Episódios de Vai tomar no seu cunhado

78 - Refém da costureira

05 de setembro de 202655min
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O episódio de hoje é todo de vocês!
Depois de várias semanas sem publicar um episódio, voltamos com um especial de leitura de comentários e uma história de ouvinte.
De disclaimer com anti-vax, passando por uma história que costura o bom e o ruim de um serviço contratado, até um bolão da NFL. Esse episódio tem de tudo.
Músicas:
Funky Jazz - Cocktail Bar Music, por Alex Morgan (Pixabay)
Fun Time, por Nikita Kondrashev (Pixabay)
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Participantes neste episódio2
F

Felipe Xavier

Host
B

Bruno Rezende

Co-host
Assuntos4
  • O retorno de doenças erradicadas devido à não vacinaçãoSarampo·Anti-vax·Átila Iamarino·COVID-19·São Paulo·Rio de Janeiro
  • A importância de ler o que se gosta para o lazer e diversãoLeitura como lazer·Ficção científica·Fantasia·Tolkien·Pai Rico, Pai Pobre
  • A relação abusiva com costureiras que oferecem serviço impecávelAteliê de Costuras, Coices e Mordidas·Serviço impecável·Atendimento grosseiro·Troca de zíper
  • O desenvolvimento de um bolão de futebol americano para amigosNFL·Bolão·Aplicativo·André D'Alessandra·Super Bowl
Transcrição207 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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?Voz B

Must be 21 years or older. Terms and conditions apply.

?Voz A

High Five Casino. How to have fun anytime, anywhere. Step 1: Go to chumbacasino.com.

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?Voz A

VGW Group. Void where prohibited by law. 21+. Terms and conditions apply. Boa tarde, Bruno.

?Voz C

Boa tarde, tudo bem com você?

?Voz B

Eu tô excelente, tô feliz, tô maravilhado, perplexo.

?Voz C

Por quê? Você quer compartilhar com os vai tomar no seu cunhado o seu motivo de alegria?

?Voz B

Eu falo, é, tô muito feliz porque eu consegui jogar um pouquinho. Essa alegria é tão ridícula, né, velho?

?Voz C

Meu Deus, são pequenas alegrias da vida, né, Bruno?

?Voz B

Eu me sinto meio idiota, Felipe, porque eu não sei, eu virei pai, né, mano? Mas parece que eu sou meio menino ainda, né?

?Voz C

Então, mas por quê? O que que você ia compartilhar? Ó, para para pensar, a nossa geração é outra, ela é diferente da geração dos nossos pais e avós, né? Se você não fosse jogar, por exemplo, qual seria a vitória que você ia contar? Lavei o carro, puta, que bagulho chato, entendeu? Não quero, entendeu?

?Voz B

Eu não tenho esse costume de lavar carro não, mano.

?Voz C

Então, se eu não puder falar que eu joguei um joguinho, vi um, assisti um negócio, entendeu? Não quero ser dessa geração não.

?Voz B

Então, Felipe, mas você não joga, entendeu?

?Voz C

Você não joga porque eu tenho outros hobbies que não são jogo.

?Voz B

Que é o quê? Seus hobbies é alcançar lugares em Deus, é ler livro.

?Voz C

Eu gosto de ver filme, gosto de ver série, eu vejo anime, desenho, entendeu? Essas coisas muitas pessoas diriam que é coisa de criança. O que eu mais tenho visto recentemente é anime, sabe por quê? Porque é curto. E eu tenho... É mais fácil, entendeu, de eu conseguir ver um anime, um episódio de anime de 20 a 25 minutos do que eu assistir uma série de 1 hora ou um filme. Você sabe quantos filmes eu assisti esse ano, Bruno?

?Voz B

Não faço ideia.

?Voz C

2. E os 2 filmes que eu assisti esse ano foram antes do dia 10 de janeiro.

?Voz B

Filipe, mas é só você pausar o filme, depois você volta.

?Voz C

Não, Bruno, se eu não for, se eu não for ver o filme inteiro numa sentada, eu não vou começar. Não existe isso.

?Voz B

Então assiste filme depois que você coloca seu filho para dormir, pô, que aí ele tem mais horas e tal.

?Voz C

Não, mas aí é porque aí eu tenho que assistir filme sozinho, porque A Paula sempre vai dormir mais cedo que eu porque ela tá cansada. Aí a hora que ela vai dormir, eu não vou começar um filme a hora que ela vai dormir, entendeu? Que ela vai dormir, sei lá, 9 horas. Aí eu vou começar um filme 9 horas para acabar?

?Voz B

Não.

?Voz C

Aí eu vejo série no máximo 1 hora, entendeu? Então por isso que, por isso que tá difícil.

?Voz B

Eu queria deixar uma, eu queria deixar um parênteses aqui, né? Porque eu sempre trago essa notícia e você sempre me defende. Eu te agradeço por isso, Felipe, que você é um amigo muito querido, que todas as vezes, por exemplo, que a gente comenta sobre livro, a gente já falou isso aqui em algum episódio, tem certeza. Não sei em qual não, se quiser saber aí você vai escutar os episódios tudo de novo aí. Mas toda vez que eu falo tipo assim, ah, eu gosto de ler, né?

E quando eu vou ler, eu leio coisas que me interessam, que o que mais me interessa atualmente é ficção científica, fantasia também me interessa muito. Então o que eu gosto de livro que tem Aquelas coisas, né, como eu te comentei com você esses dias, meio farofa, né, que você já sabe o que que é, uns trem mais idiota, que tem poder, que tem bicho que voa. Eu gosto de livro assim. E eu me sinto um infanto juvenil com 31 anos de idade, um filho de quase um ano, entendeu?

Eu me sinto meio mal, porque quando eu vou conversar, por exemplo, vou citar aqui a Luana, né, Luana é namorada do nosso amigo Yuri, que esteve aqui no episódio passado. Ela tem 24 anos, Felipe, e ela lê Kim Casborba, ela lê esses caras. Eu esqueci os clássicos brasileiros. O que escreveu lá Capitães de Areia, como é que ele chama?

?Voz C

Jorge Amado? Não é Machado de Assis, não?

?Voz B

Agora você tá pensando. Mas enfim, pode ser Machado de Assis, Guimarães Rosa. Então esses livros na minha cabeça são mais cultos, entendeu? São mais para pessoas inteligentes, que eu não tô lá Sacou?

?Voz C

Tá, vamos, a gente vai entrar nesse assunto, né, cara? Vamos lá, você falou que gosta de livro que tem poderzinho, né? Tem dragão, a gente gosta de dragão, né? Dragão é um negócio legal. Por que que a gente acha que os caras que escreveram certas obras são cultos e a gente que lê é retardado? Porra, por que eles escreveram? Cara, para para pensar, Tolkien é um dos maiores escritores de fantasia fazia do que já existiram. Fio, o cara era, era head de cadeira de universidade lá de Oxford, maluco.

Se esse maluco se interessava por isso, eu tô tranquilasso em me interessar por isso, entendeu? Não tem problema.

?Voz B

Você gosta também, Felipe?

?Voz C

É lógico, é lógico, cara. Coloca dois livros na minha frente, deixa eu olhar aqui. Pai Rico, Pai Pobre, Cemitério de Dragões, irmão. Queima Pai Rico Pai Pobre. Puta bagulho chato, não quero saber disso, entendeu? Eu não gosto de biografia, eu não gosto de livro que conta a história de gente real que existiu, não gosto. Não gosto de livro de trabalho, eu leio porque eu sou obrigado. Não gosto de livro... Ah, eu tenho um livro aqui que é Redação Estratégica para o UX.

