Magalu: De brasileiro para brasileiro!
Participe do Desmarketing Day: http://www.desmarketizese.com.brNeste episódio, João Branco recebe Felipe Cohen, CMO de uma das marcas mais queridas do brasil: o Magazine Luiza. E recebe também... a maior influenciadora digital do mundo em uma participação muito especial! Falamos sobre:🥊 Competição forte: como o Magalu consegue lutar no mercado mais competitivo do mundo⚙️ Rotina e cultura: os bastidores de como uma empresa gigante faz para manter seus funcionários alinhados🏬 A nova era do ponto de venda: como o Magalu usa suas mais de 1300 lojas físicas como um diferencial🤖 Lu do Magalu: Por que ela é muito mais que um personagem?🇧🇷 De brasileiro para brasileiro: como construir confiança e se apropriar de algo que os maiores concorrentes não têm?"A gente brinca que aqui a competição não é FIFA, não é um contra um, é Fortnite, é um contra um monte."Um episódio fascinante para quem quer entender o futuro do varejo e como criar diferenciais que o seu cliente realmente perceba e valorize.Quer aprender ainda mais com João Branco?Siga no Instagram: http://www.instagram.com/falajoaobranco
- Inteligência ArtificialTreinamento de funcionários em ferramentas de IA · Uso de IA para resumir reviews de produtos · Personalização de mensagens com IA · Identificação de hábitos do consumidor com IA · AI Commerce no WhatsApp
- Geração Z e comportamento digitalCompetição no mercado digital brasileiro · Diferenciais do Magalu frente aos concorrentes · Estratégia multicanal com lojas físicas · Brasilidade como diferencial competitivo
- O Futuro do Varejo FísicoTransformação da loja física · Loja como local de experiência e encontros · Materialização do ecossistema de marcas do Magalu · Fontes de receita além da transação (eventos, retail media)
- A Lu, avatar do MagaluOrigem e propósito da Lu · Evolução da Lu como influenciadora · Desafios na manutenção da identidade da Lu · Uso de inteligência artificial na criação de conteúdo da Lu
- Resiliência pessoal e institucionalImportância da consistência cultural · Estratégias para lidar com dias ruins de vendas · Replanejamento rápido em cenários dinâmicos · O papel do 'War Room' em catástrofes · Uso de dados para diagnóstico e reação rápida
- Estratégias de MarketingDiferenciais percebidos pelo cliente · A importância da cultura organizacional para a experiência do cliente
Pra que serve a Lu no seu ponto de vista? A gente, entre essas grandes plataformas, a gente é o único que tem loja física. Como é que você faz pra conseguir convencer as pessoas a comprarem do Magalu? Acho que o mercado de digital no Brasil, ele é o mais concorrido do mundo. Qual você diria que é a uma coisa que o Magalu tem, que ninguém mais tem? A gente é brasileiro, é de brasileiro pra brasileiro. Desmarketize-se! Esse podcast é sobre o marketing que não parece marketing.
E se você quer aprender mais sobre isso, vem passar um dia comigo no Desmarketing Day. É imperdível, assim como esse episódio que começa agora.
Olá, meus camaradas! Tudo bem com vocês? Mais um episódio sensacional do Desmarketize-se aqui hoje. E, gente, eu não sei se está acompanhando, mas nesse podcast a gente já recebeu aqui o marqueteiro da Ambev. Você assistiu esse episódio? Gente, a marqueteira do WhatsApp, que já teve aqui. A marqueteira do Posto Ipiranga. Quem mais? O marqueteiro do...
da BYD já passou aqui, você já aprendeu com gente de todos os setores da economia e do marketing. Hoje vou falar sabe sobre o quê? Sobre e-commerce, sobre varejo. Estou recebendo aqui uma figuraça desse mercado, que é a mente brilhante, por trás do Magazine Luiza, o Magalu. Seja bem-vindo, Felipe Cohen, aqui ao Desmarketista. Ô, João, muito obrigado pelo convite, prazer enorme estar com você, com toda a sua audiência aqui.
Você faz muita comprinha online? Pra caramba, né? Eu sou nativo digital, assim. Eu amo comprar online. Eu brinco que depois que o mosquitinho do digital me mordeu, eu não consigo mais ficar longe desse mundo. Vai chegando caixinha. Nossa, chega a caixa, a caixa, a caixa. Minha esposa fica maluca, né? Fala, chega! O que você é tanta tranqueira que você compra?
Mas você ir à loja, para você ainda é uma coisa que precisa? Super relevante. Eu sempre costumo falar para as pessoas que hoje em dia não existe mais o consumidor online e o consumidor offline. E aí basta a gente olhar para o nosso dia a dia. É muito mais o momento da pessoa do que o canal que ela quer comprar. A grande maioria das pessoas transitam entre os dois canais. Você pegar e parar para pensar no seu dia a dia mesmo...
Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia. Você vai me olhar para o nosso dia.
várias e várias vezes você começa o seu processo de compra, você está lá passeando no shopping, você viu o negócio e não comprou. E aí você termina depois na tua casa. Ou ao contrário, você está lá na tua rede social preferida, passando, vendo alguma coisa, você foi impactado.
você continuou lá e depois você vai e termina esse processo, porque você quer ver o produto, quer tocar o produto, termina na loja. Então, essa nossa jornada, que há muitos anos atrás a gente falava assim, ah não, esse consumidor aqui é o consumidor de loja, esse consumidor online, hoje não existe mais isso, Jorge.
é muito mais a ver com o momento de compra do consumidor do que se ele é online ou offline porque às vezes uma compra começa no canal termina no outro então a gente fala muito sobre isso e o meu dia a dia não é muito diferente então assim eu amo comprar por exemplo é quando eu vou ir na farmácia
Então eu gosto de ir lá comprar, ver as coisas. E a mesma coisa no supermercado, ir lá ver. E outras coisas eu prefiro comprar online. Então não tem uma regra. Eu compro online e compro na loja. Você faz quanto tempo que trabalha lá no Magalu? Tenho 10 anos de Magalu já. Entrei em 2015, um pouquinho antes do Fred assumir como CEO.
