T8E33 AULA | Teologia da Adoração | Aula 06
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Pastor Anderson
Reverendo Davidson
Speaker C
- Música e Sincretismo ReligiosoMúsica Sabor de Mel de Damares · Ênfase na vitória pessoal · Teologia da prosperidade · Ausência de ensinamento sobre sofrimento e humildade · Risco de sincretismo religioso · Distorção da justiça divina · Análise de corinhos de fogo e frases pentecostais · Oração e eficácia
- Novo livro do autorVitória nos Desafios da Vida · Além do Sofrimento: A Disputa pela Integridade no Livro de Jó · Esther: A Providência Divina Contra o Antissemitismo
- Sincretismo religioso e dominação culturalExpressões desrespeitosas no culto · Decência e ordem no culto · Mistura de crenças cristãs com outras religiões · Referência a entidades de outras religiões
- Postura na OraçãoOração com sabedoria · Evitar pedidos impulsivos e egoístas · Buscar a vontade de Deus
- Espírito SantoMetáfora do fogo para o Espírito Santo · Interpretação de manifestações emocionais e físicas · Maturidade emocional na fé
- Devocional e OracaoEficácia da oração · Sinceridade do coração · Vontade de Deus
- Aniversário e Família21 anos de relacionamento conjugal · Comemoração de Rosh Hashanah · Tradição judaica de comer maçã com mel
- Culto em ComunidadeLiberdade de expressão no culto · Reverência a Deus · Evitar distração e escândalo
Olá, olá, olá, queridos amigos! Bom dia, bom dia, bom dia! Tudo bem com vocês? Estamos iniciando mais uma manhã de estudo com nosso querido amigo Reverendo Davidson. Hoje, quarta-feira, dia 24 4 de setembro de 2025. Olha, mês de setembro já tá indo embora. Hoje é uma data especial. Cris e eu comemoramos mais um ano de relacionamento conjugal, totalizando 21 anos, né? Então hoje é um dia especial, mas eu quero também iniciar essa manhã então agradecendo a Deus.
Eu quero orar E logo, logo assim que terminar a oração, já chamar o Reverendo Davidson, porque ele que vai estar nos conduzindo, né, no estudo dessa manhã, como eu, como sempre. Vamos orar então, vamos agradecer a Deus, e logo em seguida já vamos partir para o estudo com o nosso querido e amado Reverendo Davidson. Senhor Deus, eu quero te agradecer pela manhã deste dia, eu quero te agradecer, Senhor, pelo dom da vida, Eu quero te agradecer, Senhor, porque mais uma vez a tua bondade, a tua graça é revelada a nós através desse dia que o Senhor nos permite viver, acordar.
Obrigado pela família, obrigado, Senhor, porque até aqui podemos dizer que o Senhor tem nos ajudado, o Senhor tem nos fortalecido. A Cris e eu particularmente queremos te agradecer também por mais um ano de vida, de relacionamento conjugal que nós completamos no dia de hoje, e reconhecemos que tudo isso foi possível, está sendo possível graças a ti, graças à tua bondade, graças à manifestação do teu amor na minha vida, na vida da Cris, e assim juntos nós podemos estar compartilhando, Senhor.
Pedimos por aqueles irmãos que já estão em deslocamento, Alguns indo para o trabalho, outros retornando do trabalho, e ainda outros, Senhor, indo para escola, outros retornando, Senhor, para fazer algumas atividades pessoais, seja lá qual for. Eu vejo, eu peço ao Senhor que abençoe, abençoe eles naquilo que eles irão fazer. Em nome de Cristo Jesus eu te oro e já já te agradeço.
Amém.
Reverendo Davidson, bom dia, bom dia, bom dia, tudo bem contigo?
Bom dia, bom dia, bom dia. Cai aqui, né, e a queda às vezes é grande, né? Bom dia, Pastor Anderson, bom dia a todos. Fique firme aí até o fim do estudo, né?
Se Deus quiser, se Deus quiser, meu amigo. Como é que estão as coisas por aí no Rio de Janeiro?
Estão bem dentro da nossa possibilidade aqui no Rio, né, graças a Deus. Mas eu tô sabendo que hoje aí é a vitória ter sabor de mel, né?
Pois é, fiquei sabendo também.
Hoje é sabor de mel aí, né? Você e Cris estão no sabor de mel, hein? Aniversário de casamento. É verdade, lua de mel aqui, ó. Puro mel, tá vendo? Pura lua de mel.
Isso, isso.
Hoje, hoje, hoje também é, né, período agora, nós estamos aqui em setembro de 2025, já no final de setembro também, em Israel se comemora o Rosh Hashanah. Rosh Hashanah é o ano novo judaico, eles comem mel com maçã, né, é a cultura deles comer maçã com mel. E o grande desejo que eles falam um para o outro, né, é Shaná Tova Umetuká. Isso aí em hebraico significa um ano bom e doce, né, como eles falam. Aí puso bastante mel. Mas hoje a gente vai falar do sabor de mel, não é isso, Pastor?
Muito bem, muito bem, muito bem. Estamos aqui já com a tela. Sempre começamos, né, falando de literatura. E você já sabe, né, se quiser conhecer os meus livros e adquiri-los, você pode achá-los aqui no site da WeClap, weclap.com, né? Você coloca aqui o meu nome, David Sopignon, e então Você consegue achar todos os meus livros, né? E hoje, como a gente vai falar de vitória, porque Sabor de Mel, né, uma música, uma letra, né, que fala de vitória.
O primeiro livro que eu quero já chamar a sua atenção é esse aqui, ó: Vitória nos Desafios da Vida, né? O livro muito interessante, o livro que custa um valor bem baratinho, né? Livro bonito aqui, ó. Este é o livro, este é um livro incomum. Motivo de ser tão especial é bem simples. Muito se fala em vitória das igrejas evangélicas brasileiras de hoje, mas pouco se busca nas escrituras as bases sobre esse assunto. Por que enfrentamos tantas lutas na jornada?
