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RELATÓRIO-BOMBA, VORCARO NEGOCIA DELAÇÃO, TRUMP x PAPA E PORTELA JAPONESA | RivoNews #127 - 17/04

17 de abril de 20263h40min
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No resumo de notícias de hoje, vamos falar sobre o relatório explosivo da CPI do Crime Organizado, que mirou ministros do STF, expôs a blindagem no caso Banco Master e acabou rejeitado após articulação política; os novos desdobramentos do escândalo, com Daniel Vorcaro negociando delação, a quarta fase da Operação Compliance Zero, a prisão do ex-presidente do BRB e suspeitas de propina e rombo bilionário com dinheiro público; a crise no Judiciário, com Moraes mandando investigar Flávio Bolsonaro, Noronha falando em venda de votos e Cármen Lúcia tentando conter o desgaste; a guerra no Oriente Médio, com tensão no Estreito de Ormuz, cessar-fogo entre Israel e Líbano e novas provocações de Trump; os absurdos dos Estados Unidos envolvendo funcionários públicos, cafonices oficiais e novos escândalos; a detenção e soltura de Alexandre Ramagem, o debate sobre extradição e as discussões no Congresso; os destaques internacionais com Milei, Peru e Hungria; os assuntos do governo, da paca de Emilio Odebrecht às mudanças no INSS, contas públicas e novas gafes de Lula; e a corrida eleitoral, com Zema, Flávio Bolsonaro, Ciro, Quaest e articulações no Sul.E claro, não poderiam faltar os nossos quadros: Realidade Distorcida, Keeping Up With the Fofoca, Two Dots, Rivo de Ouro, Como Vota Deputado, Rapidinhas e Cancelamento da Semana — sempre com a sua participação aqui com a gente.Vem no chat ao vivo!

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Participantes neste episódio4
A

Adriane Galisteu

HostApresentadora
G

Gabriel Weiner

Co-hostJornalista
M

Manu Muzitana

Co-hostJornalista
V

Vidal Nunes

Co-hostJornalista
Assuntos5
  • CPI do Crime OrganizadoImpeachment de ministros do STF · Daniel Vorcaro e delação · Operação Compliance Zero · Crise no Judiciário · Blindagem política
  • Conflito Irã-EUACessar-fogo entre Israel e Líbano · Trump e o Papa · Estreito de Ormuz
  • CorrupçãoPrisão de Paulo Henrique Costa · Banco Master · Propina e lavagem de dinheiro
  • Relações BrasilCandidaturas de Flávio Bolsonaro e Zema · Ciro Gomes e PSDB · Pesquisa eleitoral
  • Mudanças no INSSNova presidente do INSS · Fila de pedidos de benefício
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Olá, sejam muito bem-vindos ao Rivo News desta semana, que semana o programa está imenso. Aqui a gente vai reunir o que rolou de mais importante e interessante para você ficar bem informado. Sempre com alegria e responsabilidade, com apoio da Intermesio, Escola de Música e da produtora Camaleão. Eu sou Cecília Flech e tenho aqui comigo sempre Gabriel Weiner. Ainda estou aqui. Manu Muzitana. Eu preciso de cinco minutos para começar esse programa, gente. Não estou pronto. Daqui a pouco a gente volta. Vai, vai, vai.

Nossa voz divina, Vidal. Muito bom dia, Belta Arde, meus amores. Nunca fizemos um programa de dia. Por que eu falei bom dia? Não sei. Não sei. Está todo mundo muito bem. Os três estão de preto. Isso é um sinal dos tempos. E você? Você é fundamental para fazer o Rivo News acontecer. Se estiver vendo na TV, dá uma passadinha no celular. Deixa seu comentário. Mas deixa o seu like de qualquer forma, onde quer que você esteja ouvindo. Spotify, outras plataformas de áudio. Deixa seu comentário. Segue, curte, comenta.

Segue, gente. Tem um monte de gente que escuta a gente que não segue a gente. Que absurdo! Tem um monte de gente que segue e não escuta a gente. Mas esses a gente gosta. Faz uma coisa ou outra, tá? Ou pelo menos aperta o botão e segue ou pelo menos escuta, tá bom? Porque a gente quer crescer cada vez mais.

E o nosso recadinho de todas as semanas, se você ainda não for membro da nossa comunidade, torne-se membro. No computador tem um botãozinho aqui embaixo pra você assinar. Se você estiver pelo celular, tem um link na nossa build do Instagram. Só clicar nesse link que você vai ser direcionado pra página de assinatura. E aí dá pra ser Rivo de bronze, prata, ouro, desfrutar de inúmeros benefícios. Entre eles, acompanhar a gravação do Rivo 18+, que ganhou Instagram essa semana.

Eu tô aplaudindo com a mão e com a mão também. Isso. Então, se você ainda não tá seguindo o perfil do Rivo 18+, que falha de caralho. É uma falha moral. Eu acho. Moral. Verdade. E pra você que tá chegando agora, tá ao vivo com a gente, quer participar de uma forma especial, aqui no nosso canal do YouTube tem o Superchat. É só clicar nesse símbolo aqui de notinha com o cifrão.

enviar o quanto você quiser. Quer enviar 50 euros pra ver a galera dançando? Pode enviar que a gente entrega. Sem. Quer fazer uma crítica que a gente vai achar irrelevante? 152 mil reais, que hoje eu não tô com muita paciência pra vocês, reclamando de mim aqui no chat. Tá? O que vocês quiserem mandar, a gente tá aqui de braços abertos para receber. Exato.

é recado olha o recado principal com certeza que o Gabriel já antecipou temos Instagram do Rivo 18 mais com cortezinhos momentos hilários edições muito legais para a gente agora separa um pouco destacado gente é isso então ó faço e a gente precisa da ajuda de vocês a gente precisa que vocês sigam mandem para os amigos para os familiares aquela pessoa bem religiosa da sua família

pra ela, pra ela assistir, porque se a gente tiver muito engajamento, teremos novidade que nem Gabriel e Manu sabem nas próximas duas, três semanas. Que isso, gente? No Rivo 18+, então só se engajar no Instagram. Eu já tô sendo obrigada a me vestir pra gravar esse programa. Que isso?

Valda, Friends e Yellow Mix. Tá tendo Valda. Enquanto ela faz Valda e Yellow Mix... Que não pagou pra estar aqui, mas a gente faz o merchan mesmo assim. Mas a gente aceita. Último recado é, segunda-feira, ponto de feriado, mas tem Rivo 18+, mas vamos fazer pela manhã, a partir das 11 horas. Fique ligado lá. Boa! Membros de Prata e Ouro, fiquem ligados para participar do Ao Vivo.

Galera tá falando que eu tô falando na velocidade 2,5 do WhatsApp. De muito rápido. Vou tentar desacelerar um pouco. É que a minha cabeça tá acelerada, tá? Hoje é dia 17 de abril de 2026. Dia do Rivo News 127. E também dia em que é celebrado o Dia Nacional da Botânica. Uau! O ramo da biologia que estuda o reino vegetal. Viva as plantinhas! Legal! São importantes pra vida na terra. O Brig Brothers também tem muito. Tem. Viva.

E a minha efeméride, na verdade, está um dia atrasada, mas eu acho que vale a pena mesmo assim. Ontem, dia 16 de abril, foi o Dia Internacional da Voz, uma iniciativa brasileira, criada pelo doutor Nedio Steffens, de Porto Alegre, e que ganhou o mundo todo.

A Academia Brasileira de Laringologia e Voz realiza essa campanha ao longo de todo o mês de abril em relação aos cuidados com a voz. Porque para quem vive de falar, que nem a gente, cantar, eventualmente que nem a gente, ensinar, como a Cecília, apresentar, como a gente, atender, como o Vidal, ou simplesmente se comunicar, como qualquer ser humano, a voz não é só um instrumento de trabalho.

Ela é parte da nossa própria identidade, né? Mas a gente costuma cuidar da voz só quando ela falha. Então, roquidão que dura mais de duas semanas, pigarro frequente ou qualquer alteração persistente, não devem ser ignorados. Pode ser algo simples como uma inflamação ou uma lesão benigna, mas também pode ser sinal de doenças mais graves como o câncer de laringe. Por isso, a campanha nacional da Voz 2026 reforça a importância de procurar um otorrinolaringologista.

Consegui de primeira. E quando indicado, fazer exames como videolaringoscopia, que avalia a laringe e as pregas vocais. Cuidar da voz é cuidar da saúde inteira, afinal, a voz merece ser vista pra continuar sendo ouvida. É verdade. E um obrigado especial a minha doutora Isabela Schettino. Maravilhosa. Que tenta cuidar disso aqui, né? E que deu o bisu da campanha. Dá muito certo.

E também é um dia 17 de abril, mas lá em 1961, acontecia a chamada Invasão da Bacia dos Porcos. Pra quem tava na cantina jogando baralho não lembra dessa parte da aula de história. Vou contar aqui rapidinho o que aconteceu. Fidel Castro tava lá barbarizando em Cuba, fazendo o país deixar de ser o quintal de ilegalidades dos estrangeiros, principalmente os americanos. Os americanos acabaram de colocar o Kennedy na presidência, um presidente bonito depois de tanto tempo. Tchau!

Talvez o último também. Pode ser. Aí eles tiveram a brilhante ideia de invadir Cuba pela Bahia dos Porcos, usando os cubanos infiltrados financiados pela CIA. Aí você imagina as forças armadas mais potentes do país invadindo uma ilhota. Com o cubano infiltrado, eles tomaram Cuba de assalto ali em dois minutos. Será que deu errado, né, gente?

Em três dias de confusão, a maior ideia norte-americana terminou em fracasso e Fidel seguiu no posto até sua morte em 2016. Eles não se dão bem com países pequenos, né? Não tem algum problema. Com Vietnã também deu errado. Eles sabem lidar com coisas gigantescas, fenomenais. Uma coisa que é maior ali, né? Obesidade.

E dizem os bastidores que o que era para ser um ataque surpresa não deu certo, simplesmente porque os militares americanos resolveram chegar em Cuba ali numa noite de lua cheia. Ah, não pode?

Não, porque aí fica muito um claro, né? Ah, lógico. Fica tipo dia. Aí quando a galera tava na praia, viu os barcos chegando, o que essa galera tava aí? Aí chamou meia dúzia de pescador, foi lá, invadiram, não deu muito certo. Então, gente, pra qualquer ataque militar, por favor, observar as fases da lua também é importante, tá? Por favor. E, inclusive, ontem a Cuba já disse que tá preparada pra guerra. A Cuba disse? A Cuba disse. A Cuba.

Cuba disse. Eu ia falar, a ilha. Cuba lançou. O Trump quer tomar Cuba e o Miguel Dias Canel falou, estamos prontos para a guerra. Opa, tudo que a gente precisa. Então tu vai ver que estão inspirados aí, né? Pela época do ano.

E aí, Vidal? Temos muitos superjets, pessoal. Animado, hein? Só porque estamos com fome e daqui a pouco vamos pedir uma comidinha, já temos dinheiro pra isso. Thiago Nunes Celebrante vem com 25 reais para dizer bom programa, meus queridos. Esse final de semana com três casamentos. Uau! Mas hoje ficou aqui com vocês. Olha, eu sei.

A Luna Bergami, que está sendo a presença ilustre no nosso Rivotalks, mandando muitas perguntas, mandou R$21 para dizer Boa tarde, queridos. No Talks com o Lucas e no Tilismo, ele ficou surpreso por eu ter uma irmã chamada Luana. Mas eu tenho também um irmão chamado Lucas. Fica a inspiração de nomes com Lu. Adorei. Luna, Luana e Lucas. E se tiver o quarto, vai ser como será. Márcio Monteiro mandou R$50 para dizer para desejar um excelente feriado para todos e comemorar o Insta do 18.

E aí

Arroba Rivo 18 mais o mais escrito, obviamente. O Juliano mandou 30 reais para dizer. Minha efeméride de 17 de abril, meu filho Vicente completa um mês de vida. Parabéns. Novo membro da família Rivo. Já em treinamento intensivo para se tornar um cidadão bem informado desde cedo. Excelente. Parabéns para vocês que conseguiram aí segurar esse bebê durante um mês. Só não deixa assistir muito porque pode querer virar jornalista.

E também não botar durante... Quando tiver ninando, de vez em quando a gente dá uns gritos. É verdade. É, o pessoal costuma reclamar lá da Manuela. Então parabéns pra vocês e pra ele. Mas se for reclamar da Manuela, superchat. 120 mil reais. Vanessa Marota manda 10 dólares pra dizer cestou o dinheirinho para o Gab's Baby Shower. Compraram food pra vocês comerem.

E continuarem a fazer os shorts de Quinta, né? Os comentários de Quinta. Estão bem originais e animados. E sempre vou lembrar de adicionar o tio nas palavras. Será que Vanessa é parente de Dudu? Ah, acho que não. Família grande? Marota? É, tem. Tem bastante. Meu Deus, a Lene Maria chega com 50 euros de cara. Que isso?

A voz de Deus. Maria, Cecília e Rebeca, com K, dançam alguma música, a vossa escolha. Tenho medo de escolher uma imprópria e Dona Vera me bater. Rebeca está aqui fazendo assim, ó. Ao final do programa, Cecília e Rebeca vão dançar. Não, mas uma música é a sua escolha. Não, pra Rebeca pode ser um louvor e pra Cecília é um funk. Não, a gente vai dançar juntas.

Então põe as duas pra dançar o louvor. Pode ser uma música mais light. Não, uma música da Xuxa. Já sei. A Xuxa é satanista. A Xuxa é satanista pro povo dela. Como as danças vão ser ao final do programa, eu peço pra vocês mandarem aqui no chat sugestões de música que combinem tanto com a Rebeca quanto com Cecília. Rebeca é tímido. O que é o homenzinho torto? É, Rebeca tá meio politicamente incorreta. Corte rápido.

Ah, vocês vão descobrir no final do programa. Junto com a gente. Tá, podemos começar. Hoje vai ter muito corte rápido, tá? Porque tem 40 páginas esse roteiro. Ninguém me avisou que tinha 40 páginas. Vai, vinheta. Começa.

Gente, vamos começar pela barulheira dessa semana, porque a semana começou com a CPI do Crime Organizado entregando um relatório que, mesmo num país treinado no mais absoluto absurdo, conseguiu subir a régua do absurdo. Então vamos lá.

Senador Alessandro Vieira, relator da comissão, pediu o impeachment dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República, Paulo Gogné. Foi a primeira vez que uma CPI do Congresso pediu o indiciamento de ministros da Suprema Corte. Não é todo dia que uma comissão parlamentar termina apontando para o...

topo da república, né? E no Brasil, quando isso acontece, a primeira pergunta não é exatamente o que aconteceu. A primeira pergunta é, quem vai conseguir enterrar isso antes do Jornal Nacional? Não é mesmo? Ai, como é bom. Tá chato agora com tralho, né? Achei que você ia falar na hora, não ia abafar o que eu ia falar. Voltando aqui, eu não assisti nenhuma vez ainda. Ai, tá chato, vale a pena não.

O ponto central dessa história toda é que a CPI não estava tratando de uma suspeita qualquer. O caso Master virou uma espécie de raio-x indecente do poder brasileiro. De um lado, um banco que cresceu de forma muito acelerada e irrigou consultorias, escritórios, figuras políticas, ex-ministros, advogados e autoridades. E de outro, instituições que deveriam fiscalizar, investigar e interdisciplinar começaram a aparecer perto demais da trama. Aconteceu alguma coisa na minha... ...

Um áudio também A CPI nasceu para investigar O crime organizado depois da mega operação Na Penha, no Rio de Janeiro Que deixou 121 mortos, mas no meio do caminho Entrou no sistema financeiro Tipo o poema do Drummond No meio do caminho tinha um vorcado

Isso vale para todas as comissões que estão nesse momento lá no Congresso. E aí a história deixou de ser sobre fuzil, beco, milícia e facção e passou a ser sobre fundo, contrato, já tinha uma decisão judicial estranha ali, um banco público aqui e escritório de advocacia de mulher de ministro. O crime organizado descobriu o terninho e a República, pelo visto, descobriu que fica muito nervosa quando o crime organizado usa gravato.

E o relatório afirma que os ministros e o chefe da PGR teriam cometido crimes de responsabilidade previstos na Lei 1079 por ações e omissões, no caso Banco Master. A proposta era que, se o texto fosse aprovado, toda a documentação reunida pela CPI fosse encaminhada à mesa do Senado para as providências de abertura de processo de impeachment. Mas, mesmo a aprovação do relatório não teria efeito automático. Tudo dependeria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre,

Ou seja, o relatório poderia sim fazer barulho, produzir crise, incendiar Brasília e no fim morrer numa gaveta bem refrigerada lá no Senado Federal. Que diga-se, é uma das instituições mais eficientes do país quando o assunto é não fazer nada com elegância.

Então vamos lá, gente. No caso do Dias Toffoli, o relatório afirma que o ministro teria atuado num processo no qual deveria ter se declarado suspeito. O Toffoli assumiu a relatoria do caso Master no STF, depois de acolher um pedido da defesa do Daniel Vorcar.

O problema, segundo o relatório, é a relação financeira por meio da tal da empresa Maridit, com um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado do Vorcaro, e também investigado na tal da operação Compliance Zero.

O Estadão revelou que o Zé Teo estava por trás do fundo que comprou a participação da família do Toffoli num resort no Paraná, o famoso Tayhaya. O Toffoli só admitiu ser sócio oculto dessa empresa depois, quando ele deixou a relatoria do caso. Antes disso, ele tomou decisões classificadas por delegados da Polícia Federal como atípicas.

Tipo, a imposição de sigilo máximo no processo, a ordem para que celulares apreendidos ficassem guardados no STF. Em resumo, não era exatamente um caso de distanciamento olímpico, né? Entre julgador e investigado. Era mais uma daquelas relações brasileiras em que todo mundo se conhece, todo mundo viaja, todo mundo negocia, e depois todo mundo diz que não viu problema nenhum. Judite! Judite!

Ah, não, mas ele já se declarou impedido, mas lá no início não se declarou e atrasou muita coisa por isso. É, e ele não se declarou depois também, ele só saiu. É verdade, só se afastou. O que torna esse ponto tão grave é que ninguém precisa provar nesse momento que houve crime comum para reconhecer que tem um problema muito grave institucional no Supremo. O que a CPI apontou foi crime de responsabilidade, que é uma categoria político-administrativa.

Nesse campo, o decoro não é só perfumaria. O decoro é condição mínima para que a autoridade possa exercer poder sem parecer dona do poder. Quando um ministro atua num caso ligado a negócio financeiro da própria família, quando o processo recebe sigilo máximo, quando os celulares apreendidos sobem para o Supremo e quando a explicação vem depois que a imprensa revela o problema, aí o tema não é ataque à instituição, o tema é conflito de interesse.

A instituição é o supremo. O ministro é um agente público. O agente público não pode tratar a própria biografia como se fosse segredo de justiça, nem como se fosse a Constituição Federal. Eles não são a Suprema Corte, eles fazem parte da Suprema Corte. É diferente.

No caso do Alexandre de Moraes, o relatório atribui ao ministro a mesma violação de decoro e suspeição. A CPI cita as conversas entre Moraes e Daniel Forcaro no dia da primeira prisão do banqueiro, lá em novembro, com o uso de mensagens que desapareciam após serem visualizadas. O relatório também afirma que Moraes tentou contato repetidas vezes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para obter informações sobre o processo de venda do maché ao BRB.

Para Alessandro Vieira, isso configuraria uma tentativa de captura regulatória, ainda mais porque o escritório da esposa do ministro, Viviane Barsi, representava serviços ao Banco Master. Documentos entregues à CPI apontaram um contrato de R$ 129 milhões com a banca, que teria faturado ao menos R$ 80 milhões. Também foram citadas viagens de Moraes e da esposa em aviões ligados a Daniel Vorcaro, no Brasil, até o conflito de interesses, viagens de execução.

discutida. Bonitinho, né? Com certeza. Já a gente vai comentar tudo, tá? Vamos só organizar as ideias aqui antes de comentar. No caso do Gilmar Mendes, o relatório diz que o ministro teria procedido de modo incompatível com a honra, a dignidade e o decoro do cargo. Por quê? A CPI cita decisões que na visão do relator teriam efeito de proteção corporativa. Entre elas, a suspensão.

das quebras de sigilo da Maridite, que é a tal empresa ligada ao Toffoli, e do fundo Arlim, que comprou cotas da empresa do resort no Paraná. O pedido foi apresentado no mandado de segurança da Brasil Paralelo contra a CPI da Covid, um processo que está arquivado desde 2023 e que foi relatado por Gilmar. Segundo o relatório, o ministro desarquivou o processo.

converteu o instrumento processual, ou seja, mexeu os pauzinhos lá, e deu uma decisão de mérito em favor de uma empresa de um colega do tribunal no mesmo dia. É aquele tipo de agilidade processual que o cidadão comum jamais vai conhecer. Opa! Para o brasileiro normal, a justiça tem ritmo de cartório com sono. Isotopia.

com sono e com os opidem se você não vê esse filme tem que ver para o poderoso certo, às vezes parece delivery turbo de habeas corpus não é mesmo? O que realmente nós jamais veremos

E, de novo, o problema não é discordar de Gilmar Mendes, de Toffoli ou de Moraes. O problema é a arquitetura institucional que se forma quando um poder julga os limites da investigação sobre si mesmo, decide sobre quebras de sigilo que podem atingir colegas da corte e depois trata qualquer questionamento como um ato de guerra contra a democracia. A democracia não é uma estufa para autoridades sensíveis.

É um regime de controle, de desconfiança, de contrapeso, de explicações. Quando o dinheiro entra por um lado, a decisão judicial sai pelo outro e ninguém explica nada com clareza, a democracia não está sendo protegida, ela está sendo justamente humilhada. É o oposto disso. Muito demais, né, gente? Já o procurador-geral da República, Paulo Gonê, foi citado por suposta desídia no cumprimento de suas atribuições. Não é bom desídia. Desídia.

O relatório afirma que Gonet tinha acesso a informações sobre condutas de ministros do STF, no caso Master, levantadas pela imprensa e pela Polícia Federal, mas não adotou providências concretas para investigar ou responsabilizar as autoridades envolvidas. Isso é desídia.

Desenha de preguiça. Soninho. Para Alessandro Vieira, a omissão do PGR teria produzido uma espécie de anistia de fato, porque ele é o único agente com legitimidade para promover a persecução penal contra ministros do Supremo. Em outras palavras, quando quem pode investigar não investiga, a blindagem não precisa nem fazer barulho. Ela simplesmente se silencia. Exato.

Então vamos lembrar aqui, a CPI, gente, funcionou durante quatro meses, né? Nos planos do Alessandro Vieira, ela deveria continuar por pelo menos mais três meses. Só que o presidente do Senado, o senhor Davi Alcolumbre, negou essa prorrogação do colegiado da CPI, né? A justificativa foi a inconveniência.

de manter as investigações em curso durante o período eleitoral. Porque tem o risco ali de envolver políticos no momento em que eles estariam mais expostos à opinião pública. Que não é o que a gente quer em ano eleitoral. Claro que não! A gente quer descobrir problema de político e evitar de elegê-los. Então é mesmo.

É uma explicação quase poética, né? Investigar político em ano eleitoral pode prejudicar político em ano eleitoral. É um gênio. É uma população dane-se. Exatamente. Como todos sabem, a função de uma CPI é investigar desde que não atrapalhe ninguém que possa ser investigada. A ideia é essa. Que coisa, quer investigar e achar coisa ainda. Não. E não sair uma pizza. Deselegante. Muito deslegante.

Esse é um ponto fundamental dessa história toda, porque não dá para dizer que a CPI esgotou o assunto. Não dá, claro que não. Ela não esgotou. Na verdade, ela mal conseguiu entrar em alguns dos lugares mais sensíveis do tema. Mas justamente por isso a reação é tão reveladora. Quando a investigação fala da ponta armada do crime...

A República discursa, lamenta, faz seminário, pede um plano nacional, cria um grupo de trabalho, aí vem a Maria do Rosário, reclama, solta nota. Quando a investigação encosta em ministro, em procurador, em banqueiro, em fundo, em escritório, em banco público, aí a República fica bem rápida.

A blindagem costuma ser o melhor termômetro da gravidade do que está sendo blindado. E nessa semana o termômetro quase explodiu. Gilmar Mendes estava bem nervoso. Bastante, né? Se engasgou e tudo com água. Eu fiquei preocupada. Eu estava nervoso.

Com o encerramento da CPI, cerca de 90 pessoas que tinham convocações ou convites aprovados não foram ouvidas por falta de tempo. A lista incluía ministros do STF, governadores e especialistas em segurança pública. O próprio Supremo também contribuiu para impossibilitar alguns depoimentos. Em decisões que atenderam convocados, a Corte tornou facultativa a participação de alguns deles.

