S09E13 - Messias rejeitado, Pesquisas estranhas e 1º de Maio
No episódio desta semana, falamos sobre a rejeição histórica de Jorge Messias para o STF e o que esperar daqui pra frente, uma análise sobre duas pesquisas eleitorais no mínimo estranhas, a derrubada do veto na porcaria do PL da Dosimetria, a proibição de empresas de mercado de previsão no Brasil e o pronunciamento de Lula sobre o Dia do Trabalhador.
APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast:
------------------
- Apoia.se : https://apoia.se/midcast
- Chave PIX : podcastmid@gmail.com
------------------
# COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast
# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap
# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo
# LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast
PARTICIPANTES:
------------------
Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social
Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social
Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social
COMENTADO NO EPISÓDIO
------------------
- Sabatina de Messias na CCJ: 'Minha identidade é evangélica, mas tenho clareza de que o Estado é laico'
- Jorge Messias é rejeitado ao STF em derrota inédita a Lula
- VÍDEO: 'Acho que ele vai perder por oito', disse Alcolumbre a líder de Lula antes de anunciar rejeição de Messias ao STF
- Senadores relatam "pressão popular" comparável ao impeachment de Dilma
- Lula empata com Flávio e Zema no 2º turno, diz AtlasIntel...
- Lula lidera 1º turno e empata com Flávio no 2º, diz pesquisa BTG/Nexus
- Congresso retoma revisão de penas, mas redução não é automática e terá de passar pelo STF; entenda
- Congresso derruba veto de Lula à dosimetria e beneficia Bolsonaro
- O que acontece com Bolsonaro após derrubada do veto ao PL da Dosimetria
- Congresso derruba veto a PL da Dosimetria; VEJA PLACAR
- Brasil proíbe empresas de mercado de previsão, como Kalshi e Polymarket, de operar no país.
- Moraes manda prender último núcleo de condenados pela trama golpista
- Alexandre de Moraes autoriza prisão domiciliar para idosos condenados pelo 8/1, incluindo Fátima de Tubarão
- Assista ao pronunciamento de Lula no 1º de Maio
- Agenda do presidente LulaNovo Desenrola Brasil e renegociação de dívidas · Foco em mães de família e Bolsa Família · Restrição de acesso a plataformas de apostas online · Proposta de redução da jornada de trabalho (40 horas) · Combate à elite e defesa dos trabalhadores · Medidas para conter aumento de preços de combustíveis · Retomada da valorização do salário mínimo · Isenção de Imposto de Renda
- Pesquisa eleitoral Datafolha - cenário presidencialDiscrepância entre pesquisas Atlas Intel e BTG · Metodologia de recrutamento digital e amostras viciadas · Foco em segundo turno e desmobilização do eleitorado · Propaganda pró-Bolsonaro através de pesquisas · Importância da votação no primeiro turno · Estratégias de campanha e mobilização de esperança · Cenário político polarizado: Lula vs. Bolsonaro
- Indicação Jorge Messias ao STFIdentidade evangélica e Estado laico · Votação no Senado · Articulação política de Davi Alcolumbre · Pressão popular e redes sociais · Indicação de Rodrigo Pacheco · Prerrogativas do Executivo e Legislativo · Sabotagem institucional no governo Lula
- Veto à dosimetriaBenefícios para condenados por crimes · Progressão de pena para Bolsonaro · Anistia maquiada e normalização de termos técnicos · Falta de confronto do governo com o Congresso
- Marqueteiros de campanha e estratégiaMetodologia de pesquisa e recrutamento digital · Desmobilização do eleitorado e mobilização da esperança · Cenário polarizado e a importância do primeiro turno · Estratégias de campanha: Jandira Feghali de papelão
- Proibição do mercado de previsãoDiferença entre mercado preditivo e bets · Prevenção de lobby e poder financeiro · Ações do governo Lula para coibir apostas
- Críticas ao JudiciárioCaso do fotógrafo cego e indenização pela PM · Corrupção no porto do Rio · Proposta de penas mais duras para corrupção no Judiciário · Ações de Flávio Bolsonaro e enriquecimento pessoal
Olá, cidadão e cidadã, tudo bem? Eu sou o Diego Schinello, falando diretamente do dia 30 de abril de 2026. Está começando mais um episódio do Midcast Política, com muitas motinhas passando aqui, infelizmente. E aqui nós debatemos os fatos que ocorreram na última semana e que influenciam no cenário da política nacional. Com muita informação e um tiquinho de esperança e bom humor na medida do possível. E hoje aqui comigo temos Ana Raíssa. Como vai, Ana Raíssa?
Este é o Midcast Prédio do Trabalhador, que é sem patrão, porque aqui a gente não deita para patrão, não importa se é o patrão mais legal do Brasil. E temos o também trabalhador Rodrigo Hipólito. Não, já deu a hora aqui, já estou tomando a minha cervejinha do trabalhador. Então encerrou um dia, começo o programa tomando uma cervejinha, porque é isso hoje, gente, assim. Tem pauta? Tem pauta, mas a gente não sabe o que vai acontecer.
É, então sem patrão que Thaís Kisuk pegou e fez greve. É, completamente malucos.
Vai voltar só para bater ponto, Thaís. Ainda vai chegar, bota meu nome na chamada. Então, sem mais delongas, vamos para o nosso primeiro bloco.
Depois de 76 anos, 8 invernos e 9 corridas ganhas pelo Rubinho Barrichello na Fórmula 1, chegou finalmente o grande dia da sabatina do Messias. O Messias, indicado por Lula oficialmente em 20 de fodendo novembro de 2025, tem em dezembro, janeiro, fevereiro e março, cinco meses.
Teve a sua sabatina no dia de ontem da gravação, dia 29 de abril, e em sua fala de apresentação, antes de começar a ser sabatinado, ele falou sobre o que chama de identidade evangélica. Abre aspas. Minha identidade é evangélica, todavia eu tenho plena careza que o Estado constitucional é laico. Uma laicidade clara, mas colaborativa, que fomenta o diálogo construído.
entre o Estado e todas as religiões em prol da fraternidade condoureira que perpassa pela tez tão luminosa, teria dito o candidato ao Supremo Tribunal Federal. A sabatina durou oito horas.
e o nome de Messias foi rejeitado por 42 votos a 34. Um fato inédito na história recente, como você ouvinte com certeza já ouviu, em todos os veículos da mídia tradicional, dizendo que a última vez que o nome foi rejeitado foi em 1890 e alguma coisa.
Há mais de 100 anos, senadores da direita bolsonarista relataram que sofreram pessoas populares comparáveis ao impeachment de Dilma, em seus gabinetes, mensagens de WhatsApp e redes sociais. Antes da votação, o líder do governo, Jax Wagner, perguntou...
a Davi Alcolumbre, o que seria da votação, e ele disse, abre aspas, acho que vai perder por oito. E não é que ele acertou? Ora, ora, quem diria? Uma pessoa que está aí com palpites sortudos. A rejeição de Messias foi articulada pelo próprio Alcolumbre, que defende desde o ano passado a indicação do colega Rodrigo Pacheco em mais uma tentativa do Legislativo de tutelar.
cada passo do executivo. Com a rejeição, a mensagem com indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luiz Roberto Barroso no Supremo. E aí, galera? E o Messias? Cara, eu quero já fazer uma pergunta para vocês. Vocês ficaram tristes com a recusa da indicação do Messias?
Eu fiquei mais constrangida com a humilhação que ele se propôs do que triste. Porque foi uma humilhação. O cara chorou. O cara puxou o saco do Mendonça, que depois chorou. Aí foi assim, ó. Ele deu de bandeja tudo que as pessoas queriam. Tudo que dizem que teria que ter para passar. Evangélico contra o aborto. Conservador. Tererê, tarará, parará.
que o Lula, eu não sei por que compra esse discurso, ele deu de bandeja, fez todo um circo, e bandeja essa que era, isso era sobremesa, porque o prato principal era o quê? A porra da exploração da Foz do Amazonas lá em Macapá, que o Lula deu para o Alcolumbre.
pro Alcolumbre articular isso aqui depois. Então eu espero que Luiz Inácio assore que é um homem incapaz de sentir ódio ou incapaz de querer se vingar de alguém. Eu não sei o que esse homem tem. Não sei. Um homem mais incapaz de sentir ódio do que o Lula. Espero que neste momento ele esteja com raivinha. Pensando assim, não é que me avisaram? E aí virou esse show de constrangimento e digo mais, se Lula tivesse indicado uma mulher para essa vaga, o Senado não bancava essa reprovação. É tudo que eu tenho a dizer, Luiz Inácio. Luiz Inácio, nosso ouvinte.
Cara, eu sei que tem ouvinte que vai falar, não, ia ser recusado de qualquer maneira, não interessa quem fosse indicado. Isso, para mim, beira alucinação, tá? Beira alucinação. Então, segurem as suas respectivas ondas aí. E eu não estou dizendo também que, nossa, qualquer nome que o Lula indicasse, qualquer mulher que o Lula indicasse, qualquer mulher negra que o Lula indicasse fosse passar.
Porque isso também é um jeito de a gente desviar de uma discussão séria. Mas que sim, eu concordo com a raíça, cara. A probabilidade do Senado recusar o nome de uma mulher negra e entrar nessa seara era bem menor. E mesmo que recusasse, se o Lula resolvesse insistir uma segunda vez, tá bom, recusaram essa, toma aqui outra mulher negra.
Aí não recusava. É bancar as suas escolhas. E não bancou. Não bancou. Mas desse constrangimento todo, teve algumas coisas que me... Tiveram algumas coisas que me marcaram. Das reações posteriores. Eu digo posterior porque quando começou o dia, a conta já estava feita, gente. Eu não sei quem é que criou a expectativa de que ele fosse ser aprovado.
A conta estava ali desde o começo do dia. Você ia em qualquer analista que acompanha, que cobre a política de Brasília de modo mais próximo e estava ali a declaração de todo mundo que ia votar, quem não ia votar. Então, assim, é claro que estava na mão do Alcolumbre, mas não havia surpresa nenhuma. E depois da recusa, me assombra ainda o descaramento, a normalização que já se configurou no Senado, que permite declarações como a de alguns senadores que dizem que
Ah, o Lula já tinha indicado duas pessoas, agora era a nossa vez. Ah, o Lula já fez duas indicações, a gente está marcando o ponto de que a gente precisa ter, o Legislativo precisa ser ouvido nas indicações. Isso é um descaramento, porque isso desconsidera que a prerrogativa de indicação para o STF é do Executivo. Então o Senado já trabalha com a perspectiva de ter retirado uma prerrogativa do Executivo. Mais uma.
Já trabalha. Então isso agora está dado. A gente já se fudeu. Esse trabalho extremamente mal feito de não ter conseguido fazer uma indicação consistente, fazer a articulação rápida, não ter deixado rodar quase seis meses, porque muita coisa acontece em seis meses. Então você teve cenários em que era muito razoável você ter a aprovação disso rapidamente.
mas o Lula esperou. Primeiro que ele esperou muito tempo para poder indicar um nome, vamos lembrar disso. Em novembro ele indicou o Messias mas ele poderia ter indicado muito antes, ele ficou segurando a indicação e aí depois você dá muita margem não faz pressão, não articula para que essa votação acontecesse rapidamente.
Aí nesse meio tempo você teve uma série de escândalos, nesse meio tempo você tem Banco Master, nesse meio tempo você tem o STF mais desprestigiado ainda, criou-se uma tempestade perfeita. Então sim, tem uma cobrança que a gente tem que fazer em cima da articulação do governo. Vou voltar nesse ponto daqui a pouco. Mas aí, toma essas declarações.
De que o Senado já trabalha com a expectativa de que eles têm algum tipo de direito de indicação. Quando você supõe que eles poderiam ter indicado o Rodrigo Pacheco, já se tornou ridículo dizer que isso é inconstitucional.
também uma postura ofensiva, uma postura agressiva. Isso é politicamente violento quando a gente trabalha no âmbito institucional. Existe a prerrogativa do Executivo indicar ao STF e o Senado considerou desde o princípio que isso não é mais válido. Eles estão trabalhando em cima da lógica de que eles têm o direito de fazer a indicação deles e o presidente tem que aceitar.
E se ele não aceitar, a gente vai recusar subsequentemente as indicações que foi a postura do Columbre. Ele deu essas declarações, não para a imprensa, mas para pessoas próximas, para outros parlamentares, de que ele não aceitaria nenhuma indicação do Lula até depois da eleição. Então, isso já se tornou uma estratégia também de campanha. Vou vir aqui discordar do nosso tio-rei, que o Reinaldo Azevedo publicou uma coluna logo depois disso, acho que foi no Poder 360, dizendo...
dizendo que o impacto dessa recusa na campanha, o impacto eleitoral disso era zero. Acredito que a chave de leitura ali está errada. Se você imaginar que a chave de leitura é o que a população está pensando sobre esse assunto, sim, aí talvez tivesse impacto zero. Mas qual o impacto disso, dessa mudança de postura do Legislativo e principalmente do Senado, nas pautas do Flávio Bolsonaro? É enorme?
Porque se ele já estava puxando uma campanha que é anti-STF, agora ele está com tudo na mão para dizer, olha, eu vou propor uma reforma do STF, me elejam que eu vou dar o que vocês querem. Eu vou entregar três indicações para o STF que vai mudar tudo isso que está aí. E você pega isso num período em que boa parte da população está com repulsa à corte. Se tornou um fato político fundamental para a campanha.
Não dá para dissociar essas duas coisas. Isso, para mim, é talvez um dos principais pontos. Não desmerece as outras questões. A postura do alcolumbre, a falta de articulação do governo e tudo mais. Em cima disso, coloco para vocês também. Para mim já se tornou explícito que existe uma sabotagem na articulação institucional do governo Lula.
Existe uma sabotagem, a gente não quer dar nomes, mas vamos pensar uma pessoa que está ali próxima lá do Alcolumbre e vai ter a disposição e a disponibilidade institucional de ir cochichar no ouvido do Alcolumbre e perguntar qual você acha que vai ser o resultado. E pela reação da pessoa e por tudo que se diz nos bastidores, há de se considerar que tem um sabotador na articulação institucional do governo e infelizmente me parece ser uma das pessoas de maior confiança do Lula.
