Ep. 108 - Crise dos FPS, Netflix Derrotada, Nintendo Surpreende Brasil & Mais! feat. Hayashii
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BRKsEDU, VanDep e Davi recebem Hayashii e discutem a crise atual dos jogos de tiro, a venda bilionária da Warner para a Paramount, a redução de preços da Nintendo no Brasil, a polêmica envolvendo o CEO do McDonald’s nas redes sociais e Mais!
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Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @Rholter
- Crise dos FPSLive Service fracassando · Saturação do mercado de jogos de tiro · Dificuldade de inovação · Regra dos três em mercados consolidados · Falta de originalidade · Pressão de investidores por resultados rápidos
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- Caso High GuardAnúncio fracassado no The Game Awards · Repercussão negativa nas redes sociais · Shutdown após 45 dias · Trailer de baixa qualidade · Mecânicas inovadoras não reconhecidas
- Nintendo SwitchRedução de preços do Nintendo Switch Online no Brasil · Falta de blockbusters no lançamento · Recurso de mouse não impactante · Novo Pokémon Ventus e Ondas · Pokémon Pocoupe
- Call of Duty e WarzoneBlack Ops Royale · Mudanças mecânicas em relação ao Warzone tradicional · Remoção de loadout e loja · Retorno ao estilo clássico · Tentativa de revitalizar a franquia
- Critica e Analise de MidiaConsolidação do mercado · Redução de competição · Demissões em massa · Apatia do consumidor · Benefícios para acionistas
- Vida DigitalDescontinuação de exclusivos singleplayer no PC · Números de vendas em PC abaixo do esperado · Problemas técnicos nos ports · Comparação com Marvel Rivals · Proteção do ecossistema PlayStation
- DeadlockMOBA em primeira pessoa · Produto triple-A de Valve · Fase de testes fechada · Potencial de inovação · Complexidade das mecânicas
- Marvel RivalsSucesso ao preencher nicho do Overwatch · Lançamento bem recebido · Investimento significativo · Competição em hero shooters
- Jogos de LibertadoresArc Raiders · Tarkov · Tendência de mercado · Disputa por segundo lugar
- Hardware e tecnologia de computadoresLimitações técnicas · Impacto em inovação · Próxima geração de consoles · Escalabilidade de jogadores
- Conteúdo HBO na WarnerPreservação de conteúdo HBO · Séries de qualidade como Industry · Nostalgia de produções clássicas
- Redes Sociais PoliticaDiscussão sobre produto vs hambúrguer · Repercussão nas redes sociais · Bizarrice do acontecimento
Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Nesse episódio, vamos falar do novo Battle Royale de Call of Duty e também da crise de jogos de tiro. E pra essa parte aqui do episódio, a gente vai ter a presença do Hayashi, que manja muito aí de jogos de tiro, então ele vai acrescentar bastante informação pra gente. Vamos falar também do fato de que a Netflix desistiu de comprar a Warner. Temos também novidades positivas de Nintendo Brasil, novidades possivelmente negativas de PlayStation e uma novidade muito positiva do The Byte.
do The Byte. Para quem não conhece, o Enjoy é uma plataforma super bacana feita de pessoas para pessoas para ajudar todo mundo que quer comprar e vender produtos. Seja para ganhar uma renda extra, para abrir um espaço no armário ou para quem está buscando produtos de qualidade a preços mais baixos. Tanto no site quanto no app do Enjoy, vocês encontram vários itens de games e por causa dessa nova parceria, o Enjoy disponibilizou o cupom DEBYTE que dá 15% de desconto em produtos da página dedicada que o Enjoy montou para
Gente, são vários itens selecionados. Tem console, portátil, acessório, mídia física e muito mais. Tem link na descrição e QR Code na tela. Bora para o episódio. Fala pessoal, seja bem-vindo a mais um episódio do Debite. Seja bem-vindo você também, Hayashi. Terceira participação sua aqui no Debite com a gente, né? Como sempre aí. Rapaz, terceira. Exatamente, vai pedir música. Pois é, já posso pedir música. Prazer estar sempre aqui, muito obrigado pelo convite.
E vamos aqui ao que interessa, Hayashi, porque você recentemente soltou um vídeo lá no seu canal,
inclusive um vídeo fenomenal, na minha opinião, e que foi super bem sobre o estado atual do mercado de jogos de tiro. E aí, antes da gente comentar um pouco em cima desse vídeo, eu queria que você comentasse um pouquinho você mesmo a ideia central daquele conteúdo que você criou sobre essa crise. Que crise é essa que jogos de tiro estão tendo atualmente, na tua opinião? É, foi um assunto que eu já estava querendo fazer desde mais ou menos o final do ano passado, mas eu não estava achando um momento exato.
E aí, quando veio toda a questão do High Guard, que a gente vai acabar abordando aqui também,
imagino, foi, parece ali, que o estalo ideal, né, porque a gente teve toda essa situação e eu tô muito envolvido nesse cenário de FPS, pelo meu canal ser majoritariamente focado em COD, né, e outros shooters no geral, e eu vim anotando cada vez mais o quão difícil que tem sido nos últimos meses e anos surgir um novo shooter que realmente se destacasse em relação aos já grandes do mercado, né. Então você tem hoje um modelo, uma indústria, né, de games no geral, mas principalmente voltada pra esses
shooters, onde o live service é muito predominante e tem sido cada vez mais difícil dar certo. Você vê ainda as empresas correndo muito atrás desse modelo, cada vez mais novos fracassos, e aí incluindo nomes grandes, não são só empresas médias ou pequenas, são nomes grandes que ainda estão tentando emplacar o seu primeiro, às vezes, live service, ou que por mais que consigam fazer um sucesso ali, não conseguem mais replicar o que foi feito há 5, 6, 7 anos atrás, com Fortnite, Apex, o próprio Warzone e outros jogos mais.
a ver que talvez daqui pra frente a gente comece a notar até uma mudança das empresas em relação ao que apostar dentro desse gênero, né? Eu acho que as empresas sonham alto demais considerando que pra você conseguir emplacar um jogo, você precisa de uma base de jogadores empolgada com o game, no caso de live service, que esteja sempre lá. Só que pra você conseguir esse consumidor, você tem que tirar de outro jogo esse consumidor. Então o cara que tá há seis anos no Fortnite,
não vai sair do Fortnite para uma novidade. Por exemplo, o Marvel Rivals, eu até que sinto que foi bem, pelo menos de lançamento, porque ele conseguiu preencher o nicho do Overwatch, que a galera estava decepcionada com o Overwatch. E o jogo é bom e tem muito investimento, mas a maioria tenta fazer algo que o público-alvo já está achando em outro jogo e já achou em outro jogo há anos. A galera não vai trocar de jogo, né? Eu acho o seguinte, né?
É bem o que você falou. Hoje, a gente tem uma indústria que está muito voltada para os jogos como serviço,
isso, e você tem um, quase que um limite, né, que é difícil de mensurar exatamente, mas é quase que um limite de jogos que conseguem sobreviver desse sistema, porque justamente você briga pelo público, né, dificilmente o mesmo jogador vai jogar 3, 4, 5 live services diferentes, né, ele vai jogar um, no máximo dois, geralmente vão ser live services de gêneros, gêneros não, mas de estilos diferentes, né, tipo, ah, o cara joga um LOL e um Battle Royale, sabe, ou joga um card game,
e um outro jogo de tiro qualquer. Ele geralmente não joga dois Battle Royales ao mesmo tempo. Então, quando você tá lançando um shooter, que é pra ser um live service, você tá querendo fazer com que aquele cara pare de jogar justamente tudo que ele tá jogando nos últimos anos pra abraçar o seu produto novo e ser legal. Então, hoje você tem que acertar muito na mosca, né? Não basta mais só o jogo ser bom. Porque a gente tem casos de jogos bons que estão sendo lançados e que estão dando errado.
Mas hoje em dia não basta só ser bom. Você tem que ser excepcional e você tem vários outros fatores externos que acabam, às vezes, contribuindo pra ou te prejudicar ou te ajudar demais.
Às vezes bombam um streamer específico, o jogo acaba ficando queridinho, acaba criando um carisma próprio, muito por conta que aquele streamer bombou. E o jogo talvez nem iria tão bem sem isso. E às vezes acontece um caso como, por exemplo, do High Guard do Jeff Keighley, que muita gente acredita que, por exemplo, mais prejudicou do que ajudou o game, por mais que tenha dado visibilidade. Então, hoje é um mercado muito imprevisível.
São situações que nunca aconteceriam há 10 anos atrás, por exemplo. Que foi quando os live services surgiram, em geral. Claro que já existe há muitos anos atrás, mas quando começou a ficar, de fato,
popular, e aí as empresas cresceram o olho, né? Só que são jogos que levam anos pra ser desenvolvido, então você faz um planejamento que talvez funcionaria nos dias de hoje, mas pra daqui 3, 4 anos, já pode estar defasado. Você tá dando uma ênfase, Hayashi, nos jogos de tiro, mas se a gente abrir um pouco o leque, a gente vê que isso acontece em várias áreas, né? Com aquele jogo de luta da Riot, que é o 2XKO, eu acho. A gente pode ver a mesma coisa com a Riot, com aquele jogo de cartas, que acho que era o Legends of Runeterra, que tentou fazer o que Hearthstone fez,
o que o Magic fez através ali do Arena. E a Riot, né? Ou em outros gêneros, o Rumbleverse, né? Que eu achava um jogo muito legal e fracassou. E são games que eu tô citando aqui, o 2XKO é mais recente, mas os outros são mais antigos. A gente tá vendo um histórico das empresas tentarem entrar no live service e fracassar. Mas é que eles querem aquela mina de ouro, né? Porque um que der certo vai explodir e vai gerar muito dinheiro.
