em 2004 ele ganhou um filme, Galerians.
Rion. O nome do menino. Uma parada meio Adventure Children, né? Final Fantasy Adventure Children. Por quê? 3D. Por quê? E, gente, o trailer. É uma parada muito boa, porque o trailer não diz absolutamente nada. São cenas do menino fazendo caras e bocas com um monte de palavras passando e uma música...
um eletrônico com a carinha do início dos anos 2000 de fundo. É só isso o trailer. E aí são dois minutos disso. Não tem nada com nada no trailer. Então, eu não sei como é que é o filme. Não faço a mínima ideia.
Mas o Galerians pra mim é o perfeito exemplo do negócio que era extremamente mainstream quando saiu. Tava em todas as coisas, em todo o marketing videogame, as revistinhas, tinha muita coisa desse jogo. Foi um negócio que foi muito, muito empurrado no marketing na época.
E bem, bem esquecido hoje. Bem esquecido mesmo. Ele chegou a ter uma continuação no Playstation 2. Mas que eu acho que ficou ainda mais esquecido do que o original. E eu acho que ele é muito lembrado hoje por ser realmente um mega marco dessa estética do final da década de 90 e início dos anos 2000.
Ele tem a cara dessa época. Total. Vocês olham. Pesquisa, gente. Galerians. Galerians. Vou falar de novo. Galerians. Só isso ou nove? Da forma como você espera que isso seja escrito mesmo é desse jeito. Exatamente. E Galerians é uma raça superior de super-humanos. Ah, então Magneto venceu nessa daí.
Exatamente. Em 2006 a gente pode puxar o Raw of Rose. Eu nem vou falar, acho que não parece necessariamente na ordem, porque a gente tá puxando jogos lá pra frente, lá pra trás. Ah, pra gente, eu lembrando também. Esse jogo é o jogo que eu comentei lá antes da gente entrar na lista, de que é um jogo polêmico e ele se tornou um jogo underground porque ele é um jogo polêmico.
Não necessariamente por conta de falta de lançamento, nada. Mas justamente porque ele aborda temas muito sensíveis, temas muito pesados. Ainda mais porque envolve criança e... Sim.
e crianças violentas, crianças cruéis, tem uma menção a um personagem pedófilo. Então, o jogo trata de temas muito sensíveis. Isso não torna o jogo ruim, muito pelo contrário, o jogo é muito bom, a história é muito boa. Só que...
Por ele tratar de temas muito sensíveis, ele foi um jogo extremamente banido em vários países. A mídia física dele é dificílima de encontrar. Muito difícil. Cara, muito cara. Eu vi uma vez uma no México, eu mandei foto para os guri. Eu estava numa feira, tipo, era uma galeria assim no México.
em Cidade de México. E tinha um postinho que tinha tipo... Pra Venda, Siren, Siren 2, pode ser? Os 2 existiam, se não estou enganado. E tinha o Rule of Rose e o Hunting Grounds. Também. Tinha vários...
Como que o cara tinha uma parte que era só pra... Passar idades, né? Mas é, o Rule of Rose é um jogo que teve todas essas controvérsias, ele acabou sendo banido no Reino Unido.
mas teve um lançamento na Europa, e com resposta a essas controvérsias todas, eles criaram muitas poucas cópias do jogo, principalmente nos países ocidentais. E como resultado, ele é o jogo de Playstation 2 mais raro de todos. É o mais caro. É o mais caro, que tem os maiores preços se você for procurar.
por ser um jogo que tem um significado, não é um negócio que uma empresa qualquer fez, é um jogo importante, significativo e tal, que teve uma certa atenção que recebeu, mas que, ao mesmo tempo, por causa desses problemas, acabou que existem muitas poucas cópias originais no mundo. Então criou esse efeito e tornou ele essa peça bem rara mesmo.
Mas vocês podem jogar conseguindo. Caído do caminhão. Encontrado por aí. Perdido por aí. Vocês podem pegar aí na internet e jogar o jogo. É só você entrar no eBay. Entra no eBay aí. Vai estar alguns milhares de dólares aí. Uma cópia. Mas tranquilo. Aí você copia. Hã? Tá isso?
