Os piores jogos de bons estúdios | XdC Top 22
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- 00:48:46 - Battlefield 2042 e FBC: Firebreak
- 01:02:47 - Paper Mario: Sticker Star e Mass Effect Andromeda
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CRÉDITOS
Apresentação: Guilherme Dias e PH Lutti Lippe
Roteiro: Guilherme Dias e PH Lutti Lippe
Edição: Yoshi Ohashi
Thumbnail: Lucas G. Ferreira
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Guilherme Dias
Pedro Henrique Lutlip
- Piores jogos de bons estúdiosUmbrella Corps · Mortal Kombat Vs DC Universe · Artifact · Marvel's Avengers · Metroid Prime 4 · Battlefield 2042 · FBC: Firebreak · Paper Mario: Sticker Star · Mass Effect Andromeda · Suicide Squad Kill the Justice League
Salve, minhas queridas, salve, meus queridos, sejam muito bem-vindos a mais uma edição do X do Controle Top, o seu programa que é literalmente seu mesmo, porque em geral, ultimamente, pelo menos vocês que descem os temas entrando lá na campanha aurelo.c barra X do Controle ou então no catarse.me barra X do Controle e participando das nossas enquetes mensais para definir sobre o que a gente vai falar aqui. Hoje, eu sou o Pedro Henrique Lutlip.
E meu companheiro continua sendo quem ele é mesmo, que é o Guilherme Dias. Só hoje, né? Só hoje. Só hoje. Hoje a gente tá aqui pra falar mal das coisas. É aqueles programas que a galera fica feliz. Normalmente quando a gente fala bem das coisas... É, ok. Então falar bem das coisas é fácil, né? Eu quero ver falar mal. Muito mais importante. Muito mais interessante. Dá muito mais clique. Hoje a gente vai falar aqui sobre, como vocês pediram, os piores jogos de bons estúdios.
A gente montou uma listinha aqui, na base da sofrência. Porque jogo ruim não falta, mas jogo ruim de estúdio bom é um grupo mais seleto aqui. A gente colocou, né? A gente fez a, como se diz, a engenharia reversa da coisa. Primeiro colocamos o nome do estúdio na lista e depois fomos pensar o que tinha de ruim ali. E tinha uns estúdios que não tem. Simplesmente não tem, não tem muito o que falar. Na pior das hipóteses, é um jogo mais ou menos medíocre e tal. Então não entra na lista, né?
Na verdade, tem dois casos que a gente também acabou excluindo. O estúdio que ele fazia uns jogos meio a boca, meio ruins no início, e depois de um tempo eles começaram a fazer jogos bons e nunca mais pararam. E aí quase ninguém conhece jogos antigos. E também aquele caso do estúdio que geralmente faz meio a meio, né? O estúdio que, beleza.
Lançou algumas coisas legais, mas é meio que acerta, erra, acerta, erra. Inclusive, tem um nessa lista aqui já adiantando. Ah, ele não entrou na principal, ele ficou nas menções honrosas. Que era um que a gente estava discutindo aqui, eu falava, ó, eu acho que esse estúdio aí acerta 30% e erra 70%.
O PH discorda. Acabou ficando nas menções honrosas, depois a gente fala disso. Mas no geral é isso. É o estúdio que, pelo menos até o momento que ele lançou esse primeiro jogo ruim que a gente vai mencionar, ele tinha uma boa reputação, ele tava ali acertando muito mais do que errando. E aí a gente quer comentar um pouco sobre esses deslizes causados por esses estúdios que a gente tem uma boa reputação.
pra dar um exemplo aqui, né? A From Software. Ela tem uns jogos muito, tipo, ela tem Shadow Tower ali na virada do milênio, que é uma porcaria e tal. Só que, é, que valor tem pro mundo hoje em dia falar mal de Shadow Tower depois deles lançarem Dark Souls e Bloodborne e Sekiro e tudo mais, né? Tá tudo bem, deixa os caras lá. A From Software moderna, eu diria, nunca lançou um jogo ruim. Então ela não entrou
Aí o pessoal gritando, Dark Souls 2, Dark Souls 2. Não, não, não. Então, não é isso também. Dark Souls 2, ele é divisível, mas ele não é ruim nesse nível, não. Vocês vão ver o nível com o qual a gente tá trabalhando aqui daqui a pouco. Inclusive, falando mal de estúdios que estão em seus melhores momentos, a exemplo do nosso primeiro aqui.
Mas antes da gente entrar na lista, eu queria lembrar mais uma vez você entrar em orelo.cc.xdocontrole e catarse.me.xdocontrole também, para garantir o seu apoio ao xdocontrole e garantir a continuidade da existência desse programa e também o seu acesso antecipado a programas como esse aqui, os episódios extra, apenas de áudio aqui. Você ganha com duas semanas de antecedência em relação ao público em geral.
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Então como eu disse, vamos começar aqui por uma produtora, um estúdio que está na sua era de ouro, eu argumentaria, e já está faz um bom tempo nessa sua era de ouro aí, que é a Capcom. Uma produtora que foi brilhante na época ali do Super Nintendo, do Playstation 1, até o Playstation 2 ainda foi. Depois aconteceu umas coisas, e depois em 2017 ela voltou a ser respeitada quando ela lançou Resident Evil 7. Mas um ano antes disso, Dias, ela lançou um joguinho que... E...
Eu acho que o mundo se curou o suficiente pras pessoas não precisarem ficar pensando nesse jogo com qualquer irregularidade. Eu acho que tem gente que vai ficar chocada em lembrar que isso era uma coisa. Mas esse jogo era meio que a cara da Capcom naquela época, cara. Que é Umbrella Core.
Um jogo oficial Resident Evil, cara. Eu queria lembrar as pessoas que houve um período... É porque é muito doido, às vezes as pessoas falam assim, ah, porque... Ah, em 2016, na minha infância, né? Esse negócio é meio bizarro para a gente, porque a gente era adulto. Sei lá, em 2016, 2015, 2012. Mas houve uma época ali por 2010, 2011, 2012, que...
A Capcom estava errando pra caramba e Resident Evil estava muito em baixa em termos críticos, em termos de resposta da comunidade. Estava vendendo bem, de certa forma. Alguns jogos que são considerados muito ruins venderam bem, mas foram muitos jogos de baixa qualidade sendo lançados nesse período. Umbrella Core é um deles, mas houve nesse período, né? Resident Evil 6. Tem gente que gosta pela galhofa, mas quando se fala sério de Resident Evil é uma grande decepção. Teve o... Como é que chamava aquele outro multiplayer lá? Da época do Umbrella Core? Ou...
O Operation Raccoon City? O Operation Raccoon City também, que na época foi uma decepção imensa. Tinha alguns spin-offs menores que a Capcom tava lançando, enfim. Foi um período meio sombrio pra Resident Evil, até que a série foi meio que renascida em 2017 com Resident Evil 7 e Umbrella Core. Eu me lembro que foi um chororô na época, quando esse jogo saiu. Cara, eu vim olhar aqui, a gente tá falando de jogo ruim legítimo, assim. A gente tá falando de, mano, 36 no Metacritic, velho.
Eu trabalhava no All Jogos na época, né? Esse jogo, eu lembro que eu botei ele pra rodar lá na redação. Inacreditavelmente ruim, cara. Assim, em conceito ele já é um tropeço bizarro. A gente vai fazer um jogo de ação genericasso de Resident Evil que não tem nada a ver com a franquia, assim.
Mas, cara, era ruim, a câmera ruim, os controles ruins, o visual ruim, os controles esquisitos. Você não sabia o que estava fazendo, era todo bugado. É um daqueles jogos que parecia... A impressão que eu tinha é que eles tinham cuspido um protótipo. Ah, quer saber? Lança essa merda do jeito que está e foda-se, sabe? Definitivamente não é o tipo de coisa que você espera de uma Capcom hoje em dia. É uma empresa que mudou muito desde então.
Era uma mira esquisita, né? Porque, assim, Resident Evil, com todos os seus problemas, sei lá, ele tinha resolvido o problema de como atirar desde o Resident Evil 4, né? É. Saiu anos antes disso aqui. Esse aqui é de 2012, eu acho, 2011? O Umbrella Core? O que? O Umbrella Core? 2016 dias!
É o Operation Raccoon City, que eu acho que é de 2011. É, é, de 2012. O Raccoon City ainda é Play 3, esse aqui já é Playstation 4. Mas eu me lembro que esse jogo tinha uma mira muito esquisita, era um jogo de tiro que não fazia nem o básico, porque inicialmente não foi bem recebido, porque os fãs, eu me lembro muito bem de qual era o sentimento da comunidade na época, era um período que eu tava meio que não ligando muito pra Resident Evil, apesar de já gostar da série há muito tempo, mas porque eu meio que tava desiludido com o rumo da franquia.
Mas eu me lembro que aqueles iludidos que estavam lá ainda, né, esperando a cada anúncio, cada lançamento, uma coisa bacana, eu me lembro que foi muito decepcionante ver mais um jogo de ação quando os fãs estavam clamando, cara, traz de novo, né, o lance da Survival Horror, traz de novo o clima de você se sentir, sabe, com os recursos escassos, de você ter que passar por uma aventura que assim é sensacional, os caras vão lá e lançam um jogo multiplayer de ação, né, sendo que...
já existe esse clamor por mudar essa parada já faz um tempo. Mas não é só o fato dele ser de uma temática de ação, é o fato dele ser um jogo que mecanicamente também não é satisfatório. Porque se é aquele jogo que foge do que você gostaria em termos de temática, mas ele é pelo menos minimamente competente pra entregar uma experiência de ação sólida, eu acho que, sabe, as pessoas olham e falam, ok, beleza. Mas ele não fazia nem isso. Tem gente que talvez não saiba o que é o Umbrella Corner. Ele era um jogo, um shooter competitivo online, ele não tinha uma campanha single player.
Acho que tinha um modo horda que tinha alguma historinha ali, mas não era uma campanha exatamente dizendo, né? Era basicamente dois times de mercenários rivais que estavam lutando dentro de um mapa que também tinha zumbis. Então você tinha que se preocupar com os outros jogadores, mas tinha zumbis no caminho, o que...
Sei lá, é um Mercenaries, né, na teoria, é um Mercenaries mais elaborado e tal, que poderia teoricamente funcionar, mas assim, eles não tem absolutamente nada nesse jogo que é acertado. Eles realmente cagaram no pau violento ali, cara, é muito, muito, muito ruim. E a curiosidade é que é um jogo que, quando saiu, já tinha o Resident Evil 7 anunciado, né.
É o fim dessa era da Capcom mesmo. É o precipício deles voltarem a ser um bom estúdio, eu diria. Eu não lembrava que esse jogo era de 2016. Na minha cabeça, esse jogo era, tipo, mais anterior. Eu não lembrava que ele tava tão na beira da virada, assim. Cara, se eu não me engano, porque eu acho que aquela demo Kitchen foi em 2016. Foi, tipo, na conferência da Sony na E3, né? E...
Se eu não me engano, esse jogo saiu um pouquinho depois da E3, porque eu lembro que foi uma daquelas coberturas meio... Tava rolando a E3 e a gente tava jogando cópia de review lá no wall, alguma coisa assim. Então foi exatamente a passagem de tocho ali, né? Kitchen foi 2015, cara. Ah, foi 2015 o Kitchen.
pra mim assim, não sei, a gente vai vendo a nova fase da Capcom, na minha cabeça era assim, existia uma separação maior entre as duas coisas, mas realmente esse finalzinho aí não teve uma transição tão bem separada como eu imaginava que ia rolar, mas é bem curioso, eu me lembro até que quando foi anunciado o Resident Evil 7, rolava um pouco de ceticismo claro né, tinha acabado de rolar também a coisa do Kojima lá e tal, que eles tinham mostrado acho que em 2014 a demo do Silent Hills O Purple
Aí em 2015 rolou toda a treta de que ele saiu lá da Konami, o jogo foi cancelado logo na sequência, algo assim. E existia essa coisa de, nossa, lembra um pouco, né? Essa demo aqui lembra um pouco aquelas vibes do Kojima e do Silent Hills, e tipo, tem essa pegada mais de terror que Resident Evil não tem, mas ainda existia esse ceticismo porque, sei lá, era uma série de uns três ou quatro erros com a franquia até aquele momento, né?
Eu me lembro que foi por isso que Resident Evil 7 acho que fez tanto sucesso, não só por ser um jogo bom, mas por ter sido um jogo que beleza, vamos lá Capcom, vamos de novo, o que você vai mostrar dessa vez, vai? Eu achei aqui, o Resident Evil 7 foi anunciado com esse nome no dia 15 de junho de 2016, e aí no dia 21 de junho de 2016 saiu Umbrella Core.
