Episódio #131 | Segredos e Traições: Dentro da Mente de um Detetive
Descobrir a verdade pode mudar tudo, mas você está preparado para isso?
Neste episódio, mergulhamos no universo das investigações privadas com uma detetive experiente que já lidou com milhares de casos reais. Falamos sobre infidelidade conjugal, produção de provas para processos judiciais, localização de pessoas e os bastidores de uma profissão cercada por sigilo, tensão e decisões difíceis.
Ao longo da conversa, você vai entender como funciona uma investigação de verdade, quais provas realmente têm valor na Justiça, quanto custa contratar um detetive e até onde vão os limites legais dessa atuação. Também exploramos o lado emocional da profissão, os impactos psicológicos de revelar verdades e histórias de clientes que talvez preferissem não ter descoberto.
Se você já teve dúvidas, desconfianças ou curiosidade sobre esse mundo, este episódio vai te prender do começo ao fim.
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Sejam muito bem-vindos ao Café Amargo, a Verdade Sem Açúcar. Esse podcast de Ribeirão e Região sempre traz personalidades para bater aquele papo bacana. E hoje vai ter muitos...
Mistérios e causos que eu sei que vocês gostam. Eu sou o André Santiago e estou mais uma terça-feira aqui com o meu amigo Michael Tropiano. É isso aí, sejam todos bem-vindos. E vamos conhecer aqui, saber sobre... Causos, causas e séries. Se você quiser contratar aí um investigador particular, está os dois profissionais aqui que vocês vão entender como que isso funciona. E se servir para a sua vida aí, quem sabe, né? Eu já vou abrir uma consultoria aqui, né? Não sei se eu abro ou se eu não abro.
Não, não, deixa pra fora o Duarte, porque vai que... É verdade. Vai que assiste, né? Então deixa pra lá. Exatamente. O pessoal vai ficar curioso. Mas vai aparecer novidades aí, né? Vai aparecer novidades. E a gente tá com o Erika Porto e o William Duarte. Pode dar uma boa noite, pessoal. Boa noite. Obrigada pelo convite. Uma honra participar aqui com vocês. E hoje a gente tem bastante história, hein? Voltou, né? Voltei, hein?
o pessoal gostou do seu episódio gostou né, coisa boa, bom demais agora tá com o William né é, é isso aí, boa noite a todos aí que estão acompanhando o privilégio de estar aqui no podcast de vocês, a gente sabe o sucesso que é na região e no estado de São Paulo, espero que no Brasil inteiro oi gente, então chega lá tá chegando, tá chegando e estamos aqui pra compartilhar um pouquinho do nosso dia a dia, polêmico
das nossas histórias. Muito bom. Ó, antes da gente continuar, a gente já tem que falar de carbo, que tem que experimentar isso daqui. É, não, eu já tô... Eu sei que isso ia demorar até o fim do ano. O cheiro toma delícia. Não, churros do Vô Milton, tá? Tem uma novidade agora que mandaram aqui pra gente, que é o churro salgado, tá? Eu confesso que eu tô querendo experimentar pra saber como é que é isso. Não sei qual que é. Vamos abrir, vamos descobrir. Vamos ver aqui. Novo sabor. Está disponível a partir de sexta-feira.
Hoje é exclusivo pra vocês. É exclusivo. A gente vai se pedir ao churro salgado, tá? Se você quiser fazer o pedido lá do churros do Vomilton, pede que o churros é uma delícia. É bonito, hein? É um churros gourmet, tá? E se você informar, o cupom caféamargo01 você ganha 10% de desconto.
No churros do vô Milton, tá? Então, gente, pede que vocês não vão se arrepender do churros. E outro, é um churros que tem história e começou lá no Terminal Tietê, em São Paulo, de fato, com o vô Milton. Depois passou pro pai e agora tá com o filho aqui no interior de São Paulo. Churros feito na hora, tá? E agora com essa novidade, churros salgados, que eu quero... Eu acho que eu vou adivinhar o que tá aqui. Mussarela com... acho que é catupiry. Caramba, aí... Não, eu quero comer, quero olhar.
Ó, vamos distribuir aqui pro nosso convidado. Eles vão experimentar ao vivo. Mulheres, eles não gostam de experimentar. O cheiro, ó. Não, vai sujar meus dentes. Tô de batom. Batom. É. Não é? Vale a pena. É difícil resistir, hein? Vamos ver, vou humildo. Manda mais pra gente. Ó, quem sabe? Abre uma loja lá em Franca, hein? Hum, é mesmo, hein? Acho uma boa. Hum.
Está quebrando aqui. Gostoso. Tem a embalagem bonita. Legal. Gostei. Denis. Muito bom. Caramba. Denis, você acertou, viu Denis? Show. Bom, vou até falar de boca cheia, eu estou nem aí, tá? Muito bom. Olha, acertou por quê? Se você fala assim, vou comer uma sobremesa, mas antes eu tenho que comer alguma coisa salgada, uma pizza, um lanche. Gente, pede esses churros aqui.
Dá pra você ter sua alimentação normal se você quer comer um salgado. E depois pede o churros doce. Já vem tudo no mesmo pedido. Vale a pena, não vai se arrepender. Nossa, uma delícia.
Jantar e sobremesa. Caramba, muito bom. Perfeito. Ô, Denis, você pode passar mandar o salgado junto, viu, agora. De quarta-feira, de terça-feira, tá? Aprovadíssimo, então. Aprovado, muito bom. Vou deixar isso aqui pro nosso cameraman aqui já. Pode dar pro lugar aí, Lugo. O Lugo já tá babando ali. Ah, tem o pirulito. O Lucas gosta do pirulito também.
É o mimo que eles mandam. Vem cá, Lucas. Vem cá, Lucas. Eu vou te conhecer também, poxa. Eu sou pirulito. Tá tudo bem, tá tudo bem. Isso. Reserva, reserva pra ele. Pronto, tá aqui, ó. Chá e o brinde. Vai reservar. Uma delícia, muito obrigado. Primeiro, vamos entender como é que a gente conheceu a Érica, né? Entendeu um pouquinho do seu trabalho. Mas a gente não sabia do William.
Quando que o William entrou nessa história e como que começaram a trabalhar junto? Como é que foi isso? Certo. A investigação, eu estou... Vamos aí no começo em meu e a gente passa em seguida já para o William. Eu estou na investigação há 10 anos, quase 11 agora. Nós vamos fazer 11. E nesse período todo...
Eu sempre tive, assim, tudo sozinha e tudo... E não tinha ainda... Eu tenho pessoas que trabalham comigo na equipe, mas da inteligência, não pessoas que vão pra rua. E são as mesmas pessoas de sempre, desde que nós iniciamos. Então, assim, depois eu comecei a namorar o William. E aí eu percebi no William, assim, um desprendimento que é necessário na investigação.
E aí ele também se identificou, e aí a gente foi passando, aí ele fez os cursos que eram necessários, mas assim, a investigação é da pessoa, a gente nasce com um certo, já uma certa, um dom, né? É, um dom pra investigar e tal. Então quando a pessoa aprimora...
E aí foi o caso, então assim, aprimorou, e aí eu falei, não, tem certas coisas até hoje que ele faz, assim, dentro da investigação, que eu falo, não, você nasceu pra isso. William, quando foi que você descobriu que a Érica te investigou antes de qualquer coisa? Ou então, cara, igual ela falou, essa história começou, a gente já se conhecia há um tempo.
A gente começou a namorar e nesse tempo eu sou formado em educação física, faz desde 2018. Então, sou formado em educação física, trabalhei na área, já fui treinador de basquete, de franca, já fiz bastante coisa.
então a minha área estava muito saturada. Como eu acredito que a maioria dos profissionais aí que atuam na educação física está passando por isso, porque a nossa área como é...
Posso dizer que seja luxo, considerado luxo. Não é... É lazer. Não é... Não é nem saúde? Não é considerado nem saúde? Não, sim, saúde. Promoção de saúde. Mas eu estou falando assim. Mas não como deveria, né? Não como deveria. Estou querendo dizer que a pessoa... Isso, o custo que a pessoa tem um personal é muito elevado. É muito caro a aula de um personal. A aula de um personal aqui na região deve estar em torno de 100 reais. A hora.
Então, a primeira coisa que a pessoa corta no luxo, no dia a dia dela, quando ela está passando apertado, que está com a renda mais baixa, é o personal. Então, essa área está sendo muito menosprezada, está sendo muito debilitada. Sendo prejudicada, né? Até mesmo pelo contexto atual. Isso, atual. Então, eu descobri, junto com a Erika, ela já trabalhava nessa área, eu descobri que eu tinha um dom para isso.
O dom que eu quero dizer é qualquer pessoa, não é nada de especial, é qualquer pessoa que seja mais curiosa, que gosta de pesquisar a fundo, que gosta de descobrir a fonte. Então, uma pessoa que é assim, natural, ela já tem aptidão para ser um bom investigador. Então, ela vai lá fazer os cursos necessários, todos homologados, tem curso homologado pelo MEC, então você pode fazer através disso. Então, foi aí que eu me descobri, fiz o curso.
Gostei, aprendi a atuar principalmente na área de inteligência. A gente tem bastante ferramentas que conseguem acessar muitas coisas, conseguem fazer um ótimo relatório, a gente trabalha em parceria com advogados. Então, o escritório, graças a Deus, hoje em dia é bem estável. Foi ampliando. Foi ampliando.
E foi assim que eu iniciei, cara. Eu descobri esse dom, a Erika me apresentou os cursos, eu fiz o curso. E desde então a gente está atuando. Igual ela disse, eu sou o único que ajuda ela na área em campo, que é necessário até pela segurança dela, né?
Tem alguns casos que é tranquilo, que é só alguém faltando trabalho, fazendo coisas simples. Mas tem casos sérios que a gente pega. E principalmente a direção. Porque assim, a direção, você dirigir e ao mesmo tempo coordenar várias coisas. Porque assim...
quando nós estamos em verificação, eu e ele, às vezes no mesmo carro, e não adianta, porque o motorista tem que ser o investigador também, entender a situação, né, pra ele poder dirigir, entendeu? Porque são situações pontuais, assim, que, tipo, você pode ficar, às vezes, duas, três horas numa situação.
E se você der uma bobeira de três segundos... Você perde o investigado. Não vai recuperar. Você entendeu? Não recupera. Então, assim, o motorista tem que ter... E o William, até eu comentei, né, Maurice, com você. Tipo, essa coisa de subir em calçada, de girar o carro. Então, assim, tem umas coisas que, às vezes, tem necessidade de fazer para você conseguir acompanhar.
