Ep. 112 - GTA 6 no PC, Novela de IA Viraliza, Creators Traídos e Mais!
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BRKsEDU, VanDep e Davi discutem GTA VI no PC mais cedo que o esperado, nas novelas de fruta feitas por IA, o caso do Bruno Bock e de outros creators, novidades das adaptações de games pro cinema e mais!
Contato comercial: debyte@vandep.ag
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Participantes:
BRKsEDU:
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Bruno De Paula - VanDep:
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Davi Rocha:
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https://instagram.com/davidobacon
Esse episódio do DeByte foi editado pelo: @rholter
- GTA VI no PCExpectativas para GTA VI · Lançamento antecipado para PC · Impacto nas vendas do PC · User Generated Content em GTA VI
- Novela de IA ViralizaCrítica às novelas de fruta · Impacto da IA no entretenimento
- Caso Bruno BockPerda de empresa · Transparência em parcerias
- Adaptações de Games para TVFilme do Mario · Expectativas para Elden Ring
Galera, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do The Byte. Nesse episódio, vamos falar de novidades de GTA VI, novidades do filme de Elden Ring e outras adaptações de games para o cinema, caso envolvendo aí o Bruno Bock, e também a Kazé TV entrando na onda de memes de inteligência artificial.
A gente agradece aqui no início do episódio o retorno do Kabum. O pessoal do Kabum tá de volta aqui como parceiro do The Byte. Pra quem não conhece, o Kabum é o maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina. E pra quem já tá se preparando pra assistir a Copa do Mundo em casa, o Kabum arrumou um desconto de 5% com o cupom DEBYTE5 na compra de projetores, TVs, alto-falantes e vários outros produtos que você pode usar pra assistir os games. Os games não, os jogos.
os jogos, eu li jogos ali a mente já, games os jogos da seleção com máxima qualidade, o cupom TheByte5, tá valendo tem QR Code na tela e link na descrição também, bora pro episódio
É isso aí, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um episódio do Debate. Vamos começar falando sobre GTA VI, porque apesar do lançamento do jogo ser só no final do ano, né, em novembro, se é que ele não vai atrasar, será que vai, será que não vai? Teve bastante notícia na semana passada sobre o game. Daí, assim, pra gente organizar as coisas aqui, porque realmente foram muitas notícias, a gente vai...
separar por partes, tá? Vamos falar primeiro de duas notícias bem interessantes sobre GTA 6 que saíram. A primeira é que, segundo ex-funcionários da Rockstar, a versão de PC do game pode acabar chegando mais cedo do que o pessoal está esperando, já em fevereiro do ano que vem. O GTA lança para console de novembro e em fevereiro ele está saindo para PC.
E a outra notícia recente que também saiu, vinda de um insider, é que GTA 6 pode acabar sendo o mesmo jogo mais caro, ou quem sabe até mesmo a propriedade intelectual mais cara de todos os tempos, chegando aí a marca de 3 bilhões e meio.
de dólares. Isso porque vazaram algumas informações aí numa corte inglesa de que a Rockstar North, que é o estúdio responsável por GTA 6 nesse momento, já gastou desde 2019 mais de 2 bilhões de dólares só com salário dos seus funcionários. Pelo menos isso, né? Que bom que estão pagando bem aí a galera da Rockstar pra fazer GTA.
Edu, como é que está a tua expectativa atualmente para GTA 6, já que faz um pouquinho de tempo que a gente não conversa sobre o jogo em si? E na tua visão como criador de conteúdo, muda muito essa notícia de que GTA 6 para PC pode acabar saindo mais cedo do que o normal? Em relação à expectativa, eu sigo empolgado para jogar o game, acho que vai ser um jogo divertido, interessante, que vai me prender do início ao fim, como...
diversos outros GTA já me prenderam. Eu acho que não tem muito o que acrescentar além disso. Eu quero muito jogar o game e quando tiver trailer eu vou assistir, etc e tal, mas no momento é só aguardar, porque acho que é uma coisa de cada vez, né? Quando a gente fica muito no hype, muito na expectativa, a chance de frustração é grande e você acaba também não curtindo o momento. A gente está prestes a ver o lançamento, por exemplo, de Pragmata no momento da gravação desse vídeo, de Replaced, Aphelian. Então, assim, eu quero curtir cada momento individual,
atualmente, mas sim, quero jogar o game no futuro, quando chegar a hora. Mas em relação ao lançamento pra PC, se ele de fato rolar cerca ali de 5, 6 meses depois do lançamento pra consoles, eu vejo isso como positivo, sinceramente, porque eu acho que o game vai ter um potencial de fidelidade gráfica, né, maior no PC, porque os PCs são mais potentes que os consoles, ainda mais considerando que Xbox Series X, Playstation 5 saíram já faz 6 anos, quase.
No Play 5 Pro o jogo deve rodar melhor, mas ainda assim os PCs fortes são mais fortes do que os consoles atuais, do que o Play 5 Pro. Então acho que em questão de fidelidade gráfica e de mods, a versão de PC empolga. Mas eu acho que ninguém vai deixar de jogar a versão de console para esperar a versão de PC. Quem pode jogar no console com certeza vai jogar no console, até porque...
felizmente ou infelizmente esse mundo da criação de conteúdo gira muito em torno de lançamento e tem uma sensação de urgência absurda, todo mundo vai querer produzir conteúdo o mais rápido possível. O que muitas vezes é um tiro no pé, porque a pessoa tenta correr e faz um conteúdo pior do que deveria, né? Então eu acho que vai rolar um desespero aí em relação a produzir conteúdo de GTA 6.
Eu vi que talvez saia em março de 2027 por causa do ano fiscal da Rockstar que começa em abril, acaba em março. E às vezes a gente fala esses negócios de ano fiscal e é difícil subestimar o quanto isso de fato tem impacto. Recentemente até falaram comigo de uma publisher grande, falaram tipo, eu estou com um orçamento aqui de X número de dólares, milhares de dólares, que se a gente não usar, a gente vai perder. Então tem alguns streamers que querem fazer alguma campanha do jogo e tal, porque...
Não é algo benéfico quando você não utiliza o orçamento do ano fiscal. Me lembro na própria Mixer, tinha época da Microsoft, tinha época que o pessoal ficava fazendo incentivos, porque a Microsoft, por exemplo, encararia como uma falta de planejamento. E nesse caso, eu acho que a Rockstar...
quer mais faturamento para ficar mais bonito nas planilhas deles, mais dinheiro ainda vindo no PC. Até fico curioso, e os pessoal dos comentários comentar, se acham que vai ter um impacto significante as vendas do PC, se forem só, sei lá, quatro meses depois do console.
Porque a gente fica aqui batendo nessa mesma tecla, né? Que vai reverberar pela indústria de games e vai no aumento de venda de consoles e tal. Então você realmente acha, Edu, que ninguém vai esperar, né? Porque eu também acho que não, porque eu fico curioso na questão de spoiler, cara. Será que vai ter spoilers vazados, né? Minha maior preocupação referente ao lançamento de GTA nesse sentido, né? Inclusive 11 meses do último trailer, cara.
Chega um ponto que esse mistério é muito cansativo, assim, porque 11 meses de último treino depois, eles adiaram de novo o jogo, que ia ser em maio, né? A gente ia ter GTA mês que vem, cara. Um mês e meio ia estar para sair esse jogo. Imagina o quanto de coisa ia ter e conteúdo. E eu falei da minha preocupação, é justamente de ter que apressar a experiência para não tomar spoiler, né?
O Edu mesmo, o cara que vai fazer a série no canal dele, vai estourar, vai explodir. Eu acho que as pessoas vão ver essa competitividade entre criadores de conteúdo também, mas também entre jogadores, cara, porque eu quero jogar o jogo com calma. O Davi não está tão animado quanto a gente aqui, mas eu não quero ter essa pressa para finalizar a história justamente por ser um marco.
A gente não consome as mesmas coisas hoje nunca, e esse vai ser talvez a última grande coisa que todo mundo vai estar jogando mais ou menos ao mesmo tempo. E eu estou realmente curioso para ver o impacto disso e se de fato vai ter gente que vai esperar, e se de fato vai lançar no PC. Também tiveram rumores que está confirmado que vai ser entre 70 e 80 dólares, mas eu não consegui achar uma fonte que dá para acreditar muito nisso também.
