Ep. 114 - Xbox Salva Game Pass, Mercado de Previsões Distópico, Designers Ameaçados & Mais!
💥Cupom DEBYTE5 pra 5% OFF em Periféricos no KaBuM: http://kb1.me/debytekabum
BRKsEDU, VanDep e Davi discutem a redução de preço do Game Pass, as revelações sobre o ex-CEO de PlayStation, o risco do Mercado de Previsão, a evoulução assustadora do ChatGPT, Assassin's Creed Black Flag Resynced e Mais!
Contato comercial: debyte@vandep.ag
https://vandep.ag
Participantes:
BRKsEDU:
https://instagram.com/brksedu
Bruno De Paula - VanDep:
https://instagram.com/mrvandep
https://www.linkedin.com/in/brunovandep
Davi Rocha:
https://twitter.com/davidobacon
https://instagram.com/davidobacon
Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @paulosales.editor
- Redução de preço do Game PassCall of Duty no Game Pass · Asha Sharma
- Mercados PreditivosCauchy · Polymarket · John Oliver
- ChatGPTDesigners ameaçados
- Assassin's Creed Black Flag RemakeUbisoft
Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Nesse episódio, vamos falar do fato de que Xbox baixou o preço do Game Pass, tem polêmica envolvendo executivos de PlayStation, temos aí uma evolução bizarra do chat GPT, vamos falar também de um novo perigo que é relacionado às bets, que é o mercado de previsão, falar de umas outras coisinhas também. A gente vai agradecer logo de cara o Kabum, parceiro do The Byte, é o maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina. Como parte dessa parceria, o Kabum está disponibilizando o cupom THEBYTE5,
pra 5% de desconto na compra de vários periféricos que estão à venda no site, tem teclado, mouse, controle e headset e muito mais lá no site do Kabum. O cupom, novamente, é DEBYTE5, tem QR Code na tela e link na descrição. Bora aí!
Fala, pessoal. Seja bem-vindo a mais um episódio do Debite. Vamos começar esse episódio falando de Xbox, porque do nada, do nada mesmo, no meio da semana passada, nossa queridíssima... Podemos chamar de queridíssima agora? Eu acho que pode, né? Porque ela está fazendo um trabalho... Pelo menos eu acho que ela está fazendo um trabalho legal. Quem sabe o Veridico não saiu ainda. Por enquanto pode. Se vai brigar, não pode mais. Mas por enquanto pode.
Nossa queridíssima Archa Sharma, junto da conta oficial de Xbox, anunciaram aí no Twitter uma redução de preço na assinatura do Game Pass Ultimate, que caiu de R$119,00 para R$76,00 por mês, eu estou arredondando, tá? E também uma queda de preço do Game Pass para PC, que foi de R$70,00 para R$60,00. Para compensar isso daí, essa redução de preço, foi anunciado que agora, Call of Duty, os próximos lançamentos da franquia Call of Duty, não serão lançados diretamente Day One.
no Game Pass Ultimate agora. Vai ficar para o ano seguinte a data de lançamento do novo COD. Edu, queria já começar aqui perguntando para você o que você achou dessa novidade da redução do preço do Game Pass Ultimate, principalmente do PC também, e também se você acha que outros jogos, além de COD, podem acabar também ficando de fora do Day One do Game Pass Ultimate. Será que esse é o começo de uma mudança de estratégia de Xbox ou não? Foi só com o COD mesmo? Boa pergunta, boa pergunta.
A gente falou disso no episódio anterior. Eu não quero ser redundante, mas eu acho que é uma excelente notícia. É disso que a gente precisava com o Xbox. Eu acho que o Xbox vem cumprindo o papel de ser um console mais acessível. A redução de preço, obviamente, que...
fortalece a plataforma como sendo a plataforma mais acessível. A gente sabe que os preços praticados por PlayStation são mais caros. Não o console necessariamente, principalmente no Brasil, mas de maneira global o PlayStation é mais caro, no Brasil é mais caro. Com essa redução de preço, o Xbox fica mais acessível. Existe o Series S, que acho que preenche uma faixinha de mercado interessante. Redução de preço...
é ótima, e eu não acho que é um problema terem tirado o Call of Duty do ano da assinatura, né, o Call of Duty de anos anteriores, ele fica ali na assinatura, mas o Call of Duty lançamento não, eu acho que isso é ok, porque não é todo mundo que assina Game Pass que quer jogar, que faz questão de jogar Call of Duty e por hora eu diria que eu não acho que outros lançamentos
vão deixar de aparecer no Game Pass. Até porque essa é a dinâmica do Game Pass. A galera quer jogar os lançamentos fortes de Xbox, que pra mim não é Call of Duty. Call of Duty eu ainda associo muito com Activision, e não necessariamente com Xbox, mas sim como mercado de games como um todo. Mas eu acho que os grandes lançamentos, tipo Forza e Gears, tendem a continuar na assinatura. Achei que é uma ótima...
Excelentíssima notícia, tanto pra quem joga videogame, quanto pra quem é criador de conteúdo, quanto pra quem trabalha na área de games, na parte de mídia, né? Seja site, portal, etc. É excelente, porque quanto mais acessíveis os games são, mais esse mercado gira melhor pra todo mundo. Achei ótima notícia. Legal, e você, Van Depp?
É, a gente cantou essa bola, né? A gente falou de... Justamente, pode voltar o tape. Eu falei, pô, podia tirar o código e abaixar o preço, né? E assim, deixando bem claro que eles corrigiram algo que estava errado, uma decisão estratégica, mas a gente sempre pede essas corrigências.
algumas mudanças e também alguma boa notícia, né? E abaixar o preço de um serviço que muita gente gosta. A gente até fez um episódio aqui, né? O fim do Game Pass e coisa do tipo, porque tinha aumentado num nível que não fazia mais sentido, né? O próprio Game Pass Ultimate, então...
De qualquer forma, eu acho uma estratégia interessante, cara, de controlar essa narrativa e dar uma vitória para a Asha Sharma. Isso aí não é por acaso. Tudo é pensado, não é uma decisão impulsiva. A própria Microsoft, o pessoal do Xbox sabe, vamos dar essa vitória para ela, essa notícia positiva, para voltar os ventos ao nosso favor aqui. Parece que também vão voltar a investir mais em console, ou pelo menos os jogos, e acabou esse negócio de tudo ao Xbox. Mas...
Como é raro dar boas notícias ao consumidor, a gente tem que celebrar assim, cara. O que você achou disso, Davi? Eu gostei muito. Eu achei, inclusive, que a matemática ficou muito favorável até, porque geralmente essas reduções de preço, elas acontecem de uma maneira muito mais mirrada, digamos assim, do que os aumentos de preço. Os aumentos são muito mais significativos do que as reduções. Mas se você fizer a conta direitinho, o que acaba servindo ao longo do ano de economia, especialmente com relação à retirada do Call of Duty, para mim, fechar a conta. Fazendo uma conta rápida...