Vai estar uns... Já está milhares de dólares? Vai estar alguns aí, uns 200 mil dólares, uma cópia. Aí você compra uma, você copia o ISO para o seu computador e aí você joga no emulador. Perguntar, eles falam, ó, eu tenho a minha cópia aqui, ó. Eu repei o ROM da minha cópia original. E é isso. Pronto. Perfeitamente legal. Exatamente.
E aí, só pra quem não conhece, mas o Ralph Rose conta a história de uma jovem adulta chamada Jennifer. Se não me falha a memória, ela tem uns 19 anos, eu acho que isso é contado no jogo. E ela é sequestrada, assim. Ela vai até o local. Não vou colocar assim. Ela vai até lá, mas ela é impedida de sair. Então, pode ser considerado um sequestro também.
E por um grupo de meninas que são extremamente cruéis, assim, meninas, assim, crianças, vamos se colocar. E ela, na verdade, a Jennifer, ela vai até um orfanato que é dito no começo que ela viveu nesse orfanato. Então ela meio que vai lá pra... Na verdade, ela vai parar lá, né? Agora que eu tô lembrando do comecinho do jogo. E pior que eu joguei recentemente.
É, eu não sei onde que ela tava indo no começo do jogo. Ela vai parar no orfanato. É isso que eu posso dizer. Pronto. E aí coisas estranhas começam a acontecer. Ela tava num ônibus. É, o que eu falei que quando o gameplay começa, assim mesmo, você já está por lá. Mas não lembro o enredo mesmo. Ela tá indo pra algum lugar, que aí eu não sei se você editou ou não na sinopse, mas ela tá num ônibus. Aí... Menino, tem um menino.
É, o menino pede para ela ler um livro, aí o livro está limpo, não tem escrito, aí ela olha para a cara do menino e diz que não tem nada escrito. Ela vai falar com a criança, a criança dá no pé, aí ela desce no ponto, o ônibus para, e aí a Jennifer, que é a protagonista, vai atrás desse menino.
E aí meio que ela vai parar no orfanato e aí ela vai descobrindo o que é o orfanato, que ela viveu a infância, sabe? E aí as coisas vão chegando até elas. Ela vai descobrindo as informações. Mas o jogo começa assim, você num busão. Num busão ainda. Sabe se lá pra onde a Jennifer tava indo.
Mas só para a curiosidade, quem estava querendo saber, um Rule of Rose americano no eBay aqui, você vai achar entre mil a três mil dólares uma cópia do Rule of Rose americano. Ah, mas o eBay não é... Mais de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor, de mim, por favor,
o ebay não é um bom lugar para e bem como tem como e ver o lugar onde todo mundo vai procurar ele dá uma melhor inflacionada né mas dá para ter uma uma certa noção que é por aí se você tem uma e você quer vender pro danilo
O irmão dele vai comprar. Com certeza. E versões japonesas, eu imagino que tem mais. Sim, aí a europeia é um pouquinho mais barata e a japonesa um pouquinho mais. Eu podia achar uma agora que eu vou lá. Uhum.
Muito bom. Tem um jogo nacional chamado Vila do Nevoeiro. Ele é um Silent Hill, só que ele é brasileiro. Mas ele é um Silent Hill, só que ele se passa no Brasil. É isso que eu posso dizer. Ele também tá no canal do Lavanda. Obrigado, Lavanda. Peraí, calma. Isso aqui é tipo...
É real? É um jogo real? Ou é tipo, os caras pegaram o Silent Hill e eles dublaram por dia? Não, é um jogo real. É um jogo real feito no RPG Maker. Exato. De 2008 o jogo. Ele tem no It.io. É, isso que eu ia falar. Mas assim, não vamos esquecer que existe também dublagem brasileira em cima do Silent Hill 1. Isso é uma...
Mas é tipo o do God of War. É tipo o do God of War. É exatamente igual o God of War. E é por isso que é excelente. Não, peraí. Quando que isso aconteceu? É dublagem de fã, entendeu?
Ah, tá. Ok. Ufa. Cristian, você já viu o vídeo do God of War dublado? E pior que essa parada há pouquíssimo tempo atrás viralizou na gringa e eles acharam que era uma dublagem oficial. Cara, é muito... Eu amo quando o Brasil faz isso internacionalmente. Só as pessoas do Brasil sabem o que é.
