#145 - Destrinchando "Encandeia" (Caprichoso 2026)
Neste episódio ofídico, Tartaro M'Boi e Hélio Açu despertam da toca molhada para destrinchar 'Encandeia', uma enigmática e frenética toada do Boi Caprichoso para 2026
Hélio Açu
Tartaro M'Boi
- Toada EncandeiaLenda da cobra grande · Cultura amazônica · Folclore brasileiro
- Literatura BrasileiraDiáspora africana · Mitos e sabedorias populares
- Impacto da cobra na culturaCobra como símbolo de conhecimento · Relação com pagés e magés
Debate, cultura, folclore e muita toada. Está começando agora o Papo de Toada.
Começando mais um papo de toada, temporada 2026 dos Bois de Parintins e a gente tem aqui um evento canônico né, que já vai se tornando canônico, eu me sinto mais confortável realmente sendo provocado a falar das toadas.
e daquilo que os compositores prepararam para os nossos momentos estratégicos, sou convidado a provocar, a conduzir o episódio. Então, coisa que acontece uma vez por ano, na temporada. E estamos aqui hoje para destrinchar em candeia, boi caprichoso, Adriano Aguiar, uma toada aí muito misteriosa que vai trazer muito pra gente. E o responsável pelo roteiro que falou, não, não, não, não, eu vou fazer isso daqui, isso aqui tá...
muito bom, essa aqui tá muito duca, e me enviou um roteiro feito em Mais Map, ele, o maior Faria Limer de Santarém, e o Hélio. Pô, que isso, cara, começa o episódio me ofendendo, que isso, boa noite, boa noite todo mundo, boa noite você, indo agora pro meu, não primeiro, não segundo, nem terceiro, pro meu sexto episódio de Cobra, nesse podcast.
É, eu só tô falando porque é que o tio Hélio foi e faria a Lime porque o roteiro dele não está em Word, está em Mind Map, com coisinhas puxando coisinhas, com post-its virtuais, aí eu fiz a brincadeira. Então, meus amigos e minhas amigas, depois da vírgula sonora, nós começaremos o Destrinchando em Candeia.
A cobra vai fazer a terra tremer O barranco cair, o povo correr de medo A cobra vai fazer a terra tremer
O Hélio seguinte, a gente já tem trocentos episódios de Cobra aqui. Já tem mini doc, já tem dona da noite, já tem muitas coisas mais. Já deve ter até um tier list perdido aí no meio de um domingo à noite qualquer. Pior que tem mesmo tier list de cobra. Por que diabo mais um destrinchando de cobra? Então.
Essa toada, embora a gente já tenha trabalhado com várias toadas de cobra, inclusive a famosa toada da cobrinha do Tom e Medeiros, mas essa toada de 2026 fala pela primeira vez, na letra da toada, de uma lenda que mais do que amazônica é uma lenda nacional. Então isso ali me chamou bastante a atenção. Acho que valia a pena um destrinchando. Só por causa disso a gente vai chegar nesse bloco dessa lenda nacional.
O que cega e devora
Tio Helio, eu estou vendo aqui no seu roteiro tridimensional, algo jamais visto em festival algum, uma grande relação da figura da cobra com as lendas brasileiras. Então, não é somente a cobra parintinense. É uma cobra que está nos interiores do Brasil, é uma cobra que está nos rios amazônicos que estão distantes de parintins. Então...
Ao que me parece, é uma visão globalizante da figura de cobra que você quer trazer, é isso? Exatamente, exatamente. Inclusive, lendo para essa pesquisa, a origem das lendas de cobras negras, de cobras grandes, de boiunas, de boiaçus, tem uma relação, inclusive, com a diáspora africana.
guarda uma certa relação com a serpente da Almeida. Então a própria origem das lendas de serpentes vem desse caldo cultural diaspórico com o caldo cultural originário. Então este animal por si só...
ele já traceja ali um teor mais nacionalizante dos mitos e das sabedorias populares relacionadas ao que a gente chama de lenda amazônica. E uma delas que está na toada é a ilha que repousa no lombo da cobra. Essa lenda...
cobra que repousa sob uma cidade e notadamente tem ali a sua cabeça sob a catedral, a igreja da matriz da cidade, é uma lenda com a qual eu cresci, muita gente cresceu ouvindo essa lenda aqui na Amazônia, muita gente cresceu ouvindo essa lenda no Brasil.
