Ep. 115 - Monark Banido, Alan e Maethe Param a Internet, GTA 6 Mais Caro e Mais!
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BRKsEDU, VanDep e Davi discutem o banimento total das redes do Monark, o nascimento do filho do Alanzoka e da Maethe, as novas polêmicas de GTA VI, o novo de StarFox, Gamescom Latam 2026 e Mais!
Contato comercial: debyte@vandep.ag
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Participantes:
BRKsEDU:
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Bruno De Paula - VanDep:
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Davi Rocha:
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Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @BlackBiird0
- Monark vs. 30 hatersMonark · YouTube · Instagram · X (Twitter) · Partido Nazista · Liberdade de expressão · Risco de reputação · Adpocalypse · Termos de uso
- Nascimento do netoAlan · Maethe · Maternidade · Privacidade · Exposição na internet · Zendaya · Tom Holland · Virginia
- Gamescom 2023Gamescom Latam · Phantom Blade Zero · S-Game · Criadores de conteúdo · Creators Lounge
- Preço e lançamento GTA 6GTA 6 · Crunch na indústria de games · Rockstar North · Rockstar Índia · Strauss Zelnick · Jason Schreier · Take-Two · Omar Dessouk
- Remake de Star Fox 64Star Fox 64 · Nintendo Switch 2 · Nintendo · Dublagem em português · Fox McCloud
- O futuro do XboxInteligência Artificial · Copilot · Xbox · Microsoft Gaming · X (anteriormente Twitter)
- Concentração e Prática DeliberadaCriatividade · Conteúdo digital · YouTube
Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Vamos falar nesse episódio de que Monarque foi banido do YouTube e redes sociais. Tivemos o nascimento do filho da Maete e do Alanzoca. Temos notícias de GTA 6 e Xbox. Foi anunciado um novo Star Fox pra Nintendo Switch 2.
Estes que estão me acompanhando foram pra Gamescom Latão e vão falar do evento. E logo de cara, vamos agradecer o Kabum, parceiro do The Byte. Tá rolando agora, no mês de maio, o Mega Maio, com descontos de até 60%.
parcelamento em até 10x sem juros e milhares de cupons espalhados pelo app e pelo site do Kaboom. E Mega Maio tá rolando por causa do aniversário do Kaboom, então são promoções estilo Black Friday que estão rolando. Inclusive, se você já tá se preparando pra Copa do Mundo, vale a pena conferir as promoções de TVs, projetores e laptops. O nosso cupom de desconto por lá no Kaboom é TheByte5, tem link na descrição e QR Code na tela. Vamos nessa!
Fala pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Vamos começar falando aí do Bruno Ayubi, também conhecido como Monarque. Sim, sim, sim, sim. Vamos de Monarque porque o YouTube tirou do ar aí o novo canal que o Monarque havia criado só há cinco dias, chamado inclusive Bruno Ayubi Show. A plataforma alegou que fechou o novo canal do Monarque mesmo sem qualquer tipo de conteúdo publicado por lá, por conta do criador ter quebrado várias vezes as regras ou os termos de uso, né, do YouTube deixando ele aí, ao que tudo indica, permanentemente banido.
Além do YouTube, inclusive, Instagram e X também removeram as contas recentes, recentemente criadas aí do Monarque, do conhecido Monarque. E aí, meus amigos, o que é que vocês acham a respeito desse assunto? Começando aí pelo Edu, depois passando para o Van Depp.
Bom, baseado no que o Monarque falou, e eu não vi tudo o que ele falou, mas eu vi alguns cortes, eu concordo quando ele diz que todos merecem uma segunda chance, ainda mais quando isso está associado com uma mudança de comportamento. Eu acho que quando você, de fato, aceita que errou, percebe que errou, muda o seu comportamento, sim, você merece uma segunda chance, inclusive uma terceira, uma quarta chance, porque...
Todo mundo erra, e claro que erros diferentes têm pesos diferentes. Se você perdoar alguém não significa que você deletou o que aconteceu, não significa que você vai passar a ter empatia por aquela pessoa também. A questão, no caso do Monark, é que o YouTube e as outras redes sociais são empresas privadas.
E essas empresas não são obrigadas a aceitar a criação de um novo canal dele, de novas contas dele. E isso acontece não só pela questão de termos de uso, que daqui a pouquinho eu vou mencionar em relação ao YouTube, mas também porque essas empresas não querem correr o risco de reputação, de estarem associadas, no caso, com o Monark, e também não querem perder anunciantes que talvez se rebelem, se revoltem com a presença dele na plataforma.
Então o YouTube simplesmente quer evitar riscos então então então então então então então então
como casos que já rolaram no passado. A gente teve famosos adpocalypse, os apocalipses de anunciantes, e o YouTube ficou traumatizado com isso. Ele não quer correr riscos novamente. E em relação ao YouTube em si, os termos de uso, eles dizem que se você perde uma conta no YouTube por strikes de diretrizes da comunidade, de copyright, ou se o seu canal é deletado porque você descumpriu,
as diretrizes, porque o seu canal pode ser deletado diretamente, sem ser via strike, né? Então, quando você perde um canal, você automaticamente está banido da plataforma eternamente. Você não pode ter outros canais. Você não pode disfarçar o teu canal no nome de outra pessoa ou disfarçar o seu canal através de uma empresa, apesar de que eu já vi acontecer na gringa de uma pessoa...
física ser banida, mas a pessoa tem uma pessoa jurídica e com isso consegue ter canal no YouTube. Eu já vi isso acontecer, mas na teoria não era pra isso ser possível. Então, no caso dele, ele está arcando com as consequências de um erro dele e com as consequências desse erro em relação aos termos de uso do YouTube.
O que eu torço nessa situação toda é que ele, de fato, se arrependa do que ele fez, que ele tenha adquirido conhecimento nesse meio tempo, que não só tenha o arrependimento, mas também a mudança de atitude daqui para frente. Mas, infelizmente, é meio que é o que é. O YouTube não vai abrir uma exceção nos seus termos de uso para que ele possa ter o canal dele. E o YouTube e as outras empresas também não vão querer correr risco de reputação e de anunciante por causa dele.
Tá, sobre isso, cara, deixando bem claro, eu acho exagerado. Inclusive, também acho importante a gente dar um passo pra trás e explicar, né, que no programa dele, no Flow, na época, ele defendeu a criação do Partido Nazista no Brasil. E assim, né, eu acho que, em parte, ele já pagou o preço, deixa ele criar os conteúdos, falar as besteiras dele, que eu não concordo com a grande maioria também, não é um conteúdo que me interessa, mas não sei, não sei se ele merece uma punição pro resto da vida.
Até fico curioso também o que o pessoal dos comentários quer dizer, ou acha disso, na verdade.
Cara, eu já contei um pouco essa história, até pra dar um pouco mais de contexto. Eu fui no Flow, na época do Monark e do Igor, com o Funk, né? Evidentemente o Funk que foi participar. Ele já tava falando umas besteiras, o Monark, a gente até conversou aí o Funk sobre isso, mas ainda era tipo meio finzinho de pandemia. A gente até fez teste de Covid, então foi uma noite legal, porque o Flow tava naquele momento muito grande, muito assim...
tinha uma energia palpável lá, assim, muito gostosa de algo sendo criado, de criatividade e tal. E assim, ao mesmo tempo, eu conversei um pouco com o Monark na época, claro, não tava ouvindo ninguém, eu falei, para de falar merda, a gente tá meio brincando no pós e tal, e evidentemente que ele não ia me ouvir, mas assim, já tava dando sinais que ia acontecer algo, né? Eu acho que o Monark Day que o próprio Igor fala foi dois meses depois, não sei, um mês e meio depois e tal. Mas assim, ao mesmo tempo, cara...
