Episódios de Fala Guerreiro Cast

#LinhaDeFrente - DISCORD BANIDO NO BRASIL? | SESTARO SOFRENDO AMEAÇAS? e + assuntos!

13 de agosto de 20263h7min
0:00 / 3:07:10

A ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS PARA CONCURSOS PÚBLICOS QUE MAIS APROVA NO PAÍS! CONFIRA:https://bonus.lsensino.com.br/ls-concursos-2025/?utm_source=podcast-falaguerreiro--Eles escondem. Você encontra:https://www.sherlocker.com.br/--Fique por dentro das discussões mais quentes da semana com a análise de quem conhece o dia a dia da "linha de frente".--✉ Para contatos comerciais e aluguel do estúdio de PODCAST: falaguerreiropc@gmail.comSeja membro do canal:http://youtube.com/@falaguerreiroficial/join🔔 Inscreva-se no nosso canal:https://youtube.com/@falaguerreiroficial?sub_confirmation=1Siga nossos hosts no Instagram:Rômulo Brito • @romulobrito_ • https://www.instagram.com/romulobrito_/Rafa de Martins • @rafademartins • https://www.instagram.com/rafademartins/#FalaGuerreiroCast #LinhaDeFrente #Politica #SegurancaPublica #BastidoresDaPolitica #Debate #Analise #Noticias #PodcastBrasil #GuerreiroCast #CortesDePodcast #Brasil

Participantes neste episódio2
R

Rafa de Martins

Host
R

Rômulo Brito

HostPolicial civil
Assuntos14
  • Ameaças à democracia· PoliticaPrimeira-dama Janja da Silva·Discord·Crimes cometidos em plataformas digitais·Opinião de Carla Albuquerque·Pedro Doria sobre o Discord
  • Roubo a mansões Rio· SociedadeQuadrilha de ladrões de mansões·Pix como método de roubo·Chefes de quadrilha presos·Rio de Janeiro
  • Humor e Critica Politica· PoliticaPerda de seguidores e ameaças·Críticas à postura do apresentador·Acusações de ser infiltrado/receber dinheiro·Jeff Chiquini·Discurso de direita vs. esquerda
  • Ex-marido de Maria da Penha preso· SociedadeMarco Antônio Heredia Viveiros·Descumprimento de medida protetiva·Entrevista sobre tentativa de feminicídio·Lei Maria da Penha·Comparação com Elize Matsunaga
  • Polícia Federal e STF· SociedadeNota de repúdio da PF·André·Caso INSS e Lulinha·Atuação da PF em investigações
  • Brasil e OEA na Nicarágua· InternacionalDaniel·Fim das eleições na Nicarágua·Organização dos Estados Americanos (OEA)·Posição do Brasil
  • Juiz alcoolizado em audiência· SociedadeJuiz Milton Olívio Lemos Salles·Poder Judiciário·Acusações de corrupção no Judiciário·Críticas ao sistema judiciário
  • Atleta WNBA contra atletas trans· SociedadeSofia·D'Jonnai Carrington·Falta flagrante nível 2·Debate sobre privilégio branco
  • Operações Policiais e Confronto· SociedadeJaqueline Muniz·Estado como arrendador de territórios para o crime·Polícia do bem vs. polícia dos bens·Milícias e facções criminosas no Rio de Janeiro
  • Confisco retroativo de dinheiro na China· EconomiaColapso imobiliário na China·Impacto psicológico em empresários·Ciclo vicioso de crise econômica·Walter Maciel Neto
  • Contrato Prefeitura Rio Fundação Cacique Cobra Coral· SociedadePrevisão meteorológica e intervenção climática·Entidade mística e médium Adelaide Scrittori·Fundação Cacique Cobra Coral·Controvérsia sobre gastos públicos
  • Casos de educação infantil e disciplinaCriança impede voo de decolar·Mãe raspa cabelo de filha após bullying contra colega com câncer·Adolescente pego pela polícia com moto·Debate sobre métodos disciplinares
  • Declaração sobre Urnas Eletrônicas· PoliticaSistema eletrônico de votação brasileiro·Segurança e transparência eleitoral·Proibição de desacreditar as urnas
  • Acidente em comemoração de gol· EsportesJogador do Curitiba·Acidente recorrente no mesmo local·Gol anulado
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Fala, guerreiros! Ótima noite de quarta-feira, dia 12 de agosto de 2026. Um prazer poder estar aqui com essa audiência qualificadíssima. Então eu queria começar agradecendo a LS Concurso, que nos dá esse apoio, nos ajuda a manter esse canal vivo. LS Concurso, vocês já conhecem, é uma empresa que faz mentoria para o concurseiro, para aquele que deseja alcançar, né, um cargo público, passar no concurso público. Então você clica nesse link, você vai falar com uma pessoa especializada, um cara que já passou por essa fase, todos ali são concursados, e vai poder te dar orientações entendendo a sua realidade Entendeu?

E o concurso que você deseja, o tempo que você tem, qual o seu horário de estudo, vai fazer um planejamento, direcionar qual o melhor material, o melhor curso, a melhor bibliografia, os melhores horários. Ou seja, é uma empresa de 17 anos que já aprovou mais de 13 mil pessoas no concurso público. Então, se você tem esse desejo de buscar essa estabilidade financeira, LS Concurso é o que o Fala Guerreiro recomenda para você. Queria também agradecer a Sherlocker que é uma empresa de inteligência que agora está disponível para qualquer um.

Você vai entrar nesse QR code, vai entender como funciona essa ferramenta, mas ela é ideal para pessoas que na verdade trabalham com, seja advocacia, contabilidade. Cara, você vai conseguir descobrir o patrimônio daquele alvo lá, daquele, daquele 71, daquele cara safado que tá devendo pensão alimentícia ou tá devendo na praça, não tá te pagando e tudo. Aí você tem como executar essa pessoa. Então A Sherlock é uma super ferramenta que antes estava restrita a um grupo fechado de pessoas, mas agora abriu para o grande público.

Então clica nesse QR code, você vai entender mais como é que funciona essa ferramenta que tem sido muito utilizada pela inteligência das polícias. Então, dito isso, quero pedir para você curtir esse programa, compartilhar, ativar o sino de notificações, tornar-se membro do canal, se inscrever. Isso tudo vai ser super importante para o nosso canal alcançar mais pessoas. Hoje nós fazemos o Linha de Frente. Rômulo continua lá no COP, ele tá dando palestra sobre segurança pública.

Sabe que o Rômulo, porra, é outro nível, meu irmão. O Rômulo, ele eleva o nível do nosso podcast. Então ele tá lá compartilhando, é um estudioso. Rômulo é um especialista em segurança pública, ele já trabalhou na área operacional, já trabalhou na área de inteligência, trabalhou em secretarias, trabalhou chefiando delegacias, trabalhou como tira ali na pista, trabalhou investigando inquérito policial. Ou seja, um cara que tem uma experiência enorme estuda, gosta de estudar sobre o assunto, tem pós-graduação em segurança pública e ciências criminais.

Ou seja, cara que tem muito conteúdo. Então tá lá compartilhando esse conteúdo com outros policiais, com outros operadores de segurança pública. Então são 3 dias de evento, né, justamente os 3 dias do podcast. Então vocês vão ter que me aturar, vão ter que me engolir. Vamos lá, separamos algumas notícias interessantíssimas para vocês hoje. O bicho vai pegar e vou te falar, tem muita coisa. Se bobear, meu, vamos varar essa madrugada juntos.

Deixa eu só dar uma olhadinha aqui para entrar primeiro aqui para saber quem tá aqui com a gente. Vamos lá. CBCV, boa noite, esperando ansiosa. Pô, então não espera mais, já estamos aqui. Aninha Miranda, boa noite a todos. Roberto Martins Lima, boa noite a todos. Boa noite, rapaziada. Raposa, Raposão, Raposão, Raposão, fala, guerreiros, boa noite. Valeu, Raposão. CBCV, bora, Leal, bora. Mizinho, Personal Fight Guerreiro, boa noite!

Boa noite, meu irmão Odene! Boa noite, Tarcísio Genuíno! Boa noite, meus camaradas, meus consagrados! Tá aqui o Edna Maduro, Maturo, Alex Farias da Rocha, o Cris Barão. Porra, aquela turma que tá sempre aqui com a gente! O Andrew, Juber Júnior. Juber fica me marcando umas merda, hein, Juber? Porra, o cara vê uma fuleiragem na internet, me marca para me mandar. O Tuca Vitalus, Tuca Vitalus, Vitalus Tim Rio. Porra, desculpa, Tuca, porque tá tudo junto ali, eu não sei se é isso aqui.

Alex Faria da Rocha, Alana São Paulo, Edu 2090, Marcos DRF. Porra, galera, obrigado aí. Aqui o Jubé Júnior, Rafa e Gabizinha. Gabizinha, Gabizinha, minha musa, minha musa Gabizinha. Ninguém, ninguém fala mal da Gabizinha, entendeu? Vamos lá, galera, separamos aqui algumas notícias, vamos passar para vocês, dar nossa opinião, que é importante. Principalmente que eu tô aqui sozinho, é vocês compartilharem comigo também o que que vocês acham, a ideia de vocês, o pensamento.

Eu vou estar lendo aqui cada notícia, vamos estar lendo aqui, compartilhando, informando e compartilhando conhecimento. Então vamos lá, meu irmão, por onde começamos? Miguel, tô aqui com a nossa pauta. Vamos começar aqui, vou começar naquela ordem que eu te mandei mesmo. Beleza, então vamos lá, joga aí o negócio na tela. Esse cabra aí, não sei se você não conhece, se chama Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, que determinou há poucas semanas atrás que em nome da democracia a Nicarágua não teria mais eleições.

Então o Daniel, ele, Daniel Ortega, ele era próximo ali do Foro de São Paulo, próximo do Lula, o Chávez, Fidel Castro. Na época das eleições de 2022, foi proibido você vincular a imagem do Lula a Daniel Ortega, porque enfim, proibiram isso. Ele conseguiu lá na Justiça Eleitoral, né, que o presidente na época era Alexandre de Moraes, proibir qualquer imagem que vinculasse, ou reportagem, ou insinuação que vinculasse Lula a Daniel Ortega.

É o cara que, em nome da democracia, determinou que A Nicarágua não teria mais eleições. Então o Brasil, ele é o único a votar contra a convocação da Organização dos Estados Americanos para repudiar o fim das eleições na Noruega. Então a OEA aprovou a convocação de uma reunião de chanceleres para repudiar a suspensão definitiva das eleições na Nicarágua, ordenada por Daniel Ortega e Rosário Murillo. A iniciativa apresentada pelos Estados Unidos foi apoiada por Argentina, Costa Rica, Panamá e Paraguai.

O Brasil foi o único país a se opor. A representante brasileira na OEA, Thaís Mesquita Cândida Pecoraro, classificou a convocação como prematura e disse que a crise na Nicarágua não deve ser tratada como questão de segurança, mas como uma crise política e de direitos humanos. O diplomata americano Michael Kozak afirmou que Ortega e Murillo encarceraram, torturaram, silenciaram e exilaram opositores. O embaixador do Paraguai rebateu: a situação deixou de ser apenas violação de direitos humanos para se tornar um desafio à segurança hemisférica.

A sessão contou com a presença do opositor Juan Sebastián Chamorro e de membros da CIDH, Rosa Maria Payá. Vamos lá, é completamente incoerente uma pessoa em nome da democracia acabar com as eleições, se a democracia tá justamente na manifestação da vontade popular, e as eleições é a manifestação da vontade popular. Então o Brasil fica com essa conversa, não, tá muito prematuro. Pô, é que, pelo amor de Deus, não nos faça passar por essa vergonha.

Ainda mais o grupo que tá sempre falando da democracia, em nome da democracia, pela democracia, a carta da democracia. Porra, se você defende a democracia, você não pode ficar do lado de um presidente que fala, vou acabar com a manifestação popular que se manifesta através das eleições em nome da democracia. Porra, isso é sacanagem, bicho. Isso é uma coisa até um retardado, ou seja, o cara é retardado. O cara que defende um negócio desse é maldoso, mas aquele que apoia e continua falando: não, eu estou com esse grupo político em nome da democracia.

Pô, irmão, então retardado, então retardado que não consegue concatenar aqui. Pô, como é que um grupo que não repudia um ato que o cara cessou a manifestação popular, você, esse grupo, a defende a democracia? É óbvio que não. É óbvio que não. Assim como Maduro também não era um democrata, assim como Fidel Castro não é um democrata. Então, se você realmente defende valores democráticos, se você defende a democracia, que é a vontade da maioria, você tem que ver qual é o grupo político que na prática defende essa democracia, defende a vontade popular.

E não apenas na teoria. É uma coisa muito simples, você só precisa ter 2 neurônios para você observar e ver. Pô, pera aí, cara, o cara diz que é a favor da vontade popular, mas tá se aliando a caras que não deixam o povo se manifestar, caras que prendem uma pessoa que te critica, uma pessoa que faz oposição. Então, nisso, o Brasil tem ficado isolado na América Latina, que tem tomado um rumo diferente. Partidos de direita têm começado a retomar os seus— tá acontecendo na Colômbia, Argentina, no Chile, ali no que foi ali do Fujimori, Bolívia, Peru.

Então a própria Venezuela agora virou, né, tá um estado, tá um governo ali interino aliado ao Trump, lá submisso ao Trump pela situação que aconteceu. Então o Brasil, ele precisa começar a tomar decisões de fortalecer a América Latina e fortalecer como um bloco econômico, como bloco político, e não mais como um bloco ideológico, que não deu certo, não trouxe prosperidade para os países da América Latina, esse bloco socialista que eles quiseram implantar.

E hoje a vontade popular tá seguindo um rumo diferente. Então, onde teve manifestações populares e a democracia funcionou, esses grupos passaram. E vou te falar uma coisa, é uma coisa passageira. Amanhã esses grupos podem voltar também através da vontade popular. O que não pode acontecer é você cessar a maior manifestação que um povo pode ter de sua vontade, da vontade da maioria, que são as eleições, certo? Vamos lá, meu irmão, seguindo.

Deixa eu ver aqui se tem algum comentário aqui da galera enquanto a gente prepara aqui a próxima notícia. Deixa eu ver aqui o que que a galera tá falando. Venezuela é no cabresto, aliado não é não. É verdade, isso é verdade, tá no cabresto, né? É sabor democracia, o Tuca Vital. Peru, obrigado, obrigado, Roberto. Parece radinho da boca, não está aportando, mas faz parte da gangue. Ditadura comunista, o Tuca. O Tarcísio, 9 Dedos é um câncer, pena que a região do grande ABC foi berço de tudo isso que esse pilantra faz.

Cris Barão, a dancinha do Rafa para notícia. Brasil do desgoverno está junto com quem não presta. Leal, Lula já faz isso aqui no Brasil. Vamos lá, o Cris Barão, best friend do Lula. Vamos lá, vamos seguir. Próxima notícia, vamos lá, galera. Operação aqui no Rio de Janeiro foi semana passada, essa operação. Já até falei aqui no podcast. Mas eu queria ter esse tempo para poder desenvolver um pouco mais. É uma operação, né? Joga só a notícia ali na operação.

Ela mirou ladrões de mansões na zona sul do Rio. Bandidos agrediam as vítimas e as obrigavam a fazer Pix. Segundo a 15ª DP da Gávea, quadrilha atacava os bairros como Gávea, São Conrado, Jardim Botânico. Investigação, investigação aponta que o chefe do grupo dá ordens de dentro da prisão. Polícia Civil iniciou nessa quinta-feira uma operação contra uma quadrilha que assalta mansões na Zona Sul. Agentes da 15ª DP saíram para cumprir 4 mandados de prisão na região do Morro do Andaraí.

Até a última atualização dessa reportagem, um dos alvos havia sido morto em confronto e outros 2 foram presos. Segundo as investigações, o grupo é responsável por invasão de casas de alto padrão na Gávea. As vítimas eram frequentemente agredidas. Desde fevereiro, né, pelo menos 7 imóveis foram invadidos. Era muito agressivo, batia muito nas vítimas, destacou. Os alvos da prisão, tá aqui o nome dos alvos da prisão. Nós já temos 10 presos de outros roubos que são do mesmo grupo de criminosos, porque eles revezam, informou a delegada.

Hoje nós podemos afirmar que desmantelamos a maior quadrilha de roubo à residência do Rio de Janeiro. Aí tem aqui, ó, vai falar da matéria. A delegada explicou que a base de roubos era no Andaraí. Saíram de lá de um carro clonado com armas, já com a casa que eles iam roubar, já tinha tudo levantado. Os criminosos tinham funções específicas. Para executar os roubos, batedores responsáveis por identificar os imóveis que poderiam ser alvos e monitorar o patrulhamento na região, motoristas que levavam os integrantes da quadrilha até as casas, puladores, os encarregados de entrar nos imóveis, e homens do Pix obrigavam as vítimas a fazer transferências bancárias de altos valores para contas ligadas ao grupo.

Aí tem uma imagem aqui que mostra a invasão, e o chefe do grupo está preso. Segundo a investigação, o chefe da associação criminosa é Márcio de Oliveira Lourenço Bebel. De acordo com a Polícia Civil, ele está preso, mas dava ordens ao grupo de dentro da cadeia e escolhia os imóveis para roubar. Ele já foi colocado em regime disciplinar diferenciado, futuramente será transferido para um presídio federal, emendou Daniela. A ação contou com o apoio da inteligência, coordenada a CORE, Departamento de Polícia Aérea, de Área, enfim.

Aí entraram várias delegacias ali que foram fazer a operação lá no andar aí, cara. Primeiramente, parabéns aí a toda a equipe da 15ª DP pela investigação, identificação dos criminosos e a prisão aí de 10 elementos, e mais um que foi para o colo do capeta. Mas o que choca nessa, nessa reportagem, né, você vê, é uma coisa organizada, tem cada um tem sua função no crime e tal, não sei o quê, os batedores, os puladores que entram em imóvel e tal.

Eu acho assim, cara, esse crime de você ter sua casa invadida, porra, deve ser uma, meu irmão, ainda mais ser agredido dentro da sua casa. É o seu templo, é a sua fortaleza. Você, pessoas entrarem na sua casa, roubarem tudo, tomarem, te espancam. Porra, você imagina o trauma que seja. Eu já tive uma experiência, eu morava numa casa, a casa foi furtada. Eu tinha saído da casa, quando eu voltei, quando eu abri a porta, a casa tinha sido invadida, quebraram uma janela.

Entraram na janela. Quando eu cheguei no quarto, tudo revirado. Aí eu tinha um dinheiro guardado, roubaram dinheiro, roubaram meu celular, e da casa toda revirada. Meu irmão, foi uma sensação horrível, uma sensação de porra de vulnerabilidade, sabe? Pô, agora eu imagino você ter a presença desses caras, você rendido, eles te espancando dentro da sua casa. Caramba, se você não se sente seguro dentro da sua casa, você vai sentir seguro aonde?

Mas o que mais impressiona isso é que diante de toda essa organização, o chefe da quadrilha estava preso. Como é que dava ordens? Ele escolhia os imóveis, ele dava as ordens. Como isso pode ser admitido? Possível? Sei como é que é possível. O único caminho para um chefe da quadrilha, ou seja, para o cara ter esse status de chefe de quadrilha e dar ordens de dentro do presídio para fora, porque tem sacanagem. Tem sacanagem, sacanagem ou do delegado ou do advogado, ou tem sacanagem de alguém que vai lá e recebe informação, tem sacanagem de algum agente, alguma sacanagem tem.

Mas como pode ser admitido um negócio desse? Quando a gente fala às vezes desse negócio do Bukele, né, pô, tem que fazer igual El Salvador. Olha, não acredito que seja possível imitar o mesmo molde do Bukele, de El Salvador, porque esbarra em questões legislativas, esbarra uma série de questões E a coisa do Bukele não foi da noite para o dia, tá? Quando a gente viu o resultado, já tava havendo uma construção política, uma condição política para que aquilo acontecesse.

Mas uma coisa assim é muito clara: nós temos que retomar o controle dos presídios. Preso não pode exercer liderança de dentro do presídio. Isso é uma vergonha, isso é um absurdo, isso é um escárnio, isso é imoral. A gente prende o cara, bota o cara no presídio. Por quê? Porque esse cara ele faz mal à sociedade, é um cara nocivo à sociedade, o cara perigoso à sociedade. Então, meu irmão, é um assassino, é um ladrão, é um cara que para poder satisfazer a sua luxúria e seus desejos ele tá disposto a matar, a fazer os outros sofrerem, a dar prejuízo, a destruir, matar, roubar e destruir.

Aí nós prendemos esse cara para que ele Não continue matando, roubando e destruindo. E aí esse cara continua fazendo isso, aí se torna um mentor intelectual e continua fazendo isso através da sua gangue. Então nós estamos em época de eleição, acho que o próximo governador você tem obrigação, meu irmão. Se você controlar os presídios, controlar o que entra, o que sai, as informações que entram, que saem, arrisco a dizer que 80% do nosso problema de segurança pública será resolvido. 80% se você tiver controle do presídio.

Sigamos. Deixa eu só ver aqui que, que se tem algum comentário aqui a respeito disso. Cold Wind, Rio de Janeiro, já deixei o like. Obrigado, meu irmão. Rafa, nós temos que retomar o controle do país, só que da Amazônia. Verdade, mas aí vai retomando Aos poucos, né, vamos controlar isso aqui, vamos tomando aqui, vamos tomar. Mas é verdade, no final das contas tem que tomar o controle do país. A Carolina Montenegro, com certeza, minha amiga lá do Instagram.

Ronaldo Júnior, Rafael, chama o bombeiro. Rafa, você consegue ouvir alguém fora da sua caixinha? Óbvio que sim, até porque minha caixinha é uma caixinha aberta. Concordo com Rafa, Carolina. Parabéns à equipe desenvolvida na ação. É isso aí, a equipe da 15ª arrebentou, identificou os caras. Vamos lá, qual a próxima notícia? Ih, meu irmão, olha só, tá rolando uma treta. Tá com vídeo baixado aí, não tá? Vamos lá, tá rolando uma treta entre a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal.

Vamos ver a reportagem dessa nota divulgada pelos 27 superintendentes regionais da Polícia Federal. A gente conhece muito o prédio da sede da Polícia Federal, que é o espelhado, aquele que sempre aparece na imagem aqui, mas cada unidade da Federação do Brasil, cada estado e também o Distrito Federal tem uma Polícia Federal. Essa nota divulgada inclusive agora há pouco, que a CNN teve acesso, diz o seguinte: que a Polícia Federal construiu ao longo de 82 anos credibilidade perante a sociedade brasileira que decorre da atuação técnica independente de seus servidores, orientada exclusivamente pelos fatos, pelas provas e pelos mecanismos de controle previstos no ordenamento jurídico.

Mas há uma fala ainda mais importante que diz o seguinte: a atividade investigativa da PF não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei. Agora, o contexto, Elisa. Essa nota divulgada hoje vem em meio a um atrito que está se formando, e agora com a crise sendo alcançada, aumentada, entre a Polícia Federal e o gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Já falamos disso aqui no Live CNN, que a Polícia Federal inclusive até acionou a AGU, Advocacia-Geral da União, que é o órgão jurídico responsável pelo governo federal, E a PF pediu um remédio jurídico para a AGU contra as medidas do ministro André Mendonça, relator do caso INSS, para a Polícia Federal.