Mas a outra questão, Davi, até para você comentar, foi sobre conteúdo gerado por criadores e GTA vai criar milionários dentro do jogo. É, pois é, como você disse, Van Depp, um insider saiu aí com a informação de que GTA 6 realmente vai poder, quem sabe, tornar jogadores milionários por conta do que a gente conhece hoje em dia como UGC, que é User Generated Content.
Isso já vem acontecendo dentro da franquia GTA, mas com aqueles conteúdos feitos meio que à parte, dentro do que a gente chama de GTA RP. Existe todo um mundo de criadores, de comunidade, que lança assets, que cria... Viralizou recentemente alguém que fez para alguma versão de GTA, que eu não lembro qual foi, acho que foi GTA San Andreas, mas posso estar errado.
Uma versão de futebol de GTA. Você podia entrar no estádio, jogar uma partida. É um negócio louco, né? A cena de mods de GTA é muito, muito, muito forte. E obviamente que a Rockstar vai querer capitalizar em cima disso, muito provavelmente trazendo várias e várias ferramentas de criação para que usuários possam criar dentro de GTA 6 e quem sabe, pelo visto aí, né? Vender para outros usuários. Vocês acham que isso pode gerar algum tipo de problema? Eu lembro que...
A Blizzard já tentou fazer algo parecido com o Diablo, criando realmente uma espécie de leilão dentro de Diablo, acredito que Diablo 3, se não me engano, e não deu muito certo, porque a galera começou a avacalhar. Vocês acham que um jogo importante como é a GTA VI, e uma empresa como é o caso da Rockstar, como é o caso da Take-Two, que o jogo é a sua galinha dos ovos de ouro, vocês acham que isso não é muito arriscado, abrir para a GTA VI ter um marketplace de venda de produtos? Será que muita gente não pode acabar usando esse marketplace?
para alguma coisa negativa? Ou vocês acham que isso talvez seja exagero da minha parte? A Rockstar vai pensar em mecanismos de segurança para garantir que nada de errado aconteça com a propriedade intelectual deles na figura de GTA VI? Eu acho que isso exige muita moderação.
muito controle, lembrando que o Diablo 3 que você mencionou é 2012 que ele sai, se eu bem me lembro. E a questão dos leilões deu problema, tanto que eles tiveram que atualizar o game e tal. Estamos falando agora 14 anos depois, a gente tem muito mais restrição via legislação mesmo e por próprio bom senso dos usuários. Então, se a Rockstar pretende realmente colocar algum sistema de monetização dentro do jogo, esse sistema vai ser mais robusto.
Até para o game não receber ainda mais restrições de vendas, porque com certeza vai ser um jogo para maior de idade. E aí, isso por inúmeros motivos. Mas eu acho que eles vão tentar manter aquele mature, que é o M ao invés do A do ESRB, que é o Adult Only. Adult Only é diferente do mature. O Adult Only...
você não pode nem colocar a venda na loja, porque a criança não pode ver que aquilo existe à venda. Entende? E isso aí em países tipo Austrália e Alemanha pode dar até proibição de venda. Então eu acho que eles vão tomar bastante cuidado por causa da resistência do público e de legislação.
Eu acho que essa questão de criar milionários dentro do jogo, eu não sei se é verdade ou como isso funcionaria o mercado em si. Eu vi que eles estão sim contratando pessoas que têm experiência em Roblox e Fortnite. Isso é uma notícia confirmada. Eles estão indo atrás de pessoas para entender mais esse mundo, até inclusive para o pós-lançamento depois do GTA VI Online, que eu acho que é aí que a Rockstar quer fazer dinheiro, cara.
Mas essa questão de usuários ganharem dinheiro, e eu não sei se eles vão vender coisas, eu acho que abre as portas para muita mutreta, para muita coisa negativa, para muito esquema, para muito golpe. Imagina tem gente dando golpe dentro do GTA VI, não sei. Eu não acho que...
Talvez tenha um incentivo assim. Eu acho que as pessoas vão ganhar dinheiro criador de conteúdo. O Edu vai ganhar um dinheirinho bom, porque os vídeos vão monetizar bem lá, né? Inclusive, Edu, os vídeos de GTA V todos estão monetizados, né? Não tem vídeo que é desmonetizado por causa de violência, né? Como que está esse momento do YouTube nisso?
Ah, depende do conteúdo, né? Porque um conteúdo no YouTube, por mais que o jogo seja para mais 18, não significa que o conteúdo do vídeo é mais 18, né? Então, por exemplo, GTA, Resident Evil, Dead Rising, The Last of Us, são games que têm trechos que são para mais 18, mas têm trechos que não caem no mais 18 de como o YouTube enxerga aquele conteúdo. Então...
Eu acho que vai depender mais do episódio. Porque se tiver um episódio, por exemplo, a cena de tortura que a gente tem no GTA V, aquilo dá restrição de idade e restrição de monetização. Mas se você jogar o GTA VI sem entrar nos clubes de striptease, se você pegar leve no quanto que você comete de violência, você consegue ir para...
dentro de como o YouTube monetiza e aplica ou não restrição de idade, você consegue monetizar o conteúdo. Eu imagino que com a minha série do GTA VI que eu vou fazer, vai ser que nem foi com God of War, com Dead Rising, com inúmeros Resident Evil. Alguns vídeos vão monetizar, outros não, e está tudo bem com isso, sabe?
Você pensa em cortar alguma coisa, não da história, evidentemente, mas, por exemplo, você não vai ter uma experiência que muita gente vai ter, que é ouvir rádio dirigindo. Eu estou muito curioso por essa ótica, mas você vai jogar o jogo com a rádio desligada, basicamente, ou não? Sim!
Para evitar problema de... Que eu considero um abuso do sistema do Content ID, né? Que é um abuso legal, porque as gravadoras têm o direito disso, de, sei lá, eu dirigir 30 segundos com uma trilha de fundo, o vídeo de uma hora perde completamente a monetização que seria gerada para mim. A monetização vai para a gravadora detentora daquela música que tocou por 30 segundos. Eu discordo disso, então eu vou provavelmente deixar a rádio desligada.
Mas em conteúdo do vídeo em si, eu só censuraria, e aí no sentido é fazer um mosaico, alguma tarja preta, conteúdo de nudez ou violência extrema, que não são permitidos pelas diretrizes do YouTube, das diretrizes da comunidade, mas que não são permitidos mesmo. Que se a questão é restrição de idade, eu tô ok com isso. Mas se a questão é tipo, não pode, vai dar um strike, daí eu preciso censurar.
Mas é isso, porque assim, meu público também é 3% menor de idade, sabe? Eu não tenho problema de restringir o vídeo. Eu teria menos problema ainda se o YouTube tivesse um sistema de monetização mais robusto que a restrição de idade não limitasse tanto a monetização. Tem melhorado nesse sentido, deveria melhorar mais.
Mas é isso. Fala, Davi. Eu honestamente acho muito difícil, muito improvável, inclusive, a Rockstar não tá pensando em desenvolver e lançar já com o jogo GTA 6, antes de esperar até o GTA Online, uma série de ferramentas pra ajudar exatamente pessoas como você, Edu. Tipo assim, gente que vai gravar conteúdo sobre o jogo, gente que vai streamar, principalmente. Até porque, como a gente mesmo comentou aqui...
GTA 6 está sendo desenvolvido para ser lançado em 2026, né? E os últimos jogos da Rockstar, da franquia GTA, são bem mais antigos, de uma época que não havia esse mercado de criação de conteúdo como ele está hoje. Então, assim, não acho difícil, acho provável, inclusive, da gente ter uma rádio específica.
para você poder ouvir sem dar problema de Content ID. Acho que vai ter ferramenta de moderação de conteúdo para, enquanto a pessoa está jogando, ela não precisar depois adicionar um quadriculado, alguma cena borrada. A gente teve, inclusive, jogos lançando no Nintendo Switch, com esse tipo de função. Inclusive, se eu não me engano, foi o dispatch que saiu para o Nintendo Switch com as tarjas pretas da função de moderação de conteúdo, ativadas meio que de padrão, meio que default.