Eu acho que o Monarco foi totalmente inconsequente. O que eu gostei muito desse dia que a gente foi no Flow? Além de ter um rolé, né? Mandar uma saídinha, a gente ficou lá. Depois, tava com o staff lá. Foi justamente o staff do Flow. Eles tinham 90 pessoas no staff do Estúdio Flow. Grupo grande. Eles estavam abrindo outros programas. Eu me lembro que eu vi o David Jones e o Fênix no lobby. Quando eu cheguei lá, falei, Ih, safado, vocês estão começando algum negócio aqui. Enfim, né?
E a gente cumprimentou ele, só que o Steph era muito legal, era pessoa de vinte e poucos anos, de outros estados, cidades pequenas, que estavam muito felizes de fazerem parte daquilo, sabe? O primeiro emprego de muitos. E assim, o monarque já vinha dando sinais que ia destruir aquilo tudo. E eu acho que ele não se importou muito, eu acho que talvez ele se importe com aquelas pessoas. Mas também estava bebendo pra caramba, fumando no programa.
E assim, você pode beber e fumar. Se eu falar que nunca fiz essas coisas aí, eu estaria mentindo, eu sou a favor da liberdade pessoal, faça o que você quiser da tua vida, se você não estiver fazendo mal aos outros, né?
Mas ainda tava surfando muito nesse hype, né, de um negócio novo, cara. E emulou totalmente a fórmula do Joe Rogan, amigo do Davi. Do Joe Rogan. É, inclusive a mesma. Quem mais fala dele nesse podcast não sou eu. Não, mas a gente não fala não bem, né. Que também teve uma queda enorme, nosso queridíssimo Joe Rogan, pelo amor de Deus.
Mas assim, era uma fórmula manjada que não existia no Brasil Inclusive o Derbyte, a gente tentou fazer o oposto, né? Eu sei que eu não tô falando especificamente sobre esse caso Mas dando um pouco de contexto também, né? Eu achei ele muito inconsequente E talvez moleque, assim Porque ele sabia que ia dar merda E deu E aí muita gente perdeu, né? Eu sei que você não comentou ainda, Davi Mas muita gente perdeu o emprego E recentemente o Rafinha Bassos foi no Flow Que ainda continua com o Igor, né? Um cara que...
que eu conheço, que é gente boa, o Rafinha perguntou, você zerou? Você não tem grana? Tipo, e o Igor falou que na época ele zerou, assim, porque ele tava pagando o staff do bolso. Eles tinham, eles perderam, acho que, 8 milhões de reais que eles estavam tendo de patrocínios e de faturamento, não sei se no ano ou no caso, mas, e foi pra zero, basicamente, naquele dia.
Então ele não pensou em ninguém sem ser ele. E não sei, eu acho que ele podia criar o conteúdo dele, não sei se... Eu acho que o banimento é forte demais, e eu tenho mais a comentar, mas eu passo a bola pro Davi. O que você achou dessa história? É, pois é, pra mim, assim, começando ali pelo que o Edu falou, isso são as plataformas, pra mim, completamente medindo o risco, assim. Eu acho que não dá nem pra argumentar tanto se foi exagerado ou não.
Assim, a gente pode opinar pessoalmente se a gente acha que foi exagerado ou não. Mas o que as plataformas estão fazendo ao se distanciar o máximo possível do Monark é até bem esperado, né?
Elas estão medindo o risco. Estão vendo que ter o Monark dentro da plataforma traz mais risco do que, por exemplo, arriscar os termos de uso serem questionados, né? Por essa ótica de exagero, querendo ou não. E vale a pena destacar também que YouTube, Twitter, Instagram são plataformas que a gente usa gratuitamente porque são plataformas que rodam anúncios. Então...
De certo modo, os anunciantes dessas plataformas, eles têm muito poder aí dentro delas, né? Poder de voto, poder de argumentar certas questões e de definir certas decisões dentro de YouTube, Twitter e também de Instagram. Então, eu acho que o Monarca acaba sendo uma persona não grata muito mais pelos anunciantes que sustentam as plataformas do que necessariamente pelas plataformas. Porque tem muita gente polêmica que ainda produz conteúdo no YouTube, que produz conteúdo no Instagram, que no X eu não preciso nem falar, né?
E aí tem um ponto que você mencionou, Vandepe, sobre a questão do Joe Rogan e do Flow. Tem pelo menos começado emulando esse modelo do Joe Rogan, até a mesa de madeira, a televisão no fundo. Se você fizer um comparativo, é muito, muito parecido com o modelo do Joe Rogan, pelo menos com a estética. Mas existe uma diferença enorme entre o que o Joe Rogan faz nos Estados Unidos da América, com as questões de lá e problemas de lá.
E como a gente faz as coisas aqui no Brasil, né? Criar conteúdo aqui no Brasil, se expressar livremente aqui no Brasil, tem um nível maior de responsabilidade com aquilo que você fala, né? E que bom que tem, inclusive, né? Deixando bem claro que eu concordo com esse aspecto aí. E o Monark, pelo visto, eu não sei até que ponto ele sabia ou não sabia, né? Que isso ia dar merda, porque a gente não pode estar lá na cabeça dele pra saber o quanto de poder de decisão ele tinha naquele momento ali, especialmente embriagado e coisa e tal. Mas eu acho que ele relevou muito como que a gente aqui no Brasil trabalha...
com liberdade de expressão, né? Eu acho que ele, pelo menos, não pensou nessa consequência que eu acho que, nos dias atuais, fica bem claro que é bem diferente de como as coisas acontecem nos Estados Unidos. E, assim, um ponto que acho que a gente não comentou até agora, mas que eu também queria trazer aqui a nível de opinião, tem a ver com uma fala do próprio Monark de que, segundo ele, essas plataformas estão tentando acabar com a vida...
do Monark, e assim, eu acho que como criador de conteúdo, até porque o Monark não é, né, é um criador de conteúdo novo, ele já tá no YouTube, nessas plataformas há bastante tempo, eu acho que você é criador de conteúdo, talvez independente da plataforma que você esteja. Existem muitos criadores de conteúdo hoje que estão na Kik, que estão em outras plataformas que não necessariamente são essas principais, e isso até me gerou um pouco de questionamento, tipo assim, será que o Monark, ele daria certo, ele conseguiria trazer esse novo show, essa nova roupagem dele em plataformas diferentes que não no YouTube? Na opinião de vocês, assim, Edu e Vandeep.
Vocês acham que dá para ser criador de conteúdo hoje em dia e ganhar dinheiro, obter sucesso, fora das principais plataformas, como YouTube, Instagram e X, por exemplo? Na minha opinião, sim. Porém, você precisa ter um planejamento de arrecadação de fundos muito bem estruturado. Seja algo semelhante a...
Patreon, ou sistema de membros, inscrições pagas, ou uma marca parceira, porque depender de monetização de outras plataformas, ainda mais as que são mais nichadas e que não tem um sistema de monetização próprio tão robusto, é complicado. E assim, no caso do Monark, eu acho que ele não conseguiria monetizar tão fácil, ele não conseguiria empresas parceiras tão fácil, ele teria que...
depender de arrecadar esses fundos. Coisa que, assim, é possível, mas o quão fácil seria, eu não sei. Eu acho que o início do programa dele seria interessante. Tipo, por quê? Porque o que ele vai falar, né? Ele vai discutir sobre o quê? Com quem? Será que o Igor um dia iria lá e eles iam ter, tipo, uma DR em público, sabe? Então, talvez...
ele conseguiria gerar conteúdo interessante inicialmente. Mas aí depois, eu não sei se se manteria ou não. O patrocínio é difícil de conseguir. A gente tem um programa aqui que não tem custos altíssimos porque a gente não tem funcionário a não ser nossos queridíssimos editores. Inclusive, novidades em breve sobre isso. E também o contador, imposto e tal. E eu, felizmente, tenho acesso a queridos parceiros como o pessoal do Kabum que, né, ah, não, beleza, vamos dar uma chance para o programa. Vamos ver como é esse patrocínio. E é muito difícil.