O exemplo foi o ex-governador do Distrito Federal, Ibanez Rocha, chamado a explicar o papel do BRB, o Banco Público de Brasília, na tentativa de compra do Master. Ele foi desobrigado de comparecer ali por decisão do ministro André Mendonça. A CPI, portanto, terminou com cara de relatório e gosto de serviço inacabado. Daqueles em que a gente vê o fio pendurado, a parede aberta e o pedreiro diz que volta amanhã.

Pior que o Araújo. O Pedreiro é pior que o Araújo. Só que nesse caso, o amanhã depende do Senado, do Supremo, da PGR, de um milagre administrativo. Não voltou. Deixou as ferramentas por lá e não voltou. Deixou por lá mesmo. Estou cansado.

Bom, depois da apresentação do relatório, a reação do Supremo, obviamente, foi imediata e durou pouco tempo até virar aquele show, né? Um espetáculo. Aí Dias Toffoli classificou o documento como aventureiro.

Sem base jurídica, sem base factual. Diz que atacar instituições, veja bem, ele falou em atacar instituições. É atacar o Estado Democrático de Direito e a Democracia. E foi além. Diz que a justiça eleitoral não deveria se furtar a punir quem abusasse do poder para obter votos por meio de ataques a instituições, mais uma vez.

Eu vou repetir, um ministro que foi citado no relatório falou impossível cassação e inelegibilidade contra quem produziu o relatório. É um conceito peculiar de autocontrole institucional, não é pessoal, não é institucional. É mais ou menos como o réu assumir a presidência do júri e ainda reclamar da acústica do tribunal. Não está me favorecendo, hein?

Ele não estava feliz. A reação dos ministros talvez tenha sido mais eloquente do que o próprio relatório, porque ele escancarou, a reação escancarou uma confusão deliberada entre a instituição e a pessoa que ocupa temporariamente a instituição.

Criticar ministro não é criticar o Supremo. Apontar conflito de interesse não é atacar a democracia e questionar a conduta imprópria não é conspirar contra o Estado democrático de direito. Ministro não é a corte, o ministro integra a corte. E justamente por isso ele deve explicações ainda mais rigorosas do que um cidadão comum. A instituição é maior do que esses caras, graças a Deus.

O problema começa quando alguns membros passam a se comportar como se a instituição existisse, não para proteger a Constituição, mas para proteger eles próprios. A TOG é um símbolo de função pública e não um colete à prova de perguntas. Eles precisam responder. É, gente.

Gilmar Mendes também subiu o tom, além de se engasgar. Disse que o relatório representava um erro histórico, sem fundamento legal e com uso indevido das atribuições da CPI. Afirmou que o relator Alessandro Vieira, delegado de carreira, teria se esquecido dos seus colegas milicianos e decidido envolver o Supremo por causa de um habeasco... Ele não falou isso, não. Ele falou. Ele meteu essa. Ele não gostou muito.

Gilmar também sugeriu que excessos da CPI poderiam configurar abuso de autoridade e deveriam ser apurados pela Procuradoria-Geral da República. Mas a PGE já tem muito trabalho, gente. Mais um. Não, mas ela tem desígio. Deveria? Ela tem desígio. Entendi. Não tem desejo. Tem desígio. Isso.

Depois encaminhou a PGR um pedido de investigação contra o Alessandro Vieira por abuso de autoridade. A acusação é que o relator teria praticado o desvio de finalidade ao pedir indiciamento de ministros do STF. A semana, portanto, teve de tudo, gente. CPI, relatório, banqueiro, resort, jatinho, contrato milionário e ministro pedindo investigação de quem pediu investigação. É quase uma matrioshka do corporativo. Tira um, vai outro, vai outro, vai outro, não chega nunca no final.

Nunca. É desesperador. E aí fica tudo ainda mais esquisito porque o relatório, no fim das contas, não passou. Ele foi rejeitado por seis votos a quatro. O texto foi barrado depois da base de quem? Do governo se articular para mudar três integrantes do colegiado e conseguir virar o placar. Eles pegaram ali, trocaram umas peças da CPI e falaram, agora vamos votar.

O relatório que poderia ser aprovado por 6x4 acabou rejeitado por 6x4. É aquele tipo de matemática de Brasília em que a conta muda quando o resultado começa a incomodar. Não negocia! Brasília sendo Brasília. Eles negociam muito. Acontece que a manobra política para rejeitar o relatório não apaga os fatos contidos no relatório. Pelo contrário, dá a eles um brilho especialmente constrangedor.

Se o relatório era tão ruim, tão frágil, tão aventureiro, tão sem base nenhuma, por que foi preciso trocar os integrantes da comissão para derrotar o texto? Por que a reação foi tão rápida? Por que ministros citados entraram em campo com essa ameaça maluca de inelegibilidade, de abuso de autoridade, de investigação contra o relator?

É claro que se pode discordar do relatório, é claro que uma CPI também pode exagerar, errar, forçar a mão ou produzir conclusões políticas. Ela meio que serve para isso, inclusive. Mas a discussão séria começa com os fatos e não com a tentativa de intimidar quem colocou os fatos no papel. O contrato milionário da mulher de Moraes não desaparece porque o ministro falou grosseiramente. A viagem no jatinho também não evaporou porque alguém invocou ali a defesa da democracia, o resort do Taiaiofili, nada disso.

Conflito de interesse não vira teoria da conspiração só por decreto verbal de quem está sentado lá no STF.

A reunião foi marcada por críticas de senadores da base governista ao relatório. Humberto Costa disse que Alessandro Vieira teria se deixado seduzir por um caminho político e produzido um texto com coisas que faltavam e outras que não deveriam estar ali. O presidente da comissão, Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, disse ter críticas a condutas de ministros da corte, mas afirmou não ver provas de que eles tenham praticado crime idolosamente.

Alessandro Vieira reagiu dizendo que teria sofrido ameaças de ministro do STF e que não se corvaria a elas. Ele afirmou que as pessoas sentadas na Suprema Corte não são donas do país, que têm o direito de falar por último sobre a lei, mas que há muito tempo se habituaram a interferir no Congresso e a fazer manifestações de cunho político.

Não foi exatamente uma tarde ali harmônica entre os poderes. Foi mais um episódio de Brasília em modo família discutindo o inventário. Inclusive, Davi Alcolumbre falou sobre o movimento de Gilmar. E a gente trouxe aqui esse pedaço para vocês acompanharem. Sejam um judiciário, cometa muito pouco ao ver deles outros. Está todo mundo passando dos limites institucionais que torneiam a própria convivência na relação.

A gente precisa compreender as pessoas que pensam que estão aqui. Mas a todo instante, ofender, se julgar, agredir e atacar não vai construir o Brasil que os brasileiros precisam de este ano. Fiz por isso. Então, o que é que eu te desejo?

minutos antes do Alcolumbre fazer esse discurso ele tava fazendo uma fofoca ali no ouvido do Lula que o Lula se mostrou de veras brabo Alcolumbre fez na frente de todo mundo sabendo que ia ser filmado e daí se desenrola

toda essa trama de CPI. Antes da gente só continuar e falar o que o Alessandro Vieira falou em entrevista para o Timeline da Rádio Gaúcha, que o Gabriel participa, eu quero que vocês entendam o seguinte, muito da discussão que está sendo feita é, por muita gente, é um absurdo o Alessandro Vieira não tratar sobre facções criminosas, não tratar sobre o...

a galera do PCC envolvida na operação carbono oculto, porque toda CPI começa por causa da carbono oculto, mas ela de fato explode quando tem a operação no Rio de Janeiro, né? E aí fica todo mundo ali falando não tem uma linha sobre os criminosos desse país? Óbvio que tudo é grave. É óbvio que é muito sério e que isso de fato tem que ser investigado. Só que quando a Suprema Corte Corte

Quem guarda e cuida da justiça pode estar suja, não adianta se investigar mais nada dali pra baixo. Esse é que eu acho que é o ponto central. E não conseguiu, na verdade, né? Não é nem por isso. Ele não conseguiu. 90 pessoas ficaram pra ser ouvidas. Além disso, óbvio, além dele não conseguir... E ele fala no relatório...

Ele pede para o presidente decretar a intervenção federal no Rio de Janeiro. Não é que ele não fala de crime. Não, ele super fala de crime, ele explica ponto a ponto, mas o foco das pessoas é por que ele pede o indiciamento dessas quatro pessoas? Porque não tem nada nem ninguém mais sério, na minha visão, a ser pedido o indiciamento? E é a prerrogativa do cargo dele, ele é senador da República.

de qualquer coisa, óbvio, mas eu acho que as pessoas tem que ter em mente que se ninguém trouxer luz a isso, se ninguém trouxer isso à tona, a coisa vai sendo sutilmente enterrada. Eles estão tentando. Isso é muito sério. Já já a gente vai falar sobre as prisões relacionadas ao caso Master e daí eu dou mais um pitaco, porque ninguém se dá conta de determinados números que é sério.

Mas aí na entrevista ao Timeline da Rádio Gaúcha, o Alessandro Vieira defendeu, e ele também postou isso nas redes sociais dele, é muito interessante, a diferença entre crime comum e crime de responsabilidade. Ele disse que para falar em crime comum ia ser necessário um nível de provas mais robusto. Ok.

Mas para falar em crime de responsabilidade, os fatos documentados já são suficientes na visão dele. O senador disse que os contratos milionários, as relações financeiras, as viagens, os contatos e as decisões citadas ali no relatório não foram negados pelos ministros.

Segundo ele, ninguém disse, ah, eu não recebi, ah, eu não viajei, ah, eu não procurei, ah, eu não tive relação. Não, a defesa tem sido mais institucional do que factual, ou seja, fala-se muito em ataque à democracia, ao supremo, aos juízes, mas pouco se fala sobre o extrato em si e a pessoalidade, a relação de cada juiz com essa história.

E essa eu acho que é a chave dessa história toda. O Brasil adora tratar o crime organizado como se ele morasse só no morro, na favela, na periferia, na boca de fumo.

Mas o crime organizado também mora no contrato de consultoria, mora no fundo de investimento, mora ali na sociedade oculta, no banco público, no escritório de advocacia, mora na decisão processual e, eventualmente, na omissão conveniente também. O sujeito armado lá na ponta é o sintoma, óbvio, mais brutal dessa cadeia toda. Mas a doença, muitas vezes, está na engenharia financeira que dá uma roupa limpa para esse dinheiro sujo.

inclusive a gente viu a operação na Faria Lima para combater o PCC por isso o caso Mastro é tão importante ele desloca o debate do beco escuro para o gabinete e aí a indignação oficial muda de tom contra o bandido pobre o Estado fala em guerra contra o tráfico aumentar

a polícia e tal, contra o poderoso, com a relação certa, aí o Estado fala em cautela, garantia os processuais, prudência, rito, serenidade e a defesa das instituições da coetada democracia. O vocabulário no Brasil também tem classe social. No crime, então.

Alessandro Vieira também insistiu que o crime organizado não pode ser entendido apenas como bandido armado na periferia. Para ele, essa é a face mais visível de uma estrutura maior. O relatório final da CPI faz um diagnóstico que vai da ocupação territorial por facções e milícias até a infiltração em setores econômicos formais e no poder público.

O documento também sugeriu ao presidente Lula uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro sob o argumento de que milhões de brasileiros vivem sob o julgo de organizações criminosas armadas sem garantia de direitos elementares como vida, propriedade, liberdade de ir e vir, acesso a serviços públicos e participação democrática.

A CPI, então, começou no território dominado pela arma e terminou no território dominado pelo dinheiro. Os dois, às vezes, são mais próximos do que a retórica oficial gosta de admitir. Eu fiquei muito braba em ver a análise de muitos jornalistas especialistas dizendo o seguinte. É ruim o relatório do Alessandro Vieira? Hoje a gente é sério que a avaliação é que é ruim?

É feio. Gente que eu não esperava. Entendeu? Mas vem de onde a gente menos espera. Gente, dizer que é ruim. De onde a gente menos espera é de onde menos se vê. Um país em ano de eleição. É isso.

É isso, de onde menos se espera e de onde menos se vem. Mas assim, em ano de eleição, com todos os escândalos que a gente já viu, com mensagem de ministro, isso já é um fato. Isso já é um fato. Existe uma mensagem no celular do Alexandre de Moraes, do homem, dizendo assim, já bloqueou? Mas você acha, agora eu vou abrir um debate aqui, você acha que se não fosse em ano de eleição, teria outra?

Não, acho que teria igual. Acho que teria igual. A gente tem eleição de dois em dois anos e é muito grave o que a gente está vendo. E aí todo mundo falou assim, o Alessandro Vieira, que era um homem tido como um homem sério, fazer isso, pra mim ele continua sendo muito sério. E ele explica por A mais B as decisões que ele está tomando.

Ele explicou certinho, direitinho. Quem quiser ler o relatório, pode ler. Quem não quiser ler o relatório, vê o comentário dele nas redes sociais. 211 páginas, ninguém consegue. A entrevista no timeline da Rádio Gaúcha. As pessoas não conseguem mais. Ele é muito explícito. Não dá para ter dúvida ali de qual é o objetivo dele. E é isso, ele é político. Sim. Ele pode fazer isso. É parlamentar eleito. Agora. Ah, está buscando reeleição. Sim, todos estão.

Hoje de manhã, a gente é tomado por uma notícia que é muito curiosa, né? É justamente que o timing das coisas, a gente vê que o timing das coisas fica muito curioso, né? Olha só.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galícolo, ele está desde segunda-feira em Washington, se reunindo ali com o presidente de Banco Central, ministros das finanças de diversos países do mundo, autoridades do FMI e tal. E aí, hoje de manhã, o colunista Paulo Capelli, do portal Metrópolis, publicou o seguinte. Estados Unidos manda aviso ao Brasil sobre a ofensiva que fará contra o Comando Vermelho PCC.

Agora, agorinha. Hoje de manhã, a notícia diz que autoridades norte-americanas tiveram uma reunião com o Galípolo e avisaram que Washington caminha para classificar as facções como organizações terroristas a despeito da resistência da administração Lula.

O Departamento do Estado americano argumenta que esses grupos movimentam grandes quantias por meio de lavagem de dinheiro e que o aumento do rigor por meio dessa nova classificação como terrorista facilitará a asfixia financeira.

Essa notícia que saiu hoje de manhã apenas na coluna do Paulo Capelli no Metrópolis, por enquanto, pelo menos até a hora que começou este programa, meio dia e meia, sai justamente na semana em que o tema central é a conclusão de uma CPI do crime organizado.

Eu não quero fazer ilação nenhuma mesmo. Não quero, não quero. A ideia não é, não é, imagina. Não estou justificando, não. Mas sair essa informação de que o Galípolo foi provocado pelos Estados Unidos...

sobre Comando Vermelho e PCC e organização, justamente na sexta-feira dessa semana, véspera de feriado, pra mim é muito interessante. Por que não faz quinta que a gente consegue escrever com calma? Mas porque aí não vai curtir o outlet sábado. Gente, eu acho muito, muito engraçado. Eu acho que é sério a gente discutir isso, classificar as organizações as facções criminosas como organizações terroristas데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데

mas organização criminosa pode ter colarinho branco e ela não precisa ter colarinho branco. Isso já está mais do que evidente. Vamos só deixar isso muito bem frisado na nossa mente.

Antes de seguir, eu só quero ler esse superchat do Thiago Bruni, porque ele é um elogio muito justo. Nossa, ele mandou 20 reais para dizer A política está tão contaminada que mesmo quando o discurso é correto em conteúdo, soa tão demagógico que fica inverossímil. Só rivo na causa.

Muito obrigado, Chará. Estamos aqui pra isso, Tiago. Meu quase Chará, porque seu nome é incompleto, né? Não tem H. Seu nome é incompleto. A pessoa vai, manda uma participação, elogia, ele tem que dar uma esculhambada. Você é incrível, Tiago, mas seu nome é incompleto. É, com certeza.

Mas é isso mesmo, ela está muito contaminada. E aí o discurso pode ser correto, mas as pessoas acham que é exatamente isso. Eu acho que a gente está perdendo muita capacidade crítica e a gente precisa recuperar isso a todo custo, gente.

A semana do Banco Master, olhando exclusivamente agora para Banco Master, começou com Brasília, olhando para Daniel Vorcaro, como quem olha por uma panela de pressão em cima do fogo. O dono do Banco Master está negociando o tal do acordo de colaboração premiada, famosa delação premiada, com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.

Segundo os investigadores, a espinha dorsal dessa negociação passa por dois pontos. Quanto dinheiro o Vorcaro está disposto a devolver e quais atos de ofício ele consegue atribuir a autoridades. Ou seja, quem vai estar na mira aí? Ato de ofício é aquilo que uma autoridade faz por causa do cargo que ela ocupa. É a decisão, de fato, a interferência, a pressão, o despacho, o telefonema, o movimento institucional que acaba sendo feito.

Em resumo, não basta o Vorcaro dizer que conhecia gente importante. Isso em Brasília é quase um requisito para abrir conta no banco certo. Ele precisa mostrar o que foi pedido, o que foi feito e qual foi a contrapartida. Senão o negócio não vai valer a pena.

Esse é o ponto que separa uma delação séria de uma fofoca, com timbre, com carimbo da Polícia Federal. O Vorcaro pode ter conversado com deputados, ministros, advogados, banqueiros, operadores, figuras dos três poderes, mas para uma colaboração ter valor jurídico, ela precisa de provas, documentos, uma mensagem, uma transferência. Tudo isso ele tem bastante.

Delação em si não é prova, delação é um meio de obtenção de prova. A gente aprendeu bem isso na época da Lava Jato. Essa diferença é fundamental porque o Brasil já conheceu o estrago de delações usadas como espetáculo, como arma política e como roteiro de uma temporada eleitoral. Ao mesmo tempo, também não dá para fingir que uma delação de Vorcaro seria um assunto administrativo qualquer, não seria.

O homem está no centro de um esquema que envolve banco quebrado, bilhões de reais, fundo garantidor de crédito, banco público, consultorias, advogados, autoridades, todas essas relações que atravessam o Brasil.

Se ele falar com prova, Brasília treme. Se ele falar sem prova, Brasília finge que treme e depois usa isso para enterrar o resto. Só lembrando que foram oito celulares apreendidos e só um agente teve acesso. A gente mortais teve acesso até agora. E oito mil vídeos aí circulando que a gente não está sabendo o que se trata.

A defesa de Vorcaro sinalizou ao ministro André Mendonça, o relator do caso no Supremo, que a delação pode ser forte, uma coisa muito forte, pode ser forte em envolver personagens dos três poderes. A expectativa é que o material seja apresentado a partir de maio e aborde relações do banqueiro com integrantes do governo, do judiciário e do meio político. No início das tratativas havia avaliações que a defesa tentaria poupar ministro do Supremo.

Mas a leitura mudou. Sem uma delação completa, a chance de o acordo não ser homologado aumenta e Vorcaro pode ficar mais tempo preso. Ou seja, a delação entrou naquela fase delicada em que todo mundo diz que vai falar a verdade completa, mas cada um olha para a própria lista de contatos com carinho especial. Antes de abrir a boca.

Exatamente, um dos pontos mais importantes dessa negociação aí é a devolução de dinheiro. Então fontes ligadas às apurações aí indicam que a defesa do Vorcaro sinalizou a possibilidade de devolver até 40 bilhões de reais com pagamento ao longo de até 10 anos. Crediário Casas Bahia. Exatamente, os investigadores, no entanto, estão vendo a proposta...

cautela, com cuidado. O ministro André Mendonça já teria indicado preferência por acordos com ressarcimento mais imediato. Não tem esse negócio de parcelar em 30 vezes, não. As autoridades também estão avaliando que o valor devolvido precisa ser compatível com os prejuízos causados, incluindo o quê? Os impactos aos fundos garantidores de crédito.

Vamos lembrar, o FGC arcou com pelo menos 51 bilhões de reais depois da quebra de instituições ligadas ao grupo, né? Então, tem os fundos de previdência também, né? Aquele momento em que o sujeito diz que pode devolver uma fortuna, mas a pergunta continua sendo. Tá, você quer devolver, mas onde é que tá esse dinheiro? Onde é que tá essa fortuna?

A devolução desse dinheiro não é um mero detalhe contábil, é o coração político e moral da delação, porque o caso Master não é só uma história de gente importante conversando com gente mais importante ainda. É a história de prejuízo real, de sistema financeiro capturado, de banco público exposto, toda uma engenharia que, se for mesmo confirmada, transformou o dinheiro de muita gente em combustível para muito pouca gente, inclusive o dinheiro da Manuela, que estava lá no CDB do Master.

A colaboração de Vorcar só vai fazer sentido se ajudar a recuperar recursos, apontar os responsáveis e revelar a estrutura do esquema. Se virar só um catálogo de nomes famosos, aí vai ser mais uma temporada desse reality show institucional constrangedor. E o Brasil não precisa de mais um espetáculo de delação. A gente precisa de prova, de ressarcimento e de responsabilização. De preferência nessa ordem.

Há dúvidas sobre a real disponibilidade dos recursos que o Vorcaro promete devolver. Investigadores avaliam que parte do dinheiro pode estar espalhada em contas secretas, fundos, estruturas financeiras complexas, paraísos fiscais ou em nome de terceiros.

Isso pode ampliar o alcance da investigação, porque apontar onde está o dinheiro também pode comprometer outras pessoas. Desde que assinou o termo de confidencialidade em 19 de março, o Vorcaro começou formalmente a negociar a colaboração. A defesa trabalha na elaboração dos anexos da delação, que funcionam como um roteiro dos temas e fatos a serem abordados.

Mas fontes da investigação consideram otimista a ideia de fechar tudo rapidamente. A tendência é que o processo se arraste por meses e, em Brasília, até a verdade precisa de cronograma, parecer e um bom plano de parcelamento, até porque tem que resolver tudo até outubro, gente.

A gente vai para as urnas de outubro. Quero só ver. O negócio é que para ter toda essa negociação de delação premiada, eles fazem uma análise da base do que seria essa delação. E o resultado da base dessa delação é que na quinta-feira, também conhecido como ontem...

A Polícia Federal deflagrou a quarta fase da Operação Compliance Zero e prendeu quem? Preventivamente. Quem? Paulo Henrique Costa, o ex-presidente do Banco Regional de Brasília, o famoso BRB.

E também Daniel Monteiro, um advogado ligado ao Daniel Vorcaro. A investigação aponta que o Paulo Henrique teria recebido cerca de R$ 146 milhões em propina por meio da transferência de seis imóveis de luxo, sendo quatro em São Paulo e dois em Brasília.

Segundo a Polícia Federal, mais de 74 milhões de reais já teriam sido efetivamente rastreados. Eles já conseguiram aí detectar. A operação teria sido estruturada com empresas de fachada, toda essa operação de dar dinheiro com empresas de fachada, e posse oculta dos bens, porque até a propina precisa ter o quê?

Uma estética, uma aparência, né? Não é dinheiro em mala, gente. É imóvel de alto padrão, contrato fundo. Consultoria. Contrato fundo, advogado, chave na mão. O contrato é fundo também. O contrato é fundo também. Não foi um erro. É isso. Foi só uma releitura. Isso, um aprofundamento. E olha que o contrato é fundo e a gente só chegou na metade da profundidade. Com toda certeza.

Essa é a parte que o escândalo fica quase didático demais, né? Para o cidadão comum, a gente falava na semana passada, o sistema financeiro é juros, é tarifa, é cheque especial, é o rotativo a 436% ao ano.

Um cartório de humilhações parceladas. Para certa casta dos brasileiros, não. O sistema financeiro vira esse salão privativo, onde o banco público, o banco privado, advogado, fundo e imóvel de luxo se misturam numa promiscuidade com vista panorâmica para o Parque do Povo. Seis imóveis, avaliados em cerca de 146 milhões de reais, dão uma média de mais de 24 milhões de reais por unidade. Não é um BNH.

Num país em que a renda média do trabalhador gira em torno de 3.500 reais, a propina média por apartamento parece um deboche arquitetônico. Raul Justilores que ia gostar dessa. O brasileiro parcela até a geladeira. E essa gente, de acordo com a Polícia Federal, estava negociando cobertura aqui atrás, tá? Aqui, na rua de trás. Como quem escolhe sobremesa.

A prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso no STF. Na avaliação do ministro, o envolvimento de Paulo Henrique Costa não se limitaria à negligência administrativa ou deficiência de governança, mas poderia indicar adesão consciente ao arranjo de crimes. Mendonça afirmou que o acervo dos autos revela fortes indícios de que o ex-presidente do BRB atuava como um verdadeiro mandatário de Daniel Vorcaro no âmbito do Banco Público.

Não, pode terminar a frase. E que, em contrapartida, receberia imóveis avaliados em aproximadamente 150 milhões de reais. Só para a gente frisar, o BRB, o presidente do BRB, atuava como um verdadeiro mandatário do Daniel Vorcaro. Presta atenção nisso, gente, porque ele estava ali amando do Daniel Vorcaro. Quando a gente usa essa palavra, mandatário... É difícil. É como se ele fosse o presidente eleito por ele.