Qual a perspectiva que o cristão deve ter? Diante dos grandes desafios. A palavra de Deus dá ênfase às pequenas vitórias cotidianas ou só localiza a bem-aventurada vitória final? Pelo menos você compreenderá o que a Bíblia diz, né? Então, ó, o material muito interessante. Você vê que não é um livro muito grosso, você consegue ler rapidamente, tá vendo? Livro até relativamente fino. Você consegue ler com rapidez. É um livro que vai abençoar sua vida, né?
O estudo bíblico sobre a vitória, já que a gente vai falar hoje sobre uma música que trata da vitória, né? Aquela conhecida música Sabor de Mel. Então aqui na WeClap você acha, encomenda o seu exemplar, o livro Vitória nos Desafios da Vida. Também quero chamar a sua atenção para um outro livro que trata sobre a questão do sofrimento, né? Quantas vezes as pessoas falam sobre essa questão do sofrimento e o quanto muitas vezes a gente fica sem entender por que que o cristão sofre tanto, né?
Aqui está uma resposta. Para esse problema, né, o problema do mal. Então é meu livro Além do Sofrimento: A Disputa pela Integridade, no livro de Jó, tá bom? Então aqui é muito importante você entender o quanto saber enfrentar as lutas da vida como Jó enfrentou, né, de fato faz a diferença. Então esse aqui é um livro importante. Já tem também vídeos aqui, além daquele da vitória, né, também tem vídeos com estudos baseados nesse livro.
Nós temos aqui, ó, esse livro aqui é bem grosso, ele é bem robusto. Aqui, ó, você vê pela lombada aqui, né, a quantidade de páginas. Olha, é bem robusto, é um livro realmente interessante, tudo sobre o livro de Jó, tudo que você precisa saber sobre o livro de Jó, a questão do sofrimento dos justos, enfim. Tudo que você precisa saber sobre esse assunto, né? É um livro então bem recomendado para você. E por fim, eu quero recomendar também o meu lançamento, o meu último lançamento, é o livro Esther: A Providência Divina Contra o Antissemitismo, né?
Então você tem aqui todo esse material, que é o livro mais recente, falando sobre o antissemitismo, já que ele é um tema da moda. Aqui em pleno ano de 2025, a gente vê o quanto o antissemitismo tem crescido no mundo, especialmente aqui no Brasil, né? Então, olha, com esse material aqui você vai conhecer o livro Esther: A Providência Divina Contra o Antissemitismo. Você vê, ó, que é um livro bem grosso, livro bem robusto também, né?
Livro interessante para você que quer conhecer a história de Ester sob a ótica do antissemitismo. Tá legal? Aqui você vai encontrar de tudo: exegese bíblica, vai encontrar o poder do hebraico na história. Você vai saber por que que Deus não se revela, pelo menos diretamente. Aqui você vê uma ação divina Ao longo da história, mas você não vê o nome de Deus mencionado. Por que será? Aqui você vai saber o porquê. Tudo isso aqui, curiosidades, história e até mesmo escatologia, você vai ler e aprender aqui nesse meu exemplar, Esther: A Providência Divina Contra o Antissemitismo, tá bom?
É um livro altamente recomendado para você que tem interesse em conhecer a palavra de Deus. Tá bom, muito bem. Agora que nós já falamos, né, da parte do merchan, né, do merchandising, agora vamos falar aqui sobre o nosso conteúdo. A gente tá tratando aqui da nossa série de estudos sobre a teologia da adoração, mas a gente teve que fazer um caminho transversal que foi surgindo essa necessidade ao longo, né, do estudo, para falarmos de algumas músicas, especialmente do mainstream, que tem dificuldades teológicas.
E hoje entramos aqui na música Sabor de Mel de Damares, tá legal? Uma música, você vai ver que tem bastante situações aqui que necessitam de de uma intervenção pastoral e teológica, tá bom? Você já vai perceber aqui quais os problemas que Sabor de Mel traz do ponto de vista bíblico teológico, tá? É sempre bom frisar, tô falando aqui com vocês desde o primeiro estudo sobre essa questão, sobre essas análises de letras de música, né?
Estamos estudando aqui, estamos vendo que o nosso objetivo não é cancelar cantores, grupos, cancelar músicas. O nosso objetivo primário não é isso. Nosso objetivo é apontar algumas dificuldades para reflexão, tá bom? Então você aqui vai refletir mesmo nessa música aqui, Sabor de Mel, que ao meu ver tem muito pouca coisa para se aproveitar, mas é a minha opinião., né? Você pode pensar diferente, mas observe, fique atento para o que vamos tratar aqui sobre os pormenores da música Sabor de Mel, tá bom?
A canção Sabor de Mel, interpretada por Damares, é amplamente reconhecida no cenário gospel brasileiro, especialmente no segmento pentecostal. Embora tenha sido celebrada por muitos como uma expressão de fé e superação, Ela também suscita críticas teológicas que merecem consideração. A seguir, apresento uma análise detalhada dos principais pontos de controvérsia que aparecem aqui na música, tá bom? Então prepare-se, você pode não sentir sabor de mel ao perceber os detalhes que vamos tratar aqui, tá?
Primeiro, ó, é um assunto muito importante aqui: ênfase na vitória pessoal. Sim, a letra da canção destaca a experiência pessoal de vitória do crente, como exemplificado no trecho a seguir: vai estar entre a plateia e você no palco, vai olhar e ver Jesus brilhando em você. Então, a ênfase aqui é que quem zombava, né, de você, quem te viu na prova e não te ajudou, né, e quando tiver na bênção vai se arrepender. Coisas e frases desse tipo, né.