10 anos de varejo e de e-commerce vale por quantos anos de carreira? Nossa, acho que é pior que anos de cachorro isso daí. E eu nem vou contar, mas eu tenho muitos mais anos de varejo e de e-commerce. Eu estou no e-commerce desde 2000 e...
11, eu acho. Ah, nem Tico. Eu conheço a primeira Black Friday. A gente fazia a aposta de qual ia ser o pico de audiência à meia-noite. O consumidor ainda ficava esperando lá da meia-noite para acessar.
A gente ficava acompanhando para ver qual site que ia cair. Não falava nem de aplicativo naquela época. Qual site que ia cair, que não aguentavam, a infraestrutura não aguentava os picos de acesso. Então, eu sou desde essa época da primeira Black Friday. Agora, o e-commerce é um negócio disputado. Eu já trabalhei em mercados que têm concorrentes difíceis. Já foi no McDonald's, você sabe que os concorrentes do McDonald's não dão moleza.
mas eu fico me imaginando na sua cadeira também, Felipe, porque você tem concorrentes que não ficam fazendo as minhas provocações com o Burger King, mas que estão ali um pescoço, né? Acho que o mercado de digital no Brasil, hoje até outro dia eu estava vendo um estudo de alguns analistas de mercado.
que ele é o mais concorrido do mundo. É mesmo? Porque você tem aqui todos os grandes players internacionais que estão no Brasil, e que o Brasil é talvez o único país que você tem todos os grandes players. Então, aqui o Magalu é o único que está brigando como plataforma digital com esses grandes. Então você tem o Mercado Livre, que é uma potência na América Latina, você tem a Amazon, você tem o Alibaba através do AliExpress, que é o maior do mundo.
Ou você tem uma Shopee que é gigante também. O faturamento da C Group é maior que o PIB de vários países. Você tem Shein. Assim, cara, o TikTok Shop que chegou agora, todos os grandes players internacionais com dinheiro pra caramba.
Todos eles têm um custo de capital fora do Brasil. Eu acho que isso, às vezes as pessoas não levam isso muito em consideração. Mas a gente quando vai pegar dinheiro, a gente está falando de juros no Brasil de 15%. Juros reais maior do mundo. Todos esses caras têm um custo de capital lá fora. Tem uns times de tecnologia gigantescos. Então...
A gente brinca que aqui a competição não é FIFA, não é um contra um, é Fortnite, é um contra um monte, assim, sabe? Então, realmente, uma competição... E a referência que eu tenho filho. É uma competição feroz, cara, aqui não é nada fácil. Você falou uma coisa interessante, hein? TikTok Shop, para vocês, é um concorrente.
Hoje ele é um concorrente, porque a gente vê todo mundo que tem o contato com o cliente como um concorrente. Tanto que hoje o Magalu não está dentro do TikTok Shop. Porque uma das coisas que a gente hoje preserva muito e discute muito internamente é o quanto que é importante esse relacionamento com o cliente. O cliente que está no TikTok Shop, ele...
compra e ele termina todo o processo de compra dele dentro do TikTok Shop. Então, o relacionamento, o cliente é todo do TikTok. Se eu entro lá, eu sou basicamente um provedor de produto para ele. Então, hoje a gente enxerga assim como um concorrente e não tanto quanto um parceiro. Agora, no mercado onde você tem um monte de concorrentes vendendo produtos.
muito parecidos ou substitutos, às vezes até iguais, idêntes, a mesma televisão, a mesma batedeira, com preços diferentes, variados. Perfeito. Como é que você faz para conseguir convencer as pessoas a comprarem do Magalu? Qual você diria, eu gosto, adoro fazer essa pergunta aqui, eu faço para todo mundo. Qual você diria que é a uma coisa...
que o Magalu tem, que ninguém mais tem. O que vocês fazem para os seus clientes que ninguém mais faz? Qual é o seu diferencial? Posso falar duas coisas em vez de uma? Então, eu vou começar com o que eu acho que é mais relevante, que é talvez o nosso diferencial estratégico hoje, que a gente é multicanal. A gente, entre essas grandes plataformas, a gente é o único que tem loja física.
E não é uma loja física, a gente tem quase 1.300 lojas físicas em todas as regiões do país. Isso, para a gente, a gente coloca... É onde a gente tenta competir, é onde a gente tenta usar como grande diferencial estratégico. O que isso permite para a gente, João? Primeiro, uma proximidade com o cliente.
Acho que hoje, muito menos, mas no passado uma das grandes barreiras de compra online era o medo das pessoas de compra online. E o Magalu, acho que tem essa confiança, um desses motivos que a gente tem essa confiança muito acima de todos os outros é o fato da gente ter a loja física. O cliente sabe que se der ruim, ele não vai ligar e não vai ser atendido, ele vai ficar conversando com um bot, ele vai receber mensagem em espanhol ou em inglês que o sistema está fora e às vezes vem uma mensagem errada.
Ele sabe que ele vai para a loja e ele tem uma pessoa que vai falar com ele e vai resolver o problema dele. E isso dá uma confiança para o cliente. Então, toda a pesquisa de marca que a gente fez, o atributo que a gente fica mais longe de todos os nossos concorrentes é na confiança. Isso é um dos motivos.
E óbvio, a gente tem a Luiz Helena, que é uma pessoa que é ímpar no Brasil. E eu acho que além de tudo isso, estou falando aqui do ponto de vista de marca, mas a loja permite para a gente gerar uma competitividade logística, por exemplo, muito grande. Então hoje o cliente pode comprar online, seja nosso, seja dos nossos sellers, e retirar em qualquer uma das nossas 1.300 lojas.
