Homilia | O trabalho: sacrifício e liturgia.
São José.
- Exemplo do Profeta sobre trabalho e esmolaTrabalho como sacrifício litúrgico · Motivação no trabalho · O trabalho e a santificação
- Dependência de DeusPriorizar Deus e a vida espiritual · Reconhecer os próprios limites
- Origem da palavra trabalhoTrabalho como fardo após o pecado original · Trabalho como participação na criação divina · Trabalho como liturgia e oferta a Deus · O perigo da automatização no trabalho
- Virtude e excelência moralHonestidade e integridade · Prontidão e proatividade · Luta contra a preguiça
- Sucesso profissional e vida pessoalA importância de perguntar a vontade de Deus · O dinheiro como meio, não como fim · Aceitar o trabalho como chamado divino · A gratidão pelo trabalho, mesmo com dificuldades
- Ambiente de TrabalhoOrganização, limpeza e produtividade · A presença da alma e dos valores cristãos · Evitar fofocas e julgamentos no ambiente de trabalho
- Importância do descansoO descanso como sagrado e necessário · O perigo do excesso de trabalho e a ansiedade · O convívio familiar e com amigos
- Reflexão sobre a liturgiaA missa como grande liturgia para o povo · O trabalho como participação na liturgia de Cristo
Mas, celebramos o Jardim, somos operados, como o Padre falou, já tem a graça de celebrar dois dias com o Mundo de Luz e com o São José. E ainda é culpa para quem tem São José. De Maria, os medievais falavam que nunca sabes, a gente nunca satisfaz o tanto que a gente deve falar de Maria.
Da mesma forma, Jesus é. Porque muitas vezes, as pessoas pensam que era alguém que estava sobrando na escola. Mas é o contrário. Depois da Virgem Maria, ninguém foi tão grande, Jesus é. Hoje, como você viu, na missão de trabalho,
o Paulo do Brasil, São José, como modelo dos trabalhadores. É isso que a gente vai ver hoje. Mas o que que eu quero dizer, Senhor? O sacrifício litúrgico do trabalho. O sacrifício litúrgico do trabalho. Eu preciso dizer as coisas antes de falar com a experiência do trabalho de São José.
Quando Deus destruiu, criou o ser humano, ele criou o ser humano, você deve ver se não seria destruído, como ápice da criação. E o ser humano tinha uma missão, de oferecer tudo em sacrifício a Deus. Hoje, por causa do sacrifício de Jesus...
Quando a gente fala em sacrifício, a gente já pensa em algo sofrido, doído, mas não é só isso. Sacrifício é tudo aquilo que você oferece a Deus. O Padre vai falar assim, orar irmãos e irmãs para que o meu, o Padre, e o vosso sacrifício seja sempre pelo Deus Pai e pelo Deus.
O padre vai apresentar a patena com o pão e vai oferecer a Deus tudo aquilo que você trouxe essa semana.
Esses dias para se tornar um sacrifício, um honor agradável a Deus, um louvor a Deus. Então qual é a missão de Adão e Eva? Governar a criação ao governo que é dado a eles, mas esse governo era um oferecimento a Deus. É indicar tudo para Deus. Portanto, um trabalho.
Quando Deus instituiu o homem, ele instituiu uma missão do trabalho. O trabalho, ele se tornou fardo agora, um peso, uma canseira por causa do pecado de Adão e Eva, por causa do pecado original. Mas mesmo que ele tivesse pecado original, haveria trabalho com o meio de elevar as coisas a Deus.
O trabalho não seria medido por poder, por dinheiro, por egoísmo, mas por uma oferta de sacrifício. Por isso que o taxismo diz assim, Deus criou o mundo perfeito, porém acabado.
Porque Ele quer que o homem participe do trabalho da criação. Por muitas vezes a gente pensa assim, Deus criou o mundo e deixou a coisa correr. Como se Ele tivesse dado porta na criação e a coisa está andando. Não, Ele ainda está criando.
Ele ainda está trabalhando. Se lembra, Jesus fala, eu e o Pai, a gente não cessa de trabalhar. Cada formiga, cada folha, cada nuvem, é Deus trabalhando. E Ele nos chama a participar do trabalho dEle. Como sacrifício e como uma liturgia. Então, veja só. Primeiro, é voltado para Deus.
