IA em 2026: 9 tendências que vão mudar o trabalho, o RH e as empresas (Gartner)
A Inteligência Artificial está mudando o mundo corporativo mais rápido do que as empresas conseguem acompanhar.Leia a matéria completa no nosso site: https://engenhariapodcast.com.br/9-tendencias-que-vao-moldar-o-trabalho-em-2026Em 2026, a IA não vai só aumentar produtividade. Ela vai redefinir empregos, cultura, segurança e saúde mental dentro das organizações.Neste vídeo, eu explico as 9 tendências de IA e aprendizado de máquina que vão moldar o futuro do trabalho em 2026 e além, com base nas previsões da Gartner.Segundo a Gartner, apenas 1 em cada 50 investimentos em IA entrega valor transformacional, e apenas 1 em cada 5 gera algum retorno mensurável sobre o investimento. Isso cria um desafio real para empresas em 2026: crescer no curto prazo e, ao mesmo tempo, preparar pessoas, processos e cultura para sustentar a era homem-máquina.Você vai entender temas como:✅ Demissões associadas à IA sem ganhos reais de produtividade✅ Dissonância cultural e queda de engajamento nas empresas✅ Saúde mental, riscos cognitivos e impactos psicológicos da IA generativa✅ “Workslop”: volume de entregas rápidas geradas por IA, mas com baixa qualidade✅ Recrutamento mais humano em meio à automação e filtros de IA✅ Espionagem corporativa interna com deepfakes e identidades falsas✅ Crescimento das profissões manuais qualificadas e novas rotas de carreira✅ O papel de profissionais de processos para destravar valor real da IA✅ Funcionários exigindo pagamento para treinar avatares e doppelgangers digitais📌 Se você é líder, gestor, engenheiro, empresário ou está em transição de carreira, esse vídeo vai te ajudar a tomar decisões melhores sobre IA nas empresas, produtividade e futuro do trabalho.👉 Qual dessas 9 tendências você já está vendo acontecer na prática em 2026? Comenta aqui.🎙️ Acompanhe o Engenharia Podcast em todas as plataformas:Instagra: https://www.instagram.com/engenhariapodcast/Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCaJTmu38lsC0_ZM-xaRHeQA?sub_confirmation=1Apple Podcast: https://podcasts.apple.com/br/podcast/engenharia-podcast/id1709144069Spotify: https://open.spotify.com/show/0dvs9AF68alrwBgpI2y7Fj?si=23c3a07de14a41b5Deezer: https://www.deezer.com/br/show/5945137Amazon Music: https://music.amazon.com.br/podcasts/e39344c7-4267-4998-a9d7-bee9bdc10b27/engenharia-podcastLinkedin Engenharia Podcast: https://br.linkedin.com/company/engenhariapodcastLinkedin Engenheiro Edson: https://www.linkedin.com/in/edsonmartinsbr/📢 Contato Comercial: [edson@engenhariapodcast.com.br](mailto:edson@engenhariapodcast.com.br)#InteligenciaArtificial#IA#FutureOfWork#Gartner#MachineLearning#TransformacaoDigital#Produtividade#Gestao#RH#Lideranca#Carreira#Inovacao#Empresas#Tecnologia
- Impacto da IA na saúde mentalRiscos emocionais e cognitivos · Pouca análise dos efeitos comportamentais · Riscos jurídicos e responsabilidade · IA adaptada ao uso humano
- Demissões na DisneyGanhos de produtividade inferiores às demissões · Decisões antecipadas de CEOs · Recontratação com custo maior · Papel do RH na transição
- Profissionais de processo destravam valor da IALacunas em habilidades de IA · Priorização de especialistas em processos · Redesenho de processos vs. automação de tarefas · Unidades de negócio que redesenham trabalho
- Riscos de espionagem corporativa com IAAmeaças internas e cibersegurança · Uso de deepfakes e dados roubados · Reforço de verificações de identidade · RH como linha de frente de segurança
- Carreiras manuais qualificadasInversão do movimento digital para manual · Profissões à prova de IA · Escassez de talentos técnicos · Planos de qualificação e retenção
- Recrutamento mais humano com IADisputa de IA em candidaturas e filtros · Baixa confiança e autenticidade · Candidatos falsos · Equilíbrio entre IA e abordagem humana
- Dissonância cultural e RHPressão silenciosa e contínua · Discurso corporativo vs. realidade · Impacto na saúde mental e engajamento · Transparência nas expectativas
- WorkSloop de IAEntregas rápidas de baixa qualidade · Correção de problemas mais trabalhosa · Aplicação isolada da IA · Foco em dores reais vs. modinha
- Pagamento por doppelgangers digitaisExpansão de sósias digitais · Direito do trabalho e deveres do empregador · Remuneração pelo uso contínuo da imagem · Revisão de políticas de governança de IA
Nove tendências do trabalho que vão moldar a sua forma de agir e trabalhar em 2026. Para apoiar líderes na preparação de riscos inesperados ou frequentemente subestimados, a Gartner apresentou nove previsões para o futuro do trabalho em 2026 e a gente vai falar ela agora para vocês. A primeira delas é atribuída justamente à inteligência artificial, que é o quê?