Se você tira o Call of Duty da equação agora do Game Pass Ultimate, mas agora considera esse novo preço mais barato, você na verdade está economizando durante o ano de Game Pass Ultimate R$516,00, que dá mais até do que o valor do Call of Duty, tirando obviamente edições especiais e tal. Então você acaba tirando o Call of Duty e ainda trazendo economia para a pessoa que está assinando ali o Game Pass Ultimate. E eu achei interessante também que quem segue a gente nas redes sociais, ou pelo menos quem me segue, pelo visto gostou também dessa...
novidade, porque às vezes a gente olha uma redução de preço como essa e acha bacana, acha legal, mas aí quem tem que na verdade achar legal é a comunidade como um todo, né? E aí eu fui lá no Twitter e coloquei assim, você acha que com essa redução de preço tá valendo a pena agora assinar o Game Pass Ultimate? E muita gente falou que agora tá valendo a pena. Eu acho que quando você...
sai daquele patamar de cento e poucos reais e entra num patamar de abaixo de cem reais, isso mexe muito com a percepção de valor por parte do consumidor em relação à equação desse Game Pass. Eu mesmo que parei de pagar o Game Pass Ultimate porque eu achei que mais de cem reais estava um preço muito abusivo, estou considerando...
fortemente voltar a assinar o serviço. Porque, assim, não que eu esteja com muito tempo pra jogar muito jogo agora, eu acho que a proposta do Game Pass acaba sendo essa, né? Você poder ter acesso a vários jogos diferentes. Mas porque eu gosto muito dessa ideia de você ter ali meio que uma Netflix dos games, né? Sempre que eu tô de bobeira, sem nada pra fazer, eu posso baixar um jogo legal, pegar um jogo indie, pegar um título da Double Fine, como, por exemplo, foi recentemente aí o Keeper. E aí eu pego pra jogar sem muito compromisso, sabendo que todo mês eu vou estar recebendo jogos novos e aquele catálogo vai estar ali se renovando. Eu achei isso muito legal.
Agora, sendo bem honesto, eu acho que dá pra melhorar. Inclusive, eu achei muito bacana, apesar disso não ser ainda uma informação oficial, alguns rumores de que talvez a Asha Sharma queira melhorar ainda mais o Game Pass. Quem sabe até estudando aí um Game Pass, uma versão do Game Pass customizada.
onde você pode escolher as vantagens que você quer trazer para o Game Pass. Tipo assim, eu não quero que o meu Game Pass tenha a parada lá do Fortnite Crew, eu não quero que tenha a conexão com o pessoal da Riot, eu não quero que tenha, por exemplo, o catálogo da EA Play. E cada elemento desse que você tira do Game Pass, segundo os rumores, deixaria a tua assinatura de Game Pass mais barata. Eu honestamente acho que esse seria um caminho muito legal para...
mim, apesar de saber que obviamente isso pode deixar a coisa um pouco confusa. E a gente sabe o quanto a Microsoft tem sofrido em épocas anteriores com um Game Pass confuso, ou com planos de assinatura de Game Pass meio confusos, meio estranhos. Sempre que eles mudam o nome e mudam ali os valores e o que tem em cada oferta, eu pelo menos detesto, mas eu gostaria muito de um Game Pass ainda mais customizado, porque tem muita coisa ali no Game Pass Ultimate que, por exemplo, eu mesmo não acesso. O que é que vocês pensam em relação a isso? Será que dá pra deixar o Game Pass ainda melhor do que ele já tá, além da redução de preço?
Eu falei no episódio anterior que eu achava que várias categorias de Game Pass tornaria o Game Pass confuso e isso seria negativo. Mas, se a gente tem uma interface ali de ticar caixinhas dos serviços que você quer e você vê o preço em tempo real, eu não acho que isso fica confuso.
Então, isso pode ser uma vantagem, a customização. Ao invés de você ter sete tipos de Game Pass, que aí você tem que ficar lendo os termos de serviço e o que vem, e comparando com tabela. Se você puder marcar a caixinha ou desmarcar, e aí você tem o teu preço final, aí eu acho que é vantagem. Aí eu acho bem interessante.
Bom, vou opinar, mas o Edu agora, ele foi pra Lua juntamente com nossos amigos do Artêmio. Talvez teve um problema técnico, mudou este estúdio, só pra ninguém, né, que não tá percebendo, olhando pro nada aí. Mas a gente tava falando sobre o Game... Desculpa. A gente tava falando sobre o Game Pass. E eu achei interessante vocês falando de Tears, né, de você poder customizar seu próprio.
Não sei se isso vai tornar muito complexo, porque eles teriam que fazer acordos com todas as publishers dos jogos. Muitos são deles mesmos, claro, né? Mas assim, é um negócio um pouco mais complexo. Ou talvez ter um tier. Você pode um jogo AAA, mas outro desses aqui, né? Ou talvez eles façam listas, que aí você pode escolher dentro dessas próprias listas, sei lá, cinco jogos ou 20, quanto for. Mas eu acho que talvez torne muito complexo. Não sei se vai chegar nesse nível não, cara.
Mas é uma boa notícia, né? Eu quero saber se o pessoal que tinha parado de assinar o Game Pass vai voltar, eu acho que a parte psicológica que você falou, Davi, é muito importante de ser abaixo de R$100, porque quando é R$100, R$120, R$150, é tipo várias plataformas de streaming que você podia estar vendo, né?
Mas tem um negócio que a gente não falou da competidora do Xbox. Não sei se vocês querem comentar ainda, mas o aumento de preços que faz um tempo do PlayStation, a gente acabou não tendo episódio, o pessoal achou que a gente não quis comentar, mas a gente simplesmente não teve oportunidade e depois acabou passando. Eu acho que vale a pena comentar, porque se a gente tem falado muito de Xbox, até porque Xbox teve muito na mídia, tanto do ponto de vista negativo, com...
Os vários problemas aí recentes que vocês bem sabem porque a gente descobriu bastante isso aqui. Mas também agora, né? Com esses 62 dias até o momento dessa gravação de CEO Asha Sharma, né? À frente da marca. Que pra mim foram 62 dias bem positivos. Porém, do outro lado, né? Do lado azul da força aí. As coisas talvez não estejam indo tão bem assim pra Playstation.
porque a gente teve recentemente um aumento significativo do preço do PlayStation, do PlayStation 5. Está bem mais caro do que o que estava antes, a ponto de se tornar realmente uma das ofertas mais caras, especialmente agora que a gente tem, por exemplo, o Xbox Series S junto com o Game Pass mais barato sendo voltando a ser a oferta de valor talvez mais em conta.
do mercado de games, mas também recentemente porque o Shuhi Yoshida, que é ex-presidente da PlayStation Studios, né? A antiga Sony Worldwide Studios, ele veio a público dando uma entrevista falando da saída dele da empresa. O Shuhi, que inclusive era um dos executivos de PlayStation mais respeitados e que quando saiu, ficou uma coisa meio estranha porque antes dele sair, ele desceu, digamos assim, de cargo pra cuidar da iniciativa de jogos independentes, de parceria de PlayStation com jogos independentes. Aí depois ele se aposentou de fato.
E agora ele tá dando entrevista falando que, na real, o motivo por trás da saída dele tem nome e sobrenome. E atende pelo nome aí de Jim Ryan. Segundo o Shuhei Yoshida, o Jim Ryan, na verdade, pediu pro Shuhei Yoshida sair por desacordos entre o Shuhei e o próprio Jim Ryan. Segundo o Shuhei, o Jim Ryan pedia pra ele, dava ordens de coisas ridículas. E o Shuhei simplesmente disse não.
sendo um cara mais experiente que o Jim Ryan, trabalhando em PlayStation há mais tempo do que o Jim Ryan, simplesmente ele desafiou a autoridade do chefão de PlayStation à época, e o que aconteceu foi botado para fora. E isso tem gerado uma repercussão muito negativa na mídia, enfim, nas redes sociais, até porque, como eu já mencionei, muita gente respeita a imagem do Shihio Yoshida. E ele foi um executivo que, diferentemente do Jim Ryan, a gente pode comentar um pouquinho o legado aqui do Jim Ryan.
