Episódios de DeByte

Ep. 111 - Epic Demite em Massa, Exposed da Globo, Vitória Contra IA e Mais! feat. @IsadoraBasile ​

30 de março de 202653min
0:00 / 53:51

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BRKsEDU, VanDep e Davi convidam a Isadora Basile e discutem as demissões em massa da dona de Fortnite, os bastidores problemáticos da Rede Globo, o fim do app de vídeos de IA da OpenAi, Sopranos, Frieren e Mais!

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Participantes:

BRKsEDU:

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Bruno De Paula - VanDep:

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Davi Rocha:

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Isadora Basile:

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Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @BlackBiird0

Participantes neste episódio4
B

Bruno De Paula

HostInfluenciador
D

Davi Rocha

HostInfluenciador
E

Edu BRKsEDU

HostInfluenciador
I

Isadora Basile

ConvidadoInfluenciadora
Assuntos4
  • Demissões Epic GamesImpacto das demissões · Declínio do Fortnite · Layoffs e desumanização · Estúdio brasileiro Kiris
  • Rede Globo - Bastidores e Problemas InternosExposição de Fabrício Marta · Problemas internos na Globo
  • Encerramento do Sora OpenAIInteligência Artificial e vídeos · Concorrência com Anthropic
  • Indicações de Séries, Filmes e JogosSopranos · Jujutsu Kaisen · The Pit
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Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Nesse episódio a gente vai falar da Epic que colocou culpa no declínio de Fortnite pra demitir mais de mil funcionários. Inclusive a gente trouxe a Isadora Basile aqui pra ajudar a gente a comentar essa notícia. Ela tem umas coisas bem interessantes pra trazer, coisa exclusiva inclusive. Vamos falar também de uma polêmica que envolve os bastidores da Rede Globo.

Vamos falar de OpenAI, que decidiu fazer uma coisa boa e fechou o app de vídeo de AI deles. E a gente vai falar no fim do episódio também daquilo que a gente anda jogando, assistindo e por aí vai. A gente queria agradecer logo de cara novamente o Enjuei. A gente tem uma parceria com o Enjuei. Se você não conhece, o Enjuei é um app bem fácil de usar e bem bacana que te ajuda a comprar e vender tudo que é tipo de produto. Você consegue comprar e vender por lá roupa, calçado, artigo de decoração.

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Pera aí, deixa eu me explicar, deixa eu explicar A lojinha é minha, eu coloco lá O valor que eu acho justo Pelos meus produtos, até porque você está comprando Do Davi do Debate, pera lá Mas ó, aproveitando pra deixar claro que O nosso cupom de 15% De desconto

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Fala pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio do The Byte, bem-vindo a você também, Zadora, é um prazer ter você aqui com a gente para comentar notícias aqui dentro do nosso programa, começando a falar de Epic Games. Para quem não sabe, a Epic é uma das gigantes do mercado de games atualmente, principalmente por ser a dona aí do Fortnite, só que mesmo ela sendo a dona do Fortnite, mesmo sendo uma empresa bilionária...

a Epic também entrou na roda das demissões recentes aí e botou na rua, infelizmente, mais de mil pessoas, dando como razão para isso o declínio do Fortnite, que segundo a Epic vem acontecendo desde 2025. Isadora, você inclusive trouxe lá no seu Instagram um conteúdo bem bacana sobre esse assunto, incluindo uma parte que eu achei super relevante, sobre possivelmente um estudo brasileiro que foi afetado por essas demissões lá na Epic. Comenta um pouquinho aí com a gente sobre esse assunto e novamente bem-vinda ao The Byte.

Muito obrigada, amigos. Amo The Byte. Do fundo do meu coração, o melhor podcast de games atualmente no Brasil. Sou grandissíssima fã. Tô sempre aqui, então muito obrigada. Desculpa. Não, tá tudo certo. Tá tudo bem. E, amigos, realmente assim, eu tentei trazer essa notícia da maneira mais leve possível, mas é uma notícia horrorosa, até porque esse layoff também é o segundo grande layoff que a Epic traz desde 2023. E também esse corte de mais de mil pessoas representa se não me engano, cerca de essa notícia.

15 a 20% da empresa, mais ou menos uns 20% da empresa atualmente. Não tem uma equipe tão grande ao redor do mundo, mas importante ressaltar também, a Epic tem uma equipe aqui no Brasil e que, pelo que eu entendi, também foi afetada por isso. O que eu quero dizer com pelo que eu entendi? Depois que eu postei esse conteúdo, eu consegui algumas informações a respeito de como foi essa demissão de maneira interna. Então, uma pessoa de dentro da Epic Games que...

Fonte absolutamente anônima me contou um pouco de como foi esse processo e, ao que tudo indica, e também acho que é um dos pontos principais para a gente abordar aqui, claro que a gente vai falar também sobre a questão do estúdio brasileiro, mas é um outro tópico. Em relação à demissão em si, pelo que entendi, foi uma demissão muito seca.

essencialmente alguns funcionários tiveram o acesso deles às plataformas, aos sistemas e contas da Epic cortados do mais absoluto nada e alguns desses funcionários foram colocados numa reunião onde esse layoff foi discutido, muitos desses funcionários, claro, foram desligados, alguns desses funcionários que não foram desligados tiveram acesso cortado de qualquer forma e só depois dessa reunião...

o acesso foi devolvido a eles, então é uma ansiedade absurda para todo mundo, para as pessoas que estão sendo desligadas, estão passando por essa ansiedade, essa coisa que acontece do nada, absolutamente desumanizada e novamente, esse tipo de layoff que simplesmente coloca

um monte de gente numa reunião, como se fosse gado. Desliga todo mundo e fala, tchau, vocês não trabalham mais aqui, um abraço pra vocês, vocês vêm com RH, os benefícios, e é isso, um abraço. E não só as pessoas que estão sendo desligadas, passam por isso, mas também as pessoas que seguiram a empresa.

que aparentemente só tiveram acesso devolvido depois dessa atualização, depois que a nota foi disponibilizada no blog da Epic Games. Então, tudo que é possível de desumanização nesse processo, a Epic Games conseguiu gabaritar. E uma coisa que eu comentei também é que eles asseguraram que os trabalhadores que foram afetados por esse corte seriam ainda assim respaldados com o plano de saúde por seis meses.

porém isso seria nos Estados Unidos e ficou essa dúvida de como fica no restante do mundo. Em relação aos brasileiros, ao que tudo indica, eles teriam dois meses de extensão do plano de saúde e tudo também que está previsto na lei brasileira, então os funcionários brasileiros também só iriam receber quatro meses de salário adiantado. Toda essa demissão vem também, como o Davi comentou, é uma demissão cuja ideia é que o Fortnite está em um momento de declínio, está em um engajamento muito menor, aparentemente Sabrina Carpenter não está vendendo um skin suficiente.

não estão vendendo skin, é por isso que acabou. Epic Games morando de aluguel. Mas a questão que colide com essa informação é que a Epic Games, no ano passado, o ano fiscal de 2025, que se encerra em março desse ano, lucrou 6 bilhões de dólares somente com Fortnite.

Então é um lucro gigantesco que eles tiveram, fora que o Tim Sweeney nessa carta, ele também ressalta o fato de que Epic Games está quebrando padrões e esse layoff não é por conta de IA. É um layoff que vai puramente por uma questão de precisamos ir de acordo com as expectativas dos acionistas. E de qualquer forma também, a ideia é que essas demissões e outros cortes de gastos que eles têm feito nos últimos meses...

Seria uma economia de aproximadamente 500 milhões de reais. É uma economia, beleza, gigantesca, mas que custou 20% da empresa. Que, novamente, é uma coisa que só me soa muito estranha, por ser uma empresa que traz um dos jogos mais lucrativos que a gente vê atualmente, porque Fortnite é um jogo que...