Pelo Daniel. É isso, você é meu procurador ali dentro pra fazer isso. Porque quando fala mandatário, dá uma visão de poder pra esse ex-presidente do BRB. Que não existe. Que na verdade ele era o procurador do Daniel Alvorcaro ali nas negociadas. O facilitador dentro do BRB. O representante do Daniel Alvorcaro.

A defesa de Paulo Henrique nega irregularidades e diz que ele não cometeu crime. A defesa do advogado Daniel Monteiro não havia se manifestado nas reportagens consultadas até o momento. E, gente, as mensagens analisadas ali pela Polícia Federal dão um retrato muito detalhado da proximidade entre o Paulo Henrique Costa e o Daniel Vorcaro. Numa conversa...

O ex-presidente do BRB pediu a confecção do contrato de um dos imóveis e disse que seria legal levar a esposa para conhecer o apartamento de luxo em São Paulo.

O Vorcaro respondeu que ia alinhar tudo, que ia passar uma pessoa para mostrar o imóvel. E aí, numa outra conversa, o Paulo Henrique cobrou esse acordo sobre os imóveis ali de São Paulo. E o Vorcaro respondeu que do lado dele tinha dado já carta branca. Então, está tudo certo, já dei carta branca, o acordo está certo.

Também aparece ali conversas sobre carteiras, sobre operações do BRB, demandas do Banco Master. Tem um trecho das mensagens. É, que ele diz assim, ó, tô com 300 milhões aqui. Pra resolver amanhã. Pra resolver até amanhã. Deixa eu ver se eu acho. É muito maravilhoso esse trecho. Ele fala assim, ó. Essa semana eu tô com um gargalo de 300 milhões na quarta. Ah, gargalo.

Não, porque é muito engraçado, porque eles estão conversando exatamente sobre a cobertura, sobre apartamento, ah, essa cobertura é ótima pra ficar com a família e tal. Aí, eis que, na sequência, o Vorcaro vira e fala assim, é...

Ó, tá, vale a pena dar uma olhadinha, tá? E aí ele fala, aliás, eu queria, se você tiver um tempinho aí, ó, já negociamos a propina. Sim, 36 milhões no apartamento. Isso. Quando você tiver um tempinho aí, quando você tiver um tempinho aí no final de semana, veja se a gente consegue falar, porque essa semana eu tô com um gargalo de 300 milhões na quarta e eu queria bolar contigo aí.

O que a gente consegue fazer com o chefe? Isso for caro pro Paulo Henrique. O gargalo você financiou. Por que o for caro não investiu em CDB do Master? Não é? Que era um papel tão bom. Mas era o dinheiro que você investiu no CDB do Master que ele tinha como gargalo, entendeu? Mas na verdade, quando ele criava outros fundos, ele já investia no CDB do Master. Só que às vezes faltava dinheiro porque a operação estava muito larga. Entendi. Então o que ele fazia?

Vamos ver se eu consigo uns 300 milhões com BRB, vamos ver se eu consigo uns 400 milhões com fundo de previdência, vamos ver se eu consigo um bilhão com outro fundo de previdência. Era isso que ele ia fazendo. Agora vamos fazer a conta aqui bonitinha, tá? Se lá atrás, no início da história, uma das primeiras informações que a gente soube foi que o Vorcaro comprou...

uma carteira de ativos fake de 6 bilhões de reais. E revendeu pro BRB por 12 bilhões. Ele não podia sair no prejuízo. Era mentira. O troço era de fachada, tal da empresa Tirreno. Não existia. Ele falou que tinha essa carteira de 6 bilhões e vendeu por 12 pro BRB. Se ele vendeu por 12 bilhões ao BRB, a propina de 146 é...

É troco. É nada. É troco. Meio por cento. Mas é porque não era só o Paulo, né? Não. Tinha um Araújo. Se ele fez 146 pro Paulo... Esse é o ponto. Imagina, Paulo que amava Rogéria, que amava Roger, que amava João. Aí, esse que é o ponto. Porque a gente não pode cair no golpe de achar que o Paulo é o Paulo.

É a grande figura dessa delação. Ele é uma figura dessa delação. Entendeu? E o... Quem foi que falou na Globo News que eu achei bom? Reduzi as opções aqui. O Lins. O Lins falou. Imagina. O Lins falou. Cara, foi por isso aqui.

que o Vorcário não se limpou, né? Porque se ele fecha a compra pelo BRB... O troço se espalha dentro do banco e ninguém olha em cima. Todos esses registros de malfeitos, eles entram no balanço do BRB... E pronto. E ele podia viver o resto da vida na suíte dos macacos. Faltou muito pouco.

Pra ele conseguir. Exato. Não, foi... Tanto que ele foi preso na véspera... Ai, indo, indo. Antes do Banco Central decretar a liquidação. O piloto tinha acabado de dizer portas e automático.

Exatamente. Agora, é isso, gente. Vocês têm que entender que entre um apartamento e outro, tinha banco público. Quando a gente fala banco público, a gente está falando de dinheiro das pessoas, do contribuinte. Tinha carteira de crédito falsa, tinha dinheiro em escala bilionária. É o tipo de conversa em que a decoração da sala é só o cenário do problema, que é muito maior. Quando eles estão falando da cobertura do visual para passar o fim...

É só aqui, ó. O pano de fundo. Essa é a parte escrachada, né? É onde a gente fica, de fato, humilhado. É a peleleca. É a peleleca de fora. É, e eu já vi gente falando também. Ah, que absurdo ficarem dizendo que a mulher do cara ia visitar a gente. Ué? Desculpa. Ué? Num casal... Assim, ó. Se você não sabe mais ou menos quanto seu marido ou sua esposa ganha, as coisas já estão estranhas. Está estranho, hein?

Beleza, tem gente que não gosta de compartilhar o valor exato nem para terapeuta, mas assim...

A uma média você tem que saber. Aí você sabe qual é o faturamento da sua família. De repente você está vendo cobertura no Horácio Laffer? Exatamente. Você é conivente, desculpa. Não tem que passar pano para ninguém. Você já sabe que tem alguma coisa errada. O de repente você tem seis imóveis de mais de 20 milhões de reais cada um. O que é isso, né? A frase mais reveladora da semana, no entanto, veio do próprio Vorcário nessa troca de mensagens.

Ao responder ao Paulo Henrique sobre a operação, operação aqui é um eufemismo para pagamento de propina. Exatamente. Ele disse... Eu sou um resolvedor de problemas. Ah!

Aqui que está o retrato de uma elite que chama de solução aquilo que para o resto do país é só uma grande devastação. Resolver problema no vocabulário do Vorcaro não é corrigir uma distorção, proteger o dinheiro público ou preservar o sistema financeiro. Pelo contrário, é encontrar o caminho, montar a estrutura do roubo, esconder a posse, aí usa uma empresa para deslocar recursos, convence uma autoridade a fazer o negócio, andar.

O Brasil produzia um tipo muito sofisticado de cinismo, né? Essas pessoas que não se veem como operadoras de um esquema. Ele se vê ali, o Vorcar, como um executivo eficiente. O Paulo também. A diferença é que a eficiência, nesse caso, pode ter custado bilhões de reais ao Estado brasileiro e ao contribuinte. Aí não foi bom, né? Pô, aí quer brincar de Deus, brinca com o teu próprio dinheiro. E além de custar bilhões ao Estado e ao contribuinte, custou...

a reputação das instituições. Sim, acima de tudo, talvez, que é incalculável. Estão todas colocadas em xeque, porque o problema são as pessoas, mas quem fica suja é a instituição. E eu repito isso 800 vezes e vou continuar repetindo. Para de pedir o fim das instituições. É, pelo amor de Deus, né? Quanto menos instituição a gente tiver, mais vorcaro a gente vai ter.

Um monte de gente comentando nos meus vídeos essa semana é isso aí, Gabriel, só falta o cabo e o soldado. Eu não comparto com essa afirmação. Não é assim. O problema das instituições são essas pessoas que estão compondo elas. O Supremo como prédio, como conceito, ele é importantíssimo. Como ideia, como guardião da Constituição. Qual era a ideia?

Quem é que falava da ideia? É verdade. É uma ideia. Não é um não sei o que. É uma ideia. Não lembro. Você fez a mímica. Exato. É porque está no inconsciente. Mas eu não estou lembrando quem é. Os diálogos também indicam que o advogado Daniel Monteiro teria sido acionado para montar a operação dos imóveis. Em uma mensagem, o Monteiro perguntou a Vorcaro se deveria dar andamento a uma estrutura de compra de imóveis para Paulo Henrique.

Vorcaro deu aval. Depois, Monteiro informou que a documentação estava pronta, mas que ainda faltava confirmar imóveis e valores, definir quem seria o diretor das sociedades que comprariam os imóveis e descer o dinheiro de um fundo para outro. Segundo a PF, a estrutura envolvia um dos fundos usados por Vorcaro para pagamentos ilícitos. A investigação também aponta que a transferência dos imóveis foi suspensa em maio de 2025.

depois que o Borcaro teria recebido informações sigilosas de que os fatos estavam sob apuração do Ministério Público Federal. Por isso, segundo a PF, não teria sido pago o valor total da propina. Só por isso. Porque estava ali uma fofoga de que estava vazando a informação. Nessa mensagem do DC...

o dinheiro do astrato, que eu gostei muito, ele fala o seguinte, a gente precisa, o Daniel Monteiro, que é o advogado, e que eu acho que é a peça-chave dessa história toda, porque é o cara que fazia as operações de fato, e é aí que eu quero dar um detalhe muito bacana, olha só. Esse cara, que é o advogado, ele fala assim, a gente precisa definir quem vai ser o diretor.

A fachada das sociedades que compraram os imóveis. A indicação de alguém que pudesse ser usado como um laranja nessa operação. Porque ele fala assim, para não misturar com o restante das estruturas que temos. Diz o Daniel. É isso, é claro. Vamos definir quem é que vai ser a cara da compra desses apartamentos para a gente não misturar com as outras estruturas que temos. Tem uma planilha. Ou seja...

Esse cara já está dizendo nessa mensagem que existem várias estruturas e vocês não querem falar isso de crime organizado? Incluindo a dele próprio, né? Incluindo a dele próprio. Porque é isso. O Forkart tinha casa de 150, apartamento de 200 milhões.

Gente, o escritório do Daniel Monteiro, esse advogado, foi o segundo escritório mais bem pago pelo Master. Recebeu de 2022 a 2025, 79 milhões de reais. Quem é o primeiro escritório mais bem pago do Master?

Apareceu um cachorro do nada aqui? Foi uma tosse. Uma tosse de alguém. Ah, eu achei que era um cão. O ar está forte aqui em cima de nós. Repete a pergunta. Vamos voltar. Exatamente. Concentra aqui. O escritório do Daniel Monteiro foi o segundo mais bem pago pelo Master.

De 2022... Bárcio de Moraes. 2022 a 2025... E associados. Quem foi o primeiro, mas bem paro? Bárcio de Moraes. Foi o que mais trabalhou, ao que tudo indica, o que mais trabalhou foi o do Daniel Monteiro. Que estava articulando... Mas Monteiro, não é o nome da palavra? Mas é familiar no STF, aí tem que trabalhar mais. É, não, e você não sabe, ué. Você está dizendo que as festas em Londres não são trabalho.

Imagina, é cansativa aberta. Se você não pagou, é trabalho. É, eu também acho, sabia. Se alguém pagou pra você, você tá lá trabalhando. Exato, exato. Tirando, claro, familiares. Então, você tá sendo muito má. Você tá de má vontade com a mulher do ministro. Deve ter trabalhado muito pra justificar esses 80 milhões de reais que nem nos escritórios de advocacia de Nova York e...

se recebe valor assim pra esse tipo de processo. Mas o cara que montava as operações foi o segundo mais bem pago. Ok. Só pra vocês terem isso em mente. Imagina o que esse cara não sabe. Tem que ver só se ele não vai se matar, tá? Por favor. Calma. Nenhuma cela.

Bom, gente, essa quarta fase da Operação Compliance Zero também aprofundou a investigação sobre a relação entre o BRB e o Banco Master, claro, segundo a Polícia Federal. O Banco Público do Distrito Federal injetou cerca de 12 bilhões de reais na instituição do Orcaro ao, como eu disse para vocês, comprar...

as carteiras de crédito consignado apontadas como fraudulentas. Uma auditoria interna do próprio BRB encaminhada à Polícia Federal identificou as inconsistências nas transações entre as instituições. Esse relatório analisou a entrada de Vorcaro e de outros investigados na estrutura acionária do BRB, a compra de carteira de crédito e a tentativa de aquisição do Master, que acabou ali, no fim das contas, barrada pelo Banco Central.

E entre os achados estão compras sem análise adequada de risco e fragilidade nos controles internos. Os próprios funcionários do BRB, alguns, já admitiram em depoimento como testemunha de que sabiam que tinham coisas erradas e que estavam deixando passar.

Eu estava sendo... Não vou dizer o que eu ia dizer. O dado mais importante aqui não é a cobertura, não é a mansão, não é o apartamento. Esses são os símbolos, né? Isso é a nossa humilhação. O subterrâneo é que é muito mais grave. O BRB, um banco público, teria adquirido cerca de 12 bilhões de reais em ativos com suspeita de fraude do Banco Master.

Parte desses ativos precisou ser substituída e o banco teria que fazer um provisionamento superior a 6 bilhões de reais para cobrir possíveis perdas. Provisionamento é isso. A pessoa separar o dinheiro, que não era para isso, para ter que cobrir o rombo que o Vorcar deixou no Paulo Henrique. Não, vocês entenderam. Traduzindo então para português.

O luxo privado pode ter sido financiado por uma confusão, vamos colocar assim, pública bilionária. Por baixo da varanda gourmet pode ter dinheiro do contribuinte que está ali apodrecendo. E essa é a imagem perfeita de uma república em que certos grupos não querem só capturar o Estado, eles querem morar no Estado, eles querem decorar o Estado, querem circular pelo Estado, pelo poder ali de chinelo.

infelizmente sempre cafona e a sorte disso tudo como mencionou Gabriel é que

O Banco Central de Araújo ARAÚJO! barrou a tentativa de compra do Master pelo BRB. A auditoria interna do Banco Regional de Brasília foi dividida em três frentes. A entrada de Borcário e outros investigados na estrutura acionária, a governança na compra de carteiras de crédito e a tentativa de aquisição do Master. As suspeitas reforçam o papel da Operação Compliance Zero.

na apuração de fraudes, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e eventual uso de banco público para favorecer a liquidez do máster. A terceira fase da operação, em 4 de março, já havia prendido Vorcaro depois que a investigação apontou diálogos sobre ataques adversários e uma estrutura paralela de intimidação. Agora, com o ex-presidente do BRB preso, o caso sai do submundo da ameaça e chega a apartamento de luxo com matrícula em cartório.

Aí depois dessa nova fase da Operação Compliance Zero, o diretor executivo da Polícia Federal, William Murad, afirmou que a instituição tem total e ampla autonomia para investigar todos os desdobramentos do Banco Mastro. Essa declaração foi feita numa coletiva no Ministério da Justiça.

A autonomia da Polícia Federal vinha sendo questionada por parlamentares da oposição diante do envolvimento de autoridades com a instituição financeira e também com o Daniel Vorcari. A atuação da polícia também passou por restrições ali quando o Dias Toffoli era relator do caso no Supremo. Vamos lembrar, né? Em uma das decisões, o Toffoli determinou que materiais apreendidos fossem lacrados e acautelados, guardados na sede do STF, em vez de passarem pela perícia usual.

Polícia Federal. Depois que o Toffoli deixou o caso, foi aí que o André Mendonça assumiu a relatoria e reviu todas as decisões e ampliou a autonomia da Polícia Federal. Não se esqueçam disso.

E a frase da Polícia Federal sobre autonomia é importante justamente porque precisou ser dita. Num país normal seria óbvio que a polícia investiga, a procuradoria avalia, o judiciário controla a legalidade e ninguém segura o celular de investigado como se fosse uma relíquia, uma capela institucional. Só que o caso Mastri não é um caso normal.

E o Brasil também não é um país normal. O caso passa por banqueiro, banco público, o Supremo, o PGR, fundos, advocacia, política, todas as camadas de poder e de interesse de Brasília. E envolve dinheiro demais para não produzir tentação de controle. A autonomia da PF, a consistência da delação e a capacidade do Supremo julgar sem corporativismo... ...

Vão definir se esse escândalo vira investigação de verdade ou só mais um dossiê para o Brasil arquivar com cara de seriedade. Infelizmente, a segunda opção. E assim, se a gente pensar que o Gonê e o Andrei, tanto o Ministério Público, a Procuradoria Geral da República, o Soninho da República... Desídia? Tanto o senhor da Desídia quanto o Andrei, ambos estavam na festa do Macallan...

Se eu tiver que escolher... Um instante, eu achei que era do macaco. Mas na suíte do macaco, certamente tinha macala. Alguém tinha. Alguém levou macala pro macaco. Mas como os dois estavam nesse evento lá em Londres, do uísque, se tiver que escolher entre um e outro, eu acho que eu ainda vou na PF. Ah, sim. Pra ficar tomando conta dessa investigação. Ok. É só pra lembrar as pessoas. Ela estaria mais segura a investigação num...

storage, assim, numa... Com certeza! O lugar seguro pra esse celular é tipo esses containers gigantes de oito andares que agora as pessoas depositam as suas próprias coisas. Exato. Porque a gente tá morando cada vez em apartamentos menores.

Convorcar o negociando... Diferente do Paulo Henrique, desculpa. Não, porque ele tem seis apartamentos. Tem, tem. E o que ele estava olhando ali tem 740 metros quadrados e oito vagas de garagem. Bom, gente, convocar o negociando a delação, Paulo Henrique preso e novos documentos sendo analisados. O caso Master deve continuar no centro da crise política, jurídica e financeira do país.

O acordo de colaboração, se for fechado, ainda passará pela PF, pela PGR e pelo ministro André Mendonça. Os investigadores querem provas de evolução de dinheiro e elementos novos. A defesa quer benefícios para a Vorcaro e Brasília quer saber quem será citado.

O país, mais uma vez, tenta entender como um escândalo desse tamanho nasceu, cresceu e circulou com tanta facilidade. No fim, o banco se chamava Master, mas a aula que ele deu foi sobre o funcionamento do poder no Brasil. Gente, é...

Esse caso só cai no esquecimento se você quiser. Se a população deixar. Se a gente continuar sem entender a seriedade disso, falar, ah, não é de eleição. Agora, se a galera continuar falando e continuar fazendo barulho...

O negócio continua tendo relevância, tá? Três dos meus cinco comentários essa semana no Macedo foram sobre o tema. No terceiro, teve o Mala lá nos comentários do YouTube que falou assim, ah, que previsível. De novo o Weider com esse assunto. Por que que não fala do Irã?

Porque o Irã é longe! O Ayatollah não me roubou! Não proibiu minha mulher de usar o cabelo. O negócio do Irã... Claro que é grave, mas é... Não, o problema no Irã tem impactos indiretos.

Claro, e é uma questão civilizatória, tudo isso vai cobrar de mim falar de Oriente Médio é a pessoa no mínimo desavisada mas essas questões elas são aqui hoje aqui na nossa esquina no ano de eleição Banco Público gente, pelo amor de Deus, acorda igual Ana Maria, acorda filhinha acorda menina chama esse cachorro tá? menino, Vidal, tem alguma coisa?

Temos um superchat bem interessante do nosso querido Reziere. Ele mandou 5 francos suíços para dizer mais 5 francos suíços para Macarena pelos 51 de África. Cecília e Rebeca dançarão a Macarena. Dançarão a Macarena. Por enquanto é a Macarena. Sabe dançar a Macarena?

Como que alguém não sabe dançar macarena? Se alguém... Pelo amor de Deus. Deram outras sugestões, mas por enquanto, ao final do programa, Rebeca e Cecília dançarão macarena. Pode chamar a família aí, vai mandando o link que no final do programa tem. E já procura o tutorial no YouTube, porque não saber dançar macarena vai sofrer muito bullying. É uma falta de caráter. A pessoa nasce, já o brasileiro nasce sabendo da macarena.

E ele continua, tentem se divertir porque essas CPI pizzas, né, que terminam em pizza, e a leniência com facções ainda vão detonar os negócios por aí. Lembrando que ele está comentando lá da terra da nossa amiga Gustaf. É verdade. Um beijo pra você. Gustaf não deve entender nada. A kiss from Brazil, Gustaf. Olha só.

Tem francês. Depende da região da Suíça. Mas só para você comentar. Débora Schirr, maravilhosa, mandou seis euros para dizer nada. Ela só queria anunciar a sua presença. É que deu saudade. Deixa eu só falar um negócio. Falando em gusto, rapidinho. Saudades mesmo, Débora. Você sumiu. Verdade, está sumida. Só falar um negocinho. O Rivo News teve a felicidade essa semana.

De ser chamado ali pra falar Para o time de news Do YouTube no mundo E eu fui representando o time Ali pra falar sobre Como é que o Vivo News nasceu O que a gente pretende fazer E lá pelas tantas na conversa

Eles falaram, mas explicar como, o que, eu falei, a crise política que o Brasil está vivendo agora, as instituições. E lá pelas tantas eu falei, né, os ministros da Suprema Corte são muito vocais aqui no Brasil. Eles falam muito, a gente tem que explicar porque... Aí uma pessoa virou e falou, mas...

Como assim? Por que que eles falam? É. Aí eu falei... Picotou, picotou. A gente vai ter que encerrar. Eu tô no túnel. Eu falei, a gente perguntou a pessoa que era, se não me engano, da França. A minha mulher era da França. Ah, não vem não. Não mete essa. Não mete essa.

Mas ela falou, por que os ministros da Supremacor falam? Eu falei, bom, aqui a gente tem a TV em que eles aparecem falando eles começam julgamento dando opiniões a gente tem mais quantas horas pra falar então assim, é isso, temos uma surpresa com relação aos é, o resto do mundo fica muito chocado mesmo. Eu sou de extrema direita. Nesse caso eu sou de extrema esquerda, gente. Cadê a extrema comida? É claro que eu sou de extrema esquerda. Tá vindo. Vamos começar o Realidade Distorcida. Vamos, pelo amor de Deus.

É, não começou ainda Sushi da Tia Fujika

É, querem me quebrar muito. É impressionante o amor que alguns japoneses têm pela cultura brasileira. Essa semana, por exemplo, o consulado da Portela no Japão... Pera, o quê? Isso! Não, calma. O consulado da Portela no Japão organizou uma festa pelos 103 anos da escola de samba. Teve samba, teve saque e teve até conversa sobre o enredo do carnaval do ano que vem, que vai homenagear o monarco, um dos maiores símbolos da Portela.

Olha só como é que foi a roda de samba do japonês.

Bebida não aceita desaforo.

E essa dica aqui veio do nosso membro de ouro, Johnson, que aproveitou seu benefício e contribuiu com a nossa pauta semanal. Lá em Candeias, na Bahia, um homem estava curtindo seu momento ali em um bar e foi surpreendido por um ataque com faca e uma ação violentíssima. Mas diferente do que você está imaginando, em vez de pedir o SAMU, ele pediu mais uma e seguiu bebendo como se não houvesse amanhã ou ferimentos.

Eu já aviso que a gente vai exibir aqui imagens dele, que são imagens fortes para quem tem aflição com excesso de sangue. Estou achando melhor você nem ver. Pode rodar. Uma boleira. Ele está retalhado. Ele está completamente isso. Ele está retalhado.

E ninguém faz nada em volta também? Serviu mais uma gelada. Mas dá uma anestesiada, não podemos negar. Não, não, não, mas peraí, gente. Tinham outras pessoas ali em volta. Ninguém falou assim, ó, vamos pro hospital? Chamou mais uma, pediu mais uma. Quando você chega do trabalho e vai tomar um happy hourzinho, o senhor não quer mais problema. Ah, eu tenho que resolver o rapaz que tá sangrando aqui. Não, cada um com seus problemas. Mas o dono do restaurante não é interessante ter uma pessoa ensanguentada, esporteada. Não sei, Jansu, conta pra gente ser normal por aí.

Não era amor, era cilada. Cilada, cilada, cilada, cilada. O nosso amado Márcio Monteiro que mandou essa. No México, uma mulher foi curtir um domingo de Páscoa numa lagoa. E ao tentar se apoiar no que achou que era um tronco flutuante, acabou agarrando outra coisa. Opa! Vamos ver o vídeo.

O que inicia como uma tarde de descanso em as lagunas da zona costeira entre Cozumel e Campeche, terminou em um registro de pânico que já lhe dá a volta ao mundo. Uma mulher se encontrava refrescando-se em aguas baixas quando sentiu um rosto estranho entre suas pernas. Sentiu um troço entre suas pernas, isso aí normalmente desperta menos emoções. Sentiu um troço nas pernas, que a confusão se transformou em um ruim, obrigando a a bañita a tentar reclamar e a fugir do água.