Especialmente essa aqui, né? Vai estar entre a plateia, pessoa que zombava de você vai estar entre a plateia para ver a sua vitória. E você no palco, você no centro, você no palco mostrando, né, a vitória para pessoa que tá lá na plateia. É bom português aqui no Brasil, né? Não sei como é aí no Espírito Santo, mas aqui no Rio de Janeiro é como se tivesse falando: ó, eu vou esfregar minha vitória na sua cara. É como o pessoal tivesse falando assim.
Esse é o espírito da letra, não é? É o espírito, é esse, é você esfregar, né, na pessoa que você é vitorioso, que você é vitoriosa. E a pessoa não, a pessoa que zombava de você, agora ele é um perdedor, né? Agora você fica se perguntando o que tem de cristão nisso, né? O que tem de cristianismo Essa parte da letra, principalmente. Enfim, né, embora a celebração da vitória seja legítima, a ênfase excessiva na realização pessoal pode ser interpretada como uma exaltação do indivíduo em detrimento da centralidade de Deus na adoração.
A Bíblia ensina que toda a glória deve ser atribuída a Deus. Você pode ver lá no texto conhecido nosso, que é 1 Coríntios 10, versículo 31. Eu vou ler aqui para você na Nova Almeida Atualizada. 1 Coríntios 10:31 diz o seguinte: portanto, se vocês comem ou bebem ou fazem qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus, tá? Então você vê que é plenamente o quanto a gente percebe que tudo que temos que fazer, temos que fazer isso para a glória de Deus, tá bom?
Bom, uma outra questão também que a letra dessa música suscita é a teologia da prosperidade, que está implícita ao longo da letra. Tocqueville sugere que a fidelidade a Deus resulta em recompensas materiais e reconhecimento público, o que é característico da teologia da prosperidade. É, embora Deus abençoe os fiéis, está realmente na Bíblia, a Escritura adverte contra a busca egoísta por bênçãos materiais. Então vamos dar uma olhadinha aqui.
Em Mateus 6:19-21, né, também na Novamente Atualizada: não acumulem tesouros sobre a terra onde as traças e a ferrugem corroem, e onde ladrões escavam e roubam. Escavar e roubar, né, tem a ver com o modo como guardava-se, né, enterrando tesouros no mundo antigo. Na época não tinha cofre, né? Então você enterrava tesouros em lugares escondidos para que o ladrão não roubasse, né? Então por isso que ele diz: não acumule tesouros sobre a terra, onde as traças e a ferrugem corroem, e onde ladrões escavam e roubam.
Mas ajuntem tesouros no céu, onde as traças e a ferrugem não corroem, e onde ladrões não escavam e nem roubam. Porque onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração, né? Então você vê Jesus falando claramente que o nosso coração precisa estar totalmente focado naquilo que realmente é importante, especialmente nosso relacionamento com Deus, né, que é o tesouro maior da nossa vida. E não apenas tesouros materiais ou bênçãos materiais.
Novamente, né, a busca, a comemoração da vitória em si, e a busca também de bênçãos até materiais, não é o pecado em si. Pecado está na ênfase desproporcional, tá? E toda essa, e toda essa ênfase, né, nesse tipo de de medidor de bênção ou de recompensa, né? Às vezes você pode não ter determinada bênção material que você deseja, mas mesmo assim você pode encontrar a plenitude na presença de Deus, mesmo sem ter uma riqueza material, né?
É claro que pobreza extrema também, ninguém é feliz assim, né? É, eu costumo dizer por aí que o dinheiro não traz felicidade. Realmente, o amor ao dinheiro principalmente não traz felicidade, mas a pobreza também não traz, não é? O amor à pobreza também não traz felicidade. Então, ninguém quer ser pobre a vida toda. As pessoas querem ter pelo menos um pouco de prosperidade também na vida material. Mas esse é o ponto: você desejar e até buscar isso, fazer a sua parte trabalhando, né, se esforçando, se preparando para poder ter uma profissão melhor.
Tudo isso faz parte do nosso esforço para ter uma vida mais confortável, e não há pecado nisso. O pecado está em você fazer disso a sua principal motivação de vida. É você achar que só vai ser feliz quando tiver muito dinheiro, muito rico. Isso não tem valor bíblico, não tem base bíblica alguma, tá? Naquele meu livro sobre a vitória, o desafio da vida, você vai saber o que significa o conceito de vitória à luz da Bíblia, tá bom?
E você vai ver o quanto muitas vezes a gente distorce o que a Bíblia ensina sobre a nossa vitória. Bom, o terceiro tópico também que a letra ressalta é a ausência de ensinamento sobre o sofrimento e humildade. De fato, tantos homens e mulheres do passado sofreram e eram homens e mulheres de Deus, não deixaram de ser vitoriosos do ponto de vista bíblico porque não tinham bênçãos materiais ou até mesmo saúde física. Entendeu? Um grande exemplo de Jó.
Nós temos outros exemplos também, o próprio Paulo com o espinho na carne, não é? A gente sabe que não tem base bíblica essa ênfase, a meu ver, muito exagerada sobre a vitória, né? Então a letra foca na vitória sem abordar o processo de sofrimento e a necessidade de ter humildade para de receber a vitória. Aspectos frequentemente enfatizados nas escrituras, como você pode ver em Filipenses capítulo 2, do versículo 3 ao versículo 8.
Vamos ver o que Paulo disse aqui, né, a nova Almeida atualizada: não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo. Não tendem em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros. Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo.
Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos e reconhecido em figura humana, ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. Então você percebe aqui a bênção da lição que Jesus nos ensinou. E Paulo também seguiu esse exemplo, também deixou essa lição para gente, né? A gente não considerar a nossa própria vida em primeiro lugar, mas é pensarmos sempre em Cristo e na glória dele em primeiro lugar, não é?