Mas você vai deixando estúdios falidos no processo, né? E voltando um pouco à crise especificamente da FPS,
Se no vídeo do Ayashi ele menciona dois que deram certo, que o Marvel Rivals, que nem o Edu falou, e o Ark Raiders também, que aí é um nicho de Extraction Shooter muito bem feito. Mas você também menciona, cara, referente a COD e BF, as fórmulas batidas, né? E eu sei que é uma pergunta que você recebe muito também de, ah, o que você faria de diferente no COD? Mas eu até pergunto, talvez, vocês e o pessoal do chat Discord, se o realismo da guerra também é uma fórmula batida. Se as pessoas estão cansadas desse tipo de jogo,
jogo de tiro, claro, você pega Concord e o próprio High Guard, não eram realistas e floparam. Mas especificamente essas duas franquias muito grandes, com uma relevância cultural enorme, né? A gente teve, inclusive, semana passada, a Casa Branca, o perfil oficial da Casa Branca, tweetando um kill stick de COD, depois mostrando realmente os Estados Unidos bombardeando pessoas. Então, é um outro patamar que isso atinge. Mas também acho que é uma frase que você usou da crise de novas ideias, cara. Você acha que é isso mesmo? Você acha que tem alguma solução?
porque você também menciona que o BF deu super certo, né? A gente foi lá para Los Angeles, vocês gostaram do jogo, o pessoal curtiu, mas meio que rapidamente foi perdendo a player base, né? Então, como tornar isso sustentável, ou seja, as franquias grandes ou não, sabe? Principalmente qual de BF, assim, ter uma forma de ser sustentável, você pularia um ano, o que você faria? É complicado, né? Porque justamente tomando o BF como exemplo, né?
Você olha para o BF e hoje, né? No momento que a gente grava esse episódio, a situação do BF dá a entender que ele está fracassando,
Foi disparado o maior sucesso comercial do ano passado, o maior sucesso comercial da história da franquia. Conseguiu pela primeira vez bater o COD, né? Vendeu muito, mas o projeto live service dele tá mal das pernas, né? Então, os jogadores estão insatisfeitos com a falta de conteúdo, com a demora de atualizações, que o Battle Royale também não vingou como deveria. Eles estão demorando pra atualizar. Só agora, nesse final de semana, eles vão testar pela primeira vez o modo solo no Battle Royale. Então, poxa, lançou em outubro do ano passado. Quase cinco meses, né?
complexa, então esse lado parece que tá mal, mas o jogo foi muito bem. Então você tem essas duas vertentes, você tem a impressão que fica pros jogadores e você tem também o que a empresa quer do jogo, né? Então no caso de COD e BF, que são franquias já muito estabelecidas e que podem ainda cobrar um preço cheio, um valor premium pelos seus lançamentos, por mais que o lado live service por vezes fracasse, como é também o caso do Black Ops 7 atualmente, que não tá empolgante pra playerbase, você ainda tem as vendas iniciais,
preço que as pessoas pagaram pra jogar pra sustentar ali e fazer o negócio continuar girando. Agora, quando você vai pra esses jogos como um High Guard da Vida ou outros games mais que tentam entrar nesse mercado, aí você tem um risco muito alto, né? E eu acho que é aí que entra muito dessa questão da crise que eu quis trazer naquele vídeo, que tipo assim, existe um público, não é que ninguém quer jogar mais esse tipo de jogo, as pessoas querem, tem muito público, mas as empresas se sentem acuadas um pouco, porque você tem que entrar num mercado que já é dominado por gigantes,
pelos maiores da indústria, né, Call of Duty, Battlefield, Fortnite, enfim, CS, Valorant, né, são grandes jogos de grandes publishers, então você tem que fazer um produto que seja tão bom quanto ou melhor que eles, sem necessariamente querer brigar no nicho deles, porque se você tenta criar um novo Call of Duty, você vai ser esmagado, você não consegue, vai fazer um burburinho no começo, mas as pessoas vão voltar. Battlefield é a mesma coisa, Battlefield ficou 4, 5 anos, né, apagado depois de 2042, e quantos tentaram surgir dentro desse mesmo molde, né, de 32 vs 32 e tal, e não deram certo de verdade, né, sempre ouvia,
Ah, um novo Battlefield, um novo Battlefield, um jogo de médio porte, não sei o que. E aí veio o Battlefield 6 e faz o que faz. Então, você não tem espaço dentro dessas fórmulas batidas, porque são batidas, os 6x6 de COD, o 32x32 de Battlefield, pra você entrar com algo novo, porque elas justamente são batidas e os grandes estão lá e vão continuar sempre estando, né? Então você precisa inovar e tentar coisas novas. Só que é um mercado muito arriscado, porque você provavelmente precisa ser free-to-play.
Se você não for free-to-play, você tem que cobrar, não um preço cheio, porque senão as pessoas não vão pagar, elas vão querer pagar 30, 40 dólares, que é o caso do Ark Raiders,
o caso agora do Marathon. E ainda assim você tem que ter uma qualidade boa e ainda assim tem que ter um pós-conteúdo de qualidade também para as pessoas ficarem lá. Então olha quantos riscos envolvidos você tem em cima disso. E aí os investidores que fundaram ali o seu projeto, aportaram para o jogo sair, não costumam ter muita paciência. Então você tem que dar um resultado rápido. O High Guard fechou ali em 45 dias aparentemente por conta disso, porque não tem mais dinheiro para continuar pagando.
É um mercado imediatista que depende de novas ideias, mas que parece até sufocar
aqueles que tentam algo novo. Então é uma dinâmica muito complicada. Você tem que acertar muito na mosca, como foi o Ark Raiders, né? Alinha muitas coisas e aí dá certo. Mas precisa de qualidade. O que isso me fez pensar é que também esse é um gênero que tá muito amadurecido já. A gente tem Call of Duty há muito tempo, Battlefield há muito tempo. Você falou de Valorant. CS tá aí há muito tempo. E o próprio gênero de tiro em primeira pessoa, sem necessariamente a gente estar falando do online, tá aí há muito tempo também, né? Tipo, Wolf and Style.
Doom, Quake. É um gênero muito antigo, então é difícil se revolucionar dentro dele de qualquer forma. E aí com esses empecilhos do online, tem que ter atualização, comunidade, a questão de preço, free to play. Cara, eu acho que é tão arriscado você colocar todas as suas fichas em fazer um multiplayer online nesse gênero. Eu acho que se a gente vai pensar em inovação, talvez fosse melhor inovar fora desse gênero. Ou não atrelado só a ele. É, eu acho curioso assim, tem uma regra
marketing, que é bem conhecida por quem estuda e por quem atua no mercado, que é chamada a regra dos três. Não sei se vocês conhecem aqui, mas basicamente a ideia da regra dos três é que em mercados consolidados, no final do dia, só vão restar mais ou menos três marcas, três empresas, isso em relação à fatia de mercado, mas também em relação à mente do consumidor. O consumidor só consegue reter mais ou menos três ou quatro competidores ali dentro de um mercado que já está mais ou menos consolidado.
Você tem lá a marca líder absoluta, aquela que é tipo o maior rival, meu Globo SBT, que já foi e agora é Globo Record e tal, e aquela
marca terceira, marca coringa, ou que no terceiro lugar você tem uma disputa eterna por marcas que ficam ali se renovando. E eu estou falando isso porque eu notei muito nesse teu vídeo, Hayashi, esse conceito da regra dos três aplicado na prática. Você pega, por exemplo, várias categorias ou subcategorias que você mencionou e eu consigo entregar essas categorias dentro, ou melhor dizendo, colocar essas categorias dentro da regra dos três.
Você pega, por exemplo, os Arena Shooters, você tem Call of Duty, você tem Battlefield e você tem um terceiro lugar que é meio difuso. Se você vai para os Hero Shooters, você tem Overwatch,
Agora você tem o Marvel Rivals também. E aí, de novo, fica a coisa meio difusa. Shooter tático, você tem o CS, você tem o Valorant. E aí, de novo, fica uma coisa meio esquisita. Eu acho que, inclusive, essa é uma das apostas que eu vejo o pessoal da Band, por exemplo, tendo com o Marathon. Porque acho que o Ark Raiders, ele meio que virou o soberano dos Extraction Shooters. Ou pelo menos ele está no caminho para disputar, por exemplo, com o Tarkov, para virar o Extraction Shooter mais famoso. E aí a Band deve estar rezando para, quem sabe,
Parathon acabar virando esse segundo lugar, pelo menos esse terceiro lugar. Você concorda com essa conceituação? Você acha que essa regra pode ajudar a explicar um pouquinho por que a gente está vendo essa dinâmica acontecendo no mercado de jogos de tiro, que é um mercado que está se consolidando cada vez mais e que não está tendo tanta inovação assim como o Edu mesmo agora mencionou? Concordo, concordo. Nunca tinha pensado por esse lado, mas faz sentido.
Realmente, desenhando tudo na cabeça, é mais ou menos por aí. Se você parar para ver, até nos Battle Royale você tem Warzone, Fortnite, Apex, talvez.
BG ali e tal. Ainda é um subgênero que ainda tem um pouco mais de competidores, mas esses outros que você mencionou ficam ali sempre em torno de dois, no máximo três. E o Straction Shooter é a mais nova moda, né? Então a gente teve essa febre dos Battle Royales e agora o Straction Shooter. Já tivemos vários que tentaram nos últimos anos, mas sem aquela efusividade completa, tipo assim, sem ir de cabeça, né? O Battlefield tentou recentemente com o Hazard Zone no Beth 2042, o DMZ no COD também foi uma tentativa, mas são aquelas tentativas tímidas, né? Não entraram de cabeça igual
Entraram no Battle Royale. Imagina-se. Que eles vão continuar investindo. Existem rumores. Que no MW4. No final desse ano. O possível MW4. Vai vir também. Com uma pegada. For a Distraction Shooter. Muito também. Porque o Arc Raiders. Fez esse sucesso. Então talvez. Ainda existe essa brecha. Dentro dos Distraction Shooters. Para mais um grande título. Para brigar ali. Mas e aí depois também. A gente volta. A essa necessidade. De encontrar algo novo.