Demissões atribuídas à inteligência artificial passam a superar os ganhos reais de produtividade. Em 2025, para você ter uma ideia, houve grandes demissões em escala associada diretamente ou indiretamente à inteligência artificial. Porém, os dados sugerem que as empresas e pessoas ainda não estão perdendo seus empregos para uma inteligência artificial mais eficiente, pelo menos...
Não por enquanto, né? Mas a análise da Gartner aponta que menos de 1% das demissões no primeiro semestre de 2025 ocorreram com o resultado do aumento de produtividade gerado pela inteligência artificial. Na prática, muitos CEOs estão tomando decisões antecipadas retornando.
de inteligência artificial, que podem não se concretizar. Com isso, passam a reduzir equipes com base em ganhos previstos de eficiência, assumindo uma força de trabalho menor.
indicaria mais inovação e mais produtividade. Em 2026, esse tipo de estratégia tende a gerar decisões ainda mais difíceis, especialmente casos como os ganhos de produtividade prometidos pela inteligência artificial por muito guru aí que promete ensinar você a ter produtividade, mas ele só quer de fato ensinar modinha para vocês. E aí muita gente acaba se perdendo. Então, ó...
Ganho de produtividade prometido pela inteligência artificial não se confirma no ritmo apontado muitas vezes por vários gurus, por fato, uma aplicação ativamente incorreta. Se o desempenho da IA ficar abaixo da demanda operacional real...
As empresas podem precisar recontratar talentos que demitiram de forma prematura, muitas vezes com um custo maior para sustentar as suas metas. Afinal de contas, você achou que ia me superar utilizando a IA. Agora o meu valor é três vezes o que você me pagava. Você quer? Você não quer? O mercado do lado quer. Então, me presta mais uma vez atenção. Você não vai perder seu emprego para a IA. IA não vai tirar o seu trabalho, mas ela vai...
otimizar, fazer com que você consiga garantir ou não garantir a sua vaga. E aí, nesse período, por exemplo, de transição, o RH terá um papel central que é garantir que estrutura, tamanho e habilidades da equipe suportem prioridades atuais sem comprometer o avanço para um modelo de negócio baseado em inteligência artificial.
O segundo ponto que a Gartner traz para a gente em relação à aplicação do DI e a nova forma de trabalhar é justamente a dissonância cultural impede metas de desempenho. Para você ter uma ideia, em 2025 algumas empresas chamaram a atenção ao adotar culturas mais rígidas, como jornadas mais longas, gestão de desempenho mais agressiva e menos flexibilidade. Apesar disso, esse tipo de mudança radical ainda é...
extremamente exceção, não é em todo lugar que acontece a mesma coisa. O que ocorre com mais frequência é uma pressão justamente silenciosa e contínua, e muitas organizações exigem mais dos funcionários sem oferecer mais em troca.
E as equipes estão recebendo e percebendo isso. Ou seja, você é cobrado mais, mas se você não é capacitado para mais, muito menos recebe mais dinheiro para isso. O resultado, mais uma vez, é uma dissonância cultural profunda, na qual o discurso corporativo não corresponde mais à realidade vivida no dia a dia. Mesmo em um mercado de trabalho favorável aos empregados, isso impacta diretamente...
na saúde mental, no desempenho, em plena evolução e construção da NR1 no Brasil.
Ou seja, atrapalha justamente a sua capacidade de desempenho, reduz engajamento e enfraquece a marca empregadora. Afinal de contas, uma pessoa quando está insatisfeita de uma empresa, ela fala para muita gente que a pressão não corresponde com o ganho. Então, por isso que a gente fala sempre aqui no Engenharia Podcast que o maior ativo que uma empresa tem...
são as pessoas, invistam em pessoas que elas cuidarão do seu negócio, ou seja, dificultando cada vez mais a produtividade. Em 2026, por exemplo, as organizações mais bem-sucedidas serão transparentes sobre suas expectativas reais, de forma interna e principalmente de forma externa, mostrando para o mundo geral, de modo geral, ficou meio redundante, mas está tudo certo, incluindo temas com...
