Os Melhores Jogos de 2025 do X do Controle | XdC Top #19
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Você foi bem diplomático no passado. Eu tô tranquilo também. Vamos ver como é que vai ser isso. Aí tem que ter aqueles flash forward pra mim. A gente só canta. Ghost of Yotei não vai aparecer nessa nossa lista. Nenhuma delas, né? Porque se você não jogou, eu também não joguei. Ah, é. Sony, cadê? Se você tivesse mandado a chave pra gente, a gente tivesse jogado, Sony? Eu não teria jogado mesmo que tivesse mandado a chave. Eu teria jogado.
Eu teria jogado, porra. Você acha, então, que esse jogo pode ser um odd de celebração às pessoas feias? É inclusividade, né?
Então tá bom. Não, olhando por esse lado, então, é uma qualidade, é uma amplitude. Saudações, ouvintes e espectadores do X do Controle. É 2026, mas pra algumas pessoas não é. Eu sou o Guilherme Dias, estou acompanhado de Pedro Henrique Lutilipe. Como é que é essa história aí? É 2026, mas pra algumas pessoas não é. Certo. Empresas que vão fechar o ano fiscal... Ah, não, vai cagar disso. Ainda 2025, até final de março. Não, porque...
O Brasil que teve agora o carnaval ainda tem mais algumas semanas de pós-carnaval. O ano fiscal que termina em março de 2020
é o ano fiscal de 2026. Não é 2026. Mas isso é só no nome, eles colocam, porque é referente às vendas de 2025. É verdade. Então, por que não a gente fazer o nosso Melhores do Ano de 2025 agora, nesse... Estou chutando que a gente tá lançando isso aqui final de fevereiro e mês de março. Eu não vejo nenhum motivo pra se sentir culpado por isso, porque a gente... O certo é isso. É fazer depois que o ano acaba. Tá bom. Foi o menor sentido você avaliar os jogos que saíram no ano se pode sair jogo dia 31 de dezembro. E aí? É. E aí?
aconteceu esse ano. Pode ser, pode ser que aconteça. Eu me sinto culpado, na verdade, pelo seguinte motivo. Eu tive tempo pra jogar algumas das coisas que eu queria jogar e eu não joguei. Tá. E aí, esse é um ano que eu me sinto menos preparado do que eu gostaria. Por isso que a gente coloca, às vezes, no título, que é os melhores, mas é o melhor x do controle, são os nossos favoritos do ano. É. Porque é isso, né? A gente não consegue...
O PH... A gente nunca vai conseguir jogar tudo. E o PH joga muito mais do que eu, porque ele, né, você trabalha jogando, né? Você trabalha produzindo conteúdo pra jogo. Eu, é...
quando dá, e ainda tem aqueles jogos que eu quero jogar, mas eu falo, pô, tá tão caro, vou esperar não conseguir a chave, sei lá o que. Então a gente tá nessa situação. Mas nós temos, eu consegui fechar 10 jogos pra trazer, você também tem 10 jogos. E a gente vai fazendo o mesmo esquema do ano passado, que é a gente traz os nossos jogos de cada uma das posições, depois a gente discute o top 10 do X do controle. Vamos discutir, acho que a gente fez isso no passado já, que a gente discute o jogo na posição mais alta, certo? Então tipo, se por exemplo, se o seu primeiro estiver em oitavo na minha,
só fala quando chegar no seu, certo? Exatamente. Pra mim, beleza. E só pra lembrar, galera, episódios extras aqui, como este, são de autoria da galera das nossas campanhas de financiamento público. Então, orelho.cc barra x do controle catarse.me barra x do controle. Sem vocês, sem os dinheiros que vocês mandam pra gente, não tem esses episódios extras aqui. Então, se você quer contribuir, se você quer ter acesso antecipado, esse aqui a gente não vai soltar com acesso antecipado.
Não, não. Esse aqui a gente já tá muito atrasado. A gente já manda pra todo mundo. Mas, normalmente, episódios extras
eles chegam com duas semanas de antecedência pra galera que é assinante. Então se você quer acesso a isso no timing mais otimizado possível, entra lá nas nossas campanhas, faz a boa e aproveita e garante a continuidade do programa. É isso. Vamos então pra grande discussão. Vamos ver se vai rolar briga aqui na hora de montar. Eu acho que não. Ano passado foi muito mais pacífico do que eu imaginava. E você tá com crédito comigo.
Eu tô, né? Você foi bem diplomático no passado. Eu tô tranquilo também. Vamos ver como é que vai ser isso. Aí tem que ter aqueles flash forward.
Só antes da gente ir para a posição de número 10 e começar a fazer a nossa contagem regressiva para o primeiro lugar, eu quero relembrar o que ficou no nosso top 10 do ano passado. Vamos tentar estabelecer aqui com uma tradição. Décimo lugar, Kunitsugami Path of the Goddess. Você nem tinha jogado direito. Eu joguei ele, mas eu terminei ele depois. E aí eu falei, putz, teria colocado ele num lugar mais alto. Era isso. UFO 50, UFO 50.
se você preferir. Balatro, em oitavo. Em sétimo, Like a Dragon, Infinity Wealth. Legal. Em sexto, Indiana Jones e o Grande Círculo. Em quinto, Tekken 8. Jogaço. Que piorou muito desde então. É mesmo? Os caras estragaram o competitivo do jogo. Agora, já tá voltando a ser normal, mas o ano passado foi miserável pro jogo depois. Eu lembro que você tinha gostado bastante dele na época. Helldivers 2. Metaphor, refantagem em terceiro lugar. Em segundo, Astrobot. E em primeiro lugar, Final
Fantasy VII Rebirth, que eu ainda não joguei, mas o meu amigo aqui falou que é muito bom. Não, é um arregaço esse jogo. Muito merecido. Então, a gente diplomaticamente definiu, com base no que a gente mais gostou no ano passado, quais foram os nossos jogos preferidos. Você tem algum arrependimento desde então? Mudou a sua percepção sobre algum desses jogos? Eu acho que talvez... Mas é que acho que a minha lista já devia estar com o Metafora acima de Astrobot, mas é a única coisa dessa lista aí que eu olho e falo... Mas não, essa lista é ótima, pô. Então tá bom. Eu também não
No caso, eu só acho que colocaria o Konitsugami mais alto. Mas, de resto, eu acho que estou satisfeito também. Mas vamos, então, para o nosso décimo lugar. Vamos embora. Quem começa? Como que ele faz? Vamos fazer... Eu posso começar, já que eu puxei a conversa aqui? Naquele mesmo esquema, a gente traz cada uma das posições e, de acordo com cada posição, cada um traz o seu décimo jogo e o que mais... E por que gostou tanto dele e argumentar sobre ele. Em décimo lugar, eu tenho um jogo
achei que não estaria no meu top 10, mas eu pensei com um pouco mais de carinho. Eu não vi sua lista, tá? Eu não olhei a sua também. Assassin's Creed Shadows. É um jogo que eu queria ter gostado mais. Eu queria ter gostado mais desse jogo. A gente fez uma longa review sobre ele, falamos do que a gente gostou, do que a gente não gostou. Eu acho que tem um jogo muito bom ali que foi estragado pelo excesso de atividades paralelas. A gente teve essa discussão.
meio que te obriga a fazer, porque ele cria, por ele ser essa coisa que era o CRPG, ele cria certas barreiras de nível que se você não faz atividades paralelas, você não consegue enfrentar certos chefes, né? Ou vai tentar ficar dando um ruim ponta de faca. Mas não é o que o jogo tá propondo com o design dele. O design do jogo tá falando assim, esse inimigo é forte demais pra você, tá muito acima do seu nível. E isso pra mim estragou bastante da experiência do jogo.
Eu gostei dos personagens, gostei da história, gostei da ambientação, gostei das mecâncias,
Acho que é o jogo que teria sido mais benquisto por mim se ele fosse Menas. Seja Menas. Você tem que voltar pra jogar ele agora que ele tem... Seja Menas. Você tem que voltar pra jogar ele agora que ele tem um botão de pulo. Adicionaram na semana que a gente tá gravando isso aqui, né? Que é uma coisa... Eu tenho um pouco de vontade de instalar ele só pra ver isso, porque é uma coisa que... Eu não vou dizer que eu sinto falta desde sempre em Assassin's Creed, mas eu consigo muito ver isso melhorando muito a experiência de plataforma imediatamente.
cara. Como é que é? O botão dele é pulo contextual? É contextual, é. É tipo, é que nem Zelda clássico, né? Tipo, você chega na berola, aí ele pula automaticamente. E tipo, um botão... Uma versão um pouco mais solta de um Resident Evil. Oi? Porque Resident Evil aí você tá chumbado no chão. Assim. Você chega em um lugar, você aperta o botão. Só que aí aparece, né? O botãozão pula. Ah, sim, sim, sim. E é quase com um quick time event.
É. É uma versão um pouco mais solta disso. É. Não, mas assim, no geral, eu gostei bastante de Assassin's Creed Shadows também. Não tá na minha lista, não tá nas minhas
honrosas também, mas foi um jogo que... Ele até... Ele conta por dois aqui pra mim, porque eu, por causa dele, não joguei o Ghost of Yotei até hoje, porque, tipo... Eu até hoje ainda sinto que, tipo, cara, eu tô bem já desse jogo aqui. Então, já fica um spoiler, Ghost of Yotei não vai aparecer nessa nossa lista. Nenhuma delas, né? Porque se você não jogou, eu também não joguei. Ah, é, é. Sony, cadê... Você tivesse mandado a chave pra gente e a gente tivesse jogado, Sony?
Eu não teria jogado mesmo que tivesse mandado a chave. Eu teria jogado. Eu teria jogado.
Mas o Assassin's Creed Shadows é bom. A gente falou bastante no review. Depois a galera pode ir lá e voltar e ver o que a gente criticou. Inclusive, tem coisa da... O tratamento que o Yasuke recebe na história é, às vezes, meio esquisito. Parece que ele não se encaixa direito. O jeito que outros personagens lidam com ele, às vezes, é meio... É um jogo que, com todas as questões que nós temos, pelo menos... E não por causa da coisa racial.
