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Conversas em Família Desreligiosificar a igreja

06 de maio de 202653min
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A propósito da inauguração da igreja em Atos 2 e da formação da família de Deus

Assuntos8
  • Desreligiosificar a igrejaDiferença entre igreja e religião organizada · Vivência de família vs. rituais · Sentimento de pertencer vs. participar · Desconstrução de conceitos negativos · A igreja como assembleia (Eclésia)
  • Estrutura de liderança em igrejasLíderes como irmãos mais velhos e pais · Mentalidade religiosa vs. família · A igreja como empresa vs. família · Pedir desculpa como demonstração de caráter · Autoavaliação e humildade na liderança · Jesus chamando a atenção nas relações
  • Igreja como famíliaA igreja como família de Deus · Atos 2 · Inauguração da igreja pelo Espírito Santo · Acolhimento de 3 mil pessoas · Diversidade de pessoas acolhidas
  • Amor e relação como fundamentoEnsinos de Jesus e do Novo Testamento · Aprender a amar e se relacionar · Correção em amor · Relação acima do resultado · Não estragar o que Deus está fazendo
  • Conflitos Familiares e Exemplos BíblicosFamília baseada na Bíblia · Sacrifício de Cristo como fundamento · Irmandade através do sacrifício de Cristo · Encarar problemas familiares com sinceridade · Deus como mediador
  • O processo de pertencer e o compromissoEscolha voluntária de pertencer · Compromisso e fim da escolha · Lidar com desconforto e crise · Responsabilidade com os outros · O peso do pertencimento
  • Valores familiaresPrincípios em casa · Amor como princípio fundamental · Transmissão de valores aos filhos · Serviço e tarefas em família
  • Problema Linguístico da IgrejaEvitar linguagem excessivamente 'evangeliquez' · Comunicação de conceitos equivocados · A
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Toda a gente me vê ou não? Toda a gente me vê? Sim? Vamos ter umas conversas em família. Um formato diferente que já temos feito. Bora lá.

eu avisei não foi surpresa nós

Como os irmãos se lembram, e quem não se lembra vamos lembrar, nós estamos a fazer uma série de pregações no livro de Atos dos Apóstolos. Estamos a falar de como a igreja é uma família onde todos são bem-vindos. E Atos dos Apóstolos mostra como a igreja é uma família onde todos são bem-vindos.

Foi inaugurada pelo Espírito Santo, foi o próprio Espírito Santo de Deus que inaugurou a igreja em Atos 2. Foi o capítulo que lemos na semana passada. O Espírito Santo inaugura a igreja e a igreja imediatamente acolhe. Logo nessa inauguração, 3 mil pessoas foram acolhidas. Quem eram essas pessoas? Quem eram essas famílias? 3 mil. Quem seriam essas pessoas?

Eram pessoas de todo o lado, de todas as culturas. Eram todos judeus. Estavam lá para uma festa, à festa de Pentecostes. Tinham vindo de todos os lados. Quem eram essas pessoas? Era uma diversidade enorme. Não sabemos. Eram 3 mil. 3 mil, irmãos. 3 mil que se agregaram à família da fé. E depois em Atos...

No capítulo 2 vemos Pedro, as pessoas responderam àquilo que Pedro falou, Pedro falou de Jesus, disse-lhes que Jesus tinha sido crucificado por eles, tinha morrido por eles e que eles podiam receber o perdão dos pecados de uma forma completamente gratuita e as pessoas quiseram receber, 3 mil pessoas. E depois vemos o fruto do trabalho do Espírito. Qual foi o fruto do trabalho do Espírito?

Foi Atos 2, 42, 47. E se quiserem ter aí a Bíblia aberta nesse capítulo, dá jeito. Em Atos 2, 42, 47, nós vemos o fruto do trabalho do Espírito. Qual foi o fruto do trabalho do Espírito? Foi família. Foi família. Não foi uma religião.

organizada, não foi uma... não foi começar com uma série de rituais, foi viver família, foi uma vivência de família, foi as pessoas passarem a pertencer à família de Cristo, como nós já falamos hoje muitas vezes, serem um só, viverem como um só, partilharem a vida, estarem em comunhão, sempre com...

O foco no ensino dos apóstolos, o que se fala aí em Atos 2.42, o ensino dos apóstolos, que é Jesus. Uma família saudável tem que ter valores. Tem que ter princípios. Quais são os princípios lá da vossa casa? Da nossa casa? Há princípios lá na nossa casa, não há? Que nós transmitimos aos nossos filhos e dizemos, olha, aqui é assim que funciona. Aqui nós...

Não mentimos, por exemplo. Aqui nós amamos uns aos outros. Aqui nós servimos. Cada um serve. Cada um tem as suas tarefas. Se faz tudo parte de ser família. Aqui nós queremos estar juntos. Queremos passar tempo juntos. Queremos ter os nossos tempos de intimidade. Aqui nós divertimos-nos.

