S09E29 - Modo Eleição, Rap do Silva e Tretas Diplomáticas
Neste episódio, falamos sobre o início do modo eleição, o novo jingle de Lula com o 'Rap do Silva', as tretas diplomáticas envolvendo o Brasil e ainda teve uma minirretrospectiva disfarçada de leitura de títulos.
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Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social
Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social
Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social
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COMENTADO NO EPISÓDIO
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- PL oficializa candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência
- Moraes cobra explicações de Bolsonaro sobre vídeo com IA
- Defesa de Bolsonaro diz que ex-presidente não autorizou vídeo de IA
- PSD lança candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República
- Sem vice, Novo confirma Zema à Presidência da República
- Datafolha 2º turno: Lula tem 48%, e Flávio Bolsonaro, 43%
- Lula lança jingle de campanha inspirado em “Rap do Silva”
- Tarifaço dos EUA: taxa adicional de 25% passa a valer nesta quarta
- EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% contra 'trabalho forçado'
- Governo de Donald Trump concede green card para Eduardo Bolsonaro
- Governo Lula nega entrada a enviados de Trump para discutir eleições
- Consulado dos EUA em São Paulo convoca influenciadores anti-Lula
- Milei compartilha série de posts nas redes sociais com críticas a Lula
- Itamaraty convoca embaixador da Argentina no Brasil para prestar esclarecimentos e chama fala de Milei de 'lamentável'
- 'Quem é esse cara?', diz Lula ao ser questionado sobre declarações de Milei
- Governo Lula decide que embaixador do Brasil retornará à Argentina
- Paraguai convoca embaixador do Brasil após fala de Lula sobre Guerra da Tríplice Aliança
- Eleições 2026: Candidaturas e JingleModo Eleição·Rap do Silva·Eleições Lula·Flávio Bolsonaro·Ronaldo Caiado·Romeu Zema·Eleições 2026 e candidatura ao Senado
- Tretas Diplomáticas e Relações InternacionaisTarifas dos EUA sobre produtos brasileiros·Lei da Reciprocidade Econômica·Trabalho forçado·Javier Milei·Alexandre de Moraes·Jair Bolsonaro·Guerra da Tríplice Aliança·Relações Brasil-Argentina
- Ódio e Discurso de Extrema-DireitaPostura de Javier Milei·Comportamento molecóide·Discurso em caps lock·Jair Bolsonaro·Extrema-direita
- Campanha politica· PoliticaApoio a Lula·Realpolitik·Extrema-direita·Eleições Lula·Ronaldo Caiado
- Poder Judiciário· PoliticaVídeo de IA com imagem de Bolsonaro·Alexandre de Moraes·Jair Bolsonaro·Flávio Bolsonaro·Suspensão de visitas
- Confiabilidade de pesquisas eleitorais· PoliticaProposta de premiação a institutos de pesquisa·TSE·Eleições
- Candidaturas EstaduaisEleições para Governador·Raquel Lira·João Campos·Eduardo Braga·Cleitinho·Minas Gerais·Pernambuco·Eleições Rio de Janeiro
- Reality Shows· EntretenimentoReality show com empregados domésticos·Viih Tube·Eliezer·Dano moral·Crescimento do bolsonarismo
Estamos ao vivo! Olá, cidadão e cidadã, tudo bem? Eu sou Victor Souza, falando diretamente do dia 30 de julho de 2026. Está começando mais um episódio do Midcast Política. Aqui nós debatemos os fatos que ocorreram na última semana e que influenciaram no cenário da política nacional, com muita informação, esperança e bom humor na medida do possível. E hoje aqui comigo temos ele, Diego Esquinelo. Tudo bem, Diego?
Olá, estamos ao vivo, sejam bem-vindos.
Seguindo aqui a nossa apresentação, temos ele, Rodrigo Hipólito.
Tudo bem, Rodrigo?
Quase, quase. Eu odeio tudo que é imersivo, começa assim.
A Thaís não pegou a referência porque ela não tava aqui no momento. Depois a gente conta, Thaís, é a nova do Rodrigo. Então, apresentando aqui ela, Thaís Kissuki. Tudo bem, Thaís?
Tudo bem. Eu queria dizer que eu Fui embora antes de fazer o agachamento búlgaro na academia. Eu estou aqui muito triste porque eu adoro fazer agachamento búlgaro. Olha só o meu compromisso com o Midcast.
E fechando o nosso quinteto de hoje, temos ela, Ana Raíssa. Fez agachamento búlgaro hoje, Ana Raíssa, também?
Não, pois graças a Jai eu tenho um personal que— um professor que é contra o agachamento búlgaro e contra agachamento.
Olha que interessante! Ele pede para fazer mais sobre isso.
Falarei. Ele passa outras coisas, ele disse que escada não é exercício.
Ah, é?
Nossa, então quer dizer que se eu subir 10 andares onde eu moro não é exercício?
Vale para sua contagem de passos, mas para você ir para academia fazer isso não é cardio.
Inclusive, se você cansar, você tá errado. Se você cansou, você tá errado, porque não é exercício.
Mas olha, eu, personal, é ninguém menos que o Rodrigo Hipólito. Vocês não esperavam por essa?
Não mesmo. Não, mas uma das coisas que mais me faz suar é a escada.
Dá para dizer, a Amélia tá gastando aí.
Inclusive, gente, fica o convite. Esse final de ano agora, Ana Raíssa e eu vamos estar em um evento em São Paulo no dia 31 de dezembro, é conhecido como São Silvestre.
Sejam lá para torcer por nós.
Caraca, sério, se vocês fossem—
mas Rodrigo, eu não duvidaria.
Se vocês fossem fazer isso mesmo, a gente é que dá um jeito de estar reunido lá para ver.
Deixa eu tirar uma foto.
Sabe onde a gente vai estar no dia 31 de dezembro? Em Brasília, porque no outro dia é posse do Lula.
Eu já ia perguntar isso.
Não, não, na próxima, né, dia 8, já é no dia do meu aniversário.
Já mudou, já mudou isso. Mas então vocês vinham para Brasília um pouco antes, que é que custa?
Ficou uma semana.
A gente vai estar comemorando desde, sei lá, de que acabou o primeiro turno.
A gente vai estar comemorando desde 3 de outubro, que a gente vai ter dia 5, dia 5 de janeiro vai ser.
5 de janeiro.
Vai, então, ó, de 3 de outubro a 5 de janeiro, Brasília.
E no dia seguinte, o meu aniversário.
É mesmo? Dia de reis, cara.
Foi assim o maior carnaval da história desse país, né? Quantos meses de carnaval! Porque obviamente a gente vai emendar aquilo ali para chegar a fevereiro, março.
Ó, vamos lá, 3 de outubro, primeiro turno, aí começa e tem aniversário do Rodrigo, 1º de janeiro.
Tem o meu, tem de Thaís. Pera, é antes?
Ah, mas ainda é em outubro, né?
Ah, é o mesmo turno, aniversário, quase no mesmo dia que o Lula. Acho que ele é 23 Ah, então, gente, começa a tomar agora, depois você.
Ó, meu filho, todo mundo comendo fígado, tomando. Agora que daqui para março ele vai estar bom já de—
Jesus, eu ainda não me recuperei do Roacutan.
Não, eu ouvi o jingle agora da heterogermina. E você que tá nos ouvindo também ouviu, eu falei o nome, você repetiu na sua cabeça no ritmo.
Ó, falando em nome, Rodrigo, hoje esta transmissão está aberta para todos os ouvintes, né, já que a gente tá retornando do nosso pequeno recesso de julho, né. Estamos retornando aqui às gravações do Midcast Política. A gente já gravou o Sem Pauta na última terça-feira, né, e hoje estamos aqui para gravar o Midcast Política tradicional. E já vou mandar um alô aqui para Uma Marina Nina, para Dona Gisele, para o Reni Barcelos, sempre aqui, para o Iori Cláudio, e cadê, para Laís de Moraes, tá também, e para o Paulo Souza também já tá por aqui nos acompanhando.
Boa noite a todos, vamos juntos nessa aqui. E agora, sem mais delongas, para onde que a gente vai? Não para o primeiro bloco, porque a gente ficou o quê, 15 dias sem gravar? Vamos fazer o quê? Uma coisa que essa bancada adora, que é o quê? Retrospectiva. Só que uma retrospectiva em formato de quê? Leitura de títulos. Então vamos para o primeiro bloco de leitura de títulos deste episódio. Vamos lá, vou puxar a vinheta, hein.
Essa é a minha vinheta favorita.
Só antes de começar, rapidinho, o Paulo Souza perguntou por que a posse vai ser dia 5 de janeiro. Então, todas as posses eleitorais do Brasil mudaram porque ninguém tava em condições no dia 1º de janeiro nem de tomar posse nem de ir. Inclusive, líderes estrangeiros de outros estrangeiros, obviamente são de outros países, né? Estrangeiros de outros continentes, de outros continentes, de outros planetas, de outras realidades paralelas, porque tava todo mundo de ressaca.
É, pois é. E aí dos governadores vai ser no dia 6, né, no dia seguinte, enquanto o presidente vai ser no dia 5. Bom, então vamos lá para o nosso primeiro título. Vamos aqui, ó, vou ler aqui o primeiro, ó. Dino, no caso Flávio Dino, Cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$119 milhões do presidente do PL. E assim, além da questão das emendas, né, a primeira coisa que eu pensei quando eu vi esse título foi: dinheiro não existe, como diz Ana Raíssa, porque mandou bloquear R$119 milhões do Valdemar, aquele do Mensalão.
Ah, mas eu vou defender o Valdemar aqui porque ele foi na Globo News se defender, falar que, olha, ficou a impressão aí de que era R$119 milhões meus, não é do PL.
Ah, olha aí, agora ficou melhor explicado, tá vendo?
Mas aí eu vou ter que discordar do Dino, vou ter que discordar. Agora, só porque o cara não é deputado, não tem mandato, não pode mandar emenda? Não tem absolutamente regra nenhuma essa porra. Manda-se o que quer, para onde quer, sem fiscalização nenhuma. Agora, ali a nota de corte tem que ser deputado.
Ah, faça-me o favor, fica essa O pessoal fica se apegando aos pormenores, né, cara? É absurdo isso.
Ou tem regra, não tem. Aí vai ter só essa regra.
Concordo, Diego. Vocês viram mais alguma coisa dessa situação ou tava todo mundo realmente?
Não, isso foi ano passado, faz muito tempo.
Então vai para o próximo.
Abre aspas simples: não aguento mais esses mineiros enrolados, escreveram Ana Raíssa e Rodrigo Hipólito ao deixar para sempre o estado das Minas Gerais.
Minas Gerais.
Ou melhor, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino.
E aí, Ana e Rodrigo, vocês concordam com essa afirmação de Eduardo Cunha?
Defender Valdemar, agora vou ter que concordar com Cunha? Que isso, meu Deus! 15 dias de férias e viramos o quê?
E o pior é que é uma verdade, né, cara? Todo mineiro é enrolado. Se você nasceu em Minas Gerais, você não é enrolado assim, primeiro parabéns. E depois você já perdeu sua carteirinha de mineiro, tipo, na raiz, que ela obviamente não é mais mineira.
Nunca fui. E você nunca precisou de uma borracharia numa cidade de Minas num domingo. Se você nunca precisou, você nunca saberá tomar a capacidade de um mineiro desenrolar de uma borracharia na Minas Gerais num domingo.
Seria muito útil se você tivesse uma indicação por escrito do Valdemar, porque esse é o nosso próximo título: Valdemar diz indicar emendas por escrito e nega, aspas simples, problema.
Aí não precisa ser deputado para isso, se a pessoa ler.
Porra, se for por escrito não precisa ser deputado, vai ver essa regra, né?
Ele só deu uma sugestão, pô. O Vôrcaro, ele não fazia o texto do PL que o Ciro Nogueira apresentava, da emenda que o Ciro Nogueira apresentava? Ele, Valdemar, fazia isso, pô. Já tava de bom cara na reunião do partido. Pô, toma esse papelzinho aqui, ó.
Tem nada disso. Esse cidadania Platinum Plus.
Caraca, mais do que isso, a gente percebe que Valdemar tá na linha de frente da militância contra IA.
Sim, verdade. Olha aí, eu não tinha pensado por esse lado, mas só acho que isso é mais um caso de proatividade não recompensada.
Ah, mas a gente vai ter que ser contra, que a gente é contra proatividade.
É, exatamente.
Qual é a recompensa da proatividade, Ana Raíssa?
Mais trabalho.
E o que aconteceu? Exatamente.
Não, e um colega, deixa eu contar aqui que um colega disse que repetiu isso na gerência dele. Ele falou: pois menina, fui te citar. E falei: pois né, que proatividade, pois Jesus na cruz. E a colega com quem ele tava falando ficou muito séria e falou assim: eu entendo o seu ponto, mas você sabe que eu sou católica. E ele ficou totalmente sem graça.
Porque ela ficou sem graça. Eu falei, que bom que você entendeu o meu ponto. Eu não sou, eu não sou.
Ela pôs a mãozinha assim, falou, entendo seu ponto.
Aquela coisa de sentiu, né?
Sentiu.
Mas o pior é que é uma— achar que isso é blasfêmia é uma interpretação muito burra, porque você não tá falando mal de Jesus, você tá falando mal de quem crucificou Jesus.
É, exatamente.
Ah, você é católica, quer o misteirinho de Belém?
Toma aqui, ó. Pastelzinho de Belém.
Opa, vê se dá lá, Estrelinha de Belém. Vamos para o próximo tópico. Janja presta solidariedade a Michele e Damares após ataques. Não pode soltar a mão, não importa qual campo ideológico. Aí, a última, já vou terminar, já vou dizer que pode soltar a mão sim. É melhor nem pegar na mão do escorpião. Você nunca viu a fábula do escorpião e do sapo, Janja?