Então pesquisando para esse episódio, a gente tem essa lenda que trata do seguinte, uma imensa cobra repousa sobre a cidade, é um repouso milenar, ela esteve por muitos séculos, tempos imemoriais repousando ali, a cidade cresceu sobre aquele local e um dia essa cobra vai despertar. E quando ela despertar...
A terra vai ceder, começando pela igreja da matriz, e a cidade vai se abrir numa fenda a ser preenchida com água. Inclusive, é uma lenda que é muito recorrente em cidades que são margiantes de grandes rios ou de rios notáveis. Então, pesquisando, eu encontrei referência dessa lenda no Maranhão.
Encontrei referência dessa lenda aqui no leste do Pará, em Belém. Encontrei referência dessa lenda no estado de São Paulo e no estado do Rio de Janeiro. Então a gente vê esse caráter alastrado nacionalmente. Inclusive no próprio Destrinchando, quando o Norato lutou com o Caninana, a gente falou sobre isso, que uma das peripécias de Caninana foi morder o rabo da cobra que dorme sob óbidos para tentar fazer com que a cidade afundasse.
Então é fabuloso como é uma história com a qual todos nós aqui da Amazônia crescemos.
E quando a gente vai dar uma pesquisada simples, a gente já encontra referências no Brasil inteiro. E é isso que Encandeia também traz pra gente.
Então, Tiola, eu tinha até mais uma pergunta aqui, mas eu acho que você já conseguiu responder, sem que eu tivesse te provocado, que é essa questão do subterrâneo, isso que está abaixo, isso que não está revelado. Pensando em tema de caprichoso, o momento que o boi vive, essa questão de uma coisa que está oculta e que, se provocada, pode se levantar, como é que você acha, e aqui a gente está já fazendo a grande bagunça tribal,
Porque geralmente em relação com o tema a gente joga lá para o final. Mas vamos tratar disso aqui agora. Como é que você acha que a questão daquilo que está escondido e pode ser revelado, se provocado, se relaciona com o tema e com o momento do boi? Eu acho muito interessante, né? O boi que canta seu chão.
É uma lenda que, por ser essencialmente amazônica, é essencialmente parintinense. Parintins é uma cidade margeante do maior rio do mundo. Quem vai ali em Parintins, eu recomendo que tome um café da manhã, almoce no mercado municipal. E tem a beleza do assombro de ver ali o Amazonas se estendendo. Você mal consegue ver a margem oposta, esse monstro fabuloso que é o rio das Amazonas.
que é parentes margeia, e tem como razão de ser do festival, a razão primeva do festival, a catedral, talvez o principal ponto turístico antes de você chegar no Bumbódroma, a catedral de Nossa Senhora do Carmo.
Então é uma lenda que vai tratar disso, da ilha repousando sobre o dorso dessa cobra grande. Então é quase que literal o cantar o seu chão, porque você está cantando o seu chão do ser subterrâneo, da lenda essencial, de uma lenda mais do que tradicional, da sua própria ilha. E eu até comentei isso na crítica do Caprichoso, é curioso como talvez o Caprichoso é quem esteja abrindo o portal do encantamento, o garantido cantando o seu chão.
Porque nesse caso, enquanto o caprichoso canta seu chão, está abrindo o portal para a serpente, para a cobra grande. E muito mais do que só um animal, do que só uma fera que vai despertar e vai fazer com que a cidade desabe, a cobra grande é uma figura de conhecimento, de transmissão de conhecimentos na relação...
com pagés, magés, sacacas, enfim. O Caprichoso trata de algo que consegue manipular muito bem artisticamente nos últimos anos e vai para uma imagética mais simples agora para cantar o seu chão. E revela o escondido porque faz tempo que o Caprichoso não traz dessa forma mais crua, aparentemente, a gente não sabe como vai ser, e simples uma lenda mais do conhecimento geral, daquilo que a gente pode até considerar como...
Não pejorativamente, mas folclórico. Perfeito, Tiago. Vamos falando aqui um pouco de bibliografia. A gente sempre cita aqui as fontes, as fontes, as fontes.
