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PlayStation quer 'escanear' os próprios fãs e Star Wars da Quantic Dream em risco | XdC News 115

11 de abril de 202650min
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MARCAÇÕES DE TEMPO

  • (00:00) - Abertura

  • (07:35) - Sony quer escanear fãs para usar dentro de jogos PlayStation

  • (20:50) - State of Decay 3 ressurge com anúncio de fase de testes

  • (28:33) - The Last of Us Online estava “quase pronto” quando foi cancelado

  • (40:05) - Jogo de Star Wars da Quantic Dream está em risco

  • (47:00) - Rapidinhas

  • (50:17) - Encerramento

CRÉDITOS

  • Apresentação: Bruna Penilhas e Guilherme Dias

  • Roteiro: PH Lutti Lippe

  • Edição: Gabriel Sales

  • Thumbnail: Lucas G. Ferreira

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Participantes neste episódio2
B

Bruna Penilhas

HostJornalista
G

Guilherme Dias

Co-hostJornalista
Assuntos5
  • Cancelamento nas RedesNaughty Dog · Neil Druckmann
  • Escaneamento de fãs pela SonyPlayStation · modelos 3D
  • State of Decay 3Undead Labs · Xbox Game Studios
  • Desenvolvimento de Star Wars EclipseQuantic Dream · NetEase
  • Cancelamento de Eventos e AtividadesSpellcaster Chronicles · Gang of Dragon
Transcrição140 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

de repente ele, ah, você vai ser um NPC que o, sei lá, o Geralt, ou a Siri vai traçar no The Witcher 4, sei lá, The Witcher 4 nem é da Sony, né, mas só dando exemplos aqui. Opa, pode me colocar aí, de boa, sem problema. Tem aqui, as questões tem a ver com a sua conexão com o Playstation, tem a ver com...

quanto você é fã. Perguntar pra você qual era o botão que você apertava quando o Kratos ia pegar as mulherzinhas lá no jogo. Um comentário sobre No Man's Sky. Eu lembro que na época o acessório da Playstation ele foi na minha casa em Santo André entregar a cópia física em mãos. Uma cesta de café da manhã. Tem aqui pra você um voucher de um spa pra você. Antes fosse, viu?

Bruna Penilhas. Guilherme Dias. E ouvintes e espectadores do X do Controle, sejam bem-vindos a mais uma edição do X do Controle News, seu programa de notícias, de games, semanal, numa semana em que não aconteceu muita coisa, mas como a gente tem que vir aqui uma vez por semana, a gente tem que fazer uma pauta, né? A gente monta aqui, vamos ver o que aconteceu, mesmo que não seja tão importante.

Eu fiquei pensando, nossa, e se em algum momento realmente rolar esse crash da indústria que a galera tá falando que vai rolar, e aí as notícias começarem a ficar cada vez mais escassas, o que será do X do Controle News? Será que ele vai deixar de ser semanal? Será que ele vai ter que ser quinzenal? Mas isso é uma questão para o X do Controle do futuro. No momento, temos algumas notícias.

Eu tenho uma ideia já do que a gente pode fazer. A gente pode criar quadros frios, completamente frios aqui. Com certeza. A gente pode falar de jogo retrô, a gente pode... Passar o saque pra cá também. É, dá pra fazer muita coisa. Assim, assunto tem, como a gente costuma falar aqui, né? Se os games que estão sendo lançados parassem de ser lançados hoje, a gente ainda teria jogo pro resto da vida. Eu acho que a gente poderia falar de toda essa biblioteca que a gente consumiu ao longo de 40, 50 anos aí. Então, tem bastante coisa pra falar. O que que você tá jogando agora?

Eu deveria estar jogando várias coisas, mas eu não tô jogando nada. Só trabalhando. Eu tô jogando minha cocaína de sempre, né? Overwatch. E eu tenho que terminar pra devolver pro nosso amigo o Donkey Kong Bananza. Eu tô já na reta final, preciso finalizar ele. O jogo não clicou pra mim, então eu tô naquela de, ah, vai lá, preciso terminar. Virou mais uma obrigação do que...

É uma questão de... Eu estou louco pra terminar. Mas eu preciso ir atrás de... De dois dos grandes lançamentos desse ano, que é o Resident Evil Requiem e do Crimson Desert, que eu não joguei em nenhum dos dois, assim. E Resident Evil eu já tô fugindo, porque eu sei que já tem gente postando spoiler, e tá difícil de fugir. Você não tomou spoiler? Ainda não. Nossa, um milagre sortudo. É, por isso que eu preciso conseguir logo uma cópia pra jogar.

Mas é isso, esse ano tá complicado. Eu acho que eu tava numa estafa geral, assim, eu não tava consumindo nada. Agora eu voltei a ver algumas séries, tava vendo alguns filmes e tal, tô indo devagar porque... Acho que eu consumi muita coisa em 2025, aí chegou meio que no final do ano, assim, eu tava, não... Esse primeiro trimestre inteiro foi meio que um trimestre de... Estava sem cabeça pra consumir coisas novas.

Mas sim, a gente já tem jogo bom chegando esse ano e eu quero, assim que eu puder, consumir coisa de 2026, jogar coisa de 2026. O que você está jogando? Eu comecei a jogar dispete esses dias porque eu estou mais ou menos igual você, assim.

Eu tô com 50 horas de Silk Song. E aí eu tô no processo de conseguir desbloquear o Ato 3. Mas agora eu estou no momento, esse mês de abril, eu estou num momento muito insano de tarefas. Então chega o momento de jogar e eu não quero... Eu não tô afim de jogar Silk Song agora. Quero muito terminar, estou amando o jogo. Mas vou deixar pra depois, quando passar abril. A Bruna de Maio será uma nova Bruna. Uma Bruna renovada, uma Phoenix.

Então, agora comecei o Dispatch, porque eu sei que é um jogo mais focado em história, eu queria algo mais tranquilo. E eu terminei o quinto episódio ontem. Tô gostando, tô achando divertido, mas eu já tenho muitos problemas com a escrita desse jogo, com o roteiro desse jogo. Vou polemizar, vou reclamar das personagens femininas. São oito episódios, se eu não me engano. Oito ou nove, acho que são oito.

E aí, desde o começo, as duas personagens mulheres lá principais já estão me irritando muito, o jeito que elas são escritas. Mas eu tô gostando do jogo no geral. Eu não joguei ainda, então. Eu sou assim, não sei se quando eu terminar vai mudar. Mas eu lembro que ano passado tinha uma galera defendendo. O dispete tem que ser indicado ao jogo do ano. Eu já passei da metade do jogo e eu acho que não.

Mas enfim. Eu ouvi, não sei se foi o André do Jogabilidade comentando, que ele tinha chegado em uma certa parte, que eu lembro se era no quarto, quinto capítulo, e ele não estava gostando de várias coisas. Ele tinha várias críticas do jogo. Ele disse que quando ele chegou na reta final, várias críticas dele desapareceram. Chegou no final e o jogo foi super satisfatório. Resolviu vários dos problemas que ele estava tendo. Não sei se vai ser o seu caso, mas depois você conta aqui pra gente se mudou ou não. Eu estou doido pra jogar. O PH gostou bastante e falou bastante do jogo pra mim. Eu quero muito jogar ele em algum momento também.