E eu acho que coisas desse tipo poderão estar presentes no GTA 6, porque eu acredito que a Rockstar entende que muito do que ela vai acessar novos públicos e fazer um dinheiro doido pela internet afora, vai vir através de criadores de conteúdo. Então, eu acredito que tudo que ela puder fazer para ajudar a vida do criador de conteúdo, eu imagino, pensando que a Rockstar não é uma empresa boba, é uma empresa inteligente que entende o mercado que ela está trabalhando hoje em dia.
eles vão fazer. Vocês acham que vai acontecer algo assim ou vocês acham que vai ser a mesma coisa de sempre? Eu queria só fazer uma observação também que acrescenta o teu ponto, Davi. Uma coisa importante de mencionar também é que hoje em dia o YouTube indica muito melhor o que pode e o que não pode.
Tanto pelas políticas, diretrizes da comunidade de escritas, quanto pela forma como aparece uma restrição de idade no vídeo. Porque antes você recebia a restrição de idade, você não sabia nem o que aconteceu, por que aconteceu, ele não justificava nada. Hoje em dia, se um vídeo recebe uma restrição de idade, você consegue ver o trecho que causou a restrição e tomar a decisão ou não.
de censurar aquele trecho. E o YouTube tem a ferramenta de você mesmo censurar. Então, se um vídeo meu recebe restrição de idade, o que acontece de vez em quando é normal, eu vou e olho. Aí eu penso, putz, será que isso aqui é essencial pra preservar a experiência de gameplay? Ou tudo bem eu censurar? Aí, tipo, se eu quiser preservar a experiência de gameplay, eu não faço nada, fica restrição. Ou eu posso censurar, aí a versão editada o YouTube revisa e libera de volta o conteúdo pra todo mundo poder assistir e a monetização plena.
É até curioso você falar isso, né? Porque o GTA V saiu em 2013 e o YouTube é de 2005, né? E as pessoas monetizavam vídeos no YouTube, sei lá, 2009, 2010 mesmo, assim, né? A Machinima, que a gente falou, o Edu entrou na Machinima, acho que foi começo de 2011. Também entrei no final, né? Você inclusive me recrutou na época. Você estava em alguma network em 2013? Na Machinima. Eu entrei na Machinima no meio de 2011 e eu fiquei com a Machinima até o meio de 2014.
É, porque as networks do YouTube até nessa época existiam para te blindar de certas coisas, mas elas acabavam fazendo muita coisa, né? A própria Machinama por muito tempo acabou sendo status, né? Eu trabalhei lá depois também, eu percebi isso, que não tinha uma blindagem nem nada. Mas até no ponto do Davi, até para a gente finalizar o assunto...
Eu não sei se talvez tem uma rádio genérica de música sem copyright, entendeu? Não combina com o GTA. O GTA deve sempre tanto esse impacto cultural, inclusive nas músicas. Tem gente que, sei lá, definiu seu estilo de música ouvindo as rádios San Andreas. Eu me lembro da primeira vez que eu ouvi a música do Rod Stewart, Young Turks e tal, e dirigindo a noite. Então eu não consigo imaginar eles tendo umas músicas bem genéricas assim.
Mas às vezes eles podiam fazer uns acordos com as gravadoras, né? Desde que a gente cobre esse gasto, ou desde que alguma coisa assim. Mas existem jogos que têm streamer mode, né? Isso existe. Eu vou dar um exemplo. O Life Strange Reunion agora é um que eu preservei a trilha sonora que eu achava importantíssimo e sabia que não ia conseguir monetizar todos os vídeos. No Double Exposure, quando eu recebi a chave do jogo, o pessoal junto falou, olha, a gente adquiriu os direitos para vocês poderem monetizar a trilha licenciada.
Então, Double Exposure, eu consegui monetizar todos os vídeos mantendo a trilha sonora original. Original e licenciada, no caso. Eu acho que a Rockstar deveria estar pensando em criação de conteúdo. É outro mundo agora. Na época, lançaram GTA V sem nem imaginar também o impacto que aqueles vídeos teriam no jogo e tal.
Mas eles podiam pensar nisso, até porque, de novo, eles compraram a 5M, vai ter coisa de RP. Eles estão pensando em criação de conteúdo, então, sei lá, eles vão ganhar tanto dinheiro que eles podiam cobrir esses gastos. E assim, para artistas, imagino estar no GTA VI, muda a vida.
É impressionante, assim, as músicas ficam lá por anos, às vezes as licenças caem e tal, mas, assim, eu acho que todo artista gostaria de ter uma música no GTA, porque não tem marketing nesse nível, sabe? E, assim, até eu falei que joguei o GTA V, você vê que, às vezes, você vai começar uma omissão e começa naquela rádio com aquela música. Então, eu imagino que a Rockstar prometa, ó, você vai ter garantia...
da exposição nessa missão, desse jeito. E às vezes, cara, as músicas ficam tocando abaixo do diálogo, né? Então, não sei se tem como desligar e tal. Acho que vai ser interessante eles navegarem isso. Mas tá na hora da gente ter mais notícias, gente. Por favor, Roxy, tá? Vamos começar essa campanha de marketing aí que tá meio chato.
Isso aí sobre a trilha, eu queria complementar muito rapidamente, que assim, imagina, sei lá, meu início de gameplay do GTA VI, vai dar, não sei, 2, 3 milhões de views? Se eu tivesse a liberdade de deixar a trilha sonora ali presente, uma banda que está tentando ganhar mais visibilidade, ou uma banda que, sei lá, a molecada curte, mas adulto no geral não conhece tanto, podia ganhar uma visibilidade ali, sei lá, as marcas pagam tão caro para aparecer.
no meu canal ou aqui no The Byte, e as gravadoras, elas impedem você de divulgar o que elas já fazem, né? É bizarra essa situação pra mim, mas não é coincidência que a indústria da música esteja ficando cada vez mais pra trás, né? Galera, bora para o boletim The Byte. A gente tem várias coisas interessantes pra comentar. O Davi vai trazer o primeiro assunto.
Isso, vamos falar da situação do Bruno Bock. Para quem não conhece, o Bruno Bock é um dos criadores do canal Pipocando. Ele relatou recentemente que perdeu uma empresa que ele tinha, não especificou qual empresa. Muita gente achou, inclusive, que era a empresa relacionada ao canal Pipocando, mas ficou naquela de pode ser que seja, pode ser que não seja. Até teve gente que falou do Rolandinho, e o Rolandinho também saiu nas redes sociais dizendo que isso não tem nada a ver com ele. E o próprio Bruno Bock.
Também confirmou que não tem nada a ver com o Rolandinho. Mas o fato é que o Bruno Bock se envolveu com pessoas que ele chamava de amigos. Essas pessoas se tornaram sócios de uma das empresas do Bruno Bock. E ele relatou nas redes sociais que ele acabou perdendo essa empresa para os seus próprios sócios. No caso, ex-sócios. E o motivo do Bruno Bock ter falado isso nas redes sociais e ele próprio ter dito que ele está se expondo e que para ele é uma situação extremamente desconfortável, desgastante e tal, foi obviamente para avisar.
Inclusive casos como esse do Bruno Bock vem começando a aparecer mais nas redes sociais a partir de criadores que têm uma certa consciência e que fazem conteúdos para avisar os outros sobre problemas que eles próprios estão tendo. Um outro conteúdo que viralizou há pouco tempo atrás, que a gente até planejou cobrir aqui no debate, mas não deu, foi o vídeo do Cassanhari falando de um problema que ele teve com o pet dele, que foi envenenado por conta de uma questão lá relacionada à detetização na sua casa. Enfim, tem muita coisa acontecendo, né, Vandepe? Que está, tipo assim...
mas não necessariamente viralizando porque são notícias positivas ou porque são alguma coisa relacionada a algo maior, mas sim por conta de experiências que criadores de conteúdo que já estão há bastante tempo nas redes sociais, como é o caso do Bruno, como é o caso do Castanhari, que são interessantes para que outros criadores de conteúdo saibam e para que esses criadores de conteúdo mais novinhos, digamos assim, não passem pelos mesmos apuros que tanto o Castanhari quanto agora o Bruno Bock têm passado. O que você acha a respeito disso? Depois para a gente passar para o Edu também.