Como vocês puderam ver, o tronco em questão era um jacaré jovem da espécie caimã. O bicho estava imóvel na água, tomando ali o seu solzinho reptiliano quando foi surpreendido pela pobre senhora.

E a internet, claro, recebeu o vídeo com a maturidade habitual. Metade defendeu a mulher, metade defendeu o jacaré, e a outra metade, que matematicamente não existe, mas na internet sempre tem, fez piada com a senhora, que botou na mão o pau errado.

Biólogos aproveitaram pra lembrar que em lagoas com fauna silvestre é bom manter distância de qualquer coisa que pareça tronco, porque às vezes o que parece inofensivo, rígido e boiando ao sol pode ter dentes, um instinto de caça, e muito menos interesse em contato físico do que a senhora gostaria ou imaginava. Perigoso, hein? É, perigoso. Dizem que o jacaré passa muito bem.

Entendi, porque vocês viram que ela deu um mortal com ele, né? Essa cara é mexida. Um voo animal. Aqui é o Ed Macias falando do aeroporto. Há um probleminha no voo do seu marido. Coisa maravilhosa. Os Estados Unidos, de fato, não param de produzir sandícies, não é mesmo? O país tem o maior tráfego aéreo do mundo. Imagina a responsabilidade de ser um controlador de tráfego aéreo por lá. E talvez por isso...

Talvez isso explique a bronca que um controlador de voo deu em dois pilotos que resolveram o quê? Se comunicar à base de miados e latidos com a torre de controle. Não. Ah, desculpa, acho muito feia a bronca.

você não está respeitando o fato deles serem terians. Ah, entendi. Então era zootopia mesmo. Eram animais vivendo uma vida normal. E o controlador é zoofóbico. Com certeza. Terianfóbico. Terianfóbico. Eles estavam, os pilotos, perto do aeroporto nacional Ronald Reagan no estado da Virgínia e daí eles fizeram o seguinte. Vamos ouvir.

Esse é o que ele está voando, R.J.

O cara falou assim, vocês precisam ser mais profissionais. Aí ele disse... Por isso que vocês ainda estão voando ponte aérea, né? Basicamente, o que ele estava querendo dizer. Não estão fazendo Emirates Dubai Guarulhos. Gente, o que é? Você é assim voando? Mas será que ele imagina numa reunião de pauta no Rivoniel? Você não imagina como é que é. Foi ali perto que caiu aquele avião, lembra? No Rio Potomac, ano passado. Aham. Miau.

O máximo 18 inteiro assim. Só em linguagem de animais. É só, eu acho que o Gabriel não está preparado porque Manuela vai nos contar agora. Com certeza. Meu Deus. Dungaceiro. Tu não me provoque não, porque senão eu lhe meto uma peixeira.

E depois de três anos foragido, Pabllo Henrique de Souza Franco foi preso pela polícia do Marabá, no Pará. Não tá ligando o nome à pessoa? Não. Então deixa eu refazer aqui a notícia. Três anos depois de foragido, o anão cangaceiro foi preso pela polícia de Marabá, no Pará. Mas pra quem acha que ele tava cometendo apenas pequenos delitos...

O anão cangaceiro era líder de uma quadrilha que praticava crimes violentos, aí sim, em cidades pequenas. O Pablo Henrique, o anão, é suspeito de chefiar uma das maiores tentativas de assalto frustrada no país, que investiu 3 milhões de reais para roubar uma transportadora lá no Mato Grosso.

A operação que pegou o anão prendeu mais 14 pessoas em São Paulo, Pará, Maranhão, Tocantins e Rio Grande do Norte. Não sabemos se o Pablo vai ser julgado pelo Tribunal de Pequenas Cáuvas, mas temos uma foto dele aí no momento da prisão. Temos. Não, ele não está na frente de um frigobar. O nome dele era Pouca Sombra.

É um frigobar, que não é possível. Ele não está na foto da direita. E aquele cara que a gente deu sem conseguir virar delegado de polícia. Correria o risco na foto da direita. A gente está passando um jacaré aqui embaixo. Também, verdade. Na blusa já está o jacaré.

Ele é da onde? Pará. Foi preso no Pará. Arapá. Marabá, Pará. Marabá, Pará. Tá, desculpa, confundi. Muitas sílabas parecidas. E eu não trouxe. É porque eu fiquei com preguiça que eu já fiz esse roteiro de manhã de má vontade, mas tinha um vídeo.

que era alguém filmando ele dentro do carro, ele sem camisa de bermuda, armado, dando orientações com uma... Na cadeirinha. Na cadeirinha. Com o xilingue. É, o cara tinha uma moral, né? Que era a arma que podiam dar pra ele usar. É, um grande homem, dum gaceiro. É isso. Que sacanagem comigo isso. Táxi versão Tuga, pá.

Em vez de ir para a casa de busão, eu vou em um agradável e confortável táxi. Isso aí! Em Portugal, cinco mulheres vestidas de forma luxuosa assaltaram uma Ikea em matosinhos e fugiram com móveis avaliados em milhares de euros numa operação que parece ter misturado catálogo de decoração, selfie checkout e velozes e furiosos com chave Allen. Segundo a imprensa portuguesa, o grupo passou com os produtos pela área de autoatendimento

Sabe o caixa que você mesmo se...

Paga. Entrou rapidamente no elevador e já tinha na saída um Porsche preparado pra fuga. Porque aparentemente até o furto distante agora exige essa logística premium, né? Os seguranças ainda tentaram impedir a saída, mas as assaltantes conseguiram escapar e deixaram pra trás um outro carro com móveis. O que também é muito IKEA, né? Mesmo no crime sempre sobra uma peça que ninguém sabe onde enfiar. Ou um parafuso sempre sobra.

Uma das mulheres teria sido reconhecida como comerciante do Porto, cujo marido foi preso recentemente por tráfico internacional de drogas e teve o dinheiro das contas apreendido.

Perigo, hein? A polícia agora analisa imagens de vigilância pra identificar as envolvidas enquanto o cinema já deveria estar de olho, porque depois de Gisele Bündchen usar a BMW pra assaltar em táxi, né? Se você não assistiu esse filme, assista. Portugal agora entregou a versão mobiliada da franquia, com porte na saída, guarda-roupa, porta-malas e uma pergunta dramática no ar.

Será que elas roubaram também o manual de montagem? Ou elas vão cumprir pena tentando montar um rack sem perder a dignidade? Será? Porque sem manual não dá, né? É. Uma coisa horrorosa. Aqui as similares todas têm uma opção quando você compra, né? Sim, exato. A instalação. Não devia ter opção. Quem é a pessoa que escolhe montar um móvel?

Não tem como. Muita gente. Mas não é normal. A pessoa que escolhe, tendo a opção, pagar para alguém fazer, você escolher montar sozinho o hack é doença.

Nunca é, porque o trabalho sempre será pior do que o valor. Sempre. Se cobrarem 5 mil reais paga. Você conhece uma pessoa que faz isso, inclusive você casou com a filha dele. É verdade. Por isso que eu não... Imagine.

Você montou o berço ou não? Eu não, vieram quatro homens montar o berço lá em casa. Quatro homens? Em 20 minutos o berço estava no quarto. Olha que coisa maravilhosa. Eu ia levar o quê? 20 dias. É isso aí. Olha lá. Sai fora, eu vou ficar em casa. Légua é para criança.

Show comunista! Vai pra Cuba! Maconheiro! Comunista! Um dentista de Santa Catarina que faz reconstrução facial de pessoas carentes sem cobrar nada foi denunciado por colegas de profissão ao Conselho Regional de Odontologia.

O argumento usado pelos colegas é que o CRO determina que cirurgiões dentistas não podem fazer cirurgias de graça. Aí, quando soube das denúncias, o doutor Raulino Brasil não desistiu, porque quem leva Brasil no nome não desiste nunca, veja bem. Para continuar atendendo pessoas necessitadas, esse dentista anunciou que o projeto solidário agora passa a cobrar o valor simbólico de R$ 1,00 pelos atendimentos.

Caso os pacientes não tenham nem isso, podem pagar doando comida ou o que tiverem à disposição. A história do Dr. Raulino começou quando os filhos gêmeos dele estavam internados numa UTI neonatal e naquele momento ele prometeu que ia atender pessoas de baixa renda de graça. E foi ali que ele criou o projeto Leozinho para fazer cirurgias de reconstrução facial gratuitas ou a custo simbólico.

para pessoas que não têm condição de pagar pelos procedimentos. Desde 2021, pelo menos 400 pessoas já foram atendidas na Palhoça, que fica na Grande Florianópolis. E queriam atrapalhar a ação beneficiária. É espírito de porco, né? Nossa, completamente espírito de porco. Poderia também estar no rio de ouro, mas é que é tão surreal. Denunciar uma ação de caridade, porque o cara não está cobrando.

que burrice, né porque a pessoa alguém que pode vai fazer de graça quem pode pagar não vai fazer não vai fazer de graça gente horrorosa

Acabou já, o RD. Tá bom, tão divertido. Tá na hora da gente falar de Supremo, é tão divertido. Agora sim a gente vai reabessa. Cadê a pizza? Ah, que bonitinho. Estão organizando. Não vou elogiar antes de chegar. Entendi. Nunca.

Vamos falar então de Supremo Porque são tantos assuntos surpreendentes Que a gente se pega pensando se a gente deveria Mesmo encerrar o Realidade Distorcida É muito bom, né? Nós não falamos ainda da editoria Supremo Não falamos Começamos com o CPI, depois vamos pra Master

Mas agora sim a gente vai falar da casa deles. Vejam só, enquanto o presidente Lula tenta ao máximo se afastar da imagem da Suprema Corte, que não está tão bem avaliada assim, o Xandão parece fazer questão de fazer o contrário, né? Manter o presidente aqui, ó. É aqui pertinho. É isso mesmo. Essa semana o ministro Alexandre de Moraes determinou...

A abertura de uma investigação contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra o presidente Lula. Numa postagem do Schwitter. A postagem é do dia 13 de janeiro, quando Maduro, na Venezuela, foi preso. Ele colocou imagens da prisão e escreveu, Lula será delatado. Deu um espaço e escreveu, é o fim do Foro de São Paulo. Tráfico internacional de drogas e armas. Lavagem de dinheiro.

Suporte a terroristas e ditaduras. Eleições fraudadas. Uma postagem infeliz. Mas vamos combinar que é um Bolsonaro sendo um Bolsonaro. Numa rede dominada por bolsonaristas. Tem que punir mesmo e tornar inelegível. E a coisa corre faz tempo. No dia 12 de janeiro, o Ministério da Justiça, provocado pela deputada Dandara, do PT, já tinha pedido que a EPF investigasse Flávio Bolsonaro sobre possível crime contra a honra do presidente.

O motivo era outra postagem, da mesma época, associando de forma negativa Lula e Maduro. Postagens diferentes, objetivos iguais. Não sabemos quando a PF fez o pedido de abertura de inquérito ao STF, mas fato é que se passaram quatro meses desses dois movimentos. E agora, no meio de um turbilhão, o Xandão decide que o pré-candidato maior rival de Lula deve ser investigado. Não é bizarro? Achei um time bom, Xandão, parabéns. A postagem é de 3 de janeiro.

Eles estavam ocupados com defesa de Banco Master. É que... Defesa de Viviane Barsi. De Janeiro. O verão acabou 21 de março. Foi. Então.

O ano só começa depois do carnaval. Ainda teve o carnaval, que teve também aquela coisa da escola do Lula, tinha que ir lá prestigiar. Teve isso. Entendi. Meu Deus, isso foi esse ano. Teve muita coisa, com certeza. E antes da gente falar de Carmen Lúcia, que soltou o verbo essa semana, eu quero trazer só a fala de um outro ministro, só que esse ministro é do STJ, o Superior Tribunal de Justiça. O João Otávio de Noronha disse no tribunal, durante um julgamento com todas as letras, a seguinte frase.

está todo mundo vendendo voto por aí, Brasil afora. Que bonito! Vamos combinar que uma coisa é a gente imaginar que isso aconteça. Às vezes até ter convicção de que isso é real. Mas um ministro bancar isso em voz alta dentro do tribunal é realmente impressionante, né? Eu acho que o mais impressionante é que a gente está num estado atual de coisas tão absurdo, tão complexo, que isso não...

E não é uma crítica à cobertura, não. Realmente é uma coisa menor. É, é isso. Essa declaração do ministro da segunda corte, da penúltima instância possível do Brasil, diz que todo mundo lá está vendendo sentença.

Mas isso não ocupa, e não ocupa mesmo hierarquicamente, o noticiário. Ele estava ali analisando um recurso de um caso que se arrasta desde os anos 90 e resolveu dizer que pediram muito para que, de novo, esse julgamento fosse adiado. Por favor, vamos ouvir o ministro. E observem a cara das duas mulheres que aparecem na imagem. Eu, antes de seguir aqui, quero fazer um registro. Doutor Júnior, embora a V. Exª seja um advogado constituído,

nos autos, legitimamente constituído e atuado muito bem. Eu recebi mais de pedido de 10 audiências para pessoas para falar do mesmo processo. Sem considerar a quantidade de pedido que teve no meu gabinete para adiar o processo. Vossa Excelência esteve aqui e acompanhou.

Hoje mesmo, ainda ligaram a pergunta se podia adiar o processo, quando eu falei que já estava determinado. Isso mostra, e nada a ver com o senhor, que Brasília está ficando difícil. A quantidade de interferência em processo alheio, onde o advogado se encontra regularmente constituído, essa interferência tem crescido inúmero. Ou seja, todo mundo vendendo voto por aí, pelo Brasil aflito. Tá bom.

A galote ali, uma das mulheres, ela faz assim, ó. Do tipo, eu não acredito que ele tá trazendo... Picotou, picotou! Eu acho que ela começou a ficar nervosa ali, do tipo, ai meu Deus, isso vai ter uma repercussão tão grande, mas aparentemente a repercussão vai ser só aqui no Rio Bonito. Só sem saber a opinião de um ministro do Superior Tribunal de Justiça, tá? O que acontece? Diante da crise que se instala sobre o judiciário, então vamos falar da nossa querida ministra Carmen Lúcia, ou Lúcida, como preferirem.

Ela deu uma palestra na Fundação FHC e lançou um discurso morde a sópra sobre a Suprema Corte, que aliás, ela já disse não gostar de chamar de corte.

Segundo ela, dá uma ideia de nobreza e soberania. Ela tem razão. A ministra falou sobre as dificuldades da carreira. Diz que todas as vezes que vê críticas mais ácidas contra ela, ela pensa, Carmen, lembre-se, você faz direito, não faz milagres. E frisou que teme que muitas pessoas não queiram mais trabalhar no Supremo. Carmen, será? Porque parece que é bom demais trabalhar no Supremo. É, só vantagens. Você é criticado e nada importa.

Ela contou que está estudando sobre confiança e que é uma crise generalizada de confiabilidade espalhada pela sociedade que chega também ao Supremo. Mas, depois de assoprar, a ministra deu a sua mordidinha mineira. Vamos ver. Se o juiz fica dentro de um gabinete em Brasília, que é o pior lugar do mundo para se ver o mundo, porque você não enxerga.

É preciso mesmo que saia. Tem que saber como sair, para onde sair e como é que eu torno isso transparente. Todo mundo sabe, no Brasil hoje, que eu estou agora aqui de manhã. Minhas agendas são públicas, é tudo certo. E eu acho que quanto mais se der essa transparência, essa explicação, tanto melhor para o Poder Judiciário, para o Supremo Tribunal Federal.

E principalmente para nós ali dentro mesmo, de convivência. Então, é isso. Vamos ser transparentes. O Brasil inteiro sabe que eu estou aqui agora, por exemplo. Então vamos ser transparentes. A ministra pede ali, de forma sutil e delicada.

Depois disso, ela contou outras histórias, falou sobre os novos tempos e de como os juízes têm que tomar decisões em cima de situações absolutamente novas. Foram 45 minutos de muitas explicações até o recado final.

Aquele tipo de recado que deixa claro que para bom entendedor, pingo é letra, o momento em que a ministra Carmen mostrou porque é lúcida. São as grisalhas, Obá. São as grisalhas, Obá. Vai. Na lei, eu já votei contra o meu pai, que ainda estava vivo, avisei a ele, no caso dos poupadores, que eu não poderia deixar de participar, porque tinha oito ministros, e que o meu entendimento era contrário ao que ele já tinha ganho em juízo.

Eu ficava com a Constituição e ficava contra ele naquele caso. Isso não tem nada a ver com amor nem desamor. Como ele me disse no dia, minha filha é juiz, não tem família. Você tem compromisso. Quem tem família é Carmen. Então pronto, está resolvido. Os senhores, quanto a mim, podem dormir sossegados. Eu não faço nada errado, nem nada que não seja rigorosamente honesto nos termos que eu aprendi.

Eu não mudei e não vou mudar o Supremo. Mas o Supremo também não me mudou. Eu continuo sendo quem a minha mãe e meu pai criaram. Muito obrigada. Mas isso foi assim, ó. Foi um chute no saco de todo mundo. Não tem outra expressão. Ela, no meio da história, ela fala como ele me disse no dia, minha filha, juiz, não tem família. Já foi o primeiro recado.

E no final, ela dizer, vocês podem dormir sossegados porque quanto a mim, eu não faço nada de errado? Tréu! Nossa senhora, gente. Foi assim, ó, chua de dedo no olho. Foi bonito, foi. Foi intenso, foi. Foi intenso, foi. Ai, ai. Alguma coisa, ô, seu Vidal?

Não temos. Inclusive, ó, por enquanto estamos de Macarena. Estamos aguardando o superchat de vocês. Ih, Rebeca tá estudando? Não é da geração dela. Não é da geração dela. Olha só, ter 730 pessoas aqui e só 380 likes me irrita. Então vocês, por favor, coloquem o dedo no like, como diz nosso querido Sérgio Sacani.

E se não for inscrito, se inscreva. Vocês estão sendo bem-vindos aqui. Então venham, que agora a gente vai para a parte o quê? Mais leve, mais divertida, mais gostosinha desse programa, que é o famoso que pinha, pula e fofoca. Vem.

Ah, meus queridos, quem é suprema mesmo, aparentemente não vai perder o posto tão cedo, é a nossa musa Anitta. Em mais uma manobra genial em sua carreira internacional, a cantora carioca ocupou o palco do programa Saturday Night Live e deu o que falar. A Anitta dobrou a aposta e se tornou a primeira brasileira a se apresentar no programa de humor americano, cantando Tchocca Tchocca, parceria com a colombiana Shakira.

Ah, mas você só sabe fazer essas coisas. Waka, waka, tchocca, tchocca. É porque a linguagem universal do amor. É, é. Isso. E como se falasse a língua dos anjos, não a língua do amor, a Anitta recebeu uma crítica um pouco duvidosa. Ela arrasou muito. Você não precisa entender o que ela está dizendo para curtir. Coisa maravilhosa. Uma comentarista do programa.

É, gente, parece que a Girl from Honorio Gurgel segue firme e forte na tentativa de se tornar a Girl from the World. Vamos ver uma foto dela no SNL, aí no Saturday Night Live? Olha aí. Porque, infelizmente, a gente não pode exibir a performance completa. Ela disse que foi a melhor coisa ter recebido pelo... É, estudas maravilhoso. Pelo Coleman.

O quê? Esse homem, é maravilhoso. Olha isso, gente. Ele não gosta mais. Mas ele não veio se apresentar a mim. Entendi. Os que se apresentaram, eu não gostei mais. Você entende por que a Mari fica ligada? Entendi. Tá certíssimo. A Mari é cuidadosa, cara. Ela sabe o terreno que ela pisa.

E seguindo então nessa pegada de brasileiros e diva pop, Jorginho, jogador da confusão entre a enteada e a cantora Chapel Rowan, é assim que fala? É. Chapel Rowan. O Theo inventa uma pronúncia qualquer. Uma celebridade. Exato. Veio a público mais uma vez comentar o ocorrido. Só que dessa vez... Não faz. O quê? Você não faz ideia de que seja. Você não lembra da história, né? Não. É aquela menina que foi falar com a... Uma que é toda montada do Lollapalooza. Ah, ah.

A Nora do Jorginho, jogador. Enteada! Enteada do Jorginho, que foi falar... Mas a gente contou essa história. Há quanto tempo? Foi no sul. Duas semanas. Ah, foi no sul. No sul a gente tava passando calor. Não foi no sul, foi no hotel. Não foi no sul? Imagina, tava com aquele sol nojento no meu lombo, irritado, com calor. Enteada do Jorginho, que é filha do Judy Law.

Entendi. Só que dessa vez, em vez de apontar o dedo, Jorginho veio pedir desculpa pelo tititi, que deu mais do que falar do que a própria apresentação de Chapel no Lollapalooza. Deu muito o que falar. O jogador usou suas redes sociais pra contar se desculpar pra...

Desculpa, para se desculpar. Para se desculpar e contar que tudo não passou de um mal entendido e que conversou com a equipe da cantora e tudo foi esclarecido. Graças a Deus. Ele também afirmou que o segurança que abordou a enteada não fazia parte do anturragem da Chapel. Resumindo, depois de fazer um inferno na vida da mulher, ele veio ao público explicar que foi só uma confusão envolvendo o terceiro. Houve um probleminha. Chamou disso daquela torcida do Flamengo. Veio em peso no show da mulher, mas foi só um probleminha.

E já que a gente falou de gente que influencia pessoas, vamos à lista que a revista Times das 100 personalidades do ânus incluiu o nosso baiano com molho, Wagner Moura. Além de ganhar um lugar na lista, Wagner foi uma das capas da revista e ganhou uma matéria especial escrita pelo também ator Jeremy Strong, o eterno Candleroy de Succession.

Depois da bem-sucedida e premiada campanha de Wagner Moura pelo filme Agente Secreto, foi quase natural que ele ocupasse aí a lista da Times. Vamos então dar uma olhadinha na capa que ele estampou. Eu só não entendi por que a cara de... Blasé?

Uma cara de... Ah, então, bem-vindo de mim. Deve ser isso. De quê? Podia ter feito uma cara mais sensual. Ele fez uma cara de... Cachorro caiu da mudança? Isso. De caramelo. Mas vê que a mulherada acha sexy. Ah, não. Mas só que não é sexy. Não é o homem mais sexy. São os mais influentes. Os mais influentes.

Tá te influenciando, Cecília? Não, tô com raiva. Reparei. Tá? Vamos, gente. Falando em gente que influencia, mas dessa vez um influenciador de internet, Carlinhos Maia foi multado por alimentar aves durante um passeio no Fernando de Noronha no ano passado. Pois é. Não acerta uma.

É, pois é. Difícil, né? O que aconteceu? A multa de um milhão de reais foi aplicada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. A justificativa foi de que o Carlinhos Maia teria divulgado imagens de animais silvestres em situação de abuso numa área de proteção ambiental ali em Fernando de Noronha.

Por sua vez, o Carlin disse que abusivo era o valor cobrado pela multa e que entrou na justiça para contornar a situação. Esse caso aconteceu lá em outubro do ano passado e agora segue no Ministério Público Federal. Mas qual o valor da multa? Um milhão.

Um milhão. Foi multado em um milhão. Um milhão. Aí por que ele tá achando abusivo? Porque outras pessoas fizeram o mesmo, pagaram uma multa de 5 mil. Ah, então ele serviu de boi de piranha, assim, pra chamar a atenção. O Instituto de Alguma Coisa, Chico Mendes, do Parque Chico Mendes, disse que eles fizeram a multa justamente em cima dos bens que o Carlinhos Maia tem. Ah, é uma multa que varia. Proporcional. Entendi. Eu não acredito que vão me fazer defender o Carlinhos Maia. Vão, é isso mesmo.

É nesse lugar que a gente chegou. E você não viu nem a tarde que eu coloquei. A Gaivota que não era assistida. Ai, ó. Tá sendo até alimentada a Gaivota. Que absurdo isso, gente. Multa é multa. Não importa se você é milionário ou não. E desculpa, o bicho não tem direito à privacidade. O fato de ter sido postado nas redes não pode ser um agravante.

É porque ele tava dando comida pro bicho e não podia. Mas porque postou. Aí postou. Não, aí se soube que ele... Não, a justificativa da multa foi a de que ele teria divulgado imagens de animais silvestres em situação de abuso. Abuso é dando comida. Isso, isso mesmo. Não, não é bacana. Tem que ser multado. Agora vai se catar. Que isso, coisa maluca. O Fernando de Noronha é o quê? É o império? Uma ilha? Império? É o Brasil à parte. Você sabe, né?

E seguindo na pauta, influência e crimes... Abre.