É muito difícil, mesmo assim não é um negócio fácil. Então, não sei. Eu também tenho mais que falar, Edu, mas vou jogar bola de volta pra você, depois eu falo um pouquinho mais também. Tá, então assim, retomando o que a gente conversou inicialmente, o lance do Monark, ele cai em algo que as pessoas veem, às vezes, como uma virtude, mas pode ser um problema, que é o lance da autenticidade, fala o que pensa. Sim, a gente tem que falar o que a gente pensa, a gente tem que ser autêntico, mas existe um risco enorme quando a gente está falando de um assunto do qual a gente não entende.
E é por isso que algo que eu aprendi é que se eu vou falar de alguma coisa que está um pouco fora da minha área de conforto, eu deixo bem claro que eu estou falando numa visão limitada que está sendo restrita pela minha falta de conhecimentos amplos de um assunto. Então, quando eu falo de games, no geral, eu me sinto bem confiante e eu busco misturar conhecimento técnico, coisas mais factuais com a minha vivência. Quando eu vou falar de carro, por exemplo, eu amo carro, eu tenho carteira de piloto.
e tal, eu consigo falar com propriedade, mas sem entrar muito na parte mecânica que não é a minha área de domínio. Mas se eu estou falando de algum assunto que começa a fugir das minhas áreas de interesse ou de conhecimento, eu deixo claro que aquilo foge da minha área de conhecimento. E eu acho que...
Monark, ele caiu nesse problema todo porque ele queria falar de absolutamente tudo. E isso é um risco que esses podcasts correm porque eles querem entrevistar um monte de gente que falam de assuntos diversos. No geral, eles entrevistam especialistas, mas eles querem conversar de igual para igual com esses especialistas. E você não consegue conversar de igual com um especialista. E daí quando você começa a falar o que você pensa, e quando você quer falar com propriedade de assuntos que você não domina, você fala besteira.
E não só isso, cara, esse formato inspirado totalmente no Joe Rogan, você falou da mesa, Davi, eu sentei na cadeira lá do Igor, depois do programa, a mesa era lindíssima, era um pedaço de madeira, assim, gigante, assim, intimidava até, pensei, pô, se eu estivesse no programa, né, onde o funk sentou também, como que é? Porque era ao vivo e um staff enorme entrando e saindo, e eu tava na sala.
Mas, cara, eu acho meio preguiçoso isso. Você acha meio preguiçoso não se preparar pra algo? E por isso que a gente, em muitos sentidos, foi o anti-flow. Aí eu não tô falando do pessoal do Flow Games, não, tá? Deixando bem claro, não foi uma farpa. Mas o anti-flow desse começo. Propositalmente não se preparar pra...
Sob a ótica de espontaneidade, isso é preguiçoso. Tem gente que às vezes fala que a gente aqui é um pouco rígido, a gente passa a bola, mas não é, cara, porque a gente tem em mente um tempo que a gente quer fazer de programa, a gente sabe os assuntos que a gente tem que bater, cada um estudou a pauta de uma forma. Então não vai ser essa fluidez, inclusive se a gente tivesse pessoalmente um com o outro, porque também tem um delay na ligação que a gente está aqui.
Mas eu queria voltar também ao negócio do Monark mesmo, e é um print famoso dele, né? E perguntaram pra ele se ele era detentor dos meios de produção dele, né? E ele falou que sim, porque faz vídeos, né? Deve estar o print na tela de vocês. Até o meme que a galera meio que zoava ele. Ah, ele faz vídeos, não sei o quê. Mas não, cara, você precisa de uma plataforma.
Eu acho que ele teve um problema com o próprio Rumble, né? Não sei isso, ele foi pra lá. E eu me lembro, o meu TikTok, meu algoritmo, confesso que uma época, quando o Monark tava nos Estados Unidos, tava me mostrando umas coisas dele. Ele no carro, fazendo uns vlogs. Você vê uma pessoa sozinha, você vê uma pessoa meio perdida. Ao meu ver, a opinião minha, claro, não tô afirmando, não conheço o Monark intimamente assim.
Mas você é uma pessoa que tava meio, virou, assim, portador dessa bandeira de liberdade de expressão. Mas não sei, cara, não sei se tava bebendo demais, não sei se tava fumando demais, não sei. Mas no programa, né, você pode curtir teu negocinho, não tem problema nenhum. Mas no programa, não sei se precisava e aí abusou. Porque eu acho que ele, inclusive, né, aqui eu tô falando de coisa pessoal que eu vi. Ele tava com uma garrafa de cachaça que eu acho que tava vendendo, não sei se era do nome dele ou se ele tinha virado investidor. Então, cara, tu vai ficar metendo cachaça?
programa, isso não traz mais leveza, isso não torna o papo mais interessante. Mas era um formato que deu muito certo, o flow deu muito certo o berito dele e do Igor, que continuou o Igor. Eu acho um bom entrevistador, inclusive, assim, sabe? Eu acho que ele é um cara legal. Eu não sei, mas eu penso muito nessa ótica também, cara, que a gente disse, de ele não se importou muito com o Steph, aparentemente. Ou tava muito desenfreado.
Tava muito desenfreado mesmo e achou que tava meio invencível no momento. Porque o Monark, a gente voltando um pouquinho mais, cara, ele, no YouTube Game, era ele e Venom uma época, né, Edu. Você que competia com eles, assim, às vezes em home, em rankings, era thumbnail dele, randoms plays lá e do Venom, e assim. E aí abaixo, Guilherme Gamer, Edu, Funk, era um patamar diferente visualizações numa época.
E aí ele teve até aquele clipe que ele foi, eu acho que na Maria Braga, não foi? Ele tá cabelinho assim, meio nerdzinho. E aí ele teve essa revolução. Não sei o que que isso aconteceu, se foi o que que ele tava fazendo. Mas, ok, vamos criar esse programa. Mérito teu mesmo, emulando totalmente a forma do Joe Rogan. Mas aí você tem que evoluir. A gente tá aqui, eu não quero gastar o tempo de vocês.
Os dias que eu entrego um programa que eu achei que não foi muito bom, eu não gosto. Me incomoda, porque vocês estão aqui toda semana, espero que sim. Inclusive vocês ficam chateados quando a gente pula um episódio, mas isso aqui não é nosso emprego integral, sabe? Até gostaríamos justamente, talvez fosse até mais, a gente tivesse mais recursos. O Davi estava aqui na Gamescom, ele que supervisiona a edição. Existem razões pelas quais a gente não grava, inclusive.
Falei bastante, não sei se você quer falar mais um pouquinho, Davi, ou vocês, mas eu achei um assunto super interessante.
Eu ia só no fim das contas aqui, porque no fim do dia essa discussão não é sobre a pessoa, né? Mas sim sobre o que o Monark fez e a situação dele. Eu queria falar de maneira um pouco mais positiva, até em cima do que você mesmo falou, Van Dept, que assim, o Monark, ou o Bruno, né? Ele teve tantas histórias de sucesso e tantos projetos anteriores que deram certo, né? Foi na época lá no canal no YouTube. E esse canal no YouTube que mudou, né?
eram gameplays diferentes ao longo do tempo e tal. Então, depois foi a questão do Flow. Depois até, acho que até teve, depois que ele saiu do Flow, o projeto que ele tentou criar lá fora na gringa, se eu não me engano, deu certo de algum modo, porque eu vi algumas notícias a respeito dele. Eu vi essa notícia do Rumble, né, que depois acabou tirando o programa dele do alto também, porque se eu não me engano, o Rumble foi proibido de ser plataforma no Brasil e tal. Então, assim, o...
o Monarque claramente sabe fazer criação de conteúdo, ele sabe produzir bons conteúdos para públicos específicos, e eu acho que ele consegue, assim, fora dessas plataformas mais tradicionais, obter sucesso, mas como o Edomio falou, fácil não vai ser. Mas aí é que tá, esse é o ponto, assim.