Era mais a questão do tipo, esse cara matou gente muito importante na vida de todas as outras pessoas aqui nesse grupo. E tá todo mundo meio tipo... É, mas a gente também fala,
da questão racial do fato de que eu acho que eles não querem tocar no assunto. Eles fingem que existe, né? Eles fingem que, assim, um africano de dois metros de altura andando no meio do Japão fechado, que quase não tem contato com um estrangeiro, e os caras tratam assim como se estivesse no Brasil, né? Vendo uma pessoa negra, né? E aí é uma questão que ele poderia ter tratado um pouco melhor, né? Você tem um personagem que tem uma história importante, você pode tocar em assuntos importantes sobre
sobre discriminação, sobre escravidão, e eu acho que eles meio que fogem disso. Enfim, eu acho que poderia ter uma conversa um pouco mais profunda ali. Eu concordo. Mas bom jogo. O meu décimo? Silent Hill F. Em décimo, PH. Em décimo, cara. Tá mais alto no meu. Eu imaginei. Eu amo Silent Hill F, tá? Só pra deixar claro. É que você jogou muita coisa boa. É, assim, e tem algumas coisas nas minhas menções honrosas que depois a gente comenta que eu fiquei meio, será que não é melhor que Silent Hill F?
Enfim, daqui a pouco a gente fala sobre ele, então. O meu 9º lugar ficou com um jogo que eu queria ter jogado mais, mas eu não pude por um motivo bem peculiar. Acho que comentei isso em algum X do Controle News. Eu não joguei mais desse jogo porque ele estava me causando um estresse mental terrível. Ah, eu sei qual é. Estava me engatilhando de estresse. The Outers. Jogaço. Também não tá na minha lista. Não tá na sua lista? Não. Tá. The Outers é um jogo que é do pessoal da Eleven Beat Studios,
o This War of Mine e fez o Frostpunk. Frostpunk é deles, né? É eles que distribuem. Eu não tenho certeza se são eles que desenvolvem. E aí eles lançaram o The Alters, que é um jogo que por mais que eu não tenha ido tão à frente nele como eu gostaria de ter ido, eu fiquei tão encantado por como que eles montaram um sistema de ramificações possíveis pra você executar o que você precisa fazer ali.
Você é um personagem que caiu num planeta junto com o seu grupo de exploradores. Estão lá pra procurar um certo minério. E todo mundo morre na queda. Quando vocês estão chegando na atmosfera do planeta. Sobra esse cara. Eu não lembro agora o nome do protagonista. Não lembro também. Não lembro. Mas sobra esse cara e ele é um... Eu não lembro o que ele faz, mas nenhuma das funções que ele poderia exercer ali são úteis pra sobrevivência dele. Ele, cara, lascou, né?
onde era pra gente ir, e ver se eu consigo sobreviver lá. Chegando lá, ele consegue contato com os caras, não lembro se era na Terra ou numa colônia onde ele mora, e um cara passa pra ele uma instrução de que ele pode usar uma máquina lá, um computador quântico, que esse computador quântico meio que escaneou a mente de todo mundo, e eles assinaram o contrato, nem viram, mas a mente de todos os tripulantes estão escaneadas ali, inclusive a dele.
E quando ele encontra esse minério, que é um minério praticamente mágico, ele pode criar
com esse computador quântico versões alternativas dele, por isso que o nome chama The Alters, porque é meio que uma abreviatura de alternativo. E aí, você fica imaginando, por exemplo, se essa pessoa fosse o PH, o PH consegue se ver lá no ensino médio, quando ele pensou em cursar engenharia, direito, quando ele pensou em entrar no time... Coisas que aconteceram. Quando ele pensou em fazer determinada coisa e se tornar, sei lá, autoreofilista. E aí, todos esses futuros possíveis do cara podem ser
concretizados através desse computador, dessa máquina, com esse minério. E aí você cria versões suas que têm históricos mentais muito diferentes, mas que não são reais. São clones de realidades que nunca aconteceram. E beleza. Só isso aí já é interessante pra caramba. Mas quando esses clones começam a chegar na estação, eles começam a interagir entre si, brigar, falar das suas vidas passadas. E rolam umas tretas. Eu quero dar um pequeno spoiler.
acontece nas primeiras horas do jogo, com um dos primeiros caras que você pega, que foi um momento que me chocou muito. Tem um cara que você transforma ele lá, que a sua versão, se fosse minerador, porque você precisa minerar, você falou, puxar um cara que vai minerar mais rápido pra mim. Só que esse clone, na realidade fictícia dele, que nunca existiu, ele perdeu o braço minerando, e por conta disso ele ficou viciado em remédio contra a dor.
Ele é materializado como um clone com dois braços, e ele começa a ter uma crise psicológica com esse braço dele, e o cérebro dele ainda tá viciado na bebida,
na droga lá e tal. Em algum momento ele começa a ir bêbado trabalhar lá no local e tem várias opções que você pode fazer. No meu rumo foi esse cara, eu dei uma dura nele, falei pra ele parar de ir trabalhar intoxicado e um dia ele ficou tão frustrado que ele arrancou o próprio braço. Aí eu cheguei, depois de fazer umas coisas lá fora, cheguei na base, tava aquela gritaria, aquela coisa loucura e tem um cara brigando com outro, tentando estancar o sangue. Falei, meu Deus do céu. Esse cara ficou amargurado comigo,
pro resto, né, das horas que eu joguei a campanha ali, e aí o outro me xingava porque eu não tinha preparado comida gostosa pra eles, porque só tava comendo papinha, que eu não tinha os recursos. É o caos do Frostpunk, né, é um jogo de gerenciamento. E chega naquele ponto, mas assim, aquele gerenciamento que não tem como você fazer tudo certo. Alguém vai morrer, alguém vai ficar feliz. Você vai ter que fazer uma escolha que é antiética, que normalmente você não escolheria, é esse tipo de jogo, né.
me dando gatilho real, porque eu tava num momento já na minha vida ali, que eu tava quase explodindo de tanta coisa acontecendo, de coisa no trabalho, X do controle, outras atividades pra fazer, eu fui jogar um jogo pra relaxar, e o jogo tava me cobrando, sabe? Sério, eu comecei a ficar mal. Eu entendo, eu entendo. Eu me lembro que eu cheguei num sábado, eu tava depois de alguns dias jogando, eu falei, cara, eu não consigo mais, eu vou ter que dar uma parada, porque nesse momento tá realmente me lembrando coisas que eu não quero lembrar nesse momento.
É um jogo áspero, eu acho que esse aqui é um daqueles que vai virar clássico cult aí,
de... Daqui a 10 anos eu não lembro. Nossa, lembra desse jogo aqui? Vai ter youtuber descobrindo. Porque ele é muito bem feito, ele é muito interessante. É muito engraçado. É um jogo simplesmente engraçado, né? O Jason tá falando de todas essas tragédias que acontecem, mas é tipo... É o mesmo cara. Tipo, o mesmo cara com um corte de cabelo diferente, meio idiota e tal. E é isso. E é o mesmo ator fazendo... Falando as mesmas vozes e tal.
Ele ainda faz várias variações, né? Sim. No sentido de que... Ah, tem um cara que ele é mais culto, o outro que é mais...
mais rústico. Enfim, você tem as várias nuances de personagem e eu acho que ele manda muito bem. Eu acho que ele deveria, inclusive, ter sido indicado no TGA por conta disso. Mas é um jogo que eu me lembro que se falou dele porque ele tava com as notas mais altas do Metacritic do ano e depois ele desapareceu, né? Sim, sim. Mas é bom jogo também, apesar de não estar na minha lista. Meu número 9 é Macaco. Donkey Kong Bananza. Tá na sua? Não tá na minha. Eu vou deixar ele com menções honrosas porque
eu faltava uns dois mundos pra terminar e você falou que eu tinha que chegar no décimo pra ser bom. Ele não me fisgou. É, tá. Eu imaginei, é assim, né? Não que você tava com uma vontade do jogo, mas claramente não era o que você queria do jogo desde o começo, né? Eu descobri bem claramente que o que eu gosto de Donkey Kong não é o personagem macaco. Eu gosto de Donkey Kong... Que absurdo! Eu gosto de Donkey Kong por ser um... Eu gosto de Donkey Kong Country por ser um jogo de plataforma num molde que eu acho que ninguém mais faz.
Tem, assim, os sucessores espirituais que tentam, por exemplo, o Kaze, né, que faz um bom trabalho, tem o... Ai, tem um outro que saiu na época do Kaze também. O Yooka-Laylee, da Impossible Lair. É, o Yooka-Laylee, é. O Yooka-Laylee... É. É bom, é bom. Não é... Mas, assim, é coceirinha que Donkey Kong, né, coça. Sim, esse jogo não tá nem tentando fazer isso, né? Então, é que tá. Pra mim, podia ser qualquer boneco ali. Se fosse o Mario...
Podia, mas não é. O Mario com duas luvonas estourando... Então, mas eu tô falando no sentido da minha paixão,
Enquanto uma pessoa que gosta de Donkey Kong, sabe? Por isso não me fisgou. Mas eu sei que muita gente gostou. Eu não quero dizer que o jogo é ruim de forma alguma. Só não era pra mim. Donkey Kong Bananas é meio genial. E eu fiquei muito surpreso no curso da minha jornada em quão próximo ele é de Super Mario Odyssey. Apesar de parecer ser um jogo completamente diferente. Eles são evoluções do Super Mario 64, né? Na base, aquela coisa de grandes hubs tridimensionais ali que você explora livremente. E você tem alguns objetivos seletos pra fazer que resultam extremamente.
estrelas, shines, luas, e no caso do Donkey Kong, os Banandium Wars, não lembro como que é em português, né, os minérios de Banandium lá. E o Super Mario Odyssey, ele já fez uma coisa de desmistificar aí um pouco isso, né, porque no Super Mario 64, no Sunshine, cada objetivo era um, era tipo uma fase, era meio que um desafio muito específico, autocontido ali, que tinha uma resposta certa, tinha uma maneira específica pra você chegar naquele objetivo. E ele, o Super Mario Odyssey, ele meio que desmistifica isso, ele
mais liberdade pro jogador e através dessa liberdade o jogador começa a ter muito mais maneiras diferentes de cumprir cada objetivo que o jogo propõe. E o Donkey Kong Bananza ele vai muito além disso ainda só que em vez de ser na dimensão do agora você tem muitos power-ups a mais como era no caso do Super Mario Odyssey, você tem menos power-ups mas você tem completa liberdade de destruição do cenário que pra mim é um trunfo do jogo, às vezes é um problema do jogo porque tem muitas coisas que muitos objetivos que estão espalhados ali no jogo que você
cumpre sem querer, então tipo, você tá indo fazer uma coisa no ponto A e no caminho você vê um outro objetivo ali e depois você descobre que tinha todo um quebra-cabeça envolvido ali que você podia ter feito pra chegar ali você simplesmente burlou essa parte do jogo porque você quebrou a parede até lá mas tem coisas o suficiente no jogo pra sempre você encontrar algum desafio novo legal pra cumprir e tecnicamente é absurdo, a história é muito legal, a relação da Pauline com o macaco é muito fofa, principalmente nas conversinhas
que eles tem, quando você descansa ali, você vai dormir, aí tem o diálogo do Blah do lado dela falando alguma coisa com ele, é sempre muito bonitinho, a trilha sonora é fenomenal, as músicas de transformação do macaco são constantemente muito empolgantes, 20 horas de jogo ali, você ainda fica hypado quando vira zebra ali pra sair correndo pelo mapa, e ele tem um fim genial, cara, que eu não vou falar aqui a respeito, não só em respeito a você, mas a todo mundo, porque parte do negócio é a surpresa, mas é raro, cara,
É raro um jogo que a última hora dele ser a melhor hora do jogo. Normalmente é tipo ali na meiuca, quando as coisas começam a se desaflorar e tal, e aí chega no fim e você já tá me atado, já entendi o que você faz. Qual que é a ideia aqui? Esse jogo não, esse jogo é uma escalada constante. E quando ele chega lá no final, é muito difícil controlar o sorriso na cara. Eu entendo muito essa perspectiva, e eu falei disso no meu review do jogo também.
