Episódios de NinjaCast

BASTIDORES DA POLÍCIA MILITAR: O Legado e a Coragem da Ten. Cel. Viviane Vieira #285

05 de maio de 202658min
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Neste episódio histórico do NinjaCast, recebemos a Tenente-Coronel Viviane Vieira, a primeira mulher a assumir o comando de um batalhão operacional de área na Polícia Militar da Paraíba.Ela abre o jogo sobre os reais desafios de sua carreira, as estratégias de liderança em um ambiente de alta pressão e como o propósito foi fundamental para trilhar esse caminho pioneiro na segurança pública do nosso estado. Prepare-se para uma conversa forte, inspiradora e repleta de lições que vão muito além da farda.No episódio de hoje você vai ver:A quebra de barreiras na Polícia Militar da Paraíba.Gestão de crise e comando operacional.Conselhos para quem busca liderança e resiliência.CONVIDADO: https://www.instagram.com/vivianeevieira/-------------------👍 Gostou do papo? Deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe com quem gosta de debater o futuro de JP!INSCREVA-SE NO CANAL E ATIVE O SININHO!Deixe seu like e compartilhe essa live nos grupos de WhatsApp!SIGA O NINJACAST NAS REDES:Instagram: ninjacastTikTok: ninjacastSpotify: ninjacastAPRESENTAÇÃO: Henrique Lima (@blogdoninja) e João Gabriel (@juao.gabrieu)Foto/Vídeo: @matheusrolim__Estúdio: @exitocoworkingpbAPOIO:@pimentanativaforneria@amostoreoficial@serradeareiaoficial@083burger@ildocorretordeimoveis@osentretenimento@tintalux

Assuntos9
  • Atuação de Lucia na políticaFiliação ao PSB e diálogo com João Azevedo · Representação feminina na política · Bandeiras de Viviane Vieira: polícia, mulheres e mães atípicas
  • Início da carreira policialDesafios e conquistas na Polícia Militar · Viviane Vieira · Primeira mulher a comandar batalhão operacional
  • Violência contra a mulherJudicialização de casos de assédio · Denúncia e encorajamento de vítimas · Lei Maria da Penha
  • Gestão de CrisesEstratégias de comando em ambientes de alta pressão · Resiliência e propósito na liderança
  • Origem Social e Trajetória de VidaAcompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade · Educação e oportunidade como agentes de mudança · Viviane Vieira e seu filho com autismo
  • Crime OrganizadoDomínio territorial e tráfico de drogas · Operações de inteligência e ações financeiras · Cabedelo e a complexidade geográfica
  • Critica PoliticaPostura de deputados e negociações políticas · Caio Roberto e projetos voltados ao consumidor · Diversidade e democracia na política
  • Governo e Gestao PublicaGovMind e assessoria jurídica para gestores · Projetos e soluções de gestão pública
  • Serviços de EmergênciaFalta de rigor na punição de trotes · Impacto na credibilidade e no atendimento · 190 e SAMU como alvos de trotes
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Salve, salve você que acompanha o NinjaCast, né, Joãozinho? Graças a Deus, acompanha mais. Com as melhores energias, os melhores fluidos. Isso. Crescendo cada dia mais a audiência, né, Joãozinho? Igual o seu cabelo, Ninja. Igual o meu cabelo. Graças a Deus. Já daqui a pouco chegando as franjas, né, Joãozinho? As madeixas, graças ao doutor Carlos Filho. Obrigado, doutor Carlos. O doutor Carlos está na China ainda. Está na China ainda, graças a Deus. Eu vi.

Que rico tem que permanecer a China. Cheio de cabelo pra operar. Ele com o doutor Leonardo Johnson e também o pai, doutor Carlos Antônio. Amigo, foram pra Hong Kong, depois voltou. E o cara vai viajar pra China, vai passar só um dia. Tem que passar um dia pra ir, só um dia pra ir, um dia pra voltar. Tem que aproveitar lá. Fique lá, doutor, passe lá os 20 dias. E a clínica lá, botando pra quebrar. Graças a Deus, né, João? Arrocha isso aí.

Vamos arrochar também. Mandar um abraço pra todos da TV Diário do Sertão, né, Joãozinho? Eu acho...

A toda a região do sertão da Paraíba, né, Ninja? A honrosa audiência, crescente audiência. Peterson Santos, Família TV Diário, obrigado pela audiência. E também a nossa gratidão aos nossos anunciantes, né? Por favor, Ninja. Meu amigo, um abraço a todos das Cintas Lux, Cachaça Serra de Areia, um abraço a Pimenta Nativa Forneira Gourmet, também a Golf Mind, e o do Corretor de Imóveis, também em nome da 083 Burga, um abraço também a Mostor e a OS Entretenimento, os melhores anunciantes da Paraíba, né, Joãozinho?

Agora faça o anúncio para os nossos espectadores. Esse anúncio, eu digo, olha... E é bom quando a gente conversa com pessoas de destaque. E ainda por cima sendo mulher. A gente vê como as mulheres estão vencendo, ocupando o local de destaque e, graças a Deus...

atingindo objetivos maravilhosos com excelência. Afinal, a gente vê como o mundo, hoje em dia, as mulheres atuam nas mais diversas áreas. E ela atua na área da segurança pública e uma outra coisa interessante, tem prestado serviços à sociedade paraibana de maneira que tem sido muito elogiada por todos, em especial uma cidade carinhosa.

Uma cidade maravilhosa. E a gente sabe que tem uma audiência carismática do NinjaCast, a cidade de Cabedelo. Ela foi comandante lá da cidade portuária e vai comentar os bastidores. Você gosta, José. Nosso público gosta dos bastidores. A gente tem a honra e a alegria de conversar com a tenente-coronel Viviane Vieira por...

Bater um papo com a gente. Tem que agradecer. Coronel Viviano, obrigado por ter sido nosso convite, viu? Ah, eu que agradeço o espaço. Duas pessoas inteligentíssimas, carismáticas. Ah, onde, meu Deus? Cadê? Estamos aqui, vamos bater um papo bom.

Coronel Vivendo, primeiro, obrigado pelo presente maravilhoso. Essa miniatura aqui. Não me lembro. Mas eu sei que parece buraquinho aqui do ninja. Eu gostei. Ele tem uma função ninja. Eu sei que é um personagem. Bota ele ali em cima da... Vamos botar em cima da tinta lux. Ele observando aqui. Aqui, observando a gente e abençoando. Obrigado pelo presente, viu, Coronel?

À disposição. Depois eu explico de novo. Bom demais. Eu sou formado em história e não me lembrei. Tá vendo, João Gabriel? É porque os historiadores às vezes se lembram de fatos, mas não lembram às vezes dos personagens. Vocês imaginam que é oriental, mas não me lembrei. Coronel Viviane, fala pra gente como foi que começou essa identidade da senhora com a polícia. Você imaginava quando era jovem, adolescente, quando começou criança, a vida, né? E imaginava incorporar...

o trabalho da segurança pública, de atuar para ajudar a sociedade. E como a gente fala no linguajar, né, João Gabriel? Pegar o bandido, prender bandido. Na verdade, assim, eu acho que quando criança, lá pelas ruas de Santa Rita, no Alto das Populares, quando a gente brincava lá naquele campinho de terra batida, arrancando o chamboc do dedo, a gente não imagina.

Que iria realmente entrar na polícia. Mas eu adentrei as fileiras de acoporação muito nova ainda. Eu entrei com 17 anos. Nova. Então, comecei minha carreira na polícia com 17 para 18 anos. O momento em que as pessoas ainda estão se descobrindo o que querem, seguir a carreira. E realmente era o sonho da minha vida. Ser policial. Aí você fez o concurso. Ainda, se brincar, ainda estava no segundo grau, né?

Não, eu havia terminado. Para você ter uma noção, meu primeiro vestibular foi com 16 anos. Eu fiz para Ciências Biológicas. Nada a ver, João Gabriel. Nada a ver. Biologia. Biologia. Na UFPB. E aí, eu não tinha idade para poder entrar no CFO, porque tinha que ter 18 anos no ano da matrícula. Tive que ir com minha mãe lá no juizado, pegar meus antecedentes, porque realmente criança, adolescente, né?