E não é qualquer pessoa, porque você conseguir fazer isso e entender se tá gravando, porque a gente tem os aparelhos e tal, mas você entender que o ângulo do carro, porque você tá dirigindo, às vezes eu tô junto também, mas às vezes você tá dirigindo, mas o ângulo tá pegando, entendeu?
Então, às vezes, você muda a câmera, dirigindo, você muda a câmera, porque o investigado passou pra cá e coisas desse tipo. Sim, exato. Então, assim, é uma desenvoltura que a William falou, ah, todo mundo faz... Sim, sim, né? Mas tem que ter um dom mesmo, assim, pra você conseguir fazer, porque senão você bate o carro, você atropela alguém, então... Sim.
tem que ter uma certa desenvoltura pra você conseguir fazer isso, né? Eu percebi que o William também na época fazia muito bem. É, você tem que ter um grau de atenção muito grande, porque apesar de ser um serviço particular, privado, a gente lidar no dia a dia, na sociedade, e a gente não pode invadir, não pode descumprir as leis, nem nada disso, todo mundo já sabe.
E tem a descrição também, né? E tem a descrição, principalmente E às vezes você vira Às vezes você Acontece com frequência Você tá seguindo, então você entra Às vezes o não tá rastreado, né? É um alvo que não tá rastreado E aí você tem que ter a cara de pau De virar na mesma rua, entendeu? Você tem que virar na mesma rua, você tem que virar em cima Por quê? Porque ele pode virar a esquina e pegar alguém
Ou descer, ou... E aí ele para e você para. Então, assim, exige cara de pau. São vários dons que a gente tem. Às vezes, em alguma situação, você dá de cara com o investigado.
Aí é a hora de você ter o sangue frio. E é engraçado que... E, tipo, o engraçado... A gente com naturalidade. O engraçado é que você sabe o que tá se passando. Sabe tudo da pessoa. E às vezes a gente conversa entre a gente. Aí, tipo, tá acontecendo aqui? A câmera tá gravando?
E eu falo, então, é amor, é, e aponto, e tá acontecendo aqui, entendeu? E aí a gente aponta, aponta pra direita, aponta pra esquerda, conversa. Às vezes liga um som pra quebrar aquilo ali, porque se você ficar focado naquilo, você fica com a impressão que a pessoa tá te observando também, de volta, entendeu? E isso quebra um pouco o que você tá fazendo, então tem umas técnicazinhas. Então, ó, mas vamos lá, vocês atuam em franco e em toda a região.
Na nossa macro região, presencialmente, no Brasil todo, em algumas situações. Então, por exemplo, aqui eu vou mudar alguns gêneros, igual da outra vez, e algumas regiões. Então, se eu falar que é Rio de Janeiro, pode ser lá na Bahia, tá? Ou pode ser Ribeirão Preto. Pode ser, é, Franca, pode ser qualquer lugar. Mas, assim, por exemplo, um evento que nós fizemos lá no Paraná.
Então, exigia uma vestimenta, um traje fino, e aí precisava ser gravado frente a frente. Então, assim, tem situações pontuais que nós deslocamos, mas aí depende da situação. O que dá para a tecnologia resolver, a gente faz à distância, entendeu? Agora, o que é necessário, o que é uma verificação que tem que ser, que é...
infiltrada, né? E aí nós fazemos presencialmente. Aí você faz naquele estilo Lupin, sabe? Já viu a cena? Engraçado que ele disfarça de várias características. E é o mesmo cara, ninguém repara, né? Eu gostaria de ser assim. Você se inspira nele. É, só pôr um chapéuzinho.
Mas é, pra homem é um pouco mais difícil, né? É, pra homem é um pouco mais difícil. Eu, no meu Instagram, quem segue o meu pessoal vai perceber, porque é ruiva, é loira, cabelo comprido, cabelo grande, trança e tal. Então, mulher é um pouco mais fácil. É, quando a gente fica pensando, eu, né, particularmente, pensando vocês em franca, porque, de repente, se bate de frente com vocês em qualquer lugar, fala aí...
Tá me investigando. Tá, sou eu. Tá me investigando. Será que minha mulher mandou alguém me investigar? Porque vocês são conhecidos, né? Às vezes eu vou passar cartão, às vezes. E você acontece direto. E às vezes acontece passar o corporativo, né? Em algum lugar. E aí a pessoa fala, é que eu porto investigações? Por quê?
não, tô comprando água não, mas por que? O que que tá acontecendo aqui? eu falo, ai, nada, que não tá acontecendo não, nada, é só água e aí eu falo, não, pode ficar tranquilo porque se você estivesse sendo investigado eu não compraria com esse cartão aqui tem que explicar isso pra pessoa é, até o Instagram é, qualquer coisa a gente foi no Outlet foi passar o cartão
no outlet totalmente distante da nossa região, aqui fora da cidade, aconteceu isso, do cartão passar, Erika Porto, investigações. Pessoa do caixa, nossa, você está me investigando? Nossa, o que eu fiz? Não, a pessoa já é direto. É o diretor, né? E aí, até no dia, eu fiquei pensando, às vezes, os funcionários ficaram pensando, nossa, será que o diretor mandou esse povo aqui, né?
mas também é um pensamento ingênuo porque você não ia mostrar mas o Instagram, a agência movimenta pra começar a seguir pessoas e tal, o Instagram Erika Porto mesmo e aí direto eu vejo, porque vão chegando as mensagens e tem quem responde mas eu também vejo, aí eu vejo mas por que você começou a me seguir?
Não, fica tranquilo, não tem nada a ver. A gente não iria começar a te seguir se você fosse investigado com esse perfil. A gente gostaria que você fosse um futuro potencial cliente. Só isso. A gente prefere você como cliente do que como investigado. Ou se você estiver devendo, eu posso te ajudar também. É, também. Vamos conversar direito. Resolvi qual é o problema. Qual foi a... Tomando as devidas precauções, qual foi a primeira investigação que você entrou? Você lembra? Você começou a atuar.
A primeira que eu entrei agora de cabeça... Qual foi a primeira, amor? Está lembrada? A primeira. A primeira foi... Então, porque assim, foi no início, como tudo, né? Começa com mais cautela, mais devagar. Mas eu lembrei, eu acho que eu lembrei qual foi a primeira. Troque os gêneros ou as cidades. Pense bem antes de falar. Foi aquela que eu... E aí
estava tendo um envolvimento do agro, o pessoal do agro, lembra? Pessoal do agro, movimentando... Ah, sim, sim. Foi uma... É, não pode falar mais nada além disso, porque é muito pontual. Mas foi. Foi uma situação que gerou... Foi uma das situações de repercussão nacional. Foi. Já foi. Já entrei bem. Já foi. Quase entrei na seleção direto.
Mas essa eu... Não pegou o top 5 do negócio. Essa foi emocionante por quê? Porque, óbvio que eu não vou dar detalhes, mas foi emocionante porque a gente teve que seguir uma pessoa. Essa pessoa...
A gente acreditou que ela tava percebendo, porque... Gente, quando a pessoa já vem da índole de desonestidade, né? A pessoa já... Tá escondendo algo. Tá escondendo algo. A pessoa não tem paz. Não tem paz. A pessoa vai no mercado, fica olhando pra trás. A pessoa vai tomar um café na padaria. Ela não senta tranquila. Ela fica sempre olhando, procurando. Se alguém liga, ela já quer saber quem é. E até normalmente eu comento com o William o seguinte, que assim...
Isso é 98% dos investigados.
98%. Caramba. Por quê? São estelionatários, são funcionários que estão em atividade, afastados em atividade paralela, estão afastados pelo INSS e estão vendendo peça de celular no centro. Então, fica atento. Porque está fazendo errado, então vai ficar atento. Então, 98%. Porque, às vezes, os clientes falam assim, Érica, mas eu queria saber como vocês vão agir porque, nossa, ele é muito perto.
Ele é assim, ó, ah, mas não, fica tranquilo e tal. Não, mas ele não tem horário pra nada. Até eu brinco e falo, gente, hoje todo mundo é empresário, todo mundo tem telefone pessoal misturado com o do emprego, do trabalho, da empresa. Então é muito difícil, assim, classificar dessa forma.
Então, você vai investigar policial, vai investigar Uber, é mais ou menos, digamos assim, a mesma dinâmica difícil. Porque o Uber não tem muito horário, ele fala com diversas pessoas. Então, assim, é mais ou menos a mesma coisa. E hoje, nessa situação aí de, ah, ele é esperto e tal. Então...
Grande parte é empresário. O empresário tem medo de roubo, tem medo. Então, assim, às vezes ele não está fazendo grande coisa assim para ficar preocupado, mas ele já é preocupado. Por quê? Preocupado com a segurança. Sim.
Então, acontece muito da gente perceber aí uma certa esperteza mesmo por parte principalmente de empresário e tal, porque, é claro, está preocupado. E a gente entende, né? Tem que ficar mesmo, né? Um pôs no escritório de vocês.
A maioria dos casos é sobre qual segmento. Porque, geralmente, quando as pessoas falam em investigação particular, vem aquelas coisas caricatas da TV, né? Traição. É só traição, né? Então, o pessoal acredita que seja só traição. A traição, sim, hoje, principalmente com o avanço das redes sociais e tal.
ela toma grande parte dessa fatia aí. Mas o nosso leque é muito extenso. Então, nós auxiliamos na tomada de decisão das pessoas. Então, tem os encontros felizes, que são os encontros de mãe com filho, 50, 60 anos sem se ver, que são os felizes que a gente fala, porque o restante é tudo muito sensível, né? Acaba sendo muito sensível.
Mas, então, infidelidade, que seria esse conjugal, pós-término, que a gente faz com frequência também, que é uma verificação só para entender por que a pessoa terminou, resolveu dali do nada terminar e tal. Trabalho muito no direito de família, então são verificações, por exemplo, quando o filho vai passar um tempo com o genitor, então, no tempo de convivência, que às vezes leva para bar, para boate, tanto genitor e genitora, né?
leva pra bar, pra boate, expõe a criança, bebida, droga e coisas desse tipo. Então a gente faz essa verificação também. Então eu trabalho muito no direito de família, que envolve a infidelidade, mas tem a questão de provas trabalhistas, de concorrência desleal e comprovação de padrão de vida. Por exemplo, você ganha um processo e a pessoa fala que não tem como pagar, mas anda de caminhonete.