O Shuhei trouxe muito jogo legal. O Shuhei, por exemplo, foi um dos caras responsáveis de fazer a parceria com a FromSoft pra gente ter o exclusivo de PlayStation Bloodborne. Assim como também tava à frente aí das negociações de PlayStation pra desenvolvimento de The Last of Us, Ghost of Tsushima, Saga Uncharted e vários outros, né? E o Jim Ryan tá ficando conhecido.
no seu legado, desses fracassos de jogos live service. Então, quem sabe a batata do Jim Ryan esteja queimando, esteja pegando mais fogo do que já estava antes, apesar de saber, é claro, que ele também já não está mais em PlayStation. Mas o que vocês acham a respeito disso? A gente reclama muito da parte executiva de Xbox e de outras empresas, mas, pelo visto, a PlayStation também está bem capenga nesse sentido, nesse departamento. Então, é interessante que no caso de Jim Ryan e Shuhei Yoshida, é um caso claro de... A gente tem um executivo de games que entende de games...
E um que não entende de games. É mesmo. É simplesmente isso. Um queria produzir bons jogos, entregar um bom serviço, bons produtos para os clientes e como consequência a empresa ganha dinheiro. E o outro queria só ganhar dinheiro, custe o que custasse. Que custou a boa vontade dos consumidores. Porque quem aí ficou satisfeito com os anos de Jim Ryan no poder? N... E aí
Ninguém, absolutamente ninguém. Tanto que a geração atual é conhecida como a geração perdida, a geração que nunca foi, que nunca entregou, né? E com os ciclos de desenvolvimento cada vez mais longos, a gente vai, por muito tempo ainda, ter que enfrentar o legado do Jim Ryan, que foi um péssimo exemplo.
Executivo, horroroso, muito ruim mesmo. Ele foi terrível para a indústria. E o Shouhei Yoshida é um cara que acho que sempre vai ser admirado, porque o trabalho dele foi incrível. Sem ele, The Last Guardian nunca teria sido lançado. Ele entendia a importância de um The Last Guardian, mesmo que não fosse um baita de um sucesso comercial. Mas ele entendia a importância desses lançamentos distintos, pontuais, sabe? Você citou vários games que foram lançados durante o período em que o Shouhei Yoshida trabalhou com o PlayStation, que, putz, ele foi incrível, cara.
O Jim Ryan é uma vergonha, né? Eu fico feliz que o Shoei Yoshida tenha coragem de mencionar as coisas que ele mencionou. É, só pra mencionar, ele foi produtor no Crash Bandicoot, Grand Turismo e outros. Então, realmente, jogos são marcos, né? E assim, eu achei até curioso, porque não é muito da cultura japonesa esplanar.
falar por nome, o nome do cara também, muito influente ou poderoso que nem o Jim Ryan, mas para ele falar que muitas coisas ridículas, aspas, aí aconteceram, é porque teve muita coisa mesmo, não acho que ele ia, desculpa o termo, jogar merda no ventilador sem precisar, eu acho que ele está querendo uma mudança lá.
E com certeza, cara, se você pega que o teu maior competidor, sei lá, menos de um mês depois que você anunciar que o preço dos teus consoles vão subir, subir, subir, e agora o serviço do teu competidor tá baixando, eles vão estar um pouco, não sei, se desesperados, cara, mas faz tempo que a Playstation e a Sony não tem uma vitória, né? Então, não sei, eu achei curioso o timing dele, do Shouhei Yoshida falar isso. O que você achou, David?
É, o timing realmente foi bem peculiar. É importante que, da mesma maneira que a gente fala muito aqui, que boa parte dos problemas que a gente tem hoje na indústria estão nos ombros dos executivos dessas empresas. Ao mesmo tempo, muitos sucessos dentro dessas empresas...
acontecem através da parceria entre estúdios de desenvolvimento, que fazem os jogos, e bons executivos, que têm, às vezes, um perfil de games, como é o caso do Shuhei Yoshida, ou pelo menos que tentam entender a indústria respeitando quem desenvolve jogo e quem consome jogo também. E eu acho que o Shuhei Yoshida, ele não só era um cara que jogava videogame, mas também ele sempre foi um cara que respeitou muito o fazer videogame e o curtir videogame independente da trend que está, digamos assim, pairando no mercado.
Naquele momento, que pra mim foi o maior, digamos assim, a maior marca negativa do Jim Ryan. Foi perseguir vendas acima de qualquer coisa, em detrimento da própria qualidade dos títulos. Só pra vocês terem uma ideia, o Jim Ryan tava envolvido, por exemplo, com o Concorde. Tava envolvido agora com o Marathon, que foi um jogo que...
até está se salvando um pouquinho, mas que muita gente achava que ia ser o próximo grande hit da Band, e não foi. Jim Ryan também estava envolvido com o Fair Games, que ninguém sabe onde é que está, ninguém sabe se vai lançar, se não vai lançar e tal. Então, assim... Envolvido, Davi, com um monte de estúdio que fechou, porque ele que estava aprovando, ele que estava supervisionando os jogos que esses estúdios iam desenvolver. E pararam de desenvolver, muitos foram fechados, muitos projetos cancelados, tudo consequência de Jim Ryan.
Tem até aquela foto clássica, né, do Jim Ryan visitando um estúdio, eu não lembro bem se é o London Studio, e o pessoal lá saudando ele, ah, o Jim Ryan indo embora, e tá... E uma semana depois, poucos dias depois, o estúdio foi fechado e tudo mais. Então, assim, essa pegada de executivo meio que entende videogame como número, entende a relação de gamers com o mercado como números, numa planilha, num spreadsheet, num balanço, é muita marca desse tipo de executivo que é o Jim Ryan. Então, assim, o PlayStation tá sofrendo, infelizmente, as consequências desse legado.
E aí eu queria saber o que vocês acham a respeito do trabalho do Herman Holtz agora, porque ele, de certo modo, é o legado que o Jim Ryan tá deixando também, né? E assim, a gente não sabe bem como é que tão sendo, assim, né? A repercussão do trabalho dele em relação ao que o Playstation tá vivenciando agora. O que é que vocês tão achando a respeito do Herman à frente de Playstation? Tá valendo a pena ou não tá? Deixando bem claro que eu sei que ele não tá sozinho lá à frente de Playstation, né? O Herman hoje, ele cuida de Playstation Studios. Mas especificamente o trabalho do Herman Holtz, o que é que vocês têm achado?
Eu acho que é muito cedo para falar, porque com os ciclos de desenvolvimento tão longos, eu acho que o primeiro passo é mais corrigir as cagadas que foram feitas pelo Jim Ryan, tentar remediar tudo que ele deixou de legado, porque o trabalho real da equipe atual a gente só vai ver daqui a um, dois, três, cinco anos.
É, e ele também foi responsável por encerrar, né, ou fechar o Bluepoint, né? Então, não é que ele está imune às críticas e justamente essa estratégia aí de live service e tal. Então, não sei se tem sido muito diferente. E que nem a gente falou da Acha Sharma...
Na hora que você tem um ou uma CEO nova, você consegue mudar os ânimos também dos funcionários. Agora a gente vai botar em prática uma estratégia que todo mundo concorda, que todo mundo vai se motivar. A gente vai dar boas notícias para os consumidores. Então, o pessoal que trabalha com social media de Xbox vai sofrer menos pancadas. Eu conheço o pessoal que trabalha com social media da minha época de mixer, que foi para lá.
E você vê, o cara antes estava tweetando menos, agora está tweetando mais. Existe uma autoestima que acontece com novos ares, mas se tudo fica igual e nada muda, nada muda. Se nada muda, nada muda. Então, eu acho que também é cedo a falar, mas até agora não tem tido esse impacto ou essa percepção que nem a Chacharma. Então, não sei, é difícil comentar e não estou vendo grandes notícias ou algo vindo por aí, não.
Galera, bora para o momento Alura. A gente volta a lembrar vocês que a Alura é parceira aqui do DeByte e a Alura é a maior escola de tecnologia do Brasil. Vale a pena dar uma conferida no link da descrição, QR Code na tela e o nosso cupom por lá é DEBYTE. Vamos então para o próximo assunto. Davi, manda ver.