Ai, meu Deus, que doideira. Que doideira. Seguindo aqui, vamos pra um gênero completamente diferente. Vamos falar de jogo de luta. E essa aqui é de um estúdio que ele... Eu diria que ele é mais acerto do que erra, mas ele tem vários erros no seu portfólio. Certo.
falar da Netherrealm, que na época que lançou esse jogo ela tinha um outro nome, ela é conhecida por Midway Games. Era a equipe que cuidava do Mortal Kombat desde lá dos anos 90. Aí essa franquia foi vendida pra Warner, depois eles rebatizaram o estúdio como Netherrealm, mas é a mesma equipe, basicamente é só um nome diferente que eles estavam usando nesse período.
E justamente nessa época de transição, eles tinham acabado de ser, né, estavam ali pra ser vendidos pra Warner, eles fizeram esse jogo que é o Mortal Kombat vs. DC Universe, que mistura parte das ideias, né, que eles estavam tratando ali com Mortal Kombat na versão 3D, o último acho que tinha sido Armageddon, se eu não me engano, foi o Mortal Kombat 7, né, esse aqui seria o Mortal Kombat 8.
E aí essa ideia de... Que já existia, de certa forma, na época 2D lá no Super Nintendo, né? De botar personagens da DC pra cair na porrada. E eles fizeram esse jogo, que é um jogo que, diferentemente dos Mortal Kombat atuais, que você tem ali, né? Uma perspectiva puramente 2.5D, em que você briga lado a lado. Tudo acontece meio que mecanicamente 2D. Ele tinha aquele esquema meio do Tekken, de você... Girar em torno do inimigo, né? E...
Isso, girar um pouco em torno do inimigo. Esse jogo é grotesco. Esse jogo é simplesmente grotesco. Começa na ideia de você botar, sei lá, um personagem como o Superman pra dar porrada em algum ninja aleatório ali. Sim. E aí todo mundo briga como se todos fossem iguais. Mas é uma coisa que, assim, eu já falei pro PH aqui quando a gente não tava gravando.
É a ordem versus o caos, o Dias não tolera isso. Eu odeio Injustice. Eu acho Injustice muito ruim, os dois jogos. Eu zerei os dois. Eu acho, desde o primeiro momento que eu joguei o primeiro Injustice, desde o primeiro momento que eu joguei o Injustice 2, eu acho jogos muito ruins. Essa ideia de colocar, sei lá, o Coringa pra dar porrada no Superman, isso pra mim, eu acho, sabe, quebra completamente a noção de como que as coisas funcionam nesse universo.
E nesse aqui é a putaria total também, né? Então qualquer boneco aleatório pode dar porrada num boneco mais forte e tal. Só que, pelo menos o Injustice, eu diria que ele é mais competente mecanicamente. O Mortal Kombat vs. DC Universe é um jogo ruim mecanicamente. É cheio de censura, porque na época ainda não podia botar o negócio dos Fatalities. A Warner não queria colocar personagens da DC sendo desmembrados, né?
Então faz sentido Da parte da marca Mas por outro lado é meio decepcionante Porque você vai jogar um jogo de Mortal Kombat E ele é todo censurado Tem até uns esquemas lá De umas finalizações censuradas no jogo O lance de você tentar ir na profundidade Girar em torno do personagem Não funciona pra esse jogo Acho que Tekken faz muito bem Mas eles não souberam fazer aqui Eles já tinham feito isso Acho que em um dos Mortal Kombat Antes de...
3D deles, na era do Playstation 2. Eu não gosto disso, acho que depois eles fizeram a melhor coisa do mundo, no Mortal Kombat 9, em trazer de novo pro 2D puro. É uma história horrível, horrível. O jogo é feio. A Netherrealm tem esse problema, né? E, teoricamente, a história é canônica, né? Tipo, pra Mortal Kombat, ou eu tô enganado? Porque ele era o Mortal Kombat 8, não era? Tipo, na prática. Ele é Mortal Kombat 8. Ele é. Tanto que, sei lá, Mortal Kombat, o reboot, é só Mortal Kombat, mas é conhecido também como Mortal Kombat 9.
E depois vem os 10. E o próximo é o 10, né? Mortal Kombat X. E aí veio o 11. Então ele é Mortal Kombat 8, mas eu não sei se é canônico. Eu sei que é uma história muito ruim. Completamente filler, assim. Aqueles fillers de quadrinhos. É o episódio que o Goku encontra o Luffy. Isso, é esse tipo de coisa. Tipo, o episódio que o Batman vai dar rolê com as Tatarugas Ninja, sabe? Sim, sim.
Enfim, eu acho que não tem nada de proveitoso desse jogo. Eu acho que a única coisa proveitosa desse jogo é o fato de ele de alguma forma ter gerado um jogo melhor depois que é o Mortal Kombat 9, que eu acho que talvez seja o melhor jogo da NetherRealm. Tá. Mas assim...
É tipo aquele caso de estúdio que faz uma coisa muito ruim e depois essa coisa muito ruim inspira eles a fazer uma coisa legal depois, sabe? Que eu acho que foi o que aconteceu com eles. Mas eu acho esse jogo simplesmente pavoroso. Eu me lembro de jogar na época que ele saiu, naquela coisa de caramba agora, né? Um Mortal Kombat da nova geração, porque a franquia tinha sido meio apagada na geração anterior, do Playstation 2, do Xbox original, né? Então eu me lembro de ir na casa dos meus amigos jogar e ficar, caramba, que lixo, que grande merda que eles entregaram pra gente.
Devo ter jogado, sei lá, três lutas na minha vida dele, eu nem lembro direito dele, mas eu não sou grande fã de Mortal Kombat, eu jogo, gosto das histórias e das besteiras e tal que eles fazem, mas assim, mecanicamente eu acho tranquilamente o pior jogo de luta que ainda tá em fabricação, e...
recentemente em live, uma pessoa que tava lá no chat, não lembro quem era pra acreditar aqui, mas ele falou uma coisa que entrou na minha cabeça e eu acho que nunca mais vai sair, cara, que Mortal Kombat é um jogo de luta que a parte mais legal é quando a luta já acabou. E, cara, pra mim é basicamente isso, cara, eu tolero a gameplay daquele jogo pra no fim ver uma animação violenta legal. E você imaginar um Mortal Kombat que nem o Fatality tem, cara, tipo, o que a gente tá fazendo aqui, cara? Por que que isso existe, né?
Eu discordo disso, porque eu acho que Mortal Kombat é divertido. Claro, eu não sou uma pessoa do competitivo, uma pessoa do competitivo vai ter uma visão diferente, porque ele vai olhar às vezes pro jogo e achar super desbalanceado, vai achar que, sei lá, a forma com a qual a desenvolvedora lida com as atualizações não é a mais adequada e tal. Mas eu acho Mortal Kombat um jogo de churrasco divertido, um jogo legal pra você jogar com a galera e mecanicamente divertido. Eu gosto de pegar os personagens, eu gosto de brincar com eles, eu gosto de como flui. Pessoalmente, eu gosto mais de Street Fighter.
coisa de do quão gostoso é de jogar, mas eu ainda me divirto muito jogando Mortal Kombat. Só que cara, como eu falei, eu acho que esse jogo nada se salva. Uma coisa que Mortal Kombat por grande parte da sua história teve é uma jogabilidade divertida ainda que descompromissada. E eu acho que esse jogo não entrega isso. Então ele não faz nenhum mínimo.
nosso próximo aqui, Dias, é de um estúdio que, nos olhos de muita gente, nunca errou, nunca vai errar, é perfeito, irretocável, tudo que faz tá certo, mesmo quando ele tá vendendo skin de arma pra criança via lootbots, paga.
Eles não estão fazendo nada de errado, eles estão só sendo eles mesmos, né? Que a Valve, que, surpresa, lançou um jogo ruim sim, que as pessoas não lembram, cujo anúncio rendeu um dos meus vídeos favoritos de todos os tempos na internet, eu tô falando de Artifact, e o vídeo em questão é aqui, você lembra desse vídeo, Dias? Que eles anunciaram...
lembrar. Eles anunciaram isso aí durante um torneio de Dota, acho, alguma coisa assim, e aí eles... É um vídeo gravado da reação do público, né? Então, tipo, eles começam a falar que, tipo, caralho, eles vão anunciar um jogo novo, a gente vai mostrar um jogo novo, aí todo mundo... Tá de uma gritaria e tal. Aí aparece lá, tipo, é um teaser só, né? Aparece o nome do jogo, Artifact, aí ninguém reage, aí embaixo aparece um card game de Dota, aí o público inteiro, assim, audivelmente... Ah... Ah...
Aquele meme dos repórteres do IGN lá dos anos 2000, né? E cara, e não deu outra, né? Esse jogo ele durou pouco, né? Acho que você consegue jogar uma versão offline dele hoje em dia se você comprou na época, mas eu acho que ele não está mais disponível pra venda. Mas ele era, assim, mecanicamente não vou dizer que ele era tão ruim assim, porque...
Eu achei ele complexo demais na época, eu achava ele um jogo muito difícil de entender o que estava acontecendo, mas o problema era mais o modelo de negócio dele, porque ele era pago, ele custava o equivalente a 20 dólares, eu não lembro quanto que era em reais na época, mas ele era um jogo pago, um card game pago, que já era uma distinção grande em relação a Hearthstone, por exemplo, né, que é chocante pensar que ainda existe Hearthstone, que talvez tenha gente ouvindo a gente que joga isso, mas é um jogo daquela época, né, que era free to play.
Então era pago, e pra você acessar as partidas ranqueadas do All Effect, você tinha que pagar. Ele tinha um modo que era gratuito, que não era ranqueado, que não valia de nada e tal, só que era um modo que era meio VARZ, que como não valia de nada, o que acontecia normalmente era se a pessoa pegava uma mão ruim logo de cara, ela simplesmente quitava o jogo. Então você não conseguia jogar o jogo no modo gratuito.
Nossa, que engraçado você comentar isso, porque eu nunca vou falar de um jogo que usa esse formato, mas antes de você falar agora desse problema, eu pensei, caramba, isso é uma ideia muito boa. Você fazer um jogo gratuito, que você joga, sei lá, o jogo rápido ali de graça, mas se você quiser entrar no competitivo, você vai e compra o jogo. Na teoria, me parece uma ideia muito boa.
Mas na prática não faz muito sentido, porque é isso, você meio que desprestigia o modo gratuito, como se você não vai ganhar nada mesmo, foda-se, só, né, você joga o que você quiser e vira uma coisa meio de toxicidade até da comunidade. Mas o modo ranqueado, qual que era a dinâmica? Você pagava...
Mas você ganhava pacotinhos dependendo da sua performance. Que eu acho que se pá é uma coisa que existe no Hardstone também. Aí eu já não tenho certeza. Mas o que teoricamente só você ganhava, sei lá, acho que era o modo torneio que chamava. Eram cinco partidas. Quanto mais partidas você ganhava, mais pacotinhos você ganhava, né?
E se você ganhasse todas as partidas, aí beleza, aí você saiu no lucro. Se você ganhasse quatro partidas, você só... Você ficou no 0x0 ali. Se você ganhasse três partidas ou menos, você perdeu dinheiro pra jogar, basicamente. Porque você não ganha cartas o suficiente pra ter justificado o seu investimento no negócio. Não, mas peraí, peraí, peraí. Você pagava... Cada vez que você entrava pra jogar no competitivo, não era... Sim. Ah, não era uma vez... Não, eu achei que você tava falando que era assim. Não, não, não. Você pagava uma vez e aí você pode... Não. Comprei o jogo, agora eu posso jogar no competitivo sempre que eu quiser. Não.
Você comprou o jogo e pra jogar o competitivo você tem que pagar a mais. Com a desculpa de que você tá ganhando carta nova, né? Essa é a justificativa. Só que é a sua performance que dita quantas cartas você vai ganhar. O que é loucura, porque tipo, a maioria, por definição, a média dos jogadores ali vai ser duas vitórias e meia por tentativa desse negócio, que significa que todo mundo tá perdendo dinheiro na média.
Não, desse jeito eu acho que jamais funcionaria. É que eu entendi que era assim, ele é gratuito, você joga quanto você quiser, mas pra entrar no modo competitivo, você compra o jogo e agora você pode jogar sempre que você quiser. Não, não, era isso aí mesmo, porque a ideia é que, tipo, em vez de você só comprar as cartas soltas, você entra no torneio, que potencialmente você pode ganhar mais cartas do que você quiser.
ganharia se você só colocasse esse dinheiro em cartas, né? É, mas... Não, cara. E, assim, o público rejeitou veementemente isso. Mesmo... Cara, a galera de Dota é... É um dos jogos mais bem cuidados da Valve, né? Em termos de quantidade de conteúdo e monetização e tudo mais. E ninguém tolerou isso aí, não. O jogo flopou do jeito que foi. E é uma mancha na história da Valve, mas que ficou pelo caminho.