Aqui nós, isto não é tudo sempre tipo militar, tudo tropa, é tudo sério. Há valores na nossa família, há princípios na nossa família e o amor deve ser o princípio fundamental de qualquer família. Para a família ser saudável.

E a família de Jesus tem esse valor, exatamente esse valor. E o ensino dos apóstolos é para nós todos sempre nos lembrarmos, como lá em Atos 2, para as pessoas sempre se lembrarem que isso é o valor fundamental. É preciso sempre lembrar isso, porque a gente esquece facilmente.

Eu quero dar oportunidade aos meus colegas aqui de painel, toda a gente está à espera também que eles digam alguma coisa. Queria lançar assim uma pergunta a partir daquilo que nós já sabemos sobre este texto. De que forma é que nós podemos realmente criar uma cultura de família? A igreja é família, nós não vamos transformar a igreja numa família, ela já é uma família. Agora, pode ser uma família desfuncional.

E nós não queremos que seja desfuncional. Pode ser uma família que não sabe que é uma família. Isso é muito mau. Quando uma família não sabe que é uma família, vai estar a pensar que é outra coisa qualquer. Então vai estar desligada da sua identidade. Então vamos andar todos desorientados.

Ninguém vai saber o que é que nós somos. E uma das coisas muito fáceis de achar que a igreja é, por causa de toda a história e de todas as distorções que aconteceram, é achar que a igreja é uma religião. É um espaço religioso. Então a pergunta é, como é que nós podemos criar e desenvolver essa consciência de família e lutar contra essa ideia distorcida e diabólica de que a igreja é um espaço religioso?

Vou lançar. Bom, é assim, primeiro que eu me sinto muito honrado de poder

dividir aquilo que Deus tem revelado, tem mostrado para mim, para a minha família. E eu estou aqui tem, já vai fazer nove anos esse ano, e eu vim do Brasil com uma, já uma formação, eu participava de uma comunidade onde a gente já tentava um pouco trabalhar esse conceito de irmandade no sentido de ser família, no sentido de...

A palavra é meio difícil de falar, né? Desreligiosificar. Ó, consegui falar. É um conceito muito profundo quando a gente começa a pensar nele e tentar entender. Mas assim, talvez eu quisesse trazer para pensar que o mais importante é que a gente consiga ter o sentimento de pertencer

a família, ao invés de participar, de sermos participantes, de sermos colaboradores do culto, de um tempo, de um dia específico, no domingo, mas a gente tem o sentimento de pertencer a uma família. Isso é que eu acho que a gente precisava de pensar, de refletir, porque esse conceito faz com que a gente consiga ver espiritualmente muito mais à frente do que...

normalmente a gente consegue enxergar quando a gente começa a conviver com aquilo que fomos acostumados, que fomos ensinados, que fomos preparados, treinados a vida toda. E hoje eu estava falando com a Conceição Lincimora, que a gente estava orando, que nós temos aqui histórias das mais diversas.

temos pessoas representando culturas das mais diversas, e a gente traz uma bagagem, a gente traz um histórico com isso. E quando a gente chega aqui, a gente vê que o que Deus está fazendo e o que Ele tem feito nesse local é desconstruir...

um monte de conceito negativo que cada um de nós traz, com a gente mesmo, e aplicar isso num conceito novo, num entendimento novo de que é uma família, somos uma família. E isso traz uma responsabilidade muito mais profunda do que pertencer a alguma coisa.

ou seja, a gente pertence a gente não apenas participa então quando a gente vê alguém aqui na frente hoje na hora que o Joel tava falando da oferta eu tava ali quando a gente tem esse sentimento de pertencimento a gente se sente muito mais à vontade com tudo até pra falar de coisas como a gente fala na própria família em casa

até para falar sobre finanças, para falar sobre dinheiro, a gente fala com mais liberdade, porque nós pertencemos a essa realidade. Então, eu acho que a minha primeira colocação era nesse contexto, da gente ter esse sentimento de pertencer. Somos partes disso aqui. Acho que é mais por aí. Quando a gente fala a respeito da família, eu acho que...

Em princípio, nós já temos um problema de ordem. Quando nós falamos a respeito da família não seguindo a base bíblica, a nossa fé, nós temos como exemplo a nossa família de casa, do nosso núcleo familiar.

E eu acho que quando a Bíblia vai falar a respeito de família, vai nos ensinar a respeito de família, ela é muito clara e ela é muito pé no chão quanto às questões e os problemas que a gente passa no seio familiar. Como é que a gente fala de família, por exemplo, lendo a Bíblia, sendo que em um dos primeiros capítulos é um irmão matando o outro. Percebe?

como é que a gente fala a respeito de família encarando os problemas que a gente tem a respeito das nossas relações, das nossas criações com filhos. Quando nós olhamos para vários cenários na Bíblia, Deus nos mostra que realmente a família é esse terreno muito fértil, mas ao mesmo tempo é um terreno muito árduo para trabalhar. Então, a nossa família é baseada naquilo que Deus apresenta e a nossa família é baseada.