Final de semana, em Gato Jet lá, entendeu? Então, são verificações assim. Então, o leque é muito extenso. Mas a infidelidade hoje, ela é em torno de 50%. E todo o outro resto, nos outros 50%. Entendeu? Todo o outro resto. 50% é a infidelidade. Nos outros 50%. Sempre sentimental, né? É a maior procura. E tem investigação política?
Sim. Nós estamos nessa fase, né? Na outra, inclusive, nós estamos, né? É melhor fase, melhor fase. Pagar a vista no Pix. É, conduta política. Então, assim, tem umas situações que a gente verifica, que é da conduta mesmo do pessoal aí, né? Meio acelerado para conseguir votos e tal. Então, faz umas loucuras. Com compra de votos, né? A gente verifica. Aquele típico político que...
Faz churrasco pro bairro inteiro. Então, sempre isso. Sempre um partido. O bom, sabe o que é o bom? O bom é que um partido contrata, a gente soluciona o caso, o outro partido vai lá e contrata pra fazer o inverso.
E ninguém denuncia ninguém, porque eles se resolvem entre eles, claro. Olha que eu tenho o seu, e olha que eu também tenho o seu. Então vamos ficar quietos todo mundo. Mas eu fiz a minha parte. Eu como investigadora, nós como investigadores entregamos o que é real. Está acontecendo? Porque a busca da investigação, às vezes acontece isso também. Às vezes a pessoa acha que, não, eu estou te contratando e eu quero flagrante.
tá? Que era um flagrante. Então, acontece. E existem situações que não dá flagrante, uma ou outra, digamos assim. Porque, assim, ó, é muito, eu até costumo falar que é muito raro os meus clientes estarem errados sob as suas suspeitas. Na maioria das vezes dá flagrante, na maioria.
Mas é importante que o cliente tenha, antes de contratar a investigação, para que use o investimento de forma adequada, que ele já entenda, por exemplo. Que não é um filme. Isso. E quem é a pessoa da investigação?
onde mora, entendeu? Porque às vezes acontece de passar um endereço e o cara não mora lá mais. É o fulano chamado Jão. E aí a gente verifica. É porque ela fala isso porque tem valores diferentes, né, nos pacotes.
Se você contratar a gente para fazer a pesquisa geral, aí tudo bem, você dá só um nome, uma foto, ou alguma coisa que você tiver da pessoa. As informações iniciais, elas são muito importantes, com relação a um todo da investigação. Então, por exemplo, eu vou contratar em fidelidade, beleza, eu estou com um marido faz 15 anos. Eu sei os costumes do meu marido, então, se de manhã ele levanta, alegrão, né?
e toma um banho, e troca de coé, que tá muito feliz, e vai pra rua, e não sei o quê, e uma situação atípica, é importante ficar ligado pra não investir errado. E aí, na maioria das vezes, quando o cliente ajuda nessa situação, ajuda que eu falo assim, entra com a parte da...
Do entendimento da situação e nós com a parte técnica. Então, já teve situação, por exemplo, que a cliente falou, Érica, hoje você não precisa verificar. Ah, mas por que não? Não, porque hoje é domingo. Ele vai fazer uma caminhada 4 horas da tarde, mas não precisa. Hoje não precisa. Aí eu penso, caminhada 4 horas da tarde de bermuda jeans.
Acho que não. E aí eu vou em cima do que eu acho e aí dá flagrante. Entendeu? Então, assim, claro que eu vou usar a minha técnica, mas é importante que o cliente utilize também, que fique atento aos sinais, entendeu? Porque aí ajuda muito aí pro investimento dele ser, é o que eu tô citando, às vezes passa o endereço, não mora naquele endereço mais, né? A investigação vai em cima do que você falar.
É igual você me perguntou sobre o primeiro caso. Foi justamente esse. O pessoal do agro estava fazendo uma movimentação muito grande em fazendas da região gigante. E eu estava com ela, ela dirigindo. E eu estava controlando um drone. Aí eu estava empolgado, primeira vez investigação.
ali atuando, estava empolgado, achando que era tudo tranquilo, tudo mar de flores, igual a gente vê em filme. Investigar, sabe? Aí, ela me lembrou, ela falou assim, amor, cuidado, que a gente está mexendo com um pessoal pesado.
E você se aproximando desse drone, desse jeito, dessa forma, a gente corre isso até de levar uns tiros. Bem simples isso. Porque assim, ó, no agro, seja na região que for, no agro, as coisas são resolvidas diferentes, né? Quem já está antenado aí, porque está numa situação de conflito e tal, piorou, né? Então, assim, essa cautela sempre tem que existir. Então, às vezes, você fala, ah, investigação é muito fácil. Imagina, só cair um carro, só seguir a pessoa.
Então, assim, nós somos abordados por policiais, se você ficar em determinado período. O uso de certas ferramentas tem que ser muito cauteloso com certas coisas, principalmente drone, coisas vestivas, para não ser invasivo. Então, assim, e eu sempre trago isso, sabe? Assim, nós não fazemos usuário, facção e tráfico, já não faz.
Às vezes somos procurados até para colaborar, às vezes, e eu falo, ó, não, eu prefiro não, vocês na de vocês, eu na minha e tal, cada um no seu, tranquilo e tal. É complicado, porque, tipo, por exemplo, vem uma pessoa procurar informação.
Olha, William e Erika, eu estou com um parente desaparecido, não sei o quê. Pô, legal, ajudar essa pessoa. Vamos levantar informação, o que a gente pode fazer, né? Para encontrar a pessoa, um parente desaparecido. Isso vai agregar, vai ajudar, fortalecer a família. Agora, já procurar a gente, pessoas que a gente não confia, não conhece.
É, a gente tenta filtrar, né? É, a gente tenta filtrar, a pessoa buscar um endereço de X pessoa, de outra pessoa. A gente não aceita esse trabalho. Mas eu pago 10, 15 mil. A gente não aceita. Porque a gente sabe que a intenção dessa pessoa não é boa. E como é que eles filtram isso? Não, a gente tenta filtrar, claro, de uma certa forma, a grosso modo. Por quê? Porque...
Quem vê cara não vê coração, às vezes vai chegar uma pessoa que não vai demonstrar nenhum comportamento estranho, suspeito. Esses que chegam e falam, não, eu quero, eu te pago. Quanto você quer? 5 mil? 3 mil? 10? Quanto você quer, eu te pago? Esse normalmente é o problema, entendeu? Mas não dá pra classificar todo mundo nisso. E assim, a gente tenta sim filtrar pra que o nosso trabalho não prejudique ninguém.
não leve ninguém a algum outro problema maior. Então, quando eu já cheguei a identificar uns psicopatas aí, né, por mulher e umas coisas assim, e a gente sai fora e fala, ó, não, não vou fazer. Não, quanto você quer? Não, não quero nada, não vou fazer e pronto. Porque tem valores nossos que são maiores e que a gente, claro, não quer se envolver, envolver o nome da empresa numa situação ou predicar.
o maior é isso eu não sei se vocês chegaram a ver aquele caso que repercutiu na mídia da Isval Verde, se eu não me engano o cara perseguia ela tinha um stalker o cara perseguia ela aí contratou um detetive particular
Conseguiu o endereço dela e foi na casa dela, né? Ele foi levar uma encomenda lá. Foi levar... Foi o primeiro contato com ela. Exato. Então, isso é perigosíssimo. Entende? Por isso que o nosso escritório tem uma pré-análise. Igual ela falou. Mas não dá pra garantir. Não dá pra garantir. Óbvio que não dá pra garantir. Mas... Mas alguma coisa dá pra filtrar. Isso, claro. Dá pra filtrar, história. É o que eu falei. Alguns perfis, tipo, normalmente esse perfil...
normalmente, vou corrigir o psicopata dentro assim do que eu vejo, tá gente ele chega a ser equilibrado então ele vai conversar com você, ele não é desequilibrado entendeu psicopata? Não dá pista não, ele não é desequilibrado então assim, é difícil da gente falar não, jamais vou fazer bom, o meu papel, o nosso papel é tentar filtrar ok
para que não ocorra dentro do que a gente observa, entendeu? E é isso que a gente tem feito. Já aconteceu algum caso durante o curso da investigação? Vocês notaram que aquela pessoa, na realidade, contratou o serviço para fazer algo de errado? Então, o que acontece com frequência é o seguinte, a pessoa às vezes me contrata...
faz a contratação, né, da gente, e com o passar do tempo, você começa a perceber que a outra pessoa, acontece com bastante frequência, que a outra pessoa é uma pessoa tranquila, que a outra pessoa não é, às vezes, uma pessoa que, de fato, está fazendo alguma coisa fora do que deveria, entendeu?
E que esse contratante, ele é uma pessoa desequilibrada, uma pessoa... Então, assim, até para isso, porque a gente, por lidar com situações sensíveis... Então, nós temos pedidos inusitados, que depois eu vou comentar aqui, mas esse mesmo público, assim, é um público que exige cuidado, entendeu? Porque, às vezes, é essa pessoa que é a pessoa do problema.
É quem está pedindo a investigação. Então, existem situações que é necessário, às vezes, falar. Falar, ó, peraí. Mas a pessoa não quer contato com você.
Porque você começa a perceber, ó, a pessoa não quer contato com você. O que que acontece? Fala a verdade que a gente organiza. Porque, às vezes, acontece da pessoa estar perseguindo ou querendo perseguir, entendeu? Sim. Então, a gente, toda investigação tem um relatório e eu faço a verificação para o cliente. Claro que eu sou família, eu vejo aí mais o lado humano dentro do escritório.
Mas o que é, então eu falo pro cliente, ó, não teve um comportamento que desabonasse. Sim. Entendeu? Agora você tá me parecendo meio desequilibrado, vamos organizar isso daí. Ou fica com fantasia, querendo que a gente aluga o helicóptero e coisa desse tipo. É.
Porque não tem como você alterar uma investigação, né? O resultado final é o que importa, a verdade. Não é o papel nosso. Não é o nosso papel. E, tipo... E tem pedidos, às vezes. Igual a situação que ela falou que não tem como dar flagrante. Não tem como. Por exemplo, a pessoa...
Entra numa loja que só tem a gerente na loja, por exemplo. Ou gerente, pra não ficar. Gerente ou gerente. A pessoa entra nessa loja toda vez, toda sexta. E é casada a pessoa. A loja vem de, sei lá, edredom.