Rafael Souza Oliveira, também conhecido, na verdade, apenas conhecido como dono do choquei, foi preso pela Polícia Federal de Goiânia. O empresário é suspeito de integrar uma organização criminosa que atua em lavagem de dinheiro e é acusada de movimentar ilegalmente mais de um bilhão, bi, bi, bi, lião e 600 milhões de reais. No mesmo furdunço, foram presos também os MCs.

Rian, SP ou Ryan? Rian o Théo vai saber o Théo vai saber não é uma boa definição o que bate na mulher deve ter vários e pose do rodo

A operação Narcofluxo, responsável pela prisão dessa galera, aponta o dono da Choquei como operador de mídia da organização criminosa. E que o perfil da Choquei, que a Manuela há muito tempo não utiliza para confeccionar o roteiro deste programa, no começo utilizou, o perfil da Choquei nas redes sociais atuaria maquiando crises e projetando a imagem de personalidades que também estariam dentro dessa mesma organização.

A defesa de Rafael, dono da Choquei, afirmou que, abre aspas, seu vínculo com os fatos investigados decorre exclusivamente da prestação de serviços.

publicitários por meio da sua empresa responsável pela comercialização de espaço de divulgação digital. Deixa eu só falar um negócio agora. Pois é. Ou não, né? Porque ser preso não tá na ideia. Vou ter filha agora. Só falar algumas coisas. Eu passo e na visita íntima se a Vitória não puder.

Então, ela não vai querer. Ir na visita íntima ou deixar a Manuê? Ir na visita íntima, né? Tá. Deixa eu só falar duas coisas interessantes. Essa operação de combate a essa galera aí que lavava dinheiro, claramente de organização criminosa, vem justamente na sequência do fim da CPI do crime organizado também. Estou dizendo que foi proposital? Não estou dizendo que foi proposital.

Estou dizendo que foi muito interessante ver essa operação se desenrolar de forma prontamente ali, depois de sair esse relatório da CPI que mirou mais em ministro do Supremo.

do que no crime organizado de facções criminosas. Facções criminosas, como a gente conhece, né? E outro ponto é que a Janja até agora não está respondendo à imprensa porque ela conversava muito com choqueia, assim. Ela comentava muitos posts e tal. Interagia. E aí, mais do que interagia, assim, era uma coisa meio do tipo...

Ela divulgava os posts do Choquei, ela falava que estava no Ceará, e aí o cara falava, estou indo para aí amanhã. Ela, jura? Que legal, Rafael. Então tinha uma determinada relação amistosa nas redes sociais, pelo menos.

E dizem que a Janja gostava de usar o choquei para divulgar as coisas positivas do governo. É tipo internet? Tipo internet, porque tinha uma grande exposição. Mas a Janja não respondeu ainda o assunto. E terminando esse Keeping Up de hoje, falando de gente que está presa desde janeiro desse ano, nossos brothers e sisters estão caminhando para sua liberdade temporária.

Na semana que eliminamos Panquequinha e Jordan, com Boneco brilhando e indo de VIP para líder pela primeira vez no jogo, também acompanhamos os últimos suspiros dos confinados. Ana Paula gigante mantendo seu favoritismo, Juliano respirando por aparelhos enquanto tenta ajudar Milena na última prova de resistência e Boneco tentando um terceiro e possível lugar na final.

Terça-feira acaba esse programa, graças a Deus, pra gente voltar à nossa nostalgia, relembrando os melhores momentos, até começar a esquecer o nome dos participantes antes da próxima edição da Fazenda ou do Masterchef. Parece que a Ana Paula e o Juliano deram uma bronca na Milena. Foi. Que a Milena foi avisar uma coisa. Porque a boneco estava dormindo. E aí estava na hora deles participarem da prova, ela foi lá chamar o boneco.

Coitada, ela quis ser gente boa. A galera ficou puta. Lembrando que quando a gente fala de BBB, a gente não pode esquecer dele, que é ídolo de Cecília Flech. Davi Brito deu dois anúncios essa semana. Gente, eu sou apaixonada pelo Davi. É uma coisa impressionante. O nega torceu por ele. Sim, quando ele estava lá dentro. Mas toda vez eu tenho que falar isso. Eu vou continuar me defendendo. Imprensa marrom.

O ídolo de Cecília, Davi Brito, ele comunicou duas coisas essa semana, pessoal. Ele não vai produzir nunca na sua vida conteúdo adulto. Uma pena. Uma coisa que demanda. Sorte a nossa, né? As pessoas queriam muito. E ele vai virar apresentador de reality shows. Ele já colocou na bio dele. Agora falta só o reality show. Não, não falta não.

A bolha de Vitor Hugo. Ele vai apresentar a para. Não, é piada. Bom, mas é que o que envolvendo Davi Brito, Vitor Hugo e a bolha não é uma piada. Pode ser o reality show da casa dos Flash do Homem de Carvalho. Lembrando que... Davi Brito. Com o Eduardo Homem de Carvalho. E Vera e Guzzi. Lembrando que dá pra fazer o piloto, hein? Nessa semana eles estão chegando aí.

o Chico Barney é apaixonado pela bolha de Vitor Hugo

Aprendeu nada Chico Barna que já esteve aqui no Rivotal E como premiação Do seu vencedor Da edição passada, a bolha Esse reality maravilhoso de Vitor Hugo Deu um pastel e um caldo de cana Na feira mais próxima do vencedor Perfeito, melhor 5 milhões Eu não quero milho, eu quero pastel É, só que você entendeu Vamos conectar duas notícias dessa semana Obrigada Two dots

No nosso Dots de hoje a gente vai mostrar a revolução dos bichos. Sim, temos uma barata que resolveu dar um passeio inusitado, querendo o quê? Seus segundos de fama na televisão aberta e os cachorros da raça queridinha de um amado apresentador de TV. Gabriel, atenção, é você.

O governador Eduardo Leite colocou uma azeitona no status do Instagram. Eu me chocuei aqui. Ué, uma azeitona? Chocuei. É, uma azeitona.

E depois de sua aposentadoria das telinhas, a gente tem poucas oportunidades para matar a saudade do nosso querido Fausto Silva. Mas para a alegria dos fãs, Faustão apareceu essa semana em vídeo nas redes sociais, ao lado de um criador da raça Canecorso, que o próprio apresentador ajudou a popularizar aqui no Brasil.

Faustão teria se apaixonado pelos cachorros da raça numa viagem ao exterior e incentivado que eles fossem importados. No vídeo ele agradece ao criador Vitor Gabriel pela sua dedicação e trabalho. Vamos dar uma olhadinha. Vou te agradecer em nome de todos os amantes da raça Caniporce por ter trazido a raça para o Brasil. Muito obrigado, Vitor. Valeu a pena por um cara como você, que muita coisa que alguém teria via.

respeita a rastra, isso que é importante. Muito obrigado. Que bom ver ele em pé, né? As últimas fotos eram todas em cadeira de rodas. E completando esse T-Dots de hoje com animais que querem um pouquinho de fama, como disse Cecília, a gente precisou trazer aqui um bicho que com certeza ninguém incentiva a criação. Ou pelo menos alguém normal.

Porque enquanto se preparava para entrar ao vivo na Globo de Pernambuco, o repórter Mário Carvalho teve uma companhia e tanto. Uma barata resolveu que era seu momento ali de brilhar e passeou livremente pela camisa do jornalista sem que ele percebesse sua presença ou sem que alguém avisasse a ele que ela estava por ali. Durante alguns segundos aflitivos, a gente acompanha no vídeo o rolezinho da barata até o momento que Mário é divertido da presença da colega.

A gente até queria que fosse uma imagem de inteligência artificial, mas também foi apenas o resultado dele ter se posicionado em cima de um bueiro para fazer sua entrada ao vivo. Por favor, então, o vídeo agora.

Gente, parece muito e é impressionante Parece Vai entrar, vai entrar Quase no braço Quase na mão Não acontece com isso Não Aí ele é avisado Não acontece com isso

Cara Ah, ele nem sofreu, ele não viu Se tivessem me avisado Eu acho que Mas imagina ele vendo Tudo bem, não avisaram, ele não sentiu Realmente o que o Gabriel falou, mas imagina ver o vídeo Nossa, credo Breaking News Temos uma Breaking News, seríssima

Azeitona no perfil do governador do Rio Grande do Sul. Não. Miss Universo Uberlândia, porque agora tem isso, né? Miss Universo Uberlândia? Claro. Cada lugar, cada estado tem sua Miss Universo. Tá. A de Minas é Uberlândia. A Miss Universo Uberlândia de 2025, Sara Monteiro, foi presa pela Polícia Federal nesta... Não mentira.

Durante a operação Luxury Que desarticulou uma organização criminosa Interestadual envolvida com Tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 60 milhões bloqueados 60 milhões? Achei importante porque é Miss Universo Então tem essa relevância Pegada internacional Sabe o que que

Uberlândia é a terra do Uber, né? Eu curti essa semana. É claro que Uberlândia vai ter Triângulo Mineiro, tem OVNI, tem essas coisas. Mas o Maurício Meirelles, essa semana, fez uma postagem que eu achei muito divertida, que ele fala assim.

Como é que faz quando a gente detecta que estão sendo desvendados casos na casa dos bilhões? Até chegar na casa dos bilhões, qual é a virada de chave para que comece a investigação? Ah, roubou!

50 milhões, tá tranquilo 500 milhões 700, ah, normal então assim, em que momento o cheiro, por que isso? é como disse o Vidal outro dia daqui a pouco o hambúrguer tá custando 100 reais e ninguém faz nada como que ninguém faz nada? já tá custando, né, dependendo do lugar sabe, hambúrguer, batata e milkshake é sem conto em São Paulo não pode é quanto dinheiro?

Gabriel, só o milkshake é 50 Não sei onde você tá ainda É que ali é uma loucura, né? É, ali é Adicional de bacon, 26 É, não dá Imagina, nem o porco inteiro era 26 Não, adicional de picles é tipo 20 Não dá Uma bolinha de sorvete, 52 É, não dá Pior que a Aquela nossa amiga Que tem uma concessão Especial, é verdade Uma concessão no aeroporto

aliás, é isso, né enfim vamos falar de que? em vez de falar de guerra, de lanchonete enquanto guerra eu vou na cantina então tá é, porque a guerra deixa só a Manu passar porque aí ela consegue passar com tranquilidade deixa ela passar não olha, não mexe não olha, não mexe vai

A guerra que está abalando mercados e economias por todo o mundo há um mês e meio, teve mais uma semana bastante agitada e a notícia boa é que hoje o Irã liberou o Estreito de Hormuz depois que ficou estabelecido um cessar-fogo entre Israel e o Líbano. Já já vão falar a respeito. Deixa eu só organizar as ideias aqui para que esse programa não se estenda por mais de 20 horas.

O básico é, a semana começou com pouca esperança, já que a negociação entre os Estados Unidos e o Irã no fim de semana passado não tinha dado em nada. Sem resultado, no meio da madrugada, que é um horário bom, o Trump resolveu anunciar que ia criar uma segunda camada de bloqueio no Estreito de Hormuz, o que na prática significava parar de vez todo o tráfego de petroleiros na região, porque se ele deixa alguns barcos passarem, o Irã ia...

vetar. E o contrário também, se o Irã tentasse sair, os Estados Unidos iam bloquear, então não ia ter mais tráfego de petroleiro nenhum na região. Ou seja, no início da semana a corda foi esticada de novo com toda a força. E depois disso, a gente só viu o Trump repetindo que as conversas com o Irã estão ótimas e que um acordo deve sair em breve, que o final de semana vai ser glorioso. O estreito ter sido liberado pelo Irã é, de fato, neste momento o데vão?

Um ótimo sinal, apesar de o Trump ter mantido o bloqueio americano, tá? Mas em outra ponta a gente tem entre Israel e o Líbano, né? Os dois países sentaram para conversar e parece que teve pressão dos Estados Unidos em cima do Netanyahu e do Irã, em cima do Hezbollah, para que a conversa fosse minimamente produtiva. E o que saiu foi um cessar-fogo aí de 10 dias, que começou no início da noite de ontem pelo horário de Brasília.

Mas, sempre tem um mas quando é Oriente Médio, né? O exército do Líbano já acusou Israel de violar a trégua e o Hezbollah anunciou que atacou soldados israelenses em represália. Parece que foram alguns bombardeios logo depois do início do cessa-fogo e só. O que parece que aconteceu, que eu...

eu fui pedir ajuda para especialistas, como Tanguy Bagdadi, eu falei, afinal de contas, porque a imprensa brasileira não está explicando a respeito, o que aconteceu? Ele falou assim, ao que tudo indica, foram bombardeios contra instalações do Hezbollah no sul do Líbano. Deviam ser alvos que estavam ali mapeados e eles não quiseram perder a oportunidade, né? É tipo assim, deixa eu só jogar mais uma bomba aqui rapidinho.

Sim, a última. Sabe, ele escreveu, o professor disse que o tempo de prova acabou, mas você escreve mais quatro palavras? Sabe, é tipo isso que aconteceu, e aí parece que foi só, pelo menos. E aí, na hora que eles viram, de fato, teve o cessar-fogo, aí o Irã falou, ê, estreito de hormuz liberado. Grande festa. No pano de fundo, os Estados Unidos estão faturando mais do que nunca com a exportação de petróleo. Lembrando, sempre que os Estados Unidos é o maior produtor de petróleo do mundo.

O Brasil também está fazendo bastante dinheiro nesse sentido. A China teve um resultado bem animador de crescimento do PIB no primeiro trimestre e a Europa pressionando por uma resolução no conflito ou a falta de combustível ia interromper os voos pelo mundo. Basicamente, o clima está, como diz a Dilma, nem quem ganhar, nem quem perder, vai ganhar, vai perder, vai todo mundo perder. Entendi.

E o nível de treta, gente, está tão grande e intenso que sobrou até para o Papa. O Trump achou por bem falar mal do Papa essa semana. Que boa ideia. E é maravilhoso, porque ele disse que o Papa é fraco no combate ao crime organizado. Por mais que essa não seja nem de longe a atribuição de um Papa.

disse que ele é péssimo em política externa e que ele não queria um Papa que criticasse o presidente dos Estados Unidos. Mas parou por aí? É claro que não. Por favor, Gabriel.

Eu posso seguir. O Trump teve a audácia de dizer... Quer que eu siga? Pra você se recuperar. Não, já foi. Obrigado, Manu. Então vai. Trump teve a audácia de dizer... Era pra te ajudar. Eu sei. Eu não quero te atrapalhar. Que leão 14 deveria ser grato? Ele escreveu o seguinte, abre aspas. Ele não estava em nenhuma lista de papáveis. E só foi colocado lá pela igreja.

porque era americano. Acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano. Fecha aspas. Isso, ele tem certeza, que foi ele que botou o papo lá.

As postagens colocaram uma pá de cal na relação entre Trump e a maravilhosa, impecável, sempre bela e competente Giorgia Meloni, primeira ministra da Itália, uma das poucas aliadas restantes do Trump na Europa. Ela saiu em defesa do Papa e disse que considerava inaceitáveis as declarações sobre o Santo Padre. Tudo tem limite, né? Até para Meloni.

Mas o Laranjão não tem limite algum. Então, o que ele fez? Publicou uma imagem feita por inteligência artificial, como se ele fosse Jesus Cristo. Vamos ver. E aí fica a dúvida. Ali é para ser o Epsin ou não? Que ele está ressuscitando.

Ninguém sabe ao certo, mas o Trump aplicou isso aí. Entendi. Pode continuar, Manu. Ah, desculpe.

A imagem gerou uma polêmica, depois que o Vidal deu uma bronca na gente no WhatsApp mandando a gente se atentar, o Teto voa, né, a barata do repórter. A barata voa. A imagem gerou muita polêmica, até entre os aliados, muitos chamaram aquilo de blasfêmia. O presidente se viu obrigado a apagar a postagem. Não adiantou ele dizer que a foto era pra representá-lo como médico.

Tornando as pessoas melhores. Aquela mão iluminada ali, uma estola vermelha, é típico do médico. Médico usa muito. Médico usa muito estola vermelha na sala de operação. Na Cruz Vermelha eles usam direto. Mas ele falou exatamente que era Cruz Vermelha. É que ele nunca viu. Então.

Mas é claro que ele não se aguenta porque ele apagou essa postagem, mas na quarta-feira ele foi lá e postou uma outra imagem. E dessa vez era ele e Jesus Cristo abraçados. Por favor. Na postagem o Trump escreveu, eu nunca fui um homem muito religioso, mas não parece que com todos esses monstros satânicos, demoníacos e que sacrificam crianças sendo expostos, Deus pode estar jogando sua carta a Trump?

Parece aquela... Lembra aquela artista que fazia os quadros pro Bolsonaro? Ah! Como é que era o nome dela? Não parece uma obra dela? Parece. Ele acha que Deus está jogando a sua carta a Trump. Claro que tá. Entendeu? Ah. O mochila de criança.

Em meio à megalomania egocêntrica de Donald Trump, o Irã resolveu dobrar a aposta com as armas digitais. Embaixadas do Irã estão agora dispostas a fazer o mundo rir da cara de Trump. Conta, Manu.

Primeiro, temos o que foi publicado pela Embaixada do Irã na África do Sul. Uma imagem de Trump cantando uma versão da música. Voyage, voyage. Voyage! É aquela Voyage, Voyage. Voyage! Ah, eu conheço outra. Uma mais lenta. Dos anos 80, porque talvez a que eu conheça seja 60. Mas na letra, Voyage é substituído por Blockade.

Em referência ao bloqueio do estreito de hormônio. Aí a gente não vai poder rodar... Exatamente. A gente não vai poder rodar com áudio. Porque pode dar problema. Mas a imagem vale a pena ver. Ah, não! Ah, não! Ah, ninguém me preparou pra isso. Esse cabelo! E olha lá. O estreito de hormônio deve ficar fechado. Blocai, blocai.

Muito bom, né? E aí depois? Depois temos a produção da Embaixada do Irã no Tajiquistão. Mas é só em grandes países, né? Isso, sempre. Eles animaram a postagem de Trump com Jesus. Como Jesus. E o resultado foi isso. Como assim? Ah lá. Ele interagiu, ó. O que é isso?

É uma mistura de Senhor dos Anéis com Ayatolá e Jesus Cristo. Isso mesmo.

E como aparentemente... Quando eu peço pra me ia fazer uns negócios, ele fala que não pode. Mas eles estão... Depende do prompt, né, Vidal? Depende do prompt. E como aparentemente a embaixada do Irã no Tajiquistão está bem à toa... Mas o que mais que teria pra fazer uma embaixada no Tajiquistão? Não, do Irã no Tajiquistão. O que faz o Tajiquistão? Onde fica o Tajiquistão? Não sei nem apontar a Roraima, imagina.

Eles também produziram essa peça com Epsom, obsessor na orelha do Tiago. Isso é muito bom, gente. É para ser uma versão do filme Venom. Vejam aí. Olha aí. Ah, tem que ser sem áudio? Por causa da música?

Vê, não tem esse negócio, eu não assisto filme de menino. Mas é o... Parece mais o final das bruxas de Westwick. Posta tal coisa. Posta tal coisa. Fala tal coisa. Aí o Trump fala pra ele. Eu te dei a guerra. Eu te dei o caos. Eu fiz tudo que você já me pediu. Aí ele, que eu te pedi?

Seu bobinho, eu não peço nada. E aí ele domina o corpo de Trump e vira o super... Porra, mas se eu ficar com esse corpo aí, eu tô disposto também. Ah lá. Não, não, corpo, corpo, corpo. E aí ele tá mandando no Netanyahu. Ah, entendi, porque é fantasma sionista.

The Black Male Symbiote bem legal, bem feito né é isso, eles são bons muito bons, o Jireniano sempre foi bom de cinema é verdade é verdade quer dizer, foram bons até 1979, aí deu ruim já não era bom também não era uma democracia é o valor dos direitos humanos é uma dificuldade eles tem bem grande

Mas não bastasse esse clima aí de quinta série B entre os países que estão provocando um caos no mundo, a gente ainda é obrigada a ver os Estados Unidos entregando tudo e mais um pouco na categoria realidade distorcida. Foi absurdo atrás de absurdo. A gente vai começar pela história que o Gabriel nos trouxe, uma história fantástica de um funcionário público um tanto peculiar. O que aconteceu?

O Greg Phillips, um dos principais nomes da agência americana responsável por respostas a desastres, vinha contando histórias delirantes em podcasts e lives pela internet. Ele já disse que uma ex-namorada morta entrou no carro dele pra salvar ele do acidente. Já disse que Satanás falou com ele durante uma caminhada pela Espanha, na qual ele não estava ouvindo o disco da Xuxa, ao contrário.

E diz que desmaiou numa loja e apareceu depois no estacionamento de um McDonald's com 15 mil passos registrados no telefone e um Big Mac no colo. Mas a história mais recente é ainda mais alucinante. Ele diz que se teletransportou para um restaurante de waffles.

Essa é a história. Foi lá. Foi isso. Do nada, a gente... Brotou numa Waffle House. Aparentemente é um homem faminto, né? Do Mac pra Waffle. É, porque acorda com Big Mac, vai pra loja de Waffle. Só que a história ficou tão ridícula que até o Laranjão ficou intrigado. E aí foram perguntar pra ele. E como o Boi Preto conhece o Boi Preto? Boi Laranja conhece o Boi Laranja.

O Trump perguntou pro cara o que ele queria dizer com teletransporte se o sujeito tava brincando. Tipo, ele deu uma chance, né? Deu uma oportunidade. Ele disse que você teve um surto. Ele tava brincando, né? O que é teletransporte? Correu rápido. Ah, só que ele não tava brincando não, gente. E foi aí que a própria Casa Branca foi até o Departamento de Segurança Interna pra perguntar como esse homem estava empregado.

O pior é que dentro da própria agência onde ele trabalhava, há quem diga que o Greg era um dos caras mais respeitados e confiáveis do lugar. Entendam o tamanho aí do problema. Big deal, big deal.

Um homem que diz ter se teletransportado parece ser menos problemático do que muita coisa que acontece aí no governo americano. Né? Ele é até bom, cara. E daí que ele se teletransportou. Mas é que a referência de loucura está muito alta, né? Por exemplo, essa semana o secretário de defesa dos Estados Unidos fez uma oração.

Em que ele repetia trechos quase idênticos ao de uma fala do filme Pulp Fiction, o Pete Hagsett estava conduzindo ali o culto de oração cristã no Pentágono quando disse que ia fazer essa oração que teria sido inspirada num trecho de Ezequiel da Bíblia. Acontece que a inspiração foi mais na fala do personagem do Samuel L. Jackson no filme do Tarantino do que de fato em Ezequiel. Não é mesmo? Muito legal. Eu achei maravilhoso.

Eu achei maravilhoso o comentário. Só li agora. Do... Me perdi? Ah. Cadê? Não é possível. Ah. Aqui, ó. O RB Design. Diz que a inteligência artificial do Irã é a Yatollah. Muito bom. Muito bom. Maravilhoso. E como sempre, só abre um espaço pra cafonice.

Principalmente se tratando de Donald Trump, a Casa Branca apresentou o projeto do Arco do Triunfo... Isso vai ocorrer? Vai. O projeto do Arco do Triunfo dos Estados Unidos, que vai fazer parte das celebrações pelos 250 anos da independência americana. A porta-voz do governo, Carolyn Leavitt, disse que é magnífico o Arco do Triunfo.

Vai ter 76 metros de altura, uma estátua da Liberdade dourada no topo. Minha nossa! Como se fosse um templo mórmon. E vai ofuscar outros marcos mundialmente famosos. Então vamos ver essa obra de arte. Belíssimo. Só que assim, vai ter o dor... Desculpa que eu estava distraída olhando para o Vidal. A estátua da Liberdade tem alguma explicação por que tem uma asa? Não.

Porque a liberdade voa. Isso. E assim, vai ser o dobro do tamanho do prédio que fica no The Mall. Então, assim, vai virar realmente um troço... O que é The Mall? Ali, aquele lugar onde teve o discurso do Martin Luther King. Onde fica o Washington sentado. O Washington sentadinho. Isso. É o dobro. Aquilo ali tem, tipo, 30 metros. Esse vai ter 76.

O Luciano Hang pode ver uma coisa dessa aí. Pode, é isso? Vai começar a fazer igual. Ele já está se coçando. Pelo amor de Deus. Já na Ceará Escândalos, dois assuntos surgiram essa semana. O primeiro envolve uma ex-modelo brasileira, que foi ao Schwitter, que prometeu expor tudo sobre o casal do Trump. Ela disse que conviveu com eles por 20 anos e que vai tomar medidas legais contra Melânia e, abre aspas, seu marido pedófilo.