Na Bíblia. Ou seja, muitas vezes, nas nossas relações, os problemas que a gente tem, da maneira como as pessoas olham para a gente e veem a gente resolvendo as nossas relações aqui dentro, o problema começa no fundamento, no entendimento do que é a família.

Então, quando a gente vai encarar a família que Deus nos deu, a família que Deus nos presenteou, muito além da família, do núcleo familiar nosso, que é o biológico, do fator biológico, a gente tem o sacrifício de Cristo, redimindo a todos, e também nos transformando em irmãos, nos transformando em uma família.

E eu acho que todos os problemas, se nivelarmos por essa parte, entendendo realmente o fundamento de família que Deus nos dá através da Bíblia, que nós somos irmãos através do sacrifício dEle, Ele é o nosso mediador. Eu acho que nós conseguimos suprir muita expectativa a respeito dos problemas que nós temos na nossa família, das discussões, das avanças, da nossa expectativa para ser cumprida dentro da igreja.

E a gente começa a encarar a família de uma forma mais sincera. A gente vai se deparar com problemas nas nossas relações que a gente vai saber resolver, ao invés de entrar em crise. Ao invés de criar uma expectativa de como é que eu queria que a família fosse, de como é que essa igreja, o CRC Gaia, fosse, como é que ele trata as coisas, como é que ele trata os problemas, como é que trata as relações, como é que a gente convive.

Antes disso, a gente vai ter um filtro, olhando para a Bíblia, olhando para aquilo que Deus nos coloca. Colocando lá, nós temos vários cenários na Bíblia que são problemas muito sérios.

E antes mesmo de a gente criar essa expectativa a respeito de como é que a gente pode solucionar a nossa vida, solucionar as nossas crises, as nossas expectativas, Deus tem uma resposta para nós, muito antes disso. Uma resposta muito clara. E, assim, nesse tempo todo que nós vamos... A gente está falando dentro do livro de Atos, né? E lembrando de como é que, por exemplo, era a igreja primitiva, né? Quando o Espírito Santo inaugura a igreja, onde as pessoas começam a se reunir.

E automaticamente nós quebramos todas as estruturas, porque não havia estrutura, não havia estrutura. Não havia a igreja física. Eu falo, olha, ali é onde a gente se reúne, e a gente vai se reunir lá uma vez por semana e tudo mais. E ele traz um exemplo de como era a convivência dos irmãos de forma íntegra.

Exato. Falar, olha, terça-feira é o dia do culto da oração, quinta-feira é o dia do PG, no domingo a gente tem a celebração. Então, tipo assim, nós fazemos dessa maneira para que seja pedagógico para a gente, para que seja pedagógico. Mas a gente precisa aprender com esse modelo anterior que nós temos na Palavra de Deus.

E mesmo sendo desafiador, trazer isso para as nossas vidas. Porque o partilhar da vida não é através da liturgia, através da programação, ele é através da vida e da sensibilidade. É olhar a vida do outro e falar, eu participo da vida desse irmão, essa pessoa é minha irmã.

Essa pessoa é meu irmão. É olhar aqui os filhos dos nossos irmãos e falar assim, de certa forma, eu tenho responsabilidade sobre essas crianças que estão aqui. Por exemplo, o Timóteo e a Carolina têm vários tios aqui. Hoje, no café ali, a gente estava falando, a Carla estava falando, vocês têm idade para serem meus filhos? Eu tenho muitas mães aqui. Tem gente que cuida de mim aqui. Tem muitas mães, muitos pais.

Então, apesar de olhar e ver que... Por conta da idade, eu posso ser mãe e pai dessa pessoa. Mas é por conta do sentimento de cuidado. Então, entender a família que Deus nos dá é entender também essas nuances que tem na família. Olhar pessoas e falar assim, eu sou, de certa forma, responsável por essa pessoa.

Sou, de certa forma, responsável enquanto a pessoa estiver enferma. A Rafaela trabalha no Santos Silva, ela está em contato, por exemplo, olhando, não olhar dela lá no Antônio. Acaba o turno dela e fala, vou ver lá como é que o Antônio está. Então, isso é criado através desse entendimento a respeito do que é família.

É isso, pertencer tem muito peso, não é? Pertencer é...

pertencer realmente traz-nos um peso não é um peso mau mas é um peso é um peso da mesma maneira que eu lá em casa eu tenho o peso de na minha casa com a minha família nuclear digamos assim eu tenho o peso de ser responsável pela minha casa de ser responsável pelo meu filho pela minha esposa ovo

É um peso, né? Não é... É muito bom, né? E ninguém me obrigou a recasar, ninguém me obrigou... É uma escolha, foi uma escolha que eu fiz. Então, só um parênteses que é muito importante aí. É que não é pregação, então a gente pode... Pode, pode interromper. É porque o pertencer, ele escolheu a família. A família que ele tem, a esposa que ele tem, o filho que ele tem, ele escolheu. É a mesma coisa, essa família aqui, que eu tenho, eu escolhi.