Puta livro insuportável, chato, cheio de tabela, falando o que você tem que fazer. Cara, isso é trabalho, bagulho chato, mano, não quero saber. Não gosto, não gosto, entendeu?

?Voz B

Felipe, eu tô rindo demais.

?Voz C

Ah, velho, tipo, vem com esse— eu sei que tem muita gente que fala, não, eu sempre que eu vou ler eu preciso aprender alguma coisa. Ah, vá te catar, que vida triste e sem graça que você tem.

?Voz B

Então, já vi pessoas falando tipo assim, ah, você precisa ler livros que vão te tirar da burrice. Não necessariamente esse livro vai ser Pai Rico e Pai Pobre, vamos supor, mas é um livro que sei lá, que traz, que faz você pensar em alguma coisa. Não que os de fantasia também não façam, né? Eu acho que tem muitas. Eu te falei, eu li um livro semana passada, retrasada, que é Piranesi. Ele é um livro de fantasia que faz você pensar em várias coisas, em várias questões, velho, sabe, da sua vida pessoal, que a gente não vive no mundo de dragões, né?

?Voz C

É lógico, mas, cara, a galera que escreve ficção, que escreve coisas que não existem, elas geralmente discutem temas que são reais da nossa vida, velho. Tipo, isso é normal assim. Agora, se eu ouvir falar tipo assim, ah, você tem que ler livro que te tira da burrice, depende qual que é o seu objetivo com leitura. Se o seu objetivo com leitura for puramente utilitário, beleza, lê os livros de coach aí, lê as paradas que você vai sempre aprender alguma coisa prática com isso.

Mas o meu objetivo com leitura não é esse, apesar de às vezes ser esse, mas um deles é lazer. Eu gosto de ler para aprender, gosto de ler para me divertir, gosto de ler para fugir um pouco de problema do mundo, para tirar da nossa cabeça, para desopilar, sabe? Tipo, é a mesma coisa que é com filme, com série e tal. Tem série que vai ser idiota, que você só vê porque, cara, eu quero passar um tempo aqui me desligar da canseira do mundo.

E tem série que vai ser mais cabeça, vai ser mais difícil, vai ter... Enfim, tem tudo. Agora, quem fica cagando regra que tem que ser de um jeito ou de outro é um saco.

?Voz B

Você que critica pessoas que gostam de livros de dragões, fantasia... Porque a gente fala de fantasia, só fala de dragão, né? Mas pode ser qualquer coisa, magia, sei lá o quê. E assiste, por exemplo, House of the Dragon, você não tem cadeira, entendeu? Você não tem. Porque você vê uma série que é extremamente fantasiosa também. O povo monta em dragão lá nessa série. E é uma série boa. Inclusive, eu amo. Mas é isso. Obrigado, Felipe, por me defender, começar esse episódio assim mais light, porque às vezes eu me sinto incluído.

?Voz C

Não, eu não gosto desse papo de que tipo, nossa, tudo tem que ser cabeça. Ó, vou falar uma coisa que eu não gosto, eu acho que não deveria existir, mas que as pessoas assistem, por exemplo, mas beleza. Big Brother, eu acho uma parada idiota, eu acho ruim de todas as formas possíveis. Você ficar assistindo um tanto de gente sobrevivendo numa casa, enfim, eu acho tosco. Critico quem assiste? É óbvio que não, velho. Você faz o que você quiser com o seu tempo.

Se você assiste Big Brother porque, cara, beleza, é uma coisa que me diverte, me entretém e eu quero fugir um pouco da realidade difícil da minha vida, vai lá, campeão. Entendeu? Não tem nada a ver com a sua vida. Entendeu? Porra, eu assisto uns bagulho que tipo outras pessoas vão achar a mesma coisa. Sei lá, vou ver um filme dos Vingadores, entendeu, cara? É a mesma coisa, entendeu? Só que, por exemplo, Big Brother não é o estilo de entretenimento que eu gosto, ponto.

?Voz B

É isso, Felipe. Muito obrigado aí pelo seu posicionamento. E não é que tipo assim, depende também, né? Só para fechar esse assunto, mas depende porque Dependendo do livro, eu também acho chato, saca? Não é porque necessariamente tem dragão ou tem mitologia que eu vou gostar, saca? Então, dependendo do livro, por exemplo, hoje em dia você citou um aí, você citou o Rafael Dracon lá, é Cemitério de Dragões. Eu não sei se eu leria ele, sabe?

Eu já li ele duas vezes no momento da minha vida, sei lá, uns 6, 7 anos atrás, que eu curtia muito. E não que eu ache ruim hoje em dia, mas eu prefiro ler outras coisas, saca?

?Voz C

É uma questão de interesse em outra coisa nesse momento, né?

?Voz B

Às vezes ler igual você me emprestou um livro que inclusive já estou lendo e tô curtindo muito, que supostamente é um clássico, que é O Senhor das Moscas. É um livro de ficção, né? Não é bem fantasia, ou pelo menos até onde eu li, mas é uma ficção, né, onde tem um monte de criança isolada numa ilha assim. Eu acredito muito que esse livro não foi baseado em fatos reais, mas enfim, tô lendo e é isso.

?Voz C

Mas aí, por exemplo, por exemplo, O Senhor das Moscas é um livro tipo— é porque eles não chamam, eles não chamam de vestibular lá nos Estados Unidos, né? Mas é tipo leitura obrigatória de gente que tá na escola lá dos Estados Unidos, que é tipo aqui livro do vestibular, sabe? Que a gente lê Iracema. Esse tipo de coisa, tipo esse livro, O Senhor das Moscas, é isso. Aí tem gente que vai achar que é melhor, que é, você é uma pessoa mais evoluída porque você tá lendo um livro que é uma fantasia, é uma ficção, é uma parada que não existe, mas esse livro discute questões profundas de sociedade, de um monte de coisa, entendeu?

Aí Aí beleza, é o seu objetivo, tipo, dá pra se divertir com esse tipo de livro também que é mais cabeçudo e tal. Mas o esquema é: leia o que você quiser sem cagar regra, entendeu? Lê Crepúsculo, que eu acho que deve ser uma merda, entendeu? Porque se o filme é aquele lixo, imagina o livro, entendeu? Então faz o que você quiser e não fica cagando regra pros outros, não é achando que você é superior porque você lê... Sei lá, Pai Rico Pai Pobre, Dostoiévski, entendeu?

?Voz B

É, Kafka, O Processo.

?Voz C

Nada contra, eu gosto do Tolstói, por exemplo, eu já li um livro do Tolstói, mas é isso.

?Voz B

Eu ia falar uma coisa, esqueci. Mas enfim, leiam o que vocês quiserem, galera.

?Voz C

Importante é ler, viu, Bruno, porque tá todo mundo ficando burro, ninguém lê mais nada.

?Voz B

É, não, eu acho que sabe o quê, né? Eu acho que a gente pode começar esse episódio. Normalmente é você que puxa, hein, Felipe? Porque eu quero trazer um assunto à tona aqui que tá meio quente.

?Voz C

Você viu? É porque esse assunto me inflama um pouco, Bruno.

?Voz A

Você viu?