Vamos falar agora de mercado, vamos falar de algo que a gente tem feito uma cobertura bem interessante aqui dentro do debate, que é esse mercado de bets, mas quem sabe não necessariamente de bets especificamente, mas de uma espécie de evolução ou de uma nova versão. Você até tinha comentado no episódio passado, Vander, que as bets estão meio que passando por um makeover, e agora em vez de bet a gente está de frente de um negócio chamado mercados preditivos. Explica um pouquinho melhor e o que o John Oliver, que é um dos maiores comunicadores do nosso tempo, tem a ver com esse assunto.
Bom, eu queria falar desse assunto faz um tempo, você falou do John Oliver. O John Oliver escreveu um monólogo de 30 minutos sobre ele, um texto excelente, inclusive, mas vale a pena a gente contextualizar um pouco aqui. A gente falou de Cauchy, que é uma dessas plataformas, existem duas, a Cauchy e a Polymarket. A Cauchy foi aquela brasileira que estava aparecendo por aí, a brasileira bilionária em negação que é Bet. E é Bet, só para a gente deixar muito claro.
Dentro do texto do John Oliver, ele fala muito sobre esse pessoal que está apostando nas coletivas de imprensa do Trump, se ele vai falar a palavra China e apostando na própria guerra. A questão é que isso são bets que você pode apostar em guerra.
Então, o John Oliver até fala um negócio que o impulso de ganhar dinheiro em cima de uma guerra ou tragédia é bizarro. Você vai lá no site deles e existe uma porcentagem, você pode botar dinheiro. Não, beleza, os Estados Unidos vai bombardear o Irã. E tem coisas ainda mais bizarras, tipo Jesus vai voltar, entendeu? Então, falar que não é bet, sendo que o próprio Cauchy, são 90% das apostas no Cauchy, são...
são de esportes, então... E os Estados Unidos têm umas leis, né? Porque esse é um mercado muito maior também nos Estados Unidos mesmo. As leis dos Estados Unidos são de estado a estado. Então, 30 e poucos estados você pode fazer apostas online e o caucho está liberado neles também federalmente, sabe, cara? Mas, assim, essa questão de fazer um rebranding de a gente na EBET é muito estranho, cara. É BET e até pior, tá? Porque EBET era contido em esporte. E isso você está mexendo com a vida das pessoas.
E claro que vai ter muita troca de pessoas que estão envolvidas nisso. Por exemplo, uma coletiva de imprensa do próprio Trump. Muita gente aposta, será que vai falar fake news? Será que vai falar China? E talvez você tenha pessoas em torno dele que saibam. O próprio filho do Trump, ele é consultor pago do CAUCHI. Até perguntaram para o CEO do CAUCHI, que se chama Tarek Mansur. Ele falou, não, a gente tem vários consultores e ele negou. Então, se o cara tem a ganhar com o Trump falando China, ele pode falar para o pai, pai, fala China aqui que a gente vai ganhar dinheiro.
E tem muitas coisas nesse sentido. A gente está fazendo uma entrevista. Aí, ó, a gente gravou uma entrevista. Será que ele vai falar essa palavra na entrevista? Mas tem um bando de gente que está aqui gravando, não sei o quê. Então, são coisas que vazam, né? E assim, é um mercado muito estranho. E o próprio CEO da Polymarket também falou que tem uma...
Assim, tem uma posição muito valiosa na sociedade, que eu não entendo. Plataformas que nem a CNN estão sendo patrocinadas pelo Cauch. Então, você está vendo uma guerra no Irã e tem as porcentagens embaixo patrocinadas por Cauch. Isso aqui vai acontecer, isso aqui vai acontecer. Se você postar isso, você vai ganhar isso. Eu acho muito, muito distópico. Mas eu falei já bastante. Eu não sei se um dos dois quer comentar, Edu.
Eu acho uma situação muito estranha, porque a gente tem um dado aqui que cerca de 0,04% dos vencedores ficam com 70% dos ganhos. Então isso aí é quase um Robin Hood ao contrário, porque você sabe que os pobres estão entrando nisso na impulsividade, as pessoas que têm menos educação, às vezes têm menos condição financeira, entra nesse mercado que é de apostas, mas se disfarça.
como não sendo de apostas, na impulsividade caem na lábia e no marketing dessas empresas, essas pessoas perdem muito dinheiro e esse dinheiro claramente está sendo repassado para os ricos. Isso gera, obviamente, problema social e econômico, vai gerar um problema de ansiedade e daí para...
pior, e eu não vou nem mencionar os piores casos, as piores consequências de quem perde todo o dinheiro nesses mercados aí. A gente vai ter toda a questão também de apostas com informações privilegiadas, que nem o Van Depp falou, que isso é obviamente ilegal, mas a gente sabe como os Estados Unidos é uma sociedade completamente quebrada, então, quando o pobre está perdendo, isso não é um problema muito grande para eles, né? É muito triste, cara, a situação.
Eu acho que mais do que triste, Edu, para mim isso aí, cara, é um negócio assim em nível calamidade pública. Porque já é isso hoje aqui no Brasil, né? Segundo dados aí, apostadores aqui no Brasil gastaram cerca de 30 bilhões de reais por mês nos meses anteriores dado aqui do Banco Central direto, tá? Então assim, 30 bilhões de reais por mês gastos só com bets sem nem esse mercado de mercados de previsão ter chegado aqui de certa maneira. Porque de novo, como o Van Depp falou, pessoal, a gente tá saindo da bolha de espaço.
Agora você vai estar podendo apostar no próximo vencedor do BBB. Você vai tentar apostar no final da novela. Você vai poder apostar no que o Cesar Trale vai falar, se é boa noite, se é boa noite pessoal, em cada jornal nacional do dia que está passando. Então, assim, aqui dentro do Brasil, o dano que empresas como a Polimarket e a Cauch podem ocasionar, para mim, chega a ser ainda maior.
do que o que a gente está vendo nos Estados Unidos. Especialmente porque aqui a gente tem uma base de pessoas que têm ainda menos educação financeira, e a gente até já conversou sobre isso em outros momentos, né? Aqui no debate. A gente tem aqui um poder midiático muito forte também, na figura aí de emissoras de televisão que controlam bastante os principais meios de comunicação que a gente tem. E a gente já sabe que a Globo tem interesse em lançar aí alguma coisa relacionada a bets. A própria Globo já traz anúncios de bets na sua grade, assim como outras.
A própria Rede Record já trabalha com empresas de bets também. E infelizmente porque o povo brasileiro acaba sendo um povo mais vulnerável até, especialmente o povo mais pobre, e que é, de certa forma, hoje quem mais perde dinheiro com bets esportivas. Então, para mim, quando você traz um negócio que se vende como bet esportiva e algo mais, e esse algo mais é basicamente você poder apostar tudo ao teu redor...
Dentro do contexto brasileiro que a gente já vê hoje, com esse mercado de influenciadores digitais sendo presos com relação a bets, lavagem de dinheiro, gente perdendo tudo, atentando a própria vida por conta disso, pra mim, realmente, é uma questão de calamidade, assim, pública. E beleza que esses sites foram proibidos de operar no Brasil, mas ainda assim eu fico com o pé atrás.