Eu tive a oportunidade de escolher. Eu vim, visitei, conheci e escolhi. E é isso que acontece. Inclusive, quando ele falou hoje aqui a respeito dos membros, da reunião de membros, é porque vocês que ainda não tomaram a decisão de pertencer oficialmente, continuem com essa visão de escolher. Vocês estão no processo de escolha. Mas, muito importante, depois de escolher, eu deixei de ter escolha.

Ah, sim, acabou. Escolheu, assumiu o compromisso e é para sempre. Isso é muito importante também. Depois de escolher, deixei de ter escolha. Acabou a escolha. Não posso agora. Ah, olha. A não ser que alguma coisa muito dramática. Às vezes acontecem coisas dramáticas, famílias que se quebram. Muito triste, mas acontece, não é? Mas nós não podemos achar que temos escolha.

Porque se a gente for achar que temos escolha, então aí, quando vier o desconforto e a crise, o que é que acham que a gente vai pensar? Vou mas é para onde eu me sinta melhor. Na família, se nós tivermos essa mentalidade. Por isso é que há tantos divórcios, há divórcios que acontecem...

Isso era um ter compromisso, não é? O compromisso tira-nos a escolha. Nós fizemos uma escolha voluntária. Por exemplo, nós escolhemos seguir a Cristo. Foi uma escolha que fizemos. Tomamos uma decisão. Agora já não temos escolha. Agora já não temos escolha. Acabou a escolha.

Eu estou a falar de mentalidade. Ok? Eu estou a falar de mentalidade. Obviamente que ninguém nos prende. Ninguém nos prende a nada. Eu estou a falar de mentalidade. A nossa mentalidade não pode ser que temos escolha. E o meu filho, por exemplo, ele não escolheu ter o pai que tem. É o que há. É o que há. Não escolheu. Ele não escolheu.

Irmãos, da mesma maneira, nós não escolhemos os nossos pais. Eu também não escolhi o filho que tinha. Eu escolhi começar uma família com a minha esposa, mas o filho que veio, veio. É o que é. Eu não posso mandá-lo embora e, olha, vou encomendar outro. É tão absurdo isto, irmãos, não é? Mas porque é que na igreja nós temos essa mentalidade, então?

Achar que podemos escolher quem nos lidera. Achar que podemos escolher quem Deus coloca em liderança sobre a nossa vida. Os líderes são chamados para ser irmãos mais velhos. Os líderes não são chefes. Os líderes são chamados para ser pais, para ser irmãos mais velhos, responsáveis pela família.

E nós temos às vezes a mentalidade, é uma mentalidade religiosa. Eu não gosto deste sacerdote, vou procurar outro sacerdote. Eu não gosto deste... Eu não gosto deste... Não gosto disto e daquilo, vou... Nós não podemos ter essa mentalidade. E às vezes temos aquela ideia de igreja como uma empresa. Eu não gosto deste chefe, não quero este chefe, vou procurar outro chefe.

Deus, irmãos, e isto sem, não querendo dizer que quem está em autoridade na família, os nossos pais não são perfeitos, nenhum pai é perfeito. Mas nós aguentámos-los, não aguentámos.

e os pais da geração, das gerações mais antigas, eram pais que foram ensinados, eles também trouxeram isso, foram ensinados, eles foram ensinados a ser autoridade sem necessidade de crescer em amor.

Eu sei que é um bocado revolucionário o que eu estou a dizer e é um bocado pesado também, não é? Porque eu não sei quem aqui se revê nisto, mas há uma certa geração que acha que pedir desculpa é fraqueza. Quantos aqui se lembram assim de regularmente os pais pedirem desculpa?

Isso é interessante, é revelador, não é? Uma certa mentalidade que a autoridade é o que é e eu já estou, eu sou autoridade, eu sou perfeito, eu não tenho que, eu já não tenho que melhorar nada, muito menos eu tenho que permitir que alguém que está debaixo da minha autoridade me diga alguma coisa, me aponta alguma coisa ou me chama a atenção de alguma coisa. É quase um regime militar, não é?

É essa a ideia, não é? Nós hoje vivemos tempos diferentes. Vocês interrompam-me quando quiserem, porque senão isto não para. Mas é isso.