?Voz C

Eu fiquei meio emocionado aqui. Não, de gente se achar superior porque fica criticando. Ah, isso é coisa de criança e tal, você tá lendo esse negócio aí. Enfim, vamos começar o episódio então. Eu sou o Felipe Xavier, eu sou o Bruno Rezende, e vai tomar no seu cunhado! Tá, o que que você quer trazer à tona aí, Bruno? Agora eu fiquei curioso aqui.

?Voz B

Eu não tenho Instagram, né, Felipe? Eu desinstalei novamente. Eu tinha o app instalado no celular, porém não usava. Então eu falei, ah, eu não tô usando essa merda mesmo. Então eu desinstalei de novo.

?Voz C

Mas agora, se vocês quiserem falar com o Bruno, manda lá que eu passo a mensagem, ou me chama no WhatsApp se você tiver meu número.

?Voz B

E se não tiver também, é aí, é porque a gente não é tão íntimo o suficiente. Aí eu abro o YouTube, né? Eu consumo muito YouTube, velho, vejo muito vídeo de tudo que você imaginar, menos política, né, que eu não gosto de me interessar por assuntos que me tiram do eixo. Mas é notório que o YouTube tem, não é de agora isso, mas tem aquela parada que os canais colocam post, né? Então eles fazem como se fosse um post de Instagram, de Twitter no YouTube.

E uma notícia, né, que eu já estava sabendo através da minha querida irmã, e aí eu só vi mais um post sobre isso essa semana, é que a gente tem doenças que estavam erradicadas voltando, Felipe.

?Voz C

Ainda bem que você não tá no Instagram mesmo, viu? Ainda bem que você não tá no Instagram, cara.

?Voz B

O sarampo era uma doença que estava erradicada, ela não existia mais entre nós, ela não existia. Mas agora os casos de sarampo estão aumentando, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Mais em São Paulo, né? E aí eu me pergunto, por que que uma doença que estava erradicada está voltando a aparecer, Felipe? Por quê, cara?

?Voz C

É foda. Então, tudo começou com esse assunto aí porque eu tava rolando o meu feed e apareceu um vídeo de um cara que eu acho que é de— se você usa rede social, se você usa Instagram, eu acho que é utilidade pública você seguir o cara que é o Átila, né? O Átila Iamarino, que ele ficou— eu já conhecia ele antes porque eu escuto Nerdcast, que é podcast do pessoal do Jovem Nerd, e o Átila já participava há séculos antes. Só que ele ficou muito famoso na época da pandemia porque, bem, ele ficou famoso por um motivo triste, que é rolou uma pandemia e a especialidade do cara é vírus.

Né, então ele ficou muito famoso porque ele tava tentando informar as pessoas sobre a COVID, sobre tudo que tava sendo feito e tal. E aí eu vi um vídeo e mostrei para sua irmã, a gente tava vendo junto lá, é que ele falando sobre, acho que ele falou pessoas de São Paulo, São Bernardo do Campo, uma parada assim. Ele nem tinha falado do Rio, ele tinha falado só de São Paulo e regiões metropolitanas, ele interior de São Paulo mais próximo, para as pessoas correrem para os postinhos de saúde e se vacinarem, porque já tinham registrado no dia do vídeo, acho que tava com 12 ou 13 casos de sarampo.

E cara, e aí ele explicando tudo que o sarampo faz, né, no corpo, enfim, porque que era importante se vacinar de novo e tal. Eu não vou conseguir reproduzir com o nível de acurácia de informação que o Átila fala, então procura aí o Átila e assistir o vídeo dele completo. Mas, cara, dá uma revolta, velho, de tipo— e a parada é extremamente política, velho, porque já por algum motivo um grupo que a gente sabe qual é decidiu dizer que vacina não funciona, decidiu dizer que vacina causa doença.

Isso começou lá em 2016, eu acho, 2017, que Assim, sempre teve, sempre tiveram pessoas desconfiadas de vacina e tal, mas eu acho que isso meio que voltou a ser uma discussão ali por volta de 2016, 2017, se eu não me engano, porque foi quando a galera tava começando a diagnosticar mais autismo e algumas doenças neurodivergentes e tal. Posso ter falado errado, tá, que eu acho que autismo não é considerado uma doença, mas a galera começou a divulgar tipo alguns estudos bizarros, uns bagulho lá.

E aí começou, velho. E aí um grupo político se apropriou dessa narrativa e os caras transformaram a parada numa batalha simplesmente que é a batalha que a gente vive hoje, que é de direita e esquerda. E é isso. Se você se vacina, você é comunista. E se você não se vacina, você é o conservador que vai salvar o mundo. Mundo. E enfim, é isso, né? Você é o diferentão que sabe de alguma coisa que eles não estão te contando, entendeu?

?Voz B

Você nem— você foi bem mais polido. Fico feliz também que a gente tenha aprofundado tanto nesse assunto, que a gente tem outras coisas para falar no episódio. Mas é triste ver que o Brasil tá passando por isso, saca? Tipo, uma coisa que já não existia mais agora tá voltando porque simplesmente um grupo de pessoas decide não vacinar provavelmente seus filhos, né? Os filhos nascem e aí fala, não, essa vacina não vai tomar, ou não vai tomar nenhuma vacina.

Não sei, não sei o que passa na cabeça dessa galera. E enfim, por conta disso a gente tem coisas que não existiam mais circulando entre nós mais uma vez. A minha opinião é tipo, eu sei que ninguém liga, né?

?Voz C

Eu não sou um cara relevante na sociedade, claro que é, mas a minha opinião é que um dos donos de um dos podcasts mais mais disputados do Brasil, Bruno. Coloque-se no seu lugar de protagonismo.

?Voz B

Amém, então é nós. Mas existe um rolê que, tipo assim, eu não sei se é o MEC que defende isso ou se é Conselho Tutelar, não sei quem é, mas existe um, como é que fala, um rolê muito forte de, eu não sei nem como é que fala, Felipe, mas tipo assim, como se fosse fiscalização. Porque, por exemplo, se você tem um filho e não matricula ele em nenhuma escola até, sei lá, uma certa idade, acho que é 6 anos, 6 ou 7 anos, você pode ser preso, eu acho, não é?

Exatamente. Isso é uma merda federal para os pais, é uma coisa meio que assim, é um crime você não fazer isso. A minha opinião é que quem decide não vacinar o filho com doenças, né, com vacinas, principalmente essas aí— eu nem tô falando de COVID, gente, nem tô falando de COVID, tô falando de outras doenças, inclusive essas vai passar não. Mas se você decide não vacinar seu filho, né, com esse tipo de vacina, para mim isso tinha que ser considerado meio que crime também, cara.

Assim, não ao ponto de, ah, você vai ser preso, mas alguma coisa tinha que acontecer. Porque essa liberdade, sei lá, que essa galera acredita e que defende, causa o que tá causando aí, ó. Doenças que não existiam voltando à tona. E coisa grave, cara, eu nem preciso ter noção, eu nem sabia o quão grave era sarampo. Nem sabia, porque eu nunca nem vi essa doença, velho.

?Voz C

Eu descobri nesse vídeo do Átila que ele fala, ele fala altas coisas assim que eu fiquei assustado. Até porque quando a gente era criança, Bruno, eu não conheci ninguém que teve sarampo.

?Voz B

Exatamente.

?Voz C

Eu só conheci o nome. É uma doença que existe. É tipo pensar tipo assim, putz, a gente que é crente, lepra. Você já viu alguém com lepra? Não, porque essa doença não existe mais, porque por algum motivo a gente evoluiu como sociedade, né, e a gente criou vacina. Enfim, tem um monte de doença que não existe mais, a gente não precisa conviver com elas. E aí é isso, tá voltando.