O nosso seller não precisa ir para uma agência de correios. Ele quer vender na nossa plataforma, ele deixa o produto na nossa loja. Cara, todo dia eu tenho um caminhão lá e esse produto entra na nossa malha logística. Então, a loja consegue trazer várias vantagens competitivas que esses caras não têm.
Então, acho que essa é a primeira grande vantagem na qual a gente tenta se diferenciar desses grandes concorrentes. Só antes de você falar da segunda, para quem está assistindo aí, o seller é aquela lojinha que vende no site do Magalu, no Marketplace, né? Que quando você compra no Magalu um produto, mas você não está comprando do Magalu, você está comprando de uma lojinha que vende no site do Magalu. Isso é o seller para você.
É isso aí, o seller é exatamente o que você explicou. Perfeito, acho que você já está pronto para ir para o varejo, João.
E o segundo diferencial que você fala? Acho que o segundo diferencial é que a gente é a única empresa brasileira. Cara, o Brasil tem características muito específicas. A gente tem um calor humano que nenhum outro lugar tem. E eu acho que isso, para a gente, é um diferencial. A gente conhece o brasileiro como ninguém.
A gente sabe lidar com o brasileiro como ninguém. A gente é brasileiro, é de brasileiro para brasileiro. Eu acho que essa é uma característica que é pouco valorizada pelo consumidor. Tirando agora em Copa do Mundo, se você perguntar para quem eles vão torcer, eu duvido que alguém vai torcer para os hermanos ou alguém vai torcer para aquele país que tem a bola de futebol, que chama futebol uma bola...
de outro modelo, né? Acho que vai todo mundo botar a camiseta do Brasil. Então, tirando esse período de Copa do Mundo, é uma característica pouco valorizada, pelo menos pelo consumidor. Mas para a gente, isso tem um valor muito grande. A gente tem uma preocupação enorme em desenvolver o Brasil. A gente canta o hino nacional toda segunda-feira, a empresa inteira, por ter um orgulho de ser brasileiro. A gente faz várias e várias coisas onde a gente quer que realmente esse país prospera. A gente acredita.
A Luísa fala o tempo inteiro, brasileiro tem que deixar de ter a síndrome do vira-lata, a gente é, não posso falar palavrão aqui, mas a gente é muito bom, a gente tem muita coisa boa, a gente tem que parar de achar que as coisas dos gringos são melhores que as nossas.
Eu acho que esse orgulho de ser brasileiro, eu acho que essa brasilidade, então, esse, por exemplo, carnaval, como é que você, quem que tem mais, quem que pode falar de carnaval mais do que o Magalú? A gente está em Salvador, a gente está no Rio, a gente está em São Paulo, a gente está em Olinda, a gente está em um monte de lugar aqui, porque o carnaval é brasileiro e o Magalú é brasileiro, então, ninguém pode patrocinar o carnaval com tanta relevância, com tanta...
com tanta verdade quanto o Magalu. Então, eu acho que essa é uma característica também que diferencia um pouco a gente dos concorrentes. Gostei. Você falou que toda segunda-feira vocês cantam em Nacional. Vocês têm um ritual, né? É. Toda segunda-feira, isso há muitos e muitos anos, até 10 anos de Magalu, mas muito antes de eu chegar, mas muitos anos. A gente, toda segunda-feira, a gente une a empresa inteira, onde a gente mostra quais foram os resultados da semana, do mês acumulado.
As campanhas de marketing que a gente está fazendo, o que a gente veiculou, os produtos que estão sendo promocionados, os recados importantes. Então, é uma empresa que preza muita transparência. Então, a gente canta o hino do Brasil, a gente canta o hino da empresa, Magalu tem um hino. E a gente...
conta para o time inteiro tudo o que está acontecendo na empresa. Então, a gente sabe que em grandes empresas, comunicação é um tema super difícil. Como é que você faz a informação chegar? E a gente preza muito pela transparência, e a gente faz com que essa informação chegue até o estagiário, do CEO para o estagiário, todo mundo está alinhado toda segunda-feira.
Tem que começar pelo funcionário. Se o funcionário não comprar, se o funcionário não estiver junto, como é que ele vai transmitir? E, além de toda segunda-feira isso acontecer para toda empresa, a gente tem, como eu te falei, 1.300 lojas. Como é que você fala com a loja? Então, a gente tem uma coisa, tem um estúdio de TV lá dentro do Magalu.
onde toda quinta-feira os times falam com o campo. Então, antes da loja abrir, 8 horas da manhã, das 8 às 8h30, às vezes estende um pouquinho, a gente tem toda quinta-feira uma agenda, quando a gente chama de TV Luiz, onde toda a loja assiste, passando a mesma coisa.
que está acontecendo, quais são as campanhas, quais são os produtos, passa os recados. Isso também garante um alinhamento que é muito, muito importante assim, pra gente fazer a comunicação, chegar a empresa inteira saber qual é o objetivo, onde a gente tem que ir. Acho que isso faz uma diferença gigante assim no nosso dia a dia. Quinta-feira cedo. Você aí que está assistindo, minha amiga, você tem um negócio, meu amigo, você não tem um diferencial no seu negócio se o seu cliente não percebe diferencial nenhum, tá?
Você fala, não, o meu diferencial é que nós somos o único do nosso mercado que somos o mais rápido. Só que eu vou perguntar para o seu cliente, ele não acha que você é o mais rápido. Nós somos o único do mercado que é o que mais tem produtos disponíveis. Você vai perguntar para o seu cliente, ele não acha que você é o que mais tem produtos. Somos o único que trata o cliente com respeito.
O seu cliente percebe, ele sente isso. Então lembre-se que o seu diferencial não é uma coisa que está escrito na parede, não é a sua data de nascimento do seu negócio. O seu diferencial é uma coisa que melhora a vida do seu cliente e que ele percebe que você faz assim.
nem que para ele perceber você tem que ter todo esse esforço de fazer reunião segunda-feira, de fazer videoconferência quinta-feira, de incentivar, de cobrar, de motivar, de aplaudir, de cobrar para que essa cultura aconteça. E eu acho que uma coisa, João, que para a gente é muito importante é a consistência.