Aliás, Jesus mesmo disse, né, que devemos buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e as outras coisas que ele mencionou lá no contexto nos seriam acrescentadas, não é? Então esse é o padrão bíblico, é você ter o foco certo naquilo que é mais importante para sua vida espiritual. Não é você simplesmente ficar só focando na vitória material e acabou por aí, não, isso não. Então, o fato é a ausência de ensinamentos sobre o sofrimento, que faz parte da vida, e também a humildade para poder receber a vitória e vencer o sofrimento, e não essa arrogância que a música até mostra, mostra uma espécie de arrogância que não é compatível com a fé cristã, entendeu?
Então, a ausência desses elementos pode levar a uma compreensão desequilibrada da vida cristã. Outro problema que a música também traz é o risco do sincretismo religioso. O sincretismo é quando você mistura religiões mistura diversos tipos de fé para você poder criar uma espécie de Frankenstein religioso, né? Então é o católico que faz uma fezinha lá na Umbanda e que tem também todo tipo de, todo tipo de superstição, né? E fica batendo na madeira para isolar.
Não passa debaixo de escada com medo de receber maldição, né? Fica doido quando por acidente quebra um espelho. Coisas desse tipo, né? Coisas supersticiosas. Então isso é, tudo isso aqui é um tipo de sincretismo. E aliás, na Bíblia, quando a Bíblia fala sobre idolatria, ali o contexto de qualquer passagem bíblica dessa falando contra a idolatria Não quer dizer que a pessoa tenha abandonado o culto a Jeová para poder cultuar aos deuses estranhos como Baal.
Não era o abandono, era o acréscimo da adoração aos deuses falsos, e continuavam adorando a Jeová. Então é assim, você fazer o secretismo é isso, o que a Bíblia considerava tudo como idolatria, entendeu? Mesmo que você mantivesse a adoração a Yahvé, se você mistura isso com adoração a deuses falsos, criando esse caldo religioso, né, esse caldeirão religioso, que é muito comum também aqui no Brasil, né, você acaba incorrendo no pecado da idolatria, entendeu?
Eu vou até além, não apenas misturando religiões, Mas também se você idolatra líderes religiosos, cantores, mesmo cantores gospel, pastores gospel, né? Você idolatra coisa e tal, um líder político, qualquer tipo de idolatria como essa é pecado, não é? E afronta o coração de Deus. É tão danoso para sua vida pessoal e espiritual quanto você estivesse se ajoelhando diante de uma imagem de escultura para adorar ou até para venerar, né?
Como alguns da religião católica dizem que apenas veneram e não adoram. É um subterfúgio, né? Que adoração é muito mais presente na nossa vida do que a gente até imagina. Mesmo aquele que se diz ateu ou agnóstico Aquele que diz com veemência que não crê em Deus, que não crê em nada, ele na verdade está demonstrando fé. Fé talvez na ciência, fé na humanidade, mas algum tipo de fé, mesmo o ateu, ele tem, né? Nem que seja a fé de que Deus não existe.
É um tipo de fé também, um tipo de crença, entendeu? O que é importante é a gente nunca às vezes parar para pensar sobre isso.
Estamos entusiasmados em anunciar o lançamento do livro Além do Sofrimento: A Disputa pela Integridade no Livro de Jó, publicado pela Editora Contextualizar em 2024. Este livro, escrito pelo Reverendo Davidson Bignon, pastor congregacional, mestre em em ciências da religião e professor de hebraico bíblico e exegese do Antigo Testamento, possui 420 páginas repletas de comentários profundos sobre o livro de Jó. O autor explora temas cruciais como sofrimento dos justos, o problema do mal e a teodicéia judaico-cristã.
Com análises impressionantes e únicas, o livro promete transformar sua perspectiva sobre sofrimento e fé, oferecendo respostas para as questões mais difíceis da vida. Não perca a oportunidade de mergulhar em um estudo profundo e enriquecedor. Adquira já a obra Além do Sofrimento: A Disputa pela Integridade, no livro de Jó, e descubra um novo entendimento sobre a integridade e a fé. Disponível agora.
O risco de sincretismo então apontado nessa música Sabor de Mel, ele é grande. Algumas interpretações da canção podem associar a vitória a práticas culturais ou religiosas não cristãs, como o uso de expressões populares que evocam elementos do candomblé. A Bíblia adverte contra a mistura de práticas cristãs com as crenças pagãs, né? Desde o Antigo Testamento, esse era o contexto histórico quando se falava em idolatria, né? Como eu já disse.
Mas tem a passagem aqui de 2 Coríntios 6, de 14 a 18, e o texto fala o seguinte: Não se ponham em jugo desigual com os descrentes, pois que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão existe entre a luz e as trevas? Que harmonia pode haver entre Cristo e o maligno? Ou que união existe entre o crente e o descrente? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivo, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles, serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Por isso o Senhor diz: Saiam do meio deles e separem-se deles. Não toquem em coisa impura e eu os receberei. Serei o pai de vocês e vocês serão meus filhos e minhas filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso. Veja como na verdade, né, Deus demonstra aqui uma profunda aversão à idolatria e especialmente ao sincretismo, né. Então você tem aqui essa mistura religiosa que a música Sabor de Mel traz um pouco disso, né? Isso mostra para a gente o quanto precisamos evitar esse tipo de distorção.
Também aqui na música, uma possível distorção da justiça divina. Veja que alguns erros da música são bem diretos, são bem abertos, né, bem claros, mas outros são muito sutis, né? Então, essa possível distorção da justiça divina trata dessa sutileza, porque de fato a letra pode ser interpretada como uma representação da justiça divina retributiva, onde os fiéis são exaltados e os inimigos humilhados, o que pode distorcer o conceito bíblico de justiça restaurativa e da misericórdia também.