É estranho perceber como essas figuras, eu vou pôr a culpa no Eduardo Cunha, mas essas figuras que eram de grande importância, mas depois isso se acabava, ninguém ficava muito... Ah, porque fulano é presidente do Congresso. Ah, é da Câmara. Quem é Rodrigo Maia hoje?
É o Rodrigo Maia. É. Essas figuras se tornam iminências sazonais e eles não se contentam só com isso. O Arthur Lira não estava contente só com o que ele era. Se a gente pega que no próximo governo o Lula vai ter que indicar três pessoas, porque sai a Carmen Lúcia também, né? Sai mais quem?
O que o Senado vai querer a partir de agora? Vai querer que ele escolha. Não, só falta fazer lista tríplice. Não, nós vamos dar aqui os nomes. Então está existindo um sequestro de poderes e que eles ficam usando o judiciário, né? Ah, porque o judiciário está pautando, o judiciário está legislando.
sendo que quem está fazendo isso é o Congresso. É presidente da Câmara que é o presidente do Senado. Ninguém mais se contenta em ser presidente da Câmara. O cara quer pautar a presidência da República. O presidente do Senado quer definir quem é indicado pelo presidente da República. O tanto que a Artulira fez, e que vocês viram a gente reclamando aqui, aos berros de ódio de Artulira.
Porque ele queria o Ministério da Saúde. E ele só largou esse osso porque ele saiu, mas ele quase não largou esse osso. E assim, é um mal do nível do nível emenda, essas emendas parlamentares aí. Se não corta, você vai receber sabotagem interna, como o Rodrigo falou. Você vai receber sabotagem dos poderes, porque eu não votei em Alcolumbre pra presidente da República.
O Lula beija a mão, porque aí o Lula faz o que o Lula quer, o Lula faz o que os militares querem, o Lula dá ministério. A gente falou daqui, quando a gente ficava, o Lula deu esse tanto de ministério, isso não está se revertendo a votação para a base do governo. Até que o governo se tocou e falou, ora, isso não está se revertendo a votação para a gente, porque eu dei ministério para fulano, para ciclano, para esse grande centrão que está sempre aí, e na hora de votar com o governo, o centrão não vota com o governo. Está na hora do Lula soltar a rédea.
Cara, o que a gente vai perder? Porque a eleição a gente não vai perder. É a última vez que a gente vai votar no Lula. Tanto por idade quanto... Meu amigo, corta tudo. Corta tudo. Suspende. Ah, eu tinha feito gracinha aqui, com exploração de... Suspende. Começa a botar um monte de coisa que a mídia vai chamar de populista.
Coloca nas costas do Congresso. Pode colocar nas costas do Congresso. Ó, quero ver vocês não bancarem, sei lá, baixar alguma medida aí pra baixar a gasolina, pra aumentar o não sei o quê. Põe na do Congresso até o final. Porque não dá, assim. A gente tá com vantagem, a gente vai falar de pesquisa logo mais, a gente tá com uma vantagem que muito me alegra.
Mas não dá pra sofrer esse tipo de sabotagem. Porque o Hugo Mota também já foi pro caralho. O Hugo Mota nunca fez uma graça, né? Ele tá aí pra fazer o Lirinha. O Alcolumbre faz o que faz. Adivinha resultados. Ele tá articulando o resultado. Aí você tem o Jax Wagner, que já é uma figura daquelas, né? Sempre foi. Mas é uma figura de muita confiança do Lula, como o Rodrigo falou.
Se o Lula entrar no modo Lula agora, a gente só tem a perder. O Lula tinha que entrar no modo Lula nos 80. Começa a... É, é, fio das seis por um, é... Sei lá, quer mais que a gente quer? Quer mais pautas de esquerda? Vamos e põe na conta do Congresso, porque aí eu quero ver o Congresso barrar em ano de eleição.
Porque agora já estão de chororoi. Ai, a gente sofreu pressão dos nossos eleitores e o governo tá querendo achar um bode expiatório. Ai, que dó de vocês, né? Aí vai deixar Congresso? Porque isso aí é campanha do Flávio Bolsonaro. Não tem outra. Isso aí é pro Flávio Bolsonaro. E aí a gente tava nesse modo de preparo desde o final do ano passado, né? Não é nem início desse ano. De que vem aí, vai começar as eleições. A corrida vai começar. Começou. E agora tá na hora do...
de articulação, tanto a articulação propaganda pra pesquisas e pra se refletir em aumento de percentual de voto quanto o Lula abrir mão de fazer graça pra Congresso vai fazer graça pra quê? Pra tomar uma dessa? Pra indicar Messias? Aí demora pra indicar tudo isso, todo esse cenário que o Rodrigo repassou aí, pra essa no final? Pro Senado achar que saiu fortalecido e ainda pensar assim porra, da próxima vez os caras já vão comer na nossa mão porque vão vir aqui fazer graça?
E aí a gente vai ter o quê? Oficialmente um primeiro-ministro? A postura que esses caras estão adotando desde a Artuleira, desde Eduardo Cunha, aliás, de que são primeiro-ministro. Vamos ver se o Lula corta. E é muito melhor do que ser um primeiro-ministro, porque quando dá merda no governo, o primeiro-ministro cai. Itália tá aí. Itália trocou mais de governo nos últimos 10 anos do que eu troquei de cueca. É uma parada maluca. E aqui não. Porque essa postura do Congresso só tem bônus.
Eles controlam mais da metade do orçamento discricionário da União. Ninguém sabe para onde vai esse dinheiro. O Flávio Dino está tentando caminhar nesse sentido, mas a gente sabe que não dá conta. E não tem ônus nenhum. Tudo que dá errado, eles jogam na costa do governo. Quase nada tem dado certo. As poucas coisas que o governo consegue fazer passar é porque tem um apelo popular imenso. E aí o governo fica...
Ah, eu passei agora, passou o imposto de renda, a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil. Beleza, mas porque o governo ficou um tempão martelando nisso, etc. Só que para o governo ter capacidade de martelar alguma coisa, tem que ser algo que dá para defender. Que a gente volta para a pergunta do Rodrigo no começo do tópico. Quem está triste que o Messias não entrou? Ninguém.
Porque, honestamente, é um Castro Nunes 2, velho. O nível de coisa, de abertura de pernas que ele fez nessa sabatina pra parecer palatável, mostra até uma falta de traquejo político absurda.
O cara chega lá achando que ele, fazendo apologia a ele, ser evangélico, ele achava que ele ia convencer alguém, ele achava que a sabatina era uma sabatina, ele achava que as perguntas ali iam definir se ele ia ser aceito ou não. É uma falta de leitura política absurda pra pessoa que tá na Advocacia Geral da União, sabe? Se você quer entrar na arena política, entra na arena política, porra.
Não venha querer dar uma de técnico no meio desse, porque você não tem nada a ganhar. Você só vai se fuder. Aí o cara chegar lá puxando o saco pra caralho dessa pauta, achando que isso ia dar alguma coisa, sendo que, como o Rodrigo disse, se ele tivesse acordado seis horas da manhã, olhado meia dúzia de jornal, primeiros três links do Google, ele sabia que não ia passar. Ele ia lá cumprir tabela, não ia precisar ficar oito horas nessa ladainha.
Eu, pelo menos, tenho mais o que fazer. Ele, pelo visto, não tinha, né? E aí é foda.
essa questão, porque a gente está desde o começo desse governo do Lula falando, o governo está cedendo, está cedendo, está cedendo, não está ganhando nada em troca. E está aí agora um tabef na cara, porque até então era uma coisa derrubou um veto aqui, talará, não sei o que. Eu tirei piada na introdução sobre isso, mas porra, tem cento e tantos anos que isso não acontece, porque era um dos acordos não escritos. Se o presidente indicou, você aprova.
É básico, né? É uma coisa, é um acordo tácito que existia aí dentro da democracia, mas que é para servir para lembrar também ao Lula que não existe. Com esse pessoal, o acordo de cavaleiros, porque nenhum deles é. É tudo um bando de pangaré, um bando de gente mesquinha, gente mínima, de gente podre. Então não tem o que fazer acordo com essa galera. E é isso que antigamente a gente tinha que lidar só com um presidente de casa de cada vez.
Aí agora não, agora é 3, 4, 5 Daqui a pouco, quando vier o próximo Você vai ter 5 pessoas e aí Não dá pra agradar todo mundo Não dá pra fazer isso E o governo é uma coisa que a gente sabe que o Lula nunca vai fazer Mas que a gente sempre fica se contorcendo Tipo, olha o Petro Chama o povo pra rua, caralho Porra, tá tendo...
ATL agora lá, Acampamento Terra Livre em Brasília, pô indica um indígena hoje, amanhã, pronto aí bota todo mundo lá, sabe é política, vamos fazer política eu tava falando pro pessoal que teve a eleição da reitoria da universidade aqui, mês passado esse mês agora aliás, e aí
em uma reunião do Conselho Universitário que estava discutindo isso, a gente estava discutindo que o prazo da campanha estava curto, estava isso, estava aquilo, e uma pessoa falou uma frase que foi icônica para mim nessa eleição aqui, foi, ah, quem quer ganhar a campanha, quem quer ganhar a eleição tem que fazer a campanha.
E é isso, sabe? Está todo mundo fazendo campanha e parece que o Lula não, porque não usa das armas que tem, tem a máquina na mão e não se vê fazer muita coisa com isso. Então, barra emenda, não aprova. Ah, querem fazer comigo igual fizeram nos Estados Unidos, não querem que eu indique o meu último ministro, vão ficar me enrolando até o ano que vem?
Não paga mais nada de merda esse ano, pronto. Vai perder o quê? Vai perder o quê? Nada. Quer ver um exemplo, Diego? Olha o ponto deles, né? Era pra gente estar com um ato absurdamente gigantesco nesse primeiro de maio, com a presença do Lula, puxando o fim da escala 6x1. É um medo.
É um medo de, ah, mas vai acontecer alguma coisa Vão invalidar a minha candidatura Porque eu estou transformando isso num ato político Você estava fora do Brasil? Porque assim, nos últimos seis anos E durante todo o governo Bolsonaro O que a gente teve foi o presidente Indo em todos os atos E fazendo campanha em todos os atos E se tem uma coisa que seria extremamente justificável É o presidente estar no ato do 1º de maio Defendendo uma proposta do governo Ele está defendendo uma proposta do governo dele atual O governo apresentou isso, colocou na mesa
o fim da escala 6x1. O que impediria o Lula de estar em palanque, estar em ato nesse 1º de maio, marcar a presença? Deveria estar fazendo isso. Não vai fazer? Isso me quebra muito assim. Aí vem esse medo que se constituiu na articulação do governo e que aos poucos ele se transformou em outra coisa.
Primeiro era um medo de desagradar o Congresso. Ah, vem lá do impeachment. Então tudo que a Dilma sofreu vem aquele discursinho de dizer porque a Dilma desagradou o Congresso. E o que é mentira. Porque o que a Dilma mais fez durante o segundo mandato dela, o pouco que durou, foi tentar agradar o Congresso. Cedeu, cedeu, cedeu, até que aconteceu o golpe. Mas aí venceu esse discurso de que ela não sabia fazer política e de que ela desagradou o Congresso e por isso ela sofreu o golpe. E aí de lá pra cá
você vem com essa ideia de que eu tenho que agradar o Congresso. Se eu desagradar, eu vou sofrer um impeachment, eu vou sofrer alguma coisa, algo de muito ruim vai acontecer. E aí você recai em umas soluções que não são soluções e que quando você para para descrever o que é, é ridículo.
Vocês falaram agora sobre essa ausência momentânea do Arthur Lira, que se transforma numa ausência momentânea do Mota, e tem um motivo para isso. Tem um motivo para isso. O governo Lula adotou a famosa técnica do analista de Bagé, chamada Joelhaço.
Para quem não é familiarizado com a técnica do joelhaço, é uma técnica científica que foi constituída pelo Luiz Fernando Veríssimo para poder curar a depressão. O analista de Bagel, ele falou que você está depressivo, ele te dava um joelhaço. É a cura pela dor. Então, Bérez, eu vou te dar um joelhaço.
e você vai começar a sentir essa dor em específico, você vai esquecer que você está deprimido. Então, se eu estou sentindo mais dor num ponto, eu deixo de sentir aquela dor. Aí, o que o governo Lula faz? A gente tem um problema com o Arthur Lira. Arthur Lira se transformou em um problema. Mesmo ele deixando a presidência da Câmara, ele continua atuando como presidente da Câmara. O que a gente faz? A gente cria uma dor maior, chamada alcolumbre. Então, você vai lá e faz um conchavo com alcolumbre.
porque o Alcolumbre, ele detesta o Arthur Lira, e aí com o Conchavo com o Alcolumbre, eu tiro um pouco o Arthur Lira de cena. Mas, maluco, você está trocando uma dor maior pela outra. Você resolveu embarcar numa merda para poder esquecer a outra. E o resultado está aí. A ideia de fazer um Conchavo com o Alcolumbre para tentar minimizar a influência do Arthur Lira criou um problema maior agora. Isso não deveria ter sido feito. Não funciona. A técnica do joelhaço, infelizmente, não te traz resultados.
E é o que o governo Lula está fazendo. Ele está pedindo me dê um joelhaço no saco para eu poder esquecer que eu estou sofrendo com a minha articulação política. E termina dobrado. Foi o que aconteceu dessa vez. Isso me incomoda muito mais pensando no futuro, a médio prazo.
Porque se a gente está com essa estratégia já durante todo esse mandato, e a tendência é continuar durante o próximo, aí a gente faz um esforço gigantesco de campanha para poder eleger candidatos e candidatas ao Senado, à Câmara dos Deputados, para a gente ter um legislativo que ele seja pelo menos razoável, que a gente tenha a chance de disputar.
Mesmo que a gente não tenha maioria no Senado, você constrói isso para logo na frente a articulação do governo entregar de bandeja. E você falar, todo esse esforço eleitoral que a gente fez vai se reverter em nada, porque a gente vai entregar na articulação os votos desses senadores e senadoras, desses deputados e deputadas, para o desejo dessa banca, dessa mesa diretora, dessa mesa da presidência vai estar ali e vai determinar o que vai ser.