Daqui a pouco já tá falando que Margareth Red Star tinha girl power.
Ela é a última, a última moradora da Ilha da Sororidade.
Caraca, a cara dela assim, para quem tá só escutando no feed, se puder vai lá no YouTube e veja a transmissão aqui, mais ou menos por volta ali de 10 minutos, talvez um pouquinho depois, a cara de Ana Raíssa.
Nossa ouvinte, uma Marina Nina, fez um comentário que resume: dá para falar mal de Misóginos sem pegar na mão de escorpião. Dá pra gente criticar o que as pessoas fazem, mas não tem que ficar, ai, meu Deus, solidariedade, não sei o quê, não sei o que lá, sabe? Assim, se Janja foi perguntada, ela fez o papel de primeira-dama, né? De primeira-dama consternada. Não foi ela que foi lá no Instagram dela e fez um vídeo, ai, apoio minha amiga Michele Bolsonaro, estamos todas juntas, né?
Meio que escantearam ela e ela teve que dizer o óbvio. Mas assim, não é para a gente gastar energia com essas pessoas, porque na primeira oportunidade que tiverem elas empurram a gente do penhasco.
Exatamente, eles se empurram entre si, não vão empurrar a gente. E por falar nessa gente, em carta, olha aí, a IA está morrendo a cada dia. Em carta, Biruliro disse que Flávio, seu filho, é seu, entre aspas simples, porta-voz, e pede para deixar de, aspas simples, lados, diferenças, sem citar a briga do filho com Micheque, o pai inocente.
Ainda escreveu força e muita força na carta.
Pois é.
Inclusive, Micheque não foi para a oficialização, né, da carreira do Flávio. Esqueci o nome, a convenção. Mandou, mas mandou um videozinho dizendo que apoia, pipipi, que não pôde ir porque tava cuidando do marido. Mas assim, publicamente puseram panos quentes e meio que fizeram as pazes.
É, pois é. E assim, essa história já teve o desenrolar, né, que eu já vou ler no próximo, no próximo tópico. E já tiveram também outras questões envolvendo aí o Biroliro com o seu filho Flávio, que a gente vai tratar depois mais na frente, no primeiro bloco, né. Então já vou aqui ler o nosso próximo título. Ou você quer que eu fale?
Fala aí. Mas já que estamos falando em contatos com Bolsonaro de primeiríssimo grau. Vocês viram o Alexandre Frota ligando e o Bolsonaro atendendo ao vivo?
Que situação! Eu vi, cara, supostamente é porque a defesa do Bolsonaro negou que ele tenha atendido, e o próprio Frota ficou com aquela coisa.
Nessa hora, Xandão passou a mão, nessa hora passou a mão no rosto, falou: puta que pariu, só pode ser piada! Na sobrancelha, caralho, é de propósito, não tem condição. Porque aí você mete esse filho da puta em cana de novo, aí vai falar que, ah, está tentando matar o meu pai.
Mas ele não sabe cumprir uma decisão judicial, né, cara?
Até para ser presidiário, o bicho é incompetente.
Não, e assim, é um número antigo porque o Alexandre Frota não tá mais no círculo próximo a ponto de ter um número Bolsonaro novo, novíssimo, 2026 atualizado.
Sim, é, cara.
Mas assim, para não A gente não pode esquecer, né, que pelo menos tem coerência, porque o Bolsonaro pronunciou as palavras há um bom tempo que ele não cumprirá nenhuma decisão desse juiz. É verdade, é verdade, um homem de palavra.
É verdade, é verdade.
Vocês falando mal dele.
Ó, deixa eu mandar uma boa noite aqui para o 154 Rio, apareceu aqui. Boa noite! E para Sheila Bertolini também, que chegou aqui na transmissão. Boa noite! Vamos aqui para o próximo tópico. Moraes Xandão, vulgo Xandão, né? Suspende visitas de Flávio a Jair Bolsonaro por 90 dias e dá 48 horas para ex-presidente explicar se sabia de divulgação de carta. E já fica o spoiler, ele disse que obviamente não sabia que o Flávio, né, o Tadeu Flávio, ia divulgar a carta que ele escreveu para ser divulgada.
Mas ele não sabia que ia divulgar. Exatamente, é porque os brasileiros da casa do Flávio, entendeu? Era isso, é assim que eles chamam os netos.
Botou até no cabeçalho, a verba no volante, né?
Como é que era?
E aí, obviamente, o Tari Flávio acusou o Xandão de perseguição, né? Porque vai ter que ficar aí 90 dias sem poder visitar o pai, sem poder se comunicar com o pai, né?
Mas é só ligar. Agora a gente sabe o que fazer.
Qualquer coisa fala com Frota, que ele tem um contato bom aí.
Será que dava para acusar o Flávio Bolsonaro de violação de correspondência, ou alguém ele violou correspondência, porque, né, já que não era para divulgar, ele não mandou a carta para ninguém.
Na verdade, eu acho que eu saquei a charada. É porque tem um candidato a deputado aqui na Paraíba que é Flávio Brasileiro. Aí eu acho que tá certo que é do PT, né? Então seria meio difícil, mas sim, acho que rolou essa confusão. E aí ele escreveu Brasileiros pensando em Flávio.
Outro Flávio, era outro Flávio, era outro Flávio.
Quando for Washington brasileiro candidato aí, vai ter meu voto. Em reunião com diplomatas, Flávio Bolsonaro ataca urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo TSE.
A exata situação que meteu o pai dele na cadeia.
Então isso é ele fugindo da candidatura dele. Ele quer ficar inelegível, ele tá fazendo de tudo, ele tá fazendo: pelo amor de Deus, vocês vão me deixar passar essa vergonha? Eu vou ter que fazer, participar de um debate, eu vou ter que me cagar na televisão de novo.
Tá ficando meio deprimente assim, porque tudo o que o Flávio Bolsonaro faz flopa. Até isso que é uma coisa assim, nossa, eu vou cometer uma ação criminosa, vou chamar embaixadores, assim como meu pai fez, muita atenção e vai dar muita notícia. E meio que foi, tá bom, então não deu certo assim, não vamos comentar mais tanto mais sobre isso. Tipo, sei lá, a gente tá aqui num micro podcast, a gente tá fazendo esse comentário, mas fora isso ninguém falou muita coisa.
Então parece que não tem nada que ele faça, Thaís, que consiga tirar ele dessa situação na qual colocaram.
Na verdade, o Xandu tá olhando: não, vai ficar aí sim, vai disputar sim para poder perder. Vai, vai lá.
Inclusive, sobre essa história de tudo que Flávio faz flopa, eu me lembrei dele lá naquele comício ridículo com o Milei. Ele, o Milei já é tosco, ele tentando imitar o Milei é mais tosco ainda. Então assim, eu olho para o Flávio Bolsonaro e eu só imagino ele sofrendo bullying na escola e E a galera devia fazer bullying, ele devia dizer, ah, eu vou dizer para o meu pai, meu pai é deputado.
Não, foi uma situação meio assim das mais vexaminosas possível, né?
Sim, mas não vamos queimar pauta, não vamos queimar pauta.
Então, continuando no Flávio Bolsonaro, Flávio Bolsonaro diz que foto com sicário de Borracharo é manipulação de IA.
Ah, é?
Eu acabei não vendo depois dessa declaração dele, o ICL trucou, porque foi o ICL que divulgou, né, dizendo que era Ah, ninguém se importou, flopou também.
Mas pô, eu gostei do trava-língua. Tudo que Flávio faz flopa.
Tudo que Flávio faz era um bom slogan. Vamos sugerir para os marqueteiros dele.
Quem deu o próximo?
Presidente do TSE anuncia proposta de premiação a instituto de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições. Você vê até que ponto chegaram as bets no Brasil.
Rodrigo, você que é o nosso especialista em pesquisas aqui, o que que você achou dessa proposta?
Cara, tá entre as ideias mais estúpidas que a gente, que alguém já teve em território nacional. É difícil de você imaginar numa ideia mais burra do que essa. Quando a gente imaginou que Praga no TSE não ia dar nada, que ele ia passar batido, no máximo ele iria tomar algumas decisões de apoio à candidatura de direita, fazer uma ligeira perseguição às campanhas de esquerda, o sujeito me vem com essa assim. E é claro, a gente não precisa explicar tanto porque que essa é uma ideia muito ruim, porque a própria associação de empresas que fazem as pesquisas se manifestou, lançou um documento dizendo, olha, isso não faz sentido, isso é muito prejudicial, a gente não faz previsão, né?
As pesquisas, elas não são previsão, elas não são, não estão lá para poder a gente concorrer e tentar fazer. Isso aqui não é o horóscopo que é a ciência, Não, isso aqui é, a gente tá fazendo é um levantamento, a gente tá construindo perspectivas, construindo quadro, dando a impressão de um cenário. Então não faz sentido você ter como objetivo dessas pesquisas que alguém acerte. Mas isso é algo que já tá rodando faz um tempo e que sempre incomodou muito a gente nas últimas eleições, de jornalismo de modo geral e as pessoas nas redes também, elas ficarem pontuando: nossa, pesquisa dessa agência que tem acertado as últimas 5 eleições, essa agência que é tal acerta.
Gente, não é acertar, isso não é aposta. Então, se a gente já tava usando um linguajar de aposta a respeito disso faz um tempo e já incomodava, é um dos mecanismos de você tentar normalizar esse tipo de coisa. Então, quanto antes a gente tiver uma legislação que proíba realmente esse tipo de aposta aqui no Brasil, melhor. Porque a gente vê que o próprio presidente do TSE, ele já demonstra que ele é favorável a algum tipo de legalização dessas empresas, que elas fazem com que as pessoas, sei lá, daqui um dia estão apostando quando é que vai ter incêndio na sua região e as pessoas vão lá praticar um incêndio.
As pessoas vão apostar quanto assalto que tem naquela região e elas vão lá praticar assalto. Elas vão apostar todo tipo de coisa. Então não funciona isso, não é adequado, principalmente quando a gente lida com cenários complexos e que tem consequências sociais muito extensas, como é o caso de eleições, né? Mas tá lá o nosso TSE, a presidente do TSE, tendo esse tipo de ideia estúpida e vindo a público, ó, vamos, eu vou colocar aqui, não tô acusando, tá, porque não tô numa situação da minha vida nesse momento que eu possa receber processo.
Mas é esquisitíssimo que um juiz ele venha a público na posição que ele tá e traga uma proposta dessa, sabendo das discussões que a gente tem no momento, sabendo dos problemas que envolve. Fica até a impressão de que ele como juiz tá fazendo lobby para essas empresas.
Deixando claro, né, o nosso jurídico inclusive tá acompanhando aqui a gravação no chat. O Reni Barcelos, que isso tudo que o Rodrigo falou é assim, dá a impressão, não é nenhuma acusação, fica muito estranho, entendeu?
É só deixar para fazer vinheta. Diego, faz o supostamente com sotaque paulistano.
Supostamente, mano. E é bom que eu tô meio gripado e já dá uma ajudada assim, né?
O ouvinte Iori Cláudio falou aqui que o Bolsonaro foi tão nocivo que colocou uma praga na TSE.
É isso aí, cara. Vamos para o próximo.
Por falar em Praga e em flopar, Ciro Nogueira comunica Flávio Bolsonaro que PP e União Brasil ficarão neutros na eleição presidencial.
Aí hoje já tá rolando um papo que caso a Tereza Cristina aceite ser a vice, né, porque ainda parece que ainda não desistiram de colocar o nome dela na chapa do Talley Flávio, aí talvez ela tentasse, né, que PP e União Brasil apoiassem, né, formalmente e não ficassem neutros.
Uma Mas eles desistiram de tentar convencê-la porque ela já falou que não queria, né?
Não, agora parece que ela impôs condições. Ela quer grande protagonismo feminino no governo. Se ela, para ela citar serviço, ela quer tenha mais ministras mulheres do que no governo Lula.
Nossa, como as mulheres conservadoras estão feministas! Agora você vê que o centrão, ele tá mais do que nunca centrão, né? Porque antes pelo menos eles apoiavam algum partido. Hoje em dia nem isso. O Lula pelo menos tem alguns partidos na coligação com ele ainda, mas o resto assim, tanto o PL quanto também os outros candidatos, né, o Zema, o Caiado, então todos provavelmente vão fazer chapas puras, provavelmente não vão ter coligações.
Então assim, a direita tá bem, bem esfacelada. E claro que no eventual segundo turno vão todos se unir contra o PT, Mas enfim, eles estão bem, o Centrão tá bem em cima do muro. E assim, até para não perder os espaços que eles têm no governo atualmente, né, e possibilitar que estejam também no próximo governo. Porque apesar de não serem uma base real, eles continuam querendo sugar o máximo que puderem de ministérios e etc.
Essa é uma notícia que me deixa muito triste Porque, poxa, eu acredito que o apoio do Ciro Nogueira ia fazer tão bem para campanha do Flávio Bolsonaro.
Exatamente, exatamente. Mas aí, ó, para a gente encerrar essa retrospectiva, né, do período que a gente estava de recesso, segundo aqui noticiado pelo G1, governo Lula atuou para convencer Federação PP União Brasil a não apoiar Flávio Bolsonaro. Aí, no complemento aqui do título, né, articulação do governo Lula ajudou a garantir neutralidade da União Progressista. Decisão reduz tempo de TV de Flávio e beneficia o PT. E aí tá dizendo aqui, interlocutores do presidente Lula afirmam que o pedido de independência foi feito em duas frentes, pelo ministro da Articulação Política José Guimarães e pelo presidente do PT Edinho Silva.
E aí, vocês acreditam nessa movimentação do governo Lula de ter realmente tomado a frente para impedir essa coligação?
Tentar pode ter tentado, mas articulação política do PT com esses partidos aí, né, 4 anos que tá daquele jeito.