E aí, ingressamos na polícia com 17 anos. Eita. Naquela época, tinha pouca vaga para a mulher, né? Sempre teve... A mulher nunca tinha um espaço privilegiado nos concursos, né? É. Foram sete vagas. Trinta vagas foram sete. Destinadas para a mulher. Ainda era mais concorrido, né? Imagina. Então, foram três anos aí de formação. Com 20 para 21 anos, fui para o primeiro batalhão de polícia militar no centro. No centro de João Pessoa. De João Pessoa.

Foi onde é aspirante, eu passei bom tempo da minha vida e aí fui para o 5º Batalhão, que aí é um batalhão que realmente mora no meu coração. Que é a Zona Sul, não é isso? Zona Sul. Valentina, Mangabeira, Geisel, funcionários, BDI, enfim.

O Quinto Batalhão é o rei da Zona Sul. É o rei da Zona Sul e que presta um serviço também maravilhoso, né? A gente vê como... Por isso você vê, o bairro do Valentina tem tanto orgulho do batalhão, né? Você vê como fala-se no Quinto Batalhão com aquela intimidade. E é pertinho ali do ponto central do ônibus. O bairro tem uma legitimidade, né? E outra coisa boa. Sempre a senhora atuou na rua? Sempre foi diretamente operacional?

Eu falo que a minha cisão do tempo de rua foi o tempo que eu engravidei. E aí eu dediquei minha vida, tirei a vida profissional e dediquei minha vida àquela pessoinha que está ali. E até ele ter uma certa independência, para que ele pudesse ter um fôlego de andar com as próprias pernas, até porque teve a questão do laudo. Voltei para o quinto batalhão.

E aí, depois de um tempo, a gente foi pra Cabedelo. Do quinto batalhão, fui pra Cabedelo. Minto. Fui pra Cabedelo. E aí, de Cabedelo, fui pra área administrativa porque fiquei grávida. Entendi. A segunda vez. É. Do primeiro, fui pro quinto. Do quinto, pra Cabedelo. Em Cabedelo... Ah, então. É a segunda vez que eu vou pra cidade portuária. Entendi.

A identidade. A cidade sempre tem uma... Teve um chama. Teve um chama. Eu acho massa isso, né, João? Sim. Essa ligação. Eu acho mais massa você conquistar o sonho que você teve. Como é que foi para você? Você conseguiu... Você se sente realizada em ter sido policial? Ainda sou. Ainda é. Mas, claro, você conseguiu realizar o seu sonho. Então, como é que foi realizar esse seu sonho? Então, para mim, o sonho pessoal na polícia como profissão... Meu sonho profissional foi comandar um batalhão.

Então, assim, uma mulher comandante de batalhão, eu sempre sonhei com isso. Quando cadete, eu sempre sonhei com isso. Então, consegui meu sonho. Fui comandar o batalhão de Cabedelo. Na época era ainda companhia independente. E aí, se tornou o 21º batalhão. E aí eu realizei meu sonho de quando cadete. Para mim, assim, a minha vida profissional teve a cereja do bolo. Eu fiquei extremamente realizada. Numa área extremamente de guerra.

que foi uma guerra conflagrada aí. De 2023 para cá, a gente teve uma intensificação muito grande da guerra. E aí nós conseguimos domar as feras.

Eu acho interessante falar sobre essa questão da guerra, da facção, enfim. A gente não tinha tanto esse conceito de facção aqui, né? A gente tinha coisas mais pontuais, vamos dizer assim. Eu digo a gente aqui há 15 anos atrás, né? E a gente foi vendo esse assunto, esse tema, crescer mais perto da gente. A gente vê Bahia como é que está, a gente vê o Cabedelo como é que está. Na sua opinião, isso foi por conta de quê?

Na verdade, se a gente fizer um estudo mais apurado com relação à questão de facções, a gente tinha. A gente tinha locais, sim. Mas não tinha tanta atuação como a gente vê agora. Então, elas já existiam. Sim. Você podia ver as pichações que aconteciam nos bairros que antigamente eram Estados Unidos e Ocaida. Mas não era tão territorialista como agora está sendo, né?

Então, a guerra de território, hoje é domínio de território, como se fala. O domínio de território. Então, hoje a bolha estourou, a sociedade está vendo o escancarado, mas o domínio de território com relação... Porque hoje, realmente, a questão do tráfico...

Isso não são afirmações minhas, são de pessoas, inclusive, do GAECO, de várias pessoas de inteligência, de que o tráfico de drogas hoje é uma questão secundária, é muita questão de domínio de território. Você domina o território. Você vê a questão de pichações, de todas as facções que você vê aí, e aí a gente tenta contê-los.

combatendo ostensivamente com operações de inteligência as pessoas que têm todos os domínios de informação com relação à inteligência, as ações financeiras. Então, assim, do 2023 para cá, a gente teve um fenômeno aqui na região metropolitana.

E o interessante, né, Coronel, é que Cabedelo tem uma característica diferente, né? Ela é uma cidade, teoricamente, territorialmente pequena, né? Porque ela é pequena, é como se fosse uma ilha, mas também ela tem uma complexidade porque é banhada também por mangue, tem uma região também de mangue.

Como é que foi essa questão de enfrentar essa complexidade? Agora tem aquela questão, se for fechar, fechou lá, fechou o acesso. Mas tem uma característica também diferente da cidade de você dizer assim, todo mundo se conhece, e eu estou gostando, e cabe a dele todo mundo.

Você conhece. Teoricamente, tem de uma cidade que a pessoa anda e encontra as pessoas na rua. Você vai lá sentado, em uma calçada e tal. Existe uma tranquilidade, mas tem uma característica diferente geograficamente na cidade. Eu convido vocês, inclusive, a assistir um seriado que está passando agora com relação a territórios, domínio de território, inclusive faccionados. Foi lançado esses dias. Foi lançado esses dias na Globoplay.

E teve, inclusive, esse estudo mais detalhado com relação ao surgimento das facções, questão da exceção do fuzil, domínio de território, inclusive também teve a operação do Rio de Janeiro. Eles distincharam bem. E aí são vários episódios que narram essa situação. Com relação à cabideira, ela se divide.

entre a área de mangue, a área que você falou, portuária, a delimitação de território, e temos também a questão da área da orla de Cabedelo. Então, são atuações que a gente precisa ter vários olhares, de policiamento, inclusive, voltados para diversas áreas daquela região. São olhares diferentes. São olhares que têm que ser sensíveis ao ambiente e ao cenário que nos apresenta.

Você falou pra gente que o grande sonho era comandar um batalhão. E como é também comandar tantos homens? E os homens também serem comandados e liderados por uma mulher. Fala pra gente como é que foi essa relação. Foi natural ou teve algum tipo de resistência, Viviane? Então, acredito que no início da minha carreira, eu era muito jovem, tinha 20 anos, 21 anos. E aí, realmente, eu tive grande resistência. Porque se você for ver, são 20 anos de carreira que eu tenho.

Então, uma jovem de 20 anos comandar pessoas que têm a sua idade, a idade de serviço, é bem sensível.

E assim, por toda a minha carreira policial, é o que você tem que pagar dobrado, é o tíquete dobrado. Você tem que chegar lá e provar que você consegue, que você pode. Isso não é uma bandeira de, ah, é mim, não é. Para quem sente na pele, para quem vivencia a realidade todos os dias de ser uma mulher, dentro de uma unidade totalmente, majoritariamente, por assim dizer, masculina, realmente é bem complicado.

Então, por todos os dias, você tem que se provar pra outros e pra si mesmo. Que você chega lá, que você consegue. Chegou a determinado ponto da minha carreira que eu disse, poxa, pra que eu preciso provar pras pessoas alguma coisa? Tenho 20 anos já nas minhas costas, já. Não preciso provar mais pra ninguém. Mas você se cobra. Diariamente, né? Todos os dias.