A Bíblia ensina a justiça retributiva da parte de Deus, até ensina, tá? A justiça retributiva, ela é ensinada na Bíblia, especialmente no Antigo Testamento. Mas há valores aqui da segunda chance, do perdão, da restauração da pessoa, né, que caiu, que era inimigo seu e que pode ser restaurada algum dia, e da própria misericórdia de Deus diante do arrependimento de alguém que se colocou como seu inimigo, entendeu? Então veja que Jesus disse, né, sobre amar os inimigos e perdoar aqueles que nos perseguem.
Esse é o padrão cristão, entende? Então, quando no auge do cristianismo, já no século 21, uma música como essa traz a ênfase na justiça retributiva, e fica só nisso, né, como se esse fosse o final de tudo, como se a sua vitória, e você está no palco e o seu inimigo na plateia vendo a sua vitória, como se isso fosse o suficiente, né, e fosse o final de tudo. Isso, na minha opinião, né, de acordo com o que eu vejo, é uma distorção da justiça divina também, né.
Veja aqui o que diz em Mateus 5:44. Jesus dizendo, né: eu por eles digo, amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês. Então veja, né, qual o princípio padrão cristão para lidarmos com essa questão da justiça divina, eu convivo com os nossos inimigos. Então, embora sabor de mel seja uma expressão artística que reflete a experiência de muitos crentes, é realmente essencial que os ouvintes e líderes espirituais estejam atentos às terríveis implicações teológicas da canção, especialmente aquela parte, né?
Você que me viu na prova e não me ajudou quando me via na bênção vai se arrepender, né? A letra é algo parecido com isso. Então é muito complicado. Um cristão bíblico consciente, né, do que a Bíblia ensina, inclusive sobre padrões éticos envolvendo a justiça divina, envolvendo tudo que a gente pode perceber do agir de Deus. Então a gente pode realmente ter dificuldade para cantar essa música numa igreja que leva a Bíblia e leva a teologia mais a sério.
Tá bom, como eu disse, se você não vê problemas como eu vi, você tem uma opinião diferente, né, de todos esses tópicos aqui, ó, que eu estive mencionando, né. Éfase da vitória pessoal, que é bastante clara na canção. A teologia da prosperidade, que tá implícita. Ausência de ensinamento sobre o sofrimento e humildade. Risco de sincretismo, né, o risco que é que tem possível distorção da justiça divina. Todos esses 5 problemas são problemas que, ao meu ver, a música traz, a letra traz, né?
E se você prefere ignorá-los ou não os enxerga como problema, aí é critério seu, né, junto com a liderança da sua igreja e junto com o seu pastor. Infelizmente, os problemas dessa canção são tão grandes Que não dá para você fazer um remedozinho aqui, o outro, né? Está na espinha dorsal da música. Então não dá para alterar a letra da música para tentar salvar Sabor de Mel, entendeu? Então é preciso que ou você ignore essas 5 questões aqui e continue cantando, né, sem nenhum tipo de abordagem teológica sobre o que ela diz, Ou se você entendeu e concorda com essa análise, você vai ter que tomar uma decisão.
Se você for líder de louvor ou pastor de uma igreja, né, vai ter que tomar uma decisão se você vai continuar usando Sabor de Mel como uma expressão legítima de louvor a Deus no culto, ou se você vai fazer escolhas diferentes, né. Você vai escolher louvores que ao meu ver são melhores do que essa letra sabor de mel, tá legal. Mas no final de contas é tudo uma decisão sua e do seu pastor, né. Muito bem, dá para começar, o tempo ainda dá para começar a falar um pouco sobre corinhos de fogo e frases pentecostais, que também eu estive pensando aqui, lembrando de algumas delas que vão servir apenas de exemplo, né.
Essas frases de efeito pentecostais, entende? Então a gente vai ver algumas aqui, são bem interessantes, tá? Você vai até provavelmente achar graça aqui, mas vamos lá. Análise de expressões típicas de corinhos evangélicos revela que, embora sejam populares em cultos e reuniões, muitas delas contêm erros teológicos, doutrinários ou linguísticos que merecem atenção. Então, vamos ver aqui alguns exemplos, né? Por exemplo, a música que é o Corinho de Fogo, né?
De madrugada a fila é menor, né? De madrugada, irmão, a fila é menor, né? É uma música assim, é Corinho de Fogo. Essa expressão sugere que orações realizadas em horários específicos têm maior eficácia, o que não encontra respaldo nas escrituras. A eficácia da oração não está vinculada ao momento em que é feita e nem ao lugar também, né, diga-se de passagem, mas à sinceridade do coração e à vontade de Deus. Veja aqui, Tiago capítulo 5, versículo 16, né, Tiago 5:16: portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para que vocês sejam curados.
Muito forte por sua eficácia, a súplica do justo. Aqui não diz nada sobre o lugar, sobre hora. Aqui diz sobre quem ora e quem atende a oração, né? A eficácia da oração está no coração de quem ora, e especialmente, principalmente, na ação de Deus, que ouviu a oração e é todo-poderoso para resolver a dificuldade, para responder essa oração. Outra frase também muito conhecida, que também a música, né? Tem fogo aqui, irmão, né? Tem fogo aqui, irmão, tem fogo ali, né?
Então, embora a Bíblia usa o fogo como metáfora para o Espírito Santo, veja que Atos 2:3, tá? Mas olha que interessante que o texto diz, né? Atos 2:3, aí apareceram distribuídas entre eles Línguas como de fogo. Que apareceu não foi o fogo, foi a língua. E a língua, nessa visão espiritual, a língua parecia o fogo tremulante, mas não era fogo, era língua. Então, distribuídas línguas como de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles, sobre a cabeça de cada um deles, né?