Quais medidas foram essas interpretadas pela Polícia Federal como uma ingerência além da relatoria dele no caso? Ele, por exemplo, determinou que a PF junte ao processo de forma imediata todas as informações do caso e também as perícias transcritas na íntegra. Mas também determinou que a PF comunique de forma antecipada qualquer mudança na equipe de investigação em relação às fraudes do INSS. Tudo isso então começou até mesmo um atrito quando mudou a coordenação de uma divisão para outra divisão.

E é um caso que envolve o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. Começou essa, esse atrito, Beleza, vamos lá. Olha só, gente, tá dizendo essa matéria aí que a Polícia Federal emitiu uma nota, né, sentindo mal-estar e reclamando, criticando o comportamento do André Mendonça e as interferências do André Mendonça, as medidas do André Mendonça, né. E buscou até a AGU, algum remédio jurídico para poder combater essas medidas.

E aí ele falou aqui, segundo a reportagem, as medidas é que o André Mendonça tá pedindo para que junte as informações desse processo aí que tá acontecendo com o filho do presidente, pedindo que a perícia juntada ali, a perícia de qualquer mudança na equipe de investigação seja comunicada, porque são crimes, esses crimes financeiros são crimes trabalhosos, são crimes que você tá ali começando naquela investigação, você mudar uma pessoa, como já tentaram mudar transferiram delegados e policiais que estavam investigando.

Isso você atrasa a investigação, você atrapalha aquilo ali. Se o cara já tá fazendo um bom trabalho, por que que você— qual é o motivo de você mudar? A interesse da administração. Mas qual o interesse dessa administração? Qual pode ser o interesse maior da Polícia Federal que investigar crimes que trouxeram prejuízos bilionários aos aposentados, ao lado, à ponta mais frágil da corda, né? Pessoas que não tem mais como produzir, já são pessoas com idade que já não tem mais a capacidade física, mental e de energia para poder produzir.

Então eles produziram a vida inteira para poder receber aposentadoria, e aí existe uma fraude na aposentadoria deles. Isso tudo são documentos, mas documentos que têm que ser analisados. Então qual seria o maior interesse do serviço público para transferir aqueles policiais para um outro setor, já que eles estão realizando um bom trabalho ali? Cara, surge muitas coisas curiosas, né? Porque eles estão atacando o André Mendonça, que pelo que parece tá fazendo um trabalho de juiz, tá fazendo um trabalho isento, não tá olhando, ele tá agindo como a justiça deve agir, de forma cega.

Sem olhar quem tá sendo investigado, o status de quem tá sendo investigado, tá investigando o crime. E se atinge A, B ou C, filho, neto, sobrinho, tá entrando dentro. E aí a Polícia Federal fica preocupada, se manifesta, fica contra, sente um mal-estar. Cara, eu vou te falar, eu cresci admirando a Polícia Federal, mas vou te falar, meu irmão, Do fundo do meu coração, não sei se vocês estão sabendo disso, mas você conversa com as pessoas que não são policiais, tá?

A imagem não tá maneira, a imagem não tá legal, porque a gente viu diversas, diversos atos da Polícia Federal contra pessoas que cometeram Nós sabemos o que aconteceu. A Polícia Federal, de forma implacável, indo em pessoas que criticavam o presidente. O cara botou um cartaz, tava lá a Polícia Federal para oprimir o cara, prendendo manifestantes dizendo que eram golpistas. Como é que aquela mulher, Débora, tem capacidade de fazer um golpe, meu irmão?

Como é que aqueles manifestantes estavam ali no Palácio? Como é que aqueles caras têm capacidade de fazer um golpe, dar um golpe sem uma arma? Nenhum canivete. Como é que o cara ainda tivesse um canivete? Como é que ainda tivesse um 38? Como é que eles iam conseguir dar um golpe com 38? Nem isso eles tinham. Nem isso eles tinham. Eram manifestantes ali revoltados ali na frente do Exército clamando. O Exército já tinha decidido que não ia fazer nada.

Como é que vai chamar aqueles caras de golpistas? Ah, fizeram quebra-quebra, são golpistas. E a Polícia Federal foi implacável com eles. Implacável. Prendeu até gente que não tava na manifestação, até o pipoqueiro, até o cara tava vendendo algodão doce, foi preso. O pipoqueiro lá, tem um pipoqueiro que foi preso, um mendigo que tava lá também foi preso. E agora que tá tendo uma investigação, que tá todo mundo vendo que o André Mendonça tá sendo imparcial, cauteloso, cuidadoso, vocês estão indo contra isso?

Porra, soa bastante estranho essa treta, soa bastante estranha. Pedindo, o que que vocês querem que ele faça? O que que vocês querem? Qual o objetivo dessa carta? O André Mendonça parar de requisitar o trabalho investigativo, que é atividade fim da polícia, ou que ele deixe para lá, ou que ele faça vista grossa, ou que ele peça para não entregar relatório nenhum, para que a perícia não seja feita? Ou seja, qual o objetivo dessa carta?

Onde vocês querem chegar? Porque sinceramente, como cidadão, como contribuinte, pô, a gente tem sentido uma insegurança enorme. E cada dia mais as pessoas têm perdido a confiança nas instituições. Isso é a pior coisa que pode acontecer numa sociedade, porque quando ela perde a confiança nas instituições, é o caminho do caos. É o caminho da justiça com as próprias mãos, é o caminho da rebeldia. Aí talvez esse seja o método também.

Vamos atochar para que as pessoas se revoltem. Aí quando se revoltarem, a gente aumenta a opressão, e aí a gente pode justificar: olha, galera, o povo tá querendo um golpe, vamos aumentar a repressão. E a grande solução para isso é o seguinte: olha, não dá para ter eleições. Talvez seja esse o método, né? Talvez esse seja o método, não sei. Eu tô aqui falando que, pô, que eu acho um absurdo, mas talvez essa seja o plano, esse seja o plano.

Vamos criar um caos social para que as pessoas, quando não tiverem mais suportando a situação e se revoltarem, aí a gente oprime mais ainda e determina o fim. Não vai ter mais eleições em nome da democracia. Não sei, fica atento. Vamos lá, sigamos. Tá, joga esse vídeo aí. Vou dizer o que precisa ser dito. A China tá confiscando dinheiro da própria população retroativamente por 25 anos. O Financial Times documentou isso hoje por múltiplas fontes: banqueiros, gestores de family offices, autoridades.

Não é rumor, é reportagem verificada do maior jornal econômico do mundo. Mundo. Quando o governo precisa congelar contas bancárias dos seus próprios cidadãos, caçando impostos sobre ganhos feitos há décadas em outros países, não tá fazendo política tributária, tá admitindo que não consegue mais fechar as contas. E a razão, como eu venho falando e vocês sabem, é documentada. A principal fonte de receita dos governos locais chineses era a venda de terrenos.

Em 2021, isso gerava 9 trilhões de renminbi. Hoje, 4 trilhões. Mais da metade desapareceu com colapso imobiliário. Mas há uma consequência que vai além dos números. Pensa no impacto psicológico sobre qualquer empresário, profissional ou família com patrimônio na China que leu a reportagem do FT hoje. E eles leram. A mensagem é clara: seu dinheiro não é seu. O governo pode buscar ele retroativamente quando precisar e sem aviso.

Isso numa economia onde as vendas de carro já caíram 25% esse ano, onde o PMI manufatureiro tá em contração, onde o consumo doméstico já estava desacelerando e muito antes dessa notícia. Agora soma isso, o medo de ter o patrimônio confiscado retroativamente. O resultado é óbvio: Quem pode foge, quem não pode para de gastar, o que agrava exatamente o problema que a caçada quer resolver. Um ciclo vicioso que se autoalimenta. Esse manual não é exclusivo de regimes autoritários.

Gastos além da capacidade fiscal, déficit estrutural, pressão crescente sobre o capital privado, taxação retroativa quando as contas não fecham. A diferença é que numa democracia ainda tem tempo de mudar o rumo antes que as contas não fechem mais. Quando você vê esse manual sendo aplicado em outro lugar, você reconhece o padrão? Isso é para quem acha que essa eleição não faz diferença. Beleza. Esse é o Walter Maciel Neto, é um economista, tem uma página aí no Instagram.

Eu gosto muito do conteúdo dele, mas ele tá falando uma coisa interessante. Olha, olha a situação da China. A China não tá fechando as contas. Então o que que eles decidiram? Vamos tirar dinheiro do povo, vamos arrumar dinheiro. Como? Vamos criar um imposto, vamos criar uma taxa. Só que eles foram além, eles criaram a taxa e resolveram cobrar retroativo há 25 anos. Isso é um Estado inchado, que na verdade é o entendimento socialistas e comunistas entendem que isso é o melhor, você tem um Estado forte, um Estado inchado, um Estado que controla a economia, a política, as relações pessoais, o conteúdo, a mídia, o entretenimento.

Eles controlam tudo aquilo ali. Para você conseguir controlar tudo aquilo ali, você precisa controlar com mão de ferro, porque as pessoas vão ter opiniões diversas, as pessoas vão criticar, as pessoas vão querer manifestar, as pessoas vão ter ideias diferentes daquilo. Você precisa oprimir aquelas ideias, porque aquelas ideias muitas vezes são ideias que fogem do controle estatal, e o que eles querem é o controle estatal. Por isso que não tem como você implementar um socialismo e um comunismo sem, dissociado de uma ditadura.

Não tem como, não tem como. Muitas vezes, ah, mas o, mas o, como é que é, mas a Venezuela, como é que é, a Suécia socialista? Não, não é. A Suécia é um país capitalista. Acho que os países nossos, não. Eles têm um lado social forte de apoio à população e tudo mais, são países capitalistas. Lá existe o livre mercado, você pode abrir uma empresa, tocar sua empresa, você vai pagar impostos. Os impostos também não são baixos, os impostos de lá, mas existe um retorno para a população, um retorno de, ó, você vai ter filho, a gente vai te ajudar aqui, a gente vai, cara.

Eu lembro que a minha irmã mora na Suíça, teve um superávit no governo suíço que eles estavam com a conta enfim, muito no azul. E o governo falou assim, olha, nossa conta tá bem, botou o povo para votar. Nós podemos voltar para cá, retornar para cada cidadão suíço 2.000 francos, ou deixar aqui num caixa para ser investido em alguma coisa social futuramente. Que que vocês preferem? O povo podia votar. Não, o que eu quero é esse dinheiro para mim, ou deixo aí no fundo aí para Algum projeto social, alguma coisa.

Cara, por incrível que pareça, minha irmã falou que o povo votou em deixar o dinheiro no fundo. Ou seja, o povo abriu mão de receber o dinheiro porque o povo confia, existe uma relação de confiança. Mas o país é capitalista, o país é o país onde tem os bancos, tem o mercado financeiro fortíssimo. Então o problema do socialismo é esse. Agora, quando ele falou numa democracia você consegue mudar isso, se você vê que tá tendo uma gestão temerária com as contas, você consegue nas próximas eleições votar e mudar.

Num país comunista, você não muda. A China você não consegue mudar. Nas últimas eleições, o Partido Comunista Chinês teve 100% de votos. Como é que um lugar você vai ter 100% de pessoas concordando com o que você faz? Isso é impossível, isso é impossível. Nem Jesus Cristo teve 100% das pessoas ao redor dele concordando com ele, cara. Então esse é o grande perigo quando você bota burocratas no poder controlando todos os aspectos da sua vida.

Porque burocratas, eles não têm amor por você, não tem amor. Ele não é teu pai, não é tua mãe, são pessoas que estão visando seus próprios interesses. E aí você deixa ele controlar sua vida, uma pessoa que visa os interesses dela controlar a sua vida. Porra, desculpa, meu irmão, você tá sendo, agindo como uma ovelha indo para o matadouro, feliz da vida. Então tá aí o exemplo aí, mais um aliado aí, né? E tem grupos políticos aqui no Brasil que acha que esse modelo chinês é o modelo perfeito.

Ele até permite que você fique rico. Hoje em dia a China até permite você ganhar dinheiro, você ter uma empresa e ficar rico, mas ele controla a tua riqueza. Ele vai controlar tua riqueza e qualquer momento ele toma aquilo de você, porque eles controlam tudo. Isso é comunismo, socialismo. Vamos lá, sigamos. Deixa eu ver aqui que a galera tá falando. Rafa, nós temos que retratar. Vamos lá. De fato, a China já possui autonomia ou controle político-econômico sobre o Brasil.

Prova disso é que o Brasil prefere realizar livre mercado bilateral com a China do que com os Estados Unidos. Jubair Júnior. Obrigado, Jubair. Quero exemplo, as terras raras aqui no estado de Goiás. A Lídia Ribeiro. Mizinho, temos que começar pelos filhos e netos Por isso tem que ter mudança. Cris, mas aqui no Brasil já tem esse plano, pessoas ainda não entenderam o perigo financeiro que aproxima caso seja implantado o 0,39 para cada Pix feito.

Que vai acontecer? Mais nota fiscal, mais notas físicas, mais inflação. Prefiro o modelo tributário americano. Eu também, cara. Você inclusive, os Estados Unidos você paga até impostos altos, tá? Dependendo da sua renda você pode pagar até 40 100% de imposto. E mas aquela coisa, você tem um retorno, é visível. Concordo com tudo que você fala, Rafa. Carolina, você não vale, você é minha amiga do Instagram, você é suspeitíssima.

Vamos lá, sigamos. Próxima notícia. Beleza, galera, então a gente tá tendo a primeira-dama, né? Ela tá aqui, primeira-dama Janja, é Janja da Silva, né? Janja da Silva, ela é uma primeira-dama ativa, primeira-dama até ela manda para cacete, meu irmão. Ela acho que é a primeira-dama que mais manda. A primeira-dama manda mais do que o vice-presidente. Eu acho que ela que é vice do Brasil, ela que é a vice dela, tomou o lugar do Alckmin.

Tava lá numa reunião lá ministerial, também algo inédito, nunca vi a primeira-dama participar de uma reunião ministerial. Tomou a palavra e deu lá, deixa eu ajeitar meu cabelo, tá igual um cebolinha. Tomou a palavra lá e deu sua opinião sobre aquela plataforma Discord. Joga o vídeo aí, meu irmão. Eu só queria perguntar, na verdade, para o ministro e até para o nosso ministro da AGU, quais são os instrumentos que a gente tem, porque a punição, a gente acha que já tá com uma cobertura muito boa de punição.

Mas eu acho que a gente precisa retirar imediatamente, é um apelo que eu faço, o Discord do ar. A gente precisa bloquear o Discord no Brasil de qualquer forma. A gente precisa encontrar instrumentos para isso acontecer, ministro. Eu não consigo admitir um país desse. Então a gente precisa encontrar os instrumentos legais. Eu faço um apelo aqui para que a gente consiga Esse não é um caso isolado, são muitos e muitos casos, e a gente precisa atuar junto ao Judiciário para tirar essa rede horrorosa do ar, horrorosa, que não é só com crianças e adolescentes, é principalmente também com mulheres.

Desculpe o desabafo. Beleza, vamos lá. Então a Joja precisa ter que dar um jeito de tirar essa plataforma do ar, tem que tirar essa plataforma do ar. Discord, eu fui procurar entender mais o que que é o Discord. Vou passar para vocês o que eu aprendi, mas realmente essa plataforma, eu já participei de algumas operações que através dessa plataforma crimes eram combinados, de fazer crimes, até mesmo cyberbullying. Teve até um caso, foi até numa Semana Santa, cara, Garotos estavam combinando nessa plataforma de botar fogo no mendigo.

E aí a polícia conseguiu interceptar e nos colocaram de QAP. A gente ia sair no sábado à noite, sábado de Aleluia à noite, e os caras falaram, meu irmão, a gente não pode permitir que isso aconteça, tal. Eu não tava entendendo o que tava acontecendo. A gente não pode permitir que isso aconteça, ficar todo mundo de QAP, tal, não sei o quê. Eu não sabia o que que ia acontecer. No dia seguinte que eu soube. Só que aí começou a chover, caiu um toro, homem.

Foi no passado, caiu um toro, mas um toro assim que Enfim, não dá para você botar fogo em ninguém com aquela chuva que tava caindo. No dia seguinte chamaram, nos chamaram às 5 horas da manhã, fomos lá, fomos na casa. Aí eram uns garotos que, porra, nesse discorde pegava, fazia não sei o quê, aí pagava: ó, corta o braço aí que eu te dou R$100. A menina lá e cortava o braço. Agora você chupa o sangue da menina que eu te dou R$200.

A menina chupava o sangue, umas barbaridades. Aí furava o olho do gato, meu irmão, umas barbaridades. A gente prendeu uns 3, 4 dessa, dessa gangue que fazia essas Essas loucuras aí pelo Discord, para filmava e depois vendia para deep web, né? Então a plataforma que ela tem realmente assim, tem acontecido crimes ali na plataforma. Eu conversei com a minha amiga, uma das maiores jornalistas policiais do Brasil, que é a Carla Albuquerque.

Ela já teve aqui no nosso programa, tem histórias muito legais. Eu perguntei para ela, cara, que está acontecendo igual Discord? Aí ela falou assim, olha, Rafa, é da Janja querer banir, sugerir de banir a plataforma. Olha, não adianta banir com uma plataforma os agressores Vão migrar para uma outra, por assim diante. Crimes são cometidos em todas as plataformas desde 2019. Por que agora abraçada com afinco? O ataque à escola de Sapopemba foi tudo combinado no Discord, novembro de 2023, tudo comprovado e apurado.

Por que agora essa história de tirar o Discord? Porque estamos em época de eleições. Ela foi vítima dessas panelas quando teve uma conta invadida, fizeram aquela ruaça no X dela. Ah, fui eu que ajudei a repassar as informações para PF, mas agora vai pedir impedimento. Agora ela deve ser a Janja, né? O Discord realmente não colabora, tá? É uma plataforma preferida dos adolescentes para cometimento de crimes. Mas esses crimes agora que todo mundo fala que foi no Discord aconteceu no Instagram também.

Um monte de informações erradas. Eu não gosto do Discord, mas gosto menos ainda de fake news. A Carla dando opinião dela. Aí fala do crime da Lívia de Navirai. Os servidores podem ser, eu falo que os servidores do Discord podem ser públicos ou privados, mas o dono do Discord tem um código-fonte. Eles entram em qualquer lugar, nada é privado para eles. Eles podem usar a inteligência artificial para detectar crimes e colaborar com a polícia, mas não fazem isso.

Eles não colaboram com a polícia. Mas o evento da Lívia não aconteceu no Discord. Esse foi o maior erro da apuração jornalística, que nada entende desses crimes. Depois veio a lacração política. Banir não resolve o problema. Essa foi uma opinião da mensagem que eu troquei com a Carla Albuquerque. Aí eu peguei aqui uma postagem, tem um carrossel aqui que vai explicar mais ou menos sobre essa questão do problema discórdia. Pode jogar, vamos lá.

A tragédia de Naviraí expôs falhas reais no discórdia. O banimento pedido pela primeira-dama mira o prédio. Quando o problema é a portaria. Uma menina de 13 anos tirou a própria vida em 22 de julho numa transmissão ao vivo dentro de um servidor do Discord em Naviraí, Mato Grosso do Sul. 2 semanas depois, a primeira-dama Janja Lula da Silva pediu o banimento da plataforma no Brasil. O Discord nasceu para uma necessidade particular: quem joga videogame online, noite adentro, precisa conversar.

Então criou um ambiente de voz aberto aos jogadores em qualquer canto do mundo. Depois vieram o chat, os tópicos como em fóruns e vídeo ao vivo. Quem entra no Facebook, no X ou no Instagram vê o mundo lá dentro. O Discord é outra coisa, um prédio de portas fechadas. Cada servidor é uma sala, qualquer um abre a sua de graça, mas só entra quem for convidado. É uma empresa pequena para os padrões do Vale do Silício. Vive de assinaturas, sem publicidade.

Arquitetura fechada torna a moderação e a portaria desses prédios complexos, desse prédio complexa. Quando as autoridades convocam, porém, a diretoria aparece. A postura distinta de Elon Musk ou do Pavel Durov do Telegram. Ninguém manda demolir prédios após crimes por negligência da equipe de portaria. Jogo de botão, criação de abelhas. Quem quer montar uma comunidade descobre que sua melhor opção a baixo custo é o Discord. Um sem número de pequenas empresas o usa como comunicação interna.

Uma proibição geral criaria um pesadelo instantâneo para startups brasileiras. As pendências são reais: controle maior de idade e barreiras entre menores e adultos de fora do seu círculo. Cobre-se isso da empresa. Como se cobra a portaria de um prédio, mas fechar o Discord é como mandar demolir o prédio. Vamos lá, então, se foi a coluna aí, o Pedro, Pedro Doria, né, cara? Eu consegui entender que é uma plataforma, você tem as salas, né, os servidores do qual você é convidado, você monta os grupos.

Então tem empresas que usam aquilo para comunicação interna, grupos de videogame que usam para comunicação interna. É um prédio com vários apartamentos, né? E a portaria é onde você acessa aquilo ali. Então ele fala, cara, tem um problema ali na portaria, estão deixando acessar qualquer coisa e estão acessando apartamentos e cometendo crimes nesse apartamento. Então qual é a solução? É demolir o prédio porque crimes estão acontecendo?

Porque tem muitas pessoas que usam Discord para o trabalho, para comunicação, para grupos fechados. Então assim, é A questão do dono mesmo, se, como a Carla falou, que se o dono não tá colaborando com isso, se você não tem um controle, aí realmente você tem que cair em cima do dono, em cima da empresa, com multas, pedir, né, na verdade, pô, fazer a solicitação das informações para poder pesquisar, para poder investigar o crime.

E se essas solicitações não estão sendo atendidas, irmão, pau no lombo dele. Mas você fechar algo que vai prejudicar todo mundo— quantos grupos tem no Instagram que falam barbaridades? O Telegram, o próprio WhatsApp. Então você vai fechar aquilo ali porque tem grupos que cometem crimes no digital, sim, mas a maioria não comete. Muitos ganham dinheiro com isso, outros fazem projetos sociais, ajudam pessoas, se conectam com velhos amigos.

Então, cara, pedir banimento realmente é É igual aquela história, você pegar a tua mulher te traindo no sofá de casa e você vai botar fogo no sofá, entendeu? Vamos lá, sigamos. Ah, isso aqui é interessante, galera. Não sei se vocês viram, né, o pessoal que vai participar acompanhou essas, esses Essas ventanias que tiveram aqui no Rio, né? E aí foi descoberto o seguinte, cara, que— vai lá, joga a reportagem. No Diário Oficial de hoje foi publicada a renovação por 25 anos do termo de cooperação entre a Prefeitura do Rio e a Fundação Cacique Cobra Coral, uma entidade mística que mantinha parceria com a administração anterior.

A Fundação Cacique Cobra Coral foi fundada em 1931 em Guarulhos, São Paulo. Está aqui no Rio há mais de 20 anos. A primeira parceria foi durante o governo César Maia. Osmar Santos é o porta-voz da fundação. Contrato foi renovado ontem. Por quê? A pedido da prefeitura, eles que nos procuraram. O documento, endereçado à médium Adelaide Scrittori, diz que a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro manifesta seu interesse em renovar o convênio entre o Instituto de Geotécnica do município e a Fundação Cacique Cobra Coral, considerando sua expertise na previsão meteorológica e fornecimento de informações climáticas.

