Episódios de DeByte

Ep. 116 - Monark Responde Edu, Cellbit Nega Doações, Spotify Faz 20 Anos & Mais!

18 de maio de 202651min
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BRKsEDU, VanDep e Davi discutem o que o Monark falou sobre o Edu no podcast Inteligência Ltda., a polêmica envolvendo o Cellbit na Twitch, o aniversário de 20 anos do Spotify e nossos gostos musicais, GTA 6, monetização de conteúdo e muito mais!

Contato comercial: debyte@vandep.ag

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Participantes:

BRKsEDU:

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Bruno De Paula - VanDep:

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Davi Rocha:

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Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @BlackBiird0

Assuntos5
  • Retorno de Monark e Nova FaseMonark · Edu BRKsEDU · podcast Inteligência Limitada · visão liberal e liberdade de expressão · visão de mundo diferente · postura atual · corporativismo · Big Techs · PlayStation 5 Pro · autenticidade e confiança · vitimismo · Constituição Americana · descredibilizar urnas · fake news em ano de eleição
  • Cellbit nega doaçõesCellbit · Twitch · doações · troca · sub (inscrição) · poluição visual e sonora · patrocínio rápido · fontes de renda · monetização · Super Chat
  • Monetização e patrocínios do Domcriação de conteúdo · monetização · lives no YouTube · Super Chat · Clube de Canais · publicidade · parceria com marcas · agenciamento · expectativa do público · Charlie White (Moist Critical) · monetização nos EUA
  • Música e Gostos PessoaisSpotify · aniversário de 20 anos · gostos musicais · Kings of Convenience · Marisa Monte · música de games · The Black Mages · Kendrick Lamar · hip hop · Atarashigaku · Sasaki · Angra · Steve Morgan
  • GTA 6 Pré-Venda e TrailerGTA 6 · pré-venda · trailer · rumores · Tom Henderson
Transcrição133 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Nesse episódio, vamos falar da repercussão da entrevista do Monark no podcast do Vilela, com Inteligência Limitada, o Monark falou de mim. Eu vou rebater. Não, eu tô zoando, mas a gente vai falar do que rolou. Vamos falar também da polêmica envolvendo a decisão do Selbit de proibir doações pra ele na Twitch, nas lives dele. Vamos falar aí também, pra não deixar passar, de GTA 6, Spotify e talvez mais algumas coisas.

Vamos começar agradecendo o Kabum, que agora é parceiro do The Byte. Durante o mês de maio está rolando promoção Mega Maio lá no Kabum. São descontos de até 60%. Está rolando parcelamento em até 10 vezes sem juros. São milhares de cupons espalhados pelo app e pelo site do Kabum. Esse Mega Maio, essa promoção, está rolando por causa do aniversário do Kabum. São promoções estilo Black Friday. Muito desconto.

Vale a pena aproveitar por causa da Copa do Mundo. Estão rolando promoções com TVs, projetores, laptops e por aí vai. O nosso cupom de desconto no Kabum é DEBYTE5. Tem QR Code na tela, link na descrição. Vamos nessa.

Fala pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Vamos logo aqui atacar o assunto principal desse episódio, no começo aqui, que é Monarque. Mais especificamente, do que o Monarque fez semana passada. O Monarque participou do podcast Inteligência Limitada, o podcast do Vilela. Falou sobre vários assuntos, falou sobre o cancelamento dele, críticas à mídia, várias teorias da conspiração que a gente vai comentar um pouquinho daqui a pouco. E falou também desse que está aqui embaixo, senhor Eduardo Benvenuti.

e sobre a sua fala a respeito dele próprio, Monarque, né? Então eu já queria começar a partir daí. O que é que vocês acharam dessa fala do Monarque em relação ao Edu e da postura dele como um todo no podcast aí do Vilela? Você, Edu, primeiro, depois o Van Depp. Eu não assisti o episódio completo ali, eu vi alguns cortes e li algumas coisas em que pegaram aspas do que ele falou. E assim, o Monarque é um cara que eu conheço há muito tempo.

porque eu comecei no YouTube no fim de 2010, pra ser mais exato, em 5 de novembro de 2010, e ou no finzinho de 2010 ou no início de 2011, eu conheci pessoalmente o Monarque porque coincidiu de que a gente morava muito perto em São Paulo na época, tá? Lá no começo ele foi uma pessoa que... Ele era...

brilhante em compreender o YouTube e ele, a troco de nada, sempre me deu muita dica de como começar lá atrás no YouTube. Em função disso, eu tenho uma gratidão pelo que ele fez por mim, tá? E isso não significa que eu estou de acordo com falas atuais dele e eu acho que ele tomou um rumo de vida muito diferente do meu, mas isso não apaga as coisas que nós vivemos juntos, sabe?

Isso não apaga tudo que aconteceu, sabe? Os anos de amizade que eu tive com ele, as conquistas que a gente teve juntos. Mas enfim, cara, eu não concordo com a postura atual dele. E eu acho que é tranquilo eu falar isso. Eu não acho que é ofensivo.

Eu não entendi porque ele ficou chateado comigo, porque eu acho que eu até dou razão a muita coisa que ele falou na questão de merecer um perdão, uma segunda chance. Eu acho que muita gente erroneamente diz que o grande erro dele lá, do Monarque Day, no Flow, foi apologia ao que ele disse. E eu acho que não. A minha interpretação é que ele tem uma visão tão liberal, tão de liberdade de expressão, que ele é tolerante com os intolerantes, que ele é um processo que não deve.

acontecer. A questão é que eu acho que ele parte muito pra um extremismo, que é uma visão muito americana e eu não concordo com a postura dos Estados Unidos em relação a tanta liberdade que eles buscam dar pra sua população. Mas, enfim, nisso tudo, nesse assunto maluco que eu não sei nem por onde atacar, eu tô em paz com essa situação. A minha intenção não foi, assim, deixar ele chateado de forma alguma. E eu concordo com...

as pessoas merecerem uma segunda opinião. E, novamente, eu vou frisar, desde que haja, junto dessa segunda chance, uma mudança de comportamento, uma mudança e um arrependimento em relação ao erro que foi cometido. Cara, vamos deixar bem claro. O que ele falou do Edu também no programa foi que o Edu é corporativista e que estava jogando ele para debaixo do carro das Big Techs.

E assim, cara, eu acho que o Monark não deve ter visto talvez o episódio inteiro, não deve acompanhar aqui e tudo bem. Mas assim, falar que em 2026 o Edu tem rabo preso com alguém, eu acho isso bem errado, tá? Ele fala mal da Warner pra caramba, fala mal da Ubisoft, a gente fala mal da Microsoft, de todas essas empresas gigantes, a gente fala mal da Twitch, a gente fala mal de todas as empresas.

Se precisa falar mal. Eu vou fazer uma observação aqui. Até hoje, eu leio direto em comentários de vídeo meu o lance do PlayStation 5, o PlayStation 5 Pro. O desnecessário e o desrespeitoso. Até hoje, isso incomodou muita gente. Muita gente. Mas assim, o que eu mais tenho é a confiança e a autenticidade, né? Eu tenho a confiança do público que me acompanha, não de todos. Se eu não tenho a confiança de alguém, essa pessoa não me acompanha.

e eu tenho que ter autenticidade, né? Esses são os pilares do meu trabalho. Se eu perder a minha autenticidade, se eu perder a confiança das pessoas, meu trabalho não vale nada. E eu acho que eu conquisto essa autenticidade, a confiança, através de expressar as minhas opiniões.

E é óbvio que eu vou errar no processo, mas eu faço o possível para não errar. E quando eu erro, eu acho que eu tenho que admitir o erro, pedir perdão e seguir em frente. E eu acho que é justamente porque eu elogio o que eu acho que tem que ser elogiado e eu critico duramente o que eu acho que deve ser criticado, que eu tenho a confiança das pessoas e das marcas também. Porque eu fiz um vídeo falando que o PlayStation 5 Pro, ele é desrespeitoso, ele é desnecessário. Esses dias a gente fez publi de Saros, que é um jogo de PlayStation.