Ele quebra muito a bolha de games, ele tem pessoas de todas as idades jogando, ele consegue trazer muitos desses crossovers com outras mídias. Então, o Fortnite é um jogo muito rentável, tanto que o lucro deles nesse último ano fiscal prova isso muito bem. Esse é o meu pedaço em relação...

a demissão em si do pessoal. A gente tem algumas informações também em relação a Kiris, porque, novamente, é um estúdio brasileiro, que é o estúdio que é responsável também por Horizon Chase e Horizon Chase Turbo. Algumas notícias do estúdio saíram recentemente e meio que batem muito estranhamente com o timing desse layoff. Então, é uma coisa pra gente analisar, a gente tem mais algumas informações aqui, mas queria entender também a opinião de vocês em relação a esse layoff como um todo, porque é uma situação muito esquisita.

Novamente, notícia de demissão deixa todo mundo surpreso. A Isa comentou que Fortnite lucra absurdos, mas ainda assim demanda demissões. É muito estranho que parece que um monte de empresa, um monte de publisher, um monte de desenvolvedora quer fazer o seu Fortnite. Mas a empresa que detém o Fortnite não está satisfeita com o Fortnite ou estão usando só de desculpa para fazer demissões, né?

A grama do vizinho é sempre mais verde, né? É, exatamente. E essa questão de pacote de rescisão ser justo e de acordo com as leis locais, bom, é o mínimo, né? O mínimo tem que ser de acordo com as leis locais. E o ideal é que seja um pacote de rescisão bem elaborado e que dê suporte também na transição das pessoas demitidas para outros empregos.

Agora, o que eu acho que é relevante a gente mencionar é que a Epic, e talvez o Tim Sweeney, pessoalmente, através da Epic, quis entrar em briga com o Google, com o Apple, naquela ganância de conseguir ter o seu sistema próprio de monetização ao invés de ter que pagar percentual dentro das lojas da Apple e da Google, Android. Gastou uma fortuna com isso. Então é esquisito que, de repente, o Fortnite não está...

performando bem, não é a consequência deles terem gasto fortunas com esses processos aí contra a Apple, contra a Google e por aí vai. E daí, a Isa mencionou algumas coisas que eu achei relevante, que eu queria comentar de novo, é esse lance da falta empatia, o tom é desumano na hora de fazer demissão. Demissão é um momento difícil, você podia pelo menos dar dignidade pras pessoas que estão sendo demitidas ao invés delas...

descobrirem por redes sociais ou descobrirem que, de repente, o acesso dela ao sistema da empresa foi banido. Isso é horrível. Não é assim que você trata um funcionário que contribuiu com a sua empresa por anos e anos e anos. Agora, são menções pontuais essas as minhas, porque eu acho que a Isa foi bem completa no que ela disse. Vandepe, e você?

Eles disseram que o jogo perdeu a mágica das temporadas passadas, mas isso é culpa de quem? Eu acho que é culpa do CEO e especificamente do Tim Sweeney, uma das coisas mais estranhas que eu achei, além do anúncio que ele fez lá, depois ele fez um tweet falando, ó, vocês vão ver os melhores funcionários entrando no mercado de trabalho agora.

E não foi por performance, né? Ou seja, que mensagem que você tá dando internamente pra quem fica na Epic, né? Tipo assim, ó, não interessa quem você é, não interessa o que você fez. Até o criador, né, do Jonesy, que é aquele personagem principal do Fortnite, acho que tinha 11 anos de empresa, foi despedido também.

Então, assim, novamente um CEO totalmente desconexo e desconectado das pessoas e dos funcionários. A gente até mencionou isso quando a gente falou de Battlefield, né? Que o jogo mais vendido nos Estados Unidos também teve o layoff depois, né? Então, vocês são ótimos, mas vocês podem perder o emprego a qualquer hora.

Inclusive, foi dar uma olhada no famoso net worth do Tim Sweeney, quanto ele vale, basicamente. O Tim Sweeney vale mais de 5 bilhões de dólares, ou seja, um bilhãozinho disso poderia financiar a Epic por, sei lá, anos. Mas tudo bem, esse cara aí, como todos os outros, tenta pagar de bom moço e nunca é.

E antes dos layoffs também a gente viu eles mexendo na precificação, era o mesmo preço pelos V-Bucks, que é a moeda do jogo. Antes você pagava um número X por mil, agora você paga por 800. Então eles já estavam fazendo bastante corte. E a gente também tem essa questão do Aquiles, o estúdio brasileiro que vale a pena a gente entrar, mas você não comentou ainda, Davi. O que você achou disso tudo aí?

Eu acho tristíssimo. Eu tinha até dado uma pesquisada para saber se isso tinha alguma correlação com aquilo que eu já tinha comentado aqui no debate anteriormente sobre como empresas de capital aberto muitas vezes ficam reféns dos seus investidores. E aí eu fui checar e vi que a Epic não é uma empresa de capital aberto, ela é uma empresa de capital fechado, mas o próprio Tim Sweeney, na sua justificativa de porquê que tomou essa decisão de demitir esse monte de gente, citou a baixa performance de Fortnite em relação às expectativas.

da empresa. E as expectativas da empresa geralmente não são expectativas internas, são expectativas relacionadas aos investidores dela, ou seja, a galera compra participação dentro da Epic, como por exemplo a Sony tem, a Tencent tem participação, a Disney, e eles compram a partir de uma promessa do próprio Team Swing e da sua equipe de executivos de que a Epic junto com o Fortnite vão continuar crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, crescendo. E isso não está acontecendo. E aí, em vez de olhar para essa essa essa essa essa essa

melhorias no próprio jogo, pensar em mudar o modelo de negócio, pensar em, por exemplo, lançar outros títulos, né? Já que a Epic, sim, apoia muito em Fortnite, como, digamos assim, a sua galinha dos ovos de ouro, ela vai lá e demite gente. E que, inclusive, foi outra coisa que a gente já comentou aqui nesses processos de fusão e aquisição de empresas. Geralmente, quando uma empresa ela se funde com outra, quando ela adquire outra e contrai uma dívida...

ou quando ela recebe algum tipo de investimento, ao invés de pensar em pegar aquele investimento ou pegar aquela dívida e trabalhar o seu produto para poder resolver essa situação, não, a empresa pensa em fazer o bom e velho downsizing, ou seja, ela pensa em demitir funcionários, e isso hoje em dia cada vez mais é feito sem o menor escrúpulo, no máximo seguindo o que a lei pede, porque não se enganem.

A Epic deu esses benefícios que ela se propôs a dar para os seus funcionários, porque existem leis federais, estaduais, nos Estados Unidos e em outros países, que se não obrigam, pelo menos criam problemas para a empresa caso ela não faça isso. Não é da bondade do coração do time insuíno, porque se fosse por bondade, teria mantido essas pessoas contratadas. Então, assim, eu acho muito complicado e eu bato de novo naquela tecla, de como...

A gente tá vendo essa parte da indústria dos games que antigamente parecia que era a parte que ia levar a indústria dos games pra próxima era e tal, que é os Fortnite da vida, os jogos AAA. Toda essa estrutura parece que ela tá meio que ruindo nela mesma, né? E a gente tá vendo muito mais histórias positivas, muito mais coisa legal vindo do mercado asiático, que não era um mercado, especialmente no Japão.

que a gente ouvia tantas notícias positivas há alguns anos atrás, que a gente achava, inclusive, que a Nintendo ia falir na era do Wii U, né? E isso, felizmente, não aconteceu. E também da indústria indie, né? Dos jogos independentes. Apesar de que a Akira, que era uma empresa independente, depois de ter sido adquirida pela Epic, talvez não esteja passando por bons bocados, né? Mas é um negócio triste. Eu queria que a gente trouxesse notícias mais positivas, mas a gente traz aquilo que a gente vê e que está reverberando no mercado aqui para vocês no debate, né?