Eu acho que a vida lhe prega situações de... E outra coisa, você trabalha com uma... Trabalhou até há pouco tempo, agora teve que se afastar, com uma área muito complexa, muito sensível. Você já foi muito ameaçada também? Já teve algum tipo de ameaça? Que você dissesse assim, meu amigo...

O negócio aqui veio por cima mesmo, me deixou pensando. Porque às vezes acontecem algumas situações que a pessoa diz assim, ultrapassou os limites. Acontece muito essas coisas, mas na criminalidade. E você, por exemplo, contrariava muitos interesses, né? Por agir ali, muitas vezes via algum tipo, as suas intervenções sempre eram muito zenéticas. Fala para a gente. É muito operacional enfrentar esse tipo de dificuldade. Fala para a gente, Viviane.

Então, a gente toma cuidado sempre, a gente redobra a atenção sempre. Então, assim, quando você... Eu não vou para determinados lugares, eu não frequento todo tipo de ambiente, então eu não me exponho tanto. Isso é uma coisa que já é de mim, porque como a minha trajetória de vida foi desde 17 anos, a minha adolescência foi dentro da polícia. Então, você já é inserido em determinados ambientes que você começa a observar o bastidor daquele ambiente.

Eu não tenho que estar em determinado lugar, eu vejo determinada coisa. Então, assim...

Eu, particularmente, cresci e amadureci me protegendo. Então, essa proteção, esse escudo, foi sendo uma coisa muito natural da minha vida. De me proteger e proteger os meus. Então, realmente, a minha vida foi pautada nisso. De ter segurança. Obviamente que a gente não dá espaço para 50% sorte, 50% azata. Porque sorte, eu só acredito em Deus. Verdade. Então, primeiramente, ele na minha vida.

as orações da minha família e os nossos cuidados com segurança. Outro ponto interessante que recentemente também...

Interessante como a Coronel Viviani sempre tem sido, teoricamente, alvo das manchetes na imprensa. A gente, de longe, a gente admirava muito o trabalho, mas é muito bom a gente conversar sobre alguns episódios que aconteceram. Como, por exemplo, teve uma situação que a senhora foi vítima de assédio. Queria que a senhora relatasse como foi esse fato, como esse caso está sendo encaminhado. Fala para a gente como é que... A senhora se surpreendeu com isso? A senhora até possui uma autoridade policial receber esse tipo de assédio?

Então, como o pessoal diz, ah, figura pública está passível de passar por determinadas situações, eu não acredito nisso. Eu acredito muito no poder da justiça. Eu acredito no judiciário. Então, foi judicializada essa situação, até porque não foi a primeira vez, já houveram várias e várias e várias situações. Então, para mim, eu cheguei no meu limite.

Já houveram até fotos indiscretas. São várias situações que a gente passa. Por isso que eu digo que quando a pessoa fala que é ah, mas é mimimi, ah, mas é só bloquear, mas por que não fez isso? É porque chega o seu limite. Chega o seu limite. Então, para mim, não era mais só bloquear. Era judicializar. Porque, inclusive, muitas mulheres que... E eu não me coloco nesse lugar de soberba. Ah, porque você é uma... Mas é porque é uma pessoa que está no meio de segurança pública.

E você não tem escudo protetor por causa da farda. Qualquer mulher, só por ser mulher, você passa por determinadas situações. Então, assim, quando eu resolvi realmente judicializar a situação, é porque realmente chegou num limite que já estava extrapolando.

E outra coisa também de externar a situação também, né? Muitas mulheres no dia a dia, né, Viviane? Se acoam, ficam caladas, né? Evitam, né? É um perfil da segurança militar, o pessoal não teve medo de enfrentá-la, vamos dizer assim. Imagina quem não... as mulheres que não são. É, qual o conselho que a senhora daria para essas mulheres que sofrem isso também? Então, a gente não pode normalizar esse tipo de situação. A gente não pode normalizar. Tanto é que eu recebi muitas mensagens de mulheres, inclusive no off.

no direct, apoiando, dizendo que não tinha coragem de fazer, não tinha coragem de denunciar, mas que porque viu essa situação, viu que realmente eu procurei as vias legais, ela sentiu a vontade de realmente procurar e fazer valer os seus direitos, porque realmente só quem não sente esse tipo de situação minimiza a dor da mulher. Só quem realmente não a olha com os olhares realmente poxa, ela está sendo vítima de uma situação aqui. Minimiza esse tipo de situação. A gente não pode normalizar esse tipo de coisa.

Qual o limite, na sua opinião, para a mulher procurar denunciar? Você dizer assim... Onde é que a mulher diz assim... Essa pessoa que está tendo algum tipo de assédio, ela ultrapassou o limite, na sua opinião? Tem algum tipo de situação que a mulher deve dizer agora eu vou denunciar? Ou qualquer tipo de assédio? Uma cantada? Ser mais evasiva? O cara insistir numa... A cantada, ela existe. E assim, dentro dos seus limites, obviamente.

Então, assim, quando ela se torna algo sem consentimento, quando você já diz, ó, não. Até porque eu disse, ó, eu sou casada. E a pessoa do outro lado, não, não tem o sim nenhum, não. Foi essa a resposta? Olha só. E aí... Era um fake ou era uma pessoa, de fato, que mostrava a cara? Era uma pessoa. Uma pessoa mesmo? De fato. Caraca, olha. E aí, quando você chega e você, sem o consentimento da pessoa, extrapola limites. Porque não é só o tocar.

O falar também agride. Então, quando ela se sente invadida, a mulher sabe, a mulher tem o limite. Então, quando ela se sente invadida, nesse momento, ela tem que ser validada, ela tem que ser ouvida, ela tem que ser acolhida. Em todas as esferas. Seja dentro da sua seara familiar, seja ela judicializando, seja ela uma guarnação de polícia que vai lá apoiar ela, ela tem que ser apoiada. É porque é nesse local que pode surgir algo maior.

E aí o mal a gente corta pela raiz. O mal, João Gabriel, tem que se cortar pela raiz, viu? Olha para mim aqui. Eu sou um cara curioso. Esse cara sofreu alguma sanção já. Legal ou o processo está rodando ainda? O processo está correndo. Está correndo ainda.

Como é que a senhora vê, Coronel Viviane, essa questão dos avanços em relação à punição e também o acompanhamento em relação à questão da violência doméstica, que é algo que tem acontecido muito com as mulheres e também até o crescente número de feminicídios aqui no Estado. Como é que a senhora tem observado esse tipo de situação que as mulheres têm sofrido e esse acompanhamento em relação a essa questão da violência doméstica?

Então, foram implementadas várias derrâneas, inclusive, da capital para dentro do Estado. Isso aí realmente é uma política de governo para que realmente chegue o braço estatal para que ela se sinta abraçada com relação a essa situação. No campo das ideias, essa situação que foi dada a ideia...

de ter um batalhão especializado. A gente tem batalhão de choque, a gente tem batalhão ambiental. Por que não ter um batalhão especializado para violência doméstica? Verdade. Daquela viatura de atender realmente aquela ocorrência, ela levar para a delegacia especializada, e tendo ou não a medida protetiva, a Patrulha Maré da Penha, ela vai e dá fiscalização do descumprimento dessa medida protetiva.

Já chegou a ter essa patrulha Maria da Pena, ela existe ainda? Ela existe, a patrulha Maria da Pena existe, mas ela atua na fiscalização do cumprimento da medida protetiva. A gente pode especializar uma guarnição diária, mas existir um batalhão especializado para atender aquele tipo de ocorrência é você preparar a capacidade militar para atender, inclusive com um olhar mais sensível, aquela vítima que está acontecendo naquela hora.

É como a gente diz, está acontecendo no quente. Então, se você abraça a pessoa, você abraça a vítima e faz ela se sentir mais acolhida, ela vai se sentir segura. Inclusive, por todo o fluxo que ela realmente necessitar. Do atendimento da ocorrência até as medidas protetivas, quando se fizer necessário. Quando ela se sentir segura para tal.