Não é? Eu já critiquei duramente Sonic, jogo específico Sonic Superstars, duramente esse é um jogo da Sega, e esse ano a gente fez publi de Yakuza, que é publicado pela Sega. Então, quando você critica o que deve ser criticado na sua opinião e isso é de forma autêntica, as marcas não vão achar ruim. Elas acham ruim quando você bate de graça, quando não tem motivo pra bater ou quando você bate pra ganhar visualização. Visualização foi ótimo, né?

quando você bate para ganhar visualização. As marcas percebem isso. Mas se você está fazendo isso de maneira justa, cara, eles vão valorizar o teu trabalho mais ainda, porque eles sabem que quando você elogia é de verdade, não é para simplesmente fazer média. E aí, voltando um pouco do meu lado, né? Tipo, a gente falou, acho que talvez um consenso, talvez ok que ele possa ter uma segunda chance. Até teve muita gente que discordou de mim, da gente.

Teve gente que falou que, ah, não, eu não sou de esquerda, de verdade, algo assim. E aí, tudo bem, assim, eu só analiso caso a caso, sabe?

Minha opinião sobre isso eu acho que é meio fluida, como muitas coisas. Eu só fui com o meu instinto. Eu acho que talvez eu tive um distanciamento da situação. Tinha tempo que eu não via nada do Monar. E alguém que eu conheço também pessoalmente, você acaba humanizando um pouco mais, sabe? Mas falando sobre a participação em si, eu achei um pouco...

E eu queria saber o que vocês acham, o pessoal dos comentários, né? Inclusive das pessoas que discordaram de mim. Que o Monark estava um pouco vitimista, né? Então teve gente que falou, não, Monark, você está errado porque... É, então. Não, mas é. E quem discordou de mim nos comentários citou justamente esse vitimismo, sabe?

E assim, ele usa, que nem o Edu falou, como base a Constituição Americana, sabe? Tipo, o quanto essas coisas têm sido pensadas, né, do Monarque no que ele fala, qual que é o nível de profundidade. Eu acho que ele pensa bastante sobre essas coisas, de verdade. Ele deve estar, ele não tá fazendo tanta coisa, ele deve ficar, não, porque minhas ideias são isso, são isso. Mas qual que é a resposta que ele chega, sabe? Não sei, ele atacar o Edu dessa forma, eu achei, né, e pode falar que puxa saco, não sei, mas o Edu é uma pessoa que é amiga minha há muito tempo e eu conheço ele muito bem.

Mas eu achei que foi totalmente desnecessário, tá? E ainda tenho mais o que falar e já passo pro Davi, mas assim, eu não falei, inclusive, da vida pessoal dele, né? A gente falou dele estar bebendo no programa, de estar fumando. Não é sobre moralidade, ele pode fazer o que ele quiser na vida pessoal. Eu ia até falar que sim, eu vou deixar quieto sobre mim, mas quem me conhece sabe também, sabe? Só que aparentemente esse descuido que ele teve de ficar bebendo e fumando muito no programa...

programa teve as consequências negativas pra ele, que nem a gente mencionou também do Steff, né? E só pra finalizar essa parte, a gente falou que ele mencionou o partido nazista, e esse foi o problema, e teve gente que lembrou que foi mais a questão das urnas, né? Que ele descredibilizou as urnas num ano de eleição, sem base nenhuma.

E esse foi, eu acho que os problemas legais de fato dele começaram mais aí do que o cancelamento inicial, né? E isso eu acho realmente que, cara, criar fake news no ano de eleição do jeito que o Brasil é polarizado eu acho que é totalmente desnecessário. Mas, Davi, eu vou passar a bola pra você. O que você achou disso, cara?

Eu vou falar um pouco do que eu já comentei no episódio passado a respeito desse movimento das empresas que deram plataforma para o Monark e depois tiraram plataforma. Ele até recuperou a conta dele no X e, curiosamente, ele ter perdido a conta dele logo no X, né? Do Elon Musk e tal, e depois recuperou, né? Beleza. Mas, assim, é muito aquilo que eu falei no episódio passado de, tipo assim, cara...

as marcas estão medindo o risco. As marcas donas dessas plataformas estão medindo o risco e estão avaliando também o efeito de a presença de um cara como o Monark em ano de eleição em relação aos anunciantes que obviamente sustentam essas plataformas. O YouTube sobrevive de anúncio, X ou Twitter sobrevive de anúncio, Instagram sobrevive de anúncio. E ter uma pessoa como o Monark, como ele mesmo inclusive se posicionou no podcast do Vilela, como sendo uma pessoa de opiniões bombásticas, segundo ele, é um risco enorme.

E mais ainda agora, nesse processo que a gente tá percebendo que o Monark tá trazendo, de que na real ele não tá arrependido de nada, inclusive ele mesmo trouxe no episódio que foi um erro estratégico dele ter se arrependido, né? Então assim, talvez até quando ele mencionou que ele tava arrependido, talvez ele não tava tanto porque aquilo foi uma decisão estratégica, mas obviamente que eu tô aqui fazendo conjecturas a respeito disso, não sei de fato.

Mas a questão é, ele se arrependeu de ter se arrependido, se arrependeu de ter pedido desculpa, e agora, apesar de estar entrando com uma nova roupagem, pelo menos no naming, né, Bruno Ayubi Show, o podcast que ele ainda está tentando trazer agora no próprio site dele e tudo mais e tal, pelo visto...

vai ser a mesma proposta de sempre. Ele, do jeito dele, conversando com as pessoas e vamos ver no que dá. E eu acho que a gente já conseguiu ver uma provinha disso nesse podcast dele com o Vilela. Onde, beleza, conversou-se um pouco sobre a situação dele, Monarque, mas conversou-se muito sobre teoria da conspiração.

conversou-se muito sobre um monte de questões de desinformação, um monte de fake news, que aqui eu não vou ficar listando, mas quem assistiu o episódio sabe do que eu tô falando, um monte de inverdades e de imprecisões que, de certo modo, eu achava que, depois de tudo que passou, o monarque já teria percebido o erro que ele fez, que ele cometeu ter, obviamente, chegado nesse ponto. Então, assim, era o mesmo monarque de sempre. Então, cara, eu não me surpreendo...

de novo, novamente, do YouTube ainda tá continuando com o banimento dele da plataforma, até porque ele foi contra os termos de uso, mas também não me surpreendo do Instagram manter ele banido, se é que vai manter, porque ele tá tentando atrás, tá recorrendo e tudo mais e tal.

Mas assim, eu achei lamentável. Eu posso continuar falando um pouquinho mais a respeito do que eu achei do Monark nesse episódio, mas eu queria também dar a palavra pra vocês pra vocês poderem comentar sobre a performance dele no programa como um todo, né? Não só falando do Edu. Sobre isso, eu vou até fazer uma pergunta pra vocês, o Edu pode responder. Cara, será que ele é um bom comunicador? Porque o meu instinto é falar que sim.

Porque ele é um cara que teve um sucesso enorme no começo do YouTube de games. Enorme, onde todo mundo, onde... E eu comecei lá, o Edu começou falando no final de 2010, eu comecei no começo de 2011 também.

E você vê o sucesso que ele tinha, que o Venom tinha, que o próprio Edu, né? Eu ver o canal do Edu com 22 mil inscritos, eu nunca vou esquecer, porque aquilo me deu esperança, sabe? Então, quem ouvia fazendo sucesso nesse começo, cara, tem muito mérito. E eu acho que, eu me lembro um pouco dos vídeos dele, e ele falando com uma entonação interessante, e também teve sucesso num podcast.

