Volkswagen Nivus antes do test drive: a engenharia que cortou 10 meses
Volkswagen Nivus antes do test drive: a engenharia que cortou 10 mesesAntes do test drive do Volkswagen Nivus, o carro já havia sido colocado à prova dentro do computador. A engenharia brasileira usou simulação CAE, realidade virtual e prototipagem digital para antecipar decisões e cortar cerca de 10 meses do desenvolvimento.Leia a matéria completa, veja os dados e consulte todas as fontes:https://engenhariapodcast.com.br/volkswagen-nivus-engenharia-virtual-simulacao-caeMuito antes das avaliações e comparações com Volkswagen T-Cross, Volkswagen Tera, Fiat Fastback, Fiat Pulse e Renault Kardian, existiu uma etapa que quase ninguém conhece: a engenharia responsável por transformar cálculos, modelos virtuais e milhões de dados em um veículo real.Neste vídeo, você vai entender:• Como o Volkswagen Nivus nasceu primeiro no computador• Como funciona a simulação CAE no desenvolvimento automotivo• O papel da realidade virtual e da realidade aumentada• Como a engenharia brasileira antecipou problemas de montagem• Por que o projeto teve cerca de 10 meses retirados do cronograma• Como o Laboratório de Protótipo Virtual reduziu custos• O que realmente significa desenvolver um carro virtualmente• Por que testes físicos, crash tests e homologações continuaram necessários• Quais profissionais trabalham com CAE, FEA, CFD, dados e simulação• Quanto podem ganhar os engenheiros que atuam nessa área• Quais habilidades são procuradas pelas empresas do setor automotivoO grande avanço não foi acabar com o mundo físico. Foi chegar aos testes reais com decisões mais maduras, menos retrabalho, menos desperdício e muito mais informação.Essa história mostra a força da engenharia brasileira. O Nivus foi desenvolvido no Brasil e levou tecnologia, conhecimento e capacidade de inovação nacional para outros mercados.Na sua opinião, a indústria conseguirá desenvolver veículos cada vez mais rápido com simulação, inteligência artificial e análise de dados? Escreva nos comentários.Inscreva-se no Engenharia Podcast e ative as notificações. Todos os dias publicamos conteúdos sobre engenharia, indústria, inteligência artificial, tecnologia, inovação, mercado de trabalho e carreira.Apresentação e análise: Engenheiro Edson Gonçalves MartinsACOMPANHE O ENGENHARIA PODCASTPortal:https://engenhariapodcast.com.br/Instagram:https://www.instagram.com/engenhariapodcast_/YouTube:https://www.youtube.com/@engenhariapodcastLinkedIn:https://www.linkedin.com/company/engenhariapodcast/Spotify:https://open.spotify.com/show/0dvs9AF68alrwBgpI2y7FjFacebook:https://www.facebook.com/engenhariapodcast/#VolkswagenNivus #EngenhariaAutomotiva #EngenhariaBrasileira #SimulacaoCAE #TecnologiaAutomotiva
Edson Gonçalves Martins
- Engenharia Virtual Volkswagen Nivus· TecnologiaSimulação CAE·Realidade Virtual·Prototipagem Digital·Volkswagen Nivus·Volkswagen
- Redução de Tempo e Custos· NegociosRedução de 10 meses no cronograma·Economia de 65% em prototipagem virtual·70% de simulações virtualmente
- Engenharia Brasileira no Mundo· TecnologiaNivus desenvolvido no Brasil·Mercado Europeu·Taycan Europeu
- Salarios e Carreira em Engenharia de Producao· NegociosEngenheiro Mecânico Automotivo·Salário mediano R$10 mil·Profissões envolvidas em CAE
Como a engenharia brasileira fez o Nivus nascer antes e sem prototipar. Exatamente, essa matéria de hoje do Engenharia Podcast, a gente vai trazer um case real para vocês falando sobre isso. Antes do aço, dados. Como a engenharia brasileira fez o Nivus nascer no computador. Então, galera, hoje a gente vai falar de um case real da aplicação de inteligência artificial, de simulação, e a gente vai entender qual tecnologia embarcada por trás de tudo isso.
