Episódios de Geração com Propósito

GPCast #29 ft. Laura Ferraz

27 de abril de 202650min
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GPCast #29 ft. Laura Ferraz

Participantes neste episódio1
L

Laura Ferraz

Convidado
Assuntos1
  • Outros destinos de intercâmbioDesafios da adaptação · Busca por confirmação divina · Diversidade cultural em Nova York · Importância da igreja local · Serviço na mídia da igreja
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Paz do Senhor, galera da GP. Bem-vindo a mais um GPCast, formato diferente e conexões diferentes daqui do Brasil para o mundo. A gente está com a Lau, nossa convidada especial, e minha amiga, que foi para fora. Então, a gente quer conversar para também saber um pouco dessa experiência. Já está há quanto tempo, Lau?

Primeiro fala bem-vinda, né? Bem-vinda. Obrigada, obrigada. Eu tô aqui já vai fazer cinco meses, já. Já fez cinco meses, na verdade. Nossa, como o tempo passa. Meu Deus, pra gente, né? Porque pra você deve passar um pouquinho mais devagar da saudade também. A gente também, mas tá tudo tão correria, né?

Mas amiga, como que foi essa experiência de ir pra ir? Como que foi esse sonho? Eu lembro de quando a gente conversava um tempo atrás, você até chegou a comentar algumas vezes. Mas como foi? Sempre teve esse desejo de você fazer um intercâmbio, o lugar? Conta tudo. Desde muito nova, eu sempre quis morar fora, eu sempre quis fazer intercâmbio, passar um período fora.

E desde nova, tipo, desde nova mesmo, tipo, criança mesmo. E então, desde cedo, eu já pesquisava sobre, eu já estudava as possibilidades, os tipos de intercâmbio, os valores, tudo isso. E quase aconteceu, quase entre aspas, né, mas chegou perto umas três vezes, né. A primeira vez, eu tava muito imersa, assim, sabendo tudo, tipo, pesquisando tudo, indo atrás de tudo.

Só que eu era muito nova e eu não tinha dinheiro. Aí não deu certo. Aí a segunda vez foi no final de 2019 também. Já tava vendo como que eram os processos e tudo. Só que aí, no final de 2019, começo de 2020...

A gente descobriu que a minha mãe estava com uma doença. E, tipo assim, um, dois meses depois teve a pandemia. Aí ninguém saía de casa nem para eles para a padaria, né? Quem dirá fazer intercar. E aí passou mais um tempo. E aí, de novo, voltei a ver isso e tal. E, assim, quando eu pesquisava e como era algo que eu sempre sonhei, eu também sempre falava disso com Deus, né? E eu sempre orava acerca disso.

E aí, a terceira vez, tava acontecendo algumas coisas na minha vida pessoal, e eu também deixei isso de lado e pensei, é, acho que não vai acontecer, acho que perdi minha chance, perdi minha vez. Só que aí, no final de 2023...

Deus começou a falar comigo sobre algumas coisas que eu tinha no meu coração, alguns sonhos, algumas metas, assim, e que eu tinha deixado de lado, ou que tinha morrido mesmo. E aí, em começo de 2024, Deus continuou falando muito comigo, muito. E começou a ser bem claro sobre o intercâmbio.

Só que assim, é claro que tudo na nossa vida a gente precisa que o Senhor nos direcione. Mas tem certas coisas que são mudanças e são decisões muito grandes. E eu precisava ter certeza que era algo de Deus mesmo o intercâmbio. Porque eu iria sair da casa dos meus pais, eu iria sair do meu país, eu iria sair da minha igreja, eu iria mudar tudo. Então eu falei, Deus, amém, o Senhor tá falando comigo, mas eu gostaria de uma confirmação. E eu comecei a pedir pra Deus uma confirmação.

E aí teve um culto da AGP, o culto de Páscoa, da AGP de 2024. E quem ministrou naquele culto, vai lembrar daquele culto, foi um culto que a energia acabou várias vezes.

Nossa, verdade. E eu estava ministrando nesse culto. Eu lembro que eu estava. Você sempre estava na minha escada. E eu estava ministrando nesse culto. E era um culto que estava muito difícil. Por conta da energia e tal. Não tinha luz para a gente tirar foto. Mas a presença de Deus estava, assim, absurda. Eu acho que naquele ano, aquele foi o culto que mais me marcou.

E aí, eu tava lá na galeria editando as coisas e passando mal de como a gente ia fazer e tal. E aí, uma pessoa subiu lá e veio conversar comigo. E aí, ela falou que ela teve uma visão quando ela me viu e perguntou se poderia me entregar uma palavra.

E aí ela falou que quando eu passei por ela, quando ela me viu andando pela igreja, ela viu vários ossos trincados, assim, rachados, alguns quebrados. E aí Deus falou com ela sobre a passagem de Jeremias.

37, que fala do vale de ossos secos. E aí Deus falou para ela sobre áreas da minha vida que estavam como esse vale de ossos secos, que tinham sido esquecidas, que tinham sido enterradas e tal. E que Deus iria trazer um novo fôlego de vida sobre essas áreas, sobre essas coisas.

E aí ela falou algumas coisas específicas, mas aquilo foi muito claro pra mim. Não foi só sobre o intercâmbio, teve outras áreas também, mas pra mim aquilo foi muito claro, porque eu tava pedindo pra Deus uma conformação, né? Então foi muito claro. Eu lembro que na hora que ela terminou de falar, a gente orou juntas e tal, aí quando ela saiu assim, eu falei, meu Deus, vou contar pra alguém. Aí eu saí rapidão, fui procurar minha irmã, aí eu contei, porque ela já sabia que Deus já vinha falando comigo sobre isso, né?