É fundamental, né? A gente vê como, por exemplo, tantas áreas avançaram, como a gente vê assim, o Batalhão do Turismo, né? Antigamente não tinha o Beto. E veja como existe uma atuação tão forte, tão significativa perante a sociedade. E a gente viu quantos dados de número de feminicídios, quantos dados de cara que não aceita...

que não aceita, que persegue a mulher que mata, que espanca e outra coisa, pai de família, o cara tem filhos com a mulher e vai lá e quebra a mulher no cacete e mata é outro absurdo, não aceita o não é não, mas tem cara que não aceita a mulher dando o não pro cara e vai, e outra coisa, vai no show agride e tudo, alguma coisa tem que ser feita, né, coronel eu acho muito importante, como por exemplo o pessoal fala da tornozela eletrônica avançou muito com a tornozela geneticamente não tinha isso

A gente vê como ajuda para que, pelo menos, esses cidadãos, que muitas vezes não cumprem, sejam monitorados. São situações que são calos na sociedade e que é importante quando uma mulher pode falar, João. A voz é a mulher. O que falta hoje para a gente fechar esse tema? O que é que falta hoje nesse tema? De fato, é algum aspecto legal? Falta legislação para poder ajudar em algo? Ou, de fato, é a parte mais...

operacional ali da polícia, dos governos, o que é que falta? A gente tem, inclusive, uma lei nova, que é a do vicaricílio, porque a sociedade está em constante mudança. E, assim, as situações surgem e os ordenamentos jurídicos precisam acompanhar a mutação sociológica, inclusive. Mas aí a gente precisa que esses escudos jurídicos protejam, de fato, a mulher.

Nós temos leis e a gente precisa que realmente elas façam ser cumpridas. O jurídico realmente é forte, mas a gente precisa realmente que seja cumprido. Que tenha legalidade, né? Exatamente. Que a gente possa realmente, com todas as ferramentas que a gente tem, poder realmente cuidar da vítima. Acolher a vítima, protegê-la. A gente tem a questão da Lei Maria da Penha. Não precisa ser apoiada, fortalecida, inclusive socialmente.

Temos um vídeo aqui da nossa coronel Viviane Vieira. A gente vai começar agora, dar uma dinâmica diferente no nosso Ninja Cancha. Eu gosto de a gente exibir e comentar os baixos. Daqui a pouquinho tem os baixos dores também da política. Daqui a pouquinho, olha, a gente sabe. E gosta de perguntar de política também. Daqui a pouquinho. Vamos exibir um vídeo da nossa coronel. Aí foi o momento... Hoje eu entrego o posto de comandante do 21º Batalhão de Polícia Militar.

em cada missão que me foi criada. Agora, a população me chamou para algo ainda maior. Ela representa as mulheres, as mães ativas. Nela temos uma voz. A mulher forte para representar as nossas lutas se levantou.

O povo paraibano me chamou. Agora começa um novo capítulo. Fala pra gente como foi esses bastidores. Como foi essa decisão, coronel? Rapaz, essa primeira frase aí do vídeo eu refiz ela umas dez vezes. Por quê? Porque quando eu li... A emoção bateu. Quando eu li... Quando eu li, não bateu tanto. Mas quando teve um ambiente que eu olhei pra trás, eu disse...

Eu tive que refazer umas 10 vezes. Porque é uma história que você, quer queira, quer não, dá uma pausa. E assim, pra mim, é a história da minha vida. Eu passei a vida na polícia. Eu amo ser policial. Eu amo servir as pessoas.

Então, assim, é a minha realização enquanto profissional. Então, assim, foi bem difícil você ter essa decisão. Por isso que não foi uma decisão tomada no ímpeto. Por isso que não foi uma decisão tomada no impulso. Porque é algo que eu amo demais. Deixar o que você ama pra você se lançar a uma carreira futura é difícil. E o que te fez tomar essa decisão difícil?

Existiam situações, para além da polícia, que eu tentava ajudar as pessoas e isso esbarrava em vários amarras funcionais. Então, quando eu não conseguia, dentro da minha jurisdição, ajudar pessoas, eu disse, poxa, eu acho que eu consigo fazer algo diferente. Eu, eu, eu...

Iria ter um outro olhar e uma outra função.

Eu conversava isso demais com minha esposa. E ele dizia, poxa... Porque eu converso muito sobre vida das pessoas, sobre as ocorrências que eu atendo, sobre... Todas as dinâmicas que acontecem na rua, a gente traz pra dentro da nossa casa. Não tem como você passar da porta e você esquecer o que você viu, o que você escutou, o que você vivenciou. Não tem como você ser insensível a isso.

Já chegou a fazer algum tipo de diligência e depois voltar lá para tentar ajudar as pessoas que ficaram naquela casa, sei lá, desamparadas? Sei lá, um cara foi preso e o pessoal não tinha o que fazer depois daquilo ali. Você chegou a voltar já várias vezes para poder atuar? Não, preso não. Mas até hoje a gente acompanha a família. Desde 2022 eu acompanho a família. E assim, não expondo a família, eles sabem o amor e o carinho que eu tenho por eles. Porque nessa pessoa,

eu vi algo que poderia ser feito diferente. Eu vi acontecer na minha família, porque não na família de outra pessoa. E isso me fez pensar muito com relação a me tornar algo diferente de policial. Me fez questionar bastante. Porque, poxa, eu posso ser um agente transformador de uma vida aqui, então por que não ser de tantas outras pessoas? E, assim, essa ocorrência especial, eu carrego ela no meu coração até hoje.

Pode recapitular, pode revelar ou sigilo? Não, envolve crianças. Então, assim, essas crianças, inclusive, convivem com o meu filho. E eu não tive como não olhar para aquela criança e não ver o meu filho ali. Então, assim...

Se você me perguntar, Viviane, qual é a sua maior realização da polícia hoje? De ocorrência, de troca de tiro, de operação. Não vai ser nenhuma dessas. Se daqui a 10 anos, se daqui a 15 anos, essa pessoa tiver uma família, tiver uma profissão, tiver algo diferente na vida dela, do qual ela saiu daquele meio, para mim eu venci na vida.

Para a minha realização, minha profissional, fora a questão do comando de batalhão, você ter algo assim, vivenciar realmente, palpavelmente, uma mudança social.

Interessante. E é interessante como a Viviane se emocionou quando fala desse assunto. A gente vê como fala com o coração, fala com a propriedade. É porque as pessoas têm um imaginário muito distante do que é, de fato, a realidade. Quando você bate com a realidade mesmo das pessoas e da sociedade, às vezes tem esse choque.

E como é que eu faço para ela? Eu não tenho essa realidade em casa Eu digo a você que essa ocorrência não expõe as pessoas Inclusive, mas foi um Plot twist gigantesco Porque uma pessoa Dessa família Ela ingressou no mundo do crime Já no Valentina Nós atuamos E A pessoa foi conduzida à delegacia Depois ela refez a vida dela Entra aqui

E do distinchar dessa família, eu me encontro novamente em contato com essas pessoas. Então, assim, para mim, ver naquela família uma modificação social, uma modificação de vida mesmo, dá uma nova chance. É ratificar que a educação muda a história das pessoas. A oportunidade de ter educação muda a vida das pessoas.

Então, não é algo que eu ouvi dizer, é algo que eu estou vendo. Está na ponta, não é? E outra coisa interessante, Viviane, o que também o que lhe motivou também a disputar um mandato de deputada estadual pela Paraíba.