É, no caso do Bruno Bocchi, né, eu conheço o Rolandinho, o Rolandinho na época que eu trabalhei na Webid, na Digital Stars, eu trabalhei inclusive com o pessoal da Blues, eu não sei se é essa empresa que o Bruno Bocchi tava falando, tem gente que sim, e deu tudo certo, o Rolandinho mesmo foi um cara que sempre me tratou super bem, um cara bem tranquilo.
Mas é isso, cara. O Bruno Bloch em si, ele falou que foi ingênuo e dividiu a empresa com irmãos e sócios, dando uma porcentagem maior e não vendo a questão de imposto. Então, também tem essa ótica de, assim, cara, tem que se profissionalizar, né?
É, porque eles se viraram contra ele e falaram que não tinha dinheiro de caixa, que perderam o maior cliente, mas não perderam. Inclusive, trazendo um pouco para a gente, né? Eu estava revendo o nosso piloto, né? Ainda bem que a gente melhorou, estamos mais bonitos. O Davi está mais estilosinho também, até o Edu... Desculpa. Mas uma das primeiras coisas que o Edu fala, assim, uma das primeiras coisas faladas no debate é... O Edu fala, eu não sou o dono do debate, eu sou um dos donos do debate.
E o Edu sempre foi muito gentil, até porque ele era bem mais famoso que a gente e tal, mas a gente tem 33,333% cada aqui. A gente racha tudo exatamente entre três. Cada um tem seu papel aqui no programa, nos bastidores. O Davi ajuda com a edição, com nossos editores. Eu chamo os convidados, a gente faz a produção do programa. Mas é isso, porque também até dinheiro com amigos é um negócio muito complicado, cara.
É muito complicado, né? A gente já falou também de golpes que creators tomaram aqui e eu falei de transparência, né? O próprio Edu, não. A gente faz uma campanha publicitária, o Edu tá em cópia. Porque senão, cara, dinheiro mexe com a cabeça das pessoas. Você pode ser melhor amigo, você pode ser família. Quantas vezes a gente já viu pais roubando de filhos, né?
Teve o caso da Larissa Manoela no passado, que na época talvez era a maior influenciadora do Brasil. E ela acusou os pais de terem desviado dinheiro. Eu conheço creators que tiveram amigos, que trabalharam com eles, que desviaram dinheiro. E muita gente é agenciada por amigo, pela tia, pela namorada, pelo namorado, pelo irmão. E assim, tem que se profissionalizar, sabe? Então, o caso do Bruno Bock mesmo, pelo que ele falou, foi da pandemia. Então, foi até um pouco depois que a gente trabalhou na Digital Stories e eu lidei com o pessoal lá.
Eu acho que você tem que tomar muito cuidado, mas também essa questão das redes sociais, né? Não sei se isso vai resolver o caso do Bruno, assim. Eu já falei essa história inúmeras vezes, mas na pior semana da minha vida, que quando eu fui assaltado, os caras entraram nas minhas contas bancárias, fizeram empréstimos, desvios, quem me salvou foram as redes sociais. E, claro, com os meus amigos aqui, eu lembro que o Funk retweetou, todo mundo divulgou, o próprio Edu.
Então, o poder das redes sociais é enorme, porque isso também tem um efeito para outras pessoas. Eu me lembro na época que outras pessoas tinham sido assaltadas, que estavam há meses esperando os bancos resolverem isso. Os bancos pagaram eles, porque ficaram com medo da repercussão. Então, essas empresas e essas pessoas, no geral, que dão golpes, tem que ter medo.
bom ter um bom advogado, é bom você ter um advogado pra alguém vai te difamar, né? A gente teve até o caso do Selbit, que um pouco antes da nossa gravação ele revelou que ganhou um processo contra uma pessoa que tinha acusado ele de algo a gente não precisa entrar nos específicos mas assim, a lição é se profissionalize, e se você precisar também das redes sociais fazer um aviso, né? Você falou do caso do Castanhari, o Castanhari perdeu o gato dele E aí
Porque uma empresa que detetizou a casa dele falou que os gatos podiam voltar em 5 horas. Eu acho que eram 20, 48 horas, entendeu? Então o Castanhari não fez algo pra ter o gato dele de volta porque não tem. Vocês dois que tem gato, vocês sabem. Pet é família. Não tem quase coisa mais importante que nossos pets. Então você vê que ele tava muito ferido. Mas é pra conscientizar, né? Então tem gente que talvez tava pensando em fazer uma detetização que agora... E aí
Não, calma aí, eu tenho pet, eu acho que não vale a pena, sabe? Então, é o poder das redes sociais para bem. Eu acho que essa é a lição, assim, né? O Bruno Bock parece estar um pouco desesperado, estava um pouco abatido, porque essas coisas abatem, e usou as redes sociais para isso. A primeira coisa que eu iria mencionar é que esse caso escancara como que o Brasil deveria... E isso eu acho que é uma questão global, tá? Mas estamos falando de Brasil, né? O Brasil deveria fornecer mais educação financeira, mais educação em termos de administração de empresas.
também, porque cara, são conhecimentos básicos que as pessoas deveriam ter, se você tem mais de 50% de uma empresa, você passa a controlar aquela empresa, sua decisão basta e acabou a menos que no contrato social você tenha alguma coisa que impeça você de tomar decisões e isso me mostra como que online é muito fácil a gente julgar
E aqui eu não acho que é o caso do Bruno, eu não acho que a gente tem motivos para desconfiar do Bruno. Mas as pessoas escutam o lado dele da história, aceitam como verdade sem ouvir os outros envolvidos. E eu, como alguém que já fui acusado de inúmeras mentiras, sei que é importante ouvir todos os lados envolvidos. E nisso eu ainda menciono que faz falta um jornalismo de qualidade.
nos dias de hoje, em que apuravam informação, ouviam os envolvidos e aí sim reportavam. Porque hoje a gente acaba dependendo, às vezes, de canal de opinião. E eu, como sendo alvo de canais de opinião, sei o quão mal...
eles são preparados para expor as coisas que eles expõem. Então, nesse meio, eu só diria que é muito legal que o Bruno tenha aberto os fatos. Eu não estou desconfiando dele porque eu acho que ele não teria motivos para estar trazendo isso à tona, se não fosse simplesmente de alertar as pessoas de que elas precisam de mais educação financeira e aprender sobre administração de empresas. E eu espero que isso abra os olhos das pessoas para elas se informarem melhor e também...
Buscar em uma consultoria com, seja um advogado, um contador, na hora que for lidar com papelada. Inclusive, do meu lado, hoje em dia, algo que eu faço, eu documento absolutamente tudo. Recentemente eu comprei um carro, cara, está tudo escaneado.
Tudo digitalizado, organizado. Questão de contabilidade da minha empresa, tem despesa de empresa? Na hora eu escaneio, já envio para a contabilidade. Fechou contrato, tenho tudo arquivado. Porque depois, facinho de dar problema se você não consegue organizar as suas coisas. Mas tem que aprender também a questão de administração de empresa, contabilidade, para não entrar em furada, como foi esse caso aí do Bruno.
Outro caso, vale lembrar, vocês mencionaram o Selbit, o Muca também passou por caso de ser acusado de mentiras e tal, levou para a justiça, ganhou, acho que era válido mencionar. Davi, manda. Não, então, e o motivo disso...
ser um tipo de conteúdo que hoje em dia está sendo tão veiculado nas redes sociais e viralizando e tudo mais, é porque a criação de conteúdo ela tem avançado a nível de profissionalismo, a nível de relevância, os influenciadores digitais são as novas celebridades hoje em dia você vê por exemplo aí o caso do Neymar dentro do YouTube, com seu canal do YouTube já fazendo aí três semanas que está postando um vídeo por semana e tal, e o cara é jogador de futebol, celebridade, mas agora também está dando um anticriador e aí
de conteúdo. E o motivo é bem óbvio, né? Ele quer também controlar um pouco a narrativa daquilo que dizem a respeito dele ou das coisas que imputam a ele e que ele ali no canal do YouTube dele tenta relativizar, tenta mostrar o lado dele e por aí vai. Então, isso que o Bruno fez, isso que o Castanhari fez nessa tentativa de conscientizar e no caso...
tanto do Castanharo quanto do Bruno, tendo cuidado para não necessariamente expor as pessoas. Obviamente que o Tribunal das Redes Sociais já vai atrás de colocar os seus culpados aí, inclusive o próprio Rolandinho foi colocado no meio e o próprio Bruno Bock, como eu mencionei, foi lá na defesa do amigo dizendo que o Rolandinho não tem nada a ver com isso, mas eu acho que isso só escancara o quanto essa indústria da qual a gente faz parte aqui e da qual o debate aborda nos episódios toda semana, ela tem se desenvolvido.