Mas para você que está chegando agora, que ainda não me segue, não me conhece, eu já peço para você se inscrever nesse canal, ative o sininho e bora para a tela. Lá do nosso computador. Mas antes disso, roda a vinheta! Tô aqui, ó, galera. A Volkswagen declarou ter eliminado os protótipos físicos na fase de desenvolvimento, ou seja, carros reais, porém continuaram necessários na pré-série, ou seja, nos testes e na homologação. O feito comprovado está em outro lugar.
A equipe brasileira antecipou decisões com simulações CAE Realidade virtual e fábrica digital. Olha só, cortou cerca de 10 meses e levou um projeto nacional do Brasil para Europa. Primeiro, para você que fala que o Brasil é um país que não tem nada que se preze, que se preste, bom, a engenharia está aí provando para você que somos referências. E esta matéria vem justamente trazendo aqui as imagens justamente do Nivus, que foi desenvolvido no Brasil.
E para você entender em 30 segundos, se você quer entender um pouco mais sobre essa matéria que a gente vai falar hoje, então, primeiro tema que a gente vai falar nessa matéria completa é: o Nivus foi concebido pela Volkswagen na América do Sul, lançado em 2020, e foi o primeiro projeto desenvolvido pela operação brasileira para também ser produzido e vendido na Europa. Junto disso, a Volkswagen afirmou que não construiu protótipos físicos para tomar decisões na fase de desenvolvimento.
Isso não significa ausência de carros reais, como ela mesma disse ali, ou seja, houve veículos de pré-série e calibração do AEB crashteste e também no teste físico de homologação, acidentes ali na parte da homologação. E a montadora também divulgou a redução de cerca de 10 meses no projeto. Aí eu pergunto para vocês, para você que trabalha com desenvolvimento de projeto, 10 meses faz muita diferença? Gera muita diferença no seu negócio?
Em caixa? Vamos falar somente em caixa, além do tempo de desenvolvimento e depois o retorno sobre o investimento que você está fazendo. Observando para cá, a gente consegue observar que ele obteve uma economia de 65% no laboratório de protótipo virtual com 9 configurações virtuais e mais de 70% das simulações feitas virtualmente no Brasil. Além disso, a comparação com até 70 protótipos refere-se a programas anteriores, não é uma contagem auditada de carros que seriam obrigatoriamente construídos para fazer o Nivus.
O que quer dizer? Com base no histórico do desenvolvimento de carros da Volkswagen, ela desenvolveria em média 70 carros a mais do que foi desenvolvido para ser feito o Nivus, pelo menos esta compreensão que a matéria dá para trazer para gente. O núcleo tecnológico foi prototipagem virtual, CAD, Aí, realidade virtual, realidade aumentada, manufatura digital e validação física trabalharam como um sistema. E a engenharia brasileira não apenas adaptou um produto global, ou seja, o conceito nasceu na região, nasceu no Brasil e foi desenvolvido para mercados internacionais e originou o Taigo europeu.
E esse mercado reúne física, métodos numéricos, dados, programação e testes e como referência Próxima. O engenheiro mecânico automotivo teve um salário mediano ali, de acordo com o CLT, em R$10 mil, mais de R$10 mil por mês, durante o período de julho de 2025 a junho de 2026. E aí, eu pergunto para você, olhando somente os gráficos aqui, os dados principais macros. Redução de 10 meses no cronograma do projeto, segundo a Volkswagen, ou seja, o engenheiro que está preocupado em resolver negócios e preocupado em grana. 65% de redução nos custos de laboratório de prototipagem. 70% ou mais 70% das simulações executadas virtualmente pelo Brasil, 9 configurações virtuais de cor, acabamento e conteúdo, 19 semanas para construir um protótipo físico na referência da SI e a média de salário por engenheiro mecânico de aproximadamente R$10.300.