E por maior que seja o nosso esforço, a probabilidade de que a gente consiga formar o que a gente consiga formar.
uma Câmara dos Deputados e um Senado para o próximo mandato, que ele seja mais próximo do governo, a gente não vai ter maioria. Então a gente ainda vai ter que contar com um jogo com a maioria da oposição. E é o que a gente não está fazendo. A gente está fazendo com que quem deveria estar do nosso lado jogue junto com a oposição.
a gente está entregando na mão deles. Para mim, parte da sabotagem que está acontecendo no governo, ela é fruto disso. Ela é fruto desse sentimento, esse medo que ele se constituiu lá durante o segundo mandato da Dilma e que ele se transformou em outra coisa. Ele se consolidou, ele ganhou corpo em uma oposição interna do partido que ela está mais interessada em ter o usufruto pessoal dessas articulações, passar para o outro lado, sem dizer, sem publicizar.
do que realmente defender as pautas do governo. Isso também já está dado. E deixa eu só fazer um comentário breve aqui, numa coisa que eu fiquei pensando, né? Não vou me repetir, nem repetir os colegas, é só para lembrar que, por que a gente fala tanto dessas indicações péssimas do Lula? E aí eu vou falar aqui dessa indicação frustrada, abortada aí.
mas se aplica também a postura dele com militares, tá? A gente não vai ter Lula pra sempre. Provavelmente, muito tristemente, a gente não vai ter um governo progressista ou de esquerda pra sempre. Pelo menos se tudo der certo, pelo menos uma alternância a gente vai ter se é que vai existir direita, né? Porque já não existe.
A gente tem extrema direita e um campo mais progressista. Então, a gente está num cenário que tem Lula. Então, às vezes, pinta uma pauta progressista. Também não é sempre. O ministro está aí para sempre. O para sempre deles, né? O cara é ministro para o resto da vida dele. Ele vai continuar evangélico.
Então você colocar um evangélico pra substituir uma dor, como o Rodrigo tá falando, ai, eu preciso indicar alguém, aí pra não enxerem tanto meu saco, eu vou indicar um evangélico. Ai, eu preciso de um ministro da, como é que é, o Múcio lá, o Ridículo, mas eu não vou pôr um milico, mas eu vou pôr um cara que é simpatizante ao milico. Ele vai continuar simpatizante ao milico o resto da vida. Então sai o Lula, começa a entrar um governo que começa a colocar, eu tenho só pautas Will, Will,
que tendem a escrotizar, sei lá, você pega aí um marco temporal da vida, e aí você, para tentar amenizar uma dor com outra, você encheu o STF de evangélico. Isso é um problema para o Brasil agora, mas aí você tem um freio de ter um governo de esquerda. Daqui quatro anos você não tem esse freio mais, e ele continua evangélico.
E ele fez mais amizades evangélicas lá dentro. Ele tem mais interesses políticos lá dentro, porque não vem dizer que ministro não tem interesse político. O presidente do Congresso, do Senado, da Câmara, que é evangélico, que é de direita, ele vai continuar de direita. Então, usar essas peças, enquanto Lula, enquanto governo de esquerda, você usar essas peças para substituidores pontuais agora...
É burro. Porque você tá criando um problema, é um cartão de crédito, é o rotativo do cartão de crédito. Porra, agora eu divido aqui, eu consigo pagar? E aí o meu eu do futuro se vira? Só que o eu do futuro somos nós. E aí a gente já não tem o Lula. E aí você vai fazer o quê? Com o Congresso, com maioria de extrema-direita. O que você vai fazer com o STF, com maioria evangélica? Ou com maioria de extrema-direita? Isso é um problema? Isso é você chegar embaixo assim, de um lugar lá de neve, e você bater palma.
Você pode esperar, a avalanche não vem agora, mas daqui a pouco você começa a ouvir a trovoada. Não, assim, vamos lá. Eu sei que a gente já está se estendendo muito disso aqui, mas em cima disso que a Ana Raíssa falou, é assustador um sujeito dizer que a identidade dele é evangélica. Isso é assustador, gente.
Pra mim seria assustador se ele dissesse isso com relação a qualquer religião. Pra mim seria assustador se ele dissesse isso com relação a um milhão de coisas. Ele dizer que é a identidade dele. Ele tá testando que, olha, eu sou humanamente incapaz de enxergar o mundo de outra maneira que não por essa lógica.
Aí depois disso ele fala, eu admito que há um Estado laico, mas o Estado laico dele vem seguido de um mas, ele fala, o Estado é laico, mas não é plausível isso. Uma coisa é a pessoa dizer, ah, você tem a sua fé, ele poderia dizer, eu sou cristão, eu sou evangélico, mas a identidade dele, isso sim, gente, é identitarismo. Aí esse pessoal vai reclamar muito de identitarismo, olha aí que o identitarismo tá.
Porque um sujeito dele, se esse tem a coragem de chegar lá e dizer que a identidade dele é evangélica. Agora, se alguém chegar lá e dizer, olha, parte da minha identidade é ser negro. Então eu vou, eu não posso negar que eu sou negro. Parte da minha identidade. E ali você está com uma constituição de sujeito. O sujeito, ele é negro. Isso não é uma questão.
É também uma questão de escolha, mas ela é mais que uma questão de escolha. Uma questão de escolha é você se entender como negro. Mas você ser negro, isso é sim, isso é ser. Você é. Agora, não vem me dizer, ah, evangelho, isso é uma escolha. Você poderia, você poderia não ser. Mas você decidiu o que é. E aí todo mundo tem que respeitar. Sim, tem que respeitar. Agora você vem me dizer, isso é a minha identidade? É um atestado para todo mundo de que a sua visão de mundo é permanentemente aquela.
É permanentemente aquela, sabe? Isso não é plausível. Não dá para uma pessoa que ela vai, que seria um candidato ao STF, ele iniciar uma fala com isso. Porque é o que a Ana comentou agora. Esse sujeito, ele vai estar lá, independente de qual seja o presidente ou a presidenta. Ele vai estar lá, independente de qual seja o cenário econômico. Ele vai estar lá, independente de qual seja a configuração.
religiosa da população brasileira nos próximos 10, 20, 30 anos e as coisas mudam e todas essas possibilidades de pauta que ele pode ter que julgar vai incluir a identidade evangélica dele e aí existe uma contradição na sequência dessas falas que as pessoas podem querer ignorar o Estado é laico, mas ele não reconhece nenhuma possibilidade de aborto
Então quer dizer que a identidade evangélica dele acabou de suplantar a ideia de Estado laico. Porque no Estado laico isso não deveria ser uma questão. Isso não deveria já de antemão, ele não está nem avaliando uma questão. O julgamento dele já foi feito não em cima de fatos concretos, não em cima de uma possível mudança de legislação. O julgamento dele está sendo feito a partir da identidade dele. E é por isso que ele pode afirmar, antes de ser um ministro do STF, antes de debater com a corte,
Antes de avaliar qualquer tipo de processo, a decisão dele já está tomada. Não é razoável a gente colocar nenhuma pessoa desse tipo para uma corte suprema por 10, 20, 30 anos. A decisão dele sobre uma série de questões fundamentais para a sociedade brasileira está tomada antes dele fazer qualquer espécie de avaliação, porque a identidade dele determinou isso. Vamos falar de assunto bom, então, continuar falando de coisa boa.
É que o Rodrigo vai gostar, porque as pesquisas Atlas Intel e BTG Nexus, que saíram nesses dias 27 e 28 de abril, mostram que Lula lidera no primeiro turno com 41% das intenções de votos, ou 47% ao gosto do freguês, contra 36% de Bolsonaro, e empata no segundo, reforçando a importância da ênfase na campanha de votação no primeiro turno. Que campanha é essa, Ana Raíssa?
Você vai sair da sua casa pra votar. Veja só. Que mecanismo. Vejam que mecanismo. O que é que eu vou fazer? Eu, pessoa progressista, pessoa que torce pelo meu país, uma pessoa que está ao meu alcance e que fica puto com essas coisas e dá uma desanimada, eu vou desanimar o quê? Apertando 13, confirma.
E eu vou sair da minha casa. Até o dia 6. Preste atenção, você que está nos ouvindo agora. Dia 2, você tem pouco tempo. É dia 2 que vai sair isso? Não, é dia 3? O dia que você estiver ouvindo, segunda-feira. Porque nós ainda estamos no dia 30. Eu não posso adivinhar que dia é segunda-feira. Você, não é assim que funciona o calendário.
você vai fazer o quê? Você vai baixar o e-título. Ou você vai fazer como Rodrigo Hipólito. Você vai presencialmente... Aonde, Rodrigo? Você foi num cartório. E vai falar, moço, eu quero ver o meu título físico. Eu quero um aplicativo impresso. Aí o homem vai imprimir...
E aí você vai checar o seu local de votação e se você precisar fazer alguma alteração, você vai fazer. Você não vai me dizer, ah, mas é porque eu tenho viagem. Você vai fazer a alteração. Você vai votar onde você vai passar férias.
Ah, mas eu mudei. Você vai votar no seu domicílio. Eu vou votar na minha família. Não, não vai votar na sua família, não. Domingo de votação não é dia de ver família, não. Família pra quê? Pra saber que sua tia votou no Bolsonaro? Você vai votar perto da sua casa. Então você vai checar lá no seu aplicativo como está a sua situação. Você vai pegar a sua...
Carteira de identidade? Sei lá o quê, e você vai resolver a sua vida. E aí, o seu tio, o seu pai, o seu irmão, aquela pessoa que ainda não votou porque é muito jovem, ou que está ali meio não sabe se vai votar porque está mais velho, você vai ajudá-lo. E você vai regularizar a sua situação, porque você vai sair de casa para votar. Nós vamos no dia 4 de outubro de 2026.
Nós vamos fazer o quê? Sair da nossa casa para votar. No dia anterior, a gente não vai ter bebido, ah, eu acordei de ressaca. Ou se você acordou de ressaca, você tem até as quatro da tarde para se recuperar. Eu não quero papo de gente progressista, de gente de esquerda, que tinha outra coisa para fazer.
No dia da votação, você não tem nada para fazer. Poder sair de casa para votar é uma conquista histórica. Tanto para nós que passamos por ditaduras, nós que fomos colonizados, nós que muito tempo não podemos votar porque éramos analfabetos.
mulheres, não tínhamos dinheiro para poder votar, nós vamos cumprir a nossa obrigação histórica de sair de casa e nós vamos votar em Luiz Inácio. Pela quarta vez se você é um jovem da nossa idade ou pela vigésima vez se você vota desde a década de 90, você vai sair de casa com toda a alegria no seu coração. Você vai apertar o 13 e você vai confirmar e você vai vir contar pra gente nas redes sociais. É isso.
Ana, só para complementar a campanha da Ana, eu quero falar duas coisas que eu acho muito felizes. A primeira é, gente, a Ana falou, eu fui presencialmente ao cartório eleitoral. Ele estava lotado, o que eu achei muito bom. Sabe quanto tempo eu gastei com cartório lotado para eu ser atendido? Quanto? 20 minutos. Aí? 20 minutos. E o cartório estava lotado. É rápido, é prático. As coisas não funcionam mais como eram nos tempos mediovais. As coisas são rápidas. Outra coisa que me alegra muito, a Ana comentou agora.
A gente já lutou muito para que as pessoas pudessem votar mesmo sendo analfabetas. Então teve uma época que se você não podia assinar o seu nome, você não votava. E aí as pessoas treinavam até assinar o próprio nome, porque eu preciso assinar o meu nome para eu poder votar. E aí você imagina a consciência.
De uma pessoa décadas atrás que ela fala, mesmo eu sendo analfabeto, eu vou aprender a assinar o meu nome para eu poder ir lá votar. Hoje, você vai assinar o seu nome. Mas sabe uma coisa que usavam muito com analfabeto, que não conseguia assinar o nome? A digital. Você chegava lá e colocava a sua digital porque você era analfabeto.
E eu acho lindo que hoje a gente atesta que a gente está indo lá votar com a digital. A gente chega lá e coloca o seu dedo, a sua mãozinha que vai estar lá, é a sua digital. Eu acho isso historicamente lindo. Então venha compartilhar dessa beleza com a gente. Venha se igualar ali e colocar a sua digital lá para registrar o seu voto no 13.
Que poético, que beleza. Seguindo então aqui com as nossas pesquisas, Atlas Intel aponta um primeiro cenário, um cenário de primeiro turno em que Lula teria 46,7% dos votos e o filho do Queiroz 39,7%. Todos os outros candidatos não chegam a 15% das intenções. Num segundo cenário, com mais candidatos, a coisa se mantém mais ou menos a mesma. Lula receberia 44,2% dos votos e desmaio 39,3%.
No segundo turno teríamos 47,5% das extensões de voto para Lula contra 47,8% para Bolsonaro no segundo turno. Já na pesquisa BTG, Lula tem 41%, enquanto o irmão do Carluxo tem 36%, caiu 2% desde a última pesquisa. Em cenário de segundo turno, Lula aparece com 46% contra 45% de Bolsonaro.
E agora vamos para a bancada mais especialista em pesquisas da podosfera brasileira. Em 3, 2, 1 e... Ódio. Ódio, horror, destruição. E é assim que a gente vai começar. Por quê? Gente, antes da gente começar essa gravação, a gente estava aqui analisando os documentos dessas pesquisas. A gente fez questão de abrir os arquivos das pesquisas. Os documentos ou a falta deles. Ou a falta deles.
Porque a gente achou, como sempre estranho, a discrepância entre as pesquisas. Então você tem uma pesquisa da Atlas Intel que ela está mostrando para a gente ali um cenário que pareceu estranho e atípico de um empate técnico e às vezes com o Flávio Bolsonaro na frente. A gente fala, vamos ver o que é isso. Enquanto a pesquisa da BTG mostra o Lula à frente, mostra o Lula até que aí faz a pergunta se o Lula está com a intenção de votos de 47%. O que isso significa, gente? Que falta?
3% mais 1 para a gente ganhar no primeiro turno. Então tem uma discrepância entre as pesquisas. E a gente abriu os documentos e a gente percebeu o porquê disso. Como tem acontecido em todos os últimos episódios, há pesquisas que são feitas por recrutamento digital. Então a gente foi lá olhar como foi feito esse recrutamento digital e é uma coisa extremamente opaca.