?Voz B

Eu queria só trazer esse assunto à tona aí. Você que escuta esse podcast e faz parte do grupo de pessoas que a gente acabou de comentar, eu não sei na real nem o que que você tá escutando aqui, na moral, porque a gente, a gente dá tanta bordoada nessa galera que, enfim, se você é um, se você escutar a gente até aqui, você é um guerreiro. E você assim é bem-vindo para escutar. A gente, esse podcast, ele é aberto e a gente não faz ele para um grupo específico de pessoas.

Mas o momento sério aqui, né, é um pouco sóbrio desse episódio, desse podcast, é que coloca a mão na sua consciência e veja a merda que você tá fazendo.

?Voz C

É isso, não tenho, não tenho como terminar isso de um jeito melhor. É isso, tá fazendo merda. Ai, ai, Bruno, vamos começar o episódio de fato agora, que é esse episódio, ele é separado, tirando essa parte do disclaimer aí, ele é separado para a gente interagir com os nossos ouvintes, porque eu Eu separei aqui, fiz uma pautinha gostosa com vários comentários. Como eu sei que o Bruno não tá usando Instagram, tirei um print de cada comentário do Instagram para o Bruno ler aqui comigo e tirei do YouTube também de quebra, porque a gente tem muito comentário atrasado, não atrasado, né, mas de uma safra, de uma temporada para outra, e a gente não leu, né.

E essa, o intervalo foi gigantesco de uma temporada para outra, foi 6, 7 meses. E a gente tem um email para ser lido nesse episódio e tava com saudade de ler histórias dos nossos ouvintes. Vamos começar? Lê aí, Bruno, começa aí nos comentários do Spotify e aí você pode dar uns 2, 3 seguidos aí que A gente vai conversando.

?Voz B

O primeiro comentário que a gente tem aqui, ele foi feito há 7 meses, Felipe. Ele foi feito no mês de janeiro, provavelmente fevereiro, não sei. Mas ele é do Vini, e eu pela foto aqui eu imagino que seja o Vini Dude, que é um dos nossos ouvintes.

?Voz C

Grande Vini Dude.

?Voz B

Ele comentou no episódio 71, que é as surras de nossas vidas. Ele comentou: Lan House é minha vida. O pai ficou furiosão.

?Voz C

Esse foi o episódio que você contou da surra que você levou com seu pai, que você mentiu o bagulho da Lan House, né?

?Voz B

Sim, sim. Lan House é minha vida. Isso aqui provavelmente é o rolê que eu comento, né? Não foi o mesmo dia da surra, mas eu tinha muita vontade de ir em Lan House. Eu lembro que eu tava passando na frente do shopping, Center Shopping, que tinha aquela Lan House que chamava Connect, eu acho. Aí eu falei, não, pai, Lan House é minha vida. Meu pai ficou louco da cabeça. Então eu acho que esse comentário tem a ver com isso. Tem um outro comentário que é do Gustavo Souza.

Esse Gustavo aqui é o marido da Júlia, para quem, enfim, você sabe quem é, né, Felipe? Nossos amigos aqui também da vida real nossa aqui também sabem quem é. Mas enfim, o Gustavo comentou há 2 meses aqui no episódio Isso Aqui é Vida Real, que é o episódio bônus que a gente fez. Ele comentou: amamos vocês, obrigado por compartilhar esses momentos lindos e da vida como ela é. Gustavo e a Júlia aí, né, que supostamente vão ter filho.

Tô zoando, não posso falar isso pelos outros, mas o que eu posso falar, o que eu falei, é que quando eles vêm para Uberlândia, eles ficam aqui em casa e eu e a Thaís fica plantando semente na cabeça deles para que eles tenham filhos também. Não sei qual que é a opção deles, não sei se eles querem ou se não querem, mas a minha função como pai é pregar a palavra da paternidade para todo mundo, né? Com responsabilidade, claro. Não vai sair engravidando pessoas e comprar cigarro. Isso é importante.

?Voz C

Pede um cigarro para entregar em casa, faz assim. Aí você não sai não, pede para entregar. Deve ter jeito, tá? Deve ter jeito.

?Voz B

Aí no mesmo episódio tem comentários aqui. Ô Felipe, eu vou ler todos os comentários porque os próximos comentários aqui são desse mesmo episódio. Todos os comentários que eu ler aqui agora são desse episódio. Isso aqui é vida real. A Thaís Carvalho, que é a esposa do Pedrinho, ela comentou aqui: vida como ela é, ter filhos é bom demais, maravilha. O Paulo Teixeira, que é seu amigo, é aquele que mora em Portugal, esse aqui.

?Voz C

Exato. Ele comentou aí, cara, e é legal que ele tá grávido. Eu não sei quando que o filho dele nasce, mas ele tá grávido.

?Voz B

Aí, pô, aí sim, ó.

?Voz C

Eu tô falando porque ele tá no Instagram já, tá? Já postou, enfim, tá tudo.

?Voz B

Você tá divulgando gravidez aí em segredo, foda, hein?

?Voz C

É, pois é.

?Voz B

Ele comentou: anotando tudo aqui para pôr em prática quando meu filho nascer. Então não necessariamente aqui dava para saber que ele tava grávido, né? Mas parabéns aí, Paulo, pelo seu filho ou sua filha, que seja uma bênção na sua vida. E a minha irmã comentou nesse mesmo episódio, isso aqui é a vida real: que episódio bom, kkk.

?Voz C

É, tem mais um aí ainda.

?Voz B

Tem mais um aqui da Michelle Leite, 24 dias atrás, então enfim, é bem recente. Ela: haha, muito bom ouvindo vocês reviver algumas experiências dos meus quando eram bebês assim. Reticências: o puerpério do Bruno me pegou, kkkkk. Se você quer saber do que que ela tá falando, o que que esse puerpério que o Bruno teve, sou eu no caso, vai lá e escuta. Isso aqui é vida real. Posso fazer propaganda agora, Felipe?

?Voz C

Por favor.

?Voz B

Obrigado aí, diretor, pela oportunidade, que agradeço a Deus. Mas se você não segue, vai tomar no seu cunhado. Faça esse favor agora para você mesmo e venha participar da mitologia do reino do mundo universo Vai Tomar no Seu Cunhado. A gente tá no Instagram com o perfil Vai Tomar no Seu Cunhado. Lá a gente tem o nosso feed todo organizado, sai um post para cada episódio, né, que a minha querida irmã esposa do Felipe faz uma arte muito genial.

Pode usar o Instagram para comentar nos nossos episódios, para interagir com a gente, mandar direct, comentar no nos posts, o que você quiser. Segue a gente lá. Se você quiser entrar em contato com a gente também por email, você pode. É vaitomarnossocunhado@gmail.com. Mande história, sugestões, o que você quiser comentar por email, a gente também lê, como é o que a gente vai fazer aqui em alguns minutos, leitura de email. Então você está sendo incentivado, encorajado a participar com a gente aqui desse universo.

A gente também tá em todas as plataformas digitais, tá no Spotify, tá no Deezer, tá no Apple lá, Tá no YouTube também, tudo com o nome Vai Tomar no Seu Cunhado. Procura a gente, ouça a gente e venha fazer parte aí dessa, desse mistério que é o Vai Tomar no Seu Cunhado.