Horário, produtividade e localização. A cultura, por exemplo, pode evoluir, mas os profissionais precisam saber exatamente com o que estão se comprometendo. E não simplesmente, bora todo mundo pra lá! Por que bora todo mundo pra lá? Ou bora todo mundo pra cá!
E por que bora todo mundo pra cá? A gente precisa entender o porquê que a gente tá indo. As pessoas gostam de se sentir pertencente. E cuidado com esse negócio de top down. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Hoje em dia, manda quem pode e fica quem não tem juízo. Então presta atenção. A inteligência artificial, ó. Terceiro ponto apontado pela Gartner é...
A IA passa a impactar diretamente a saúde mental dos funcionários. As empresas estão se dedicando intensamente em atender e entender como o trabalho muda com a inteligência artificial generativa. Porém, dedicam pouca energia para compreender como as pessoas mudam ao usar a inteligência artificial todos os dias. Por exemplo, a adoção de IA generativa já é quase universal nas empresas. Se você não sabe, só aqui no Brasil...
É enviado mais de 140 milhões de mensagens somente no chat GPT. E isso mostra o quanto a gente está usando o IA aqui no Brasil. Mas ao mesmo tempo, crescem indícios de impactos emocionais e cognitivos do uso prolongado da inteligência artificial, com riscos que podem ir além da atrofia cognitiva, até psicose por inteligência artificial. Já tinha pensado nisso?
Em 2026, esse impacto da inteligência artificial na saúde mental, bem-estar emocional, psicológico e cognitivo, tende a virar um tema...
Urgente. Hoje muitas organizações ignoram esse ponto. Uma pesquisa recente da Gartner mostra que 91% dos CEOs e líderes de TI dizem que suas empresas dedicam pouco ou nenhum tempo ganho para analisar efeitos comportamentais do uso da inteligência artificial. Essa lacuna pode gerar um custo de bem-estar, desempenho e extremamente, mas extremamente mesmo, baixa produtividade.
Além disso, surgem riscos jurídicos ainda poucos avaliados como processos relacionados a comportamentos destrutivos incentivados por inteligência artificial ou demissões questionadas por condutas influenciadas por ferramentas fornecidas pela empresa.
Lembra, pessoal? A IA te orienta, quem toma decisão é você. E a dúvida central passa a ser, quem responde pelas ações de um funcionário após o uso de uma inteligência artificial oferecida pelo empregador? E aí, quem responde pela demissão que você acabou de fazer, que o chat GPT disse para você fazer?
A responsabilidade não é chat GPT, a responsabilidade é sua. Você é responsável, você deu a canetada ali, você assinou o projeto. As organizações que se destacarem vão agir antes do problema escalar, mitigando riscos psicológicos e cognitivos da inteligência artificial antes que os impactos prejudiquem pessoas e resultados.
Por isso, tome muito cuidado quando você for procurar um profissional para implementar IA na sua empresa. Pessoas sempre no centro das operações, ok? Pessoa no centro das operações. Pessoas não vão se adaptar a IA. A IA tem que se adaptar ao uso do dia a dia para atingir a produtividade.
Vamos para o nosso quarto ponto, que é o WorkSloop de IA, que vira um obstáculo real à produtividade. Que é o quê? Buscando elevar a produtividade, muitas empresas incentivam ou até exigem o uso da inteligência artificial. Porém, isso alimenta a expansão do WorkSloop, que são entregas rápidas, porém de baixíssima qualidade, gerada por inteligência artificial com erros e pouco valor. Aí entra um ponto muito importante.
Muita gente quando começa a usar inteligência artificial, eu passei por isso. Começa a ficar com preguiça de ler aquilo que está fazendo. Mas espera aí, como que eu vou ter preguiça de ler aquilo que eu estou fazendo se eu estou recebendo dinheiro para fazer aquilo? Ah, mas eu não recebo o suficiente para aquilo. Então pede demissão e procura outro emprego. Mas não vá fazer o seu pior. Lembrando uma coisa.
em todo lugar tem câmera, você está sendo visto o tempo todo. Então, o WorkSloop são entregas rápidas, porém de baixa qualidade, gerado por inteligência artificial, com erros e pouco valor. Tome muito cuidado. O impacto disso é muito forte. E o estudo...