Ao mesmo tempo que, como o Van Dep mesmo falou, ela tem necessitado cada vez mais de profissionalismo. A gente, que é um projeto relativamente novo, a gente desde o começo começou o debate em contato com o advogado, em contato com o contador. A gente podia não ter feito isso no começo. Eu mesmo já tive empresa lá atrás.
com outros amigos, numa época que eu era bem mais novo, e a gente demorou muito tempo nessa empresa para chamar o primeiro advogado, para conversar com o contador, porque o negócio era digital, e era um negócio que a gente meio que tocava através da internet, sem necessariamente imaginar que aquilo ali seria uma grande empresa no futuro. Mas a gente já tinha ali alguns compromissos que poderiam gerar problemas do ponto de vista jurídico, do ponto de vista legal, se a gente não fosse bem assessorado.
Foi muito interessante que no começo do debate, talvez pelo fato de nós aqui sermos três pessoas maduras, a gente já pensou desde o início em trazer exatamente o maior nível de organização possível para que a nossa empresa tenha começado sempre, digamos assim, da maneira correta desde o início. Deixando, é claro, destacar que isso não é necessariamente barato. Então tem muita gente que acaba deixando esses custos com a parte contábil, com a parte jurídica, para depois, porque isso é um pouco...
Mas, ao mesmo tempo, é verdade, eu conheço inclusive algumas pessoas aqui em Fortaleza e em outros estados que já estão fazendo isso, a gente já está começando a ver também surgirem contadores especializados em criação de conteúdo, advogados especializados em direito digital, em direito relacionado à criação de conteúdo também. Então, ao mesmo tempo que a indústria se desenvolve, a gente começa a ver também opções que antigamente não existiam para criadores de conteúdo que querem manter os seus canais funcionantes.
mas sempre também trazendo aí toda a responsabilidade da lei e da contabilidade, que são elementos que a gente tem que levar cada vez mais em consideração, se não pode dar algum tipo de problema. Especialmente quem trabalha com o YouTube recebendo AdSense, trabalhando com Publis e coisas desse tipo.
E assim, dá para trabalhar com amigos. Você pode trabalhar com amigos. O Edu até vai fazer uma brincadeira, mas eu sou amigo do Edu, a gente conhece há 15 anos. Porque o Edu, quanto mais gosta da pessoa, menos ele fala que é amigo. Quando está o Max aqui, quando está o Kogu lá. Eu saí com o Doug do YouTube e falava lamento muito que você está com o Doug. O Edu tem receio.
Do Edu, mas dá sim pra trabalhar com amigos. Eu agencio pessoas que são meus amigos. Eu vejo o Hayashi, eu vejo o Funk. A gente viajou pra Nova York juntos sem trabalhar, mas você tem que ser profissional, você tem que saber separar as coisas. Eu e o Edu, inclusive, a gente tá talvez numa da... Ou na melhor fase da nossa parceria juntos. A gente tá fechando várias campanhas, campanhas de jogos que ele quer fazer, campanhas com o Cabo, que tá aqui, que tá no canal dele também esse tempo. Então, a gente sabe dividir bem as coisas. E porque dentro disso tem um respeito mútuo.
É uma pessoa querida, você quer trabalhar para a pessoa, com a pessoa. Mas assim, dinheiro é foda, dinheiro é foda. Então, quando você está começando e você acha que as pessoas são suas amigas, você não pode confiar totalmente. O Bruno mesmo, o Bruno Bock, ele disse que estava com vergonha. Pessoas que tomam golpes, ficam com vergonha do golpe. Muita gente não reporta um golpe porque fui burro demais.
Não sei o que, seja de um amigo, seja de um sócio, ou seja, né, de cair ou clicou no link de SMS, assim, né? Que muitos desses são feitos pra te enganar mesmo e pra você cair sem perceber muito. Mas dá pra trabalhar com amigos. Mas, assim, trazendo essa ótica, eu sinto que creators e influencers acabam sendo um pouco ingênuos e vulneráveis. E aí, até com agências de talento que trabalham, né? Por isso que eu sempre falo muito de transparência. Tem que ter transparência, cara. Tem que deixar muito claro. Eu sou um cara que me explica demais.
O Edu sabe dos meus áudios, eu falo, esse aqui é o contexto dessa campanha, esse aqui é o contexto dessa agência, esse aqui é o contexto disso, o que está acontecendo é isso. Então, não tenha medo, não tenha preguiça de saber o que está acontecendo no seu nome, o que estão fazendo no seu nome. Pague sim, principalmente se você tiver um dinheirinho, um contador...
A gente tem os mesmos contadores que o Edu já usava na empresa dele aqui no Debate, então foi fácil essa transferência. Sim, a gente paga uma taxa de emissão para eles, a gente paga imposto. A gente faz as transferências do dinheiro que a gente ganha aqui no Debate. A gente fala, cada um com o mesmo valor todo mês, a gente deixa o dinheiro em caixa. Tudo certinho, cara.
Você precisa ser profissional. O conceito aqui do debate também foi profissional. Justamente não quero ser três marmanjos falando no podcast aqui sobre qualquer coisa. Então, a lição é seja esperto, seja malandro do bem. É bom ser malandro. Em qualquer profissão, você tem que ser malandro. O que é ser malandro? Não é enganar os outros. Ser malandro é ser esperto. É estar ciente do que está acontecendo. Não ser ingênuo. Não ser bobo. Não seja bobo com outros trabalhos. Não seja bobo com a tua carreira. Eu acho que você tem que ser esperto. Ainda mais se você já é, vamos dizer, a expressão macaco velho desse meio.
Não dê uma porcentagem maior para os seus amigos, porque eles são teus amigos. Até se eu renegociasse, por exemplo, a minha porcentagem com o Edu, do que eu ganho nas suas campanhas, eu não ia falar, Edu, eu mereço mais e é isso o ponto. Não, acho que faz sentido ser assim, assim, assim, porque eu estou fazendo isso, isso, isso e é isso. Então, as coisas precisam ser bem feitas, as coisas precisam ser conversadas. Se não dá nisso, cara. A gente tem casos de golpe, a gente tem casos de creators que agora sim estão começando a se defender de difamação, quando a gente fala...
E o profissionalismo no meio continua crescendo, inclusive de creators enormes, creators muito grandes e famosos que estão nessa há muito tempo.
Vamos sair aí do mundo da criação de conteúdo, vamos falar um pouquinho de mídia, mais especificamente de novela. Sim, novela no debate, mas não qualquer tipo de novela. Novela de fruta. Gente, vocês estão acompanhando novela de fruta? O tomatinho, o abacatudo? Eu pergunto porque tem gente grande que está usando o meme aí para divulgar conteúdo, né, Vandep? Como é que está essa história aí? Como é que você recebeu a informação de que o abacatudo está viralizando?
Não, é, pra quem não sabe, tô viralizando umas novelas de tomate no TikTok. Enfim, não vou entrar sobre inteligência artificial, mas o povo já tá cansado, o povo vai desligar aqui, mas assim... Ah, não sei nem o que falar, cara, de verdade, assim, eu acho que um termo que eu vi sendo usado é meio animalesco, assim, as pessoas parecem que tão... Ah, olha que engraçado, uns tomates aí, que não tem profundidade, não tem nada, não é nem engraçado esses tomates, assim.