As atitudes que a gente realiza, né? Aquilo que a gente faz tem consequência. E ele vai ter que conviver com as consequências dele, independente se ele tá arrependido do que ele fez ou não. No fim do dia, responsabilidade é isso. Não é você errar e as pessoas esquecerem, né? Uma coisa é a pessoa merecer uma segunda, terceira, quarta, quinta, sexta chance. Outra coisa é a gente esquecer o que aconteceu. As pessoas esquecerem, a sociedade esquecer, a plataforma pra qual aquela pessoa ali se dedicou e que deu espaço pra aquela pessoa esquecer. Então, acho que esse é o ponto.
Então, no fim do dia, sucesso aí pro Monark. Espero que as coisas melhorem pra ele, mas realmente é uma situação muito complexa que eu espero que não aconteça com outras pessoas como tá acontecendo com ele agora. Eu queria falar de mais uma coisa que o Van Depp me inspirou, na verdade, porque ele mencionou, num certo momento, a questão de espontaneidade, como que isso aparentemente vai contra o preparo. Parece que ou você se prepara ou você tem espontaneidade. E uma coisa que eu aprendi trabalhando com o YouTube, criando... Olha então...
conteúdo, é que a gente consegue ter espontaneidade junto do preparo. E eu tô falando isso como alguém que, assim, não no sentido negativo, mas como alguém que se orgulhava de conseguir ligar uma câmera e gravar um vídeo num take só, sabe? Porque quando eu comecei lá atrás, os meus vídeos de Call of Duty, os áudios deles eram um take só.
praticamente sempre de primeira. Eu achava isso muito legal, que eu falava, cara, isso aqui foi espontâneo, isso aqui foi natural, foi a minha fala refletindo o que se passa na minha cabeça de uma maneira pura, sabe? E com o passar do tempo, eu fui vendo que não necessariamente isso torna o conteúdo melhor, porque quando você se prepara, o vídeo costuma ficar mais denso de conteúdo, você consegue em menos tempo passar mais informação.
E mais do que isso, você consegue não esquecer de coisas importantes, porque você vai fazendo anotações. E eu acho que existe um meio termo dentre espontaneidade e preparo, que é você simplesmente fazer anotações para não esquecer de nada e improvisar em cima daquilo. Mas existem coisas que é melhor você literalmente ter ponto a ponto preparado. Somente quando é aspecto técnico ou coisas que podem ser mal interpretadas.
Não na maldade, tá? Algumas são na maldade, mas coisa que pode ser mal interpretada se você não usar o vocabulário correto. É bom você ter tudo anotadinho, direitinho, usar o teleprompter que nem eu uso, sabe? E hoje em dia eu vejo que, sim, em alguns conteúdos é melhor você só ler um pouquinho a respeito e improvisar, mas em outros é melhor você estar completamente preparado. Então, em questão de espontaneidade, naturalidade, não pensem que para ter espontaneidade e naturalidade você precisa estar improvisando e não se preparar.
Pelo contrário, bem preparado você consegue ser espontâneo com mais qualidade. Comprecercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercercer
Você falou muitíssimo bem, só para finalizar a pauta, eu tenho uma frasezinha dessas bregas, mas que eu gosto, que é preparação precede a performance. Então é isso, se prepara de alguma forma ou outra, nem que seja para entrar no fluxo de gravar e estar concentrado e estar apto.
Você tá mentalmente apto pra falar Tem pessoas te ouvindo, milhares de pessoas Nosso programa aqui cresceu Eu se eu tenho um flash de lucidez Sobre um assunto que a gente vai cobrir durante a semana Eu anoto, tem uma pasta aqui Um arquivo que eu vou anotando Não quer dizer que eles são frases completas Não quer dizer que eu fico lendo isso Até porque ninguém quer ver minha voz de leitura Na escola que todo mundo vai ler um papelzinho Ninguém quer ler isso Mas não dá, cara Hoje em dia a gente tá competindo muito pelo tempo Com...
com outras pessoas, então, não sei, mas, não sei, boa sorte pro Monark e comente aí o que vocês acharam dessa história aí. Galera, bora então pro Boletim Debate, a gente teve uma notícia especial essa semana, Davi, o que rolou? Coloca especial nisso, né, Alan e Maite, que inclusive já estiveram aqui no Debate, agora são papai e mamãe, né, ficamos muito felizes aí, foi uma notícia que foi bastante discutida, repercutiu muito, não só...
Obviamente pela maravilhosa novidade, mas também pela forma com que ela aconteceu, né? Porque muita gente, se não a maioria do público, tanto do Alan quanto da Maite, não sabiam que eles estavam grávidos, não é isso, Van Depp? Sim, e como eles compartilharam umas coisas, o Alan abriu live, os amigos dele, o Calango, o Fal, conversaram com o que foi tudo isso.
Eu sabia a notícia, o Edu sabia a notícia também. Eu sei essa notícia há bastante tempo, até porque, além de conhecê-los pessoalmente, são pessoas muito queridas minhas, eu sou o agente dos dois, né? Então, isso fez com que houvesse um planejamento por trás disso. Inclusive, até quando a gente ia fazer uma campanha com a Maite, né? Teve, por exemplo, da JBL, né? Que muita gente, inclusive, algumas tinham comentado será que ela tá grávida?
Porque ela tava com umas roupas meio grandes e tal. E isso durou meses, né? De quando a gente fechou aquela campanha.
E a Maitê falou, não, essa aqui é a última. Inclusive, ela postou uns stories também essa semana falando sobre isso. Ó, Marcas, desculpa, né? Porque a gente estava sendo meio vago. A Maitê está dando tempo nos jobs. Quando depois, para a segunda metade do ano, talvez a gente volte. Mas a gente também pode falar um pouco sobre essa ótica do porquê que eles fizeram esse anúncio. Tivemos o filho, é isso. O Edu fez algo parecido, então ele vai poder comentar melhor também. Mas assim, eu acho que é até difícil de explicar para algumas pessoas externas.
o nível da fama do Alan e da Maite, né? Eu acho que o post tá com quase 3 milhões de likes, eu nunca tinha visto, né? E não é tipo, ó, que foda muito like, não, mas é, existe uma preservação e um preparo que precisa ter, né? Inclusive, eles falaram, eu acho que a comunidade deles tem comentado, que muita gente na rua viu a Maite grávida. A Maite tá grávida, ficou grávida há 9 meses, evidentemente.
E ela começou a mostrar, né? Muito tempo atrás. Tem gente que viu, tirou foto sem mostrar a barriga, ninguém vazou. E houve muito dentro disso que englobou, né? Mais específico como a gente, justamente do Alan mesmo. Ah, não vai streamar muito em maio. Então, eu falo com nossos próprios queridos do Kabon pra preparar um roteiro, pra ele gravar uns vídeos. Então, tem muita coisa que eu precisei organizar e, sendo bem sério, blindar eles ainda mais, sabe? Eu acho que eu não consigo não trabalhar dessa forma humanizada.
Você falou, Davi, que os dois participaram do debate, são ótimos episódios, e ela falou sobre a maternidade aqui. Ela falou, não sei se vocês lembram que tem bastante tempo, mas ela falou que o sonho dela era ser mãe, que ela não vai ficar fazendo conteúdo disso, que ela não ia streamar enquanto tivesse. Então teve gente que suspeitou justamente.
Mas essencialmente a estratégia que eu tive com eles é o que vocês querem, o que vocês precisam de mim, como vocês vão fazer isso, como vocês querem navegar isso, contem comigo, e é isso, tá? E como eu falei, teve esse job da JBL, por exemplo, a Maite estava grávida, teve que pegar o Uber na chuva, no trânsito de São Paulo para gravar na casa do editor, porque, né, ah não, tem que gravar com certa pressa, e eu falando não para o cliente, não, calma aí, né, e eles entenderam, não explicamos a razão, né, então eu tive que ter um cuidado e um preparo ainda maior.
sabe, mas a razão de não anunciar, que talvez o Edu possa comentar melhor também, cara, porque tem pessoas que falam coisas grotescas, tá, eles são muito famosos, mas tem gente que é idiota, tem gente que é babaca, que ataca sem razão, então que bom que eles se blindaram disso, por mais que eles receberam um nível de amor enorme, eles estavam certos, eu apoio muito essa decisão deles e vai continuar sendo assim, mas Edu, o que você quer comentar aí?