A fundação recebe dinheiro do município? Não, todos os convênios são totalmente isentos de ônus financeiros. Há contrapartidas? Sim, aí entra o preço ambiental. Eles têm que mandar relatórios semestrais do que fizeram em termos de obras viárias, de limpeza de córregos em tais lugares, tal, tal, assim, assim, assim, que visem minimizar esses problemas quando o período chuvoso chegar. A fundação promete desviar chuvas e eventos climáticos que possam causar danos à cidade através de uma operação que envolve uma entidade espiritual, o cacique Cobra Coral.

Aí eu que converso com ele através dela, que é a médium Adelaide. Quando ela recebe ele, ela fica totalmente inconsciente. Quem vai avisar de tempestades e tal não somos nós, tem os meteorologistas para fazer isso. Então, quando o Alerta Rio soltar um alerta de inundação, de qualquer evento climático que fuja do normal, eles avisam, mas tem que copiar a fundação para fundação fazer as alterações que for preciso enquanto as obras que evitem isso não forem concluídas.

Porra, bicho, doideira! Eu fiquei tentando entender o negócio, eu até busquei assim o que que é, só para— pera aí, gente, tá vendo aqui? Pô, meu dedo não tá pegando. Então essa Fundação Cobra Cacique Coral é uma entidade esotérica brasileira, né, fundada em 31, ficou famosa por afirmar que consegue interferir no tempo e no clima por meio de transe mediúnico para evitar desastres ambientais e garantir tempo bom em grandes eventos públicos.

Pô, já peguei tanta chuva no Réveillon, cara, será que eles esqueceram? Criada por Ângelo, que atuava como médium, né? A liderança atual agora da Adelaide Escritório apareceu ali. A entidade, o espírito cacique, também apontado pelos seguidores como reencarnação anteriores de figuras históricas como Galileu Galilei e Abraham Lincoln. Atuação de acordos oficiais. Puta merda, esse espírito já foi Galileu Galilei, já foi Abraham Lincoln, e agora ele é o cacique.

Ele é um cacique agora do Cobra Coral. A instituição mantém termos de cooperação técnica não onerosos, ou seja, não ganham nada, não ganham nada. Eles fazem ali por bondade mesmo, generosidade, por amor. Com órgãos do Estado, parceria 25 anos. Eles alegam ter atuado no controle climático de festas de Réveillon, Olimpíadas, Jockey em Rio. Possui laços com figuras e governos internacionais. As figuras notáveis, né, que já apareceu, Paulo Coelho já atuou como vice-presidente da organização nos anos 2000 para auxiliar em contatos internacionais na Europa.

Rapaz, é tão confuso o negócio que você acha até que é brincadeira, né, cara? Geralmente assim, eles têm um contrato da prefeitura, não recebem nada. A moça falou que recebe o cacique Cobra Coral, prevê o tempo e faz um trabalho de, para desviar coisa do tempo, né? Às vezes trabalha, a vida deve dar certo, às vezes não. Um vídeo de tragédia de Petrópolis, já teve aí alguns anos, Angra dos Reis, região serrana. Essa ventania mesmo que aconteceu, chuva no Réveillon, já tiveram até tragédia no Réveillon de chuva, que morreu gente e tal.

Cara, é uma coisa meio legal mesmo, pô. Se o prefeito acredita nisso, tá bacana. Você não tá onerando, tudo bem. Mas se você gasta um real de dinheiro público com entidade esotérica, pô, tem que ter uma consulta com o público. Senão a gente se acha meio— para as pessoas não se sentirem sacaneadas, entendeu? Você não tem custo nenhum, a pessoa faz por amor, legal, bacana, obrigado, obrigado pelo seu amor, pela sua generosidade, você usar um dom espiritual que você tem para nos ajudar, valeu.

Agora, se, meu irmão, se dão R$100 de dinheiro público, R$50 de dinheiro público, porra, meu irmão, você tem que consultar. Tem que consultar a população, senão eu acho sacanagem. Você acredita, Rafa? Pô, não sei, acho que não, eu não boto muita fé não. Assim, é o que eu falei, entendeu? Eu acabei de citar várias tragédias climáticas aí que, pô, tava, o contrato tava vigorando quando aconteceu essas tragédias climáticas. Então, pô, o que aconteceu?

O que aconteceu? Pô, não interfere, mas não interferiu, morreu gente para cacete ali, por que que interferiu. Então falhou. Ainda bem que não tá pagando, senão ia ter que pôr, senão ter que indenizar. Mas é um negócio meio estranho. Mas o que que vocês acham, gente? Eu não sei nem o que falar aqui. Depois vem um cara, tá desrespeitando minha religião. Deixa eu ver o que que a galera tá achando dessa história aí de cova cacique coral.

Vamos lá. Aqui em Teresópolis também, Rafa, não temos esse poder. O povo quer brincar de Deus. Aninha Miranda. Rafa, mande um salve para Floripa, Santa Catarina, aqui fortalecendo. Valeu, Reginaldo! Salve, Rita de Cassiano! Uma boa noite, todos diretamente de São Paulo. Legal, Rita, obrigado, irmão. Tarcísio Genuíno: Rafa, como você é um cara que abraça as religiões, haja vista a sua experiência na nossa querida Diadema. Pô, Tarcísio, tu é da Igreja de Cristo, brother?

Será que é o Tarcísio? Depois me fala isso da Igreja de Cristo. Eu lembro, eu fui missionário de igreja lá em São Paulo e realmente eu rodei por essa área aí. Sione Duarte, essa é boa. Rio de Janeiro vai muito bem, viu? Se até o clima é controlado pela macumba, esse espírito só não pode voltar, só voltar no Lula. Estou torcendo para ele desencarnar. Cacique, qual é o canal? Envio documentos de infraestrutura. Toda minha solidariedade ao Rio de Janeiro.

Vocês agora dependem de uma entidade mística. E lá no Rio Grande do Sul, que teve tornado, será que foi culpa da pomba gira porque ficou brava com os gaúchos de Pelotas? É um negócio meio esquisito, né? Cadê o meteoro? Imagina se na época da pandemia alguém resolvesse consultar o cacife cobra-coral. É, cara, assim, sei lá, meu irmão. Se não tá pagando nada, beleza, meu irmão. Não tá, não tá, não tá saindo nada do nosso dinheiro, tá tudo certo.

Agora, se tiver, que eu te falo, pagando uns R$100, já é sacanagem. Vamos lá, sigamos, bicho. Galera, compartilha a transmissão aí, dá o like aí, rapaziada. Vamos soltar o like aí. Oi, como, rapaz? Olha, pera aí, que aconteceu, rapaz? Olha essa imagem aqui, bicho. Olha que viagem! Não sei se vocês viram esse negócio. Um jogador do lá de Curitiba, meu irmão, ele foi comemorar um gol, caiu num poço. E o curioso é o seguinte: em 2014, o jogador Jair, também do Curitiba, ele sofreu o mesmo acidente.

E mantiveram o poço ali atrás de uma placa, né? Tem uma placa, geralmente jogador faz o gol, ele sai correndo, pula a placa para ir para torcida. Só que, cara, os caras botaram aquele poço onde tem as escadarias para o vestiário atrás da placa, de uma maneira que o cara não consegue ver. Pô, coitado do jogador, pulou justamente ali, cara. Vamos ver aí as cenas aí do cara pulando. Essa é a primeira cena, jogador do Curitiba. Olha lá, foi lá dentro do poço, mano.

Comemorando amarradão, pulou. Olha, bicho, rapaz! E ele caiu na escada, nos depósitos. Podia ter se machucado feio mesmo. Parece que ele se machucou. Tem um outro ângulo aí do cara já chamando ali o pessoal. A galera já ficou desesperada. Conseguiu baixar o drone? Tem um outro vídeo lá, meu, que o cara depois ele sai do poço, sai bem, tá? Eu achei que ele tinha se machucado, mas sai bem. Sai meio mancando, botando a bola aqui debaixo da barriga.

Devia estar com a mulher grávida e tudo, comemorando e tudo. Mas parece que ele se machucou. Mas o pior não foi isso, o pior é que o gol foi anulado. O cara caiu no poço, se machucou, e o gol foi anulado. Então eu acho que o Curitiba ou tira essa parada ou bota uma proteção, bota lá uns seguranças ali na frente para quando alguém vier pular. Porque, porra, segunda vez que uma pessoa sofre esse acidente. Tá esperando o quê? Dá um problema, alguém quebrar uma perna séria, se machucar feio, entendeu?

Vamos lá, nós temos agora. Vamos lá, olha essa cena aqui no WNBA que aconteceu lá nos Estados Unidos. É a Liga Nacional de Basquete americana, feminina, né? Você vê que ela foi dar um toque, ela veio com uma mão, as duas se estranharam ali e tal, não sei o quê, aquela confusão. Essa é uma jogadora, né? Essa jogadora aí é a Sofia. Pera aí, deixa eu ver aqui, pegar o nome dela aqui. Ela tem se destacado. O nome dela é— pera aí, tá aqui o nome dela— Sophie Cunningham.

Ela joga no Indiana Fever e ela tem se destacado aí porque ela tá se manifestando contra a presença de atletas transexuais nos esportes femininos. E aí tá recebendo apoio para caramba, tal. Ela tá se popularizando, é uma boa jogadora. Mas essa causa que ela abraçou, de um lado vem aquela militância ali atacando ela, do outro lado tem uma galera que apoia. Então ela acaba estando ali em evidência. E essa cena aí foi muito curiosa porque a jogadora do Chicago, né, é a D'Jonnai Carrington do Chicago Sky, ela foi dar um toco na mulher, ela passou com a mão no toco, mas aproveitou para deixar outra mão para pegar.

Solta aí de novo. Você vê que ela passa uma mão para dar o toco, não conseguiu dar o toco, mas não deixou outro braço para não perder a viagem, tá vendo? Ó, levantou a mão para dar o toco, foi a outra ali, pegou, jogou uma falta bem dura, né? E aí que aconteceu, cara, essa jogadora Dijonai Carrington, deixa essa cena, essa que tá ali, a agressora, né, ela do Chicago, foi punida com uma falta flagrante nível 2. Expulsa de uma partida contra o Indiana Fever em agosto de 2026 após atingir Sufi Cunningham no rosto.

Logo depois, Carrington publicou privilégio branco nas redes sociais, gerando intenso debate sobre dois pesos e duas medidas raciais na liga. O incidente enquadra, né, o lance ocorreu no início do jogo quando De'Jonai Carrington atingiu Sufi Cunningham durante a tentativa de bandeja. Os árbitros revisaram a jogada, aplicaram uma falta flagrante nível 2, resultando na expulsão imediata de Carrington. Cunningham caiu, levantou-se rapidamente, foi tirar satisfação com a adversária, gerando um princípio de confusão.

A repercussão da postagem, minutos depois de ir aos vestiários, quando ela publicou essa frase, né, white privilege, privilégio branco, marcando o Indiana Fever. A postagem rapidamente viralizou, dividiu opiniões na comunidade do WNBA. Críticos e analistas questionaram o uso do termo sem um esclarecimento detalhado imediato sobre a relação direta com o lance, enquanto defensores apontaram possíveis padrões duplos de tratamento da mídia e na liga.

Posicionamentos oficiais, declarações de Sophie Cunningham, que declarou que considerou a falta desnecessária e intencional, mas rejeitou argumento racial, afirmar que o episódio não tem nada a ver com raça e que ela mesma já foi punida por lances parecidos no passado. A técnica Indiana Fever, Stephanie White, pontuou que foi uma falta dura, mas não acredita que foi intencional, que teve um dolo intencional de lesionar por parte de Carrington.

Posteriormente, Carrington negou que a falta tenha sido intencional, defendendo a tentativa apenas de fazer uma jogada defensiva e legítima na bola. É, vamos lá, cara, pela imagem parece que foi intencional, que ela foi com uma mão, não conseguiu a mão, ela foi tentar pegar com uma mão, não foi contra, ela deixou a outra ali. Apesar da Lorinha, a Lorinha casca grossa, ela levantou na hora ali, não se machucou, mas poderia ter se machucado.

Se eu fosse juiz, eu também interpretaria como uma falta maldosa, sacou? E foi o que foi interpretado pelo grupo de juízes e expulsaram a mulher. Eu acho que o que fica temerário ali, cara, é a mulher puxar uma causa racista diante de uma consequência que ela gerou. A falta foi violenta. Depois o juiz até do Indiana passou, não, talvez não tenha sido intencional, foi ali na emoção, tal, não sei o quê. Outro falou, é, também não foi intencional.

Mas meu irmão, a tua intenção ela tá, ela é de foro íntimo, ela tá aqui dentro de você, não sei o que que se passa na tua cabeça, mas a imagem ali é uma imagem forte. Então o cara vai ver aquela imagem, é uma imagem forte, talvez ao vivo tenha sido mais forte ainda, e depois na televisão continua sendo uma imagem forte. Então você foi expulsa porque você extrapolou na sua emoção de tentar interromper aquela jogada. E não porque você é negra, porra.

Então quando você entra com esse discurso, privilégio branco, você tá o quê? Fomentando ódio, fomentando divisão das pessoas, buscando, banalizando uma causa justa que é a causa do antirracismo. Mas eu acho assim, meu irmão, de uma pequenez, cara, de uma mediocridade. Pessoas que Porra, o cara vai lá, faz uma merda, faz não sei o quê, eu tô preto. Não, tu não fez merda, tu faz uma merda, tu briga lá, tu arruma uma confusão, depois acha que o motivo daquilo tudo é a sua cor de pele.

Pô, eu desculpo, mas o mundo não gira ao teu redor. Muitas vezes a pessoa olha ali, porra, tá, tá, tá, fica revoltado, e você é punido por uma atitude que você teve. Eu falo isso que a gente passa muito por isso como polícia. Você vai lá no tráfico, vai lá na favela, dá aquela confusão, dá aquele salseiro, toca a tinta, tá tudo brigando, fala assim: ah, porque eles estão lá para matar, para, como é que é, o genocídio da população negra.

Depois a gente não tem população negra o cacete, pô. Então ele vai pegar traficante, para mim eu tô cagando se é japonês, se é árabe, se é branco, se é preto, se é judeu, se é muçulmano, o que for. É traficante, é traficante, tá tocando o terror naquele ambiente, tá explorando, tá oprimindo aquela população. Então meu alvo é esse cara. É o criminoso. Aí você tem um alvo do criminoso, depois vão chegar para você e falar que não, você tá indo lá para fazer um genocídio de jovens negros.

Pô, vai te a merda, meu irmão, dessa mole. Ele distorceu o fato. Agora o moleque que tá lá oprimindo, tomando dinheiro do morador, esculachando morador, botando som alto, comendo a filha do morador à força, traficando, explorando o território, não deixando ambulância entrar, esse tá tranquilo, diz que ele tá fazendo, tá tudo certo. Aí tu não vê, aí não existe cor de pele, tá tudo certo. Aí quando ele vai ser oprimido, ah não, é porque ele é índio.

Então eu acho assim, essa, esse tipo de discurso é medíocre, baixo, apelativo e desonesto, principalmente. Vamos lá, meu irmão, sigamos. Vocês estaram agora, né? Rapaz, vamos falar do Sextaro, Sextaro lá do Arrowcast. Seguinte, semana passada lá eu reagi aos vídeos dele, né? Acabei ficando um pouco exaltado e tal, mas rapaz, o vídeo bombou. A gente fez um short, meu irmão, short bombou no Instagram, teve uma repercussão danada, meu irmão.

E aí, pô, deu audiência. Vamos continuar nesse assunto, meu irmão. O coitado do Sextaro, meu, o cara, porra, perdeu seguidor para cacete. Ele tava com 1 milhão de seguidores, cara. O cara tá batendo, acho que perdeu uns 100 mil seguidores. Essa história aí que o Jefferson Chiquini colocou ele e tal, assim, não vai culpar o Jefferson Chiquini. Desculpa, eu já tinha parado de seguir o Sextaro antes dessa história do Jefferson Chiquini, porque eu não tava aguentando aquele discurso dele, principalmente a postura dele de não deixar o convidado falar, de se impor, de querer impor a verdade dele como dono da verdade.

Eu não gosto desse tipo de Sabe, uma coisa me incomoda. Então eu já tinha saído, eu já tinha parado de seguir ele porque tava começando a me incomodar. E depois desse episódio do Jeff Stikini, claro, uma enxurrada de gente parou de seguir o cara, né? E creio que ele tá passando por um momento aí, pô, difícil agora no podcast dele, porque, pô, entrei na página dele, cara, aí qualquer postagem que ele faz, às vezes faz até uma postagem assim, ah, vamos falar sobre, porra, eu sou contra a lei da misoginia.

Aí os cara embaixo, e aí, fala aquilo lá com pegam todo. Tem uma menina que eu vejo, a mesma menina, fala que Lula é corrupto, fala aí no outro apostado. Cara, eles vão pegando todas as postagens. Tem uma galera, meu irmão, que porra, os cara se empenham infernizar a vida da pessoa, cara. A mesma galera vai na página do cara para comentar, para hostilizar o cara sobre esse assunto aí de ser infiltrado, receber dinheiro. Tá recebendo dinheiro do Lula, você é infiltrado, é do MBL, não sei o quê, papapá, meu nego detonando o cara, detonando o cara.

E aí, meu irmão, eu voltei com esse assunto aqui porque depois aconteceu algumas coisas. Ele tá dizendo que tá sendo ameaçado, tal. Coitado, o cara passando um momento difícil aqui. Eu tô voltando aqui nesse assunto dele, mas é foda, aqui é fogo, meu irmão. Eu, eu, como é que é o negócio de chutar cachorro morto? É coisa de gente sem caráter, né, brother? Enfim, aqui é um podcast de pessoas de caráter duvidoso. Perigoso, entendeu?

E quem nos assiste também, eu desconfio. Você que nos assiste, desconfio de sua carência também, entendeu? Mas vamos falar do Sextário, vamos lá. Sextário tá dizendo que tá sendo ameaçado depois desse episódio aí do Chiquini. Diz que foi ameaçado. Eu não vou botar o vídeo, tá? Vou botar uma imagem do vídeo e vou botar o áudio dele só para não ter risco de direito autoral. Essa conversa ele pode, sei lá, até porque vai estar aqui no outro vídeo lá, eu fui mesmo mesmo, tem um pouquinho no vídeo.

Vamos lá, solta aí o primeiro. Doutor Jeffrey, escreve aí na sua agenda: se alguém um dia tentar qualquer coisa contra minha família, a conversa muda entre nós. E quem fez isso acontecer foi você. Torce para isso nunca acontecer, porque eu tenho recebido ameaça por uma mentira que você criou, por um circo que você armou. Se qualquer coisa acontecer contra os meus, o jogo muda. Então, meu irmão, ele tá dizendo aí que tá sofrendo ameaça, que o Jeff Sikini é responsável.

Cara, eu não acho que ele é responsável não, irmão. Acho que você cavou essa parada, entendeu? Você foi ali, você ficava convidando pessoas de direita pra ficar humilhando os caras. Você ia lá, colocava a tua opinião, quando o cara ia querer te explicar, você interrompia o cara. E aí o cara queria falar, tu interrompia o cara. Então assim, você se colocou nessa situação, meu irmão. O Jeff Chicaneiro, uma hora, perdeu a paciência, falou, meu irmão, vem cá, tu só fala mal do Flávio, pô?

Fala aí que o Lula é corrupto. E você deu aquela titubeada. Fala que o Lula é corrupto. E tu não quis falar. Não, não posso falar isso porque ele é— porque eu vou estar cometendo um crime. Só que, porra, bicho, você tá, pelo menos um tempão que eu tô assistindo você, todo podcast, todo convidado, você fica falando do Flávio, insinuando que o cara é corrupto. Vários podcasts o tempo inteiro insinuando que o Flávio é corrupto, batendo no Flávio, que é corrupto, é não sei o quê, é isso, é corrupto.

Aí quando o cara então fala do Lula, você pipocou, meu irmão. Tu se colocou nessa situação. O cara simplesmente só pediu, pô, já que tu fala tanto dele, então fala do outro. Tu não quis falar, certo? Só falava, eu não voto no Lula, não sei o quê. Meu irmão, foi uma situação meio que assim, todos nós somos responsáveis por aquilo que cativamos, né? Então acho que não é bem assim. E outra coisa, irmão, essas ameaças de podcast, meu irmão, essas ameaças de internet, pô, é um monte de pela-saco, meu irmão, um monte de pela-saco que Negro vai lá, porra, fazer alguma coisa com tua família.

Depois, nego, porra, nego nem me manda ameaça aqui, eu já chamo logo pro cacete. Irmão, fala onde é que tu tá, meu irmão, fala aí. Mas ameaçando, apesar que não acontece, uma ameaçação. Ô, malandro, fala aí, tu tá onde aí, meu irmão? Ou então já mando logo assim, já mando logo os tiro. Meu irmão, deixa eu te falar uma parada, se eu quiser, melhor parada, ó, o cara vem de marra no Instagram, vou te dar uma dica, veio de marra no Instagram, quieto, desrespeitando.

Falei, irmão, olha só, Não gosto de falta de respeito. E se liga numa parada: se eu quiser, eu como o teu rabo e não há nada que você possa fazer. Porra, meu irmão, isso é parada de psicopata. O cara fica: caralho, meu irmão, não mexe com esse maluco não, vai que o cara come meu rabo. Então assim, porra, esse negócio de outra coisa, tem ameaça, vai na delegacia, porra. Tu tá se sentindo ameaçado mesmo? Coisa mais fácil que temos, tu vai lá na delegacia Bota lá o usuário, porra, o cara vai descobrir que é usuário e vai identificar o cara e, porra, vai empenar o maluco, entendeu?

Então, aí tu acaba, sabe o que que soa? Que você tá ameaçando o cara, entendeu? Aí vai mudar a conversa, aí a parada volta contra você. Solta aí a resposta do Chiquinho. Esse esquerdista aqui disse que me ameaçou ontem. Olha só, e pode anotar, doutor, doutor Jeffrey, escreve aí na sua agenda: se alguém um dia tentar qualquer coisa contra minha família, a conversa muda entre nós. E quem fez isso acontecer foi você. O cara que não tem coragem nem de falar que o Lula é corrupto fala todo o programa que o Flávio é corrupto, tem coragem de ameaçar um advogado.

Isso daqui tecnicamente é crime de ameaça sim, tá? Mas eu vou dizer o seguinte para você, ô periquito, você acha que eu vou ter medo de você, cara? Eu sou advogado criminalista há 14 anos, eu já tive mais de 1000 processos criminais, eu sou advogado que mais defende policiais no sul do país. Por exemplo, esse processo aqui que eu sou advogado de policiais da Rony, que 7 criminosos do PCC morreram Todos nós fomos ameaçados. Eu não tô escondidinho atrás da mesa, não.

Eu não fico atrás de um microfone igual você, não, cara. Quem é ameaçado faz boletim de ocorrência, não fica aí bradando, gritando. Cara, assuma, você foi desmascarado, você é ridículo, você saiu da posição de entrevistador e quis debater comigo. Pronto, levou uma ré. Aceita que dói menos, cara. E leve para sua vida aquele ditado: Passarinho que come pedra sabe o fiofó que tem. Assume de uma vez que você é de esquerda, cara. Toma teu rumo.