Até porque, querendo ou não, dentro da própria esfera pública, de certo modo, se discute investir nesse mercado de bets. A própria Caixa Econômica Federal estava planejando entrar com uma bet. Não sei se vai ser a única bet que vai ser segura de algum modo e tal, mas eu particularmente, e é uma posição pessoal minha, eu detesto aposta de toda maneira. Eu acho que o máximo de aposta que eu faço é mercado de investimentos, que de certo modo, para muita gente, é meio que um cassino mesmo.
e a verdade é essa, que ali, aqui a classe, você não está estudando direitinho e tal, realmente parece muita aposta, mas também só. Então, eu não estou dentro desse mercado, eu não estou dentro desse meio, e eu acho muito estranho a gente estar normalizando algo, que assim, até quando a pessoa é bem educada do ponto de vista da educação financeira, é perigoso. Imagina você trazer um negócio desse para um povo que sofre já hoje com algo mais contido do que o que está vindo por aí.
eu acho um problemão e fico me perguntando como é que a gente vai resolver isso, porque realmente eu não sei. Algo que me incomoda muito nisso também é que diferente de quando você tem uma forma normal de você colocar o seu dinheiro, quando você compra um produto, quando você assina um serviço, você está fazendo esse dinheiro girar na economia.
O dinheiro desse sistema de Betis, ele sai da economia, né? Em vez dele girar e beneficiar as pessoas, ele simplesmente é repassado das pessoas menos privilegiadas para os mais ricos. Para uma corporação que está pagando os consultores, que nem a gente mencionou, todo mundo se ferra para uns pouquíssimos se beneficiarem, né?
Cara, o meu problema com isso é que eles se vendem como oráculos. O próprio Pauli Market, eles permitiam que você apostasse anonimamente com cripto em coisas como guerra. Então, a gente está falando de forças obscuras desse planeta, sabe? Que podem movimentar coisas para ganhar esse dinheiro rápido. Talvez tenha uma influência com o presidente. Talvez o presidente, sim, não estou nem falando dos Estados Unidos, qualquer presidente pode estar sendo manipulado em relação a isso ou pode querer ganhar dinheiro em cima disso.
Então, tem muitas coisas. Sei lá, o próprio caucho, assim, você falou do BBB, eu acho que isso é de menos. Isso aí é tanto faz. Isso tem apostas lá no site da Globo, você vai poder votar quem vai ganhar o BBB. Beleza, você está botando dinheiro, mas é de menos, cara. Tipo, coisas como desastres naturais, o caucho. Tipo, quantos furacões vão ter nesse ano? Então, você vai, tipo, apostar. Vão ser mais de três furacões. Então, você vai passar o ano inteiro por sendo que pessoas...
percam a vida e as casas, sabe? Foi que eu falei que a frase do John Oliver, né? Esse impulso de ganhar dinheiro em cima de tragédia é muito estranho. É muito estranho mesmo. E Cauchy e Polymarket falando que estão mudando o planeta? Não, cara. Porque se tem interesse em algo acontecer, em ganhar dinheiro, isso vai ser manipulado, isso vai acontecer. Então, não tem muito o que fazer, cara.
E aí, assim, o próprio Caucho, eles fizeram um post, está no vídeo do John Oliver também, se chamando de Betts. Aí eles depois negaram, apagaram o post. Não, o único site de Betts que é legalizado federalmente era o post. Aí depois eles falaram, não, é porque qualquer posição financeira é uma aposta no futuro, sabe? A gente falou isso quando a gente mencionou aquela CEO brasileira, CEO, aquela investidora brasileira que criou também,
cauch. E assim, cara, é vergonhoso, tá? Que nem eu falei, 90% das apostas do cauch são de esportes e eu não consigo ver nenhum benefício nisso. Como eu falei, a palavra é distópico, porque é tipo o fim do mundo. Talvez em breve vão apostar. Quando que o mundo vai acabar, sabe? Quando que primeiro, a primeira inteligência artificial vai matar alguém? Quando que a primeira coisa... Eu falei, CNN lá, cara, dando notícias sobre uma guerra patrocinado pra faça apostas em cima dessa guerra. Quando que ela vai acabar? Como se ela vai continuar?
E de novo, se você aposta para que algo ruim aconteça, você vai tentar mentalizar isso, você vai visualizar isso e você vai torcer para isso. E como eu falei já duas vezes, esse é um impulso que eu não consigo me identificar. E a gente não está falando só para a questão moral, de moralidade, que a gente falou que cada um tem seu espectro, mas para mim é meio que o fim do mundo. Até tem outro exemplo do CEO da Coinbase, que ele fala, eu vi no Polymarket que eu ia falar...
as palavras cripto, banana, não sei o quê. Aí ele fala todas as palavras na call que está sendo gravada, ou seja, talvez ele tenha apostado em algo que ele pode manipular. Então, existem vários fatores aí que vocês dois falaram também e eu acho que o principal é esse de informação privilegiada, troca de informações, fazerem coisas negativas acontecerem para você ganhar dinheiro lá. Então, é vergonhoso, inclusive, todo mundo que finge que isso não é Betsy.
E dando continuidade sobre esse tema de distopia global que a gente está vivenciando, uma outra novidade que surgiu na semana passada foi um avanço significativo, dentre vários aspectos que a gente vai comentar agora, do motor de geração de imagens do ChatGPT, apelidado pelo pessoal da OpenAI de ChatGPT Image 2.0.
E aí o que mais chama a atenção é o nível de fidelidade da ferramenta agora, que está sendo utilizada agora para criar imagens extremamente complexas, apesar de ainda com diversas falhas. E também o quão bem essa ferramenta está interpretando a questão do texto. E o quanto ela está trabalhando também de maneira fidedigna no texto, que era antigamente um dos maiores gargalos.
do uso de ferramentas como o ChatGPT, Google Nano Banana, para a criação de imagens, a ponto de muita gente ter colocado, inclusive nas redes sociais, que a carreira de designer gráfico agora está severamente ameaçada, que os designers gráficos do Brasil inteiro e que saia do mundo todo e tal, vão perder os seus empregos, porque hoje em dia não há mais necessidade, já que o ChatGPT vai fazer...
O que é uma maluquice de se falar, obviamente, mas que caminha lado a lado ao que a gente tem comentado no bloco passado a respeito do quão distópico está o nosso mundo nesse momento. Eu tenho mais a comentar sobre isso, até porque eu trabalho com isso, eu tenho um viés de design gráfico tanto aqui no debate quanto fora e tudo mais, mas antes eu queria saber o que vocês acharam dessa atualização do chat EPT e principalmente da repercussão nas redes sociais do uso dessa ferramenta.
Cara, eu vi essa pauta e esse assunto pegando fogo, tá? Primeiro foi tipo Neymar no Vasco, né? E aí você vê, fica horrível assim, beleza. A imagem fica em alta definição, mas várias fontes diferentes. Evidentemente que para ser designer gráfico, você tem que ter um estudo, entender o que vai com o que, de onde que vai. Eu vi um que é o Hendrik, né? Que é um jogador novo da seleção que deve ir para a Copa, espero que vá.
Aí tem ele duas vezes, mas aí é o Hendrick Pé e a outra versão dele está com a cara na bunda dele, sabe? Então, as pessoas acham que são especialistas em tudo. E eu acho que talvez o chat EPT ou essas inteligências artificiais empoderaram pessoas meio burras nesses casos, tá? Porque para mim, eu acho bem estranho.
E não foi só aqui não, tá? Eu também sigo muita coisa de NBA, né? De basquete americano. E as mesmas discussões lá. Muitas páginas que tem, sei lá, perfis de time postando e muita gente criticando também, sabe? Mas eu também gostei que com isso muitos designers postaram os próprios trabalhos, assim. Umas coisas muito bem feitas, sabe?