Você entender quais são as ferramentas utilizadas para você poder entender esses dados. Esses dados são processados por um algoritmo, mas não se informa qual é o algoritmo que processou esses dados. Esse recrutamento digital tem alguns cortes nas amostras que nos parecem ser muito direcionados, que a gente pode comentar mais especificamente sobre eles aqui, mas isso faz com que o resultado de uma pesquisa seja muito diferente das outras. Esse é um dos aspectos que a gente vai comentar.
O outro é um foco esquisitíssimo em segundos turnos, quando você tem uma explícita possibilidade de um dos candidatos, Lula, vencer no primeiro turno. Então essa possibilidade é explícita, ela está ali e ela está sendo ignorada. O que para mim é uma artimanha de campanha.
Você descaradamente ignorar que um candidato pode vencer em primeiro turno, notem, observem, como que são as divulgações de pesquisas para governador e como que está sendo para presidente. Porque todas as pesquisas para governador que tem uma chance do governador vencer em primeiro turno, isso é colocado em primeiro plano. Não está acontecendo com a pesquisa presidencial.
Mas o cenário é muito parecido. Então você tem diversas pesquisas para governador que tem uma chance do governador vencer em primeiro turno. E isso é explicitado. Aqui também existe. Então vamos deixar isso claro, vamos ficar alegres. Existe uma chance do Lula vencer em primeiro turno se todo mundo sair para votar.
Mas aí vamos às amostras, aos extratos das amostras. A pesquisa da Atlas Intel, feita por recrutamento digital, como a gente sempre ressalta aqui, ela traz um corte de origem, ela traz um vício de origem, que é você vai ter que considerar, nesse recrutamento digital, supostamente aleatório, o que é o aleatório dentro de uma amostra que ela já está viciada na possibilidade ou impossibilidade dessa pessoa receber e responder aquilo online. Já estabeleceu aí um corte.
E aí você vai verificar, tem também uma discrepância entre respondentes homens e respondentes mulheres. Não dá para você ignorar isso quando a gente sabe que você tem uma maioria, às vezes estapafúrdia, de votantes para a extrema-direita que são homens. E nas últimas eleições, não só no Brasil, quem tem sustentado o voto em candidatos e candidatas progressistas e de esquerda são as mulheres. Então a pesquisa Datas Intel tem uma maioria masculina. Além da maioria masculina...
você tem uma discrepância de idade, você tem uma quantidade, quase metade dos respondentes da pesquisa Atas Intel, elas estão na margem de idade que mais vota na direita, que é entre 20 e poucos anos e quase 40 anos. Quando você vai observar as intenções de votos nessa margem de idade,
você tem uma maioria para a direita, e ali é quase metade dos respondentes. Uma quantidade muito pequena de respondentes que tem menos de 24 anos, e uma quantidade pequena também, muito menor, com mais de 60 anos, que é uma quantidade razoável do nosso eleitorado. Aliás, expressiva também, porque você tem, já construído nas últimas eleições, uma tendência às pessoas acima de 60 anos se disporem mais a ir votar do que mais jovens. Então isso é algo que parece que não foi considerado.
Mas o que mais me irritou, Anaís e Diego, o que mais me irritou é você ter, no corte socioeconômico, você tem mais de 12% da amostra da Atlas Intel é de pessoas que ganham acima de 10 mil reais.
Como é que você considera que isso é uma amostra que reflete a população brasileira com mais de 12% dos respondentes que ganham acima de 10 mil reais? Então, nessa pesquisa, sim, você tem ali o Flávio Bolsonaro no empate técnico com o Lula. E eu vou deixar para a Ana Raíssa comentar uma informação dessa pesquisa, que ela é fantástica.
Essa pesquisa de recrutamento digital, ela conseguiu chegar a algo tão refinado que ela tem uma margem de erro de apenas um ponto perceptual. Maravilhosas as diferenças entre essas pesquisas. Além dessa margem de erro de um ponto, que para mim é inédito, eu nunca vi. Eu nunca vi, era sempre assim, 2.2. Essa é de um ponto só.
Vejam vocês também que a pesquisa da Intel, da Atlas Intel, tem o dobro de pessoas, essa mesma aí que tem 12% de quem ganha mais de 10 mil reais, ela tem o dobro de respondentes que a outra pesquisa da BTG. Então, uma tem 2 mil respondentes, a outra tem 5 mil, é mais que o dobro. E custou menos da metade em dinheiros e reais. Eu devia chamar a moeda de irreal, né? Em vez de real eu vou adotar.
74 mil reais contra 160 e cacetada da BTG. Que é muito dinheiro? É muito dinheiro. Mas pense você que você colocar pesquisadores na rua ou pesquisadores no telefone, que é muito pior, porque usar telefone é muito pior que andar na rua, fazendo pesquisa, antes você tem uma equipe que testa essas pesquisas.
É muito interessante participar disso, assim, a gente enquanto leigos, porque as pesquisas, até a forma como a pergunta vai ser feita, ela é testada. Você tem um balãozinho de ensaio ali, então eles testam a forma como essa pesquisa é feita, a maneira que aquilo vai ser falado, se vai ser entendido, se a pesquisa dura um tempo que não vai cansar a pessoa, e todas duram um tempo que cansa, porque é meia hora respondendo essa porra.
E aí você vai ter pessoas treinadas para essa pesquisa especificamente e pessoas qualificadas para essa pesquisa especificamente, que são pessoas que geralmente trabalham em pesquisa, e que vão para a rua ou vão para o telefone, que vão fazer, sei lá, entrevistar 2 mil pessoas, não são 2 mil pessoas, você tem que jogar pelo menos mais 20% aí de um corte, de uma limpeza que se faz nesses números. Isso custa dinheiro, pessoas são pagas para isso. Então custa caro.
Se você me diz que uma pesquisa que tem um escopo mais que o dobro superior, custou metade, e essa pesquisa feita por algoritmo, não sei o quê, eu, que sou uma pessoa que estou nessa área, né? O pobre do publicitário, ele faz o quê? Quando ele vê um número desse, ele pensa em quê? Impulsionamento. Esse 74 mil reais é grana de impulsionamento. Não é de preparação de pesquisa, de recrutamento de pesquisador, de treinamento de pesquisador.
é impulsionamento. Você tem um algoritmo que foi criado, que foi pago, mas ele não vai ser um algoritmo por pesquisa, com certeza é o mesmo algoritmo, que não sabemos qual é. E você vai basicamente segmentar essas pessoas, o pessoal de mídia aí, sabe o que eu estou falando, o pessoal do marketing.
Você vai segmentar esse público. E aí eu vou segmentar o quê? Eu quero homens brancos que moram no Sudeste que ganham mais de 10 mil reais para responder. E por que eu quero essa população? Porque eu quero, e agora sou eu, Ana Raíssa falando isso, eu quero manipular o resultado. Por quê? Desesperança mobiliza. Desesperança mobiliza. Isso que aconteceu hoje, essa semana, deu uma caída nos ânimos, deu uma caída nos ânimos. A gente deu uma choradinha no grupo. Vitor e eu fomos os primeiros a chorar, a falar.
Porra! O Vitor até bebeu hoje, pra vocês verem. O patrão tomou o quê? Tomou o seu bom chandon, que ele não é qualquer um, ele é o patrão, ele não é a gente que tá aqui tomando cerveja e chope de vinho. Ele tá tomando o seu espumante, mas tá bebendo de tristeza. O Brasil fez o Vitor Souza beber. E aí, eu fico desesperançosa, e como o Rodrigo me lembrou hoje, são poucas as pessoas que são como nós, que tá aqui chafurda nessa lixeira.
A maioria vê isso e pensa assim, ah, quer saber? Também não vou votar nessa porra, não.
E aí ele vê uma pesquisa que, embora um dos candidatos tenha chances reais de levar em primeiro turno, a mídia coloca o resultado de segundo turno que dá empate na frente. Lá no finalzinho ele vai falar, então é, esse mesmo cara que empatou aqui, talvez no primeiro turno ele ganhe, mas ela vai falar lá baixinho. A manchete vai me dizer que está empatado. E daqui a pouco a manchete vai me dizer o quê? Que o cara que estava em segundo lugar talvez esteja em primeiro lugar.
Eu já mobilizei a desesperança da pessoa. E aí, de duas, uma. Ou ela vai ser minimamente decente nesse cenário e vai falar assim, ah, também não vou votar. Ou ela vai falar assim, quer saber? Eu vou votar no Bolsonaro, porque ele está na frente. Porque se eu falo que Luiz Inácio é que está na frente, apesar de tudo que está acontecendo, eu estou falando o quê? Apesar de tudo isso, há esperança. A grande mídia não vai me dizer que há esperança.
Esses resultados, esse tipo de pesquisa feita por esse tipo de amostragem, ela está aí para mobilizar a nossa desesperança.
Porque eu vejo isso, eu vejo assim, mas já está empatando, não adianta sair para votar, ou então eu vou votar no outro. Eu mobilizei. Isso é propaganda. Toda pesquisa que vocês virem que foram feita por essa metodologia, saibam, é propaganda pró-Bolsonaro. A pesquisa Intel nada mais é. E outras que a gente já vem falando aqui desde a eleição passada.
Nada mais é do que propaganda no sentido político do termo. É propaganda pró-Bolsonaro. Não se deixem enganar. Não desmobilizem. Eu já falei aqui, cadê? Vitor que gosta. A nossa ideologia é a esperança. Ah, mas tá tudo uma merda. É na hora que tem que ter esperança. Quando tá tudo bem, por que eu vou ter esperança? Quando tava tudo bem, a gente tava achando pouco ter elegido Dilma. Quando tava tudo bem, a gente tava assim, ah, mas tá na hora de eleger uma mulher negra. Mal tinha elegido a mulher. A gente já tava assim, agora vai.
Não, é nessa hora que a gente tem que ter. É horrível ter esperança nessa hora? É horrível. Eu estou aqui falando o quê? Me sentindo a pessoa que tem que lembrar assim, gente, então, está tudo uma merda, mas a gente tem que ir lá votar. Então, essas pesquisas, essa metodologia que apareceu, tudo isso é mídia social. Isso é propaganda. Isso nada mais é do que campanha pró-Bolsonaro. Então, vamos ler as coisas com cuidado. Vamos conversar com cuidado.
Mesmo a gente que é progressista, que é de esquerda, às vezes você está conversando no trabalho, aí você olha e fala, porra, mas vocês viram que o filho do Queiroz está na frente? Não fale isso, ele não está na frente. Isso é propaganda. Se alguém falar, você vai dizer assim, então, mas tu leu a matéria, não é isso? Não, porque lá embaixo eles estão falando que o Lula está com 46% de intenção no primeiro turno.
A gente tem que mobilizar essa esperança na gente e a gente tem que mobilizar nos outros. Ontem, quando a gente... Ah, amanhã o Messias vai perder. Eu já estava assim, com que cara eu vou chegar no midcast e pedir para o povo votar? Sendo que um segundo antes eu vou ter xingado o Lula por ter indicado esse cara. Cá estou fazendo o quê? A minha obrigação. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, gente. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
A gente já votou em situações piores. Então, não se deixem de desmobilizar. Tudo isso é propaganda. E a gente tem que ter olhos para ver o que é propaganda, o que é coisa séria.
E assim, vou ressaltar, em cima do que a Ana Raíssa falou, uma coisa que ela já comentou em episódios anteriores aqui. A gente não vive mais no cenário do final dos anos 90 e início dos anos 2000, em que você tinha uma série de disputas e possibilidades de quem conseguiria construir a política do Brasil.
nos anos seguintes. Isso não existe mais. Só existem dois candidatos agora. É Luiz Inácio e o filho do Queiroz, F. Bolsonaro. Só existem esses dois. Essa coisa de, ah, no primeiro turno eu vou votar em quem me representa. Quem te representa é Luiz Inácio Lula da Silva. Quem te representa é o número 13. Não inventa moda.
de ir votar em qualquer outro candidato que está um pouco mais à esquerda ou que está um pouco mais desenvolvimentista ou que está um pouco mais ligado com o youtuber que você segue, foda-se, sabe? Não existem outros candidatos. Não vai chegar lá. Não tem como. A gente está num cenário que é um cenário extremamente perigoso e ele se construiu nos últimos 10 anos.
Então é um cenário que você só tem essas duas possibilidades. É isso, ou você vai ter, a gente vai ter um governo do Lula, ou a gente vai cair de novo num governo fascista autoritário. O que você quer? Se você estiver votando em qualquer outro candidato que não o Lula, você está atestando que você acha razoável a gente ter um governo Bolsonaro de novo. É isso, não tem outra gente.
E assim, a gente tá reclamando das pesquisas aqui, mas uma coisa tá dada. A gente tá com dois candidatos que eles vão ter mais de 40% de votação no primeiro turno. Significa que a gente tem uma chance real de ganhar no primeiro turno. Se você tá iniciando uma campanha com mais de 40% de intenção de voto, cara...
47% de intenção A gente só precisa de mais 3% e 1 Pra ganhar no primeiro turno Não inventa moda Não caia em ladainha Não é hora de você Você que é jovem, você é jovem Que acabou de fazer 18 anos Não caia nessa ladainha
nessa discussão super teórica e nada concreta de gremio estudantil. É lindo você participar dessa construção política. É lindo. Mas não deixa de ter uma leitura concreta das coisas, sabe? O seu futuro depende disso. Como que vai ser? Como que vai ser? Você está aí com 18, 19, 20 anos.
Como é que vai ser os próximos quatro anos da sua vida? Que podem ser tudo para você. Você vai arriscar que esses próximos quatro anos, eles sejam destruídos? Porque você resolveu que tem alguma coisa no Lula que te incomoda? Você resolveu que tem alguma coisa no PT que te incomoda? E isso é motivo suficiente para você arriscar os próximos quatro, dez anos da sua vida e da nossa vida? Então não. Dispute com suas colegas. Participa da movimentação estudantil.
Vai para os congressos. Vai para as assembleias. Vê todas as questões do debate.