E nós precisamos de ter, de encontrar um equilíbrio aqui, não é? Nós não somos chamados, nós que somos responsáveis, e toda a gente aqui é responsável, seja em casa, seja no trabalho, toda a gente aqui tem um nível de liderança, de responsabilidade. Estávamos a ouvir isso na nossa formação que tivemos com a doutora Andréia Branco, que na liderança estamos a ter formação, e ela estava a dizer isso, toda a gente é líder, não é? Toda a gente tem responsabilidades de liderança, nem que seja em casa, nem que seja sobre a própria vida.

Então nós não podemos achar que nós, só porque estamos numa posição de autoridade, que nós já chegamos lá e que não temos mais nada para aprender. Não podemos. E quem tem alguma coisa para aprender tem que examinar o seu comportamento. Tem que fazer uma análise das suas ações. Será que eu agi bem ali? Será que não agi bem? E quando eu chego à conclusão que não agi bem, eu tenho a responsabilidade diante de Deus de pedir desculpa, de pedir perdão.

Toda a gente falha. Toda a gente. Agora, o que revela o caráter é o que é que se faz depois das falhas. Se dizemos, não, os outros... A culpa é sempre dos outros. Os outros é que tiveram culpa, então eu não preciso de mudar nada, portanto, os outros, se quiserem que me peçam desculpa, não.

E muitas vezes até nós podemos ter conflitos nas nossas relações, em que nós podemos até entender e achar, e às vezes isso é verdade, que as outras pessoas falharam muito mais do que nós, mas ainda assim, se calhar houve alguma coisa que eu pudesse ter feito melhor, naquele conflito. Se calhar houve, se calhar eu também preciso de aprender com alguma coisa ali. E aí eu posso pedir desculpa, mesmo quando eu acho que a culpa foi muito mais do outro, do que minha.

quando nós estávamos fazendo essa formação aqui da liderança no fim de semana passado, uma das questões que foi levantada pela Andréia foi a forma como Jesus chama a atenção das pessoas nas relações. Como é que isso é feito na Palavra de Deus e como é que a gente encontra isso na Palavra de Deus. E um dos insights que teve aqui é que o final da Palavra de Deus

A gente não tem essa figura de Jesus... A gente tem uma cena de Jesus virar nas mesas, numa ira planejada. Não foi assim descontrolado. Foi lá uma ira planejada. Mas Jesus... A gente tem os cenários de Jesus se achegando de pessoas que estavam com a vida totalmente desregrada, totalmente fora dos trilhos. E a gente não vê Jesus chegando para ela e falando assim, olha a merda que você está fazendo.

Não está assim. Então, se a gente não tem esse exemplo na vida, não tem por que nós seguirmos esse caminho. Mas nós temos Jesus se encontrando com essas pessoas e lembrando a respeito da identidade delas. Lembrando a respeito de onde elas são e o que elas estão a fazer com a vida delas. Então, eles nos levam para esse processo de autoavaliação.

Fazer parte de uma comunidade onde as pessoas não têm essa sensibilidade de fazer esse processo de autoavaliação, provavelmente a gente vai ter um pouquinho mais de trabalho, a gente vai ter que gastar um pouco mais de energia para ter que lidar com as pessoas. Por quê? É difícil demais, irmão, você lidar com uma pessoa que fala assim, não, eu não estou errado.

Não sou eu que estou errado aqui. Eu estou 101% certo. Falei, não, mas espera aí. Será que você está 101% certo? Você lidou com a situação da maneira correta? Falei assim, eu tenho certeza que eu lidei com a situação da maneira correta. Então Jesus nos chama para esse...

para essa autoavaliação. E, quando a gente se depara com certas situações onde a pessoa quer estar coberta de razão e a pessoa se coloca nesse lugar de pessoa boa, eu tenho muita essa cultura. Eu falo que a gente é boa gente. Eu estava conversando com o Mauro. A gente é boa gente. Automaticamente, se você é cristão, lá no Brasil é o cidadão de bem. A gente é cidadão de bem.

automaticamente, se você é cristão, se você olha para o sacrifício de Cristo, como eu errou na cruz, por você, você vai falar, mano, não tem gente boa no mundo. Não tem um justo sequer. A hora que o calo aperta, irmão, você vai ver só o seu lado. Você esquece o lado do outro. Entendeu? Então, quando há esse conceito,

Dentro da nossa ótica, dentro da nossa cosmovisão, que se diz assim, no caso, dentro do meio cristão, a nossa ideologia, nós enxergamos a vida através da palavra de Deus. Então, já caiu por terra. Não tem um certo sequer dentro da nossa família. A partir do momento que você entra naquela porta ali, o que você deve ser é um arrependido. Tem que olhar para a sua semana e falar assim, eu errei demais essa semana.