E deixa o mundo pegar fogo. Vocês acham que isso aí é isso aí mesmo. A Larissa falou do Vila do Nevoeiro. Vocês acham importante citar outra produção nacional underground aqui, que é o Incidente em Varginha. Nossa, Igor, verdade. Caraca, esse sim é underground. Esse é o jogo. Nossa, passou completamente. Foi feito em 98.
O incidente em Varginha, junto com a noite dos ovnis, é uma das paradas mais impressionantes que existe no mundo da ufologia. Sim. É um negócio assim, mas sem precedentes. É um negócio... É...
De voar cabeças. Aquele negócio lá da NASA. Ai, nós vamos... Não é nada. Nada. O Brasil tem o caso ufológico mais incrível da história da humanidade. E nós temos o jogo do caso ufológico. Incidente Varginha, cara. Feito em 98 pela companhia do software. O nome da empresa é maravilhoso, cara.
Amém. Inclusive, teve um relançamento. Eles fizeram, tipo, uma edição especial. E relançaram. Sim. Porque teve os documentais, né? Tem uma galera que fez documental, tipo, real oficial. Tipo...
Já que o Igor trouxe esses jogos, eu quero falar de dois jogos que são muito underground também. Eu ouvi isso no canal do Gema Please. Tem três jogos, né? Mas eu vou falar de dois que são brasileiros. Que são os jogos do Sandy e Junior. O que você ia falar do Mineirinho? Isso daí é survival horror? Oi? É survival horror?
Não, pior que, cara, o primeiro jogo é uma parada meio Splinter Cell, em stealth e tal, e a Sandy e o Junior tem que ir lá invadir a universidade, e é muito bom, porque eles têm que ir lá pegar um pendrive e não sei o quê, tipo, é bem Splinter Cell. E o segundo jogo é porque aqui no Brasil saiu um filme do Sandy e o Junior chamado Aquarius.
Aquaria. Aquaria. Aquarius é outro filme. É outro filme. Aquaria é o Mad Max do Sandy Jr. É isso. É uma mistura de Mad Max com Walter Road, né? Porque as roupas são igualzinhas do Walter Road. Sim. Só que o Walter Road é o contrário, porque é no deserto. Mas tem muita cara de Star Wars é...
trilogia dos prequels também, tipo, é uma coisa muito da sua época ali. Isso, só que tem o Sandy, a Sandy e o Junior no elenco, assim, nos papéis principais, assim. É muito bom eles pescando peixes que voam na areia. Uma parada muito aleatória. E aí fizeram um jogo, a mesma empresa que fez o jogo do Splinter Cell do Sandy Junior, é a mesma que fez o jogo do Aquaria.
É maravilhoso, assim, os jogos são muito ruins, eles têm vários problemas, assim, de redpoint, têm muitos, muitos, muitos, muitos problemas de jogabilidade, mas eu acho maravilhoso o fato de esses jogos existirem. Primeiro é Sandy Jr. Aventura Virtual. Pô, a capa do Incidente em Varginha é mó massa, né?
Eu mandei no geral aí. É um jogo muito massa. Eu joguei ele. Eu tinha aqueles CDs, sabe? Com, sei lá, 50 demos de jogos. Na época mesmo. CD do AOL. Exatamente. Exatamente. Com um monte de demo de jogo. Aí tinha lá o demo do Incidente de Vardia. Eu joguei demais, demais isso.
A capa parece... Capa dos livros dos clãs de Vampira Máscara. Parece muito igual a mim.
esses caras jogaram RPG esse ou sim eu ainda não superei o jogo do Sandy Jr não podemos sair disso ainda aqui no Wikipedia diz que a história de jogabilidade receberam inspirações de franquias de jogos como Metal Gear e o filme Minority Report
não é o que é o guia do Sandy Junior isso é o fiscal isso existe vamos não peraí dan gameplay agora preciso assistir vocês precisam assistir eu vou te mostrar agora
Pelo amor de Deus, cinco minutos e esse podcast vai... Pra você que está ouvindo, desculpe, isso é muito importante. Mas para o que você está fazendo e vai assistir Sandy Jr. Aventura Virtual, porque... Porque, gente, é o Metal Gear do Sandy Jr. Igor, qual é o primeiro do Gama, please? É o que jogo de espionagem de Sandy Jr. colocou o Metal Gear no chinelo? Ou existiu um jogo de Sandy Jr. e ele é perfeito? Eu acho que é esse segundo. Acho que é esse segundo.