Eu acho muito interessante, Davi, que você puxou essa questão justamente da Nintendo e essa época do Wii U, porque eu acho que esse foi um momento muito importante para a história da Nintendo e também para uma representação de cultura em como eles enxergam os funcionários e o exemplo que a gente pode ter e quais são os reflexos que esses layoffs podem...

ter nos jogos em si, porque desde 2024, principalmente, eu acho que isso começou bem forte em 2023, mas em 2024 a gente começou a ver layoffs gigantescos. Esse mesmo é o segundo layoff da Epic, em que no primeiro eles demitiram cerca de 800 pessoas, a Microsoft fez layoffs gigantescos, a Riot também.

E na época do Wii U, na época presidente da Nintendo, Satori Wata, que foi presidente de 2002 até o ano de falecimento dele em 2015, ele, por mais que conseguisse enxergar toda essa dificuldade que a Nintendo estava passando por um fracasso, querendo ou não, que foi o Wii U,

Ele preferiu não demitir os funcionários, ou assim, no mínimo demitir o mínimo possível, porque ele escolheu, na realidade, diminuir o próprio salário. Justamente porque ele também entendia que você demite uma leva de funcionários do mais absoluto nada, e aqueles que ficam vão descobrir que ficam só depois que os outros também já foram embora. É uma tensão que você coloca numa equipe que mata completamente a criatividade. E no fim das contas, a gente tem que lembrar que videogame...

ainda é uma coisa criativa. Você precisa ter uma moral, uma mente criativa, um espaço em que você não sinta que você está a qualquer momento sob ameaça de perder o seu emprego. E justamente isso fez com que a Nintendo conseguisse se recuperar depois do fracasso do Wii U.

E também mostrou para o mundo que essa é uma possibilidade. Claro que isso também foi anos atrás e também a gente não consegue comparar diretamente o custo de uma empresa ou outra, mas que nem, Vandeb, você mencionou o net worth do Tim Sweeney. E realmente, assim...

dar um ou dois bilhões, conseguiria pelo menos pagar o salário de muita gente por muito tempo. E ainda dava para contratar mais. Então é justamente essa questão. Acho que a gente tem exemplos no passado da indústria de games em que isso não era necessário. E hoje a gente vê os acionistas mandando mesmo no resultado que a gente vai ver nos jogos. Então, que nem o Navi também comentou, o Edu também comentou, muito desse esforço que foi colocado em ter a própria plataforma de monetização.

em várias outras áreas que a Epic focou nos últimos anos, poderia ter sido colocada em melhorar o jogo. E é justamente isso que vai fazer com que o jogo tenha mais engajamento. Não é o pessoal que vai jogar dar dinheiro diretamente para a Epic ou diretamente para a Apple. Então, é um trabalho que é muito mais... Parece que eles estão trabalhando muito mais para si, para quem está acima deles.

do que para quem consome. E realmente, a essa altura, eu pelo menos vejo que não existe mais uma coisa de... Não sei se não existe mais, se jamais existiu isso, mas uma coisa de pró-consumidor. Estou fazendo isso aqui única e exclusivamente pelo meu consumidor para que ele seja feliz. Acho que é uma coisa que hoje os acionistas mandam muito mais e a gente vai ver os reflexos disso com certeza nos próximos anos.

A gente precisa falar sobre a Kiris, que eu acho que é muito relevante para o nosso mercado, mas às vezes a gente fala assim, ah, o cara tem 5 bilhões de dólares e fica meio vago, né? Uma comparação que eu já ouvi há muito tempo, que é 1 milhão de segundos são 11 dias e meio. 1 bilhão de segundos são 32 anos. Então, às vezes, a gente só fala os números e parece que, ah, não, é 5 bilhões, é muito dinheiro, sabe? Então, esses caras, esses CEOs com essa grana, é muito doido, é muito doido. Mas, enfim, eu só queria esse parênteses aqui. Mas você quer falar sobre a Kiris? O que você achou disso?

com certeza é um tópico que a gente vai acabar comentando muito, porque é um estúdio brasileiro que é responsável tanto por Horizon Chase quanto Horizon Chase Turbo. Em 2023 eles são adquiridos pela Epic Games e são 100% colocados dentro desse conglomerado de Epic Games. Agora que vem adquirindo um estúdio ou outro, mas eu lembro até hoje quando essa aquisição rolou e todo mundo ficou, nossa, que legal, nossa, bastante estrutura pra...

pra Akiris trazer os seus projetos no futuro, né? Não, não, não. Na verdade, aparentemente, de acordo com essa minha fonte, que também foi uma das pessoas desligadas da Epic, a Akiris teve toda a força de trabalho voltada pra Fortnite e Rocket League. E uma coisa muito importante também, uma informação muito importante que chega aqui, é que apesar de no momento da aquisição não ter rolado nada de abusivo, aparentemente, aparentemente os projetos foram...

tranquilos no começo, mas depois as coisas foram andando até que toda a operação da Akira foi voltada para que eles focassem somente em Rocket League, somente em Fortnite. E com isso, Horizon Chase e outros projetos que a Akira tinha foram cancelados ou também deixaram de ter suporte. Então, os jogos da Akira que já eram lançados deixaram de receber suporte pelo estúdio, que começou a colocar toda a força em Fortnite, mas ainda assim não é suficiente. Ainda assim, Fortnite está com um péssimo engajamento.

Mas todos os jogos que a Kiris tinha como projetos futuros ou presentes foram abandonados. Inclusive, o que chega para conectar essas duas histórias, o que traz esse timing muito esquisito, que conecta uma coisa na outra, porque normalmente a gente só ficaria, ah, ok, a Kiris está ali, alguma coisa pode acontecer no futuro ou não.

Mas também foi revelado nos últimos dias que Horizon Chase e Horizon Chase Turbo vão sair das lojas digitais. Como assim? Isso, pra mim, não é uma coisa sequer pensável. Tem, por exemplo, mesmo estúdios que são encerrados, estúdios que são comprados por gigantes e poucos meses depois são desligados. Como, por exemplo, o estúdio de Hi-Fi Rush, comprado pela Microsoft. Logo em seguida, eles fecharam o estúdio mesmo, que o jogo tenha sido um sucesso. Ainda assim, a gente tem acesso.

E, de repente, não. Os jogos da Akiris, sendo eles, mais uma vez, Horizon Chase e Horizon Chase Turbo, não vão estar disponíveis mais nas lojas digitais a partir do dia 1º de junho. Isso faz com que esses dois eventos pareçam que tenham uma conexão. Eu não sei se essa conexão, claro, ela vai de uma maneira direta, mas eu acho que esse momento que a Akiris vive agora, de ter a sua força de trabalho direcionada completamente ao Fortnite e à Rocket League...

é um reflexo dessa economia que eles estão fazendo. Eu acho que a falta de suporte para esses jogos da Akiris e também a falta de braço para esses projetos futuros é um dos reflexos dessa economia absurda que eles querem fazer, mais uma vez, que é direcionada para atingir as expectativas dos acionistas.

Esse lance do Horizon Chase sair das lojas me incomodou demais, porque eu sou um forte defensor da preservação dos games, porque videogame é história, ainda mais no caso do Horizon Chase. É um jogo tão icônico brasileiro, a gente tem versão do game envolvendo o Senna, sabe? E aí, de repente, o primeiro game vai sair das lojas, isso pra mim é absurdo. Ainda mais quando a gente pensa que antigamente rolava também de estúdio deixar de existir e o jogo era meio que abandonado, mas ele virava literalmente um abandonware.

E o jogo a galera baixava de graça porque não tinha mais detentor de direitos autorais, coisa do tipo. Aí, de repente, é o contrário. Os caras vão simplesmente tirar o jogo do mercado. Beleza, quem adquiriu continua com acesso e tal. Mas, assim, para mim é uma ideia muito absurda você remover o game das lojas. Ainda mais sendo um jogo que poderia continuar disponível. Não é um game que, sei lá, diferente de jogos que são puramente online, que a gente já viu no passado. Não dá para você jogar o game se não tiver uma partida contra outros jogadores reais.