Eu quero até trazer um pouco para o nosso lado, sabe? Tipo, o The Byte mesmo, cara. A gente tem nossas logos, nossa identidade visual. Acho que são lindas. E a gente fez todo um trabalho com uma agência, né? De seis meses já falamos sobre isso aqui. E a gente queria que as artes fossem condizentes com a qualidade do que a gente imaginou que o programa ia ser. E eu acho que a gente tem uma qualidade boa aqui. Até a nossa thumbnail aqui, a gente já discutiu o porquê do Edu.
e tal, mas é uma identidade que o Davi criou e a gente vai conversando sobre isso. Não, vai ser desse jeito, o Edu em preto e branco no centro, sabe? Então tem muita coisa por aí, cara, mas assim, eu não entendo também essa felicidade em acabar com o trabalho criativo, sabe? Tem muita gente que comemora, sei lá, eu sou o cara que pior desenha no mundo. Eu prometo pra vocês que ninguém desenha pior que eu, mas é uma frustração minha, mas é a vida. Ninguém desenha pior que eu, tô brincando, eu sou muito ruim com isso.
Mas, por exemplo, até coisa de design. Se você for no meu primeiro vídeo em 2011 lá, é uma intro do Vegas, bem brega, Van Depp com a música do Rolling Stones. Mas eu não queria que fosse fenomenal. Não queria que tivesse uma cara diferente. Me remete àquele período. E tudo bem ser meio tosco, entendeu? Aí depois eu contatei um designer que fez minhas artes lá que ficaram muito legais. Mas não sei, cara. Eu sei que também muitas dessas artes aí são coisas de designer júnior, né? Você precisa de uma supervisão. Tem todo um estudo, mas eu vou passar a bola.
porque eu sei que esse é um assunto que todo mundo já espera algo que eu vou falar, mas não sei, o que você achou disso, Edu ou David? A questão de você gerar imagem via chat GPT ou qualquer inteligência artificial que seja é que a imagem fica genérica. Eu, quando estou buscando um vídeo para assistir...
YouTube, eu claramente sei quais Thumbs foram feitas por uma pessoa real, quais que tiveram algum auxílio de AI e quais que são puramente feitas via AI. E isso tem me feito, inclusive, deixar de assistir certos conteúdos, porque eu penso, pô, se a pessoa teve a preguiça de fazer uma Thumb porca dessa via AI, onde mais ela teve preguiça de trabalhar direito no conteúdo que está sendo apresentado? Por que não dá pra confiar cegamente em AI?
Para mim é muito óbvio quando eu bato o olho numa thumbnail genérica. E eu sei que dá para você fazer algo elaborado via AI, mas aí você está deixando o trabalho criativo e de revisão na própria mão ou na mão de um humano. Você não está confiando cegamente na AI como muita gente tem feito. E eu acho que saber fazer thumbnails de forma manual, você mesmo abrir o Photoshop e você fazer a sua própria thumb, que nem eu faço, que nem o Davi faz as thumbs do The Byte, isso vai ser uma habilidade cada vez menos comum.
mas vai ajudar a destacar o criador que, de fato, dedica tempo para criar boas thumbs. E eu não estou falando que, tipo, meu, não, você não pode fazer o recorte do rosto via AI, tem que fazer manualmente, não é isso. Existem partes da inteligência artificial que você pode usar para economizar, sabe? Não é nem dinheiro, é economizar tempo e fazer com mais qualidade. Eu que faço as minhas thumbnails do canal BRKSEDU, algumas o Holter faz, que é editor aqui do The Byte também e trabalha no canal BRKSEDU.
Mas a maioria eu mesmo faço. E hoje em dia, em vez de eu ficar 5 ou 6 minutos me cortando, eu faço um recorte automático e está ok. Aquilo só me salvou tempo. Mas quando você começa a usar a AI para gerar imagens que não necessariamente refletem aquilo que você quer fazer ou você só quer economizar tempo e dinheiro sem trazer mais qualidade, aí eu não concordo não. Mas novamente, eu acho que isso vai filtrar e vai gerar thumbnails que dão mais destaque para o trabalho das pessoas que não têm a preguiça de fazer uma thumbnail direito.
Cara, eu acho que assim, você, Edu, falou um ponto que pra mim bate muito profundo, que é essa associação que às vezes existe de pessoas que não entendem do que o designer gráfico faz, de gente que trabalha com criatividade ser preguiçosa. Eu mesmo que fiz publicidade e propaganda, eu ouvi demais enquanto eu tava estudando que, ah, mais um desempregado no mundo, ah...
Quando você quiser criar vergonha na cara e trabalhar com alguma coisa que dá dinheiro, chama, que aí eu te coloco pra trabalhar com direito, com engenharia, qualquer coisa do tipo. E, cara, é completamente o contrário disso. Atividades que exigem esse pensamento mais plástico, esse lado mais criativo, menos analítico, mas que, enfim, cada vez mais hoje em dia também tem trazido o elemento analítico, muitas vezes taxam a cabeça do indivíduo muito.
Muito mesmo. E quem trabalha com design gráfico sabe, não só quem trabalha com design gráfico, mas quem trabalha com criatividade como um todo sabe que pessoas criativas são tudo menos preguiçosas. É gente que vira à noite fazendo trabalho, é gente que trabalha final de semana, é gente que muitas vezes se sacrifica porque nem sempre a ideia vem, nem sempre...
A primeira versão de uma peça que você cria, de uma ideia de design, encaixa. Então, muitas vezes, você que se planeja ali tentando organizar os seus horários, tá? Tentando manter uma rotina saudável de trabalho. Você se planeja pra gastar 4 horas por dia, 5 horas por dia. Naquele projeto, você acaba gastando 7, 8, porque você é responsável e você quer entregar um bom trabalho. E criatividade não é um negócio que você consegue encaixotar. Então, muitas vezes, demanda tempo.
As próprias edições do debate, inclusive, eram edições que, às vezes, me duravam, quando eu editava, inclusive, isso aqui que vocês estão assistindo, né? Os episódios do debate. Às vezes, me duravam dois dias e meio de trabalho intenso. Às vezes, me duravam três dias e meio, quatro dias e meio. Dependendo não só da complexidade do episódio, mas dependendo também do momento que eu tava, da cabeça, né? De como a gente tá ali pra poder realizar esse trabalho criativo. Trabalho analítico, trabalho que tem começo, meio e fim, trabalho pautado em planilha e tal.
Óbvio que também é um trabalho difícil, mas é um trabalho que muitas vezes você consegue controlar muito melhor do que um trabalho criativo. Então assim, a galera que trabalha com design gráfico é uma galera que trabalha e trabalha muito, e que gasta uma carga mental enorme. E dentro desse contexto, o que mais me preocupa com o que eu vi, sendo bem honesto e bem transparente com vocês, não é o fato do chat GPT agora com essa ferramenta, que sim, é uma ferramenta assustadoramente evoluída do ponto de vista do que eu achava que o chat GPT fazia antigamente.