E o cara, a mulher não sabe nada de roupa de cama. Nunca levou um hidrelão para casa. Nunca levou um hidrelão para casa. Mas a pessoa entra lá toda sexta-feira. A gente vai lá, levanta a informação. É, tem algumas... Faz a...
a captura certinho, indica pra pessoa e mostra pro cliente. Só que a pessoa fala, ah não, mas meu marido, minha mulher não é assim, eu não... Acho que ela só vai lá mesmo comprar um edredom mesmo. Não, ela não é assim. Quero que você continue na investigação, porque ele não é assim. E às vezes acontece para os dois lados. Tem aquele que você vai mostrar, ó, ela só entra pra comprar edredom.
Ah, não, mas não é só a Adrelay. Ela não tá fazendo isso, não. Você fez errado. Tá, eu olhei pra você ver. Não, não tá. Exato. Esse é o pior. Esse é o pior, cara. Que tem algumas situações assim, que aí você fala, não, mas é isso. Não, não, mas não é. Não, então tá. Então, se você quer que verifique qual dia, qual horário, porque aí, tipo, o meu interesse é sanar a dúvida do cliente, certo?
Então, ok. No plano que foi feito, na verificação que foi feita, da forma que foi, não aconteceu nada. O que você deseja agora? Não, então verifique na quarta, verifique na segunda. Beleza, vamos verificar. Até que sane as dúvidas, que vai sanando as dúvidas do cliente, entendeu? Que é esse o objetivo.
Tem que perguntar pra ele, você, o que é que você tá fazendo? É, é. Porque ele tá tão desconfiado assim. É que ele não deve, né? Cara, e o engraçado, você acredita que isso é, pelo menos desde quando eu tô na investigação, isso é o que mais acontece. O cara vai lá, paga, investiga a mulher. Cliente.
A mulher não tá fazendo nada. O cliente não tá fazendo nada. A pessoa tá na vida dela. Só se distanciou, talvez, do casamento. Talvez esfriou, alguma coisa normal. Mas agora, modo de viver, pelo menos na minha parte que eu estou presenciando, a maioria das situações foi essa, sabe? De quatro, cinco, três foram isso, que a pessoa tava buscando um hobby dela apenas.
E só um caso que realmente estava acontecendo um caso. Mas a pessoa vai lá, insiste, paga, a investigação continua. Teve algum caso que o contratante acabou estragando o flagrante? Ou então, quando vocês pegarem, a pessoa se intrometeu no meio e fez aquele alvoroço? No contrato, no nosso contrato já tem cláusulas para isso. Por quê? Porque atrapalha o próprio cliente. Ele que investiu, entendeu?
E assim, tudo o que atrapalha e que pode causar perigo para a investigação, porque se de repente acontece de fazer, eu já fiz num pacote aí de quatro verificações, eu já fiz um flagrante na primeira campana com oito minutos. Cabe ao cliente decidir, vai usar as quatro campanas ou vai ficar nessa? Se for ficar nessa, você pode...
Pode fazer, tomar a decisão que você quiser. Vou sentar com a mulher, terminar, fazer o que for, expor pra família.
Mas se fizer isso, zerou. Por quê? Claro, a investigação não vai poder prosseguir. Você não vai encontrar mais nada. Então, eu sempre deixo claro pro cliente. Você quer ou quer ter o sangue frio, dá uma segurada, aproveita o investimento. E aí, as outras três verificações podem ser frutíferas também. E aí, a gente chega num pacote melhor. Mas aí, tem que ter sangue frio que nem é todo mundo que tem.
Mas acontece, já aconteceu outras vezes. E aí entra a Érica chata, né? Porque do cliente falar, Érica, numa coisa que não foi combinada, domingo de noite, ou fora do contexto do que foi combinado, Érica, eu tô aqui na porta da casa da fulana, a janela tá aberta e a luz tá acesa.
E aí, o que acontece? A investigada sai ou verifica que o carro é conhecido, da pessoa, do cliente, e atrapalha, lhe desanda. Então, assim, entregou para a investigação, se você segurou até o momento da contratação, você vai segurar agora? Eu falo sempre, entra no personagem, dá a corda. Aja naturalmente. Entra no personagem, entendeu? Deixa, ó, eu vou viajar. Dá a corda, porque você está investindo.
Deixa eu fazer. Não é ficar... Às vezes vira pro lado da investigação, porque aí você começa a pegar as coisas e fica de mal da gente. Aí começa a te responder com duas, três palavras, sabe? Pegou o negócio, fica um raio de mim. Peraí, vamos entender? Eu tô no seu time. Eu sou do seu time.
Porque às vezes acontece, por exemplo, revisional de alimentos. A ex acredita que o rapaz tem dois, três empregos. Acredita, vai precisar verificar, tanto que a investigação é para isso. Mas acredita que tenha dois, três empregos. Mas é necessário verificação. Verificou? Não, não tem. Ele está trabalhando no mercado livre, provavelmente a partir de casa. Não, não acredito que ele está trabalhando a partir de casa.
tá na imagem. Então, assim, aí é onde a gente fala, eu sou do seu time, calma. Às vezes eu estendo o período, faço isso, eu não sou engessada, não, eu estendo, o pessoal até fica bravo no escritório com o meu maninho, mas eu estendo pra que a investigação tenha um final mais interessante, porque às vezes, num determinado período, naquele período ali, infelizmente, a pessoa tá antenada.
Então, se você quer descobrir a minha renda, naquele período ali, eu tô 15 dias de uma audiência, eu vou ficar quieta. Entendeu? Então, não deixar também pra contratar a investigação no final do segundo tempo, nos 45. Não é pra ir. Tem que ser antes pra poder dar tempo. Mas acontece de dar uma desestabilizada, de querer participar da investigação.
de querer emprestar um rastreador, ou é, que você tem um rastreador, eu te empresto. Mas não é assim, né? Então... Um rastreador é bom, é uma ferramenta boa. Acontece. Uma ferramenta boa. Mas essa questão de ferramenta, de rastreamento, de vídeo, tudo vocês já têm todo o equipamento pronto para já iniciar a investigação. Não depende nada do cliente. Nós temos a disponibilização dos produtos, entendeu? E... E...
Normalmente a gente pode dar uma orientação para o cliente como utilizar a partir...
dele e da sua responsabilidade, entendeu? Porque responsabilidade sob o uso dos equipamentos a gente não tem. Então, nós temos, disponibiliza esses equipamentos, que são, obviamente, zero registro, né? Que é de investigação, próprio para uma investigação. Disponibiliza e ensina o cliente, o cliente faz por sua conta, né? Se preferir, ele faz por sua conta. É isso que a gente faz. É. O tipo de investigação que a gente não faz, até inclusive, sigiu problem.
É, um cara me procurou no WhatsApp aí. Um cliente. Um cliente. Não, por favor, não. É investigação paranormal. Eu esqueci de falar, amor. É. O cara me mandou. Eu cheguei com os espíritos. O cara me mandou. Já tinha acontecido comigo, mas com ele ainda não. Você tem que procurar o pai porque é mesmo. É, mano.
Não, não tinha. No outro eu até contei que tinha acontecido comigo, mas com ele tinha acontecido. Aí eu fiquei olhando. Aí a pessoa perguntou assim pra ele, você é vidente também? Aí eu falei, gente, eu vou ficar prestando atenção. O que ele vai responder dessa do seu vidente? Mas por que você é vidente? Tá, me explica isso aí. Por que você é vidente? Eu vejo que não vai dar certo. Eu não consigo. Então, eu sinceramente não sei o Willian, mas eu não consigo entender o qual a ligação. Um ADS mal feito do Google. Precure.
Só pode ser. Eu fiz um anúncio certinho, tudo escrito, aí a pessoa me chamou, você é vidente? Não, não sou, trabalho com investigação faz tanto tempo. É das perguntas inusitadas. Na hora que puder começar, eu... Pode falar. É assim, ó. Isso segue da mesma forma. Na outra vez eu falei, Érica, eu preciso de um teste de gravidez positiva.
Bicho, olha só a situação. Isso é muito frequente. Eu não sei que ligação que faz com a gente de documento falso, de coisas desse tipo, entendeu? Então, não é por aí, galera. Isso é de filme. Não, fantasia não. Existe esse mercado. Existe, mas não somos nós. Mas existe esse mercado. Então, assim, certidões. Ah, eu preciso de uma certidão falsa de casamento. Então, coisas desse tipo.
vem com frequência pra nós. Então, deve ter um mercado. Perguntas, tipo assim, a pessoa pergunta, será que você não consegue raquear o celular do meu marido pra mim? Não, essa é a mais clássica. Essa daí, se investir no Google, é só isso. Essa questão de clonagem de WhatsApp e tal, essa daí é... Gente, isso é crime, tá bom? Só pra ficar ciente. É, que bate o recorde. Dá pra fazer, mas é crime, tá gente?
É raro, mas acontece. Existem outras formas, galera. Existem outras formas, tá? Vamos dar as outras formas. Dentro da lei. É, concluindo. Tem outras situações pontuais aí que a gente consegue ver. Olha o tamanho da empresa, criptografia. Gente, sistema. Se nós confiamos no WhatsApp, né?
Quem não confia? Nem a Polícia Federal consegue? É, né? Eu vou, cara. Cadê o Banco Master? Até hoje ninguém sabe. Cadê? Hackear o Banco Master? É, então... Não, é porque lá não é pra saber mesmo, né? É pra saber. Aí já é uma outra... Tem que contratar você, precisa investigar o Banco Master. O filho... É... É pior que investigar atrás. Eu gostaria. É pior que eu. Mas, é...
Pior que eu tive a curiosidade de pesquisar ele um pouquinho. Pesquisei. Mas não sou nada. Ah, eles vão falar uma coisa dessa. No Google não sou nada. Ah, no Google? É, foi no Google. No Google não sou nada. É, pois é. Mas conta aí pra gente algum caos que você acha que merece a atenção do público. Ó, então, assim, isso não tinha acontecido comigo ainda e foi uma situação que...
Eu comecei a perguntar na contratação, eu comecei a salientar isso daí, porque eu não perguntei na hora, porque eu não imaginei, e depois futuramente me deu problema. O que aconteceu? Um investigado de trabalhista, e me passou foto, né? A cliente me contratou e passou foto e tal. E eu tinha um irmão gêmeo.