Qual vai ser a próxima moda. Eu sinto que. Muito talvez. Também possa ser limitado. Pela geração. Às vezes. As empresas. Até possam ter ideias.
incríveis, magníficas e coisas que possam ser legais, mas que acabam sendo um pouco seguradas pelo hardware que a gente tem hoje. De repente, com a nova geração chegando agora, a gente possa ter novas coisas surgindo. Por exemplo, Battle Royale não era possível antes da geração do Play 4 e tudo mais. Então, tem toda essa questão também. Só que também, quanto mais pessoas, quanto mais players você precisa para fechar um lobby seu, para fazer o seu jogo funcionar, pior, porque também é mais complicado dele viver a longo prazo. Então, são várias nuances, mas é
bem o que o Edu falou também, é um gênero hoje arriscado de você entrar. Isso é ruim, porque prejudica um pouco o gênero e a gente acaba ficando preso a esses mesmos jogos, né? Se você vai nos centros das comunidades de todos esses games, Call of Duty, Fortnite, Battlefield, entra nos canais focados, né? E assiste um vídeo, você vai ver que a maioria dos comentários são negativos, as pessoas estão criticando, as pessoas estão insatisfeitas, mas elas continuam jogando, porque elas estão ainda presas ali dentro daquilo e não surgem alternativas realmente boas e viáveis e que consigam arrancar você dali, né? Então você acaba entrando nessa espécie de crise justamente, que você
Quer algo novo, mas você não recebe porque os grandes não deixam, o modelo é esse, e a coisa vai passando, o tempo vai passando, e a gente tá aí com 20 anos de COD, 20 anos de BF, 20 anos de CS, né? E os jogos continuam aí. Não é algo ruim, mas tipo assim, eu sinto que falta esse novo respiro, né? Pra mim, isso é síndrome dos dias de hoje, né? Tá falando de COD tem 20 anos, a gente falou agora de Marathon da Band. Pra mim, por exemplo, eu não consigo imaginar um Halo 3, que foi um fenômeno na época que saiu, saindo hoje e tendo aquele sucesso. Eu não estaria onde eu tô hoje,
inclusive agenciando vocês, trabalhando aqui no debate, se não fosse o Halo 3 e o Halo 2 antes. Eram experiências muito mágicas, novas e únicas. O Halo 2 eu jogando contra meus amigos na faculdade na mesma TV. E antes disso, sei lá, 8 ou 9 anos antes disso, o GoldenEye. Mas eu acho que é um gênero que ficou defasado mesmo, cara. E a síndrome dos dias de hoje, onde tudo é meio rápido, onde é meio impaciente. O próprio High Guard, que eu acho que vale a pena a gente até entrar um pouco mais.
Christian Schauer pra Bloomberg. Duas semanas depois já estavam demitindo as pessoas. Então tem uma pressão no desenvolvimento desse jogo já muito grande. Uma falta de ideias, de originalidade também. Então eu não sei se vai ter um sucesso naquele nível. Até porque tem tanta coisa pra jogar que não só é dos dias de hoje, mas principalmente da nossa indústria também, né? Então, tipo, já passaram todos os gêneros de shooter. Qual que é o caminho, sabe?
Ou é falta de qualidade? Você acha que é falta de qualidade? E também sobre o high guard, cara,
o negócio agora e também quando a gente conversou em off, que não devia ter sido tão massacrado quanto foi. Você acha que tinha pernas pra sobreviver? Ou a questão do Jeff Keighley? Porque, por exemplo, a questão do Jeff Keighley foi High Guard não quis ser testado. Eles não testaram o jogo. Eles vão lançar sim, vai ser uma surpresa. Não foi testado, mas foi surpreso pelo tweet do Jeff Keighley e depois no Game Awards. Então, você acha que tinha alguma chance de sobrevivência mesmo ou não? Eu acho que tinha. É difícil, né?
já aconteceu e tudo, mas o projeto, a ideia sempre foi fazer um Shadow Drop, porque os desenvolvedores da Wildlight, boa parte deles, que é a empresa que fez o High Guard, são, em parte, ex-developers da Respawn, que fez Apex. Que, inclusive, segundo o próprio texto do Jason Schreier, saíram da Respawn, ou abraçaram essa ideia da Wildlight, porque eles se sentiram mal recompensados pela EA pelo sucesso que o Apex fez. E uma das premissas da Wildlight era isso, era tipo assim, se der tudo certo,
vai recompensar todo mundo, até uma coisa bem dividida e tal, beleza. Só que eles apostaram que o que deu certo com eles lá no Apex funcionaria com o High Guard, né? Sete anos depois. E no final das contas, nem foi exatamente isso que eles executaram, porque entraram com essa ideia de fazer o anúncio na The Game Awards. Só que o trailer que eles lançaram lá foi ruim, essa é que é a verdade, era um trailer confuso, ele deixava uma impressão fraca sobre o jogo, confusa sobre o jogo, né?
Então você já começa muito mal. E aí, pegando o spot que eles pegaram, que é de fechamento
The Game Awards, onde as pessoas esperam um AAA de história magnífico, você já cria também uma raiva, né? E nesse mundo que a gente tá hoje, das redes sociais, de todo mundo muito inflamado, tudo é muito rápido pra se criar o ódio, eu acho que isso colaborou. Claro, isso também deu uma tensão que talvez o jogo não receberia pro seu lançamento, mas é aquela tensão muito negativa, então você tem que botar na balança também, vale a pena eu ter muita tensão negativa ou eu ter mais ou menos a tensão, né, que possa se tornar negativa ou positiva, sabe? Então, as pessoas
já foram com essa ideia de tipo, esse jogo vai ou tem que fracassar. Então eu acho que isso mais prejudicou do que ajudou. O jogo em si, ele é uma mistureba, né? Quem jogou vai talvez se lembrar, ele tem ideias e mecânicas de vários shooters em uma coisa só, mas ele tenta algo diferente. Eu dou esse crédito para eles porque, pelo menos, eles tentaram fazer algo que a indústria, em geral, não tem tentado. Ele não era só mais um hero shooter, porque eu vi as pessoas falando, ah, é mais um Overwatch, não tinha nada a ver com Overwatch.
nada a ver, talvez o jogo mais próximo dele seja Deadlock da Valve, que ainda é bem diferente, porque é muito mais complexo o Deadlock, é muito mais profundo e etc, mas ele flerta um pouco com essa ideia, mas ainda assim não tem nada na indústria tão parecido assim, só que não é uma ideia tão legal, às vezes as pessoas tem ideias novas e elas não são tão boas, é basicamente isso, então assim, a ideia tava lá, eles tentaram algo novo, mas talvez existia um potencial escondido ali, se eles mantivessem todo o roadmap que eles anunciaram,
um plano de lançamento mensal bem constante, bem dentro do que a indústria pede hoje em dia, pelo que eles tinham anunciado no Twitter, mas, de novo, o fracasso foi tão grande, e aí talvez isso levantou conversas internas que não teriam sido levantadas caso não tivesse tido um hate tão grande, que eles tomaram uma decisão precoce, talvez ou não, não dá pra saber porque só quem tá lá dentro sabe, de encerrar já o projeto com 45 dias de lançamento. Então, eu acho que toda a situação do The Game Awards
decisões e situações em si que talvez não aconteceriam se não tivesse sido feito dessa forma, entendeu? Mas o jogo ainda assim teria um caminho muito difícil. Eu acho que ele não tinha potencial pra ser um novo Ark Raiders, por exemplo. Mas ele tinha potencial pra sobreviver mais 45 dias, acho que isso é inegável. Você mencionou o Deadlock e foi muito interessante porque eu tava afim de te fazer uma pergunta a respeito disso, que assim, a gente imagina que você atuando tão fortemente dentro do mercado de jogos de tiro, de shooters e tal, obviamente tem muito conhecimento sobre os títulos que mais bons
como é o caso do próprio COD, como é o caso de BF e tal. Mas eu acho que aqui e acolá deve aparecer pra ti algum título de first person shooter ou então tiro de terceira pessoa que pode meio que te chamar a atenção e que talvez a galera ainda não tenha meio que acordado pra isso. Eu particularmente, na Steam, eu tenho acompanhado desde 2023, 2024 mais ou menos, um título de tiro em primeira pessoa muito legal chamado Witchfire, que eu vejo uma galera por aí, alguns streamers que eu acompanho e tal, jogando.
É um jogo que tá em acesso antecipado, ele é um roguelite de tiro, muito interessante,
muito legal, com as mecânicas, assim, bem nessa de pegar roguelite e trazer pra o gênero de jogo de tiro e tal. Assim como eu acho que o Deadlock tá tentando fazer agora, tentando ser meio que um MOBA, né, ao mesmo tempo um jogo de tiro em terceira pessoa. Alguma coisa no mercado hoje, olhando pra títulos indie, pra títulos que não estão ainda chamando tanta atenção, que estão com um acesso antecipado na Steam e tal, alguma coisa tem te chamado a atenção?