Curiosamente, esse jogo foi desenvolvido pelo criador do Magic, o Richard Garfield. É verdade, tinha isso na época. Eu me lembro que eu dei a notícia do anúncio desse jogo na época, porque eu acho que eu estava ainda lá no Tecmundo, no Baixo de Jogos, sei lá como é que chamava na época.
Mas eu me lembro do teaser, eu me lembro de dar isso como capa da notícia do dia e eu me lembro de rolar esse misto de tipo, ah, legal, a Valve finalmente lançou um novo jogo. Porque a última coisa que eles tinham lançado era, sei lá, o The Lab, que eles tinham lançado uns tempos atrás, ou, sei lá, um negócio lá de Counter-Strike uns anos antes.
O CSGO Devia ter sido o último jogo deles Não, o CSGO é 2011 Eles tinham lançado uma coisa Counter Strike Nexon Que acho que é um negócio de zumbi Mas a Valve já fazia um tempo Sem lançar jogos Naquele período Você não esperava um jogo novo Por um estúdio a cada 2, 3 anos
E aí, nossa, saiu um anúncio Caramba, a Valve lançou um novo jogo Mas é um jogo de carta de Dota E eles só deram esse teaser, não mostra como é Mas eu me lembro que, você mencionou Do Hot Stone, eu acho que esse período era o período Que o Hot Stone estava super em alta Porque eu lembro que os caras estavam muito falando de jogo de carta na época Enfim, eu me lembro das reações Mistas de quando esse jogo foi anunciado Mas eu nunca joguei não
Um jogo que eu joguei, infelizmente, que eu comprei por 20 reais antes dele ser desativado completamente, foi Marvel's Avengers. Esse é um jogo que eu caí no conto, porque... Você não cai no conto, você pagou 20 reais por ele, porra. Não, não, eu paguei 20 reais por ele quando ele tava pra ser fechado. Mas tô falando quando ele foi anunciado. Esse jogo foi anunciado em 2017, se eu não me engano, naquele Disney 23, que é aquele evento bienal lá da Disney.
E eles mostraram um teaserzinho, que era um teaser que só mostrava, sei lá, o martelo do Thor, a mão do Hulk, sei lá, alguma coisa assim. E já havia, antes, sido cancelado um jogo dos Vingadores. Os Vingadores estavam super em alta, eles tinham acabado de sair o filme do Ultron, que foi não tão bem recebido quanto o anterior, mas existia essa expectativa pelo grande desfecho com o Thanos, né? Que já tinha aparecido nos Guardiões da Galáxia e tudo mais. Então, tudo isso estava naquele ponto de ebulição, de caramba, Vingadores, eles vão lançar um jogo.
E aí os Vingadores, feito pela Crystal Dynamics, sai no ano seguinte à conclusão dos Vingadores no cinema, que foi um grande evento. Mas aí o jogo, já desde que eles mostraram... Na verdade, acho que eles mostraram o jogo em 2019 ainda. E aí rolou uma recepção meio... Acontece com os rostos desses personagens, acontece com essas mecânicas.
E eu sei que as pessoas têm sentimentos muito diferentes em relação ao que elas não gostam nesse jogo. Pra mim, a pior coisa de Marvel's Avengers é o seguinte. É eu chegar num jogo achando que eu vou ter uma experiência de ação e aventura, em que eu pego um Vingador, um Thor, um Hulk, um Homem de Ferro.
e que eu vou me divertir jogando, só que eu vou estar atirando em um monte de boneco bucha e equipando um monte de... Ah, uma pulseirinha que vai te dar 0,27% a mais de dano se hoje for terça-feira. Sabe?
Esse monte de coisinha que você tem que ficar acumulando. Abre aquele baú, aquele experiência de loot que é exaustiva. Que você gasta mais tempo administrando, jogando fora loot e tentando converter aquilo em alguma coisa. Reciclar aquele loot do que jogando o jogo de fato. Obviamente que isso foi ganância.
foi eles querendo monetizar em cima de você poder comprar item, comprar depois certos tipos de melhorias que vão te dar uma experiência assim, assim, assado. Mas esse jogo, mecanicamente, ele tinha potencial para ser um bom jogo dos Vingadores.
Eles conseguiram encontrar mecânicas bacanas pra cada um dos super-heróis. Mas chegava na hora de usar essas mecânicas e era isso. Era um monte de boneco bucha pra caramba e um monte de baú pra você ficar pegando umas pulseirinhas. Cara, sério. Algum designer muito bom de mecânica de combate que tava no meio de uma experiência com diretores ali e outros designers que estavam fazendo ele aplicar essas mecânicas legais em um completo nada, sabe?
Então foi bastante decepcionante. Eu acho esse jogo um bom 6 de 10. O que pode ser bom, pode... É assustador pra galera ouvir um 6 de 10, né? Às vezes é divertido. Eu gostei mais desse jogo do que a média e eu acho que isso passa muito pela questão da expectativa. Eu lembro que a gente já tava junto no The Enemy quando a gente tava fazendo a cobertura pré-lançar. Esse jogo saiu na pandemia, né? A gente tava fazendo a cobertura pré-lançamento desse jogo.
lá na época que a gente ainda tinha o estúdio do The Enemy, e eu lembro que eu falava, eu falava, cara, esse jogo não vai ser o que vocês estão pensando em vídeo lá e tal, e os comentários do YouTube do The Enemy, mano, me carcavam, todo mundo, você tá maluco? Esse jogo, que tinha o Érico Borgo lá, hypando o negócio, né, esse jogo vai ser meio bunda, cara, vai ser meio bucha, vocês estão ficando hypado por nada e tal, e a galera, não, porque, e aí a galera que ficou entrando, entrou nesse negócio, achando que é ação, negócio espetacular, pegou raiva dele,
Eu que joguei já meio que sabendo desde o anúncio que ia ser meio bucha, eu, é, ok. Mas é isso, né? Ele é o Destiny de Avengers, com personagens que têm todos os seus superpoderes representados de uma maneira até que interessante visualmente na tela, mas totalmente nerfados, né? Pra se acoplarem a essa coisa de, ah, o Hulk tem que dar 15 socos no vilãozinho genérico pra matar ele antes. O que...
Cara, por que a gente tá jogando um jogo de Avengers se você vai relativizar tudo, né? Se todos os personagens têm as mesmas capacidades em combate. Nada a ver isso, a ideia é torta. Mas, sei lá, eu não tenho raiva desse jogo, Jason. Eu acho que é um jogo que é vítima do próprio hype, é vítima da própria licença, né? Sei lá. Eu tenho raiva, eu tenho bastante raiva desse jogo.
Até porque se ele fosse um completo lixo, eu diria, ah, beleza, é um completo lixo, mas é ver o potencial desperdiçado. Porque, sério, eu me lembro, a primeira vez que eu joguei, eu joguei uma Demon antes, e eu joguei essa Demon acho que na BGS, se eu não me engano. Chegou na BGS até bem próximo de quando tinha saído lá fora a Demon, e eu consegui jogar como jornalista lá. Não lembro se todo mundo teve acesso logo de cara, mas eu consegui jogar.
E eu me lembro que eu achei mecanicamente bem legal jogar Capitão América, jogar com Thor. A demo devia ser uma das partes mais... É o início do jogo. Mais viárias, né? É aquela parte do início lá, antes de estourar a bomba lá e tal. Enfim, mas é bem interessante. E uma coisa que me decepcionou também, que eu não mencionei, e aqui talvez seja um pouco mais polêmico, é que eu detesto o que eles fazem com a história, usando como fio de condutor, a Kamala. E eu acho que essa versão da Kamala é uma versão extremamente irritante.
Você pega, por exemplo, a Kamala da série, que é uma personagem completamente adorável. Eu acho ela muito simpática. Mesmo sendo uma série meio mais ou menos, eu acho que a... Como é o nome da menina? Iman Valan. Eu não me lembro o nome da garota que faz. Mas ela é extremamente carismática. Acho que ela funciona super bem no papel. Acho que ela entrega tudo. Acho que ela consegue vender a ideia de que, olha, essa aqui é uma personagem de quem você vai gostar. Mesmo sendo uma personagem adolescente. Eu não gosto de adolescente no geral.
Mas ela consegue ser uma personagem muito adorável. A Kamala desse jogo é, assim, deu cinco minutos e eu falei, não aguento mais essa garota. E você vai com ela, né? Ela que é o fio condutor. Ela que é a fangirl que vai te levar ao longo da história. E ela, toda vez que ela vem, ai meu Deus, o Capitão América! Ai, o Homem de Ferro! Caramba, cala a boca, garota! Cala a boca!
É muito irritante. É muito irritante. Acho que ela é uma das únicas personagens que eu não achei divertido de jogar. Eu depois não joguei os personagens que chegaram por DLC. A expansão de Wakanda lá eu já estava em outra dimensão. Vieram vários personagens depois. Gavião Arqueiro, Pantera Negra. Viu um monte de gente, mas eu acabei não jogando. Eu joguei só com os que estavam lá no início mesmo.
Mas é isso, é um monte de potencial desperdiçado. Você pega esses bonecos com esses golpes, esse visual até que eles têm, e coloca num jogo que foi projetado pra ser um jogo de ação, em que você tem, sabe, inimigos que respondem de acordo com a batalha. Você abandona todo o loot bizarro que tem. Você abandona essa coisa de numerozinho pulando na tela, que a galera adora isso. Essas peças em um jogo que não era pra ser um jogo serviço. Seria legal. Isso, exatamente.
E é isso, é uma oportunidade perdida que acho que a gente não vai ver um outro jogo dos Vingadores. Não nessa escala. Não nessa escala e não nessa década, pelo menos.
Talvez seja a ousadia da minha parte, mas eu acho que já tá na hora de falar de novo sobre Metroid Prime 4 Beyond, da Retro Studios, cara. De longe, pior jogo da história da Retro. O único jogo deles que eu diria que é verdadeiramente ruim. Isso aqui é o... como dizer isso da melhor forma? Ele é a prova de que às vezes é melhor cancelar um jogo, cara.
A carga emocional que a galera depositou sobre o anúncio que a Nintendo não deveria ter feito em 2017 de Metroid Prime 4. Que era aquela coisa meio, vamos entregar aos fãs o que eles pediram e tudo mais. E cara, você vê, dá pra ver no jogo. Você não precisa nem saber ler o código do jogo pra perceber os pontos em que eles remendaram com o Superbond ali. Os pedaços desconexos desse jogo aqui. Que era o que eles tinham.
no desenvolvimento, né? Esse jogo, o Metroid Prime 4, pra quem não se lembra, ele começou sendo desenvolvido lá pela Bandai Namco, lá em Singapura, aí depois de uns anos eles cancelaram essa versão do jogo. A Retro Studios que sabe, sei lá, o que ela ficou aquela geração inteira fazendo, ela pegou o projeto pra si e supostamente tinha reiniciado o desenvolvimento dele, mas eu acho que o estado final do Metroid Prime 4 é a Baturo
Prova que eles não reiniciaram 100%, provavelmente pelo menos conceitos daquele jogo do original, do Metroid Prime 4, que foi cancelado, eles reaproveitaram. E o resultado, cara, é de verdade, assim, ele é 5 ou 6 áreas de jogos Metroid Prime que foram conectadas na base da força bruta, assim.
E esse que é o negócio, que eu vejo a galera na internet, inclusive eu saí do Twitter por causa disso. É, não sei se você sabia disso. Porque na época do lançamento do jogo eu falei mal pra caralho desse jogo, eu achei uma verdadeira porcaria. E os nintendistas me pegaram pra Cristo e eu acho que tem muito a ver com a coisa de...
Ah, todo o investimento emocional que eles depositaram nesse negócio ao longo de uma geração inteira. E é uma franquia lendária e não pode... Ah, como assim você tá falando? E, cara, você não vê o que tá na frente dos seus olhos, cara. Metroid Prime é uma série sobre explorar espaços tridimensionais de uma lenda interessante. São espaços tridimensionais que são recompensantes de você explorar, de você descobrir segredos, de você caçar áreas novas e tal. E Metroid Prime 4, cara, ele é um deserto, ele tem aquele hub world lá por onde você passa. Você não jogou isso, né, Dias? Eu acho que...
Não joguei. Eu vi algumas reviews e eu vi trechos de gameplay. Eu sei alguns dos criticismos, né? Algumas das críticas que as pessoas fazem, mas eu não joguei. Então, basicamente, você tem um deserto enorme, que é a coisa mais sem graça de todos os tempos. É tipo um grande vazio ali, que não tem nenhum propósito, além de ser negócio pra você grindar uns cristais ali que você tem que pegar passando por cima com a moto.