?Voz C

Muito bom, muito bom. Mesmo que o Bruno não está acessando as redes sociais, ou eu acesso ou o Rômulo acessa e manda pra gente aqui. A gente, a gente faz esse meio de campo pra vocês. E acho que Instagram e o YouTube são os melhores lugares pra falar com a gente. No YouTube você consegue ver, né, Bruno, que você usa para caramba.

?Voz B

Mas sim, sim, é isso.

?Voz C

Ó, vou ler mais alguns comentários aqui. Esses são do YouTube e são do mesmo episódio, só que estão no YouTube, né. Então vamos começar com o Yuri Almeida, que participou do último episódio aí, que ele diz: olá a todos os ouvintes, sou o Yuri, tio de coração dessas crianças. Esse episódio demorou um pouco, mas vou contar um pouco como eles educação hoje em dia. Eric e João estão bem, fizeram 18 anos e agora vão para o intercâmbio na Austrália.

A princípio fui contra. Eita, pera aí, eu tirei o print. O comentário continua, o comentário continua. Pera aí só um minuto, eu vou ter que abrir o YouTube aqui porque— ai, ai, é isso, Rômulo, começa, coloca a música de levadura aí enquanto eu abro o YouTube.

?Voz B

Voltando.

?Voz C

Eric e João estão bem, fizeram 18 anos e agora vão para o intercâmbio na Austrália. A princípio fui contra, porque nesse país existem muitos animais perigosos. Porém, o Eric, herdando o temperamento de sua mãe, E João, herdando a falta de paciência do seu pai, disseram: Tio, nós somos o perigo.

?Voz B

Ele é muito criativo, mano.

?Voz C

Ai, cara, esse comentário é genial. Ai, ai. Que aí ele tá obviamente zoando aqui porque a gente gravou um episódio, esse episódio do que a gente tá falando, né, o episódio em questão, ele foi gravado em fevereiro E ele saiu mês passado.

?Voz B

É isso, é o que dá. Ai, ai.

?Voz C

Vamos lá, mais um comentário aqui agora da @patriciando, que é: como futura tia de primeira viagem, esse episódio vai me ajudar bastante. Amigos, eu tô tão feliz por vocês terem voltado, e ainda mais com as rainhas. Então é o episódio aí que as nossas esposas— não sei se a gente falou isso, né? Episódio bônus tem a participação das nossas queridas esposas.

?Voz B

Eu acho que falou, mas não tem problema em relembrar, né?

?Voz C

Até porque a gente repete as coisas agora porque a gente tá velho e é pai agora, né? Próximo comentário é do @matheusrodrigues9422: achei que esse episódio ia me deixar tranquilo sobre os primeiros meses, Tô é mais nervoso e ansioso para Maria nascer. Obrigado aos envolvidos. Esse Matheus é o seu amigo, né?

?Voz B

Isso, Matheus do Tíbia. É assim que a gente se refere a ele, o Matheus do Tíbia.

?Voz C

Ele tá grávido ainda ou já nasceu? Porque eu não sei quando foi esse comentário.

?Voz B

Tá grávido ainda. Eu acho que a previsão de nascer a filha dele é setembro, mês que vem.

?Voz C

Então tá chegando qualquer momento, qualquer momento de setembro, né? Não de agora. Mas é isso, boa sorte aí para os dois papais que comentaram aí, né, que estão esperando, tanto o Paulo Teixeira quanto o Mateus aí. Que Deus abençoe, dê tudo certo aí no parto dos filhinhos de vocês. Acho que é o do Paulo é menino e o do Mateus aí é menina, ele falou, né? É a Maria. Maria. E agora o último comentário sobre o primeiro episódio dessa temporada, que se chama O Bem Venceu, episódio 76, que a gente falou sobre a Copa do Mundo, né?

Foi um episódio de volta, foi a nossa cobertura de Copa do Mundo. É a melhor cobertura que você vai escutar, tá? Esquece esses podcasts de esporte que você escuta aí. É verdade. Esses programas de mesa redonda que os cara fica horas discutindo e tal. Esse é o melhor episódio de Copa que você vai ouvir, é o episódio 76, tá?

?Voz B

É verdade.

?Voz C

E aí a gente tem um comentário aqui do @jonathansaman8181. Eu adoro esses arrobas de YouTube, que ele comenta assim: venceu.

?Voz B

Então eu acho que ele concorda com a gente. Esse Jonathan é quem trabalha comigo, tá? Então eu tava fazendo propaganda do nosso podcast, né, levando, pregando a palavra aí do Vai tomar no seu cunhado. E aparentemente agora ele é um ouvinte.

?Voz C

Que bom, ganhamos mais um ouvinte agora, Jonathan. O importante é você, é que a gente é igual Testemunho de Jeová, sabe, que fica batendo na porta dos outros e pregando a palavra do vai tomar no seu cunhado. Só que aqui tem uma diferença, porque a galera do Testemunho de Jeová, eles têm um problema, né, eles ficam chamando os outros, mas eles vão ficar sem lugar, porque é só 144 mil que vai lá.

?Voz B

Mas é aqui não, aqui tem sempre lugar para mais Meu Deus, Felipe do céu. Pô, vai ser preso, velho, com esse podcast.

?Voz C

Ah, se for preso por Testemunho de Jeová, pelo menos é aquelas fotinhas de que eles passando a mão no leão no paraíso assim, já sabe? Aquelas imagens de folhetim deles, deve ser gostoso. É isso, vamos para o bloco principal desse episódio que é a leitura do email. Vamos embora?

?Voz B

Bora. Bora. Vamos lá, Bruno.

?Voz C

Você vai fazer a leitura desse email porque eu tô com saudade da sua voz de locutor. É, enfim, assume aí a leitura de email porque eu cansei de falar. Parece que eu tô falando tanto esse episódio, você não tá falando nada, você tá meio calado, né, Bruno? O que foi?

?Voz B

Não, não tem nada a ver, eu tô normal. Você ficou falando que eu tava triste no último episódio.

?Voz C

No último episódio, gente, comenta aí se vocês acharam que no episódio que o Yuri tá— não é porque o Yuri é seu cover que você tem que começar a falar menos, não. Eu senti que o Bruno tava meio tristinho. No último episódio. Não sei se vocês sentiram isso também.

?Voz B

Eu acho que o Rômulo passou para o Felipe é que na hora da edição as faixas de áudios, comparada a minha faixa de áudio com a do Felipe, do Yuri, tava muito pequena. Não falei quase nada, o que eu não acho que é verdade. Mas enfim, vamos lá. Esse meio, Felipe, eu já nem sei de que data que é. Ele é um pouco antigo, né?

?Voz C

Eu acho, ele é, eu acho que ele é do, tipo assim, do finalzinho da temporada passada. Então, eu acho que ele é do ano passado, do fim do ano, sabe? Mas eu lembro que esse email chegou e a gente já tinha gravado o último episódio da temporada. Então, não deu pra gente ler porque a temporada tinha entrado em pausa.

?Voz B

Então, vamos lá. Esse email quem mandou foi a Verônica Jeliffs. Jeliffs, eu nunca sei como fala o nome dela, Felipe, mas espero que...

?Voz C

É Jeliffs mesmo.

?Voz B

Jeliffs. É. Ela começa: Olá, amigos do Vai Tomar no Seu Cunhado. Faz tempo que não envio email e não resisti em compartilhar, depois de ouvir o episódio 69 chamado Clientes Reféns, uma situação que enfrento há vários anos.

?Voz C

Você sabe o que a gente falou nesse episódio aí, Bruno?

?Voz B

Eu lembro. Você não lembra não?