Tem algum FPS que a galera não tá ligada que tá vindo por aí, mas que você olha e fala, esse aqui tem o molho, esse FPS aqui, esse jogo de tiro aqui,
ele é promissor, digamos assim, ele tem potencial? É, o que mais me vem à cabeça hoje é o deadlock, né, que já não é nem mais tão obscuro assim, né, hoje as pessoas já sabem muito mais, eles já fizeram vários testes, mas ele continua lá na sua fase de testes fechada, entre aspas, ainda precisa de um convite pra acessar e tal, e ele parece ser o próximo grande diferencial que o mercado de shooters pode oferecer, né, você tem toda essa ideia de MOBA, só que através de um shooter complexo, com profundidade, né, onde você
de fato conhecer os personagens pra saber como dar counter, como atuar e tal. Eu joguei um pouco do Deadlock. É bom você ver que é um produto AAA, né? Você vê que tem uma qualidade extra atrelada a ele. Dos indies, vou ser sincero que eu não conheço hoje de cabeça, pelo menos, nenhum que me super chame a atenção, né? Você tem muito desses roguelites e roguelikes que são legais, mas também não são novidade, né? A gente já tem esse gênero aí forte dentro da indústria, principalmente de indies, há bastante tempo. Então, eu acho que o Deadlock é uma aposta legal, mas
Ninguém sabe ao certo quando que eles realmente vão falar, ó, tá pronto, é isso aqui e tal, mas quando vier, vai ter provavelmente um marketing orgânico grande de youtubers, influencers e tudo mais, né? E aí isso deve mostrar o real teto que o jogo pode atingir, se ele vai chegar a ser, né, do nível de um Dota, de um CS da vida pra Valve, né? Acho que é o que eles almejam, vamos ver se eles vão conseguir, porque ainda tem gente que torce um pouco o nariz, porque tem muito desse negócio de hero shooter, atrelado a ele, querendo ou não.
as pessoas estão um pouco cansadas disso, né, e é um jogo complexo, então você tem que, é aquele tipo de jogo que você tem que jogar meio que só ele, assim, você vai dedicar horas e horas, se você quer realmente ficar bom e entender, você vai ter que jogar muito ali, ver muito conteúdo pra entender, né, então é um jogo que você tem que dedicar bastante. Eu tava fazendo um exercício mental aqui, que assim, considerando jogo de tiro e também fora do ambiente de jogo de tiro, cara, jogo online vem falhando há muito tempo, né, eu tava tentando lembrar aqui, Paragon, Gigantic, Battleborn, Paladins, Smite,
Countless, Evolve. Não é de hoje, né? É de mais de 10 anos que essas empresas tentam lançar os seus jogos hit online. E claro, o mercado vai mudando, vai atualizando, surge Battle Royale, o número de jogadores simultâneos aumenta, diminui. Mas, enfim, faz tempo que as empresas tentam pegar o teu hit online e não necessariamente consegue. E por que você acha, Edu, que acontece isso? Na verdade, eu acho que é um mix de tempo limitado, orçamento limitado das pessoas.
tudo. E quanto mais tempo passa, mais fidelizado fica o jogador ao seu jogo favorito. 2012, sei lá, 2010. Eu não ia deixar de jogar Call of Duty pra jogar Battlefield ou qualquer outro jogo que surgisse de tiro na época. Hoje a gente tem um paralelo aí do Fortnite e do Warzone. A galera não quer sair dos seus jogos favoritos pra partir pra outro. Eu acho que é simplesmente isso. Porque mesmo que o outro jogo seja melhor, se a player base
se os seus amigos não estiverem lá, do que adianta, né? E do ponto de vista das empresas, eu acho que elas continuam sempre buscando porque é um modelo atrativo, né? Se você consegue de fato emplacar o seu jogo e fazer ele tornar um grande hit, você garante aí provavelmente anos e anos de uma renda constante, né? Você não precisa mais ter todo o estresse e a dificuldade que é desenvolver um jogo novo, necessariamente. Você pode continuar ali fazendo a manutenção do seu jogo que deu certo ao longo dos anos e aumentar os lucros da sua empresa, enfim,
o que você bem quiser com aquele dinheiro. Então, eu acho que é por isso que as empresas ainda tentam muito. Só que cada vez mais a gente está vendo que esse risco recompensa está ficando mais arriscado do que recompensador, né? Então, quero ver como é que vai ser, principalmente na nova geração, né? Porque parece até quase que essa geração, quando a gente olhar daqui uns anos, vai ficar marcada por isso. Vai ser a geração dos live services que falharam, sabe?
Tipo assim, tem muita história aqui, como o Edu falou, pegando desde o começo até agora, até um pouco na época,
bastante até na época do PlayStation 4, mas acho que, em especial, essa geração do PlayStation 5 vai ser muito vista por isso daqui uns 5, 10 anos, né? E aí não sei como é que vai ser a abordagem das empresas pra próxima geração, né? Vamos ver. É, eu li um tweet do Tom Henderson essa semana que falou que os jogos hoje em dia não são nada mais do que um produto dos investidores. Então, se não tem um impacto imediato, eles, ah, tipo, foi um gasto aqui, vamos pra próxima, entendeu?
E foi essencialmente isso que aconteceu. Eles não tinham grana o suficiente pra manter e não ganharam ninguém,
né, nesse nível pra manter também. Inclusive, falando de produto, não sei se vocês viram um breve parênteses, assim, a polêmica que teve com o CEO do McDonald's, tipo, no mundo, assim, ele mordeu um hambúrguer novo e falou, ah, isso aqui é um produto gostoso, né, em vez de realmente dar uma mordidaça, falar que hambúrguer gostou, e foi mó polêmica isso, inclusive. Que bizarro. Foi bizarro, isso foi bizarro, isso foi bizarro. Inclusive, a gente falando de FPS, a última vez que a gente teve o Hayashi aqui foi pra falar que X Defiant flopou. Então, isso tem mais de um ano, foi em
2024. Foi a razão que a gente chamou ele, né? E falando em coisas que estão meio flopadas, que estão tentando reviver, tivemos atualização em relação ao Warzone, que foi o último grande sucesso em referente a COD. Vai, eu sei que tiveram jogos, mas aquilo foi um momento também, começo de pandemia. A gente até falou aqui um vídeo do Hayashi me ensinando e o Colonna a jogar COD, um vídeo que foi super bem, que é super divertido.
E foi um momento onde eu, e talvez o último momento da minha vida, tive um vício em um shooter, né?
O que você acha que eles estão tentando fazer com essas mudanças? Se você puder falar um pouquinho, né? Coisas que tinham no Warzone, não tem Gulag, não tem loadout, né? É a maior mudança desde que foi lançado, né? Você tá esperançoso ou foi só um momento específico e você acha que vai dar certo? É mais uma aposta deles, né? Acho que é bom deixar claro, né? Até porque eu sei que o público aqui não é de COD, né? Então, quando você vê o nome Black Ops Royale, parece que eles estão lançando um novo Battle Royale de fato. Não é isso.
modo dentro do Warzone, que sim, difere bastante do Warzone tradicional. Então o que eles estão tentando fazer com esse modo é basicamente reviver o Blackout, que foi o primeiro Battle Royale de fato da franquia, que saiu em 2018 com o Black Ops 4, e por ser pago, não só por isso, mas majoritariamente por isso, por ser pago, não foi tão bem. Então esse modo, esse Black Ops Royale, muda de forma bem grande até várias mecânicas do Warzone.
Então, como você adiantou, não tem Gulag, não tem Vant, não tem loja, sabe? E acho que o que é mais interessante
de repente, pra quem tá afastado e quer, de repente, dar uma olhada, é você não precisa fazer nada antes da partida. Tudo que você tem antes da partida não importa, né? Porque essa é a grande faca de dois gumes do Warzone, né? Que se você fica muito tempo sem jogar, você fica de fora do meta, suas armas não estão upadas, você não sabe mais que perk usar e não sei o quê. Então você entra numa partida já se sentindo na desvantagem, porque o Warzone gira muito em torno do loadout, né?
Você dropa, luteia ali, pega dinheiro pra você comprar o seu loadout e ter a classe que você montou no menu dentro da partida. Então, se você tá por fora do COD há muito tempo,
você tem essa dificuldade. Esse modo não tem isso, né? Ele volta a ser aquela experiência mais raiz de Battle Royale, onde você dropa com a sua pistola, tem que lutear, pega a arma do chão e vai dando upgrade nela, né? Você vai colocando attachments que são automáticos, até você não precisa conhecer os attachments, você já vai pegando e subindo ela até o lendário. Os perks você luteia na partida também, ativa a hora que você quiser, que também é uma feature do Blackout, enfim.
Então tem várias coisinhas que funcionavam de uma forma no Blackout e funcionam de forma diferente no Warzone hoje, que eles estão alterando pra esse Black Ops Royale. Mas o Warzone, como a gente
conhece e continua existindo. Então, é como se fossem ter os dois modos dentro do produto de uma só vez. E aí, a Activision vai ver o que dá certo, né? Tipo, se pega, se não pega. Não é um negócio que vai super reviver o Warzone. Acho que não tem esse potencial. Acho que nada mais tem esse potencial pro Warzone, sinceramente. Mas, vai agitar pra galera que ainda joga e tem a chance de trazer aquele cara que gosta da franquia ainda, mas tá um tempo afastado, sabe? Quem não gosta, não se identifica e tal,
não vai fazer sentido nenhum, mas pra quem fica ali naquele meio termo, né, e já teve bons momentos com a franquia, às vezes vale testar e ver se curte, porque também vai ter outras mecânicas, né, o grappling hook, pulo na parede, mas é basicamente uma tentativa de agitar um pouco as coisas pro público de Warzone, né. Eu fico me perguntando, Hayashi, até que ponto essa tentativa da Activision de tá sempre tentando variar a fórmula, né, dentro da plataforma COD Warzone, mantém COD Warzone
ou acaba afastando pessoas novas que poderiam estar entrando pra curtir talvez aquele recorte, aquela nova ideia, quem sabe fora, de maneira independente. A gente tem até rumores aí, imagino que você tenha feito a cobertura disso também no seu canal, de um possível jogo de COD Zombies, né? Standalone, né? O separado e tal, pra chamar atenção, já que hoje em dia você tem meio que uma comunidade que curte esse modo específico, né? Dos jogos da franquia Call of Duty.