E por meio desse deserto você consegue acessar áreas que estão desconectadas umas das outras. Então tem a área do gelo, a área do vulcão, tem a área da floresta e tudo mais. E essas áreas não conversam entre si. A única ligação entre elas acontece dentro do Hubble World. Que, cara, em Metroid Prime isso é loucura. Pra mim um fã de Metroid Prime defender isso é insanidade. Porque na prática é como se você estivesse jogando um Crash Bandicoot da vida. O deserto é a...
É a sala de seleção de fase lá, que o Crash vai pro portal e é teletransportado pra um outro mundo, uma outra dimensão ali que não tem nada a ver com as demais. E vai contra até o próprio princípio de Metroidvania, que Metroid Prime tenta aplicar em 3D. Metroidvania é você ter tudo conectado de alguma forma, né?
Esse que é o negócio, cara. Então, assim, é um jogo que, na estrutura... E eu não culpo os desenvolvedores, porque eu realmente acho que é um caso de... Cara, eles devem ter pego uma coxa de retalhos ali e tiveram que fazer o que dava ali com o que eles tinham. E, assim, tecnicamente o jogo é bonito, a trilha sonora é boa, tem alguns elementos legais ali. Mas, o principal, cara, a exploração, ele simplesmente... É simplesmente a antítese do que um jogo Metroid Prime deveria ser. E aí, quando você quebra a essência de uma série, você...
causa vários outros problemas, né? Então a coisa do Hub World ser completamente sem graça, não tem nenhum propósito, você sente que o jogo tá simplesmente perdendo o seu tempo enquanto você tá andando de moto ali naquele negócio. Aí tem a coisa dos NPCs que eles colocam que tem um propósito na história que é te dar power-ups, né? Então, antigamente em Metroid Prime você simplesmente encontrava o power-up numa sala escondida ali e tal, e era assim que você prosseguia, né? Só que como o jogo tem essa natureza mais...
rompida, né, com os pedaços dele desconectados uns dos outros, o jogo tem que forçar você a voltar pra área inicial pra ativar os seus power-ups e aí é por isso que tem que ter um NPC que ativa o power-up pra você depois de você encontrar o item. Esse jogo é um completo fracasso.
uma mancha na franquia, muito pior do que o Metroid Other M. O Metroid Other M no Wii, pelo menos, estava tentando fazer uma coisa diferente. É uma ideia idiota que eles tiveram de controlar um jogo tridimensional com o Wii Remote virado de lado ali, só no D-Pad. Absolutamente nada a ver a ideia, mas pelo menos eles estavam tentando fazer alguma coisa diferente, cara. O Metroid Prime 4 não é um jogo. O Metroid Prime 4 é um time de desenvolvimento... O Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple Purple
desesperado, correndo de um lado pro outro, sem saber o que fazer, pensando, cara, como que a gente vai entregar um jogo, como que a gente vai entregar um pacote que as pessoas vão comprar desse negócio aqui. A gente não quer nem que esse negócio seja bom, a gente só quer sobreviver a esse período terrível de nossas vidas aqui. Quanto mais tempo passa, menos eu gosto desse jogo, Dias.
Eu ouvi muitas pessoas reclamarem daquela coisa dos NPCs chatos, acho que tem um cara lá que ficou o tempo todo enchendo o saco lá e tal, mas a coisa que eu vi que na hora, antes mesmo de eu saber o que a comunidade tava falando sobre esse jogo, a coisa que eu vi que me acendeu um alerta vermelho que eu falei, cara, isso daqui eu não vou gostar de jogar, foi a parte do deserto. A hora que eu vi a Samus de motinha quebrando aquele cristal naquele completo nada, pegar cristal pra ficar farmando ali, eu falei, cara, que negócio chato.
Nada a ver com nada, cara. Eu perdi um pouco da vontade, porque eu vi que era uma parte, não sei se exatamente integral, mas é uma parte que aparece bastante no jogo, né? Sim. Pra ir de um lugar pro outro, você tem que passar por ali. Então, sabe aquelas telas de carregamento que Metroid Prime tinha já, né? Que tipo, a porta... Você tá no controle do personagem, mas não tem nada pra você fazer ali porque o jogo tá carregando, né? Parece que é basicamente isso. Só que muito... E, cara, agravante...
Tem tipo uns shrines, né? Umas... Tipo o shrine de Zelda mesmo, que você encontra no meio do deserto. Só que o jogo é Metroid Prime. É um jogo Metroid, que você tem power-ups diferentes, né? Que você encontra ao longo da sua jornada, que desbloqueiam... Tipo, por exemplo, você encontra um raio novo lá, um missão novo que te ajuda a quebrar um tipo de parede diferente. Então, desde o começo, você consegue entrar em todos os shrines que você tem pelo mapa ali.
Só que muitos dos Shrines, você entra, tem a tela de carregamento, você entra lá, você olha pro negócio e fala, ah, ok, eu não tenho o power-up pra entrar, pra pegar a recompensa desse negócio ainda. O que poderia estar na entrada, na porta ali, algum tipo de aviso, né? Mas mesmo que tivesse, porque a ideia do Shrine do Zelda é legal, porque se você encontrou aquele Shrine, você consegue pegar tudo que tá lá dentro, porque você tem todos os poderes com você já, né?
Você não tem um power-up que você tem que encontrar Isso não faz sentido no Metroid, cara Porque no Metroid, e aí virava uma coisa Tipo, cara, eu passava, depois de umas certas horas Eu simplesmente passava pela frente do Shrine E eu nem entrava, porque pra que eu vou perder meu tempo? Eu não sei se eu vou conseguir pegar o item lá Depois que eu pegar todos os power-ups do jogo Aí eu passo umas duas horas aqui Girando essa porra de deserto sem graça Atrás dos power-ups que eu podia ter Cara, que merda de jogo, Dias Puta merda, cara Eu odeio esse jogo, velho Muito ruim E aí
faz sentido, eu acho que deve ter muita gente que não jogou os Metroids anteriores, que talvez tenha caído no jogo talvez, talvez e tenha gostado porque expectativas né, é bem feito os controles são legais é bonito, é um jogo de tiro da Nintendo com a Samus, que eu me lembro que é essa personagem e tal
Mas eu imagino realmente que quem estava esperando uma sequência real de Metroid Prime 3 possa ter se decepcionado bastante. Tudo isso para não entregar meu próximo Donkey Kong. Tudo isso para eu não ter a continuação de Tropical Freeze. Obrigado, Metro. Obrigado. Eu não quero parecer repetitivo aqui, mas vou ter que falar de um jogo que se encaixa muito nas mesmas críticas que acabei de fazer no Avengers. É um outro Marvel's Avengers. Tem que bater nos dois lados, né, Dias?
Eu acabei de perceber que esse aqui vai ser o terceiro jogo de super-herói que a gente fala nessa lista. É verdade, é verdade. Que é o Suicide Squad Kill the Justice League. Você literalmente só falou de jogos de super-herói até agora. Pois é, né? Mas não foi planejado. Isso aqui caiu, né? Por algum motivo a gente acabou caindo nessa...
nessa listagem. Esse jogo foi feito pela Rocksteady, que é um estúdio que é meio recente, eles foram fundados ali na metade dos anos 2000, e eles fizeram os jogos da franquia Batman, os três principais jogos da franquia Batman, mais o jogo de VR. Então eles estavam acertando até aquele momento. Esse jogo passou por muita dificuldade no processo de desenvolvimento.
Ele foi adiado. Tem rumores de que ele foi mudado internamente várias vezes, né? Que inicialmente ia ser um jogo da Liga da Justiça, que eles pensaram em fazer um jogo, sei lá, da Mulher Maravilha, e aí tinha uma ideia de fazer um jogo do Flash, e aí em algum momento essa porra virou o jogo do Esquadrão Suicida, num período inclusive muito curioso, porque quando esse jogo foi eu não lembro se quando ele foi anunciado, quando saíram os primeiros vazamentos sobre a existência dele. Não tinha saído ainda o Esquadrão Suicida do David Iyer, aquele filme de 2016.
17? 18? Nossa, eu não tinha saído nem o primeiro? Sério? Não, que tinha sido um completo desastre, né? É. Porque eles já estavam trabalhando com coisa nova, o Batman é de 2015, o último, o Arkham Knight, e aí acho que tinha esse rumor de que era um jogo do Esquadrão Suicida, num período que, nossa, Esquadrão Suicida, logo na sequência flopou, aí veio o bom filme do James Gunn, mas que saiu na pandemia e que muita gente não viu.
Então, também rola essa coisa de... Você acaba não atingindo exatamente o mesmo público. Só que acho que mesmo naquele momento em que tinha sido redimido, de certa forma, o Esquadrão Suicida nos cinemas, com o filme do James Gunn, a ideia de... Caramba, a gente vai pular do Batman pra fazer um jogo do Esquadrão Suicida, sabe? Por que não fazer de algum outro personagem da Liga da Justiça, né? Já que você não quer fazer da Liga inteira. Tinha rumores que eles estavam tentando fazer uma coisa do Superman e que não deu certo e tal. Acho que o próprio conceito do jogo, ele já começa ruim. E aí, quando você vai jogar, é um jogo que...
tá também bebendo de jogo como serviço. Ele até deixa você ter uma experiência não offline, mas single player. Mas é aquilo, é um jogo de bater em vilão genérico, ver numerozinho e pular, né? Basicamente, essa parada aqui é um problema, o mesmo problema do Avengers. Eu acho que, diferentemente do Avengers, pelo menos ele tem umas coisas interessantes em como ele trabalha com narrativa, né? As cutscenes, tem umas cutscenes legais, né? Você tem ali uma...
Não sei, tem um pouco daquele DNA da Rocksteady em criar um mundo ou mostrar os personagens de uma forma que engaje. Eu não gosto da ideia de fazer um jogo do Esquadrão Suicida enfrentando uma Liga da Justiça que tá corrompida e matar a Liga da Justiça. Eu não gosto dessa ideia. Essa ideia é merda pra caramba.
A não ser que você vá fazer, digamos, um spin-off no futuro, depois de já ter contado um jogo, feito um jogo com a Liga da Justiça, sabe? Faz primeiro o básico, depois você pensa em reinventar. Isso aqui, pra mim, é uma tentativa de reinvenção. Ninguém vai torcer por esses personagens. Você tá querendo... Você queria jogar um jogo com a Liga da Justiça. Você quer jogar com o Batman, com o Superman, com a Mulher Maravilha, com o Flash.
E aí você tem um monte de personagens que você não está tão conectado com eles tentando matar esses heróis que você conhece muito bem. Eu acho que essa ideia é muito ruim. Dito isso, por ser a Rockstar, eu acho que eles tornam isso minimamente interessante, que é algo que outro estúdio talvez não conseguia fazer. Eu acho que vários estúdios, se pegassem a história, tornaria ela ainda pior do que o que eles entregam.
Mas aquilo, a interface desse jogo é feia, é um monte de coisa pulando na sua tela. Eu me lembro de ter visto na época, ter jogado tutorial, cara, tutorial desse jogo, quantidade de coisa, uma poluição visual que você não sabe pra onde olhar, quantidade de coisa que vem na sua tela. Pulando de um lado pro outro, sabe, atirando em um boneco genérico, e aí mexendo com loot, mexendo em arma, aquela coisa, eu não gosto dessa experiência Borderlands, eu sei que tem gente que gosta, mas essa coisa de eu estou gastando mais tempo administrando a...
coisa que eu vou botar aqui pros meus bonecos usarem, do que jogando de fato uma experiência legal. Eu tenho uma anedota legal disso, Dias. Ah, me conte. Assim, esse é um jogo que eu odeio também. Eu joguei esse jogo inteiro em live e é um daqueles que a cada... Você terminou ele? Eu tenho um jogo inteiro em live, sim. Meu Deus, a coragem.
Cara, e é uma coisa que... Mas eu tava pelo meme, assim, era pelo conteúdo, porque era engraçado, cara, porque assim, a cada 15 minutos acontecia um negócio que você fala, cara, não é possível que isso é uma coisa que tá num jogo de um estúdio que teoricamente é bom em 2024, o ano de nosso senhor, cara. O negócio que eu ia falar do Lúcio, que eu joguei o jogo inteiro e eu não mudei as minhas armas, Dias. Você não vestiu nas armas?
Sabe por quê? Porque tinha bônus de pré-venda pra quem tinha conseguido a cópia de review ou quem fez a pré-venda do jogo lá. As armas que vinham no bônus de pré-venda eram melhores do que literalmente todos os itens que você encontrava na campanha base. Nossa, é foda. Então é pior do que o que você tá descrevendo. Então, tipo...