Ah, eu fiquei muito feliz por eles. Eu acho que maternidade e paternidade é algo muito especial e eu acho que eles vão ser incríveis como pai e mãe. Obviamente, eu já falei para o Alan que estou à disposição no que ele precisar na hora de dicas. Até porque a gente tem a... Eu não diria que a gente tem a mesma profissão porque eu me vejo antes como alguém que cria vídeos e eu sei que o Alan se vê como streamer.
Mas assim, a gente faz coisas muito parecidas em termos de trabalho a ponto de eu sentir que eu consigo ajudá-lo no que precisar na questão profissional e também na questão de paternidade. Nessa situação toda eu acho que eles agiram extremamente bem de preservar a gravidez pra eles dois e amigos e família. Tem que se preocupar com a privacidade do filho também. E eu digo isso como alguém que teve uma filha expondo a gravidez.
Não exageradamente, mas expondo publicamente a gravidez e depois o nascimento. E tive um filho em que a gente não expôs absolutamente nada e só comunicou ao público depois que nasceu. O que mudou isso em você, Edu? Desculpa, não quis interromper, mas até para você comentar melhor. Porque essa decisão, a gente já conversou um pouco sobre isso, claro, pessoalmente muito, mas se puder falar a diferença. Outro momento da internet, outro momento de vocês, outro momento tudo, né?
Sim, é outro momento da internet. Eu acho que hoje em dia tem muito mais implicância, muito mais chatice na internet, muito mais maldade também. Em função disso, a gente resolveu preservar a segunda gravidez. Mas eu senti também que eu tava querendo expor menos da minha vida pessoal. Não só pra evitar as pessoas querendo se meter onde não foram chamadas, apesar de que quando você expõe algo, você meio que tá dando a liberdade das pessoas se meterem ali, né? Se você não expõe, você não tá dando a liberdade.
Mas também porque eu quis manter aquilo pra gente. Viver só em casal, em família, em amigos. Bonito. A gravidez e o nascimento. É diferente. Tanto que hoje em dia minha filha pouco aparece em conteúdo. Eu acho que é ok se ela aparecer de vez em quando. Mas também é ok ela não aparecer nunca mais, se for o caso, sabe? Eram momentos diferentes. Antes eu me sentia mais inspirado. E eu tinha mais tempo pra pegar a câmera e gravar um vlog.
Hoje em dia, eu tenho menos tempo disponível pra isso, sabe? Por isso que eu foco mais em games também. Porque você não tava contando a história da tua vida. Você tava contando a história de uma família imigrante, essencialmente, no canal de vlogs, né? Por isso que fez parte. Mas é interessante isso de expor menos, né? Mas não sei, Davi, se você quer comentar um pouco também.
Eu ia entrar muito nesse ponto aí a respeito do Alan e da Maite terem preservado a privacidade, não só deles, da gravidez, mas também do filho deles agora. E eu espero que isso, inclusive, passe uma lição para quem os acompanha, sabendo que os dois são pessoas extremamente...
relevantes, né? Hoje em dia que tem uma voz muito forte e tal, porque a gente vive hoje num contexto de ultra exposição, né? E aí, beleza, uma coisa é um criador de conteúdo, é um influenciador digital que expõe a sua família porque parte do conteúdo dele é expor a sua família. O próprio Edu, como você mesmo mencionou, Vandeep, tava contando a história dele e da esposa dele a respeito de ir para o Canadá, migrar para o Canadá e tal.
Então, querendo ou não, isso se torna quase necessário que a família seja um pouco mais exposta do que o momento que ele tá vivendo agora e tal. Mas a verdade é que a gente tá vivendo hoje num contexto não só de internet, mas de sociedade.
Em que mesmo as pessoas não famosas, elas se superexpõem, elas se ultra expõem. E isso não necessariamente traz nenhum tipo de retorno positivo, muito pelo contrário. Gera ansiedade, gera uma percepção pautada pelas redes sociais e não pela realização e pela relação entre pessoas reais e tal. Tanto que tem muito livro, né? Eu costumo inclusive falar de um bem famoso chamado A Geração Ansiosa, do Jonathan Haidt.
que fala muito sobre o impacto disso nas crianças da atualidade, mas também na sociedade como um todo, de como a gente tem hoje que evitar se expor demais nas redes sociais. Mas uma coisa são indivíduos que aqui e acolá não vem problema nisso, outra coisa é você ver uma pessoa como o Ala, como a Maite, que poderiam, se quisessem...
se aproveitar disso para gerar mais conteúdo e, consequentemente, quem sabe, gerar mais percepção, gerar mais público, gerar mais audiência, e que optam pelo contrário, exatamente por se preservar, por evitar essa exposição, mesmo sendo pessoas que dependem, de certo modo, da imagem deles para isso. Então, eu acho que essa foi uma mensagem muito bacana.
Que eu acho que inclusive vai ter um impacto muito positivo nos próximos anos. Eu acho que a gente vai ter outros casos de influenciadores digitais e criadores de conteúdo, muito parecido, por exemplo, com o Edu agora com o seu segundo filho, optando por não mostrar nem a gravidez, nem o nascimento, nem o crescimento dos filhos, como eu inclusive vejo lá na gringa. Alguns criadores de conteúdo fazendo assim também, pegando o rostinho do filho e mostrando sempre as costas.
ou então borrando, colocando emojis. Eu acho isso extremamente positivo, espero que isso continue aí, parabéns inclusive ao Alan e a Maitê por isso. Cara, eu sempre tive dificuldade em explicar o nível de fama deles. Assim, até pras pessoas à minha volta, talvez gamers, talvez que não acompanhem. Já saí com o Alan e a Maitê em shopping, algumas vezes inclusive, e eu confesso que me assustou.
Eu acho que, inclusive, no episódio do Alan, acho que talvez a conversa mais interessante que a gente teve com ele foi uma pergunta que eu fiz pra ele sobre a relação que ele tem com a fama. Ele falou que não tem lugar que não vai, que não é reconhecido. Existem casos que ela conta, me conta, de momentos estranhos. A gente foi num shopping aqui mesmo. Cara, ela foi no banheiro, rolou uma...
Vuca, né? E eu falei bastante no episódio do Alan justamente por isso. Pra contar essas histórias, pra ele se abrir um pouco mais e poder falar por ele. Porque eu já vi muita coisa e é muito estranho mesmo. É generalmente estranho, né? É até falando, né? Você viu quantos posts você já viu com 3 milhões de likes, sabe? Não é sobre os likes, é um nível de felicidade.
Que sim, teve muita, muita positividade nas pessoas. Muita gente no próprio Twitter falando, ah, que bom que não expuseram isso mesmo, né? E o maior paralelo que conseguiram fazer sobre eles é Zendaya e Tom Holland. Tipo, e é, o casal brasileiro da geração Z, claro que Zendaya e Tom Holland são famosos mundialmente e tal, é quase isso, eu até brinquei com ela, falei, eu tava falando, falei, tchau Zendaya, Zendes, eu falei, chamei ela de Zendes por isso, porque eu falei, cara, isso aqui é um absurdo.
E o contraponto disso, a gente já contou dessa história, a ótica da privacidade ou não privacidade. Eu não respeito a Virginia. Por mais que já deram o apelido do Alan de Virginia dos Games, de tão famoso que ele é, eu não respeito a forma que ela expõe os filhos. Bom, eu adoro esse apelido, Virginia dos Games.