Tem um vídeo do Speedrun também. Teve jogo do Big Brother. Eu sei que a gente já tá fugindo totalmente do horror, mas, cara, esses jogos... A gente tá. A gente está, Larissa. Falando de Sandy Jr. A gente tá falando do Metal Gear do Sandy Jr. A gente tá fugindo do horror underground. Talvez não esteja.
Claramente ele pode ter se inspirado, mas isso aqui não foi feito pelo mestre Nio sensei Kojima. Como não? O Kojima pode estar envolvido aí, vocês não sabem. Foi a grande inspiração da galera. Ele foi o post-writer do projeto. Mas não teria esses erros de gameplay, gente. Maravilhoso, cara.
eu posso mandar o vídeo para vocês depois gente porque não isso é maravilhoso esse menino ele fez aqui ó tem um vídeo sobre o jogo do Big Brother aí tem a primeira parte sobre Sandy Junior a segunda parte e Aquária o dia Aquária tem uma hora porque ele faz uma análise do filme de jogo ele vai falando que tem parecido meu Deus é muito bom
Bom, obrigado por me mostrar isso aí, gente. É, é um grande repertório de jogos underground. Isso é cultura brasileira. Apóia seus artistas locais. Tem um jogo, muito underground, que eu também vi nesse canal do Gema Please, que é o Seaman. De Dream Quest. Que você fala com uma criatura chamada Seaman.
Não é Semen, por favor. Não confundir. É Seaman. Tipo, Homem do Mar. Homem do Mar. Isso. E o jogo é de 99 pro Dreamcast. E você usava o microfone do Dreamcast pra falar. Ah, sim, sim. Sim. Sim. Conheço.
E uma parada que eu tava vendo na gameplay desse menino, que ele fez uma gameplay completa, do início ao fim, aí ele faz, tipo, adianta o relógio e tal do computador, é o quanto que pra época o jogo era muito avançado, assim, sabe? Ele tem suas limitações, óbvio, né? Ele vai te perguntar um pouco de política, mas aí a política lá é de 99, assim, sabe? Mas, e ele não vai ter um repertório do Brasil, por exemplo, então ele é limitado nesse sentido.
mas ele vai trazer muitas que é tipo o banco eu vou chamar assim o banco de memória o banco de dados do jogo para poder ter um diálogo com você é surreal assim tipo sim é incrível ou o angry videogame nerd tem um jogo de tem um gameplay de sair que foi como eu conheci o jogo o negócio é surreal surreal eu adoraria jogar esse jogo
Ele foi pro Dreamcast que foi um console muito experimental. O Dreamcast realmente jogou à frente essa ideia de realmente quebrar o molde e ter jogo tipo o Simen, que você interagia com o microfone, foi o primeiro videogame a ter conexão com a internet. Ele fez milhares de coisas muito diferentes. E o Simen é um jogo que é um dos mais lembrados do Dreamcast por causa de uma...
Por causa dessa inovação dele, por causa de uma grande estranheza que ele também tem. Porque o seu Homem do Mar, ele vai evoluindo, assim, e tal, e em um certo momento ele vira um peixe com o rosto humano. Mas para as crianças do Brasil isso é normal, porque elas assistiram Glooby Glooby. Perfeitamente normal. É, é os gringos que não entendem. Ah, e também o Leonard Nimoy faz o narrador desse jogo.
o YouTube que a gente falava lá que assisto com dan muito que tem um cara que faz umas análises muito boas desde de mim esse rival se chama Ragnar Ragnar Rox vou te passar o nome também ele tem uma análise do Fantasma agora que ele é de 10 meses atrás então ele é meio um cara ó
É um cara que às vezes vai numa vibe do vídeo e sei que... Tem um que foi um dos que mais me impactou, que acho que o Danilo também assistiu, que é sobre o jogo que se chama The Deep, que é da plataforma petroleira lá.
porque eles começaram a fazer buraco e aparecer tipo o Cthulhu, tipo um deus primigênito e tal. E ele faz uma reflexão com uma amizade que ele fez na faculdade com o professor. E ele depois que terminou a faculdade, ele se encontrava com esse professor uma vez por mês, levava a mesma garrafa de whisky e eles conversavam da vida.