Pois é, cara, eu achei também muito exagerado, talvez, né, porque realmente o governo Lula não conseguiu dobrar o Centrão nesses 4 anos. Aí na hora da campanha para coligação, sei lá, cara.
Eu acho que foi mais aquele caso de tinha um pneu rodando e a articulação do PT foi lá e empurrou o pneu que já tava rodando.
Sim.
Que bela definição também. Bom, então assim, ó, fechamos aqui o nosso primeiro momento leitura de títulos. Deixa eu colocar aqui, ó, nossa chave Pix na tela. Voltou o QR code, ó, resgatei aqui o QR code. Então, para quem tá assistindo aqui ao vivo, QR code na tela para contribuir com a nossa independência, para contribuir com o nosso trabalho, para que a gente continue entregando aqui episódios para vocês. Então, relembrando, a gente tá com uma meta batida da nossa campanha de Pix recorrente nesse mês de julho, ou seja, já temos um episódio garantido no mês de agosto.
E você tem até amanhã, do dia que estamos gravando. Então, só para quem tá assistindo ao vivo que vai ter essa oportunidade, para quem acompanha nossas redes sociais, de colaborar para a gente bater a segunda meta. Estamos ainda bem longe da segunda meta, mas assim, um episódio já está garantido no mês de agosto. E quem também quiser fortalecer para que a bancada, né, tenha meios de se locomover pelo Rio de Janeiro quando estiver aqui em agosto, também fica aí a nossa chave podcastmedia@gmail.com, ou para quem tá acompanhando o nosso QR code na tela.
E ó, Fafá Xavier fez um super chat aqui, ó, super chat. Uma raíça sua linda, boa noite, mandou aqui R$10,90. Muito obrigado, Fafá.
E lembrando que em agosto estaremos juntos no Rio de Janeiro durante uma semana, então provavelmente os nossos episódios extras vão ser muito bons, ou então a gente vai se odiar, eles vão ser muito ruins. Mas eu acho que vai ser a primeira opção.
Tá custando R$10,90 para dar boa noite para Ana Raíssa, só isso aí já vai dar uma complicada nas relações.
Nossa, a inveja foi forte agora, né? A terapia tá em dia.
A terapia tá em dia, que é dia 30. Eu não tenho R$10,90. Eu queria dar boa noite para nós. Não é inveja, é carência, é diferente.
E nesse clima, e nesse clima, ficou, ficou.
Nossa, fiquei até mal. Desculpa ter feito piada com você, Diego.
A gente sempre dobra a posse para o pior.
Nesse clima de carência e ostentação. Vamos finalizar essa leitura de títulos e vamos para o nosso primeiro bloco. Já vou chegar, chegando aqui, ó.
A estrela que brilha, trabalhava o dia inteiro e cuidava da família. Nasceu lá no sertão, foi para São Paulo lutar, e daqui fez história pro brasileiro sonhar. Foi com a melhor camisa pra porta da fundição, subiu em cima da mesa, falou pra multidão, se reuniu com a galera, parou o pátio lotado. Os seus olhos brilhavam, o povo tava do lado, e era só mais um Silva, uma estrela que brilha. Ele é brasileiro, trabalhador e família, ele Sempre olhou pra quem tava abandonado, casa, comida e emprego, tudo que era sagrado.
E a gente entendeu que o Silvio era diferente, tem a alma do povo e tem a cara da gente. Tentaram derrubar, tentaram lhe calar, enfrentou o sistema, fez o povo prosperar. Não baixa a cabeça, sempre defende a nação. Ele leva sua fé no peito e o Brasil no coração. É o Lula da Silva, é estrela que brilha, ele é brasileiro, trabalhador e família. É o Lula da Silva, é estrela que brilha, ele é brasileiro, trabalhador e família. É o Lula da Silva, é estrela que brilha, ele é brasileiro, trabalhador e família.
As pessoas vão achar que caiu Pix porque eu vou elogiar muito assim.
Calma, calma, tá escrito aqui, calma. Por quê? Porque é isso aí, minha gente, é o rapzinho. É exatamente, não leu a pauta. O jingle de Luiz Inácio, né, para as eleições 2026. Vocês acabaram de escutar, e para quem tá acompanhando ao vivo acabou de assistir aqui também. Então daqui até outubro é modo eleições no Midcast, em todos os episódios, não tem jeito. Mas antes antes de escutar o que os meus amigos aqui de bancada acharam do jingle, deixa eu fazer a parte chata, que é ler o texto de introdução do nosso bloco, que Itaí Suzuki não leu.
Então, o PL, né, o PL do Valdemar, querido Mensalão, lançou neste último sábado, dia 25, oficialmente a candidatura de Flavinho Dias Maia à presidência da República. Foram exibidos vídeos dos irmãos Carlos e Little Banana. Micheque Bolsonaro também mandou um vídeo de apoio. O presidente da Argentina, Javier Milei, estava presente Entrou ao som de rock e falou por quase meia hora. No discurso, manifestou apoio a Flávio e atacou a justiça brasileira e o ministro Alexandre de Moraes por não autorizar sua visita a Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar.
E eu deixei essa parte no texto só para a gente lembrar que o Bolsonaro está em prisão domiciliar. Até o momento, o PL ainda não define o nome do candidato ou candidata a vice. O senador Ciro Nogueira, né, presidente nacional do Progressistas, já havia comunicado dias antes ao Flávio, que a federação formada pelo PP e pela União Brasil vai optar pela neutralidade no primeiro turno, podendo repetir a posição no segundo turno, que foi o que a gente comentou agora há pouco.
Flávio discursou ao lado da mãe Rogéria, que inclusive vai ser candidata a deputada federal aqui no Rio de Janeiro, e dedicou os primeiros minutos da fala à mulher Fernanda. Chorou ao citar o pai. Nesse momento, o mestre de cerimônias chamou um vídeo gerado por inteligência artificial com o Bolsonaro falando ali para todo mundo. O ministro Alexandre de Moraes, por sua vez, deu prazo de 48 horas para a defesa do ex-presidente esclarecer se ele autorizou ou não o uso de sua imagem, de sua voz, no vídeo exibido durante o evento.
A defesa de Jair protocolou nesta quarta-feira, vulgo ontem do dia que estamos gravando, uma petição no STF afirmando que ele não autorizou o uso de sua imagem, de sua voz, para produção do vídeo. Ou seja, a responsabilidade poderá recair toda sobre Tari Flávio, uma vez que o uso irregular dessas tecnologias pode caracterizar veiculação informação indevida nos meios de comunicação e, conforme as circunstâncias, também abuso de poder político e econômico, com consequências na esfera eleitoral, conforme já até avisou o Xandão.
E agora vamos falar rapidinho do PSD, que oficializou neste domingo, dia 26, né, a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice. Apesar da chapa 100% PSD, Caiado enfrenta dificuldades para unificar o partido em estados importantes. Em São Paulo, partido apoia a reeleição de Tarcísio, que está com o Tari Flávio.
Em Minas Gerais, o governador Mateus Simões, que é do PSD, declarou apoio a Romeu Zema, que na última segunda-feira foi oficializado, né, como candidato à presidência pelo Novo. E no Rio de Janeiro e na Bahia, lideranças estaduais da legenda apoiam o presidente Lula. Com isso, a chapa pode ficar sem palanques próprios em alguns dos maiores colégios eleitorais do país. A convenção do PT vai ocorrer no próximo domingo, dia 2, com a confirmação aí da chapa Lula-Alckmin, já que o PSB também já confirmou, né, que o Alckmin vai ser candidato a vice com Lula.
Enquanto isso, pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira, dia 24, mostra que o presidente Lula tem 48% das intenções de voto no segundo turno contra 43% de Tari Flávio. Os números mostram um cenário de estabilidade na disputa. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 40% e Flávio tem 32%. Agora sim, Tazuki, mostre que o Pix caiu e fale bem do rap do Silva, por favor.
Bom, em primeiro lugar, queria dizer que demorou para alguém usar essa música para Lula numa campanha, mas eu acho que chegou na melhor hora possível, né, para fechar com chave de ouro o tetra do Lula. Tetra, inclusive, que é mais ou menos a época em que essa música foi lançada, né. Inclusive, eu sempre escutei essa música e quando falava sobre um Silva cuja estrela não brilha, eu já sempre pensava em Luiz Inácio. Então assim, tem a nostalgia que Ana Raíssa é contra, mas é uma nostalgia do bem.
É muito bonito como conta a história, né? Eu acho que gera uma identificação mostrando ele desde criança, não, em Pernambuco. Aí depois ele indo para aquele grande discurso de greve, né? Uma multidão. Inclusive fala da camisa dele, né, que tá bonita. Depois mostra as pessoas emocionadas, as pessoas tristes com a prisão dele. A jornada do herói aí, esse vídeo, ele voltando depois como um líder super respeitado e brother de todo mundo. Então assim, 10 de 10.
É até curioso porque internacionalmente ele é conhecido como Silva, né, no máximo Lula da Silva. Mas a gente aqui no Brasil tá tão acostumado a chamar só de Lula, Lula, Lula, que eu mesmo até ver esse jingle eu não tinha me tocado o quão significativo é o Lula ser o Silva para a história do Brasil. É igual o Amazonino lá no estado do Amazonas, assim, é um filho da puta e tal, mas é muito emblemático como um cara chamado Amazonino foi tão importante na história do Amazonas.
E é muito emblemático também como um Silva é quem é na história do Brasil, né, e sempre vai ser. Eu acho que isso é essas pequenas coincidências da vida que deixam a coisa mais engraçada e mais interessante. Achei muito bonito.
Eu vou elogiar também, assim, eu gostei bastante desse, do vídeo. É, a música pega, até porque é uma música que todo mundo sabe cantar, Tá? É claro que tem esse aspecto que Thaís comentou, existe sim um aspecto de nostalgia, mas eu acho que nesse caso foi trabalhado, foi bem trabalhado, suficiente para ir muito além disso. Porque não necessariamente a gente vai escutar essa música agora e com essa imagem, com a letra que a gente tá ouvindo, e a gente de imediato vai retornar à nossa infância, por exemplo.
Conseguiram atrelar bastante ao que a gente tá vendo agora, A história do Lula e é o que a gente tá vendo agora. Então acredito que, claro, vai ter sempre a pessoa que escuta qualquer coisa e ela é tão autocentrada que só o que ela consegue fazer é retornar a própria história, retornar a própria infância, a própria adolescência. Mas bom, não, o vídeo não foi construído dessa maneira e acho que dá para a maioria das pessoas escutarem e começarem a pensar no Lula e não necessariamente só em si mesmo assim.
Gostei da edição na hora que fala da vestiu a melhor camisa me pegou muito naquela hora ali, sabe? São coisas que elas são, são divertidas, são coisas que elas são pequenas brincadeiras, mas elas não soam como algo, como uma palhaçada, não soa como algo engraçadário. Talvez a gente vai comentar, vou comentar em alguma outra leitura de título, que também a diferença entre você conseguir ser simpático, fazer coisas divertidas, e você tentar ser um palhaço, que teve outros políticos aí que conseguiram tentar e fazer palhaçada e fazer besteira, né?
Então acho que funciona muito bem. Já tava na hora também da gente conseguir renovar o jingle do PT e do Lula, porque o jingle anterior, sim, ele já tinha caído numa nostalgia. E a gente percebe como que a nostalgia ela é contraprodutiva, porque a gente ficava cantando Lula lá, Lula lá, Lula lá. Isso em algum momento se tornava algo triste, em certas situações ficava quase deprimente assim. Então não funcionava demais. Foi um ótimo, um grande acerto quem teve a ideia e falou: não, a gente precisa ter a coragem de renovar isso e trazer para uma outra imagem do Lula.
Conseguem também nesse vídeo mostrar para a gente como que essa imagem atual do Lula ela se construiu, como que ela surgiu. Então isso faz com que a gente possa manter uma ideia muito positiva do Lula e da sua história, mas com a consciência de que ele não é mais aquele mesmo Lula. Ele não é mais aquele Lula sindicalista, embora ele ainda exista no Lula atual, mas o Lula atual é o maior líder político desse planeta. É essa que é essa figura, assim, é nele que a gente vai votar.
Então gosto muito. A corrida começou, né? Então agora sim a gente já tá numa campanha de verdade. Começam a aparecer as primeiras peças, começam a aparecer as primeiras disputas, e a coisa precisa ser mais acelerada. A gente tem pouco tempo agora para acelerar isso. E aí, antes de passar a palavra para Ana Raíssa, já que eu tenho aqui 19 minutos para deixar 30 segundos para ela, eu vou Vou reclamar de algumas reclamações assim.
E porque assim que saiu esse jingle já teve gente reclamando de, nossa, não gostei desse slogan, trabalhador brasileiro, trabalhador em família, que slogan de direita. Ah, nossa, é um jingle que ele foca no Lula, mas ele não fala de verdade do Brasil. E assim, você tava fora do Brasil, meu irmão? O que que aconteceu nesses últimos 10 anos assim? Qual é a sua realidade? Onde é que você tá pisando? Então vamos parar de ser chato, para de ser chato.
A gente tem uma eleição para ganhar, a gente precisa ganhar essa eleição, tudo indica que a gente vai ganhar. Não é hora de você— se você quer construir outras lideranças, beleza, dá para fazer isso sem você encher o saco e desmerecer uma atividade prática na política que a gente precisa realizar agora, que é eleger Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, se possível, de modo incontestável. A gente precisa continuar a jogar a paz de cal em cima da extrema-direita brasileira, porque ela vai se recusar a morrer subsequentemente.
Então a gente não dá para baixar a guarda e ficar de microtretas assim, como é o que aconteceu em alguns casos. E aí essa também, nas reações com relação a esse início da corrida eleitoral, também a gente precisa comentar isso, entender o que a gente tá numa corrida eleitoral. A gente agora, a partir desse mês, a gente tem que mudar uma certa chave. A gente tava discutindo uma série de pormenores nos meses anteriores que agora eles saem de cena.