Cara, tanto que a gente cobriu aqui a filha da Virgínia com três anos, com o complexo do próprio corpo, se chamando de barriguda, com três, quatro anos. E a Virgínia não só expondo isso numa live, como lendo mensagens da psicóloga que deveria ser privada, inclusive eu acho que talvez da mãe, né? Não sei como funciona isso, terapia infantil, você compartilha umas coisas, outras não. Mas é isso, com todo respeito também, o filho do Piong...
tinha um milhão de seguidores antes de nascer e tava respondendo pessoas no chat. Ai, minha mãe, amo muito minha mãe, meu papai. Não sei, desculpa a vozinha, entendeu? Mas então eu acho que é um circo de bizarrice e eu sou um agente de talentos de influenciadores. Mas você não...
precisa expor tudo, você não precisa alimentar tudo isso, entendeu? Então, não sei, cara, de verdade, assim, Alan e Maite são queridos, são amigos pessoais meus, feliz que deu tudo certo e que possam começar essa etapa com muita paz, muito amor, muita privacidade, muita positividade e eu vou fazer meu papel que eu puder aqui pra eles sempre contarem comigo e parabéns, parabéns mesmo, é um tempo de muito amor.
Pra não deixar passar, tem mais umas noticiazinhas, a gente vai experimentar aqui, falar de algumas coisinhas, ver o que vocês acham, mas primeiro, notícia preferida do jogo preferido do Davi, GTA teve coisinha nova, né? Teve Jason Schreier, Strauss Elnick, teve Crunch, teve... só rapidinho, tá? Não vai ser um bloco inteiro de GTA, se acalmem. E o que que teve aí, Davi?
É, vamos falar bem rápido, comentar, até porque a gente sabe que a gente tá cobrindo bastante aqui GTA VI, vai demorar um pouquinho ainda pro lançamento do game, mas muita coisa tá acontecendo e a gente queria trazer pra não deixar passar isso daí. Especificamente sobre GTA VI, tá surgindo muita notícia a respeito de Crunch, não necessariamente...
no estúdio, que está cuidando de GTA principalmente, que é o Rockstar North. A gente está falando de indícios de crunch na divisão indiana, que está cuidando de GTA 6. Além de questões também relacionadas a uma entrevista recente que o Strauss Zelnick, CEO da Take-Two, dona da Rockstar, fez com o Jason Schreck, que é um dos jornalistas mais respeitados.
que a gente tem hoje. Teve até, inclusive, questões, discussões de analistas relacionadas ao preço que GTA 6 vai estar sendo vendido. Tem gente, inclusive, defendendo o GTA 6 saindo a 80 dólares. Sim. Por quê? Qual o motivo? Para proteger a indústria dos games, porque se sair mais barato que isso, vai dar ruim. Eu queria perguntar para vocês o que chamou mais atenção em relação às principais notícias que saíram sobre GTA 6 para a gente poder tocar o barco com o nosso Para Não Deixar Passar.
Essa questão que você falou de 80 dólares do jogo foi o Omar Dessouk, que é o analista de ações do Back of America, que ele falou que se o jogo fosse abaixo de 80 dólares, a indústria ia sofrer muito, que eles não podem fazer isso, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Porque se for 69, ninguém vai. Mas, ao mesmo tempo, meio genérico o Strauss-Elni, como sempre, falando que as coisas continuaram e estão andando, mas nada super concreto.
E, né, expectativas são tão altas que assustam. Isso que ele meio que falou que me chamou a atenção também. E também que eles não tiveram limitações financeiras, que a Take-Two deu todos os recursos que a Rockstar pediu, sem pedir nada, sem ficar argumentando. E que também os custos de AI não diminuíram o custo, que a gente tem visto isso também, né? E que vender 10 milhões de cópias seria desastroso. Então, assim, não teve nada muito...
concreto como sempre, né? A gente nem queria cobrir isso, mas pra não deixar passar. E vocês querem comentar rapidinho? Eu queria comentar bem rápido a questão do Crunch só, porque eu sou muito contra a cultura do Crunch e achava que a gente já tava meio que com isso deixado pra lá, mas pelo visto não. É curioso porque a Take-Two, né, ela disse, ela justifica, através da figura do Strauss-Ewnick, o atraso de GTA 6 exatamente pra evitar.
a questão do crunch, mas a gente percebe que o crunch, ele é combatido de maneira geográfica, né? É triste ver que o combate ao crunch, ele funciona nos Estados Unidos, mas quando você vai pra Rockstar Índia, pelo visto lá, a coisa pode acontecer de qualquer maneira. É claro que a gente sabe que é uma questão muito mais complexa do que isso, mas com certeza absoluta, uma empresa do tamanho da Take-Two.
e da Rockstar conseguiria combater muito mais o Crunch do que empresas menores. Eu estou falando isso porque eu sei que tem muito desenvolvedor indie que acaba optando pelo Crunch porque não tem outra escolha. Mas com certeza absoluta, a todopoderosa Rockstar teria escolha, sem dúvida nenhuma, de evitar Crunch. Mas estamos vendo aí Crunch porque GTA 6, pelo visto...
tem que sair mesmo em 2026. Eu confesso que estou com um pouquinho de pé atrás, inclusive com essa notícia também. Acho que o jogo vai sair, mas estou começando a achar que vai ser um daqueles lançamentos que logo depois que o jogo sai, vai ter um Day One Patch imenso, com uma série de mudanças, com uma série de melhorias, com uma série de otimizações, porque talvez o jogo esteja saindo, não sei, não tão finalizado assim. Vocês estão confiantes aí nesse lançamento de GTA VI na data correta tudo certinho ou não?
Sinceramente, eu tô confiante nessa data de lançamento, sim. Claro que se adiarem, é o que é. Eu não vou ficar chateado, eu não vou lamentar. Eu acho que o importante é o jogo sair finalizado certinho, mas eu acho que sai no fim do ano. Retomando o assunto de Crunch, eu queria só contextualizar, porque eu sei que vai ter gente imaginando, ah, o Crunch e os caras estão reclamando de fazer umas horinhas extra. Não. O Crunch na indústria de games, ele costuma estar associado a não ter o pagamento da hora extra.
Às vezes tem, às vezes não. Mas é uma quantidade de trabalho extra absurdo, a ponto de funcionário com alguma frequência dormir na empresa. O cara que trabalha 40 horas por semana, de repente, está trabalhando 60, 80, 100 horas por semana. E não é que ele deu um boost ali nos dias. Isso costuma se estender por semanas ou meses. Então é algo que realmente chega a quebrar famílias.
quebra mentalmente as pessoas envolvidas, quebra também muitas vezes em termos de saúde as pessoas envolvidas. Então é por isso que é um assunto tão delicado e que também é difícil da gente entender do lado de fora, tá? O que eu tô falando aqui eu já ouvi de amigos conhecidos que trabalham na indústria de games, fora tudo que eu já li a respeito, mas, cara, eu já ouvi amigo meu falando que tinha colega dele dormindo no escritório. É nesse nível. Então saibam que quando a gente defende...
o fim dessa cultura do crunch, cara, não é à toa, não é bobagem, não é frescura, tá? É algo que é muito complicado que rola na indústria.
Para não deixar passar também, nem vale a pena discutir muito, mas a amiga de vocês, a Xasharma, continua acertando. Eles vão parar o desenvolvimento de Copilot no console e diminuir no mobile. Depois de já ter trazido o logo de volta, ter aposentado o Microsoft Gaming, a gente acabou não comentando, mas como é bom ver alguém fazendo o simples.
o óbvio, entendeu? Não precisa reinventar a roda, que é uma expressão muito usada, mas vocês querem comentar isso rapidinho, mas eu, como o maior amante de AI desse podcast, fiquei muito feliz. Eu queria ser um pouquinho ácido, e não é contra ninguém de Xbox, tá, pessoal? 100% aqui, ó, meu Xbox Series S tá ali ainda, meu Xbox Series X tá no quarto.