Tava em promoção na PlayStation Store, aí eu aproveitei e comprei.

Eu acho que se eu não conseguir jogar Resident Evil de imediato, eu devo jogar o Hades 2, que eu não consigo jogar, que entra no Game Pass agora na próxima semana. Aí eu vou assinar de volta o Game Pass pra jogar o Hades 2 finalmente. Mas vai jogar. Ah, sim. Acho que talvez eu não joguei logo de cara, porque eu tive um momento de Hades original no ano passado, porque eu voltei pra ele pra terminar, que assim, eu joguei muito, muito Hades 1 no ano passado. Aí foi bom agora ter passado um pouco, agora talvez eu esteja pronto já pra uma nova aventura.

Boa. Só antes de ir pra pauta, eu quero lembrar você que você pode apoiar o X do Controle lá em orelo.cc barra X do Controle ou catarse.me barra X do Controle e fazer programas como esse aqui acontecer toda semana. A gente também tem um programa de terça-feira. Acho que nas últimas semanas entraram alguns tops, entraram alguns saques, a gente tem algumas coisas pra gravar. Tem um programa que é exclusivo pra um certo nível de...

apoio, a gente tem vários níveis de apoio lá e aí, desde o pequeno, você já tem alguns benefícios, você pode entrar no nosso grupo Telegram, você pode participar de enquetes e tal, aí vai subindo, tem alguns programas exclusivos, até alguns sorteios internos lá e é isso, você pode apoiar a gente e fazer isso que continua acontecendo, porque esse programa...

vive graças a vocês. Eu sei que a gente tem alguns patrocinadores, inclusive, a gente vai falar logo na sequência de um deles, mas o custo de operação que a gente tem, o patrocínio não cobre. Então a gente precisa realmente da ajuda de vocês para fazer o programa continuar acontecendo. Beleza, gente?

Você joga, você entende de videogame, mas você já pensou em transformar isso em habilidade de verdade? Porque por trás de tudo que a gente joga tem tecnologia, mas essa tecnologia não é só pra quem já sabe programar. Dá pra começar do zero também. E é aí que entra a Alura, a maior escola de tecnologia do Brasil, que tem formações organizadas pra te ajudar a ir no passo a passo. Você aprende na prática, criando projetos reais dentro de 22 carreiras, seja pra entrar na área ou evoluir naquilo que você já tá fazendo.

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Bom, Bru, não tem grandes notícias, mas tem algumas notícias intrigantes. Essa aqui talvez seja a notícia mais intrigante da semana, que é uma espécie de concurso, uma espécie de... Tá, vamos deixar mais abrangente. Iniciativa da Sony Interactive Entertainment pra colocar pessoas que jogam PlayStation dentro dos jogos PlayStation. Eles estão chamando isso de The Player Base.

E a ideia é escanear corpos de fãs da marca para que eles sejam transformados em modelos 3D e entrarem em jogos do estúdio. E aí pessoas interessadas se inscreveriam ali nesse negócio. Eu estou colocando no passado porque já foi. Foi até terça-feira da semana passada. Dessa semana. No caso você está vendo isso do sábado, então dessa semana ainda.

E aí a pessoa se inscrevia num link que tinha lá no Playstation Blog e tal, e a partir desses inscritos a Sony ia fazer uma seleção, ia selecionar um número X de finalistas lá, e ia fazer uma fase de entrevistas.

que talvez tenha que saber alguma coisa, não sei se eles vão fazer um quiz, ou só saber se você não é um completo foragido da polícia, que talvez tenha que ser removido em um futuro patch. E aí os selecionados, os candidatos selecionados, entrariam nessa etapa do programa em que...

eles seriam depois transformados em bonecos 3D. Tem aqui, as questões têm a ver com a sua conexão com o PlayStation, tem a ver com o quanto você é fã. Perguntar para você qual era o botão que você apertava quando o Kratos ia pegar as mulherzinhas lá no jogo. Quantas pessoas o Nathan Drake matou em Uncharted 2 e ainda se passou por um herói?

Eu achei que você ia perguntar quantas mulheres o Nathan Drake pegou ao longo da franquia Uncharted. Ah, mas não são muitas, são umas duas ou três. Duas, duas. Enfim, perguntas para saber se você realmente é fã hardcore do Playstation, se você está apto a ser imortalizado em um dos jogos do Playstation. Imortalizado, né, mais ou menos, porque vai que eles lançam um patch e te retiram de lá.

Não, e eventualmente, assim, o sistema solar vai deixar de existir. Então, assim, mortalizado enquanto a tecnologia, enquanto tudo estiver online. É. Aí, na primeira etapa do programa, seria apenas um vencedor selecionado para aparecer como um dos porta-retratos falantes de Gran Turismo 7. E aí desenhar um padrão de pintura para veículos que também vai aparecer no jogo. Nossa. Me parece pouco para um processo tão...

Ai, vamos pegar todo mundo, vamos fazer entrevista, não sei o que. Eu esperava uma coisa mais consistente, uma parada assim, tipo, ah, você vai ser um NPC que vai conversar com a Eloy em Horizon. É o que eu tava imaginando. Eu tava imaginando até um pouco menos. Tipo, você é só um NPC. Que tá ali andando numa vila, que tá parado em algum lugar. Não necessariamente um NPC que você vai conversar.

Mas só esses NPCs que servem para completar o cenário mesmo, para encher o mundo, eu estava imaginando que ia ser mais ou menos isso. É isso? Por enquanto só tem essas informações. É, e aí eles mandaram uma fala aqui, que eu não sei se eu vou ler, porque eu tenho um pouco de preguiça dessa fala de executivo, porque é muita linha para falar quase nada, para entregar quase nenhuma informação que seja útil para a gente. Mas a Isabelle Tomates...

Tomates? Tomates. Que é vice-presidente de marketing global da Sony Interactive Entertainment. Ela diz que essa é a maneira da Sony agradecer aos jogadores que fazem parte, que fizeram do Playstation que ele é hoje.

e que eles mal podem esperar pra conhecer os fãs que vão adentrar no mundo do PlayStation de uma maneira inédita, né? Enfim, é isso. É uma forma de promover a marca, como eles já fizeram várias vezes, né? A Sony tinha muito disso na era do PlayStation 3, PlayStation 4, com aquelas coisas, não sei se você lembra daqueles comerciais.

que era, como é que é, pelo Michael, que aí os caras iam para um bar, para o bar, estavam todos os personagens do Playstation, estava o Kratos, o Nathan Drake, o Snake, estava todo mundo lá, e aí eles levantavam assim, faziam um brinde ao Michael. O Michael, no caso, era um menino aleatório, que era o jogador de Playstation, né, que eles estavam ali. Eu acho que eu lembro, vagamente. Então eles fizeram algumas campanhas com essa coisa de, ai, vamos fazer com que...

a pessoa se sinta mais dentro dos jogos, mais um personagem, uma parte integrante desse ecossistema do Playstation. Mas é isso. Seria bom se eles tivessem dado um tempo um pouco maior, porque se eu não me engano essa notícia, ela saiu no início da semana, foi bem rápido, o momento que eles publicaram no Playstation Blog do Brasil e o momento que aconteceu. São regiões limitadas, mas o Brasil estava incluso, no caso era Américas, estava ali incluso.

mas é isso, alguém vai aparecer no Gran Turismo 7, eu imagino que, assim, eu não posso afirmar com certeza, mas pelo que eu li lá no comunicado original, dava a impressão de que essa era realmente uma primeira etapa, e depois teriam outras etapas pra você estar em outros jogos.