Tem a mecânica, tipo, o jogo é centrado em torno da mecânica de você ficar pegando essas armas ali, e ficar trocando seu inventário, que nem Destiny, que nem Marvel's Avengers e tal. Só que eu não tive nem o desprazer de engajar com esse sistema, porque pra mim tudo era pior do que eu tinha já no inventário desde o momento 1 do jogo, cara. A gente tem um amigo que defende esse jogo, né? Eu não vou falar o nome dele aqui porque eu acho que é muito humilhante, mas tem um amigo que trabalhou com a gente que gosta dele. Eu acho que eu segui, né?
O sistema de movimentação desse jogo é bem legal. Então, cada personagem tem algum tipo... A Harley Quinn tem os ganchos dela e tal. O jeito que você se movimenta por esse cenário tridimensional super verticalizado, eu acho gostoso nos dedos, assim, tipo, de uma forma tátil. É legal. Isso me divide porque, assim, é legal, mas ao mesmo tempo eu odeio olhar pra tela e ver uma coisa que me lembra, sei lá, Crackdown 3, sabe?
Sim, sim, sim. Bonequinho pulando sem parar em cima de prédio, estourando bichinho genérico e tipo... Como é que o pessoal tem um termo que a Girlfriend Reviews usa? É diarreia de cores, que ela fala. Aquela diarreia de cores, assim, coisinha estourando na tela.
Gente, eu odeio isso. Eu odeio muito isso. Não sei, parece que eu tô vendo um daqueles vídeos de TikTok que a pessoa tá falando aí embaixo, tem alguém cortando sabão. Eu odeio isso. Me entrega uma experiência sólida, uma experiência que é coesa no que eu estou jogando, no que a história tá contando. Não sei, eu não gosto de nada disso. Eu não gosto do que esse jogo propõe.
A parte visual é ruim, mas é gostoso de controlar. É legal. Tipo, eu quero ir do ponto A ao ponto B. Fazer esse trajeto normalmente é legal. É isso que eu tenho de coisa boa pra falar desse jogo. O fato de que Metrópolis... Tá, tipo, deserta, né? É basicamente um monte de alienígena. É um grande...
É um Crackdown 3 da vida, é um Sunset Overdrive da vida, é tipo um grande playground onde você vai dar tiro em bicho, tá? Beleza, então, né, você pegou um dos grandes pontos, mesma coisa do Metroid Prime 4, uma das coisas que a Rockstar era boa em fazer era criar o cenário super envolvido, super específicos dos jogos do Batman, né, em que você reconhece os lugares apenas por olhar ao seu redor e tal, enfim, isso não tá presente aqui, mas, cara, as lutas contra a chefe, a luta contra o Superman perto do fim do jogo, cara, é...
É tipo, nível jogo licenciado de Play 1, assim, a mecânica da coisa, de quão mal feito é. O Superman, ele fica invencível, 90% da luta, você não tem nada pra fazer, você só tem que ficar desviando de uns projétil que vem na sua direção de uma maneira meio idiota, e aí, arbitrariamente, ele fica desprotegido lá e você tem que correr e meter bala nele. Muito ruim. É, não fui tão longe, não.
Mas o pior pra mim, cara, que... E eu não tenho o menor medo de falar abertamente sobre o fim desse jogo aqui, porque acho que você nem consegue mais jogar esses negócios, né? Acho que os servidores já estão fechados. Não, acho que você consegue jogar. Você consegue. Você consegue jogar offline. Tá, mas eu vou dar spoiler. Vou contar o fim do jogo aqui porque foda-se, cara. Você faz tudo aquilo, todo aquele sofrimento, morre todo mundo. Ah, meu Deus, morreu a Dayane, não sei o quê. E aí você chega no fim e o jogo tem a audácia, a pachorra de falar...
Ah, então essa aqui é uma de 13 dimensões onde o Brainiac tá tentando atacar. E aí eles fazem teaser, né? De que vai começar a aparecer todos os personagens que você matou. Vai aparecer também a versão da outra dimensão. E aí da outra dimensão e tal. Que é tudo, no fim das contas, uma grande desculpa pra você simplesmente ter esse jogo em perpetuidade.
reciclando o asset, reciclando o cenário com uma cor um pouquinho diferente, como DLC. Nossa senhora, cara. Eles foram covardes. Eu não digo a Rockstar, a Rocksteady, mas talvez a Warner, né, na direção. A gente já falou nos nossos programas de notícias a bagunça que tava rolando lá, né, aqui na época. O cara que tava cuidando lá. Como é que é? O Haddad, né? Não do PT. Foi o David Haddad? Acho que é o primeiro nome dele. Você tá confundindo com o Saslav, mas sem tempo. Não, não. Mas é Haddad o nome do cara mesmo.
Eu sei, mas não é David, eu acho, é outra coisa. É, eu não me lembro o nome dele. Mas esse cara, ele... É David de Adade, encontrei aqui, é isso mesmo? É David de Adade mesmo, olha lá. Ele... Rumores de que ele chegava lá e que a galera perguntava o que a gente faz agora, ele meio que não respondia, que o cara sumia, que ficava fazendo, coçando no escritório, não fazia nada e tal.
E esse jogo passou por um grande caos, e eu me lembro de acompanhar as notícias, eles falaram e voltaram umas duas vezes com a coisa de, ah, esse jogo se passa ou não se passa no universo do Batman Arkham, né? Sim. Porque no final do Batman Arkham acontece uma coisa que, né, não era pra continuar a ter Batman depois disso.
E aí depois, nesse jogo, eu sei que tem um... Já que você contou spoiler do final do jogo, tem uma morte horrível, horrível no sentido de muito mal feita, como é escrito, como é contado, do Batman nesse jogo. Acho que é uma mancha, não só no legado da franquia, mas também no legado de quem estava envolvido com o Batman antes, o próprio ator que fazia o... O Kevin Conroy. O Kevin Conroy. Mas eles foram e voltaram.
O primeiro jogo vai ser Sim, incluído nesse universo Depois o jogo não vai ser Aí depois, é, mas está num outro universo Eles não souberam Ali, quem estava desenvolvendo Saber que rumo que isso teria É triste, é muito triste ver porque Como você bem falou, você chegava nos cenários Dos jogos do Batman e cada detalhe Eu me lembro, a primeira vez que eu joguei o Batman Arkham Asylum Em 2008, 2009 2009 que ele foi lançado
E eu me lembro de chegar dentro de uma área e encontrar easter eggs, encontrar mensagens na parede, encontrar uma peça que era da Mulher Gato. Falei, caramba, os caras estão... Cada cantinho parece que é um pedacinho de Gotham. E eles replicaram isso nos próximos jogos e tal. Aí você chega nisso e parece que é o completo inverso da filosofia, no sentido de que tudo é feito em grande quantidade, mas sem muito cuidado. Tudo é feito, sabe, pra Brin Rot, assim. Tipo, eu nem tô pensando no que eu tô fazendo, sabe?
Isso é bem triste mesmo de ver um estúdio como Rocksteady nesse ponto, sabendo que nesse momento que a gente está gravando, ele está no pacote da Warner Brothers que está sendo vendido para Paramount. A gente não sabe o futuro desse estúdio. Acho que se fecharem estúdios na divisão de games, eu acho que esse é um estúdio que tem grande risco de ser fechado, porque ficou muito tempo desenvolvendo um jogo que flopou imediatamente e agora teria de ficar mais um tempão desenvolvendo o próximo jogo do Batman, que aparentemente eles estão fazendo.
Então é meio triste quando eu olho isso, porque era um dos estúdios que até antes desse jogo era um dos meus preferidos. É, eu chuto que é o último jogo deles, cara, eu não vejo um futuro.
Agora vamos falar de uma franquia, um estúdio, Dias, que teve uma fase terrível, aí lançou o jogo mais vendido do ano, no ano passado, e voltou imediatamente pra uma fase terrível. Mas não pela qualidade do jogo, né? Cara, aparentemente sim, a galera tá bem brava com como o Battlefield 6 está. É mesmo?
Sim, sim, o jogo tá com review mistas no Steam, eu tô criticando muito monetização, conteúdo novo que tá saindo desde o lançamento, é tudo ruim, parece, a galera tá bem brava, cara. Mas, enfim, a gente não tá aqui pra falar de Battlefield 6 hoje, a gente vai falar do que veio antes. O outro, o Battlefield 2042, que, pelo amor de Deus, que jogo ruim, cara. Eu me lembro do seu ódio quando esse jogo saiu. É, né? Você expressou muito ódio por esse jogo, e eu fiquei fascinado assim de ver.
Eu fui meio vitriólico ali mesmo, cara. Eu sou... A galera... Outro dia no meu canal, a galera falou que eu... Eu fico surpreso toda vez que eu lembro que o PH gosta de jogo de tiro. Eu adoro jogo de tiro, cara. E muito disso passa por Battlefield, cara. Eu era viciadaço em 1942. Eu era viciadaço em Battlefield Vietnã. Até a época do Bad Company 2 ali, eu gostava bastante. Battlefield 3 e 4 que a galera gosta. Eu não gosto tanto, mas eu entendo. Mas eu acompanhei de camarote a ruína desse estúdio aqui da DICE, que era um estúdio que...
entendia melhor do que qualquer outro como se fazer partidas de tiro em larga escala e cara, a cada jogo que eles lançavam tudo que eles sabiam lá no passado se deteriorava cada vez mais e o Battlefield 2042, na minha opinião é o ponto mais baixo de tudo que eles fizeram é um jogo que erra na estrutura dos mapas principalmente, não tem um mapa bom nesse jogo
É basicamente tudo uns grandes descampado aberto ali e tal, que eles simplesmente jogam os bonecos. Eu tenho a impressão de que eles devem ter demitido os level designers dele, cara. Eu não tenho como provar isso, mas é completo nonsense, assim, os mapas de 2042. Não tem nenhuma lógica, não tem nenhum propósito de design, sabe? É tipo tudo... parece que eles achavam que, cara, faz qualquer coisa aí, faz uma grey box aleatória aí, coloca uns obstáculos, uns carros no caminho, coloca uns prédios ali e tal. E, de forma orgânica, os jogadores vão...
Encontrar estratégias. Não, cara. Você tem que criar os mapas com carinho, com propósito, com intenção e tal. E, cara, nenhum dos mapas desse jogo tem nada. É tudo largado. Eles trocaram o sistema de classes que funcionou a franquia inteira. E trocaram isso por um sistema meio de hero shooter. Que tem os operadores específicos com habilidades lá.
nada a ver com nada também, quebra completamente o equilíbrio da partida, complica coisa que não tem nenhuma necessidade de complicar, e monetização bizarra, os mapas foram piorando depois do lançamento, eles não responderam ao feedback da galera, e pra mim na época era muito chocante, cara, porque eles, teoricamente, e assim, né, a gente viu que no fim das contas o que eles precisavam ter feito era voltar pro básico, né, que era...
o que o Battlefield 6 fez ali no lançamento. Mas era um estúdio que estava claramente perdido, era tipo cego em tiroteio, cara. Ele não sabia para onde ir e... E a resposta era literalmente só olhar para trás, cara. Tipo, vamos pegar por um momento e ver o que fazia dos Battlefield clássicos. Jogos bons. Na verdade, acho que a analogia de dizer que é um cego perdido em tiroteio não é válida, porque eles estavam enxergando, e eles faziam exatamente o contrário de tudo que eles deviam estar fazendo, basicamente.
Tomaram todas as decisões erradas. Sem contar que esse jogo ele saiu bastante quebrado, né? Eu me lembro que ele tinha bastante bug, né? Tecnicamente, todo bugado. Sim, sim, sim. Eu lembro que esse foi um daqueles jogos que eu fiz review lá no The Enemy na época da pandemia. E aí a gente teve aqueles testes remotos via Parsec, que era super esquisito. E na época eu tipo, ah, ok, o jogo tá todo quebrado, mas acho que é por causa da limitação técnica de como a gente tá rodando ele aqui e tal, né? Remotamente. Aí saiu 1.0, tipo, não, tá pior do que tava antes. Meu Deus do céu.
Jogo todo quebrado, tecnicamente ainda. Então, assim, eu não tenho mais a energia que eu tinha de ódio a esse jogo na época, porque eu acho que ele foi o que me dessensibilizou em relação a Battlefield. Tanto que o Battlefield 6 eu joguei muito pouco. Mesmo na época do lançamento eu gostando dele, eu acho que tá bom isso aqui, foda-se. Já não tô mais tão interessado assim. É, mas como...
exemplo de uma ruína de estúdio, na minha opinião. Você ainda gosta do Battlefront 2, né? Eu acho que eles lidaram muito mal com o sistema inicialmente, o sistema de lootboxes e tudo mais, mas o jogo eu acho que sempre foi bom. Ele tava desbalanceado, quebrado pela ganância. Depois eles consertaram isso, eles tiraram o sistema de lootboxes, eles ficaram mais de um ano trabalhando pra resolver isso, mataram as atualizações, mas o jogo ainda tá vivo hoje porque é um bom jogo, mas eu acho ele realmente um jogo bem legal.