E depois voltado para o homem. Para o benefício do próprio homem. Por exemplo, o progresso. Deus poderia ter feito já a dama com o celular, com a internet, com casa, com prédio. Não, ele quer que o homem se associe com o sacrifício. O sacrifício é o sujeito do trabalho. Mota mal aquece a que. Amém.
entender é a palavra liturgia. Hoje a gente sabe, liturgia se refere a que ele também se realiza como sacramento. Então, a minha é uma essencial, mas batismo, casamento, são os infernos, tudo é liturgia. Só que antes de ser uma palavra religiosa, liturgia era algo público, algo das prefeituras. Liturgia Liturgia
Aí sim, tinha trabalho feito para o povo. Então, a natividade que se fazia, sei lá, o aqueduto, o banheiro público, o lugar de esportes, aquilo era chamado de liturgia. Era um trabalho para o povo.
Quando essa palavra me engrou, a palavra religiosa, ela adquire esse sentido de liturgia. Porque o maior problema que foi feito para o Senhor, foi Jesus morrer a cruz. Ele trabalhou para a nossa salvação. Então, todas as vezes que ele participa da cruz do Cristo, da liturgia de Cristo, do trabalho de Cristo, ele está dentro da caminhada.
Aparece, né? Hoje em dia tem uma posição de alguns padres, tem que ser políticos, dizendo assim, ah, eu vou fazer mais para o povo se eu for político. Quem fala isso não entendeu porque é missa. A missa é a grande liturgia para o povo. É um trabalho para o povo. É um grande benefício para o povo.
Tanto da salvação quanto da proteção. No dia do juízo, a gente vai ter noção de que cada lência celebrada desse território, para o qual é o que é, proteger você, proteger a sua família, salvou você, cada lência celebrada. Então é muito mais do que...
emitir leis, fazer asfalto, enfim, um padre que começa a falar assim, ele não está entendendo que ninguém pode celebrar isso. Ninguém pode fazer esse serviço para o povo que ele faz. Quando o presidente viaja, o vice assume, há alguém no seu lugar.
Mas quando eu viajo, quando eu não posso ser legado, quando eu fico doente, não tem isso. Não tem liturgia para o Deus. Quando então o meu trabalho se torna uma oferta para Deus e um trabalho para as pessoas, a gente entra no tema dessa homenagem. A profissão litúrgica de trabalho.
Naquilo que Deus se chama, você pode fazer desse trabalho uma oferta a Deus e uma santificação sua e dos seres. E São José é o modelo disso. A primeira coisa, o primeiro ponto da gente entender em relação a São José é o que ele era o modelo.
Porque se eu olhar aqui, todo mundo trabalhou. Muitos foram muito honestos. Abel, Abraão, Moisés, Davi, todo mundo trabalhava. Mas por que que José é o modelo do trabalho? Esse é o ensinamento. Porque José trabalhava para Jesus.
A palavra de José estava oferecido, tendo um pensamento, tendo uma motivação, uma pessoa de Jesus. Quando a pessoa está com a parte de mim, ele fica pensando 24 horas na cremosa. O que ela está fazendo? Será que ela está pensando em mim? Será que ela mandou mensagem? O que ela ficou vendo ali no zap?
E ele vai passando aquele dia, por muitas vezes até empolgado, porque não havia hora de encontrar com ela a noite, não tinha mais nada. José era apaixonado por Jesus. O trabalho dele tinha fundamento em Jesus. Estou fazendo por Ele. Estou cuidando dEle.
Se você entender esse ponto da unirinha, você vai poder ir embora. O seu trabalho, ele não é para ganhar dinheiro. Se você for na faculdade, por mais que você esteja fazendo bem, o que você recebe está muito aquém do que você faz como trabalho.
Por que está muito aquém? Porque primeiro, você gasta a sua vida, a maior parte da sua vida você gasta no trabalho. Você gasta a sua saúde, sua psique, suas emoções. E por mais que você ganhe bem, ainda está muito aquém no que você está fazendo.
Se eu começo a olhar o meu serviço apenas como um meio de dinheiro, eu vou me frustrar. Se eu não entendo que o trabalho é um meio, a minha vida de casado, de pai, de mãe, de filho, se eu não entendo que aquele trabalho é um meio de eu encontrar a pessoa de Jesus,
Eu vou ficar automatizado. Tem o seu site chat, como o Paulo já falou. Tempos modernos. O cara vai trabalhar numa fábrica. E aí, dão pra ele uma chave de boca desse tamanho assim. E qual que é o serviço dele? 24 horas ali, o tempo que ele está no serviço, ele tem que ficar apertando o parafuso.
E ele fez o seguinte, ele não sabe o que ele está apertando, não sabe para que serve, não sabe nada. De forma que, a hora que termina, ele vai embora para casa, ele está assim canal ainda. Ele vai no ônibus, ele parece, ele vai dormir, ele parece, automatizou o serviço.