E aí, foi muito engraçada a reação dela Ela chorando assim Lau, então você vai embora E acabou que sim Aí ela me abraçou Lourou comigo também e tal E aí a partir disso, isso foi acho que em abril De 2024, aí a partir disso Eu comecei um processo, né, pra saber Beleza, como Tipo, eu vou, mas o que que eu preciso fazer Deus já falou que ele tem isso Mas eu também preciso fazer a minha parte E aí

Aí eu fui lá na agência Pra saber o tipo de intercâmbio Pesquisar e tal Prezava de passaporte Fui tirar o passaporte e aí começou Todo o processo O meu processo foi bem longo Eu não sabia que era abril de 24 Então levou um tempinho Porque você foi em novembro Isso, novembro de 25 Foi bem longo Porque geralmente esse intercâmbio que eu fiz

As pessoas vão assim, com um ano já vão. Só que no meu caso, é que aconteceu muitas coisas no meio do caminho. E aí, eu precisava tirar a CNH, eu fui tirar a CNH. Precisava do passaporte, fui tirar o passaporte. Mas aí, tipo, a CNH demorou um pouco. Sim.

Porque naturalmente já é demorado, né? Exato, exato. Mas aí também, no meio do processo, teve outras coisas que aconteceram. Tipo assim, eu mudei, eu comecei a estudar outra coisa e fui trabalhar em outra área. E eu tava muito feliz onde eu tava trabalhando. Na célula, a gente começou a viver um...

Um avivamento sobrenatural na célula. O ministério também crescendo cada vez mais. Nesse meio tempo, eu conheci o Gustavo. Então tinha muita coisa acontecendo. E eu tava assim, ah... Acho que não tô querendo mais. Mas aí, as coisas... Eu demorei tanto que o período era só de um ano.

E eu acabei perdendo esse período. Então, se passasse esse prazo... Peraí, tem um processo que é de um ano. Isso, com agência. Com agência. E se passar disso, você tem que começar do zero.

Exatamente. Só que aí você não só começa do zero, você paga. Paga do zero. Paga do zero também. E aí eu perdi. Nossa, eu fiquei arrasada. Eu lembro que quando eu soube, eu cheguei em casa e eu chorava pra minha mãe desesperada. E ela sem saber. Ela falou assim, o que aconteceu? Você foi mandada embora? Eu falei, não. É outra coisa. E aí...

Só que assim, Deus é... Eu sempre vi Deus em todo o processo. Porque eu perdi essa data. E eu precisava pagar. Só que eu era estagiária. Então não tinha como eu conseguir todo o valor. Mas Deus me abençoou. E eu consegui pagar. E eu consegui voltar ao processo. De onde eu estava mesmo. E aí eu percebi. Foi um chacoalhão pra mim. Eu falei, ok, Deus tá nisso. E eu não posso ficar...

Levando de qualquer forma. Eu preciso levar a sério, porque Deus tá nisso. E Deus tá me abençoando. Eu não vou ficar moscando. E aí as coisas foram acontecendo. Depois disso, precisava fazer uma prova de inglês. De proficiência de inglês. Aí eu fiz a prova também. Precisava de vários documentos. Mas é porque você não foi só pra trabalhar.

Não, calma aí. Você não foi só para estudar. Então, só para o pessoal saber. É trabalho e tudo. Por isso que tem esse processo. E aí, você ia trabalhar com crianças. Então, por isso, precisava também da questão de carro, de carteira, de trabalhar em algum lugar que tenha um vínculo com crianças. É por conta disso. Se for qualquer outro processo, muda, né?

Sim, sim, é diferente. Se for qualquer outro processo, é diferente. Mas como o meu intercâmbio é isso, eu precisava desses requisitos. E aí, as coisas foram acontecendo, eu precisava do visto, fui para São Paulo tirar o visto, que, nossa, é assustador, né? Mas deu certo, graças a Deus.

E, assim, todas as coisas foram acontecendo de uma forma muito sobrenatural. Tipo, eu tinha contato com outras pessoas que estavam nesse processo também. E eu via, tipo assim, gente desesperada. Porque, tipo, nessa prova de inglês, é muito difícil. Tem gente que faz duas, três vezes, sabe? Tipo, de primeira eu consegui passar. O visto também. Às vezes, o visto é negado. E aí, precisa tentar em outro estado, sabe? E aí, graças a Deus, o meu foi de primeira também.

E assim, eu vi a Deus em tudo. Tudo, tudo, tudo. Eu precisei de um outro documento, que é a PID, né? Que é, basicamente, é só traduzir a minha CNH, a minha carteira de motorista. E aí, eu fiz. Demorou semanas pra chegar. Semanas. E, tipo assim, eu ia embarcar, acho que... Nem lembro, acho que foi em um domingo que eu embarquei. Pô.

Não, eu fui no Macego. Era feriado. Só lembro que era feriado. Era feriado, é, eu também. Mas eu não lembro. 2 de novembro, eu lembro perfeitamente. Só que assim, esse documento eu precisava dele pra embarcar. E ele chegou, tipo assim, na sexta-feira. Poucos dias antes. Meu Deus. Foram coisas sobrenaturais, assim. Eu não tinha mala. Muita fé. Eu não tinha mala. Eu ganhei uma mala, sabe? Nossa, foram muitos, muitos, muitos milagres pra eu poder chegar até aqui.

E aí eu entendi que Deus estava nisso. E fui vivendo, fazendo o que eu precisava fazer. E demorou bastante, assim. Como você falou, eu vim para cá em novembro. E eu vim para o estado de Nova York. Eu nunca imaginei que eu viria para cá, mas eu vim para cá. Os sonhos do seu coração era ir para fora em algum momento, passar uma temporada, mas nunca não tinha certo um lugar.

Sim, sim. Na verdade, eu sempre quis. Eu pensava, nossa, a Califórnia deve ser legal. Eu pensava isso. Mas, assim, geralmente as pessoas querem muito vir pra Nova York, né? Porque, pô, é Nova York. E, nossa, agora que eu tô aqui, eu sei que realmente é top mesmo. Mas aí foi isso. Aí em novembro, começo de novembro, dia 2, eu embarquei. Eu cheguei aqui dia 3.