Esse aqui não era o jogo que eu queria, mas eu não tô falando no sentido de Donkey Kong, eu tô falando mais nesse time.
eles tivessem feito outra coisa com o Mario 3D e uma outra direção maluca, mas jogando o jogo na proposta dele, cara, é o melhor jogo do Switch 2 na janela de lançamento. Enquanto você foi falando, eu na verdade fui lembrando de coisas que eu não gosto, acho que não cabe, né, porque isso aqui não é uma review, é mais pra gente falar de coisas positivas do jogo, mas realmente você foi falando, e várias coisas que você gostou são coisas que pra mim na verdade são deméritos do jogo. Não deméritos por existir, mas da forma que foi feito. E aí, sei lá, cara, não
cara, tentei, eu tentei, eu falei, não, eu preciso, eu tava contando com isso, né, falando assim, eu sei que não era o jogo que eu queria, mas todo mundo fala que é legal, deve ser legal, e não foi, eu fui um mundo, outro e tal, não cheguei no final, que eu sei que você falou pra fazer, mas eu tava meio que também de, um pouco de saco cheio, eu acho que a destruição nele é mais impressionante pra mim do ponto de vista técnico, do que como uma ferramenta de diversão, porque eu tava ficando entediado depois de um tempo, porque aquela coisa, ah,
eu quero pegar as coisas pra poder liberar, mas aí eu me sentia... É muito difícil pra mim ficar naquela de, ah, vou pegar só algumas coisas. Ou eu vou chegar e, sabe, destruir tudo por baixo e ver tudo e tal, ou eu vou tentar não pegar. E eu ficava nessa coisa, sabe, eu faço, não faço. E quando eu fazia, eu achava meio entediante. Enfim, acabou não clicando pra mim. Eu tenho alguns problemas bem sérios com a direção de arte desse jogo.
Isso aí a gente discorda violentamente. Eu não gosto das caretas que o Donkey Kong faz. E eu acho as transformações dele,
completas aberrações da natureza, abominações. Mas são feias mesmo. São muito, muito, muito feias. E, sei lá, isso pegou um pouco pra mim também. Tem muita gente que vive o tempo inteiro na Terra sendo feia e é feliz disso. Você acha, então, que esse jogo pode ser um ódio de celebração às pessoas feias? É inclusividade. Então tá bom. Não, olhando por esse lado, então, é uma qualidade, é uma virtude. 10 de 10, não que conta. Não, mas assim, só pra deixar claro, eles são feios mesmo, mas é feio e divertido, é engraçado. Eu vi muito de Mario Odyssey,
ali, várias coisas. Nossa, caramba, isso aqui é muito Mario Odyssey. O mesmo feeling, o mesmo jeitinho de você fazer certos objetivos, ou até mesmo uma vibe de cenário, por exemplo, cenário da praia, lembrava muito. Enfim, cenário da floresta, tinha várias coisas que me lembrava também Mario Odyssey e tal. É isso, eu queria ter gostado, cara, eu realmente queria ter gostado, mas eu vou tentar terminar ele, tô com ele emprestado lá em casa.
Joga até o fim, pô. Se eu me arrepender, ano que vem eu chego e falo, realmente eu fui muito justo com...
Acho que não é nesse nível, mas acho que você vai gostar. Meu oitavo lugar é um jogo que eu acho que você não jogou. E que eu acho que, por ter saído num período em que tava saindo muita coisa, muita gente mal prestou atenção e depois ele desapareceu. Doom the Dark Ages. É, eu não joguei. Doom the Dark Ages foi... Eu tinha jogado o primeiro Doom, eu joguei o Dark Ages e depois acabei comprando o Eternal. Eu não gostei muito do Eternal.
Eu sei que ele dividiu opiniões na época. Hoje muita gente ama ele de paixão e fala que ele é o melhor.
Gosto muito do primeiro, que é um equilibrado. O Eternal, eu acho que ele é um ponto muito extremo em relação ao Dark Ages. No caso, Dark Ages veio depois, ele é o ponto extremo. Em um, você fica pulando igual um ninja de lá pra cá, super vertical, frenético, quase que um quebra-cabeça em tempo... Que é o que eu gosto no Eternal. Eu não curti muito isso no Eternal. No Dark Ages, você é um tanque de guerra. E ele trabalha muito com o timing, mas o timing dele é uma pegada um pouco diferente. Porque você tem aquele escudo meio Capitão América,
joga e ele volta, e aí tem o esquema de você atira, joga o escudo, defende e pula pra cá e tal, só que numa pegada diferente, com muito mais peso, com muito mais... Ele tem o... O aparo, né? E aí você consegue aparar também muitos inimigos, você só consegue derrotar eles aparando o golpe. Eu adoro jogos com aparo, então essa coisa de tô atirando, eu tenho que parar no momento certo pra dar o parry ali, pegar o negócio, jogou de volta no cara,
emenda um combo. Gostei demais disso nele. É um jogo que, assim, ele tenta trazer mais história, mas a história de Doom é aquela coisa meio... Jogo dos anos, início dos anos 2010, assim, né? A infância dos videogames tentando fazer história de videogame. Então, personagem, tudo personagem de papelão, tridimensionalidade nenhuma, mas é legal porque dá uma expandida nesse flow core, nessa mitologia que o Doom tem.
E ter isso num cenário mais medieval pra um jogo que começou com aquela coisa meio ritual satânico nos anos 90, aí ele vai pra uma coisa mais futurista, né? E agora ele vai pra uma pegada um pouco mais medieval. Eu acho que deu um saborzinho bem legal, assim. Eu gostei demais. Como jogo de ação, foi uma das experiências mais legais que eu tive como jogo de pura ação nos últimos anos. E ele também passou meio despercebido, então.
atenção a ele que eu não joguei. Na verdade, eu não gostei de nada do que eu vi desse jogo nos trailers. Eu não vou ficar falando aqui mal de um jogo que eu não joguei, então vou deixar só nisso aí. Mas a única coisa que eu queria falar é que eu vi uma speedrun desse jogo no... Não sei se foi no AGDQ ou foi no GDQ normal. Mas eles quebram o jogo de maneiras muito engraçadas. É muito estranho você ter o primeiro contato com um AAA moderno através de uma speedrun dessas que os caras quebram o jogo inteiro.
Parece que você tá vendo... Mas você também foi estragar essa experiência. Não, eu tava assistindo o negócio e tava passando. Eu não fui atrás disso, né? Mas é que é como se eu tivesse vendo os devs pelados, assim, na sala. Tipo, uuuh, caralho, jogo quebradaço. Mas um dia eu vou jogar. Eu gosto muito do Eternal, gosto muito de 2016 por motivos muito diferentes. Fico curioso pra ver onde que eles se encaixam. Esse aí vai se encaixar pra mim.
Eu diria que, por mais que... Eu não tô falando que é isso que você tá falando, mas acho que muita gente, eu mesmo, antes de ter visto, ter jogado o jogo,
Eu vi esse jogo nos trailers, não me despertou interesse nenhum. É, então... Eu joguei ele porque ele tava no Game Pass. Ele parece devagar. Então, eu joguei ele porque tava no Game Pass, aí eu fui. E vendo os três do 1 desde 2016 pra cá, cada um deles tem um sabor muito específico. Completamente diferente, é. Muito específico. Isso é legal. Então, eu não percebi isso até a hora que eu peguei, de fato, o jogo, né? Então, você vai ali umas duas, três missões pra desbloquear as coisas, aí a hora que você tá com o seu kit de ferramentas, né?
que o jogo quer e você fala, uau, não, pera isso aqui. Tem um loop bem gostoso, né? Então, recomendo que um dia você dê a chance. E meu número 8 é um que eu acho que você também não jogou, acho que a gente vai trocar aqui. Hell is Us. Queria ter jogado. Não jogou, né? Esse aqui, eu tenho um review lá no meu canal, quem quiser ver ou falar por 20 minutos sobre ele, eu recomendo ir lá atrás e assistir. Mas é um jogo, é aquele, é a joia do Double A, cara.