Hoje, em tempos que a gente vive e o capitalismo selvagem, às vezes a gente é louco para meter a boca no comunismo e no socialismo. Está certo, mas a gente esquece, e não é porque a gente vai falar de capitalismo, socialismo, que o capitalismo é esse paraíso na terra. Como diz o Papa Francisco, ex-capitalismo, mata, adoece.
E é só você olhar o pessoal, os nossos trabalhadores. Foi se automatizando de tal forma que eu já não vejo função não só humana, mas muito menos espiritual. Se eu perder a função de edifício espiritual do meu trabalho, acabou. Você pode ser o pecador de parafuso.
Mas se você tem um olhar a Jesus naquilo, a coisa muda. Agora se você tem um objetivo, um olhar meramente utilitarista, de ganhar dinheiro, ou de fazer o serviço, ou de... Vai chegar uma hora que você vai falar, que é um jeito mais. José nunca falou nada com eles. O que ele estava fazendo foi Jesus.
Aqui vai algo. Se você não vai me escrever, quem conhece, vai lá perto, quem conhece, vai lá perto, vai lá perto, vai lá buscar. Aonde eu estou, é que Jesus vai se manifestar também. Aonde eu estou. Eu estou aqui na missa agora, então é a hora de eu estar na missa. Tenho coração na missa.
Daqui a pouco eu vou almoçar na família, porque eu vou estar na família. Daqui a pouco eu vou pedir para me lavar o banheiro da igreja. É ali, naquele trabalho, que eu vou encontrar Deus. Amanhã, na segunda-feira, eu volto para o trabalho. É ali, no meio daqueles papéis, do tijolo, da comida, do atendimento às pessoas. É ali que Deus vai falar com mim.
durante o seu trabalho, para que você não se automatize, ele deixa rápido, mas se a gente está sempre com esse olhar automatizado, a gente não percebe esse trabalhar para Jesus. As pessoas dizem assim, amam o seu trabalho e você não trabalhará nenhum dia da sua vida, mais ou menos.
Porque se você mesmo teve o melhor trabalho do mundo, mesmo que você ganhe riqueza, vai ter que ir que você está a falar para quê? Vai ter que ir que você vai estar em época. Quando o padre desce, por exemplo, para atender o povo, tem que ir que dar sem época. Por quê? Porque se olha na FIA, não é?
Para lá aquela pessoa de novo. E você já sabe de cor que ela vai falar. Você fica pensando assim, tomando que nem mais um padre, assim. Né? Ela dividiu um pouco. Tem dia que você fala assim. Você acha que a vida do padre é assim? Você vai descer. Sabendo que você vai atender alguém que está no meio de Santa Rita. De Santa Teresinha. De São Francisco.
é só B.O. Tem um livro, não tenho certeza ainda, chama Relatório Broderick é uma vila no período da segunda guerra e ali no meio das pessoas da vila tem um padre, e o padre está muito desanimado esse brother vai visitá-lo e percebe esse desanimo
Ele pergunta, por que no desânimo? O padre responde assim, porque eu percebi que eu sou o esgoto dessa vida. Todo mundo vem, joga, soa um vício em cima de mim. Ele dá a solução, a alma sai de novo. Mas no meu coração a frequência que roubou, se matou, se viveu daquela criança. Se ocupar.
Não olho, não faço, a pessoa de Jesus, até mesmo meu sacerdócio, vira automatismo. Vira meramente fazer por fazer. Não há um encontro com as almas, não há amor pelas almas, é só despacho.
Vem, fala assim, tá repetindo o tom, vai, eu tenho o seu computador de inscrição. Muito fácil, agora tem 300 pessoas. Mas cada um que vem, tem que gastar tempo, energia. Mas não é simplesmente por causa de vocês. Antes de tudo, tem que ser por causa dele.
Se vale isso, para o padre que tem um serviço, um trabalho religioso, vale para você que tem um serviço aí no mundo. É ali que Deus vai se mostrar, uma pessoa que vai pedir ajuda, uma pessoa que vai pedir uma palavra, às vezes no seu serviço o único contato que as pessoas têm com Jesus é você, o único contato que as pessoas têm com o Evangelho é você.
E aí você fica assim, ah, não sei por que as pessoas, elas vêm desabafar comigo, vêm me procurar, é porque eu quero acidente agora. E você está lá como uma extensão da igreja. Se você faz a coisa por Jesus, a coisa muda.