Mas isso não significa que você tenha que votar num outro candidato, sabe? Ah, onde é que vai entrar as nuances dos seus ideais políticos? Sim, você pode escolher pessoas para votar para vereador e para vereadora, para prefeito e para prefeita, sabe? Você pode, você pode acompanhar as votações para conselho tutelar da sua cidade, sabe? Você pode se envolver nas representações de bairro, tem um milhão de possibilidades de você se envolver politicamente.
e nenhuma delas envolve você comprometer, talvez é a eleição mais importante que a gente tem. É a eleição mais importante da nossa vida agora, que é o que vai determinar. Porque, como a Ana Raíssa falou, depois disso não vai ter Lula mais. Então, se a gente não se mobiliza e não ganha essa eleição, e a gente tem a chance de ganhar no primeiro turno, dali pra frente a gente pode ter um abismo. Se a gente tem um próximo governo Lula, é a única chance da gente, numa eleição seguinte e numa seguinte...
a gente ainda poder construir candidaturas e ter um campo progressista. Se você acredita que é possível ter uma candidata, um candidato, numa próxima eleição presidencial que te representa, que seja de esquerda, que seja progressista, a única chance dessa figura política que te representa, que você acredita, a única chance que ela tem de poder se candidatar, de se eleger daqui a oito anos, é se a gente eleger o Lula agora.
E vale lembrar que enquanto o Bolsonaro pai estava fazendo palhaçada de jet ski, fazendo flexão de pescoço, andando de moto, comendo farofa com o rabo, Flávio Bolsonaro estava supostamente comprando imóveis com dinheiro em espécie. Flávio Bolsonaro estava articulando o seu próprio enriquecimento dentro desse processo.
Flávio Bolsonaro não tem rabo preso com porra de exército. Então, você imagina Alcolumbre, Mota, Pacheco, Lira, o caralho de asa, o que vão se refestelar em dinheiro em um governo de Flávio Bolsonaro.
A gente até falou, dentro dessa família, ele é e sempre foi o mais sóbrio deles. Porque ele estava ocupado trabalhando, não pelo povo brasileiro, não pelo Estado que elegeu, não pelo bem comum. Estava trabalhando para si próprio. Aí você imagina alguém que todo o tempo que o Jair dedicou para passeata, para palhaçada, para churrasco, para jet ski, dedique-se a isso com afinco, com paixão e com vontade. Não vai sobrar nada nesse país.
assim, ah, é alarmismo cara, o Lula, os governos do PT levaram 14 anos pra tirar o Brasil do mapa da fome, do mapa da escravidão, do mapa disso, da mortalidade infantil, do caralho de asas, levou seis pra voltar de volta, levou seis pra gente voltar pra fila do osso da época do Fernando Henrique, imagina o que essa gente vai fazer com tudo na mão
Então, para além de mobilizar a esperança que os meus colegas estão mobilizando, eu quero agora mobilizar o medo também. Porque tem que ter os dois, porque a gente não está doido, a gente vive, a gente tem conta para pagar. E o Flávio Bolsonaro já falou que a agenda dele, econômica, vai ser a agenda do pai dele. E a agenda do pai dele, como o Rodrigo sempre fala aqui, é a fila do osso.
A agenda econômica é, de novo, a gente já falou aqui, ah, caiu a vacinação, não é que a população brasileira é antivax, é que o governo não fazia campanha de vacinação. O brasileiro nunca foi muito fã de vacina, quem for ver que estuda história. O Brasil sempre foi um país vacinado porque era obrigado e deve ser.
Isso é um exemplo dentre muitos. Então, vamos mobilizar a esperança? Vamos. Vamos ser positivo? Vamos. Mas é para ter medo, sim. Porque em vez de ter um palhaço que está o tempo inteiro preocupado em fazer performance com porra de lata de leite moça, a gente vai ter um profissional muito bem treinado em fazer o que ele sabe fazer, que é encher os próprios bolsos da patota dele. Mais algum comentário? Eu estou aplaudindo aqui, ó. Deixa eu aplaudir o Diego aqui, porque porra...
eu senti o medo aqui agora e eu estou mobilizado eu senti o medo e eu estou mobilizado neste momento o Vitor dá o último gole na taça dele bateu a taça, quebrou a taça na mesa é medo, caralho
Eu vou aproveitar, pedir pra aproveitar e dar boa noite pro patrão que tá de butuca na gente aí no chat, né? Pro Bruno no FPT também que tá assistindo a gente, Crica Medeiros. Hoje é tão folga dos patrão que Reni Barcelos está de folga. É verdade. Olha, primeira vez. Mas eu pergunto, Rodrigo, quem quer estar aqui conosco nos assistindo? Como é que faz?
Cara, quem quer estar aqui com a gente hoje vai em apoia.se barra midcast. Esse é o site, esse é o canal, esse é o seu destino. Apoia.se barra midcast. Fica o agradecimento para todo mundo que já acessou, que já se cadastrou e que mensalmente dá o seu apoio para que a gente consiga ter um episódio semanal discutindo os principais tópicos da política brasileira.
Olha, eu não sei se existe um outro veículo independente que se presta a essa desgraça. E a gente se presta. Então, assim, tenha pena, porque a pena também mobiliza, né? Então, assim, vamos lá. Apoia.se barra midcast, a gente tem diversas categorias. A partir de R$ 5,00 você já nos ajuda a manter esses episódios semanais. Então, com R$ 5,00, R$ 10,00, R$ 20,00, R$ 50,00, R$ 100,00, que são as categorias que a gente tem.
em qualquer uma delas você vai ter certas benesses. A partir de R$ 20,00, você tem acesso ao conteúdo exclusivo no mural do Apoia-se e você tem o seu nome lido aqui no final do episódio. A partir de R$ 50,00, você tem essas benesses e recebe um link exclusivo para acompanhar a nossa gravação ao vivo, poder fazer comentários no chat, interferir no ritmo do programa.
corrigir as besteiras que a gente faz. E isso faz muita diferença. Acho que o ritmo do Midcast mudou muito, a qualidade mudou muito, a partir do momento em que a gente teve a colaboração de quem nos escuta aqui, acompanhando as gravações no ao vivo. Ah, não quer se cadastrar no ao vivo?
apoia.se barra midcash, não dá para você se comprometer com nenhum desses valores mensalmente, super compreensível. Mas de vez em quando dá para você ajudar a gente, a gente tem a campanha do Pix Recorrente. A chave é podcastmedia.gmail.com Qualquer valor já ajuda muito. Se você quiser colocar ali, agendar o Pix todo mês, bater um real, tirar um realzinho para dar para a gente todo mês lá, vai lá, registra, todo mês vai mandar um realzinho para podcastmedia.gmail.com Vai ajudar muito.
A cada 500 reais que a gente acumula em um mês, a gente garante um episódio extra para o mês seguinte. O primeiro episódio sempre é um episódio sem pauta. Esses episódios são abertos para todo mundo poder assistir. É transmitido, então todo mundo pode acompanhar. Se a gente consegue uma segunda meta, mais 500 reais, aí a gente faz um episódio que não é um sem pauta, é um episódio especial. A gente já garantiu dois episódios para o mês de maio. Agora em abril vai sair um episódio extra ainda.
E a gente tem, já saiu, né Já tá no feed de todo mundo O episódio esse já abriu, que a gente garantiu um episódio Esse de pauta livre, e em maio a gente tem Dois episódios, fica o agradecimento Pra todo mundo que fez o Pix Pra podcastmedia.gmail.com O Amaury
como o nosso nome especial aqui também, que foi o último Pix para poder a gente bater essa meta, essa segunda meta. Então a gente vai ter um segundo episódio extra no mês de maio, que é um comentário, uma análise literária dos livros hot conservadores da dinastia Lancaster. Então a gente vai falar sobre tudo pela luxúria, a história de Magnus Lancaster. Quem quiser acompanhar, vai estar lá, análises sérias.
compenetradas, profundas. A gente tem gente da literatura aqui para acompanhar e a gente poder entender a profundidade dessa obra. Ah, está lá, podcastmedia.com. Então faça a sua colaboração agora já na campanha para o mês de junho, para a gente ter não só o episódio de Pauta Livre, mas também um segundo episódio extra.
Aqui na descrição do episódio, você encontra outras formas de nos ajudar também. Tem a nossa lojinha, você pode comprar os mais diversos produtos com as nossas estampas e ilustrações de Thaís Kisuke. Tem também o link para o nosso canal do WhatsApp, em que a gente divulga as pesquisas do MidiQuest, a gente divulga cortes, a gente coloca sempre que lança um novo episódio, tem alguma novidade, é lá no canal do WhatsApp.
Tem o nosso grupo do Telegram, que foi um grupo criado por ouvintes e administrado por ouvintes, onde você vai encontrar uma galera muito bacana, vai lá discutir os mais diversos assuntos, não só política, tudo aqui na descrição do episódio. Acho que é isso, Diego Souza.
E temos também agora o nosso canal do TikTok, porque somos jovens. Quem duvidava da nossa juventude? Sob o comando das picapes de Thaís Kisuke. Então vão lá no TikTok dar um alô para ela. E o estagiário aqui pedindo perdão, né? Quem está na campanha é a Cristine Medeiros, que sempre nos acompanha. E um abraço também. E vamos para o nosso segundo bloco.
E no dia de hoje, da gravação desse episódio, o Congresso derrubou o veto presidencial ao PL da dosimetria. Na Câmara foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado foram 49 votos para a derrubada e 24 votos contra. Os parlamentares derrubaram todos os vetos de Lula, com exceção dos dispositivos que poderiam beneficiar condenados por crimes como feminicídio, milícia e crimes hediondos.
Assim, mantém-se as regras da lei de facção que determinam que pessoas condenadas por esses delitos tenham que cumprir ao menos 70% da pena para poder progredir de regime. A estimativa é que Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, possa progredir para o regime semiaberto em cerca de dois anos e quatro meses, e não mais em sete anos, como era previsto. Essa mudança ocorre por conta da diminuição da pena total, que no caso do ex-presidente passaria de 27 anos e três meses para 22 anos e um mês.
Enquanto isso, o Xandão mandou prender o último núcleo de condenados pela trama golpista, encerrando essa fase do processo. E ainda na esteira desse processo, o Xandão também autorizou a prisão domiciliar para os presos idosos, ou seja, quase todo mundo, que foram condenados nesse caso, incluindo a Fátima de Tubarão. Eu achei maravilhoso que estava na manchete isso, incluindo a Fátima de Tubarão.
E só para não dizer que é um poporri de notícias falando só de uma coisa, do outro lado da Praça dos Três Poderes, o governo federal mostrou que houve sim o Midcash e proibiu a entrada de empresas de mercado preditivos como Cauch e Polymarket no Brasil. A pedida não afeta as bets. Então é um passeio vespertino na Praça dos Três Poderes.
Assim, a gente vai ficar na torcida para que, já que isso foi, pelo visto, inevitável, a derrubada do veto e uma possível progressão de pena do Bolsonaro nos próximos, daqui a dois anos e meio, vamos torcer para que a saúde do ex-presidente siga no melhor caminho possível.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Mas a gente ainda tem esperança, sempre tem esperança, de que a saúde dele dê a resposta que a gente espera, a melhor resposta possível. Mas isso sim, no dia de hoje, é uma derrota.
que a gente veio reclamando dessa porcaria, desse pedido de anistia, porque isso aí foi o voto da anistia, tá, gente? Dosimetria de cu é rola. Esse negócio de... Um dia, lá atrás, alguém falou, não vamos mais usar a palavra anistia, vamos usar dosimetria. E bateram na tecla disso, insistiram mais nisso, mais do que a Globo insistiu na Rafa Kallimann.
Mais do que insistiu na carreira do Márcio Garcia, foi a direita insistindo em bancar a ideia de dosimetria. Insistiram tanto que, pelo visto, colou. Durante todo o dia, eu não vi ninguém puxando, opa, agora vai ter anistia. Porque no fim das contas, é o que a gente está tendo.
maquiaram a ideia toda, mas a gente teve um episódio chocante de tentativa de golpe em diversas etapas a gente conseguiu condenar algumas dessas pessoas, inclusive militares e depois de conseguir essa condenação depois de tudo que veio a público, ainda foi razoável para o Congresso aprovar uma anistia
Ainda que não nos termos que eles queriam no começo, mas eles insistiram nisso até aprovar. E isso vem junto com o que a gente falou em todo episódio, eu acho, de uma falta de coragem, às vezes, do governo e da articulação do governo.
Conversar com a população e deixar mais nítido o que o Congresso tem feito. Teve um momento do ano passado em que o mote Congresso é o inimigo do povo. Ele ganhou as ruas, ele fez efeito. Isso foi colado com o discurso do governo.
e o governo teve a chance de assumir, sim, a gente está puxando a ideia de Congresso inimigo do povo, porque é verdade, porque o Congresso está querendo destruir as possibilidades de melhora de vida da população brasileira. Então o Congresso é, sim, inimigo do povo.
Não, o governo recuou, abandonou esse discurso, não confrontou os ataques da imprensa hegemônica que diziam que o governo Lula estava querendo um nós contra eles. Deveria ter sido o contrário. Deveria falar, sim, a gente está puxando um nós contra eles. Porque nós somos a favor do povo, eles são contra.
Não, não assumiu essa briga. O resultado tá aí. A gente deixou o Congresso livre pra fazer o que eles já estavam fazendo, pra continuar tentando destruir a qualidade de vida da população brasileira e proteger os seus bandidos de estimação. Eles tanto tiveram liberdade que fizeram...
Com que a ideia de anistia que não tinha apoio popular, ela fosse esquecida. E no lugar dela você traz um termo técnico que ninguém consegue pronunciar direito. E você fala, opa, dosimetria. Porra, pega dois anos atrás. E você chega na rua e grita dosimetria. Alguém vai te dar um tapa na cara porque vai achar que você está xingando a família dele, meu amor. Então assim.
Qual é? Agora todo mundo fala dosimetria, está na manchete? Dosimetria? E quando é que isso foi normalizado? Então, para mim, isso foi uma das piores situações do dia de hoje, a gente ter chegado. Não é o fato do Congresso ter derrubado o veto. A tristeza e a irritação é a gente ter normalizado um processo longo que chega a esse absurdo. O absurdo de eu poder ter uma manchete hoje, o termo dosimetria, e todo mundo achar isso razoável.
Sério, eu fico constrangido de ter que ficar pronunciando essa palavra, que ela não estava no meu vocabulário. A gente não saía no dia a dia falando essa porcaria dessa palavra, dois anos atrás. E agora é isso. Pode estar na manchete? Por que pode estar na manchete? Porque a imprensa de Mônica comprou o discurso do extrema-direita no Congresso, porque o governo não confrontou o discurso do extrema-direita no Congresso.