Battle Royale de COD, Black Ops Royale, imediatamente assim, sem ler nada a respeito, sem ir atrás, eu pensei exatamente como você mencionou que fosse um jogo diferente, fosse um jogo separado. Que eu não precisava, por exemplo, baixar COD Warzone e ter aquelas centenas de gigabytes ocupando o meu HD. E aquele launcher horroroso, né? Exato. Nossa, aquela tranqueira podre. Desculpa, eu precisava mencionar isso, é muito ruim aquilo. Quando eu descobri que o jogo era dentro do Warzone, a minha vontade
de jogar zerou, caiu completo total. E aí eu fico me perguntando o quanto isso talvez deva acontecer também com outros jogadores. Ou seja, a Activision acaba tentando trazer novidade, mas quem sabe por conta exatamente do que o Edu acabou de mencionar. O launcher, o peso dos arquivos de Call of Duty hoje, de Warzone, ela acaba não trazendo essa galera nova. Ela acaba ali meio que requentando a mesma refeição pro fã de Call of Duty e Warzone continuar no jogo, mas ao mesmo tempo não crescer a player base. Você percebe isso também? Eu acho que
dá para olhar por essa ótica, tem essa perspectiva. Ao mesmo tempo, eu também entendo que para eles é complicado pela forma como o COD funciona. Então, claro, no final das contas, culpa deles. Mas o modelo de lançamento anual faz com que seja muito difícil você ter esses lançamentos paralelos ainda vinculados, virtuados ao COD, saindo como coisas independentes. Então, se você já tem um COD novo todo ano, aí você já tem o Warzone, que é o seu produto independente,
ano. E aí você quer lançar, de repente, um terceiro produto, que seja free-to-play ou não, mas pra talvez competir contra os seus próprios produtos. Então eu acho que na cabeça deles, e eu até entendo, realmente faz sentido você ter todo mundo dentro da sua plataforma, do seu ecossistema. Acho que esse sempre foi o objetivo deles com o COD Launch. Eles têm tantas frentes, né? Multiplayer, Zombies, Battle Royale, até a campanha de certa forma, e às vezes até outros modos co-ops, mas que tipo, eu acho que se você parar pra pensar, faz sentido você querer colocar tudo dentro de um único ecossistema.
tema e aí, às vezes, algo que você nem tá tão interessado, você acaba se interessando porque você viu lá dentro. Então, vira até uma ferramenta de marketing pra eles próprios, né? Mas isso depende de uma execução muito perfeita, depende de situações técnicas que são difíceis e são desafiadoras, né? E eles, por vezes, não conseguem atender ou demoram pra fazer o negócio da maneira certa, né? Eu não acho que o problema é tá tudo interligado.
O problema é que o launcher é muito ruim. Sim. É muito, muito, muito, mas é muito, cara. Eu acho que é o pior launcher
que eu já usei na vida? Não, é muito ruim. Eles melhoraram um pouco nos últimos anos e meio, assim, mas ainda é um negócio complicado. É que antes era muito, muito ruim. Quando lançaram, de fato, que foi em 2022, que saiu Warzone 2... Era ainda pior? Porque a última vez que eu usei foi pra jogar o último código no início da campanha. Não, era pior. Era relativamente pior. Ainda pior? Era ainda pior. Era bem pior. Então, hoje eles ainda deram uma maquiada, mas ainda é ruim, né?
Tanto que existem rumores de que pra esse ano eles vão se livrar disso e talvez começar de novo,
ou enfim, abolir de vez essa ideia. Mas essa ideia de ter produtos standalone da franquia não é nova, né? Se fala de uns zombies standalone há muito, muito tempo, mas eu acho que a Activision nunca teve a certeza de que isso fazia sentido, de desatrelar esse produto do COD principal, que você desagrega valor, né? O COD hoje, até por ser anual, ele depende muito de passar a ideia de valor agregado para o consumidor. Então, eu estou comprando um pacote que tem muito para me oferecer.
Então, conforme você vai tirando isso, você vai enfraquecendo o seu produto principal, né?
das pernas, né, em anos recentes, Black Ops 7 mostrou isso muito bem, então são sempre decisões difíceis, mas é difícil prever como que eles vão agir, né, os vazamentos às vezes indicam alguma coisa e vem outra, é complicado, mas o Black Ops Royale ele não é tão diferente a ponto de pedir um jogo novo, acho que esse é o ponto, entendeu, mas ele é a coisa mais diferente que o Warzone já fez dentro de si próprio, então ele tem um potencial.
A gente tem coberto muito aqui a debandada do pessoal do Xbox, né, e pela ótica do Xbox e da Microsoft ter comprado a Activision,
ficou meio claro que não foi muito bom gastos altos e tal. Como você vê essa parceria, entre aspas, hoje? O que você acha de tudo isso também? E foi bom pra franquia de COD? A gente acha que não, mas só pra ter tua opinião registrada aqui. É, eu desde o começo sempre fui meio contra, né? Se você voltar, eu cobri bastante, né? Na época daquele vai comprar, não vai, processo aqui, processo ali, eu sempre fui meio contra, não por ser ou não a Microsoft, sempre fui contra da Activision ser comprada por uma grande publisher.
Sentia que, por mais que a Activision tenha diversos problemas, a franquia COD como um todo poderia ter interferências desnecessárias se fosse comprada por uma gigante como a Microsoft, ou a Sony, ou quem quer que seja. Mas, sinceramente, cobrindo diariamente a franquia, eu vejo que a interferência da Microsoft parece ser muito pequena. A Activision ainda atua de forma bastante independente, principalmente quando o assunto é Call of Duty.
Eu acho que a Microsoft tem mais o dedo e se mete mais quando a questão é Game Pass.
eles já estejam pensando em alguma coisa relacionada a esse modelo de lançamento anual, mas eu acho que isso ainda bate muito cabeça com o que a Activision pensa. Então, eu não vejo uma interferência grande, né? Que dá pra falar aí, talvez, de coisas recentes que a gente viu na mídia, talvez a parte de IA, né? Se fala muito que o COD tem usado cada vez mais IA pra fazer calling cards, essas coisas, e cada vez mais também a gente vê a Microsoft ligada a essa ideia de querer tornar tudo mais IA. Agora a gente teve a Asha Sharma lá, líder de IA, assumindo a Microsoft também.
engar de certa forma, mas eu não acho que exista uma influência grande, não me parece existir nenhuma influência grande da Microsoft em decisões médias e micros relacionadas ao Warzone, ao multiplayer de COD, às campanhas em si, tipo, eu acho que isso ainda é tudo Activision, sabe? Eles têm uma liberdade grande pra atuar dentro da franquia ainda, pelo que eu enxergo, né? Galera, bora então pro boletim The Byte. E aparentemente tem algo relacionado ao Enjuei que o Davi vai dar um spoilerzinho. Pequeno spoiler, pequeno spoiler.
Próximo episódio, eu falo mais detalhes sobre isso aqui. Mas, ó, aproveitar aqui para agradecer o pessoal do Enjoei. Confira aí, link na descrição, QR Code na tela. Vamos lá na página de produtos dedicados do Enjoei em parceria com o The Byte e episódio que vem a gente conversa mais, beleza? Qual que é o assunto da vez, Davi? O assunto da vez, meu amigo, agora saindo um pouco de games e entrando um pouco na parte de mídia, TV, cinema, séries, streaming.
Recentemente, a Netflix decidiu não dar continuidade na tentativa de comprar a Warner,
O que a Netflix tinha ofertado, tinha oferecido pelo controle da Warner Discovery. Muito se falou a respeito que a Netflix ia ganhar essa batalha. Pelo visto, o pessoal da Paramount foi quem levou o caneco aí, no caso, o caneco da Warner. Mas, Van Depp, fica tudo igual ou as coisas vão mudar completamente com a Paramount agora controlando
todas as propriedades intelectuais e todas as plataformas da Warner. Cara, essa história deu o que falar. Que nem você disse, a Netflix pareceu que ia comprar e acabou não rolando. Então, vamos dar uma destrinchada aqui. Eu vou pedir até para o nosso editor, o Holter, botar na tela de vocês e pode deixar um pouquinho todas as marcas e franquias que vão se unir e vão estar debaixo do guarda-chuva da Paramount. E eu acho que grande parte disso da Netflix não ter comprado, inclusive, foi por causa da CNN aqui,
O David Ellis e o pessoal da Paramount está interessado, tá? Até para talvez controlar uma narrativa na mídia e tal. E vale a pena começar daí, tá? Dos três CEOs, vamos começar com o CEO da Warner, David Zaslav. Ele e o pessoal da Warner vão ganhar 800 milhões com a venda direta. E várias pessoas vão ser demitidas. Então, aquela papo que a gente sempre fala, CEO ficando mais rico, o pessoal vão ser demitido, o layoff, que é evidente, né? E também que não vão consolidar os apps também, a gente já fala disso.
da Netflix, Ted Serrano, chamou de irracional a oferta da Paramount e que não valia a pena mesmo, mas eu fico me questionando qual que é o jogo final dessas corporações e empresas que competiam agora, estão nesse conglomerado aí, que nem a gente já falou, menos competição, quem vai pagar o pato e o preço somos nós, né? O app da HBO e da Paramount Plus vão se unir e a gente também perde com essas fusões, eu não acho que o preço vai ficar mais barato para consumir tudo. A Netflix em si disse que não ia mexer
nos conteúdos da HBO. Eu sou um cara que tem uma nostalgia grande com os conteúdos da HBO, que nem eu falei já. Eu tô reassistindo Sopranos pela quarta vez. The Wire é minha série preferida. Eu assisti uma série legalzinha até Industry, que também é da HBO, que é basicamente geração Z, Wall Street em Londres. Mas interessante, pelo menos estão tentando fazer uma coisa diferente. E se você não gosta de nudez, essas coisas, drogas, essas coisas, não assista, mas é uma série interessante. A própria Paramount, ao comprar a Warner,
eles vão ficar com 100 bilhões de dólares em dívida. Eu acho uma loucura que a empresa pode simplesmente ficar com 100 bilhões de dólares em dívida e ficar numa boa. Mas voltando só para passar a bola para vocês, vamos nomear um pouco dessas empresas aqui, se a gente puder voltar. O TikTok nos Estados Unidos, que é parte deles, Rotten Tomatoes, HBO, CNN, CBS, justamente as franquias, o canal do Cartoon Network, Discovery. Então, eu estou bem cético em relação a tudo isso. Inclusive, de novo, como eu falei,
quase compraram isso. E eu acho que vai ter interferência no conteúdo, visando algoritmos e retornos. Eu quero até perguntar para vocês, pessoal do chat, qual que vocês acham que vai ser o nome da plataforma nova, porque a gente teve HBO, que virou HBO Max, que virou Max, que virou HBO Max de novo. E também que vão vir os layoffs também em todas as empresas, ou seja, o trabalhador paga no pado, como já disse, além do consumidor. O que você achou dessa história, Edu ou o Davi, quem quiser comentar?