Mas foi engraçado porque eu... Pesquisando sobre essa matéria, eu vi um monte de vídeo de influenciador digital, criador de conteúdo de Xbox, falando bem do Copilot, assim que foi lançado. Olha só que funcionalidade incrível, que maravilhoso. Gente, agora vai falir as revistas de detonado, os sites de detonado. Acabou, porque agora no seu próprio Xbox... Eu queria muito, muito mesmo que quem joga Xbox e que acompanha o debate coloque aí nos comentários o quanto já usou essa funcionalidade do Copilot.
Porque eu tenho dois Xbox em casa e eu nunca usei Copilot de Xbox na minha vida. Não gosto então então então então então então então então então
Apesar de ser um cara que acha IA algo interessante. Acho que a IA, quando bem implementada, ela pode sim trazer vantagem. Mas eu não acho que essa implementação de Copilot no Xbox e no mobile funciona como deveria funcionar. Tanto que a Chacharma tá aí. Tirou aí, né? Ele servia pra ajudar as pessoas nos jogos em si, né? Pra navegar o jogo com mais facilidade, né? E não deu, né? Você usou Copilot? Fala um ser gamer de verdade. Não, e não pretendo. Tá bom, justo. Esse é o comentário do Copilot do Edu.
E pra não deixar passar também, vamos falar um pouquinho de Star Fox. Sim, Star Fox foi anunciado para o Nintendo Switch 2. Não é Star Fox alguma coisa, é o Star Fox, tá? O jogo vai ser um remake do Star Fox mais, digamos assim, clássico que eu acho, pelo menos na minha opinião, né? Que a gente teve no Nintendo 64. Obviamente com gráficos muito modernos. E uma notícia que agrada muito aos fãs brasileiros, que é o anúncio da dublagem em português do jogo. Isso eu achei uma notícia muito legal mesmo. Apesar...
De não ter gostado muito da aparência do Fox, McCloud e companhia. O que você achou, Edu? Então, foi um anúncio que me pegou um pouco de surpresa. Eu imaginava que a Nintendo estava planejando algo envolvendo a franquia por causa do filme do Mario Galaxy. Não era à toa que Star Fox ia aparecer lá, Fox e McCloud ia aparecer lá do nada.
Eu acho muito estranho eles fazerem mais um remake, mais uma reimaginação de Star Fox 64. O jogo é brilhante. O Star Fox 64 é um dos melhores jogos de todos os tempos. Eu acho ele absolutamente brilhante, mas ele apareceu no 3DS. Ele teve uma reimaginação no Wii U através do Star Fox Zero. E agora ele vai ter um remake. E ainda com um nome que não me agrada, porque eu acho que começa a ficar confuso e não respeita o legado. Tinha que ter um nome diferente, não Star Fox. Star Fox é um super...
entendo, cara. Fora que isso faz uma bagunça em busca da internet, quando você coloca o mesmo nome nas coisas. É tipo o Call of Duty Modern Warfare. Pera, qual? Qual dos dois? Pra que isso? Tomb Raider também. Cara, dá um nome direito pra parada. Isso dito, o que eles mostraram eu achei bem interessante. É um jogo que eu com certeza vou jogar. Imagino que eu vou gostar. Em relação ao visual, eu acho que o visual de Star Fox é um jogo que eu vou jogar.
numa plataforma moderna, ia combinar mais no estilo massinha, sabe? Algo mais caricato. Não me desagradou, mas também não me agradou. Eu fiquei bem em cima do muro com o visual que eles mostraram. É, talvez vocês não saibam disso, mas eu era bem, bem fã de Star Fox e o 64 justamente é um dos meus jogos preferidos também desse console. É absurdo. Joguei no 3DS, paguei no Switch 2 aquele negócio que você consegue acessar lá o serviço, os jogos do Nintendo 64. Online. Foi um discurso.
joguei, porque aquela primeira missão muito clássica, que inclusive aparece no trailer. É um jogaço, assim, um jogaço muito legal, aqueles personagens são excelentes, assim, né? E eu não gostei da cara do Falcon também, eu acho que o Falcon era o meu personagem preferido e ele deve estar aparecendo na tela aí, tipo assim, não tem aquele charme meio quadrado do 64, não tem aquele desenho à mão, então...
Não sei, eu acho que é bom talvez que eles mudem isso. Não sei se vão mudar, evidentemente, acho que não. Mas também deixa nos comentários. Eu tenho um comentário pra fazer. Cara, a Nintendo ela tinha que cuidar melhor das propriedades dela, né? Isso, concordo. Pô, mano, Star Fox, cara. Fazia muito tempo que não vi um Star Fox novo.
O último, acho que tinha sido Star Fox 2, que eles pegaram o protótipo do Super Nintendo que foi lançado e usaram pra lançar aquele mini Super Nintendo, né? Mas tem muita franquia da Nintendo que fica largada pro tempo. Eu, sei lá, Punch-Out, Pilot Wings. F-Zero. Já fizeram tanta coisa legal. F-Zero, mas parece que, tipo, Mario e Zelda são os queridinhos e o resto é tudo patinho feio. Eles vão vendo qual que vai ter uma tensão. O Yoshi tá bem cuidado também, aparentemente.
Mas eles tinham que dar mais atenção, sinceramente, pras franquias clássicas poderosas. O próprio Metroid ficou um tempão sem lançamento, né? Até o Prime 4. Teve aquele Metroidvania, mas era o remake do 2 também, né? Enfim, eu sinto que a Nintendo podia dar uma melhorada.
Enfim, por último, Gamescom. Davi tá fazendo o merchan dele. Eu transformei o Davi no marqueteiro safado. Olha quem veio. O cara que formou de barcos também, chapinha. Mas assim, a Gamescom pra mim acabei só indo um dia. Podia ter ido mais? Podia. Mas pra mim é sobre conexões, reconexões. A gente teve uns happy hour, teve festinha aqui em casa. O Davi veio, fez uma bagunça aqui em casa, ficou muito doido.
Quebrou tudo brincando, mas a gente fez uns rolezinhos legais. E pra mim é mais sobre isso. Obrigado a todo mundo que falou com a gente lá. O Davi, pessoalmente, estrela. Nossa, velho. Caralho, não consegue ficar em paz lá. Todo mundo tirando foto com ele. Vai um agradecimento a todo mundo que abordou. Tem gente que, inclusive, ganhou esse adesivozinho aqui que tá aqui. Agradecimento especial, inclusive, à Lady Piper, que foi lá, conversou com a gente.
Fez um post muito fofo da gente lá. Deve estar aparecendo um post. Mas, Davi, o que foi a Gamescom pra você?
Cara, foi muito, muito legal. Só pra quem não sabe, eu fui pra Gamescom dessa vez a pedido do pessoal da S-Game, que é a desenvolvedora do Phantom Blade Zero. Eu já tinha conversado com eles, né? Os conhecidos numa viagem que eu fiz a convite deles, né? Junto, né? Na verdade...
a convite deles para o canal do Edu, lá para a China, para conhecer os bastidores do estúdio, para ver a primeira versão de Phantom Blade Zero, que inclusive foi a mesma trazida para Gamescom Latam. E aí eles me chamaram para estar lá, conversando com alguns influenciadores digitais e criadores de conteúdo que eles estariam trazendo, e também ajudando eles, né, a entender um pouco melhor o evento Gamescom Latam e também o público brasileiro.
O resultado foi fantástico. A gente lá ganhou o prêmio de melhor stand do evento. Então...