Parece tudo mais estimulado, fragmentado, assim, mas é uma queda de qualidade de entretenimento. E tudo bem, entretenimento pode ser bobíssimo, ele não tem que te ensinar algo, pelo contrário, tem que se te entreter. Eu acho que é a materialização da mente das pessoas, assim, hoje em dia, cara. Qualquer estímulo, você fica meio preso, meio zumbi.
Parece ser aquele filme WALL-E, não sei se você já viu aquele filme WALL-E, eu acho que é da Pixar, que o povo tá sentado numa cadeira e tem uma tela na frente, eles super distraídos, fora de forma, não sei. Mas assim, não é elaborado, não é filtrado. Se você consome isso, eu acho que teu cérebro tá frito. E sim, eu tô fazendo um julgamento que talvez eu não deveria fazer, né? Mas é muito estímulo e resposta. Nossa, que engraçado ouvir gente falando, não!
Saiu a nova novela, o episódio 8. Não me dá spoiler do episódio 8 da novela de Tomate. Não é nem escrito por um ser humano e feito por Iá. É um negócio totalmente aleatório. Não é engraçado, não é nada. Não é nada, exato. Isso que eu tô falando. As coisas bobas. Eu tenho humor bem bobo, inclusive. E eu não tô aqui pra dar lição de moral nas pessoas. Isso que é bem claro. Inclusive, quando eu falo de Iá...
chá de EPT, assim, a moralidade é um espectro, cada um tem o seu próprio, mas assim, eu acho que é simbólico, é simbólico dos dias de hoje, é simbólico das pessoas ficando mais burras, de sendo estimuladas, de dopamina, de ver um negócio, uns tomatezinhos lá, nossa, o tomate brigou com a mãe e não sei o que, não sei o que, tipo assim, se fosse um desenho dos tomates no Cartoon Network, assim, com uma coisa pensada por trás, beleza, mas assim, não é, cara, e assim...
As coisas têm que ser escritas e tem que ter um conceito por trás que faça sentido. Mas assim, pelo amor de Deus, cara, assim, o que está acontecendo com o planeta e só eu estou vendo isso? Não, eu sei que não sou eu, porque eu acho que vai ter gente que concorda, mas assim, não sei, cara, eu já comecei a ficar irritado, vou passar a bola para vocês aí, desculpa. O que mais me chamou a atenção...
disso tudo, e em parte você meio que já falou, Vandeep, é que assim, não tem sentido nenhum, né? Isso na verdade pra mim é a evolução do brain rot, né? Eu lembro que lá atrás, né? Fazendo assim agora um resgate lá, quando eu era mais novinho e tudo, algo que me chocou já muito desde que eu era criança foi quando eu comecei a ver o lance dos teletubbies, né? Porque teletubbie começou a aparecer na televisão quando eu já não era mais criança, né? Eu já era um adolescentezinho e tal, já não assistia mais nada muito infantil, além, é claro, dos desenhos animados da época que eu era criança mesmo, que eu era criança mesmo, né?
Os ursinhos cariosos quando apareciam, a gente, ah, ali os Smurfs, né? Até hoje tem muito de nostalgia relacionada a esses desenhos. Mas quando eu via o que a minha irmã mais nova, o que os meus primos mais novos estavam assistindo lá na TV Globinho e era um negócio lá do Teletubbies, eu ficava meio chocado do tipo, cara, qual é o propósito disso daqui, né? E se você for atrás de ver, Teletubbies, ele é um produto voltado para uma criança, né? Muito, mas muito, mas muito, muito, muito, muito jovem mesmo. É o bebezinho, né? Que é o sol do Teletubbies. Ali é...
o, digamos assim, o público-alvo daquele tipo de produto, né? E hoje em dia, né, no mundo de rede social, no mundo de criação de IA, de essas animações meio malucas de YouTube, a versão atualizada do Teletubbies é o tal do Cocomelo, né? Só que se você compara Teletubbies a Cocomelo, cara, Teletubbies parece Shakespeare. Porque é tão bizarro o tipo de edição, de animação que é feito hoje.
para fritar o cérebro dessas crianças. E é claro que o propósito do desenho não é fritar o cérebro da criança, é manter a atenção, é engajar. Será que não é fritar o cérebro da criança? Desculpa te interromper. Eu acho que não é, porque eu acho que a proposta que favorece aos pais e mães que colocam as suas crianças ali na frente não é necessariamente, em curto prazo, trazer pioras.
pra condição daquela criança ali. Isso vem no médio e longo prazo. É manter a atenção daquela criança ali. Por isso que o pessoal hoje em dia associa muito o Netflix à nova chupeta, né? À nova babá. Por que você antigamente tinha uma babá em casa? Porque antigamente você comprava chupeta pra dar pra criança, apesar de que a chupeta ia deixar a dentição da criança fragilizada e tal. Porque a chupeta e a babá faziam a criança se aquetar. É isso, até rimou, né? E hoje em dia, quem faz isso é o Netflix. Quem faz isso são esses vídeos, né? E eu acho que a novela de fruta...
ela não é pra esse tipo de público, mas ela é uma evolução desse público que tá envelhecendo, mas que infelizmente não tá evoluindo mentalmente, cognitivamente, ou que tá buscando tipos de divertimentos que, pra gente...
não faz o menor sentido, porque a gente, quando começou a amadurecer, a gente começou a buscar outras coisas. Eu mesmo comecei a assistir filme, hoje em dia eu sou apaixonado por cinema, mais ou menos a partir dos 15, 16 anos, né? E eu tenho certeza absoluta que tem muita gente de 15, 16, 17, 18, 19, 20, fissurado na novelinha da fruta, sem ali ter nenhum tipo de...
conteúdo, nenhum tipo de propósito, nenhum tipo de mensagem, sabe? E isso, cara, é um negócio que me deixa, assim, muito preocupado. E a gente já tá começando a ver os reflexos disso com as notícias que saem a respeito, né, da comparação do nível de QI da geração Z com outras gerações anteriores e tal. Eu dou muita aula pra gente geração Z, agora eu tô começando a dar aula pra geração alfa, né, inclusive, e é muito bizarro você ver os efeitos práticos disso, reais disso.
na sala de aula, na conversa com esses jovens. Por isso que eu costumo comentar muito que a geração Z, para mim, ela é uma geração de baixíssimos, mas de altíssimos também. Porque tem muita gente boa na geração Z, tem muita gente com potencial. Eu vejo, inclusive, nos comentários do debate, muita gente jovem fazendo uns comentários muito legais, mas nem todo mundo consegue se salvar, especialmente com essa exposição absurda que a gente vê essas crianças crescerem ao longo dos anos aí na internet a conteúdos como esse. Então, assim...
É bizarro, mas isso está inclusive gerando um negócio já, né, Vandev? Já tem gente até se apoderando desse tipo de conteúdo para divulgar quadro, divulgar transmissão de Copa do Mundo. Como é que está isso aí, né? A gente vai falar da Kazé TV, que usou um gavião do Corinthians com tomatinho. E beleza, eles estão pegando um álcool viralizado, mas tá bom.
Mas assim, eu achei tuas falas excelentes, Davi. Achei tuas falas excelentes. Lembrar do Cocomelo em comparação ao Teletubbies. Eu vi já crianças que os pais param de mostrar Cocomelo e o comportamento da criança se muda totalmente no geral, não só no momento. Porque o Cocomelo, pelo que eu me lembro, eles tinham cortes 1 a cada 2,5 segundos, assim. 2,5 segundos. O negócio... Tum, tum, tum, tum, tum.
E assim, cara, até falando de semiótica, teria o da comunicação, assim, existe embasamento. Eu estudei filmes do Aronofsky na faculdade, coisa assim, não precisa. Não é sobre, ah, como eu estudei Aronofsky. Não é isso. O Aronofsky nem é um diretor tão bom assim. Mas é você entender o que está nas entrelinhas e não só ter um estímulo muito rápido e que frita teu cérebro, né?