Pedófilo, pedófilo, pedófilo, pedófilo. Cadê o som? Cadê o som do peninha? Deixa, deixa. Amanda Húngaro viveu... Pedófilo, pedófilo, pedófilo, pedófilo. Grande Eduardo Bueno. Amanda Húngaro viveu 23 anos nos Estados Unidos, mas foi deportada pelo ICE no ano passado. Ela foi casada com um empresário italiano chamado Paulo Zampoli. Quase Zambelli.

muito amigo de Trump e que atualmente trabalha no governo. Eles têm um filho de 15 anos. Uma reportagem do New York Times confirmou que Zampoli deixou os pauzinhos para que a Amanda fosse levada... Amanda. Para que a Amanda fosse levada para um centro de detenção do ICE não libertada sob fiança.

O objetivo era recuperar a guarda do filho que ele e Amanda disputam na justiça. Não bastasse a proximidade com a família Trump, a ex-modelo contou que esteve com outras meninas bem novinhas no avião de Epstein. Então imagino o que ela pode dizer. Amanda está ali junto com o Borcaro. Aparentemente, a fala da Melânia na semana passada teve a ver com essa mulher.

Porque ela nada brotou. Ela já sabia. Porque a Amanda meteu o pé, deu entrevista aqui no Brasil e aí chamaram a atenção, enfim. E a outra polêmica que está vindo dos Estados Unidos é sobre o desaparecimento e morte de quase 10 cientistas e militares que participavam de pesquisas secretas sobre material nuclear, material aeroespacial e ovnis.

É claro que já tem teoria da conspiração dizendo que eles podem ter sido abduzidos por extraterrestres, mas um ex-agente do FBI disse que acredita que esse assunto já deve estar sendo investigado sob sigilo e que se for o caso não deveria ter vazado. O Trump disse que essas mortes são bastante sérias e que tudo vai ser analisado num curto período de tempo. Mas é só...

Sente o drama, porque é tipo Rússia, né? Estão eliminando a galera que sabe coisa nuclear. Não, mas não acontece isso na Rússia. Não, lá eles caem. Você tem uma epidemia de queda de janela. É o vírus que assola o ovosco. Labirintite. A pessoa congela o cérebro, é muito frio. Gente, vocês não se esqueçam que hoje ainda tem notícias do Congresso, governo, ainda tem. Internacional e assunto, anúncio de talks e mais. Vamos distribuir nossos rivos de ouro? Sim.

Eu não tenho hoje. Falei. Prefiro a transparência. Não sei se eu... Não sei se eu gosto. Com duvidoso. Só porque é brasileiro nali, não sei. Elas vão começando, aí você vai pensando. Mas eu gosto da honestidade da transparência com a audiência também. Hoje falhei.

E o meu rivo de ouro hoje foi sugestão do Rivo Friends, Márcio Monteiro. Aí é fácil, né, Cretina? Mas eu botei outra sugestão no final que você não quer usar. Tô brincando. Esse por motivos pessoais que eu escolhi. Então, meu rivo de ouro hoje vai para pesquisadores brasileiros que criaram protetor solar à base de cerveja. Nossa, genial.

Mas calma, não é para jogar a escola gelada no corpo e se expor ao sol, não, galera. Os pesquisadores utilizaram o lúpulo na solução de filtros solares e identificaram resultados satisfatórios para o experimento. Outro benefício é que, além de natural, o lúpulo é descartado no processo de fabricação da cerveja, o que ajuda também a ser um processo mais sustentável. A pesquisa realizada...

realizada pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, a USP. Ainda vai passar por muitas etapas até ser aprovado e vendido comercialmente. Enquanto isso, pode continuar aí bebendo sua cervejinha na sola. Interessante. Cuidado com mancha de limão no sol também, que a gente gosta de ficar aqui. A gente está super folgado em pesquisa, né? Porque o meu rio de ouro também vai para pesquisadores da USP.

A gente sabe das dificuldades de financiamento de tudo nesse país que envolve pesquisa, ciência e por aí vai. Então foi muito legal saber que aquele relógio que os astronautas usaram na missão Artemis II... Perdão. ...saúde, foi desenvolvido na Universidade de São Paulo. Esse equipamento, conhecido como actígrafo, foi criado por pesquisadores da Escola de Arte, Ciências e Humanidades e registra dados como movimento corporal, nível de atividade e exposição à luz...

as informações que são consideradas essenciais para acompanhar o funcionamento do organismo em ambientes extremos, como é o caso óbvio do espaço. O Mário Pedrazzoli, que é o coordenador do projeto, que desenvolveu essa tecnologia, disse que essa é uma prova de que a ciência brasileira, mesmo com financiamento muito menor do que a dos países desenvolvidos, pode resolver problemas.

A gente tem um Revoltóx maravilhoso com o Nicolele, gente, com o Miguel Nicoleles, e ele fala justamente isso, que quando ele foi estudar lá fora, como o Brasil tem esse hábito de ter menos coisa, a gente sempre dá um jeitinho de reaproveitar, de inventar uma gambiarra, e que isso vira um baitativo num laboratório que tem tudo, porque isso é que entuplica as suas possibilidades de inventar, entendeu? É triste que tenha que ser assim, mas é um fato.

E não faça como o Gabriel. E você que tem um rivo de ouro, vá lá nos stories do Rivo News agora. Arroba o Rivo News. E mande o seu rivo de ouro que a nossa estagiária maravilhosa vai repostar os melhores. Quem é? A estagiária maravilhosa? Tô procurando ainda.

O papai do Maravilhosa faltou. Que gente ruim. Só pra vocês saberem, a gente tenta se afastar. Da estagiária, mas fica pedindo vídeos semanais. Só pra trazer essa informação de momento pra vocês aqui, a gente me ensinou. Ela nem ouviu. Olha só isso. Tá muito perto do Theo Fava. Ela é que nem Theo, chefe dela. Essa coisa de não ouvir no mesmo ambiente é Theo.

é que ela está ouvindo o programa no fone. Ela deve estar editando. Daqui a pouquinho vai chegar a piada. Só para deixar claro, a gente mencionou agora há pouco que o presidente Lula está fazendo de tudo para se desvincular do STF e o Xantão está sempre dobrando a porta. Não bastasse fazer o pedido de inquérito para investigar o Flávio Bolsonaro por uma postagem de janeiro, o Moraes agora votou para condenar o Eduardo Bolsonaro a um ano de prisão.

Boa, Xandão! Bora, STF! Vai ser muito difícil, Lula, você tentar se desvincular do Xandão e do STF, tá? Só pra te dizer isso.

Ai, ai. Mas vamos de quê? De Alexandre de Moraes para Alexandre Ramagem. Sim, a semana deste homem começou em Orlando, na Flórida, e terminou como quase tudo que envolve a política brasileira hoje. Conversão oficial, versão de aliado, pedido de asilo, suspeita de perseguição e muita gente tentando transformar a burocracia migratória em martírio internacional. Pois bem.

O ex-deputado federal, ex-diretor da BIM e aliado de Jair Bolsonaro foi detido na segunda-feira pelo ICE, o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos. A Polícia Federal Brasileira disse que a prisão decorreu de cooperação policial internacional com as autoridades americanas. Aí os aliados do Ramagem disseram que tudo começou com uma infração de trânsito e uma checagem de documentos.

O fato concreto, gente, é que o ex-chefe da inteligência brasileira foi parar nas mãos da imigração do país que o bolsonarismo costuma tratar como santuário e ficou lá preso dois dias.

Ficou, a cena é quase pequena demais para o tamanho da história, né? O Ramagem não era um turista desavisado com visto vencido e dificuldade de preencher formulários. Ele é um ex-diretor da Abinha, ex-deputado, condenado pelo Supremo a 16 anos e um mês de prisão por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Ele perdeu o mandato, teve o passaporte diplomático cancelado.

E saiu do Brasil de forma clandestina, segundo a Polícia Federal. Então não foi um exílio romântico, uma resistência democrática, né? Uma travessia literária do continente. Não.

Foi fuga. E fuga, às vezes, termina numa sala fria de imigração com agente americano. Foto no sistema e advogado tentando explicar o que não tem explicação. Ramagem fugiu do Brasil durante o julgamento da ação penal da trama golpista no Supremo. Segundo as investigações, ele deixou o país por Roraima.

entrou na Guiânia de carro e de lá pegou um avião para os Estados Unidos. Depois da coordenação, o ministro Alexandre de Moraes pediu a extradição de Ramagem para que ele cumprisse a pena aqui no Brasil. O pedido foi entregue ao governo americano no fim do ano passado, mas ainda não há prazo para análise. A detenção nos Estados Unidos foi registrada no sistema do ICE, mas as autoridades americanas não deram detalhes públicos sobre a razão exata da custódia. Ramagem também afirma ter um pedido de asilo político pendente lá nos Estados Unidos.

Os bastidores aí da localização do Ramagem também viraram parte da novela, porque segundo reportagens da semana, a Polícia Federal Brasileira começou a rastrear o paradeiro do ex-deputado depois de identificar roupas dele em malas levadas pela esposa, a Rebeca Ramagem, para os Estados Unidos. Ela viajou com as filhas e dezenas de malas. No embarque no aeroporto do Galeão, as bagagens foram revistadas e o celular dela foi apreendido.

Como foi encontrada Irregularidade que impedisse Nenhuma irregularidade que impedisse a viagem Ela seguiu para os Estados Unidos Mas o alerta já tinha sido acionado E aí a partir da chegada dela A Flórida, a Polícia Federal passou A monitorar os deslocamentos E identificou o carro Usado Para buscá-la no aeroporto E aí? Pessoa burra

volta dos Estados Unidos com 10 malas não vai pros Estados Unidos com 10 malas vai ver que a grana tá escassa foi levar polvilho pra fazer pão de queijo, polvilho e tapioca por isso que levou tanto

Essa parte do caso é quase uma paródia, né? O inspetor Bugiganga é o ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência, condenado por uma trama que envolvia o uso político da própria inteligência, teria sido localizado a partir de malas com roupas, um carro no aeroporto e a cooperação entre as polícias. Então o homem que, segundo a acusação, participou de uma estrutura de monitoramento de adversários, acabou monitorado ele próprio.

O homem que teria usado a máquina do Estado para vigiar os outros acabou rastreado pela máquina do Estado, ele próprio. Depois da detenção, a discussão passou a ser o que poderia acontecer com ramagens. Especialistas apontaram três caminhos possíveis.

Deportação, extradição ou asilo político? A deportação ocorreria por questão migratória, como visto vencido a documentação irregular, e aí, nesse caso, se a ramagem fosse enviada ao Brasil, seria presa ao chegar porque há condenação e mandado em aberto. A extradição é outro caminho, mais lento, que depende de análise jurídica entre Brasil e Estados Unidos, incluindo avaliação sobre se os crimes são reconhecidos nos dois países e não se trata de crime político.

e se não se trata de crime político. Já o asilo político poderia suspender a deportação ou extradição enquanto o pedido é analisado.

Aí vamos lá, temos as versões. Para os aliados, o Ramagem é um perseguido político. Para a justiça brasileira, ele é um condenado que estava foragido. Já para o sistema americano, virou um caso migratório com pedido de asilo no meio. Então a gente tem três carimbos, três vocabulários e três tentativas de dar um nome a uma mesma realidade. Mas existe uma diferença entre ser perseguido por ideias e ser responsabilizado por atos.

A ideia a gente enfrenta como? No debate. O ato a gente julga no tribunal. O Ramage não foi condenado por ter opinião ruim. Postagem agressiva.

Saudade do governo Bolsonaro. Ele foi condenado por crimes ligados à trama golpista. A defesa pode contestar, a defesa tem o direito de recorrer, de alegar perseguição, de buscar asilo, mas não pode apagar o fato de que ele saiu do país com uma conta judicial aberta e tentou transformar a fuga em biografia de exilados, porque esse é o fato.

Aí dois dias depois de preso, quarta-feira, Ramagem foi solto. O nome dele deixou de aparecer nos registros dos detidos do ICE, segundo Paulo Figueiredo. Sim, ele mesmo. Que auxilia a defesa do ex-deputado lá nos Estados Unidos. O Ramagem não precisou pagar fiança e estaria em situação regular por ter um pedido de asilo político em aberto.

A esposa de Ramagem publicou imagens do momento em que ele chegou à casa onde a família vive em Orlando. Óbvio, onde mais seria? O governo brasileiro, no entanto, disse não ter sido informado sobre os motivos da soltura. A Polícia Federal marcou reunião com representantes do ICE para esclarecer a decisão e apresentar documentos sobre o processo do ex-deputado porque as nossas autoridades não gostaram que ele foi solto.

Só que a soltura não resolve o caso, ela apenas muda o cenário do constrangimento. Ramagem saiu da custódia, mas não saiu do problema. Continua condenado no Brasil, continua com pedido de extradição e análise, continua dependendo da decisão americana sobre asilo e continua sendo um personagem incômodo para dois países. Para o Brasil, é um foragido da trama golpista que precisa cumprir pena. Para o bolsonarismo, é o ativo político a ser transformado em símbolo de perseguição.

Para os Estados Unidos é um caso que mistura migração, asilo, diplomacia, trumpismo e pressão de aliados brasileiros. Não é pouca coisa para alguém que, segundo a defesa política, foi parar no ICE por causa de uma infração de trânsito. Há multas que crescem.

Mas assim, publicidade é tudo, né gente? Marketing importa muito nesse momento. Então depois ali da soltura do Ramagem, o Paulo Figueiredo e o Eduardo Bolsonaro agradeceram publicamente ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio. Segundo relatos de aliados ali, um integrante do Departamento do Estado americano teria atuado pela saída do Ramagem, da detenção.

Então, autoridades americanas teriam entendido que mesmo sem visto válido, o Ramagem tem direito à permanência provisória, enquanto aguarda a análise do pedido de asilo. Essa decisão pode levar meses, gente. Enquanto isso, o Brasil continua tentando a extradição para que ele cumpra a pena no país dele. O processo está na esfera do Departamento do Estado americano, como a gente mencionou, e da Casa Branca.

Com o Ramagem solto, o caso ganhou mais um capítulo político em Brasília. Você acha que acabou? Nunca. Ele foi solto e acabou a notícia. Não, por isso que esse programa hoje tem 443 horas. A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou, autorizou, deferiu.

um requerimento para que senadores brasileiros visitem os Estados Unidos e acompanhem a situação dos deputados de perto. Nada mais justo. Por que não? A missão prevê passagens por Orlando e Washington com o argumento de verificar a situação de brasileiros em custódia, a prestação de assistência consular de eventuais processos de extradição.

O requerimento foi apresentado pelo senador Jorge Seif do PL. O bêbado. Aquele que bebeu bastante e fez live. E deu errado pra ele. Tem foco claro, né, no caso do Ramagem. Como se não bastasse um foragido em Orlando, o Brasil quase ganha então uma comitiva oficial pra transformar o caso em excursão diplomática com diárias pagas pelo contribuinte. Isso, porque quem paga essa palhaçada somos nós. Lógico. Sempre.

Esse episódio é cara do Brasil institucional em estado de confusão. Um ex-deputado condenado foge do país, é detido pela migração americana, solto em meio a um pedido de asilo e a resposta de parte do Senado é organizar uma missão oficial para acompanhar o caso.

É claro que todo brasileiro no exterior tem direito à assistência consular, isso não se discute, mas o problema aqui é o teatro político. Quando um caso individual envolvendo um condenado por golpe de Estado vira pretexto para a missão internacional com dinheiro público, a fronteira entre fiscalização e palanque fica muito, muito fina. E no caso Ramagem, a fronteira já foi atravessada tantas vezes que até Roraima ficou com ciúme. Ficou.

Apesar dessa aprovação aí na comissão, gente, essa missão ainda pode não sair do papel, tá? Os aliados do Davi Alcolumbre avaliam que o presidente do Senado tende a não pautar a viagem. Como a missão teria custos bancados pelo Senado, quer dizer, por nós, né?

carimbo do Senado, com passagens e diárias, ela depende de autorização da Casa do Senado. Então, nos bastidores, o argumento é que essa viagem envolve um caso individual, com forte repercussão jurídica e institucional, além de decisões do Supremo e de autoridades americanas. Autorizar essa missão seria um gesto político num tema sensível. Por isso, mesmo aprovado na comissão, esse requerimento pode ficar sem efeito prático.

Ao fim da semana, a situação de Ramage, então, continua indefinida. Ele está solto nos Estados Unidos, aguardando análise do pedido de asilo político. O Brasil tenta a extradição para que ele cumpra a pena de 16 anos e um mês e a Polícia Federal quer entender os motivos da soltura e reforçar as autoridades americanas à condição de foragido da justiça brasileira. Aliados, dois deputados tentam vender o caso como perseguição política.

Os governistas ironizam a prisão e defendem a deportação ou extradição e os Estados Unidos, por enquanto, viraram palco de mais uma briga brasileira sobre democracia, golpe e responsabilidade. Ai, gente. Preguiça, né? Muita preguiça. Mas não foi só isso, porque a semana também teve avanço na discussão sobre o fim da escala 6x1, que inclusive saiu agora há pouco que a CCJ vai votar na próxima semana nessa PEC.

Mas olha só, teve avanço nessa discussão porque o presidente da Câmara, Hugo Mota, marcou essa sessão, uma sessão nesta sexta-feira, hoje, é isso, para acelerar a tramitação da PEC que trata da redução da jornada de trabalho. Antes disso, ele se reuniu com um novo ministro das Relações Institucionais, o José Guimarães,

para tentar alinhar o texto com o governo. A Câmara quer priorizar a PEC, que já está em tramitação. O governo, por sua vez, enviou um projeto de lei com urgência constitucional, defendendo a redução para 40 horas semanais e escala 5x2. Nos bastidores, a avaliação é que há vontade política para provar alguma mudança, ainda neste semestre.

Mas a briga agora é sobre quem comanda o volante e quem aparece, obviamente, com o troféu na foto, que vai valer muito em ano de eleição. Quem não quer?

E o fim da escala 6x1 é uma pauta com apelo social real. Não é difícil entender o porquê. Milhões de brasileiros trabalham seis dias para descansar um, com pouco tempo para família, estudo, saúde, lazer, ou simplesmente para não desmontar no sofá, igual um eletrodoméstico queimado. Ao mesmo tempo, uma mudança desse tamanho não pode ser tratada como peça de campanha e nem como panfleto de rede social. Tem impacto forte na economia.

Tem que discutir transição, setor produtivo, pequenas empresas, serviços, comércio, que é o principal foco de trabalho seis por um que tem, custos, emprego, fiscalização. O trabalhador não pode ser usado como cenário de marketing do governo. E o empreendedor também não pode ser tratado como vilão automático de uma história que precisa de conta e não só de discurso, de slogan.

E o Gumota deu um recado direto lá ao Planalto. O governo pode enviar projeto com urgência, mas é o presidente da Câmara quem define como a matéria vai tramitar. E segundo ele, a tramitação será pela PEC.

O texto em discussão pode passar por mudanças, incluindo regras de transição em um formato mais próximo de 40 horas semanais, em vez das propostas mais ambiciosas de 36 horas. O setor produtivo reage com preocupação. A Confederação Nacional da Indústria estima que a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais poderia gerar perda de R$ 76,9 bilhões para a economia, com impactos em serviços e indústria e comércio.

Já o governo admite discutir transição, mas resiste à ideia de uma nova desoneração para compensar empresas. Ah, é porque a gente está super precisando de mais desoneração nesse país. Hoje a Folha de São Paulo traz um caso.

Porque a gente não sabe se de fato é um caso ou se mais gente já tentou e deu certo, mas a Folha traz esse caso do Gurumê, que é um restaurante japonês, bem conhecido no Rio, acho que tem até um aqui em São Paulo. E o dono do Gurumê diz que aplicou a escala 5x2

antes de ser lei, e que ele viu uma melhora na condição... Menos gente saindo do emprego, menos falta por problema de saúde, menos falta... Então, ele viu que teve um benefício para ele dar uma folga a mais para os seus funcionários. Se isso, de fato, é uma realidade que dá para ser aplicada...

A gente não sabe, o negócio é que tem que ter estudo. A coisa ser tocada, toque de caixa, só porque é ano de eleição, como o Gabriel disse. Teve quatro anos para isso. Exatamente, é que está errado. E aí a oposição, claro, também entra no debate. O deputado Nicolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, apresentou uma emenda para que o governo federal arque com eventuais custos às empresas pelo fim da escala 6x1. Aí, segundo Nicolas, a esquerda está tentando fazer o quê? Caridade com o chapéu dos outros.

e a mudança, se não for bem desenhada, pode gerar desemprego, informalidade e crise. De fato, tem que ser bem desenhado. O problema não é necessariamente a mudança, essa mudança ser estudada. A emenda não deixou claro, até a publicação das reportagens...

Como esse ressarcimento vai funcionar. Do outro lado, o governo está tratando o fim da escala 6x1 como uma pauta prioritária, uma pauta de forte apelo eleitoral. E aí, em ano de eleição, gente, todo mundo descobre que o trabalhador existe, que as pautas são importantes. Alguns descobrem pelo direito, outros descobrem pelo voto. É uma coisa impressionante.

A discussão boa... Nossa, gente. Não, está ficando entupido. Vai dar certo. Alguém tem uma pastinha? Eu tenho. A discussão boa é essa. Como reduzir uma jornada pesada sem produzir desemprego, informalidade ou uma conta impagável para quem emprega? E a gente não está falando aqui de dono de frigorífico, tá? A moça que tem um salão de beleza no bairro, o seu Joaquim que tem aqui... No bar. No bar. Porque 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자 자

A discussão ruim é a que transforma tudo em caricatura. De um lado, como se todo empresário fosse um barão do século XIX, com charuto e chicote na mão. E do outro, como se todo trabalhador que pede mais descanso fosse um vagabundo, preguiçoso, subversivo, tentando destruir o PIB. Nada disso é verdade. O país precisa sair dessa infantilidade.

O fim da escala 6x1 pode ser um avanço civilizatório, mas só se for construído com responsabilidade, porque direito social mal desenhado vira frustração e resistência econômica cega vira cinismo. Então, entre a propaganda e o apocalipse, tem uma coisa aí no meio chamada política pública. Talvez seria o caso de testar em Brasília.

O próximo passo deve ser a análise da admissibilidade da PEC na Comissão de Constituição e Justiça. Se o texto avançar, o Gumota deve criar uma comissão especial para discutir o mérito, ouvir sindicatos, empregadores, confederações técnicos e parlamentares. Depois, a proposta precisará ser votada em dois turnos no plenário da Câmara, com pelo menos 342 votos, e seguir para o Senado.

Mota diz que quer votar a matéria ainda neste primeiro semestre e nega que a escolha da PEC seja uma forma de procrastinar. Até lá, a pauta vai seguir entre o descanso do trabalhador, a conta das empresas e a disputa para saber quem vai tentar vender o fim da escala 6x1 como presente de campanha.

E aí tem essa atualização que saiu agora, né? Que vai voltar na semana que vem na CCJ, essa PEC. Vamos ver a evolução disso até o meio do ano. Deixa eu só dar uma sugestão aqui que está no nosso chat, ou mostro do áudio. Mostro do áudio, está ouvindo? Da Dilma, né? Isso.

Ai, vocês são muito rápidos e eficientes. Você tá? Ainda a gente tá voltando? Com certeza. Tô indo aqui, ó, com milho ainda pra fazer alguma coisa. Vocês já estão voltando com o bolo pronto? Eu vi um bolo entrando aqui, mas só que não quis dizer nenhum direto. Então, ele tá... É que vai ser muito complexo de ser comido por aí. Ele tá muito recheado. Inclusive, obrigado, Thiago Nunes. Hoje está muito caprichado, mas...

Tá, fica para uma próxima. Não, fica para depois do programa. Isso, para o próximo momento. Vamos falar de assuntos internacionais rapidinho, porque, gente, a Argentina de Javier Milley chegou a um novo acordo com o FMI no valor de 1 bilhão de dólares.

Uau! É, esse aporte faz parte do programa de 20 bilhões firmado no ano passado, só que ainda depende de aprovação final do Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional. O FMI destacou que as reformas econômicas do governo de Milley ganharam força nos últimos meses.

E apontou o maior apoio político à agenda do presidente. Foram citadas também melhorias nas políticas monetária e cambial argentinas, que ajudaram aí nesse acúmulo de reservas internacionais. O acordo atual, gente, esse de agora, é o Acordo 23.

entre a Argentina e o FMI e tem como objetivo reestruturar as dívidas anteriores e retomar o acesso da Argentina aos mercados internacionais. O Banco Central argentino já comprou mais de 5 bilhões e meio de dólares só em 2026 como parte do esforço para reforçar as reservas o que é bastante impressionante. A Argentina está comprando dólar?

É que eles tiraram do colchão, lembra? Impressionante. É antigo. E o FMI também destacou avanços em medidas como flexibilização do mercado de trabalho e incentivo a investimentos. Esse acordo está acontecendo em meio a avanços políticos do governo, em eleições legislativas e é um cenário global desafiador, o que também acaba sendo ponto para ele. O fundo reduziu a projeção de crescimento da Argentina para 3,5% esse ano.