O Horizon Chase você tem como curtir ali na tua. Então é uma decisão muito esquisita. Parece que é algo quase que vingativo, sabe? Ah, esse jogo do qual você participou, com o qual você fez história, vamos tirar ele do mapa, é muito estranho. Eu acho que não chega nem a ser uma questão vingativa necessariamente, Edu, mas acho que é tão ruim quanto.

Eu acho que é uma parada bem, assim, caso pensado. Por quê? Porque a gente tem também Horizon Chase 2, né? Que é um jogo que tá sendo vendido ainda. Então, muito provavelmente, e eu não duvidaria que esse fosse o real motivo dos outros jogos terem sido tirados, Horizon Chase e Horizon Chase Turbo provavelmente estavam disputando aos olhos da Epic com Horizon Chase 2. Então, é aquela coisa, é melhor a gente tirar...

pra evitar o canibalismo entre os produtos, e focar as vendas no Horizon Chase 2. O que, pra mim, sinaliza também que talvez o Horizon Chase 2 não era um jogo tão bom quanto os outros anteriores, né? Então assim, mais uma vez, né? Ao invés de você receber o feedback do tipo poxa, o nosso novo jogo não tá vendendo tão bem quanto o nosso jogo antigo. Então vamos melhorar no terceiro, vamos fazer diferente. Não, não, não.

Vamos fazer isso não. Vamos simplesmente arrumar um jeito de quase que obrigar os novos consumidores a não terem escolha, né? Então a gente vai tirar a escolha do consumidor pro consumidor meio que como se fosse mesmo um gado, né? O consumidor sendo induzido a comprar o Horizon Chase 2. E que de fato, o Horizon Chase 2 é um jogo muito parecido com o Turbo e o primeiro jogo da franquia.

Mas, cara, vários jogos são parecidos também, um, dois, três, e isso não necessariamente significa dizer que você tem tirado do mercado os anteriores para vender o próximo. Então, assim, de novo, mais uma prática que a gente vê na nossa indústria acontecendo e que está vindo de cima muito mais do que a gente está vendo, por exemplo, no mercado indie, algo desse tipo acontecer.

E, Davi, eu só queria mencionar aqui que essa atitude ruim de tirar game de loja não é exclusiva da Epic. A SEGA, infelizmente, fez isso com o Yakuza Kiwami. Conforme eles vão relançando Yakuza, eles estão tirando Yakuza antigos de loja. Rockstar fez isso com GTA também, né? Quando eles fizeram aquela coletânea com os três GTAs 3D ali, né?

também tiraram as versões antigas. Para mim é uma atitude ruim. É anticonsumidor isso. Mas enfim, Van Depp. Não, acho que até para finalizar o assunto de Fortnite mesmo, a gente cobriu aqui Concord, High Guard, e já tivemos a discussão de live service contra jogo de campanha e tal. E todo mundo, acho que não sei se foi o Edu ou o Davi que falou, todo mundo estava procurando o seu Fortnite.

Então o jogo que era o exemplo, que furou a bolha, a gente teve aquela época do Ninja na Twitch jogando com Drake, quase um milhão de pessoas assistindo ao vivo, é um jogo que estourou numa fase muito, não sei se certa.

Mas assim, tinha como evitar essa queda? Eu não sei, sabe? As pessoas cansam do jogo em si, é um jogo que vai sendo renovado, né? E eu acho que atrai crianças. Então, não sei se as crianças estão tendo acesso, o que aconteceu, ou se estão preferindo outros jogos como Roblox. Mas claro, tem muito adulto que joga Fortnite, muito adolescente, mas eu não sei por que Fortnite não está conseguindo renovar o público e qual que é o futuro dos jogos live service, Isa? O que você acha?

Olha, eu acho que tudo depende de originalidade, de criatividade, porque tem jogos por serviço que conseguem manter um público bom, que conseguem, inclusive, assim, é meio difícil para mim falar essas palavras, mas conseguem ser bons, porque eu odeio jogo por serviço. Mas, por exemplo...

Recentemente, eu estou absolutamente viciada em Elden Ring Night Rain, que é um jogo que a From Software fez só colocando o asset pra lá e pra cá e montou um roguelike premium plus ali. E absurdo. É um jogo, querendo ou não, que eles vão trazendo novas coisas ao longo do... É um jogo que precisa de suporte.

Ele tem novas coisas ao longo das semanas. Toda semana você tem alguma seleção de bosses diferentes para você enfrentar. Então é um jogo que está sendo mantido e tudo mais. Eu acho que tudo isso depende muito de criatividade. E eu acho que o que a gente vê hoje em dia é acionista matando a criatividade. Isso reflete também no próprio Fortnite. Isso já foi anunciado também. Porque a gente tem alguns modos do Fortnite que também vão ser cortados durante esse layoff. Então esse layoff faz com que o Fortnite perca três outros modos. Isso diminui o escopo do jogo.

como um todo, então até o próprio jogo tá sendo afetado e eu acho que em relação a Kiris, eu acho que uma coisa que pesa muito nisso é também que são dois jogos brasileiros de um estúdio que acho que muitos brasileiros eu inclusa, ficaram felizes com essa aquisição porque era um momento em que pelo menos eu acreditei que os jogos brasileiros e o desenvolvimento de games aqui no Brasil teria mais visibilidade, porque agora a gente tá indo pra uma grande plataforma be자

que isso seria uma coisa boa. E, na verdade, o que eu enxergo agora com essa mudança é que não só... Claro que a questão da preservação dos jogos é extremamente importante, a gente não ter mais a escolha de comprar Horizon Chase e Horizon Chase Turbo é absurdo, mas também eu acho que existe um apagamento da história da Kiris com isso. E a Kiris é um dos estúdios que mais conseguiu abrir portas para o desenvolvimento de games aqui no Brasil. É um estúdio que conseguiu furar a bolha e chegar...

em lugares que a gente não tinha chego antes com o desenvolvimento de jogos brasileiros. E essa retirada dos jogos realmente apaga a história do jogo, apaga a história do estúdio aqui no Brasil, apaga a história do estúdio lá fora. E é isso, simplesmente uma... Me parece que a Epic chegou só para sugar a força de trabalho da Akiris e apagar uma história que era extremamente importante para os games aqui no Brasil.

Até falando de demissões um pouco, a gente teve um caso semana passada com a emissora Rede Globo. Foi um funcionário, né, Davi, que 30 anos de Globo, ele teve um problema, ele teve infarto, não foi? Ele não teve um, mas sim dois infartos. A gente tá falando do Fabrício Marta. Pois é, enquanto ele trabalhava. Inclusive, isso é fala dele, tá? A gente tá falando do Fabrício Marta. Ele é ex-chefe de produção, ex-porque ele pediu demissão, tá? Depois de não mais dois infartos.

E o que aconteceu foi que, na verdade, ele meio que soltou uma fofoquinha no Instagram dele, sabe? Ele criou uma conta no Instagram para poder falar sobre isso, mas na verdade acabou virando um exposed gigantesco sobre várias coisas erradas que vinham acontecendo no que ele próprio descreveu como a Rede Globo indo ladeira abaixo. Então assim, vários programas dentro da Globo com uma série de problemas, treta entre apresentadores, algo que ele citou que eu achei muito...

exemplo dos tempos que a gente tá vivendo hoje é que a Globo sempre teve um programa de estágio pra trabalhar lá, né? Como se fosse um primeiro emprego e vários apresentadores e funcionários renomados da Globo começaram por esse programa e esse programa foi descontinuado dentro dessa nova roupagem de Globo tentando se renovar, tentando se salvar e tal. Ou seja, ele pintou um cenário que a gente obviamente não vê quando liga lá pra ver a Globo, pra assistir a Globo News e tal. Muitas vezes a gente relaciona com...

outras emissoras, ou até mesmo com canais na internet, a gente teve, por exemplo, aquela treta que aconteceu há alguns anos atrás lá com a Load, que foi aquele canal na web que tentou ser colocado pra frente, e aí por conta de várias tretas não rolou, mas a própria Globo, a toda poderosa Rede Globo, tem também seus problemas, e não é pouco problema não, é muito, porque, meu amigo, que esse cara...

meteu a boca no trombone lá nessa conta do Instagram dele, não está escrito, né? É um negócio de doido. E o que vocês acharam a respeito disso? Vocês que interagiram com esse assunto ou que estão escutando a gente falar aqui agora sobre ele? É aquela coisa, né? O cara tem 30 anos de empresa, um funcionário que com certeza teve um impacto muito positivo e sai da empresa absolutamente desgastado.