É aquele joguinho meio orçamento ali, que tem ambição, mas ele tem ambição controlada,
não é um jogo que quer dominar o mundo e tal. E o que ele faz pra mim, bem, é... O que o Dark Souls fez pra dificuldade de combate, esse jogo faz pra dificuldade de exploração. Eu acho que eles pegaram... É um jogo que confia que o jogador vai conseguir entrar nesses... Que não é mundo aberto, né? Ele tem alguns cenários ali que são quase abertos, que você pode explorar livremente, mas são fases, essencialmente. Mas ele joga o jogador no cenário e, cara, a gente não vai colocar
mini mapa e a quest log bonitinho falando tudo que você tem que fazer. Não, você tem que, cara, anda nesse mundo, conversa com os NPCs, olha pro cenário, presta atenção nas pistas que a movimentação das pessoas ali te dão e tal. E ele é um jogo que ele tem um combate bem Souls-like light. Então assim, você olhando ele em vídeo, você vai pensar é um Souls-like, mas é bem básico assim, não é nem o foco do jogo o combate, você tem uns monstros bizarros que invadiram. A história é meio
meio aniquilação, aquele filme da Natalie Portman. É tipo, é um lugar que antes era normal e agora tem uns monstros e tá acontecendo umas coisas esquisitas. É uma anomalia esquisita. É aquela coisa meio, parece mistura de ficção científica com o sobrenatural e tal. Bem legal. Mas o negócio mesmo é que você tá nesse cenário que é um ambiente de guerra e além de ter uns monstros, tem humanos fazendo coisas muito terríveis com outros humanos por causa de nacionalidades diferentes. E você tem que navegar esse cenário e
E às vezes interagir diretamente com pessoas que estão fazendo coisas terríveis. Às vezes tentar ajudar a gente que está fazendo coisa terrível. E vice-versa e tal. E tudo isso nas costas de uma exploração livre. Tipo, você que faz o seu caminho por esse jogo. E é simplesmente porque o jogo não direciona você. Porque tem um caminho crítico que você poderia seguir. Que tipo, faz isso aqui, isso aqui, isso aqui. Pronto, terminou o jogo, acabou.
É isso. Só que o legal do jogo está na descoberta. Na sensação que você tem de tipo, cara, eu posso simplesmente andar por esse cenário aqui.
eu vou encontrar alguma coisa interessante, e eu vou ser recompensado não por tipo, ah, um item a mais, ou um equipamento, tem isso também, mas você vai ser recompensado porque você vai ver uma interação interessante, você vai conversar com um personagem que vai te oferecer uma perspectiva diferente. Muito bom jogo, cara, eu acho que é outro, junto com o The Alters, é um daqueles que também ficaram um pouquinho pelo caminho. Você chamaria ele de ação-aventura ou ele é um RPG de ação?
Não, ele é ação e aventura, ele tem elementos de RPG, mas é bem, é que nem eu disse, é light, né?
exploração mesmo, e eu acho que esse aqui vai virar um clássico cult, cara. Eu acho que em algum momento as pessoas vão redescobrir. Eu não tô lembrado exatamente, mas eu acho que ele saiu no mesmo dia que Hollow Knight Sucsong. Eu acho que foi tipo isso. Ele foi uma das vítimas ali. E da cultura da tensão, no fim das contas. Mas é muito bom jogo, cara. Eu ainda quero jogar. Eu me lembro que você me falou dele na época. Eu achei muito interessante algumas ideias visuais que eles mostraram no trailer. E eu falei, tá, estou intrigado.
mas eu estou esperando uma promoção para pegar, mas parece interessante mesmo. Em sétimo lugar, tem um jogo que eu lembrei de uma frase que eu vi do Guilherme Del Toro esses dias atrás, que ele foi assistir o Hamnet, que eu fui assistir também, adorei, ele falou assim, eu fui ver esse filme e eu sinto que esse filme me curou, e agora eu estou pronto para fazer um novo filme. Eu lembrei dessa frase porque eu sinto que esse jogo me curou um pouco, eu estava num momento de cinismo em relação a videogame, a gente que olha para isso com uma perspectiva um pouco mais,
profissional, de análise e tal. E aquela coisa de jogar um jogo que te faz sentir não exatamente criança, mas que te dá um brilho no olhar por videogame. Astrobot foi em 2024? Sim, Astrobot me fez sentir isso um pouco também. Que jogo você tá falando? Mas esse aqui é um pouco diferente. Eu quero falar de Sword of the Sea. Ah, ok! Jogaço! Sword of the Sea. Não tanto mecanicamente, apesar de ele ser muito gostoso de jogar, mas pra mim... Muito melhor do que os anteriores do estúdio.
Sim, sim. É um jogo feito pelo pessoal que fez o Journey. O The Petals eu não joguei, mas eles fizeram o Journey e eles fizeram o... Sky? Não, Sky é da outra galera, né? O Abzu. Abzu, sim, do Mar, é verdade. E eu acho que ele é melhor que esses jogos. Ele é mais complexo, ele é mais visualmente impressionante. E é como que ele usa a mídia interativa, a mídia do videogame, pra contar uma história, não apenas, olha, isso que aconteceu,
história de um ponto de vista mais sensorial. Essa é a vibe deles, eles contam histórias de forma sensorial, mas eu via isso se desabrochar como se fosse um broto de uma flor assim, e eu falei, meu Deus, quantas camadas, que coisa mais linda, coisa mais poética, coisa mais bonita. Ele faz o que o Okami não conseguia fazer no Playstation 2, a coisa de você restaurar o mundo e ver isso, que é tipo um deserto de areia que na verdade é um mar, e aí a areia se transforma em água, e nossa,
tudo bonito e colorido. Cara, eu fiquei emocionado pela beleza. É, é muito legal. Porque geralmente, assim, quando eu me emociono por uma coisa, numa história, num jogo de ficção, né? Uma história de ficção em geral, é porque eu tô apegado a um personagem, porque aconteceu alguma coisa, porque eu estou emocionalmente investido no desenvolver da trama. Mas aqui não tem muita trama. É mais a poesia visual e musical e interativa que ele tá propondo.
E cara, olhava e falava, cara, que coisa mais linda, que coisa mais incrível. Falei, como videogame é um negócio que oferece oportunidades de experiências diferentes, né? Isso aqui é completamente diferente de várias coisas que eu jogo, que eu tava jogando, sei lá, semana passada. E ainda assim, é videogame, ainda assim é uma mídia que pode te proporcionar essas três horinhas, quatro horinhas de jogo ali, te colocar meio que numa vibe, como se estivesse olhando estrela e sentindo o vento, sabe?
lembro se essa é uma comparação que foi feita na época do Journey, mas pra mim esses caras são os sucessores do Fumito Ueda. É a coisa do jogo através do minimalismo, né? Não é que ele é pequeno, é que ele é... Menos é mais. Menos é mais, exato. E o Sword of the Sea pra mim é o ápice da Fallout, é o melhor jogo deles até agora, com certeza. Acho melhor que Journey, acho melhor que o The Pathless, que eu gosto. Muito por causa do controle, eu acho que ele é mais gostoso de controlar mesmo.
Os outros eles eram mais lúdicos, mesmo tinham umas coisas do controle que eram meio esquisitas. Isso é uma delícia, vai
surfando, aí quando você meio que faz o grind ali com a espada em cima dos trilhos, parece Tony Hawk e tal, muito bom jogo. E isso que você mencionou antes sobre você curar o mundo, acho que foi uma coisa que me pegou muito, porque especialmente a gente que vive em tempos tão sombrios, política e economicamente, a gente tá ali com medo que vai sair daqui do estúdio, vai abrir o celular e vai descobrir que começou a terceira guerra mundial, ou algo do tipo. E essa coisa que utiliza a fantasia
pra contar uma história sobre a cura, sobre trazer de volta a natureza, trazer de volta um ambiente que não foi completamente devastado pelo homem. Enfim, jogaço, cara. Jogaço. Tá disponível, inclusive, na Plus, pra quem tem Plus Extra. Foi assim que eu joguei. Número 7, acho que tá disponível na Plus ainda o meu, é Blueprints. Tá mais alto no meu. Então, deixa quieto. Fala daqui a pouco sobre ele, então. Ok. Número 6, Absalom. Tá mais alto no seu?
meu. Ok. Seu seis. Esse aqui não tá no seu. O meu sexto é Trills in the Sky First Chapter. Com certeza não. Ah, que coisa linda. Esse é o remake do Trills 1. É. Como é bom quando... É a mesma coisa do Final Fantasy VII remake em escala diferente, né? Mas é como é bom quando você tem uma expectativa tão grande, né? Que os caras, eles se propõem a pegar uma coisa que você já ama muito e falam, ó, a gente vai refazer isso aqui. Aí fica aquele...
Ai, será? Porque você sabe que, tipo, cara, uma pequena diferença pode mudar tudo. A vibe da coisa,
mexer no sistema de combate, pode deixar as coisas esquisitas, e eles mexeram no sistema de combate, eles mudaram muita coisa, mas mesmo assim, cara, que coisa perfeita, velho, é um remake que captura exatamente a essência desse jogo aqui, é um daqueles que, e considerando que esse parece ser o plano deles, eu sinto que essa franquia começou de novo pra mim, que tipo, eu já joguei praticamente todos os jogos da série, já joguei os nove primeiros jogos.
Eu não sabia que você era tão fã de Trails assim. Desde 2000, quando que saiu o primeiro? Deve ser 2008, 2009, alguma coisa, faz tempo já.
Não sei se eu já falei no podcast sobre os méritos disso, mas é basicamente um RPG com um sistema de combate extremamente bem equilibrado, muito bem equilibrado mesmo. Não é a coisa de... Não existe grind nesse jogo. Você chega ali, você tem as ferramentas pra ganhar nesse negócio. Zero grind, Dias. Interessante. Zero grind. E que é sobre um mundo. O personagem, o verdadeiro personagem, o verdadeiro protagonista dessa série é o mundo.
E você vai conhecendo cada pequeno pedaço dele através de diferentes perspectivas.