E é terrível isso, você não tem noção. Não, é muito, é terrível. Por quê? Eles residiam na mesma casa, idênticos. E aí saiu um. Aí a primeira vez eu segui esse, mas aí não batia. Porque pra onde ele ia, era pra ele ir pra um determinado local. Ele foi pra outro e tal. E aí eu, aí... Quando eu só consegui perceber, porque tem fatores importantes como esse, que às vezes o cliente não te fala.
Entendeu? E aí eu fiz a imagem dele e mostrei para o cliente. Ó, parece que está meio fora. Ele está nesse local. Não bate com o que a gente imaginou. Ele não deveria estar em tal local? Esse horário? Não, Eric. Mas já tinha feito coisa de dois dias de verificação. Não, Eric. Esse daí é o irmão dele. Esse aqui é ele. Aí mandou a foto.
É a mesma coisa. Eu falei, tá, mas agora eu falei pra ela, falei, você não trabalha com investigação, mas agora eu vou te perguntar isso. Como que vai fazer? Porque eles são idênticos. E aí? Eles moram na mesma casa. São idênticos.
E aí? Tem que pagar duas investigações. Você vai me falar o que eu vou fazer. Eu falei pra ela. Você vai me falar o que eu vou fazer. Porque vai sair um da casa. Eu sigo aquele primeiro ou sigo o segundo? Idênticos. E foi uma situação inusitada. E nesse caso em específico, ele tinha um problema que faltava um dedo.
Ixi, Lula tem gêmeos? Faltava um dedo. Só que ainda assim, gente, é muito difícil. Porque vai sair de moto. Vai sair de moto. É meio segundo. E aí, tá saindo de moto. Não dá. Tá com o dedo ou tá sem o dedo? É o que tem o dedo e o que não tem. Então, assim, aí passou a ser parte da investigação. Eu possuí, irmão, gente. Não, tive que começar a perguntar.
Porque nesse dia virou um problema mesmo. E já tinha acontecido uma outra situação que o rapaz tinha praticamente um dublê. Eles andavam muito juntos e eram muito iguais, assim. Eram amigos, mas muito parecidos. E aí por pouco que às vezes não segue o errado. Porque eles eram muito iguais também. E emprestando um carro e troca, e uma moto.
E uma hora ele tá numa moto, outra hora ele tá no carro, outra hora troca. Então, assim, a investigação nesse ponto aí, às vezes, sofre um pouquinho por conta desses detalhes. E a questão de filtro do Instagram. Porque o cliente passa uma foto da pessoa produzida, tal, filtro, e aí você vai ver a pessoa...
aí você fica imaginando e essa pessoa com filtro, um pouco mais de cabelo um pouco mais de barba, que eu peço a foto, a última foto é tipo aquele corte que o pessoal faz no Instagram sabe, no final de dia, dá a firma a pessoa arrumar e no trabalho é, é, não, e a hora que você vê, eu como investigadora eu fico, não, peraí
Esse daí. Um pouco mais de barba. Ele mexeu a barriga pra fazer a foto. Então é ele mesmo. Tipo, é meio segundo que você resolveu se der a pessoa ou não. Você tem que ir nos traços finos. E aí, às vezes, você tá ali dentro de um carro já umas três horinhas, a cabeça começa já a fantasiar a ciência. Isso é uma coisa que eu gostaria que fosse igual nos filmes. Tipo, você chega na casa da pessoa e começa a ação, sabe? Eu pensava que era igual no filme investigar ação nessa parte.
Não, tipo, se você chegar na cena E já está acontecendo Cara, não, você fica 8, 10 horas esperando E foi uma coisa Que veio pra me moldar
Porque pensa numa pessoa sem paciência geral. Exato, você tem que ter muita paciência. Pescando, você tem que ficar pescando. Eu não tenho. Então, assim, algumas situações a gente tira o investigado de dentro de casa, entendeu? Bate, usa umas estratégias. Mercado livre! Porque senão a gente não consegue, entendeu? Se for pra ficar aguardando muito tempo e tal. E as horas vão passando. E aí, às vezes, trabalho em casa, realmente, que acontece muito hoje.
Aí a gente tem que usar uma estratégiazinha. Conta aquele caso lá do... Cuidado. O William. Muito cuidado, William. Então conta... Eu vou mudar um pouco a versão. Pode contar como se fosse... Dá um muda aí no microfone. Não, William. Dá um muda no microfone. Fala o meu ouvido, William.
Pode mudar. Dá pra contar esse caso? É, não. Esse é o que eu já contei. Já contei. Não, mas pode repetir. Do homens? É, conta. Ah, então. Não, eu contei no outro. Conta, então. Que a cliente me contratou e ela falou, Érica, eu tenho certeza que eu... E normalmente, mulher é assim mesmo. Já tem um alvo, tipo, meu marido deve ser essa aqui. Entendeu? Então ela fez isso comigo também no dia.
Provavelmente ainda. Mas eu comecei a verificar. E ele com o amigo dele. Acho que você lembra disso. Ele com o amigo dele. E ir na lotérica. E comprar suplemento. Tudo junto. E volta. E volta. E faz uma coisa. Faz outra. E o amigo junto. Aí eu peguei e comentei com ela. Falei, ó. Das verificações que eu fiz. Não tem nada. Tipo, é ele com esse amigo. É amigo dele? É irmão? Não é amigo.
Aí ela viajou. Ela viajou. E tal. E aí eu tava no determinado posto de gasolina, uma determinada cidade que a gente não sabe qual, por aí, pelo Brasil. E eu no carro. E eu, tipo... E os dois parceirão, tipo, grande, barbudo, forte, porque treinava junto e tal. Tipo o William. Não, não, não. O William não.
Isso aí é boa, isso aí é boa. Aí eu, assim, dei uma relaxada, porque parou no posto, eles estavam conversando e tal, eu dei uma relaxada, porque eu falei, vai demorar pegar o carro. E eles deram um beijo. Um beijo. Cinematográfico, dois homens, assim, nada contra o Galera também, mas assim, ó, me pegou de surpresa, porque não tinha mulher, não existia mulher.
E assim, com frequência, com frequência, há situações desse tipo. Então, às vezes, não tão de um flagrante como esse, né? Isso foi? Foi cinematográfico mesmo. Foi novela. É, porque era muito, era uma situação assim, muito parceirão, muita coisa, um som muito grande e tal.
Broderagem. Então assim, pegou de surpresa, porque não tinha mulher na situação. Jogando FIFA junto. Eles eram muito parceiros. E essa daí foi uma situação. Mas assim, das situações de infidelidade, as que tem um peso maior que leva às vezes a investigadora, né? Investigador pra terapia e tal. São as situações assim, de sogro com nora, cunhado com cunhada.
aí são umas situações mais mais complicadas mais delicadas também que mexe às vezes com uma família inteira assim, sabe sogro com 78 anos e às vezes nora com 23 e uma situação aí que tá derrubando a família e que na verificação traz resposta, né
Porque a família inteira não tava entendendo nada e aí começa a entender qual que é a situação. E às vezes é uma bomba dessa daí.
Vocês já foram procurados pelos órgãos públicos para ajudar em alguma investigação? Sim. Senhora Polícia Civil, Ministério Público? Sim, sim. Algumas vezes. Já, isso acontece. Eu estava vendo uma série esse dia que falou exatamente isso que você comentou agora, né? Que a parte da ação, às vezes, é 1% do trabalho. Porque você... Ou você passa 99% dentro do escritório, escutando ou vendo imagem, ou você passa dias dentro de um carro sem acontecer nada.
Não, e às vezes já aconteceu, porque assim, eu tenho uma dificuldade para desligar, o William até fala também, assim, eu tenho uma dificuldade para desligar dos assuntos da investigação. Eu gosto, claro, mas é importante desligar. E eu tenho uma certa dificuldade. E já aconteceu de me dar um clique. Sabe quando você está olhando assim para o nada, assim, de repente dá um clique?
Aí você fala, peguei, o que que é? Sabe? Teve uma situação aí, pelo Brasil afora, que uma, até lembrei agora, de uma desse tipo, que uma cliente chegou pra fazer um orçamento comigo. Então, chegou no escritório, pra passar por uma reunião e tal, pra fazer um orçamento. E ela comentou comigo o seguinte, é, Érica, meu marido trabalha numa prefeitura aí, e...
Ele está meio distante de mim. Vou contar bem para ver se vocês pegam. Ele está mais distante. E ele agora tem amizade muito com a tesoureira. Lá da prefeitura.
e você não sabe o que aconteceu. Apareceu uma pessoa que vai dar uma herança para ele, porque essa pessoa é muito de idade e tal, e encarregou ele e a tesoureira, essa tesoureira, que eles têm amizade agora, de receber esse dinheiro e de administrar da melhor forma.
Aí eu falei, mas como que ele tá com você? Não, ele não quer, ele falou que vai ficar morando numa outra cidade, que é a dessa prefeitura, que era próximo, pertinho. Ele vai ficar por lá por um tempo e tal, e não quer muita conversa comigo até essa situação se resolver, porque ele quer fazer esse favor pra essa pessoa de idade e tal. E aí eu escutei isso dela, e tô escutando isso e falei pra ela...
É um golpe. Eles roubaram a prefeitura. Os dois. Aí ela... Não! Ficou meio ofendida, sabe? Não, eu tô casada com ele faz 25 anos, sabe? Mas é um golpe, não é? Você não acha? Aí ela ficou meio assim e tal. Não fechou o serviço comigo porque, tipo, eu falei no embalo e ela ficou meio ofendida de eu falar isso e tal. Passou três horas, assim, isso foi no final da tarde. Nove horas da noite ela me ligou.
É, que você matou a pau. Eu não te contratei, mas se eu tivesse te contratado, teria sido perfeito, porque foi isso que aconteceu. Não, 20% pelo menos do pagamento. 20% o PIX está aqui ainda. Dá tempo. E você vai ver, porque vai dar na televisão.
Exatamente do jeito que você falou, mas assim, claro que tem coisa que é óbvia, mas dentro da investigação, certas histórias que às vezes a pessoa vai montando e aí conta para outro que está na situação, a pessoa está meio anestesiada. Sim, sim.
E aí passa meio batido aquela história toda, fica meio perdido. E já a investigação, não, nós somos imparcial, a gente já tá meio acostumado com essas coisas. Então, quando cai uma conversinha dessa, você já sabe mais ou menos que... E ela falou, falou, não, foi isso, a tesoureira...
organizou junto com ele, eles fizeram isso e tal, porque ela falou, não, ele vai, inclusive, comprar um carro zero e tal. E aí foi isso. E aí deu cadeia. Corna sim, mas mulher de bandido não. Não. Já é demais. Queria o dinheiro. E aí, assim, então são... Mas assim, já aconteceu de estar num peço que paga e de repente eu falo fulano. Porque às vezes você tá de olho num investigado e esse investigado tá com esse problema que nós citamos no início. Espertão.