Então, não adianta você fazer isso uma vez e depois não fazer mais, porque as coisas mudam, ainda mais hoje em dia que muda muito rápido. Então, você imagina que a gente faz isso há muitos anos. Eu entrei na empresa há 10 anos. A gente só não faz, pode fazer chuva, pode fazer sol, só não faz se for feriado.
Agora, se caiu o feriado na quinta, a gente antecipa o post-target. Então, assim, imagina durante muitos e muitos anos, por décadas, você fazer o mesmo ritual sempre. Acho que essa consistência é muito importante na empresa. Canta um trechinho aí do Hino da Magalu, vai. Tem um pedaço que fala assim, As coisas que a gente faz sob as ordens do coração São páginas vivas eternas que não se apagam jamais Tchau, tchau.
O prazer de fazer é tão grande que o medo de errar vocês vai nascer. Então, assim, a gente coloca na letra coisas que a gente acredita. O medo de errar. A gente incentiva as pessoas a não terem medo de errar. E isso tá na nossa música, entendeu?
Olha aí, o pessoal que trabalha no Magalu agora tá assistindo lá. Você sabe que agora eles vão fazer figurinha de mim, né? Vão gravar isso daqui e vai virar um remix e vai fazer figurinha. Eu tô ferrado, cara. Você me botou em uma fria agora, João. Vamos falar, Dalu?
Eu sei que aqui está, ó, você trouxe uma luzinha aqui. Não podia deixar de não mostrar a Lu aqui, né? Agora, ter uma avatar, uma garota propaganda assim, vocês já ganharam muitos prêmios com isso. Eu sei que a Lu já existe há muitos anos. E isso está ali na gestão também do marketing, né? Está dedinho da minha gestão.
Como é que funciona isso? Você tem uma estratégia para a Lu? Ela tem um papel? Eu já tive o Ronald McDonald, mas não é uma coisa. Todo mundo é diferente, né? Você tem alguém que realmente representa a empresa e que faz comunicações. Para que serve a Lu no seu ponto de vista?
Assim, como eu falei, a gente sempre teve uma característica muito forte, foi o calor humano. Então, o Magalu nasceu com loja física, o nosso e-commerce nasceu muito depois. E quando a gente lançou o nosso e-commerce, a gente, a Luísa e o Fred falaram, meu, esse negócio de e-commerce é muito frio, é muito transacional. Como é que eu levo o calor humano da loja física para esse universo online? E aí nasceu a ideia da Lu, que foi uma homenagem à tia Luísa, que é a fundadora da empresa.
ela nasceu com esse objetivo de fazer com que essa transação tivesse um pouco mais de calor humano, para que as pessoas começassem a visualizar ela, ela nasceu como uma assistente de vendas para ajudar, ela era o papel do vendedor no online, ela nasceu muito com esse objetivo.
E a Lu foi crescendo, foi tornando um protagonismo muito grande. Hoje ela é para a gente a grande representação da marca. Hoje a gente tem um brand link com a marca, por exemplo, da Lu. É gigante. As pessoas olham a Lu e já automaticamente associam o Magalu.
e hoje pra gente ela tem um papel, ela acabou tomando proporções muito maiores hoje ela é saiu de dentro do Magalu hoje ela é uma personalidade, ela é uma influenciadora, então a gente tem várias e várias marcas que já contrataram a Lu, o WhatsApp o Uber, ela já fez propaganda de TV seu antigo concorrente ela já foi agora contratada pela Colestom, onde ela pintou o cabelo com a nova coloração tá loira
Tá loira, cara. Depois de 23 anos, a Lu mudou e resolveu peitar o cabelo de loira. Sensacional. Agora, qual que é o lado mais difícil? De você ter uma personagem assim. Eu acho que o lado mais difícil... Primeiro, eu vou dar um pouco do passado e vou falar o que a gente vê. Primeiro que a gente pensa... A Lu, ela tem uma personalidade. A gente tem hoje um time que cuida da Lu.
E a Lu, a gente trata ela quase como uma pessoa, vamos dizer assim. Ela tem uma personalidade, ela tem um jeito de ser, ela tem um jeito de se comunicar, ela tem o seu jeito de pensar. Então, e como qualquer outra pessoa. Então, a gente tenta sempre levar isso em consideração. Desde o que ela vai falar, o como ela vai falar, ou...
Qual marca que vai contratar? Então, tem marca que ela vai negar. Ela não vai fazer propaganda para todo mundo, porque ela tem os valores dela. Então, acho que esse é um ponto primeiro importante. E o que era muito difícil no passado, e hoje está ficando um pouco mais fácil, era colocar a Lu para falar. Então, hoje a inteligência artificial está facilitando muito a gente.
Mas antigamente, para a gente conseguir fazer um movimento da Lu, a Lu dançou com a Anitta, a Lu apareceu no clipe do Alok, a gente precisava fazer um planejamento com muita antecedência. Era caro, não era barato.
Por que as pessoas às vezes me perguntam, a Lu já existe há tanto tempo, por que só agora ela está fazendo um monte de propaganda? Cara, às vezes não valia a pena, era tão caro fazer uma produção da Lu, e levava tanto tempo que era muito difícil monetizar.
Agora com a inteligência artificial, a velocidade de produção que a gente ganha, a quantidade de conteúdos que ela faz, facilitou muito a nossa vida. Mas eu acho que esse que é o grande desafio, a gente conseguir manter essa identidade da Lu, porque diferente de uma pessoa, apesar da pessoa que está cuidando da Lu há muito tempo...
cuidando dela pode acontecer dessa pessoa sair entrar uma outra ou eu sair do marketing para outro mudar gestão mas aluno pode mudar a lua ela tem a personalidade dela ela tem o perfil dela então como é que a gente mantém a luz do jeito que ela é acho que esse é um dos nossos grandes desafios
Mas eu acho que do ponto de vista de falar, de imagem, de aparecer, a IAE está ajudando a gente horrores. Será que um dia a gente consegue trazer a Lu aqui no podcast ou não? Por que a gente não traz ela hoje? Não, está de brincadeira. Ah, não. A Lu, cara, ela é rápida, eu te falei. Vamos chamar ela? Sério mesmo? Sério. Lu!