Nos vários jogos da série. E é especial, é diferente. E o remake ele conseguiu pegar uma coisa que o jogo original tinha gráfico de PSP. Era literalmente um jogo de PSP e computador de 2004. E ele conseguiu modernizar isso. Ele tem valores de produção mais dignos agora do público moderno e tal. Mas a alma da coisa ainda está ali. Aquela inocência juvenil do JRPG que na época não estava tentando conquistar o mundo. Ele só estava tentando contar uma história sobre alguns personagens bem localizadas.
ali, e é muito animador, cara, porque eles, dá pra fazer o resto, a franquia inteira de novo, nesses moldes aqui, e eu me diverti do primeiro minuto ao último minuto desse jogo aqui, então eu acho que eu estarei lá pra jogar tudo de novo, mais uma vez, espero que continue dando certo, vi que muita gente nova entrou pra franquia, acho que é uma boa porta de entrada, né? O momento que eu mais ouvi falar de Trails foi agora, porque é uma franquia que eu ouço falar, né, já faz alguns anos, descobri
que era Trails de verdade, acho que uns dois anos atrás. Mas a primeira vez que eu vi mesmo pessoas fora de nicho de JRPG falando de Trails por causa desse remake que foi agora. A galera parece estar animada porque o segundo também já foi anunciado. Sim, vai sair esse ano já. Muito bom jogo. Legal. Em quinto lugar, eu não sei se está na sua lista. Ball Pit? Qual? Ball Pit. Ah, não. Não, não está. Não está? Legal. Ok. É que Ball Pit,
Não vejo isso como desrespeito, só surpresa mesmo. Tá, eu vou dizer por quê. Eu também não esperava colocar Balpite aqui, especialmente quando vi o jogo pela primeira vez. Balpite pra mim foi o meu crack desse ano. É isso, é. É que eu não respeitei ele o suficiente como mais do que uma mera droga. Tá, ok, ok. O Balpite pra mim, ele coçou a mesma coceirinha que o Vampire Survivors coçou quando ele saiu. Aquela coisa de...
tem esses elementos roguelike ali e tal, alguns até diriam que é um roguelike de fato, um roguelite de fato, eu acho que ele é um jogo de fase com elementos de roguelite. Mas ele tem, pra quem não viu o Ball Pit, ele é um jogo que ele mistura aquela ideia de breakout, que você tem a bola e rebate, com o Vampire Survivors, que é você vai pegando novos itens e itens de passivos e ativos pra ir
eliminando as hordas de inimigos que vão chegando. E, cara, é tão gostoso. Eu não consigo falar muito sobre esse jogo no sentido de falar, sabe, como eu mencionei, a poesia de um jogo, ou a história de outro, ou, caramba, que conceito interessante. Eu só acho que ele é mecanicamente muito gostoso de jogar. E, às vezes, um jogo não precisa ser muito mais do que isso. Ele é mecanicamente delicioso. O ball pit é um tipo de jogo que eu preciso ter na minha vida a todo momento, porque ele me evita ficar em rede social. Em vez de ficar lá no TikTok vendo vídeo,
bombardeando o cérebro com pequenas doses. Eu abro o malpite, fico ouvindo um podcast ali, tranquilo, mais relaxado, não preciso ficar pensando o tempo inteiro, só essa bolinha bater ali. Eu fiz isso. Bolinha quebra coisa, bolinha quebra coisa. E quando eu tava terminando, eu desbloqueei todas as bolinhas e eu completei, porque entre cada fase que você faz, você tem uma área meio fazendinha, porque tem esse elemento meio fazendinha, que você vai cultivando algumas coisas pra ganhar dinheiro, pra ganhar
recursos pra construir certas coisas que vão te dar power-ups, né? Novos personagens. Novos personagens e tudo mais. E às vezes era isso, no horário de almoço, só uma partidinha de ball pit, só uma partidinha. Aí ficava 15 minutos, 20 minutinhos jogando. Aí eu fiz várias vezes as fases e tal. Saiu uma atualização depois, que acho gratuita, que adiciona novos personagens, novas bolas, mas eu tô querendo uma nova fase. E aí quando eles anunciaram uma nova fase, eu volto pra jogar com os novos personagens também. Mas, enfim, não tem muito,
o que elaborar sobre o Ball Pitar, além do fato de que eu acho ele delicioso de jogar. É um jogo tátil, muito gostoso. É isso. Não tá na minha lista, mas eu platinei ele. Você platinou? Eu quase platinei, acho que faltou uns três troféus pra terminar. Bom jogo. Hades 2? Não jogou. Se você tivesse jogado, estaria na sua lista, provavelmente. Eu quase comprei, mas falei, pô, tô meio quebrado de grande, será que eu não consigo deixar?
Você jogou o Hades 1 esse ano, não foi? Eu terminei o Hades 1, que eu nunca tinha terminado, mas eu fiquei...
muitas, muitas horas jogando Hades 1. O Hades 2 é um jogo sobre o qual eu, sinceramente, não tenho muita coisa pra falar. Eu só acho muito impressionante como eles... É uma sequência que eu equiparo a Pokémon Gold e Silver, assim, que é tipo... Cara, a fórmula já tá aperfeiçoada. É isso. É isso aqui. Estou falando dos primeiros Pokémon de Game Boy, né? Tipo, é isso. É isso o jogo. Inventa monstro novo, né? Um cenário novo e tal, e vai dar certo.
E ele toma riscos, cara. Ele inventa, ele cria uns sistemas de upgrades, de progressão. Esquisito.
que você fica, nossa, demora um pouco pra você entender, e quando clica, você fala, ah, ok, isso aqui, é uma ideia interessante, que realmente adiciona bastante a experiência, e tem um monte disso, tem um monte de coisa dessas, os personagens são todos fantásticos, como eram os personagens do primeiro Hades, né, você fica apaixonado por absolutamente todo mundo naquele negócio lá, e não é superficial, porque além de serem lindos, eles são personagens legais também, e acho que entra muito nisso também do Balpich, de ser uma experiência tátil, muito gostosa,
cada um vai ter uma preferência de armas e combinações de poderes e tal, mas quando você pega aquela combinação de arma e poder que você, cara, você liga, parece que você tá na zona, é o Runner's High ali que os caras falam quando você tá na maratona, que você nem, você tá só brisando, assim, cara, que coisa maravilhosa, né? A Supergiant, ela aperfeiçoou a arte de fazer videogame gostoso de jogar, e o Hades 2 é um jogo que é um jogo desse esquema aí, só que com toda a camada estética da trilha sonora, dos visuais, da narrativa, tudo completamente perfeitinho, assim,
de um jeito que é muito apaixonante. Eu adorei esse jogo aqui. Ele... Eu não vou dizer que eu tiro pontos dele, mas é que, no fim das contas, ele é mais do mesmo. Aquela frase maldita que as pessoas têm medo de falar, né? Parece que é um pecado. Isso não é um pecado. Acho que esse jogo não tinha que ser nada além disso mesmo. Mas... Aí eu vou, né? Não vou colocar ele tão alto na minha lista, porque acho que eu prefiro valorizar coisas que são bem mais diferentes, né?
Eu tinha ouvido gente falar que ele era muito melhor que o primeiro e algumas pessoas falando que preferiam o primeiro.
Você tem ideia de porque as pessoas poderiam preferir o primeiro no lugar dele? Tem umas coisas da narrativa, não sei se é isso, mas acho que vai de... Porque as armas são todas diferentes, né? Então é isso, por exemplo, se você sente falta de uma arma específica que o Zagreus usava, não tem. Acho que isso pode ser a diferença. Eu acho o 2 melhor. Eu acho que o 2 é mais redondinho. Tem mais coisa e é mais redondinho. Em quarto lugar, eu acho também que não tá na sua lista.
Se Silent Hill tá lá embaixo, esse aqui não vai tá na sua lista mais alta. Cronos? Cronos, Daniel Dom. Não tá, não tá. Olha só.
Cronos, The New Dawn, é um jogo de survival horror refrescante. Ele tem várias das coisas que você espera de um survival horror, desde Resident Evil 4, câmera em cima do ombro, coisa da narrativa meio misteriosa, você entra, você não sabe se vai ver um monstrão ali e tudo mais, mas tem uma coisa que esse jogo fez que eu nunca tinha visto nenhum outro jogo fazer, que eu achei também do ponto de vista mecânico tão interessante, que eu falei, eu acho que ele
merece um lugar especial na minha lista de Survival Wars, que é o fato de que, assim como os bonecos lá do Dead Space, você podia, a gímica deles, a firula deles, era você desmembrar eles, em cronos a firula dos inimigos é eles se aglutinarem. Então tem essa parada de que você está o tempo inteiro tentando fazer tozolê, cumprir a sua missão, tem esses inimigos, a munição é muito escassa. É bizarro.
É um dos jogos de survival war com munição mais escassa que eu já vi. Cara, um tiro errado é quick save. E ele tem esse esquema e são hordas de inimigos e assim, você tem que matar o inimigo e tal como Resident Evil 1 Remake, que você tem que ir lá e botar fogo no Crimson Head lá, você precisa eliminar com fogo corpos de inimigos que estão no chão, porque senão os outros chegam e se aglutinam. E ficam mais fortes. E ficam mais fortes, porque criam uma carapaça. Isso cria...
no loop de jogabilidade, uma necessidade de estratégia tão mais interessante e um pouco de medo e urgência também de como você vai ter que lidar com aquela situação. Você sabe que naquele canto ali você deixou uns dois corpos de inimigo, aí você vê o inimigo indo pra fora. Você sabe, eu sou um maluco por Dead Space, e ele me lembrou também, ele parecia em alguns momentos, essa mistura de coisas que eu gosto em Resident Evil,
coisas que eu gosto em Dead Space, no mesmo jogo. A história, em alguns pontos, ela deixa a desejar. Eu gostaria que ela fosse mais... Não uma história ruim, mas eu queria que a narrativa se estruturasse de uma forma mais satisfatória pra reta final. E esse é um jogo também esquisito, porque ele tem uma pira de uma mensagem super anticomunista, assim e tal, né? É isso onde lá. E eu só respeito pelo fato de esses caras serem...
da Polônia, vai saber o que a Polônia passou na mão da União Soviética naquela época, né? Eu sei o que passou, eu não vou falar. Mas ele é um jogo, assim, que se passa no... Você volta no passado, no início dos anos 90 ou dos anos 80? Acho que é nos 80. Nos anos 80. Então, é bem na época da União Soviética, da cortina de ferro, né? Da separação ali. E aí ele tem um pouco disso, ele parece um pouco paranoico, assim, tipo, ó, cara, esse negócio de comunista aí é... Toma cuidado, hein? Eu tô falando assim, nem sou comunista,
enfim. A narrativa, eu acho que tem algumas coisas que poderiam melhorar. Mecanicamente, eu acho ele fantástico. O Bloober Team é inacreditável. É isso, você se dimensionar. É do Bloober Team, né? É bizarro. Cara, eu odiava esse estúdio. Acho que tinha um estúdio que aparecia na minha tela. Nossa, que merda. Tinha isso na minha frente. E hoje em dia, cara, depois do remake de Silent Hill 2 e desse jogo aqui, cara, eu adoro eles já.