Foi uma visão de algo tremulante, parecia fogo. Essas tais línguas espirituais, né, vista por todos ali, era uma visão, entendeu? Essa expressão pode ser interpretada de forma superficial associando a presença de Deus a manifestações emocionais ou até físicas, como calor ou agitação, o que pode levar a uma compreensão errônea da verdadeira adoração. E aqui envolvendo manifestações emocionais ou físicas Sempre alguém me diz, né, que: ah, eu sinto arrepio, então é a presença de Deus agindo, é o fogo de Deus ali presente no culto.
Meu querido, eu sempre digo, né, quando você sente dor de barriga, você também sente arrepio, e nem por isso é Deus agindo, entendeu? Então a gente tem que parar de agir e pensar como se experiências emocionais, ou até algum fenômeno, né, físico, uma sensação física elas simplesmente representam exatamente a ação de Deus. Nem sempre é assim. Às vezes até acontece, mas nem sempre é assim, entendeu? Muitas vezes a ação de Deus é até real no culto, uma expressão de louvor, né, de adoração no culto, ou é uma oração que você faz, você sente mesmo a presença de Deus.
Mas o modo como você vai responder a essa experiência com Deus, ela pode ser uma resposta madura ou uma resposta espiritualmente e emocionalmente imatura. Então, o crente pode até ter tido uma experiência real com Deus ali e não ser nada inicialmente emocional, até do ponto de vista espiritual, do lado do demônio, do diabo, Mas embora seja uma experiência genuína, se o cristão não tiver maturidade emocional, ele pode responder a essa experiência genuína de modo imaturo, aí criar escândalos também para quem está vendo e acompanhando ao longe, né?
Então temos que ter cuidado para que a gente não esteja impedindo alguém de seguir a fé cristã por causa de uma imaturidade exagerada na nossa experiência até espiritual com Deus, tá bom? Isso é muito importante. Deixa o menino rodar, uma outra frase, uma outra música também, Peter Costal, né? A música até engraçada. Se você for buscar no YouTube, você vai ouvir a música Deixa o Menino Rodar. O título é Crente Menino, né? E você que tem uma visão um pouco mais crítica, né, à luz da Bíblia, Você vai achar graça, né?
Você ri para não chorar, né? Como a gente fala aqui no Rio de Janeiro. Com essa música, né? Deixa o menino rodar, deixa o menino rodar, né? Uma música que existe. E esta frase, né, refere-se à prática de permitir que se dance ou se movimente como um menino durante o culto. Embora a expressão em si não seja teologicamente errada, é importante que os líderes espirituais orientem os crentes sobre o significado da adoração e a reverência devida a Deus, evitando que a liberdade de expressão se torne distração.
Então, claro, aqui é um exagero que se torna até piada, né, para quem não tem essa própria experiência deles, né. E acaba servindo de piada para descrente indo para um culto, quando não for propriamente escândalo, não é mesmo? Ou é escândalo ou é piada, né? De toda forma, é uma experiência ruim, é um desserviço ao evangelho, na minha opinião, né? Outra frase aqui, não sei se é música, mas geralmente eu ouço expressões assim no meio do culto, né?
Quebra tudo, quebra tudo, Deus. Ou então é fala, Deus, né, para poder despesenhar alguém, né. Então, enfim, expressões que até colocadas, né, fora de ordem, fora de hora, trazem também escândalo para quem tá lá tentando assistir o culto, né, participando do culto, especialmente se for visitante não crente. Então, embora a intenção seja aclamar por intervenção divina, essa expressão, né, o quebra-tudo, Deus, pode ser interpretada como pedido de destruição sem propósito claro.
Ou Deus, ou seja, Deus na verdade age com sabedoria e propósito, e orações devem refletir isso, buscando sua vontade e não pedidos impulsivos, né, que envolve até questões aqui de confiança, né, no próprio agir de Deus. Então veja aqui, né, Tiago 4:3: pedem e não recebem porque pedem mal, para esbanjarem em seus prazeres. Então até para orar temos que saber orar com sabedoria, né, e não com, de maneira impulsiva, né, simplesmente emocional.
Outra frase que também é muito, uma música também cantada no meio pentecostal, é: dá bicuda na cara do pão, do cão, né? Do pão não, do cão. Dá bicuda na cara do cão. O cão aqui, é claro, se refere ao diabo, né? Veja como é que é, como é uma expressão, né? A expressão até bem grosseira, né? "É dar bicuda na cara do cão." Essa expressão é uma forma de linguagem agressiva e desrespeitosa usada em alguns corinhos de fogo. Ela desrespeita a santidade do culto e pode levar os participantes a tratar assuntos espirituais com leviandade, contrariando a instrução de Paulo em 1 Coríntios 14:40: "Tudo seja feito com decência e ordem." Então, se tudo tem que ser feito com decência e ordem, quanto mais o culto, quanto mais o momento de você expressar sua adoração, e você gritar ou cantar "Dabbi Kuta" na cara do cão, ah, meu irmão, isso aqui não é nada decente ou ordeiro, não é?
Aqui já é entrar numa êxtase, né? Uma completa, o completo abandono, né, de qualquer pensamento crítico ou teológico até, né. E a Bíblia diz que o nosso culto deve ser um culto racional, o culto que também usamos a mente, né, e não apenas uma culto histérico, uma experiência meramente histérica. Outra frase também, né, acho que a música também, esse aqui eu também não conheço, mas enfim. 'Pode vir a Pomba Gira, o Zé Pilintra, o que quiser', né?