Porque um cara de 30 anos de empresa, ele não tá afim de sair da empresa xingando todo mundo, até porque ele quer outro emprego eventualmente, né? Mas assim, você pedir pro cara subir o negócio no sistema enquanto ele tá no hospital, só valeu a pena trazer essa pauta porque combina e complementa o que a gente tá falando da época e Fortnite, né? Que é essa desumanidade até que a Isa trouxe e tal. Então acho que a gente só não queria deixar passar, mas o que você achou, Isa? Até porque eu sei que você não acompanha essa pauta a fundo, mas... E aí

Mas que bomba! Que bomba, você gostou? Eu achei incrível que, assim, ele também, ele foi muito pela fofoca, porque ele criou uma conta no Instagram só pra isso, não é como se, por exemplo, ele, ah, ele já é meio blogueiro, e aí ele já tá meio tendenciado a falar sobre, não, ele criou a conta no Instagram pra isso.

chuchu. Eu amei. Eu achei bom que ele expôs isso também, porque realmente essa questão de uma pessoa que dedicou 30 anos da vida da empresa. Gente, eu não tenho 30 anos. Ele trabalhava na Globo desde antes de eu nascer. E não é pouco, porque eu também não tô... Eu tô mais perto dos 20 do que dos 30 ainda. Então, ele dedicou uma... Desculpa, gente. Acabei de chegar no mundo sobre a gente chegada. Não, porque ele chama a gente dos idosos do debate. Teve um dia que chegou aqui e falou eu quero ver... Cadê esse comentário? Teve um cara que falou, eu tô louco pra ver os idosos do debate aqui, fazer o programa. Eu falei, pô, aí... Tô sedosos do debate.

eu cheguei e quase que eu soltei agora eu vou ter que soltar essa gente, desculpa mas o Edu ele fez muito parte da minha infância mas eu não quis jogar essa aqui pra não ficar meio, sabe mas estamos aí eu comprei curso do Edu eu comprei o curso do Edu eu entendo eu comprei o curso do Edu pra começar a criar conteúdo então se eu fizer alguma coisa de ruim pode colocar a culpa nele também eu entendo

Mas, de qualquer forma, a pauta, a gente tem aqui realmente uma pessoa que está indignada com tudo que passou na empresa, o que é muito compreensível. Até porque uma coisa que eu acho que vocês conseguem adicionar muito aqui é que vocês também já conhecem como é o Por Trás das Cenas de Produção.

Então o chefe de produção é uma pessoa que, principalmente em uma empresa tão grande como essa, vai ter muita dor de cabeça ou muita dor no coração, como foi o caso aqui. Isso impacta na saúde se você tem jornadas muito longas. E muitas vezes a gente tem essa ideia de que para empresas grandes as coisas são muito mais organizadas e que elas são muito mais tranquilas de ser feitas. Sendo que, na verdade, é muito pelo contrário. Quanto maior a empresa com quem você está trabalhando, maior é a bagunça, maior é a desorganização.

mais demanda você tem, então eu fiquei feliz dele ter comentado sobre isso porque eu acho que muitas vezes a gente vê esse tipo de coisa no backstage, mas essas coisas nunca vão a público e querendo ou não essas empresas elas trabalham pro público por mais que nem todos os interesses delas e ações reflitam esse objetivo que no fim das contas é audiência ainda assim, se uma empresa que depende de audiência vai ter medo de alguém, esse alguém

é a própria audiência. Então, assim, fico feliz que ele tenha tido essa coragem de falar sobre, porque muitas vezes as pessoas não vão ter essa coragem, porque acho que não vão ter nenhuma oportunidade depois disso, que isso é uma queimadura na própria carreira. O que eu acredito que, assim, nesse caso, pode até ser o caso dele ter alguma dificuldade para encontrar algum outro emprego, e ao mesmo tempo também é um excelente currículo que ele tem de 30 anos, e uma das maiores emissoras do mundo.

e que também é uma pessoa que não vai não vai deitar pra maluco é uma pessoa que também não tá querendo se colocar numa posição em que vai comprometer a saúde dele, até porque dos dois infartos dele um deles foi tratável e o outro foi um infarto sem cura, então assim, é uma pessoa que já tá com a saúde comprometida e eu só desejo que ele consiga se reconstruir internamente na vida dele, tanto na saúde quanto profissionalmente, e obrigada pela Exposed, excelente fofoca, obrigada

Só pra falar rapidamente do caso, assim, infelizmente a gente escuta muita história suja que vem do mundo corporativo. Eu fico muito feliz que eu não faço mais parte desse mundo hoje em dia, apesar da minha experiência pessoal no mundo corporativo, antes de eu ter canal no YouTube, foi muito positiva, mas poderia não ter sido. Aí, em relação à Rede Globo, assim, eu acho que às vezes existe muito endeusamento de TV, até mesmo por parte de criador de conteúdo, que quando tem oportunidade de ir pra TV, acha...

incrível. Eu não acho que a gente precisa ficar elevando a TV num pedestal. Eu acho que se você como criador de conteúdo tem oportunidade de aparecer na TV e isso vai ser benéfico e divertido pra você, manda ver. Mas não pensa que vai ser, assim, algo que vai super agregar o teu currículo que não vai. Digo mesmo em relação a quando aparece uma reportagem de jornal, revista, site.

É bacana, mas assim, não é nada absurdo. Eu acho que o espaço que a gente tem para falar dentro do YouTube e redes sociais, quando a nossa voz é ouvida nesses meios, é muito mais válido do que ser através de terceiros. Em relação à Rede Globo, é difícil não pensar que num momento eles lançam uma reportagem denunciando e sendo críticos a Betis.

para num momento seguinte não ter problema nenhum com o Bet dentro de esportes. Então isso mostra o tipo de conflito que acontece dentro de uma emissora desse porte. E é isso, em relação a uma fala da Isa só, eu já trabalhei com produção de TV e produção estilo TV, e eu sempre reparei que eles têm tanta redundância, eles fazem tanta coisa com equipes gigantes que poderiam ter sido feitas por equipes enxutas, que eu acho surreal. A gente vai gravar um conteúdo, como criador de conteúdo,

Pô, no máximo, dependendo da ocasião, você precisa de alguém que te auxilie com captação de áudio e vídeo. E a mesma pessoa consegue fazer alguma coisa com iluminação. Você vai na TV, tem dois para iluminação, dois de áudio, dois, três de vídeo, um diretor. E daí um processo que nós faríamos com qualidade e velocidade vira uma dor de cabeça. Então, eu mesmo prefiro muito mais, sei lá, quando eu vou num evento, o Davi cuida da minha captação e faz tudo.

E fica muito melhor do que se fosse uma equipe de TV, sinceramente. Com todo o respeito a profissionais que trabalham nessas áreas de TV, que inclusive eu tenho um grande amigo aqui do Canadá que trabalha em produção de cinema, eu sei o trampo que é, mas às vezes as equipes ficam tão grandes que mais atrapalham do que ajudam.