O que pode ser legal, né? Estender isso pra outros jogos. Acho que, por exemplo, um RPG, um jogo que você fala com NPC, é uma coisa bacana. Tipo, se gravar lá uma sidequest, você tá encontrando aquele personagem no lugar, fala com ele e a pessoa ali no jogo. Acho isso legal.

Eu acho super legal também. Só que é só entender o contexto de cada uso, porque afinal você vai estar cedendo a sua imagem para isso. E aí, então, não sei, acho que eles não vão detalhar muito como a sua imagem vai ser usada. Talvez eles especifiquem como eles fizeram aí no Gran Turismo, ou sei lá, de repente... Ah, gente, você vai ser um NPC que o, sei lá, o Geralt ou a Ciri vai traçar no The Witcher 4. Sei lá, The Witcher 4 nem é...

Da Sony, né? Mas só dando exemplos aqui. Opa! Então pode me colocar aí, Sony. De boa, sem problema. Tranquilo. Mas é... Acho que eles não vão entrar nesse nível de detalhe, né? Agora uma coisa que eu fiquei pensando é ali no contrato, se tem alguma coisa...

relacionada a IA, de repente. Porque assim, por um lado eu penso, muito legal eles quererem colocar fãs dentro do jogo ao invés de criar NPCs ou criar imagens aleatórias em IA.

Mas aí tem um terceiro caminho. E se eles estiverem usando a sua imagem também pra alimentar um banco de inteligência artificial? Não sabemos se esse é o caso. A coisa que eu fiquei pensando é que seria muito tragicômico se fosse um daqueles casos de corporação bem desgraçada, bem filha da puta, que, sei lá, de alguma forma você cede os seus direitos de imagem, eles usam a sua imagem em outra coisa depois, e aí você meio que, sabe...

Não tem o que fazer. Tipo aquelas coisas da Disney, de que você assinou o Disney Plus, você não pode processar a Disney. Aquelas coisas bem absurdas, assim, de que você cedeu, estava nas entrelinhas e não viu. Seria minimamente engraçado se fosse algo do tipo. Ah, tem mais uma coisa. Eu falei do prêmio máximo, né? Que você está imortalizado ali. Mas tem uma outra coisa que você ganha, que é a passagem de de volta. Então, se você for, por exemplo, um brasileiro que foi selecionado. Ah, vai ter que escanear lá. É. Uh! É, porque é todo um equipamento, né?

É tipo aquelas coisas do que o Kojima usa lá de fotogrametria e tal. E aí você ganha tudo pago, né? No caso, a ida, a volta, duas pernoites no hotel e 200 dólares diários para alimentação no local.

Playstation, eu me voluntário, assim, me manda um contrato aí pra eu ler. Podia ter um cachezinho em dinheiro, né? Podia. Podia, porque você tá vencendo um monte de etapa. E os caras, assim, estão usando você pra se promover. É, não, eu acho que podia, porque no fim das contas é um trabalho, né? É. Você vai estar lá, vai ter que botar roupa de mocap e tudo mais. Eu concordo que teria um cachezinho. Mas, assim, agora não dá mais, pelo menos nessa etapa de agora, não dá mais pra gente se inscrever.

Mas, dependendo de todas as entrelinhas, eu acho que é uma coisa super legal. Eu acabei encontrando aqui, o P.H. tinha colocado nossa dúvida, porque ele que escreveu o roteiro de hoje, tá assim, o documento também afirma que a pessoa que assina concorda em ceder a sua imagem para a Sony Interact Entertainment para sempre. Para usar de forma, usar da maneira que bem desejar, em perpetuidade. Ou seja... É normal nesses contratos de direito, infelizmente é normal. Mas, por exemplo, quando eu trabalhava como apresentador,

Eu não me lembro como que foi isso no Omelete, mas eu me lembro do meu primeiro contrato que eu assinei na época com a NZN, né? Trabalhava lá pro Tecmundo. Eu me lembro que era de 10 anos. Eles tinham direito sobre tudo que eu produzia com a minha imagem por 10 anos. Então, é...

sei lá, se eles quisessem reutilizar trechos de alguma coisa que eu fiz, e digamos, não foi pro ar, mas estava gravado na empresa, ou qualquer coisa do tipo, até 12 anos depois, no futuro, eles poderiam usar. Então, tinha esse limite, né? Pra não dizer que eu estou preso de forma perpétua a eles ali.

Coisas que eu imagino que, por exemplo, na televisão é um pouco diferente, porque você vê lá atores que fazem novela e programas de TV, eles usam imagens de arquivo, relançam o programa, e eu não sei se tem algum tipo de renegociação, eu imagino que seja uma coisa mais permanente. É, aqui no Brasil eu não sei dizer, eu sei que na gringa tem todos os lances de, às vezes, de royalties e coisas assim, mas esses contratos de direito de imagem, os últimos que eu assinei assim, era tudo...

Temos direito à sua imagem pelo resto da sua vida, pelo resto da empresa, e é isso. Só que é diferente você ter direito à imagem de coisas que você gravou e estava ciente do processo de gravação, e ter um modelo 3D com a sua aparência.

Digamos que no futuro, o mundo capote e a Sony entra no ramo de lançar jogos e enviar pornô. Filmes, jogos pornô. Nossa, não. Eles precisam de NPCs quando, sei lá, tiver a cena, alguma coisa pornô, clichê, que você vai no mercado, sei lá, coisas assim que eles precisam de NPC. E talvez você não seja figura pornográfica, mas você está lá.

Não sei, estou extrapolando muito. Não, isso foi realmente no pior dos casos possíveis, o que eu também não acho impossível. Aí você já me convenceu a não assinar esse contrato. Eu imagino que um advogado, pense em todos os casos possíveis, e muitas das pessoas talvez nem consultem um advogado, tipo, ai, eu vou mandar para o meu advogado esse negócio. Não, você está aqui e assina.

Ainda mais que é pra fã, eu acho que não. Mas... não sei, não sei. Eu acho uma ideia muito legal no geral, assim, a CD Projekt fez isso com Cyberpunk 2077, mas não com fãs. Eles pegaram diferentes criadores de conteúdo ao redor do mundo e colocaram dentro do jogo. A Carol Costa tá dentro, inclusive. É, eles...