foi o que você mencionou, inclusive, Van Depp, a respeito da dívida que fica com a Paramount agora que ela vai virar uma empresa maior. Ou seja, agora que ela vai ter mais funcionários para pagar, para sustentar, agora que ela vai ter uma operação mais complexa, ela contraiu uma dívida que muita gente vai olhar e falar, cara, isso aqui é impagável, como é que a gente vai pagar? E é importante que as pessoas entendam que para você pagar dívida, especialmente quando você é uma corporação dessas multimilionárias, multibilionárias, pode parecer que há dinheiro infinito.
há dinheiro suficiente para isso. Mas o que acontece na prática é que muitas empresas que contraem dívidas bilionárias, para resolver essas dívidas, elas pensam muito mais em cortar gastos, em demitir pessoas, em fechar estúdios, em fechar filmes. Como, por exemplo, o filme lá da Batgirl, eu acho, que estava também sendo desenvolvido e o filme foi finalizado e foi basicamente cancelado porque era mais barato cancelar do que colocar o filme para rodar e tal.
Então, assim, o que vai acabar acontecendo é que para fazer essa dívida se pagar,
vai ser demitida, muito estúdio vai ser fechado, muita empresa que tá debaixo desse guarda-chuva gigantesco aí que o Vodep mostrou, vai deixar de existir. Isso é muito triste. E assim, eu acho que a gente chegou num ponto, né, da nossa sociedade e do nosso consumo midiático e das notícias que saem a respeito desse assunto, né, de fusões, aquisições e tal, eu acho que não existe uma pessoa que olhe pra isso mais e pense, nossa, que legal, né, que bacana que agora eu não preciso ter dois aplicativos na minha TV, agora é só um, né. Eu acho que a gente já passou dessa fase. E aí, a segunda parte
que mais me entristece a respeito disso, além da dívida bilionária, é a apatia hoje da galera que simplesmente vai ver isso acontecer e pronto. Eu não vejo ninguém marcando a conta da Paramount, eu não vejo ninguém marcando a conta da Warner, eu não vejo mais comoção nenhuma do público consumidor que vai sofrer também aumento de mensalidade, piora dos serviços, piora da qualidade do produto. Eu simplesmente vejo hoje uma apatia. E assim, é claro,
A gente vive num mundo que força a gente a ser apático. A gente vive num mundo cheio de problemas, de fato. Mas, cara, eu não acho que a solução desse problema vai vir de outro lugar, se não do próprio mercado, se não dos próprios consumidores, se não, sei lá, de mecanismos legais que a gente possa ativar junto a governos, junto a... Enfim, para tentar barrar que isso continue acontecendo. Porque, honestamente, eu não acho que a Warner foi a última empresa desse mercado a ser adquirida.
ainda longo de fusões e aquisições. Vocês concordam comigo ou não? Eu sinto que vai ter cada vez mais esse lance de empresas gigantescas que às vezes já são parte de um conglomerado se unindo porque é conveniente para os envolvidos, tanto para as corporações envolvidas quanto para as pessoas físicas que são CEOs, CFOs, grandes investidores, etc. Em relação à dívida que você mencionou, eu não deixo de pensar que
Tem que ter algum tipo de benefício fiscal atrelado a isso. Ou que existe a possibilidade da empresa entrar em recuperação judicial e depois conseguir redistribuir as propriedades e sair ganhando nisso tudo. Porque a gente sabe que tanto o bilionário pessoa física quanto as corporações multimilionárias, que eles conseguem fazer coisas que uma pessoa normal, uma empresa normal não conseguiriam.
certas isenções. Então, eu não deixo de ficar pensando e refletindo se não vai ter algum jeito que eles vão dar de tipo, é uma dívida, essa dívida não vai ser paga e as propriedades vão parar onde eles querem futuramente. Eu não estou falando que isso vai acontecer, mas daqui a pouco é uma possibilidade. Em relação às propriedades que foram adquiridas aí, eu não consigo entrar em detalhe porque não é a minha área de expertise, não. Edu, você fala da própria Warner, a gente já foi crítico até,
que eles trabalham e tal, mas é um Harry Potter indo para a mão de outra empresa, entendeu? Tipo, eu, que nem falei, me preocupo com a HBO. A HBO nasce nos anos 80, 90, principalmente nos Estados Unidos, quando começa a TV a cabo, como uma alternativa à censura e muitas coisas do tipo. Literalmente, HBO é home box office, né? É bilheteria em casa. E eu já estava preocupado em relação à Netflix, porque a Netflix tem essa pegada de segunda tela,
E eu estava um pouco preocupado. Inclusive, eu vi um número que eu acho que o próprio Ted Sarandos, o CEO, falou, né? Que 80% dos assinantes da HBO Max também tinham contas na Netflix. Que também a Netflix passou de 325 milhões de assinantes no mundo, que é coisa pra caramba, né? Então, os povos que ficam reclamando de dinheiro, assim, ah, a gente não pode investir nisso. Fazer a terceira temporada de Mindhunter, a Netflix não quer fazer, que é a melhor coisa que eles fizeram em toda a história dessa empresa, enfim.
E esses conglomerados que você falou, a gente, inclusive, acabou de perguntar para o Raasha, né?
já sendo comprada. Então, são em todas as indústrias. E a gente fala disso. É uma aglomeração de poder. Ponto, né? A Paramount antes tinha investido no UFC e várias outras corporações assim. Então, eu sinto que a gente sai perdendo. Sai perdendo bastante. Eu não sei o jogo final delas. Vão deixar os acionistas felizes e só. E que nem você mesmo falou, bem, dos CEOs. Eu fico um pouco preocupado, cara, com as motivações referente ao David Ellers, que é o CEO da própria Paramount.
Eu sei que o pessoal adora quando fala um pouquinho de política aqui, mas ele está na cama com o Donald Trump, com certeza. Então, assim, que foi o Trump mesmo já. Então, isso aqui não é nem necessariamente sobre política, mas já foi muito crítico à CNN no Twitter lá. Então, existem umas questões aí que me deixam bem preocupados. Muito além de perda de qualidade em conteúdo, fusão de aplicativo. Eles falaram que não vão consolidar as marcas, mas vão ter um app para os dois. Para mim, isso é consolidar.
É, não é, tipo... Sabe o que isso me lembra? Vocês moraram aqui no Canadá, talvez vocês se lembrem da Future Shop, que era uma empresa tipo o Best Buy. Aí, o Best Buy comprou o Future Shop e tinha Future Shop e Best Buy. Não passou muito tempo, não tem mais Future Shop, só tem Best Buy. Então, assim, a gente sabe o que vai acontecer, né? Eles vão apagando os nomes das marcas, sabe? Tipo, no máximo vai ter uma aba lá, HBO.
muito além dessa questão do conteúdo que já me gera uma decepção, cara. Eu não sei se a Netflix de fato estava querendo comprar a Warner e estava esperando outra, sei lá, uma Paramount aparecer, tanto que vendeu por quase 30 bilhões a mais, né? Que nem a gente falou, é uma oferta irracional que chamaram. Eu não sei, cara, eu queria saber do pessoal dos comentários que eles acharam dessa história e o último ponto, não sei se você quer falar ainda mais, Davi, mas que você mesmo disse, cara, parece que o pessoal não se revolta
E beleza, de tudo que existe para se revoltar em 2026 com o planeta, com a terceira guerra mundial iminente aí, não sei se essa é a grande questão, mas como eu já falei também, esse pessoal conta com a apatia nossa, que a gente não vai reclamar, que a gente tem medo de ser chato, que as coisas vão passar, que tem que acreditar na palavra de executivo, que essas compras são pelo bem do consumidor e com certeza não são, mas eu fico um pouco preocupado, sim.
De novo, mais uma vez, a gente gravando aqui o episódio do Debate e coisas novas surgindo e coisas novas surgindo relacionadas a Xbox. Mas antes de falar de Xbox, até pra gente tirar um pouquinho o gosto ruim aí na boca dessa história de empresas conglomerados, bilionários comprando outras empresas e fazendo a vida do consumidor pior, vamos falar de uma empresa que talvez esteja fazendo a vida do consumidor melhor, né? Eu acho que sim, né?