?Voz C

Não, eu escutei o episódio, eu não lembrava, né? Mas eu escutei o episódio para ficar preparado.

?Voz B

Você fala da padaria, eu falo da Uber.

?Voz C

É isso aí. É isso aí, exatamente.

?Voz B

Ela diz: a primeira coisa que me veio à cabeça quando vocês comentavam sobre o assunto foi a relação abusiva que eu e minha mãe vivemos com as costureiras que prestam serviço para nós. Apelidei o ateliê carinhosamente de Ateliê de Costuras, Coices e Mordidas, porque é justamente o que ganhamos cada vez que precisamos ir lá. Na maioria das vezes, dois pontos, ou um coice ou uma mordida.

?Voz C

Elas vivem uma situação igual eu e meu irmão vivia com o Dr. Equino lá, que eu comentei no episódio, né? É verdade, médico. É verdade, eu chegava lá e ele me agredia, só isso.

?Voz B

Isso que é foda, né? Porque elas dependem do serviço e às vezes elas tipo assim, ah, procura outro ateliê. Mas às vezes, apesar dos coices, esse ateliê faz a costura que dá certo para elas.

?Voz C

Pois é, cara. Cara, isso é um negócio que não se vê mais tanto hoje em dia, né? Costureira, tipo assim...

?Voz B

É muito raro.

?Voz C

É porque eu também não sou o público, né? Raramente eu vou numa costureira para pedir para fazer um vestido de festa para mim, né? Mas assim, é uma coisa que eu via com uma certa frequência maior, sei lá, há muitos anos atrás. Hoje em dia, não sei nem quem é costureiro mais.

?Voz B

Eu ia muito quando eu era criança pra fazer tipo barra de calça, sabe?

?Voz A

Essas coisas.

?Voz C

Barra de calça. É. Tá aí uma coisa, Bruno. Por que que as calças já não vinha com a barra feita? Por que que você tinha que... Você comprava um produto que não tava pronto. É isso, você comprava um produto e... É tipo assim, ó, vou comprar um computador, mas ele tá com um probleminha ali. Você tem que levar pra arrumar. Não faz sentido.

?Voz B

Eu não sei, eu acho que... Eu acho que às vezes a mãe e o pai da gente comprava umas calças maior, né? Para você aí, à medida que você ia crescendo, ele ia soltando a barra e a calça ia aumentando, saca? Pode ser isso. Mas assim, na infância você tá crescendo, né? Na vida adulta você não cresce mais, então a calça é um tamanho só, a não ser que você engorde. Mas assim, o comprimento normalmente não muda, né? Enfim. Quem trabalha no ateliê é uma senhora e sua filha, e as duas possuem uma personalidade muito forte e são ótimas em dar respostas grosseiras nas pessoas.

No entanto, de forma diretamente proporcional às grosserias, o serviço de ambas é impecável em caixa alta, tá vendo? Por isso que elas não abandonaram.

?Voz C

Tá aí, é a resposta. É a resposta. A situação delas é melhor do que a minha, porque eu acho que o médico lá, o Dr. Equino, eu não acho que ele era tão bom assim, sabe? Ele nunca curou uma, sei lá, um câncer meu, tá ligado? Eu acho que ele era um médico normal. Mas é porque era a juvenilidade que eu e meu irmão tínhamos, né? A gente não tinha a malícia de falar, esse arrombado tá me desrespeitando e tá mandando eu comer banana pra cagar, entendeu? Tipo, não é isso que eu espero de um médico, entendeu?

?Voz B

E quem já precisou de costureira sabe o quanto é difícil encontrar uma e que seja boa. Como já fomos tratadas mal diversas vezes, até procuramos outras costureiras, mas foi uma experiência horrível em relação à entrega. Uma delas não conseguiu, não conseguiu fazer uma simples troca de zíper. Ficou muito ruim mesmo. Então lá fomos nós com nossas sandálias da humildade, de volta para o ateliê da duplinha difícil. Tá vendo? Ó, quando você tá acostumado com serviço, alguma coisa, eu acho que você releva, né, o tratamento, releva a grosseria, porque 70 outras coisas, né, não dá certo, velho.

?Voz C

No episódio 99, a gente trouxe vários motivos porque a gente era cliente de certas marcas e de certos lugares. Por exemplo, o meu caso com a Paula, eu acho que o que me deu a ideia do episódio é a padaria lá, que as paradas da padaria eram gostosas, só que o atendimento era horroroso. Tem também a parada de marca de coisa de tecnologia que a gente usa. Eu uso o Apple, mesmo que a parada Eu acho que é muito cara, muito mais do que deveria ser, mas para mim o bagulho é muito bom, entendeu?

Então tem, você tem que pesar, sabe, o que que vale, o que que não vale para você ficar com aquela marca. No caso delas aqui, é a entrega, né, cara? Imagina, você faz uma costura lá, trocar o zíper eu acho que é um bagulho meio básico, né, de costureira. Se você não conseguir trocar o zíper, mas eu acho que é bem fácil. É, pois é. Você sabe costurar alguma coisa, Bruno?

?Voz B

Nada, nada, nada. Única coisa que eu costurei na minha vida foi quando eu era criança. Eu arregacei um palhaço de pelúcia que tinha na casa da minha avó, eu e meus primos, e minha tia Nayara, assim, né, a gente era muito pequeno, então eu não tinha habilidade para fechar as pernas do palhaço, tava cheio de pluma dentro. Então ela fechou a perna E mandou a gente devolver a perna no palhaço. Então a minha costura foi colar de novo a perna do palhaço no corpo dele, passando a linha com agulha. Foi a única coisa que eu fiz de costura na minha vida.

?Voz C

Aqui em casa a Paula consegue colocar botão, fechar uns buracos. A Paula tem umas certas habilidades aí de costura. Eu não, nunca vi ela trocando zíper.

?Voz B

Mas trocar zíper não deve ser simples assim não, velho. Fazer em casa.

?Voz C

Eu acho que para um civil, para uma pessoa que não é, né, não é ali própria, deve ser difícil. Para costureiro deve ser básico, tipo isso.

?Voz B

É, eu também acho. E como se não bastasse, ainda levamos mais clientes quando alguém nos pede indicação, porque confiamos plenamente no serviço. No entanto, já avisamos como é o tratamento por várias vezes para termos certezas de que ninguém ficará surpreso com a mordida e ou o Coice. Obrigada pela atenção mais uma vez, um grande abraço.

?Voz C

Caraca, é isso, né? Você é obrigado a indicar uma parada que é ruim, mas que é boa, né? É uma encruzilhada foda, né, velho?

?Voz B

Você já fala igual ela falou aqui, você já fala, ó, o serviço é impecável, mas assim, o mesmo nível de qualidade é o nível de pedrada que elas vão te dar, né? Então Vai sabendo, meu velho.

?Voz C

Ah, tô pensando aqui qual foi a última vez que eu fui na costureira. Sabe o que eu tinha mania de fazer? Porque eu era um jovem descolado, né? Eu tinha mania descolado e sem dinheiro também, mas eu tinha mania de em algum, tipo assim, eu tinha uma calça E aí eu usava a calça até eu enjoar da calça. Quando eu cansava, eu falava para minha avó, ou a minha avó levava na costureira por mim, que era: vó, cansei dessa calça aqui, dá para virar uma bermuda?

Ela fala: dá. Ela ia e cortava a calça e transformava numa bermuda. Eu tive várias calças que viraram bermudas por causa disso.