De novo, não é viver no país, na lista do País das Maravilhas, não é viver na Cinderela, que vai viver que é cansado. Tem pessoas que são difíceis. Tem situações que são difíceis. Mas quem segue Jesus no seu trabalho é você. Você não pode esperar paciência, caridade, não fofoca, julgamento das pessoas que não lê.
A princípio, se deve esperar essas virtudes de quem diz que serve Jesus. Segunda coisa, para aprender com São José. Agradecer o trabalho. Pois Deus é providente. Hoje em dia a gente tem muita reclamação do trabalho. Isso já começa com a gente já falou.
Já começa quando as pessoas não escutam a Deus para tomar decisões difíceis na vida. As pessoas não perguntam qual é a vontade de Deus para a minha vida. E aí, de repente, toma uma decisão como se casar, ser padre.
uma vocação, um trabalho, uma faculdade, uma decisão que vai ter uma reação a vida inteira, as pessoas não rezem, não perguntam para Deus. E por muitas vezes, nessa questão, por exemplo, do casamento, se vai muito por um corpo, por um desejo, por uma boniteza.
Não se vê, por exemplo, a índice da pessoa ou a espiritualidade da pessoa. Como está no foguinho, acho que é a dor. Depois que casa, passa o foguinho, vê que está com o deol na mão. Perguntou lá atrás, deu sinais, às vezes a mãe falou, o pai falou, o padre falou. Mas não, estava lá, tem uso daqui.
O trabalho é a mesma coisa, você vai tomar uma decisão para a sua vida. Como que as pessoas escolhem o seu trabalho hoje? Escolhem uma faculdade hoje, escolhem uma profissão. O que dá mais dinheiro? O dinheiro no trabalho, ele serve mais ou menos como o sexo serve no relacionamento.
Ele tem uma noção, ele é importante, mas não é mais importante. De modo que na hora que passa o foguinho, ou passa a primeira noção de salário, de dinheiro, de dinheiro, a pessoa se vê frustrada num trabalho que ele detesta, porque ele não é a graça dele.
A vocação, a palavra, lembra? É um chamado de Deus. Deus me chama. A vocação é um chamado para a minha santidade. Há um erro, às vezes, no seminário, quando se diz assim. Ah, quando eu for padre, eu vou ser feliz. Conto bem mais, não é? Vai atender o povo, você vê. Quando eu casar, eu vou ser feliz.
Conte uma imagem. Quando tiver filho, quando tiver esse emprego, eu vou ser feliz. O trabalho, o sacerdócio, o casamento, ele é um trampolim, um meio, um instrumento para você chegar a Deus. Ele acabou de falar, trabalho para Jesus.
Quando eu me vejo em um trabalho que não é minha vocação, eu começo a brigar com ele, como se me engrossar. E aqui vem a segunda parte, daí começa a ser pecado, pecado grato. Eu começo a murmurar e a maldizer o meu trabalho. Você tem que entender assim, como se fosse um casamento.
Eu dei um meu sim a essa pessoa. Não separe o homem que Deus o livre. Agora eu percebi que ele tem chulé. Seguir. Entendeu? Seguir. Esse peró não é do padre. É sempre. Só que sempre está olhando pro chulé.
Eu não vou aguentar ele. Eu tenho que transcender e lembrar da promessa que eu fiz aqui diante do altar. A alegria e a tristeza no chulé e sem chulé. Quando eu me vejo agora, homem, mulher, formado,
Pai de família, com responsabilidade, com boleto para pagar, com filho para criar. Não um trabalho que eu não desenho, mas é o que está indo, é o que está fazendo a gente sobreviver. É seguro o seu filé. Segura que é aí que Deus quer ser.
Aí eu parei 40 anos, com 3, 4 filhos para criar, esposa, fez a profissão de torneiro. Aí eu saí com 40 anos, mas eu não estou vivendo meu sonho, vou pedir a conta e vou cantar nos bares na noite.
Acabou, acabou. O que pode ser que fala? Como você é solteiro, você fala que você é homem, você é solteiro. Você compra, você passa esse dinheiro que não gostaria. Você compra um chapa do chá, você compra aquele óculos, sabe aquele óculos que é que nem suco, daí o suco passa assim em volta do ar, assim. Compa tênis de luzinha. Agora você é um país.
Agora você é esposo, agora você tem que encarar os fatos, não fiz o que santo devia, não escolhi a minha anotação, mas Deus me colocou nesse trabalho, é aqui que eu vou tirar o sustento da minha casa, a providência da minha casa e a minha santidade, é aqui.
As pessoas começam a murmurar e a reclamar do seu trabalho, e a gente vai entendendo que a mulher manda no fundo da providência de Deus. O Senhor Jesus, e a Deus dos Anaú, José e Maria faziam parte, eram os pobres de Javé.