Mas aí outros envolvidos na situação não estão tão espertos quanto ele. Entendeu? Tem um cara aí que eu tô atrás dele faz uns seis dias já. A gente fica antenado, sabe? O cara tá esperto. Muita gente esperta. Não, por enquanto não encontrou, né?
Por enquanto. Vou te encontrar. Então, assim, são situações que a gente precisa pensar num todo. E aí é por isso que na investigação usa aquele mapa, porque por maior que seja a tecnologia, a gente constrói isso na inteligência e tal, mas ver assim é outra coisa. É muito melhor. Você consegue, a cabeça distribui melhor aí o que fazer e tal.
Você acabou de falar em inteligência. Vocês usam inteligência artificial de alguma maneira? Usam. Usam. Usam? Usam muito. É uma ferramenta fantástica, né? Então, a gente usa bastante. E de que maneira que ajuda vocês? A inteligência artificial é uma coisa fantástica. Então, na criação, na solução de certas situações, então, assim, tem a experiência, a experiência que a gente tem.
Eu tenho de investigação, mas às vezes a inteligência consegue construir aí uma outra dinâmica.
Então eu jogo pra ela o que eu tenho, o que eu faço, e falo, ó, minha voz. Ela te dá umas duas, três alternativas diferentes de ação. Que outra solução dentro do contexto aí de uma legalidade e tal, que é possível ser feito. E aí ela vai citar tudo que é possível. Isso ajuda muito, melhorou muito. Isso é uma das coisas, né? Porque a inteligência é muito ampla também, né?
Então, as nossas ferramentas já possuem inteligência por trás. Quando eu falo inteligência, no caso da investigação, a inteligência é quando eu pego as iniciais e o meu escritório vai fazer o estudo dessa inteligência, e aí eu vou sentar com isso e vou entender qual a situação, que medida tomar, entendeu?
É claro que num problema maior. Nos problemas normais, assim, a gente já tem o contexto, já sabe o que vai fazer, então já consegue passar para o cliente. Mas quando é uma situação um pouco maior, né? Esses casos de repercussão nacional, eu atuei em nove, né? Então, assim, em grande parte deles existe essa necessidade de... Já está a polícia civil, às vezes, né?
praticamente todas as vezes. Então, já está. Então, você tem que correr por fora, que a gente fala. Então, é o ideal que estude o que vai ser feito.
É, porque muitas famílias acabam procurando a gente, mesmo com o boletim de ocorrência, que é o correto para fazer, porque como o Brasil é muito saturado de crimes, as pessoas querem... A demanda é alta. A demanda é alta. Mesmo o caso da localização, entendeu? Porque não tem lei, entendeu? Não existe lei para esperar de 4, 48 horas, que seja. Não existe. Sumiu, vamos achar.
Entendeu? Então, as pessoas procuram a gente... E a demanda é alta com a investigação normal. E a gente entende, porque é muito caso mesmo, né? E tal. Então, com a investigação particular, tá tudo fresco. Então, tá tudo ali. Sabe? E, às vezes, o próprio que cometeu, tá esperando que aquilo vá se perder com o passar das horas. Sim, é isso. E aí, se você coloca a investigação...
Aquilo não se perdeu. Então, roupa, rastro. Aí vem a investigação, igual de filme, né? Rastro, privada e outras coisas. Claro que a gente não faz o trabalho de um policial. É óbvio que não. Mas a gente colabora, levantando as provas, junto com o escritório de advocacia.
O que a gente pode colaborar no processo de uma pessoa. Até para não prejudicar a investigação. A gente não pode prejudicar a investigação. Coisa seríssima isso, né? Então, a gente colabora de acordo com o advogado. A investigação vai correr normalmente. Isso. Entendeu? E a particular é uma a mais. É, é uma a mais. Já teve algum momento que a polícia...
escolher as palavras, já interviu, já procurou vocês pra falar que tá atrapalhando, ou pra... Teve algum embate entre investigação pública e particular? Não, no nosso caso não, acredito, porque como ela tem muito tempo de experiência já na área, muito tempo, então ela sabe o que tem que fazer ou não. Mas assim, é porque também eu tenho respeito, meu pai, 32 anos, né, de polícia, então assim, eu sou filho de militar e... E aí
Eu sempre trabalho de forma que não cause aí um confronto, né? E é o que a gente preza por isso. Então, assim, às vezes a gente é até indicado por alguns profissionais dessa área e tal. Então, exatamente por isso, porque eu tenho um enorme respeito. E a gente só vai atuar em algum caso se for liberado por delegado. Exato.
Então, não vai intervir, a investigação deles é uma coisa, a minha é outra, a nossa é outra. Existe esse relacionamento e essa liberação? Pode existir, pode existir. Então, num determinado caso que já está em andamento, se o cliente escolher, às vezes escolhe por isso que eu citei.
como precisa, às vezes, todo um trâmite pra você ir atrás de umas câmeras, pra você verificar quem, de fato, esteve no local e tal. Então, com a investigação particular, isso vai acontecer mais rápido, entendeu? Vai acontecer mais rápido. Então, às vezes, na maioria das vezes, fazem essa opção por isso, no caso de localização de criança que some, e pessoas... Por exemplo, sumiu uma criança, aí ela passou ali na vida e tal, tem umas quatro, cinco câmeras ali. Pra...
polícia entrar, igual eu disse, é muito amplo, acontece isso muito no Brasil. E para a polícia entrar, daí vai o trâmite burocrático, que é um delegado pedir para o juiz mandar... Eles até fazem isso com uma certa rapidez. Solicitar as câmeras e tal, até fazem com uma certa rapidez. Mas o trâmite do todo, às vezes, vai demorar um pouquinho mais. Demora a burocracia, né? E nem é culpa deles, é a demanda alta. É a demanda alta do Brasil. Eu vi um documentário.
Foi até o da... Esqueci o nome agora da... Daquela criança que foi jogada dos Nardone, né? É, Nardone. Isabel Nardone. Que um investigador... Eles entrevistaram um investigador particular, né? Que foi procurado na época pelo pai do Nardone para poder fazer a investigação paralela da polícia.
para tentar comprovar que ele não era o culpado. E o cara falou assim que recusou, mandou ele guardar o dinheiro, porque pelo que ele já tinha visto... Não, era incontestável. Já chegou alguma situação assim que o cliente chegou, com uma situação para vocês para tentar solucionar algo...
parecida, ah não, estão falando que o meu marido é culpado, mas eu não acredito. Então, teve uma situação de uma morte na família, vou tratar dessa forma aqui, por aí, uma morte da família, e que eu fui contratada por esse parente da vítima, e como se tratava de um autoextermínio,
Então, até que se prove isso, né? A gente aprende isso com o passar do tempo, mas até que se prove que foi, todo mundo é meio suspeito, entendeu? Não consegue excluir. Então, todo mundo que falou, todo mundo que conversou e tal. E aí, começou a ter uns comportamentos e começou a surgir umas coisas a partir da minha investigação que começou a me deixar em confronto com a pessoa. E aí, sim, eu fui chamada para depor, entendeu?
E aí lá eu tive que falar com forma mais clara, porque o que o cliente me passou... É...
naquele momento do que foi que ocorreu e tal, não batia com a versão, entendeu? Com a dinâmica lá dos fatos. Ele queria saber se os fatos indicavam que era ele ou não. Então, não, ele se colocou na situação, tipo, ah, mas eu dei banho.
Mas você não tinha comentado isso? Você deu banho? Mas por que você deu banho? Na pessoa manda. Não, mas eu dei. Mas tipo, nas iniciais, nas primeiras conversas, não citou nada disso. Então, a pessoa mesmo que se coloca, aí já não é uma questão, porque a pessoa mesmo se coloca numa situação de que se torna uma suspeita alta. Então, acontece. Talvez ele estava se testando, querendo saber se a gente descobria.
se descobria ele. Se os fatos levavam até ele. Então, a impressão que eu tive é que gostaria que não fosse tão bem, mais ou menos a mesma situação. Que não fosse tão analisado e que trouxesse ainda mais provas, mas que a prova fugisse dessa pessoa, entendeu? Mas daí levantou a investigação e trouxe mais fatos. Que levasse ao autoextermínio mesmo.
Mas esse foi um caso bem grande, foi uma situação que levou um tempo, porque a investigação, a gente faz uma prévia, na maioria das vezes acontece dentro dessa prévia, na maioria das vezes, mas algumas investigações, elas não caminham, porque simplesmente não são como o cliente afirmou.
acontece, que é o que eu citei pra você. Às vezes passa o endereço errado, às vezes dá uma dinâmica da pessoa, da rotina da pessoa, diferente do que é de fato, entendeu? Ou a situação é muito maior, eu até costumo dizer, pode acontecer, na investigação, a gente descobrir alguma coisa que nem eu, nem você, sequer imaginando. Pode acontecer? Pode.
E acontece, de vez em quando acontece. Então, aí estica um pouco mais, entendeu? Por quê? Porque às vezes me passou um endereço e hoje, e o rapaz mudou essa noite. Não tá lá mais. Mas eu vou verificar lá, que foi o local que você tem, o local que você me passou. E aí vai mudando um pouco. Na maioria das vezes, acontece dentro do prazo, na maioria. Só que, às vezes, a investigação estica. Então, mesmo na Polícia Civil, ou outra investigação, tem investigações que levam dois, três anos.
Vocês já ouviram falar? Seis meses, cinco meses, sete meses? Tem algumas situações pontuais aí que pra você chegar, ah, roubou o quadro, tá com quem, fez o quê, e aí você chega num, chega no outro, chega na mãe, aí o cara tá preso, entendeu? Então aí estende um pouquinho mais. Mas na maioria das vezes é do contexto. Falando em investigação, teve aquele caso, eu não lembro o nome do menino, de Franca que desapareceu.
Wesley. Wesley. Vocês chegaram a ver alguma coisa a respeito disso? Porque é um negócio assim... Sim. Então, eu na época não fui, não entrei, não fui chamada para nada nesse caso. E eu até preferi nunca dar opinião sobre esse caso, porque...