Então, isso surgiu quando as eleições de Cabedelo surgiram, né? E o nome saiu espontaneamente. Eu estava realmente com o meu filho, inclusive. A gente estava brincando. E aí, começou as mensagens chegarem no meu celular. Você está falando dessa eleição agora que teve em abril? Exatamente. Mas só não era aumentado em outras campanhas também, não foi? Exatamente. Só que aí você para.

para pensar, porque foi um choque muito grande para mim. Quando o nome começou a surgir espontaneamente e o número que foi veiculado, eu fiquei feliz e muito admirada com relação a esse reconhecimento. Porque a atuação policial é uma atuação frente ao político, é totalmente diferente. É verdade. Então, quando você tem o seu trabalho reconhecido dessa forma, me fez pensar.

me trouxe essa reflexão que já vinha de muito tempo, só que você refuta. Mas quando você, poxa, as pessoas falaram o seu nome. Você diz em relação à pesquisa, eu lembro que teve uma pesquisa. Foi essa pesquisa que você pegou? Isso. Teve uma pesquisa. O pessoal encaminhou a pesquisa, encaminhou, encaminhou. Então, são números expressivos que você não poderia desconsiderar. Então, você diz, poxa, tem um outro caminho. Vamos tentar? Em casa, como é que foi?

Então, não são decisões, como eu falo, né? São decisões tomadas por impulso. A gente senta, amadurece, conversa. E aí é uma decisão conjunta. Você tem que ter paz em casa para poder trabalhar. Isso é tudo na vida. É verdade. Você tem que ter paz dentro da sua casa.

Não é à toa que o maridão está aqui. Está aqui o marido e apoiando, eu dou o maior valor. Tem que apoiar, tem que apoiar a esposa. Eu acho que é muito massa isso. Porque é muito bom quando se tem diálogo. A vida é feita de diálogo. Não adianta a pessoa dizer, eu vou entregar o comando do batalhão, vou largar a carreira, vou agora para um voo diferente e não tenho o respaldo. Tem que ter o respaldo, eu acho massa. É muito risco em jogo, né? Família em jogo, então tudo isso...

Peso na hora de decidir, né? Com certeza. E daqui a pouquinho eu quero saber os bastidores. Eu vou querer saber os bastidores, como foi a conversa e tal. Eu vou... A própria questão da filiação partidária. Eu vou querer saber também daqui a pouquinho os detalhes. Antes, vamos deixar a nossa coronel vivendo, tomar um golinho d'água. Vai. Fundamental tomar um golinho, porque a gente tem que falar de coisa boa também agora. Vamos falar das tintas Lux.

A tinta que está, olha, abraçando o Brasil. Porque a tintas Lux é made em Paraíba.

Made in Campina Grande tá colorindo. Solta o fone. Arrocha. Eita, tinta lux. Aí eu mesmo. Solta com tudo e a gente sabe. Colorindo a sua casa. Colorindo o seu trabalho. Colorindo o seu lar. A tinta lux o quê? Por que a tinta lux é diferente? Porque ela move emoções.

Ela realiza sonhos e ela deixa a sua vida muito mais feliz. A gente sabe, está chegando o São João, você vai ajetar a sua casa, o seu comércio, você tem que procurar as tintas luxo com novas tendências, com o melhor mercado. E a gente sabe, vindo diretamente da Feicom em São Paulo, a melhor feira de construção do Brasil, com as melhores tendências e também tem o melhor...

preço. O Felipe Milago enlouqueceu com as novidades das tendências das Tintas Lux. Você vai lá no Instagram e acompanha todas. Olha só o sorriso. É essa cara. Agora no Rio e São Paulo, tudo. Vai lá no Instagram das Tintas Lux. Tintas Lux e vai ver todos os detalhes e a informação. Por isso que o Joãozinho bota esse bolé bonito. Vamos falar agora da Pimenta Nativa Forneiria Gourmet. A Pimenta Nativa, a gente sabe, é a melhor pizzaria da Paraíba. Por que, João Gabriel? A melhor experiência gastronômica mesmo.

Vai para lá e tem todo um conceito, né? É bonito. É muito mais do que uma pizza. A comida é boa, o atendimento é excelente. Muito mais do que uma pizza. Ela é um local onde você se emociona em realizações. Porque lá tem os melhores produtos, o melhor atendimento e o melhor controle de qualidade. Com as assinaturas do Volgrande e do Luiz Cláudio. E a gente sabe, tem dois endereços.

Fernando Luiz Henrique, também no Bessa, no Paraíba Mall. Pimenta Nativa Forneirinha no Instagram, você acompanha todos os detalhes. Vamos falar agora da Cachaça Serra de Areia. Tem esse presentinho aqui maravilhoso. Eu tiro daqui de perto da convidada pra João entregar. Esse merchan João Gabriel que sempre entrega. Né, João Gabriel?

Eu não levo pra casa, porque isso aqui é apaixão. Apaixão? Eu não sei como é que eu tava apaixonado. Apaixonado por você. Canta a música aí, Jôzinho. Conta. Isso aqui, ninja, é a melhor coisa que tem. Sem propaganda também, assim. Boa. Mas é bom demais. Cachaca Serra de Areia. Medinho e Paraíba. Todo mexão faz um declaração de amor pra essa caixa. Medinho e Paraíba. I love you, Serra de Areia. Ninja, essa aqui é a menor índice de acidez de Brasil. Eita.

Você bebe sem fazer careta. Deixa de enrolada e dê um presente. Eu tenho que dar esse presente. Dê esse presente logo para o nosso querido coronel Viviane. Não tem que dar. Presente do nosso amigo Eduardo Vieira. Viviane, saia de arinha. Muito obrigada. Maravilhosa. Eu estou apaixonado pela caixa, eu estou apaixonado pela tinta. Eita, maravilha. É um amor dividido.

Serra de Areia. Tem o menor teor de acidente, né, João Gabriel? Essa aqui já tem destino. Bom demais. Vai pra areia. Vai voltar pra lá. Maravilha. Serra de Areia apresenta o Evaldo Vieira. Vamos agora falar da GovMind. Atenção você, amigo, secretário municipal, gestor, prefeito. A melhor empresa chama-se GovMind. Projetos e soluções de gestão pública. Você que tá indo pra Brasília, você tem que o quê?

Com a Golf Mind, a tiracolo, a assessoria jurídica, a assessoria jurídica, todo aquele acompanhamento vai bater na porta. Eu vou lá em Brasília. Eu vou o quê? Com a Golf Mind. A Golf Mind vai com a melhor assinatura. E a gente sabe, você que está acompanhando a gente agora, em Santa Helena, Bernardino Batista, eu fui longe. O Iraúna, nas ondas da nossa TV Diário. Levei a época da correr agora.

As ondas da TV diária, você tem que procurar a Golfe Mind, aonde, João Gabriel? Golfe Mindsoluções.com.br Aí, meu amigo, repete. Golfe Mindsoluções.com.br Isso, Golfe Minds. Aqui a gente assina embaixo, tá não, Jôzinho? Isso. Vamos falar agora da 083 Burg, a melhor hamburguer da Paraíba. A gente tem o melhor guest de anunciantes. Esse mechã dispensa comentários, porque tem uma qualidade regional, né, Jôzinho?

Eleita o terceiro melhor hambúrguer do Brasil. Somente. Somente, pelo ranking especializado em hambúrguer. Tem um arretado, tem aquele do oião, né? Que é bem gostoso. É, o bife do oião. Bife do oião com aquele ovinho maravilhoso. Meu amigo, se você quiser comer um hambúrguer só fisticado, você tem lá. Se quiser também um famoso cheeseburger, lá também tem. Se quiser comer um hambúrguer que só tem lá.

O arretado 2.0. Queijo e coalho. Pão de caixa de macaxeira salado na manteiga. Uma hora dessa. Blend da carne da casa lá. Olha a hora que eu vou correr pra lá. Bacon, queijo de coalho, maionese de rapadura. Eita. Carne de sol e melaço de cana por cima. Aí, meu amigo, é pra você ficar com água na boca, João Gabriel. O pessoal do estúdio tá tudo louco aqui. Quem quiser. Uma hora dessa.

Faz o pedido lá no 083BURG, no Instagram tem um link. Faz o pedido lá embaixo, tem um cupom. Aí você bota NinjaCast para fortalecer. 10% de desconto. 10% de desconto. 083BURG no Instagram. Um abraço, Giovanni e Adriele. Vamos falar agora da melhor loja de moda feminina da Paraíba.