Se você pega, por exemplo, os comparativos daquele vídeo do Will Smith, por exemplo, comendo macarrão, você vê, por exemplo, as primeiras artes criadas pelo Dali, que foi a primeira grande IA generativa de imagens. Era um negócio muito feioso, muito descompassado, cheio de dedos, uma polidactilia horrível. E você vê o que essa nova versão do chat EPT de imagem está criando.
e é um negócio assustador em relação à evolução. Mas a minha preocupação não é, de uma hora pra outra, o design ser substituído pela IA. O que me preocupa muito, e é algo até que nós aqui falamos muito a respeito da questão da percepção, é a percepção de que isso pode acontecer. É a percepção de quem trabalha, por exemplo, dentro de departamentos de social media, departamentos de marketing, que não entende desse assunto, que não entende de criatividade, achar que agora ele pode reduzir a força de trabalho criativa dele porque o chat GPT vai criar as artes...
que parecem com artes feitas por um designer, por um social media que ele contratou. Essas artes parecem porque elas estão copiando ideias originais que outras pessoas tiveram. Inclusive, até acontecendo agora nas redes sociais, alguns designers colocam nas redes sociais uma peça lá belíssima, uma arte belíssima.
feita por ele ou por ela, e aí aparecem os trolls do chat EPT, pegam e recriam aquela imagem no chat EPT, dizendo assim, olha como foi fácil recriar a tua imagem. É claro que foi fácil, você literalmente entregou para o chat EPT para ele copiar, ele vai copiar. Mas a ideia original...
veio de um ser humano. Então, esse é o ponto principal, que é o que a gente está discutindo aqui. Mas, honestamente, eu me preocupo muito, muito mesmo, assim. Eu não acho que isso é só uma modinha e eu não acho que no fim do dia isso não vai dar em nada. Eu me preocupo demais porque eu sei que pessoas que estão em cargos de decisão...
esses executivos que a gente vive falando aqui, né? Eles olham pra uma novidade como essa e eles já começam a ver cifrões. Eles já começam a ver números. Eles já começam a ver o quê? Opa, eu posso diminuir a minha carga de trabalho aqui dos meus, né, contratados porque o chat GPT vai fazer esse trabalho pra mim. E até ele perceber a cagada que ele fez é tarde demais.
Ele já demitiu metade da equipe de trabalho dele, aquelas pessoas já estão passando necessidade por aí, buscando uma recolocação profissional, e isso me preocupa demais. E aí eu até queria citar uma matéria que eu já citei aqui anteriormente, um estudo feito pelo MIT, que é o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, um dos principais ícones de estudos em tecnologia e inovação.
que mostra que 90% dos projetos até o momento que decidiram substituir a força de trabalho por IA falharam, fracassaram, voltaram atrás e estão recontratando essas pessoas. Só que, de novo, daí, quando você toma essa decisão de demitir a galera e depois de recontratar, o erro já está feito. Então, assim, eu me preocupo muito.
muito mesmo, e eu acho que a gente já tá chegando num ponto de inflexão muito grande na nossa sociedade, sabe? Eu acho que a gente precisa realmente parar esse bonde, olhar pros nossos governantes, olhar pros nossos legisladores e falar assim, gente, a gente precisa proteger essa força de trabalho que vai sim sofrer, que vai sim ser demitida, mas não porque de fato existe um motivo por trás disso.
mas sim porque existe desconhecimento do que de fato essa IA consegue entregar, que é só isso, copiar e colar aquilo que já foi feito por um ser humano. Mas que na cabeça de quem não entende, é a próxima corrida do ouro. Então isso é um negócio que assim, me pega profundamente, apesar de novamente, eu ser um cara favorável ao uso inteligente de ferramentas de IA.
para potencializar o trabalho, para aquela pessoa não precisar, às vezes, realizar trabalhos que são meio mecânicos, meio robóticos, que muitas vezes quem faz design no Photoshop, no Illustrator, sabe do que eu estou falando. E as IAS ajudam muito nisso, assim como na própria questão da edição de vídeo. Eu vou te dar um exemplo até que eu lembrei aqui.
Eu uso no Photoshop a vira e mexe a ferramenta da gente estender o background. E isso existe há muito tempo, antes da AI, né? Porque você simplesmente tem um algoritmo que consegue entender o que é a imagem e ele estende. Eu prefiro mil vezes a ferramenta clássica que não usa AI generativa, que é um algoritmo que compreende o que está aí na imagem e estende a imagem, do que a versão via AI. Porque quando você usa a versão via AI, ela tem muito mais ruído embutido.
E isso é algo que eu percebo, e se você vai editar a imagem, fica evidente, você consegue ver inclusive uma linha aonde foi gerada a extensão. Enquanto que quando você usa a ferramenta antiga, que não é via AI generativa, as coisas ficam estendidas na boa, sabe? E eu uso isso direto para fazer thumbnail de games, porque às vezes eu quero um texto que está o rosto do personagem, mas não tenho o que faltaria de background, né? E eu tenho que colocar minha facecam na frente também. Então eu uso, tipo, o algoritmo tradicional, antigo do Photoshop, que eu uso, sei lá...
8 anos, 7. Testei as VIA e a VIA e fica pior, cara. Cara, de novo, vou repetir. Não consigo entender esse ímpeto de tentar acabar com o trabalho criativo, desmerecer o estudo do outro e por isso que eu falei de desenhar mal, porque eu nem tenho olho pra design e tudo bem ser ruim em algo, ou você desenvolve essa ferramenta, ou você estuda, ou você terceiriza e paga alguém. Mas esse orgulho de, olha aqui, né, eu tô fazendo, eu sei fazer o que você sabe fazer. Não, porque você só tá sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo sendo
recebendo esse produto final com essa imagem gerada por AI, porque um artista fez antes, cara. Mas eu tava vendo também sobre a bolha de AI que tá prestes a estourar também, e eu falei dessa coisa, ah, um designer júnior, porque se você não contrata, desenvolve um funcionário, você não tem funcionários competentes. Inteligência artificial é um negócio caro, bem caro. E também não dá pra substituir a intuição humana e a experiência, sabe? E quando um humano, você tem um funcionário, né? E o humano faz um erro. E, sei lá, justamente de design, alguma coisa que foi pro Acre não devia...
deveria, você pode treinar aquela pessoa, você pode despedir aquela pessoa. Inteligência artificial não assume responsabilidade, porque não é um ser, entendeu? Então, no máximo, você pode falar, é verdade, eu não entendi errado todo aquele... Eu parti do princípio errado lá no começo, então, desculpa.
Vocês não deveriam ter despedido 90% dos funcionários para depender em mim. E a gente já viu o caso de inteligência artificial mentindo descaradamente também. Então, para mim, são vitórias a curto prazo para uma bagunça a longo prazo. E eu não estou vendo nada positivo em relação a isso. Ah, beleza, você tem uma página do Santos e você quer fazer uma arte sua que você não precisa contratar um designer.
Tudo bem, mas aí dá para fazer no canvas, dá para fazer alguma coisinha meio simples. Aí você vê, não, da última vez eu botei aqui, em vez de só escrever um prompt. Faça um negócio desse jeito. Eu acho preguiçoso, eu acho que acabou empoderando muitas pessoas, que nem eu falei, que eu considero meio burras. Não todo mundo que usa chat GPT, calma, mas que tem esse orgulho de estar tentando acabar com o trabalho dos outros, que acha que está fazendo um negócio que é foda e não é... Você acha que é foda e não é porque você não tem um olho para saber o que é um design foda.
Então, cara, eu realmente fico incomodado com isso, como muitas pessoas sabem, mas não sei, cara. Eu realmente acho isso também meio distópico, que nem você apresentou o assunto. Nada vai substituir a intuição humana, nada vai substituir a experiência. Entendeu? O design é muito mais do que só a imagem criada, cara. Existe uma razão por que ela está daquele jeito. Muitas coisas, muitos níveis disso, né?
Inclusive de alinhamentos e coisas assim. Deve ter designers nos comentários que podem falar melhor, sabe? Mas eu acho que... Não sei, eu fico muito decepcionado. Não que as pessoas têm que se importar com a minha decepção, mas eu vejo essas coisas e o orgulho meio... Desculpa o termo meio escroto em relação a isso. E realmente eu fico meio nojo.
Galera, eu queria mencionar uma coisinha que eu achei interessante, porque eu não esperava que fosse me agradar, porque envolve a Ubisoft. E a Ubisoft veio numa fase tão ruim, tão ruim, que me surpreendeu de uma maneira positiva, eu fiquei muito feliz porque a Ubisoft oficializou aí algo que era um rumor já de muito tempo, que é o remake do Assassin's Creed Black Flag, que vai chamar Resynced.