Estou aqui desde então. E aí, tem gostado de estar aí? O que mais te surpreendeu? A adaptação foi bem difícil, assim. Os primeiros meses, pra mim, foram bem difíceis. Mas eu acho que é mais pela minha personalidade, assim. Eu sou muito apegada à minha família, aos meus amigos. Eu tinha começado a namorar a fazer pouco tempo. Então, eu sofri muito no começo, na adaptação. Mas agora tá bem melhor, graças a Deus.

É muito diferente, óbvio, a língua, né? Tipo, você tá imersa 24 horas por dia em outra língua, é muito, muito diferente. Mas uma das coisas que eu mais gosto aqui, isso não é em todos os estados de Nova York, dos Estados Unidos, né? É mais em Nova York, tem muita diversidade. Então, tem gente de todos os lugares do mundo. Tipo assim, no ano novo, né? Eu fui passar o ano novo no Brooklyn, aí eu tava voltando de metrô com algumas amigas.

E a gente tava em uma rodinha de brasileiras conversando em português. Aí um cara subiu no metrô, entrou no metrô, e aí ele falou, ah, vocês são brasileiras, né? Eu sou italiano. E aí ele começou a conversar em inglês com a gente. Nossa, foi muito legal. Uma conexão totalmente de diferentes lugares, né?

Sim, e na igreja também tem muito isso. Tipo, você vê gente de vários lugares diferentes. Ou andando na rua. Nossa, isso foi uma das experiências mais legais que eu tive na cidade de Nova York mesmo. Andando na rua ou no metrô. De um lado você escuta brasileiro conversando, mas você também escuta espanhol. E aí você escuta russo, e aí você vê dois japoneses conversando. É muito louco. Isso eu acho muito legal.

Uma bagunça na mente. E você falou da igreja, e isso é muito importante a gente falar e conversar também. Até pra saber, você, desde o início, era a sua ideia. Ah, então, como eu não vou conseguir congregar em Tupela, né? Não vai dar mais por esse tempo. Eu vou procurar uma igreja? Você procurou antes? Ou você chegou e aí começou a procurar? Como foi?

Quando eu era mês nove, eu tive contato com algumas pessoas que fizeram o intercâmbio. E que não... que eram da igreja, só que quando foram viver o intercâmbio, não tiveram esse contato com alguma igreja local, né? Onde estava inserido. E aí, quando voltou, voltou meio...

Bem diferente, meio estranho. E eu sabia que eu não poderia cometer o mesmo erro. E aí, antes de vir, eu já comecei a pesquisar. Quando eu soube o lugar que eu iria vir, a cidade, eu joguei assim no Google, Igrejas Cristãs, perto de Rybrook, que é onde eu moro.

Aí apareceu lá as igrejas. E aí foi, tipo assim, eu clicava, via como que era no Google, jogava no Instagram. Aí eu olhava o Instagram da igreja. Aí eu salvava. E aí eu filtrei as mais interessantes. E aí fui ver o endereço. Era parte de onde eu morava e tal.

E aí, eu só... Nessa pesquisa, eu encontrei a Redemption, que é a igreja que eu vou hoje, que fica em Port Chester, que é, tipo, sete minutos de onde eu moro. E... Sim, muito perto. De carro, né? Andando. E aí, eu pesquisei, olhei o Instagram, gostei, e falei, ah, parece ser uma igreja séria, uma igreja boa. E aí, eu fui conhecer. Só que, assim, a primeira vez que eu fui, eu já gostei.

E aí eu ia conhecer outras igrejas, mas eu acabei ficando lá e fui conhecendo, fui conhecendo e acabei ficando, nem conheci outra igreja. Então já se identificou logo na primeira que você foi. Que bom, você ganhou bem, né? Acho que é importante porque tem gente que...

E pode pensar que, ah, beleza, vou estar em outro lugar, mas agora tem o formato, né, online, que eu consigo participar dos cultos, assistir os cultos. Só que a gente sabe o quanto é importante você realmente estar com as pessoas, né? Você ter a comunhão lá, ao vivo, pessoal. Então, por mais que você possa, sim, assistir os cultos online, tudo...

Nem sempre isso é o que vai te sustentar por uma longa temporada, né? Então, eu imagino que você assista, até pelo que você manda às vezes, né? Os da GP ou da CS, mas também entender o que eu preciso estar em alguma igreja lá local e conhecer, e até... Isso é bom pra você ter essa experiência também em outro lugar, né? Sim, sim. E também acho que entender.

O que o corpo de Cristo, ele não é só a Cristo salva, ele não é só a Igreja X, a Igreja Y, sabe? Mas a gente precisa ter contato com o corpo mesmo, com as pessoas. Isso faz muita diferença. E como foi na igreja? Qual foi a sua experiência no contato com as pessoas?

Então, antes de eu vir, algumas pessoas me falaram pra eu procurar uma igreja brasileira, né? Por conta da diferença cultural mesmo, no sentido, tipo, na adoração, essas coisas. Mas a igreja que eu vou, ela não é uma igreja brasileira, é uma igreja americana mesmo, né? E aí, óbvio que é diferente a recepção, porque...

Não é calorosa igual... Não é igual nós somos. Mas, apesar disso, eles foram, sim, bem receptivos. Eu cheguei assim, a primeira vez, eu fui sozinha. E aí tinha... Sabe os plaquinhos da AGP que o pessoal da recepção fica segurando? Tem isso aqui também. É parecido. E aí eu cheguei, aí tinha alguém na porta com uma plaquinha. Ela falou, bom dia, seja bem-vinda. Eu falei, bom dia, é minha primeira vez.

Aí ela me levou pra alguém lá que é responsável por receber as pessoas que foram a primeira vez. A mulher já conversou comigo. E aí ela conversou alguma coisa, não lembro o que era. E aí beleza, eu fui pegar café.

Aí peguei o café e aí uma moça veio me cumprimentar. Tipo, eu nunca vi na vida, ela só veio cumprimentar mesmo. Dá bom dia. Eu falei, bom dia, é minha primeira vez hoje. E ela, ai, que legal. Aí ela percebeu um sotaque, né? Falei, você é de onde? Falei, você é do Brasil. E ela, não, a gente tem uma brasileira aqui. Aí ela saiu comigo andando pela igreja pra procurar a brasileira pra me apresentar. Aí ela conversou um pouco comigo, a brasileira. E aí ela já pegou meu contato e tal, ela foi muito querida.