Diferentemente do pobreza, o homem que era usado na mãe, já não eram as pessoas que não tinham trabalho. Você acha que o José, que lá, a Márcia Maria, lá, que não tinha chegado em casa, dá pra fazer uma mesa também? Não era assim, eles tinham que caçar, até pra ficar levantando a palavra, eles tinham que caçar o seu trabalho. Você vê que Jesus, por várias vezes, fala, fala, fala,
das pessoas na praça esperando o trabalho a parábola, lembra dos trabalhadores de cada hora o patrão foi lá na praça, fechou 29 da manhã, meio-dia, 15 horas, 17 horas a pessoa, esses anamim e José entra neles eles tinham que trabalhar
que dá seus cultos para arrumar uma moeda. Uma moeda, ele levantava a sua família naquele... Não tinha para aquele que estava trabalhando, não tinha contrato, não tinha... Por mal e mal que seja, não tinha essa segurança de trabalho no dia de dia.
Naquela parábola, lembra? Que no final da parábola, o patrão dá igual para todo mundo. O patrão trabalhou uma hora, só ganhou uma moeda igual os outros trabalham no inteiro. Quando você tem hora, parece que é injusta. O patrão, que Deus, vai ser injusto. Porque é um trabalhador do inteiro, outro trabalhou uma hora. Mas o patrão, ele sabia.
Que se aquele que trabalhou uma hora não levasse uma moeda para casa, a sua família também é bom. E o patrão da W, você não é bom. Você não vai mais. Você que não vai trabalhar, você tem que olhar, tem esse olhar. Às vezes...
O meu bairro falou, essa segurança que a gente tem às vezes em um contrato, em um cartão de trabalho, essas coisas todas, faz com que a gente se esqueça que tudo veio de Deus. Que o seu trabalho veio de Deus. E se hoje, não sei se você se formou, fez lá a faculdade de médio, mas não tem serviço na sua área, mas não tem serviço na sua área.
e aí e aí e aí e vai fazer aqui em ter que ver se estava dando naquela hora e hoje em dia a uma grande tentação das pessoas por conta disso não querer trabalhar
É pecado não trabalhar, não querer trabalhar. Você que é dono de casa, é lógico que você trabalha. Você não tem salário, mas você trabalha. Por muitas vezes, mais do que muitas vezes, porque ele tem despesco, ele tem febre, etc. Mas você trabalha. Agora, há uma turma, inclusive hoje, principalmente nesse país, que não tem trabalhador. Olha uma turma, uma faixa etária hoje em dia, que vive de benefício.
O benefício é uma ajuda, mas toda ajuda, seja da igreja ou do Estado, ele tem que ter tempo para acabar, senão ele não deu certo, senão ele criou paternalismo.
Muita gente não quer trabalhar por quê? Porque trabalhar, faça o especial da nossa família, bolsa a casa, bolsa do sorteio, do sorteio vivo, de igreja. É por causa de vida.
É preciso trabalhar, é preciso produzir. E por muitas vezes tem que produzir aonde você não quer, porque o pastor é ali que vai explorar. Todo benefício tem que ter um prazo. Bom, está passando por dificuldade, a paróquia vai ajudar, o Estado vai ajudar. Mas hoje virou um negócio. Você vê facilmente aí mulheres, por exemplo, que vivem me ajudando.
Por causa de moça ou família. Por causa disso é tudo outro. É pecado. Por quê? Não existe amor sobrado. Alguém está pagando. Aí vem a turma da nossa família de trabalho. O ator de trabalho. Tem muita gente que quer ficar rico da noite todo dia. Quer ficar rico com um tegrinho.
Não existe dinheiro fácil. Dinheiro fácil alguém está perdendo. Portanto, está perdendo o outro. Aquilo que vem do seu salário, que pira no seu salário, é a providência de Deus. É aquilo, é com aquilo que Deus quer que você se diga.
Que você se santifique. Pega o seu salário, pega da esposa, pega a irmã Pai do Círculo, que dão 10 reais. É isso aqui que a gente vai viver. É isso aqui que Deus quer que a gente viva. Ah, mas não dá para pôr uma Ferrari. Para aqueles que são de Deus, luxo não vai ter. Entenda isso. Luxo não vai ter. Mas o necessário não vai faltar. Preste atenção.
Que data é pouco você vai ter saudade desse um dia que o pai está fazendo. Você vai falar assim, ah, que saudade quando a gente ganhava 10 reais. Que saudade quando a gente tinha carne, quando a gente tinha internet. Presta atenção. Vai linguar, principalmente para aqueles que foram de Jesus. Mas o necessário não vai faltar.