Foi-se o tempo da gente discutir isso, foi-se o tempo da gente discutir vai fazer essa escolha, vai fazer aquela escolha. As escolhas estão dadas e a gente vai trabalhar com elas. Essas são as candidaturas que a gente tem, essas são as alianças que a gente tem, são esses caminhos que a gente tem na estratégia de campanha. Então a gente poderia falar de um milhão de maneiras aqui para fazer a campanha, e a gente fez isso nos meses anteriores.
Eleitores. Volta para quem tá nos escutando, se quiser escuta os nossos episódios desde o começo do ano. A gente sempre criticou e falou de possibilidades para campanha, mas agora essas são as escolhas, é com essas escolhas que a gente vai jogar, e a gente tem que conseguir apoiar isso. Período em que a gente podia fazer outros apontamentos e críticas nesse sentido, ele passou. Então agora, se você se considera uma pessoa progressista de esquerda e você quer lutar contra você abraça isso que a gente tem.
Você faz isso aqui, a gente tá fazendo a coisa de modo coletivo, então você tem que abraçar, tem que dar o seu apoio. Isso inclusive significa que é necessário que você continue a se interessar por política e indicar para as pessoas à sua volta que elas não podem se excluir do processo eleitoral. Eu sei que quem tá escutando a gente escuta o Midcast Política porque quer continuar a se interessar por política, quer continuar a fazer parte do debate, quer continuar a se informar e não vai se excluir durante a campanha.
Campanha. Mas isso inclui também que você converse, você comente nas postagens de muita gente que obviamente vai votar no Lula, que vai votar em bons candidatos e candidatas. Essa pessoa, ela tem consciência, ela tá nesse papel. Mas muita gente também já tá se excluindo do processo, falando: nossa, eu vou mutar tudo que tem a ver com política, não quero saber de nada porque começou a campanha, me sinto muito mal. Olha, tem 12 anos, vamos lá, assim, não é assim que funciona.
Funciona. A gente acompanhou tudo que aconteceu de 2016 para cá, principalmente, e um dos aprendizados que a gente precisa manter é: não dá para ter esse comportamento. Não dá para você falar: ah, nossa, sou de esquerda, sou progressista, apoio tudo isso, mas eu não vou me envolver em campanha. Mas aí eu não vou compartilhar isso. Ah, eu não quero saber do que tá acontecendo. Ah, eu já vou votar no Lula mesmo, por que que eu preciso ficar recebendo essas postagens?
Ah, por que que vocês ficam compartilhando na rede tudo isso aqui? Vocês estão querendo convencer quem? Todo mundo na nossa bolha à minha volta, por que que vocês estão compartilhando isso? Para. Talvez você não consiga entender de imediato que o seu comportamento ele é inadequado, que o seu comportamento é infantil e que você tá sendo simplesmente besta. E também não sei se é a hora de te explicarem isso assim, mas às vezes na vida a gente pode simplesmente falar: ah, vou parar de fazer isso, vou entender por que que isso não era adequado depois, e agora eu vou tentar tomar a postura certa que as pessoas que estão à minha volta elas estão indicando que era o mais adequado.
Então você que tá nos ouvindo, se você conhece pessoas assim, tenta chegar para pessoa e falar: olha, beleza, só para por enquanto, tipo, não precisa desmotivar agora, não é hora de você desmotivar, de você incentivar as pessoas a pararem de se interessar por política, a pararem de acompanhar a campanha. Quanto mais gente progressista tiver acompanhando a campanha, tiver participando da campanha, tiver compartilhando o material, tiver mantendo vivo nas discussões o que acontece na corrida eleitoral eleitoral, melhor, melhor.
Esse é um aprendizado que a gente tem que manter. E agora, nesse momento em que a gente deu o pontapé inicial, a gente não pode— assim, eu brinquei agora há pouco que, ah, o PT ele foi lá e empurrou um pneu que já tava rodando para fazer articulação política, mas isso não é necessariamente ruim. Então, se a gente tá aqui com a roda girando na nossa campanha eleitoral e você acha, pô, a roda já tá girando mesmo, deixa, não, vai lá e dá uma ajudada, empurra um pouquinho mais, sabe?
Dá uma rodada com mais força ali para coisa ser ainda mais veloz, para ser mais eficiente, ambiente, qualquer grãozinho que você colocar lá vai ajudar, vai fazer diferença.
Bom que o Rodrigo me deixou 13 minutos. É, nossa, assim, só tenho a corroborar o que os colegas falaram. Eu achei muito, muito bom. Eu gostei muito de terem conseguido substituir o jingle clássico, a altura, porque era, é muito difícil, né? Não tem, acho que não tem outro outro jingle político tão à altura, talvez só o Paraíba Masculina, que é um jingle, foi feito como jingle. Então assim, dada a sua importância, né, só acho que só tem esses dois no Brasil historicamente.
E eu fiquei muito feliz com essa substituição. E aí vou aproveitar que Thaís falou que eu sou contra nostalgia, eu fiquei muito feliz de ter sido um jingle, principalmente se você olha, você assiste o vídeo, de ter sido muito moderno, muito moderno, não no sentido de modernidade, muito atual, muito odierno. Peguem essa palavra.
Você tirou a palavra da minha boca, eu ia falar agora.
Sabe, Rodrigo, a gente divide o mesmo neurônio e ele é muito bem palavreado. É porque muito se fala do: aí, a gente não conseguiu substituir o Lula, a gente não conseguiu substituir o Lula. A gente, é isso que Rodrigo falou, vamos encarar os fatos. A gente não conseguiu substituir o Lula, né? Mas também o Lula fez a Dilma no segundo mandato, então Então vamos esperar aí quem vai sair deste forninho. Enquanto temos Lula, nós vamos votar no Lula.
E é muito bonito ver, porque o Pix também pingou para mim, como o Lula não precisa se calcar na imagem do Lula dos anos 80, dos anos 90 e dos anos 2000 para ser reconhecido, visualmente reconhecido. Não vou entrar em meandros porque estamos aqui na frente de Rodrigo, que é professor disso. Eu não vou correr o risco de falar bobeira, mas você visualmente reconhece o Lula na passagem de tempo, o Lula histórico, né? E não só o Lula bíblico.
A gente não tem só— inclusive pessoas mais novas, mas que nem são tão mais novas assim, que estão beirando os 30 anos, elas não têm— ouso dizer que elas não têm essa imagem do Lula anos 80 que nós temos, nós que somos pessoas dos anos 80. Essas imagens antigas do Lula, para mim, elas são imagens formativas da minha memória do Lula. É a memória do Lula que eu tenho, é essa. E o Lula consegue ter essa imagem mais nova para pessoas mais novas.
O Lula já mais velho, o Lula com cabelo mais ralo, o Lula que não é o Lula barbudo em cima do carro de som, porque tentaram muito usar isso contra o Lula, né? Ah, você vai votar nesse cara? Mas o Lula que esse pessoal conhece, o Lula que a gente votou, já era o Lula de terno, já era o Lula falando um passant. E agora o pessoal mais novo tá votando no Lula que usa jaquetas terceiros, presentes que ele ganha de, aliás, que os amigos, né?
Porque toda vez que o Lula aparece usando um negócio muito legal, você pode saber que foi presente. Então são as jaquetas, os chapéus, porque agora o Lula é um homem de chapéu. Até deixei de ser uma pessoa contra o chapéu.
Correndo com Tedros Adhanom uma ladeira para fazer divulgação do SUS aqui no Brasil.
Loucura! Nossa, sim, caramba! É o Lula, por falar em correndo, é o Lula que faz academia, é o Lula das colchonas. Um homem de 80 anos, não vamos esquecer.
O Lula do tripé macroeconômico.
É, gente, a energia, a energia do Lula é de homem do tripé. Já nós já abandonamos a sororidade, agora nós vamos fazer comentários on the verge do machismo recreativo, né? Energia do Lula de tripé macroeconômico. Então essa imagem do Lula é uma imagem muito atual, e é muito importante que a gente tenha essa imagem atual para essa gente amarga parar de: ah, mas não tem o Lula? Eu tive o desprazer de ouvir Aí eu vou votar na candidata que eu quero, no candidato que eu quero, e vou deixar para votar no Lula no segundo turno.
Não é tempo para isso, sabe? Passou o tempo também da gente tentar ser purista e fugir da realpolitik, né? Eu, aliás, sou a única pessoa que ainda traz à tona esse termo de realpolitik, porque já virou, já é isso assim, o jogo é este, o jogo é esse. Então, ah, porque eu quero um presidente mais à esquerda. Todos nós queremos, todos nós queremos. Nós temos. Vai ser votando na ou no site aqui? Infelizmente não. Esse candidato mais à esquerda a gente vai construir no dia a dia, no trabalho de base, no entre-eleições.
Não é no ano de eleição que eu vou construir um candidato mais à esquerda do Lula, votar nele, ele ser eleito.
Apesar da gente querer muito que eles estejam nos debates para ver esse tensionamento à esquerda do Lula, né? Porque só Lula contra todo mundo de direita não é interessante, não é mesmo?
Então a gente, e tem que haver esses candidatos. A gente já falou da importância desses candidatos tensionarem, o que foi o papel feito pela Heloísa Helena, já foi o papel da Marina Silva, já foi o papel do, foi o papel do Boulos da última vez.
É, mas que é um papel também que fica cada vez mais difícil de existir pelo processo de monopolização dos partidos que tá acontecendo.
É, e aí eu vou citar o próprio Lula. Quando tocam no assunto polarização com ele, ele fala: segundo turno sempre foi PT, PSDB. Então assim, não é de agora que tá polarizado. A gente não pode se esconder atrás dessa, desse guarda-chuvinha do: a polarização, vou votar no candidato que eu acredito, depois eu voto. Polarização é o quê, Cristiano? Então, ai, vou votar no candidato que eu quero e depois no segundo turno eu voto no Lula.
E aí aqui eu vou dar uma dica natural. Leiam a biografia do Lula escrita pelo Fernando Moraes, leiam. O Fernando é amigo do Lula, então assim, se preparem para puxação de saco. Ele não conseguiu ser, e não dá também para querer que ele não fosse meio emocionado em algumas coisas. Mas quando se fala em fatos, nós temos fatos.
Ele foi emocionado no léxico ali, mas nem Sérgio Moro consegue escrever uma biografia imparcial de Lula, que algum afeto vai ter.
E afetos são afetos, né? E o livro, ele começa, já tem o segundo volume. E o primeiro volume, ele começa com a prisão do Lula, horas antes ou um dia antes da prisão do Lula. E não tem como você sair dessa leitura sem entender— não é você ser arrebatado pela emoção, é sem você entender que Lula da Silva é o maior brasileiro da história. Da história, eu tô ficando ousada aqui porque o Pix foi gordo, porque é para bancar o Rio de Janeiro.
Lula da Silva é o maior brasileiro da história. Lula da Silva formou pessoas que provavelmente não teriam chegado à vida adulta se não fosse Lula Lula da Silva. O Brasil deixou de ser o Brasil da capa da Veja com criança comendo palma, com grandes migrações do Nordeste para o Sudeste, por causa de Lula da Silva, que foi um migrante. O Lula se apegar, e até hoje a gente vê que o Lula se emociona quando ele fala que as pessoas têm que comer e que as pessoas têm que estudar, mostra que, ai, eu queria um presidente mais à esquerda que o Lula.
O presidente à esquerda que a gente tem é o Lula. E infelizmente temos uma história em que querer que as pessoas comam e tenham acesso à educação é ser de esquerda. Já falei aqui, a história ela não anda para frente nem para trás, a história vai em espiral. E às vezes quando você tá nessa espiral, você olha para frente, o que você vê é o passado. E é assim que funciona uma espiral, não é? Assim que funciona também o que é o inferno de Dante, e quem conhece.
E aí a gente fica às vezes achando que, ah, eu queria um pouquinho mais para frente, eu queria um pouco— a gente está muito na frente, só que é tudo muito fodido. Não depende só de nós. A gente tem que— a gente pensa em política, e aqui a gente fala em política política nacional, mas a política nacional ela não é dissociada da política internacional, não é, sabe? Um dos infelizes não errou quando falou: o que acontece nos Estados Unidos acontece no Brasil.
Quando Lula foi eleito, Obama tinha sido eleito, e aí a gente teve a onda rosa na América Latina. E eu não tô falando que uma coisa é responsável pela outra, tô falando que as coisas funcionam juntas, porque é assim que a história funciona. E agora a gente tá vivendo um momento mais desafiador, porque a gente não tem essa ancoragem da política internacional. O cenário internacional é uma luta contra a extrema-direita e não uma vitória da centro-esquerda como foi no início dos anos 2000, não é mais uma entrada na ditadura como foi anos 60, 50, em vários lugares no mundo, inclusive aqui, e não é uma saída das ditaduras como foi, né, até os anos 80, 90.
Então, as coisas, e assim, não é coincidência que essas coisas aconteçam mais ou menos juntas. Então a gente tá no momento agora de repuxo porque a gente tá numa luta contra esse de direita. Então eu querer que agora o Che Guevara, o Fidel, o sei lá quem vocês querem aí, o Sankara venha nos salvar, não vem. A gente tem um presidente que a gente construiu, e que foi o Lula, foi construído. Eu falar que quero um presidente, construir um presidente mais à esquerda, eu não posso esquecer que o Lula foi uma figura que se construiu.