Aí assisti o culto. E aí eu achei isso legal. Só que como eu cheguei no... Eu cheguei em novembro, no começo de novembro. Então as coisas já estavam fechando pro final do ano e por causa do inverno. Então os grupos aqui, que é tipo célula, já não estavam mais acontecendo. Ia voltar só em fevereiro. Porque no inverno não dá pra sair de casa. Não. E esse inverno foi absurdo.

Da neve, né? Por conta da altura também? Sim, é porque no estado de Nova York faz frio e neve, só que não tanto igual esse último. Esse último, esse inverno que eu peguei foi, tipo assim, o pior em anos. Foi bem tenso, assim. Teve dia que o culto foi cancelado por conta da neve. De tanta neve que tinha.

Foi loucura. E aí eu voltei, né, nas outras semanas, só que assim, só tava tendo os cultos, não tava tendo mais nada. E aí eu queria conhecer pessoas, porque a minha personalidade, eu sou introvertida, então eu não tenho facilidade de chegar em um lugar assim e do nada já começar uma conversa. Num culto, né? A célula, o pequeno grupo, é mais fácil pra criar um vínculo.

Muito mais. Mas aí, o que eu pensei? Óbvio que isso foi depois de alguns meses, né? Que eu conheci a igreja, que eu fui ouvindo a palavra pra ver se era uma igreja bíblica e tal. Depois de alguns meses eu pensei, bom, célula e um pequeno grupo é muito bom pra fazer conexões, conhecer pessoas, fazer amizades. Mas ministério também é, né? No ministério de comunicação a gente sabe muito bem disso. É verdade. Aí eu pensei, vou entrar em ministério.

Pra conhecer pessoas. Aí eu acabei entrando. Em poucos meses eu já tava na mídia aqui da igreja. A mídia não sai de você também, né? Não sai. Ah, por que não? Deixa eu conhecer aqui. E aí, como foi pra entrar no ministério? Qual que é a recepção deles? É tranquilo? Tem prova pra entrar no ministério? Mostra seus talentos.

Não, ela pediu meu portfólio Falei, tem um Instagram da GP aqui Mas eu mandei pra ela Mas é bem legal, assim A igreja é bem Bem organizada Quando eu cheguei, a primeira vez Eles falaram pra eu me inscrever Em um curso lá Eu não sei Como ficaria Oi? História da igreja Existe?

Isso, isso. Ah, e tem um nome lá, mas eu não vou saber o nome. E é um curso em duas semanas. Ele acontece sempre depois do culto das 11. Então, você vai pra uma sala e aí tem alguém que explica a história da igreja, o que a igreja acredita, como que a igreja nasceu, quais são as bases da igreja, as bases bíblicas e tal. E na segunda semana é pra explicar os ministérios.

da igreja, e como você pode fazer parte, então é muito legal, eu tenho até o caderninho aqui é, você, é tipo uma, ela vai falando, tipo, ai, se

Ele explica todos os dons ministeriais. Fala, ó, tem isso, isso, isso. Se a sua personalidade é X, você se encaixa em tal área. Então, nesse cursozinho, você faz tipo um teste vocacional, assim. Lá, todo mundo junto mesmo. E aí, você vai colocando as suas respostas. E aí, no final, mostra qual ministério que você se daria bem. Qual ministério que você se encaixaria. E aí...

O meu, obviamente, deu mídia. Mídia. E aí... Ah, eu não lembro. Eu tentei lembrar, mas eu não consegui lembrar. Com quem que eu conversei pra saber como que eu ia entrar. Mas alguém falou, olha, líder é a pastora da igreja. Pastora Amy. Aí eu fui procurar ela, fui conversar. Falei, olha, então... Aí eu falei, eu acabei de chegar do Brasil. Lá eu servia também no Ministério de Mídia e tal.

E eu gostaria de fazer parte. Aí ela pediu um portfólio. Olha, meu portfólio. Vou te mandar o Instagram da GP. Aí eu mandei pra ela. O Instagram da GP. Aí ela me botou na escala. Pediu lá.

disponibilidades, aí ela me botou na escala de... a primeira vez foi com um treinamento, óbvio. Só que o treinamento deles eu achei que ia ser igual ao nosso treinamento, né? Tipo assim, vai ter alguém lá junto. Acompanha. Vai ter uma equipe pra servir o curso. Porque na IGP, geralmente a gente... geralmente eram três pessoas, né? PM mais dois. Eu fiquei sozinha.

A gente ainda amenta, vamos ver se vai ter foto da igreja nesse dia. Vamos ver se vai fazer vídeo. E sozinha. E aí, é... Mas ela foi, tipo assim, super querida. Eu cheguei mais cedo, a gente conversou. Orei com o pessoal que ia servir naquele dia. Eles me deram um kitzinho. Ah, você ficou sozinha assim, como PM? Como que é? Então, não... Ah, com quem vai servir dos outros ministérios? É, isso. Entendi. O pessoal me louvou.

Eles oram todos juntos. Que legal. O pastor ora junto e tal. Bem legal. E aí, eles me entregaram nessa roda, assim, cheia de gente que ia orar, eles me deram bem-vindos. Me entregaram um presentinho lá. Camisa da igreja. Legal. Um gift card lá pra comprar coisa na Amazon. Ai, várias coisas. Foi muito legal.

E aí eu fui servir. Só que aí na escala da mídia, só tinha eu e mais uma pessoa, mais um rapaz que ia ficar na fotografia. E eu já conhecia ele, porque isso foi, acho que no final, acho que foi em janeiro, no final de janeiro, não lembro. Mas já ia começar os grupos. Então eu já sabia quem seriam os meus líderes na célula. Ah, tá.