Me perdoa, Deus, porque eu tenho pecado em palavra, pensamento e ação. Essa é a maneira como a gente deve se achegar a Deus e se achegar também às outras pessoas.

na maneira como a gente corrige qualquer conflito, qualquer problema. Eu falo assim, eu sou incapaz. Se está acontecendo aqui algum tipo de mediação, se a igreja está caminhando, se os irmãos estão se perdoando, se os irmãos estão se alegrando, isso é mérito do Senhor Jesus. Não é nosso, não. Não é porque a gente é bom, não é porque a gente fez um curso de liderança e agora a gente está formado e a gente sabe lidar com todos os conflitos que vão chegar. Mas é porque a gente está no processo de aprendizado.

E se colocar nesse lugar primeiro, antes de qualquer coisa, eu sei que eu tenho um ambiente seguro para falar de um errado para um errado, de uma pessoa indigna para outra pessoa indigna. A gente vai diminuir muito as expectativas nossas.

a gente vai saber lidar com o problema cabeludo dentro da nossa igreja. Por mais que a gente tenha que seguir os caminhos de justiça, tomar as provisões necessárias, tudo aquilo que for necessário, a gente sabe que tem problemas que realmente envolvem a parte de justiça, envolvem o Estado interferindo.

Não é para passar pano, mas é para saber lidar com todas as dificuldades que a gente tem na igreja. O problema cabeludo, não sei se todo mundo... A expressão é... Mas eu não ouvia há muito tempo, mas é isso mesmo. Só que a gente precisa de duas coisas. Lembrar que...

De repente, eu estou líder num determinado ambiente, num determinado momento, num determinado tempo. E significa que amanhã outras pessoas vão estar líder nesse mesmo local, nesse mesmo momento. Ou seja, é uma condição em que nós vamos sendo preparados e vamos sendo...

responsabilizados porque ser líder sempre tem uma responsabilidade muito pesada ser líder em casa, ser líder da nossa família, dos nossos filhos quantas vezes a gente se pega pensando estou ensinando corretamente será que eu estou transmitindo o conceito verdadeiro ou estou ensinando a seguir regras, porque é algo que me preocupa, de saber que meus filhos estão aprendendo a pensar que meus filhos estão aprendendo

Estão aprendendo a refletir, entender o que deve ser feito, e não apenas obedecendo o que o líder, entre aspas, está mostrando. Então, é uma situação que a gente tem que estar sempre lembrando. E outra coisa que eu acho muito bacana é a gente... Eu falo muito isso em casa com meus filhos, com a Lu e tal.

Nós vivemos uma nova época, nós vivemos a partir do Novo Testamento, a partir dos ensinos de Jesus, os ensinos de Cristo. Então a gente tem que complicar menos, sabe? Pertencer, ter o entendimento de pertencer e tentar seguir aquilo que Jesus ensinou. Não complicar muito, não buscar muita coisa. E basicamente é isso, se resume...

Se a gente for pegar todos os ensinos de Jesus e todo o ensino do Novo Testamento, é amor. É amar. É aprender como amar. É aprender como me relacionar com quem eu me relaciono em amor. E não estou dizendo isso como líder, não. Eu estou dizendo isso como alguém que tem dificuldade em praticar. Eu amo meus filhos, mas tenho dificuldade no dia a dia, na hora de fazer uma correção, por exemplo.

fazer essa correção em amor. Eu ainda estou com os riquícios, com as coisas lá de trás que vieram, o Lucas está rindo lá, é porque ele pode falar bem sobre isso. Às vezes eu corrijo muito mais na autoridade mesmo, na ignorância até, enfim. Depois é que eu... Poxa, podia ter falado... É muito mais fácil falar. Não, não, para, para, para, faz o que eu estou mandando e pronto.

É mais tranquilo, é mais fácil para todo mundo. Mas não é isso que o Tom colocou, não foi isso que Jesus fez, não foi isso que ele ensinou. É porque tem dois mil e tantos anos aí desde que ele falou, e as coisas... Eu ainda falei com a Luta, todo mundo aqui já deve ter brincado daquela dinâmica do telefone sem fio.

já que você fala uma coisa aqui para falar ali e tal, quando chega lá na frente está completamente distorcido. Gente, é isso que aconteceu com os ensinos bíblicos. Nós estamos tentando resgatar aquilo que Jesus ensinou.

Nós estamos tentando entender, interpretar e voltar a viver aquilo, sem que passe por esse telefone sem fio de dois mil e tantos anos que a gente acaba sofrendo com ele. Então, basicamente, é isso. Só fazendo um inserindo rapidinho aqui.

E, assim, olhando para quem está à frente dos processos, quem são responsáveis pelos processos, e também olhando, por exemplo, para a figura paterna na nossa criação, com os nossos filhos, é uma tentação demais ter que facilitar os processos. É muito tentador facilitar os processos. É muito tentador ter que falar assim, eu queria muito que essa pessoa só me obedecesse. Eu queria mandar ele calçar o chinelo e tomar banho e ele ir rápido.