Mas ele é bom comunicador, assim, ele consegue expressar as ideias dele com propriedade, com força, com muito pensadas? Não sei, o que você acha, Edu? Olha, é difícil responder. O que veio na minha cabeça aqui é que talvez a gente precise separar a questão de boa comunicação e carisma.

Que são coisas que costumam andar juntas, mas provavelmente são coisas diferentes. Porque com carisma, mesmo com ideia ruim ou ideia mal transmitida, você talvez consiga a atenção das pessoas. Com certeza o Monark tem carisma. Com certeza, porque com os vídeos de Minecraft dele, ele conquistou muito público.

E ele conseguia também gravar vlogs que mantinham a atenção do público alvo dele na época. E eu sinto que ele conseguiu manter isso com o passar dos anos, pelo menos nos conteúdos dele que eu acompanhei. E eu não acompanho ele há muitos anos. Eu nunca assisti episódios do Flow que ele tava participando. Eu não sei como que foi o conteúdo dele pós Era Games do Monarque, tá? Vi muito pouca coisa. Mas o que eu sinto é que às vezes o carisma, ele não consegue carregar...

a boa comunicação, porque a boa comunicação está atrelada a você estudar a pauta, a você conseguir concatenar ideias. É por isso que hoje em dia, quando eu vou abordar um assunto mais complexo, eu gosto de ou ter anotação, ou deixar as coisas literalmente no teleprompter, pra não esquecer de mencionar nada. E muitas vezes, mesmo com anotação, eu sinto que a minha comunicação não foi tão boa. E eu acho que, com o canal no YouTube que eu tenho, eu devo ter algum carisma. Alguma coisa na minha fala deve agradar as pessoas.

Com certeza.

todo que ele causou.

Esse episódio foi com a Tabata, né? E isso eu lembro, ele tava bem bêbado, eu acho, cara. Ele tava realmente, eu acho que ele tinha metido uma garrafa inteira. E de novo, faz o que você quiser, todo mundo faz o que você quiser na tua vida pessoal. A gente tá analisando até de forma fria uma performance. Então sim, eu não pensei nele com carisma, até porque ele tem essa linguagem corporal meio pra baixo ultimamente, né? Mas sim, se ele faz um vlog e ele prende as pessoas, de alguma forma você quer ver, talvez a próxima coisa que ele quer falar, né?

O que você acha, Davi? O Monark é bom comunicador? Cara, você que é professor? Eu acho que existe um elemento aí no Monark e nos projetos de sucesso do Monark que talvez a gente não esteja ainda contabilizando, que é o elemento do pioneirismo também, sabe? Bom. Eu acho que tanto o exemplo do Monark na época lá do Random Plays e dos vídeos de Minecraft, como na época do Monark com o Flow, para mim são exemplos de dois traços do Monark muito característicos de ser uma pessoa que vê alguma coisa dando certo,

na gringa, em outros cantos, e muito rapidamente consegue trazer isso por trás do próprio nome dele. Principalmente no caso do Flow, que é o projeto dele que eu mais acompanhei de perto. Eu mesmo, ao contrário do Edu, acompanhei poucos vídeos de Minecraft dele, acompanhei muito o Flow. E o Flow é aquela coisa, realmente, apesar do estilo de podcast lá do Joe Rogan estar consolidado na gringa antes do Flow existir, o Flow foi realmente o carro-chefe, foi realmente o primeiro projeto com aquela cara, com aquela pegada.

que o Monarque trouxe junto com o Igor. Então, assim, eu não sei até que ponto esse elemento do pioneirismo, ele ajuda o fato do Monarque talvez não ser tão bom comunicador assim, apesar de eu concordar que sim, ele é um cara carismático. De fato, ele é carismático. Mas eu acho que pelo elemento do pioneirismo, ele consegue compensar, talvez, uma falta de preparo.

uma falta de postura. Quase como se eu dissesse assim, eu acho que quando a indústria, quando o mercado, aquilo que o monarquia trouxe primeiro começa a se profissionalizar, começa a exigir um pouco de qualidade, um pouco de requinte, ele meio que fica de lado, ele meio que sai. Porque a pegada dele talvez não é essa, é trazer primeiro. E depois, quem realmente sabe fazer aquilo ali é que comanda, é que vai, é que cresce, entendeu?

Pô, Edu, não sei se você quer comentar, mas eu achei excelente o ponto do pioneirismo, que tem um mérito, né? Existe um mérito em ser primeiro ou replicar uma fórmula. Tanto o Edu quanto eu também, a gente abriu o canal no YouTube, o Edu num sucesso muito maior e antes também, mas é porque a gente consumiu o mesmo tipo de conteúdo. A gente via vídeos da Machinima, ambos trabalhamos lá depois, tivemos o canal também na Machinima, o Edu que me recrutou na época também.

E assim, a gente via um negócio muito legal, mas era muito genuíno, né Edu? A gente realmente amava muito COD, eu não tinha capítulo.

capacidade de fala nenhuma. E a primeira vez que eu vi um vídeo do Edu e a voz dele não, vai lá no meu primeiro gameplay, deve ter o vídeo aí, você pode ir no meu canal, Mr. Van Depp no YouTube. E aí galera, então? Eu gravei no netbook de 11 polegadas, 512 de RAM da minha mãe, tava com a tela rachada mas eu adorava COD eu tava jogando aquilo obsessivamente vendo os vídeos assim, sem parar, então foi uma expressão criativa inicial e aí

Existe esse mérito, mas que nem você mesmo falou muito bem, Davi, a competitividade fica maior. O maior mérito do Edu não é ter começado lá atrás, é estar aqui ainda, é estar num programa de sucesso, é estar com o canal chegando a uns 10 milhões de inscritos, com boas visualizações, com trabalho que ele se orgulha. E volta ao tema que a gente discutiu.

semana passada, cara, você tem que continuar trabalhando. Você só falar o que você pensa e você não tá realmente se aprofundando nisso, né? O que você precisa? Você precisa fumar um pra se aprofundar? Você precisa ter uma experiência psicodélica? Você precisa de endorfina de exercício? Você precisa amadurecer? E aí eu não tô falando do monarque, qualquer pessoa.

O que você precisa para elevar teu nível de lucidez e de experiência com as coisas para você poder expressá-las de uma forma bonita? Eu, entre os três aqui, sou o pior dos comunicadores, porque um tem um canal de 10 milhões de inscritos e o Davi é professor há 20 anos. Ele parece novo, mas ele é velho também. E eu estou melhorando aqui, mesmo tendo um canal na época e tendo feito podcasts, eu ainda não me expresso da forma que eu quero e que eu faço no meu dia a dia, inclusive aqui.

Mas assim, o pioneirismo te leva até certo ponto. Aí depois você tem que renovar a Fórmula 1.

pouco, né? Você não comentou isso, do que você acha do que o Davi falou. Então, eu acho que o pioneirismo, ele dá uma vantagem que talvez as pessoas do lado de fora não enxerguem, que é a questão de você ter muito tempo pra errar, pra aprender. Porque eu, como um dos primeiros no Brasil em termos de gameplays...

Eu não sabia editar vídeo, eu não sabia gravar, eu não me comunicava bem, principalmente em câmera. Com microfone eu acho que eu até me virava, mas principalmente em câmera. Não sabia fazer captação de áudio. Tive que aprender tudo na marra, sabe? Hoje em dia, quando alguém vai começar no YouTube, a pessoa já precisa saber disso tudo. Precisa saber fazer thumbnail. Então, eu pude aprender aos poucos, ao longo de anos, coisas que hoje são esperadas de alguém que está começando.

Então, eu acho que esse aspecto do pioneirismo é algo que as pessoas não enxeram.