O Lula não foi eleito de graça. Eu cresci numa família que votava no Lula desde a primeira vez e não tinha visto Lula ganhar. E nós somos a geração que sempre votou no PT, e o PT ganhou. Veja, por isso para a gente foi tão amarga a vitória do Jair, porque para a gente era certo. Até a vitória do Jair, eu nunca tinha votado num candidato que não tenha ganhado. Eu me senti lesada. Então agora a gente tem essa chance de— e não é só pelo Lula, também pelo Lula, que o Lula merece, merece historicamente falando, mas o Brasil merece que tudo que a gente construiu até os governos do do PT, e que o governo do Jair destruiu muita coisa, mas o Lula conseguiu fazer brotar algumas raízes que ficaram ali, que isso não seja destruída pelo mimimi do Jair Bolsonaro, pelo filho do Jair com Queiroz, pelo amor de Deus.
Então fortaleçam essa luta que o Rodrigo falou, retomando. Ah, mas eu já vou votar, eu não vou pregar para convertido. Fortaleça o coro dos contentes. Vamos parar de fortalecer ou engrossar o coro dos contentes. E vou repetir aqui o que Vitor gosta que eu repita, que o que a nossa ideologia é esperança. Ah, mas eu já vou votar. Fale que você vai votar. Quem tem que ter vergonha de falar em quem vai votar não é a gente. Quem tem que amplificar as propostas, a figura do Lula, a importância de Lula, a importância dos senadores que a gente tem que eleger, dos deputados, somos nós.
Política se faz nessa hora. Política não é eu esperar você compostar um vídeo e eu compartilhar. Apoiar, é amplificar a partir daí. Porque senão a gente é cooptado por momentos bobos na política, como é: penso, logo voto em Ciro. E aí depois tá botando o rabinho entre as pernas e tudo fingindo que não votaram no Ciro Gomes. Aí que eu conheço cada um de vocês. Vamos nos blindar de cair nessas bobeiras históricas e construir uma história consistente para o nosso país, para a gente não ficar a cada 4 anos nessa assim de que, porra, de novo?
Porque agora o Brasil vai ter que descer das costas do Lula. E a gente tem que estar preparado para engrossar esse couro dos contentes e não de ficar assim, ah, agora não tem o Lula, o que que eu faço? Você vai votar no grampeador se o Lula deixar esse grampeador aí, é isso que você vai fazer.
Eu sei que o tempo estourou, Vitor, mas só um outro aspecto sobre esse bloco, né, para além do Pix que caiu, né, que todos já comentamos aqui, é comentar que eu acho simbólico que na última eleição do Lula, né, presidencial pelo menos, a gente sabe assim tempo existe, né? O tempo é um conceito, a idade é um outro conceito que existe. Mas é muito emblemático que do outro, uma das pessoas do outro lado seja Ronaldo Caiado da UDR, né, da União Democrática Ruralista.
Você jovem que não teve história, procura que caralho foi isso, década de 80, porque são duas figuras que amarram aquilo que a gente vem falando muito ao longo desse ano, que desde a Constituinte as lideranças políticas no Brasil são as mesmas, que a geração É a geração que ficou mais tempo no poder no mundo inteiro, né? Então é uma série de questões que definem assim a virada do século, não só acho que são as expressões brasileiras disso, mas não só no Brasil, no mundo, né?
Então você ter aí o nosso mago do nosso tarô, né, que é o Kassab, vindo de vice, algo que a gente mesmo não imaginaria um dia desse, né? A gente sabe que isso é para cravar apoio no segundo turno, para ter direito ao mandato, para um ministério aqui, acolá, etc. e tal. A gente sabe como que funciona o jogo, mas é muito emblemático porque o Caiado é uma pessoa que tenta derrubar tudo que o Lula representa desde que ele nasceu, né?
A pessoa que representa legitimamente, eleito pelos seus pares, o representante da elite ruralista do Brasil, da elite que faz questão que o povo passe fome, da elite que faz questão de exportar tudo o que puder ser exportado para que o nosso povo fome. E vai ser assim maravilhoso por toda a trajetória que Rodrigo e Ana, que tá aí, falaram, é ver o Lula eleito. Mas tem um gostinho de vingança de classe ver Lula ganhar em cima de Ronaldo Caiado, porque Bolsonaro parece um dia desse, aumenta a capa, é um poste, ele não quer dizer nada em si, né?
Bolsonaro em si, tentaram me pregar, o bolsonarismo nunca foi uma ideologia, nunca será, é um poste, é um poste usado por pessoas como Ronaldo Caiado. É um poste usado por pessoas como Gilberto Kassab, é um poste usado por pessoas como Daniel Boccaro e todas as outras corjas de bandidos que tá indo cada um por um para cadeia. Se Deus quiser, irão todos. Tem o roteirista do Brasil sempre, né, de parabéns. Mas tem um quê de épico assim, né?
A gente começou falando da jornada do herói, mas ver que na mesma década de 80 tava o Lula em cima de um palanque, o Caiado em cima de outro, falando para públicos totalmente diferentes e defendendo dois projetos de de um Brasil completamente diferentes. E que o Lula é tão foda que ele conseguiu realizar o sonho dos dois, porque o Brasil do latifúndio, o Brasil do agro, que era o que o Ronaldo Caiado queria, existe em parte construído também por Lula, porque a gente viveu os governos, né?
Mas não foi isso que passou, não foi isso que ficou, e não é isso que ficará. Vai ficar na história desses dois, na década de 80, desses dois jovens que gostavam de política, que foram para cima de um palanque defender o seu de vista, o nome que vai entrar na história é daquele que defendeu o povo, é daquele que tirou o povo que um queria afundar, que tirou esse povo da miséria, que tirou esse povo da fome, que tirou da fila do osso, que tirou do trabalho escravo nas fazendas dos pais e dos avós do outro. Isso é poético assim, é lindo.
Excelente, excelente, cara. E eu fico imaginando a galera que parou de ouvir o Midcast, né, um tempo atrás, porque a gente falava mal do PT, que a gente, porra, não apoiava o governo Lula. Olha aí, ó, Pix caiu, tamo aqui, ó, falando bem do Lula, falando de forma poética dessa vindoura reeleição de Luiz Inácio. Então é isso, fechamos aqui esse nosso primeiro bloco. É bom que ninguém citou o Zema, né, porque tipo é irrelevante realmente, né.
Tem um outro candidato, tem outro candidato também que foi confirmado em convenção partidária, mas que a gente não vai citar aqui. E é isso, cara. Agora, como eu falei lá no início do bloco, é modo eleição até outubro, gente. Então todo episódio aqui a gente vai comentar alguma coisa de eleição, porque não tem, não tem outra forma de se agir, né, até outubro, como muito bem os nossos, meus amigos aqui falaram. Aquilo, e até porque vai ter a convenção aí já do PT confirmando o nome do Lula no próximo final de semana, que com certeza vai ser pauta aqui na próxima semana também.
E só deixando claro, tá, gente, não caiu Pix nenhum do governo aqui não, tá? É só assim, que vai que algum desavisado tá escutando, tá assistindo aqui. É só uma piada, né? Só uma brincadeira, forma jocosa.
Não, eu vou, eu vou te dizer que não, né, gente? Que é isso, piada. Caiu Pix do PT, mas, gente, o Pix do PT era de R$3. R$13, porque é um Pix simbólico. Então assim, com o Pix de R$13 a gente não consegue manter um podcast semanal comentando os principais fatos da política nacional, Victor Souza. A gente precisa do apoio de quem nos escuta. Então você que tá nos ouvindo, você pode ir em apoia.se/medicast para fazer sua contribuição.
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O primeiro sempre com pauta livre, a gente conversa sobre os mais diversos assuntos. E se bater uma segunda meta de R$500, a a gente lança um segundo episódio extra, que pode ser um game show, pode ser um reacting, pode ser as maiores loucuras que você imaginar. Dá uma volta aí pelo feed que você vai ver o que que a gente já gravou, e a maioria é sempre divertido e surpreendente. No mês de julho a gente conseguiu bater a primeira meta, então a gente vai ter um episódio extra no mês de agosto, a não ser que alguém faça uma magia aqui até o final dessa gravação.
A gente tem um episódio garantido para o mês de agosto, episódio extra. Né? E aí a gente abre a campanha para o mês seguinte. Aqui na descrição do episódio você encontra também o link para nossa lojinha, que você pode adquirir produtos com as estampas do Midcast, com ilustrações de Thaís Kissuk. Também o link para o nosso canal do WhatsApp, em que a gente divulga as pesquisas do Midcast, a gente divulga quando tem corte, quando tem nova gravação, lançamento de episódio, tá tudo lá.
E isso também é uma forma de apoiar, acompanhar os nossos canais, seguir a gente nas redes, comentar nos episódios, compartilhar, sugerir para outras pessoas assistirem também. Aqui também tem o link do nosso grupo do Telegram que foi criado e é organizado por ouvintes. E a gente tá no Blue Sky, tá no Instagram e tá no TikTok. É isso, Victor Souza?
É isso, Rodrigo Hipólito. O Oleose 2011 comentou aqui, ó: Rodrigo merece um prêmio por pegar a bola quicando e chutar para o gol sem gaguejar. O cara é fera! Esse é o padrão aqui do Midcast, Oleose. Então é Geralmente assim que acontece nas gravações. Essa é a magia que acontece aqui, não tem tanta fake news aqui, tirando a parte lá do Pix. Pessoal também tava comentando aqui que o Lula deu entrevista, né, para o podcast do Vilela, Inteligência Limitada.
E aí, tipo, como ocorreu agora há pouco, a gente não vai ter como repercutir aqui. Eu já vi um corte muito bom aqui dessa entrevista, uma brincadeira que o Lula fez com ele. Então qualquer coisa a gente comenta comenta na próxima semana se realmente tiver algo para repercutir. Provavelmente já deve ter gente reclamando, né, que ele foi dar entrevista, né, para podcast direita e tudo mais. Mas enfim, nada, nada de novo. Vamos agora para o nosso então segundo bloco.
E temos o entrevistado Lula da Silva no Midcast. Olá, presidente!
Até Até eu me assustei, cara. Será que ele realmente tá chegando aqui?
Eu não tô sabendo. Eu pensei que o Diego ia vir imitando Lula, querida.
Olha só, Fafá Xavier comentou: esse Rodrigo é um três pontinhos. Rapaz, fiquei curioso aqui, hein. Vamos lá, vamos começar então nosso segundo bloco. Ó, QR code na tela aqui para quem tá acompanhando ao vivo, para quem quiser colaborar aqui com o Midcast na Chave, podcastmedia@gmail.com. Pois durante o nosso recesso, o escritório do representante de comércio dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos, incluindo petróleo, café e carne bovina.
Por outro lado, setores como os do etanol, máquinas agrícolas e papel serão afetados. Logo após a confirmação da nova taxa, o Palácio do Planalto divulgou uma nota em que afirmou que iniciaria os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade Econômica. Até o momento, porém, o governo ainda ainda não anunciou respostas concretas com base na legislação. A medida aí estadunidense entrou em vigor no dia 22 de julho. O presidente Lula anunciou a liberação de R$18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelas tarifas adicionais, também aquelas impactadas pela guerra no Oriente Médio.
A medida foi chamada de Brasil Soberano 3. Se já não bastassem os 25%, o regime Trump anunciou também na última quinta-feira, dia 23, a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5%. Segundo o governo estadunidense, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. A, entre muitas aspas, apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Enquanto isso, ex-deputado federal cassado Little Banana obteve do regime Trump o chamado green card, aquele visto lá de permanência para você ficar naquela porcaria. Uma reportagem publicada no último dia 25 pelo jornal Washington Post afirmou que o governo dos Estragos Unidos estava planejando o envio de dois altos funcionários para lançar dúvidas sobre a lisura e integridade do sistema eleitoral brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores negou os vistos solicitados pelos dois integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que pretendiam viajar a Brasília para reuniões com autoridades eleitorais.
Os pedidos de vistos foram apresentados um dia antes de Tari Flávio questionar a segurança das urnas em evento com embaixadores realizado em Brasília. A proximidade entre os dois episódios reforçou a suspeita do governo brasileiro de que a missão norte-americana buscava interlocução com o Tari Flávio. Já o maluco do Milei, que participou do evento do Tari Flávio, onde fez críticas ao socialismo, chamou Xandão de lixo careca e Lula de ladrão, resolveu compartilhar nas suas redes sociais uma série de publicações com críticas ao nosso presídio.
Essas ações geraram uma reação do governo brasileiro, que convocou na tarde do último domingo, dia 26, o embaixador da Argentina, Daniel Raimondi, para transmitir a repulsa do governo brasileiro. Abre aspas aí para o Ministério das Relações Exteriores: superiores. Não há precedentes de um presidente estrangeiro que em território nacional enfeixe agressões e ofensas ao chefe de Estado, às instituições democráticas, inclusive ao Poder Judiciário e ao povo brasileiro.
É especialmente lamentável que esse episódio infamante— infamante, existe essa palavra na raiz? Infamante? Tá aqui, ó.
Infame, não é? Pois é, infamante é um que deve ser um que causa infâmia, e não que seja uma mistura de infâmia com Infamante?
Não sei, o cara já usou a palavra enfeixe. O cara já usou a palavra enfeixe.
Pois é, é que causa infâmia. Então existe, eu acho.
Pois é, é especialmente lamentável que esse episódio infamante envolva o presidente de um país com que o Brasil mantém 203 anos de amizade e cooperação, e que tem no Brasil o seu principal sócio comercial. O porta-voz da Casa Rosada, Adrian Javier, afirmou na última terça-feira dia 28, que a troca de ataques entre os governos da Argentina e do Brasil incluiu ofensas dos dois lados. Segundo a colunista do UOL, Janaína Figueiredo, o governo Lula já decidiu que o embaixador retornará para a Argentina.