Para procurar de reclamar do seu serviço. Murmuração, reclamação, ela dá em ar ao diabo. Você está rezando ao diabo. Agradeça o seu serviço. Ah, eu sou pedreiro, é difícil. Eu sou engenheiro, eu sou...
É a onda de Deus que colocou. Agora, hoje, você não está contente com o seu trabalho, faz uma noção de amarese do lugar, para Santa Rita, pegue para a sandolezinha. Se aparecer uma porta, você vai. Senão, é ali.
Ah, mas a Tandemã não percebe. Ah, mas a Tandemã me julga, como o Pai falou. Quem segue Jesus no seu trabalho é você. Você vai esperar o Evangelho de quem não vem? Se na igreja você está com tanta treta, imagina lá fora. Outro ponto. Santificar o espaço. Quando José, veja. José, São José, padroeiro da liturgia.
Quando o menino Jesus vai nascer, você leva ele a um lugar de pago. José vai lá e encontra um estábulo. José não deixa o estábulo de gente lá sujo, com cocô, com isso. Ele vai lá e arruma. Ele arruma o local. Na simplicidade dele, deixa aquele vídeo.
Quem dá, quem dá o espaço do trabalho seu, é você. É só você ver como que são as atitudes das pessoas quando você chega. Às vezes tem foto, assim, na porta do meio, não sei o que, aí o quadro chega e faz exemplos.
Quem dá a dignidade no lugar do seu trabalho é você. As pessoas precisam ter um santo respeito, um santo temor. De olhar e falar assim, lá vem aquele cara que é chato, ele é chato mesmo. Porque ele não aceita conversinha, ele não aceita besteira, ele não aceita... Quem santifica o seu trabalho é você.
É você que vai lá por favor de ir-se como igreja, como filho de Deus. É você que vai lá, não sou eu. É você que tem que chegar lá com os filhos no peito e saber o que é que você está carregando. Senão você vai ser muito bom. As pessoas vão lá, você vai falar assim, vai lá, estou dormindo, carrego os filhos e está indo, não é que você chega a nós.
Quem santifica o seu espaço de trabalho é você. O Evangelho que briga a sua parte. Começa pela organização, limpeza, produtividade. Tudo isso são valores que Jesus é tempo que lhe. Agora mais do que isso é a presença sua alma.
A presença, as pessoas entenderem que nesse espaço há um homem ou uma mulher de Deus. Às vezes a gente vê que é fudada. Mas tem parte que serve isso, né? Há esses problemas de televisão, de software, etc. A presença desses padres são debochadas da pandemia. Ele vai ser usado no meio ali.
bobagem, besteira, não sei o que, e o padre ali sem graça. Por muitas vezes, é o padre mesmo que deu essa liberdade. Isso vale para você também. Se você que incomoda, que incomoda, que recebe o pé de cima da sua boca, se ele não servir, se usa da sua boca com a fofoca,
Vai falar uma do outro, vai julgar outra, vai besteira, vai traição. Santifica o espaço. Está chegando ali um homem e uma mulher de Deus. As pessoas têm pensão que tem você, diante do que você é. O trabalho é uma academia de virtudes.
Toda semana academia tem vários exercícios, né? Exercícios por roguistes, patrísticos, pacô, chacupombo, não sei o que, vários exercícios. O trabalho é só academia de virtudes. A primeira delas, você olha o São José e você tem que ter a necessidade.
A honestidade, ela não é somente não pegar dinheiro, ou não pegar coisas no trabalho. Mas é chegar na hora, fazer o que você tem que fazer, não ficar enrolando, sair na hora, não ficar matando o serviço. Honestidade. Outro dia para detener a pessoa.
Padre, é pecado passar house ou ouro para não ir no trabalho para ganhar a dispensa do trabalho? Atestado, isso mesmo, atestado. Mas lá na Cidade Nova, a alta para a Batava, tem postulho lá perto. Às vezes é de passado, dia de jogo do Brasil, dia de final de... Ninguém fica com o ente.
Aí esquecendo da feraceta, estava bombando assim. Veja, a menina passou um house no outro para não trabalhar. É pecado? Vai chupando house no concateto agora. Gente que dorme, sabe? Quando a noite fica dormindo, fica enrolando.
Você é a que segue Jesus. Você tem que ter uma unicidade, uma fineza com as coisas. Quebrou a obra do seu serviço? Se apresente e não fique empurrando, se escondendo. Olha, quebrei. Precisa repor? Não precisa repor? Você não mata do seu serviço. Que foge. Que se esconde. Unicidade, prontidão.