E tem o lado que as pessoas enxergam que, assim, quando você é pioneiro, a atenção está toda em você. Não tem um mercado saturado, competitivo, difícil de entrar. O que eu acho que, assim, manter o sucesso ao longo de anos e depois que o mercado se amadurece, daí você precisa de muitas coisas além do pioneirismo. Mas, sim, o pioneirismo ajuda. Eu acho que existe um aspecto de sorte. Eu estava refletindo nisso outro dia, porque uma coisa que eu já mencionei, mas pouco...

É que o meu canal começa no fim de 2010, mas eu montei um PC, não lembro se foi 2006, 2007, 2008, já com placa de captura. Então talvez o meu canal tivesse começado antes, mas eu não consegui fazer aquela placa funcionar direito e eu desencanei. E depois eu tive vontade de gravar vídeo e comprei uma outra placa de captura e daí deu certo. Então assim, talvez se eu tivesse começado antes...

eu tivesse desistido, porque não ia dar em nada aquilo, sabe? Pode ser que tivesse sido um rumo diferente pro canal também, porque quando eu peguei a placa de captura desse PC mais antigo, era pra gravar console antigo, tipo Super Nintendo, sabe? Então talvez o meu canal tivesse tomado um rumo diferente. Enfim, é difícil, mas sorte e pioneirismo, não dá pra descartar isso.

Eu acho que existe um laço não falado de quem tá lá desde aquela época, né? Que tava na BGS 2012, foi aquela primeira BGS onde, né, realmente estavam todos os youtubers da época. E tem muita, muita gente que foi pelo caminho. Seja porque, né, deu outra profissão, seja porque não deu certo mesmo, não se renovou que nem o Davi falou. Só que aquelas expressões criativas naquela época eram muito mais genuínas também. Eu, nos meus vídeos, fazia um negócio que deve ter gente que nem lembra daquelas não notificações, mas que apareciam na tela.

do YouTube, que você podia botar... As anotações. Anotações, é, exatamente. Eu fazia um vídeo, ocupava o vídeo e assistia meu próprio vídeo e ficava nas anotações, meio que me zombando. Eu fazia um segundo humor. Muita gente gostava disso nos meus vídeos. E precisava ser nas anotações. Tanto que sumiu, né? Uma merda pra mim, porque isso, em parte, era insegurança do que eu tava fazendo um vídeo, né? Que não é, ah, não sei se eu gosto ou não, mas eu achava que eu tinha que gerar o máximo de entretenimento naquele vídeo de 10 minutos.

Deu jogando o COD ao vivo, assim, sabe? Tipo, não, eu errar, eu falava, não, tu é ruim mesmo, Fandeb, sabe? Eu ficava meio como um alter ego me zoando. E era insegurança em parte, mas eu achava aquilo engraçado, de fato. E as pessoas gostavam muito disso. Eu acho que tem esse mérito, mas você tem que continuar crescendo. Você falou isso de insegurança e eu acho que absolutamente todo mundo tem as suas inseguranças, né? Porque você se sente julgado constantemente, principalmente na internet.

Eu falei para os meus amigos da época, que tinha um canal de 3 mil inscritos de COD, o Van Depp lá, que já estava o parceiro da Machina, e as pessoas meio que não riram, né? Mas não tinha muito apoio. Alguns amigos próximos sabiam e, pô... Mas as pessoas, o que esse cara está falando no YouTube? O que é isso? O que ele está jogando de alguém no YouTube? Mas enfim, continua, desculpa, Edu.

E esse lance de se sentir julgado, cara, é algo que é permanente. Você sempre vai se sentir julgado. E você tem que aprender a lidar com as suas inseguranças, com os seus defeitos. Tem que saber aceitar as suas virtudes sem achar que isso te torna melhor do que outra pessoa. Mas eu queria fazer um link disso com algo que vocês falaram do Monarque, que ele mencionou que se arrependeu do pedido de desculpas dele.

E isso é absolutamente normal, porque o cara foi apedrejado e, beleza, ele errou, mas assim, de qualquer forma, ele foi apedrejado, ele foi julgado, se sentiu sob pressão, se sentiu inseguro, pediu desculpa, mas muito por pressão, talvez nem tanto por reflexão, sabe? Isso acontece. Eu já fiz isso.

naquele caso lá do tweet da Nintendo, que eu fiz sem maldade nenhuma, e as pessoas, muitas pessoas interpretaram da pior forma possível, e eu reconheço o meu erro, eu sinto que o meu pedido de desculpas, se eu fosse fazer hoje, ele teria sido diferente. E, na verdade, o principal era não ter falado nada. Mas dado o fato de que eu falei, eu sinto que rolou muita pressão pra eu fazer um pedido de desculpas, que...

Era pra um público que sequer me acompanhava, que só queria me julgar e me destruir, né? Sim. Então é natural que as pessoas, assim, se portem de uma maneira diferente do que elas gostariam ou deveriam ter feito na hora dessa pressão pública toda. Mesma coisa com atleta, com ator, atriz, sabe? Essas pessoas, elas têm que trabalhar sob pressão.

num holofote hoje em dia que rola em tempo real, é difícil. Mas, enfim, só uma reflexão aqui. Eu acho que só tem um ponto de diferença aí, Edu, entre a tua postura de entender essa questão do pedido de desculpa e do arrependimento ou não do que acontece quando a gente está sob pressão e o que o Monarque, pelo menos, falou.

sobre no podcast. Se foi isso mesmo ou não, a gente não vai saber de novo. Eu tô falando aqui do que ele mencionou no episódio. O motivo dele ter se arrependido do pedido de desculpas tem a ver com uma, primeiro, uma visão estratégica, né? Do tipo assim, ah, eu pedi desculpa porque naquele momento estrategicamente era o melhor a se fazer. Não necessariamente porque número um eu me arrependi ou número dois foi algo que eu, por exemplo, achei que eu não devia ter falado.

Tem esse ponto. E o segundo ponto que eu acho que também é importante é que logo depois ele continua, né? A fala e essa foi...

bastante, assim, a tônica dele durante o episódio, que deixou pra mim um negócio bem assim, que é aquela coisa, tipo assim, não, e vocês não estão entendendo, no final, tudo é uma grande operação psicológica pra me derrubar, né? Então, assim, no fim do dia, o motivo dele se arrepender pelo pedido de desculpas agora, aparentemente, é porque no fim do dia, tudo é um grande complô.

de governos globalistas para derrubá-lo, entendeu? Então, assim, sai de uma questão se eu fiz algo errado ou não e entra numa parada, assim, egóica, meio egocêntrica, meio esquisita, que o Van Depp tá falando de vitimismo, e realmente é vitimismo também, mas é um vitimismo que entra também num quê de vaidade, de uma questão meio, sabe, de se achar o centro do universo e que eu acho muito diferente.

De uma postura de alguém que, tipo assim, não, eu reagir sob pressão e talvez eu não tivesse ter reagido sob pressão naquele momento, sabe? Acho que esse é o ponto que eu acho que é bem diferente às situações, sabe? Não tem muito paralelismo em relação a uma coisa e outra. E isso por quê? Porque eu tava esperando um monarca diferente naquele episódio, naquele podcast. Eu também, eu também. E eu não vi, eu vi o mesmo monarca de sempre, só que agora sem amarras nenhuma, né?

Você também, Vander? O estratégico também é falar que se arrepender ou dar desculpas, né?

Eu só queria mencionar algo aqui, porque assim, eu obviamente não assisti o episódio do Vilela com o Monark, que nem eu mencionei o Inteligência Limitada. E aí eu só queria fazer um parênteses aqui que muitas vezes a gente vai discutir alguma pauta aqui e eu falo, ó, não, eu não assisti. Ah, não, não. Às vezes é falta de interesse, mas na maioria das vezes é falta de tempo. Eu acho que a minha vida é muito diferente da vida do Davi e do Vandé. É, não, a gente não tem filho. Eu moro no exterior, sou pai.