É, nem vai tocar esse negócio para frente. Mas vocês estão, não se preocupa, essas ameaças de internet é só pela saco, é tudo pela saco bundão, entendeu? Pô, o cara que tá aqui começa, pô, é até um idiota que o cara fazer ameaça pela, pela rede social, até um idiota. O cara não vai cumprir mesmo, entendeu? Então não precisa fazer esse drama todo, não precisa ter essa preocupação toda, pode ficar tranquilo que é besteira. Vamos lá.

Aí, companheiro, o que te falei, meu irmão, vocês estavam assim, eu acho que ele sofreu um cancelamento. O nosso vídeo lá que a gente fez lá no Instagram, meu irmão, que eu falei, pô, critiquei a postura dele, cara. Eu acho que agora deve estar, meu irmão, pô, o vídeo bombou demais, cara. O vídeo assim, pô, ele tá agora nesse momento com 406 mil visualizações, né, o YouTube também. E, cara, e muita gente falando mal da postura do Cestaro, reclamando da postura dele, sacou, incomodada com a postura dele.

Então sofreu um baque, mano. Ele tava chegando a 1 milhão de inscritos e perdeu aí 100 mil inscritos de uma semana para cá. E ele sentiu, né, meu irmão, que a galera teve um cancelamento, né. E aí ele tá revoltado. A gente vai botar o áudio, então vou botar a imagem, o áudio, para não ter Problema de direitos autorais, né? O outro vídeo era do Chiquinho, então Chiquinho eu sei que, porra, não vai. Inclusive ele até curtiu o vídeo também e convidei ele para vir aqui.

Ele tá em campanha, ele tá como deputado estadual, tá em campanha. Então assim que ele tiver um tempo na agenda, ele vai vir aqui no Fala Guerreiro dividir a mesa aqui com a gente. Vamos lá, bota aí. Vocês estarem conformados aí com cancelamento? Eu quero que se foda. Eu comecei essa porra sem nada. Eu sou incancelável, sabe por quê? Porque eu comecei sem nada. Pode sair todo mundo, eu quero que se foda! Fica quem quer verdade!

Fica quem quer mudar a vida! Fica quem quer realmente a verdade, puto! Eu não tenho paixão por ninguém! Eu não tenho paixão por ninguém! Eu tô aqui por um propósito maior! Eu vou cobrar todo mundo! Eu vou perguntar tudo! Olha, bicho, o cara, porra— Olha, meu irmão, o cara tá, porra, tá pistola mesmo, rapaz. Pode sair todo mundo. Quero que se foda! Fica quem quer mudar de vida, fica quem quer a verdade. Beijo! Olha só, meu irmão, quando a gente trabalha com entretenimento, a gente tem que entender o seguinte: o nosso público é o nosso maior ativo, cara.

Tem que tratar bem nosso público, pô. Tem que fazer a leitura do nosso público e tratá-los bem. Eu particularmente, cara, tem uma galera, eu fico muito feliz, tem uma galera que vem aqui que eu vejo que não concorda com o que eu falo. Galera, às vezes, pô, com outro entendimento político, outro entendimento de vida, mas os caras ficam aqui, cara, falam comigo, tal, não sei o quê. E, porra, não vou hostilizar os caras. E às vezes eu falo, pô, meu, tá bom, pô, legal, tal, não sei o quê, explica uma coisa, outra, tal, brinco, pá.

E tem muita gente que vem aqui, eu acho isso, cara, eu me sinto muito abençoado quando esses caras estão aqui, porque eu falo, pô, que maneiro, cara. E teve uma vez que falou comigo assim, ó, porra, eu não concordo com nada que você fala, mas você tem uma característica que eu acho muito legal, a gente sente vontade de ser teu amigo. Porra, eu quero crer, foi um elogio que me emocionou. Então vocês estaram, porra, esse negócio pode sair todo mundo que eu quero é que você for.

Pô, não é assim, brother, sabe? O público é, no final das contas, nós somos o quê? Entretainers mesmo, nós somos comunicadores. A gente tá aqui para entreter a pessoa. Pessoa que entra no YouTube para assistir aqui não entra para ficar triste, para ficar indignada, né? Dá para se divertir, entra para ter um entretenimento. Ela já tem um momento lá, até ela chegar aqui, bicho, ela já acordou cedo, já fez a os compromissos dela, trabalho, já teve que aturar, porra, patrão chato, empregado chato, trânsito, porra, o estresse do dia a dia.

Ele chega, que ele quer relaxar, ele tá aí na frente do YouTube querendo relaxar, querendo, porra. Então tem que proporcionar esse cara um momento maneiro, entendeu? Um entretenimento, alguma coisa. Falar que eu quero aquele que se foda, que pode sair, eu acho sem sabedoria para quem se propõe a trabalhar com o público. Nós aqui trabalhamos com o público, certo? E quando você manda essa, fica quem quer mudar de vida, fica quem quer a verdade.

Porra, meu irmão, o cara é profeta, o cara é o bichão mesmo. É legal, legal ter essa visão tal. É para mim aqui, meu irmão, fica quem quer dar risada, meu irmão, porque Eu não consigo mudar a vida de ninguém, bicho. E verdade, eu também, meu irmão, não posso prometer a verdade. O que eu posso prometer é o seguinte: é sinceridade. Eu vou ser muito sincero com a minha opinião, mas se eu tô falando a verdade ou não, eu não sei. Porque às vezes vem uma notícia aqui, a gente não sabe se é verdade, né?

Quantas vezes você fala uma coisa, pô, depois descobre. Eu já dei notícia aqui que depois, no desenrolar, né, eu cheguei, a notícia chegou para mim, eu dei a notícia, dei minha opinião. Depois de um comentário: meu irmão, tá tudo errado. Tu não viu o que aconteceu? Essa reviravolta? Falei, porra, bicho, não vi, meu irmão. Reviravolta veio depois. Então, de uma forma culposa, faltei com a verdade ali porque eu não tinha informações suficientes.

Então, o que você vai ter aqui da gente, meu irmão, da minha parte, sinceridade. Eu não vou ficar aqui puxando camotinha, daí eu penso isso, mas vou falar isso, né? Porque vão pensar de mim, não sei o quê. Não tem essa frescura, meu irmão. Você não vai conseguir ter uma ideia de mim pior do que eu já tenho de mim mesmo, entendeu? Vamos lá, tem outra parada aí do Sextaro? O que que tem mais aí? Oi? Pois é, meu irmão. Aí eu vou te falar o que acontece.

O Sextaro diz que não é de esquerda, certo? Diz que não é de esquerda, que ele é de direita e tal, não sei o quê. Mas eu vi um vídeo dele junto com uma moça que vai ser deputada do— ela é deputada, é pré-candidata a deputada estadual em São Paulo, Maria Helena, do Partido Novo. Menina inteligente, cara, foi lá no podcast dele, menina muito inteligente. Aí o desceu, cara, ele deu umas escorregadas ali, ó, que eu vi o seguinte: porra, deu umas escorregadas ali, uma ideia meio esquerdista, bicho, tá ali tudo, deu uma escorregada.

Porque acontece, tu vê que quem pensa dessa forma foi porque escutou e viu uma razoabilidade num discurso totalmente esquerdista, bicho, totalmente esquerdista. Não acho que seja pela maldade, talvez seja por acreditar mesmo que aquilo é o melhor, mas é um discurso furado, um discurso irreal. Ilusório, que é a especialidade que a esquerda tem de cooptar os seus militantes. Solta aí a discussão da Maria Helena com o Sestaro. O povo vai ser dono do Estado?

Você tá louco? A Vale do Rio Doce foi boa? A privatização da Vale? Primeiro que a privatização da Vale só aconteceu no governo Bolsonaro. Até então ela era completamente pública. Quando a gente se sabe que privatizou, não, porque os conselhos de participação da Petrobras, o BNDES, todos detinham mais participação. Quem mandava e desmandava na empresa era o setor público, era ele que indicava os conselheiros, que tinha a maior parte das ações.

O governo federal não, mas o BNDES, via fundo de pensão, via isso, via aquilo, que é isso que eu falei. A gente descobriu que tinha 600 empresas privatizadas pelo FHC, mas o sistema operacional foi— o sistema operacional dela é outra coisa, ela foi privatizada lá. Tanto que a Dilma conseguiu mudar o presidente da estatal e o Lula tá tentando fazer a mesma coisa. E ele não estava conseguindo porque de fato não existia mais maioria, se você contar os fundos de pensão, o BNDES, os bancos públicos.

Então se você junta tudo isso, a maior parte das ações sempre foi do setor público. Então ele definia quem era presidente da diretoria. Não, de fato foi quando esses outros saíram, faz pouquíssimo tempo. E eu acho que a Vale ainda assim ela melhorou muito depois que foi meio que privatizada. Então pode ser o próprio povo brasileiro fazendo isso, que o povo vai Então, no estado, você tá louco? Você sabe, vamos lá, você acha que o burocrata é um ser iluminado?

Que é o povo. Eu sinceramente, o servidor público é do povo. Então você acha que o político é o político e o povo? Não, não, porque eu quero menos, eu quero menos político mandando. Mas então como é que tu quer que eu acredite na tua própria candidatura, mulher? Fala para mim. Porque eu defendo menos político. Eu não posso acreditar que tenha um cara para tomar conta de uma estatal que seja honesto, decente igual você? Cara, eu vou ter que jogar para baixo o Brasil inteiro.

Isso é que se chama de vira-lata, bicho. O poder muda de mãos, o poder muda de mãos, o poder muda de mãos. É igual tá lá agora, tá lá o PT todo na Petrobras. Beleza, vocês pegaram, meu irmão? Vocês pegaram a conversa? Eu vou pontuar algumas coisas aqui que foram faladas ali, depois você volta, vê a conversa de novo. Mas eles estão falando sobre a privatização da Vale do Rio Doce. A menina tá explicando que a privatização foi feita de fato no governo Bolsonaro.

Essa privatização foi feita na verdade no governo Fernando Henrique, mas o Fernando Henrique, o que ele fez? Ele abriu o capital da Vale do Rio Doce para iniciativa privada, tá? E, mas, ou seja, abriu as ações, só que o Estado permaneceu como o maior acionista da Vale. Então, na hora de indicar diretores e tudo, o Estado, ainda por ser, por ter a maioria das ações da empresa, tinha esse poder de votar, né, de indicar, de escolher de eleger, né, o CEO, o presidente da Vale.

A Dilma fez isso. Quando chegou o Bolsonaro, realmente que entregou, né? Ou seja, ele fez com que o Estado não continuasse mais como o acionista-mor e espalhou aquele capital lá para iniciativa privada. E aí a coisa começou, a escolha dos diretores começou a vir ali dos acionistas, ou seja, de uma forma diferente que com menos interferência estatal. Aí ficou aquela discussão, não, foi Fernando Henrique, você entendeu? Fernando Henrique começou uma parte, o Bolsonaro terminou para que realmente a Vale do Rio Doce fosse uma empresa privada, tá?

Para 100% privada. Vamos lá. E aí ele começou, ela falou assim, pô, mas você vê, ainda assim, mesmo sem a interferência, mesmo com a interferência estatal ainda na Vale, Ela melhorou muito porque agora existia um capital privado dentro da empresa. Ou seja, se o gestor ali começasse a fazer um monte de atrocidade, as pessoas simplesmente saíam, tiravam o dinheiro da Vale, e a Vale ia para o buraco. Então, mesmo assim, começou a existir uma, ainda se sentia uma responsabilidade maior.

Eles não botavam políticos para— se fosse uma estatal, ele botaria um político, um indicado político. Não, eles botavam os caras técnicos ali. Ela falou assim, pô, cara, você vê que mesmo assim a Vale melhorou muito. A expansão da Vale, a capacidade técnica, logística, de produção melhorou muito. E aí ele fala assim: mas você acha que isso não poderia ter ficado com o povo brasileiro? Você não acha que seria bom se tivesse ficado com o povo brasileiro?

E ela responde: povo brasileiro? Ela sendo estatal, ele ia ficar com burocratas. Eram os burocratas que iam cuidar daquilo, não era o povo brasileiro. O povo brasileiro não ia tirar benefício nenhum. Quem ia tirar benefício eram os partidos políticos, eram os burocratas que tivessem no poder, como sempre foi, como é. E aí ele fala assim: pô, mas será que eu não posso acreditar que vai ter um político honesto dirigindo a Vale? Ela falou assim: tudo bem, ele pode ser honesto, mas o poder muda de mão.

Hoje tem um honesto, amanhã tem um desonesto. A diferença da iniciativa privada é que se o cara não produz, ele vai embora. Se ele não produz, se ele não gera valor, se não gera riqueza, a empresa quebra. A estatal não. Se o cara não produz, não gera valor e cobra um prejuízo, sabe o que eles fazem? Aumenta o imposto. Vamos aumentar o imposto, vamos retroagir para 25 anos para botar aqui na empresa e a gente conseguir socorrer essa empresa.

Ou seja, Eu, povo, não me beneficiei daquilo. O cara quebrou aquela empresa com uma irresponsabilidade gigante e agora eu tenho que pagar a conta da irresponsabilidade do cara. Isso é o que acontece com o Estado brasileiro. Os caras gastam, gastam, gastam, não tem teto, estouram o teto, gastam mais do que arrecada. E depois que eles fazem, pô, precisa, bota imposto, bota mais imposto. Agora, virada do ano, agora 2027, vai vir uma porrada de imposto novo aí para a gente aumentar alíquota, ou seja, vai atorchar a gente com imposto.

Por quê? Porque as contas estão no vermelho. Então essa é a diferença de uma estatal para uma empresa privada. No final das contas, tanto uma como outra, nenhuma das duas vai beneficiar o povo, nenhuma das duas. Agora, uma beneficia um grupo político, a outra investidores, pessoas que investem naquele projeto. Uma tem responsabilidade porque sabe que se não gerar riqueza vai quebrar. E todo mundo vai perder dinheiro e vai perder emprego.

A outra não tem responsabilidade nenhuma, porque se quebrar, pega dinheiro desses otários aí, ó, desses otários aí, ó. Vocês otários aí, eu, você, os otários, pega dinheiro deles. Então quando o Felipe fala, pô, mas será que não pode ser do povo brasileiro? Pô, esse é um pensamento ideológico esquerdista, porra, fruto da doutrinação nas escolas, nas universidades. Pensamento completamente fora da realidade, fora da realidade. Deixa eu voltar aqui antes da gente continuar.

Deixa eu só ver o que que a galera tá falando. Vamos ver, deixa eu ver aqui, deixa eu ver aqui os comentários desse meu povo, esse meu povo lindo. Vamos lá, ele tem um podcast chamado Aerontox, é o Enfim, alguém não conhecia ele. Também não conhecia até o Piu Piu apresentar. Vamos lá, bota zona nisso. Você tem razão, Rafa. Fabiano Coelho. Alguém me diz quem é Cestário. Porra, Peter, você é desinformado, hein, meu irmão. Claro, só assiste Fala Guerreiro, entendeu?

Por isso que você é desinformado. Vamos lá, é tudo nosso. Bia Teixeira. Cestário bobalhão. Jorge Santos. A Bia, porra, bicho. Vamos lá, Jorge Santos. Na época da estatal, um dentista já presidiu a empresa. Olha que loucura, dentista presidindo. O Jorge trouxe essa informação, um dentista é presidente da Vale do Rio Doce, que é uma mineradora. A Vale melhorou muito, sem dúvida, melhorou muito. Cris, sim, ele é contra privatização e acha que tem que permanecer como estatal.

Ou seja, ele não quer livre mercado e sim mais peso nas costas dos pagadores de impostos. Pô, isso é uma desculpa, isso não é uma— quem tem uma visão, uma cabeça de direita, acredita que a direita, que um governo de direita é melhor para o país, não Porra, última coisa que ele vai pensar em estatal, ele quer privatizar tudo, inclusive Petrobras, pô. Como lá nos Estados Unidos é, cara. Os Estados Unidos é o seguinte: ele tem uma empresa estatal, ele tem uma petroleira estatal, mas ele tem várias petroleiras também privadas.

Ou seja, a estatal ela é mais uma no mercado para competir, mas ela não é única como a Petrobras. A Petrobras tem um monopólio, tá? O cara de direita fala, não, beleza, Petrobras pode existir, mas deixa outras também entrarem. Ela entra na competição, pô. Vamos lá, deixa eu ver aqui mais. Aqui, Sextaro não deixa os entrevistadores dele falar e ainda surta quando discordam dele. É, isso eu acho também ruim. Esse cara é ridículo, Mizinho Personal.

O Cheguei para Ver o Rafa falando de um desconhecido para mim. Vamos lá, o Abia, verdade que ele é nosso terapeuta. Será que ele também faz meteorologia do tempo igual a Cobra Coral? É um churrasco com Rafa e Rômulo, bora! Ô, valeu, Carol, Carolina, eu aceito. Vamos lá, aqui a Cris Barão falando aqui, ó: exatamente, temos que aturar marido chato, filha enchendo o saco, família pentelhando, chega às 20 horas, só queremos ver o pique, o cérebro na resenha.

Ô, Cris, obrigado, irmã. Eu também queria ser sua amiga, Rafa, você deve ser mó da hora, churrasco com você. Obrigado, Bia. O Jorge Santos, eu concordo uns 80%. Obrigado também, meu irmão. Pô, já, pô, 80% tá na média boa. Vamos lá, seguindo o Cestaro, ele falou sobre— ah, bicho, então esse é o primeiro indício, ou seja, aquela escorregada para esquerda. Sentiu que deu uma escorregada. Tem um outro vídeo que eu descobri também, vou botar o áudio, que foi a entrevista quando ele fez com Holiday, ele e o Holiday.

É lá na entrevista lá do podcast. Vê se não dá outra escorregada. Presta atenção no áudio. Essa porra da seleção, irmão, ele tá fodido, ele tá fodido. Se o Lula ganha essa merda, ele vai nomear 4 ministros do STF. Já acabou, acabou essa porra. Que acabou? Democracia. Porra, aí foi uma escorregada braba, hein? Ele devia estar ali falando mal do Flávio de novo, né? Eu quero, porra, Flávio virou uma obsessão na vida dele. E o Holliday começou a defender, falou, meu irmão, a gente não pode perder essas eleições.

Se o Lula ganhar essas eleições, eles vão nomear 4 ministros do STF. Ou seja, é tomar o Judiciário de tal forma que acabou, meu irmão, acabou. O Judiciário vai implantar ditadura, pô, se com esse número mesmo, ou seja, a gente pode dar essa virada, que eu já tenho lá o Nunes Marques, o André Mendonça e o Fux, que são os caras mais moderados ali, porra, para o lado de cá. O resto é tudo para o lado de lá. Se você bota mais 4, são 7, 7 contra 5, porra, já dá uma equilibrada no jogo.

Se o Lula nomeia os 4, é uma ferroa, cara. E aí ele fala assim, cara, nós não podemos perder essas eleições. Se o Lula ganhar, ele vai nomear 4 ministros do Supremo Tribunal. Ele: é, sabe o que que é isso? Democracia. Ah, porra, porra, meu irmão, porra, tu quer que eu te mande para aquele lugar de novo, bicho? Pô, mas que ideia de maluco! Ou seja, porra, desculpa, eu não vou ficar nervoso porque assim, você é esquerdista, porra, você é esquerdista, você tem que assumir que você é esquerdista ou que tu dá uma escorregada no quiabo.

Agora, você querer se apresentar como um cara de direita, aí tu deve ser daquela turma do MBL. Que se apresenta como os meninos de direita, que até fizeram lá a manifestação. Quando fizeram, porque nós fizemos impeachment da Dilma, isso não quer dizer que é de direita, porque você precisa tirar um presidente do poder para botar uma outra coisa lá que te interessava. É igual falar que os militares eram de direita. Os militares eram de direita, pô, os militares eram regime totalitário, controlador, porra.

Todas as estatais foram feitas no período militar. Censurava pessoas, controlava conteúdo, era um regime totalitário. Ele não era daquela esquerda, mas ele tinha o mesmo modus operandi dos regimes de esquerda, totalitário. Eleições, porra, controladas, sistema financeiro controlado, empresas estatais, conteúdos musicais, televisivos, cinematográficos controlados. Aí ele fala, eles eram de direita. Porra, meu irmão, tu não tá entendendo, direita é estado mínimo.

Direita é livre mercado, é liberdade de expressão, liberdade de produzir conteúdo, liberdade de empreender, liberdade nas relações humanas, trabalhistas, comerciais. Isso é direita. É um Estado que cuida só do básico e deixa que a coisa se desenrole naturalmente entre as relações humanas e os seres humanos, de acordo com seus interesses pessoais e suas ambições. E vai interferir se houver, porra, arbitrariedade, vai interferir se houver excessos, né, e ilegalidade durante essas relações.

Esquerda não, esquerda é o Estado controlando tudo. Então, porra, aí você, aí aqueles dias, MBL, entendeu? É a direita que apoia preso político, é a direita que apoia censura, é a direita que apoia censurar, tirar a rede social de quem tá sendo investigado. É a direita que concorda que as velhas de 70 anos de idade que tava numa manifestação fiquem presas por golpe de Estado. Essa é a direita do MBL, aquela direita, porra, de sacanagem, para enganar as pessoas.

Aí de repente, porra, porque sinceramente você falar isso, pô, o cara falou, meu irmão, o Lula não pode entrar. Ele vai, meu irmão, isso é democracia. Ah, porra! Porra, meu irmão, assume, porra, assume que tu é direita, porra, que tu é esquerda, porra, é só assumir. Agora, nego tá puto contigo por causa disso. Se você assumisse que é de esquerda, a galera da esquerda ia lá para perto de você, porra. De repente o centrão, ah não, não, é o centro, de centro-esquerda.

Agora não, você fica querendo fazer discurso alinhado com a direita. Pô, eu acho que a galera tá sentindo, acho que a bronca que a galera tá do Sextário é que tá se sentindo enganada. O cara tá se sentindo enganado por ele. E aí, meu irmão, ele tá injuriado, né? Ele tá injuriado com essa história, tá no inferno astral. E aí ele fez um vídeo aí dizendo que ia fazer uma revelação. Porra, eu queria botar o vídeo, mas é que ele tá preocupado, ele dá um strike na gente, entendeu, meu irmão?

Até porque eu tô aqui criticando ele, eu não sei qual é a dele. Pode ser que ele seja um cara maneiro. Não, tá me criticando, tá tudo certo. Eu não daria strike em ninguém por me criticar não, sacou? Mas não sei, não sei qual é a dele. Vamos lá. Solta aí, olha ele dizendo, é, eu vi essa cara dele aí e ele falando que vai fazer o quê? O influenciador, pera aí só, o influenciador do direito principal afirmou que pretende revelar informações sobre os bastidores do bolsonarismo e prometeu usar seu podcast para implodir a campanha presidencial do Flávio Bolsonaro.

Olha só, meu irmão, o cara da direita ele quer implodir a campanha presidencial do candidato do único candidato que tem voto para derrotar a esquerda. O único candidato que tem voto para derrotar a esquerda. Aí ele fala assim, ó, é, eu vi dos caras, meu irmão, olha só, bicho, Bolsonaro é o único candidato da direita que tem voto. Bolsonaro pai. E ele decidiu transferir esses votos para o Bolsonaro filho. É, mas o Canhedo, é, mas o Tarcísio não tem voto.