Esses criadores, eles estão... Compõem imagens que... Banners, posters, outdoors que estão espalhados por Night City. E aí eu lembro que na época, Carol, ela precisou fazer todo um trabalho. Ela não foi pra lá ser escaneada, porque ela não é um modelo 3D. Ela é uma ilustração dentro de um outdoor. Ela parece num imobiliário urbano, assim, né? Era uma propaganda de... Acho que do serviço médico de Night City, alguma coisa assim. Eu encontrei ela algumas vezes no jogo.

E aí eu lembro que na época a gente tava no IGN ainda, e aí ela teve que fazer todo um trabalho de tirar fotos detalhadas do rosto dela e tal. Aí eu imaginei que no caso da Playstation ia ser algo parecido, mas quando você falou que não, eles vão realmente precisar escanear tudo.

Tem até um videozinho. Um modelo 3D mesmo. Muito mais legal. É, quem tá vendo aqui em vídeo, tá vendo que eles mostraram, fizeram uma pequena demonstração de um videozinho que você... De como vai ser o processo. Mas é isso, você pode ser imortalizado, mas fique também ciente que você está vendendo a sua alma pra Sony.

É que hoje em dia o povo também... A gente meio que vende o nosso uso de imagem, a nossa... Como é que fala? Reconhecimento facial pra tudo. Pra entrar nesse prédio aqui que a gente tá. Eu tenho que... Eu tive que ceder o meu reconhecimento facial pra portaria.

pro prédio onde eu trabalho, o meu reconhecimento facial está lá também. Eles têm o seu rosto, mas é que tá. Eles não podem, por exemplo, pegar o seu rosto e falar precisamos agora fazer uma propaganda do prédio. Não, não, mas aí eu não tô falando de propaganda, eu tô falando do fato de que, hoje em dia, a gente tem muito vazamento de dados, nosso CPF, nosso celular, é tudo vendido pra empresas terceirizadas que querem aplicar golpe, que querem, sei lá, fazer um monte de coisa. Quem garante que...

O meu rosto. O ponto é, a gente já abre mão da nossa identidade por...

Coisas menores, entendeu? Aí nesse caso aí eu acho que as pessoas não pensariam tanto quanto a gente tá pensando aqui agora nas entrelinhas. Acho que talvez muitos fãs de Playstation iam só falar, pô, que legal. Quero estar dentro do God of War novo. É isso, toma. Só entrega. Você queria dizer que eu não me inscrevi, mas se eu tivesse me inscrito eu mandaria antes o contrato pra algum amigo advogado dar uma analisada. Com certeza.

Agora, Guilherme Dias, a gente vai falar sobre um jogo que estava desaparecido. Não sei se te interessa. Não me interessa muito, mas eu tenho respeito pela franquia. State of Decay 3 ressurgiu após alguns anos de sumiço. Para quem não sabe, é o jogo de sobrevivência de zumbi. Ele tem ali uma pegada de gerenciamento bem interessante.

Mas agora a gente sabe que vai ter uma fase de testes Alpha. A Xbox Game Studios e o estúdio que desenvolve o jogo, Undead Labs, eles revelaram que os testes vão acontecer a partir do mês de maio, ou seja, mês que vem, e que interessados em participar devem se inscrever no site oficial do jogo.

Segundo a descrição oficial do conteúdo, os testes vão incluir o modo cooperativo para quatro jogadores, os novos sistemas de construção de bases e gerenciamento de recursos, além de várias situações de combate. Vai ser um teste bem completinho, né? Acho que para testar...

o básico do jogo. Anunciado em 2020, seis anos já, State of Decay 3 está sendo desenvolvido para Xbox Series e PC. O desenvolvimento do jogo passou por sérios problemas no início da década, como uma reportagem indicada do Kotaku lá em 2022 deu mais detalhes sobre isso. Confesso que eu não lembro muito desse... Eu lembro, eles falaram... Eu me lembro que eles falaram que estavam com problemas depois que eles tinham... Tinha sido exibido aquele trailer lá do...

Era tipo um alce, um veado, meio zumbi. Ah, era um trailer meio na neve, né? Meio na neve, né, que tinha uma mulher. E aí, deu dois anos, né? As pessoas perguntam, nossa, eles anunciaram até agora nada do jogo. E aí descobriram que o jogo tava com sérios problemas de desenvolvimento. Teve treta, e teve ela lá no Dead Lab e tal. Então, aqui, ó.

Na época a gente descobriu que a então vigente política de gestão do Phil Spencer de ceder independência aos estúdios comprados pelo Xbox resultou em um local de trabalho tóxico repleto de situações de bullying e sexismo. Parte da liderança do estúdio foi removida após uma sequência de denúncias.

complicado, né? Não sei se tem atualizações recentes disso, pra saber se melhorou ou não melhorou, se as pessoas que foram, se todas as pessoas que foram denunciadas saíram do estúdio, se tem algum resquício disso, que em casos assim, geralmente tem, né?

Mas voltando pro agora, além de revelar os detalhes do teste Alpha, Undead Labs também confirmou uma especulação antiga. State of Decay 3 sequer estava em desenvolvimento ativo quando foi anunciado em 2020, o que não é uma surpresa. Muitos games anunciados com teasers rápidos e teasers cinematográficos, a gente já sabe que é isso que acontece, né? Eles fazem isso muitas vezes pra fazer... Como é que se chama?

Ai, meu Deus, não fui jogar a palavra. É meio que para tentar contratar desenvolvedores. Você lança o negócio no ar. Primeiro lugar importante, geralmente, para a sua empresa, que quando é uma empresa de capital aberto, você fica agradando os investidores. Mostrar que está sendo feito. Tem esse jogo, essa sequência, esse grande sucesso, sei lá o quê. E aí sobe a ação da empresa. E também para fazer essa...

Ai, me fugiu agora a palavra específica. Recrutamento, para fazer essa espécie de recrutamento para desenvolvedores. Porque aí eles lançam o teaser, abre a vaga de emprego, e aí os desenvolvedores já têm uma noção. Caramba, eu vi lá em tal evento que saiu o trailer do jogo e tal. Isso aconteceu, por exemplo, com o Wolverine, quando eles anunciaram. É o Elder Scrolls. Agora, é o Elder Scrolls, né?

A The Scrolls vai demorar ainda muito tempo pra sair, mas tem vários jogos que, especialmente da virada da última década pra essa, que tinham aqueles trailers cheios de CGI lá, que é um trailer de conceito. É uma ideia da cabeça de alguém. O próprio Cyberpunk também. Inclusive, sim, o Cyberpunk é o primeiro teaser dele, se eu não me engano, é de 2012.