Tudo depende aqui de mim, da minha esposa. Às vezes não dá tempo. Você ter dois minutos pra cuidar já é um negócio que, assim, na minha opinião, não tem o que discutir, entendeu? Mas é, é verdade. Transparência, só uma bidinha. Hoje em dia eu aviso o Edu, às vezes, a gente tem um grupo que avisa o Edu, ó. Uma das pautas mais importantes, eu aviso separado, vai ser essa do Monar, que dá uma pensada aí só pra ele, né, já entender.

Porque eu e o Davi, a gente, de fato, estuda mais as pautas e define por essa dinâmica. Mas desculpa, Edu, pode continuar.

Não, é, então assim, meus pais até passaram um tempo aqui, ajudaram pra caramba a cuidar das crianças, mas assim, normalmente aquela rotina que tipo, cara, sou eu ou a minha esposa levando e buscando criança de escola, levando criança, buscando criança do taekwondo, sabe, médico, a gente cuida de tudo, a gente, cara, aqui a gente faz tudo no modo solo, a gente que limpa a própria casa, a gente organiza, faz comprinha de mercado, somos nós, assim. Então às vezes, eu só quero mencionar isso pra não parecer que é...

é descaso meu ou é despreparo. Normalmente é falta de tempo mesmo. Confesso, às vezes é falta de interesse, mas a maioria das vezes é falta de tempo, tá? Quando é falta de interesse, eu te dou um cascudinho pra estudar, porque você tem boas opiniões. Ah, porque o Edu tem boas opiniões, subiu tudo, tu fala, Edu, dá uma olhadinha nessa aqui.

Mas assim, se vocês me permitirem finalizar esse assunto, sair um pouco do roteiro aqui, eu falei no último episódio que talvez a punição fosse severa demais e pra ele deixar falar as coisas dele, né? E pessoas próximas discordaram, pessoas nos comentários que não falei, e eu entendo. Eu também falei a frase que teve gente que eu acho que gostou, de preparação precede a performance. E assim, Monarque foi num dos maiores podcasts do Brasil, e o que repercutiu disso foi ele brincando, e devia ter um partido de pedófilos.

e chamando o BRK e o Edu de corporativista. Não se ajudou, né? E que nem a gente falou aqui, o Monar conhece o Edu. O Edu sempre tratou ele bem, chegaram a ser amigos, afastamento natural, o Edu falou de tudo isso. E ele não precisava gostar do que o Edu falou, cara, mas não tinha como respeitar? Sob essa ótica dele de liberdade de expressão, tem que falar que o Edu tá vendido pras big techs?

precisa da acusação, será que a única razão que BRK e Cedu discordaria do Monark é porque ele é corporativista ou porque ele discorda dele de verdade? Não é um corporativismo com o YouTube ainda, sabe? Então, o Edu pensa isso e é isso. Então, que nem eu disse, até pela ótica de liberdade de expressão, eu achei uma besteira. E também, pra finalizar, de fato, você não queria trabalhar, Monark? Você não queria trabalhar? Trabalha, cara. O podcast do Vilela era a maior oportunidade pra tá...

preparadaço pra estar se sentindo foda, pra, que nem eu falei antes aqui, como que você se motiva? Estou falando pro Monark, mas no geral, né? Você tem uma plataforma grande, vai lá e com firmeza fala seus pontos, né? Se expressa, mostra as suas ideias, até pra causar um impacto positivo. Não, beleza, o Monark, assim, ainda discordo dele, mas ele tá com as ideias um pouco mais lúcidas, um pouco mais pensadas mesmo, assim, né? E definidas. Mas, assim, eu achei que ele podia ter sido firme, confiante.

E o que se viu foi essa linguagem corporal dele, meio assim, o Edu me chateou e tal. E, cara, eu entendo que muita coisa da vida desmoronou. O quanto ele se responsabiliza, eu não sei. Mas eu não acho que dá pra culpar outra pessoa, né? Enfim, não acho que a gente vai voltar a falar disso. Foi um consenso geral e essa opinião que eu acabei de dar também, né? De não foi uma boa participação.

Mas era importante falar isso. O Edu não sabia também que ia meter esse discurso. Achei que o Edu falou muito bem no Davi também. E como sempre, deixe seus comentários aqui, tá bom? Um abraço. Voltamos já. Um abraço, não vai acabar o programa.

Galera, bora pro boletim debate. Davi, fala. Boa transição, parabéns, né? Uma maravilha de 10, parabéns. Eu vou começar a fazer essa jossa, cara. É, vamos falar então agora de... Continuar falando sobre criação de conteúdo, na verdade, mas agora falando de um outro criador de conteúdo saindo aqui do Polêmico Monarque e entrando o nosso querido Selbit. Sim, por quê? Porque Selbit foi assunto semana passada por algo bem peculiar.

que muita gente, inclusive, estranhou o hate que estava sendo dado a ele por algo que, no fim das contas, não tem nada a ver com ninguém, tem a ver só com o Selbit. E o que foi? Foi um clipe que viralizou do Selbit comentando numa live que ele tinha bloqueado a possibilidade das pessoas mandarem donation pra ele e que...

isso era algo que era muito importante pra ele e que ele não entendia porque algumas pessoas não gostavam, ou não estavam se sentindo, digamos assim, satisfeitas com essa decisão. Foi mais ou menos isso aí, Vandep? Ou teve mais alguma coisa além disso? É, ele falou que não quer uma doação, ele quer uma troca, né? E inclusive, beleza, um sub, né, que se inscrever no canal da Twitch é diferente, você tá comprando mais conteúdo, comprando a experiência, não vê propaganda.

Mas essas donates, né, que aparecem na tela, às vezes os streamers botam o valor mínimo, sei lá, pra 10 reais, parabéns!

ele vai ler uma mensagem sua. R$50,00 aparece uma animação. E eu conheço muitos streamers que vivem disso e que criaram, vamos dizer, uma economia própria no canal, na live. Quem assiste qualquer live do Hayashi há 10 anos, ele tinha pontuações e fez muita coisa. Isso sempre foi muito benéfico para ele e vários streamers. Então, que fique muito claro, inclusive, que o Celbit não falou que, vamos dizer, streamers pequenos ou menores não devem fazer isso, porque muitos vivem dessa forma.

E assim, essas coisas de donates, para ser bem sério, é uma poluição visual, né? É só para a pessoa que está enviando. E na real, acho que a melhor forma de você enxergar uma donate é que a pessoa está alugando um espaço de 3 a 5 segundos na tua live. Então é um patrocínio rápido, né? Onde a pessoa lê uma mensagem ou automaticamente, ou o streamer vai lá e fala, ah, não, beleza, valeu.

E em voz alta, justamente dependendo do valor, cada streamer aborda isso. A gente tem muitos criadores de conteúdo, streamers que assistem a gente, eles podem falar como fazem, dependendo do tamanho também. Então, é uma troca, mas pro resto do chat, não. Então, por que um cara que nem o Selvitt, que tem muito dinheiro, ia ter essa poluição visual na live dele, né? O próprio Alan faz isso, mas não sei. Pra outros streamers, vale a pena fazer isso pra continuar streamando, né?

O próprio super chat do YouTube é muito mais esteticamente bonito, vamos dizer assim. Mas o que você achou dessa história?

Pô, eu achei, assim, a postura do Selbit incrível, cara. Eu acho que ele foi muito claro na mensagem dele que ele não se vê na posição de alguém que precisa dessas doações via chat. A poluição sonora e visual que rola quando uma voz lê uma mensagem de chat, pô, isso é evidente, né? Em alguns jogos, meio que tanto faz, se você tá jogando um jogo onde não tem grande ênfase em história, não tem cutscene, as coisas não vão ser interrompidas...