O stand da Phantom Blade Zero, né? Da S-Game com Phantom Blade Zero, ganhou o melhor stand. E o Phantom Blade Zero foi escolhido o jogo mais interessante, o jogo mais chamativo para PC que estava disponível para jogar lá na Gamescom Latam. Então, assim, foi muito massa. Agora, não vou omitir que eu acho que a parte mais legal de fazer parte dessa experiência, eu que estive no stand lá do Phantom Blade Zero, o evento inteiro, foi estar dentro do stand...
ajudando o pessoal lá na organização a lidar com criadores de conteúdo e tal. E vira e mexe alguém me cutucar assim e falar peraí, você não é o Davi do debate? Eu falei exatamente. E a gente ia lá, se encontrava, se abraçava, tirava foto. Então assim, foi uma experiência surreal pra mim porque eu nunca tinha estado nessa posição de consultor para um estúdio que queria ali interagir com o público brasileiro que foi muito legal e foi uma honra assim.
enorme pra mim, muito legal mesmo, mas também foi super especial estar trabalhando lá dentro da Gamescom, no stand do Phantom Blade Zero, e encontrar fãs do The Byte, ouvintes aqui do nosso querido programa, eu fiquei extremamente feliz, então você que me encontrou lá no stand de Phantom Blade Zero, tirou foto comigo, saiba que eu não esqueci você, e foi uma das experiências mais legais que eu tive nos últimos anos, e vamos pro próximo evento, que eu tô muito afim de participar disso novamente. Edu, a gente criou um monstro.
Olha aí, é Esse sorrisinho aqui, meu amigo Tem uma hora que eu falei, Davi Vamos nos encontrar, né, quando eu fui lá Oi, Davi, onde você tá, caralho? A gente se viu, aí a gente começou a andar E muita gente querida, muita gente conversando com a gente É bem legal esse carinho Edu, por que ele usa essa voz quando ele fala? Eu queria muito entender
Eu não sei. Eu não tento entender, mas... Eu nem vi a voz. Eu só sento. Eu devo ter usado nas seis vozes aqui. Eu acho que eu tô mais soltinho também. Eu acho que fez bem os descansos do próprio debate. E, de novo, assim, o evento em si, eu quero saber quem foi, o que achou dos estandes, da organização. Tem gente que falou que tinha pouca coisa, né? Essa dinâmica, não sei se você quer comentar um pouquinho também, Davi, mas, assim, eu achei de boa, tranquilo. Fiquei um pouco no estande dos creators, falei com...
com alguns creators também legais, conheci umas pessoas, falei com nossos colegas do Cabum, de outras empresas, eu fui mais pra isso, né? Então talvez tem gente que me aborda, vê que eu tô sempre andando meio rápido pela feira, porque eu tenho que ir lá no stand aqui, tenho que ir aqui encontrar o pessoal da EA que veio do México, no stand, não sei o quê, então pra mim eles servem muito pra isso.
Conheci também, que nem eu disse, creators, a Isabelle, que imita o pica-pau. Ela foi fofa, me abordou. A gente pode botar o perfil dela aí. Não é só imita o pica-pau, mas é uma creator nova, muito talentosa também. Muita gente boa falou que ouve a gente aqui.
Então foi isso, pra mim é de conexões, mas é um negócio que às vezes dá uma cansada, muito barulho, muito movimento, muita coisa, muita extração, muita gente quer me abordar, falar disso aqui, isso aqui, e eu acho muito legal, acho muito legal, mas podia ter ido mais no evento, podia, mas pra mim é sobre esses rolés, essas conexões que eu faço fora mesmo.
E eu acho válido, só pra finalizar, Vandepe, agradecer, não, mas reconhecer algo que eu achei bacana nessa Gamescom, que eu não tinha visto em eventos anteriores, que é a volta, o retorno dos Creators Lounge, cara. Isso foi um negócio muito legal. Tinha espaço pra imprensa lá, pro jornalista que quisesse tomar uma água, sentar, pegar um Wi-Fi específico pra poder fazer seu trabalho, mas tinha também uma área lá, patrocinada pela Twitch, se eu não me engano.
pros criadores entrarem com comida, pelo menos toda vez que eu fui lá tinha alguma coisinha, com água, com sofá, com cadeira, e eu acho que isso é algo que a gente tem que reconhecer, porque foi algo que nos últimos eventos que eu participei, pelo menos, que eu não preciso citar, mas a gente falou sobre isso em outros episódios do Debite, faltou isso e muito mais. Então, assim, parabéns pela organização da Gamescom, é assim que você consegue cultivar não só público e marca, mas também creator.
que olha pro teu evento, como o Vandep mesmo falou, como um espaço de conexão com o público e com outros, mas também um espaço pra fazer negócios, né? Um espaço pra estar ali criando conteúdo, e tava em muita gente criando conteúdo também. O Coelho, do Coelho do Japão, foi lá no stand, produziu um vlog, foi super legal, gostou também bastante do evento, ele que foi host, né? De vários palcos lá e tal. Então, assim, eu achei a Gamescom Latam em 2026 sensacional, sou suspeito, obviamente, pra falar, né?
Porque, enfim, ganhei dois troféus lá junto com o pessoal do Phantom Blade Zero, né? De melhor jogo, de melhor stand.
Mas assim, eu achei que foi um evento bem legal. E segundo o marketing do evento, eles tiveram quase 20% a mais de pessoas na Gamescom Latam desse ano do que no ano passado. Então, pelo visto, as coisas estão crescendo, as coisas estão melhorando. E eu espero que a Gamescom Latam de 2027 seja ainda melhor.
Você falou bem aí a finalizar, mas de fato, eu fui pro evento com o próprio Funk, que eu falei, Funk, vem pra São Paulo, vamos dar uns rolés aí, se você quiser, e ele topou aí no evento, o que me assustou um pouco, falei, caralho, tá ligado, tô ficando um ano com ele, e ele é introspectivo, o Edu sabe como é, e ele falou, não, mano, acho que não vai ter tanta gente, vai me reconhecer, falei, caralho.
Pô, você é um funk, tá ligado? Ele acha que tá velho, as pessoas não morrem com isso. Eu falei, se acalma. Mas pelo menos ter o Creators Lounge, por mais que muita gente também o aborda lá, é que a gente tava meio acostumado, cara. Antes todos os stands de TikTok, de YouTube, disso aqui, né? Sempre tinha um espaço interno.
pras pessoas respirarem, hoje em dia tem muito menos disso, mas sempre é bom um evento bater com a BGS. O Edu não teve, Edu, não sei se você quer comentar, perguntar, ou só, tipo, não, não foi, não sei quando eu vou numa Games, porque você foi só na de 2024, né? Eu fui na... Foi em 2024 que eu fui? Foi, foi. Eu gostei quando eu fui, eu gostei bastante, eu achei o evento, assim...
Do meu lado, sim, bem organizado, foi bem recebido, me senti valorizado. Eu não falo isso no sentido de ego, mas era no sentido de coisas que qualquer pessoa que trabalha com games gostaria de ver num evento. Eu não vejo isso rolando com BGS.
BGS sempre deixou a desejar na questão de receber de uma maneira pelo menos digna quem trabalha com games. E a Gamescom, pelo contrário, trabalhou bem e se mostrou disposta a melhorar, sendo que já estava bom. Então eu quero em algum momento ir de novo ao evento, não rolou de eu ir nos últimos anos, mas não é nada contra o evento, pelo contrário. São coisas da vida, não tive como ir, mas eu gosto de evento de games e eu fico feliz que o evento esteja sendo bem organizado.
Bom, gente, chegamos ao final de mais um debate. Obrigado, vocês falam que estavam com saudades. Ah, não quer trabalhar. Vocês querem que a gente trabalhe? Se inscreve no canal. A gente continua, 75% das pessoas não se inscrevem. Ajuda, ajuda a gente. Fale para um amiguinho. Você pode falar, tem programa legal, YouTube, não sei o quê.
Fala, eu juro que não é motivação, a gente não vai vir aqui a mais motivação, mas o projeto continua crescendo como a gente acha que deve. Então, obrigado de novo a todo mundo que veio falar com a gente. Semana que vem a gente vai estar aí com certeza. Em breve talvez uns convidadinhos aí, não sei. Mas é isso, gente. Uma ótima semana a todos. Abraço, beijo no coração. Ficou bonito isso. E tchau. Vocês falaram das vozinhas. Desculpa.
Não, eu vou ver, eu vou estar vendo esse debate e vou estar irritado comigo mesmo, viu, Vanetti? Viu, Vanetti? Tchau, gente. Beijo.
E aí
KaBuM
Periféricos