Porque a extrema direita no Congresso continua desfilando com a maior liberdade para puxar as pautas que eles quiserem, para fazer o discurso que eles quiserem. E isso se torna algo normalizado. Vamos diminuir as penas de golpistas? Vamos diminuir a pena dessa galera? Por quê? Ah, porque agora isso é dosimetria. Tão higienizado, né? É técnico. É técnico. Aí não parece que a extrema direita defende bandido. Aí não parece que a extrema direita está a favor de quem quer destruir a vida das crianças.
Não parece que o sistema de direita quer roubar o seu dinheiro. Porque eles não falam essa linguagem. Eles falam em dosimetria. Eu tenho absolutamente nada a acrescentar. Então eu vou puxar uma outra coisa aqui no nosso Poporri de Notícias. Que é quem? Xandão, o homem que caiu em desgraça. Porque quantas horas a gente gastou da nossa vida falando. Se não fosse o Xandão.
Se não fosse o Xandão, se não fosse o Xandão. E Xandão, enquanto isso, estava metido com o quê? Daniel Varcaro. E aí agora, o que ele está fazendo? A melhor coisa que ele pode fazer para o próprio couro, que é ficando caladinho. Porque como que ele vai justificar o contrato de milhões da mulher dele com o Banco Master?
Xandão está caladinho. Parte desse discurso que levou à não aceitação do Messias e ao papo que Flavinho Desmaio já estava aí de isso é resultado da higienização que a gente precisa fazer no STF, isso ganhou um pouco de tração agora?
Por conta do Xandão. Porque o Xandão vinha aí, ó, há anos de acerto. Ele estava fazendo o serviço que ele devia ter feito, que era o quê? De, como disse Luiz Nassi, limpar a sua biografia. E aí, enquanto isso, ele estava assim, ó, lá no fundo falando, eita, será que vão pegar? Será que vão pegar? E pegaram. Então, a gente nunca mais louvou nada aqui, né, de Xandão. Xandão também. Agora fez aí o quê? Não fez mais com sua obrigação.
Pegou aquela faixa do meme. Parabéns, Alexandre. Ele não fez mais com sua obrigação.
E, pelo menos, tem essa união de classe do judiciário. Então, o Xandão também está se beneficiando disso, de não ter ministro sentando o pau nele. Se fosse um deputado, já tinha tomado o cu. Mas, assim, queremos deixar claro que aqui a gente sempre deu acesso ao que é de César. A gente nunca falou que o paladino da moral, do progressismo da esquerda era o Xandão. Disso não podemos...
ser acusados. E uma questão que eu achei curiosa nessa derrubada do veto é assim, obviamente, ninguém queria que houvesse facilitar, que fosse facilitada a vida de quem cometeu crimes como feminicídio, organização criminosa, crimes hediondos, etc.
Por isso, apoiamos o veto integral do presidente Lula a esta palhaçada que era esse projeto de lei. E a gente sabe que isso estava lá pelas ligações que o Congresso tem com todas essas pautas, e cada uma delas individualmente. Mas, para mim, de alguma forma, fica até mais descarado tirar essas.
Assim, ah não, a gente botou, fez o projeto assim que é para beneficiar nossos parças, mas não, agora o negócio é sobre a eleição, então vamos só facilitar a vida de quem cagou em cima da mesa do Xandão, de quem quebrou e tocou fogo em obra de arte de preço inestimável.
Eu não consigo explicar, mas não sei se eu me faço entender que não é objetivamente pior ter retirado isso do veto, mas é um tapa na cara a mais, assim. Traz um gosto mais amargo à boca, de explicitar. É a anistia, sim. É isso que a gente quer.
E só uma última informação Que não vai ser nada automático As penas vão ter que ser revistas caso a caso Aí vai de quem tem dinheiro para pagar advogado Porque um advogado para atuar no Supremo Não está saindo aí muito barato Você viu, o Vorkara só conseguiu pagar 4 escritórios inteiros
E é isso, só sobre o último Que eu comentei aqui, que bom Que essas porras já não entraram Agora falta proibir de vez as bets Mais do que o comentário Vamos secar um pouco isso Porque eu não sei se, pra quem tá nos ouvindo Fica explícito o que foi proibido O que foi proibido agora É o tipo de aposta Que se fazia, por exemplo Você vai ganhar dinheiro apostando Em quem vai vencer Vou aprender
uma eleição, por exemplo. Então, fora do Brasil, isso é uma coisa que já se tornou comum. Você tem casas de aposta, empresas que elas são especializadas nesse tipo de predição política. Então você vai lá e você... Isso aí não é uma aposta que ela está ali para quem ganha Bolsa Família.
Não. Você tem gente movimentando muito dinheiro apostando altas quantias em quais vão ser os destinos políticos de nações inteiras. Então isso foi proibido. Você não pode ter esse tipo de aposta no Brasil. Isso é diferente de Bet, que está lá como um joguinho, uma aposta menor. Aí eu vou dar uma defendida no governo.
que a gente critica que o governo já poderia ter proibido o BED e tudo mais, não é tão simples. Nesse caso, o governo conseguiu passar à frente. Antes dessa desgraça se instaurar no país, você vai lá e proíbe. Se já tivesse se instalado, o problema ia ser muito maior. Porque aí você já teria um poder financeiro constituído e você teria um lobby muito forte. Você teria a vinculação dessas casas de aposta.
com outros setores da sociedade, como acontece com as BETs, e que já é mais difícil de se fazer. Você não deu nem a chance do nosso Congresso inimigo do povo tentar estabelecer a legalidade disso. Você de antemão já falou, isso aqui não pode. E eu faço uma defesa do governo nesse sentido porque...
As Betis foram instituídas no Brasil não foi durante um governo Lula. Então essa instituição, a instituição das Betis no Brasil, ela veio durante governo Temer e Bolsonaro, que se articulou no governo Temer e se consolidou no governo Bolsonaro. E aí quando chega um Lula 3, é muito mais difícil de você fazer o que já tinha sido feito. É muito mais difícil de você desconstruir isso. Isso já estava estabelecido.
Então aí sim me parece que o governo aprendeu uma lição. Com o buraco que são as bets, você impedir que essa nova categoria de apostas, que é você lucrar pela predição de cenários políticos, o que é tão estúpido quanto bet patrocinando time de futebol, é tão estúpido quanto, sabe? Então você imagina que você vai ter agentes políticos que eles podem apostar nas consequências das ações políticas. E eles que têm o poder de determinar quais vão ser essas consequências.
Então eu aposto em cima de algo que eu tenho o poder de mudar. Não faz o menor sentido. Isso foi proibido assim. Mas notem que isso é uma coisa comum. Sempre que tem uma eleição nos Estados Unidos, você vê notícias das casas de apostas e meio que a eleição é guiada pelo que está mais determinado nessas apostas. As casas de apostas estão dizendo que quem vai ganhar é o Trump. Então isso já...
mobiliza uma série de articulações econômicas, de poder financeiro, de poder empresarial, de poder midiático, para fazer com que aquilo se concretize e se concretiza. Se a gente tem isso aqui no Brasil, a gente ia estar muito, muito, muito mais ferrado.
Porque imagina o que a gente comentou de pesquisa aqui agora há pouco. Se tudo aquilo que a Ana Raíssa falou sobre a pesquisa da Atlas Intel, agora imagina isso num circuito de apostas. Que aí você já normalizou fazer campanha política através de pesquisa. Aí você normaliza fazer campanha política através de aposta. E você vai apostar no que tem mais chance de ganhar. E você constrói publicamente quem você quer que tenha mais chance de ganhar. Então é você determinar o destino de um país inteiro pela casa de aposta.
Então, sim, isso é uma coisa muito positiva a gente ter conseguido proibir isso, mas há de você ficar atento porque vão ter novas investidas. Vai ter, pode ter certeza que vai ter novas investidas e vão reconfigurar isso, vão repaginar, vão fazer um rebranding, vão maquiar essa ideia para que ela retorne.
provavelmente inserida nos mecanismos que já estão construídos para as bets no Brasil. Se a gente já normalizou a bet, daqui a pouco vai vir uma nova proposta. Não, isso aqui não é essa casa de aposta política. Isso aqui é mais um joguinho da bet. Mas dentro desse joguinho da bet, você vai inserir essas apostas políticas. Isso vai vir, isso vai ser reconfigurado e vai estar ali de novo, que a gente tem que ficar atento.
É, lá nos próprios Estados Unidos, onde essas empresas já têm uma atuação bem consolidada e algumas se gabam até de ter acertado todas as últimas eleições, etc. Tem alguns estados onde as bets e as apostas em geral são proibidas e lá elas se vendem como a pólice de seguro, por exemplo, ou a pólice de investimento. E pra foder a nossa vida, o capitalismo sempre acha um jeito. Mais algum comentário, minha gente? Ah, o último comentário. Tinha uma foto do Luciano Huck com a CEO de uma dessas empresas.
claro que tinha meu Deus, alguém tire foto do Alcolumbre com o Luciano Huck por favor se você quiser ouvir mais sobre o Luciano Huck vai ouvir o nosso episódio extra que já está no feed
E agora temos surpresa aqui. Vocês não sabiam, eu não sabia, mas o patrão mandou e a gente faz o quê? Obedece. O patrão veio aqui no chat e falou assim, ó, vai cantar o chicote se não botar o pronunciamento do Lula para reagir. Então vamos.
ouvir o homem. Porra, que camisa branquíssima, hein? Porra. Caraca. O Chapeleinho Paramá ali, ó. Parabéns pro Ricardo Stucke, que conseguiu deixar a camisa branca e a cara com a cor normal dessa vez, né? É, não ficou tudo azul. Nossa, o Lula de chapéu, vamos lá. Eu não sabia que ia ter funcionamento hoje. Nem eu. Minhas amigas e meus amigos. Estão ouvindo? Só pra testar o áudio.
Sim, ele já acabou de falar diretamente comigo Minhas amigas e meus amigos Amanhã, 1º de maio É o dia do trabalhador e da trabalhadora Eu quero falar com você Que trabalha duro durante 5, 6, até 7 dias na semana E vê o fruto do seu esforço ir embora Para pagar as dívidas da sua família
Nós encontramos no Brasil os brasileiros endividados. A dívida das famílias cresceu por anos e agora está se focando em uma parte da sociedade brasileira. Por isso, vamos lançar na próxima segunda-feira o novo Desenrola Brasil. Um conjunto de medidas para ajudar a resolver a vida financeira das famílias endividadas.
As trabalhadoras e os trabalhadores poderão negociar dívida do cartão de crédito, do cheque especial, do rotativo, do crédito pessoal e até do Fies. Os brasileiros endividados terão um juros mais baixo de no máximo 1,99 e desconto de 30% até 90% no valor da dívida. Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida. E cada pessoa poderá sacar. Consegue pausar? Pausou.
É porque para mim isso é uma coisa crucial. Eu estava conversando no último fim de semana com algumas pessoas e isso é pouquíssimo divulgado e compreendido. Eu fiquei surpreso de conversar com pessoas que não sabiam que existiu o Desenrola 1. Não sabia que existiu o Desenrola 1. Gente endividada, gente com dívida de dezenas de milhares e que não sabia que poderia ter feito essa negociação e ter abatido até 90% da dívida.
Você pegar em número, 90%, você vai pagar 10% do que você está devendo. E tem gente devendo dezenas de milhares de reais e você sabe que você não vai poder pagar aquilo. E eu fiquei chocado de perceber que muita gente não sabia que existiu o desenrola 1 e não sabia que ia ter esse desenrola 2.
Mas a gente pensa às vezes nesse valor que ele está lá. Você deve, digamos, 40 mil. Está com 40 mil de dívida. E aí você poderia bater 90% disso. Mas talvez aquela sua dívida que está em 40 mil, você já tenha uma negociação daquilo que tenha batido uma porcentagem enorme.
daquela dívida. Então, você não foi verificar isso, talvez aquela sua dívida de 40 mil tenha passado para 10 mil, 8 mil. E aí não vão ser um abatimento de 90% daquele valor inicial. É um abatimento de 90% do que estão te cobrando naquele momento. Então, dívida com...
banco, por exemplo, às vezes você vai ver qual é que está a sua dívida com o banco, você tem uma conversa lá fora do desenrola, você consegue puxar aquele valor para muito menos. Então, de repente, você sabe que você não vai conseguir pagar dois mil reais, três mil reais, mas talvez a sua dívida já não seja essa. Talvez você tenha que pagar menos de mil reais na sua dívida.
Por conta de um desenrola. É realmente uma coisa fantástica de você conseguir negociar. E não é simples. Isso não é uma organização simples. Então eu realmente gostaria que as pessoas parassem quem tem dívida e fosse dar uma olhada nessa porra. Porque você pode resolver parte da sua vida e voltar até crédito.
e voltar até a sua vida andando, sabe? E fazer com que o seu nome não esteja mais sujo. E ter nome sujo para pobre é uma coisa muito fodida. A gente se acostumou durante muito tempo à ideia do que, ah, eu simplesmente vou sujar meu nome como pobre e vou ficar muito tempo da minha vida sem ter crédito, sem ter como conseguir todo o dinheiro que eu tiver. Eu não posso nem colocar no banco porque o banco vai puxar o meu dinheiro.
Isso foi uma coisa normalizada também Mas não precisa ser assim Então essa é uma mensagem pra se passar Você não precisa viver a sua vida sem crédito Viver a sua vida com o nome sujo Viver a sua vida sem você conseguir gerenciar Minimamente o seu dinheiro É chocante, mas se você entende isso Converse com as pessoas que você conhece Porque eu tenho quase certeza que algumas dessas pessoas Nunca vão ter ouvido falar de desenrola Nunca vão ter ouvido falar na possibilidade De viver uma vida sem estar devendo
30 até 90% no valor da dívida. Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida. E cada pessoa poderá sacar até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online.
Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar a rendida de jogo dos maridos. Para aí, para aí. O homem da minha vida é Luiz Inácio.
Cara, isso é importante. Nossa, me pegou, viu? Janja, um beijo pra você. Eu sei que foi você que colocou essa parte. Janja, puta merda, velho. Olha, já falei disso outras vezes. Já falamos aqui que uma das coisas mais importantes que foram feitas por qualquer governo neste mundo, eu estou falando de planeta, foi o Bolsa Família ser direcionado para as mães de família e não para os pais. Porque o pai...