E o fotógrafo, ele era esse líder. Então ele falou, ah, você é a Laura que vai participar do nosso grupo, da nossa célula. Eu falei, sim, sou eu. E o grupo é por bairro também? Por proximidade? Não. Você se inscreve no grupo que se encaixa. Tipo assim, o meu é o Jovens Adultos. Ah, sim. Aí tem de mulheres, que é tipo mulheres casadas. Aí tem o de homens, que são os homens casados.

Aí tem o de adolescentes. Aí você vê em qual você se encaixa. Entendi. E aí, coincidentemente, era o líder. E ele era o líder, graças a Deus. Aí a gente falou, ah, você é a Laura, né, que vai participar do nosso grupo e tal. Eu sou o Jay, eu sou fotógrafo. Aí a pastora já tinha me explicado, mas ele foi me explicar de novo.

No Instagram da IGP, não, o Instagram da igreja, só fica uma pessoa fazendo vídeo. Então, eu vou lá, escolho um culto para servir, porque tem isso também, aqui são três cultos, né? Eu escolho um dos cultos e eu faço vídeo, foto, vídeo das crianças também, no celular da igreja. A igreja tem um celular próprio deles. Eu não faço nada com o meu, só com o da igreja mesmo. É um pouco.

Ela perguntou, mas qual o celular que você tem? Agora tem o... Tu tava com o de botão? Não, não tava. Já tinha trocado. Coitada, ela nem ia te aceitar no ministério. E no meu celular, e falou, ainda bem que você veio usar o da igreja. Aí, a pessoa que tá ministrando, né? Faz os vídeos, se quiser fazer foto também, mas isso é só pros stories, né?

Só que eu vou fazer, mas eu não vou postar. Tanto que nem tem o aplicativo Instagram no celular da igreja. No final do culto, eu entrego esse celular pra pastora. Ela manda pro fotógrafo, que no caso é o Jay. E é ele quem posta. Então...

Toda semana. Então assim, não tem PM aqui. Só posta uma pessoa. Tem o Jay, exato. Eu falei pro Wesley. Eu acho que o Jay é meio você, que ele faz tudo. O Wesley se prepara. Os PMs vão tudo... Passar pra você agora. Dá pra gente mandar tudo pro Wesley. Ele posta. O Wesley precisa. Nosso Jay. E aí, manda tudo pra ele.

E aí ele que vai postando. Nossa, é impressionante. Ele posta, tipo, tudo dos três cultos uma única vez? Ou ele posta, tipo, realmente como aconteceu em cada culto? Não, então, é porque são três cultos. O culto aqui é só no domingo de manhã e são em três horários. Nove e meia, onze horas, meio de meia.

Só que desses três cultos, é a mesma coisa. Então, é os mesmos louvores, a mesma palavra, o mesmo tudo. Só muda as pessoas, né? Muda as pessoas do louvor, de tudo? Do louvor e da palavra, não. São os mesmos. Só muda as pessoas, tipo assim, quem tá na recepção, muda.

Quem tá na... Na comunicação. Tirando o Jay, o Jay fica. Tirando o Jay, o Jay fica o dia inteiro na igreja. Tirando os ministérios muda. E eu acho isso muito legal. Tipo, o Ministério Infantil. São três horários. Então, são três... Três vezes que você deve precisar servir no Ministério Infantil. Só que aí, como tem três cultos...

Eu que tô ministrando na mídia, eu não preciso perder o culto. Então, eu escolho um culto pra assistir. Então, tipo assim, se eu quiser chegar lá, nove e meia, e assistir o culto da nove e meia, pra servir no das onze. Eu posso.

Nossa, muito bom. Muito, eu achei isso demais. O minissério infantil é a mesma coisa. Então, tipo assim, sei lá, eu tô assistindo o culto das nove e meia enquanto você tá na escala dando aula lá pras crianças. Aí depois a gente troca. E aí você vai assistir o culto e eu que vou dar aula. Então, tipo assim, ninguém perde o culto porque tá servindo, sabe? Isso é bem legal.

É que a gente sempre ora muito, né? E isso, talvez outros ministérios seja algum... Dá pra acompanhar mais, mas, por exemplo, o da comunicação é uma dificuldade você estar lá, né? Na palavra, tudo, né? Porque você tá postando tudo ao mesmo tempo. E aí a gente sempre ora, né, amiga? Pedindo, ai, Deus, que ninguém me deixe de receber aqui e tudo. E aí a gente sabe que Deus faz e Deus fala enquanto a gente tá servindo também.

Mas esse momento de você realmente parar e receber totalmente é muito importante, né? Porque a gente tem, claro, a gente serve, deve servir, mas a gente também tem que ter o tempo de realmente sentar e só receber também. É mesmo. Tanto que na comunicação a gente tomava muito cuidado, né? Pra fazer a escala e, tipo, a mesma pessoa não ministrar muitas vezes pra não perder muitos cultos, né? Por conta disso, pra poder receber também.

Mas aí foi isso, aí eu fiquei no treinamento Isso é outra coisa que é diferente Porque eu lembro que no treinamento da GP Eu deixava as pessoas no treinamento Tipo assim, umas Um, dois meses, assim, pra treinar mesmo E eu treinei uma vez E nem foi o treinamento, né? É, nem foi assim Porque eu tava sozinha Aí na segunda vez Já fiquei sozinha, ela já me mandou E aí

A pastora, a pastora líder da igreja, ela é líder do Ministério de Mídia. Aí ela já me mandou algum reels lá pra fazer, de referência também. Aí eu já comecei pra valer mesmo, sabe? E já tem vídeos teus lá no Insta da igreja. Já. Qual que é o Insta da igreja pra gente colocar na descrição? É verdade. Tô brincando. É Redemption. Redemption Church.

A gente coloca na descrição, tá, gente? Agora eu tenho um portfólio. Agora, quando você voltar pra cá, a gente vai avaliar o seu portfólio. Ver se eu posso voltar. Você pode retomar as suas atividades aqui.

brincadeira, mas muito bom muito legal que você realmente nossa, mergulhou aí e como isso faz diferença até mesmo da experiência do intercâmbio, então o contato que você tem não é ser só no trabalho ou na rua, em qualquer outro momento mas realmente também na igreja você ter esse contato e até pra ajudar, a gente sabe que na igreja as pessoas têm um coração mais

mais disponível e disposto pra ajudar. Então, até mesmo a criar as amizades. Porque esse é um outro ponto, né? Só pra... Sei que não é tanto o foco, mas como foi a questão de amizades também aí, se realmente agora com o grupo você acha que vai ter novas amizades? Como que... É... O grupo é a cela, né? Agora já... Tá rolando com mais frequência. Eu não consigo ir sempre por conta do meu trabalho.