Acho que eles evoluíram muito e esse jogo é muito bom também. Concordo. O quarto é Absolum, que
Você vai falar que não é roguelite também, Dias? Não, esse é roguelite. Esse é roguelite. O medo do Dias de gostar de roguelite todo ano ele gosta. Não, não, Hades é roguelite. E eu gosto de Hades. Esse jogo, o Absolum, ele é o Hades Beat'em Up. Ele pega a fórmula do Hades em, assim, até estética, né? E meio que aplica a um gênero que, cara, é feito pra isso. É bizarro como bem funciona. É um beat'em up tipo Streets of Rage da vida, tipo um Golden Axe da vida.
só que tem a progressão de Roguelike, que é um negócio que eu, na minha vida adulta, eu tenho muita dificuldade de rejogar Birame Up Clássico, porque é repetitivo, tem alguns que tem ali um caminho alternativo, que você vai pra um chefe diferente e tal, mas no fim das coisas eu fico pensando, cara, eu ficar jogando a mesma coisa várias e várias vezes não é um pouquinho fútil, quando tem tantas outras coisas diferentes que eu posso estar fazendo, e o Absolume resolve isso, tendo as coisas, os caminhos opcionais, cada fase é um tronco ali que vai pra diversos galhos,
diferentes e tal. Mas ele contextualiza até mesmo aquelas runs em que você não consegue chegar até o final. Tipo, você ganha um power-up, você vai progredindo. É um jogo que usa o roguelike pro bem, não pro mal. Ele não quer te ferrar, ele não quer que você se sinta um merda porque você perdeu. Não, ele quer que você se debruce sobre esse mundo mesmo e realmente aproveite cada pequeno pedacinho dele porque sempre você vai estar avançando um pouquinho. Eu nem diria que é um jogo fácil, facinho. Não, é dificinho. Mas ele viabiliza
essa coisa de, ah, eu preciso ir até o final da partida sem perder. Eu acho que ele viabiliza muito. Eu acho que você mencionou duas das coisas que eu mais gosto nesse jogo. O fato dessa... Eu nunca tinha pensado nisso. Caramba, beat'em up. É tão legal, mas é tão enfadonho fazer isso. É meio repetitivo. Tem gente que gosta de rejogar. Você zerou uma vez, já foi. E esse jogo, ele fala, e se eu já colocar esse twist aqui? E aí o twist é os elementos gerando novos power-ups, novas fases, caminhos alternativos.
e tal, e a segunda coisa é o quão gostoso ele é de jogar ele tem uma crocância na hora de você bater e usar os seus poderes, né? Esse jogo tem a minha mecânica favorita do ano o meu primeiro da lista tem 9 do meu top 10, mas a número 1 é desse jogo aqui que é o parry dele, que é você tem que dar o parry avançando contra o inimigo não é apertar escudo, não é atacar ao mesmo tempo, não, você tem que dar o dash no inimigo e isso muda completamente o cálculo de como funciona o combate, você tem que ser extremamente
você tem que literalmente dar a sua cara a tapa pra ter o benefício de bloquear um ataque do inimigo, né? Eu gosto muito de jogar, eu não esperava, porque eu demorei muito tempo pra escolher, eu gosto muito de jogar com o anão, porque o anão, a hora que ele vai dar essa tentativa de contra-ataque, ele mete as porradas, ele é muito mais da porrada mesmo, né? Do murro bruto, porque o outro usa a espada, é meio, né? Outra é mais vertical, enfim. E ele é assim, você sente aquela porrada e ele vai, quase que dá
uma cambalhota de porrada na pessoa e a hora que você acerta o contra-ataque, você fala que delícia, que crocância. Jogaço e saiu a atualização, não joguei ainda, é uma atualização com um monte de conteúdo novo. Parece que vai ser um daqueles jogos que eles vão ficar alimentando e colocando coisa nova e tal, que é muito legal. Recomendo demais o Absalom. E tem multiplayer também, dá pra jogar no multiplayer. Meu terceiro lugar...
Será que a gente vai... Algum, a gente vai emparelhar? Talvez, não sei. Vamos agora pro... Esse que você falou foi o terceiro ou quarto? Eu falei o meu quarto, agora
Agora é o terceiro. Agora é o terceiro. Vamos ao terceiro lugar. Silent Hill F. Cara, a gente não vai... Acho que a gente não vai conversar em nenhum. Talvez não. Silent Hill F foi uma surpresa muito grata. Eu lembro quando esse jogo foi anunciado e depois revelado. A gente já estava fazendo isso do controle. Não, na verdade, o anúncio... A gente estava no DM numa live. E eu lembro que eu falei assim... É F de nem fudendo eu vou jogar uma coisa assim.
Que eu falei... Que era a outra era, né? E eu me sensibilizei muito também pra... Ah, não. Você estava falando que estava com cagaço. É.
Ah, tá. Não, parece tenebroso. E ele nem é muito assustador. Não. No começo. Depois você se acostuma. Achei ele bem tranquilo. Mas ele tem uma história tão boa. Tão boa. A minha única crítica a esse jogo é o fato de ele obrigar você a jogar pelo menos três vezes e meia pra te entregar a história de verdade. Não precisava ser tão assim. Mas a coisa que o veículo através do qual você desbloqueia o caminho, o que você tem que fazer pra ver o
final verdadeiro é muito legal. É, mas assim... Você tem que jogar o jogo inteiro de novo pra justificar isso. Eu queria que fossem duas vezes. Zerou duas vezes tem o final, porque chegou na terceira vez e meia, eu já tava assim, cara, eu não aguento mais. E aquela coisa de quando você gosta de um jogo, mas você passa muito tempo com ele e você fala, né, nossa relação já tá um pouco desgastada aqui, precisamos de cada um de seu espaço.
Mas eu concluí, eu dei uma olhada na internet rápida só pra ver como eu consegui algumas coisas muito específicas dos finais, mas eu fiz questão de não saber nada.
A não ser quando eu tava presenciando a história. Isso foi muito legal. E descobrindo, e vendo as teorias, e lendo os documentos. Fazia muito tempo que isso não acontecia comigo também, cara. Eu lembro de achar a árvore da espada lá, na primeira run. E eu tipo, o que é isso aqui? O que tá acontecendo aqui? E esse jogo, ele constantemente cria aquele fascínio. O negócio, eu não vou falar, eu queria muito falar, mas o negócio daquele item.
É genial aquilo. Quando você vai chegando no fim da primeira run, você começa, ai, que merda, caralho, o que que é isso? Eu não posso fazer nada não, já foi.
É tarde demais e tal. E é muito... E isso é legal porque é uma narrativa que usa a mídia do videogame. Não tem como você fazer um filme disso. Esse é um jogo que se você só zerou ele a primeira vez e... Ah, beleza. Você não sabe de nada. Você não sabe de nada. Porque já na primeira cena que você assiste, a primeira cena do jogo, quando você começa ele de novo, os diálogos mudam e ele recontextualiza toda uma coisa que eu tava durante a primeira campanha inteira. O que é isso aqui?
achei assim quando eu vi, primeiro eu falei, caramba, não prestei atenção isso no início, eu não tava prestando atenção? Aí eu vi, não, isso não tava lá no início. E você encontra ao longo de toda a segunda campanha coisas muito diferentes, a partir da terceira já é, não tem quase coisa diferente a não ser no final. Mas que jornada, eu acho que eu não me sentia tão investido em uma história desde assim, de ficar investigando e pegando as coisas, desde Immortality, que eu fiquei também obcecado na época, juntando o quebra-cabeça. Jogão, combate,
É legal, assim, não é... Não é Silent Hill. Não, não é extraordinário, mas eu acho que é bom, ele serve ao seu propósito, funciona. Os personagens, cara, a protagonista, a... Rinako. Rinako é um dos melhores protagonistas de videogame de anos recentes, assim. É fantástico, fantástico, fantástico. Fica aí minha dica pra quem quiser jogar Silent Hill F. Muito bom jogo. Meu terceiro é Split Fiction. Era isso que eu pensei. Eu tava pensando, com certeza,
ia gostar do Speed Fiction, mas é que tu jogou também. É melhor que It Takes Two em absolutamente todos os sentidos, em um nível que eu joguei It Takes Two de novo depois de jogar o Speed Fiction, e eu fiquei meio... Isso aqui era bom, a gente achava isso aqui bom. Mas é a mesma fórmula, né, cara? É basicamente um sucessor espiritual mesmo, é aquela coisa de ideias novas o tempo inteiro que vão ficar dois segundos na sua tela, instalou, acabou, foi embora.
Você nunca mais vai ver isso, a gente nunca mais vai falar disso no jogo, né? Só que ele tem essa...
esse negócio contextual de tipo, ah, são duas escritoras que estão presas numa máquina maluca que cria os mundos, dá forma aos mundos das imaginações delas. E aí você fica indo de uma história pra outra e tal, e como as histórias são desconectadas, não precisa nem ter muito que um fio condutor entre elas, que tipo, ah, você tá num mundo de ficção científica, no outro você tá num mundo medieval, e por aí vai, o que dá liberdade pro jogo transformar você num porco, por exemplo, que vira uma salsicha, aí você continua controlando a salsicha, uma loucura e tal. Jogaço, mecanicamente fantástico.
a coisa que mais me surpreendeu, cara, é que eu achava que o Joseph Farris era incapaz de fazer isso, mas ele não é incapaz de fazer isso. Os personagens são bons. Você gosta das duas. No começo você fica, ai, vai ser de novo isso aqui, duas chatas do caralho e tal, e você... Não foi você que falou pra mim enquanto estava começando a jogar? Que eu perguntei, ah, eu explico Fission, e você falou, ah, é a mesma coisa do outro lá, e os personagens, a história é meio ruim.
Então, é, mas melhora. No começo, é aquela coisa, no começo elas são meio ruins de propósito, acho, pra você baixar a sua guarda, e aí, cara,
E elas criam uma relação que é muito legal. Eu gostei muito do jogo. E, de novo, é bizarro. De novo, Intake Show é um jogo fenomenal que, naquela época, a gente celebrou quando ganhou o Game of the Year e tal. E o Spring Fiction é melhor em tudo. Assim, mecanicamente. Cara, tem, sei lá, o combate, por exemplo, no Intake Show. Tem umas fases lá que, no jardim, tem que ficar puxando a cebola e bate. E é uma enrolação, cara. É, tipo, só a encheção de linguiça.
O Spring Fiction não tem nada disso, cara. Não tem nenhum momento no Spring Fiction que você pensa,
Ah, ok. É verdade. Eu tinha esquecido que a gente tinha falado dele. É. Fenomenal. Absurdo.