Bebe o dinheiro. O pai paga a conta do bar. E aí quem tem que se virar de novo é quem é a mãe. Um dos passos mais importantes para a longevidade e para o Bolsa Família ter criado as raízes nessa sociedade, ter tirado pessoas da miséria, da pobreza, foi a mãe receber a grana. Isso foi uma sacada, assim, ó. Mesmo, eu não retiro o que eu disse, assim. É um dos programas, um dos acertos políticos históricos do mundo foi esse.
Agora, essa aí mostra o quanto o governo não abandonou, o quanto o Lula não abandonou, uma coisa que para ele é o ideal, porque o Lula é um cara criado por mãe. Lula, assim como nós brasileiros que não tivemos pai, ele sabe o que é você ser criado por uma mãe pobre.
abandonou, os ideais dele são os mesmos. É o cara que quer que o brasileiro coma, é o cara que sabe que quem leva uma família pra frente, a família tradicional brasileira é a família que tem mãe. É a mãe que leva. Ah, mas eu tive pai, que bom. Fica ali no cantinho, a gente não quer falar com você que teve pai, não. A gente quer falar com esse brasileiro aí, que foi criado por mãe, que a mãe dá duro. E não é porque não teve pai, é porque o pai é esse cara aí, ó. Histórico. Eu até voltei pra gente ouvir de novo, Pascar. Por favor.
Todas as plataformas de aposta online. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as Betos entrarem no Brasil. Mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando.
E a musiquinha subindo de tom? Crescendo. Arte. Cara, eu gosto... Grava a frase, hein? Eu gosto do Lula duro. Eu gosto muito desse Lula duro, cara. Eu gosto desse Lula que ele fala firme. Ele faz essa mãozinha que ele coloca o polegar em cima do indicador nas duas mãos e ele abaixa as mãos.
É o nosso governo que ele vai acabar com a destruição. Esse Lula me ganha. E é esse Lula que eu quero cada vez mais ouvir falando com a população. E é isso, assim, é tacar essa verdade. Não precisou falar o nome do Bolsonaro. Não sei se ele vai falar, imagino que não, porque isso é pra ser um pronunciamento alegre, né? Mas isso não foi o governo Lula que trouxe essa desgraça pra população brasileira. Mas, de novo, é um governo Lula que vai tirar essa desgraça da população brasileira. E aí, quando ele fala assim, aí eu confio.
Não foi nosso governo que deixou as Betos entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando. Minhas amigas e meus amigos, o 1º de maio é uma data que homenageia a luta de mulheres e homens do mundo inteiro por melhores condições de trabalho. E que este ano, aqui no Brasil, tem um significado especial, porque nós demos neste mês de abril um passo histórico para o nosso país.
Encaminhei ao Congresso Nacional um projeto de lei para reduzir a jornada de trabalho, que passará a ser de no máximo 40 horas semanais, com dois dias livres por semana, sem redução de salário.
Não faz sentido que em pleno século XXI, com toda a evolução tecnológica, milhões de brasileiros e brasileiras têm que trabalhar seis dias por semana para descansar apenas um dia. Para as mulheres, a situação é muito mais difícil. Elas chegam cansadas do trabalho e, na maioria das vezes, ainda precisam cuidar da casa e dos filhos.
O fim da escala 6x1 vai garantir mais tempo com a família. Mais tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, estudar, cuidar da saúde, ir à igreja, viver além do trabalho. Mais tempo para descansar, porque eu sei o quanto o trabalhador brasileiro está cansado. Eu sei muito bem que todos os direitos dos trabalhadores foram conquistados com muita luta.
A elite brasileira sempre foi contra a melhoria para o trabalhador. O salário mínimo, a séria remunerada, o décimo e terceiro salário, a turma do andar de cima, disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores. Sempre ficou mais forte. Porque toda vez... O cara sempre teve essa música nos pronunciamentos dele, velho.
Eu também não lembro, não. Eu tô aqui, ó, amazed. Porra! Caralho! Não, tá crescendo tanto que na hora que, sei lá, entrar uns pratos de bateria aí, daqui a pouco ele vai estar falando. E a partir de junho vai estar instituído o comunismo no Brasil. Não, e ele falando dos empresários e a música. Porra!
Que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil. Minhas amigas e meus amigos, países do mundo inteiro estão sentindo os efeitos da guerra do Oriente Médio. O petróleo ficou mais caro e isso vem pressionando os preços dos combustíveis em todo o planeta.
Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras.
Graças a essas ações, o Brasil tem sido um dos países menos afetados pela crise global. Em um mundo cada vez mais instável, com guerras e incertezas se espalhando, é fundamental que o governo do Brasil esteja do lado do povo.
Nossa nação precisa ser protegida. Nossa soberania e nossas riquezas têm que ser defendidas. O Brasil é grande demais para baixar a cabeça. O Brasil não aceita ser quintal de ninguém. Minhas amigas e meus amigos, este primeiro de maio é também o momento de olhar o que construímos juntos. Temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil.
A melhor taxa de desemprego e o rendimento médio dos trabalhadores é o maior da história do Brasil. Retomamos a valorização do salário mínimo. Veramos o imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e diminuímos para quem ganha até R$ 7.350.
Antetipamos o 13º salário dos aposentados em todos os anos do nosso governo. Aprovamos a ampliação da licença paternidade, para que os homens tenham mais tempo para cuidar dos filhos recém-nascidos. Além disso, veramos a conta de luz para famílias que consomem até 80 kW. E concedemos desconto para quem consomem até 120 kW por mês. Lançamos o gás do povo, que triplicou o número de beneficiários do gás de cozinha.
Mas tudo isso ainda é pouco diante das necessidades das famílias brasileiras. Minhas amigas e meus amigos, os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependesse do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil.
Mas todo dia eu renovo minha fé em Deus e no povo brasileiro. Na força de quem levanta cedo, enfrenta dificuldade, cultiva esperança e nunca desita dos seus sonhos. Você que tem carteira assinada, que é MEI, que trabalha por aplicativo, que faz bico, que vende pela internet.
Você que cuida, que ensina, que pega ônibus cheio, você que planta, colhe, cozinha e constrói. Você que é uma pessoa honesta e batalhadora, você que vive do próprio trabalho, seja ele qual for, tenho uma certeza neste primeiro de maio, o governo do Brasil está adicionado. Um grande abraço e viva o dia do trabalhador e da trabalhadora.
Ainda bem que a gente não viu isso no início, porque senão eu não teria falado um A mal do Lula. Não, tinha que ser no final, mas porra. Antes de parabenizar o Lula, vou parabenizar a Janja, que tenho certeza que isso aí é muito dedinho dela.
Cara, parece que ele tava ouvindo a gente gravar aqui. Ou parece que a gente assistiu isso antes. Mas a gente não assistiu isso antes não, gente. As coisas que a gente falou aqui, a gente não tinha visto. E eu fico muito feliz de no final do pronunciamento, ele puxar essa carta. E falar, olha, tem gente jogando contra, cara. Tem gente sabotando, tem gente jogando contra. Toda vez que você tenta fazer um avanço, e aí ele não falou o congresso, mas faltou pouco.
Assim, é um completar de palavras Pra você falar, olha a merda que o Congresso Tá fazendo, a gente tenta, tenta Tenta melhorar a vida do trabalhador e da Trabalhadora, e tá a galera lá que quer Voltar pra escravidão. Nossa, olha Quem escreve os Pronunciamentos do Lula É um melhor que o outro, viu?
E a trilha sonora, não sei se tinha no... Eu vou até voltar. Eu vou voltar pra ouvir algum outro pra ver se tinha. Porque, porra... Muito boa. E, porra, assim, ela fez o que uma boa trilha sonora faz. Ela não tirou em nenhum segundo a atenção do que ele tava falando, mas ela te deu o tom da coisa. O tom. A emoção que você tinha que sentir ouvindo aquilo tava impressa na música. Sim, de cada palavra. Porra. Se você não for votar, você é um bundão.
Se você é ouvinte do Midcast, você assistiu e ouviu isso aqui com a gente agora, e você não for votar, a gente não quer ser seu amigo. Não saia com a gente no recreio. Não saia com a gente no recreio. Cara, mas assim, mesmo não tem nada que você vai fazer na sua vida. Nada. A não ser que você esteja internado. Não há mais nada que você vai fazer de mais importante nesse dia. Nada. Nada.
E se você tem uma viagem, eu não vou estar no meu domicílio, eu vou estar fora do país. Tudo isso é resolvível com poucos cliques lá no aplicativo ou indo lá no cartório. É fácil de resolver. A sua prioridade é eleger este homem com essa camisa impecável. A camisa impecável. Se você só ouviu, você volta e veja. Por mais quatro anos.
É um compromisso histórico. Agora, feliz eu ia ficar se quarto mandato, último mandato, família Bolsonaro, a gente levasse no primeiro turno. Eu acho que eu nunca mais consigo falar. E quem estiver internado é do laranja para cima, viu? Que eu sei que você vai para a gandaia de resfriado. É verdade. Não me vem com a minha enxaqueca. Não. Isso aí é depois de votar.
Vote antes. Interna no dia seguinte, sabe? Ah, vai votar e depois... Interna na segunda, vocês vão internar no domingo pra quê? Isso, cara. Porque pensa comigo. Olha só. Você acha que você tem uma coisa importante pra fazer? É uma viagem? Ah, você vai votar pra gente ganhar no primeiro turno.
Imagina o nível Da festa Imagina o nível do carnaval Imagina, foca no dia seguinte Sabe, vai dar Sete e meia da noite Você foi votado, deu sete e meia da noite A gente vai receber a notícia De que o Lula ganhou no primeiro turno E tu vai começar a comemorar
naquela hora, esquece o dia, cara, assim, vai ser o que? 48 horas, mais 72 horas, vai ser 72 horas de comemoração ininterrupta. Você quer isso, você deseja isso, você deseja começar uma comemoração às sete e meia da noite do dia da eleição, porque a gente ganhou no primeiro turno.
Vai ser o melhor momento da sua vida. Sério, o que você tiver que fazer pro dia seguinte é isso, cara. Vai ser melhor. Seja lá o que for, vai ser melhor. Vai ser mais prazeroso, porque você vai estar comemorando a nossa vitória no primeiro turno. Vai votar. Eu tive a honra e o privilégio de estar com Ana Raíssa na posse de Lula em 2023.
E a gente foi testemunha, assim, que a gente estava andando nas ruas de Brasília, ruas outras, até chegar na esquina das planadas, e eram ruas normais. A gente estacionou o carro, caminhou pelo asfalto da rua, e era uma rua normal. Era um dia normal, era uma rua normal. No momento que a gente pisou no asfalto das planadas dos ministérios, no asfalto do eixo monumental de Brasília, não existia ambiente mais alegre na face da terra.
Nenhum, nenhum Você conseguia sentir na pele A alegria das pessoas Vamos viver isso de novo, pelo amor de Deus E aí, vai ter encontro do Midcast na posse Já tô jogando Ah, mas não tem a menor dúvida, cara Assim, ganhando no primeiro turno É a gente lá É o Midcast subindo a rampa junto com o Lula Mas gente, duas horas e brau Vamos seguir aqui, senão Nem sei quem vai editar esse episódio Momento da leitura de títulos
Burger King tira sarro de Neymar e do alto custo das figurinhas da Copa do Mundo. Nunca achei que eu ia defender uma empresa de fast food. Mas contra o Neymar vale tudo. Funcionário do governo dos Estados Unidos deixa o Brasil, após Itamaraty, aplicar reciprocidade, que é o que é a arma do diálogo das relações internacionais.
Foi tarde, né? Gilmar se desculpa após citar homossexualidade como ofensa contra Zema. Que bacharel, não tinha visto isso não. Não falta a possibilidade de ofender o Zema. É uma falta de cabedal teórico, né? Conselheiro de Trump afirma que brasileiras são programadas para arrumar confusão. Dois pontos. Raça maldita. A parte do raça maldita é paia, mas antes é... Inventa.
o nome disso é medo aí a pessoa, ela deixou transparecer o medo The Brazilians are coming PM veta ato sindical na Paulista no dia 1º de maio e dá preferência a grupo bolsonarista quanto mais as centrais sindicais apanharem mais feliz eu vou ficar, porque eu nunca vou perdoar 2017 a gente com o sindicato dos policiais na rua contra a reforma trabalhista do Temer e as centrais sindicais não tapam
Isso vai parecer agora uma notícia Que a gente lembra de ter Falado sobre o Brasil Aqui na nossa juventude Mas não é no Brasil, Colômbia pagou Toda a sua dívida com a FMI Pô, achei que você ia ler em espanhol, pô Fazer um charme Achei que ficou mais sonoro em português Achei que ficou mais sonoro em português Pabllo Escobar ofereceu Vocês não quiseram levar aí mais isso É, levou quanto tempo Filosofia
Era o desenrola da Colômbia. Presidente do PT diz que partido precisa ter humildade para se aproximar de evangélicos e motoristas de aplicativo. Sabe o que ele tem mais que eu, né? Esse presidente do PT aí. Sim, tem mesmo. E por falar em tem mais que eu, Damares apoia a senadora da base do governo e mostra racha na direita. E sabe quem é essa aí? Leila do vôlei. Damares prefere trabalhar com Leila do vôlei do que apoiar a Bia Beijos e Micheque.
Quem não, né? Quem não? Nessa hora a gente é obrigado a entender. A gente fala, pô, cara, eles não se suportam. Mas vamos lá, cara. Olha, uma notícia atípica, surpreendente aqui. Acho que ninguém diria isso. Corrupção no porto do Rio envolve quase 87 bilhões em mercadorias. Corrupção no porto do Rio? Não. Deu quase um Léo Dias e duas choquei de orçamento. Caraca, é lindo.
Partido Liberal, PL, o 22, o partido do Bolsonaro e do Valdemar, aquele do Mensalão, PL, 22, dois patinhos na lagoa, o partido do Bolsonaro, do pai e do filho. Articula a campanha contra o fim das calaças por um. E tomara que se afundem nessa. Sóstenes tenta lacrar em post e virar alvo de enxurrada de críticos. Nossa, que chamada maravilhosa. Ele postou assim, quando você lê ladrão, você pensa em quem?