Foi uma situação, assim, muito atípica, né, da investigação, que não caminhou, que... Então, assim, que não conseguiu chegar aí, de fato, ao que aconteceu e tal. Então, aí o pessoal falava, Eric, o que você acha? Eu falava, não acho, porque não sei.
Porque eu não tive acesso, eu não tive acesso às iniciais do caso, ao que, sabe, assim, então, assim, eu falar, eu vou falar com todos, só que aí, como eu sou da investigação, pode soar errado. Entendeu? E tem um peso maior também. Tem um peso maior. Então, a gente nunca deu opinião sobre esse caso por conta disso.
Porque não tivemos acesso ao que seria plausível para dar uma opinião dentro da investigação. E se a gente falar como pessoa comum, às vezes pode ter um peso aí que não é o ideal. Sim. Ele não foi encontrado, né? Não foi encontrado. É possível, ainda assim, dar alguma opinião a respeito do caso de acordo com o resultado que teve? Porque não teve resultado nenhum. Isso acontece?
Então, em alguns casos sim, porque, repito, não sei se foi esse o caso dele, mas em alguns casos sim, porque os resquícios, as informações se apagaram. Então, assim, se foi levado, não sei se foi o caso, mas se foi levado para uma área de zona rural...
que não há câmeras, que não há mais rastro, que não há pessoas que falem e tudo, e foi para um escuro e acabou as provas, aquilo passou sem solução, entendeu? Então, assim, para...
ter alguma informação nova, às vezes teria que buscar, mas no retroativo é bem difícil de se trabalhar, entendeu? Sim. É esse negócio. Trabalhar no retroativo, mesmo com tantas tecnologias, elas têm prazo. Muitas provas. Elas têm prazo, então é mais difícil. Vocês já lidaram com casos com crianças desaparecidas? Já. Eu, assim, nós fazemos desaparecimento e também comprovação de maus tratos.
De bebê, de idoso, de pet, então faço. Então, toda essa verificação que o cliente contrata para que seja filmado dentro da casa dele quando há uma suspeita de maus tratos. Então, toda essa instalação de câmera e essa movimentação a gente faz.
E, assim, é uma das coisas que existe terapia também, no meu caso. Porque eu sou vó, né? Então, o coração fica daquele jeito. E são situações muito sensíveis, muito difíceis, assim. E tem. Teve uma situação que eu fiz que um bebê foi roubado, foi adotado por uma pessoa. E foi roubado pela mãe biológica.
E aí nós fizemos a recuperação, já estava bem longe de Franca, já, na data. Eu tive apoio de delegado e tal, mas nós fizemos. Mas a mãe adotiva liberou para a mãe biológica... Para a mãe biológica... Dá uma voltinha. Ah, tá.
No quarteirão. E aí ela foi dar uma voltinha no quarteirão lá. 500 quilômetros. Então assim, ela foi ingênua e aí levou. E como é um bebê de colo, então é bem complicado. E a sorte era que ela estava pedida, ela estava mandada de prisão. A mãe biológica.
Porque aí é uma outra coisa. Porque aí vocês já têm, né? Eu não sou advogada, claro. A minha experiência é dentro do que a gente vê, lidando com os advogados, processos e tal. Mas como ela já estava com o mandato, então é um pouco mais fácil entrar, fazer o que tem que fazer. Mas se não fosse isso, teria ficado... Poderia acontecer um sequestro. Porque tem mais dados disponíveis, né? É, ia ser um sequestro. Certeza que ia ser um sequestro. Não foi porque já estava nessa condição. Porque senão seria.
Esse negócio que você comentou aí. E foi muito desgastante. Inclusive pro bebê. Pro bebezinho. Foi muito desgastante. Porque já estava habituado com a outra mãe. Entendeu? Então... Esse negócio de área rural aí, às vezes as pessoas não tem noção do quanto é perigoso você ficar até mesmo vacilando perto de áreas, né? Eu já conheço pessoas que a pessoa parou perto de um canavial pra se aliviar na estrada e foi sequestrada. Recebemos sequestras lá.
Já vi casos em que foi encontrado pedaço de osso em colhedeira de cana. Então, o pessoal tem que tomar cuidado aí. Hoje, é, então. Antigamente era um pouco diferente, claro, né? Hoje exige muito cuidado, assim. Situações de área rural, assim.
É complicado. Pra investigação também é bem... É porque é difícil pegar alguma coisa. Não, e na área rural qualquer movimentação, qualquer carro que entre, você não passa despercebido. Entendeu? Então é um pouco mais complicado, realmente. Eu ouvi um documentário também sobre ele.
investigação, que eles sabiam onde a pessoa estava, né? Era no interior, lá do Nordeste. Só que só tinha uma estrada, né? Pra chegar nesse sítio. E qualquer carro suspeito, as pessoas já avisavam a casa e a pessoa fugia. Aí o que a polícia fez?
Eles descobriram que em um determinado horário sempre ia um caminhão levando trabalhadores rurais que passavam naquela estrada de madrugada. Aí eles conseguiram um caminhão do mesmo modelo, da mesma cor, e foram no mesmo número de pessoas que costumavam ir.
para que eles não fossem percebidos. Isso é investigação, acho, Tóquio. Legal. Parabéns à polícia. Uma das situações que culminou nessa dificuldade da zona rural é os pequenininhos que sumiram, os dois. Imbacabal, lá, né, Imbacabal. Os irmãozinhos.
Por quê? Tudo área rural, tudo mato, não tem câmera. Então, eles trilharam um espaço de... um determinado trajeto lá que não há como você falar pra onde que foi, o que que fez, aí ninguém viu. E tá... E caiu no limbo, né? Já caiu.
E o problema do Brasil é isso aí, cara. Todo o esforço daquela investigação que prorrogou aí, né, depois de um tempo, tinha que ter feito nos 5, 10 primeiros dias. O esforço e do cão, o forejador, o exército, quem pudesse, pra ajudar, porque...
Quanto mais tempo passa, as provas... Se desfaz das provas. Roupa que tá no mato... E outro isolado, porque aí o pessoal na tentativa de ajudar a linha no local, entendeu? Que aí tinha que ser isolado. Isolar a máxima área, poucas pessoas. Mas assim, nem tudo é como a gente gostaria que fosse, né? Então é complicado. Mas é difícil.
Difícil, como é que é a relação entre os colegas de área de vocês, de trabalho? Existe uma cooperação entre vocês, entre colegas, ou não? Ou existe uma certa rixa? Então, assim, nós temos...
muitos amigos parceiros que trabalham na investigação e que tenham mais ou menos o mesmo proceder que a gente. Então, trabalha de uma forma mais ética. Então, com esses a gente costuma ter um certo contato e tal, mas não é uma proximidade, assim, a gente acaba não tendo. Nós temos claro que pra ter alguns recursos nós temos quem está trabalhando também, né, na inteligência ainda, que...
Mas amigos ou concorrentes, digamos assim, que já não tem muito contato, aí já não tem contato realmente. Porque eu não ouço praticamente falar, assim, também não me interessa, sabe? Eu costumo focar mais no que eu estou fazendo, então eu não...
Eu pouco ouço falar. Porque quando eu vou passar meu orçamento, ou o que eu vou fazer, eu falo sobre o meu trabalho, sobre a nossa prestação de serviço, e pouco ouço falar sobre as situações. Às vezes acontece de... Isso às vezes acontece de um profissional que não é tão preparado, e o cliente contrata, e aí queima a situação. E aí quando traz para uma investigação mais...
que trabalha de uma forma mais profissional, aí está, assim... Comprometido. Comprometido. Porque aí, um investigador que não é tão técnico, ele já antenou, já deixou o investigado ciente de que está sendo investigado, que é complicado.
Porque ele fica muito mais esperto. E aí, se você levar 15 dias, você vai levar 3 meses. É. Então, assim, é importante a contratação de um profissional já adequado, já de primeira. E, ah, mas é uma situação... Na maioria das vezes, são situações que... Complexas, assim. Que se de repente você contrata uma pessoa, a pessoa vai saber do seu problema familiar, empresarial.
É complicado. Existe algum sinal de alerta que se alguém for contratar o serviço de um investigador, que quem está contratando tem que ficar esperto? Se aparecer esses sinais, você já cai fora. O principal, a dica, se ele prometer que clona e invade alguma rede social da pessoa. Esse é o principal, você fica em estado de alerta.
Tá oferecendo um crime, né? É, primeiro ele tá oferecendo um crime. Além do crime. Além do crime que ele tá oferecendo. Mas esse é o típico que tá prometendo um sonho. Ele vai lá, pega o seu dinheiro, que você faz a transação do Pix, ou paga ele. Não vai ter como reclamar. Não vai ter como reclamar, porque na mesma hora ele vai desaparecer. Então, fique esperto, tá? Busca profissional de verdade. Tem vários aí no Google. Busca lá um profissional.
Então, assim, mas ninguém tem estrela na testa, né? Então, o ideal é que se verifique aí quanto tempo de trabalho, avaliações, e que na conversa mesmo, se vai ter contrato, como que vai ser, se isso vai estar descrito em contrato. Então, isso já costuma passar uma segurança maior.
E começar a entender se de fato a pessoa tem site, se tem Instagram, né? E tal, porque normalmente os golpistas, eles têm vida curta em cada canal. Então vai ter um Instagram curto, ele vai ter um WhatsApp que iniciou janeiro de 2026, entendeu? E por mais que a investigação é uma profissão muito... É um tabu, né? É polêmico. A pessoa não sabe.
Tem, igual, quando a gente fez o curso, o nosso professor falou que é bom a gente não aparecer tanto, mas isso atrapalha o nosso trabalho, que é justamente divulgar o que a gente faz para ampliar para mais clientes. Então, tudo bem, essa é a nossa filosofia, tá gente? Vocês podem seguir a de vocês aí. Mas a gente gosta de...
atender o cliente pessoalmente ou por videochamada pra ter uma conexão com o cliente pra ele entender que ali também tem uma pessoa por trás da empresa saber que vocês existem porque muitas vezes a pessoa vai contratar um investigador particular e ele, não, não, não, não posso aparecer, não posso mostrar o rosto no link aleatório de pagamento não cara, você tá contratando serviço, mostra quem é você fala E aí
O cliente às vezes vê a fotinha no Instagram e a gente acaba usando muito até o podcast, né? Porque aí o cliente fala, mas é você mesmo? É, vê lá no podcast. Ah, então eu vou abrir uma videochamada aqui pra ver. Aí ele só vê. Ah, não, é você mesmo. Aí a gente desliga e continua, tipo, pra ver se é. Então...