Não tem voto, não tem voto. Quem tem voto é o Bolsonaro. É o ativo dele. Ele construiu esse ativo político e ele dá esse ativo para quem ele quiser. Se ele quiser enfiar esse ativo dele, goela dentro, não dá para ninguém, é o direito dele. Agora, ele passou para o filho dele, os outros não têm voto. Então, porra, o Sextário quer implodir a campanha do único que tem voto para derrotar a esquerda, e ele é o cara de direita, né? Solta que ele fala.

Ninguém, nenhum desses influenciadores grandes estão com coragem de apontar as incoerências. Você é de direita? Presta atenção porque você tá sendo manipulado. É uma imundície o que tá acontecendo. Tá na hora de jogar luz. E a partir de agora eu garanto a vocês, eu vou jogar luz na porra toda. E foda-se, é um bando de safado, sem-vergonha, incoerente, manipulando você que é de direita, influenciadores que estão buscando apenas o quê?

Próprio interesse, porque tem medo de bater de frente com um grupo bolsonarista que quer manipular todo mundo, que busca poder pelo poder e não estão preocupados com o povo. Quem se fode é o povo, o povo que bota o coração nessas pessoas que não merecem nada. Beleza, então ele tá falando aí que vai acabar, não sei o quê, que vai revelar, tá, não sei o quê, bababá. E tem uma mensagem aqui, cara, do AZV Pablo. Falou assim: pensamento medíocre esse teu.

Precisamos acabar com bolsonarismo para evitar pessoas como você, Rafa. Caraca, meu irmão, porra, você atingiu meu coração lá no fundo, Pablo. Mas obrigado por você estar aqui, meu irmão. Valeu mesmo, sério, do fundo do meu coração, fundo do meu coração. Discordar faz parte, mano. Se tiver algum ponto de discordância, pode expor aqui, eu vou ler. E vai que você me convence. Porque assim, eu tenho as minhas convicções, tenho as minhas ideias, foram construídas ao longo da minha história, das minhas referências, das experiências positivas e negativas.

Porém, do fundo do meu coração, meu irmão, minhas convicções são frágeis. Se você vier com um bom argumento, eu mudo de ideia de coração, irmão, mudo mesmo. Mas até hoje ninguém apareceu com esse argumento porra, que me fizesse falar, caramba, realmente faz sentido, entendeu? Vamos lá, porque aquela coisa, bicho, tem um mundo real e mundo ideal, tá? O problema é que a esquerda vende o mundo ideal, que é muito distante do mundo real.

Talvez por isso que ela tenha perdido tantas pessoas. Você viu a popularidade do Lula num determinado período da história, foi de 80%. Porra, bicho. E hoje em dia você vê que não perdeu. Por que que perdeu essa popularidade? Acredito eu porque não conseguiu o mundo ideal que ele vendeu, ele não conseguiu atingir na realidade. Aí vai falar, mas não atingiu porque tudo bem, meu irmão. Olha só, os caras estão desde 2002 no poder, ficaram fora 2012 a 2026, dá 26, 24 anos, ficaram fora do poder durante 6 anos, o resto foram eles, brother.

Então, se a coisa tá do jeito que tá, porra, meu irmão, eles são os maiores responsáveis. Eles não entregaram aquilo que prometeram, entendeu? Mas, Pablo, obrigado, obrigado por estar aqui mesmo, de coração. Tá tudo certo. Eu sei que você não me evita, senão você não estaria aqui. Vamos lá, ele deve estar apaixonado. Eu sou do estado de Goiás, falo do Ronaldo Caiado, não tem voto nem Zema nem Augusto Cury. Pois é, não tem voto.

Aí temos aqui o Azê, Renan Santos. Azê, na boa, cara, assim, eu acho o Renan enganador, entendeu? Eu acho ele enganador. Por quê? Vou te explicar por quê, irmão. Ele, no discurso dele, eles são muito bons de debate, o Renan, o Kim, o Arthur. É uma galera universitária que eles promoviam debate, né? Eles têm, eles são treinados para o debate e tinha uns grupos que faziam isso aí até nas universidades. Eles pegava um tema, ó, você tem que defender, você tem que criticar.

E ali era, meu irmão, você tinha que buscar os argumentos. Tanto que eles faziam muitas técnicas de debate. Por exemplo, uma vez eu vi o Arthur Duval debatendo com o cara, e o moleque era muito bom, moleque tinha muito conhecimento. E quando o moleque começou a, ele começou a tomar um calor ali no debate, né, o cara começou a ter argumentos mais contundentes, o que que ele faz? Interromper o cara, interromper, interromper. Para quê?

Para o cara Não deixar o cara conseguir concluir um pensamento. Toda hora que você interrompe, você quebra o pensamento do cara. Porra, é difícil você retomar para concluir. Técnica de debate. Ou então começa a desqualificar o cara, a pessoa do cara. Meu irmão, os moleques são bons de debate, só que o Renan, cara, ele promete coisas que não são reais, não são reais. Vamos plantar aqui o modelo do Bukele aqui, sabe? Porque isso não é verdade, não vai conseguir, vai esbarrar em questões legislativas, vai esbarrar numa opção de questões, porra, até mesmo do Congresso, de STF, não Não vai, não vai conseguir.

Pô, já vi os caras falarem de prisão perpétua. Porra, meu irmão, não vai, isso não existe. Prisão perpétua, você tem que reescrever a Constituição. E ainda assim, prisão perpétua, já vi bem falar de pena de morte. Ainda que você reescreva a Constituição de acordo com o Pacto de São José da Costa Rica, os países que tinham pena de morte, prisão perpétua antes desse pacto, tudo bem, podem permanecer. Mas os países que não tinham Eles não podem passar a ter esse tipo de pena, a não ser que você saia do Pacto de São José de Costa Rica.

Você vai ter um isolamento internacional, vai deixar de receber recursos internacionais, investimento, relações diplomáticas. Então assim, eles prometem coisas que são impossíveis, mas que a gente gosta de ouvir. Pô, isso aí, prisão perpétua! É, vagabundo tem que ser perpétua mesmo, tal. Não, porque o polícia tem que matar o vagabundo. É, pô, tem que matar o Eu falo, pô, não é verdade, brother. Então, e sinceramente, a partir do momento que eles apoiam prisão política, prisão do Olavo de Carvalho, prisão do Alan dos Santos, que era um jornalista, irmão, se ele fala coisas que você não concorda, porra, entra no debate com ele, monta teu canal.

Ele montou um canal aqui como a gente montou o nosso e fala das notícias dele. Ah, mas ele fala fake news também. Então faça um canal para desmentir as fake news deles. Agora vai querer a prisão do cara? O cara é pai de uma filha especial, quer destruir a vida do cara porque o cara, ele estuda, entende daquela forma e verbaliza daquela forma. O Olavo de Carvalho estudava e passava o conhecimento dele. Você queria prisão do cara porque ele não se alinha com tua ideologia?

Pô, isso é covarde, brother. Isso é covarde, isso é cruel, isso é totalitário, isso é autoritário. Por isso que eu não boto fé nesse maluco, entendeu? Mas se você vê isso de uma forma diferente, pô, tá tudo certo. Vamos lá, Rafa, o que que você acha do Augusto Cury? Rapaz, eu só conheço o livro dele, é o que é o escritor, não é? Eu li o livro dele que eu fiquei emocionado, aquele livro de que ele— vê se é esse escritor, tá? Porque eu não tô viajando, eu só conheço o livro mesmo.

Se é o cara, o escritor, que é o livro que ele fez, que ele estudou sobre a história de Jesus, né, que ele era ateu, e aí ele entrou na parada para estudar sobre Lucas. Que eram, escreveram o livro de Lucas, né, que o Lucas era médico. Então eles do Lucas, como era médico como ele e tal, então era um cara mais, mais cético, mais racional. E estudando a história de Jesus, ele acabou se convertendo. O livro é lindo, pô, fiquei emocionado mesmo.

Conheço ele disso aí, cara. Agora, experiência política, eu não conheço. O Flávio dar o celular para mulher denunciar o marido faz todo sentido. Lembrando que o PL aprovou todas, todas as pautas feministas. Pesquisem, fale disso. Ele falou esse negócio, dá um celular, até não sei o quê. Também achava babaquice, mas bem, ainda assim, babaquice, babaquice, porra. Eu acho que eu prefiro ter a liberdade de poder expressar minha opinião e vocês a opinião de vocês do que, ah não, porque o cara vai dar o celular, não sei o quê, eu vou votar no outro que vai me censurar e vai me prender pelas minhas convicções políticas, entendeu?

Eu não sei se você tá falando, tá, Paulo, se você concorda, não. Eu acho essa parada da celular besteira também. Não sei se tu acha certo. Chiquinho não errou quando falou que você estava fazendo desserviço. Eu também acho que tava. Vamos lá, Paulo, você disse que o Mamãe Falei apoiou a censura do Monark, sendo que o Mamãe Falei sofreu a mesma censura no ano de 2022. Desculpa, o A ZV, qual foi dessa censura que ele sofreu? Foi por meio, foi por parte do governo Bolsonaro que ele sofreu essa censura?

Porque, cara, eu que chamava Bolsonaro de genocida, de qualquer coisa, eu nunca vi ele processar jornalista. Ele nunca processou jornalista ou blogueiro ou tirar ou pedir para tirar coisas do ar, entendeu? O que eu sei que aconteceu lá do Mamãe Falei 2022, que eu acho que foi aquele negócio lá das ucranianas, que eu também acho que foi uma besteira, tá? Eu também não acho que quando ele falou aquilo lá das ucranianas numa mensagem privada, eu acho que nego também transformou aquilo numa parada, pô, numa conversa privada ali de homem, aquelas conversas bobas de homem e tal.

Você nem transformar aquilo, pô, o cara foi lá, o cara foi lá só para comer, foi fazer turismo, como é que é, turismo sexual. Não acredito também, não vi dessa forma. Mas o Monroi, falei, era um cara que distorcia tanto palavra, distorcia tanto discurso das pessoas para atacá-las, que na verdade o que fizeram com ele foi o que ele tava fazendo o tempo inteiro com as pessoas, entendeu? Mas vamos lá, deixa eu ver aqui mais mensagens aqui.

Dito isso, Flávio Bolsonaro, Marcelo Gago. Rafa, o negócio é o seguinte: sou Flávio Bolsonaro para governador no Rio, somos todos garotinha. Cabeça dos Santos, sextário é uma comédia, Rafa. Ninguém te fez refletir, né, Rafa? Sobre o quê, cara? Eu sou feliz. Aos poucos a direita vai se desvencilhando dessa família satânica. O Paulo Silva, tá? Paulo acha que é legal a direita tá se desvencilhando da família satânica, que é a família Bolsonaro.

Rafa, você é o melhor que nós temos. Obrigado, Fabiano. Andrew deu uma risadinha aqui. Sextário esquerdopata, não sei se é aquele esquerda piroca. Te atingiu lá no fundo, né, Rafa? Impressionante esses caras que não sigam as partidárias e do nada ganham uma bolada Porta dos Fundos. Ixi, caramba, entrou o Endre, entrou. Obrigado ainda pelo Super Chat. Rafa, independente da situação do país, estamos na torcida pela sua bravura de nível ultra especial na instituição.

Obrigado, Endre. Samuel, fala sobre a prisão do Facão, ex-chefe do TCP. Ah, bicho, o Rômulo depois fala sobre isso, eu não me interei muito sobre essa parada não. Jorge, ele falou, as ucranianas não eram motivo para caçar a mamãe, falei. É, cara, também acho que, eu também acho que foi exagerado ali. O cara tinha sido caçado e tal, não sei o quê. Eu acho que ele foi caçado porque ele armava muita confusão ali, entendeu? Às vezes ele era desrespeitoso, passava um pouco dos limites e tal, não sei o quê.

A Zé Vê: Rafa, eu gosto de você, também quero ser policial civil igual a você, mas o vídeo falando mal do Kim não me agradou. A Zé Vê, cara, é, bem, quando eu falei aquilo ali, de coração, cara, é Eu achei aquela lei proposta pelo Kim de suspender rede social de quem tava sendo investigado, achei aquilo extremamente absurdo. Sabe por quê? Porque você pode chegar numa delegacia agora e fazer uma denúncia sobre minha pessoa, falar alguma coisa que eu te ameacei, o caralho, então não sei o quê, e eu vou começar a ser investigado.

A partir do momento que eu sou investigado, eu posso ter minha rede social suspensa. Porra, brother, isso é uma arma na mão, principalmente nessa época de eleições, é uma arma na mão desse judiciário que, pô, não demonstra muita parcialidade, de prejudicar. Não, esse aqui vou deixar falar, esse aqui não, cara. Hoje em dia você não ter uma rede social é foda, né, meu irmão? Você se comunica com o mundo, ainda mais um comunicador, um político que precisa atingir mais pessoas.

Então eu achei essa lei muito irresponsável. E realmente falei aquilo, falei, cara, quando um cara que se diz de direita apoia censura, apoia prisão de política, Pô, desculpa, entre o Renan e o Lula, eu voto no Lula, porque, pô, já para fazer essas merdas todas, que fique na conta da esquerda. Foi isso que eu falei, já que vai fazer essas arbitrariedades, esse autoritarismo, então que isso fique na conta da esquerda e não na conta da direita.

O cara pegar, apoiar a censura, apoiar a prisão política, pedir prisão de filósofo, de jornalista, pô, e ficar na conta da direita isso, porque os caras se apresentam como direita? Não, meu irmão, não. Porque eu acredito nos valores de direita, eu acredito que uma economia mais voltada capitalista, livre mercado, é melhor para o país. Eu acredito que a liberdade econômica, liberdade, é melhor para o país. E aí eu vou botar um cara que diz, se coloca num rótulo de alguém que defende tudo isso, mas não defende, pelo contrário, defende as coisas da esquerda.

Então que fique na conta deles lá, meu irmão, fica na conta do Lula, não da direita. Direita, porque depois eu fecho a porta para qualquer outro candidato de direita para entrar no poder. Esse era meu sentido, mas dei uma explicação melhor, mas é minha linha de pensamento, tá? Mas você não concordou, tá tudo certo. Mais importante, se você tá aqui, eu tô feliz. Fala, Rafa, assassinato do soldado pelo também soldado PF no Ceará.

Rapaz, não tô sabendo disso, não tô sabendo. Mas, galera, vamos lá, vamos voltar para o Sextário. Sextário falou que tinha uma revelação para fazer. Lembra? Qual será a revelação do Sextaro, meu irmão? Vamos lá, solta a grande revelação que o Sextaro disse que ia fazer. Essa aí, essa é a revelação dele, é o que ele revelou. Ele falou que ia revelar que ele ia implodir a campanha do Flávio. Felipe Sextaro revela oferta de R$1 milhão para apoiar Flávio Bolsonaro.

Solta aí. Debati com todo mundo da esquerda, aí debati com o pessoal da direita. Pessoal começou a ficar incomodado. Sentou um cara na minha frente para me oferecer quase R$1 milhão para apoiar o Flávio, só que eu disse não. Me arrependo muito de não ter filmado, mas eu também vou fazer o quê? Não quero morrer, né? Não sou otário. Mas sentou para me oferecer, eu disse não. Há 4 meses atrás eu refinancei meu carro para pagar as contas daqui, e o pessoal acha que eu sou rico.

Não, ainda não. Vou ficar, mas ainda não. Eu faço meu trabalho, eu sei porque eu faço. Só que esses filhas da puta Muitas sentam aqui e não estão preocupados com o Brasil e nem com Flávio Bolsonaro. Eles estão preocupados com as suas próprias campanhas, porque eu desligava a câmera, eles vinham por trás e falavam assim: Seu, que mais? Beleza? Beleza? Não, concordo com tudo. Isso aí, ó, é isso. Nós já perdemos. Eu posso citar o nome de um por um, mas eu não vou fazer porque eu não sou desonesto.

A revelação do Cezar é o seguinte: ele falou que uma pessoa ligada ao Flávio Bolsonaro foi lá no podcast dele, sentou e ofereceu 1 milhão para ele falar bem do Flávio Bolsonaro. Ele não aceitou, mas ele queria ter filmado, mas não filmou porque ele tem medo de morrer. Ah, porra, você está porra, meu! Água aqui, água para porra! Ah, porra, meu! Te caô, meu irmão! Que conversa mole, bicho! Porra, que conversa mole, companheiro! O cara do Flávio Bolsonaro, meu irmão, assim, desculpa, bicho.

Porra, meu irmão, eu queria ser assim, bicho. Eu queria ser assim. Eu preciso ser assim, sabia? Eu acho que às vezes eu queria me dar esse valor que você dá. O cara, tu tá me dizendo que um cara ligado ao Flávio Bolsonaro foi na tua mesa, te ofereceu 1 milhão 1 milhão pra te falar bem do Flávio Bolsonaro. Mas tu não aceitava. Meus valores, meu moral. Eu tenho moral, eu tenho valor. Porra, meu irmão, tá de sacanagem, meu irmão.

Porra, meu irmão, se eu, tu, o cara que era minha frente, me oferece 1 milhão, 1 milhão pra te falar bem do Lula, eu falo. Me dá aí 1 milhão. Peguei 1 milhão, vou. Lulala, brilha uma estrela. Lulala. A felicidade. Porra, meu irmão, 1 milhão, bicho? Porra, tá de sacanagem! Eu não tenho essa moral não, bicho. Eu não tenho essa moral, não tenho esse— eu, porra, 1 milhão? Tá doido, bicho! Comprar meu apartamento, meu irmão, com essa mole do cacete!

Vocês acreditam nessa história que um cara sentou, deu 1 milhão para vocês? O cara é foda, meu irmão! O cara é o influenciador das galáxias! É influencer. Ninguém recebeu isso. O Vilela não ofereceram. Vilela não ofereceram isso para o Flow, não ofereceram isso para o Pó de Pá, não ofereceram isso para Jojô Toddynho, para Anitta, para nenhum influencer. Mas ofereceram para vocês, cara, 1 milhão para falar, 1 milhão para tu falar bem do Flávio.

Porra, meu irmão, porra, meu irmão, porra, tá de sacanagem. Isso me faz lembrar uma história, meu irmão. Eu lembro uma vez que eu tava vendo aquele Tinha aquele João Kleber, lembra do João Kleber? Aquele teste de fidelidade. Aí tinha dois personagens que era Márcia Imperato e o Oliver. O Oliver fazia o teste de fidelidade com as mulheres e a Márcia Imperato com os homens, né? E aí eles fizeram esse programa para crescer, aí resolveram fazer um filme de sacanagem.

Os dois fizeram um filme de sacanagem em parceria, os dois juntos, não sei o quê. Aí eles foram no programa, acho que o João Kleber mesmo, para falar do filme de sacanagem que eles fizeram. Aí ele, pô, como é que foi o filme? É não sei o quê, pá, que a gente já se conhece da tela e tal. Então foi assim, foi certo, pá. Aí o cara virou para Márcia Imperato e falou assim, mas vem cá, você, mas você acha que isso é prostituição? Perguntou para os dois.

Não, cara, não é prostituição, isso é arte, porra. A gente fez um filme, tem nada a ver com prostituição, é arte e tal, não sei o quê. Mas, ô Márcia, você se se prostituíria? Pô, a Márcia Imperato é das minhas, essa coisa é sincera, é sincera. Ela falou assim, olha, te falar um negócio, eu hoje não preciso, mas pô, eu tenho um filho, cara, amanhã não sei como é que vai ficar a vida, tal, não sei o quê, como é que vai ser, tal.

Pô, dependendo da situação que eu tivesse, não esqueci, me prostituíria sim. Aí perguntou para o Oliver, não sei se você lembra, olha, era um grandão, tudo, falou assim, ei, olha, você se prostituíria? Aí o Oliver meteu assim, ó, não, jamais eu faria isso, cara, nunca me prostituíria. Dia. Isso aí que eu fiz foi arte, entendeu? Porque, porra, não vou vender meu corpo, sabe? Não vai ser, porra, 3 milhões, 4 milhões que vai me fazer vender meu corpo.

Como é que é? 3 milhões para vender o corpo? 3 milhões para comer o caneco? Porra, meu irmão, o que que tem? Eu dou, só faço o seguinte: passa a manteiga, não conta para ninguém. Porra, alguém vai querer comer teu caneco por 3 milhões? Joga a viagem do cara, meu irmão. Igual se alguém vai querer dar 1 milhão pro cara pra falar bem do Flávio Bolsonaro, como se o Flávio Bolsonaro precisasse do cestário pra falar bem dele, porra.

Que ousada do cacete, meu irmão, porra. 3 milhões, 3 milhões, tá lá, pode me possuir. 1 milhão pra falar bem do Lula e 3 milhões pra me possuir. Pronto, tá aí dadas as cartas, tá aí, tô me vendendo aqui, vou ganhar um dinheiro Vou me dar bem porque, porra, ficar vivendo de polícia, podcast, vou ter que ficar ralando aí para o resto da vida. Agora não. Vamos lá, deixa eu ver o comentário da galera. Vamos seguindo aqui. O, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, deixa eu voltar aqui, porra.

Tá, caramba, tá nego rindo, parece que eu fiz muita merda. Vamos lá. Ir na Ucrânia não pegar ninguém é foda, mas pô, está no meio da guerra, né, Bruno? Na hora que ele foi, escutou, tava aqui, tava torando lá. Vamos lá. Esse quem morde fronha, eu, você, testemunha a seu favor. Rafa, obrigado. Adriana: Rafa, fala do assassinato do Ceará. Alexandre, eu não me interessei sobre esse assunto, tá, querido? Paulo Arrecival: a lista de ditadores do Bolsonaro feita em 2021 era bem clara: censurar quem criticasse a família Bolsonaro, AGU do Bolsonaro e Eduardo Bananinha pedir a prisão do Danilo.

Não, bicho, não aconteceu não, pô. Ô Paulo, isso nunca aconteceu, cara. Ninguém pediu prisão de Danilo Gentili, cara. Que viagem, bicho! Desculpa, Paulo, assim, isso assim, eu gosto muito de política, sacou? E cara, isso não aconteceu. Danilo Gentili criticou, pode ser que os moleque tinham criticado ele também, tanto que agora pedir prisão. Sabe quem pediu? Sabe quem pediu a prisão dele? Não sei se você lembra, Maria. Prisão não, mas processou Danilo Gentili, Maria do Rosário.

Você vai ver um vídeo da Maria do Rosário, o Danilo Gentili recebendo uma intimação do oficial de justiça de um processo da Maria do Rosário. E aí ele pega aquela intimação e fala assim: aqui a intimação. Não sei se tu lembra disso, ele abre a intimação, rasga e passa no saco. Aqui que eu faço aqui, ó, pegou a intimação, passou no saco, rasgou, botou no envelope, tá, não sei o quê. Aí teve aquele auê. Agora, o Bolsonaro, bicho, desculpa, Paulo, você tá dando uma informação que, cara, eu não tomei conhecimento mesmo e acho difícil Não que eu seja o cara mais informado, eu gosto do Bolsonaro, gosto da família, eu acompanho, gosto de política, caralho, não sei o quê.