E ele fez o professor jogar esse jogo. Eu não lembro se foi esse aqui ou foi um... Acho que foi esse jogo que ele fez, o professor joga. E o professor depois faleceu. E ele faz uma ligação assim... Cara, eu terminei afetado quando o vídeo terminou. Eu não fiquei bem. Tipo, eu sentia...
E ao mesmo tempo ele está fazendo análises do jogo, está tirando... Às vezes tira água de pedra, porque ele está afetado, né? E cara, é animal. É animal o trabalho que ele faz. É desses caras que, tipo, tem...
Que você não se explica porque que ele... Bom, você se explica assim porque a gente sabe porquê. Mas ele tem tipo 300 mil inscritos. E tem uns vídeos que são... De se jogar pela janela, acho. Não, mas o Ragnar é muito bom mesmo. Muito, muito bom. Inclusive ele tem vídeo também do Silent Hill F aqui. Eu vi agora. Tem que assistir agora que terminei o jogo.
É, o Ragnaral... Como é que é o nome do canal? Ragnar... R-O-X, no final. O problema é que, bom, vocês podem botar os subtítulos, as legendas. Mas ele vai falar em inglês. Mas é um inglês que, pra quem tá querendo aprender, quem tá querendo, tipo, treinar, é um inglês muito pausado. Ele fala bem. Não faz piada no meio das coisas.
Ele tem um vídeo do Hunting Grounds muito bom também. Eu não estou achando, se vocês puderem mandar o link do canal depois eu agradeço. Com certeza, eu vou te mandar. Eu mandei aqui o do Silent Hill F. Gente, eu quero trazer um jogo agora, Underground. É de Playstation 2, é um survival horror. E é a continuação da coisa, de The Thing.
É a continuação oficial abençoada pelo grande John Carpenter. Trata-se de um time de Forças Especiais da América do Norte, que chega na base depois de acabar se explodindo.
E eles encontram tanto o MacGreedy quanto o... Esqueci o nome do amigo. O outro dos caras que terminaram... O Child. O Child. Russell Crowe é o meu ator favorito depois do... Depois do Ethan Hawke, depois do Kevin Bacon. Você está falando do... Não é o Russell Crowe.
Não, não é Russell Crowe, desculpe. Kurt Russell. Eleitor favorito. Você pode tocar São Paulo.
Mas, gente, o jogo você trata sobre isso. Você vai entrar lá e ele tem o aspecto não só do tiro, do tirinho, do Rosianigo, mas que você começa a ter oscilações e você começa também a perder um pouco da sua cordura e ver coisas onde não tem. Você vai achando detalhes e a base da Antártida está...
Copiada, idêntico ao filme. E qual é o nome do jogo? The Thing. Ah, The Thing. Bota The Thing PS2.
E a continuação oficial. O que o Carpeton falava aqui era, tipo, a ideia dele se tivesse uma continuação. E teve... Esse daí depois teve outras continuações que foram feitas em quadrinhos. Mas isso aqui é, tipo, o que é...
Porque o Carpeten falou sempre que era tipo o cara, né? Na época que o Carpeten ainda se envolvia nessas coisas, né? Na época do Carpeten? Porque saiu o jogo recentemente, o John Carpeten, Toxic Commando. Eu fui atrás de ver, né? O que ele fez, né? Aí tem entrevista ele falando, ah, qual foi sua participação? Ele falou, eu estendo a mão e aparece um cheque. Essa foi minha participação no jogo. Ah, chega um ponto que é isso, vai fazer o quê, então? Mas vocês jogaram?
Esse é The Thing? Não. Não, não. O do John Carpenter? Eu joguei, eu comprei ele porque eu achei que era do John Carpenter mesmo. Mas ele é muito John Carpenter. Tipo, muito. Ele é muito John Carpenter. Tipo, se ele fez isso, é uma galera que estudou John Carpenter porque a música parece que foi que ele que fez.