Quanta preguiça. Veja, o nosso corpo vai pensando. A tentação da preguiça. A vida inteira. É ter que lutar. Só que, se eu deixo a preguiça prevalecer ou não. A preguiça parece um pecado público, mas não é.
As pessoas às vezes vêm e falam assim, a confissão é dando risada. A confissão é de preguiça, vem de mim. Está dando risada por quê? Está pequena, está dando risada, está ficando engraçada. Você acha que não dá para vir em ferro por causa de preguiça? Ah, pode dormir, não fique com preguiça, não vem na missa. Aí morreu na segunda, foi para onde?
Por preguiça. E para o inferno de preguiça, quem está apanhando o diabo, lhe dá com o outro, né? Pelo menos, então, você está amada, humilhando pessoas, olha o caracal, não, isso aqui vai... Não, morreu por preguiça, por preguiça, eu tenho o inferno, pensa só, gente. Por preguiça, a gente deixa a graça passar. Por preguiça. Prontidão.
Você pode reparar, parece que é aquele dia que você não tem que ir na missa, aquele dia que você não tem que trabalhar, é que as coisas acontecem. O que é que o João vai falar? O extraordinário de Deus acontece no dia cotidiano. O extraordinário de Deus acontece no dia cotidiano.
Deus não agendou como Moisés vai ser viatado o robinho mais vermelho. Era um dia normal para eles. Perfeição, fazer as coisas para Deus, fazer as coisas de modo sobrenatural, não fazer para acabar. Por muitas vezes, essa preguiça, por exemplo,
invada a vida espiritual e você se vê não rezando direito não vindo nesse direito quantas vezes talvez você já se pegou rezando para acabar mas eu não achei que essa é esse jogo pra cá, pra lá, pra lá pra ver se não tem esse erro cruza ali nossa, não sei se é mistério amém
Se fosse ali de fato, antes da aparição do anjo do Portugal, eles rezavam assim. A mãe falava para vocês, tem que rezar o Rosário. Eles diziam que o dela nos rei, eles rezavam assim. Ave Maria, Santa Maria, amém. Olha o que é o Rosário. Cinco minutos e ele rezava o Rosário. E eu brincar, o anjo do Portugal, opa, opa, opará.
Aí tem gente que fala assim, ah, paga, mas vale mais rezar uma ave maria bem rezada do que rezar um terço. O que é que falou? Primeiro, o que é uma ave maria bem rezada? É verdade que você não se demoler? Alfa, chega. É? Segunda coisa, foi isso que o nosso ar falou, Fátima?
Olha, junta a família e faz uma vida ali bem rezada que está bom. Fez o que ela falou? Preguiça. Não buscar perfeição. Na vida de oração, você não está lá no céu ainda. Você não está contemplando a face de Deus. Já na vida de oração sua, um dia ou outro, Deus vai levar você às alturas. Mas 99% das vezes você vai arraspado.
como um trabalho, mas tem que viver. E a última coisa, saiba descansar, nós estamos num ponto que as pessoas não sabem descansar. Isso é um livro de um filósofo coreano, católico, a sociedade de cansaço.
Se eu perguntar quem está cansado aqui, eu levanto as duas. Mas por que é essa canseira nossa? Por não saber se cansar. Por a gente não fazer o que é que fazer.
A gente fica correndo das nossas obrigações e do nosso trabalho. Você, primeira coisa, o fato de você ser fiel àquilo que Deus designou para você fazer, já vai dar paz de espírito em você, já vai descansar.
A pessoa, por exemplo, veio domingo aqui, trabalhando na igreja no retiro, se desgastou, está cansado, fisicamente está cansado, mas chega segunda-feira e está com uma paz na alma. O pastor fez o que ele tinha que fazer.
Deus compensa o esforço físico com essa paz na alma. Quando a gente não faz o que tem que fazer, a nossa alma já fica agitada. E a gente fica ansioso, fica... Ah, amanhã eu tenho que fazer tal coisa. E chega amanhã, ah, acho que eu vou fazer depois da manhã. E sempre tá assim, sabe? Sempre um minuto depois. Vai causando ansiedade, vai causando medo, vai... Deixa pra lá.
Canseira. Canseira também porque a gente não sabe descansar. Hoje em dia a gente acha que descansar é se seriar, é ficar até tarde no filme, na night frites, no futebol, ficar lá. Não basta assistir futebol. Tem que assistir, nem a luz que estiver aí, comentando lá se foi quente ou não. Durante três horas o cara brigando lá se foi quente ou não. Muda o quê no resultado, não muda nada. Ele está lá fritando o cabeça.