Battlefront 2 nem tanto, com Battlefront 2 eu não joguei tanto porque eu não gosto dos mapas do Battlefront 2 também. Eu acho que é muito aquela coisa de, ah, é um mapa enorme que tem um único ponto de contestação ali que vira só um cabo de guerra meio chato ali. Mas o Battlefront 1, cara, cara, que jogo lindo, eu lembro de olhar o caralho e era bem na época... De 2015, você tá falando? É, é. E era bem na época que tava começando Star Wars da Disney, então eu tava no hype, eu tava comprando os quadrinhos, eu tava hypado pros livros e tal.
narrador, eles mal sabiam que eles esperavam era um rostinho bonito com nada por trás, cara um jogo tão fraco, tão fraquinho mas era tão lindo e você falava, cara, isso aqui é a representação perfeita desse universo e tal, e eu me forçando a jogar aquilo lá, mas ali já tava bem óbvio pra mim, cara, que a DICE já definitivamente não era mais a empresa que ela era nos anos 2000 velho
Sei lá, eu acho que o que eles fizeram com Battlefront, mesmo o primeiro, é assim, Battlefront, primeiro eu acho que o problema dele é a falta de conteúdo, né? Até voltei a jogar ele também um pouco antes de eu voltar pro 2, joguei algumas boas horas aí, uns anos atrás, e é aquele jogo assim, que beleza, eu acho ele muito gostoso de jogar, muito divertido, mas quase não tem nada, né? Eles lançaram o jogo Bare Bones, assim.
E o 2 já meio que remedia isso, né? Minha história com Battlefield é bem curta. Joguei um pouco do 3 e eu joguei os dois Bad Company, né? Eu joguei Bad Company 1 e 2, que eu gostei bastante da época. Eu tenho o 4, nunca joguei. Eu joguei um pouquinho do Hardline, que é um jogo que foi bem mal recebido, mas acho que nem de perto foi o estrago que foi o 2042, né? Mas eu lembro que o Hardline também... Você viu que o Hardline não é da Dice, né? O Hardline é da Visceral. É da Visceral, é. É da Visceral, é verdade. Não é deles, não.
Mas enfim, essa foi minha história com Battlefield. Você tem uma história bem mais antiga com eles, então acho que é completamente válido a raiva que você sente, se conversando, de outras franquias que eu acompanhava há muito tempo e vi elas se desvirtuarem. O jogo que eu vou falar aqui não é um jogo que eu odeio, muito pelo contrário. É um jogo que eu joguei...
e me diverti, mas ele tá aqui porque ele é mais um caso de potencial desperdiçado. Eu quero falar de FBC Firebreak, o último jogo da Remedy a ser lançado. Eles estão pra lançar, no momento que a gente grava aqui, a sequência de Control, Control Resonant, que pelos trailers parece ser do caralho, mas vai que o jogo é ruim, né? Não sei se vai ser um completo... Porque é uma coisa bem diferente do que eles fizeram até agora.
mas o problema de Firebreak, que é um jogo que se passa no universo de Control, eu acho que ele é mais técnico do que um problema mecânico ou de design. Eu acho que ele é um jogo que tem ideias muito divertidas e eu acho que se eles tivessem feito um jogo que não quebra o tempo todo, que não tem essa dificuldade de fazer um bom matchmaking e que entregue experiências menos repetitivas, eu acho que ele teria sido um jogo fantástico.
E claro, o modelo de negócio também, né? Eles fizeram um jogo pago, que beleza, saiu na PlayStation Plus, acho que saiu no Game Pass também, né? Então tinha muita gente jogando, eu joguei inclusive pela PlayStation Plus, mas é um jogo que você vê que tem um carinho, né? Que tiveram umas ideias legais ali de como brincar com essa ideia, porque a proposta do jogo é o seguinte, o Control se passa nessa casa, como é que se chama a casa mais antiga? Casa mais velha. Oldest House, acho que é o nome em inglês, eu não me lembro como é que é em português.
Mas lá dentro acontecem vários fenômenos paranormais de dimensões, né? Criaturas vindo de várias dimensões e causando grandes problemas no nosso mundo. E esse jogo, ele acompanha uma equipe que tá ali dentro, que são os caras que vão apagar incêndio, muitas vezes literalmente. Então tem lá uma entidade, né? Não é a entidade que eles chamam.
esqueci agora o nome dos termos de control, mas você tem esses eventos acontecendo de criaturas vindo das outras dimensões e botando, tocando terror ali, botando fogo nas coisas, destruindo e causando tempestade, sei lá, eletromagnética, não lembro exatamente, mas coisas estão quebrando e explodindo basicamente no local.
E você tem que ir lá e cada personagem tem uma função. Então tem um personagem lá que é o cara que tem especializado em apagar fogo. Então ele tem algumas habilidades especiais. Tem o cara que é especializado em ser eletricista. O outro que é especializado em ser mecânico. Enfim, cada um deles vai ter uma especialidade. Então o ideal é que você forme uma equipe com atividades diferentes, com papéis diferentes.
E aí, você tá jogando e você tem que, em equipe, resolver aquele problema. Então, você vai de um ponto A ao ponto B resolvendo aquilo, aí você resolve aquele problema, vai pro próximo e tal. E é divertido, ele é um pouco mais cômico, né? O Control, ele tem um pouco dessa pegada cômica que você lê nos arquivos, até uma cena ou outra, né? Que tem essa coisa de brincar com o bizarro.
a la Twin Peaks, assim, de brincar com a comédia, mas ele é um jogo sério. E o Firebreak, ele é muito mais um jogo cômico. Ele é um jogo, realmente, de você dar risada fazendo. E eu acho que ele tem esse núcleo que funciona muito bem, mas, como eu falei, é um jogo muito quebrado. Eu me lembro de passar por várias frustrações. Joguei ele por umas duas, três semanas, diretão, assim. Ele foi o meu jogo durante esse tempo. Eu pegava na hora de jogar videogame, eu ia jogar esse jogo.
E era divertido pra caramba, mas quebrava o tempo todo, desconectava, ou alguém da equipe saía e aí a gente não conseguia resolver o problema, ou ele não criava limitações pra que você formasse uma equipe com aquelas funções que você precisava. Então, às vezes, todo mundo só queria pegar a mesma função, sabe? E aí precisava de resolver uma coisa que tinha uma função específica e o jogo não criava essas delimitações pra você formar uma equipe.
Então um monte de problema técnico e pouco conteúdo. Eles lançaram quantidade de conteúdo que dava pra você passar umas horas ali, mas eu acho que seria mais legal eles terem lançado uma quantidade maior de conteúdo de cara e fazer poucas atualizações depois. Só que essa coisa de jogo como serviço é complicado, você tem que ficar alimentando, né? Então, quando eu joguei, tinha saído, não tinha saído nenhum mapa ainda, mas eles tinham prometido um pra algum momento.
E depois de um tempo, eles falaram que iam encerrar o jogo. Então o jogo deve estar no ar ainda, imagino. Tá, sim, tá, sim. Mas gerou pra Remedy um grande rombo, né, de grana, tanto que o CEO deles resignou. O cara pediu a demissão depois do que aconteceu lá e tal, porque o jogo fez eles perderem muito dinheiro.
O que é triste, porque eu acho que, mais uma vez, é um jogo que tinha potencial, só que você tem que investir dinheiro e tempo pra fazer esse jogo ser legal. E eu acho que esse jogo, ele funcionaria melhor como um... digamos, sei lá, um daqueles multiplayer modelo antigo. Um modo online do Control 2, né? Exatamente, um modo online do Control 2. Então, tipo, é um aperitivo. Você lança lá, tipo, o The Last of Us tem lá os... Como é que chama? Jogo de sobrevivente lá, eu esqueci o nome. Factions. O Factions. Você não precisa ficar lançando um monte de atualização.
Você lançou, tá lá, quem quiser brinca, a pessoa abre o menu pra jogar o jogo, a pessoa tá comprando depois de uma promoção, depois de dois anos que o jogo saiu, ela abre o menu, tem ali uma área multiplayer, vai ter sempre algumas pessoas jogando se o jogo for legal o suficiente. Isso não existe mais, né, cara? Simplesmente não fazem mais isso. Hoje você tem que lançar o jogo e você tem que gastar toda uma equipe pra ficar ali criando conteúdo pro jogo até que o jogo flop. É uma pena.
Não é um modelo sustentável. Eu acho que esse é um jogo que, com as expectativas certas sendo colocadas dele como um complemento bacaninha, talvez até um DLC, sabe, que você lança pro Control, ele teria sido uma experiência mais adequada praquilo que ele tá se propondo a fazer.
Dito isso, é um jogo que não foi fechado, pelo menos até agora não sabemos se a Remedy vai fechar ou pretende fechar ele, eu chequei aqui agora. Eu achei que eles já tinham avisado que ia fechar, mas parece que não. Só que eles tinham falado que eles iam, eu não sei se eles iam parar de fazer conteúdo ou iam diminuir a quantidade de conteúdo.
Eu não sei, eu joguei esse jogo quando ele saiu, então agora pode ser que ele esteja num estado melhor, mas as reviews já saíram quando ele foi lançado e a recepção não foi boa, não sei se tem gente jogando ele nesse momento, e é triste porque, mais uma vez, é uma ideia bacana só que eu acho que foi colocada como um negócio que não deveria ser, ele não deveria ser o jogo multiplayer de controle, poderia ser um complemento, um DLC, uma coisa ali pra você se divertir e explorar um pouco mais esse universo. Eu não tenho muito o que falar dele porque eu gosto desse jogo.
Eu me diverti com ele enquanto eu joguei. Eu joguei no período pré-lançamento com a galera, fiz todos os chefes principais lá e pra mim foi o suficiente. Eu joguei como se jogaria um jogo multiplayer em 98. Tipo, beleza, qualquer dia talvez eu volte.
Não seria legal se ele fosse, tipo, sabe o componente? Você abre ali o menu do Control 2? Sim, sim, sim. Ou até um DLC pro Control 1, cara. Lances como um DLC. O pessoal do Control ama novidade. Então, você tá esperando não sei quantos anos pra um Control 2, né? Apesar de ter tido coisas ali no Alan Wake. Você fala assim, a gente tá lançando um DLC pra vocês jogarem com o Control. Pode ser até um DLC, sei lá, Standalone, se você não quiser comprar o jogo. Mas meio que tenta integrar ele ao jogo de Control pra você abrir o menu de Control quando você for jogar a campanha de novo. E você fala, ah, deixa eu jogar um pouquinho no multiplayer.
Que é o que a gente fazia antigamente, né? Coisa de 10, 15 anos atrás. Dito isso, eu não acho que a Remedy é um estúdio que sempre acertou. Eu não gosto de Quantum Break, viu gente? Eu sei que tem gente que gosta de jogo, é jogo muito ruim. Quantum Break tem ideias boas... Mal executadas. Misturadas com algumas das piores ideias de todos os tempos, né?
Eu me lembro que quando eu joguei o último chefe de Quantum Break, eu pensei, esse é uma das lutas de chefe mais mal projetadas que eu já joguei em toda a minha vida, num jogo AAA. Eu me lembro de ter ficado desacreditado com o quão ruim era o último chefe, quão tosca era a forma que eles tinham proposto para você jogar. Eu não gosto muito desse jogo, não.
acontece, acontece. Mas o Firebreak, eu acho que é um... Mas eu acho que ele é um jogo melhor em design do que o Quantum Break, mais interessante. Eu acho que a execução dele, por ser um... tecnicamente quebrada, né? Ter vindo quebrado, deslogando você o tempo todo, crachando o tempo todo. Teve isso, eu não falei dos crashes, mas bicho. Eu me lembro de um dia que eu fiquei, acho que, sei lá, jogando umas duas horas, o jogo crachou comigo umas cinco vezes, sabe? Então, é uma pena.
O penúltimo jogo da nossa lista aqui é o jogo que eu tenho mais ressentimento em toda a minha vida, Dias. Inclusive, eu não tenho muito pra falar sobre ele, francamente, porque eu sinto que até mesmo em X do controle eu já carquei ele aqui. Mas é um jogo que toda... Cara, nossa, que raiva que dá, né? Só de pensar que isso aqui aconteceu. Puta merda, mano. É o Paper Mario Sticker Star da Intelligent Systems.
desenvolvedora de Paper Mario, desenvolvedora de Advance Wars, desenvolvedora de Fire Emblem, um excelente estúdio que no Paper Mario Sticker Star, por, sei lá, a ordem do Miyamoto, sei lá, eu não quero, francamente, eu não quero saber, cara, eu não quero desculpas. Eu quero que vocês apaguem a existência desse jogo da história, velho.