Nossa, obrigada por ter dito isso. Muito obrigada. Porque assim, eu recentemente, em qualquer transmissão grande que eu trabalho, eu tenho exatamente esse pensamento. Nossa, pra que tanta gente? Assim, não tem necessidade. Você não precisava estar aqui. Você poderia estar aqui fazendo outra coisa, sabe? Inventa alguma coisa pra fazer. Muitas vezes é uma galera que também quer muito mostrar trabalho. E também todo respeito às pessoas que trabalham na parte de produção. Que são produções mais, assim, magníficas. E com um monte de coisa mais palhafatosa.

mas ainda assim, realmente, muitas vezes a gente vai ver gente querendo mostrar trabalho, gente confundindo muitas vezes eficiência com o movimento, achando que ia andar pra lá e pra cá e sair correndo pra lá e pra cá, que você vai ter o seu distintivo de trabalhador eficiente.

e não é muito assim que funciona. Então é bom a gente ter um pouco desse backstage agora revelado para o público, principalmente depois de ter vindo de uma situação triste como essa. Eu espero que ele consiga se recuperar, mas é bom que a gente como público agora também consegue enxergar um pouco mais desse lado e acho que isso trabalha muito na sua compreensão também.

Gente, o debate é pró-trabalhador, esses dois estão parecendo CEO, demite todo mundo, equipe enxuta, o que é isso, velho? Olha quem instaura o caos aí no negócio. Olha quem está instaura o caos. Isa adora o Ibercassido cancelado. Estou brincando, gente. Mas, enfim, a Isa não vai ficar com a gente para o segundo bloco e tal, mas queria agradecer a participação dela. A Isa é uma pessoa muito querida. A gente já conversou bastante sobre coisas de trampo e tal e eu acho que fez muito sentido. Ela deve fazer mais participações aqui com a gente. Mas, Isa, faça seu mechã, sigam a Isa. Mas você tem um programa que está voltando, não é isso?

Amigos, eu tenho sim um programa de notícias de games também. Ele é num formato um pouco mais enxuto, com uma equipe muito menor do que esse, mas é o meu podcast. Só eu e eu. É um monólogo, inclusive. Ninguém fala lá além de mim. É só eu e a musiquinha. E basicamente, segunda, quarta e sexta, eu trago as principais notícias de games dos dias. Então, toda semana, três vezes por semana, temos um podcast só em áudio. Sim, podcast como nasceu pra ser. Desculpa, adoro videocast com todo respeito. Olha, foi eu. Mas estou aqui falando...

Ofendemos o Filipe, agora ela ofendeu a gente Corta Corta a participação dela Tira, tira tudo daqui Bom, amigos, muito obrigada O meu podcast é o Bom Dia Minha Vida E ele vai ao ar segunda, quarta e sexta Às seis horas da manhã Eu não estou acordada nesse horário Eu simplesmente gravo ele à noite no dia anterior E ele vai ali, vai ser feliz E todo mundo pode ouvir indo pro trabalho Tomando café, almoçando, fazendo o que você quiser

E é isso, Notícias de Games, e o podcast tá voltando agora, então, muito obrigada, amigos, também por esse espaço de conversar também sobre esse assunto, porque esses layoffs aconteceram em um momento em que, na realidade, quando esses layoffs começaram, foi o momento em que eu comecei a mais focar na minha carreira como principalmente apresentadora e também no lado de jornalista de games. Eu não sou formada em jornalismo, eu tenho experiência em veículo, mas não é minha formação.

Então, foi um momento muito importante pro meu desenvolvimento também de ética como profissional e conseguir ter esse espaço pra conversar sobre um assunto tão importante como esse aqui. Foi incrível. Muito obrigada. Parabéns pelo trabalho excelente de vocês. E, amigos, quem quiser acompanhar mais uma vez, bom dia, minha vida. E também as minhas redes sociais são todas arrobasadorabasili. Um beijo. Muito obrigada. Tamo junto. Valeu. Tchau. Valeu.

Galera, bora agora para o Boletim The Byte. Vamos falar rapidamente de duas coisas interessantes. A primeira, o Davi vai elaborar melhor, mas tem a ver com inteligência artificial, com vídeo que você pode fazer via inteligência artificial. Inclusive, eu vi um hoje que claramente era de inteligência artificial, mas nem todos são. Então, acho que é uma boa notícia. Davi, conta aí. É uma boa notícia. Os sonhos do VanDep se realizaram, pelo menos um deles, né, VanDep? Aí, a OpenAI perdendo.

Pode jogar pro pai já já. Pode jogar pro pai. O que aconteceu? Só pra gente contextualizar aqui antes pros comentários. A OpenAI, né? A empresa do São Morte decidiu acabar, finalizar o seu aplicativo Sora, que era uma espécie de rede social que não tinha ninguém, era só IA fazendo vídeo, né? Você chegava lá, fazia...

um vídeo e ela ficava rodando dentro do aplicativo, mas que obviamente você podia pegar e soltar ele em tudo que era canto. E foi assim que a gente, o grande público, conheceu as bizarrices lá dos vídeos feitos por IA do Sam Altman. A empresa decidiu parar de investir no aplicativo, vão acabar com o app, inclusive soltaram uma notinha aí, agradecendo pelos momentos positivos que tiveram, sei lá o que, coisa e tal.

E fora isso, eles também decidiram que vão reinvestir o dinheiro que o Sora estava gastando em outros esforços. Esforços, inclusive, para bater de frente com um dos maiores concorrentes que a OpenAI está tendo hoje, que é a empresa lá, a Anthropic, dona do Cloud. Ou seja, claramente o próprio Sam Altman não acreditava muito que o Sora ia para frente. Basicamente, quando o mercado decidiu olhar para outro lado, para esse lado dessas inteligências artificiais mais agênticas, ele foi lá e abandonou completamente o que para ele era uma ótima ideia de aplicativo, que era o Sora.

Antes de passar a palavra pro Van Depp, eu queria só dizer que eu fiquei triste por um motivo só. E não foi por outra coisa não. Foi porque aquele vídeo especificamente que foi, acho que a melhor coisa que o Sora já fez. O vídeo do gatinho tocando o instrumento alto e a dona abrindo a porta assim, invadindo assim. Para de botar esse instrumento alto, a voarim e tal. E o gatinho reclamando. Aquilo ali tinha sido motivo de divertimento pra mim durante bastante tempo. E foi feito por IA. A única coisa que a IA fez positiva em relação ao vídeo lá com o Sora, na minha opinião, foi isso aí. Mas o que você achou, Van Depp, desse assunto?

Até para não ser só negativo com isso, eu acho que os únicos vídeos minimamente aceitáveis de AI eram esses de gatinho, de animal. Eu gostei dos gorilas fazendo podcast, muito engraçado, não sei porquê. Mas é uma ótima notícia, uma ótima notícia, sem dúvida nenhuma. Principalmente pela sinalização que essa é uma bolha que está estourando. Pelo que eu vi, eles estavam gastando 10 bilhões nisso. Acho que talvez por dia. É um negócio maluco que estava gastando em Sora, justamente.

E assim, cara, até se você é o fã de inteligência artificial, usa como ferramenta, chá de EPT, está super dependente, apaixonado, fazendo amor com chá de EPT, você concorda? Você concorda que, pelo menos, essa geração de vídeos falsos não é algo positivo? Que a gente passou, sei lá, as últimas duas semanas, por exemplo, no Twitter, passaram discutindo se o primeiro-ministro de Israel, o Netanyahu, estava morto ou não, analisando o vídeo de café. Olha, ele deu um gole no café, mas o café continua. Então, assim, enquanto...

está acontecendo uma guerra, as pessoas não saberem o que é verdade ou não, é extremamente perigoso e um problema enorme, né? Então, no mínimo, eu acho que isso é uma coisa que todo mundo consegue concordar que essa criação de imagens que, assim, quer pra enganar as pessoas, não é algo positivo, que não é só com...

idosos, né? Muitas vezes agora você tá se vendo um TikTok, alguma coisa, você tem que abrir os comentários. Será que isso aqui é IA, né? E assim, eu acho que também vale a pena mencionar Davi, a questão da Disney, né? Que tinha feito também um trato com eles. Eu acho que era mais de um milhão de dólares também que eles tinham pago. E também teve uma pressão, o próprio Bob Iger, né? Teve uma pressão internamente das pessoas falando que isso ficava defasado à imagem da Disney, né? E os IPs, né? Porque justamente vale muito dinheiro.