Eu não teria deixado isso passar não, bicho. Vamos lá, Eduardo: Bolsonaro nos fez entender a política. É. Ah não, volta não. Vamos lá, muito lúcido. Pô, obrigado, CBV, falando da minha lucidez. Pô, obrigado, Miguel Ligeiro. É, Miguel tá ligeiro aqui. Fátima Merino: Flávio é o único da direita a dar anistia aos presos e utilizado como moeda de troca pelos políticos. Os outros 3 são sabor direito e a favor do STF. Sistema de ditadura vai perdurar.

Opinião da Fátima. Obrigado, Fátima. Eu acho talvez o Sextário nem seja má pessoa, mas um bobalhão. Eu também acho, também acho. Nem acho que ele seja uma má pessoa não, acho que ele tem um coração bom. Você vê que ele se emociona, ele fala de família, se emociona, chora, tal. Ele não tem provas. Hoje Quartário não é Sextário ainda. Vamos lá, Adriana Quinta Série, vamos lá. AZV, Chiquini foi de lapela e com o cara gravando no podcast do Sextário.

Imagina um convidado que você chama aí, Rafa, esse cara vem com lapela e o outro cara gravando para te desmoralizar. AZV, olha só, esse negócio que o Chiquini foi de lapela, isso é uma coisa que o Sextário falou. Agora, sobre gravar, muitas vezes eu recebo pessoas, principalmente candidatos, tá, que o Chiquini é candidato, vem a equipe dele. A gente tem um espacinho, a gente até montou uma salinha aqui no nosso estúdio, né, que uma salinha aqui bacana e tal.

E o pessoal filma, o pessoal fica filmando a conversa. Às vezes assim, a gente tá aqui, o cara filma para fazer o conteúdo dele, tem uns que às vezes transmite ao vivo e tal. Então isso é o que foi o cestário que falou em defesa dele, dizendo, ah, ele tava mal intencionado, tal, não sei o quê. Mas pelo que eu vi ali, cara, a conversa foi muito espontânea, aconteceu ali espontaneamente. Mas não sei, pode ser também. Mente que nem sente.

Eu, eu que minto? Porra, Balbino, sacanagem! Se eu minto, eu tô achando que tô falando a verdade. Ele não gravou? Poxa, vamos lá. Sabe para quem você disse isso? Acho que foi para mamãe, falei. É, esse vídeo foi do que eu falei. Aí o pessoal tá rindo do Rafa, falou e não falou nada, falou, falou e não falou nada. Eu falei, falei, não falei nada? Tá. Fabiano Coelho rindo: ele não vai citar porque não tem provas e sabe que pode tomar processo.

Pessoal rindo, rindo, rindo. Rafa, te dou 1 milhão para falar bem do Lula, é só um teste. Porra, falo, me dá 1 milhão que eu falo mesmo, porque que se foda, falo, porra. Confesso que faltou virilidade no Sextário quando o Chiquinho confrontou ele. Ele ia fazer o quê, Zé? Dá uma porrada no cara? Porra, tá doido! É aquilo mesmo, você nem espera. Sextário foi pego de surpresa, né, cara? Foi. Próximo assunto, pelo amor, tá? Esse Sextário é um doente desequilibrado.

História para boi dormir. Sextário, lulalá. Flávio foi o cara que mais protegeu o Xandão em 2019. Ele retirou a assinatura da CPI da Lava Toga que investigava Xandão. É, brother. Eu já vi uma história diferente. Essa lavatória não era para o STF, era para todos os judiciários. Ele viu, na verdade, que não tinha assinatura suficiente. Falei, cara, não vou botar minha cara aqui. Então, mas esse também é o que ele diz. Vamos lá. Hahaha, tá mais perdido que surdo em bingo.

Corte desse assunto dá muita visualização para o canal. Tô passando mal. Largava o aluguel, né, Rafa? Pô, largava o aluguel, meu irmão, largava o aluguel tanto para apoiar o Lula como para dar o caneco para o Temer. Pô, mas ia ficar 4 milhões falando orgulho de dar o caneco. 1 milhão, mas ter 4 milhões, pronto, vivo de renda, meu irmão, vivo de renda. Largo vocês também aqui, não vem mais aqui, quero nem mais saber de vocês. Com 4 milhões na minha conta, quero nem mais saber de vocês.

Acredito igual o ET Mike Leão. É, eu disse que eu, a Priscila disse que acredita no Sextário igual acreditou no Mike Leão, o homem do ET. Sextário sempre foi comédia, Rafa. Sobre o enterro da Lavatoga, Flávio provocou em 2019. Rafa não lembra. A Zevia, olha só, o Flávio não tem como enterrar o ACP do Lavatoga sozinho, entendeu? Você vai ver um cenário, talvez ele tenha saído fora, vê mesmo, não vai valer a pena, vou meter nessa confusão, não vai rolar o Lavatoga, eu vou me foder aqui, vou ficar na mira dos caras, tá?

Não sei o que aconteceu, mas ele não tem como enterrar o Lavatoga sozinho, bicho. Conta Lulalá, conta Lulalá de novo, cantar Lulalá, né? Rafa, se eu fizer uma Super Chat de R$1.000, você fala bem de qualquer pessoa? Não, pô, R$1.000 é sacanagem, qualquer pessoa depende. Faz um Super Chat de R$1.000 para ele falar bem do Renan. Faz aí, faz aí, faz, faz eu falar. Tu vê que o meu valor vai baixando. Que vergonha, né, bicho? Tá falando de R$1 milhão, agora já tô passando para R$1.000.

Vamos lá, vamos seguir então, galera. Vamos seguir para outro. Rômulo já é milionário, virou chefe do Rafa. É verdade, tá vendo? Eu que tô precisando aí. Cês estaram mentirosos. O Rafa, me deixa te agenciar, melhorar teu passe para quem tu vai vender o caneco. Cris, beleza, tu vem me agenciar. Pronto, aqui Cris vai ser minha cafetina. Aqui tá aceleradíssimo. Glaubert Rocha, não dá para treinar ouvindo esse cara rindo e os outros vendo sem entender.

Valeu, bom treino aí para ti, meu irmão. É o shape? E é o shape? Não, você só falou que daria o brioco por 1 milhão. Porra, que isso, porra? Um milhão? Tá bom, tá bom, tô por um milhão. Você está no BBB, ele se uneu, auxiliar do PT. Rafa, leu o Super Chat? O Super Chat tem Super Chat aí, bicho? Você está por fora do mercado imobiliário com 4 milhões no Rio, comprando um apê em uma boa área da Zona Sul Oeste, não vai sobrar dinheiro para o condomínio?

Não, sobra sim, porra. Você também ter Depois daquele episódio das vacinas com Rafa Guerreiro, deveria criar o Rafa Sem Filtro. Vem cá, tem superchat aí, bicho. Eu acho que eu já li, não li não. Flávio admitiu que influenciou outros senadores a retirar o senatório em nome da boa relação. Ele mesmo falar, se ele fez isso, foi sacana, foi sacana. Então, porra, Flávio, porra, vacilação. É, se ele falou isso, sacanagem. Rafa é pica, não concordamos em muita coisa, mas eu gosto dele.

Beijo no coração, Azevia. Tá vendo? Parece que aqui tava querendo me evitar, porra. Já consegui quebrar teu coração. Cris, cafetina do Rafa, é isso aí. Aceita tique-refeição? Porra, tique-refeição, brother? Tá bom, aceito. Vamos lá, vamos seguir. Chega de cestário. Vamos agora para qual bicho? Porra, essa é— não, essa aqui, essa aqui, porra, essa aqui é polêmica, meu irmão. É o seguinte, Galera, vocês têm acompanhado aí que o marido da Maria da Penha foi preso de novo?

Ele, o Heredia, né? E aí tá gerando uma polêmica enorme. Vamos lá, joga a foto aí do maluco aí. Vou ler aqui a notícia. Vamos lá. Ex-marido de Maria da Penha, a senhora que foi agredida, foi agredida e tal, e virou nome de lei, né? É preso após entrevista sobre a tentativa de feminicídio. Vamos lá, é prisão de agressor, tá aqui, eu tô lendo a matéria, tá? Marco Antônio Heredia Viveiros, ex-marido de Maria da Penha, Maia Fernandes, foi preso nesse domingo em Natal por supostamente descumprir medidas protetivas determinadas pela justiça em favor da ativista e de suas duas filhas.

A prisão preventiva foi decretada pela Justiça do Ceará no sábado. Durante o plantão judiciário. A decisão assinada pelo juiz César Morel Alcântara ocorreu após o Ministério Público do Ceará apontar que Marco Antônio concedeu uma entrevista em uma emissora de televisão sobre o crime cometido contra a ex-mulher. Entrevista teria violado restrições judiciais. Segundo o MP do Ceará, as medidas cautelares impostas a Marco Antônio desde 2024 proibiam, entre outras condutas, a divulgação de informações relacionadas ao processo ou do nome ou da imagem das vítimas.

Ministério Público informou que o ex-marido de Maria da Penha concedeu entrevista à Record para uma reportagem sobre tentativa de feminicídio ocorrido em 1983. 83. Chamada para o programa anunciava a exibição do material neste domingo, enquanto trechos da entrevista e peças de divulgação já circulavam nas redes sociais e plataformas digitais. Não, não, tira essa imagem aí. Para o Ministério Público do Ceará, a conduta configurou descumprimento de medida protetiva de urgência.

Na decisão, a justiça considerou haver indícios suficientes para a prática de crime previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha. Além da prisão preventiva, foi determinada a retirada imediata do conteúdo relacionado à entrevista. A justiça também proibiu a exibição ou divulgação de reportagem em qualquer plataforma e ordenou a preservação dos materiais utilizados na produção, incluindo arquivos, registros de edição, contratos e comunicações internas.

Em caso de descumprimento das determinações, foi estabelecida uma multa diária de R$100 mil. A prisão foi realizada pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte em uma operação articulada com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas, o GAECO, né, do Ministério Público Estadual. Beleza, galera. Então, Abadias foi preso. Você vê, esse crime foi em 1983 e gerou muita polêmica, né? Tá gerando muita polêmica.

Já era uma coisa pacificada. Todos nós tomamos conhecimento desse crime bárbaro. Depois houve pressão internacional. Parece que a primeira audiência ele foi absolvido, né? Na primeira audiência. E aí recorreram, tal, e E aí conseguiram condená-lo. Parece que foi uma exigência também, segundo apurei, de organismos internacionais para que houvesse a punição do marido da Maria da Penha. Chegaram a negociar até uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, troca dessa, desse, da punição, da apuração.

Dos fatos. Ele foi preso e a lei se tornou uma realidade em 2006, acho que essa lei é de 2006. E nós ouvimos essa história que era um marido muito violento, batia na mulher, agredia constantemente, chegou a eletrocutá-la e tal, não sei o quê, até que tentou matá-la e foi preso, né? E ela ficou paralítica e tal, não sei o quê. Esse tema da Maria da Pena é muito pacificado. Todo mundo sabia dessa história. Foi uma mulher vítima de violência doméstica extrema, ficou paralítica, e a sua luta, né, e a luta de outros militantes também junto com ela conseguiram fazer a Lei Maria da Penha, que é uma lei de proteção à violência doméstica da mulher.

Só que o que aconteceu foi que chegando perto aí de uma das comemorações de não sei muitos anos da Lei Maria da Penha, o caso, né, da Maria da Penha voltou a ser requentado e ela começou a conceder entrevistas. Em duas ocasiões ela deu uma entrevista que surpreendeu a todos que estavam assistindo, tá? Eu separei o trecho dessas entrevistas que o pessoal, pera aí, mas não entendi direito. Vamos botar, tem esses dois trechos em sequência, a gente vai botar aqui para vocês assistirem.

Vamos lá. A primeira agressão foi o quê? As minhas agressões foram agressões psicológicas, certo? E psicológico porque ele me diminuía e porque ele não me respeitava, né? Assim, ele era grosseiro demais, né? E achava defeito em tudo, e todo eu era responsável, né? Toda culpa era minha, né? E o pior é que minhas filhas eram maltratadas fisicamente, sabe? Inclusive ele era grosseiro com as crianças, chegava a bater, né? E então assim, a senhora sofria agressões verbais, era toda uma tortura psicológica, mas fisicamente a senhora chegou a ser agredida?

As filhas da senhora também eram agredidas? Não, fisicamente não. Fisicamente o máximo que eu talvez um empurrão ou dois, entendeu? Mas assim, porque eu evitava ao máximo esse contato de essa agressividade física. Beleza. Então essas duas entrevistas fez as pessoas— peraí, peraí, não entendi. As pessoas não entenderam porque a gente desde 2006 até essas entrevistas foi recentemente Mas, pô, a história que nos contaram foi que ela apanhava do marido constantemente até que ficou paralítica, aconteceu isso tudo, tal, não sei o quê.

E de repente veio uma entrevista que ela fala: não, não, as minhas agressões eram psicológicas. E aí na primeira entrevista aqui ele fala: não, mas é, mas batia fisicamente nas tuas filhas? É, nas minhas filhas sim. Aí na segunda ele fala: pô, mas ela batia em você, nas tuas filhas? Não, não, as nossas agressões eram agressão psicológica. Pera aí, bicho, agressão psicológica? Mas você não falou que— aí uma galera começou a querer investigar o caso, e o processo já tinha transitado em julgado, o cara já tinha sido preso e tal, mas eles foram nos arquivos e desarquivaram esse processo para estudar os autos do processo e o caso.

E aí começaram a surgir uma série de perguntas, tá? Eu tô aqui relatando fatos, eu não tô fazendo juízo de valor de nada, eu tô relatando fatos. Começaram a surgir uma série de perguntas, uma série de questionamentos analisando os autos do processo. Dizem que encontraram várias inconsistências no processo, até que a Brasil Paralelo fez um documentário. Eles têm uns documentários que eles fazem, né? O Lado Oculto do Fulano, Lado Oculto do Rafa, Lado Oculto do Rômulo, Lado Oculto de Mandela, Lado Oculto do Che Guevara, e fizeram esse O Lado Oculto de Maria da Penha.

E aí eles se aprofundaram na história, e segundo eles, tá, de acordo com o documentário, e as pessoas começaram a desacreditar na Maria da Penha, o que que eles falavam que eles tinham apurado nos fatos? Olha só, estou reproduzindo o que foi falado, que houve um assalto na casa deles dois. Os ladrões deram um tiro no Heredias e um tiro na Maria da Penha. Maria da Penha ficou paralítica. Parece que depois que eles foram embora, o próprio Heredias socorreu Maria da Penha, levou ela para o hospital.

O hospital, pô, ela ficou lá internada um tempo. A lesão dele, o tiro dele do ombro, ele se recuperou mais rápido. Quando soube que ela ia ficar paralítica, política, ele reformou a casa com os acessos maiores para poder se locomover. E isso que diz o documentário. E depois passou um tempo, ela voltou para lá, tanto que parece que ela descobriu uma traição. Quando ela descobriu a traição, ela foi na delegacia falando: olha, já descobri quem me matou, foi o meu marido que tentou me matar.

Ele simulou um assalto para poder fazer aquilo. E aí aquela coisa começou a andar desse jeito aqui, resultou, acabou que resultando no processo dele. Aí os caras ficam questionando assim, ah, mas pera aí, pô, se ele quisesse, se ele deu, ela tava deitada, ele deu um tiro nas costas dela, pô, se ele tinha uma arma para matar a mulher deitada, por que que ele deu um tiro nas costas, não deu um tiro na cabeça? E depois ele dá um tiro nas costas, socorre a mulher, pô, isso não é incoerente e tal, não sei o quê.

Cara, pode ser que sim, mas pode ser também o cara, pô, deu um tiro nas costas e depois agora vou socorrer para fingir que eu tô salvando, entendeu? Cara, eu vou te falar assim, o que que aconteceu Se eu acredito na história da Maria da Penha, se eu acredito na história do Heredias, eu vou te falar, ser sincero contigo, eu não conheço o Heredias, eu não conheço a Maria da Penha. Eu não sei se Heredias é um crápula safado mentiroso, eu não sei se Maria da Penha é mentirosa, safada, não sei, não conheço nenhum dos dois.

Então não acredito, não desacredito em ninguém. Eu não sei da história também, não me aprofundei, não fiquei ali, sacou? Então não sei quem tá falando a verdade, tá falando mentira. Então vamos se apegar aos fatos. Os fatos é: houve um processo, esse processo resultou numa condenação, primeiro uma absolvição, depois uma condenação, depois mantida a condenação. Eledias foi preso, pagou a sua pena e sempre alegou inocência, sempre, ele sempre alegou inocência, escreveu alguns livros sobre o caso alegando a inocência dele.

Como A Lei Maria da Penha já era um ativo até mesmo político para muitos deputados, para muitas deputadas. E aí vinha essa coisa da Delegacia das Mulheres, você vai ter aquele movimento político em defesa das mulheres. E a Lei Maria da Penha era muito simbólica. Os livros dele não era aceito, ninguém queria publicar esses livros, ninguém queria. Ele ficou meio que não podia contar a versão dele, até que veio esse depoimento da Maria da Penha.

E as pessoas se ligaram nisso aí. Nós já estamos na internet, uma informação descentralizada. Pessoas, influencers, foram atrás dele e aí começaram a falar do livro dele, começaram a contar a versão dele. Essa versão dele também deve ter ajudado a resultar lá no resultado lá do documentário da Brasil Paralelo. Mas a questão é a seguinte: ele já pagou a pena dele. Ele já foi preso, já foi transitado em julgado. Esse crime foi de 83.

Eu acho que ele foi preso, deixa eu ver aqui se alguém conseguir ver para mim aqui quando Heredias foi preso, né? Não tá botando aqui quando Herodes foi preso. Ele diz, quando ele diz marido da Maria da Penha foi preso, então tá colocando aqui, foi preso 19 de agosto, não foi preso agora, pô, mas tem outra prisão dele. Ah, merda, foda-se. Vamos lá, ele já foi preso, já pagou a pena, e aí entra uma medida protetiva dizendo assim, não, você não pode falar da tua história.

Porque assim, se ele é um cara inocente E tá querendo lutar pela inocência dele, pela honra dele, pela dignidade dele. Ele tem esse direito. Ainda que ele não fosse inocente, ele tem o direito de falar sobre o caso, a versão dele, ou não? Ele não tem esse direito de falar do caso dele? Ele tem que ser calado? Ou seja, fizeram uma medida protetiva para que ele não pudesse falar sobre o caso? Ele não pode contar a história dele, o que aconteceu?

É só uma história? Não, não é essa história que você só pode ouvir essa uma história, você não pode ouvir a outra. Aí você vê uma coisa assim, uma comparação, né, de um tratamento de dois autores de violência doméstica. Aí você pode jogar aquele carrossel ali. Vamos lá, aqui são dois condenados por violência doméstica, né? Vamos ver a diferença. Tem o Marco Antônio Heredia e Elise Matsunaga. Passa aí. Elize matou e esquartejou o marido em 2012.

Sua trajetória pós-crime e condenação foi a concessão de liberdade condicional, depoimentos de grande repercussão em reportagens, programas de TV, redes sociais, lançamento de obras audiovisuais, livros biográficos e produção da Netflix com a versão, com sua versão dos fatos. Marcos Heredia foi julgado e condenado entre 91 e 96, sendo preso em 2002. O Brasil Paralelo lançou um documentário trazendo à tona a versão da defesa do acusado, apontando possíveis falhas no julgamento.

Pelo simples fato de dar voz à versão do acusado, a produtora foi alvo de uma série de ações judiciais e investigações contra a empresa. A diferença entre os dois: Elize Matsunaga tem a liberdade de contar sua versão dos fatos, faz depoimento de grande repercussão, reportagem programa de TV e podcast, lançou obras audiovisuais, livros biográficos, teve sua história produzida pela Netflix. Marco Antônio ganhou uma mordaça eterna do Estado, não podendo citar o nome da outra parte.

Enquanto isso, a outra parte destrói sua reputação e o que resta dela em reportagens, programas de TV, de podcast. Um tem o direito de falar, o outro foi silenciado para sempre. Teve sua imagem reconstruída através de obras de ficção, biografias e reportagens, sendo agora uma heroína para muitas mulheres. Ganhou apoio, empatia, admiração pública. Ele precisa ter sua imagem congelada no passado, sendo amordaçado para que ninguém ouse discordar da versão da parte contrária.

Não pode citar o nome da outra parte para se defender enquanto ela destrói a reputação em reportagens, programas de TV e podcasts. Para ele, a mordaça, para ele, para que ele morra como um vilão. Um tem direito de falar, outro silenciado para sempre. É a última, vamos lá. Elize Matsunaga esquartejou o marido. Agora fala: não, mas ela sofria violência doméstica, ela apanhava, tal, não sei o quê. Mas Não tem a delegacia de mulher, não tenho a justiça, não tem a polícia para você sanar isso.

Você tem que esquartejar, o caminho é esquartejar. Então, se alguém tiver infernizando minha vida e me fazendo, me deixando angustiado, me agredindo, então o caminho é matar. Ela esquartejou um homem e tem toda liberdade de fazer as entrevistas. O outro foi condenado, pagou sua pena e tudo, ele não pode contar sua história. Ou seja, ele é proibido de falar. Uma medida protetiva que proíbe o cara de falar, de se defender. E se ele foi inocente?

Se ele foi inocente? Porque se ainda que ele tenha sido julgado e condenado, quantas pessoas já foram julgadas, condenadas sendo inocentes? Eu não sei. Mas será que é justo ele não poder contar a história dele? Ele já pagou a pena dele, ele não deve mais nada ao Estado. É uma medida protetiva eterna. Tem aí um depoimento de uma jornalista, né, falando sobre essa matéria. Jornalista questiona, né, qual o interesse jornalístico de entrevistar o Eridia.

Vai lá, solta aí essa aí. Vai lá. Quem tenta matar quer a morte da vítima, é um assassino assassino potencial. E qual o interesse jornalístico em dar voz a um sujeito desses? Que prazer sádico é esse de deixar o criminoso contar sua versão de um crime hediondo, violentando a vítima de novo com a deturpação dos fatos? Marco Antônio Viveiros tentou matar Maria da Penha com um tiro nas costas e depois eletrocutada. Ela sobreviveu aos ataques, ao cárcere privado e ao horror de ver o ex-marido pegar apenas 2 anos de cadeia.

Maria da Penha tem que ser honrada todos os dias no nosso país. Fez da dor luta e vitória. Da coragem dela nasceu uma lei que protege todas nós mulheres contra a violência doméstica. Dar palco para o criminoso que tentou matá-la duas vezes é banalizar a vida. Essa é a opinião dela, tá? Ela deu a opinião dela aí, que acha um absurdo, tá? Não sei o quê. Tudo bem, bacana, não tá de todo errada. Mas eu te pergunto, já que ele não pode dar por esse crime abominável que ele cometeu, bota umas fotos aí.

Vamos lá, por que que Susana von Richthofen, que matou o pai e a mãe a pauladas, Recebeu R$500 mil da Netflix para autorizar documentário sobre o crime. Por que que a Suzana deu várias entrevistas? Será que não deve ser respeitada a dor do seu irmão Andréas, que até hoje vive como um andarilho, completamente desconectado da realidade, isolado da realidade, no estado de profunda depressão, isolamento? Não deve ser respeitada os amigos, os irmãos dos pais dela, os tios dela, que perderam o ente querido de uma forma tão brutal e tão desnecessária, de maneira tão torpe.