Não será de forma imediata, mas também não vai demorar para isso ocorrer. Na última segunda-feira, ao ser questionado por jornalistas sobre a crise com Milei, Lula respondeu: quem é esse cara? Enquanto isso, o governo do Paraguai anunciou nesta quinta-feira, hoje, que convocou o embaixador do Brasil em Assunção para entregar uma nota oficial relacionada às declarações de Lula sobre a Guerra da Tríplice Aliança. A crise envolve um discurso de Lula feito no dia 24 de julho, ou seja, 6 dias atrás, enquanto o presidente afirmou que o Brasil gosta de paz, mas que não poderia se esquecer da guerra do Paraguai no século 19.
Abre aspas aí para o que Lula falou nesse evento: a gente gosta de paz, mas a gente não pode esquecer que um belo dia o Paraguai resolveu invadir do Brasil. Invadiu Corumbá, ao mesmo tempo invadiu o Uruguai, invadiu a Argentina. E aquela guerra que parecia que era nada durou 5 anos, fecha aspas aí para o Lula. Eu quero saber o que que vocês acharam dessa série de tretas diplomáticas envolvendo o Brasilzão da massa.
É, humilhei desse tipo de moleque de ensino médio que acha que política é só o que acontece na frente da câmera do celular, para o TikTok, para o Reels, para as redes sociais. E eu achei muito adulto da parte do Lula responder com medida diplomática usada entre adultos, né? É muito para a gente que não é do métier isso de mandar chamar o embaixador para prestar contas, né? Para falar: e aí, que porra é essa que tá acontecendo?
Parece, não parece muita coisa, mas é seríssimo assim. É uma jogada diplomática muito séria que não faz parte do arcabouço de um imbecil como o Milei. O Milei tem essa uma postura ridícula, uma postura vexaminosa. Ele chega a ser uma figura mais vergonhosa que o próprio Jair, sabe? Porque ele tem essa— o Jair, não sei se também, né, a gente também tem muito político ruim e teve muito político ruim ao longo do tempo, mas essa postura molecóide do Milei, ela deixa tudo muito pior.
E é muito pior a impressão que ele me passa, pelo menos, que ele não se importa, sabe, com as consequências do que ele faz para o próprio povo. Assim, a gente fala aqui que dinheiro não existe. O dinheiro na Argentina hoje literalmente não existe. O dinheiro da Argentina não vale nada.
Vale menos do que o dinheiro do Roblox.
Aí você imagina essa informação na cabeça de uma mãe de família, que o dinheiro que ela trabalha o mês todo não vale, não vale nada. Aquilo ali, a sua condição de vida, ela pode derreter. E aí não importa o quanto você trabalha, não importa o que você tenha construído na sua vida até hoje, não importa quão sólida você acha que é a sua carreira, o dinheiro não vale nada porque seu presidente é um moleque de ensino médio. Então é uma situação muito séria que a Argentina vive, e o presidente simplesmente não liga.
O Jair ainda tinha um falso verniz, muito falso e muito pouco, dessa postura de presidente, né? Então assim, ah, eu sou presidente, Gente, reclamava que não podia sair para comer um cachorro-quente, que não comia em paz porque o povo não deixava, porque jornalista não deixava. O Milei, ele não tem nem isso. E eu não tô falando que é uma vantagem do Jair, tá? Não é isso. É só que é um buraco mais fundo. E aí ele vim para cá cantar musiquinha de Jô Soledad Leão, ridículo. Nossa, que constrangimento!
Vestido igual um imbecil, com outro imbecil do lado fazendo dancinha, com a tesoura, né?
O Tariflávio com a tesoura, tipo Nossa Senhora, é uma figura asquerosa, medíocre, trapalhões assim. Enquanto o país dele tá derretendo e o Lula tomar uma atitude dessa assim de não, eu vou mandar chamar o— meio que mostra que o Brasil não é quem é de graça, sabe? A relação construída na América Latina, principalmente entre o Brasil e Argentina, ela não tem que ser jogada na mesa em que o o Milei joga Magic, sabe? Com todo respeito a quem joga Magic, vocês sabem que eu não tenho a mínima ideia do que eu estou falando.
Dados com vários lados, que é isso. Então essa brincadeira com que eles levam, com que a extrema-direita leva a própria catástrofe, a catástrofe que eles trazem, tem que ter umas medidas adultas assim, sabe? A diplomacia não nasceu ontem, há regras de convivência e de— não nasceram. Ele não pode entrar aqui e vir falar o que quiser. Eu acho que ele tinha que ter ficado preso aqui, mas o Vitor usou um ótimo argumento que isso significaria que a gente tinha gastado dinheiro com esse infeliz e era melhor mandar ele para lá e buscar o embaixador, que eu também concordo.
Então tem que ter, sabe, essas medidas que dão um certo freio civilizatório para essa postura de moleque da extrema-direita no mundo inteiro, essa postura como se todo mundo fosse o Paulo Figueiredo cheirando a xixi, porque humilhei, cheira mijo. Não, por favor, vocês agora vão ficar com essa imagem, que a imagem que eu Eu sempre tive dormir leite.
Esse homem, caramba, realmente!
E remédio, pelo menos não é mais de cachorro.
Talvez seja, talvez seja, vai saber, né?
Vai que ele nunca lavou essa roupa.
E os clones, puta que pariu, tá vendo?
O cara vive a vida inteira no dia do cabelo maluco.
Não, e assim, eu não sei se vocês prestaram atenção, mas ele só fala gritando, ele não fala em nenhum momento, ele fala em um volume normal. Ele com certeza é o tipo de pessoa que só escreve em caps lock. Eu visualizei assim, deve ser insuportável.
Certeza, ele ter seu WhatsApp deve ser um inferno. Deve, deve.
Bom, eu já queimei o meu comentário sobre isso, né, que Flávio já é um ridículo e ele consegue ficar ainda mais ridículo tentando imitar o ridículo do Milei. Realmente é surpreendente. E eu achei muito curioso a acusação que o governo dos Estados Unidos faz de que as tarifas são porque o Brasil ele não proíbe nem fiscaliza os casos de trabalho escravo, né, trabalho análogo à escravidão. Que eu acho sim que sempre dá para ser melhor fiscalizado, mas não dá para dizer que não existe fiscalização, né.
A gente tem aí a lista do trabalho escravo, inclusive são empresas que são proibidas em firmar contratos com governos. E assim, eu gostaria muito de saber quais são as políticas dos Estados Unidos para esse tipo de situação. Será que são melhores do que as nossas?
Um país que nunca aboliu a escravidão.
Pois é, né?
Não, e é louco assim que é sempre bom lembrar que aquele escândalo de espionagem para cima da Dilma foi no governo, quem tava Obama, né? Vale lembrar. Então os Estados Unidos nunca foram nosso amigo, apesar de o Lula ter tido uma festa de aniversário na Casa Branca dada pelo George W. Bush.
Quem nunca chamou um inimigo para o aniversário?
Não, mas é que o Lula é— todo mundo quer estar perto dele, rapaz. Mas o Bananinha, para o neto do general, essa galera que fica articulando isso, é muito louco pensar que para eles é um— parece que é um jogo, sabe? Você não consegue pensar nas consequências reais de submeter o seu país inteiro ao jugo de uma potência colonial filha da puta assim. Você tem, Vão-se os Anéis Ficam nos Dedos, eles dão o braço para manter um anel assim, sabe?
É de uma responsabilidade absoluta, ainda mais com esse governo que tá nos Estados Unidos, não tem tendência de melhorar porque os democratas não conseguem criar um quadro. O Trump já falou que vai concorrer de novo, apesar de ser ilegal, mas como aquilo não é um país, né, são 10 empresas embaixo de um casaco. Nada, nada nos garante que ele não vai concorrer, não vai ser eleito de novo, e vou ter que lidar por mais 4 anos com esse filho da puta querendo o tempo todo nos diminuir, nos subjugar, né, e tal.
Então é muito triste ver gente que foi eleito deputado e tal. É muito maluco. A gente sabe quem são as pessoas, mas quando a gente para para pensar por 5 segundos com sobriedade, é muito maluco você ver as pessoas que são, foram, e se possível fossem serem candidatos, seriam reeleitas, fazer questão de entregar o seu país de bandeja. Porque assim, rapaz, porque eu quero estar certo, eu quero que o meu pai seja, vai roubar gasolina lá. É muito doido isso.
Só acrescentar uma coisa que eu não comentei aqui na introdução, que além disso tudo ainda teve consulado dos Estados Unidos em São Paulo, né, faz fazendo encontros com influenciadores bolsonaristas, né? Vai saber lá por quê, mas enfim, fica aqui o registro.
Inclusive, eu acho que essa é uma das notícias mais preocupantes que eu vi, porque enfim, a gente sabe como os influenciadores têm a capacidade de disseminar informações, né? Dependendo dos influenciadores, principalmente esses de direita, é algo que realmente é de se prestar atenção.
Eu vou começar meu comentário com uma pequena nota de rodapé assim, porque se não me falha a memória, o ataque do Paraguai ao Riachuelo foi uma reação a uma agressão militar do Brasil em 1864. Então puxar a Guerra do Paraguai não costuma ser uma boa, mas enfim, fica isso a nota de rodapé. Tem uma coisa com essa presença do Milei assim que não foi publicizado, mas acho que vale a pena a gente considerar. Eu não duvidaria que a campanha do Flávio Bolsonaro ainda ainda tenta uma presença do Bukele ou do Kast, mas não conseguiu.
Então, por enquanto, eles não conseguiram. Talvez possa acontecer ainda, mas eu imagino que eles tentaram para esse pontapé inicial da campanha ter lideranças de extrema-direita das Américas mais representativas do que o Milei. E o Milei tava disponível, até porque o governo dele tá soterrado em escândalos de corrupção. Para quem acompanha ganhou por alto pouca gente, imagino, durante essas últimas semanas aí, porque tinha um evento famoso acontecendo nos Estados Unidos, no México, no Canadá.
Então o pessoal ficou meio desligado do que acontecia em política. Mas a cada dia anterior ou no mesmo dia do jogo da Argentina era o dia em que o governo Milei tomava alguma decisão estúpida para população, ou que surgia alguma notícia escandalosa, para isso não chamar tanta atenção. Mas mesmo assim não funciona tão bem. Governo dele tá soterrado em escândalos de corrupção e a gente já sabe qual é a situação social e econômica da Argentina nesse momento.
Então ele é quem ia estar com a maior boa vontade do mundo para poder não estar presente no país dele e vir arranjar uma outra pauta, atiçar alguma coisa aqui no Brasil, né? E mesmo assim ainda essa foi a notícia talvez que mais repercutiu desse início de campanha do Flávio Bolsonaro, o que demonstra uma fraqueza enorme. Se isso aí foi o que mais repercutiu, e não repercutiu em cima da participação dele propriamente dita no palanque do Flávio Bolsonaro, repercutiu o que ele disse com relação ao Lula.
Então o Milei veio para cá para ajudar na campanha do Flávio Bolsonaro, e como resultado ele fez campanha para o Lula. É win-win assim, porque a reação do Lula de, nossa, o que eu mais prezo na vida é conselho de mendigo, foi para mim foi perfeito, foi perfeito assim, não tinha uma outra resposta para se dar. Você tem um staff do governo que vai poder reagir a isso, vai dar declarações mais rebuscadas, vai falar às vezes um pouco mais de seriedade, mas não precisa envolver o Lula.
Essa postura de, olha, existe uma discrepância aqui nessa balança, não tem por que Luiz Inácio Lula da Silva ele se prestar a vir a público ou ele encarar uma pessoa que tá num patamar muito inferior em todos os aspectos assim. Então não havia motivo, mas também não é como se a gente tivesse nos Mas os melhores cenários, a gente tá nesse momento numa situação na América do Sul principalmente, mas vamos englobar aí todas as Américas, em que a direita, extrema-direita, tem ganhado as últimas eleições.
Então é isso que a gente vê acontecer. Muito provavelmente com uma vitória do Lula, o Brasil vai ser o único país aqui da América do Sul que tenha uma presidência que tá mais para uma social-democracia, uma centro-esquerda, algo assim. E o resto tá muito perdido. Mesmo alguém comentou aqui no chat, né, como que eles olharam para o Milei lá e falaram: esse cara é que vai nos salvar. Eu não sei se atualmente, em 2026 depois de Cristo, se a gente, se cabe muito a gente tentar encontrar esse tipo de resposta, porque praticamente todas as lideranças de extrema-direita que elas foram eleitas através do mundo, elas são esses sujeitos de peruca maluca.
Eles são esses sujeitos que eles são bizarros, eles estão lá conversando com cachorro, usando fralda e querendo obrigar as pessoas a entregar o Nobel da Paz fazendo guerra. E encontrar talvez essa resposta, falar como que as pessoas conseguiram observar aquele sujeito e falar ele que vai nos salvar. 2018 a gente elegeu Bolsonaro aqui, ainda vai ser muito difícil para a gente entender como que tá a psique dessas pessoas que olharam para aquele sujeito e falaram Não é nele que eu vou assim.
Então não sei, vamos deixar essa pergunta de lado, a gente não vai conseguir chegar a essa resposta. Mas o fato é que a gente tem políticos de extrema-direita se elegendo, a gente tem políticos, a gente tem governos que estavam à esquerda e que perderam as últimas eleições. O Chile como um exemplo explícito para gente aqui, né, como uma outra potência econômica da América do Sul, e isso aconteceu. Então talvez não seja o cenário que a gente vai enfrentar agora com essa eleição, com Lula, mas é algo que a gente precisa ficar atento, porque algo inadequado aconteceu na publicização das realizações dos governos de esquerda, ou no comportamento, ou numa relação com a imprensa, ou numa relação com a comunicação atual, para que isso voltasse a acontecer, para que esse ciclo ele se repetisse de modo tão rápido.