Pô, 3,5%? A gente não consegue. Nós não estamos conseguindo isso. Um positivo. E estimam uma inflação em torno de 30,4%. Aí também a gente não está conseguindo isso. Aí também já não está ruim. O governo argentino afirma que o acordo ajuda a consolidar a estabilidade econômica e a fortalecer a recuperação do país.

E as eleições presidenciais no Peru seguem, sim, seguem ainda, em apuração, depois de problemas logísticos que aconteceram no dia da votação. A candidata Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori, lidera a contagem preliminar com cerca de 17% dos votos há cinco dias já.

17%. Imagina tu ficar 5 dias no mesmo índice de voto. Mas vocês viram o tamanho da cédula? De votação? O tamanho do peru? O peru é imenso. O peru é imenso e, ao que tudo indica, Keiko Fujimori vai conduzir muito bem o peru. Que medo, hein? Dizem que ela vai conduzir o peru nesse segundo turno. Vai dar uma guinada à direita. Opa! Depois de uma guinada à esquerda, agora o peru vai para a direita. Maravilha. Mas o peru vai Fujimori?

A disputa pela segunda vaga está acirrada entre o candidato de esquerda, Roberto Sanches, e o ultradireitista Rafael López Aliaga. Se ele é ultradireitista, o que sobra para Keiko Fujimori? Com mais de 90% das urnas apuradas, os dois aparecem ainda tecnicamente empatados. Após ser ultrapassado na contagem, López Aliaga passou a pedir anulação.

da eleição, citando atrasos na votação de cerca de 60 mil eleitores em Lima. Seu oponente, Sancho, ganhou força com a contagem dos votos rurais ao longo dos últimos dias e defendeu a legitimidade do processo eleitoral, alertando para possíveis mobilizações em caso de contestação sem prova.

Missões de observação internacional e órgãos locais descartaram fraude. Isso já aconteceu na Venezuela também, mas vamos lá. Mesmo com os problemas de organização e atraso na votação. O resultado final ainda depende da contagem de votos do exterior e regiões mais afastadas. Agora que a gente está falando do Peru, que não é assim lá muito grande.

Mas aí depende do parâmetro de cada um. Depende do que você está comparando. Devemos dar no 18 da semana que vem, mas está tendo competição de tamanho de peru lá em Salvador. Opa! Gente, eu engasquei comigo mesmo. Olha só. Ainda bem que não foi com o peru. Enquanto isso, a disputa segue marcada por tensão política e questionamento sobre o processo eleitoral.

Assim como toda eleição ultimamente realizada aqui na gloriosa América Latina. Olha só a imagem do tamanho da cédula. Caracas, parece a NEM. Eram 35 candidatos. Olha lá. A presidência. A presidência. Só. Para a presidência, há 35 opções.

Não dá essa ideia, que aqui no Brasil já já acontece. Então é mais rápido, que é só 99 Machado de Assis. Então tem pelo menos 35 partidos, é isso? Mas aqui nós temos também. É por isso que eu estou falando. Só que aqui só não pode ter candidatura. Mas é que o Peru não é tão grande como o nosso.

Mas aí vai conforme. É que aqui a gente tem um pau, Brasil. Vai conforme. E falando em eleições, mas dessa vez lá na Europa, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, admitiu sua derrota nas eleições depois de ter passado 16 anos no poder. Vocês não acharam estranho ele só entregar assim, sem reclamar de nada? Ah, não. Achei ele muito respeitando a democracia, me pegou muito isso.

Sem reclamar, sem dizer que teve fraude. Deu preguicinha? Deu desidete? Como é que é o nome? Desídia. Deu desídia? O resultado veio completo com o recorde de participação superior a 77% dos eleitores. A oposição liderada por Peter Maguiar saiu vitoriosa com ampla vantagem na apuração.

O partido Tsar garantiu maioria expressiva no parlamento, com uma projeção indicando mais de dois terços das cadeiras, o que permite mudanças constitucionais. Orbán reconheceu a derrota e afirmou que passará a atuar na oposição. O autocomparecimento foi apontado como fator decisivo para o resultado e o fim da eleição marca um novo ciclo político na Hungria. Durante seu governo, Orbán implementou um modelo chamado de democracia iliberal.

O novo governo poderá rever medidas adotadas nos últimos anos. O resultado também tem impacto no cenário político europeu, especialmente em temas como relações internacionais e segurança regional. A transição de poder deve acontecer pelos próximos meses, encerrando um dos governos mais longos da Europa recentemente. Bolsonaro deve ter ficado chateado. Chate, né? É, total. Vamos ao nosso como vota, deputado? Sim. Que sabor. Vai.

Ai, ai. Temos hoje um belo projeto de lei. Projeto de lei número 3.214 de 2023 do senador Espiridião Amin, do PP de Santa Catarina, que é recolocar nomes de Estado e Município nas placas dos carros. Gosto. Além da bandeira de cada Estado.

Ah, precisa ter uma bandeirinha também? A bandeirinha do Estado também tem que ter. Entendi. Porque senão não tem graça. A justificativa é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito a identificar com facilidade a origem de um veículo em caso de infrações, roubo, furto, enfim. Faz sentido. A iniciativa também vai resgatar, de acordo com eles, tá? O significado cultural e identitário das placas.

significado identitário das placas. A pauta identitária. Uma placa gaúcha, uma placa carioca, enfim. É difícil. Então, reforçando aí, com esse resgate da questão identitária da placa do teu automóvel, isso reforçaria o senso de pertencimento à região e o orgulho local para a placa do carro.

facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos de fora. E tipo, olha um carioca! Pra incentivar isso. Olha, um paraibano! Quem que vai pagar isso? Então, essa é a pergunta. Se eu não tiver gastar dinheiro, eu sou a favor.

Se o Espirito de João pagar, a troca... Imagina, o Detran do Rio já está em festa. Agora o Detran vem. Detran do Rio já está aqui fabricando placa. Quem está em festa é o fabricante. Esse fabricante de placa aí, eu acho que é a pessoa que faz o lobby para mudar. Cada 10 anos vamos mudar a placa. Junto com a fábrica de tomada. Tomada. Junta a galera da placa com a galera da tomada. Mas isso aqui é para o teu presidente.

Não fala baixo. Do nada. Acordou. Opa, três pinos. Picotou, picotou. Não te ouvi muito bem. Inferno de tomada. Não, era para obedecer parâmetros internacionais, Gabriel. Isso, isso. E todo brasileiro... Sabe qual é o parâmetro internacional da nossa tomada? Só a gente tem essa tomada. Quando você viaja, tem que comprar um adaptador universal.

Essa é a universalização das tomadas. E é no dia que você chega cansado, sem bateria e procurando um adaptador. Eu devo ter uns oito em casa, porque cada vez que eu viajo, óbvio que eu não vou lembrar de um bar, vou pegar o adaptador. Não. Exatamente. Não basta 110, 320. Em março eu paguei 50 dólares num adaptador de tomada, qual é o do Lula.

Sobre esse projeto do Espiritinho, o meu ponto é o seguinte. Eu não queria que trocasse antes. Era bonitinho as plaquinhas que eu gostaria, mas já trocou. É padrão Mercosul, gente. Sou contra. Manu, peraí. A Manu votou contra. Eu votei contra porque eu vou gastar dinheiro. A gente já se acostumou. Que coisa chata.

Eu sou qualquer coisa. Sai apertando vários botões aí. É. Cecília, você votou como? Eu votei contra, porque eu vou gastar dinheiro. Gabriel votou a favor, Manu votou contra. Você votou a favor? Não, Gabriel votou contra. Não, mas se você não gastar dinheiro. Mas não, esse é o caso, né? Nunca é o caso. Nada no Brasil a gente não gasta dinheiro. Exatamente. Até quando a gente não quer gastar dinheiro, a gente gasta dinheiro. Mas é que vocês duas têm uma concepção diferenciada também, né? Do quê? É.

Ah, não. O nosso Detran é muito especial. Então, mas eu acho engraçado. Sempre que vocês falam no Detran assim como uma grande instituição corrupta, podre, que todo mundo sabe. Aqui a gente não tem essa leitura do Detran. Não, não. Imagina. Só de ser obrigado a ir no lugar pra fazer qualquer coisa. Não, isso já é muito irritante. É uma coisa inacreditável. Porém, Geraldo Alckmin, responsável aí pelo Poupa Tempo, que ajuda muito a gente aqui. Nossa, gente. Eu preciso muito, aliás, ir no Poupa Tempo. Nossa Senhora.

É bom. Até a Ana Maria foi. Exato. É verdade. Não colocamos do que pinha primeiro. A Ana Maria Braga esteve no Poupa Tempo. Vocês incentivam muito esse nosso público. Estava bem equilibrado. Vocês três votaram contra. Já temos 52% de contra. Mentira! Então vamos prestar atenção em várias coisas importantes aqui pra nação. Já que vocês escutam a gente.

Não, tô brincando. Não, o nosso público escuta. Agora o país, né? Precisa escutar. Eu vou encerrar aqui. Então, o projeto do Espiridião, infelizmente, é deputado ou senador, né? Senador. Aliás, ele vai conseguir se candidatar ou não? Vai. Vai? Vai? Já me choca ele ter a viva esse homem? Não, ele não pediu autorização. Não, porque o PL tava se batando. Mas ele é PP. Não, mas não faz parte de federação, coligação e etc? Ah, foda-se o cara. Perdão.

Isso exploda. Exploda-se o Carlos. É isso que o Esperidial Amin falou. Isso seria Gabriel numa reunião de pauta. Perdão, mas eu não faço isso. Não, jamais. Projeto reprovado com 52% dos nossos deputados aqui votaram contra. Você ficou triste, Al. 39% a favor, 9% de abstenção.

Não, ia ser bonitinho, de fato. Mas aí, olha como é que não só o Detran do Rio é importante, olha como outra instituição também é. Jéssica dos Santos afirma tem que tirar a letra porque ficou ruim de jogar no bicho. Ah, é verdade. Complica muito, gente. É muita letra e número. E outra coisa, tinha que ser proibido ter I no meio. Ah, é? É verdade. Eu confesso, eu não consigo entender. Eu ainda não peguei. Desde que mudou, nunca mais decorei uma placa.

Não, eu decorei a minha já, mas é estranho. Eu só sei os três finais da Cecília. É 11? É. Ah. Corte rápido. Entendi. E a paca? Vamos falar mãe é mãe. Paca é paca. Mulher não é paca. Paca!

A paca da Janja continua servindo polêmica como acompanhamento do prato principal, meus caros. Como comentado no River News da semana passada, Janja precisou informar que a paca veio de um... A paca que ela cozinhou ali na Páscoa. No outro de domingo. Ah, paca da Páscoa.

veio de um produtor autorizado pelo Ibama, depois que a origem legal do produto passou a ser ali um dos principais pontos do debate, em torno do prato escolhido para a Páscoa. Viria a ser identificado este produtor como Emílio Odebrecht. Uau! Sim! Aquele empresário, velho conhecido do Lula, também auto-intitulado um dos maiores produtores de paca do Brasil. Mas o que é isso?

Segundo informações, Emílio costuma presentear o presidente com a carne em algumas ocasiões. Não foi só na Páscoa. Esse caso ganhou repercussão principalmente por envolver um animal silvestre, cuja comercialização é permitida apenas sob regulamentação específica. E agora, mais ainda, depois da gente conhecer a sua origem. O Palácio não chegou a comentar o caso oficialmente. Janja, a segunda que tu tá devendo, hein? A paca do Emílio e choquei. Estamos esperando.

fica ansiosa, tá preocupada com a democracia. E saindo de paca pro INSS, o presidente Lula demitiu Gilberto Waller da presidência do INSS depois de 11 meses no cargo. No lugar dele, foi nomeada Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira do órgão desde 2003. Grande Ana. A troca aconteceu em meio ao aumento da fila de pedidos de benefício que atingiu mais de 3 milhões de pessoas no início do ano.

É que teve um probleminha envolvendo o INSS. Problemaços. A nova presidente assume com a missão de acelerar a análise dos processos e reduzir o tempo de espera de 146 anos para 12. Mentira. O governo destaca que a mudança busca melhorar a gestão e simplificar procedimentos internos.

Ana Cristina tem experiência na área previdenciária e já presidiu o Conselho de Recursos da Previdência Social. Durante a sua gestão do Conselho, teve ampliação na capacidade de análise de processos. Boa, competente. A substituição também acontece depois de desgastes internos na gestão anterior.

Incluindo episódios de desalinhamento com o Ministério da Previdência. Ah, um desalinhamento. Gente, acontece. Chacras. O governo afirma que a prioridade agora é reduzir a fila e melhorar o atendimento aos segurados. Com certeza. Coisa de quanto tempo? Quantas décadas? 143 anos, aproximadamente. Sem esquecer, claro, que até mês passado estava rolando a CPI do INSS com todas as pedras no sapato do governo.

Pequenos detalhes, gente, da vida cotidiana. E uma boa notícia é que o governo apresentou a proposta do orçamento para 2027 com previsão de contas no azul. A meta é ter o superávit de 0,5% do PIB, ou seja, arrecadar mais do que gastar sem contar os juros da dívida.

Na prática, o resultado total previsto é de cerca de 73 bilhões de reais, mas desse valor, cerca de 65 bilhões ficam fora da meta por regras específicas. Com isso, o superávit real seria de aproximadamente 8 bilhões de reais. O governo não prevê novos aumentos de impostos, nem grandes cortes de gastos. Também foram criados limites para segurar o crescimento das despesas, principalmente com salários e benefícios.

Mesmo assim, os gastos obrigatórios como Previdência continuam altos. A dívida pública deve subir para 83,6% do PIB em 2026 e continuar crescendo até o fim da década. O plano funciona como um guia para o orçamento e ainda será detalhado e votado pelo Congresso. Vai ter superávit, sim. Vai, Gabriel, é você.

E falando em dinheiro e governo, a taxa das blusinhas voltou a ser discutida em meio ao cenário pré-eleitoral, a medida taxa compras internacionais de até 50 dólares que antes eram isentas no Brasil. Nos primeiros três meses de 2026, a arrecadação com esse imposto chegou a 1,28 bilhões, bilhão no caso de reais, representando um crescimento de 21,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Enquanto a área política do governo passa a defender a revogação da taxa, ministérios como Fazenda e Desenvolvimento são contrários ao fim da cobrança. Essa taxação foi aprovada em 2024, depois de um debate no Congresso e pressão da indústria nacional, a LOFIESP, que alegava desigualdade na concorrência com produtos importados, principalmente os asiáticos. O tema ganha força novamente com a proximidade das eleições e o impacto direto no consumo.

Setores industriais defendem a manutenção da taxa para proteger empregos e produção local. Mas nada aconteceu, feijoada! É, já a parte do governo avalia o impacto da medida na popularidade e no custo para o consumidor. Mas, Bluziners, calma. Calma, porque até o momento não tem decisão final sobre a manutenção ou revogação do imposto, então calma. Mas na entrevista o Lula disse que nunca concordou com essa taxa. É.

Interessante, né? Ele como presidente nunca concordou. A Janja defendia o Rôsio. E terminando esse lindo bloco do governo para cima, do jeito que a gente gosta, vamos fazer um apelo direto para que Sidonio tome as rédeas novamente da comunicação presidencial.

Não vai dar. Porque durante uma entrevista, o Lula elogiou o desempenho de estudantes do Ceará, aprovados no ITA, Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Poderia ter parado por aí, mas ele estava soltinho e resolveu fazer uma brincadeira depois de declarar que 40% de todos os alunos que entram no ITA são cearenses. Até aí, gente, tudo bem. Só que na sequência ele completou dizendo que...

Não é só a cabeça que é grande, não. É inteligência. Ao destacar a qualidade dos estudantes e características físicas, pelo visto. E a parte que ele falou das mulheres? Tu não trouxe pra gente? Eu não vi onde tava. Ih, minha filha. Me botaram na pauta. Ele falou que mulher tem que ficar em casa trabalhando. Basicamente foi isso? É isso? Correto.

também acho. Falando a seu favor, né? É, claro. Gostaria de ficar em casa à toa. Você podia acreditar aqui ou tá em casa à toa? Assistindo o Riva News, que coisa maravilhosa. Exatamente. Você sentado aqui com o Vidal apresentando. Deixa eu só ver aqui. Só no Café das Velhas? Ah, não. Ó.

Parece que ontem fizeram uma verificação para dizer que a fala foi tirada de contexto. Com certeza foi. Que não foi isso. Que pegaram a fala, ele não defendeu que mulheres permaneçam em casa.

Ele estava falando sobre a dificuldade... Que bem casas para as mulheres que permaneçam trabalhando. Não, tem um negócio aqui... Entendi. Eu não sei, mas só que parece que não. Então, se você viu esta fala e achou que a gente não deu... É deslize. Não, mas parece que realmente foi tirado de contexto. Não botaram uma parte antes ou depois. Mas só que agora, agora ele acabou de falar que tem que regular tudo que é digital.

Para que a gente dê soberania ao nosso país e não permita, inclusive, intromissão de fora. E cadê a Magalu do governo? Não ia ter uma IA? A Magalu, não sei. É a Lu. Não tinha um nome assim? É Lu do Magalu. É isso. Ai, minha nossa senhora. Não, e você tá pensando naquela... A Manu é muito velha, cara. Eu não aguento. A Manu é muito velha. Você tá pensando, sabe o que é isso?

Ela tá pensando na Eva Byte. Com certeza. Com certeza. Com certeza. Na hora que ela visualiza aqui, ó, Magalu, ela tá pensando na Eva Byte. Eva Byte, pra você que nasceu.

Depois de 2000... É, era a... Apresentadora digital do Fantástico. Exatamente, quando nem se falava. Era a cara da Glorinha Vandique. Era a... Era mesmo. Era a cara da Glorinha Vandique. Inclusive, Glorinha Vandique nada mais é do que a Vabate que encontrou a fada azul e pediu pra ver a menina de verdade. Corte rápido pra eles não tem, né? Só pra mim, né?

chega! Nesse momento tá divertido. Chega desse programa. O que eu falo é uma bosta. É uma coisa impressionante. É foda no cu de creusa. O Gabriel Novaes mandou R$ 27,90 para dizer destaque atrasado ao prefeito do Rio de Janeiro que lascou a galera de scooter elétrica e nem o Detran concordou com ele. É porque alguém não tava ganhando alguma coisa. Oi? Desculpa. Mas qual que é a história?

Eu acho que devem ter proibido Emplacar a moto elétrica E o Detran disse que não cabia na Constituição De repente Depois da morte do pessoal lá na Tijuca Isso

Ai, ai. Vamos falar de eleições, porque a semana eleitoral começou com a direita fazendo aquilo que a política brasileira de 2026 aprendeu a fazer muito bem, transformar bastidor em trend. Romeu Zema e Flávio Bolsonaro gravaram em Porto Alegre um vídeo curto com aquela brincadeira do será? Ah, não!

Que passou dos 13 milhões de visualizações e reacendeu a especulação sobre uma possível chapa aí entre os dois. Os dois são pré-candidatos neste momento. A presidência da república, Zema pelo Novo e Flávio pelo PL. Zema vinha negando a possibilidade de serviço do Flávio e nas entrevistas passou a devolver a pergunta dizendo que poderia ser ele a convidar Flávio para ver. E aí o videozinho ficou assim. Vamos ver.

Pessoal, estou aqui com o Flávio fazendo o convite para ele ser meu vice. O que vocês acham? Será? Pai! Como é que está essa votação lá no STF, hein? Para condenar ele? Temos atualizações? Ainda não é para condenar. Ah, é investigação ainda. Ai, ai. O vídeo importa.

Esse é o irmão, diz ele. É verdade. O processo é o do Eduardo. Não, é porque tem o intéril do Flávio. É, de deixar inelegível também. É, eu sei que tem negócio que eu vi no Twitter, vi no choquei que ia ter um negócio. Não, a gente falou nesse programa. Mas é isso. Vi no choquei. Esse vídeo...

Importa menos pelo conteúdo e mais pelo sintoma, né? A direita ainda tem candidaturas em disputa, mas o centro de gravidade do campo conservador hoje passa todo pelo sobrenome Bolsonaro. Que destreza. O Zema pode até dizer que é candidato a presidente.

Pode negar que aceita ser vice, pode inverter a piada, convidar o Flávio para ir na sua chapa, mas o fato político é que a aproximação dos dois foi tratada como evento nacional, porque todo mundo sabe que a eleição de 2026 ainda está sendo organizada ao redor de duas forças. O lulismo, com a máquina e a memória de governo, e o bolsonarismo, com a herança emocional do pai ineligível em prisão domiciliar.

O resto ainda tenta descobrir se entra como protagonista, como coadjuvante ou figurante com bom engajamento nessa história toda. O encontro de Zema e Flávio aconteceu em Porto Alegre durante a passagem dos dois pelo Rio Grande do Sul. Zema participou do Fórum da Liberdade na quinta-feira e Flávio participou do mesmo evento na sexta e no sábado. Esteve no lançamento de Luciano Zuc como pré-candidato do PL ao governo do Estado.

A articulação do encontro passou por Marcel Van Raten, do Novo, e por Rogério Marim, coordenador da campanha de Flávio. Nos bastidores segue a conversa sobre vices, mas sem definição. Sema voltou a dizer que não pretende deixar a cabeça de chapa para ser vice. Por enquanto, a direita tem um vídeo...

Tem vídeo, tem sinalização e tem muito... Será? Será? Será? Definição mesmo que é bom? Vamos fazer um negócio com o trend? Uma semana. Não faça. Uma semana. Acabou, passou, a semana não dá mais pra fazer. Não faz. E eu tô me traindo aqui, porque daí a Rebeca vai começar a pedir trend imediato. Um trend de 1970. Não, e na hora. E eu vou dizer, não, a gente grava depois. Não, não, você falou que só pode uma semana. Essa semana. Aproveita, Rebeca, guarda essa informação.

E aí, na terça-feira, a gente teve outra novidade entrando aí no cardápio eleitoral, porque o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, renasceu das cinzas e convidou a Ciro Gomes para disputar a presidência da República pelo partido.

Ciro, que se filiou ao PSDB em outubro do ano passado, vinha sendo tratado como pré-candidato ao governo do Ceará, onde ele lidera as pesquisas locais. Aí depois de uma reunião ali com a Aécio, ele disse ter recebido o convite com honra, surpresa e alegria, mas disse que precisa avaliar essa ideia com a sua comunidade política e com o Ceará.

Se o Ciro aceitar, vai ser a quinta tentativa dele de chegar ao Palácio do Planalto. Será? É, Ciro. Spoiler. Não vai aceitar. Ah. Tô cansado, seu floriano. Tô cansado.

O convite ao Ciro mostra uma coisa simples, o chamado Centro Democrático continua lá, procurando um corpo, uma voz e alguns pontos percentuais em pesquisas eleitorais. O PSDB, que já foi um dos eixos da política brasileira e hoje é puro pó, tenta reentrar na disputa nacional pela porta de um candidato que passou os últimos anos em disputa contra o status quo.

Ciro tem um repertório, tem linguagem econômica, tem memória eleitoral e tem um diagnóstico duro sobre endividamento, crédito, empobrecimento. Mas também tem alta rejeição, tem histórico de isolamento e uma dificuldade importante de transformar brilho retórico em coalizão. É um candidato que sempre parece ter teses e propostas muito mais interessantes do que a sua viabilidade nacional. Saúde. Pra encerrar com chave de ouro.

Ao falar com jornalistas, Ciro criticou o cenário econômico e lembrou o aumento do endividamento das famílias. Disse que milhões de brasileiros estão com o nome sujo e que é um colapso de crédito que impede o país de crescer. Estou adoecendo, Vitória. Sinto muito.

Talvez você tenha que levar essa gravidez sozinha. Ai, meu Deus. Gripe masculina. Eu estava achando que não era, mas agora é. Mas eu já tinha anotado alguns minutos. Não, mas eu achei que era só da comida. Meu bem, se você precisar de dois meses de recesso, a gente consegue. Mas olha só, como é que a comida ia te deixar fanho? Por causa do nariz, respiração.

Também Ciro tentou se posicionar contra a polarização entre Lula e Bolsonaro, afirmando que o Brasil é maior do que a soma dos dois campos. Ciro ainda comentou o caso Banco Master e a CPI do crime organizado, dizendo que a combinação de crise econômica, corrupção e suspeitas envolvendo figuras altas da República explode no imaginário popular como descrença na democracia. Ou seja, Ciro recebeu o convite do PSDB e já entregou um discurso pronto para a campanha.

Bota combinar com eleitor, com PSDB, com Ceará e possivelmente com o próprio Cid. Ah, essa quis fazer um barulhinho, né? Levantar a poeira. Voltar para as páginas. Aí isso foi terça, né? Na quarta-feira, a nova pesquisa de NL Quest entregou...

Ao Planalto, um recado que já não dá mais para tratar como oscilação de humor passageira, não. O Lula aparece na liderança isolada do primeiro turno, com 37% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro vem em seguida com 32%. Ronaldo Caiado...