Aí ele fala assim, vai, não tem tempo a rezar, não tem tempo a ler, não tem tempo a ler a Bíblia. Quando a gente não sabe aproveitar esses momentos de descanso, meus irmãos, descanso é sagrado. Você lembra que Jesus tinha momentos em que ele se retirava?
que ele saía da novidão, era preciso esse descanso, esse descanso estava voltado para Deus e para o convívio com os apóstolos. Você já pensou o que devia ser uma noite durante um trajeto com Jesus e os doces?
Por volta de uma fogueira, comendo um pão, comendo um peixe, comendo algo ali e conversando e brincando. Lázaro, Maria e Marta são chamados de amigos de Jesus. Jesus ia direto na casa deles.
Se eles eram membros de Jesus, veja só, Jesus ia lá e se acha que Jesus chegava na casa de Marta, Maria e Lázaro, e ficava falando de Bíblia 24 horas, fica aí esses irmãos aí que pegam a Bíblia na casa, fica gritando, está vendo? Jesus está na casa de Lázaro e não falou nada de Bíblia.
Ele ficava aqui conversando, ele ficava entretido com eles. Agora, se ele estava conversando, você acha que Jesus ficava assim, falando mal do vizinho, falando mal? Ah, você viu o que aconteceu? A gente não sabe aproveitar o tempo com os amigos, o tempo em família, tudo tem que ser de vida, tudo tem que ser falar mal do outro, tudo tem que ser conversa de zap, a gente não sabe descansar.
Quanto tempo faz o senhor que pede aí a sua pernosa e dá um moleio? Não dá um moleio. Ah, mas não tem dinheiro. Não tem problema. Vamos lá no mercadão, pede um pastel, um pingado, já era. É a gente que faz o ambiente. Não adianta nada ir para tomar e tal, os dois sem se parar. Quanto tempo faz o senhor que tem tempo para os seus filhos?
Recorde aqui, os avós, eles vão percebendo isso. Conforme vai vir na idade, eles vão vendo isso, vão percebendo isso. E quando era rapaz, às vezes não percebia. Você já falou que a avó e a avó e a criança, quando ela pai nem pegava no seu pé, agora você vê ela, está rolando, sua filha, o netinho, ele quer ficar valido, você quer que você não tenha medo, ele não tem medo de ser comigo.
Porque vai perceber que de fato, porque a mulher não é você que é pai, não é quanto tempo faz. De ter brincadeira, de divertir, de ser o momento da sua casa, o momento de família, de descanso, aquele trabalho estressante. Você tem que ter um ambiente em casa que depois, na hora que está ali no estresse do trabalho, você pensa assim.
Ah, mas hoje eu vou para casa. E minha família vai estar lá. Não existe. As pessoas vão, além de estar aqui, depois tem a casa ainda. Por último, o trabalho nunca, nunca pode estar acima de Deus.
Nunca, não justifica você faltar da missa para bater massa. Não justifica o trabalho, não está acima de Deus. Esse dinheiro, essa verba que não vem de Deus, que não vem, não vai ter efeito.
Por isso é humildade quando eu percebo o meu limite de horas, de saúde, de tempo, de salário, de dízimo. É limite. Eu dou o limite. Esse é o limite. Não adianta eu trabalhar vinte e quão eu fico até a turma e falo assim, ah, o dia pra mim tem que ter trinta horas.
Aí se pudesse 30 anos ia ter que ter 40, ia ter que ter 60, não ia dar conta. São Doutor Teresinha diz assim, é orgulho a gente achar que vai resolver tudo em um dia só. Existem coisas que você vai ter que deixar para amanhã, que você vai ter que perceber a sua limite de compra, de venda, de trabalho. E nem por isso.
A coisa vai falar de ser abençoada na sua vida. Mas se você não colocar Deus no primeiro lugar, aí vai. Nunca substitua. É um ídolo. É um mentir que o diabo coloca na nossa cabeça, tipo, ah, mas eu estou trabalhando. E Deus.
José era um judeu praticante. Um judeu praticante no mínimo, fazia três orações por dia. Parava e rezava, no mínimo. Mas às vezes, a gente não tem tempo de vir à missa no final de semana. Porque disse que está trabalhando. Vou rebocar um muro na casa. Veja para depois. Coloca Deus em primeiro lugar. Não coloca o trabalho acima de Deus.
O trabalho tem que ser uma oferta agradável e uma liturgia para Deus. Em pé, elevemos a Deus nossas creches.