Funcionários relatam gastar em média quase duas horas lidando com cada caso de works loop que encontram. Ou seja, corrigir um problema é muito mais trabalhoso do que você refazer. Eu sempre falo isso para os nossos clientes, o pessoal que vem aqui no nosso estúdio, seja em consultoria de A, de implementação, seja em produção de vídeo na nossa produtora.
Cara, joga fora tudo isso e vamos começar de novo? Porque demanda, às vezes, muito mais tempo para estar corrigindo tudo isso. E esse é um dos fatores que explica por que várias empresas ainda não conseguem transformar IA em valor financeiro consistente. Sabe por quê?
Porque muita gente trabalha com aplicação de inteligência artificial de maneira isolada e não como um todo, envolvendo o globo, pensando num contexto geral, olhando para todos os lados. Não, eu sou financeiro, eu vou colocar só no financeiro. Tá, mas e produção e pagamento e estoque? Aí você acelera o seu, gargalo o outro, o outro trava.
E aí pede para sair. Só para você ter uma ideia, isso é muito, muito, muito grave. Ao longo de 2026, o aumento da pressão por uso de IA, somado à cobrança por eficiência individual, tende a gerar ainda mais sobrecarga e mais works loop. Empresas que investem pesadas em tecnologia, mas ignoram a gestão de mudanças, verão mais adoção e mais produção, porém com resultados imprecisos e principalmente frágil, já que...
é feito de qualquer jeito. Em contrapartida, organizações que focarem seus investimentos em inteligência artificial para resolver dores reais dos funcionários, mesmo com menor taxa de adoção, tendem a obter qualidade superior e retorno financeiro muito mais alto de quem simplesmente coloca porque é modinha.
Então preste atenção, você está usando o IA na sua empresa, no seu dia a dia, porque de fato traz produtividade, está pensando num contexto como um todo, mapeando o processo, entendendo onde estão os gargalos, onde estão as oportunidades, ou simplesmente coloca hoje Copilot, vamos testar o chat APT, vamos testar a Manuza AI, vamos testar, vamos testar, e você não sabe de fato o que você vai fazer. Bora para o nosso quinto ponto apontado pela Gartner, que são empresas com visão de futuro.
devolvem humanidade ao recrutamento. Isso é para você, recrutador, gestor de RH. A inteligência artificial transformou a contratação em uma corrida armamentista. Candidatos estão utilizando a inteligência artificial para aplicar mais rápido e maior número de vagas.
E empresas também estão utilizando o IA para filtrar muito mais currículo. Candidatos usam ainda mais IA para se destacar. Então fica aquela disputa, né? Eu uso o IA para falar de mim e você usa o IA para me avaliar. E aí a IA acaba sendo essa criadora de currículos. Mas qual é o problema de tudo isso?
as empresas colocam ainda mais, mais e mais para justamente evitar fraude. O resultado é a baixa confiança e pouca autenticidade em toda a jornada do processo de recrutamento e seleção. Uma pesquisa da Gartner, o Q424, com quase 3.300 candidatos, identificou que apenas metade acredita que as vagas são legítimas. A Gartner estima que até 2028, 25% dos candidatos...
as vagas serão falsas. Já pensou isso? Atrapalha um pouco até o teu dia a dia, né? A tua produtividade vai lá para baixo. Então, por isso é importante você, recrutador, gestor de RH, aprender a identificar currículo montado com inteligência artificial para evitar retrabalho, chamar uma pessoa que não tem nada a ver com o perfil de recrutamento e seleção que você está trazendo e ter que dispensar essa pessoa depois de dois meses, porque...
Quem preencheu o currículo dela não foi ela, foi a IA. Uma alternativa seria remover completamente recrutadores humanos do processo? Talvez, não, né? Porém, é difícil imaginar que uma contratação totalmente automatizada não aumente drasticamente a rejeição de ofertas e falta já no primeiro dia de trabalho.
E as estratégias mais eficazes vão equilibrar a abordagem de high touch, como eventos presenciais, avaliações de experiências com ferramentas emergentes de IA, como agentes de entrevista, preservando sempre a qualidade e ampliando o impacto dos recrutadores, ou seja, potencializando o seu trabalho, aquilo que você faz, lembrando que você tem o know-how, você tem o conhecimento, você que tem...
aquilo que vai selecionar a pessoa correta para a posição correta. Mais uma vez, você não vai ser substituído pela IA, mas por aquele que domina a IA e entende tudo esse negócio aqui. Sexto ponto, apresentado pela Garten em relação ao futuro do trabalho em 2026. Crescem os riscos de espionagens corporativa interna. Olha só a questão da cibersegurança agora.