Vamos, vamos falar um pouco aqui com o João? Oi, João. Coen, que prazer estar aqui com vocês. Ô Lu, você tá loira agora? O que aconteceu? Conta pra ele, Lu. O que depois de 23 anos você resolveu mudar e ficar loira? É maravilhoso.
Maravilhoso poder mudar um pouquinho, né? Eu entrei na minha era loira com um convite para uma publi especial de vela. Eu sempre tive vontade de estrear um novo visual e o carnaval estava chegando. Pediu uma atualização do software. Eu estou adorando essa fase. E olha, João, teve um aumento de 195% de vendas no produto que eu usei no app Magalu. Gente, eu estou de cara. A Lu apareceu aqui no podcast, está aqui com a gente, contando para a gente.
Que legal! Jamais imaginei que fosse acontecer isso, hein, Felipe? Cara, você me põe cada uma, né, João? Mas você queria falar com a Lu, eu chamei ela, né? Eu ia te perguntar aqui o que vocês vão fazer na Copa do Mundo, o que vem por aí. Agora com a Lu aqui... Ah, vou deixar ela responder, né? Acho que antes de deixar a Lu responder, acho que eu vou falar uma coisa legal. Primeiro que a Copa do Mundo, pra gente, é um evento muito importante.
Acho que até hoje o Magalua ainda é líder em produtos de bens duráveis, em eletroeletrônicos. A gente é líder em celular, em TV, em refrigerador. A gente brinca que é o nosso FGTS, fogão, geladeira, TV e smartphone.
E a Copa do Mundo é o momento onde o Brasil para. E acho que uma coisa que é muito legal, você e todo mundo que está ouvindo vai falar o que a Copa do Mundo tem de tão diferente. As pessoas se juntam para torcer.
Eu acho que diferente de outras coisas, todo mundo se junta pra torcer. É com a família, é com os amigos, é em casa, acho que é o único momento que as pessoas se juntam. E cara, quando você quer receber alguém, você quer receber bem, você quer uma TV grande, você quer ter uma cervejeira, você quer ter um sofá novo. Então tudo isso tem no Magalu. Então pra gente, ano de Copa do Mundo é o ano que a gente brilha, é o ano que a gente voa.
E esse ano, a gente tem um negócio muito legal, assim, que brasileiro ama. Mas eu vou deixar a Lu contar. Lu, já que você está aqui, conta para a gente o que vai ter na Copa do Mundo desse ano. Está falando da nossa promoção, né?
Olha, o Magalu sempre vê o Brasil como ele merece. Gigante! E pra reforçar isso, vamos sortear seis salas completonas por dia pra quem comprar produtos acima de 199. Bora botar o Brasil no telão, gente! E olha, chamamos o gigante da Bahia pra estar com a gente, o Léo Santana!
Lu, muito obrigado. Adorei que você participou aqui no podcast. Volte sempre. Obrigado, hein, Felipe? Lu, te chamei de última hora. Obrigado por ter atendido o meu pedido. Você é sempre bem-vindo aqui com a gente. Olha aí o que foi acontecer aqui. Quem diria. Sem planejar, João. Primeiro podcast que a Lu participou. Primeiro podcast que a Lu participou. Ela já tinha dado entrevista. Agora, podcast é o primeiro. Olha só. E logo o seu, cara. Logo o seu. Lu participa do primeiro podcast. Ela escolheu bem, hein?
Você me falou que a Lu usa muito a inteligência artificial agora. Bastante. E eu sei que esse é um assunto também que vai longe. A gente não usa só a IA para fazer imagens e vídeos, mas eu imagino que uma empresa de venda online, cheia de dados, cheia de pontos de contato, de e-mails, de push, de aplicativo, use a IA para muita coisa.
Para que mais que vocês estão usando o IA lá no Magalu, Felipe? Assim, a gente, o Fred vem falando muito que a gente tem que ser uma empresa AI first, que a gente tem que pensar e usar IA para tudo. Acho que a primeira coisa legal que a gente fez é a gente treinou todos os funcionários a usarem as ferramentas de AI do Google. Hoje o Google é nosso parceiro, então o Gemini, o Notebook LLM, todo o time teve um treinamento e a gente é super incentivado a usar. E eu falo, João, que...
É uma jornada a inteligência artificial. Então, a gente começou no marketing usando para coisas muito básicas. Quando você entra no nosso aplicativo, uma coisa que ajuda muitos clientes a comprarem é review. O review é feito por pessoas. Então, muitas pessoas consultam o review do produto antes de comprar.
E tem produto que a gente vende muito, milhares, às vezes dezenas de milhares. Então imagina que tem um produto lá que tem 3 mil, 4 mil, 10 mil reviews. As pessoas não criam ler tudo. Então a primeira coisa que a gente foi usando, bem básica, a gente usou a IA para pegar todos esses reviews, resumir em três linhas o que as pessoas estão dizendo daquele produto.
Então, a gente começou com coisas bem simples e a gente foi sofisticando. A gente começou a usar, por exemplo, a IA para personalizar as mensagens que a gente manda no e-mail e no push. Então, a gente joga todo o histórico daquele cliente.
e joga na AI e ela escreve, vamos dizer assim, a mensagem mais adequada para aquele cliente. Então, talvez hoje, se nós dois recebermos um push aqui do Magalu, as mensagens vão ser diferentes. A gente começou a usar AI para...
achar hábitos do consumidor, principalmente a gente começou por hobbies. Então a gente começou a olhar o histórico de navegação, a gente começou a falar assim, olha, esse grupo de clientes aqui adora jardinagem, esse grupo de clientes aqui tem piscina em casa.