?Voz B

Eu não tô lembrado de calça que eu tinha que virar bermuda. Inclusive você hoje, Felipe, hoje em dia você tem um short que era uma calça antes, não?

?Voz C

Tenho? Não sei.

?Voz B

Eu acho que é uma meio social, parece uma calça social uma bermuda que você tem.

?Voz C

Bom, eu não me lembro de ter mandado cortar não, mas tem muita coisa que eu não me lembro, né?

?Voz B

Mas às vezes a bermuda já veio assim, né, Felipe?

?Voz C

Às vezes é isso, né? Bom, eu acho que a bermuda deve ser social mesmo. E por quê? Puts, eu não me lembro. Qual foi a última vez que eu fui isso? Eu era... A última vez que eu fiz isso, eu era adolescente, eu acho.

?Voz B

Não, que eu fui em costureira, no caso é... Eu não sei qual que é a diferença de costureira e alfaiate, né? Não sei se tem diferença. Alfaiate é masculino?

?Voz C

Tá aí. Tá aí uma boa pergunta. Toda vez que você fala tipo assim alfaiate, eu penso num cara que faz terno.

?Voz B

É isso mesmo, eu acho que é isso, velho. Quando você vai, por exemplo, sei lá, você vai casar, E você quer comprar um terno sob medida, você tem que passar pelo alfaiate, eu acho.

?Voz C

E é caríssimo, né?

?Voz B

Não tem como, é caro pra caralho, fi. Tá louco.

?Voz C

Terno já é uma parada cara na loja que você vai, tipo numa loja de departamento e tal, qualquer coisa assim que você for, loja de roupa, já é caro. Você definir que você vai no alfaiate pra ele fazer a parada com a sua medida, irmão, esquece.

?Voz B

É. Eu acho que não é uma profissão tão em alta hoje em dia, né, Felipe? A não ser nos círculos mais ricos da sociedade, né?

?Voz C

Às vezes essa galera que lê Pai Rico Pai Pobre aí deve ir no Opera Arte.

?Voz B

Você já leu esse livro, falando nisso?

?Voz A

Não.

?Voz B

Corrida dos Ratos. Eu sei que tem esse livro.

?Voz C

Eu acho que eu comprei ele porque a Paula queria ler, porque ela tava estudando sobre investimento e tal. Não tem nada contra o livro, tá? Eu só, eu só não é o meu estilo leitura.

?Voz B

É isso, Felipe. Vou te dar um, vou te dar um presente depois.

?Voz C

Falando nisso, a gente começou falando de leitura e podemos acabar falando de leitura também. Verônica, muito obrigado aí pelo seu email. Mandem mais, gente. O Bruno já falou aí onde vocês podem mandar. Você começou a ler o livro então? Você tá gostando? Já leu muito? Tá achando a leitura fluida, difícil? Como tá?

?Voz B

Eu tô gostando muito. Não aconteceu muita coisa ainda, eu li acho que 3 capítulos, 3 ou 4. O livro é pequeno, Felipe, ele tem 200 páginas. Eu falei isso com a Thaís, ela falou assim, pequeno para você. Ela falou, para mim é um livro imenso, 200 páginas é muita coisa. Mas eu acho que 200 páginas assim, muito, muito de boa, de verdade. E eu já li acho que 70, uma coisa assim. Então Eu acho que talvez, se tudo correr bem, né, porque depende muito da rotina com meu filhote, né, enfim, se eu vou conseguir arrumar um tempinho para ler e tal.

Mas assim, tô conseguindo ler todo dia pelo menos um capítulo. Talvez até semana que vem eu já acabo ele. Tô gostando bastante. No começo eu achei um pouco difícil, não sei se foi a tradução ou se a escrita é assim mesmo.

?Voz C

Eu acho ele meio confuso no começo.

?Voz B

A descrição das paisagens... Você leu só o começo?

?Voz C

Só eu li uns, eu li tipo isso, uns 2, 3 capítulos só.

?Voz B

Eu acho que a descrição das paisagens lá que o autor faz é meio complexa assim, sabe? Ele usa palavra muito difícil, velho, muito difícil, que eu até pesquisei algumas assim para saber o que que significava. Muito prazer, tô aumentando meu vocabulário, mas não, eu descreveria de uma forma bem mais simples, né? Mas enfim, aí, ó, tá vendo? Um livro de ficção que é Não é qualquer pessoa que leria, entendeu? Tá cheio de palavra lá que a galera nem sabe o que que significa.

?Voz C

É, pois é, tá aí. Quero ver se a pessoa do— não vou parar de criticar o livro, né? É porque é o primeiro que tá aqui na minha frente.

?Voz B

Pai Rico, Pai Pobre.

?Voz C

É, Bruno, é isso. Ah, tem uma coisa legal que a gente pode comentar aqui para fechar, Bruno, que é a gente prometeu um negócio para os ouvintes que era um jogo, sei lá, lá para umas temporadas para trás. Lembra que você ia programar um jogo? A gente até começou, era o golfe, não era isso? Era o golfe. A gente até começou e tal, e eu não sei que fim deu. Você fez uns testes que tava funcionando mais ou menos, uns testes de layout e tal, e até de mecânica. Eu acho que dava até para jogar minimamente, né, o que você fez.

?Voz B

Dava para fazer acho que uma partida Mas assim, depois que acabava a partida, na hora de reiniciar, ele tava meio bugado o jogo.

?Voz C

Mas a gente pode contar para os nossos ouvintes que o que a gente fez foi a gente desenvolveu uma parada que teve começo, meio, fim, e vai sair. Não para vocês, porque a gente tá fazendo com amigos próximos, mas você excluiu a galera, na moral. É lógico, não, eu não quero me sentir mal. Eu não quero incentivar bet, entendeu? É isso, porque a linha é muito tênue, entendeu? Do que a gente fez entre bet. Fala aí pra galera o que a gente desenvolveu, que é pra os nossos ouvintes ficarem orgulhosos de nós.

?Voz B

Isso aí é verdade, cara. Inclusive, hoje a gravação desse episódio está sendo feita numa quarta-feira. Supostamente na sexta-feira, depois de amanhã, ele vai ser lançado. Lançado pra mar aberto, pra todos nós, né, amigos aqui. Acho que é um grupo de 15 pessoas que vai participar. Para já começarem a criar suas contas e se familiarizarem com o aplicativo. Mas o que a gente fez é, eu e Felipe, como vocês bem sabem, se vocês escutam esse podcast há um tempo, é que tem um esporte que a gente gosta muito em comum, que é o futebol americano, né, NFL.

E graças a Deus todo ano tem liga, né, graças a Deus, né, igual Copa do Mundo de 4 em 4 anos. É um esporte que a gente gosta muito, acompanha, e esse ano a gente resolveu desenvolver É como se fosse uma bet, mas não é bem uma bet, Felipe.

?Voz C

É porque é um bolão, né?

?Voz B

É um bolão, é. Porque bet, a ideia de bet que eu tenho é que você fica colocando dinheiro e apostando, e você vai perdendo e ganhando. Não é bem essa ideia, é um bolão que tá valendo dinheiro. E essa ideia ela surgiu da temporada do ano passado. Aí você pediu pra eu contar a história, eu vou contar agora, Felipe. Vou gastar minha—

?Voz C

Vai embora, Bruno, manda ver, manda ver.