Quando esse jogo foi anunciado pro 3DS, cara, eu... Ali já tinha, assim, quando eles soltaram os primeiros 3, eles já tinham os sinais de que a coisa tava desandando e tal, mas eu acreditei cegamente, cara, porque Paper Mario e Paper Mario The Thousand Year Door são dois dos melhores jogos que a Nintendo já lançou, cara. Eu acho absolutamente fenomenais. São RPGs simples, né? Aquela coisa do RPG que você consegue jogar sem muito estresse e tal, mas, cara, com tanta personalidade, com tanta criatividade, com tanto... Principalmente dentro do universo de Mario, né? Que é um universo que...
por muito tempo foi tão genérico, por assim dizer, né? Você tinha aquela estética e o Super Mario Bros. ali, que é tipo, ah, tá, é o 3D de capa de caderno da Tilibra, né? Que era isso, essa era a estética de Mario, né? E você pegava o mundo de Mario e colocava no Paper Mario, e do nada, cara, tinha um monte de personagem com nomes completamente diferentes e coisas que você nunca imaginava que você ia encontrar em um jogo da franquia e tal.
E aí você pula pro Paper Mario Sticker Star, que é o primeiro Paper Mario em um bom tempo, aquela altura, você teve o Paper Mario, o Thousand Year's Dory, acho que em 2004, no Gamecube, aí em 2008 ou 2009 você tem o Super Paper Mario, que já era um desvirtuamento da coisa ali no Wii. Então o Sticker Star era basicamente o primeiro, entre aspas, RPG tradicional de Paper Mario em quase 10 anos, ou talvez exatamente 10 anos, né?
E ele não é um RPG, cara. Eu não consigo entender como que a Nintendo pensou numa ideia tão ruim quanto essa, velho. Porque ele é um jogo que tem a cadência de um RPG, que tem as batalhas de um RPG. Em que você, né, você encontra o inimigo no mapa, tem uma transição. Aí vai pra uma cena de batalha por turnos, que é super devagar, super metódico e tudo mais.
E essa batalha não tem nenhum propósito, porque não tem experiência no jogo, não tem progresso no seu personagem. Você progride o jogo simplesmente encontrando itens que são os adesivinhos ali que você usa pra interagir com o mundo, que, diga-se de passagem, voltou a ser completamente genérico. Então não tinha nada da personalidade dos jogos Paper Mario anteriores. Mas a grande coisa, cara, era...
Era realmente isso, a coisa da mecânica de RPG sem as recompensas da mecânica de RPG, né? Porque se você tem batalha, essencialmente batalhas de RPG clássico japonês, interrompendo seu caminho o tempo inteiro, mas você não tá nem sendo recompensado por isso, você não tá nem ficando mais forte por isso, é só um jogo que tá perdendo seu tempo, cara.
Por que que eu vou... E aí vira aquele negócio que, cara, a partir da segunda hora do jogo você já tá desesperado pra desviar de tudo quanto é tipo de inimigo. Porque não tem por que engajar com essa mecânica central do jogo, né? Bizarro e... E assim, o que mais machuca era mesmo o fato de que era parte de uma franquia que tava carregando o nome, parecia ser o futuro de uma franquia que antes era tão querida, era tão diferente no catálogo da Nintendo e tinha virado... E do nada tinha virado essa coisa genérica de...
Ah, é, conversa lá com o Goomba. Aí, tipo, é um Goomba genérico, que não tem nenhum... Não tem nenhum chapéuzinho no Goomba. É, tipo, é o Goomba, chamado Goomba. E ele faz coisas de Goomba. Que ódio desse negócio, cara. Deixa eu te fazer duas perguntas. A primeira, você acha que o fato de ele ter sido um jogo projetado pro 3DS, que é o primeiro Paper Mario do 3DS, né? Acho que o único, né? Do 3DS.
Sim, sim, sim. Você acha que o fato de ele ter sido projetado para o 3DS pode ter influenciado em, sei lá, capado o jogo em aspectos que, num console tradicional, o jogo poderia funcionar melhor ou não? Não, acho que não, cara. O jogo original era de 64, né? Uma plataforma muito mais fraca que o 3DS. Eu acho que isso aqui foi aquele mandato que supostamente existiu dentro da Nintendo por uns 10 anos ali, de que tudo do Mario tinha que seguir exatamente... Era aquele... Como é que é quando tem...
a ABNT, as normas de estética de trabalhos acadêmicos você não pode fugir das linhas você não pode criar um Goomba que tem personalidade ou então uma versão do Reino do Cogumelo em que tá acontecendo alguma coisa esquisita e tal, é tudo super genérico e tal, só pra preencher um espaço no calendário de lançamentos aqui, eu acho que foi um jogo que foi desenvolvido com toda a criatividade do time de desenvolvimento coibida mesmo
E a segunda pergunta é, você acha que ele é um jogo ruim por ser um Paper Mario ruim? Ou você acha que ele é um jogo que, para alguém que nunca jogou Paper Mario, também acharia um jogo ruim? Também acharia um jogo... Você acha que é só o fato de você estar vindo com a carga de jogos bons da franquia que te decepcionam? Ou realmente ele é um jogo essencialmente ruim? Não, ele é essencialmente ruim mesmo. Porque ele é muito fácil. Os quebra-cabeças são um nível... Você pode chamar de um jogo para criança em idade pré-escolar, eu acho que... E...
Aí é uma ótica que você pode olhar pra ele e falar Ok, tá, eu entendi o que ele tá fazendo aqui Mas é muito fácil, é muito bobo É, de novo, é lento, né É um jogo que fica o tempo inteiro te interrompendo Com umas batalhas que não tem propósito de existir Então você progride É tipo, é um jogo de aventura ruim É um jogo de aventura truncado, né Paper Mario nunca voltou a ser o que era antes, né O Paper Mario, ele teve depois o Color Splash no Wii U Que segue meio que a mesma ideia É um pouquinho melhor do que o Sticker Star E aí
E depois você tem o Origami King, que é uma loucura, é uma outra coisa. Só que ele foi pra um lado de comédia, virou uma coisa de aventura esquisitona ali e tal, que eu acho que faz mais sentido. Mas é uma franquia que meio que morreu ali, na sua forma original, né? Vale falar de um jogo que eu não joguei?
Mas o jogo que eu não joguei é um jogo que eu não joguei propositalmente, um jogo que eu já tive a chance de jogar, um jogo que inclusive eu devia ter comprado por uns 5, 10 reais em uma promoção maluca, mas que eu não quis jogar. Eu quero falar de Mass Effect Andromeda, porque mesmo não tendo jogado, eu sei que é um jogo ruim.
Eu joguei, eu joguei. O que eu agentei, eu joguei. É, você é maluco. Eu me lembro na época que você falou em jogar, eu falei, cara, você é maluco. É um jogo que eu acompanhei todo o drama na época, enquanto ele tava saindo, eu vi todas as cenas bizarras e cômicas, né, e patéticas de diálogo. Eu vi todas as caras esquisitas, mal animadas. Eu vi os bugs, eu acompanhei tudo isso. E eu me lembro que na época eu trabalhava, quando o jogo saiu, eu trabalhava com a Kika. Abraço pra Kika Martini, que trabalhou comigo lá no Tecmundo.
E a Kika é uma grande fã de questão científica espacial, ela ama Star Trek, ela ama Mass Effect, ela era uma grande fã de Mass Effect. E eu me lembro que eu nunca vi a Kika falar com tanto ódio de um jogo como ela falou de Mass Effect Andromeda também. Enfim, eu vi muitos vídeos, vi reviews, acompanhei dando risada de longe, mas eu nunca quis jogar. Mas eu sei que a gente não podia falar de BioWare, falar de um estúdio que até aquele momento era um estúdio de prestígio, sem falar de Mass Effect Andromeda. Hoje a BioWare tá com a reputação dela bem baixa, né?
Ela lançou vários jogos ruins depois disso. Veio o Anthem, veio o... Agora mais recentemente o Dragon Age, veio o Guard. O que que teve? Teve alguma coisa no meio do processo? O que que teve mais? Não, foi isso. Algum projeto que foi cancelado? Não lembro. Ah, teve. Eu não lembro o nome, mas teve, sim.
Mas enfim, a Bioware está aqui, até aquele momento, até Mass Effect 3, né? Era uma desenvolvedora bastante respeitada por fazer jogos de RPG com histórias profundas, com interações interessantes, sabe? Com mecânicas bacanas, meio... Mesmo, sei lá, se você pega o segundo Dragon Age, né? Que eu me lembro também que foi bem mal recebido.
Eu acho que nem de perto chega no grande desastre completo, né? No grande carro batendo com tudo no muro que foi Mass Effect Andromeda. Mas você já jogou o jogo, acho que você pode falar com mais propriedade do que eu. É, eu aguentei umas cinco horas dele, eu chutaria. Acho que foi tipo isso. Ah, você não foi até o final. Não, não dá, Dias. Não dá, cara.
E assim, eu tava no turbilhão do hype, cara. Eu joguei o 1, o 2, o 3 em sequência imediata, assim. Eu basicamente passei o mês inteiro só jogando Mass Effect. Um pouquinho mais de um mês até. E aí eu emendei o Mass Effect Andromeda logo na sequência. E, cara, nosso... Assim, ele é feio, mas isso whatever. Porque, né...
Tanto faz, sei lá, é feio, beleza, isso aí é fácil de relevar e tal. Mas o negócio é que, cara, o começo do jogo é tipo umas três horas de você resolvendo os problemas mais mundanos e sem graça do universo dentro da nave que você chega lá no planeta. E aí você sai e é recompensado com...
um deserto enorme aberto ali e tal, e eu lembro que me marcou muito que você sai nesse cenário e imediatamente você começa a encontrar uns arquivos de texto que estão sabe, log, tipo qualquer jogo que você encontra, isso aqui tá contando uma história que aconteceu nesse mundo e tal.
E é tipo, ah, é o arquivo de texto da história do boneco X, que você nunca ouviu falar, número 13. Esse é o primeiro arquivo, e tipo, o jogo fica lá, um texto enorme e tal, pra você ler e tal, eu, tá, que porra é essa e tal. Aí você sai de lá, eu saí de lá e fui pra um outro lugar, fui andando meio a esmo e tal, porque o design do cenário é super abertão, aquela coisa meio, tudo precisa ser meio mundo aberto, mesmo a gente não saber desenvolver mundo aberto.
Aí eu encontrei um outro arquivo de texto, que era tipo, ah, o log de um outro personagem, que eu também não faço a menor ideia de quem seja, número 17. Aí eu tipo, cara, o que a gente tá fazendo aqui? Quem são essas pessoas? Qual é a história que você quer me contar? Por que que eu tô aqui e tal? E é tudo muito largado, cara. É aquele jogo que se perde... Parece as fases do Mako do Mass Effect 1, só que é o jogo inteiro, sabe? Aquela coisa, tipo, aquela vastidão esparsa, sem nada, assim. Aí, de repente, tem um encontro com inimigos ali...
Essa é a parte que eu mais odiava em Mass Effect 1. Nossa, muito ruim. É, é ruim. É tipo, é o que você tolera pra fazer as partes legais do jogo, né? E na minha experiência, pelo menos naquelas primeiras horas, era uma alternância entre você resolver problema que, cara, não é possível que não tenha algum subalterno que não pode cuidar disso aqui por mim nessa nave, e explorar uns espaços abertos, vazios, que não tem nenhum...
sabe, parece que você tá jogado ali, tá? O fato de que eu tava encontrando uns arquivos de texto que, cara, eu não sei nem onde eu tô, cara. Por que que você tá me contando o décimo terceiro capítulo da história de um cara que eu nem sei quem é, velho? Então eu não consegui prosseguir não, cara. Eu simplesmente larguei mão ali e não tenho nenhum plano de voltar, cara. Esse é um jogo que eu não sei se um dia eu vou... Porque tem muito jogo ruim que eu falo assim, eu ainda quero jogar por curiosidade. Eu ainda quero entender pra falar bem. Esse é um jogo que eu acho que eu nunca vou jogar, cara. Porque tudo que eu sei sobre esse jogo... É que é tão longo também, cara.
É, tudo que eu sei sobre esse jogo me deixa tão desinteressado, não é nem aquele desastre completo que eu quero experienciar e depois dar risada, sabe? É só triste. E me deixa triste por saber que isso colocou a franquia em um hiato aí de 10 anos, agora eles estão desenvolvendo um outro que não se sabe se esse jogo vai sair, né? Porque a própria...