Porque não é como se a gente tivesse passado por 2, 3 governos de esquerda e depois a extrema-direita voltasse. Não, foi algo quase imediato. Então talvez signifique que a gente vive numa condição, numa conjuntura de comunicação política que em que não funciona mais a gente ter uma perspectiva de médio e longo prazo e acreditar que vai haver estabilidade. Essa estabilidade não haverá. E aí nessa situação extremamente instável em que a gente não consegue acompanhar as mudanças estéticas mesmo da comunicação, que elas são muito velozes, e a gente ficar tentando forçar uma estabilidade, talvez isso não funcione.
Talvez a gente devesse abraçar um pouco essa instabilidade e tentar lidar com ela, e que uma próxima campanha de esquerda que ela consiga fazer isso, porque aparentemente os outros países da América do Sul isso não foi possível. E é isso também explica um pouco do que a gente a gente vê nessa campanha, que a gente vê na aposta da extrema-direita, que felizmente para a gente parece estar perdendo aqui no Brasil, mas essas apostas elas também são recorrentes.
Então você vê aquele mesmo tipo de palanque, você vê aquele mesmo tipo de postura, você vê esse mesmo tipo de reação a uma política internacional das grandes potências que tenta fazer um jogo de medo. E é o que a campanha do Flávio Bolsonaro continua a fazer com relação aos Estados Unidos, funcionou em outros países, não tá funcionando aqui. Tá funcionando porque o Brasil é uma grande potência cultural, é uma grande potência econômica, ele é um grande representante global.
Então é claro que isso é mais fácil de funcionar quando você lida com Argentina, um país eternamente em crise econômica, país que já tava numa situação muito difícil antes. É claro que isso pode funcionar no Chile, que mesmo não tanto numa situação econômica tão complicada, você tem uma, um outro histórico, né? E você tem um país que ele tá num rebuliço social muito intenso, notadamente desde 2019, mas antes com muita insistência.
Isso tá ali, né? Você consegue perceber. Então as posturas que esses candidatos e essas lideranças tomam com relação às grandes potências, elas vão dizer muito. O que tá funcionando bem para gente é que de um lado a gente tem quem entende que o Brasil é uma grande potência e do outro quem não entende. Que o Brasil é uma grande potência, que imagina que o Brasil ele só tem a ganhar continuando subserviente. E ainda, por que que esse discurso não funciona?
Porque desse outro lado você supõe que ou o Brasil está subserviente aos Estados Unidos ou ele está subserviente à China, quando uma comunicação muito mais positiva é você passar que o Brasil ele está no mesmo patamar que os Estados Unidos e a China, e isso tem que ser mantido, isso tem mantido. A gente não tá ali para ser lacaios dos Estados Unidos nem ser lacaios da China. Eu acredito inclusive que essa essa nova onda de tarifas, por exemplo, é claro que a gente tenta repercutir isso aqui pelo lado do Brasil.
Mas retorna um comentário que a gente fez na época do primeiro tarifaço: não é uma exclusividade nossa. O Brasil, ele recebeu uma nova porcentagem de tarifa, assim como diversas outras potências, diversos outros países, e por desculpas muito similares. Então isso não foi especial para gente. Não é como se o governo Trump, se os Estados Unidos tivessem nesse ponto em específico atacando a política interna brasileira. Não é como se eles tivessem feito uma reunião, opa, vamos lá destruir a eleição do Lula e vamos colocar essa tarifa agora.
Não, não é isso. Isso tem mais relação com as decisões dos Estados Unidos para sua política interna e como que eles vão tentar fazer a sua imagem internamente como um país que tá fazendo frente, tá tomando a liderança mundialmente para manter o seu império, do que essa grande preocupação aqui com a nossa eleição embora ela existe, mas ela existe regionalmente, da política estadunidense tentar se firmar como grande patrão das Américas.
E em alguns casos eles conseguem, em outros casos eles não conseguem. Então a relação do Brasil com os Estados Unidos, ela tem se construído nesse último governo Lula principalmente como uma resistência. O Brasil, ele continua a resistir como grande potência, e uma insistência ali dos Estados Unidos em tentar colocar o Brasil no mesmo patamar desses outros países que têm a perder ao fazer frente, né? Mas a gente ainda tá muito bem nesse aspecto.
Então não há, não acredito que haja tanto receio com relação a essas tarifas. Nesse sentido, a gente conseguiu lidar bem no ano passado com tarifas que elas eram muito mais proeminentes, elas afetavam muito mais diretamente as nossas exportações. Agora isso veio de uma maneira mais sutil, cheio de letrinhas dúvidas. É muito produto que não vai, que não entra nessa conta das tarifas, e também com uma possibilidade de renegociação muito mais evidente também assim.
Então isso para mim já mostrou que os Estados Unidos eles deram 3 passos para trás, que o Trump não chegou ali com seu cartaz e falou, tá aqui 100% de tarifa em todo mundo. Não, ele não veio a público dar essa declaração, sabe? Isso saiu e saiu, ah, tá aqui esses 12%, 25%, mas tem esses 1.500 produtos que estão fora. Aí tem essas outras motivações aqui também. Então começa a ficar complexo o suficiente para as pessoas elas não se importarem tanto ou elas não sentirem tanto impacto de imediato.
Quando era, falou, toma 120% de tarifa, o impacto é imediato. Agora toma 25% com todos esses itens aqui de fora e mais essas notas de rodapé. Ah, então aí você já fica, cara, a gente conversa depois, tá? Vai me falando aí quando me manda a conta depois de quanto é que tá isso aí. A gente subdivide, a gente vê, depois a gente acerta, tá? Nesse sentido, e eu acho também uma postura muito boa do Brasil nesse sentido. Ah, a gente vai negociar e depois a gente acerta.
Uma última pesquisa que saiu disse que mais de 75% da população acha que a gente tem que negociar. E isso é muito diferente do ano passado, quando uma porcentagem boa da população ela tinha dito: não, a gente não pode confrontar. Antes as pesquisas eram se a gente ia confrontar os Unidos. E agora, se a gente vai negociar, muda completamente. Porque se a população tá dizendo que a gente vai negociar, e se a pergunta é essa, o pressuposto é que o Brasil está em uma posição de igualdade.
E só para finalizar aqui, porque a gente não falou sobre as falas do Milei, né, que ele falou, ele reclamou de não poder visitar Bolsonaro durante a vinda dele aqui. Então assim, só para explicar para o nosso ouvinte Milei que é assim que funciona uma empresa.
Vai ver que ele achou porque o Bolsonaro tava em casa, ele tava lá de férias, né, sei lá, alguma coisa assim de bobeira. É excelente. Então fechamos aqui mais um bloco do Midcast. Queria agradecer aqui o Pix da Marina, da Priscila e da Simone, que fortaleceram aqui o Midcast durante esta gravação, que ainda tem mais coisa, porque vamos agora agora para o nosso pequeno segundo bloco de leitura de títulos. Então vamos lá, puxar a vinheta aqui de novo.
Antes de começar, só uma observação para galera que por acaso tá acompanhando ao vivo e não tem esse costume, né? Esse relógio que fica na tela o tempo inteiro é minha tentativa de controlar a cuidado para não ultrapassar o tempo que a gente combina aqui. Só para vocês entenderem porque que fica esse relógio na tela aqui, é sempre assim, tá? Então só para não achar que é coisa exclusiva de hoje aqui.
E para vocês entenderem também que nem sempre funciona, eu diria que nunca funciona, mas a gente tenta.
É uma sugestão, é.
Ora, mas nunca também é injustiça da sua parte.
É verdade, é verdade, é verdade, coisa de patrão.
É, tá bom, 99% das vezes. Bom, vamos lá então.
Pera aí, deixa eu tacar, deixa eu tacar aqui, porque às vezes não só— vamos lá, às vezes não só funciona como sobra tempo de um bloco. Aí tá ali sobrando 7 minutos de um bloco e o nosso patrão host apresentador, em vez de falar: ah, nossa, sobrou aqui 9 minutos, vamos passar para o próximo bloco e acrescentar esses 9 minutos. Não, ele pergunta para gente: ah, ninguém tem mais nada para falar? Falar não, e ele continua a insistir até a gente gastar aqueles 9 minutos daquele bloco, para depois cobrar a gente no bloco seguinte.
É calúnia, calúnia! Jamais fiz isso aqui. Bom, vamos lá então aqui para a segunda leitura de títulos. Governo prorroga adesão ao Desenrola 2.0 até o dia 31 de agosto.
Muito bem, espero que divulguem, né, para o povo saber, porque o governo faz as coisas, o povo não fica Tá vendo?
Rodrigo, eu tava esperando para ver se alguém ia comentar mais alguma coisa. Sei lá, a gente vai precisar fazer um jingle para o Desenrola, gente. Alguém resgata aí uma música bem chiclete dos anos 90 e vamos fazer um jingle do Desenrola, né, com uma animaçãozinha bonita e tal, porque aí de repente funciona.
Tem uma música da Xuxa, né, aquela Rebola a Bola, Você Diz Que Tá na Bola. Pronto, pode ser essa.
Tem também Desenrola Bate e Joga de Ladinho, não tem? Que é recente, né?
É verdade.
Mas vamos parar de falar de coisa boa, vamos parar de falar de coisa boa, vamos falar de coisa ruim. Escritório de Flávio Bolsonaro foi contratado por empresa ligada à consultoria que recebeu repasses do Master, vírgula, mostram documentos.
É muito conectivo, né? É muita palavra ligando assim, é muita distância, muita ligação.
Eu não entendi o que eu li, eu vou esperar vocês explicarem.
Não, é exatamente isso aí que você leu, é isso.
Tem alguém ligado ao Master que teria contratado a empresa, alguém ligado, é a consultoria.
É que aí depois o Tariflável negou, falou que eles cancelaram o contrato. Assim, contrato existiu, mas depois ele disse que cancelou o contrato, né?
Seria vagabunda também, né?
É, pois é, seria o contrato acho que de 1 milhão Então, né, seriam duas notas fiscais na companhia.
Um contrato, ah, me poupa.
Por falar em contrato cancelado, Viih Tube e Eliezer encerram reality com empregados e pagarão R$350 mil por dano moral.
Não pagarão para os empregados, infelizmente, né?
Vai pagar para quem?
Para um fundo contra a Justiça do Trabalho, alguma coisa assim desse tipo.
Não me lembro exatamente não, mas os empregados ainda podem processar individualmente depois para receber. Não sei, mas enfim, para quem não sabe do que se trata, eles tentaram fazer um reality show com os seus empregados domésticos, meus trabalhos na casa deles, com 11 funcionários, eram 11 funcionários da residência.
E aí eles tinham que fazer atividades dentro da casa, e aí quem chegasse assim, não sei qual era, se tinha uma pontuação ou algo do tipo, mas o ganhador no final ia receber R$20 mil. Essa era a ideia.
Olha, vocês sabem a repulsa que eu tenho a influência, repulsa. E essa repulsa, me desculpa quem doer, ela é, ela respinga muito em quem apoia, segue, dá like, acha engraçado. Esse tipo de coisa é alimentado pelo seu like, pelo seu seguir, pelo seu compartilhamento. É, não tem essa de, ah, eu não sou ninguém. Essa máquina é impulsionada literalmente por isso. Assim, é absurdo que isso seja uma uma questão. E é uma questão, porque se fizeram é porque tinham condições de ter 11 fucking empregados para eles fazerem de palhaço.
E eu quero protestar aqui uma postagem que eu vi no TikTok que dizia, era uma conta de arquitetura, dizia assim: 10 coisas horríveis na casa da Viih Tube e nenhuma delas era o Eliezer.
Por falar nisso, até o Eliezer, ele tentou jogar uma cortina de fumaça em cima do caso, né, e veio a público dizer que o casamento dele tava complicado porque ele tava com vício em pornografia.
Caraca, do nada ele mandou.
Meu Deus, gente, realmente, cara, é pornográfica a atitude dele aí com essa palhaçada desse reality.
Genial Quest, dois pontos: Raquel Lira cresce e vai a 45% no segundo turno em Pernambuco contra 39% de João Campos. Eu confesso que me pegou desprevenida. Eu vinha, Raquel, também, parece tanto que ela tava derretendo. João Campos era o menino dos olhos de ouro de Pernambuco. Pernambuco. Espero que isso se reverta pelo bem do povo pernambucano.
Mas é o que aconteceu com a— a gente tirou de moda o brega funk, né? E aí o Campos, ele saiu de cena, porque se a gente continuasse tendo grandes hits do brega funk, ele continuaria com seu carisma, fazendo aquela jocosa sarrada no ar, no palco, e todo mundo ia falar: nossa, esse é o meu candidato, olha que swag que ele tem!
E mais pesquisa Quest, Eduardo Paes lidera em todos os cenários, Vitor Souza, na disputa para o governo do Rio de Janeiro. Vocês não vão se livrar de Dudu.
Como bem comentou na Raíça no grupo sobre essa notícia, é, né, podia ser pior.
O famoso podia ser pior.
É assim, eu conheço assim uns 20 estados que dariam um braço, uma mão e uma perna para ter um Eduardo Paes para votar nessa eleição.
Sim, sim.
Não, e você conhece quantos E o Distrito Federal.
Esses 20 dariam a mão e uma perna, os outros 6 dariam mais.
Não, são 20 estados e o Distrito Federal.
É, não, assim, é o queira ou não, é um candidato a governador que aparentemente gosta do estado dele, o que é uma coisa raríssima no Brasil.
E tem o apoio do Lula, né? Tem o apoio do Lula. São Paulo, né? É, pois é. Enfim, é isso. Gente. E agora o último título: Cleitinho confirma pré-candidatura ao governo de Minas Gerais após pressão do partido.
Eu tenho uma dúvida: ele confirma depois que ele tinha desistido?
Não, na verdade o partido desistiu dele porque teve a convenção no final de semana e ele nem se deu a falar. Ele nem foi, não participou. Aí o partido falou: porra, pera aí, né, aqui também não é bagunça. Então já que tu não quer participar, não falou se quer ou não, a gente também não quer você, não vai ser é candidato. Só que tipo, no mesmo dia saiu pesquisa da Quest dizendo que ele tava disparado na frente. Aí depois ele chegou, é, depois ele chegou, acho que foi ontem ou hoje, falou: não, não, sou candidato sim, que não tem conversa.