E você falou da geração Z, eu acho que a geração Z no geral é vítima. É vítima de pais da geração X, que tem pais boomers. A geração X tem pais boomers. A geração X, talvez, eles compensaram demais. Pessoas, eu acho que acima de 45 anos e tal. Então, há dois anos, tomou iPad. Eu acho que eles nem sabiam, talvez, dos riscos de tela. Então, muitos amigos meus... Acho que, inclusive, o Edu, que acabou não falando, mas vai comentar já já.
que tem nossa geração, tem nossa idade, tem filhos entre 3 e 12 anos, a maioria fala, não tem celular, não tem tela. Não tem rede social. É, não tem rede social. Eu tava com um amigo gringo, até postei uma foto no Instagram, essa semana ele tem filho de 9 e 4. Eles não tem nada disso, eles nem sabem o direito que que é. Eles sabem que é YouTube, de vez em quando, vê um videozinho, mas não existe, cara.
Existe um risco muito grande nessas coisas. Então não é, ah não, porque IA é o fim. E eu acho IA é uma meta, eu não sabe, né? Dentro dessas coisas, principalmente. Não dá, não dá. Assim, eu acho que teu cérebro tá muito frito, né? Eu já falei, eu uso mais TikTok até do gostaria. Isso me incomoda até. Então assim, ninguém tá imune a isso. Mas você tem que dar, né? A gente falou aqui de Sopranos, o Edu falou até de Freem. Existem coisas boas pra consumir, né? Muita coisa boa.
Muita coisa boa para consumir, cara. Então, até no TikTok, pelo menos ver um documentáriozinho ou ver uma fofoca, o que seja, mas não ver uns tomate idiota criado por nada. Pelo amor de Deus, assim. Mas desculpa, Edu. Pode comentar, senão vou entrar nos meus rants aqui. A gente colocou na pauta o fato de que tem marcas usando isso para se promover agora, né? Então, a Casa TV fez umas tirinhas, coisa do tipo, assim.
E aí o que eu ia mencionar, e isso não é focado na KZTV, mas é interessante como que a galera de mídia e também criador de conteúdo, toda vez que bomba alguma coisa, tenta replicar para se autopromover. E aí eu fico pensando como que dentro dos esportes isso rola absurdos. Fase de cripto? Opa, vamos falar de cripto.
Aí vem NFT, vamos falar de NFT. Aí receber dinheiro de bet? Bora receber dinheiro de bet. Agora é a fase de usar AI para a gente se promover, para se vender? Bora usar AI. E assim, eu gostaria que as pessoas tivessem o bom senso de ver até que ponto dá para confiar nesse pessoal de mídia. E eu estou incluindo criadores de conteúdo, influenciadores aqui também, que fica pulando de trend em trend. Não sei, é um comportamento que me incomoda, sinceramente.
Como pai, você mostraria a novela de tomate para os teus filhos? Com certeza não. Então, exato. E eu acho que é ok, sob supervisão, assistir certos conteúdos. Tem vídeo de bichinho que é bonito, que está no Reel. Eu acho ok mostrar para a minha filha, no meu celular ou no celular da minha esposa. E certos programas de TV, tipo, minha filha está amando Pokémon.
de quando a gente era criança mesmo, sabe? E beleza, por mim, assistir, mas não o dia inteiro, não o tempo inteiro, sabe? Eu não acho que proibir 100% é o caminho também, mas eu acho que com supervisão, conteúdos, com curadoria, é ok consumir.
Agora vem cá, Edu C e Van Depp também, apesar de não ter visto o filme, mas eu vou comentar a respeito disso, porque eu acho que tem um gancho interessante aí. Vocês não acham que isso pode estar vazando, quem sabe, para outras mídias, no caso aqui de filmes? Por quê? Porque recentemente fez muito sucesso o filme lá das K-pop Demon Hunters, e que é um filme que você vê que tem um ritmo bem frenético, para quem assistiu sabe do que eu estou falando.
E recentemente eu estive na sala de cinema assistindo o filme do Mario, Mario Galaxy. O Edu também, né? Inclusive levou a filha, né? Edu pra assistir. E assim, em comparação ao filme anterior do Mario, né? O primeiro filme que saiu há alguns anos. Cara, eu achei esse filme do Mario Galaxy frenético, assim. O filme é muito rápido. Ele tá...
todo momento chamando a minha atenção, com muitas cores, com muitas animações, com muitos cameos, muitas referências e tal. E assim, óbvio, eu sou fanzaço da Nintendo, fanzaço de Mario, todas as referências que apareciam ali eu entendia, mas eu e muita gente que estava assistindo o filme comigo, a gente saiu do cinema...
Cansado. Eu saí do cinema exausto de assistir o filme do Mario. E isso foi um negócio que me pegou muito, sabe? E me fez pensar, me remeteu a essa parada de assistir conteúdo em TikTok ou de ver alguns conteúdos que estão na Netflix feitos pra essa geração Z e que não é que a geração Z é uma geração tão frenética assim. Não é esse o ponto. É que eu acho que eu enxerguei um pouquinho o filme do Mario quase que sendo pensado
Não pra aparecer ou viralizar apenas nas salas de cinema, mas também pra que ele seja recortado em clipes de TikTok que vão começar a invadir as redes sociais, como já tô começando a invadir agora. Porque o filme é frenético e, ao mesmo tempo, ele é um pouco desconexo. Eu achei a história muito mais diluída do que a história do primeiro filme, apesar de eu ter gostado do filme. Mas eu gostei muito mais por ser Nintendo, por ser Mario.
E por ter ali várias referências, inclusive a do Star Fox, que eu vou até comentar um pouquinho mais a respeito disso depois, do que necessariamente por conta da história. Você chegou a gostar do filme, né, Edu? Mas você gostou da história e do ritmo, inclusive, também? Ou foi de outros aspectos? É porque eu acho que a história nos dois filmes do Mario é um pano de fundo pra você ter easter eggs e coisas rolando.
dentro do universo do Mario com os personagens da Nintendo, né? Eu acho que a história ali não é o grande destaque, nem era o propósito. Eu entendo o que você está falando. Eu quero assistir mais o filme do Mario Galaxy, porque... Eu acho que é até injusto eu ficar comparando muito, porque o primeiro filme do Mario eu vi várias vezes. O Mario Galaxy, por enquanto, eu vi uma vez só. Mas eu entendo essa questão dele ser um filme mais frenético.
Eu acho que isso deriva um pouco da história dela ter eventos em paralelo acontecendo. E talvez ela tenha sido pensada assim, se a gente colocar eventos em paralelo, a gente vai trocando de o que um grupo está fazendo para o outro, e a história fica mais frenética. Talvez tenha sido algo que rolou uma engenharia ali mesmo para que isso acontecesse. Eu entendo o teu ponto.
Mas assim, no filme do Mario, tá? E eu achei interessante falar, a história não importa, imagino que pra eles não importa. Então, pra que que existe? Assim, se um filme e a história não importam, por que que existe? Se já existe o game que você vai jogar com aqueles personagens pra apresentar. E easter eggs, legal, aquele personagem lá que tava no, sei lá, Mario 64, não sei o quê. Mas pra que que existe? Por que que vai contar essa história? Só pra melhorar a própria IP? Só pra ganhar dinheiro? Tipo assim, por que que não foca na história?
Existe pra arrecadar fundos, né? Porque, assim, a bilheteria tá absurda. O filme existe pra aprofundar a presença na fanbase, né? O filme existe pra fidelizar público, pra buscar novas audiências também.
porque o filme vai ter avô levando criança, vai ter pai que gosta levando o filho que ainda não é fã. Então acho que é para expandir a audiência. Mas a tua pergunta, acho que ela engloba também por que o filme existe dessa forma?
E eu acho que o filme existe dessa forma, porque eu não sei até que ponto o filme ia ser tão popular ou agradar tanta gente, se a ênfase passa a ser a história e não a animação e as referências e os easter eggs em si. Até porque eu não sei até que ponto dá para você aprofundar uma história de filme do Mario. E eu acho que dentro da proposta do filme, tem uns elementos de lore que são apresentados no filme do Mario Galaxy interessantes.
e chocantes. Será que não dá pra aprofundar? Assim, os filmes do Sonic eu vi só o primeiro. Pronto. Isso. Mas é um bom filme. É um bom filme. O James Carey tá no filme. O James Marsden, né? O cara. A gente até discutiu o papel da internet na época que o Sonic original não parecia nada do Sonic dos videogames. Depois ficou legal. Mas é um filme que é considerado um bom filme. E não só pra quem gostava do personagem. Então por que não focar nisso e por que focar num ponto que o Davi trouxe só de estímulo?