Então você vai ver nessa reportagem o que aconteceu, o sentido correto sem protótipos, o Lumiose e seus limites, a engenharia por trás do processo, mas volta lá para cima. Que eu acelerei aqui, né? As profissões envolvidas, salário de mercado, onde procurar vagas e o que dominar, quais habilidades você precisa dominar justamente para que você seja esse profissional. E no finalzinho lá tem as perguntas frequentes. Então, se é para você, eu já falo para vocês, se inscreve nesse canal, ativa o sininho e bora para a tela do meu computador mais uma vez.
Um carro brasileiro existiu em dados antes mesmo de existir em aço, ou seja, a engenharia brasileira, ou seja, engenharia virtual da Volkswagen Nivus transformou o computador no primeiro ambiente de montagem, análise e correção dos carros. Ou seja, antes da primeira unidade comercial sair da anchieta, o veículo já tinha sido observado, medido, deformado, corrigido. Ou seja, todo o desenvolvimento foi feito através de simulações, através de sensores, através da inteligência artificial, algoritmos.
E claro, sempre com foco— a gente tem que parar para pensar que é uma montadora, ela tem um foco em ganhar dinheiro, né? Então, no comunicado que marcou o início da produção em 2022, a Volkswagen chamou o Nivus de seu primeiro projeto de forma 100% digital e afirmou ou ter reduzido o cronograma. Então, o avanço não foi apagar o mundo físico, foi de fato chegar ao mundo físico com muito menos dúvidas, retrabalhos e evitando recall e tudo mais, que além de gerar custo para a marca, faz toda a diferença na reputação também dessa marca.
Então, o Nivus teve ou não teve protótipo físico? A resposta que a gente tem que responder é essa. A resposta rigorosa depende do significado do protótipo. Na classificação usada, no caso, pela Volkswagen, o Nivus despendeu veículos artesanais dedicados às decisões de projetos e montabilidade. Empresa disse que estrutura, segurança e arrefecimento, aerodinâmica, consumo, acústica, aparência, acessibilidade e montagens puderam ser avaliadas antes mesmo por meios digitais, evitando jogar trabalho fora, né?
Mas a própria Volkswagen documentou que no teste de crash, ou seja, no teste de acidente, ela teve ali que ter um carro físico justamente para garantir nos testes que de fato o que ela estava dizendo de fato era o que acontecia, né? Mas ó, formulação aqui de fato: o Nivus foi desenvolvido com prototipagem virtual, sem protótipos físicos dedicados à decisão desenvolvimento. Mas nós temos 5 números muito importantes que chamam a atenção neste desenvolvimento como um todo.
Primeiro, que até 70% dos protótipos em projetos anteriores comparado com esse projeto. Ou seja, no comunicado oficial, o Nivus, além do tempo, além da prototipagem e tudo mais, ele dispensou 70 carros ou 70 protótipos destruídos para que pudesse de fato colocar o Nivus no mercado. Ou seja, além disso, 70 protótipos em projetos anteriores, 19 semanas contra ciclos digitais e muito mais curto, 10 meses para retirada do cronograma, foram tirados do cronograma e uma economia de 65%, apura essa reportagem.
Além disso, mais de 70% das simulações realizadas virtualmente no Brasil. E como é que funciona a engenharia virtual por trás desse news? Então, antes da gente continuar, se esse conteúdo faz sentido para você, já se inscreve nesse canal, porque aqui já está passando 7 minutos e era para ser só 5. Vamos ver se a gente termina em 10 então, para você sair com essa matéria. Lembrando que todo esse conteúdo está aqui embaixo, você consegue acessar depois.
Então, aqui nós temos: Como funcionou a engenharia virtual do Nivus? Primeiro resultado no nascer de uma aplicação milagrosa foi a arquitetura e modelagem geométrica, ou seja, a plataforma modular já conhecida reduziu incertezas, CAD, interfaces, materiais e tolerância, simulações CAE, ou seja, os modelos matemáticos anteciparam estruturas, crash, aerodinâmica, a realidade virtual em escala real, realidade aumentada, ou seja, variações digitais eram sobrepostas em elementos físicos para comparar alternativas, fábrica digital, correlação e validação.