Eu acho que beleza, às vezes é até engraçado, mas no geral, particularmente, eu evito deixar mensagem de superchat invadindo as minhas lives, não que eu esteja fazendo. Eu experimentei a última vez com isso, eu acho que foi quando eu estava zerando o Bloodborne, que eu coloquei uma voz para ler as mensagens de superchat, mas eu senti que o público não curtiu, e eu tirei, e esse lance do superchat interromper, cara, é algo que me incomoda. Eu vou falar do meu lado, né? Sim, quando você está assistindo, né?

Quando eu tô fazendo live também. Então, por exemplo, quando eu faço live hoje em dia, eu até deixo o superchat habilitado normalmente, mas eu leio no meu ritmo o superchat quando aparece a oportunidade. E quando eu não consigo ler uma mensagem que chegou via superchat, eu me sinto mal com isso. Tanto que já teve ocasião em evento que eu vi que eu não ia conseguir ler tanto, aí eu vou e desabilito o superchat pra conseguir responder todo mundo que mandou mensagem. E hoje em dia eu quase não tenho feito live mais.

Mas tem live que eu acho que combina com isso. Por exemplo, eu assisti o Funk jogando o Elden Ring e eu achava divertido ele ter as vozes lendo mensagem e ele respondendo. No fim das contas, eu acho que não é errado o streamer deixar habilitado o superchat, o donate para ler uma mensagem. Eu acho que isso viabiliza financeiramente criadores de conteúdo que normalmente não conseguiriam se sustentar por conta da monetização das plataformas. No meu caso particular, eu prefiro fazer vídeo.

Eu acho que, salvo exceções, né, eu prefiro fazer vídeos e vídeo nem tem isso, né, de superchat. Eu acho que é por isso que eu gosto mais de gravar vídeo, justamente que a experiência, eu fico mais imerso no jogo e depois o meu público fica mais imerso naquele vídeo também, mas a gente perde a questão da interação em tempo real. Do ponto de vista de criador de conteúdo, deu sendo criador de conteúdo. Eu tô feliz, assim, fazendo vídeos e nem preciso me preocupar com essa questão de donate.

Eu acho que o principal ponto do caso do Selbit era que as pessoas queriam poder dar um agrado a mais pra ele do que elas já estavam dando, sejam elas, sei lá, o que é que elas eram ali, subs ou consumidoras de algum produto do Selbit. Lembrando que o Selbit tem jogo, o Selbit tem RPG, o Selbit tem um monte de outros produtos que ele monetiza, além do que ele faz na Twitch, né? E aí o Selbit tava discutindo um pouco isso, assim, gente, não precisa porque eu já tenho outras fontes de renda. Então, assim, beleza, agradeço.

valeu, né, mas assim, calma lá, não precisa tanto, então eu entendi mais ou menos por esse caminho, e aí, como vocês mencionaram, uma coisa é você precisar da Donate pra poder complementar uma renda, pra poder perseguir o teu sonho de streamer, eu tenho muito aluno, inclusive, que é streamer, até porque streaming hoje em dia, né, ser streamer é uma carreira bem, assim, interessante no ponto de vista do interesse mesmo, né, de gente mais jovem, de geração Z, geração Alpha, outra coisa é você não precisar, porque obviamente, você tem outras fontes parabéns

De renda. E aí, realmente, assim, eu não sou muito de live, não sou muito de stream, não acompanho tanto assim, mas pra mim, quando eu tô assistindo um criador de conteúdo que eu gosto, a pessoa tá lá streamando, um Alan Zoca da vida, o próprio Edu e tal, e tem algum tipo de interrupção por conta de alguma mensagem, que às vezes tem a ver com uma piada interna, com algum meme que eu não entendo, e ali o streamer que eu tô acompanhando tem que parar pra dar atenção àquilo ali, e é...

obviamente justo que ele dê atenção, mas aquilo me atrapalha, então acaba realmente virando meio que uma interrupção, uma intromissão. Quando é engraçado, até vai, por isso que eu gostei da ideia que o funk teve, que o Edu depois teve também, de ter a questão das vozes engraçadas, né, via Eleven Labs, via IA, inclusive, aí, dentro das lives que eles estavam tendo de Elden Ring, de Bloodborne e tudo mais. No geral, é esquisito.

no geral, não me agrada tanto. Eu acho que existem outros caminhos, outras maneiras de monetizar, especialmente se você é uma pessoa grande. Fico até curioso de saber o que é que vocês acham a respeito disso, tanto você quanto você, Vandeep, pela experiência que vocês têm, sobre essas estratégias de monetização, seja na Twitch, seja no YouTube. O que vocês acham que monetiza bem ou que é uma boa estratégia de monetização para, por exemplo, um creator que está assistindo a gente aqui agora e que está também afim de largar um pouquinho a mão de Donate, mas não sabe muito por onde ir para conseguir ganhar uma renda que a Donate hoje em dia está dando.

Então, eu queria só começar mencionando que você falou que tem muito aluno que tem vontade de ser streamer. Eu vou estender isso para a criação de conteúdo. Então, isso vale para vídeo e vale também para administrar um perfil no Instagram e tal. Eu acho que criar conteúdo é uma ótima escola. Porque mesmo que você não dê certo como criador de conteúdo...

Cara, você aprendeu a operar uma câmera, fazer captação de áudio e vídeo, você aprende a se comunicar melhor, você aprende a lidar com o público. Então é uma ótima escola. Mesmo que não dê certo, esse aprendizado fique e vai ser útil para você no futuro. Eu acho que todo mundo pode e deve experimentar com criação de conteúdo, porque...

Se não der certo, ainda assim, deu certo em alguma coisa que vai te ter utilidade no futuro. Em relação à monetização, por exemplo, lives no YouTube, elas costumam, pelo menos comigo, monetizar bem, independentemente de superchat e de clube de canais. Porque live costuma ter um watch time bacana. Depois que virar vídeo, pode performar bem. Eu tenho muita live...

que me gerou mais renda de monetização do YouTube, seja de propaganda ou minutagem de YouTube Premium, me gerou mais renda assim do que via superchat, do que via clube de canais. E além disso, claro, o ideal, quando você já tem alguma relevância, é você conseguir publicidade mesmo, né? É você ter uma loja parceira, que nem a gente tem o Kabum aqui no The Byte, eu tenho o Kabum...

vira e mexe no canal BRKS Edu, você conseguir parceiros que nem a gente teve a nuvem aqui como parceira, já tivemos Alura e Bac, que são escolas, então é uma questão de você encontrar parceiros, mas isso é menos viável, acho que nesse aspecto o Van Depp consegue explicar melhor, né? É menos viável porque tem que ter um agente bom.

É verdade. E não é, tipo, não dá pra ganhar todo mundo, assim. Você tem que ter um nível de expressão, você tem que ter um nível de engajamento, você tem que ter uma credibilidade no mercado. Eu acho que é até importante a gente deixar super claro aqui que a gente não tá falando isso do... Até streamers grandes, não acho que vocês têm que desativar as doações, tá? Até porque a gente sempre fala do péssimo momento da Twitch aqui, lives no geral, né?

Eu acho que tem gente que vive por causa das doações. O que acontece às vezes é que às vezes tem uma baleia, né, desses caras que gastam muito numa live.

E para um streamer menor é ótimo, porque às vezes os caras dropam mil reais numa live, ou 500 reais, 300 reais, que seja, 100 reais, e faz uma diferença danada, né? Mas ele também se apodera muito do Xtreme. Ele acaba se apoderando bastante, e aí fica chato, e aí a pessoa tem que ficar dando aquela atenção.

conheço streamers mulheres, assim, de vários tamanhos que, tipo, às vezes é uns caras meio carentões e aí você tem que dar no que esse cara quer, entendeu? Então tem toda uma dinâmica em live, você tem que ter um jogo de cintura até maior. Eu sou parceiro da Twitch, eu fiz várias lives, depois que eu saí da Microsoft, assim que eu fui abrir minha agência também, consegui a parceria, fiz mais umas lives e parei. Era mais pra eu entender também o que o streamer passa e eu não gostei, sabe?