Ela dá entrevista. Por que que ela pode dar entrevista? Por que que ela pode dar essa entrevista? Passa outra foto. Isso aí é Pedrinho Matador. Pedrinho Matador é um dos maiores assassinos do Brasil. Esse cara matou mais de 300 pessoas. Maior assassino do Brasil. Será que a gente não volta lá no Pedrinho Matador? A gente não— as vítimas desse cara, mais de 300 vítimas, não merecem ser respeitadas? Não merecem ser honradas a memória delas?

Ou seja, ele pode dar entrevista, ele pode contar a história dele, a versão dos fatos dele. O outro, depois, depois desse aí, Maníaco do Parque. Fez dezenas de vítimas, mulheres, levando para um matagal lá perto do parque. Aliás, acho que era Ipiranga ali, não sei onde é que era aquele bairro lá. Eu cheguei, eu morava nessa época lá em São Paulo, e lembro que uma vez eu passei pelo local, ela mostrou, cara, é aqui que o Maníaco do Parque levava as pessoas.

Família dessas pessoas, dessas mulheres, não merecem respeito? Não merecem ser honradas à memória? Dessas mulheres que foram assassinadas, estupradas e assassinadas por esse, por esse verme. Então, por que essa seletividade? Por que essa seletividade com uma pessoa só? Qual é o interesse jornalístico de entrevistar esses criminosos? Qual é o sadismo de entrevistar esses criminosos? Ou só é sádico quem quer entrevistar Aquele cara que quer contar a história dele em relação à Maria da Penha.

Isso que eu acho muito incoerente. A Maria da Penha virou uma bandeira política, virou uma arma política que é muito utilizada também por mulheres sem escrúpulos para prejudicar pessoas. Dizem que é uma arma, que é uma lei que protege mulheres. Tá legal, uma lei voltar. O objetivo dali é proteger as mulheres, mas se protegesse realmente, o número de feminicídios não estaria aumentando. Então é uma coisa meio, porra, o que que tá, por quê?

Se é uma lei que protege as mulheres, por que que o número de feminicídio aumenta? Não sei, questionamento. Talvez tem alguma, alguma coisa errada aí na execução. Maneira de tratar aí. Não sei o que tá acontecendo, mas eu acho que se a pessoa pagou sua pena com o Estado, meu irmão, tá pago. Ele agora deveria ser um homem livre, com os mesmos direitos que todos nós temos, que ele já pagou. A não ser que exista pena perpétua no país.

Se existe pena perpétua, então vamos implementar isso para todo mundo. Pena de silenciamento perpétuo. Então é para todo mundo, é para Suzana, é para Matsunaga, é para todo mundo, meu irmão. Tem uma, eu vi uma opinião, né, sobre essa Lei Maria da Penha. É uma, pera aí, antes de começar, deixa eu ter uma matéria que eu queria. Então tá falando aqui uma opinião, né, fala que Você pode observar, ele respondeu o processo, pagou sua pena perante o Estado, e mesmo assim a sua liberdade continua na mão da ex-mulher.

Isso acontece com todos os homens que estão com medidas protetivas. Ainda que o inquérito seja arquivado, ainda que ele responda ao processo, e o pior, ainda que ele seja inocentado, as medidas podem permanecer contra ele. Se isso não é puro, se isso não é misandria combinada com destruição dos direitos humanos, dos homens, então é o quê? Apenas um lado pode falar, apenas ela pode falar. A gente não faz justiça, bicho, cometendo injustiças, certo?

Vamos lá, sobre a Maria da Penha, tem uma opinião aqui que eu queria ler com vocês. De acordo com essa postagem, ele fala que a Lei Maria da Penha é uma lei injusta e diz que pode provar. Essas mulheres trans no Brasil teriam acesso a medidas protetivas, mesmo que a violência doméstica fosse causada por uma parceira mulher. Então mulheres trans são protegidas pela Lei Maria da Penha. Passa. Com isso entendemos que pela lei ser mais forte— desculpa, com isso entendemos que pela lei ser mais forte não impede que alguém sofra violência doméstica.

Esse casal de mulheres lésbicas no Brasil também teria acesso à medida protetiva. Se uma delas bater na outra, elas têm acesso às medidas protetivas da Lei Maria da Penha. Com isso, entendemos que pela lei mulheres também podem praticar violência doméstica, certo? Então, primeira coisa, o mais forte pode praticar violência doméstica. Ele vai ser— as mulheres também podem praticar violência doméstica, porque já que ela protege o casal de lésbico, esse casal de homens gays no Brasil homem também teria acesso a medidas protetivas.

Com isso entendemos que pela lei homens também podem sofrer violência doméstica, ou seja, o casal gay, se ele pode ter medida protetiva, porque a gente entende que era homem, pode sofrer violência doméstica. Agora, esse casal no Brasil, apenas a mulher teria acesso às medidas protetivas da Lei Maria da Penha? Se não é sobre força física, se não é sobre mulheres não poderem ser abusivas, se não é sobre homens não poderem sofrer violência doméstica, então por que o homem heterossexual não pode ter acesso à Lei Maria da Penha?

A Lei Maria da Penha, no meu entender, deveria ser uma lei que combatesse a violência doméstica. Eu trabalhei na delegacia do idoso e muitas vezes eu me deparei com fatos de que o idoso sofria violência doméstica da filha, de uma irmã. E aí a pessoa que acompanhava o idoso falou, pô, você não consegue uma medida protetiva? Pô, cara, ele é homem, não consigo, não consigo. Porque quando eu boto aqui no sistema o sexo dele Homem, a medida protetiva não é gerada.

Eu não consigo gerar a medida protetiva. Eu vou fazer a concorrência, vai no Ministério Público, desenrola lá, vê se você consegue. Então, porra, é uma lei justa que todos nós estamos sujeitos a sofrer violência doméstica, seja homem, seja mulher, seja transexual, seja homossexual, todos nós. A violência doméstica é uma, e é É um crime realmente assim, porra, abominável, porque você tá ali na tua casa, o teu tempo, a pessoa que é objeto do seu amor, a pessoa que você dedica a vida, você sofre uma violência dessa pessoa, porra, é algo doloroso.

Mas por que só o homem heterossexual não tem esse direito, não tem proteção da lei? É que tá com uma lei que não protege não você, a gente protege tudo, você não. Sei que vocês acham disso, eu quero ver a opinião de vocês. Vou dar uma lida aqui, pera aí, voltar aqui para o meu. Cláudia Alencar: os números não mentem, é um fato, o número de mortes em relação às mulheres estão aumentando. Pois é, não deveria, né, já que a Lei Maria da Penha protege as mulheres, é uma lei que tá cada vez sendo mais aprimorada, não deveria aumentar.

Aí, eu sou mulher e ele está correto, a Cris falou. É, um policial falando uma coisa dessa é um absurdo. O número aumenta exatamente por esse tipo de opinião. Pessoas boas que estão nesse canal, a valinha fala, porra, ô Jota Júnior, desculpa, meu irmão, seja mais específico do que eu falei, porque é uma coisa tão absurda. O que eu falei aumenta, tô questionando. É aquela parada, irmão, se você não questiona, você vai viver numa burrice ideológica, informacional, para o resto da vida.

Não tô falando que a lei é boa, que ela é ruim. Se a lei é para proteger mulheres, por que que não tá acontecendo isso? Que que tá acontecendo? Por que que não? Por que que o número tá aumentando, já que a lei é boa, já que a lei protege? Alguma coisa tá errada. É execução da lei, é aplicação, não estão aplicando a lei adequadamente. Que que tá acontecendo? Dei de cara com essa Suzane em Holambra, um mês. Estava com umas mulheres e criança andando normalmente lá.

MB LGBT, Missol não é de direita. Vamos lá, sempre tem print. A democracia no Brasil é diferente. Heredia tem todo direito de falar. Se querem calá-lo, tem caroço nesse angu. Outra coisa sobre a fala do Heredia, é isso mesmo, cara. Se a regra é essa, pessoa que matou alguém não deve falar, então ninguém deve falar. Suzana von Richthofen não deve falar, a Batsunaga, ninguém deve falar. Agora, quando direciona só para o cara, tem alguma coisa errada.

Tem alguma coisa errada. Será que você não percebe isso? Talvez você perceba o dia que essa coisa errada chegar até você. Simone, até apaguei meus comentários, mas vou lhe contar, ele é criminoso sim. Bem, Simone, é o que eu te falei, o que eu sei da história da Maria da Penha é o que me trouxe o jornal, tá? Eu sei pelo jornal só. Eu não conheço Maria da Penha, eu não era parente da família, não era próximo da família. Não conheço.

Eu só conheço o que veio de notícias através do jornal. Pode ser que o jornal esteja falando verdade, como pode ser que esteja falando mentira. Até porque também jornais falam verdade, falam mentira. Então não sei se ele é criminoso, tudo bem. Mas ainda que ele seja criminoso, a Suzana von Richthofen também é criminosa, a Matsunaga também é criminosa, Marica do Parque também é criminoso, aquela mulher que o Drauzio Varella entrevistou, que era uma travesti que matou uma criança de 9 anos, também é criminosa.

Por que que eles puderam dar entrevista? Porque eles puderam contar a história deles e a versão dos fatos deles. Rafa, onde eu compro essa camisa? Cara, essa camisa é de um curso de tiro do meu amigo, do general, o caralho, porra, meu Deus do céu, tô maluco, como é que eu posso esquecer o nome? Marcelo Oliveira já teve aqui no podcast umas 2 ou 3 vezes, camisa do no curso de tiro dele, ó, tô no treinamento de tiro avançado. Aí quando eu fui fazer o curso, eu ganhei a camisa.

Mostra essa mulher! Vamos lá, Heredia tem o direito de falar. Boa noite, rapaziada! Sextário mandou tropa do MBL em peso aqui para o chat. Uhuu, só pelo menos deixei meu like. Miguel Ligeiro, tá, isso aqui a gente já passou. A esquerda está concentrando todo seu ataque nos homens, principalmente branco, pai de família, conservador e religioso. Na TV e nos filmes, homens não são mais protagonistas e são fracassados. É verdade. Vamos lá, CBC, concordo com Rafa certinho.

Vamos lá, Cláudio, essa galera não acredita em fato, isso é doentio. Sou pai de menina e vendo policial civil com esse tipo de opinião. Ah, meu irmão, porra, Junior, pode ser burro. Desculpa, deixa de ser burro, irmão. Que opinião que eu dei até agora? Só te relatei fato, meu irmão, porra. Mas tá bom, assustador. Vamos lá. Desculpa, tá, falar assim contigo, mas é que, porra, caralho, eu tô tentando ser o mais imparcial. Eu não tô dando minha opinião, cara, eu tô relatando fatos aqui.

Você tá insistindo numa merda. Eu também sou pai de filho, também sou pai de menina, eu também sou pai de menina, tem uma filha de 6 anos, o amor da minha vida. Então, porra, não vem com essa conversa, porra. Vamos lá, Rafa, me corrija se eu tiver errado. Analisando as suas falas e episódios, eu vejo que você é um ser humano que preza pela igualdade em todos os sentidos. Sim, sim, claro, igualdade assim, cara, você trata os iguais como iguais, desiguais como desiguais.

Mas sim, cara, todos são iguais, então tem que ser tratado da mesma maneira. Pensei que era general. Não, general é porque o apelido dele é o Marcelo General. General Barella. Não, mas o Marcelo é da Polícia Penal. Vamos lá, aqui em Santo André tem um tal de botão de emergência, mas não adianta ter o botão e não ter contingente suficiente para fiscalizar a defasagem na polícia. Exatamente, cara. Eu vou te falar uma Eu tenho uma teoria até que esse negócio de violência contra a mulher, eu acho que o homem violento, cara, ele antes dele casar e praticar violência doméstica, ele já cometeu atos de violência anteriores, sabe?

Eu acho que o problema aqui, cara, é que um tapa na cara, uma lesão corporal leve, não é devidamente punido. Você dá um tapa na cara de um cara, dá um soco na cara do cara, não dá em nada. Dá em nada. Lá nos Estados Unidos, você dá um soco na cara de uma pessoa, você fica empenado. Primeiro você vai ter que indenizar, uma indenização, meu irmão, que vai arrebentar tua vida financeira. E depois tu vai ficar preso. Então sair na porrada na rua nos Estados Unidos, você vai preso.

Aqui não vai. Então se você começa a inibir o comportamento violento desde a pequena violência, eu acho que você vai desestimular o cara de cometer uma grande violência depois de espancar uma mulher dele. Porque ele sabe, meu irmão, que dali ele já viu que ele já se arrebentou, já foi empenado até ele chegar lá. Então o problema daqui eu acho que é impunidade. A gente deixa muita coisa passar. O cara pega, quebra, destrói o carro de um cara, ou uma briga de tanto dar um soco na cara do cara, e meu irmão não dá em nada.

Não, lesão corporal leve, não é nada não, tá não sei o quê, paga uma cesta básica. Pô, cesta básica, brother? Pô, tu deu um soco na cara do maluco, pô. Tu pode ter quebrado a cara do cara, machucado o cara, traumatizado soco na cara, porra. Então assim, se a pequeno ato de violência você já deixa o cara preso para cacete, eu acho que é um grande desestimulador do cara cometer uma grande violência. Então, se eu dei um soco na cara desse cara, pô, passei 3, 4 meses preso, imagina se eu espancar minha mulher, o que que vai acontecer comigo?

E espancou a mulher, tem que ser preso, ficar preso para cacete. Parece que não fica, porque senão nós não estaríamos, porra, com esse número de feminicídio aumentando. Vamos lá, é Cris. Ah, tá aqui, ó: você foi perfeito na sua colocação, sou mulher e concordo com você. Obrigado, Tetê. Juber: Maria da Penha realizou diversas entrevistas, inclusive no Roda Viva, e nenhuma delas ela confirmou que de fato teria sido agredida pelo seu ex-companheiro, o senhor Marco Antônio.

Cara, essas entrevistas que despertaram essa galera, começou a pesquisar, tá, não sei o quê, começou a questionar a verdade dessa história. Mas não veio um questionamento do nada, veio dessa declaração dela. Inclusive, o Brasil Paralelo, aí tem uma coisa curiosa também, o Brasil Paralelo fez um documentário falando, questionando essa história da Lei Maria da Penha, e tiraram o documentário do ar e pagaram, recebeu processos judiciais e tal por ser fake news, tá?

Beleza. Então o documentário, ele relata uma inverdade, então ele tem que ser tirado do ar. Aí eu te pergunto, Bolsonaro sofreu a facada, não sofreu. Porque assim, cara, eu acho que sofreu, porque o porra, eu vi esse aí, cara, isso é uma cicatriz horrorosa. Toda hora ele para no hospital, cara. O cara tem que ser, porque, por exemplo, lá, se a facada foi só para ganhar a presidência, ele já foi presidente, então já atingiu seu objetivo.

Mas na presidência, e até hoje, há pouco tempo atrás, toda hora ele tem que ir para o hospital em virtude das consequências da facada. Então, porra, ele vai ficar sustentando essa mentira porque assim, essa facada não vai eleger ele presidente de novo, essa facada não vai mais eleger ninguém a presidente. Ou seja, se fosse só para isso, por que que ele continua indo para o hospital? Então isso me faz acreditar, faz muito sentido que ele tenha tomado essa facada mesmo.

E aí teve uma, uma, um documentário que dizia que essa facada era fake, e o documentário defendeu por A mais B, com todos os argumentos, que a facada não foi verdadeira. Eu tenho um amigo que uma vez falou comigo, essa facada não foi verdadeira. Eu falei, porra, como é que não foi, cara? Tu não viu a cicatriz na barriga do cara? Meu irmão, assiste esse documentário tal que você vai ver. Porra, por que que esse documentário tá no ar?

Por que que esse documentário pode ser transmitido, pode estar no ar, um documentário que relata o que eu entendo ser uma mentira? Porra, o documentário do Brasil Paralelo não pode? Então que seletividade é essa, brother, entendeu? Porque a questão é o seguinte, bicho, você acha que, ah não, mas a maioria da, tudo bem, cara, mas essa seletividade um dia vai atingir você. Esse é o problema, porque não é uma coisa pontual. Você faz uma coisa pontual, mas daqui a pouco isso aí vai se tornando uma coisa corriqueira.

Quando o primeiro cara foi preso porque xingou os ministros do STF, nego, não, mas isso aí daqui a pouco começa mais gente presa, mais gente presa, mais gente presa. Agora a gente tem milhares de pessoas presas, centenas de exilados porque xingaram, porque deram uma entrevista. Inclusive a gente vai ter uma notícia de hoje que ainda tem aí de um jornalista que tá sofrendo busca e apreensão, e tá sendo investigada a fonte do jornalista.

Então o negócio é meio complicado. Vamos lá, o Cris Barão falando com Jota: é o mesmo, não é válido para nós mulheres? Existe um código penal porque também a Lei Maria da Penha impede o crime. Vamos lá, essa facada roubou anos de vida do Bolsonaro. Pois é, vi uma entrevista com o marido da Maria da Penha, eu vi a explicação dele, foi no podcast do Emilinho logo após o Pânico. Exatamente isso, tem que punir desde o pequeno ato, assim se educa.

Lá judoca, sou leviana, não sou leviana, nem brinco coisa séria. Essa facada roubou anos de vida do Bolsonaro, cara. A senhora é minha amiga e ela é cearense, né, senhora? Você é cearense, né? E a Maria da Penha do Ceará. Então talvez a senhora conheça mais de próximo, mais próximo do que a gente, entendeu? Você prova o que falei. Pera aí, você prova que falei que fui testemunha ocular? Vamos lá. Paulo, também tem que ver quem comete o crime.

Por vezes não é o crime que quem comete. O petista José de Abreu agrediu uma mulher cuspindo na cara de uma mulher no restaurante, nunca deu em nada. Exatamente, exatamente. Seletividade, essa seletividade é perigosíssima, tá? Você falou que não, TT, que tem que agradecer ao Sextar, pois foi através da confusão dele com Chiquine, que te achei. Estou adorando o teu canal. Ô, Tetê, obrigado, meu irmão, obrigado, porra. Também agradeço ao Cestaro também, vou, vou ligar para ele.

Obrigado, Cestaro, porra, você trouxe a Tetê aqui para gente. Denis Clay Souza Matos: eu desacreditei do Brasil quando eu vi uma mãe dando chá de maconha para seu filho de 2 anos dizendo que era para curá-lo. Viagem, né? Vamos lá. Os crimes em relação à mulher eram tratados como crimes de menor potencial ofensivo, com penas até pagamento de cesta básica. Pô, o Jota D'Arc, isso é velho para caralho, meu irmão. Eu tô na polícia há 13 anos e, porra, já tinha a Lei Maria da Penha, já não era assim, entendeu?

O que tinha na verdade antes da Maria da Penha é que a mulher podia retirar a queixa, né? Ela fazia aqui, depois retirava. Aí tem aquela parada, pô, agride e tal, vai para casa, aí o cara vai lá desenrola, tal, não sei o quê, até ameaça mesmo, e aí retirava. Hoje em dia, mas Lei Maria da Penha, ela agora, quando você comete, eu não sei se foi logo na Lei Maria da Penha, acho que não, mas depois veio uma dessas emendas que agora se você denuncia tem que ir até o final, meu irmão.

Se você entrar com a Lei Maria da Penha, você denunciou o marido, só o juiz pode arquivar. Você já não pode mais. Antigamente você conseguia tirar a parada na delegacia, hoje em dia não, você tem que ir até o Judiciário. Vamos lá, o Jones, quem critica Flávio pela Lava Toga não ter votado a favor não sabe que quem seria o presidente era o Randolph Rodrigues. Conheci seu canal através do react do Sextário. Tu é brabo! Obrigado, Jones.

Porra, não sabia dessa parada não. Olha só, isso é legal, o Paulo que tava falando, criticando. Quem seria o presidente da CP do Lava Toga seria o Randolph Rodrigues. Porra, não ia dar em porra nenhuma. Ou seja, eu ia botar meu nome, ele ia votar para acontecer uma coisa que eu ia me desgastar e não ia dar em nada aqui. Sabe que o Rodolfo Rodrigues, porra, meu irmão. Enfim, eu não sabia disso não, obrigado. Sione, eu fui testemunha ocular da pós-tentativa de todo o processo.

Aprenda a interpretar com seriedade, isso não é brincadeira. Então a Sione disse que foi testemunha ocular da pós-tentativa de todo o processo. Ou seja, cara, a Sione é uma pessoa que participou do negócio. Então acho que talvez quem tem mais credibilidade aqui para falar dessa parada é ela, que é minha amiga. Eu conheço ela, é uma pessoa, porra, do bem para cacete. Gosto muito dela, já me acompanha muito tempo, virou minha amiga.

Então se ela tá falando, Cris, pô, tamo junto, acredito em você. Vamos lá, Fátima Merino: lei de cunho político, Lula no poder com alinhamento internacional, ONU, Agenda woke com financiamento de projetos. Ela escreveu que foi testemunha ocular, eu vi, tá? Vamos lá, é uma coisa tão claro na época, é só saber como era a quantidade de deputados da esquerda. Tava em peso ainda. Meu filho e eu estamos sofrendo uma acusação falsa da ex dele que se arrasta por 3 anos.

A Lei Maria da Penha tem que ser revista. Vamos lá terminar aqui o Major Cadar, o caso do Major Cadar em São João de Meriti, que a mulher foi agredida e o marido, que era advogado, fez ela ir contra os policiais. É uma loucura. Vamos lá, galera, é, tem, vamos encerrar, encerrar esse assunto. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui para, tá, beleza. É isso, galera. Essa é a história da Lei Maria da Penha. Acho que essa revisão da Lei Maria da Penha, concordo, tem que ser revista.

No caso, acho que Lei Maria da Penha deve ser violência doméstica, não somente contra mulheres transexuais, homossexuais. Todos podem ser vítimas de violência doméstica. Tenho a minha experiência de já ter passado por pessoas que sofriam violência doméstica, mas por ser homem não tinham direito à medida protetiva e estavam com sua vida em risco. E eram pessoas vulneráveis, tá? Vamos lá, galera, seguindo. Vamos ver aqui a declaração do presidente do TSE sobre a segurança nas urnas eletrônicas.

Vai lá. Ao longo de 3 décadas, o sistema eletrônico de votação brasileiro consolidou sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e auditoria. Garantindo segurança e transparência ao processo eleitoral e aos resultados das urnas. Desacreditar o sistema de votação brasileiro é desconvidar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil. Está proibido não acreditar nas urnas eletrônicas.

Está proibido desacreditar. Se você não acredita, você é um canalha que está desconvidando os brasileiros ao processo democrático. O cara falou, tá falado, não tem o que se discutir. Falou, tá falado. Semana passada a gente mostrou a urna sendo aberta, abrindo a urna. Você viu lá a porrada de fio, negocinho ali, outro negocinho ali. Não importa se você sabe para que que serve aquilo ou não. Você tem que acreditar. Acredite. Se você não acredita, você não tem caráter, um negacionista e é contra a democracia.

Pronto, esse é o recado do nosso ministro presidente do TSE, que eu estou aqui chancelando. Bom, obrigado, Cássio Marques. Então, graças às suas palavras, agora eu acredito. Vamos lá, seguindo. Porra, meu irmão, pera aí, cara. Esse negócio aqui, bicho tá pegando, meu irmão. Olha só, isso aqui é o seguinte, essa analista é o seguinte, é a Jaqueline Muniz. Muita gente ficou sacaneando ela, ela ficou famosa quando ela fez uma entrevista naquela época lá do, daquela Operação da Penha, que ela falou assim, não, porque, pô, esses meninos aí, porra, só pegar umas pedras, joga nesse menino, pô, você pega uma pedra já assusta menina.