Inclusive eu tô na frente das pesquisas, não sei o que que estão querendo de mim, mas eu sou candidato. Aí o Republicanos ainda não oficializou, mas fica aí a treta, né?
Ele tá fazendo o que Flavinho queria fazer. Fazer, né? Sair fora.
Pois é, cara, pois é.
Enfim, extrema-direita não gosta de trabalhar, né? Quando você é deputado é um pouco mais fácil disfarçar.
Exatamente. Então é isso, fechamos aqui esse segundo momento leitura de títulos. E agora vamos para onde? Para as cartinhas da Xuxa.
Falta pouco, pouco, pouco para você ganhar. Baixei Não fica desesperada, aí você desespera, fica triste. Não, se você escreveu, falta muito pouco.
Você já fez o mais difícil, que era escrever.
É porque eu sei que tem muito baixinho que é preguiçoso, mas esses baixinhos que não são preguiçosos, um alô, hein? Que show da Xuxa é esse? E é nesse clima gostoso de show da Xuxa que eu vou ler a nossa pesquisa MidiQuest do episódio 27 da nossa 9ª temporada: Obscenidades, Tari Flávio ataca e nova pesquisa. A gente perguntou qual manchete da semana que vem sobre o Lula não ser pobre. Lula não corta o tubo da pasta de dente? Lula não coloca água no fim do shampoo?
Lula abre iogurte e não lambe a tampa? Ou Lula ganhou 6 batidas de leite da Janja? Nós tivemos 13 votos no Instagram, 26 no Telegram, 18 no Spotify e 42 no WhatsApp. Tivemos muitos votos aí nessa nação zapper mais uma vez representando tanto, como sempre. Então, no nosso quarto lugar, com apenas 7% dos votos, Lula não corta o tubo da pasta de dente. Eu fiquei muito triste, eu gostava dessa opção. Em terceiro lugar, com 16% dos votos, ficou Lula não coloca água no fim do shampoo.
Em segundo lugar, com 31% dos votos, Lula abre o iogurte e não lambe tampa. E vemos aí uma certa nostalgia do ambiente do Twitter, porque em primeiro lugar, com 45% dos votos, quase metade dos votos, Lula ganhou 6 batidas de látex da Janja. Então vamos aos comentários desse episódio. Ana Marcel falou que foi muito oportuna a fala do Rodrigo sobre a perda da memória audiovisual provocada pelo acelerado processo de extinção das mídias físicas.
Trago aqui um exemplo que vivo diariamente. Meu companheiro é um pesquisador do futebol de base, tem fotos de jogos onde apenas ele estava presente, um material de mais de 20 anos. Ele reúne esse acervo em um drive, mas também em HD externo, por não confiar nos servidores dos armazenamentos em nuvens. Exagerado? Nem um pouco, nem um pouco. Tem realmente fazer o backup do backup do backup. Tabata Bolen falou que, ouvindo o episódio, no tópico sobre a da ação das mulheres de direita, ela achou que faltou a bancada comentar porque diabos elas vão acionar a justiça americana pelos ataques misóginos.
Que eu saiba, elas são brasileiras. Quando ataca também, eles deveriam ser julgados pela justiça brasileira. E aí, a bancada quer comentar?
Eu me lembro mais ou menos do comentário. A gente chegou à conclusão de que nada disso fazia sentido, e a gente ficou ficar na dúvida se existia a organização de mulheres de direita, e aparentemente não, porque aparentemente não, porque foram duas entrevistadas do PL. Então isso também fazia sentido com elas não vão acionar a justiça dos Estados Unidos porque foram só duas declarações avulsas, aparentemente. Então se a gente tivesse talvez encontrado qual organização de mulheres de direita é essa, quais são, qual o nome, qual é o procedimento, a gente talvez tivesse lembrado de comentar que isso também não fazia fazia sentido.
A Marina Fonseca comentou que adora o giro de notícias e sempre acha curto no episódio normal. Com o novo podcast sobre a Micheque, ficamos sabendo que eles se casaram no regime separação total de bens. Então acho que ela fica com ele até o final, ou até ele arranjar uma mais nova, como ele fez com as esposas anteriores. Aliás, não duvido dele terminar casando com uma enfermeira no fim da vida, que é o que todo velho doente a gente faz um x-bolo para todos vocês.
Muitos ouvintes comentaram aí a nossa palavrinha especial, que foi x-bolo. Vamos pensando aí qual vai ser a palavrinha especial desse episódio. O Bruno FPT comentou: para quando vocês voltarem? Argentina se preparando para retomar as Malvinas enquanto a ONU vai dizer que é lance normal. Segue o jogo. E aí tem uma notícia aqui falando que Trump quer infantino para secretário-geral da ONU. O quê? Que loucura! Enfim, tá nos nossos comentários do Blue Sky.
Vejam lá, o Adriano Viana falou que no gancho dessa de PlayStation encerrar a fabricação de mídia física dos jogos, do Kindle, streaming, por aí vai, que sempre se falou que seria o fantasma do comunismo que traria o fim da propriedade privada. Entende-se que aquilo que temos posse privada, entende-se aquilo que temos posse. E no fim das contas são as grandes empresas e corporações que estão retirando a posse de livros, músicas, filmes, séries e jogos. Quem diria, hein? Assim como é o banco que toma a sua casa, não é o MTST.
Só valendo lembrar que se comprar não é ter, pirataria não é crime.
É isso aí. Jota Vitti falou que tem vários outros buscadores, entre os que tentam respeitar a privacidade dos usuários, o mais popular é o DuckDuckGo. DuckDuckGo que também tem navegador que bloqueia rastreadores, então fica aí essa dica. E antes de eu liberar os meus colegas que estão morrendo de sono, eu vou ler só alguns episódios, comentários do episódio. Capítulo extra, episódio 28, Farmar Aura, Xuxa e Miss Brasil. A Kátia CTBA26 falou que acha que cometeu um erro terrível, já que acabou de retornar de uma viagem turística ao Espírito Santo.
Ela pede perdão ao Rodrigo. O Iori Cláudio, que tá aqui na gravação hoje, falou: rapaz, vocês sumiram, podem fazer isso não, que os viciados ficam doidos. Calma que a gente já tá de volta. Vocês podem ouvir os episódios sem pauta para matar um pouquinho a saudade da gente quando a gente fica de férias. O Bruno FPT falou que queria lembrar que nem toda decisão ruim da Xuxa, especialmente as que envolviam dinheiro, eram da Xuxa.
Marlene mandava muito mais. Então interpretar a novinha apaixonada pelo sexagenário do Didi pode não ter sido decisão dela. O Adriano Viana disse que fácil paga uma masterclass de farmáurica de forma responsável e funcional com Diego, e uma masterclass Finclass de Poker Face farmando aura com Rodrigo. A Bruna Pioli falou que tava treinando superiores e escutando e não aguentou nem os pezinhos dela de fisioterapia em fui assaltada duas vezes a cavalo, não deu, larguei os pesos. Se você não sabe do que estamos falando, ouça o episódio.
Mas ontem eu fiquei lembrando assim, eu tava vivendo a minha vida, do nada eu falei, caralho, é o meme do dia.
Pegando o ônibus e pensando duas vezes.
Caraca, realmente, cara, que grande momento!
E não tem nada a ver com a história de cavalo que rolou no Blue Sky essa semana, deixa aqui avisado.
É que era um cachorro.
A Marcela Pavarini falou que a pizza da Dom Bosco fica muito ruim quando não come na hora, mas o pastel Viçosa tinha congelado, ela acha. Fica aí a dica. E para finalizar, o Glauber Freitas deu uma sugestão aqui, disse que a Tijuca tem várias opções de bares e é perto do centro e Zona Sul, tem metrô e Airbnb deve ser bem mais em conta. Então esses foram os nossos comentários dessa semana. Comentem no YouTube, no Spotify, no Blue Sky e no Instagram para aumentar o nosso engajamento e para a gente ficar feliz também sabendo que vocês nos amam.
Perfeito, Thaís. Vamos lá, apoiadores.
E hoje nós queremos agradecer especialmente todos os nossos Silvas que mantêm aqui as nossas luzes acesas. Então um abraço para Sheila Bertolini da Silva, Ouvinte Misterioso da Silva, Ana Carolina Ribeiro da Silva, Mateus Brusaca da Silva, Bárbara Aguiar da Silva, Ana Carolina Mitchell da Silva, Carolina Fernandes da Silva, Sebastião Ferreira da Silva, Ricardo Djaloto da Silva, Edna de Lourdes da Silva, Lindromon da Silva, Camila Braz da Silva, André Rezende da Silva, Leonardo Espor da Silva, Ouvinte Misteriosa 2 da Silva, Eduardo Vasconcelos da Silva, André Benjamin da Silva, Denis Almeida da Silva, Jorge Alfradique da Silva, Guilherme Anselmo da Silva, Elisney Menezes da Silva, Flávio Schioket da Silva, Marina Duarte da Silva, Eduardo Leão da Silva, Joana Porto da Silva, Gabriel Pires da Silva, Wagner Gomes da Silva e Rodrigo Rocha da Silva. Muito obrigado.
E fica aqui um beijo para os nossos brasileiros e brasileiras cuja da Brilha, Laís de Moraes brasileiro, Bruno Teixeira brasileiro, Lelê Riso brasileiro, Maria de Fátima brasileiro, Mariana Sampaio brasileiro, Carolina Leão brasileiro, Hugo Albuquerque brasileiro, Cristine Medeiros brasileiro, Pablo Cardoso brasileiro e Reni Barcelos o brasileiro. E na categoria Ministério do Amor nós temos Thiago Luiz Pereira e o Alan da TI, que são brasileiros também, só deixando aqui a observação.
Tem enquete essa semana, Diego?
Temos com certeza, né? Então, depois desse grande sucesso que foi o Rap do Silva na campanha do Lula, a gente quer saber que outros clássicos do cancioneiro popular brasileiro devem ser resgatados para embalar comícios e banquinhas de bolo e vira-volta Brasil afora. A primeira opção é Você é Arroz e Eu Sou Feijão, baseado em Fogo e Paixão do Vando, sobre a política de segurança alimentar, que é o trabalho da vida de Lula. A segunda opção é Empregueira, baseado em Saideira do Skank, sobre a geração de empregos e aumento da renda.
A terceira opção é Baixarela, baseado em Normalista do Nelson Gonçalves, sobre a expansão das universidades. E a quarta e última opção é Alobaguará, baseado em Aloba de Alcione, sobre a proteção ao meio ambiente.
Caralho, o dia acabou de dar 4 ideias maravilhosas de Paródias. Que saudade que bateu agora!
Normalista me pegou demais.
Normalista não, bacharela.
Eu gostei muito da Loba Guará porque essa música é uma das minhas favoritas da vida.
É isso, então votem bastante lá no Spotify, no Instagram, no WhatsApp, mas aonde? No Telegram, né? Agradecer sempre aí os nossos queridos ouvintes que comandam aí o canal no Telegram, né, o grupo do Telegram. Tem link aqui na descrição do episódio caso alguém queira acessar o grupo, ainda não faz parte.
Inclusive tinha ouvinte pedindo o grupo para organizar o rolê do todo mundo no Rio. Tem um grupo do Telegram, pode entrar lá, trocar figurinha, marcar hospedagem, né. Vamos sair, vamos ver qual é. Tem um grupo lá, podem se conhecer lá fazer esse bem bolado.
Exatamente. Lembrando, 22 de agosto, encontro do Midcast no Rio de Janeiro. Na próxima semana nós vamos divulgar o local, mas já anote aí na agenda, 22 de agosto aqui no Rio de Janeiro, ali no finalzinho da tarde, encontro do Midcast no Rio com toda a bancada reunida. E queremos a participação dos ouvintes lá com a gente também. E antes dos créditos finais, Ana Risse, já vou deixar aqui a palavra secreta. A gente deu algum, cunhou algum nome, já não lembro, nem lembrava que tinha essa questão da palavra.
Mas tá bom, tá bom, né? A palavra secreta do fim do episódio não pode ser outra que não Silva. Então você comente aí nos comentários só Silva ou da Silva, a senha, vamos chamar de senha, senha. Isso para a gente saber quem escutou até o final aqui este episódio.
Boa, boa. E lembrando que a desesperança é um sentimento reacionário. Este episódio usou fontes de G1, O Globo, SBT News e CL Notícias, Poder 360, CBN, Correio Brasiliense, UOL e Folha. E foi apresentado por Victor Souza, Rodrigo Hipólito, Diego Esquinello, Thaís Kisuki, Ana Raíssa. A edição será sempre de Victor Souza. Parece uma ameaça, né? Será sempre de Victor Souza, nunca vai se livrar. E as nossas redes sociais são midcast.com.br lá no Blue Sky, Podcast Mid lá no Instagram, e podcastmid@gmail.com na nossa brasileiríssima rede social do Banco Central, nosso Pix.
É isso, muito obrigada a todo mundo que acompanhou aqui ao vivo a nossa transmissão. Chegou a bater mais de 40 pessoas aqui ao vivo. Nesse momento tem 25 pessoas ainda acompanhando, são 11:55 da noite. Muito, muito obrigado mesmo. É um beijo em todos, todes e todas, né? E é isso, bancada maravilhosa. Dá para— querem que enrolar mais 5 minutos aqui de pós-créditos para bater minha noite? Não, né? Tô brincando. Vamos dar tchau aí para galera e encerrar a transmissão.
Olha aí o argumento do Rodrigo sendo provado.
Ao vivo, ao vivasso!
E até a próxima, valeu, gente, abraços, falou, valeu, falou, um cheiro!