Os bichos parece que foi ele que fez, é uma parada assim. É como se o Roderick Rodrigues tivesse pegado os zombies e o Joe Carpenter tivesse botado a música. Não, que massa, eu não conhecia não. Ah, isso outro, que você pode ficar infectado também.
no jogo no The Thing sim você pode tipo começar a virar uma coisa pode começar a tomar conta do teu corpo que massa aí sim cara isso sim isso é um jogo underground legal é é um jogo que realmente não fez nenhum sucesso na época acho que a maioria das pessoas viveu tipo muito tempo que isso existia e sabe por que
Porque a maioria da galera achou que era um jogo que estava baseado no... Era o jogo do filme? Porque se chama The Thinning Uhum
Pois é, né? Nunca conseguiram fazer as coisas de The Thing e botar outro nome, né? Quando fizeram um outro filme que era um prequel, não era um remake. Aí eles, cara, não sei que nome botar nisso, não sou eu botar The Thing. Mas por algum motivo que eu fiquei completamente chocado e confuso, eu nunca entendi porquê, relançaram esse jogo, fizeram uma versão remasterizada, e foi relançado aí em dezembro de 24. Eu fiquei tipo, olha, onde saiu isso? Por que que...
De onde surgiu esse interesse, esse jogo completamente esquecido aí, mas tá aí, tá? Tá nice, sim, pra quem quiser ir atrás. Oi. Eu tenho pra mim que esses relançamentos é tipo o cara da Porsche que convenceu a Porsche a fazer o carro do Leon.
é alguém que cresceu, era uma criança que teve acesso a esse jogo, e aí cresceu e falou cara, eu estou numa empresa que poderia fazer isso, e eu vou atrás de fazer isso, eu tenho pra mim que é isso, sabe? Sim. Porque... Não, às vezes é um cara que correu atrás dos direitos, quem que foi, não sei o que e tal, e quis lançar.
Ele tá olhando uma lista de jogos de terror Que saíram aí e fica vendo O que isso aqui talvez dá pra Licenciar A gente jogou em servidores Online Ativos Pra esse nível Outbreak E você pode entrar com o Playstation 2 Isso daí existe Tem galera pra tudo Tem um doido que mantém O servidor ativo E tem muita gente jogando E tem muita gente jogando
isso é realmente uma parada impressionante mas aí você vê como as pessoas quando elas gostam elas dão jeito elas fazem a parada continuar nem acontecer continuar como os caras que ficaram sem sair do servidor do Battlefront do Battlefront do Star Wars vocês sabem isso daí não os caras iam fechar o o primeiro servidor
do não é bater front se vai ter francesinha assim é gostarmos que é tipo era um chute era assim por equipe que eu vou bater fronte antigo lado assim o batalhão antigo sim e os caras não serão tipo vamos fechar servidor e tal se que é
Mas eles não conseguiam fechar o servidor se tinha jogador ativo. Pelo jeito que estava feita a configuração do servidor. A galera ficou um tempão jogando. Os caras se organizavam em turmas para entrar nas partidas e manter o servidor ativo. Os caras não conseguiam baixar.
cara que depois de sei lá x meses já tipo os caras falando não vamos até chegou até aqui e desligou cara que surreal que que história massa só dá uma você gosta muito do detenção para você não falar alguma coisa é isso é verdade
A gente pode falar que é tão underground Que nem eu e o Dan conseguimos ficar no chão Ah não, foi Devotion Devotion não conseguia nem ficar no chão A gente caia no cenário Era muito bom Mas então Detention é um jogo De 2017 Que foi feito pela Red Candle Games Que é um estúdio de Taiwan
E é um jogo de terror que se passa na década de 50, acredito, entre ali 50 e 60, em Taiwan, na época que o país estava sob o domínio de uma ditadura militar.
E ele tem meio que um trocadilho com o título, a ideia de detenção, que é meio que tá de castigo no colégio, mas também a ideia de detenção policial, de prisão e de repressão e tal.
E é um jogo, 2D, ele é bem o estilo, assim, de um jogo adventure, meio point and click, mas com muita, muita influência de Silent Hill e de alguns, diversos outras peças, assim, de horror asiático.
Eu acho que eu posso facilmente dizer que é um dos meus jogos de terror favoritos. Ele é um jogo que é underground, porque ele recebeu uma certa atenção aí no momento que lançou e tal. Mas até por diversos problemas que o estúdio acabou tendo aí em seguida, ele acabou ficando meio escondido.