6%. Romeu Zema, 3%. Augusto Cury, sim, o best-seller. E Renan Santos, 2% cada. Cabo Daciolo e Samara Martins, 1% cada. E Aldo Rebelo aparece com 0%.

Ainda 5% Mesmo prometendo abrir os arquivos da área 51 brasileira Poxa vida Ainda 5% de indecisos e 11% de brancos nulos ou eleitores que dizem que não vão votar. Gente, essa abstenção é a coisa que eu mais estou curiosa nessa eleição

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 9 e 13 de abril, com aquela margem de erro que a gente conhece de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O Lula lidera o primeiro turno, mas o problema do governo está no caminho até o fim do segundo turno. Por quê? Porque o dado político é qual?

O dado político mais importante não é que Lula lidera o primeiro turno. Isso ainda mostra força, não é pouca. O dado mais incômodo é que no cenário de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece no empate técnico com o senador, mas atrasa numericamente pela primeira vez na série da Quest. Flávio tem 42% e Lula tem 40%.

Empate técnico, 2% para cima e 2% para baixo. Em março, os dois estavam empatados em 41%. Em fevereiro, Lula tinha 43% e Flávio 38%. Ou seja, a curva não está parada. Ela está andando e está andando na direção mais desconfortável para o Planalto.

Pesquisa não é profecia, mas também não é um enfeite de PowerPoint. Quando vários levantamentos começam a apontar o mesmo movimento, a campanha que finge que não viu normalmente acorda tarde de mau humor e com a geladeira vazia.

Nos outros cenários de segundo turno, testados pela Quest, Lula aparece à frente dos adversários. Contra Romeu Zema, Lula tem 43%, Zema 36%. Contra Ronaldo Caiado, Lula tem 43%, Caiado 35%. Contra Renan Santos, Lula tem 44%, Renan 24%. Contra Augusto Cury, testado pela primeira vez, Lula tem 44% e Cury 23%.

Na pesquisa espontânea, quando não há lista de candidatos, Lula aparece com 19%, Flávio com 13% e Jair Bolsonaro, mesmo inelegível, com 1%. Esses números mostram que Lula continua sendo o principal nome da disputa, mas também mostram que Flávio deixou de ser apenas um herdeiro em teste. Ele virou o adversário mais competitivo no cenário atual. Olha o passarinho cantando, que coisa bonita. Olha só.

E a mesma pesquisa, General Quest, mostrou que 52% dos brasileiros desaprovam o governo Lula, enquanto 43% aprovam. General Quest veio boa para o Lula. Veio bem bacana. É a maior desaprovação desde julho de 2025. Na avaliação geral, 42% consideram o governo negativo, 26% regular e 31% positivo.

O recado mais duro para o Planalto, no entanto, está na economia percebida pelo eleitor. Em dezembro, 38% diziam que a economia tinha piorado. Agora são 50%. Entre eleitores que ganham de 2 a 5 salários mínimos, a percepção de piora subiu de 41% para 53%.

E a sensação de aumento no preço dos alimentos saltou de 57% para 72%. Então, assim, não é um detalhe, né? É um supermercado entrando na cabine de votação. E aí, como Deus é bom o tempo todo, olha que curioso. Estou aqui vendo o Twitter e aí, há 12 minutos, o Alckmin acabou de postar um vídeo. O Alckmin, que neste momento, é o presidente em exercício aqui no Brasil, porque o Lula está viajando, né?

Aí ele postou um videozinho, sextou parando o trânsito de patinetes na Faria Lima, falando que o dólar baixou de 5 reais, o menor valor em não sei quanto tempo. A previsão do FMI para o Brasil subiu para não sei quanto. O desemprego está em 5,8%, um dos menores níveis da história. Aí ele fala.

É isso mesmo, é de parar o trânsito de patinetes na Faria Lima. Ele tá engraçado. Ele tá tentando dizer que a economia tá assim, ó. Gente, só pra dizer rapidinho aqui, o dólar tá caindo muito mais, assim, por conta do contexto internacional mesmo, não tem muito a ver com o Lula não, tá? É só um toque, só pra gente esclarecer as coisas.

O problema do governo nesse momento então parece estar menos no marqueteiro e mais no carrinho de compras da população. O eleitor não vota com planilha do Ministério da Fazenda com indicador de PIB na mão. Nem vídeo do Alckmin. Ele vota...

Isso é horrível e é verdade. Não é, mas é um fato. Ele vota com a memória da fatura do cartão, da conta do mercado, do preço da picanha, da dívida no cartão e da sensação de que o dinheiro acaba antes do fim do mês. Lula ainda tem tamanho, tem muita história, tem base social, tem a máquina pública e tem capacidade de recuperação ao longo da campanha. Mas, presidente, o exercício não disputa só contra o adversário.

Disputa contra a vida, como ela é sentida pelos seus eleitores. E agora a vida está cara, está endividada, está irritada. Então no fim a Quest não mostra só a disputa apertada. Mostra também um país que olha para a política com raiva e para a geladeira com certa desconfiança.

Interlocutores de Lula avaliam que o governo precisa mudar o mau humor dos eleitores sobre a economia. A aposta do Planalto é tentar reverter esse quadro com ações voltadas à população de renda mais baixa. Entre as medidas esperadas está um programa de refinanciamento de dívidas para famílias com débitos em atraso ou renda comprometida. Lula também pediu mudanças na chamada taxa das brusinhas, como a gente disse anteriormente, medida rejeitada por parte dos consumidores e que virou símbolo de irritação popular.

O governo ainda aposta na expectativa futura. 40% dos entrevistados acham que a economia vai melhorar. Mas até essa melhora chegar, o eleitor continua fazendo conta. E conta em ano eleitoral costuma ser mais eficiente do que...

Bom, especialistas ouvidos ao longo da semana apontam alguns fatores para o avanço do Flávio Bolsonaro nas pesquisas. O primeiro é a transferência do capital político do pai dele, do Jair Bolsonaro. Com ex-presidente inelegível e em prisão domiciliar, o Flávio foi escolhido como nome da família para a disputa presidencial. E isso ajudou a unificar boa parte do eleitorado bolsonarista e também a reduzir o espaço para outras candidaturas da direita.

O Tarcísio de Freitas, o nome preferido dos setores do Central e da Faria Lima, ficou fora da disputa. O Ratinho Júnior, que chegou a marcar 8% na Quest de fevereiro, decidiu permanecer no governo do Paraná. Então, com menos dispersão de votos, o Flávio acabou crescendo. Flávio Bolsonaro é, ao mesmo tempo, uma solução e um problema para a direita.

É a solução porque herda o eleitorado do pai, organiza o campo bolsonarista e mantém viva a identidade política que a direita radical construiu desde 2018. Mas é problema porque também carrega o sobrenome, a rejeição, a memória dos conflitos e a imagem de radicalismo que é associada à família. Hoje ele avança não só entre bolsonaristas, mas também entre eleitores independentes.

Na quest entre quem não se identifica com o lulismo nem com o bolsonarismo, Flávio subiu de 21% em janeiro para 33%. Lula, nesse mesmo grupo, caiu de 37% para 26%. Esse é o dado que mais deveria preocupar o Planalto. Não é só o bolsonarismo ficando unido, é o centro também ficando irritado, começando a procurar uma saída.

Mais comedores de paca, calma! Flávio também tem seus desafios. Ele é menos conhecido do que Lula e ainda está se apresentando parte ali do eleitorado. Segundo análises sobre pesquisas recentes, Lula é conhecido por praticamente todos os eleitores, enquanto Flávio ainda tem uma fatia importante de pessoas que o conhecem apenas de ouvir falar. Há também o desafio de se descolar da imagem mais radical associada à família Bolsonaro.

Do lado de Lula, o desafio é enfrentar o cansaço com a figura do presidente, que tentará um quarto mandato de avaliação negativa da economia. Ah, mas não cansa também esse homem? Não, vamos eleger pela última vez. A eleição, portanto, não está resolvida para nenhum dos lados. É uma disputa entre herança, rejeição, máquina, memória e preço do feijão.

E aí, gente, olhando para PT, na quinta-feira, a eleição no Rio Grande do Sul também teve uma virada bem importante, porque o Edgar Preto, do PT, anunciou que vai ser pré-candidato a vice-governador na chapa da Juliana Brizola, do PDT. Essa decisão foi tomada a pedido do presidente Lula e do presidente nacional do PT, o Edinho Silva. É a primeira vez na história...

que o PT vai ficar sem candidatura própria ao governo do Rio Grande do Sul. O Preto disse que aceitou a tarefa para contribuir com a densidade política da chapa, garantir alinhamento programático e construir um palanque forte para Lula no Estado.

Em tradução eleitoral, a prioridade nacional passou por cima do plano local. Assim, definitivamente. E a decisão do PT Gaúcho mostra como 2026 está sendo organizado realmente de cima para baixo. O partido tinha o Edgar Preto como nome natural para disputar o Piratini, com capital eleitoral, presença no campo progressista e campanha já ensaiada. Na última eleição ele quase tirou o Eduardo Leite do segundo turno. Mas foi por uma unha, coisa de um bairro em Porto Alegre, assim, de volta.

mas Lula precisa de palanque competitivo no Rio Grande do Sul que é um estado de disputa presidencial já é muito difícil para o PT a aliança com o PDT da Juliana Brizola virou um movimento sobrevivência Nacional não só uma tática para o Estado né

O problema é que a aliança imposta costuma deixar certas cicatrizes. O Edgar Preto aceitou, como soldado disciplinado que é, parte da militância engoliu, como quem engasga com farinha, mas o PDT, que participou dos governos do Eduardo Leite, agora precisa convencer o PT, principalmente essa militância resistente, que virou, de fato, oposição, com firmeza, convicção e sem olhar muito para o retrovisor, que é melhor esquecer, né?

A aliança enfrenta resistência interna. Parte do PT defendia a candidatura própria de Edgar Preto e já trabalhava com o slogan, Levanta Rio Grande! Como seria com o sotaque?

Levanta, Rio Grande! Levanta-te! A direção nacional do partido, no entanto, fechou acordo com o PDT e determinou que a tática do Estado seja construída sob a liderança de Juliana Brizola, junto com o PT, PSB, PSOL, TC do B, PV e... Gente, PV ainda existe? Errou, mas nós estamos falando do Rio Grande do Sul, meu amor.

No Rio Grande do Sul tem muitas coisas assim de outro céu. Diferenciadas. Que ainda duram lá. A garapete tem lá. Tá, por lá vende. O documento do PT deixa claro que não há nada mais importante do que a reeleição de Lula. O desafio de preto agora é juntar os pedaços do PT, que não queria aliança, e ajudar Juliana a virar uma candidatura competitiva. No Rio Grande do Sul, a frente progressista nasceu com sobrenome histórico, vice-disciplinado e muita gente resmungando aí no fundo da sala.

A semana mostrou, então, é que 2026 vai ser uma eleição de movimentos rápidos, alianças difíceis e humor muito instável. O Planalto vai tentar reverter essa percepção negativa da economia. Não vai conseguir. A direita vai tentar transformar o Flávio em herdeiro viável e menos radicalizado.

Ele até se vacinou. O Zemo, o Caiado, o Ciro e outros nomes vão tentar encontrar espaço nessa disputa que ainda é dominada pelos dois anteriores. Nos estados, as chapas já estão sendo montadas com o olho na eleição nacional e o país, mais uma vez, entra no ciclo eleitoral com a sensação de que tudo está, ao mesmo tempo, prematuro e atrasado. É isso. É esse o sentimento.

Parece que falta pouco, mas falta muito. É abril, mas a campanha já bateu na porta e como de costume não pediu licença. Porque é abril e um dos pré-candidatos começou agora a campanha, que foi o Ronaldo Caiado. É isso. É bizarro. O Aécio está convidando agora o pré-candidato dele. É isso. Oi, gente, vamos lá. Ô, Aécio. Vamos acelerar aí. Pelo amor de Deus. Vamos acelerar assim como nós. Alguma coisa?

Não, longe de mim, pedir votos. Jamais pediria votos. Mas o que eu queria pedir pra vocês é assim, pelo menos nas pesquisas eleitorais, se alguém for pesquisar com você em quem você vai votar, dá uma mentidinha, porque se a gente subir a porcentagem de Aldo Rebelo e Cabo Daciolo, eles podem participar dos debates. Aí, ó. Pensa comigo se não é uma coisa que vocês querem. Cabo Daciolo, Aldo Rebelo falando de ET. Que momento. Vai ser, vai ser, vai ser legal. Estamos... Tchau, tchau.

Que preguiça, preguiça eterna. Não, mas pelo amor de Deus, não. Desídio. O que eu ia falar? Imagina. Peraí, eu ia falar alguma coisa muito importante. Eu sei, mas ia dar tanto trabalho. Não, ia ser motivo de riso gargalhada, galhofas. E memes. E memes. Peraí, esqueci o que eu ia falar. Deixa, não deve ser nada de importante. Era sobre eleição ou era sobre o programa? Era sobre eleição, esqueci. Rapidinhas, né? Pelo amor de Deus de Cristo Rei.

A Justiça de São Paulo aprovou o pedido dos filhos do presidente Fernando Henrique Cardoso de interdição do pai. FHC está com 94 anos e com um grau avançado da doença de Alzheimer. Logo, ele não tem mais capacidade de tomar decisões sobre a própria vida civil, como administrar bens ou assinar contratos.

Então, Paulo Henrique, que é o filho mais velho, passa a ser o curador provisório do pai, uma função que ele já vinha, na verdade, fazendo há algum tempo. O objetivo da medida é proteger os direitos e a dignidade da pessoa interditada e garantir que ela não seja prejudicada por não conseguir expressar a sua vontade ou entender as consequências dos seus atos.

Um menino de 9 anos foi encontrado em condições precárias dentro de uma van na França depois de passar mais de um ano fora do sistema escolar. A criança foi localizada depois de uma denúncia de uma vizinha que ouviu gritos e resolveu acionar as autoridades. Segundo investigadores, o menino estava nu em posição fetal, coberto por uma manta em meio a lixo e excrementos. O menino havia sido matriculado na escola, mas deixou de frequentar aulas depois de uma mudança da família. O pai informou à prefeitura que os filhos estavam escolarizados sem verificação.

O homem de 43 anos foi preso e confessou os fatos enquanto a companheira nega saber da situação. O casal vivia com outras duas crianças próximo ao local onde o menino foi encontrado. O caso levou a abertura de investigação administrativa para apurar falhas no sistema de educação e proteção em força lá na França.

O deputado Douglas Ruas, do PL, foi eleito e empossado novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na manhã de hoje. Ele concorreu numa eleição sem concorrentes. É fácil ganhar, né? Que foi contestada na justiça, não pelo concorrente, mas pela oposição. Mas qual uma oposição se não tinha concorrente? Enfim, Rio de Janeiro, gente. Douglas Ruas já tinha sido escolhido para presidiar a Lerge no dia 26 de março, mas essa votação acabou anulada na justiça.

Porque alguém reclamou. Seu presidente da LERJ daria a ruas o precedente de assumir interinamente o governo do Rio de Janeiro. Até que a Suprema Corte defina como é que vai ser a eleição do mandato tampão no Rio. Quem está no comando do Palácio Guanabara é o presidente do TJ. Desembargador Ricardo Couto.

27 deputados de 7 partidos não votaram e prometem acionar o Supremo Tribunal Federal sobre essa votação. Parece que o Rodrigo Couto está dando um choque de ordem. Ele agora está dando uma geral nas contas e vai demitir um monte de gente. Ele já fez a maior apreensão de drogas. Está virando fortíssimo candidato ao governo do Rio. Já, já, esse desembargador. Segura. É a máquina pública, né? Então tá.

Como é que é o nome disso? Cancelamento da Semana Cancelamento Cancelamento da Semana Eu não vou dizer quem é o meu cancelamento eu vou deixar que a memória ative na sua cabeça

Me deixa de fora desse seu mau sentimento. Você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia. Isso não tem nada a ver com o que está sendo julgado. É um absurdo vossa excelência aqui fazer um comício cheio de ofensas, grosserias.

Vossa Excelência não consegue articular um argumento. Já ofendeu a presidente, já ofendeu o ministro Fux, agora chegou a mim. A vida para a Vossa Excelência ofender as pessoas. Não tem uma ideia, nenhuma, só ofende as pessoas. Qual é a sua ideia? Qual é a sua proposta? Nenhuma é bilis, ódio, mau sentimento, mau secreto, uma coisa horrível.

Vossa Excelência nos envergonha. Vossa Excelência é uma desonra para o tribunal. Uma desonra para todos nós. Um temperamento agressivo, grosseiro, rude. É péssimo isso. Vossa Excelência sozinho desmoraliza o tribunal. É muito penoso para todos nós termos que conviver com Vossa Excelência aqui. Não tem ideia, não tem patriotismo. Está sempre atrás de algum interesse que não o da justiça. Uma vergonha, um constrangimento.

Opa, aí vamos pensar aqui. Vamos lembrar. Vamos lembrar quem foi proferido isso tudo. Vai puxando, vai puxando. Tem um cancelamento. Tem? O meu cancelamento vai pra...

Todos os coleguinhas que resolveram simplesmente descer o malho no relatório da CPI do crime organizado. Coleguinhas, no caso, eu estou me referindo aos jornalistas. Sabe por quê? Uma coisa é a gente dizer o que se espera, o que precisa fazer, o que precisa acontecer e as regras do jogo. Só que em terra de bang bang, meus caros, não adianta a gente tentar usar festim. Não vai dar certo.

A gente tem que deixar claro por que isso tudo aconteceu de forma muito límpida. O que é política, o que é supremo, como é que Pedro Doria falou isso muito bem, como é que juiz não tem o direito de ficar dizendo o que vai e o que não vai acontecer com um deputado que resolveu...

com um senador que resolveu tomar uma decisão séria acerca de indícios que já cercam alguns ministros do Supremo Tribunal Federal. Então, assim, gente, o crime organizado, especialmente o das facções criminosas, obviamente é um assunto seríssimo que deve e merece ser tratado. Mas se a gente não tiver uma Suprema Corte bem, bastante libada para tratar desse assunto, não adianta a gente só olhar para o데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데데

para essas facções criminosas. Porque na hora que chegar lá em cima, a gente não sabe qual é o destino, né? Então, vamos ter mais cuidado na hora da gente falar para a população sobre o que foi esse relatório, né? Porque está sério o negócio. E eu quero cancelar essa semana. Faleceu. Você tem que falar a coisa. Essa semana.

A gente ficou esperando uma continuação. Nesta semana que vocês acharam. Eu quero cancelar a semana. Eu quero cancelar a semana que estamos vivendo. Que mulher. Tá. Porque foi uma semana densa.

E eu fiquei muito desídia pra cumprir os talentos. Você ficou com desídia. Fiquei com desídia. Entendi. Você ficou desidiada. Entendi. Fiquei desídia. Ela ficou desídia. Ela ficou desídia. Eu amo. Entendi. Jamais poderia articular algo assim. Nossa, foi uma semana intensa mesmo. Eu não costumo fazer isso, mas eu quero cancelar você que ainda não segue o Rivo 18 Mais no Instagram. Boa! Arroba Rivo 18 Mais.

Ó, você que não segue o Rivo 18+, no Instagram, aliás, eu tenho que botar nos meus stories que eu ainda não botei. Comecei a seguir imediatamente, fui impactada, eu não fui comunicada pela minha equipe, eu falei olha, Rivo 18+, eu esqueci de botar. Então eu vou botar e... Eu também não fui, tá?

Também fica tranquila, que eu só apareci no meu stop. Eu só soube que o perfil estava sendo criado na hora que apareceu o collab. Apareceu na minha DM. Não é pessoal. Não é pessoal. Duas, três semanas, podemos ter novidades e nenhum deles vai saber. É só você. Mas é melhor assim. Mas você também que ainda não se inscreveu no canal do Rivoninho do YouTube. Sim, sim. Tem que se inscrever. Mais de 60% das pessoas que nos acompanham não se inscrevem. Então tá vendo a gente? Plim!

Não cai a mão não, gente. É desgraça. E um salve para os nossos amigos de GZH, que estão assistindo o Rivo News lá também. E avisando que teremos Rivotalks na Rádio Gaúcha a partir deste domingo. Uau! Também não estava sabendo disso. A gente já está no ar na Rádio Gaúcha. Que máximo, gente. Que legal. Tem horário já? Não sabemos.

Com certeza tem, mas também não sei passar para vocês. Você não vai falar. Os nossos amigos gaúchos. Boa! Ouçam a rádio gaúcha o dia inteiro e uma hora vocês vão ouvir o Rivotalks. Legal, boa. Falando em talks, temos um talks interessantíssimo para esse fim de semana que vai ter feriado. Por favor, quem é?

Na hora em que o cérebro humano percebeu que o que vale hoje é o binário, é o zero e um, ele começou a ser cada vez mais polarizado. E hoje temos aqui, como vocês já bem sabem, porque se você clicou nesse episódio é porque você ficou curioso, o senhor Walter Roberto de Oliveira Longo, é isso? Isso mesmo.

Quando eu li um currículo de alguém que tinha 20 anos de experiência, eu achava que representava um ano de experiência repetido 20 vezes. A sociedade está cada vez mais mimada e individualizada. E até hoje eu vou ao Google todo ano como alguém vai a uma igreja por uma graça recebida.

25 anos depois de formados, quando a gente faz a pesquisa, a gente percebe que a turma da frente trabalha inteira para a turma do fundão. O pessimista é a melhor pessoa para evitar cenários complexos. O otimista é a melhor pessoa para sair de cenários complexos. Caos é uma organização que a gente não entende. Mas é uma organização.

E num momento em que os bons perdem a esperança, os maus perdem a vergonha, a tendência é que quanto mais os bons perdem a esperança, mais o maus perde a vergonha. E isso vai numa espiral ascendente ou descendente de problemas. Se nós vermos que a escola é muito semelhante a uma fábrica ou uma prisão, que as três têm muro alto em volta pra ninguém sair, que as três tocam o sinal pro pessoal ir tomar sol no pátio, por que que os teóricos da conspiração existem? Eles são úteis.

Não, você não faz ideia. Que entrevista assim, ó. Não faço isso. De explodir a cabeça. É sensacional. Só estudar o material dele já foi sensacional. Ele é muito bom. E a entrevista maravilhosa. E como bem disse Theo e Vidal, uma máquina de produzir rios.

É, frazista, né? Um colecionador de frases de efeito, mas sem ser piegas. E foi com ele que a gente aprendeu o termo infoxicação, que a gente está usando demais, essa intoxicação de informação. Legal. Eu venho com um super chatzinho aqui, não podemos repassar. Não faça isso.

Não, a professora Nicole De Luca mandou 20 reais Só pra não perder a oportunidade da frase Para dizer, eu tô pegando a sua Eu sei Passando para dar um oi em meio ao caos do dia E ó, Trump está batendo muito na melone Isso já gerou um abraço hoje dela no Macron Foi, um abraço estranho E o mais legal foi ver a esquerda italiana Vindo em defesa dela publicamente Bom, mas aqui no Brasil, minha querida professora A gente tem a esquerda defendendo Ministro latifundiário e bilionário Então, eu vou데데데데

O que a esquerda dá um abraço na Melônia, essa querida? E tá na tela aí o cancelamento do Daniel, mas lembrando que você pode ir pro nosso stories também, cancelar quem acabou com a sua semana, escreve lá pra gente que a gente vai repostar. E antes de eu jogar pra Cecília e encerrar, por favor, Rebeca, pode ir lá na frente, que teremos a dança pelos 50 euros. Ah, é, dá a letecor com alegria maciêna. Vamos assistir o Camarote, hein? 50 eurinhos. Já vai se preparando aí.

Pessoal, não saia daí. Não é possível que você não saiba dançar macarena. A Cecília vai te ensinar ali na hora. Fique em paz. Família da Rebeca, se estiver assistindo, pode desligar a TV. É trabalho, é trabalho. Vamos lá, então. É trabalho. Ela é paga pra isso. Vai ter som? Vai ter som? Vai, vai, lógico. Deve. Você tá igual o pessoal do marketing, desanimado. Vem cá. Olha ali, pra aquela câmera.

Eu acompanho. Não. Vai. Passarinho quer dançar? Não, vai. Vai. Cadê? Mas é uma paquita. Ó. Ó, viu? Pegou rápido. Vira. De novo.

Não tá na letra, Pé. Agora. É, Macarena. Vai! Baila do corpo alegria, Macarena, que tu fala com alegria com essa boina. Baila do corpo alegria, Macarena. É, Macarena. Vai! Baila do corpo alegria, Macarena, que tu fala com alegria com essa boina. Baila do corpo alegria, Macarena. É, Macarena. Muito obrigada, gente! É um prazer estar com vocês aqui. Eu tô me enrolando no fone. Olha o desperdo, estagiário. É, é, é.

E... Razão!