Então, The Witcher 3 ainda estava no início do desenvolvimento quando eles fizeram o primeiro teaser. Uma coisa que não menciona aqui na pauta que pegava um tom, mas que eu vi essa semana, é que aquele teaser que tinha justamente os animais, zumbis e tal, eu não me lembro se isso aqui foi uma coisa que eles falaram ou se foi alguém que vazou.

assim que eles falaram, mas aparentemente não vai ter animais zumbis que é uma coisa que parece que era uma grande novidade do trailer, é uma coisa que não vai ter em State of the K3 então você faz um teaser mostrando a coisa mais diferentona que o seu novo jogo vai ter e essa coisa não vai ter no seu jogo

complicado, né? Inclusive já, assim, tudo bem, é só um teaser, ainda acho complicado você bolar um teaser sem saber se esse conceito que você exibiu no teaser vai estar no jogo, mas já entraria ali pra listinha que vocês fizeram de mentiras, top mentiras nos games, não é uma grande mentira, mas já é uma mentira.

Aí só pra encerrar aqui, em entrevista ao canal de YouTube Sunny Games, o chefão da Undead Labs, Felipe Holt, afirmou que no dia que os fãs viram esse trailer inicial de State of Decay 3, o jogo, minha gente, não passava de um, abre aspas, documento de Word.

É isso, é um sonho. O cara tinha um doc, um ponto docx e um sonho. Ele colocou, ó, vamos colocar animais, zumbis, vamos colocar, sei lá, isso daqui que o outro jogo não tinha. Fez uma listinha, mandou pra alguma empresa terceirizada montar ali o trailer de CGI, provavelmente uma Blur Studio da vida. Fez o trailer de CGI.

e jogou no ar aí pra ver o que acontecia. Aí estamos aqui seis anos depois e o jogo tá em estado alfa ainda. Sem data de lançamento. É, tá sem data de lançamento, aí complicado, né? Fico pensando assim, Phil Spencer recebendo tudo isso, tipo... Vocês não têm nada do jogo, mas vocês têm esse trailer.

Beleza, vamos mostrar, bora mostrar. Vai realmente ter animais? Acho que ele não questionou, né, equipe? Vai realmente ter animais? Zumbis no jogo? Que legal, pode mostrar o trailer, pode rodar, vamos lá. E é isso, né, ficou por isso. Realmente.

gestão complicada. A gente não se importa com o State of the K3, você e eu, mas tem um grande amigo nosso que se importa, o Ângelo. O Ângelo. Eu me lembro que o Ângelo ficou bem entusiasmado quando eles anunciaram isso aqui, porque é um jogo que mistura também aspecto de sobrevivência, né? Ele é de zumbi, mas é um jogo de sobrevivência também.

Ele não é uma franquia que eu... Eu joguei o 2 em algum evento. Eu não lembro se foi 3, foi games, foi uma demo. Eu achei bem legal, porque realmente o aspecto de gerenciamento é interessante. Mas não foi interessante o suficiente pra me fazer jogar o jogo inteiro depois em casa. Então quando saiu o 3, eu só falei, ah, tá bom, ok. Conheço a franquia, já joguei um pouquinho. É isso aí, legal. Pra quem gosta de jogo de zumbi, ele tem um aspecto diferente dos outros, né? Então...

Mas é isso, agora levando em consideração toda a fase que o Xbox está agora, e aí todo o background do desenvolvimento do jogo, aí eu já fiquei com um pouquinho de ranço. Chutei mais um ou dois anos aí pra esse jogo sair ainda.

É, levando em consideração que o teaser foi em 2020 e eles não estavam em desenvolvimento ativo, ele tá o quê? Entrou em 2021, um cenário mais otimista, em pleno desenvolvimento, tá há cinco anos sendo desenvolvido? É, mas pelo fato de estar em estado alfa ainda, né? Significa que eles ainda vão colocar muita coisa no jogo, né? É. Estado alfa, você ainda tá criando fase, tá colocando novas mecânicas e tal. Quando você entra no beta, que é o momento mais de polimento. É, o alfa, vamos colher muito feedback.

Então eu acho que eles ainda têm, no mínimo, mais um ou dois anos de desenvolvimento. Provavelmente. Agora falando de um caso quase oposto, que é um caso de um jogo que estava quase pronto, um jogo online que estava quase pronto e que foi cancelado, quero falar sobre The Last of Us online.

Tem gente que não larga esse osso, né? Ah, eu... Estou muito mais curioso com os bastidores do que com o... A ideia... Com a ideia de chorar pelo jogo não ter existido. Até porque eu não seria uma pessoa que ia jogar esse jogo por muito tempo. Eu ia jogar, acho que por uma semana ia desistir, né? Não parece ser muito meu rolê. Mas... E aí

O cara que era o diretor responsável pelo projeto, o Vinit Agarwal, acho que é assim que pronuncia o sobrenome dele, ele falou um pouco mais sobre o cancelamento do The Last of Us Online em um podcast chamado Lance e Podcast from Tokyo, em um episódio que saiu na semana passada. E de acordo com ele, o jogo estava 80% pronto quando veio a decisão de cancelamento no final de 2023.

Aí eu vou abrir aspas do que ele diz aqui. Basicamente, teve um momento em que nós precisávamos decidir se faríamos esse jogo ou o próximo que o Neil Druckmann queria dirigir. Dá para entender a escolha que eles fizeram. Eles preferiram escolher o jogo arroz com feijão do estúdio em vez de um projeto experimental, que era o The Last of Us Online.

E eu acho que teria sido um jogo muito grande, mas que não era pra ser. Foi um momento devastador pra mim, porque eu passei sete anos trabalhando no jogo, e isso destruiu minha alma. E eu só descobri que ele seria cancelado 24 horas antes do público descobrir. E nessa ocasião do cancelamento, a Naury Dog revelou numa publicação...

que ela não acreditava ter os recursos necessários para manter um jogo serviço atualizado e competitivo ao mesmo tempo que continuava desenvolvendo jogos single player. Então ela optou por desistir de The Last of Us Online, o que me parece uma decisão idiota pelo seguinte motivo. Existem outras formas de você fazer um jogo online que não seja transformar ele no próximo, sei lá, Call of Duty, no próximo Fortnite.

Esse jogo poderia ser um DLC pago de The Last of Us Part II. Ele poderia ser... Sim, The Last of Us Part II tinha saído alguns anos antes, mas eles poderiam, de alguma forma, fazer o que foi feito com o Ghost of Tsushima, que eles lançaram um componente multiplayer para o jogo, que é o Legends. Inclusive, agora fizeram com o Yotei também, ou vão fazer, anunciaram recentemente.

Eu joguei algumas vezes, mas é bem aquele modelo de DLC multiplayer de 10 anos atrás, que até falei com o PH num podcast recente, que eu aprecio. Naquela época eu não apreciava porque era feito de um jeito que era em detrimento da campanha do jogo. Agora eu aprecio um pouco mais porque poderia ser uma coisa mais contida.

Então você tem, por exemplo, um projeto que você não precisa ter uma equipe produzindo um zilhão de conteúdos mensais para o jogo. Você pode fazer um roadmap de atualização, de, sei lá, duas, três atualizações no ano com uma equipe pequena.

enquanto você também cobra por aquele DLC, em vez de fazer do jogo gratuito, que precisa justificar a sua existência. Você pode fazer ele num DLC pago, com uma quantidade legal de coisas, colocar mais uns cosméticos para quem quiser dar um pouco mais de dinheiro, fazer um roadmap de atualizações mais espaçado, e...