Quem quiser acompanhar, tem um gameplay completo, ele foi jogado na live, né? A Lari jogou ele do início ao fim aí. Quem quiser interessado em assistir ali, mas é um que eu recomendo muito assistir, tá? Na Steam. Tá em promoção aí o tempo todo.
E ele é um jogo que traz muitos aspectos políticos sobre essa questão política social de Taiwan. Mistura isso com um certo drama colegial. Você joga com uma estudante que acorda no colégio, que está presa lá dentro e não tem mais ninguém junto. E as portas estão todas trancadas e começam a aparecer algumas criaturas lá.
E através dessas criaturas eles exploram também muita coisa do folclore de Taiwan, de monstros, criaturas folclóricas. Então é um daqueles tipos de terror que é muito bem feito e que eu acho que parece muito novo pra gente, parece muito diferente do comum, até pra gente que tá acostumado com...
Silent Hill e Resident Evil e até para quem está acostumado com Fatal Frame, que tem um negócio do terror japonês, você vê um terror folclórico ali de outra parte da Ásia e falando sobre também uma parte da história que a gente não ouve muito assim sobre a história moderna de países asiáticos em geral e acho que ainda menos de Taiwan
que está ali, é um país menor, que tem toda uma relação ultra, ultra complicada com a China mas é um jogo assim que eu sempre, sempre recomendo quando eu tenho oportunidade de falar a respeito Boa Eu acho que a gente jogou também um pouco desse daí é bem bem claustrofóbico tem uma vibe bem estranha é desconfortável tem uma atmosfera bem, bem pesada beenücken
Deu para vocês notarem que jogos underground não necessariamente a gente falou de terror, a gente trouxe vários outros jogos que não eram de terror, mas que mereciam ser citados nesse episódio. E que o jogo underground não necessariamente vai ser um jogo...
polêmico ou um jogo com pouco orçamento. Às vezes é tudo uma questão de como o jogo foi recebido pelo público, ou a falta de divulgação, ou há muita divulgação como Galerians, e no mês seguinte ninguém mais lembrava do jogo. Então, o jogo underground, na verdade, ele só vira underground porque, sabe-se lá, cada jogo vai ter uma história própria pra contar.
E vamos para as nossas indicações. Alguém quer começar? Ou posso ir? Pode ir, pode ir. Bom, a gente falou do João Carpinteiro, o John Carpinteiro, e é óbvio que eu ia indicar o filme dele, O Príncipe das Sombras, de 1987.
Eu assisti esse filme quando a gente foi gravar o episódio do John Carpenter, que foi o episódio 62. Aí eu fui assistir e eu simplesmente me apaixonei pelo filme, o Príncipe das Sombras. Eu gostei muito. E o filme encerra com a música do Alice Cooper, Prince of Darkness. E eu adorei essa música, simplesmente me apaixonei por essa música. Então assistam o filme pra vocês ouvirem no final do filme a música do Alice Cooper.
E procurem o Alice Cooper no filme, porque ele está lá no filme também. Sim! Você é meio desavisado, pode achar que talvez é o Steve Carell, mas não, é o Alice Cooper mesmo. É, o Steve Carell, ele viajou no tempo, né, para gravar o filme.
Mas vale muito a pena assistir o filme O Príncipe das Sombras. Acho que é uma trilogia do John Carpenter, trilogia do Apocalipse, se não me engano. Se não me falha a memória. A trilogia do fim do mundo. Obrigada, Cristina. Que é In the Mouth of Madness, Prince of Darkness e The Thing.
In the Mouth of Madness. É maravilhoso, cara, muito bom. O Sam Neill tem cara de maluco. Ajuda muito, assim. Tem cara de doido. Ele não é só o Professor Dinossauro. Mas, cara, esse filme é maravilhoso, assim. Muito bom. O Professor Dinossauro é um dos poucos filmes onde ele não é o cara maluco. Exatamente, porque Adventure Horizon ele também é o cara maluco.
Total, total. Ele é um cara pirado. Tem um filme Possession também. É, isso que eu ia falar, Possession. Ótima, ótima loucura. Ele já foi literalmente o anticristo, né?