Na minha lista aqui, a gente já falou, acho que tava no meu oitavo. Sétimo. Outro jogo extraordinário de 2025 que foi meio... Outro roguelike que o Dias gostou. Passou meio batido, né? Pra muita gente. Não, eu diria assim, depois que saiu muita coisa mais nos meses finais do ano, eu sinto que também foi um jogo que desapareceu da discussão. E esse jogo aqui, meu amigo, é o tipo de jogo que eu nunca imaginaria que me fisgaria. Eu olho pra tudo que esse jogo diz que ele vai fazer,
quebra-cabeça, roguelite, limitação do passo. O run que você faz que não tem o que você fazer. Falei, cara, isso não é pra mim não. E isso aqui, eu falei de alguns jogos que são meio cracudos, esse jogo é cracudo. Esse aqui eu também fiquei de jogar até de madrugada. É um jogo que você tá numa mansão, você tem um número de passos pra você andar dentro dessa mansão. A mansão é meio mágica, você anda pelas portas e elas vão criando novos quartos,
você tem três opções para criar novos cômodos na casa. Às vezes você vai criar cômodos que você fica travado, às vezes você não consegue muito avançar, você vai ter que fazer várias partidas até que você consiga cumprir o objetivo. Mas você vai ganhando alguns pequenos, eu diria que é meio conta-gotos, eu gostaria que fosse um pouquinho mais rápido aí. Alguns upgrades como moedas, como as coisas lá que vão te dar mais passos e tal, para você avançar, alguns atalhos para você avançar mais rápido.
E no fim das contas, você tem um jogo que se ele não dependesse tanto do fator sorte, talvez ele estivesse no meu primeiro lugar, eu tivesse ido até mais longe nele. Porque eu tô falando de Blueprints com todo esse entusiasmo, mas eu nem fui pra parte que muita gente pira. Ai, onde você parou? Eu terminei a campanha base dele e joguei mais umas runs depois. Ah, nossa! Eu nem fui. Por quê? Porque eu me dei por satisfeito. Mas qual que é o lance? O problema é que depois que você conclui ele,
muito pra te jogar pra frente. Ele quer que você faça tudo de volta. Cara, eu já cheguei nesse ponto. Você podia me dar um atalho pra eu só explorar as partes que eu ainda não explorei, pra ir, descobrir os segredos que eu não descobri. Então, assim, eu consegui ver alguns dos quebra-cabeças que estavam começando a se formar e falar, isso aqui não foi explorado na minha campanha, vai ser alguma coisa, imagino que seja isso, seja aquilo.
Mas chegou num ponto que eu me dei satisfeito. Falei, se eu for insistir, eu acho que eu vou me frustrar e a minha percepção super positiva do jogo vai sumir. E eu sei que
eu só explorei parte do Iceberg, né? Tem bastante coisa lá pra baixo. O Iceberg é o melhor jeito de escrever esse jogo, cara. Ele não acaba. Você vai puxando os novelos de lã ali e vai aparecendo, meu Deus do céu, o que é isso aqui que tá acontecendo agora? É loucura. E é mais um exemplo de coisa que só pode existir como videogame, né? Não tem como contar essa história e desenrolar os mistérios dessa mansão de uma maneira tão interessante quanto... Apareceu aqui a notícia, aquela... Scare Kitchen tá fazendo...
adaptação de Blueprints pra Netflix? Não. Não, para com isso. Não tem como. É só videogame. As melhores partes desse jogo não são publicáveis. Não dá pra falar sobre. Porque você precisa ver por conta própria. Esse é um bom jogo pra você se obcecar e ficar jogando. Pega o bloquinho de notas, faz anotação. E se você, como eu, que não gosta desse tipo de jogo, tenta. Tenta por uma hora ou duas que eu tenho certeza que você pode mudar a sua percepção sobre ele. Meu número dois a gente não vai falar a respeito. Por quê?
Porque é Clare Obscure Expedition 33. Mas é spoiler, cara. Cadê? Filho da mãe. Ok, mas a gente vai falar agora porque é o meu primeiro lugar. Clare Obscure Expedition 33 é o meu jogo do ano. Ficou claro pra mim quando eu tava jogando ele. Cara, tem aqueles RPG que saem pra mim a cada 2, 3 anos que é o tipo de coisa que eu vou ficar ali mais de 100 horas jogando. Esse jogo foi um pouco disso. E aquele meio que combo bastante completo de
É uma boa história, com uma boa direção de arte, com boas mecânicas, com batalhas, inimigos gostosos. Inimigos bem gostosos. Inimigos gostosos. Eu tinha falado bastante no ano passado sobre o quanto que o Metaphor tinha trazido um combate de turnos que talvez naquele momento fosse o melhor combate de turnos que eu joguei. Isso aqui pra mim é um novo campeão.
coloca ainda mais daquela coisa de resposta em tempo real, com a coisa dos aparos e tal. Eu acho que o combate de Claire Obscure é o meu combate de turnos preferido. História muito boa, né? Aquele tipo de jogo que é raro pra mim um jogo que na primeira meia hora do jogo... Você já clica. Você já fala assim, uau, uau. E foi isso. A hora que rolou aquele prelúdio e rolou aquela cena, eu falei, cara, tô quase chorando aqui, meia hora de jogo.
Quem são vocês? Quem são essas pessoas? O negócio pra mim é a cena ali da Luna com o Gustavo. Aquela cena de um... Gente, o que é isso? Esse jogo é cheio de momentos que são um soco no estômago que puxam seu tapete. O meu único problema com Claro Obscure, eu tenho um problema muito pequeno e um problema um pouco maior. O meu problema pequeno é, esse jogo deveria ter deixado mais claro pras pessoas.
a gente teve esse problema com o negócio do endgame dele. Porque assim, você vai enfrentar o último chefe, só que nesse momento você desbloqueia, sei lá, metade do mapa que você não tinha. Mas você não literalmente fala? Não. A não ser que colocaram depois. Quando eu joguei, não falava. Eu joguei antes do lançamento. Então, mas não... Talvez você veja alguém comentando na sua live, mas não tem. Ele não te dá nenhum aviso. Eu não joguei esse jogo depois que o embargo caiu, tá?
Eu nunca conversei com esse jogo quando eu tava jogando. Ele não te dá nenhum aviso.
naquela, será que eu vou? Será que eu vou perder isso aqui? Será que ele vai já fazer o save, eu não vou conseguir voltar, eu vou estragar? Falei, não, vou fazer tudo. A hora que eu cheguei lá, bicho, eu dei um espirro no último chefe, ele morreu, assim, então foi meio anticlimático pra mim. E aí já ficou o aviso pra quem ainda vai jogar Clare Obscure, né, um jogo que tem muita gente que tá descobrindo agora, por causa do TGA, né, pretende de jogar e tal.
A hora que você chegar nesse momento, finaliza o chefe, depois você volta, que você vai ter a oportunidade de fazer todas as fases. A outra crítica, que é uma crítica um pouco mais substancial, é
tem um grande plot twist já indo pro terceiro ato, que meio que muda toda a sua percepção do que é o jogo, do que é a história, e eu acho que ele faz isso de um jeito muito cru. Ele menciona coisas desse universo, que tem a impressão que ou foram cortados ou estão sendo preparados pra sequência, sobre uma realidade que não é exatamente aquela realidade que você tá vendo ali, e eu não gosto muito como que ele lida com essas duas coisas. Eu acho interessantíssimo a coisa em si, o evento em si,
tem algumas coisas de como ele narra esse momento, de como ele apresenta esse momento. A gente não pode conversar sobre isso do jeito que eu quero. Mas eu acho que ficou meio half-baked ali. Faltou cozinhar um pouco melhor. Eu gosto de ser apenas... Ah, é. Tem isso aqui. Não é. Não interessa. Não é nossa preocupação aquilo. Descordo. Fala um pouco com você. Esse é o jogo que eu mais falei a respeito esse ano. E a gente ficou de fazer review. Eu cheguei a pegar
ah, vamos fazer a review. Aí no início sim, aí depois quando eu falei de a gente fazer a review, ele falou, cara, não aguenta mais a aula desse jogo. É basicamente. Aí eu falei, tá bom. Ok. Mas é que pra mim a história desse jogo é muito, esse é um jogo com o qual eu bato no peito e tenho orgulho de ser hipster, porque é estranho dizer isso agora, porque hoje em dia é tipo o jogo mais popular que tem, mas na época que esse jogo não tinha sido lançado, ninguém tava falando dele, ninguém prestava atenção.
Eu fui, eu conversei com a PR gringa, que mandou o código do jogo pra review, por um mês e meio antes do jogo sair, e ela falou, cara, tem três brasileiros jogando esse jogo,
você, mas nem sei quem que era, no fim das contas, mas acho que não era nenhum veículo grande, porque, né, galera, acho que, mentira, o The Enemy fez, né, acho que nem era The Enemy mais, mas a história desse jogo, pra mim, pessoal, é, eu, a cada momento que passava naquele jogo, eu pensando, mano, eu tô maluco, isso aqui é, tipo, uma das melhores coisas que eu já joguei na minha vida, eu tô maluco, e eu não tinha ninguém pra conversar com, pra ver se eu tava maluco mesmo, e aí, cara, eu lembro de fazer o título do meu review no TVPH é, Claire Obscure é uma obra-prima dos RPGs,
E eu lembro de agendar esse vídeo aqui sem ter a opinião de mais nenhum ser humano na Terra a respeito dele. Pensando, cara, talvez eu esteja aqui louvando um jogo que vai ficar com uma média 6 no Metacritic. Sei lá, às vezes clicou especificamente pra mim. E aí, quando abre o Metacritic, cara, todo mundo amou o jogo. Caralho, que foda! Eu senti que foi uma vitória minha, assim, tá ligado? Aquela coisa que você se envolve tanto com esse negócio que você cria laços com ele, cara.
de ter jogado isso aí pela primeira vez. Pra corroborar essa historinha que o PG tá contando aí, é verdade, ele falou pra mim quando ele tava fazendo a revida do jogo, ó, esse jogo é bom pra caralho. Eu falei? Falou. Tanto que você que me ajudou a conseguir a chave lá pra eu jogar também. É verdade. Esse foi o meu primeiro lugar, qual que é o seu? Hollow Knight, Silk Song. Ah, verdade, né? Teve isso também, cara. Eu não coloquei na minha lista porque eu não joguei o suficiente dele. Eu joguei esse ano, eu joguei em 2026, até o fim. E é...