Mas as vezes que eu fui, foi ótimo, assim. E é muito legal porque tem pessoas muito diferentes. E é muito diverso. Acho que foi na semana passada, retrasada.

Eu fui, e aí eu fiquei... Foi uma célula mesmo, e eles dividiram a célula em grupos de quatro pessoas pra fazer uma dinâmica lá. E aí, no meu grupo, ficou eu e mais três latinas. Só que era, tipo assim, eu do Brasil, uma do México, outra era, sei lá, acho que da Colômbia, e a terceira e a outra última, eu não lembro de onde era. Mas era, tipo assim... Nossa, quanta diversidade! Mais, demais. Na primeira célula que eu fui, tinha...

A líder era, tipo, da República Dominicana. Aí o marido dela, eu não lembro de onde ele era. Nossa, mas o pessoal que tá aí, tipo, também é novo, vai ficar um ano? Ou também já está aí, mudou completamente e agora tá morando aí de fato?

cada um tem uma história, tipo, as meninas que eu conheci as latinas já estão aqui faz uns 3, 4 anos que vieram trabalhar e estudar também e ficaram e estão fazendo faculdade estão vendo a vida delas aqui tem uma brasileira também que ela chegou pouco tempo antes de mim tem uma é porque também

A cidade aqui é muito perto de Nova York, da cidade de Nova York. Então, tem muita gente que mora aqui na região, mas que trabalha em Nova York. E é gente do mundo inteiro, né? Então, pra não morar na cidade de Nova York mesmo, que é mais caro, mora aqui na região, mas trabalha lá. Então, acho que é por isso que tem essa diversidade. Ah, então, o bom de ter essa diversidade quer dizer que eles recebem bem as pessoas.

Não tem problema com isso. E também acho que fica mais fácil na questão de perder um pouco a vergonha. Não sei se você pensa assim, mas... Falar com pessoas que também estão aprendendo a língua é mais fácil do que você falar com quem é a primeira língua, né? É mesmo. E eu acho que também... Cara, Deus é real. Muito perfeito. Aqui na região, como eu falei, não são todos os estados desse país que tem essa diversidade cultural.

Mas na região onde eu moro, é um condato que tem várias pequenas cidades. Então, eu moro em Redbrook. Redbrook tem um monte de judeu. A maioria das pessoas aqui são judeus. Só que aí a igreja fica em Port Chester. A maioria das pessoas em Port Chester são latinos. Então, você anda assim na rua, tem tipo padaria colombiana, restaurante brasileiro, restaurante mexicano. Então, tem muita diversidade. E a igreja é em Port Chester. E eles entendem...

que a maioria das pessoas na cidade são latinas, falam espanhol. E tem muito imigrante que vem pra cá, não só latino, às vezes de qualquer outro país do mundo, que chega aqui e não sabe falar um A de inglês, ou que não entende nada de inglês. Então, na igreja, tem esses três cultos. No último culto, da meio-dia e meia, tem tradução ao vivo pra espanhol.

Então, se você chega lá e você fala espanhol, né? Você não entende nada em inglês. Você pega o seu celular. A igreja disponibiliza fones de ouvido pra isso. Você pega o seu fone de ouvido, conecta no seu celular. Acessa lá o QR Code que eles colocam no telão. E você consegue assistir a palavra e ouvir em espanhol.

Isso é muito legal. Muito preparados para receber. Sim. Para poder alcançar mesmo. Demais. E aí já para a gente ir caminhando para o final, como você vê a importância da mídia na igreja também? Porque você esteve aqui na mídia, na CS, e aí depois também entrou na mídia.

Então, querendo ou não, você tem aí um chamado, um propósito para atuar na mídia. E como você entende essa importância de realmente ter, né? Que não é algo, né? Porque muitas pessoas podem demonizar as redes sociais. Mas não, nós entendemos a importância e queremos estar também nesses ambientes. Como você enxerga?

Eu acredito que quando eu vim pra cá, de várias maneiras, assim, a minha perspectiva mudou de muita coisa. E isso foi uma delas. Porque quando eu tava aí, servindo na GP, servindo na comunicação, eu olhava com o olhar de quem tava dentro e de quem tava criando. Quando eu vim pra cá, eu comecei a olhar com o olhar de quem tá de fora e de quem tá consumindo.

Então, falando das mídias da igreja, quando eu entrei a primeira vez nas redes sociais da igreja, da Redemption, eu queria saber que tipo de igreja que eles eram. Então, eles mostravam, se você entrar no Instagram deles, tem muita foto da galera tipo...

conversando, assim, no lobby lá da igreja, depois do culto, rindo, tem muita foto dele servindo e tal. Então, eu pude ver que é uma igreja que valoriza a comunhão, valoriza você ter contato, valoriza você viver de verdade o corpo de Cristo, valoriza também você servir, você se envolver em ministério. E eu vi isso a primeira vez na rede social. Quando eu fui nos cultos a primeira vez e eu vi o pastor pregando, ele falou tudo isso que eu já via na rede social.

então a minha perspectiva mudou muito assim, tipo, a igreja precisa não que ela precisa, mas o ideal é a igreja a rede social da igreja é ela mostrar ela expressar aquilo que ela é, sabe a gente sabe que igrejas são pessoas e tal mas cada igreja tem a sua cultura, tem a sua identidade e isso é lindo, isso é realmente lindo mostra como Deus é criativo

E o Instagram da Igreja X não precisa ser igual ao Instagram da Igreja Y. Porque elas são igrejas diferentes. Mas precisam comunicar o que cada uma é de fato, sabe? Se a minha igreja... Isso. Se a minha igreja fala muito... Ela mostra muita importância de servir, meu, vai ter foto das pessoas no ministério. Vai ter foto das pessoas felizes.