É a Mostore. Solta o Instagram da Mostore aí, maravilhoso, doutor Luiz Fernando. Aqui é o melhor look, o look que a mulherada da Paraíba tá assinando de barco. Chegou o estoque. Mostra o estoque aí com a nossa querida Aline. Olha só, a alegria da Aline recebendo as novas peças no bairro dos estados, na Vida Piauí, a melhor loja de moda feminina. Em breve também com calçados femininos, viu? Meio em Rio Grande do Sul, lá daquela cidade de Igrejinha.

parceria aí maravilhosa de sucesso. Eu gosto assim, a empresária vai lá, receber as peças, conferindo. Eu gosto disso assim. Todo mundo trabalhando e olha, só roupa linda. Aqui, meu amigo, é uma maravilha, é elegante. E outra coisa, quem vai lá, diz, eu escutei no NinjaCast, tem um desconto maravilhoso. Desconto com o PON do NinjaCast, maravilhoso. Você também que está acompanhando a gente no interior do estado, tem 40%.

de desconto no Outlet. Para revenda. Para revenda, pós-venda, você que está acompanhando. E também, fora isso, um desconto maravilhoso. Acima de R$ 400,00 o pedido. Entrega grátis em toda a região metropolitana. AmorHistoriaOficial.com.br no site, com todo o catálogo de roupas. E também AmorHistoriaOficial no Instagram.

É a loja da moda feminina com sofisticação. Bairro dos Estados, no coração de João Pessoa. Vamos agora exibir fotografias agora com a nossa... O bairro mais morgado. Mais morgado, respeito o bairro dos Estados. Está nessa onda aí desse boneco, estou indo de Martim, fica com essa resenha. Eu quero pegar esse boneco de novo aqui, para ele me chamar, dizer que eu sou bolsonarista, para eu desmoralizar ele, aquele boneco palhaço. Ele tem razão.

Ele tem razão. Cachorro, deixa de... Presepado. Desculpa aí, viu, comandante. Desperdão para fazer aqui a contenção. Desculpa, senhora.

Quando a gente se altera, esse rapaz aqui fica me tirando sério. Você fica me perturbando comigo, você deixa querer te perturbar comigo aqui. Vamos falar dos bastidores. Luiz Fernando gosta. Fica só com essa presepada. Coronel. Viviane, como foi essa conversa com o João Azevedo para a senhora se filiar ao PSB? Revela para a gente esses bastidores. Então, foi um diálogo construído.

Com relação à identificação de ideias, inclusive. Como eu digo, nada é feito por impulso. Tudo é conversado. Quando houve o convite para ir para o PSB, eu pontuei que eu sou uma pessoa que gosta muito de falar e gosto de expor minhas opiniões. E ele deixou totalmente aberto. Governador João, eu falo. Eu gosto de ser ouvida. E ele está aberto. Carta branca? Carta branca.

E aí ele disse... O seminário do governador foi bom aqui, viu? Eu gostei. Você sabe que eu gosto de conversar baixo do mundo? Mas só rapidinho. Ela gosta de ser ouvida e gosta de falar. E ela falou o que ele queria, né? Falou, estou me filiando ao PSB agora aqui. Exatamente. Aí... Isso aqui é minha bancada. Agora estão dizendo que a nominata não vai... Sugiu a que é a nominata aqui agora?

Como é que a senhora observa também? A senhora acha que a representação feminina ainda é tímida na Casa de Deputados Pessoa? Chegou a hora que aumenta essa representação, coronel? Todas as mulheres almejam realmente serem representadas. A gente, como cidadã, eu almejo ser representada por mulheres. Porque gera a identificação. As mulheres sentem as necessidades, os anseios de outras mulheres.

E aí é necessário que se faça presente a representação feminina nesse lugar. Nesse lugar e em vários outros. O meu comando em Cabedelo, o meu comando na polícia, foi uma representação feminina. Inclusive para outras pessoas poder dizer, poxa, ali é possível chegar naquele lugar. Então por que não? Em outros lugares. Várias outras mulheres chegaram para mim e disseram, poxa, na polícia, que bom que você assumiu um comando.

Mostra que é possível. Em uma área que era realmente, eu volto a dizer, conflagrada. E foi possível, e é, porque existe todo um time junto delas. Meu e das mulheres. Então, assim, por que não chegar em outros lugares também? Quais são as bandeiras de Viviane? Um possível mandato na Casa de Tássia Pessoa. Então, como eu falo por identificação, a gente não tem como não falar em polícia.

A gente não tem como não falar em mulheres. A gente não tem como falar, inclusive, porque corre no meu sangue as mães de crianças atípicas. Então, assim, são várias pessoas. E todas as pessoas que necessitem de voz. Todas as pessoas. Eu falo como cidadã, inclusive. Eu gosto de ouvir pessoas das quais eu me identifico e escuto. Poxa, que pensamento. Que ideia boa.

Poxa, me identifiquei, gostei. Então, por isso, houve o convite e houve a aceitação de ir para o PSB.

Interessante, né, João? Eu gosto quando uma pessoa tem postura, viu? Sim. Tem um monte de deputado aí que não tem postura de nada. Diga isso, João. Eu estou dizendo para você, que fica cantando aquela música do pula, pula, pula, pula, tudo sabe, está cheio, fazendo jogo duplo, porque não falta naquela assembleia, tudo sabe disso? Tudo sabe, é tudo negociando, conversando, tudo sabe, bota de rolão. Ali é a harmonia, né? João Gabriel, tudo sabe, tudo sabe, conversa com a classe política.

Tu sabe, Josi, tu sabe. O que tem de cabezinho aqui de bandeira de nada, homem? Tem uns deputados aí que... Tem uns que não sabem nem reconhecer a voz dele, né? Tem deputado que nem vai pra Assembleia. Meu amigo, eu vou te fazer, eu vou te dar um nome aqui. Diga, diga. Caio Roberto. O que é que Caio Roberto fez na Assembleia? Já deve estar no terceiro mandato daquele cidadão. Meu amigo, você não vê Caio. Mas tem um projeto de lei, né? Não, tem não.

Olha aí agora, para ver o que o Caio Roberto faz. Eu posso perguntar? Procura aí, procura aí. Vai procurar aí no... Caio Roberto, manda aí no direct. Meu amigo, pense num deputado inatoante. Aquele ali, meu amigo, eu fico preocupado. Mas é verdade. Vamos ser sinceros? E outra coisa, as votações deles são decrescentes.

Meu amigo, sem pressa, não. Então, monte lá. Daqui a pouquinho, ao longo dos nossos próximos NinjaCast, a gente vai relatando aí esses dois minhocos. Vamos procurar aqui. Procura aí no chat do CBT o que é que tem de bom aí. Entendeu? Vamos procurar. Luiz Fernando gosta. Luiz Fernando gosta da resenha. Gosta da pimentinha. Vamos agora exibir mais uma fotografia aqui. Ninja, tem cor demais, né? Olha só. Pelo amor de Deus.

Tem muita coisa. Diz aí o grande projeto que ele está falando. É para dizer mesmo? Diz aí o que ele está fazendo. Caio Roberto tem um histórico de projetos voltados para a regulação de serviços e projetos em proteção ao usuário. Pronto. Igualdade de ofertas. Usuário do mercado livre. Compensação por interrupção. Transparências em fretes. Pronto. Orçamento e relatorismo. Entende muito em fretes. Pensa no trabalhador. Ele foi relator da...

Pronto, muito tatuante Meu Deus do céu, pronto Ele quando me vê, ele tirou onda comigo Que eu gostaria de fazer barba do mesmo salão Diz aí, Chapinha, brinca comigo Fica perturbar, que você não sou eu pra tudo Ah, aquele deputado Ah, aqui não soneca Vamos falar agora, Coronel Viviani Sobre agora o novo governo O governo Lucas, essa nova fase Na gestão da Paraíba O que a senhora espera desse novo governo Lucas Ribeiro?