Foi muito legal a apresentação deles, eu achei muito bem feita, eu achei que eles valorizaram o jogo clássico sabendo refazê-lo para as necessidades atuais, com melhorias ali de gameplay, visual, numa apresentação bem feita.
coisa que hoje em dia está rara no mundo dos games, sinceramente, e ainda mais vindo da Ubisoft, que é uma empresa que vem passando por tanta tormenta nos últimos tempos. Eu fiquei bem feliz com o anúncio oficial do jogo e eu quis trazer o assunto aqui à tona. Esse é um game que eu quero muito jogar.
o novo Black Flag aí, e eu percebi que a comunidade recebeu de maneira calorosa, né? De maneira positiva esse remake. Eu fiquei feliz pela Ubisoft, eu espero que funcione como um ponto aí de guinada, sabe? Para eles retomarem o caminho do... Vamos fazer bons jogos, que como consequência a gente vende. Ao invés de tentar fazer jogos que vão vender. Quando você só pensa na venda, você não está pensando no processo todo de conquistar e agradar os clientes, né? Que acho que deveria ser o objetivo principal.
A venda tem que ser a consequência, não apenas o objetivo. O Davi, eu sei que é mais ligado em games. Você chegou a ver a apresentação, Davi? Sim, sim, eu vi. O que você achou? Achei ótimo. Esse era um jogo, inclusive, que havia rumores de que ele ia sair depois de que ele não ia mais sair. Tanto que, em um dos vídeos promocionais de lançamento, eles colocaram assim no letreiro, né? O segredo mais mal guardado da indústria dos games. Eu achei isso fantástico. Até trouxe esse elemento de humor.
até porque o jogo, né? O Assassin's Creed Black Flag, ele é um jogo bem humorado, né? Ele é um jogo que tem alguns elementos, assim, legais, tem os chantes, né? Que são aquelas cantorias no navio, né? Que os piratas fazem. Esse é um jogo que, apesar de eu não ter jogado, eu tenho um relacionamento muito próximo com uma pessoa que é fanzaça da franquia Assassin's Creed. Fanzaça mesmo, assim, de pra ele ser a melhor franquia da indústria dos games, assim. Bizarramente, inclusive, eu digo pra ele. Mas ele adora esse jogo, ele adora Assassin's Creed Black Flag, o original. E ele tá muito feliz com o relançamento aí da versão...
Resynch. Agora, assim, opinião própria, eu gostava muito daquela brincadeira de você ter a parte digamos assim, do mundo para onde você é levado, o mundo histórico, e também ter aquele momento em que você está no laboratório, em que você está na... Já foi até uma empresa de desenvolvimento de jogos, eu esqueci o nome agora, o nome da companhia da... Você lembra o nome da empresa que ficava por trás de tudo? Eu curti esses dois plots. Me fugiu o nome, mas a parte do tempo moderno, né?
Isso, eu gostava disso, assim, eu achava legal. E pelo visto, essa é uma das principais mudanças desse jogo. Não vai ter mais essa parte. O jogo é focado só mesmo no elemento histórico. Mas assim, honestamente, não sou público-alvo. Tudo bem, espero que quem seja público-alvo da franquia Assassin's Creed tenha gostado. Porque quem sabe até eu mesmo passe a jogar Assassin's Creed a partir do Black Flag. O último que eu joguei foi o Assassin's Creed Shadows, que eu gostei.
Achei legal, cheguei até a avançar bastante, não zerei, mas eu tô meio saturado, quem me conhece sabe aqui no debate, eu tô meio saturado de jogo de mundo aberto e tal, tanto que não tô num hype tão grande assim pro GTA 6 como eu gostaria de estar, mas quem sabe eu me tente aí a jogar um pouquinho esse novo Assassin's Creed. Apesar do Edu ter falado, eu vi sim o trailer, fez uma piadinha aí.
Ah não, é porque você é ocupado e você não é tão ligado em games, games, games, que nem a gente. Eu sei, relaxa, querido, relaxa. Eu tenho que comentar, eu achei curioso o nome, Resinked, Recincado. Assim, é mais um remake, né? Então, assim, é difícil de comentar, porque a gente fala dessa indústria de remake, cadê a falta de originalidade, mas se vocês estão animados, se a comunidade está animada, deve ser uma notícia positiva, né? Porque é um jogo que eu sei que é muito querido.
O Resynced, ele tem contexto dentro da franquia, porque como no geral, nos jogos do Assassin's Creed, você está sincronizando, você está no tempo moderno e você está sincronizando as memórias, os acontecimentos do passado. Então, quando você morre, você perde a sincronização. E é por isso que eles fizeram esse nome. Em vez de Remake, é um Resynced, que faz sentido para a franquia.
Mas é um remake de qualquer jeito, né? É um remake, é um remake. É uma indústria que a gente falou até na última, né? Eu quero fazer uma pauta com mais calma sobre nostalgia e o quanto essa indústria é forte em relação a isso, porque não sei se é falta de ideias ou só, não, vamos voltar a algo que a gente sabe que vai dar certo, por mais que muitos remakes não deram certo, né? Mas curioso, vamos ver no que dá.
Eu já tive esses pensamentos. Tem um vídeo que eu fiz para o canal já faz uns 3, 4 anos que eu falo sobre remasters e remakes, porque eu lembro de ter a impressão de nossa, isso é coisa dos tempos modernos. É muito remaster, é muito remake. E aí fui pensando e assim, cara, no Super Nintendo já tinha remake do Mario 1, 2 e 3 através do Mario All-Star, sabe? E eu lembro de conseguir achar vários exemplos, tipo o Ninja Gaiden 1, 2 e 3 teve remake no Super Nintendo. E aí você vai vendo, tipo, é algo que a indústria faz há muitos anos.
Mas hoje em dia eu acho que rola com mais frequência, principalmente porque os ciclos ficaram muito longos, eles têm que preencher o calendário de lançamentos, e tem jogo que ficou perdido no tempo e precisa receber um relançamento, senão não é jogável, mas não de maneira viável. Mas é um assunto bem interessante de aprofundar em algum momento.
Bom, gente, a gente vai acabando mais um episódio. Essa semana tem Gamescom. Davi, você estará na Gamescom? Que dia você estará na Gamescom? Estarei lá, sim. Quem sabe em todos os dias, quem for passar pela Gamescom Latam, apareça lá. Eu vou estar muito próximo do stand do pessoal do Phantom Blade Zero. Inclusive, são eles que estão me levando para o evento. Então, passa lá para a gente tirar uma foto, trocar uma ideia. O Vandeep vai estar lá também, né, Vandeep?
Sim, eu acho que eu vou quinta-feira e talvez no sábado, né? Então a gente pode se ver por lá. E assim, por favor, se inscreva no canal. De novo, a gente viu o episódio, 70% das pessoas não são inscritas. Sigam a gente no Twitter, a gente está começando umas discussõezinhas lá. Instagram ajuda a gente, apesar de serem redes sociais. Agradecer o pessoal do Cabom aqui, que vai estar com a gente há um tempo. O pessoal da Monster, que mandou um mostezinho para o Davi, né? A gente conversou, o Monster é parceira minha lá. Ele está todo felizinho.
Mas é isso, gente. Então, quem sabe a gente se vê na Gamescom, senão a gente está aqui semana que vem, talvez, hein? O Davi não quer gravar, a gente vai conversar. É isso, eu quero. Não, não, não, não. Fake news, fake news. Vamos gravar agora, só de mal. Talvez ele grave aqui sentadinho do meu lado. Sente aqui, ó. Pronto, fecheou. Vem aqui, a gente grava juntinhos, tá bom? Valeu, gente. Fiquem bem. Boa semana a todos. Tchau.
KaBuM
Periféricos