?Voz B

Essa ideia surgiu porque na temporada do ano passado, 2025/2026, a gente tem um grupo no WhatsApp que é eu, Felipe, meu pai e mais algumas pessoas, e a gente queria tipo fazer um bolão sem dinheiro, sem nada, mas é tipo assim só para contar ponto. E o Felipe, só para brincar, é, e o Felipe fez esse rolê pelo WhatsApp. Então ele criava uma mensagem lá, não sei se foi a IA que fez, mas é porque assim, a NFL, o campeonato, ele tem várias semanas Acho que são 18 semanas de temporada regular, depois tem os playoffs, enfim, é muito grande.

E o Felipe colocou como se fosse uma tabela no WhatsApp e a gente votava colocando um emoji de troféu no time campeão. Então, por exemplo, tava lá Cardinals contra Dolphins e a gente colocava um emoji de troféu de qual lado a gente achava que o, que o do time vencedor, né? Esse era o voto. E aí, só que tipo assim, isso ia dar meio trampo, né? Principalmente pra gente contar a pontuação aí. Que que eu isso. O Eric era pequenininho, velho, eu acho.

Ele tinha, sei lá, ele tava quase nascendo, ele tinha acabado de nascer. Aí eu falei, cara, vamos fazer isso no Google Planilha. Aí eu criei uma planilha lá e fiz umas regrinhas lá, tipo assim, não ficou nada demais, mas tipo, você votava no time que você achava que era o campeão. E aí tinha coluna somando ponto e tal. E aí fez esse esquema, né?

?Voz C

Temporada regular, um ponto por vitoria, playoff, campeão, mas é o vencedor do jogo, né? Não o campeão do torneio, desculpa, o vencedor do jogo em questão.

?Voz B

E aí a gente fez isso aí na temporada passada e deu muito certo, velho. A gente curtiu, foi massa a gente fazer e tal. Todo mundo editava a planilha, ninguém roubava, né? Porque a gente tá entre amigos, supostamente, né? A gente espera. Mas deu muito certo. E aí depois que isso acabou, o Felipe falou assim, velho, Vamos fazer. Acho que a ideia foi sua, Felipe. Falou assim, ô, vamos fazer um app desse negócio aí, mano. Vamos fazer um negócio mais elaborado.

E aí começamos. Eu, Felipe começou, depois a gente chamou o André também, que é um ouvinte aqui do podcast, o André D'Alessandra, nutricionista. Tem que ver inclusive se a mulher dele vai deixar ele participar. Daí fica pegando no pé dele demais, coitado. E aí juntou, começou com eu e Felipe, depois a gente colocou o André. E a gente desenvolveu um aplicativo que vai ser lançado essa sexta-feira, como eu falei, que é o que tinha na planilha, só que bem mais elaborado.

A gente tem mais tipos de aposta, tem mais tipos de pontuação. Você escolhe tipo o vencedor do Super Bowl antes do campeonato começar, tem como você dar esse voto. Se você acertar, você ganha uma bolada de pontos. Então a gente colocou outras funcionalidades bem mais legais e bem mais apresentável do que uma planilha, né, Felipe? Do que uma planilha no Excel lá. Então agora é um aplicativo A gente roda aqui no celular e se diverte aí com os nossos amigos.

Aí, tipo o que eu tava falando aqui, o bolão você paga uma vez para entrar, é isso. E aí o vencedor, quem acumular mais pontos no final, leva a bolada inteira.

?Voz C

É basicamente a ideia é essa, não é bet, né? É a parada, é todo mundo coloca um dinheirinho e uma, e você já sabe que só uma pessoa vai ganhar. E só uma pessoa vai ganhar o dinheiro, que é uma grana simbólica de cada pessoa. Você vai ganhar aquele montante, entendeu? É igual, não sei se é igual, é igual, é consórcio que o povo faz, consórcio de carro.

?Voz B

O consórcio você paga mensal, né? Você paga mensal, mas você pode receber a bombada, né?

?Voz C

Você pode ser sorteado e pegar a grana. Vocês pagam uma vez só e tem a chance de ganhar. E no consórcio eu acho que é garantido que você pega o dinheiro de volta, né?

?Voz A

Aqui não.

?Voz C

Aqui você brinca e você coloca a grana lá e essa grana ou vai ser felicidade para você ou para alguém que você conhece e é minimamente amigo. Porque acho que todo mundo que vai entrar você conhece.

?Voz B

A gente fez esse rolê, deu muito certo. Eu, ele e o André, a gente fez vários testes massivos, eu diria. Tipo, várias... Semanas calculando ponto, vendo se tava somando certo, não sei o quê. Deu certo, foi aprovado pela diretoria o aplicativo, e agora a gente vai lançar ele aí, já liberar para galera criar conta. E tipo assim, eu não sei qual que é a ideia com esse aplicativo para o futuro. Quem sabe, quem sabe, não tô prometendo nada, mas quem tiver interesse, talvez ouvinte do Vai Tomar no Seu Cunhado, ou enfim, além das pessoas que estão no nosso grupo lá de NFL, se quiserem participar, porque esse ano a gente vai fazer mais fechado mesmo.

Acho que vão dar, Felipe, acho que vão dar umas 13 pessoas, eu acho, mais ou menos. Então quem sabe no ano seguinte a gente já sobe de 13 para, sei lá, 40 pessoas apostando, dá muito mais dinheiro, né? A gente deixa o mesmo valor de entrada mais o campeão, né? E eu queria dizer que eu sou o administrador do código, então eu tenho acesso à produção, eu posso alterar a pontuação, posso fazer eu ganhar, eu posso fazer o Felipe ganhar e ele dividir o prêmio comigo num suborno, posso fazer o que eu quiser.

?Voz C

É isso, queria só compartilhar com os nossos ouvintes essa nossa vitória aí. E eu não vejo a hora, Bruno, da temporada começar. Essa já começou, já começou a pré-temporada, e tem uns jogos de pré-temporada que é só um É só uns jogos ruins para você lembrar que tem NFL, mas que enfim.

?Voz B

O primeiro jogo oficial é no dia 9 de setembro, aí é menos de 30 dias, Felipe. Hoje é dia 12 de agosto. Meu Deus, meu coração tá até nervoso aqui que o aplicativo vai ter que sair, Felipe.

?Voz C

Esse ano Ravens leva, Bruno?

?Voz B

Não, eu nem sei se eu vou colocar o Ravens nesse voto aí, para ser sincero.

?Voz C

Primeiro jogo, se eu não me engano, do Ravens, primeiro jogo do Ravens é contra quem?

?Voz B

Deixa eu ver.

?Voz C

Caraca, eu tinha olhado isso.

?Voz B

Ravens pega os Eagles, primeiro jogo. Não, esse aqui é pré-temporada, pré-temporada. O primeiro jogo do Ravens é contra os Colts, tem obrigação de ganhar.

?Voz C

Ganha, ganha do Colts, obrigação de ganhar.

?Voz B

Depois pega o Saints. Nossa, o começo tá bom para o Ravens. No ano passado, o primeiro jogo do Ravens foi contra os Bills, mano, maior jogo da história. Para mim foi lindo, lindo de assistir. Foi que o Bills vira um jogo perdido.

?Voz C

Um dos melhores jogos da temporada, de longe, assim.

?Voz B

Muito foda, velho.

?Voz C

É isso, vamos terminar esse episódio. Muito obrigado aí a todo mundo que comentou, que fez parte aí desse episódio, a Verônica que mandou email, e a gente se vê na próxima.

?Voz B

É isso, um beijo do Gordo. Ciao!

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?Voz A

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