Então a gente vê a jovialidade de Lucas. E aí, assim, nessas chuvas que aconteceram agora, você vê que ele tomou a frente. Ele foi a tais lugares. Ele conversou com pessoas, inclusive de várias outras cidades. Eles não apoiam ele, né? Parece que eu vi algumas cidades que nem apoiavam ele, né? Porque a pessoa tem que olhar para o ser humano. Você tem que olhar para o ser humano. Independente da bandeira do que defende, do argumento que defende, você tem que olhar para o ser humano.

Isso eu achei fantástico. Porque muitas vezes você vai até as ruas e dizem, não, quem me apoia? E foi incrível. Se você for ver a ajuda humanitária que foi demandada para essa situação das chuvas, eu sou de Santa Rita. Ele foi lá. Falar com as pessoas, apoiar, acompanhar o trabalho dos bombeiros. Então, assim, é um apoio que é dado irrestrito.

Então, assim, você olhar para aquela pessoa que tem um discurso jovial, que tem esse trato com as pessoas é muito bom. Você deposita confiança.

Na sua opinião, Lucas está preparado para governar a Paraíba e inclusive representar o projeto capitaneado por João nesses dois mandatos? E agora nessa eleição? Com certeza. Interessante. E outra coisa interessante, como é que está também essa questão da sua receptividade na corporação? Como é que está essa atuação da senhora? Então, é algo que não tem como a gente não vestir. Eu vestia a farda por 20 anos.

Então, para mim, é algo de identificação, como eu digo a você. São pessoas pelas quais eu sempre falei. Comandei pessoas com, inclusive, olhar humano e sensível. E é por isso pelo qual a gente se identifica e vai à frente. Por ter comandado pessoas muito importantes na segurança pública.

Todas as guarnições de rádio patrulhamento que vão atender as pessoas são importantíssimas, porque se você for ver, quando você está em uma ocorrência que você chama por ajuda, quem você liga? 190. E tem que ser valorizado.

Tem que ser valorizado. Como é que a senhora viu, por exemplo, essa grande quantidade de trotes aí pra o 190, coronel? Por exemplo, a gente vê que tem muita gente que age em má fé, tanto com o SAMU como o 190. Mas eu acho que falta também mais rigor em relação à impunição pra essa turma aí que...

que se você observar estatisticamente, a quantidade de trote é crescente diariamente. Muitas vezes a viatura do SAMU vai lá, viaja, vai lá no bairro, quando chega lá é um trote. Hoje em dia é fácil de identificar. Fácil de identificar. Como é que a senhora observa esse crescimento? Inclusive o trote é crime. Pois é, somente. É penalizável. E assim, inclusive até o atendimento ao público merece inclusive um olhar mais afinado.

de você prestar esse serviço. Precisa ser aperfeiçoado, precisa ser melhorado. Eu falo como uma pessoa social. Precisa ter mais aproximação da população quando você clama por uma ajuda com o serviço de emergência. É verdade. É algo que precisa ser aprimorado. É verdade. Eu observo muito isso. Eu acho que esse negócio de trota é tão grande que às vezes até atrapalha uma pessoa que vai fazer uma denúncia real. Por exemplo, uma vez eu liguei.

O pessoal estava no chão, lá, sofrendo um acidente. Foi para o SAMU.

E eu tive que dar tanta informação, tanta informação, porque eu acho que era para tentar dizer que era uma coisa verdadeira, né? A gente tem que provar que é verdade o que a gente está dizendo. Por conta dessa galera que faz trota demais e gera essa desconfiança no atendimento. Não, outra vez eu estava... Essa foi boa. Eu estava trabalhando no Correio, aí eu passei na lagoa, tinha dois cabas lá estendidos, né? Tinha derrubado lá, baleado.

Aí eu passei num ônibus, aí peguei e liguei para o SAMU. Liguei e tal, tal, tal. Diz, ó, meu irmão, tem uns caras aí baleados e tal. Passou-se o tempo.

Eu trabalhando, ligou o delegado pra mim. Aí, Ninja, Henrique Lima, tudo bem? Você tá onde? Eu queria que você viesse aqui pra ADD. Eu disse, oxe, pra Central de Polícia. Eu disse, pra Central de Polícia. Tá pra Central de Polícia? Não, pior. Eu cheguei lá. Quando eu cheguei lá, ele disse, ó, meu amigo, você conhece esses caboclo aqui? Ah, mostrou as fotos dos caba mortos. Eu disse, oxe. Que danado esse não, porque a gente tá tendo agora uma força de segurança, uma força da Força Nacional.

E tem esse inquérito, a gente tem que arquivar e você é o testemunho. Eu disse, eu passei dentro do ônibus, não vi nenhum cara. Meu irmão, eu passei a tarde todinha aqui. E eu fiquei revoltado. Eu disse, meu amigo, como é que eu presto um serviço? Eu ajudo e eu deixei de trabalhar para ficar. E o delegado até hoje me reconhece. Eu disse, mas eu nunca fiz nem testemunha, nem fórum. Aí o bicho pegou e mandou eu ir lá. Aí quando chegou lá, ele veio dizer, não, você tem que assinar aqui para provar que você conhece. Eu disse, meu irmão, eu nem vi. Eu vi a multidão.

Não, mas seu número está documentado aqui. Eu disse, lógico, meu número está documentado aqui. Aí eu fui lá. Aí tem que explicar que Goreto não era o Dédito. Aí outra coisa, ao invés de você colaborar com a situação, qual era a situação? Você ajudar, alguém poderia estar ferido ali e tal, o cara tem que virar testemunha na questão do inquérito. É muito complexo. É muito complexo. Chega a ser algo assim, bizarro. E outra coisa, liga e diz, vem aqui.

Eu disse, eu não devo nada, eu vou. Mas o cara disse, oxe, pronto, o que é que aconteceu, meu Deus do céu?

Meu pai eterno, né? O cara diz, bicho, eu trabalhando, o cara liga e pergunta onde é que você está. Qual é a tua? Ué, não. Estava igual a vez eu com... Desculpa, eu atrapalhei o episódio. Eu estava outra vez no episódio, sério, eu na rádio. Liga para mim um delegado que é o Espírito Santo. Ninja!

Você está onde? Vem aqui, foi. Vem aqui. Aí eu disse, quem foi? Tem um cidadão que ele processou. Acabou a casa. Quando chegou, era aquele danado daquele prefeito predrito. Eu tinha feito uma denúncia sobre a greve de Garim e ele lá me processou criminalmente, um monte de coisa. Eu disse, só o boca do meu advogado. Aí o meu advogado disse, vá lá e diga que boca, só beijo. Está aqui representado, você vai lá.

e vai responder criminalmente. Eu fui lá, respondi e não dei nada. Mas assim, chega a ser algumas coisas que a pessoa abusa da boa fé, né? Abusa. Eu acho que as coisas não são desse jeito. Tem mais foto aí com a nossa convidada? Não? Outra coisa. Viviane, como é que está agora o seu dia a dia? Você entregou a farda, né? Praticamente. Suspendeu, né? Entregou o posto. Como é que está agora a sua atividade pré-campanha? Fala aqui pra gente.

Então, a gente vai conversando com pessoas. A gente precisa entender realmente os cenários. E, assim, são ideias que são postas e são trabalhadas. Tudo no ideário. Então, precisa realmente você conversar com pessoas, saber os anseios das pessoas, porque é uma conversa que você entende qual realmente é o problema, que demanda ou não demanda. Então, assim, a questão de caminhada, realmente você precisa, nesse período, inclusive...

que você sabe que é uma pré-campanha, a gente precisa realmente falar sobre ideias, sobre escutas, porque a gente tem que ter muito cuidado com esse período.

É, muito cuidado. Outra situação também. Alguns policiais militares se intitulam donos da corporação. Eu sou o pai da segurança pública. Temos alguns nomes aqui, Paulo. Temos alguns nomes. Não, vou dar exemplo. Tem deputado que se diz... A gente tem um deputado como sargento, né? Bolsonarista.