Sim, obviamente, eu não trabalho com produção de games, eu estou falando aqui como um completo leigo. Mas a gente viu vários casos na década passada funcionando dessa forma e o próprio jogo da Sucker Punch faz algo parecido com o Legends. Eles não precisaram fazer um jogo à parte, Ghost of Tsushima, Legends e...

Criar todo um lance de operação, de atualizações constantes e tal. Você cria uma base e você entrega as ferramentas básicas para pessoas. Lembra do Factions, que era a parte Multiplay do The Last of Us, parte 1? Sim, é o que eu ia falar agora.

Ele é um jogo que, sei lá, ele tinha, acho que ele teve algumas atualizações durante algum tempo, mas não era essa coisa de, ai, todo mês, todo, sei lá, vamos fazer aqui o evento de Dia das Bruxas, o evento de Natal, vamos criar aqui uma nova cidade. Sabe, não precisava disso. Era um componente que tava ali no jogo e até onde eu sei, eu joguei pouco do Factions. Ele não veio pra versão do remake, né? Ele ficou lá só na remasterização. Mas até onde eu sei, a comunidade de Factions tava ativa até agora a pouco, pelo menos.

Então o pessoal ainda jogava bastante o jogo. Era uma comunidade tímida, mas tinha ali uma quantidade, a gente não sabe em números quantos tinham, mas teve seu destaque ali. Não me pegou e é eu que paro para pensar em algumas coisas.

Eu acho, primeiro que eu acho muito surpreendente depois de tantos anos eles terem cancelado o projeto. O cara ali falou que estava trabalhando nisso há sete anos, então a gente imagina que a gente estava numa fase bem avançada de desenvolvimento quando foi cancelado. E aí eu acho, esse é o motivo que eu acho mais estúpido de ter cancelado. Mas aí também assim, The Last of Us está em alta. Eles não vão lançar um The Last of Us 3 tão cedo.

Por que então que eles cancelaram? Podia ter lançado isso, eu nem diria como DLC do 2, tá? Porque acho que a distância de lançamento já é muito grande. Lança então como um jogo de, sei lá, 30 dólares. Vai sair DLC de The Witcher 3, né? Você já fez os humores aí, né? Então, mas The Witcher é outra coisa. De The Witcher pode. Não, não, DLC de The Last of Us a gente não precisa. The Last of Us, só se fosse o online. Que fosse então, é isso que você falou, a expansão. Mas...

Por que que não lançaram? Aproveitaram aí a série e tal. Só que aí tem outra coisa que eles deviam ter pensado lá atrás. A maior parte dos fãs de The Last of Us, eu imagino, eu suponho, que se importe mais com a narrativa.

A galera que gosta mais de jogo... A galera que é fã de Playstation, que gosta de jogo focado em narrativa, esse jogo não tem apelo pra essa galera. Talvez essa galera até tente, por curiosidade, por ser fã de The Last of Us. Eu acho que era pra um outro público. Então, era pra um outro público. Mas será que eles iam conquistar o público? Por exemplo... Se o jogo fosse bom, sim. O público da série, que veio pela série, por exemplo. Que é um público...

mais casual, que não tem tanto contato com o jogo no geral. Já não tem esse apelo. Então, acho que eles foram vendo ali que estavam investindo muito, investindo muito, incertezas, sem saber se ia dar certo, o jogo com o serviço dando tudo errado.

E aí eles desistiram. Aí eu te pergunto, já aconteceu em algum momento da sua carreira, eu imagino que sim, de você passar ali uma semana ou menos tempo ou mais tempo trabalhando em um vídeo, trabalhando em uma reportagem, e aí quando você tá tudo pronto, tá prestes a publicar, ela cai. Alguém vira e fala, putz, Gui, a gente não vai poder publicar. Ou chega a publicar e fala, dez minutos depois, putz, a gente vai ter que tirar do ar. Já aconteceu?

Claro, claro. Extremamente frustrante, né? Muito frustrante. Com o tempo, a gente aprende a lidar com esse tipo de coisa. Pelo menos eu aprendi a lidar pra não ficar mais estressada e falar, ó, pelo menos o trabalho eu entreguei. Se caiu, é porque tava fora do meu controle. Mas o que é? A gente gastou semanas, dias, nunca anos.

Não trabalho. A gente fala direto aqui, né? Que essa coisa desses cancelamentos, desses jogos ficam sete, às vezes até dez anos em desenvolvimento. Aconteceu com o da Rare lá, que estava em desenvolvimento há dez anos, o Everwild. Eu não tenho noção do que é isso, porque às vezes dez anos, sei lá, é minha carreira inteira com videogame, sabe? Eu estou há onze anos trabalhando com isso. É tipo, imaginar trabalhar...

Às vezes a carreira de uma pessoa inteira são os sete anos que ela ficou nesse desenvolvimento. Mas sabe o que me deixa meio besta com essa história? Sim, especulação minha, tá? Eu tenho a impressão que a Nauridog tem uma cultura muito centralizadora. E eu falo isso como uma pessoa que é muito centralizadora. É uma coisa que eu tô tentando tratar.

Já faz um tempo. Eu sou perfeccionista. Eu gosto de... Os projetos nos quais eu estou gerenciando ou nos quais eu estou envolvido de paridade com outras pessoas, eu quero participar e ter uma voz ativa na qualidade final daquele projeto.

Aparentemente o Neil Druckmann é assim também. Eu tenho a impressão de que isso é um pouco da filosofia da empresa, porque, gente, finaliza esse jogo, faz igual a Microsoft fez com o Killer Instinct. Tinha uma empresa que estava desenvolvendo, que era a Double Helix na época.

Eles fizeram o jogo, o jogo precisava de... Tava bem na época da virada, assim, de que os jogos começavam a receber temporadas, jogos de luta, né? Então era desenvolvimento ativo e tal. Eles finalizaram o jogo, as próximas temporadas foram desenvolvidas por outras empresas. Tipo, a Sonic tem tantos estúdios, faz o desenvolvimento do The Last of Us Online, a base do jogo, que transforma o jogo no que ele é, os alicerces dele, e deixa as atualizações pra outro estúdio fazer.

pega um estúdio interno da casa, treina esse pessoal, delega pra outra pessoa. Então, eu não sei, essa coisa de que eu acho que tem mais coisas nessa história. Eu imagino que talvez tenha sido assim, a Sony prometeu aumentar o nosso estúdio de 50% pra cuidar desse jogo e depois eles mudaram essa promessa, eles não vão fazer esse aumento e a gente viu que não dá. Eu acho que tem uma coisa que não veio à tona que tornou essa situação desgostosa como foi, porque assim...