Por que esse irmão não consegue entregar os slides na hora certa? Sabe? Esse tipo de problema, sabe? Então, quando a gente olha para a nossa relação com Deus, é da mesma maneira. É da mesma maneira. Deus passa mais tempo corrigindo o que a gente faz do que aproveitando o que a gente faz. Deus passa mais tempo ensinando a gente, corrigindo nossos erros aqui, do que aproveitando o que a gente está acertando.

Então, quando eu estou lá fazendo jantar e o Timóteo e a Carolina vêm pedir para me ajudar, já sei, tipo assim, não... Tá, então vamos lá. Exato. Isso foi uma discussão ontem a respeito de parentalidade que a gente estava tendo num churrasco. Eu falei assim, não, é porque o Timóteo e a Carolina estão na fase de querer ajudar, fazer o jantar e tal. Aí ela fala assim, nossa, isso deve ser difícil demais. Eu falei, é complicado. Mas, antes de ter o jantar pronto,

antes de ter a comida pronta, antes de ter o culto certinho, antes de ter tudo muito organizado dentro da nossa liturgia, a gente tem que entender que o que importa é a relação. A gente tem que entender que o que importa aqui é o amor ser estabelecido. A gente tem que entender que o que importa é ter a relação saudável, madura, para a gente caminhar junto.

E o dia que a liturgia, estendo isso antes, o dia que a liturgia falhar, o dia que o slide falhar, o dia que o curmão faltar lá na hora da pregação, o dia que o curmão foi escalado, não foi cantar, o dia que a Carol deixar a comida queimar, eu falei assim, graças a Deus pela relação. Processo. Isso vai ser um erro que vai ser sanado de uma forma muito básica, muito simples. Porque tem amor antes, tem um processo antes que foi entendido, que foi compreendido.

Eu já disse muitas vezes que nós estamos aqui a tentar não estragar muito o que Deus está a fazer. Se a gente conseguir não estragar muito, glória a Deus. Já estamos a... Porque é isso. Nós somos como criança, nós somos como a Carol e o Tim a tentar ajudar o Tom na cozinha. É isso que nós somos com Deus. Deus podia fazer tudo muito melhor sem a nossa ajuda.

Ele põe-nos aqui, ele forma uma família de filhos que colaboram com o pai sabendo que nós vamos estragar mais do que o que vamos adiantar. E a nossa luta é tentar não estragar muito.

e ter esse temor de que o que importa é amar, o que importa é relação. É mais importante os laços entre o Tom e a Carol e o Tim, do que o jantar ser um pitão. É mais importante.

Nós gostamos de um bom jantar, não é? Ninguém gosta de comer comida queimada. Gostamos de um bom jantar. Mas é mais importante o que se constrói. É mais importante o que está lá no fundamento do que o produto final.

O produto final, muitas vezes, por causa de nós investirmos no fundamento e na relação, o produto final não vai ser grande coisa. Há outros que se focam só mais no resultado, vão ter melhores resultados. Porque estão focados no resultado. Mas quem está focado no processo, o resultado se calhar vai perder um bocadinho. E então nós vamos dizer, epá, o culto hoje não foi muito bom. A música estava um bocadinho alta, o grupo de louvor estava um bocado...

a palavra pregador estava um bocadinho distraído ou não preparou o banho ou alguma coisa e é verdade que nós temos uma responsabilidade de dar o nosso melhor mas o nosso melhor também é limitado o nosso melhor é limitado isto é cada um dá aquilo que pode com aquilo que tem num momento o nosso melhor o final

E muitas vezes nós pomos exigência, pomos exigência nas pessoas, nas tarefas, pomos exigência e não pensamos o que é que aquela pessoa está a viver.

isso é um erro que nós cometemos muito o que é que aquela pessoa está a viver? ela chegou atrasada, porquê? se calhar é só preguiçosa e deixou-se dormir e distraiu-se se calhar passou muito mal a noite se calhar está doente se calhar enfim, se calhar precisa de alguma coisa

Formas diferentes, abordagens diferentes. Uma é a forma religiosa de pôr exigência e peso. Não fizeste o que te competia. Falhaste. Apontei-te o dedo. Condeno-te. Isso é religião. Isso é religiosidade. Isso não é família. Isso não é ser família. Família é não vamos fazer de conta que os problemas não estão lá. Mas porquê que os problemas estão lá? Mas porquê que aquela pessoa não está a fazer aquilo que eu esperava que ela fizesse?

Porquê que aquela pessoa não está a fazer aquilo que ela se comprometeu a fazer?

Preocupamos-nos mais com o resultado ou com o processo? Preocupamos-nos mais com o resultado, só queremos ver as coisas feitas? Ou preocupamos-nos com aquela pessoa, amamos aquela pessoa e preocupamos-nos com a relação? E tentamos na relação ajudá-la a melhorar e a atingir o seu potencial? São abordagens muito diferentes, não é? E eu queria, eu queria, não queria deixar de ler aqui este texto, nos lembrar deste texto.

em Atos 2, 42, 47 para nos lembrar como é que se parece uma família à maneira de Jesus

E 102 mil anos de telefone estragado. Atos 2, 42. Todos participavam fielmente no ensino dos apóstolos, na união fraterna, no partir do pão e nas orações. Toda a gente andava impressionada com o que se estava a passar, porque Deus fazia muitos sinais milagrosos e maravilhas por meio dos apóstolos.