Nossa, é verdade. Tem cara de doido. Eu não sei se fiz a recomendação já antes no podcast, mas se você não teve a fabulosa experiência de jogar Projection Void, faça. Antes de votar em qualquer tipo de mod, de assistir vídeo, pegue o jogo.
Bota play, morra, morra, morra, morra, volta a morrer. Mas não tente não ficar frustrado porque o jogo é morrer. O jogo parte falando e é assim como você morreu. Então...
É o jogo sobre isso. É sobre morrer. Uma e outra vez. E virar zumbi. Porque é isso que vai acontecer com você. E com todo mundo. Quando tiver um apocalipse zumbi. Todo mundo vai te virar comida por zumbi. Ninguém vai sobreviver. É osso, cara. Acho que ser atacado por zumbi nesse jogo. É o menor dos seus problemas, cara. Porque tudo você se lasca nesse jogo. Você pode cair. Cara, eu já fiz. Puta de...
e vai ser muito bom depois que você tá aprendendo a gostar do jogo aí começa a botar mod começa a botar liga o foda-se vai lá metendo bala no maluco até a travar a arma você ser comido por uma hora de subir é cara gente é muito bom
Tem um cara que sobrevive há sete anos no Project Zomboid, e aí ele dá várias dicas de como você faz pra sobreviver há tanto tempo. Tipo, é surreal, é surreal. O bicho dando altas dicas. E acho que ele é brasileiro, se eu não me engano. Ah, eu quase sei que é brasileiro. Qual que é o nome dele? Eu vou ter que caçar os stories dele aqui, mas eu vi o... Eu vi o Reels.
E aí o cara vai dando as dicas, assim, tipo, ele, ah, em tal lugar, tal mapa, você pode encontrar tal coisa, aqui você faz não sei o que, é melhor sobreviver assim, assim, assado, que não sei o que, não sei o que. E ele vai te dando, tipo, várias dicas. Ele já conseguiu fazer, deixar sustentável. O nick dele aqui é ChivasBR. S-H-I-V-A-S.
Bom, pessoal, a minha indicação vai ser o citado aqui, Incidente em Varginha. Estou indicando pra você jogar? Não sei, mas aprecie essa obra brasileira, cara. Porque o jogo foi feito em 98, assim. É o que eu tava comentando aqui.
Em 98 não era uma parada que hoje em dia você faz um jogo quando você tem tempo livre depois do trabalho. Em 98 você realmente precisava mover uma equipe inteira para poder fazer um jogo e fizeram um jogo do Incidente em Varginha, cara. Eu acho que vale a pena pelo menos conhecer, cara. Ver o contexto que foi feito porque é uma parada muito, muito surreal, cara.
A gente falou um pouco aqui do Dreamcast, então lembrei de um título aí do Dreamcast de terror. Pode ser considerado um jogo underground por ser esquecido e pelo próprio estilo dele ser esquisitíssimo, que é o grande Ill Bleed. Pra quem quiser procurar aí, Ill, I-L-L, Bleed, B-L-E-E-D.
É um jogo de terror esquisitíssimo, absolutamente estranho, levemente incompreensível, que se passa num... Você joga com uma mulher que vai num... Num meio que parque de diversões barra casa mal-assombrada, que um grande milionário falou que vai dar um milhão de dólares pra quem passar por todos os seus desafios.
E aí nesse caminho você vai encontrar um Sonic gigantesco demoníaco, você vai encontrar o Woody do Toy Story, que está numa missão de resgatar uma boneca bunduda, e você vai encontrar todo tipo de zumbis e monstros nojentos bizarros.
E não tem muito como explicar esse jogo. Você só tem que assistir ele. Então só procure aí o Bleed. E fique confuso com a gente. E absolutamente fascinado com a era. Fique confuso. Mas acima de tudo fique confuso. Acho que essa é a grande... A grande moral. A moral do episódio de hoje. Fique confuso. Entenda menos. Isso.
E aí
E chegamos ao final de mais um CryptoCast. Muito obrigada a todos que nos acompanharam e ouviram até aqui e acompanhem as nossas redes sociais. Estamos no Instagram, como arrobazonaossombria, e o nosso canal no YouTube. Confira nosso canal no Telegram, o CryptoNews. O link está na descrição ou na publicação deste CryptoCast.
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E aí E aí E aí E aí