E eles que iam começar a fazer desenho com isso, ia desvalorizar. Então, pelo menos internamente teve uma rejeição na Disney que eu acho que pode ter contribuído para o fim disso. Você quer comentar algo rapidinho, Edu, antes da gente ir para a próxima ou não? Sim, você falou o lance do vídeo de AI, que a galera cai e tal. Cara, parte as pessoas têm que ter mais bom senso e parte ficou perigoso demais a parada que é criada via AI e ficou realista demais.

e isso precisa ter controle, né? Outro dia mesmo em casa aqui, alguém me mostrou um vídeo que era assim, tipo, tinha legenda conforme o vídeo passava e o vídeo tinha a filmagem, entre aspas, né? Ah, essa tigresa branca teve um filhote laranja, foi seu primeiro filhote, ela abandonou o filhote. Eu olhei aquilo e falei, nossa, que coincidência, os caras sabem que é o primeiro filhote e isso foi filmado.

O abandono foi filmado ainda, né? Nossa, que real. Aí o filhote foi adotado por uma gatinha que cuidou. Eu, tipo, nossa, que... Cara, realmente eu fiquei pensando assim. E o bom senso de imaginar que isso não seria filmado? E se fosse, ninguém saberia se era o primeiro filhote ou não.

Vamos ter bom senso. Em relação a Sora deixar de existir, eu acho ótimo, porque era um gasto de energia e junto causa um aumento nos preços de componentes que geral está achando ruim. Cara, quanto menos ficarem usando o AI, ainda mais para essas aplicações que demandam muito consumo de memória e energia, melhor. Para mim, a notícia é excelente.

E quanto menos tempo a gente gastando usando o IA e coisas desse tipo, mais tempo sobra pra gente o quê? Pra gente assistir filmes, séries, curtir jogos, né? Vamos entrar aqui na pauta de indicações do The Byte, algo que vocês que curtem a gente pedem muito, né? Sempre nos comentários. Tem comentário de gente falando pra gente sugerir filme, pra gente falar o que a gente tá assistindo e tal. Vira e mexe, a gente comenta, inclusive, aqui. E aí, meus amigos, o que é que vocês estão...

curtindo. Eu, antes de passar a palavra pra vocês, já digo pra vocês que estarei em breve nas salas dos cinemas, assistindo ao filme do Mario. Mario Galaxy tá vindo aí. Mas agora que revelaram que Fox McCloud vai estar no filme, meu Deus do céu. Juro pra vocês que eu quase não me aguentei quando eu vi a notícia, mas ao mesmo tempo, não sei se vocês concordam comigo, eu queria que essa surpresa tivesse acontecido dentro do filme. Não entendi porque a Nintendo, há uma semana de lançar o novo filme do Mario,

não deixou pra essa revelação de que o Fox McCloud tá dentro do filme, fosse vista nas salas do cinema e não no pôster que eles colocaram do personagem na data de hoje da gravação que a gente tá gravando, né, na semana anterior. Mas o que é que vocês acharam aí da história do filme do Mario e o que é que vocês estão assistindo também aí em termos de séries, filmes e coisa e tal?

Davi, eu concordo completamente contigo. Eu preferia ter tido a surpresa do Fox dentro do cinema. Inclusive, já encomendei o meu ingresso. Vou eu e minha filha assistir o filme no dia da estreia. Tô extremamente empolgado. Hoje, inclusive, ela foi no McDonald's com a minha mãe e com a minha esposa.

E aí a lembrancinha, o brinquedo do McLanche Feliz é do Mario Galaxy, do filme do Mario Galaxy. Achei bem legal e ela me deu de presente. Veio um Luigi com roupinha de sapo, achei bem legal. E de conteúdo, bom, eu tô jogando eternamente o Yakuza Kiwami 3 e o The Binding of Isaac. O The Binding of Isaac porque o jogo basicamente não tem final. E o Yakuza Kiwami 3 porque eu peguei um resfriado infinito que me deixou com uma tosse que não passa. Então eu não consegui jogar o game no ritmo que eu normalmente teria.

Então, estou jogando muito e demorando muito para zerar o Yakuza Kiwami 3, que eu estou gostando, mas eu acho que de todos os Yakuza que eu já joguei, é o mais fraco. Ainda assim, é um jogo legal, que eu estou gostando, mas é o que, na minha opinião, é o mais fraco. O que não é problema, porque a franquia tem tantos jogos e a história é muito boa. Não é que o jogo é ruim, mas acho que o ritmo de gameplay podia ser melhor. De assistir, cara...

Eu tô triste, mano. Freedon tá acabando. Falta sair um episódio só pra eu assistir. Segunda temporada mó curtinha. Dez episódios só. É bom demais, Freedon. E aí, Vanimie tá de volta, VanDep? Não, por favor, deixa eu falar sobre outra coisa, mas se você quiser falar, depois vocês falem. Eu vou, não, eu vou falar muito rápido. Eu tenho assistido no YouTube vídeos do Kogu, do My Life in Gaming, do Game Sack, e é isso. Tá legal o que você assistiu, My Life in Gaming? Não entendi. My Life in Gaming é um canal no YouTube que eu gosto bastante, que fala de retro games.

O Kogu e o canal Gamesac, que é outro que fala de jogo antigo também. Kogu, Koguzão, Koguzão. Kogu é bom, assistam Kogu. Deixa eu falar rapidinho dois documentários na Netflix que eu assisti. Um chama Manosphere, eu recomendo, que é sobre... É justamente os influenciadores. Eu quase pensei em trazer como pauta, mas meus colegas não assistiram.

São dos influenciadores do pessoal em Cell, o Red Pill, né? Então o Louis Theroux, o Louis Theroux é um cara que faz documentários há mais de 20 anos. O meu preferido, ele já fez, assim, documentários sobre tudo, pedófilo, ele infiltra, nazista, enfim. E é muito bom.

Recomendo Netflix. E também um sobre os Murdochs. A família Murdoch que criou a Fox, a Fox News. Esse é bem interessante, tá? A gente fala muito de oligarca. E esse cara é a definição disso. Ele tem quatro filhos. Quem que vai ser a sucessão ao trono? Ele tem 96 anos, o Rupert Murdoch, até hoje. Ele é dono de jornal, dono de canal. Ele que fez a guinada da Fox News pra extrema direita, sabe? Então analisa dessa forma e também a relação dos filhos. Inclusive, se você assistiu Succession, né? A série da HBO é basicamente baseada nessa família. Então recomendo.

O Man's Fear é um de uma hora e meia e o do Murdoch são quatro. Mas ontem, eu já vinha falando, eu acabei soprano, gente. Então vocês me permitiram um minutinho, dois minutinhos pra falar da melhor série de todos os tempos aqui rapidinho. Inclusive o Davi, que é fã de Breaking Bad, o próprio Bryan Cranston falou que não existiria o Walter White sem o Tony Soprano. Então o Soprano, cara, se você não assistiu, é da HBO, por favor, é uma série que começa em 99, acaba em 2007, se eu não me engano.

E só a premissa, né? Isso aqui não é spoiler. A premissa de um chefe da máfia que tem ataque de pânico e decide ir para a psiquiatra, né? Claro, a máfia tem um voto de silêncio. Então, essa premissa é muito interessante. Ótimos atores, ótimos personagens. O James Gandolfini, que interpreta o Tony Soprano, que infelizmente já faleceu. Super bem escrito pelo David Chase. E, inclusive, cara, uma questão muito interessante que eu estava vendo mais sobre a série.