Aí todo mundo começou a sacanear ela, pô, vai enfrentar o crime com a pedra, tal, não sei o quê. Cara, eu até entendi o que ela quis dizer, entendeu? Não interpretei daquela forma não, que ela falou assim, pô, esse moleque aí, pô, é um bando de pé de chinelo mesmo, entendeu? Que ela falou que ela não precisava ter essa agressividade contra eles. Com pedras vocês conseguiriam derrotá-los. Olha, é só que assim, eu entendi que ela quis dizer que, pô, a força policial é muito superior até a técnica mesmo, tá, do que aquela molecada do lado de lá.

Porém, hoje, cara, ele já recebe um treinamento de guerra. Tem muito ex-militar, tem muito policial dissidente, policial safado que vai lá treinar os caras. Então o nível dos confrontos tem, quando há confronto, é bastante violento, tá. Não é mais aquela coisa, tu tá lidando com a molecada, molecada hoje em dia não tá boba, entendeu, não estão de bobeira. Tão usando até drone agora, jogando granada. Então, mas ela é uma especialista em segurança pública, né?

Já deu aula até o Chau, que teve aqui, que é um cara que para mim é um crânio, foi aluno dela. Mas ela faz uma declaração aqui que eu acho muito interessante, que vale a pena o comentário e vale a pena o registro, que eu gostei muito. Vai lá, solta aí. Não é o crime que entrou na política, é a política que organizou dele. Isso é muito importante que a gente tenha claro. Se todo mundo aqui quiser brincar, e é muito sério no Rio de Janeiro, porque hoje o que a gente vive é o Estado brigando com o Estado, o tráfico no meio procurando saber qual é a aliança provisória que ele vai fazer que dá estabilidade aos seus contratos, e a população ali exposta à bala achada, né, a bala chamada bala perdida, ao tiro amigo, que é o que o policial também vive.

O Estado do Rio Rio de Janeiro, e sobretudo na região metropolitana, a polícia do bem está sendo acuada e expulsa das ruas pelas polícias dos bens. Quem tem feito os policiamentos nos espaços aqui no Rio de Janeiro tem sido firmas clandestinas de segurança, o que a gente chama de milícia, Terceiro Comando, Comando Puro, enfim. Ou seja, o Estado terceirizou isso. Por quê? Porque o Estado tem funcionado como uma grande imobiliária que arrenda território, faz operações exatamente para tirar um traficante de estimação e pôr outro, para poder negociar o preço desse arrendamento.

O Estado tem funcionado como uma agência reguladora do crime, para o bem e para o mal. Pô, meu irmão, vou te falar, cara, eu achei essa declaração dela muito contundente, muito real, onde ela coloca nas suas palavras, né, que o tráfico ele tá o tempo inteiro buscando uma aliança para estabilidade dos seus contratos, que a polícia do bem tem sido colocada de lado para atuação da polícia dos bens, galera que é arregada, galera que pega o arrego para não prender, para não reprimir.

Para não combater. E aí a frase que eu achei mais forte, quando ela fala assim: o Estado se comporta como uma imobiliária, como uma grande imobiliária que arrenda territórios para o crime. Hoje, todos os territórios mais humildes, mais pobres assim pertencem a alguma organização criminosa. Todos os territórios, você não tem uma área assim pobre, carente, que você fala assim: não, essa aqui não tem ninguém. Todos os territórios, as áreas mais carentes estão arrendadas para alguma atividade criminosa, seja para o Comando Vermelho, seja para o Terceiro Comando, seja para milícia.

E eles vão explorando o território, explora aquela localidade. Internet, gás, luz, segurança, droga, van, mototáxi, algumas, comércio. Eles tomam território e arrendam. Mas por que que eles tomam esse território? O Estado arrendou para eles. Eles ficam naquele território e ninguém incomoda, eles não saem daquele território. Por quê? Porque tem muito dinheiro envolvido, é rego. Arrego para servidores públicos que permitem que aquilo aconteça.

E é muito servidor público ganhando arrego naquilo ali, servidores que representam o Estado. Então, a única coisa que justifica— e ela fala assim, eu tô fazendo comentário em cima do comentário dela— nós não retomarmos esse território é porque nós os arrendamos para o crime. E tem muita gente se beneficiando com esse arrendamento. Então, Jaceline Muniz, parabéns pelo seu comentário, foi de uma lucidez, porra, incrível. Eu sei que ela é uma pessoa esclarecida, uma pessoa que sabe o que tá falando.

Obrigado. Vamos lá, vamos seguir. Oi, aí, galera, vamos falar agora sobre educação infantil. Galera, pera aí, o Lajudoc falou assim: Rafa, me desculpe, no meio dessas falas que você pescou, ela falou umas besteiras grandes também. Cara, nesse trecho eu não achei que falou besteira nenhuma. Pode ter falado depois, na parte que eu não peguei, mas nesse trecho eu achei que ela foi super esclarecida. Não, não vi essa besteira. Inteira, tá?

Ela mirou no Trump, acertou no Lula. Vamos lá, essa senhora veio do mundo de Alice. Cara, vou te falar, ela, eu gostei muito desse. É ruim para não chorar, para ser presa acredita até na cuca, eu acredito em Papai Noel. Vamos lá, eu não acredito, iria acreditar na urna. Ah, tá, você falando da urna, né? Ah, tá, o pessoal comentando, né? Deixa eu ver aqui, Sione. Aline te respondendo lá em cima. Vixe, tá tomando monjaro! Não sei se sou eu.

Vixe, o Rômulo vai voltar cabelo, eu acredito agora. Eu acredito agora. Rômulo aparece no chat: Rafa, ainda bem que você me conhece, tal. Pronto, agora eu acredito. Por isso eu acredito no Lula foi reeleito. Vamos lá, galera, vamos seguir. Qual o próximo tema? Tá, vamos lá. Educação infantil. Vamos lá, eu quero que você dê opinião agora sobre educar jovens e crianças. Olha, olha essa Nossa Senhora, meu irmão, que loucura! O avião da Porter Airlines seguia em direção à pista quando tripulantes perceberam que uma criança tava em pé no assento e não queria afivelar o cinto de segurança.

Como os pais e a tripulação não conseguiram resolver a situação, os pilotos voltaram ao terminal. E aí, sabe o que aconteceu? Os passageiros tiveram que desembarcar porque a criança não sentou e não quis colocar o Com o fechamento programado da área operacional do aeroporto, o voo acabou cancelado. Aeronave tem capacidade para 132 pessoas, mas o número de passageiros afetados não foi informado. Olha que viagem, meu irmão! A criança ficava em pé no banco e não queria sentar para botar o cinto.

Aí, segundo a companhia, tanto o responsável pela criança quanto a tripulação tentaram fazê-la cumprir as regras de segurança, mas sem sucesso. Diante da situação, aeronave terminou, retornou ao terminal, os dois foram retirados. Procedimento causou atrasos operacionais, incluindo retirada das bagagens, atualização de documentos de voo. Com isso, aeronave não conseguiu partir dentro do horário previsto, a viagem acabou sendo cancelada.

Os passageiros foram remanejados para outro voo no dia seguinte. Pediu desculpas pelo transtorno. Meu irmão, é o capeta em forma de guri. Porra, vou te falar uma parada, não se faz em paz como antigamente, bicho. Porra, antigamente, meu irmão, se eu faço uma merda dessa, bicho, ia tomar uma bolacha. Porra, meu irmão, que eu ia sentar ali na hora, bicho. Agora fica essa educação. Eu acho o seguinte, meu irmão, porra, tem limite.

Você cancelar o voo por causa de uma criança, aí o pai fica constrangido. Por quê? Porque, ah, não vou ser grosso com a criança, não vou ser do pó. Tem que ser, meu irmão. Tá educando aí, pô, aí tá uma geração aí de bunda mole. Porra, uma criança cancelar um voo porque não quer obedecer o pai, pô, que moral é essa, bicho? Que pai e mãe é esse que tá perdendo a moral com esse moleque? Que vai ser desse moleque? Vai ser marginal?

Tá querendo o quê, criar um projeto de marginal? Criança não obedeceu, não queria sentar para botar o cinto. Meu irmão, senta à força, bota o cinto à força. Começar a gritar tampa a boca. Meu irmão, porra, bota a mordaça, maluco, sacou? Porra, foda-se! Mas porra, olha o transtorno causou na vida das pessoas, meu irmão. Porra, vamos lá, outra educação infantil aí, vai lá. Olha só essa aí, ó. Vamos lá, agora a gente vai aqui, ó.

Vamos pensar aqui, ó. Uma havaiana, um tamanco de madeira, nunca matou ninguém, sou testemunha viva. Primeiro drone que eu conheci na vida, chinelo. Se fosse na minha época, meus pais me jogariam do avião e seguiriam viagem. Na minha época, a vara de goiabeira resolvia. Moço, é meu filho? Eu conheceria na hora o significado de catuque na costela. Já ouviram falar em chinelada? Isso me deixou revoltado com os pais. Eu também fiquei.

Chinelo de pneu resolvia. Porra, também, meu irmão, eu também eu teria medo. Minha mãe só me olhava, falei, ih, meu Meu irmão, fodeu. Meu pai, quando viu andando na minha frente, eu falei, porra, tá maluco. Vamos lá, agora olha só, agora pula o troço. Agora olha essa mãe agora aí, ó. Sabia que tinha que estar no avião. Olha, mãe raspou o cabelo da filha, motivo chocou a internet. Solta aí. O cabelo da filha, você vai ficar tirando barato da menina que tá com câncer?

Então você vai ver agora, você vai sentir na pele como é que é ter o cabelo curto. E ali a diretora falou para mim que E por diversas vezes ela já tinha visto a minha filha com a filha desses outros pais que estavam ali fazendo bullying contra essa menina. E que por 3 vezes a diretora chamou a minha filha com as amigas e falou que se não parasse teria que levar isso tudo para frente. Só que assim, não adiantou, porque toda vez que a diretora ou alguma outra responsável via, via que a minha filha, essas meninas faziam bullying com essa aluna que estava com câncer.

Só que o pior de tudo foi que naquela semana Aquela aluna, aquela aluna com câncer, ela teve que raspar a cabeça dela e ela foi para escola sem cabelo. E assim que ela chegou na escola, a minha filha com as amigas começaram a humilhar essa menina, a rir da cara dela, a fazer bullying com ela, apontar o dedo, rir porque ela estava careca. Humilharam a menina. A menina não aguentou, pediu para ir embora. E assim que chegou em casa, aquela menina tentou tirar a própria vida.

Na hora, rapidamente, os pais da menina viram, graças a Deus, socorreram ela e ligaram para escola para avisar o que tinha acontecido. Então a reunião ali com a gente era por conta desse ocorrido. Mas eu queria que fosse algo que corrigisse ela de verdade, para sempre, não tirar um celular, não deixar sair para rua uma semana, um mês, não, ou brincar com as amigas, não. Eu queria algo que doesse assim como doeu naquela menina.

Eu decidi que eu ia raspar o cabelo da minha filha e eu falei para ela, você vai pensar, nunca mais na sua vida. Você vai rir da cara de ninguém, sendo que a pessoa tem alguma doença ou não tem doença. Você nunca mais você vai rir da cara de ninguém, porque a sua colega de classe ela tentou tirar a própria vida dela hoje por causa de você. Pô, essa aí, meu irmão, essa aí foi rock and roll, hein, bicho! Raspou a cabeça da filha, meu irmão.

Filha ficou sacaneando a menina com câncer, falei, passou a máquina na cabeça da filha. Deixa eu ver o que que a galera achou dessa mãe. Essa mãe tinha que estar na Viana, meu irmão. O Paulo tá falando, não pode mais bater, se bater vai perder, bater dá uma merda do cacete. Pô, não viria, né? Que, pô, vai espancar o filho, uma porra. Eu nunca bati nos meus filhos, fala a verdade, nunca bati neles. Mas eu tomei uns catiripapo, tomei uns que quando era criança tomei uns catiripapo.

Parabéns a essa senhora. Eu falo que apanhei, minha mãe fala assim, eu não lembro ter te batido. Falei, tu bateu, eu não lembro. Que apanhou, lembra? Tarcísio Genuíno, cara, o mundo tá perdido. Jovens farmando aura e faltam pais com atitudes assim. Parabéns a essa mãe, essa me representa. Muito bom, verdade. Pô, sacanagem, faz essa carinha na mulher com câncer, pô. Crueldade do cacete. Aí ficou careca aí, porra. Vamos lá, outra.

Esse é muito bom, cara. Isso aí, mais uma educação infantil a sair agora foi com a ajuda da Polícia Militar. Vamos lá, solta aí. Por favor, senhor, não leva minha moto não, por favor. O meu pai falou que não era para você sair da rua de casa. Por favor, senhor, não leva minha moto não, por favor. O meu pai falou que não era para você sair da rua de casa. Desculpa. O que que você tá aí na cintura aí? Levanta a camiseta aí. Calma, calma, respira.

Quantos anos você tem? Eu tenho 14. 14? Meu pai falou que não era para mim sair da rua de casa, eu fui teimoso. Você tem o número do seu pai aí? Por favor, não fica feio não, vou apanhar, por favor. Escuta o que eu vou falar para você agora. Quando você vê um policial, seja ele PM, guarda, seja ele o que for, Por favor, para de ficar tentando correr dele. Você é ladrão? E se numa dessa aí você cai, ele se machuca, entendeu? As coisas só vai piorar, tá bom?

A gente não vai te machucar, não vai bater em você. Deixa eu te falar uma coisa: se você não apanhar, você vai fazer de novo. Eu não vou fazer de novo. Aí seu pai tem que vir aqui buscar sua moto e bater em você para você aprender. Quando era pequeno eu fiz um monte de bagunça. Ele sabe que fez ou não fazer de novo, minha mãe me bate, entendeu? Liga para ele. Não vai apanhar de cinta ainda, você vai aprender. Você não vai levar essa moto não, né, filha?

Você não vai levar essa moto não. Não sei se eu vou levar você, vou levar a moto, não sei. Deixa eu falar com seu pai aqui. Fica em pé. Como é o nome dele? Edson. Qual que é o seu nome? Alô? Você tem que vir rápido aqui, senão a gente vai prender a moto. Você ia pegar umas novinha? Não, mas já pegou. Já, já. Me deu uns beijarinho. Esses moleque hoje em dia desenrolado, filho. Na minha época, eu acho que ele pegava ninguém com o pé Pegou umas novinhas já, mano, e agora vai tomar um couro para amaciar a lata.

Na próxima vez, posso falar, dá um só um caladinho, que pelo amor de Deus, você é um moleque novo, tem que ouvir seu pai e sua mãe, porque quando a gente não aprende em casa, a gente aprende na rua, e na rua é muito pior, entendeu? Leva ele, leva ele preso, ele em algum lugar aí. Vai lá, tchau, tchau, obrigado, viu? Meu irmão, essa cena é maravilhosa porque é o seguinte, o pai chega e fala assim, ó, não pode dar só uma caladinha?

O pai pedindo para o guarda dar uma caladinha no filho. E eu achei muito bom que o guarda falou assim, ó, pô, cara, você tem que apoiar, meu irmão. Se você não apoiar, você não vai aprender. Aí daqui a pouco começaram a trocar ideia com o moleque. Pega as novinha. Pô, pegou as novinha, agora vai tomar um couro, cara. Mas assim, o moleque adolescente é foda. Adolescente é aquela coisa da transgressão, entendeu? Não é nem por falta de respeito com o pai não, mas ele quer aventura, quer arriscar.

Mas quando o polícia parou, tu vê que o moleque respeitava o pai, meu irmão. Tu vê que o moleque entrou em pânico, moleque entrou em pânico. A respiração do moleque: meu Deus, pelo amor de Deus! O pai pediu para andar só na rua, moleque pegou e atravessou a fronteira. Mas você vê que é um pai que, meu irmão, o cara tem— o pai é duro com o filho, que o moleque ficou com medo. O medo do moleque, você vê que era um temor. Então essa aí foram os 3 casos aí de educação infantil, cara.

Isso assim, meu irmão, vou te falar, salva a vida de uma criança, né? Um pai ali, porra, que tá presente, um pai e mamãe presentes que educam, que são rígidos, né, com a educação, comportamento. Eles é para salvar a vida da criança. Galera, estamos chegando aí. Pera aí, não, eu tenho que fazer o seguinte, vamos pular para 17, que já tá, já são 11 e pouca. Quero pular para 17 porque esse aqui é um caso interessantíssimo. Vamos lá, joga ali na imagem o caso 17.

Joga a imagem. Vou fazer 16, não vou precisar. Não, não, não, essa aí não é 17. É, pula. Vou pular essa aí, quero meter com Alexandre de Moraes não. Aí, juiz flagrado bebendo e fumando em sessão recebeu R$105 mil em junho. Tá aqui, ó, juiz Milton Olívio Lemos. Salles, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, foi afastado das funções nessa terça-feira depois de ser flagrado bebendo o que parecia ser vinho e fumando durante uma audiência virtual realizada na segunda-feira.

A sessão chegou a ser interrompida antes do julgamento de 3 processos que agora ficam para a próxima pauta prevista para o dia 28 de agosto. Segundo os dados do Portal Transparência da Corte, o magistrado recebeu R$105 mil em rendimentos brutos no mês de julho, O valor é composto por parcelas como vantagens pessoais, cargos, comissão, indenizações e gratificações. Após desconto, fica R$83 mil. O tribunal esclarece que, embora esse montante ultrapasse o teto constitucional, o afastamento foi determinado pelo Corregedor-Geral de Minas, Desembargador Raimundo Messias, e ainda será analisado pelo órgão especial do tribunal.

A corregedoria também abriu uma sindicância para apurar a conduta do juiz. Processos sob sua relatoria serão redistribuídos para o magistrado de primeiro grau assumirá temporariamente suas funções. Ele está cuspindo marimbondos e falou que vai jogar os podres de muitos juízes no ventilador. Após a repercussão do episódio, Salles divulgou um novo vídeo que negou as acusações contra ele, fez críticas duras a integrantes do Judiciário, incluindo instâncias superiores.

Ao longo da carreira, o magistrado atuou nas comarcas de Brumadinho, Araçuaí, Montes Claros, além de ter sido titular da 4ª Vara Criminal de Belo Horizonte. Juiz Milton Lemos afastado, que tava bebendo e fumando. Por causa de uma besteira dessa, porra? Só porque o cara tava bebendo e fumando na audiência? Pô, o pessoal também implica com pouca coisa. Tem a declaração desse juiz aí? Bota a declaração do juiz. O juiz é pistola, meu irmão.

Eu vou até adicionar esse juiz no grupo. Pera aí, deixa eu botar o juiz aqui no nosso grupo. Solta aí, ó, a declaração do juiz. Essa aí é o provimento desse recurso para afastar da justiça por essas razões, Vossas Excelências. E a gente pede aí o provimento da apelação. Meu muito obrigado. Vai ficar agradecendo? Sobre essa difamação que estão fazendo contra mim. Esse Tribunal de Justiça de Minas Gerais, esse STJ, o STF, Alexandre de Moraes, são todos uns corruptos.

Passo para o juiz de conhecimento, Cálcio. Pô, meu irmão, vou te falar, esse juiz aí, cara, ó, juiz Milton Lívio Lemos Sales, você tá convidado para vir aqui no Fala Guerreiro contar sua história. E eu vou te falar o seguinte, meu irmão, você tá na profissão errada, meu irmão. Você devia vir para polícia, se juntar a nós, porra. Agora você seria um subtenente de respeito aqui, porra. Aqui você seria abraçado, não passaria por isso, por essa humilhação que estão querendo, essa difamação que tá fazendo com teu nome.

Ó, entra, se eu pudesse chegar até você, entra no nosso Instagram, porra, nos adiciona lá, meu irmão, manda mensagem que você vai ver aqui no Fala Guerreiro. Contar as verdades sobre o que tá acontecendo. E fazemos questão aqui de trazer um vinho e um charuto para o senhor quando tiver aqui com a gente. Vamos lá, galera, deixa eu ler aqui as últimas notícias. É, pera aí, vamos ver aqui. Vacilão, Aninha Miranda. Rafa, faz o Super Chat que você fez, você queria e você não leu.

Rafa Amou, o que é um juiz beber, fumar ao vivo na audiência perto de um policial da DAS que come no microfone? Microfone deixa o chat doido. Sacanagem desse cara, é verdade, pô, tá vendo? Verdade, Roberto. Vamos lá, César Maia cagava ao vivo. É mesmo, bicho? Não sabia disso não. O Bota Juiz mesmo. Pior foi um juiz que estava dormindo e o outro soltando pum. Essa audiência é foda. Rafa quer dormir. Se fosse você policial ali, Rafa, o que tu falaria para o moleque?

Ah, brother, eu também ficava igual os cara ali, entendeu? Pô, essas merda de adolescente, aquela zoada também, como o cara falou, tem que apanhar isso aí. Essa zoada para o moleque ficar naquele terrorzinho só para ele passar aquele perrengue. Mas normal, adolescente faz essas merda mesmo. Você via, você via que o pai, porra, é firme, entendeu? A pressão psicológica do policial doa mais que a cintada na lomba, é verdade. Medo de ligar para o pai.

Tá falando aqui do outro, né? O melhor comentário foi do policial. Verdade. Esse aí é igual meu filho, tem mais medo de mim do que da polícia. Verdade. Falando sério, Rafa, essa geração que vem aí não sabe conhecer o conceito de autoridade, respeito, civilidade. Verdade, Alexandre. Verdade, meu irmão. Fabiano: quem bate esquece, quem bate esquece, quem apanha não. Tarcísio: cara, mundo está perdido, jovens falando do farmáutico.

Vamos lá. Juiz caiu na boca de Matilde, não sabia, Rafa. Vem cá, padre bebe na missa porque juiz não tem cara de santo, que não tem cara de santo não pode beber. Concordo, por que que não pode beber? Besteira, né? Rafa fez Super Chat que você queria e você não leu. Cadê o Super Chat ali, meu irmão? Tem Super Chat aí? Cadê? Solta aí, deixa eu ver. Bota aí na tela para eu ver. Rafa, independente da situação do país, estamos na torcida pela sua bravura, ascensão, de nível ultra especial na instituição.

Obrigado, meu irmão. Obrigado, Andrew. Galera, olha, queria agradecer vocês pelo, por essa audiência extremamente qualificada. Espero que vocês tenham gostado aí. Separou essas notícias, estudamos um pouco sobre elas. Espero que vocês tenham gostado, se divertido. Se concordou, não concordou, faz parte da vida. Isso aqui é um programa que a gente faz com muito carinho para todos vocês. Amanhã tem o podcast, né, a gente vai estar entrevistando o Sargento Luz da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Ele é especialista também teste de aptidão física. Então vai ser uma entrevista bem bacana, o cara tem história bem bacana de vida. E obrigado, tá, galera? Obrigado aí, pô, pela audiência, pela presença de todos vocês. Temos estado juntos, um grande abraço, Deus os abençoe, e amanhã estaremos juntos aqui no Fala Guerreiro.