Eu acho que vale a pena pra gente finalizar o assunto e falar um pouco mais de monetização dentro da pergunta do Davi. Até o Charlie, né? O Charlie White, o Moist Critical, um tempo atrás, ele falou que também encerrou Superchat, os membros, qualquer tipo de doação. E ele revelou que ganhou 35 milhões de dólares já no YouTube. Então, né? Monetização nos Estados Unidos também é muito diferente, né? Do que você não ganhou esse valor. Eu não... Infelizmente não. É, exato. Eu adoraria ter ganho isso tudo.

Até para dentro do assunto do Edu, assim, no meu caso, eu acho que sempre vale a pena evitar cobrar algo do público. Tipo, aqui no debate, ninguém nunca pagou um centavo para assistir a gente. Não quer dizer que sempre vai ser assim. Como que a gente explora essa questão de membros? O Edu tem no canal dele, mas é sempre valor mínimo. Até pouco era 1,99, mas aumentou, que 2 reais não é nada. Mas assim, quando você cobra o teu público, você gera uma expectativa.

E a gente já falou que o debate não é nosso trabalho principal. Então, se a gente pula um episódio, pô, eu sou membro, né? Então, é uma coisa delicada também. Mas eu sei que tem muita gente que gostaria de ser membro. Às vezes a gente pode abrir para membros e a gente ler uma pergunta no final do episódio. Mas é dentro do que o Edu falou, cara. Patrocínio.

Patrocínio. Eu sou um cara que vive 100% de patrocínio. Eu não tenho AdSense, a gente tem aqui no YouTube também do Debite, mas a gente acaba usando tudo para pagar contador, para pagar editores, impostos e por aí vai. Então, eu sou um cara que vive 100% do mercado publicitário. Eu tenho bastante experiência, eu já fiz 1.400 jobs, como eu falei.

mas é difícil. Mesmo eu sendo bom no que eu faço, é difícil, sabe? A marca, nenhuma marca tem a obrigação de te patrocinar. Você tem que dar resultado e isso gera uma pressão nos streamers, né? Tem que ser uma coisa muito fluida que eu acho que eu faço bem, que eu já falei também. Eu preparo muito terreno para o creator, eu converso com a marca, eu sei que marca vale a pena trabalhar, que agência, e isso requer uma experiência que só fazendo mesmo, né?

Então, inclusive, se você puder dar uma conferida sempre que tivermos patrocinadores aqui, no caso hoje o Kabum, né?

Vocês ajudam a gente. A gente tem um cuponzinho, se eu uso o link, saiba dentro do The Byte ou qualquer um dos outros creators. Se for da Vandeep, agenciamento melhor ainda, né? Saiba que... Desculpa, sou marqueteiro safado, não tem como. Saiba que vocês ajudam bastante. Seja clicando no link, às vezes fazendo um lead, né? Que chama, você se inscreve lá, você não pagou nada ainda. Tem coisas que dá para fazer a diferença. E você não vai gastar nenhum dinheiro, necessariamente, mas você vai ajudar quem você gosta, né? E eu acho que nem todo mundo tem esse tipo de atitude, eu até entendo.

Mas eu acho perigoso cobrar do público, sim. Eu acho que isso acaba criando uma expectativa perigosa. Pra não deixar passar, culpa do Davi, tá? O Davi é que menos quer GTA, mas ele falou que a gente tem que discutir essa pauta aqui. Existe a chance, né? Através de rumores. E eu entendo, gente. GTA 6, vocês estão de saco cheio de falar sem ter algo concreto. E eu te prometo que a gente também.

Mas existem rumores que hoje, quando esse episódio estiver saindo, vai começar a pré-ordem do GTA 6, talvez um trailer drop essa semana. A gente não queria deixar passar sem mencionar isso, porque tivemos rumores confirmados pelo Tom Henderson, que é um jornalista super renomado e tal. E talvez quando esse episódio tenha saído, você está assistindo e já tenha tido um trailer ou alguma coisa.

E deixando bem claro, pessoal, que quando a gente fala que a pre-order está saindo, a importância, a relevância disso é que se o jogo está entrando em pre-order ou pré-venda, significa que ele não vai mais atrasar. É, que ele vai sair. Então esse é o grande lance. Se realmente estiver começando o pre-order essa semana, pré-venda de GTA 6, muitíssimo provavelmente, acho que dificilmente a gente vai ter uma notícia saindo no final do ano de que o jogo vai adiar. Então GTA 6, se tiver pré-venda, vai sair em novembro mesmo.

E pra não deixar passar, a gente pensou num negócio divertido aqui. A gente já recomendou filme, série, essas coisas. Só que a gente nunca falou muito de música aqui, né? E assim, cada um tem seus gostos e tal. Mas o Spotify também, acho que são 20 anos o Spotify. E apareceu pra todo mundo, né? Que tem aqueles resumos e as pessoas postam e não sei o quê. E eu acho que vale a pena a gente, de uma forma descontraída aqui no X3, a gente conversar sobre o que a gente gosta, o que a gente ouve, o que tá ouvindo. Qual que foi teu artista mais ouvido todos os tempos aí?

Davi? Ah, o meu de longe foi um que muita gente acha que eu não escuto, ou muita gente acha que eu não tenho muito a vibe, porque eu sou... Não, pois é, eu sou mais do rock, eu sou mais do metal e tal, apesar da franjinha emo, né, mas emo eu não escuto, eu escuto metal e rock, mas a banda, né, o conjunto que eu mais escuto no Spotify de longe se chama Kings of Convenience, não tem nada a ver com metal, não tem nada a ver com rock, eles são um grupo dinamarquês, se eu não me engano, que faz uma música meio folk e...

meio bossa nova, né, obviamente em inglês, porque eles não são brasileiros e tal, o cara até tem, um deles, né, um dos é uma dupla, né, um deles tem até um projeto paralelo chamado La Comitiva, que tem alguns brasileiros no conjunto, que é bem legal, uma música bem gostosa, inclusive, quem não conhece ainda Kings of Convini, convido demais a conhecer, porque realmente é uma música que eu acho que todo mundo pode ouvir e gostar e coloca nos comentários o que você achou é uma música que eu acho que

Ah, Know How, que é uma das mais famosas dele. Know How se chama. Bem legal. E você, Edu? Você viu o teu negócio do Spotify? Você usa o Spotify? Que é até interessante discutir também essa questão do... É difícil mudar de plataforma, né? Eu tenho o Spotify 12 anos, por exemplo, né? Mas como foi pra você, Edu, isso? Cara, eu tô vendo que eu abri agora. Ah, eu te pedi pra fazer isso, tá vendo?

Monark tá certo, Monark tava certo. Cara, eu... Em tempo real. Preparação precede a performance, Edu. Eu tive duas contas no Spotify e eu uso hoje em dia a minha segunda. E essa segunda, ela é de 2018. E eu vi que a primeira música que eu ouvi é uma música da trilha sonora do Ori and the Blind Forest.

Gamer. E a artista que eu mais escutei é a Marisa Monte. Olha. Adoro Marisa. Então, e acho que reflete bem, assim, o que eu tenho ouvido hoje em dia mesmo, porque eu tenho escutado muita música de games. Então, um artista que eu gosto muito é o PPF, que é Poop Poop Fart. E ele faz covers de música de games. Espetacular. A gente ia ter uma discussão legal. Espetacular.

Deixa eu falar que é minha vez. Tô olhando aqui agora e que eu vi. Outra banda. Cagada, cagada, peido. É esse o nome do artista. Ele é muito bom. Eu ia entrar aqui sobre Candy. Ah, enfim. Ele é espetacular. Outra banda que eu gosto muito de ouvir relacionada a games é o The Black Mages. Porque é uma banda que é do compositor da trilha sonora de Final Fantasy. E ele faz versões de rock e metal das composições dele.