E se sair, vai ser bom pra caralho, né? Porque a BioWare... É, porque a BioWare, né? Vai saber quem ainda tá lá da época do Mass Effect 2 e 3, né? E isso me entristece porque... Agora também, né? E aí foi vendida pro pessoal da Arábia Saudita lá, vai saber se eles vão continuar com a BioWare depois de três erros, né? Foi o Mass Effect Andromeda, o Anthem e o Veogard, que... Enfim.
Foi mais divisivo, né? Mas não foi bem recebido também. Sim. Então é meio triste. É meio triste ver o que virou esse estúdio. Eu torço, assim, por uma história de reviravolta, sabe? Uma história de, sei lá... É, vai que, né? Superaram e fizeram um jogo bom. Já aconteceu, não é impossível. Mas me deixa menos sei lá, crente de que eles possam fazer um bom Mass Effect daqui pra frente.
E, Dias, rapidinho, eu vou me encerrar aqui falando algumas menções honrosas que são nomes que a gente pensou aqui quando a gente tava fazendo a nossa lista de 10 e acabaram ficando de fora. Começa falando desse aqui um pouquinho, porque eu discordo, eu gosto desse jogo, cara. Eu dei uma olhada no catálogo da id Software, que é outra desenvolvedora que passou como uma grande renascença agora, nos anos 2020, 2010 e tal, com os Doom e tal. Mas eles lançaram, acho que em 2010 mesmo, ou 2011, o RAID, que é um jogo...
muito sem graça. É um jogo que... É tão bonito! Você acha bonito, cara? Nossa, na época era bonito pra caralho, pô. Bonito tecnicamente, mas a direção de arte dele é muito sem graça. É um Borderlands, né? É um Borderlands sem cor.
tanto que o 2 ele é um jogo muito mais colorido a direção de arte dele já puxa muito mais pras cores e tal, mas acho que da fase em que a id Software começou a acertar desde a era de ouro dela ali com o Doom, com o Quake e tal é um jogo que marcou um período bem triste da id, até ela se reinventar
na década seguinte ali, na verdade nos próximos anos, nos próprios anos de 2010 com o Doom 2016, né, e que desde então tem acertado bastante, eu já falei em outras oportunidades, gosto muito do último jogo deles também, que é o Doom Dark Ages. É, Nintendo, Nintendo EPD e Platinum Games acho que dá pra contar as duas juntas aqui
botaram pra fora Star Fox Zero, né, que eu acho que talvez tenha um jogo bom ali dentro, em algum lugar, só que infelizmente ele está preso ao Wii U, que é aquela plataforma que força os desenvolvedores a fazerem coisas que Deus não deveria permitir, cara, não tem nenhuma lógica esse negócio aqui, esse jogo que você tem que ter dois cérebros, um pra olhar pra TV e um pra olhar pra... não é nem olho o problema, é você conseguir...
calcular tudo que tá acontecendo entre o Gamepad e a TV. Não dá, não tem como, cara. Eu penso muito nisso no processo de teste. Como que eles acharam que essa era uma boa ideia? É, eles testaram só com super-humanos, cara. Eu não sei qual que é a ideia do negócio. Enfim, jogo terrível, né? Foi engraçado, você mencionou a Platinum. A gente não colocou nada da Platinum na lista, mas a Platinum é uma também que nos últimos anos tem dado umas bolas fora, né? É, a Platinum desandou. A Platinum desandou bastante, é.
Tem o Babylon's Fall, tem gente que odeia... Você é um dos que odeia o Bayonetta 3 ou não? Eu não joguei o Bayonetta 3 ainda, mas eu duvido muito que eu odiaria. Eu acho que a galera tem mais expectativas que não foram cumpridas no Bayonetta 3. Eu acho que não deve ser um jogo tão ruim assim, né? Mas eles andaram pisando na jaca aí em anos recentes. Aí tem a Rare com Perfect Dark Zero, que eu diria que é jogo HD de 2006, o jogo... 2005, na verdade, né? Eu não joguei a sequência. Ela me parece ser bem sensual.
É tão bunda, Dias. É aquele jogo... Ah, quando você abre Unreal Engine pela primeira vez e fala, cria um jogo pra mim, é isso que ele faz. É o Perfect Dark Zero. O joguinho não tem absolutamente nenhuma alma. O negócio completamente é um golem. Incrível que você colocou isso aqui no lugar do Nuts and Bolts, né?
É que o Nuts and Bones a galera não gosta, mas ele é criativo. Ele tenta fazer coisas diferentes. Ele tem umas coisas legais. Ele tem umas coisas legais, é. O Perfect Dark Zero é um zero. Tá no nome, meu irmão. Aí tem Arkane com Redfall. Eu comentei aqui com você que esse é um que, obviamente, jogo terrível. Eu joguei no lançamento, acho que o Vitor tava cobrindo lá no site na época. E eu joguei com ele no multiplayer. E com o Arthur Eloy também. E a gente, nossa, que...
que tá acontecendo aqui, cara? Jogo visivelmente inacabado ali e tal, mas eu não me importo tanto com a Arkane, então... Você não se importa com a Arkane? Não me importa com a Arkane, cara. Eu me importo com a Arkane, cara. Eu acho que Dishonored ainda é uma das coisas mais interessantes e incríveis que eu já joguei. Eu gosto muito do que eles fizeram também com o Prey. Prey é um jogo que eu preciso voltar pra terminar ele, mas eu gosto muito de todas as brincadeiras que eles fazem com a coisa do immersive sim mais palatável, sabe? Eu gosto bastante.
Eu não sei explicar. Eu gosto de Dishonored, eu gosto de Prey, eu gosto do Deathloop, mas eu não me importo com o estúdio. Não me importa, tipo, ah, foda-se, espero que feche, né? Não me importa, não me comove, assim, como um grupo. Enfim. Vale dizer que esse escritório, a Arkane, ela tinha mais de um escritório, esse escritório foi fechado, o escritório de Austin, Texas, né? É, o de Austin, é. O de Lyon ainda existe, mas o jogo foi tão ruim que na hora que rolou o momento de corte, a Microsoft foi e fechou o estúdio lá. Sim.
Temos a Konami com Metal Gear Survive, que é... a gente demitiu o Kojima, a gente precisa usar esses assets que custaram caro pra fazer mais alguma coisa, vamos fazer qualquer merda que dá. Jogo de zumbi, sei lá, nada a ver com nada esse negócio aqui. Nada a ver com nada. Eu achei que esse jogo tinha sido feito por um estúdio terceirizado, não sabia que tinha sido feito por eles, não. Não, é deles mesmo, cara. É, deles mesmo.
A Atlus, que no meio de sua grande era de ouro... É difícil chamar de era de ouro porque a Atlus lança um jogo há cada 15 anos, né? Mas a Atlus nunca foi tão bem cotada quanto ela é hoje em dia. E no meio disso ela lançou Soul Hackers 2, que é um dos piores JRPGs da década. É um jogo absolutamente nada a ver, totalmente desequilibrado, com um monte de personagem ruim, diálogo ruim, visuais toscos. Nada a ver com nada também esse aí.
Coloquei como parte de um legado aqui o Final Fantasy XIV 1.0, que felizmente é um jogo da Square Enix que não existe mais há muito tempo, né? Ele foi completamente suplantado ali. Mas que esse jogo aí talvez renda um programa por conta própria no futuro, cara, porque a dimensão dos erros de design que eles cometeram com esse jogo aqui é fascinante. Aquela coisa do... o vaso, famosamente, é um vaso de planta que tá no cenário, no canto ali, que tem mais polígonos do que os personagens jogáveis do jogo. E eles tipo...
Tá lá, deixa isso aí, não vai ser nenhum problema de otimização não O jogo vai rodar bem com essas coisas Completamente descabidas acontecendo, né
Essa é uma das histórias de desenvolvimento de games mais fascinantes que eu já ouvi. Todo o processo de reboot do Final Fantasy XIV com o lance de jogar um meteoro no planeta e reiniciar tudo do zero. É mó legal isso, cara. E a história dos bastidores. Eu vi uma vez um vídeo contando os detalhes dos bastidores, do que rolou e tal. Caramba, isso é muito fascinante. E por último, esse aqui... Ouro...
Eu queria pontuar, o Dias falou que... Eu fui contra, eu fui contra. O Dias falou que eu não devia colocar esse jogo aqui porque o time dele, o estúdio dele, não é um bom estúdio, que é o Sonic the Hedgehog de 2006. Ele falou que o Sonic Team não é bom o suficiente pra estar nessa lista aqui. Não é bom o suficiente. Sonic Team lança 30% de jogo bom e 70% de jogo ruim.
Então, é... Falo mesmo, falo mesmo, não curtiu, pega eu, entendeu? É um estúdio que utiliza-se de duas coisas. É a nostalgia de quem jogou Sonic nos anos 90 e ainda ama o personagem, e a galera que é autista que ama o Sonic. É...
É apenas por isso que esse estúdio ainda sobrevive e vende bastante jogo. Tô falando isso de uma forma negativa, porque eu sei que realmente a comunidade autista gosta muito do Sonic, aparentemente tem alguma coisa ali na história do Sonic e os caras gostam muito. Mas, gente, sério, assim, pelo amor de Deus, o único jogo bom que esses caras lançaram na última década é um jogo que nem foi feito por eles. É um jogo feito lá pelo... O Sonic Mania. É o Sonic Mania, feito pelo... Tia, Sonic Frontier é divertido, Dias. É divertido. Eu não vou falar o que eu penso sobre esse jogo pra não... É divertido.
Não vi gente me mandar ameaça de morte, porque assim, o tanto que eu odiei esse jogo, bicho, o tanto que eu, assim, eu senti nojo, eu precisei tomar um banho depois de jogar esse jogo. Então tá aí, Sonic Team tá aqui, mas não devia, pelo visto. É, mas você não falou de qual jogo é, você falou só do Sonic Team. Falei o Sonic 2006, que é uma bosta, pelo amor de Deus. Dito isso, Sonic Team fosse um bom estúdio, esse seria o jogo pra representar, o pior jogo que eles já lançaram, um jogo que é injogável, um jogo tão quebrado ao ponto de ser injogável, né, que é o Sonic de 2006.
É muito ruim, é muito ruim E é isso, essa é a nossa lista Bom, os estúdios também tem momentos terríveis, né? Acho que, exceções, a gente falou, né? A From Software, por exemplo, acho que não se encaixaria aqui nesse tema aqui Mas, enfim, às vezes é bom a gente errar Até pra saber como acertar lá na frente, né? E a gente pensou também nos estúdios A Naury Dog lançou, sei lá, Uncharted 3 Mas, cara, assim, Uncharted 3 pode não ser bom como 2? Pode, mas... Mas é bom ainda, é ok É um jogo que você joga, é um jogo ok, sabe? A gente tá falando de... É um jogo que você joga É um jogo que você joga
É um jogo que você vai, entendeu? Você não larga ele porque você acha ele sempre nojento. É como alguns dos casos aqui. E claro, a gente também, por exemplo, eu não coloquei, sei lá, Band Studio que fez um monte de cifon filter bom e o primeiro jogo deles foi Bubsy 3D. Só que, porra, o primeiro jogo dos caras lá nos anos 90... É, não dá, não dá.
Eu acho que não entra, mas acho que vale a gente fazer aí convocação para o pessoal mandar nos comentários aqui do Spotify ou onde você estiver ouvindo ou no YouTube, quais empresas que vocês consideram que são boas empresas de... Não empresas, né? Mas estúdios, porque às vezes tem uma empresa lá que tem vários estúdios dentro, tipo a Sony e o Xbox tem vários estúdios próprios ali dentro. Mas o estúdio que tem um ótimo currículo, um ótimo portfólio de jogos e que eles lançaram um jogo muito ruim que meio que mancha a história deles. Manda para a gente aqui nos comentários. Sim.
E também lembra de entrar em orelo.cc barra xcontrole catarse.me barra xcontrole pra ajudar a financiar a existência deste podcast aqui. E também garantir acesso antecipado a episódios como este. Espero que vocês tenham gostado. Já ficando por aqui hoje. Muito obrigado pela companhia, Dias. Obrigado, Pega, por ouvir chamar pra falar mal dos jogos. Gosto muito de falar mal de jogo. Eu que te chamei. Foi assim que funcionam as coisas, né? A gente fala como se a gente vivia falando mal de jogo, né? A gente só fala mal de jogo aqui, né?
Esse é um podcast falar mal de jogo, né? Quem vê assim é baixo. Exato. Valeu, turma. Tchau, tchau. Tchau, gente. Esse podcast foi editado por Yoshi Ohashi.