Meu Deus! Gente, não tinha alguém. É o famoso departamento do vai-da-merda. Hoje em dia basta uma pessoa, senão você é um departamento todo. É, cara. Essa aí foi no impulso. Foi no impulso pra nossa alegria. Falando em impulso aqui, né? Apostas em Betis tiraram 143,8 bilhões do comércio em dois anos, vírgula. Mostra estudo inédito da CNC.
Estudo importantíssimo, hein? Quem gostar de ler esse tipo de coisa, vale a pena. Eu comecei a dar uma olhada porque eu sou dessas pessoas. E o Lula acabou de falar que o trabalhador trabalhando e ganhando mais investe no comércio e a economia inteira gira. São 143,8 bilhões de dinheiro que deixou de gerar emprego.
Esses bilhões de reais aí são dois natais no comércio. Não é pouca coisa. Deixou de gerar emprego. É seríssimo, é seríssimo. Deixou de alimentar as pessoas. Você tem noção que é um dinheiro que ele não foi para comprar comida. É um dinheiro que ele poderia estar colocando comida no prato das pessoas. E as pessoas deixaram de comer. É um dinheiro que não comprou comida, que não alimentou. Ele simplesmente foi embora.
Falar em ir embora, Emirados Árabes anunciar a saída da OPEP após mais de cinco décadas. Parabéns pro Trump. Fez essa celeuma lá. Puxou a coleirinha, puxou a coleirinha. É. E ó, depois de muito, muito, muito, muito tempo STF manda São Paulo endenizar fotógrafo que ficou cego após a ação da PM.
Foi o rapaz que perdeu o olho com a bala de borracha na jornada de junho, que ele tomou um tiro na cara da PM e durante 13 anos ele perdeu ações porque ele entrou na justiça contra o governo e ele perdeu ações porque sempre queriam que ele provasse que ele não estava lá de propósito, ele não entrou na frente da bala de propósito, que realmente tinha sido um policial que tinha tirado. Sempre uma desculpa safada e agora, depois de muito tempo, ele conseguiu.
É uma indenização vitalícia de receber esse dinheiro. E, assim, com a nossa solidariedade a todos os jornalistas e fotojornalistas, no caso dele, que se expõem a esse tipo de coisa, né? Porque não é só de safadeza que vive o jornalismo, não embora de vez em quando que a gente mande com Deus.
Lembrando que bala de borracha não é munição não letal, ela é munição menos letal. Chanceler da Alemanha diz que Estados Unidos estão sendo humilhados pelo Irã e critica a falta de estratégia na guerra. Olha, longe de me defender os Estados Unidos, mas sei lá, ganhou uma guerra antes de sair falando mal dos outros.
Cavalieri anuncia a liberação De mais de 5 milhões de reais Para o show da Shakira E parabeniza E parabeniza Ponto pela decisão de não dar o patrocínio A gente estava achando Que ia ser flopado esse show da Shakira Já está Mas como é que pode ser flopado O show da atual governadora do Rio de Janeiro É verdade Ela, a cantora Gazela de Zootopia Willação
verdade. Shakira, que era amiga pessoal de quem? Gabriel Garcia Marques, porque são os dois únicos colombianos. Agora tem o Petro. E o meu orientador dos colombianos que prestam. Agora a próxima notícia aqui, gente, é uma contribuição direta de Beatriz Falcão, quero deixar isso sublinhado, que é ex-deputado Atila Lira publica nude nas redes sociais. Não cliquem. Não, chega me dá um coisa aqui.
A nova expressão da internet é foi de Celso Portioli.
O Lula já disse, mas eu digo de novo, trabalhadores poderão usar 20% do FGTS para pagar dívidas. Ponto e vírgula. Governo deve liberar 4,5 bilhões de reais do fundo. Arrasou demais, meu presidente. Primeira turma. E por falar no meu presidente, a primeira turma do STF decide tornar deputado Gustavo Geyer réu por injúria contra Lula. Todo castigo é pouco que Gustavo Geyer perca cada centavo para qualquer pessoa que entre com ele, em uma ação contra ele na vida.
Vai comprar pedalinho pra caralho por neto, foda-se. Agora que vamos ao horror da revisora, né? A manchete tá escrita assim, gente. Mota nega acesso a nomes de lobistas com acesso livre à Câmara dos Deputados. Me contrata! Eu aposto que é do Metrópolis, peraí. Não, do ICL. Ah, vocês vão se lascar também. A da Maris Mostra Racha também era do ICL. Ai, que descebado.
Aí a gente começa a pensar isso não é proposital, né? Tem uma pessoa lá que possui um humor muito peculiar. Deve ser. Senado aprova cadastro de condenados por violência contra a mulher. Se tudo der certo, vamos usar a tornozeleira rosa, que é pra passar ridículo. O governo Lula deve lançar novo desenrolo em 1º de maio, como acabamos de saber aqui com vocês.
Só vai ficar pro dia 3, né? Dia 4. E ele, Dino da Silva Sauro, propõe penas mais duras e perda automática de cargo para corrupção no judiciário. Cara, se for a única coisa que o Dino faça na vida política dele, pra mim tá valendo esse combate que ele tá tentando fazer ao judiciário. Eu gosto porque isso aí parece o anticorporativismo, sabe? Tipo, você coloca uma pessoa que meio que...
eu não era exatamente do meio de vocês. E é isso. O Dino, por mais que ele seja um jurista, ele não era realmente desse meio. E aí ele está tomando essas liberdades. Eu acho que outra pessoa... É muito difícil pensar numa configuração em que tivesse uma outra pessoa ali que pudesse tomar essas liberdades. Que ele pode.
E quem tá falando aqui é alguém que não gosta do Dino, tá? Eu não gosto do Dino. Já ficou até, virou piada nesse programa aqui, principalmente piadas na boca de Ana Raíssa, de toda vez que vem o Dino e tem uma elogia do Dino, eu coloco uma vírgula ou uma nota de rodapé e falo, não, peraí, vamos lembrar o que aconteceu no Maranhão. Mas nesse caso aqui, é dizer, ele tá encarnando uma política anticorporativista que ela é extremamente interessante e ela nunca existiu no Judiciário.
E ela expõe os colegas. O caso da mulher que falou que estavam vivendo em regime de escravidão, a desembargadora, é como se o Dino... É o barata voa, o cara pisa no chão, as baratas são os primeiros que voam. Aí depois, você se enrolou sozinha, minha senhora.
Aí o outro que falou lá que juiz não consegue nem pagar a escola pro filho, se enrolou sozinho. Ah, se não for... Teve um aqui em Brasília que falou, ah, mas se tirar o auxílio terno, a gente é muito pressionado, a pressão do uso da roupa social. Tá se enrolando sozinho. Então o Dino tá só... Ah, não gosta? Vai vender cupcake na praia? Isso é tão difícil assim ser uma juíza. Vai vender cupcake na praia, cara. Vai vender cerveja na areia. Você não vai ser mais feliz assim? Mas não vai ter tanta pressão.
Não vai ter, você não vai ser... Compre a porra do milho! E esse foi mais um maravilhoso momento da leitura de títulos. Hoje que Thaís pegou falta, não teremos cartinha da Xuxa, mas Rodrigo Hipólito vai trazer os resultados da Midquest, que tem aí uma metodologia 50 mil vezes mais confiável do que certas pesquisas para a presidência da República.
Porque aqui não tem um recrutamento digital aleatório, não tem nada aleatório aqui. É uma questão de destino, porque é destino. Se você estava lá no grupo dos ouvintes, se você está no nosso canal do WhatsApp, se você segue o nosso perfil no Instagram, se você escuta a gente no Spotify, isso é destino e a gente já provou aqui que é uma questão científica.
Então, longe da aleatoriedade, a nossa pesquisa com dados pós-estratificados nos indica o seguinte. A resposta para a pergunta. Além de apontar Flavinho Desmaio como capaz do Trump, que outras estratégias a campanha de Lula deve adotar para desestabilizar o cagão?
Na primeira alternativa que a gente tem aqui, que recebeu pouquíssimos votos, foi repatriar Eduardo Bolsonaro, o que eu considero pouco. Achei que a gente votou pouco, 8%, só para isso. Eu acho que era uma estratégia eficiente, a gente poderia ter adotado. A gente tem também a opção de UASF para advogado da campanha, que recebeu só 7%, ficou ali no empate técnico, na nossa margem de erro de um ponto percentual. Essas duas alternativas ficaram empatadas, então foi pouco voto.
A gente tem a opção de boneco gigante de emoji de cocô. Ficou apenas com 12%. Acho que vocês não consideraram o efeito psicológico disso no Flavinho de Ismael. Mas o que ganhou de lavada, ganhou assim. Aqui é primeiro turnarço, sabe? Lá em cima foi a opção Jandira Fegari de papelão em todos os debates. Jandirão de papelão ganhou com 81% dos votos Diego Schinelli e Ana Aissa.
Igual o Lula vai fazer em outubro. Nosso primeiro turno. É isso aí que eu quero de vocês, hein? E eu vou dizer que eu votei nessa opção. Porque, olha... E é uma coisa... Sabe o que é bom da Jandira? Que é melhor do que o boneco gigante de emoji de cocô? Que a Jandira de papelão não só vai apavorar o Bolsonaro. Ele vai apavorar o pai também. Que estava naquele momento.
e não quis deixar a Jandira, não, toque no meu filho, não, toque no meu filho. Então assim, ó, já vamos começar aí, já é cotagráfica que vai acontecer. Ó, falando sério agora, falando muito sério, campanha do Lula, isso é sério. A gente sabe que não vai dar pra colocar uma Jandira Feghali de papelão do lado do Lula durante os debates, e isso a gente sabe que não dá. Mas sabe uma coisa que dá pra fazer? Pega toda a equipe de apoio do Lula que vai pro debate e coloca todo mundo com camiseta estampada com a cara da Jandira Feghali.
muito bom isso dá mas por falar e fazer acontecer sabe quem é que faz esse programa aqui acontecer? é quem apoia a gente lá no Apoia-se então nós queremos agradecer e vocês, todos os outros ouvintes também vamos agradecer Carolina Fernandes, Ana Carolina Mitchell Sebastião Ferreira, ouvinte misteriosa Ricardo Jaloto, Edna de Lourdes Lia Drummond, Camila Braz, André Rezende Leonardo de Po ouvinte misteriosa 2, Eduardo Vasconcelos André Benjamin, Bianca da Macena Obrigado
E eu quero mandar um beijo especial aqui para a doutora Lelê Riso, para Maria de Fátima, Mariana Zampol, Carolina Leão, Bruno Teixeira, Hugo Albuquerque.
Laís de Moraes, Cristine Medeiros Pablo Cardoso e Rene Barcelos, que chegou atrasado aqui, esqueceu que era quinta-feira mas já está presente na gravação e na categoria Ministério do Amor nós temos Tiago Luiz Pereira, Carolina Clemente Amaury de Melo e o Alan da TI. Muito bem e seguindo aqui a nossa belíssima tradição da MidiQuest
Por falar em pesquisa, a nova moda das empresas de pesquisas eleitorais é fazer um recrutamento, entre muitas aspas, aleatório, online. Já falamos das mazelas desse método, então a gente quer trazer mais seriedade para a pesquisa eleitoral brasileira. Então a gente quer saber dos nossos ouvintes que outros métodos tão confiáveis quanto o recrutamento aleatório nós podemos usar para prever o resultado das próximas eleições.
A primeira opção é promover aí um concurso de adedã e a onha entre os candidatos. A segunda opção é fazer a Copa Doces Bárbaros entre os candidatos. Porra. Rapaz, olha só. Nossa. Eu acho que aí a gente vai ter cadeirada. Vai ter muita cadeirada.
aquelas perguntinhas de debate já tá manjado, né? Ah, qual a sua proposta pra educação? Melhorar a educação? O negócio é assim, uvinha assim ou não? Camafê ou uvinha? Nossa, maluco, assim. Pronto, pronto. Esquece. A gente vai ter o debate, assim, vai ser um debate histórico. A hora que o William Bonner, porque vai ser o William Bonner, puxar o cartão e falar assim, pudim sem furo, é o cadáver do pudim? Tá bom.
Ele vai chegar e falar, então, doce de batata doce, opinem. A terceira opção, jogo de tarô dos arcanos do Midcast entre os candidatos. Bom também, hein? E a última opção, talvez a mais polêmica, é a quarta opção, casa Vogue das casas dos candidatos. Uai, Flavinho tem uma mansão, né? Pra mostrar aí.
Ah, eu ia adorar o triplec. Vamos fazer. Eu quero uma visita no triplec. No triplec. Triplec versus mansão baratíssima do Flavinho. Vamos ver. Eu vou votar cada opção. Porque você pode votar onde? No zap. Você pode votar no Spotify. Você pode votar no Instagram.
Você pode votar em quase todas. No Telegram também. E você pode comentar a opção que você votou na postagem do Blue Sky. Então você vai lá, ah, nossa, o voto é secreto. Aqui não precisa ser. Aqui não precisa ser. Aqui você pode se dar a liberdade de vai lá, declarar o seu voto e faça campanha pela sua opção também. Sim, a democracia precisa de você. Com essa mensagem de alegria e democracia vamos para os secretos finais.
Este episódio usou fontes de mó galera e Luiz Inácio que participou, afinal. Foi apresentado por Diego Esquinello, Rodrigo Hipólito e eu, Ana Raíssa, pois o patrão está fazendo o quê? Coisas que o patrão faz. E Thaís Kisuk está fazendo coisa que o trabalhador faz na véspera do dia do trabalhador. Então...
mas será editado, possivelmente, por Victor Souza. E as nossas redes sociais são midcast.com.br lá no Blue Sky, podcastmed lá no Instagram e podcastmed arroba gmail.com no seu Pix recorrente para essa chave. Um realzinho, cinco reaiszinhos, dez reaiszinhos, estaremos aqui na semana que vem.
E amanhã vão pro protesto aí, de onde estiver a cidade de vocês, viu? É dia de folga, mas não é dia de ficar de bobeira. Um abraço, muito obrigado. Obrigado, Ken Reni Barcelos, que chegou atrasado, só pra validar o episódio. Obrigado, Bruno. Obrigado, Cristine. Obrigado, Victor Zouza, que esteve aqui entre nós mais cedo. Obrigado, Ana Raíssa. Obrigado, Rodrigo. Obrigado, eu mesmo. E é isso. Até semana que vem. Um beijo. Obrigado a todos. Obrigado, meus amigos de bancada. Um beijo. Valeu. Falou.