Tenho escutado muita trilha sonora do Police Notes, que é um jogo do Kojima que eu amo. E aí, além da Marisa Monte, de banda, de artista, eu tenho ouvido Blind Guardian, que eu gosto muito. Blind Guardian. Legal. Bom também. Cara, eu, por exemplo, uso música pra tudo. Eu uso música pra tudo. Eu tenho playlist pra trabalhar.

que tem às vezes música clássica, que às vezes tem uma música que me remete à minha adolescência, que me dá motivação, às vezes é um rap ostentação meio bobo. Dependendo do dia, dentro daquelas 80 músicas que eu vou adicionando, isso vai me motivar de forma diferente. Mas o artista mais ouvido, com certeza, foi Kendrick Lamar, acho que mais de 14 minutos.

14 mil minutos que eu ouvi ele. Até fui rever umas fotos do show que eu fui de 2023. Aquele cara, os jovens falam de farmar a aura. Esse cara tem muito. Inclusive, cara, a gente falou dessas plataformas. Eu tenho uma playlist há 12 anos de hip hop lá no Spotify.

Que virou meio que uma coletânea. Eu gosto disso. Por isso que eu nunca me mudei. O Spotify às vezes me irrita. Porque ele volta mesmo. As 20 músicas. Não sei se vocês passam por isso também. Se der pra botar aí a playlist. Porque recentemente uma geração Z. Uma pessoa de geração Z me zoou. Que a arte hip-hop Van Derp era defasada. Tem 10 anos, enfim.

Mas eu fui adicionando músicas de hip hop e rap que eu fui ouvindo nos últimos 12 anos. Então não é uma playlist. Tem mais 300 músicas, como eu falei. E é legal, porque eu lembro... Não, essa aqui é uma música clássica que não pode faltar. Essa aqui é um rap soviético. Isso aqui é um rap chinês. Isso aqui é um negócio diferente. E muita coisa local também. Então quem tiver interesse pode dar uma olhada, cara. Mas eu acho música...

Faz muita diferença no meu dia a dia. Ouço de tudo. Não sei se vocês querem comentar, mas eu ouço muito funk americano, que não é funk que nem o brasileiro, e você gosta também, tudo bem. Mas funk americano basicamente é a raiz do hip-hop americano também, sabe? É Gap Band, Rick James, Cool and the Gang, essas coisas também. Mas tem algo não muito óbvio que vocês estão ouvindo, além das coisas de game aí. Tem.

Eu tenho um sueco aqui, um DJ sueco, mas eu quero que você fale também. Tem uma banda... Antes disso, só pra me retratar aqui, eu tava dando uma olhada. Kings of Convinias são da Dinamarca, eles são da Noruega. Só pra deixar claro, caso dinamarqueses ou noruegueses que acompanham o debate queiram aí, né, ficar com raiva da gente nos comentários. E sobre estilos musicais ou bandas esquisitas, teve uma que eu indiquei pro Edu, achei que o Edu fosse gostar.

O Edu me desapontou quando ele disse que ouviu e não gostou. Chamado Atarashigaku. Você lembra, Edu, quando eu indiquei pra você escutar Atarashigaku?

Não é a Tarashi Igako. Ah, Edu, é a Tarashi Igako. Eu não sei falar japonês. Agora eu entendo, né? Agora eu entendo. Snobou agora no japonês aí, viu, Edu? A Tarashi Igako é uma banda muito legal, um conjunto de... Acho que são cinco menininhas japonesas, cinco ou quatro, que faz, assim, uma música muito legal. Meio pop, meio eletrônico.

muito maluco, muito parecido com o grau de maluquice, né, de uma baby metal da vida, mas não tem nada a ver com metal, vai muito mais na onda de um rock, hip hop, um negócio meio esquisito. Também recomendo demais, demais, demais. Quem escuta a Tarashi Igako, comenta aqui nos comentários, e quem escutou pela primeira vez, comenta aqui também, que eu quero saber o que vocês acharam.

O meu é um DJ, eu juro que eu não tô tentando ser diferentão, mas é um DJ, eu gosto de ouvir músicas instrumentais estranhas, eu acho que isso me concentra também, chamado Sasaki, um produtor sueco, acho que tem uns 18 mil ouvidas por mês no Spotify, eu achei meio aleatório justamente no algoritmo do Spotify, tem um CD chamado Hyperion de 2014, eu vou botar aí, J.Cokelly é a melhor música deles, mas eu gosto bastante, acho que o pessoal vai curtir, às vezes eu boto aqui em casa quando recebo uma galera.

Mas eu realmente ouço de tudo, não sei vocês, cara. Eu sou aquele cara que realmente tem minha fase anos 80, ouço música brasileira, rock clássico, músicas de outros países. Eu acho que nesse sentido, cara, ter um Spotify, um software, né, que você entra aqui no teu PC, e você pode pesquisar de tudo, é um milagre, assim. Pra música, é muito bom pro consumidor. Um dia a gente pode cobrir, né, pro artista. Vocês já até falaram, né, o Edu conhece quem do Angra, porque eu não conheço nada de Angra, eles compravam comigo, vocês dois adoram. E eu...

amigo, eu sou amigo do Bruno Valverde, que é o baterista. Já conversei bastante com o Felipe Andreoli, que é o baixista. Eu conheci eles em Toronto. Pra mim foi um filme realizado que eu, putz, mano, muito fã do Fábio Leone, então eu consegui conversar com ele lá, foi emocionante. Marcelo Barbosa, super gente boa também. A banda inteira...

O Rafael Bittencourt é muito da Paz também. Foi muito legal. Temos que trazer Bruno Valverde pra cá. O Bruno é gamer, né? Que eu saiba. Curte também redes sociais e tal. Produz conteúdo. Cara, bom pra gente trazer pro Debate aí no futuro episódio. O que vocês acham? Eu acho ótimo, cara. Eu acho que ele toparia. O Bruno é de boa. Deixa eu só mencionar, então, de coisas inesperadas. Eu conheço a trilha sonora completa do K-pop Demon Hunters.

Qualquer música conheço, porque existe um ser aqui de casa. É, eu ia achar que era isso. Que indiretamente me fez consumir isso. E aí, cara, tem um artista que não tem nada a ver com o estilo de música que eu escuto, mas que eu gosto, que é o Steve Morgan. Ele tem um álbum que chama Earth Breath. Eu descobri esse cara porque na Retrocon, eu sempre vou na Retrocon de carona com o pediatra, e ele sempre põe esse cara pra tocar no carro.

E aquilo ficou comigo e aí eu associo isso com essas viagens pra Retrocon. E aí eu deixo pra tocar no avião também. Inclusive esse ano eu tô de volta na Retrocon. Para os que forem lá... Ah, anúncio. Só bora. Tempo real. Beca esse Edu em Brasil. Deixa eu fazer uma bagunça aí, Edu. Você gosta do... Tô brincando.

Que isso, que isso. Se alguém tiver um Corvette pra me emprestar, eu aceito. Bom, gente, chegamos ao final de mais um debate. Vocês gostaram das vozinhas, né? Sai naturalmente, eu sou um cara muito eclético. É, desculpa, tô tentando trazer um pouco de dinamismo pra essas altas, sinal é doé. Galera, valeu!

Valeu, obrigado, todos os mangues vêm Não sei, minha imitação é um berrecaicedor Obrigado, teve gente que se inscreveu No YouTube, se inscreva também Segue nas redes sociais, a gente tá postando essas coisas No Twitter, no Instagram E você contou pros amigos também sobre o nosso programa A gente não deve discutir mais o Monark aqui A não ser que tenha alguma bomba, então fiquem tranquilos GTA também, mas é isso, tenha uma ótima semana Sem segunda que vem a gente tá aqui Eu prometo, tá bom? Fiquem bem Um beijo, tchau

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