Aqui tá usando, aliás, não apenas oração, não apenas cânticos, mas orações, gritos, palavras de ordem, não é, que leva o pessoal ao delírio, né? 'Pode vir a Pomba Gira, o Zé Pilintra, o que quiser'. São referências a entidades espirituais de outras religiões, como Pomba Gira e Zé Pilintra. São inapropriados no culto e pode ser interpretados como sincretismo religioso também. Essa mistura religiosa, né? A Bíblia ensina que devemos nos afastar de práticas idólatras e demoníacas.
Veja aqui, 2 Coríntios, capítulo 6, de 14 a 18: não se ponha o jugo desigual com os descrentes, pois são— aliás, já lemos esse texto, né? Já lemos aqui, ele é bem grande. Que associação pode haver entre a luz e as trevas? Nós já vimos esse texto aqui hoje. Então, é uma certa ocasião, por exemplo, eu fui no culto de uma— eu não vou dizer qual igreja para não criar escândalo ou problema, né? Mas uma igreja dessas que exageram bastante, né?
O Pentecostal. Fui lá para ver, né, como é que era a reunião lá numa sexta-feira. Eu escolhi esse dia de propósito porque tinha alguma experiência lá e Eu precisava, eu queria ver, né, queria testemunhar. Então eu fui junto com um amigo meu do seminário na época, faz tanto tempo que eu ainda era seminarista naquele tempo. Então o que acontece, eu fui lá ver o culto, coisa e tal, né, participei lá, fiquei muito escandalizado, né.
Além de prosperidade, fazer o corretor lá da bênção para você dava uma oferta gorda e passar pelo corredor lá dos pastores orando e coisa desse tipo, né? Se você já conhece esse tipo de grupo, você já sabe a que grupo eu tô me referindo, né? Então tá, teve isso aí. Aí tem uma hora lá antes do corredor, né, tem uma hora lá em que o pastor que tava lá na frente, o pessoal fazer entrevista com os endemoniados, entre aspas, demoniados.
Eu não sei se de fato estavam endemoniados ou se era gente paga, né, para receber um cachêzinho lá para estar atuando, né. Isso também acontece. Não sei dizer se era o caso, mas eu fico desconfiado, né, desse tipo de experiência. Mas o pastor lá falou de Pomba Gira, falou de Zé Pilintra, falou de tudo isso. Aí chamou os demônios todo lá, né, chamou o centro de Umbanda inteiro lá para se manifestar. No começo, ele começou a gritar, mandando vicos e tal.
Aí fez aquela fila lá de gente, né, de gente pretensamente endemoniada lá. Aí é, de repente, ele, depois que ele chama todo mundo e coloca lá na frente do altar, coloca lá na parte de cima do púlpito, né, do altar lá, coloca aquela fila de gente endemoniada, você sai correndo lá, esse tremendo. Aí ele começa a fazer entrevista, começou a fazer entrevista com cada um deles. Logo no primeiro, segundo, ele perguntou: quem você é?
Falava: eu sou o demônio tal, né, vim para atazanar aqui a vida dessa pessoa, coisa e tal. Ele falava assim, e o pastor colocando o microfone para o tal endemoniado falar. Aí depois houve esse lá do final, lá da fila, um endemoniado lá rindo lá no final. Rindo de gargalhar, rindo alto, né? Aí o pastor saiu da entrevista que ele tá fazendo com o demônio lá na frente, vou lá atrás, a entrevistou esse que tava rindo. Ele perguntou: você tá rindo de quê?
Você quer— você tá rindo de quê? Ele falou: eu tô rindo porque os obreiros daqui da igreja são todos gays, né? Ele usou o termo machulo, mas eu vou falar assim, né, é tudo gay. Aí pastor falou, opa, vamos tirar agora a prova dos 9, né. Aí chamou os obreiros lá da igreja e começar, começou a falar, o pessoal bradar em nome de Jesus para os endemoniados ajoelharem. Então essa era, essa era a prática dele, né. Se os endemoniados ajoelharem Isso quer dizer que os obreiros não eram gays.
Mas se os demoniados não se ajoelhassem diante do clamor lá do povo, quer dizer que os obreiros eram gays, conforme o demônio falou, né? Então o povo tava lá, eu tava lá no meio do povo lá, só que eu não gritava não, né? Quem me conhece sabe que eu não sou de gritar assim. O povo levantando a mão, gritando, aquela barulheira. Aí, aos pouquinhos, um demônio foi ajoelhando, depois o outro, depois o outro. Quando o último se ajoelhou, o rapaz do teclado lá fez um som de vitória, coisa e tal, aquele som de vitória do teclado, mostrando que os obreiros não eram gays.
Aí o pastor gritando lá: "Não, não, povo, tá vendo, igreja?" 'Aqui, ó, tá demonstrado, os nossos obreiros não são gays.' Veja o teatro que fazem com isso. Aí eu vi isso aí, isso aqui ninguém me contou não, eu vi. Eu tava lá no dia, eu vi, fiquei horrorizado com isso, naturalmente, né? Mas fiquei quieto até o final, eu e meu amigo seminarista, né? E a gente voltou para casa com bastante bastante com aquele sentimento, né, de tempo perdido, e com o coração até doendo, né, de tanta bobagem, tanta heresia que a gente viu num só momento, num só lugar.
Então essa foi uma experiência muito negativa que eu tive com esse tipo de de experiência, né, envolvendo as entidades espirituais do mal ou da Umbanda e Candomblé, né, uma outra religião, colocando isso na igreja, colocando isso no meio do culto, né. Então isso aí já é um teatro, né, e não é mais um culto realmente a Deus com ordem e decência, como a Bíblia manda. Bom, Deus vai libertar do saravá, é outra frase que também o pessoal faz, né?