E diz assim, o voto da defesa da segurança pública, tem muita gente que é ligada a Bolsonaro, que tem esse tipo de tendência. A gente já vê, por exemplo, o coronel Sérgio Fonseca, que vai disputar já por outra legenda, que é o Republicanos, que já é ligado à base governista. É o Carlos Gilberto também, que é federal. Como é que a senhora vê essa convivência com alguns colegas de fara da senhora? Como é que a senhora está observando essa disputa?

Então, o bom é a diversidade, é a democracia. Você expor suas ideias e colocá-las à aposta e dar a opção às pessoas é o que vale. Como eu falo sempre, identificação de ideias. Você vai lá e expõe suas ideias. E que sempre briguem as ideias e não as pessoas. Cada um faça a sua fala. Cada um defenda o que acredita como pessoa. E vida que segue.

Jogo que segue. Segue o jogo, João Gabriel. Eu acho bom isso. Vamos exibir aqui, vamos dar uma olhadinha no Instagram da Coronel Viviane. Coloca aí Viviane Vieira. Dá uma olhadinha aí no Instagram. Gosto de ver o Instagram, gosto dos bastidores. O bom é isso, para a gente arrematar o nosso NinjaCast. Temos alguns minutos e a gente vai comentando dos bastidores. Será que Luiz vai não seguir ela? É bem provável, eu acredito que sim. Porque ela é forte de rede social.

Ela é forte em rede social. Muito forte. Eu acho muito interessante. A senhora já pensou em ter canal do YouTube? Tem canal do YouTube também, Vinha? Não, tem. Pelo amor de Deus. Bote para seguir aqui. Vamos lá. Vamos exibindo aqui. Olha. A senhora também participou de corrida pelo autismo? Foi recente essa corrida. Exatamente. Nós estamos inseridos. Meu filho tem laudo do espectro autista e TDAH. Ele tem quantos anos, seu filho? Tem nove. Nove anos. Nove anos.

Bom demais. Vamos exibir aqui a agenda. Vamos falar da agenda. Ele já entendeu essa sua mudança de rotina, porque o autista geralmente tem que ter rotina, né? Tem que ter a previsibilidade. Isso. Ele já entendeu já como é que está a tua rotina? Já, a gente sempre senta, conversa. Eu sempre sento com ele, converso e falo sobre a previsibilidade das situações. Porque realmente existe a questão da rigidez cognitiva e para que realmente ele possa entender, a gente conversa bastante. Bom demais.

Como é que a senhora viu, por exemplo, agora a promoção de alguns oficiais, que foram reconhecidos pelo governo do Estado em relação a essa promoção? E muitas pessoas criticavam também que os praças também não estavam sendo prestigiados. Como é que está essa questão das promoções na Polícia Militar, no âmbito da Polícia Militar da Paraíba?

Então, essas promoções vieram, inclusive, com a lei orgânica. E com relação à promoção de praças, por isso que eu falo, você trouxe à mesa essa questão de briga. E eu acredito que quando você fortalece a causa, fortalece a pauta, ela se torna muito mais importante do que uma briga de pessoas. Porque você esvai a causa.

Quando você quer brigar para ser o pai, mãe de qualquer coisa, eu tenho um filho só, o meu filho se chama Heitor. Então, se eu puder fortalecer aquela situação para que eles possam realmente, enquanto uma voz, que eles consigam, ótimo. Sem brigar por protagonismo, porque realmente o que vale, o que realmente vai valer é se o direito da pessoa, se ela conseguiu ou não.

Então, quando a gente fala com relação aos oficiais, aos praças, porque quer ser a mãe, quer ser o pai da coisa, então, assim, eu não vejo por esse lado. Eu vejo pelo lado de que você conseguiu aquilo ali, que bom, meu irmão. Se eu pude contribuir com aquilo ali, glória a Deus. Então, quando a gente fala com relação à briga, inclusive entre a polícia militar, eu particularmente, eu foco realmente no que interessa.

Vamos dar protagonismo ao que interessa? O que interessa? Pronto. Hoje, a gente tem a questão dos suplentes da polícia militar. Todas as turmas foram chamadas, faltam só 418. Por que não mudar 418 vidas de famílias? Porque se você chegar e dizer, mas é porque fulano tá brigando por isso, fulano tá brigando por aquilo, vocês vai à importância da causa pra dar protagonismo a uma briga sem futuro.

de foco, né? Tem que focar no que precisa. Você foca no que precisa, você foca no que é importante, que é realmente 418 pessoas que precisam, que vão modificar aí 418 famílias, histórias, mãe, pai, que abdicou de muito tempo pra estar lá estudando. E foi que a própria estrutura segurança precisa dessas pessoas. Cara, é isso demais. A gente teve a formatura agora de 2.157 pessoas na Polícia do Estado de Pernambuco. Meu primo se formou lá, inclusive.

Então, assim, quando você traz essa pauta de, ah, porque briga por isso, ah, porque briga por aquilo, bicho, olha, traga realmente a baila, traga realmente o protagonismo do que merece ser tornado protagonista. Uma ideia, uma causa, e não as pessoas. Porque vai ficar sempre nesse burburinho sem futuro. A grande verdade.

Tenente Coronel Viviane Vieira, obrigado por ter aceito o nosso convite aqui no NGPS. Eu que agradeço. Por ter conversado com a sociedade paraibana. A gente conheceu suas bandeiras, conheceu ainda mais da sua trajetória. E a gente fica muito feliz com essa conversa, viu? Que Deus contou a abençoe na senhora. Ah, eu que fico feliz, meu amigo. Se você puder, inclusive, falar bem desse podcast, como você falou das tintas.

E dessa cachaça eu fico muito feliz, gente. Eu agradeço demais. Aqui o amor realmente é um merchan. Vale, viu? E o moleque foi pra cá, o Tony Martins. Opa, podcast pra ter merchan. É 36 minutos, merchan. Eles diziam isso. Agora é engraçado. Ele fica criticando o merchan, mas quando o pique se bate... Ô, ninjinha, coisas a fome. Não tem coisa melhor pra aliviar qualquer sintoma de tristeza, como um piquezinho.

Da hora. É bom demais. O Pita Lux bate. É maravilhoso. Bom demais. Tireta Coronel, obrigado. Um abraço para a senhora. Sucesso. Um abraço na família. Luiz Fernando, obrigado, meu irmão. Nosso querido Matheus Rolim. Obrigado também pelos nossos trabalhos nas redes sociais. Todas as fotografias. É para Cajazeira. A rede social também da nossa equipe da Coronel. Qual o nome dela que está acompanhando a senhora?

Taene. Taene. Obrigado, viu, por ter aceito também o convite, também acompanhado também a gente. Matheus vai estar em Cajazeiras, lá no prêmio Melhor João, né? Mas, rapaz, um abraço a Petro Santos. Eita! E eu soube que ele vai numa limousine, já vai. Não, eu soube errado. Ele vai de jatinho. Vai de jatinho. Mandaram fretar. Rapaz, o caba tá... A presença dele é VIP, dito. O caba tá foda. É. Rapaz, eu me lembro de jatinho, não.

Eu que tinha uma turma aqui de jatinho. Não, pelo amor de Deus. É, tanto problema. Tá acabando, gente. É melhor ir de carro. Vai de carro, é melhor. Um abraço, pessoal. Fiquem com Deus. Fiquem com Deus. Fiquem com Deus. Jatinho pra tudo.

Vai dar um jatinho, né? Bom, trabalhamos em nome da Tintas Lux, da Cachaça Serra de Areia, também em nome da Pimenta Nativa Forneria Gourmet, também em nome da Zero Tetris Burger, e o do Corretor de Imóveis, da Govmind, também. Exatamente. A Moistore, também, OS Entertainment. Um abraço, pessoal. Fiquem com Deus. Valeu, né, Josinho? O Brasil para a conta. Você é arrombado. Valeu, galera. Um abraço. Um abraço.

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BASTIDORES DA POLÍCIA MILITAR: O Legado e a Coragem da Ten. Cel. Viviane Vieira #285 | Castnews Index — Castnews Index