no ministério, isso me pegou muito no Instagram da Redemption as fotos das pessoas servindo lá no Kids ou trocando lá o negócio do café até mesmo no estacionamento as pessoas estão sorrindo, sabe estão conversando umas com as outras sorrindo, brincando e quando eu vi a primeira vez na verdade toda vez que eu vi eu lembrava do que o Wesley sempre falava que

Sobre a gente conseguir capturar a vida da igreja, sabe? Tipo, as pessoas tendo comunhão, tendo contato umas com as outras. Eu acredito que isso, como igreja, né? Mídia social como igreja, esse é o mais importante. Você mostrar qual que é a sua... A cultura da sua igreja e também mostrar que é um lugar acolhedor. Que as pessoas podem chegar, podem fazer parte. Que elas vão querer fazer parte, né? Por conta do...

Da rede social mesmo. E outra coisa que eu aprendi muito. É que eles são. A Cris Salva tem um aplicativo. Que é muito bom. Ele é bem. Ele é bom mesmo. Só que. Quando eu estava.

A mesma coisa que eu falei antes, quando eu tava dentro, pra mim não fazia sentido o aplicativo, porque pra mim não tinha utilidade, por quê? Eu cresci na cristal, então eu sabia onde era o banheiro, eu sabia que dia que tinha culto, eu sabia quais os horários do culto, eu sabia onde eram os juniores, onde era o ministério infantil, só que quem é de fora, meu, o aplicativo faz muita diferença. Nas minhas primeiras semanas, nos primeiros meses, eu vivia no aplicativo da Redemption, porque eu não sabia direito as coisas.

O GPS. Exatamente. O banheiro, eu fui descobrir onde era o banheiro da igreja depois de um tempão.

Mas Isso mudou muito a minha Minha perspectiva das coisas Porque eu pensava assim Nossa, será que o aplicativo é realmente necessário? Eu acho que deve servir mais pra Fazer a inscrição da conferência Do encontro, essas coisas Só que agora Depois que eu vim pra cá Eu pude ver que o aplicativo é muito bom mesmo Pra poder ajudar Quem acabou de chegar Pra poder dar um norte Assim

Essa perspectiva vai ajudar muito e ajuda até a gente depois quando você voltar pra cá pra até ajudar e ver, ai, eu tô olhando de dentro mas deixa eu olhar de fora também faz sentido, tá legal e muito legal essa experiência sua amiga porque eu acho que você é a prova viva de que

É um testemunho, né? Que as pessoas chegam nas igrejas através do Instagram também. Então, pra gente levar a sério essa ferramenta, que é de Deus também, né? Deus também tá entregando pra gente habilidades, tudo, pra gente utilizar de uma forma que agrada a honra.

e traz pessoas para perto dele. Então, a gente precisa realmente levar a sério, gerar conteúdos que, igual você, carreguem uma mensagem que é verdadeira, coerente com a palavra, que levem a mensagem principal, que nós acreditamos num Deus que vive, Jesus Cristo, que morreu por nós e que está vivo.

Então, como a gente precisa valorizar e carregar essa mensagem, não só também no Instagram da igreja, mas como a gente pode também utilizar isso nas nossas redes sociais, comunicar aquilo que nós acreditamos. E nem sempre vai ser com a palavra dita tão claro, ah, eu acredito nisso. Não, mas com o que a gente realmente possa. Então, por exemplo, ninguém precisou escrever.

Nós acreditamos na comunhão entre os irmãos. Uma foto comunicou para você essa verdade. Então eu gostei muito do que você compartilhou, porque eu entendo essa importância e cada vez mais. Agora você compartilhando vira realmente um testemunho de que nós precisamos e que nós temos a graça de Deus sobre as nossas vidas para utilizar essas ferramentas. É mesmo.

E aí, como uma mensagem final, o que você gostaria de falar para aquela pessoa que sonha em estar em outro lugar, em fazer um intercâmbio, como também ir, igual você falou, você já tinha tido contato com outras pessoas que se desviaram também, talvez, depois dessa experiência, e aquilo se torna algo assustador também, né? Um medo no coração de, ai, meu Deus, se eu for, eu quero...

o que eu vou fazer, qual é a mensagem que você passa também na questão de se manter, manter fiel, temente ao Senhor em qualquer lugar que você esteja?

eu, antes de vir, Deus falou muito comigo por muitos meses, assim, e foi bem antes, antes mesmo de eu ter uma data e Deus saber pra onde eu viria. Deus falou muito comigo sobre pertencer e permanecer. E foi algo tão profundo que eu vivi com Deus nesses meses, que foi uma revelação mesmo, sabe? Eu caminhei nessa palavra, assim, busquei nessa palavra por muitos meses.

E aí, quando eu entendi o motivo disso, né? Que era porque eu moraria em outro lugar e tal. Eu comecei a orar muito nesse sentido, sabe? Porque, ok, eu entendo a quem eu pertenço. Eu entendo que eu preciso permanecer. Mas eu preciso fazer algo pra isso também. Eu preciso fazer a minha parte. E eu orava muito antes de vir. E eu ainda oro, né? Pra que o meu coração, ele esteja guardado e escondido em Deus. Sabe? Pra que eu não...

Que eu não me deslumbre com as coisas de fora e pense, nossa, isso vale muito mais do que a presença de Deus. Porque não vale. Porque não vale, de verdade.

E foi, assim, pra quem quer, né? Pra quem gostaria de viver esse período. Às vezes eu ficava muito frustrada. Porque eu pensava, mano, não acontece nunca. Eu tô nessa faz anos. Eu quero, eu oro. E eu me dedico e eu busco. Mas nada acontece, nunca acontece. E glória a Deus, sabe? Que aconteceu depois de muito tempo. Porque eu vim com uma outra maturidade. Eu vim mais velha, com uma outra cabeça. E isso é muito bom.