E vou me permitir até uma... Aqui uma brincadeira. Tem uma lenda em um lugar aí qualquer do mundo. E não lembro qual mitologia é essa. Que uma cobra morde o próprio rabo.
E quando essa cobra morde o próprio rabo, ela consegue a viagem no tempo. Então ela morde o próprio rabo, dá um giro, e nesse giro dela em círculo do próprio rabo, ela consegue girar no tempo. Eu vou usar essa imagem pensando que em uma ponta da cobra...
a gente tem um modo de ver o folclore brasileiro mais tradicionalista, mais duro, menos popular, que é o camaracascudo. E na outra ponta, a gente tem esse grande etú do botiquim moderno, contemporâneo do Rio de Janeiro, que é o Simas. Então, imaginando que cada um deles está numa ponta da cobra, que essa cobra morde o próprio rabo e gira para viajar no tempo,
Como é que na Lenda da Cobra se encontram Simas e Câmara Cascudo? Eu acho que a visão do Cascudo permeou o festival até mais ou menos 2015. Inclusive, 2015 foi o ano em que o Caprichoso leva a batalha de Honorato e Caninana. Mas é uma visão mais... Eu não vou dizer estéreo, porque em termos artísticos e imaginativos é muito mais do que fértil.
Mas é uma visão mais da contação de história pela contação de história. Nessa visão mais folclorizada, as descrições das cobras, as visualizações da cobra, os desdobramentos das versões, das transformações, dos efeitos que fazem parte do imagético popular que, nas mãos erradas, pode até soar um pouco reducionista.
o pessoal vai chamar de atavismo, primitivismo, coisa que o boi foi deixando para trás ao aprofundar mais essa relação da serpente com os conhecimentos populares, com a sabedoria popular, com a revolução plasmada em palavras que o boi passou a usar nas suas toadas, nos seus textos.
nas ensinanças, nas sabências, enfim. Então, desse lado da cobra, a gente tem um Câmara Cascudo até mais ou menos ali 2015, 2016, no Caprichoso. Você teve a boiuna de 2011, a cobra-navil, calcada também ali na obra do Marmão Tripiranga.
Você tem o Norato e Caninano em 2015 com Serpentárias, você tem a própria Cobra Grande em 2000, que talvez ali seja até um pouco fora da curva, porque fala do contexto da Mouraida, Pesadelos dos Navegantes em 2013, uma coisa muito mais iconográfica, muito mais focada na imagética e no medo pelo medo da serpente.
A gente tem, do outro lado, a serpente muito mais aprofundada no teor das encantarias, no teor dos conhecimentos dos encantados, que é o que a gente pode aprender com o professor Luiz Antônio Simas, por exemplo. Em 2024, a gente tem uma história de gênese. A gente tem uma história indígena da origem da noite a partir da relação da cobra grande com sua filha. A gente está com o pé um pouquinho no cascudo.
Mas em 2025, o caprichoso traz a relação fantástica das magés-pagés-sacacas com a figura da serpente cristalizada na figura de Merandolina. Então, o que a gente vê aqui é uma elevação da relação íntima que Boa e Macumba guardam. Há muito mais tempo do que o preconceito espalhado no universo do festival pode deixar a gente enxergar.
Então, visualmente e musicalmente, na verdade, sempre estiveram juntos. Como você bem fala, o festival nasce do catolicismo popular. Em 2006, por exemplo, a gente tem a Ui Marajuara e viagem ao mundo dos espíritos. A gente está falando diretamente do mundo do xamanismo, dos bichos do fundo, dos caruanas, dos cavaleiros, das pajelanças caboclas, que vão ficar muito mais fortes ali em 2017, para falar do catimbó. O catimbó toma conta do visual e do musical.