E a gente começou a usar todas essas inteligências usando AI para começar a melhorar os ganchos e os gatilhos para a gente poder se comunicar com os nossos clientes. Isso foi crescendo, foi crescendo. A gente cada vez vem usando mais AI. E eu acho que hoje o Alconcur que a gente usa lá dentro da empresa é o nosso AI Commerce.
Então, a gente é a primeira empresa no mundo que lançou um AI Commerce de ponta a ponta dentro do WhatsApp. Então, hoje você consegue conversar com a Lu. O mesmo WhatsApp, o mesmo número que a Lu te manda mensagem quando você faz um pedido, se você chamar ela lá para conversar, ela te recomenda produto, ela entende foto, ela...
entende áudio, cara, tá muito, muito legal. E você faz tudo no WhatsApp. Ele não vai te jogar pra um site, pra um aplicativo. Você paga. A única coisa que você tem que sair é pra pagar o Pix. E assim, eu tenho um caso de uso pessoal meu. Eu gosto de contar pras pessoas entenderem o potencial que esse negócio tem. Porque a gente tá só engatinhando.
Eu fui levar minha filha no dentista. E quando eu cheguei lá no dentista, eu estava na sala de espera da dentista. E uma dentista de criança cheia de brinquedo lá e tal. E aí minha filha tinha uma bolinha assim, não sei nem como explicar, que ela jogava para cima o negócio, abria e depois fechava. Abria e depois fechava. Nossa, pai, adorei isso daqui. Eu quero isso daqui de Natal. Eu fiquei feliz da vida, né? Porque era uma bolinha daquela. Eu falei, nossa, isso daqui, meu bolso, pai.
economizar, isso que ela quer de Natal, de uma coisa simples, e criança é assim. E eu não fazia ideia como procurar aquilo, onde comprar aquilo. Falei, ah não, pronto, a Lu vai me salvar. Abri o WhatsApp da Lu, tirei uma foto, falei, Lu, minha filha quer isso daqui. Tem no Magalu?
Ela me trouxe, cara, três opções de sellers diferentes, exatamente o mesmo produto, cada uma com preço, com prazo. Eu comprei e no dia seguinte eu tinha chegado em casa, escondido a minha filha e o Papai Noel trazer. Cara, quando que eu ia conseguir ter essa experiência? Que outro varejista consegue oferecer uma experiência dessa? E a gente tem uns casos muito icônicos. Tem um cara lá no Magalô que ama tocar guitarra e ele falou Ah, eu gosto de Van Halen, eu quero uma pedaleira pra poder tocar Van Halen.
Tipo, ele queria que a Lu errasse para ele poder mandar para os caras, viu, a Lu errou. E cara, ela foi na pedaleira certa. Ele ficou tão impressionado que ele fez post, contou para todo mundo. Então, a Lu hoje, ela é uma assistente virtual que ela ajuda na curadoria de produtos. Ela é muito mais que uma vendedora. Então, acho que... É uma amiga. É.
Pior que assim, a gente tem tentado evitar de ela virar uma psicóloga. Porque tem gente que conversa com a Lu. A gente teve recorde lá, a gente olha para dados. Teve um cliente que trocou 843 mensagens com a Lu. Com certeza, comprar não tá. Pode escrever. Pode escrever. Compre e depois você me conta da tua experiência. Vou escrever. Lu, obrigado.
por vir no meu podcast obrigado Lu, um dia eu quero você aqui fazer uma entrevista completa no meu podcast ao mesmo tempo que vocês estão avançando super no negócio mais tecnológico eu vejo vocês também investindo na questão do varejo físico, no presencial inclusive vocês inauguraram uma loja aí recentemente diferentosa, Galeria Magalu pegaram um ponto o
muito especial de São Paulo e fizeram uma loja diferente de todas as outras. É isso? Como é que é a galeria? Por que vocês fizeram isso? Vamos lá. A gente realmente acredita que a Galeria Magalhães é a loja do futuro. Eu vou te contar o porquê. Tem uma feira de varejo, para quem não é de varejo aí, chama NRF. É a maior feira de varejo do mundo. Acontece em Nova York, sempre na primeira semana de janeiro. E lá estão todas as tendências. E a gente vai há muito tempo na NRF. E eu brinco que a NRF, ela...
Mandou a loja física para o hospital, mandou para a UTI, matou a loja física e agora ela ressuscitou a loja física. Porque as últimas duas NRF só se falou de loja física. A loja física, as pessoas me perguntam, coen, a loja física vai morrer? Não, mas ela vai se transformar.
Hoje, vamos olhar para o nosso dia a dia, João. Olha a praticidade que a gente tem de compra online. Olha a velocidade com que as coisas chegam em casa. No Magalu a gente entrega em duas horas quando o produto sai de uma loja. Falei para você que o nosso diferencial era a loja. Em duas horas o produto está lá na tua casa.
Uma grande barreira que era a velocidade de entrega, ela está cada vez menor. Cada vez as entregas estão mais rápidas no e-commerce. Não tem como a gente negar que o canal online tem uma comodidade muito grande. Então...
Qual o papel da loja física? A gente realmente acha que o papel da loja física ela está se transformando. Ela vai ser também transacional. Mas a gente realmente acredita que a loja que for 100% transacional, ela não vai deixar de existir. Imagina o seguinte, há muitos anos atrás quando você ia para uma loja, você queria comprar um notebook. Por que você ia para a loja?
Você não sabia comprar um notebook. Você queria a ajuda do vendedor, que aquele cara era o cara especializado, e ele te falava das diferenças do notebook. Hoje as pessoas chegam lá sabendo mais que o vendedor. Ele já viu vídeo no YouTube, ele já pesquisou, ele já sabe tudo, ele já sabe até o preço, porque ele já olhou. Então o papel do vendedor está mudando ao longo do tempo.