Os crentes viviam unidos e punham em comum tudo o que possuíam. Vendiam as suas propriedades, assim como outros bens, e dividiam o dinheiro entre todos, de acordo com as necessidades de cada um. Reuniam-se diariamente no templo, partiam o pão, ora numa casa, ora noutra, comendo juntos com alegria e simplicidade de coração, davam louvores a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. E cada dia que passava, o Senhor aumentava o número dos que recebiam a salvação.

Amém? Amém. Muito família, muito família. E depois a gente começa a inventar, a gente começa a deixar que a política domine a igreja, domine a família, a gente começa a pensar em igreja como um sítio, um edifício, em vez de uma assembleia. Sabe o que quer dizer a palavra eclésia? De onde vem a palavra igreja?

Muito importante lembrar isto. Eclésia significa uma assembleia. Significa um grupo. É um grupo de pessoas. Eclésia não era só usada para a igreja. Era usada para outros grupos de pessoas. Naquela altura. É uma eclésia. É um grupo de pessoas. Portanto, é completamente descabido dizer olha, vamos limpar a igreja.

Vamos limpar a igreja. Vamos limpar uns aos outros, então. Vamos passar assim uma... Passar assim um paninho. Um paninho. Mas é o que estes dois mil anos de telefone estragado nos trouxeram. Nos deixaram. Vamos limpar a igreja. Isto não é a igreja.

temos que mudar o nosso vocabulário, mesmo, porque a forma como nós usamos as palavras molda também o nosso pensamento. É. É isso? É isso. Não há nada a acrescentar? Não, eu acho que o que poderia pensar um pouquinho e também que você falou, eu tinha até notado aqui para a gente tomar cuidado com a nossa linguagem excessivamente evangeliquez, crentez ou alguma...

Porque é isso que o Joel está falando. Aquilo que a gente vai falando vai se repetindo e vamos repetindo e vamos repetindo. E às vezes comunica um conceito completamente equivocado. Totalmente fora. É essa questão mesmo. Vamos limpar a igreja. No nosso grupo a gente está assim. Que dia que é que vai limpar a igreja agora? Hoje eu estava falando com a Conceição.

E realmente a gente acaba transmitindo conceitos com algumas nomenclaturas que estão completamente equivocadas.

Porque não se limpa a igreja uma vez por semana, cada um, não tem como fazer isso. Mas a gente vai acostumando. Só que sem perceber, a gente está comunicando algo através disso. Então, lá no grupo, vou tentar ver se a gente começa a falar vamos limpar a sede hoje? Vamos limpar a sede essa semana? As instalações. As instalações, ou prédio, ou seja lá. Vamos para a sala. É, porque a gente tem que realmente se atentar, porque às vezes o Tintin e a Carol estão ouvindo essas expressões.

E nós crescemos ouvindo expressões. E nós não entendemos o conceito exato daquelas expressões que a gente estava ouvindo. Por isso que hoje a gente tem que estar tentando resgatar, tentando entender o que realmente significa. Enfim, é a questão do problema de estar com esse comunicado totalmente distorcido. Nós já estamos na segunda parte, na segunda pergunta, pelo que eu estou vendo.

Acho que ficamos só na primeira. Ah, na primeira? Eu achei que já era a segunda. Então é isso. A hora já vem um bocadinho adiantada e eu não quero demorar muito mais, mas se tiverem mais cinco minutos, temos mais cinco minutos, vou convidar a fazermos aí grupinhos de quatro pessoas e a partilharmos um bocadinho como é que tem sido pertencer à família de Deus. Como é que tem sido?

assim, um testemunho, uma partilha breve. E depois podemos orar juntos também. Temos todos a oportunidade de falar um bocadinho, dizer um bocadinho da nossa experiência. Como é que tem sido pertencer à família? Eu sei que havia muito para dizer, mas vamos tentar sintetizar, terem uma partilha breve entre nós. Pode ser? Sim, e depois terminamos.

Cinco minutinhos aí. Rodem as cadeiras. Vamos fazer aí grupinhos de quatro pessoas. Mais fácil que a gente.

Obrigado.

Podemos orar aí nos grupos. Vamos orar.

Amém. Amém. Havia muito mais a dizer, mas falámos de algumas coisas muito importantes e obrigado também aos meus irmãos. Tínhamos para aí cinco perguntas, ficamos na primeira, não foi mal. Melhor aprofundar do que estar a falar de muita coisa de forma superficial.

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