Você acha melhor que o primeiro? É melhor que o primeiro e é bizarramente melhor que o primeiro. É um caso meio split fiction e takes two também. É tipo, cara, como que vocês estavam escondendo... A impressão que dá é essa. Os caras estavam escondendo as cartas na manga ainda. Eles lançaram Hollow Knight, que é uma das melhores experiências do gênero, um dos jogos mais influentes em seu respectivo nicho ali na indústria nos últimos 15 anos.
E, cara, eles conseguiram superar aquilo lá em absolutamente todos os aspectos. É um jogo que, do primeiro momento, você sente que, cara, é tudo muito familiar,
ao mesmo tempo tem um pequeno... O negócio do pulo é ser um pouquinho mais na... O pogo, né? Em vez de você ficar pra baixo, você tem que ficar na diagonal. Aquilo muda completamente a exploração, o combate, a maneira como você trafega pelo mundo, o nível de precisão que você precisa ter no controle. E é um jogo que é montado pra pessoas que terminaram Hollow Knight. Ele é explicitamente esse tipo de sequência. É um jogo que dá... Inclusive tem exemplos de pessoas que falaram isso no meu canal,
Tipo, não, eu joguei primeiro o Suksong, depois fui pro Hollow Knight e me diverti. Mas assim, o jogo é feito pra isso. É uma continuação do primeiro, né? E que, assim, se tinha alguma coisa que ficou... Essa é a sensação que dá. Todas as ideias que estão e são novas no Suksong, elas poderiam existir no original. Só que eu acho que enquanto eles estavam desenvolvendo o Hollow Knight, eles tinham lá um bloquinho de notas, tipo, cara, isso aqui, deixa pra depois, vai.
E eles pegaram esse bloquinho de notas e fizeram tudo, cara. É um arregaço esse jogo.
Não foram muitas horas, deve ter jogado umas 10 horas dele só. Tava achando gostoso, mas achei ele um pouquinho mais punitivo do que eu gosto. Eu sei que você gosta um pouquinho mais, uma coisa um pouquinho mais apimentada na punição ali, não é muito o meu rolê, eu gosto de... Eu gosto de um tiquinho menos, e aí eu tava ficando um pouquinho frustrado, aí eu falei, ah, depois eu volto, aí o meu Game Pass cancelei lá por conta daquele aumento, e aí eu comprei já os negócios, mas esqueci de colocar
lá, eu preciso voltar pra terminar, eu pretendo terminar ele, mas é isso, eu também nunca terminei o Hollow Knight original, né? Então eu gostei do jogo, achei ele mecanicamente muito gostoso, me frustrou alguns trechos que eu falei, ah, deixa eu ver o que tem aqui, era aqueles spin, ficava pulando, aquele pulo que tinha que ser ultra certo, e o pulo dela é meio curvo e tal, mas jogão, assim, até onde eu pude vir, dá pra ver que é um jogão.
Eu só acho que esse jogo, ele clica mais, né? Tanto esse quanto o Hollow Knight original, acho que ele clica mais pra algumas pessoas do que pra mim. Eu olho pra ele, e eu fiz na lista lá no The Enemy,
de melhores indies da geração e tal. O Hollow Knight eu coloquei em primeiro lugar, eu acho um jogo fantástico. Mas eu não sei, eu coloco ele meio que assim, talvez o melhor dos Metroidvanias que eu já joguei, mas ainda assim, talvez não é o meu gênero preferido necessariamente. Enfim, eu bato palmas pra Hollow Knight, mas eu acho que pra algumas pessoas ele tem um valor um pouco maior. Justo. Algumas menções honrosas bem rapidinho, só antes da gente ir pro nosso... Menciona só os nomes aí, porque senão a gente tá com errado aqui.
Abiotic Factor, eu joguei algumas horas, achei bem divertido, jogo meio bagaceira, uma pegada de Half-Life antigo. Muitas boas ideias. FBC Firebreak, que é um jogo que não entrou no meu top 10 porque ele veio com alguns problemas, mas eu sento que tinha uma coisa muito legal ali, que poderia ser, num jogo mais bem polido, com mais conteúdo, poderia ter sido uma experiência diferente. Oblivion Remastered, baita relançamento, trabalho da Bethesda com Oblivion,
um Shinobi Art of Vengeance, que eu joguei pouquinho também, mas que, ó, jogo de ação, redondinho, bonito, gostoso de jogar, muito bom. Keeper, que eu esperava mais, mas eu respeito a autoralidade do que eles estavam tentando fazer. O quebra-cabeça do passarinho de avançar e voltar ao tempo é genial. Isso é bem legal. E um jogo que eu peguei raiva, mas eu vou bater palmas pela coragem do que foi feito, Baby Steps. Ah, tá, é.
É, sim. Eu desisti depois de ter caído lá na puta que pariu e sair cambaleando. Jogo diabólico do caralho. Jogo maldito. Mas eu admiro muito a coragem dos caras falando, a gente quer fazer isso. É isso aqui. Então, é... Bela obra de arte, utilizando o videogame pra contar a história. Minhas menções honrosas, os que quase entraram aqui. Dragon Quest 1 e 2 HD Remake. HD 2D Remake, nunca lembro em qualquer ordem, que são jogos novos, tá? Só pra deixar claro pra quem nunca jogou. É completamente diferente.
que me surpreendeu muito. Arc Raiders, eu gostei bastante. Arc Raiders, achei que ia estar no seu top 10. Não, ficou ali na berola e tal, mas gostei bastante. Amei Skate Story, melhor trilha sonora do ano. Esse é um que eu queria ter viado, mas não clicou pra mim, cara. Mario Kart World, que... Verdade, eu achei que estaria no seu top 10 também, não tá. Não tá também, eu tenho insatisfações muito facilmente delineáveis com esse jogo, mas ainda assim é fenomenal. E Ninja Gaiden Ragebound, que eu gostei mais do que o Shinobi,
os dois são muito bons. Esse eu instalei, mas não consegui jogar. A gente tem que fazer a nossa lista final aí. Vamos lá. Você que tá com o computador aí. Só me diz aí do seu top 10 quais são os 5 que você não abre mão. Os 5 primeiros, eu acho. Os 5 primeiros? É. Não, porque às vezes a gente tem naquela de... Ah, eu ficaria muito feliz se você deixasse o Trails em décimo, sei lá. Ok, bota o Trails então. É. Vamos lá. Você quer já ver o top 3 primeiro?
Vamos. Não, não, não. Não pode. É anticlimático. Mas todo mundo sabe o que vai ser o primeiro.
depois dá uma mudada. Tá, ok, ó. O meu top 5, Ball Pit, Kronos, Silent Hill, Blueprints e o Clare Obscure. Tá. O seu top 5 é Hollow Knight, Clare Obscure, Split Fiction, Absalom e Hades 2. Isso. Absalom, como tá também no meu, eu gosto da ideia de ter ele no top 10. Tá. Dos que você colocou aqui, eu não sou oposto a nenhum. E eu também não sou oposto a nenhum dos seus. E assim, eu acho que o primeiro lugar tem que ser do Clare Obscure,
alto nos nossos dois aqui. Vamos lá, então. Claro Obscure em primeiro lugar. O seu primeiro lugar é qual mesmo? Hollow Knight. Hollow Knight. Então... Hollow Knight segundo, né? Hollow Knight segundo. Ok. Então nós já temos aqui, por enquanto, top 3. É. Claro Obscure, Hollow Knight e Silent Hill F. Tá. Na sequência, temporário, tá? Absolu em 4 e Blueprints em 5. Tá. Aí tem... Temporário. Eu posso colocar pra você o Hades 2 em 4? Eu acho mais importante o Split Fiction. Split Fiction em 4? É.
Tá. A galera vendo como a salsicha é feita. Como a linguiça é feita? Qual que é? Qual que é a carne? A linguiça. A salsicha. Split Fiction. Então, ó. Split Fiction em quarto. Blueprints, eu não acho que ele pode descer mais, não. Blueprints tem que ficar aqui no quinto e não desce mais. Tá. 6, 7, 8, 9, 10. É. Sobrou o Absalom, que a gente não colocou. Mas nós dois gostamos. Nós dois gostamos. Coloca em sexto. Em sexto lugar. É.
Aí só tem os meus. Tem dos cinco aqui, né? Tem Cronos e o Ball Pit. Todos os seus cinco já entraram aqui. Tá.
agora eu tenho que colocar os meus top 5 em algum lugar aqui. Tá bom. Tá, eu vou colocar o Cronos em sétimo, então. Sobrou aqui, no meu, o The Alters, Doom, Sword of the Sea e o Assassin's Creed Shadows. E no seu sobrou o Donkey Kong Bananza, o Hell is Us e o Trails in the Sky. Trails você falou que você quer já no top 10. Então, como você faz bastante questão dele, então Trails em nono e Hades em oitavo. Faz o que você quiser com o décimo aí, então.
No décimo, eu vou colocar... Ball Pit. Eu vou colocar Ball Pit. Foda-se. Foda-se! Então, só vamos repassar aqui pra ver se é isso mesmo pra gente fechar. Décimo lugar, Ball Pit. Nono lugar, Trails in the Sky. Hades 2 em oitavo. Em sétimo, Cronos. Em sexto, Absalom. Em quinto, Blueprints. Em quatro, Split Fiction. Em terceiro, Silent Hill. Em segundo, Hollow Knight. E em primeiro, Cloud Obscura. Eu quero mudar o Silent Hill com Blueprints.
Eu acho que é certo isso. Ok. Então, décimo. Ball Pit. Nono, Trails. Oitavo, Hades 2. Sétimo, Cronos. Sexto, Absalom. Quinto, Silent Hill F. Quarto, Split Fiction. Terceiro, Blueprints. Segundo, Hollow Knight Silk Song. E em primeiro, Cloud Obscura Expedition 33. Estamos de acordo? Perfeito. Então, este é o top 10 do X do Controle nos jogos favoritos de 2025. Onde que estaria GTA 6?
rosas. É esse, esse eu não sei. É isso. Então, essas são as nossas recomendações pra você que não jogou. Se tiver dúvidas sobre esses jogos, deixa aqui nos comentários. A gente vê se depois faz algum conteúdo complementar, comentando em algum outro podcast sobre algum desses jogos. A gente não fez review da grande maioria deles, mas esse ano a gente vai tentar fazer mais reviews pro próximo, do ano que vem, a gente ter mais material complementar, né?
Falar, ó, dá uma olhada na nossa review lá. É isso? É isso. Tchau, gente. Tchau!