E assim, eu tive a honra também, de além de participar aqui, de ter algumas participações, Cidade Alerta, EPTV. Então, até foi engraçado, Cidade Alerta foi com relação ao Dete Reutemann. E aí eu falo para o cliente, estou te passando isso para que você se sinta mais seguro. Vai lá, vê o podcast Café Amar, sou eu.
Volta aqui, você quer fazer uma videochamada? Sou eu. Ah lá, mesmo do IPTV, mesmo da... Então, de Cidade Alerta. Claro, a investigação, ela tem muitos desafios, como qualquer profissão. Numa fase aí, no começo de ano, conturbado, né? Não sei, mas assim, a gente anda percebendo que foi um começo de ano aí, conturbado pra todo mundo, difícil. Então, a gente vai se ajustando pra melhor atender.
E pra que fique aí, que a gente sane, dá uma sanada nos problemas e que traga solução, né? E clareza aí pra algumas situações. Então, esse é o objetivo. Mas as pessoas estão, assim, às vezes mais mexidas, mais nervosas, né? Então, a gente tem que ter muita humanidade pra lidar, paciência também pra lidar. Mas a gente faz. É.
Muito bom. Tem algum outro ponto que vocês gostariam de colocar, que vocês pensaram para trazer aqui para a gente? Então, eu normalmente gosto de falar sobre os indícios na questão da infidelidade, indícios assim que, às vezes, a grande maioria já até sabe, mas é bom a gente ressaltar aí. Tensão mulherada, atenção. Nessa mulherada, não.
É, todo mundo. Então, assim, hoje a gente percebe que o cenário é 50-50, né? Homem e mulher, então nós temos... E tem dias que às vezes é até mais homem do que mulher que me contrata para verificar mulheres. Homens verificando mulheres. Eu sabia. Nossa, tinha chegado, né? Chegou. Tá, tá bem. Tá um a um, viu? Tá bem, tá bem junto. Então, assim, são...
Hoje, com a rede social, então, é um apego exagerado ao celular, vaidade repentina, claro, pode ser vaidoso, mas, de repente, uma vaidade maior, uma mudança de horário que vai trazer aí uma imprevisibilidade de que chega ou que não chega. Então, vai mudar os horários. Ó, amanhã eu não sei que hora que chego.
Porque aí fica mais difícil você me rastrear, entendeu? Então, assim, homens... Mulher nem tanto, né? Porque a gente paga pra lavar. Mas homem tem um negócio com o carro. Então, vai lavar o carro hoje. Porque hoje é sexta-feira. Vai ter um happy hour no trabalho. Então, são situações, assim, que demonstram que, às vezes, há problema. E é bom ficar antenado porque...
Tempo é vida, né? E a gente vive uma vez só e de repente você tá aí atrelado a uma pessoa que tá te gastando aí, ó, três, quatro anos e tá aprontando na sua cara. Então, ficar antenado pra ver qual que é, se de fato tá acontecendo. E claro que não é um indício ou outro, né? É a soma dos indícios aí que vai trazer aí, de fato, se há algo acontecendo. Mas é bom ficar esperto. E...
O ideal é que fique tudo aí mais às claras para que o casal se blinde aí num mundo desse de rede social que é um cardápio, né? E que vai trazer a ilusão para a grande maioria de que aquele cardápio está à sua disposição, mas não está. Então, é importante que se tenha esse entendimento aí, né?
Pra construir algo de valor, né? Sim. Então, e eu sempre falo, até meus clientes falam, ah, Erika, e agora, né? O que que eu faço? E ela não tá dando bola pra mim mais, e o cliente tá fazendo tudo, e deu o carro, e deu as coisas, e a mulher não tá fazendo, e não quer saber e tal. Então, assim, uma mudança de postura, né? E a pessoa ter autoestima aí de se tocar, porque aí a pessoa vai, se tiver que voltar, vai voltar.
Mas você ter a autoestima aí de se cuidar, de fazer por você, né? Porque o que eu vejo muito hoje é o pessoal se doando, se doando, se doando. E o outro pisando, e se doando, e traindo. Então, assim, é importante, né? É difícil quando gosta, né? Complicado. Mas, assim, a pessoa ter esse entendimento que não é estando debaixo do tapete, debaixo do capacho que o outro vai te querer.
Então, é de uma outra forma, infelizmente, mas é. Então, assim, são situações que a gente vai vivendo na investigação, que aí você fica meio psicóloga dos clientes, né?
É isso que eu ia falar. Fazer uma parceria com o psicólogo, né? É, é. Porque você é uma psicanalista. Psicanalista. Mas a gente entende. Porque é muita situação aí. É sensível, né? É. Tá aqui. Esse é o contrato. Esse é que o psicólogo vai te acompanhar a partir de agora. É. O pós, né? O pós. O pós-investigação. E assim, uma das coisas que trazem esclarecimentos. E que ultimamente. Eu até virei a detetive das trabalhistas. E é por conta dessa situação.
o pessoal afastar do INSS e trabalhando em outras atividades. E aí, traz um custo maior para a empresa. E essa verificação a gente faz, é muito simples e zero problema na maioria das vezes. Entendeu? Então, assim, é uma das coisas que eu tenho feito mais agora, né? A gente se aprimorou nessa verificação, porque tem acontecido com muita frequência. Então...
Falta um dia, dois, três, você vai verificar a pessoa que trabalha em outro local. Consertando geladeira, vendendo produto para celular, entendeu? E está lá recebendo da empresa, da mesma forma. E uma coisa importante também que a gente faz, que a gente está divulgando agora mais, é uma investigação empresarial no sentido de...
Tem um concorrente, ele está vendendo mais que eu.
A gente vai lá, descobre, faz um portfólio, levanta todas as informações, os produtos que ele tem lá, os representantes, a faixa de cliente dele, o ponto, se promove ele ou não. Então, a gente levanta também essa informação, tá? Quem quiser procurar a gente depois. Isso é um pacote novo que a gente está fornecendo. E é interessante que foi de acordo com a demanda. É, porque a pessoa nos procurou.
É uma investigação, como se diz, industrial? Isso, investigação industrial. É, é empresarial. A pessoa nos procurou porque ele tinha feito um produto, e a empresa seguinte copiou o produto dele.
Então ele procurou a gente porque ele queria saber porque o concorrente dele tinha começado a vender igual ele e tal. E foi isso que aconteceu. Ele procurou a gente. Porque o concorrente contratou vocês, vocês descobriram qual era o produto, foi lá, deu pra ele... Não, isso a gente não faz. Isso já aconteceu.
da cliente me contratar pra eu verificar o marido aí depois o marido queria me contratar pra verificar ela isso acontece com pessoas não posso não posso atuar por que? não, porque a minha agenda não permite mas quando sua agenda vai permitir? 2027 porque eu não vou falar eu não posso falar, verifiquei com o marido 2027, não tenho ah, não tem? não, não eu vou fazer uma cirurgia estética e não posso e acontece E aí
E acontece, porque no Google, então, às vezes você coloca o detetive lá, graças a Deus, vai aparecer eu. Então, na região, né? E aí a pessoa me procura. E aí, às vezes, tá ali vivendo aquele momento trágico ali, tá lá, tem a mesma ideia, o outro.
E aí nem dá, nem que eu quisesse daria. Porque o que me contratou vai me conhecer. E o outro, entendeu? Não tem como. O que você vai fazer aqui? Vai virar um rolo. Iria virar um rolo. Iria, mas não virou. Só levantei história. Iria, mas não virou. Fala, Nathão, que a gente vai contratar o estúdio aqui pra ver os outros estúdios da região. É aí, olha, isso é uma boa. A gente pode fazer uma análise aí. Se bem que a gente sabe o que é o melhor.
Aí, ó, pronto. Vamos melhor. Não há necessidade. Se contratarem vocês, vocês, por favor, falem comigo antes.
A gente veio aqui contratado. Eita, gente. Não posso, não posso. Pessoal, a iluminação deles são boas, o microfone, qualidade. Vocês vão ter que vestir pesado aí, se quiser chegar aqui. Boa. Tem que vestir pesado. Gente, obrigado por vocês terem vindo mais uma vez. Eu que agradeço, mais uma vez. Casal dinâmico agora, poxa. É, pois é. Mudou, mudou aquela, né? Mudou agora.
E como que foi a sua primeira participação? O que você sentiu depois que você passou por aqui? Então, foi ótimo, assim. A investigação, ela é meio complicado. É um assunto que é mais difícil, assim, de abordar, né? No podcast e tal. É da curiosidade, né? Fica todo mundo curioso. Mas, assim, foi ótimo. Porque com a minha vinda aqui...
como eu citei, serve para os clientes analisarem como eu sou e aí quando eles conversam comigo pelo WhatsApp que vê a mesma voz, o mesmo sotaque caipira, né? O povo acha que eu sou de Minas, eu não sou. Sou de Franca mesmo. Ah, mas Franca é Minas, hein? Caipires, é um caipires, não é mineiro. É um caipireso que eu falo. Então percebem que é o mesmo. Então assim, traz, trouxe até uma segurança maior para os clientes.
É por isso que eu tô aqui de volta. Ah, que legal. Muito bom. Eu tô olhando os números aqui, o seu primeiro episódio deu mais de mil visualizações. Ótimo. Tem cortes no YouTube que tem... 157 mil. Aqui, ó. 10 mil, 10 mil, 10 mil.
É, tem um outro lá que deu. Galera, partiu e deixou lá. Da outra vez era o Glaucio, né, que tava aqui. Era o Glaucio. É, na verdade. Eu tava ali nas câmeras. E aí? O André tava lá na produção, agora o Lucas tá na produção e o André veio pra cá. Todo mundo mudou, todo mundo mudou, resumindo, né, nós gostamos todos. É isso, é evolução, nós estamos evoluindo. Obrigado, e o churros do voo aí, ó. Foi bom. O churros do vomito, gostou, né?
O vomito, realmente esse aqui, esse salgado, cara. Uma delícia. Bom, viu? É, eu vou comer escondidinho.
Me surpreendeu, parabéns. Gente, obrigado. E qualquer novidade, se vocês quiserem trazer alguma novidade para a gente futuramente, vocês voltam aqui novamente. De tempos em tempos, já está marcada a nossa volta. Por mim, sim. Aí está você me convidado. Boa, boa. Gente, obrigado por ter acompanhado a gente até aqui. A gente se vê na próxima terça-feira. Até mais.
CHURROS DO VÔ MILTON
Churros