Pelo menos a gente espera. Estamos falando de Nintendo. Por quê? Porque a Nintendo anunciou que vai reduzir os preços das suas assinaturas anuais do Nintendo Switch Online
Brasil a partir agora de 1º de abril. O plano individual vai passar de R$120 para R$109 por ano. O plano anual Switch Online mais o pacote adicional, que é como se fosse um extra, de R$299 vai para R$279. E o plano família também diminui de R$469 para R$439. Segundo a Nintendo, essa mudança aí é um ajuste regional para facilitar o acesso de brasileiros ao novo serviço. Mas infelizmente, como não dá para a gente ficar só com a parte positiva,
da coisa, né? O que muita gente queria, junto com esse anúncio de redução de preço dos serviços online, que seria o quê? A redução de preço dos jogos. Isso a Nintendo ainda não anunciou. Quem sabe no futuro? Edu, será que a gente pode sonhar com jogos first party, jogos da Nintendo, custando um pouquinho menos no futuro próximo, já que pelo menos os serviços online agora estão custando menos no Brasil? Cara, dá pra sonhar. Tenho certeza, acho que não dá pra ter, mas sonhar dá sim, já que eles fizeram
eram algo que é difícil a gente ver as marcas fazerem, né? Normalmente, quando as marcas têm oportunidade de subir preço, elas sobem, e quando elas têm oportunidade de descer, de reduzir preço, elas não reduzem. Então, dado o fato de que a Nintendo reduziu o preço das assinaturas online, eu imagino que seja possível que eles reduzam o preço dos games também. Eu tô muito curioso, e a gente nunca vai saber a resposta, mas eu tô muito curioso pra saber se essa redução de preço tem um Q de orçamento de marketing, ou é uma simples redução,
de custo que eles tiveram, que eles puderam repassar para o consumidor. Enfim, independentemente do que acontecer, deixar de acontecer, é uma boa notícia que eu acho que toda redução de preço é positiva. O brasileiro já tem um poder de compra horroroso, infelizmente. Então, quanto mais ele puder fazer o dinheiro dele render, melhor. Eu fico muito feliz com a notícia. Eu fico curioso se tem a ver com a queda do dólar. Eu acho que teve uma queda de 8% a 10% no último ano referente ao real.
a gente realmente está se esforçando para trazer boas notícias aqui, que nem sempre é possível, porque também os preços da Nintendo já eram muito altos, né? Muito alto, muito alto. Sim, então, eu tirei poeira do meu Switch 2 e falei, vou comprar um joguinho aqui. Aí eu falei, pô, Mario Tennis Fever, legal. Mas estava R$400,00, cara. Aí eu falei, hum, eu não sou pão duro, mas eu falei, pô, será que eu quero jogar Mario Tennis? Aí eu fui ver coisa de Mario Tennis no YouTube e tal, não me deu aquele tesão. Aí eu fui,
e comprei Red Dead 2 por R$78,00 no PS5, e eu acho que eu vou jogar depois de ter zerado o GTA V, e eu acho que eu vou zerar o GTA V, Red Dead 2 de novo, para ver também a evolução das mecânicas da Rockstar, enfim. Mas, cara, eu gostaria que fosse mais do que R$20,00, mas que nem o Edu falou, e você também. Abaixou, abaixou, né? A gente tem que ser um pouco grato, não tem muito o que falar sobre isso. Mas talvez até você quiser comentar, Davi, mas assim, qual que é o status justamente do Nintendo Switch 2,
até agora, assim, sabe? Como que você, Edu, principalmente, enxerga esse momento, assim, tem quanto tempo que já lançou? Tem um tempo, né? Vai dar quase um ano. Tem quase um ano já, né? Então, por isso. Cara, o Pocopia que saiu agora, o Pokémon Pocopia, super bem recebido. Eu joguei meia horinha pra fazer início de gameplay. Achei o jogo bem charmoso, bem cativante. A minha filha, eu deixei ela jogar, porque ela gosta de Pokémon, ela tava jogando bastante Pokémon Let's Go. Falei, filha, saiu um novo jogo do Pokémon. Deixei ela
jogando, cara, ela tá amando o jogo, assim. Então, assim, o jogo me conquistou e conquistou a minha filha também. Eu acho que o potencial é enorme. E teve o Mario Tennis Fever, que nem você falou, recentemente também, Vanep. Mas eu sinto que podia ter mais lançamento, o Switch 2. Não é um console que eu tenho usado muito. A minha filha tem usado mais do que eu, o Switch 2. Eu também, eu tenho usado bem menos o meu Switch 2 do que eu achava que eu ia usar.
Tenho jogado mais, inclusive, no PC e no meu Playstation. Já já a gente fala de Playstation, inclusive. Mas, assim, eu não sei
eu tô necessariamente insatisfeito com o meu Switch 2. Eu acho que não chegaram ainda jogos que me agradaram tanto quanto os jogos anteriores que quando saiu no primeiro Switch, né? Quando a gente teve a janela de abertura do primeiro Switch e de lançamentos, o que saiu ali me agradou mais. Como, por exemplo, o próprio novo Zelda, né? Que tava lá junto com o Nintendo Switch 1 quando ele foi lançado. Eu acho que a gente não teve ainda, pelo menos pra mim, esse título.
Não foi o Donkey Kong Bananza, não foi o Metroid 4, não foi o Mario Fever e nem foi agora o
Pokémon Pocopia. Pode ser, inclusive, que seja esse próximo Pokémon que também foi anunciado agora, né? O Pokémon Ventos e Ondas, que aparentemente vai ser aí uma tentativa da Pokémon Company de trazer realmente Pokémon pra aquilo que os fãs estavam buscando, mundo aberto pra valer, gráficos pelo menos aceitáveis, né? Uma dinâmica de combate parecida com o que a gente viu recentemente em Pokémon Legends e tudo mais. Então, assim, eu tô ansioso por esse novo Pokémon, assim como eu também tô ansioso por Pokémon Pocopia. Eu já joguei o jogo, mas joguei
muito pouquinho, eu joguei coisa de 15 minutinhos assim, antes de começar aqui o episódio do debate. Era super crítico a ideia do Pokémon Pocobre, porque eu achava uma cópia descarada de Minecraft, inclusive tem episódio do debate em que eu menciono isso, né, e tal. Mas pelo que eu vi nas reviews, pelo que eu vi nos criadores de conteúdo que eu acompanho, inclusive o próprio Edu, que eu assisti o vídeo do Edu sobre o game, me chamou muito mais atenção do que eu tinha imaginado.
Então assim, eu não sei até que ponto a Nintendo tá tão mal com relação ao Nintendo Switch 2 quanto ela poderia. Agora, realmente, a métrica de comparação, né, que é o Nintendo Switch 1, obviamente,
é uma parada realmente muito diferente. Eu acho que o Switch 1 trouxe bem mais força no seu lançamento, até pela própria questão da inovação do próprio console, e que hoje o Switch 2 talvez não consiga, até pela própria falta de inovação em relação ao primeiro Switch. Eu não vejo tanta gente elogiando o tamanho da tela, eu não vejo tanta gente elogiando a função de mouse do Switch 2. Então, meio que é aquela coisa um pouco mais fria, um pouco menos empolgante.
Não sei se vocês concordam comigo. Você concorda, Vandepe? Não, eu esqueci o negócio do mouse, que era o mouse, que eu me lembro quando a gente cobriu,
aqui, né, a gente cobriu, ah, Switch 2, o Edu, né, teve lançamento em Nova York e o negócio do Mahouse era, tipo, mó gancho, assim. Mas é, não deu em nada, né? Não deu em nada, não sei se as pessoas jogam, inclusive se alguém nos comentários jogarem, eu acho que faz sentido vocês comentarem. Também teve uma notícia que você mencionou, Davi, referente a Playstation, que anunciou que não vai lançar mais os jogos first party no PC.
O que você achou disso, Edu? Cara, não me surpreende, eu tava vendo alguns números e as vendas dos portes de PC, dos exclusivos
de Playstation baixas em relação às vendas de Playstation, às vendas dos jogos no Playstation. E os portes pra PC de jogos de Playstation frequentemente com bastante problema, né? Então os games saiam rodando mal, gerava crítica. Se não tá funcionando, não tem por que seguir lançando esses games no PC, na minha opinião. O The Last of Us, quando saiu pra PC, cara, pra mim foi emblemático o negócio. Eu botei o jogo pra rodar,
O meu computador desligou? Ele não ligou mais? Eu juro, eu tive que levar o computador na garantia. Os caras tiveram que... Eu não estou brincando. Então, assim, pode ter sido coincidência que foi quando eu botei o Dallas Overs para rodar, mas se não está sendo negócio para eles, eu acho de boa eles não lançarem mais. Importante, inclusive, embasar tudo o que o Edu falou agora com alguns fatos a título de contexto. Um dos portes que mais, que melhor performou no PC vindo de um exclusivo de PlayStation foi o jogo do Homem-Aranha, o Homem-Aranha 2.
que vendeu 700 mil unidades na Steam. E só para você ter ideia da métrica de comparação do que o Edu está falando, como realmente é relevante, esse mesmo jogo vendeu 16 milhões de unidades no PlayStation 5. Então, assim, a gente sai de 16 milhões de unidades para 700 mil unidades no PC. 700 mil unidades não é pouca coisa, tá? É bastante coisa. É quase um milhão de jogos vendidos de um título que não saiu no mesmo dia nas duas plataformas, no PC e no PlayStation, né?
Sony fala quando ela tentou justificar o porquê que ela fez isso, de que realmente não tem sido tão vantajoso pra Sony abrir o seu ecossistema de games no PC. Além disso, ainda tem essa questão que a gente já vai comentar um pouquinho mais, que Xbox acabou de trazer novidade quando a gente tava gravando, de que o próximo Xbox já vem sendo discutido, debatido, apresentado pela própria Microsoft como sendo um console híbrido que vai tanto rodar jogos de Xbox, quanto vai rodar
jogos de PC. Então, assim, eu já vi muita gente, inclusive, brincando nas redes sociais de que, ah, agora eu vou jogar jogos exclusivos de Playstation no meu próximo Xbox. E eu não acredito, assim, sinceramente, eu não acho que esse meme não chegou lá na sede de Playstation. É óbvio que Playstation não tomou essa decisão de tirar os seus exclusivos single player de PC por conta disso, mas eu acredito que é uma guinada estratégica interessante pra marca Playstation não correr
risco de ter os seus jogos sendo jogados no console da concorrência e que pode deixar de gerar interesse no console principal da marca, né? Até porque o Playstation 5, ele chegou em meses recentes a vender até mais que o Nintendo Switch 2, que é o console mais recente, né? O console mais novo em comparação com Xbox, Playstation e Nintendo. Então, assim, a galinha dos ovos de ouro de Playstation continua sendo o PS5 e a estratégia de lançar jogos no PC não tem dado tanto resultado assim. Então, juntando uma coisa com a outra e com uma concorrente que
daqui a pouco, quem sabe, vai estar doidinha para rodar os teus exclusivos no console dela, para mim, eu acho que faz todo sentido a PlayStation estar tomando essa decisão. Apesar de que essa decisão, querendo ou não, é uma decisão um tanto quanto contra o consumidor, né? Porque muita gente fã de jogos de PlayStation não vai estar podendo jogar esses títulos single player no PC mais. Uma coisa que eu queria deixar bem claro só é que eu compreendo a decisão deles.