Eu vou, enfim, né, eu vou ter que terminar com essa porque não vai dar mais tempo da gente seguir mais, né? Mas vou fechar com essa aqui: Deus vai libertar do saravá. Saravá, que também é uma palavra, né, muito usada em Candomblé, Umbanda, especialmente na Bahia, né? O termo saravá é uma saudação usada em religiões afro-brasileiras E não tem base bíblica usá-la no culto, né? Usá-lo em um contexto cristão pode ser interpretado como secretismo religioso também, o que é condenado nas Escrituras, como a gente já viu, né?
Então a gente viu aqui várias frases, vários cânticos, Corinho de Fogo. Eu achei que pudesse dar tempo de fechar tudo hoje, mas ainda não vai dar. Eu vou deixar mais algumas frases de Corinho de Fogo para a nossa próxima semana, tá legal? Pastor Anderson, palavra sua, vamos que vamos!
Bom dia, bom dia aos irmãos que estão aí nos acompanhando, irmãs, irmã, irmão, irmã Creuza e outras pessoas que estão aí. Danilo Portugal também, Deus abençoe sua casa, sua família, Pastor Danilo, bem como também a sua esposa. Temos orado por vocês. Muito bem. Hoje foi mais picante, né, no sentido de trazer à tona aí reflexões mais profundas no que tange as letras de algumas canções, né?
Como foi, pastor? Ó, hoje eu botei pimenta no salmão, hein? Não sei se você gostou.
É verdade, é verdade, né? Então assim, é um convite à reflexão, lembrando também que não há nada, nada, nada de cancelar a ideia que você possa ouvir, entender, compreender, né? E aí tomar algumas decisões conforme aquilo que as escrituras nos sinalizam, nos ensinam, tá bom? O estudo tem como premissa básica essa daí, e eu quero desde já Agradecer aos nossos irmãos que têm estado conosco, nos acompanhado, e ao mesmo tempo agradecer ao Reverendo Davidson.
Só que não acabou. Na semana que vem, se Deus assim permitir, estaremos dando continuidade, porque ainda tem alguns detalhes, algumas outras letras de canções, né, que o Reverendo Davidson vai compartilhar conosco. Então peço a você que depois assista com calma. Se você tiver alguma dúvida, possa também trazer aí para nós, para que nós possamos analisar através do Reverendo Davidson, né, e dar, fazer comentários à luz da palavra de Deus.
Mais importante não é fazer um comentário por conta daquilo que eu acho. Já deram para perceber que o Reverendo Davidson não é não vive de achismo, mas a gente observa de acordo com o que está na palavra de Deus. Reverendo Davidson, eu vou pedir que você faça suas considerações finais e depois, por gentileza, esteja orando por nós, tá bom?
É isso aí, obrigado, Pastor Aderson, né, por mais essa experiência também, essa oportunidade. Embora tenha colocado pimenta no melzinho, né, da vitória lá do Então, pastor Anderson, acho que foi proveitoso nosso estudo de hoje, né? Vamos fechar, se Deus quiser, na próxima semana, no próximo estudo, com a parte final, as 4 páginas finais do nosso material, do nosso PDF sobre as letras de canções, né? E é assim que fechamos o nosso próximo encontro.
No outro encontro ainda a gente vai voltar então ao nosso material original sobre a teologia da adoração. Veja que foi um parêntese bem longo que tivemos que dar, a pedido mesmo do Pastor Aderson, né? E a polêmica veio aqui, né? Ficou picante realmente, né? Nenhuma das experiências que vimos hoje aqui de louvor de Deus para salvar, não é? A gente tem que passar régua e tudo aqui. Infelizmente, desde sabor de mel, né, até Os Corinhos de Fogo tem muito pouca coisa que dá ali para aproveitar, não é?
Mas enfim, isso se você tem uma experiência real, um compromisso, né, com a palavra de Deus. Então não dá para você passar, passar a régua, né? Ou seja, não dá para passar pano ali. Aliás, não dá para passar pano nesses erros grosseiros até. De teologia e até mesmo de ordem e de essência experimentada e aplicada no culto público. Então a gente precisa realmente ter cuidado, né, com esse tipo de louvor ou de frase até, né, de frase de ordem lá, que a gente acaba criando problemas espirituais para a gente mesmo, tá bom?
Bom, vamos orar então. Pai querido, nós te exaltamos Pelo privilégio que nós tivemos de estudar a tua palavra, pedimos a tua bênção agora para que tudo também tenhamos, ó Pai, uma dimensão correta, exata, agradável a ti, ó Deus, com respeito aos louvores que entoamos na tua casa. Tenha misericórdia dos nossos pecados, perdoa-nos, ó Pai, pela negligência de termos uma experiência no louvor que seja mais agradável ao teu coração.
E além de nos perdoar, pedimos a ti, nos dá, Pai, iluminação espiritual para que sempre estejamos analisando letras que não condizem com a tua palavra, tanto na letra em si, materialmente falando, quanto também nas intenções por trás de alguma letra ou alguma canção, que possamos, ó Pai, sermos despertados por ti para isso, então termos a atitude correta na adoração, especialmente se somos líderes de louvor ou pastores de uma denominação, de uma igreja.
Pedimos então a tua graça e a tua bênção nesse propósito também. Cuida de nós no dia de hoje, durante o restante da nossa semana. É como pedimos a ti em nome de Jesus, hoje, para todos, sempre, Amém e amém.
Muito bem, irmãos, estamos encerrando então o nosso estudo de hoje. Estudo hoje apimentado, né? Então reflitam, e se Deus permitir, na próxima quarta-feira estaremos de volta. E amanhã, se Deus assim permitir, estaremos também com o nosso Manhã com Deus. Todos tenham a paz do Senhor Jesus Cristo.
Shalom, shalom, shalom!
Um abraço a todos.
Shalom!
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