Cara, eu me lembro que quando estavam surgindo os primeiros rumores de cancelamento do jogo, o jogo não tinha sido cancelado, esse coitado aqui, perguntaram pra ele no Twitter, ele falou, cara, a gente tá meio sumido porque a gente tá trabalhando pra caramba, o jogo não foi cancelado. E aqui ele fala, foi 24 horas antes do público saber. É, nem ele sabia. Então, foi meses antes tinham saído os primeiros rumores, e aí ele mal sabia que o jogo realmente seria cancelado meses depois. É, e não entra na minha cabeça um estúdio como a Nauri Dog, que é ali...

Top 3 estúdios da Playstation. Não vou dizer um porque ainda tem a Santa Mônica, mas talvez empatado com Santa Mônica. Não ter contratado mais pessoas. O estúdio inteiro só pode trabalhar em um projeto. Em um projeto. A gente tem que trabalhar no Intergalactic agora. Vamos cancelar o jogo online depois de 7 anos de desenvolvimento. Sabe quantos milhões de dólares em tempo e recursos investidos. Assim... Ok, fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact fact

Tem mais treta aí, viu? Tem alguma coisa que... Com certeza tem. Eu acho que isso que você falou faz muito sentido. Deve ter sido isso mesmo. Eles não quiseram investir mais. Talvez o pessoal estava pedindo mais tempo também de desenvolvimento para ter certeza que ia sair um negócio certo. Talvez o Neil Jorgen estava com preciosismo demais também. Tem tantas possibilidades, tantas variáveis. E aí...

E mais uma coisa, na época que esse jogo foi cancelado, eu me lembro que vazaram informações de insiders que tinham tido acesso, eu não lembro se eram reportagens com ex-desenvovedores ou algo do tipo, mas aparentemente o jogo estava bom. O jogo estava não só quase finalizado, mas ele estava gostoso de jogar. Saíram umas impressões de reportagens de algum veículo, de alguém que teve acesso.

Há pessoas que jogaram, que estavam por dentro do desenvolvimento, aparentemente era um jogo legal. Não era, ai meu Deus, estamos com problemas de desenvolvimento, não sabemos o que fazer e tal. Até porque, né, em The Last of Us Part 2, a gente tem um kit de mecânicas bem legal. É, o gameplay é gostoso. De tiro, de furtividade, né? É, é isso. Tinha muito potencial. Tinha muito potencial. Foi um cancelamento triste, mas é isso. Agora, página virada, já era. Já era. Mais um que a gente vai botar ali na nossa listinha de nunca saberemos como é jogá-lo. É.

talvez mais um jogo entre pra essa lista que eu acabei de falar. Que notícia boa hoje, hein? Pois é. Já tivemos episódios piores, né? Já. Com certeza. Olha, de acordo com o site Insider Gaming, o desenvolvimento de Star Wars Eclipse, próximo jogo da Quantic Dream, polêmica desenvolvedora, tá progredindo em um ritmo muito devagar. Cara, qual foi o último jogo relevante da Quantic Dream? Foi o... Detroit. Detroit Become Human.

Acho que foi o último jogo deles, ponto. Eu não sei se eles chegaram a lançar alguma coisinha, algum projeto que eu não ouvi falar depois. Não, acho que esse foi o último mesmo. Então tá bom, vamos lá. Segundo fontes do veículo, os últimos meses trouxeram pouquíssimo progresso pro projeto, já que parte do estúdio está focada em Spellcaster Chronicles, misto do Hero Shooter e MOBA, que a Quantic Dream lançou em acesso antecipado no mês passado. Acabei de falar, por que a Nauridog não consegue trabalhar em dois jogos ao mesmo tempo? Talvez é essa.

Seja uma questão. Vale lembrar que em 2022 a Quantic Dream foi adquirida pela NetEasy e eles anunciaram o Star Wars Eclipse com um trailer totalmente CGI em 2021. Um ano antes da aquisição. E aí o vídeo revelou inúmeros personagens e locais diferentes de tudo que a gente já viu em jogos de Star Wars no passado e prometeu uma nova aventura situada na época da Alta República que também é uma época muito...

pedida pros fãs e não é tão explorado assim, né? Em grandes mídias. As fontes do Insider Gaming se preocupam com a possibilidade da NetEase abrir mão do estúdio no futuro próximo, que é um medo meio que razoável, já que a mesma NetEase entrou no noticiário algumas semanas atrás por ter desistido do projeto Gang of Dragon, que é do criador de Yakuza.

E após descobrir que precisaria investir mais de cerca de 40 milhões de dólares antes da sua conclusão para manter o estúdio ali funcionando. Então pode ser que eles também já estejam considerando se vale a pena, acho que, ou manter a Quantic Dream aberta, ou...

o desenvolvimento do jogo ativo. A continuidade da relação entre as empresas estaria dependendo pelo menos parcialmente da performance de Spellcaster Chronicles. E aí, se for por isso mesmo, a gente já sabe que meio que azedou a situação, porque o jogo tem avaliações mistas no Steam e não conseguiu alcançar nem 900 jogadores simultâneos em seu pico de atividade desde o lançamento. Calma, o jogo já foi lançado. O jogo... O jogo já foi lançado.

Nós dois que trabalhamos com isso, a gente não sabia que jogo... É que sim, não foi lançado completamente. Ah, Acesso Antecipado. Acesso Antecipado, não 1.0 ainda. Mas nós dois não sabíamos a existência desse jogo. Você sabia? Não. Eu também não. Não, não. Cara, todo mês eu pego ali, tipo, lista de jogos saindo. Acho que não estava nem na lista do Wikipedia que esse jogo saiu em Acesso Antecipado. É parte do meu trabalho lá no Criticópolis fazer lista de lançamentos da semana. Eu também. Eu não me lembro de ter...

Eu faço lançamentos do mês pra games, como eu faço lançamentos da semana pro X do controle, eu não vi ninguém falando. Então, assim, se depender disso, a gente já sabe. E aí, eu sei que Quantico Dream tem...

Que é ações mistas, né? Tem gente que não gosta porque o dono lá, que eu não lembro o nome francês... O David Cage. É um babaca, mas... E pretencioso. Eu não sou o maior crítico da Quentin Grimm, porque eu tenho pouca propriedade pra falar. Eu joguei pouca coisa da Quentin Grimm. O único jogo deles que eu realmente concluí foi o... Beyond Two Souls. Heavy Rain você nunca jogou? Eu achei ruim. Heavy Rain eu acho que joguei o início. Eu conheço as cenas mais engraçadas, mas eu nunca terminei.

Mas assim, o que pra mim é loucura é que esse é um estúdio de fazer filminho, um filme interativo. E eu não falo isso de uma forma pejorativa, porque eu acho que tem um espaço pra isso, né? Mas é um estúdio que não costuma fazer jogos cuja mecânica é o principal do jogo.

Eles trabalham muito com narrativa. Aí eles já tinham falado que o jogo Star Wars Eclipse seria um jogo ambicioso, de ação e tal. E aí eles tentam fazer não apenas um jogo que é muito mais ambicioso e fora da zona de conforto deles, como eles inventam de fazer um MMO paralelamente a isso.