Isso é muito melhor, na verdade. E aconteceu no tempo que deveria acontecer. E acho que o principal é confiar no tempo de Deus, sabe? Confiar que talvez não vai ser amanhã, não vai ser daqui seis meses, daqui três meses. Talvez demore alguns anos, igual foi comigo. Mas se for da vontade de Deus, vai acontecer. E algo que Deus tem falado muito comigo nas últimas semanas é uma passagem de Marcos.

Nossa, o pastor pregou essa mensagem na igreja. E aí eu voltei para casa e comecei a buscar. Porque eu achei demais. Em Marcos 5. Não, no final de Marcos 4. Tem a tempestade lá. Jesus acalma a tempestade. Ele está dormindo. Os discípulos acordam ele. Ele acalma a tempestade e tal. Antes deles entrarem nesse barco. Jesus estava em uma região.

pregando na beira do lago para uma multidão de pessoas. Aí Jesus prega em Marcos 4, ele tem algumas parábolas e tal. Quando ele termina de pregar, ele sobe no barco com os discípulos e atravessa o barco e vai para uma outra região.

No meio do caminho tem a tempestade, os acalme e tal. E aí eles vão para uma outra região, para a região lá de Gadarena. Onde ficam os gadarenos. E aí no começo de Marcos 5, Jesus chega. Assim que ele chega, já chegam endemoniados lá.

causando, metendo louco, e aí Jesus liberta o homem, manda os demônios pros porcos e tal, e aí tem tudo que acontece lá. E aí Jesus liberta aquele homem. Quando Jesus liberta aquele homem, o homem vai, volta lá pra cidade pra pregar e tal, pra contar o que aconteceu, na verdade.

E aí Jesus libertou ele. E aí Jesus não entra na cidade. Jesus volta para o barco e ele atravessa tudo de novo. E aí se você ler em Marcos 5, no final de Marcos 5, fala que Jesus voltou para onde ele estava.

para a beira daquele lago e voltou a pregar para a multidão que estava ali. Então, aí Deus começou a falar muito comigo que Jesus atravessou todo aquele mar, atravessou toda aquela tempestade, deu aquela lição nos discípulos para libertar um homem.

Um homem. E Deus começou a falar muito isso comigo, sabe? Que não importa a distância. No meu caso, é a distância geográfica mesmo. Mas não importa também. Às vezes a gente pensa, mano, eu fui longe demais no pecado. Eu me afastei demais de Deus. Eu tô longe. Tô muito longe. Não tem mais chance pra mim. Mas pro Senhor não existe isso.

Não existe distância espiritual, não existe distância geográfica, sabe? Deus também me lembrou disso. Enquanto ele falava comigo, no seu casamento, eu fui. Eu tinha acabado de chegar aqui. E eu fui pro seu casamento. É uma viagem longa. Mas eu fui. Foi a nossa comunidade mais distante.

Mas eu fui porque eu amo vocês E eu iria de novo, com certeza E pô, foi uma viagem de avião Foi comparado com a viagem de Jesus no barco Foi tranquilíssima E o senhor, ele falou isso comigo, sabe? Que não importa a distância geográfica Não importa

Quão longe você foi, às vezes, no pecado ou quão longe você se sente de Deus, sabe? Ele não mede esforços para nos trazer de volta, para estar perto de nós novamente. E isso tem sido também uma base, assim, para mim nesses dias aqui, que às vezes assusta você ficar longe da estrutura. Tipo, eu cresci na Cris Salva, eu nunca congreguei em outra igreja, eu nunca servi em outra igreja.

Então, me assustava vir para outro lugar nessa área espiritual, né?

Fui pra outra igreja, pra outro que nem fala a minha língua. Que é outra cultura, completamente diferente. São pessoas. Porque querendo ou não, pra mim era confortável, né? Que eu conhecia tudo, todo mundo. Eu tô lá desde criança. E eu ficava pensando, meu Deus, como é que vai ser? E aí Deus falou comigo, né? Que às vezes a gente tá muito apegado à estrutura, sabe?

E não que a estrutura é ruim, não é, porque nos aproxima de Deus. Mas a gente precisa amar o Senhor e ter um relacionamento com Ele muito maior do que vai muito além disso, sabe? Que eu não precise depender das estruturas, que eu não precise...

Que se Deus me mandar pra uma outra igreja, em outro país, completamente diferente, mano, vamos lá, eu vou servir com alegria. Porque é o mesmo Deus, o mesmo Deus que tá na Cristo salva, tá aqui na Redemption, sabe? O mesmo Espírito Santo que atua aí, é o Espírito Santo que atua aqui. E eu não posso me separar dele. Eu não posso ficar longe dele. Onde ele quer que eu sirva, onde ele quer que eu fique, eu vou ficar por obediência e por amor a ele. Mas ele é o mais importante, sabe?

Demais. Eu oro para que você realmente continue vivendo grandes experiências com Deus que...

Você realmente vem a mergulhar cada vez mais profundo e eu sei que esse lugar que você está agora, essa experiência, vai te capacitar ainda mais, né? Então, como você saiu totalmente da sua zona de conforto, então agora você está lidando com muitas coisas, até mesmo sozinha, fazendo tudo, então eu sei que isso vai te ajudar muito a se desenvolver, crescer ainda mais.

E que isso seja para todas as áreas da sua vida, né? Então, que você realmente volte ainda mais sedenta por Deus, né? Então, que você venha, assim, realmente já derramando muito sobre as nossas vidas. Nós estamos aguardando ansiosamente pela sua volta. E eu sei que você vai ser mais um testemunho de que Deus é fiel, de que Deus é bondoso, de que Deus está conosco em todo o tempo e em qualquer lugar do mundo.

Te amo muito. Te amo, amiga. Tô com saudade. Com saudade. Então, é mais uma gravação. Que diferente, muito diferente. Vai dar certo, gente. A gente não sabe, mas vai dar certo. Em nome do Jesus. É isso. É fechou. Um beijo, galera. Até a próxima gravação. Tchau. Volta logo. Já volto. Pode deixar.

Tchau, galera. Tchau.

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