É pra continuar esse negócio, é pra continuar aflitando o cérebro das crianças, não é, Davi? E tem um ponto importante também, Edu, que eu vou até discordar de você em relação ao primeiro filme, porque o primeiro filme pra mim tem história. Eu lembro, e é que eu não assisti tanto assim o primeiro filme, mas eu lembro da história. O Mário e o Luigi eram dois irmãos que viviam em Nova York.
O Mario muito frustrado. Porque ele sentia que ele tinha um potencial. Mas a família dele não reconhecia o potencial que ele tinha. Daí ele tem uma oportunidade de ir para um outro mundo. Onde lá ele pode se colocar como um herói. Ele enfrenta vários desafios. Ele conhece a princesa. E aí você é introduzido ao arco do personagem da princesa Peach. Que sinceramente evolui nesse segundo filme. Mas eu não sei se evolui para um lado muito positivo. Não vou dar spoilers a respeito disso nem nada. E aí depois você vai para um outro lugar. Que é o reino do Donkey Kong. E aí você...
é esse o personagem do Donkey Kong, e aí tem um arco ali dentro, o filme eu acho que ele só começa a ficar um pouco mais assim, maluco frenético, quando é introduzido o mundo do Mario Kart no meio do primeiro filme e você fica um pouco assim por que o Mario Kart tá aqui quando a gente podia só ter continuado essa descoberta de novos mundos, então assim pra mim o filme ele tem, o primeiro filme ele tem um
uma escala de crescimento, ele tem uma evolução, ele tem um arco do herói, na verdade, múltiplos arcos do herói, até porque o Bowser tem o seu próprio arco do herói dentro do primeiro filme, e que eu não só achei isso do segundo filme, mas que eu vi muita gente criticando essa parte do segundo filme também, tipo assim, de que o filme ele meio que ele deixa de lado um pouquinho essa preocupação em ter um enredo pra enfiar referência à torto e à direito pra o fã de Mario ficar satisfeito ali de estar vendo o filme.
Mas pra criança que tá ali, o que sobra realmente é o estímulo do Yoshi ser verde, é o estímulo do espaço ser azul, é o estímulo da Rosalina ser azul claro, da Peach ser rosa, e aquilo na tua tela, ali na tua frente, o tempo todo, e ainda mais eu que assisti o filme em IMAX, eu tive a oportunidade de assistir cabine de imprensa do filme no IMAX.
Cara, de novo, eu saí do filme exausto e eu perguntei pras pessoas ao redor, porque eu não sou de ter isso, eu assisti inclusive a animação esse ano, né, naquele filme lá do Hoppers, né, que eu acho que é Pele de Um Focinho de Outro, é um filme novo de animação da Pixar, adorei, o filme tem a sua cadência um pouco mais acelerada, porque obviamente é filme pra gente jovem, mas o filme tem história, o filme tem enredo, e eu não me senti cansado assistindo esse filme. Assistindo o filme do Mario, eu me senti um pouco exausto. E assim...
Acho interessante o que o Van Derp perguntou, se filmes de games, como o filme do Mario, eles têm uma serventia no cinema. Por que não fica só no mundo dos games? E honestamente, eu acho importante que a gente expanda os mundos de videogame para outras mídias, assim como acontece, por exemplo, nos quadrinhos para o mundo do cinema. Eu achei muito legal o que a Marvel fez criando o MCU, o que a Warner tentou fazer criando o universo cinematográfico da DC. Eu acho legal a gente apresentar histórias tão legais e personagens tão bacanas a outros...
públicos, até porque tem muita gente que não joga videogame, porque não tem aptidão, não tem coordenação motora e fica de fora de histórias incríveis, como The Last of Us, como The Legend of Zelda, que vai ter daqui a pouco seu filme live action, que honestamente já me deixa um pouco preocupado, né, em relação ao que eu vi aqui nesse filme agora do Mario, mas assim, existem formas de fazer isso.
Por isso que eu prefiro adaptações como a do Fallout, da série Fallout, para a Amazon Prime Video, do que adaptações como essa do filme do Mario, onde você tenta trazer a história do jogo, que nem tem tanta história assim no jogo, para dentro do cinema. Achei esquisito isso, e continuo achando esquisito. E é por isso mesmo que eu...
agora de frente de uma outra propriedade intelectual que eu tô mega afim de ver sendo adaptada pro cinema, que é Elden Ring, eu fico um pouco preocupado, mas ao mesmo tempo um pouco, assim, ansioso positivamente falando. Isso por quê? Porque eu sinto que Elden Ring não tá sendo abordado, não tá sendo trabalhado até agora, como a propriedade intelectual do Mario tá sendo trabalhada. Até porque a Nintendo fez uma parceria com a Illumination, que é conhecida pelos filmes do Minion, né?
E aí, qual é o enredo dos filmes do Minion? Não tem. Já no caso de Elden Ring, a gente tá falando de uma adaptação feita pela A24, com o Alex Garland, que tá trazendo, inclusive, um cast bem legal. O Nick Offerman, agora, né, que é de Parks and Recs, que pra mim é um puta ator, foi anunciado recentemente como parte do cast do filme. Então, assim, eu tô um pouco...
ansioso, positivamente falando, tô um pouco otimista com o filme do Elden Ring, a despeito desse filme do Mario que eu achei que foi um passo pra trás em relação às adaptações de videogame. Mesmo sabendo que talvez eu não seja o público-alvo do filme do Mario, mas eu deveria ter sido, porque o filme é sobre uma propriedade intelectual que eu amo, mas a história faltou, né?
Eu não sei até que ponto, a gente tem que lembrar, a Nintendo quer Mario com profundidade. Porque o Mario sempre teve uma baita de uma simplicidade, tirando o Mario RPG, Paper Mario e tal, mas o Mario ali de jogo 2D, jogo 3D, é um pano de fundo de história pra justificar a existência do jogo e o foco tá no gameplay, então eu não sei se ela quer...
trazer profundidade através de Mario. Talvez através do filme de Zelda. Talvez ali a gente veja um pouco mais de cadência. Porque a Nintendo trabalha de formas misteriosas muitas vezes, né? Mas isso dito, estou curioso com questão de Elden Ring, de ver como vai ficar. E o filme do Sonic que vocês falaram, eu não vi ainda, eu quero ver. E eu imagino que eu vou gostar, eu tenho curiosidade de ver.
Eu acho que o filme do Sonic, eu não tive vontade de ver o segundo ou o terceiro, mas o próprio Jim Carrey, né, que é um cara, sou muito grato a ele na minha infância, assim, os filmes do Jim Carrey e do Robin Williams, assim, me trouxeram alegria quando eu estava mal, vamos dizer assim, não tive uma infância muito fácil e aí, por isso, o poder do cinema, o poder de um filme bem feito, o poder de um ator, né, da humanidade dentro disso.
Obrigado, gente. A gente ia até comentar Artemis e a ida da humanidade na Lua no final. Vocês acompanharam essa história? Porque eu achei muito bonito a humanidade unida. Achei legal a cratera, ver as novas fotos da Lua. Eu não sei que humanidade unida é essa que você tá falando, não, mas... Ah, mas assim, pelo menos isso, né? Claro, tem uns corn aí que não acreditam nessas coisas, mas tudo bem. É legal ir no espaço. Espero que a gente explore mais.
Mas agradecer o pessoal do Kabum, eles vão estar aqui uns meses com a gente. Então, por favor, dá uma conferida lá, The Byte 5, usa, vocês ajudam a nós. Não esquece de usar o link e tal, de verdade, assim. A gente está fazendo vários testes com empresas, vocês estão vendo. E o Kabum é uma das maiores parceiras que eu tenho. Então é isso, gente. Obrigado. Semana que vem a gente está à volta. Será que a gente volta semana que vem? Tem feriado terça, não tem? Mas a gente vai voltar, porque vocês ficaram bravos que a gente não estava no último. Mas às vezes vocês têm que ter saudades da gente, senão vocês não valorizam nós. Vamos embora. Tchau. Até semana que vem. Falou!
KaBuM
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