A HBO nessa época, eles faziam mais stand-up, faziam uns filmes e tal, né? Que já falei aqui que eles podiam palavrões e pessoas peladas e tal. Pessoas peladas é ótimo, mas vocês entenderam. Eles falaram muito sobre como a HBO apostou no David Chase, que criou o Sopranos e deixou a equipe dele trabalhar. Tem um documentário chamado Wise Guy, que é sobre a produção de Sopranos. E é muito disso. A gente não sabe direito o que vocês estão fazendo, mas vocês são artistas...

A gente vai deixar vocês em paz? Vocês gravaram o piloto, um ano depois saiu, a gente renovou a série e é responsável também pelo impacto que HBO veio ter, The Wire, também minha outra série preferida, um pouco antes TVO, Sex and the City e aí, claro, Game of Thrones. Mas esse foi o tema recorrente, nos deixaram em paz e confiaram na experiência artística, cara. Isso eu achei muito importante de... Vamos achar bons contadores de história e deixar eles fazerem do jeito deles. Mas assim, cara...

Tem gente que sempre afirma que as coisas melhoraram em todos os sentidos hoje em dia. E Sopranos, pra mim, é uma dessas coisas que fica tão claro que você volta que, beleza, algumas coisas envelhecem mal, mas... Eu assisti Sopranos pela primeira vez em 2007, né? Eu tinha 20 e poucos anos. Depois assisti 20 anos, na verdade.

Depois assisti em 2012, 2019 e agora pela última quarta vez. E é muito curioso assistir essas séries, cara, da nossa idade aqui. Porque esses personagens, todos têm entre 38 e quase 50 anos, 46 anos. E quando você é novo, né? Eu também assisti Mad Men, o Don Draper. Depois a gente bota uma foto dele, o personagem principal, fumando.

Cara, você acha que esses caras são muito fodas, né? Mas aí depois você vê justamente a profundidade de que esses personagens foram escritos, e as falhas, e as vulnerabilidades, e as hipocrisias. Então é realmente muito interessante. Eu acho que essas séries, como eu já falei, The War, Sopranos, Mad Men, assim, não existem mais séries assim. É uma pena até, mas desculpa, David, você não comentou. É só porque Sopranos é tão querido pra mim, foi muito interessante.

inclusive eu só tinha assistido o último episódio naquela primeira vez em 2007 então ontem eu assisti o último episódio Sopranos pela segunda vez em 20 anos quase então foi bem legal, mas o que você tem visto se você quiser comentar algo que eu falei eu vou ser bem breve até pra gente ir se encaminhando aqui pro encerramento do nosso episódio, eu tenho que falar de anime não posso mentir que estou apaixonado pela temporada 4 de Jujutsu Kaisen pra mim, eu achava que esse mundo de anime de lutinha que a gente costuma chamar, os animes shonen estavam meio falidos assim e essa é a essa essa

Não parecia que ia vir nada de novo depois de Naruto, Bleach e tudo mais e tal. E eu, assim, renovei as minhas esperanças com o Jujutsu Kaisen. Ou Kaisen. Tem gente que tá falando desse jeito também. E, assim, essa última temporada tá fantástica. Cada episódio é uma obra de arte. Dá pra colocar aí alguns prints.

pra não passar vídeos aqui no episódio do debate e depois vir a galera lá dos animes derrubar. Enfim, dá pra mostrar aqui algumas telas e cada tela do anime, dos episódios, são pinturas, assim. É um negócio muito, muito bacana. Realmente eu tô impressionado com a qualidade que o estúdio por trás dessa temporada do anime tem trazido. E saindo um pouco dos animes e indo pra séries e tal, você falou de Sobranos, Vandepe? E aí uma série que não que era da mesma época, que a gente tá falando de anos 90 até um pouquinho mais atrás.

Mas uma série que a gente talvez, se não assistia, ouvia bastante falar, porque passava na Globo, o plantão médico, era ER, que era mais uma sopópora do que necessariamente uma série de nível HBO. Mas agora está passando The Pit, que inclusive é maravilhoso. Eu estou deixando para ver. Eu não comecei, desculpa, não quero interromper, mas é aquela que acabou a segunda temporada, eu acho que no feriado dessa semana eu vou começar a The Pit. É legal? Você está curtindo?

É muito legal, é uma série que não é fácil pra quem não sabe inglês, já adianto logo, então assim, se você, por exemplo, tiver alguma questão, tenta ver a série dublada, porque eu acho que pode te ajudar mais. A série, ela traz muito linguajar técnico da medicina, e é uma série que tenta, assim, trazer o máximo de realismo pra essas séries que falam sobre o dia-a-dia de um médico. Inclusive, o Noah Wiley, eu acho o nome do ator que é um dos produtores executivos, e é o protagonista também, foi o protagonista do plantão médico lá atrás, parece que ele só faz série.

Sim, ele não fez mais nada desde o Yor, ele não fez mais nada e voltou com outra série de meninos. Eu achei muito legal ele falar que a ideia por trás da série veio na pandemia, dele ver o trabalho, não dos médicos em geral, mas especificamente falando dos médicos de emergência, porque tiveram médicos que durante a pandemia ficaram em casa também.

ficaram lá reclusos, obviamente para não transmitir o vírus, toda aquela questão do distanciamento e tudo mais. Mas teve muito médico que não teve essa escolha. Então muito médico morreu durante a pandemia atendendo em emergências hospitalares. Isso é um negócio que eu que sou filho de médico, meus pais são médicos, meu pai e minha mãe, isso para mim bate muito, muito, muito fundo em mim, porque durante a pandemia eu tive que ver minha mãe e meu pai tendo que sair de casa, tendo que se expor à questão do vírus, para tratar.

pessoas em emergências, em hospitais, entes queridos da minha família e tal. Então, ver o ator, protagonista da série, falando sobre isso e dizendo que foi esse um dos motivos que deu pra ele a vontade de conversar com outro produtor da série e ter a ideia de falar não dos médicos em geral, mas desses médicos que estão ali nas salas de emergência.

Às vezes virando noites e noites, gente que faz plantão e tal. Foi um negócio que bateu muito fundo em mim, foi um negócio que me pegou bastante. E eu fui saber disso depois de já ter assistido a primeira temporada de The Pit inteira. E ter achado uma série fantástica. Então eu tô assistindo agora a segunda temporada e tô aprendendo mais sobre os bastidores da série.

E toda novidade que eu sei a respeito dos bastidores da série me faz ainda mais ter vontade de assistir. E é uma série premiada agora, né? Eles ganharam várias premiações agora recentemente no E, nos Ems e tal. O cast inteiro subiu no palco, foi um negócio bem bacana. É um cast muito novo, tem muita atriz e ator que é filho de outros atores. Então, por exemplo, tem a filha do Bryan Cranston, que tá lá, né? A filha do Walter White, ela é uma das médicas da série. Faz um papel maravilhoso, que ela é uma médica que tem neurodivergência. Então, assim, cara, vale muito a pena assistir essa série. É um negócio diferente.

É um negócio que eu não tinha visto até então, digamos assim, no mercado de séries e nem no cinema. E eu acho que pode agradar muito a gente que não conhece ainda. Então vale a pena demais, mais, mais assistir The Pit. Fica a minha recomendação aí, além de Jujutsu Kaiser. Bom, gente, chegamos ao final de mais um debate. Desculpa, estou com companhia aqui.

agradecer de novo a Isadora, claro, Isadora, sigam ela, muito obrigado, foi uma ótima participação dela, e também, ó, semana passada eu falei que tinha muita gente que não estava inscrito, que estava assistindo a gente, e teve um pessoal que se inscreveu, então confere aí também, obrigado pessoal do Enjoei também, e até semana que vem, tenha um ótimo feriado, e a gente está de volta, abração, fiquem bem, tchau.

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