O caprichoso vai se ajuremar, o garantido vai abrir giras, famílias de encantados passam a figurar no bombódromo. E a figura do pajé, o item 12, ele se expande para a figura do sacaca, para englobar a figura do sacaca das pajelanças caboclas. E nessas pajelanças caboclas a gente tem uma relação muito forte de ensinos.
dos bichos, dos encantados, com os sacacas. E um desses animais é a cobra, é a serpente que ensina, é a mestra dos grandes sacacas, como fala a toada. E mesmo a toada tem uma do garantido também fala isso, cobra grande ensinando sacacas. Foi isso que a gente viu com o Merandolino, lá no passado, uma visão mais espiritualizada. A cobra muito mais do que imagem, a cobra muito mais do que quimera, com o homem a cobra.
como espírito e como fonte de conhecimento. Então a gente tem, em 2026, essa mistura, a cobra que mordeu o próprio rabo e girando. Uma volta caprichosa volta ao princípio, porque lá é o fim, mas com todo o aprendizado desse ciclo das encantarias que se abriu no festival 2.2017. A guardiã da ilha, mestra dos grandes sacacas.
Então, se eu me lembro bem do que a gente debateu em Merandolini, você trouxe um discurso com toda legitimidade e coisas que são importantes, então, mais uma vez, a gente está naquela tensão. Antigamente...
O conhecimento era reservado a algumas castas que, ainda que bem intencionadas, traziam uma espécie de conhecimento pasteurizado sobre o povo, ainda que esse mesmo povo fosse o material do conhecimento.
E aí, com o avanço, inclusive o avanço de políticas que possibilitaram as camadas populares, nós, a classe trabalhadora, acessarmos esse conhecimento e falarmos, peraí, peraí, peraí, eu vou adicionar a esse conhecimento acadêmico, não só aquilo que o cidadão de classe média fala, é aquilo que a minha avó disse também.
Então eu vou fazer a união Aqui desses mundos E como nosso amigo Ronaldo Barbosa Falou na entrevista Que ele deu pra gente alguns dias atrás Unir o assim chamado erudito Ao assim chamado popular Nas histórias em canoas Estraçalha, pontes e proas
Os velhos da noite pra te acalmar Carcaças de bichos a boiar Uma morada é cemitério de barcos naufragados
Capoclos desavisados, ludibriados, dona do rio. Clarão da noite, é candeeiro na escuridão, é candelabro de devoração. O Hélio, a luz da letra da toada, tudo que a gente está conversando aqui está muito claro para mim, espero que para o nosso ouvinte também, até porque eu acho que é uma toada relativamente simples para o ouvinte comum como nós, para quem não é especializado em...
Não é folclorista nem nada? Mas tem duas coisas que ainda me geram dúvida. A primeira é a questão das carcaças de bichos que flutuam. Será que tem alguma questão ali de encantaria, de religiões afro-indígenas que fazem os trabalhos, entregas, as demandas, etc? Me encafifei com isso ou estou viajando, primeira coisa.
Segunda coisa, o que tem a ver o vidro com a escamaria da cobra? Existe alguma variação de lenda de cobra na qual a cobra tem escamas de vidro? Então, sobre as carcasses de bicho, quando eu ouvi a primeira vez, eu imaginei que fosse ali a cena do pós-ataque da boiuna, alguns animais, enfim.
Mas aí depois fazendo a pesquisa, é claro que o que você falou talvez possa estar englobado aqui, talvez demande alguma pesquisa para um episódio futuro. Mas o que eu encontrei de imediato para responder essa pergunta tem a ver com os ataques das boiunas e a lenda da cobra-navil. Porque nas contações, os afundamentos de navios e sons que indicam a presença das assombrações são uma constante, no caso dessas contações.
Eu lembro, por exemplo, do Destrinchando Veleiro Cabano, feito pelo Cassius e pelo Thiago Hausmann, de baita de um destrinchando, que a gente entende bem esse fenômeno mítico da figura do sino dourado e badala no Aicurapá. E na Lenda da Serpente, há registros que falam de badaladas de sino de prata que indicam o local da chegada da Cobra Grande. E aí é nessas cercanias que ela afunda as embarcações que se aproximam, que são atraídas também pelos clarões.
Mas o que isso tem a ver com a carcaça de bicho? Na tarefa de localizar onde esses barcos foram afundados, consta a tarefa de ofertas de comida e animais sacrificados. Não sei exatamente com qual faceta religiosa está ligada essa atitude de fazer essa espécie de sacrifício, né? Mas pelo que consta da pesquisa é que esses animais vão boiar, vão terminar de boiar onde o barco afundou, ajudando a localizar.