Tipo, duas coisas que eles não estão acostumados, só que eu acho que o Star Wars ainda devia ter ali uma boa raiz em narrativa, porque o que é um jogo de Star Wars sem uma boa narrativa? Desculpa quem gosta do jogo de navinha lá, de speeder e tal, tal, tal. Deve ser muito legal, mas não... Tudo bem, não me pega. Agora, o MMO, cara, o que que é...

o que a Quantic Dream tem a ver com um jogo? Mas isso é um movimento que a gente já viu em outros estúdios também. Estúdios que não têm experiência nenhuma com jogo por serviço, e aí vai lá e faz. Às vezes acontece. E tudo bem, às vezes pode ser. Sei lá, Guerrilla, por exemplo, era um estúdio que fazia jogo de FPS, fazia um jogo que é basicamente, não é exatamente um RPG, mas é um jogo de ação com elementos de RPG que eu...

A Frank e a Horizon saíram super bem fazendo isso. Mas aqui é meio complicado porque é um estúdio conhecido por fazer jogos que já são um pouco limitados, né? E aí você já tem essa coisa que é um novo obstáculo pra você superar, um novo limite pra você alcançar e você inventa de fazer paralelamente um MMO.

Então, sei lá. Eu também não sei se isso veio da NetEase, mas não faz tanto tempo que eles foram comprados. Aqui fala, né? Foi em 2022. Quatro anos já é o suficiente. Cara, assim, na loading, seis meses foram o suficiente para falar, ó, vamos fechar, vamos mandar todo mundo embora. Quatro anos é o suficiente para uma NetEase virar e falar, então, não deu certo a compra, está todo mundo emitido ou vamos cancelar o jogo.

Assim, eu também não sou muito crítica de Quantic Dream, mas eu gosto de Star Wars. Joguei Heavy Rain, joguei The Tried Become Human. São jogos que eu gosto, não amo, mas eu gosto. Então...

jogaria com certeza o Star Wars Eclipse. Se ele sair. Aparentemente, ao que tudo indica, não estaremos tendo esse jogo também. Eu me preocupo, na verdade, mais com a NetEasy do que com a capacidade da Quantic Dream aqui. Ah, sim. Eu acho que a NetEasy descobriu que se emocionou demais comprando um monte de estúdio, investindo um monte. E já faz cerca de um ano que ela está cortando o investimento, fechando o estúdio. E eu não sei, não, se esses caras não entregarem uma build de...

bem convincente para os responsáveis executivos na NetEasy, no próximo prazo, próximo milestone que eles tiverem, eu não sei se esse jogo vai ser cancelado, ou mesmo se a própria Quantic Dream pode ser fechada em algum momento. Ninguém ganha com isso, só a NetEasy, provavelmente. Mas é isso de notícias, vamos para as rapidinhas? Vamos. Vamos lá, então.

A Sony Interactive Entertainment adquiriu a empresa especializada em uso de tecnologias de inteligência artificial Cinemersive Labs para trabalhar em tratamento de imagens. A Nexo cancelou o desenvolvimento de Project EL, um título que era planejado como um GTA de fantasia após dois anos em produção. E como parte do mesmo esforço de redução de custos, a produtora também dissolveu o time de desenvolvimento de First Berserker Kazan, apesar de eles terem elogiado publicamente a performance do título poucos dias atrás.

A Warner anunciou o Game of Thrones Dragonfire, novo jogo de ação para celulares que adapta a história da série A Casa do Dragão. E o ótimo Absalom, que é aquele jogo de Beberman, Progleich e UPH, inclusive falamos bastante aqui, está na nossa lista de melhores do ano, vai ganhar uma versão para Switch 2. Eles ainda não deram a data, mas é impressionante que não tenha saído aí, inclusive.

Pois é. O jogo de estratégia Frostpunk vai ganhar uma versão tardia para o Switch 1, de acordo com a Eleven Bit Studios. E a versão de Switch 2 de 007 First Light vai ficar para mais tarde, em algum momento não especificado no meio deste ano. As demais plataformas recebem o jogo no dia 27 de maio.

A CD Projekt Red lançou uma atualização para Cyberpunk 2077, que traz diversas melhorias visuais para usuários do PlayStation 5 Pro. Três clássicos do Nintendinho estão chegando ao catálogo do Nintendo Switch Online. Mandel Palace, que é o primeiro jogo da Game Freak, Pac-Man e The Tower of Druaga.

A Nintendo revelou a data de lançamento de Rhythm Heaven Groove. O jogo de ritmo sai para o Switch 1 no dia 2 de julho. E com a versão 6.3 de No Man's Sky, a Hello Games adicionou ao jogo a Xeno Arena, que é um modo em que é possível tratar pets como Pokémon. Agora dá para capturar e colecionar os monstrinhos e depois testar sua força em batalhas contra outros pets. O que não tem em No Man's Sky hoje em dia, né?

Control Resonant será o primeiro jogo da era independente da Remedy a contar com a dublagem em português do Brasil. Muito bom. Última rapidinha, muito boa. E só um comentário sobre No Man's Sky. Eu cheguei a fazer o review quando o jogo saiu, né? Lá em 2015, 2016. Complicado. Caiu pra mim. Eu lembro que na época o acessório da PlayStation, ele foi na minha casa, em Santo André, entregar a cópia física em mãos. Uma cesta de...

café da manhã, assim, falou tem aqui pra você um voucher de um spa pra você. Antes fosse, viu? Antes eu tivesse sido isso. Acho que eles só não tinham como entregar, sei lá. E eu queria revisitar esse jogo algum dia. Eu queria muito revisitar. É isso. O que não tem no MISCA. Eles mandaram pra mim uma chave no final do ano passado.

para mim e para o PH, para a gente considerar, comentar, acho que para a coisa do The Game Awards, porque eles mandam durante esse processo. Eu ainda não voltei, mas estou doido para voltar também, para dar uma olhada em o que é No Man's Sky hoje, que é muito maior, muito mais exagerado e cheio de recursos do que a promessa que eles fizeram que não estava na versão base de 2016.

Mas me assusta um pouco, porque é muita coisa. E no momento já tô lidando com muita coisa, entrar num jogo com muita coisa. É, você fica meio sufocado, assim, né? Dez anos de bagagem, né? Mas um dia eu prometo que eu volto. Sean Murray, você foi salvo. Fico muito feliz.

É isso aí. Só antes de terminar, eu quero lembrar vocês que a gente tem agora uma parceria com o pessoal das baratas. A gente tem camisetas bem legais como essa aqui, no link de baixo. Não é patrocínio, mas é uma parceria nossa, então se você clicar no link e comprar camisetas lá com as baratas, você ajuda aqui o X do Controle, a gente ganha um cascaiozinho ali e em breve a gente vai ter novidades também sobre isso. Fica aí o teaser.

Sobre camisetas. E sobre baratas. Não, baratas não. Só a loja baratas. As baratas. Tá bom, Bru? Obrigado pela companhia. Obrigada a você. E a gente volta na semana que vem com mais notícias. Tchau, gente. Tchau.

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