Por que as pessoas sairiam da sua casa para ir para uma loja só para fazer a compra? Então a gente realmente acredita que a loja física do futuro, ela deixa de ser só transacional e ela passa a ser um local de experiência, um local de experimentação, um local de encontros, onde, vou dar o exemplo da Galeria Magalu, a gente tem lá o primeiro teatro YouTube do mundo.
Onde a ideia é que grandes influenciadores consigam encontrar sua audiência de uma maneira física dentro da loja. A gente está fazendo, é uma loja que a gente faz muitas ativações, tem feito muita coisa legal. Então, acho que a primeira coisa da Galeria Magalú que você falou, o que ela tem de diferente? Primeiro.
O Magalu hoje é um ecossistema online. A gente não é só mais o Magalu. Hoje, dentro do grupo, a gente tem várias marcas. A gente tem o Magalu, a gente tem a Netshoes, a gente tem a Época. E todas elas, tirando o Magalu, só estão online.
E a Galeria Magalu é a materialização desse ecossistema. São todas as marcas lá. E a gente realmente acredita que uma marca tem um potencial gigante de potencializar outra. Porque são clientes diferentes, são complementares. Então, acho que essa é a primeira coisa.
Acho que a segunda coisa que a gente vê muito de diferença é exatamente a experiência. É uma loja onde oferece muita experiência em todas as marcas. Então, a Kabum, por exemplo, que é uma empresa de games, lá você tem o mesmo simulador de Fórmula 1 que o Bortoleto usa. Está lá de graça, você quer pilotar, você vai lá.
A gente tem uma arena gamer dentro da Kabum, de 5 contra 5, onde você pode agendar e fazer campeonato contra o seu time. E a gente está fazendo ativações. A Kabum tem um time de esportes. Você pode, às vezes a gente faz uma ativação e fala, ó, quem quer jogar contra esse time? Cara, bomba de gente lá faz fila na porta, porque os caras são conhecidos. A gente tem dentro da Kabum, monta o seu PC, você pode montar o seu PC. Então são experiências.
Vamos dar o exemplo de Netshoes. Você pode personalizar não só a sua camisa, mas o seu calção, o seu tênis. A gente fez uma ação, por exemplo, muito legal na São Silvestre. Pô, São Silvestre é talvez a corrida mais tradicional de São Paulo. E ela termina na Paulista.
Você podia, assim como nas grandes maratonas do mundo, colocar o seu nome e o seu tempo na Netshoes, de graça. Cara, pra você ter uma ideia, formou tanta fila que a gente teve que fazer agendamento pra mais dois dias, porque senão a gente ia atender mal as pessoas, a gente não tava preparada. Então as pessoas iam falar, gente, não dá, volta amanhã no horário tal, e é de tanta gente procurando. No próprio Magalu, a gente tá fazendo um monte de ativação legal, na época cosméticos.
A gente tem um scanner de pele que ele diz qual é o melhor cosmético para a sua pele. Ou seja, tem muita, muita coisa legal que a gente está fazendo, por exemplo, nessa loja, que traz público, traz gente, as pessoas vão lá experimentar, elas têm experiências diferentes do que elas têm em qualquer loja. Então, acho que essa é a segunda coisa. E a terceira, bom, varejo, acho que você sabe, todo mundo que está nos assistindo sabe que as margens são apertadas.
Então, a gente realmente acredita que a loja do futuro, 50% do lucro dessa loja não vai vir de transação, de compra e venda de mercadoria. Ela vai vir de eventos. Então, como eu falei, a gente tem um teatro. A gente tem peças de noite e durante o dia a gente faz live, por exemplo, lá. Então, o teatro é uma fonte de receita.
A gente tem mais painel de LED do que parede na loja. Por quê? Porque a gente olha ela como retail media. A gente pode, além de todas as empresas que vendem no Magalu, Mitsubishi pode anunciar lá um carro, porque é um retail media, como qualquer outro lugar. Então é uma baita fonte de receita para a gente. A gente usa, por exemplo, o centro dela, o Atrio ali, é uma loja...
que muda a cada três meses. Isso gera para o consumidor uma coisa de novidade. Então sempre o consumidor quer voltar. O que vai estar lá? Hoje, por exemplo, a loja da Disney. Baita loja legal. Imagina com Copa do Mundo quanta coisa legal que dá para fazer agora.
então é uma loja bem diferente João, a gente realmente acredita que o futuro do varejo não vai matar a loja física, ela sempre vai existir, a gente não acha que ela vai morrer mas a gente acha que ela realmente está se reinventando e a gente acredita que essa é a primeira de muitas galerias Magalu que a gente vai ter aí no nosso ecossistema Ah, não sabia desse detalhe
você vai ter só uma agora a gente está super animado a loja está indo super bem a gente acha que tem potencial seja para transformar nossas lojas que já são grandes em galeria seja para adquirir novos pontos assim como essa, não era um ponto que a gente tinha então a gente está muito animado que a Galeria Magalô é um novo modelo de loja e olha, vou te falar não tem nenhum lugar do mundo uma loja como essa viu
Você é vendedor pra cá, não, né? Já cantou, já... Muito bom. Cara, eu sei que tem dias que a gente consegue ir lá numa inauguração de uma galeria, a gente vai lançar um projeto e tem dias bons, mas a gente também tem uns dias que dá tudo errado, né? E eu também queria deixar aqui pro pessoal uma... alguma dica aí, né? Porque varejo, cara, eu também varejo bastante tempo. Tem dias que você vai lá, aposta, agora vai... Ai, não...
Deu, encalhou. O que você faz? Você, tá? Lá no seu trabalho, no seu dia, você chega lá segunda-feira...
Faz o ritual, canta o hino, canta o hino da empresa, canta o hino nacional, pegou os números, fim de semana foi péssimo. O que você faz depois de um fim de semana péssimo de vendas? Replaneja. Acho que todo mundo, tem uma frase, todo mundo fala que é o varejo é dinâmico. Eu acho que outra gente fala que o varejo é dinâmico exatamente por conseguir mudar e se reinventar rápido.