Inclusive, esse tipo de tradição é utilizada até hoje nos interiores para localizar corpos de pessoas afogadas. Inclusive, afogados em casos de ataque de sucuri. Joga-se farinha, alimentos vegetais ou acende-se uma vela e essa vela vai boiando no Icarapé, no rio. Independente da correnteza, ela acaba parando em algum lugar e ali onde ela para, geralmente, é onde está o corpo.
Então, esse tipo de sacrifício animal está relacionado com isso também.
Em relação ao vidro, as escamas de vidro, é claro que pode ser uma criação poética do compositor, que vai ter uma ligação direta com a arena, a gente já consegue imaginar.
algum tipo de alegoria translúcida, efeitos de luzes, como o Caprichoso fez ano passado. Mas na contação da cobra-navil, que o Caprichoso trouxe em 2011, inclusive, conta-se que a cobra grande tem a capacidade de se metamorfosear em alguns tipos de embarcação.
Coisa que a gente já viu, inclusive, no Destrinchando o Pesadelo dos Navegantes e que o Caprichoso fez em 2013 na Arena, né? Mas o inverso, né? As naus e caravelas se transformando num cenário de floresta e revelando grandes serpentes. Na Lenda da Cobra-navil, a boiuna, Sucuriju, se transforma numa canoa, se transforma...
em uma galé, se transforma em um manau, uma caravela, ou até mesmo num transatlântico, num vapor, barcos mais antigos. Mas não é qualquer tipo de embarcação, ela não se transforma no metal, ela não se transforma na madeira crua, enfim, na madeira tratada. O barco, o casco do barco, as peças que compõem a embarcação...
são feitas dos despojos dos ataques realizados pela cobra. O casco é feito dos ossos dos mortos. Os mastros são feitos dos ossos. As velas são feitas das roupas e das peles dos mortos.
E aí eu consigo fazer uma ligação do vidro como o vidro sendo parte desse despojo, desse espólio do ataque mortal da sucuriju, da cobra grande, da boiuna, boiassu, aos homens, aos ribeirinhos das beiras de rio, e fazendo com que seus objetos, incluindo espelhos...
garrafas, enfim, se transformem em parte da sua metamorfose em barco. Eu acho que a gente pode encontrar uma relação aí também. Eu não sei se o Caprichoso vai puxar algo do tipo, mas pensando na pesquisa que a gente fez, dá para justificar essa criação alegórica visual na letra da toalha.
E aí, pessoal, acho que estou satisfeito com as explicações de tio Hélio aqui sobre a cobra no festival, nosso amigo tio Hélio, nos mostrando mais uma vez a sua cobra. Tio Hélio, diga boa noite, bom dia, boa tarde para o nosso pessoal e dê seus recados finais. Bom dia, boa noite, boa tarde para todo mundo, prazer tê-lo.
Aqui, Tela, aqui. Ele, aqui. Continuem com a gente. Esse é o primeiro destrinchando azul da temporada. Já tivemos o destrinchando Camar, agora o destrinchando Encandeia. Eu costumo fazer os primeiros destrinchandos da temporada com essas lendas mais conhecidas, com as figuras mais conhecidas. Mas em breve teremos aí os destrinchandos de rituais, das lendas mais densas aí. E megazordes também. Vamos ter mais de um megazord essa temporada. O Tartaro está com a mão na massa.
Dá pra dizer que quase literalmente com a mão na massa, tá? Em relação ao Megazord. Mas continue com a gente, ouça umas entrevistas. Está vindo bastante entrevista por aí, legal. A temporada de 2026 já está todo vapor. E é isso, um beijo no seu coração, seja membro. Se não for membro, compartilha, dê seu like. Que a gente continua gostando de você do mesmo jeito. Boa noite.
Reforço o pedido do meu amigo tio Hélio. Considere se tornar nosso apoiador, entrar no nosso grupo de WhatsApp, onde a gente troca ideias, onde a gente se diverte, onde tem meme interno. Continue acompanhando a gente aqui no YouTube ou aqui na sua plataforma digital, seja Spotify, Dizer ou Tidal. E não deixe de deixar o seu like e comentário. Até o nosso próximo conteúdo.
A cobra vai fazer a terra tremer, o barranco cair, o povo correr de medo Encandeia, encandeia, encandeia, encandeia, farol que cega e devora
Legenda Adriana Zanotto