Ou seja, primeiro vamos entender aqui, ó, CAE, fazer a física acontecer dentro do computador. CAE significa, é a sigla para Engenharia Assistida por Computador, é o conjunto de métodos que prevê produtos responder a cargas, impactos, calor, vibrações e comandos, além de elementos físicos, e por aí vai. Ou seja, qualidade vai muito além, né? Além da realidade virtual e aumentada, decisões não entretenimentos, ou seja, plataforma ic.id citada pela ESI entre as ferramentas do Nibus permitiram revisões imersivas e colaboração entre desenvolvimento de produtos.
E isso gera um gêmeo digital, o caso frequentemente relacionado à digital twin, é o termo difundido globalmente. Tecnicamente, as fontes comprovam virtualmente prototipagem, simulações CAE e a realidade imersiva na fábrica. Ou seja, onde entra a inteligência artificial em tudo isso, né? Você pode me perguntar. O comunicado de produção associa inteligência artificial automação à fábrica, mas as fontes sobre o desenvolvimento do Nius sustentam principalmente simulação, realidade virtual, realidade aumentada e processos digitalizados.
Oficialmente não há uma afirmação no documento que fala que a Volkswagen utilizou inteligência artificial, mas para você fazer simulação acelerar, você consegue sim, você precisa disso. O poder da engenharia brasileira aparece quando a Europa fabrica a ideia, né? Ou seja, o ponto mais forte da história não é o número de protótipos. Em 2019, antes de revelar o nome Nivus, a Volkswagen anunciou em sua operação brasileira desenvolver internamente o veículo sobre a plataforma MQB para o mercado internacional.
No ano seguinte, confirmou que o projeto havia sido concebido na América. E em 2021, a Volkswagen apresentou o Taycan europeu como modelo baseado no Nivus brasileiro. Ou seja, galera, levando a engenharia brasileira, ou seja, o conhecimento desenvolvido aqui para Europa. Ou seja, somos referência quando a gente fala de engenharia. Sabia disso? Escreve nos comentários se você não sabia. E a conquista não foi o Brasil receber um projeto pronto, foi o Brasil desenvolver um projeto e mandar à escala internacional.
Ou seja, o que muda quando o erro aparece antes da peça ser fabricada? No modelo tradicional, descobrir interferência na montagem física, desenvolvimento virtual, verificar interface e acesso, impacto inesperado. Ou seja, galera, a matéria está tudo aqui, depois você consegue ler. E aí você pode me perguntar: quais profissões estão envolvidas nesse desenvolvimento? As profissões desenvolvidas, desenvolvimento justamente é o CAE estrutural e o crash, CFD e gestão térmica, que a gente está falando aqui, além de NVH e vibrações dinâmicas e por aí vai, galera.
Para a gente não estender muito isso aqui, vamos falar de salário. Quanto ganha essa galera que trabalhou na montagem do News? Galera, primeiro, a galera geralmente entra com R$5.500, com uma mediana de R$10.300, chegando a R$13.500 na nossa fase avançada de carreira, podendo chegar a R$16.000 segundo a base do governo. E onde estão essas vagas, galera? As vagas acontecem geralmente em São Bernardo do Campo, ABC Paulista, e concentra montadoras e fornecedores e consultoria, como Belo Horizonte, Betim aparece como Propulsão, Segurança e Desenvolvimento Automotivo, Curitiba e São José dos Pinhais reúne operação industrial e fornecedores, e São José dos Campos amplia para aeroespacial, galera.
Enfim, tem tudo aqui. Eu vou deixar essa matéria para vocês aqui embaixo para a gente não estender. Já passou de 10 minutos. Eu espero que você tenha gostado desse tema de hoje e escreve aí qual tema você gostaria de ver a gente falando nos próximos vídeos. Valeu, forte abraço e a gente se vê! Em breve. Valeu!