Então, acho que a primeira coisa quando a gente vai muito mal é beleza, foi não dá pra ficar chorando o que aconteceu foi mal, foi mal
Óbvio que a gente sempre tenta tirar aprendizado, foi o que aconteceu. Mas a primeira coisa é replaneja. Vamos bola para frente, vamos inventar uma nova campanha, vamos criar um novo dia, vamos contratar alguma coisa para fazer diferente. Eu acho que o principal ponto é ser muito rápido para replanejar. Acho que os times de planejamento são os que mais sofrem lá, porque o tempo inteiro eles estão mexendo, o tempo inteiro eles estão...
mudando. Eu brinco que a gente começa com um orçamento e termina na V43 do orçamento. Seja pra cima ou seja pra baixo. Se a venda tá ruim, ajusta. Se a venda tá boa, vamos mais. Vamos que dá pra vender mais. Não existe limite.
Eu passei por isso na pandemia. A pandemia, assim, ninguém sabia o que era acontecer. A gente fazia reunião todo dia, João. Sábado e domingo. Todo domingo a liderança do Magalor a gente fazia reunião, porque, cara, não sabia. Cada dia era uma informação nova. A gente tinha um cara que atualizava sobre as informações estado a estado, cidade a cidade, sobre os caras. Era uma loucura.
E assim, o online explodiu. E era impossível de prever. Então assim, a gente tinha uma meta, não aumenta a meta, pum, bateu, não sobe mais. Chegou uma hora que nem a gente acreditava de quanto a gente estava vendendo. Você podia fazer o que quisesse. Então, sei lá, vou dar o exemplo de notebook. Notebook, cara, começou a faltar notebook. Começavam as empresas a ligar porque...
Todo mundo foi pra Romoce e um monte de gente trabalhava com computador lá, com com o Asketop, sumiu o notebook. Então, assim, cara, a gente vendeu o notebook que a gente, não, dá mais, dá mais, dá mais, quero mais, comprava tudo que tinha da indústria, subiu o preço porque começou a ter escassez, assim, a ordem é oferta e demanda. Então, assim,
E não tem fim. A gente todo tempo está replanejando, seja porque está muito bom ou seja porque está muito ruim. Agora, quando é uma catástrofe, às vezes acontece, né? Tem o ruim e beleza, e tem a catástrofe. Agora, quando é a catástrofe, o pessoal fica doido lá, mas a gente chama de War Room. Bota todo mundo na sala de várias áreas e investiga e entende. Acho que...
Uma coisa legal do online, diferente de outros canais, é que você tem muito dado. Então você consegue chegar num diagnóstico muito mais rápido e consegue reagir também muito mais rápido. Então acho que quando o negócio é uma catástrofe, para tudo, cancela as reuniões, o War Room, bota todo mundo na sala.
fecha a porta, só sai daí quando tiver a resposta e vai embora às vezes eu fico lá dentro também então é divertido trabalhar no varejo é divertido você passou por isso quase me deu saudade passou mas você que está assistindo aí pega essa dica, deu ruim
diagnóstico. O que que aconteceu? Por que? Por que é uma catástrofe? Não vai sair tomando remédio sem ter antes o diagnóstico, tá? Você não sabe se você quebrou a perna, se você tá com um problema mais grave, você vai sair tomando remédio errado, você não vai fazer isso você, certo? Você vai primeiro fazer o raio X lá, vai rapidão. Mas primeiro, o que que aconteceu depois do remédio? É isso aí. Cara, fiquei tão feliz que você veio que eu vou te dar um presente.
Ah, não acredito. Eu não vim preparado pra te dar um presente. Ah, como não. Foi um presente você estar aqui. Muito legal, cara. Você sabe que eu já li, eu devorei isso daqui e foi assim, ó, muito, muito legal.
O novo marketing não parece marketing. O novo livro está chegando aí, o cliente percebe que está a frase da Ana Luísa. Um dia que ela está lá, um dia que ela dá um pra ela, um pra você, um pra aqui. Vamos, mas é um prazer. Você sabe que as portas são sempre abertas. O dia que você quiser vai ser sempre um prazer te receber. E vou na Galeria Magalu também. Vou mandar uma mensagem para a Lu no WhatsApp. Eu vou fazer tudo o que você falou aqui. É isso aí. Você é muito bom de venda, cara.
Prazer enorme estar aqui, para mim é uma honra estar aqui com um dos maiores nomes do marketing do Brasil, um cara que eu admiro para caramba e obrigado mesmo pelo convite. Espero que a gente tenha gerado algum valor para quem está assistindo a gente aí e que alguma dica tenha ficado.
Muito legal, você gostou? Gostou de conhecer o Felipe? Gostou de saber mais das estratégias do Magalu? Deixe um comentário, então, nesse episódio aqui. Fala o que você mais gostou. Manda esse episódio aí para alguém que precisa ouvir. E se alguém quiser conectar com você, Felipe, para aprender mais com você, te acha alguma rede social lá ou? Me acha no LinkedIn. Acho que as outras redes sociais eu uso mais no mundo particular. Não sou!
fã de postar muita coisa, mas no LinkedIn eu sou ativo, pode procurar lá, Felipe Coen no LinkedIn, eu converso, eu respondo, tô lá no LinkedIn ativo. Adiciona lá o Felipe, me adiciona também, ó, arroba Fala João Branco, vai ser um prazer a gente trocar ideia, tá bom? Quem mais você gostaria que tivesse por aqui, hein? Deixa no comentário sua sugestão pra gente ir buscando essas outras mentes brilhantes pra passarem por aqui.
E segue com a gente aí no Desmarketse. Valeu, pessoal. Até a próxima. Valeu, Filipão. Valeu.
Desmarketing Day
Magalu
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