Eu não estou falando que, nossa, que bom que menos gente vai poder jogar jogos de PlayStation. Não é isso que eu estou falando. Eu gosto da questão de acessibilidade.
ao mesmo tempo eu entendo a decisão da marca e eu acho que talvez jogo de Playstation sair no PC diluía o valor da marca. Eu entendo a decisão. Não significa que eu estou comemorando. Eu acho que quanto mais gente pudesse jogar jogo de Playstation, melhor. Van Depp, eu sei que você tem coisa para acrescentar. Eu tinha notado mesmo que é uma valorização do hardware da marca, mas perde na acessibilidade. E também questiono se não é uma resposta ao caos do Xbox. E para deixar claro, por exemplo, Death Stranding 2 ainda vai sair no PC.
não vai. E também tinha analisado as vendas do PC, se valiam a pena, que o próprio Edu também comentou que não. Engraçado, porque muita gente, toda vez que a gente comenta, pô, o console é mais prático, o pessoal do PC aqui ficava bravo, assim, não, porque dá pra montar o PC na sala, dá pra... Eu falei que eu não gostava muito mais de jogar do PC, que eu trabalho muito e queria mudar o ambiente, mas tudo bem. E também, referente à notícia que o PS6 vai demorar, né? Então, eu acho que talvez, Edu, o teu amigo
desnecessário, desrespeitoso, o PS5 Pro vai ter um papel maior, né, a partir de agora. Você acha ou não? E também a questão do controle de qualidade. Teve muita gente que criticava quando ia pro PC e também, né, você tinha que esperar um ano pra jogar e tal, mas você acha que o PS5 Pro vai ter um papel maior antes da gente finalizar com a notícia de Xbox? Não, eu acho que não. Eu acho que o PS5 base segue sendo a primeira opção das pessoas. O PS5 Pro, ele é desnecessário e eu não acho que
vai deixar de ser desnecessário. Que nem a galera fala, é o plus a mais. Ele é um toquinho especial, sabe? Tipo, beleza. Ele tem um desempenho melhor. Em certos jogos o desempenho pouco notável, em alguns é mais notável. Mas, cara, o jogo é o mesmo. Ele continua sendo desnecessário, continua sendo um luxo. O anúncio dele continua sendo desrespeitoso. Eu não vou entrar em detalhe de novo de explicar de onde vem a minha frase. Quem quiser ver o vídeo que está disponível ainda. Mas não,
cara, se eu fosse recomendar alguém comprar um console, eu falaria Playstation 5 base. Não precisa ir de Playstation 5 Pro, não. E, Davi, que notícia que saiu agora em relação a Xbox? Juro que a gente tava gravando aqui e saiu. O que foi? Gente, a gente jura que não é combinado. A gente jura que a gente não tem um insider na Microsoft que vaza as informações só quando a gente tá gravando. Mas sim, o futuro de Xbox ganhou um novo nome, né? Sai Project Magnus e entra Project Helix agora. Inclusive, da boca
a própria CEO, da nova CEO, da Asha Sharma, diz que o Project Helix é o próximo capítulo de Xbox e vai ser um console que liderará em desempenho e que vai rodar os seus jogos de PC e de Xbox também. Então assim, já temos nome aí pelo menos para o projeto do próximo Xbox, mas me chama muita atenção essa necessidade de chamar de Projeto Helix e não de chamar de Projeto Magnus, que era o que muita gente estava apelidando internamente e externamente,
segundo informações estavam vazando, esse próximo Xbox. Vocês acreditam que Microsoft mudou o plano com relação ao seu próximo console? Será que a gente não vai ter mais, por exemplo, o portátil? Será que o foco agora vai ser apenas um console de mesa megapotente que roda tanto Xbox quanto jogos de PC? O que vocês acham aí com essa novidade do Project Release? O Edu primeiro, depois o Van Depp? Então, eles falando que eles vão rodar jogos de PC e Xbox, fica o meu questionamento. Jogos de Xbox mesmo ou jogos
da loja de Xbox no PC. Porque o Xbox, o ROG Allie X, enfim, o portátil de Xbox não roda jogo de Xbox, né? Ele roda jogo de PC, que tá na loja de PC do Xbox. Então fica essa questão em relação ao console. Adoraria saber sobre retrocompatibilidade. Agora eu acho que portátil, eu acho que um Xbox portátil continua sendo bem-vindo, desde que seja um Xbox. Não um PC portátil que não roda jogo de console Xbox. Esse é o meu questionamento. E o timing é horroroso
para lançar um console. A gente falou disso da outra vez, com o preço que os chips dão agora, não faz o menor sentido. Eu acho que faz sentido estudar, mas de fato lançar algo, o timing é muito ruim. Por que esse anúncio agora, Vandep, na tua opinião? Por que não esperar mais tempo para anunciar esse negócio de Project Healers, assim, meio que do nada? Isso que é curioso, eu não sei se já pré a saída da Sarah Bond, Phil Spencer, isso já estava sendo determinado, ou justamente algo conversado com a Shasharma, ou será que nessas duas
semanas eles pensaram nessa guinada. Será que é uma resposta justamente a Sony e a Playstation avisando, não, a gente não vai ter jogo no PC, porque o pouco que a gente viu do anúncio é focado na melhor performance de Xbox e jogo de PC. Então, eu acho que eles estão cravando no mercado. Olha, a gente aqui sim vai lançar nossos jogos no PC, estão sinalizando para um público que é relativamente grande, mas eu acho curioso. Eu acho curioso, inclusive, ver o que vai sair, o que vai vazar. O nosso Jason Schreier,
já devem estar caçando informação. Então, quando sair o episódio, talvez já tenham mais informações. Vocês podem comentar, pessoal do chat e dos comentários, deixar aí. Mas curioso, vai ser curioso acompanhar isso, cara. De fato, é uma mudança grande, assim. Não necessariamente na estratégia, mas eu acho que eles não queriam fazer o anúncio da Asha Sharma e ficar quieto no mercado por um tempo. Eu acho que, em parte, a resposta ao anúncio do PlayStation, talvez o timing seja. Mas vamos ver, cara. Curioso.
curioso as duas grandes plataformas diferenciando tanto, e que nem a gente falou, a Nintendo mais quietinha, entre aspas, no canto deles, tendo um relativo sucesso com o Switch 2. Você quer comentar, David? Não, eu acho que, meu ponto é apenas aquele que eu já comentei antes, eu acho que o legado de Phil Spencer, aparentemente, continua vivo. Microsoft podia não ter falado nada, ter esperado um pouquinho mais, né, quem sabe, daqui, pelo menos a notícia esfriar, o corpo esfriar, digamos assim, mas não, tá lá, acha charma, tá lá, conta oficial, já trazendo novidade,
Bartando aquela máquina do hype, aquela máquina da expectativa, fazendo um monte de fã de Xbox, achar que agora vai, que a Xbox voltou e tal, pra quem sabe daqui a pouco, nova decepção. E eu não tô falando que isso vai acontecer e eu nem tô torcendo pra que isso aconteça, muito pelo contrário. Eu realmente desejo muito sucesso pra Xbox. Eu queria muito que a marca continuasse competitiva, se mantivesse competitiva, até pra bater de frente com o Playstation, com o Nintendo, pra gente ver, quem sabe aí, uma redução cada vez maior de preços, pra que a gente vê, quem sabe, Playstation ressignificando,
ou pelo menos repensando essa estratégia de se fechar demais, quem sabe começar a abrir, até porque Xbox vai querer abrir também e tal. Então, eu acho que esse não era o momento. E novamente, eu tô dando uma olhada aqui nas redes sociais, já que essa notícia acabou de rodar aqui enquanto a gente tá gravando, e eu não tô vendo ninguém nas redes sociais comemorando. Ou é a galera falando assim, aquele meme do CJ, here we go again, é a galera se perguntando por que isso agora?
Por que? Qual o motivo? Da onde? O pessoal achando que foi vazamento, mas não foi a conta oficial de Xbox, saiu com a notícia. Então assim, será que não dá pra esperar
um pouquinho mais? Será que o Phil Spencer ainda tem tanta influência assim em Xbox de, em vez de ficar calado, ele continuou falando, falando, falando pra se complicar ainda mais? Eu não sei, eu não queria estar tão pessimista a respeito desse assunto, mas realmente é porque é algo que, pra mim, que estudo marketing, estudo comunicação, não faz muito sentido agora. Espero estar errado, mas só o futuro dirá, né? Bom, gente, finalizando mais um episódio aqui, agradecer, claro, a participação no Riacho, foi muito legal, confiram o canal dele, as lives dele também, ele não faz lives de FPS, ele faz de todo tipo de jogo,
conferida tanto no YouTube quanto a Twitch. Ele veio aqui já no passado discutir sobre multi-stream. A gente acabou entrando nisso. E claro, o pessoal do Enjoei. O Enjoei vai ficar com a gente esse mês aqui. A gente vai fazer uns testes, que nem o David tem um teaser. Então, se vocês puderem dar uma conferida na página, usar o cupom, vocês vão nos ajudar bastante. E também, se inscrevam lá, por favor. Dá um likezinho, comenta.
E tem aquele hype. Quando você está nos comentários, tem hype. Dá aquela hypada na gente, que ajuda a gente. A gente está bem satisfeito com os resultados. Mas a gente quer continuar
vindo aqui toda segunda-feira acompanhar vocês no almoço, na louça, na academia, no metrô, no banho. No trono. No trono. Eu já ouvi nós no trono, é estranho. E no bem bom, a gente já falou. Desculpa, vou finalizar o episódio. Especialmente no bem bom. Tem que ter algum bem bom já que o mundo não está ajudando. Vamos lá, faça amor. Obrigado, gente. Até semana que vem. Tchau.