A aplicação de inteligência artificial na contratação também elevou riscos de ameaças internas. O Cold Strike identificou mais de 320 incidentes nos últimos 12 meses, um aumento de 220% em relação ao ano anterior envolvendo norte-coreanos assumindo vagas fraudulentas em empresas ocidentais, atuando remotamente como desenvolvedores. Para parecerem legítimos, usam fotos geradas por IA.
deepfakes e entrevistas e também dados pessoais roubados na internet. A pesquisa Inovação em Segurança Cibernética em 2025 gerenciou o uso de risco de IA da Gartner e aponta que deepfakes já chegaram ao ambiente corporativo. 43% dos líderes de segurança relatam ao menos um incidente com deepfake
em chamada de áudio e 37% relatam ao menos um incidente em chamada de vídeo, ou seja, as pessoas estão burlando a sua voz e também colocando o rosto de outra pessoa. E aí?
Por isso é importante trazer essa galera para perto para realmente conversar olhando no olho no olho. Mas observa que se o óculos dele não é um óculos ali com câmera raibanha, aparece toda a informação aqui dentro. Presta atenção também. Então é importante você conhecer quais são os acessórios que o pessoal está utilizando para burlar esse sistema que a gente está falando aqui.
Setores como tecnologia, energia, manufatura e serviço público já começaram a reagir, reforçando verificações de identidade, exigindo recuperação presencial de contas em funções críticas e aumentando soberania tecnológica com fornecedores localizados no mesmo país ou em país de operação. Em 2026, novas ocorrências tendem a puxar setores vizinhos para o mesmo movimento. Nesse contexto, o RH...
deixa de ser apenas gestão de pessoa e passa a ser de fato uma linha de frente de segurança, até para saber quem você está trazendo para dentro da sua corporação ou da sua empresa. CEOs irão focar em detecção e proteção, enquanto CHROs precisarão fortalecer prevenção, treinando equipes para identificar e denunciar comportamentos maliciosos. Chegando a nossa reta final.
Vamos para o nosso sétimo ponto, apresentado pela Gartner, sobre o futuro do trabalho, que é carreiras em tecnologia e profissões manuais qualificadas ganham força. Para você pedreiro, eletricista, encanador, inclusive o CEO da NVIDIA já falou, que a inteligência artificial vai fazer mais encanadores e eletricistas milionários do que tolvo em toda a história.
Há cerca de uma década, bootcamps de programação migravam trabalhadores manuais para as áreas de engenharia de software. Em 2026, o movimento se inverte. Surgem programas de reciclagem e aprendizagem para levar trabalhadores do digital para profissões manuais qualificadas. À medida que um profissional...
Percebe sua carreira ameaçada pela IA? Muitos buscarão caminhos considerados à prova de IA. Como eu disse para vocês, encanadores, eletricistas, marceneiros e outras profissões que ainda exigem habilidades manuais que enquanto não estiverem prontos os robôzinhos da Tesla, eles não serão substituídos.
enquanto não houver robôzinho da Tesla. Geralmente em trabalhos manuais especializados que dificilmente serão automatizados totalmente no curto e médio prazo. Esse movimento cria um novo canal de talentos para funções técnicas e especializações, justamente quando várias empresas identificam escassez nestas áreas. Ao mesmo tempo, organizações podem sentir falta de talento nas funções digitais que esses profissionais estão abandonando. Então, olha aqui.
Gap, que mundo de oportunidade que a gente tem. Seja para você que trabalha no trabalho braçal, manual, que depende do talento, da cognição humana, ou para você que trabalha no digital. Afinal de contas, quem está no digital e estiver insatisfeito, vai acabar migrando e fazendo essa reciclagem, aprendendo a fazer algo manual. Por exemplo, quem não sabe, eu fui motorista de carreta durante muito tempo, antes de fazer a graduação, lá em 2012, 11, 10, alguns aninhos atrás. Ainda no Brasil tem vaga de motorista de carreta. Ainda.
Vamos ver daqui para frente, mas lembra que eu já postei no nosso canal um vídeo de uma mineradora lá em Minas Gerais que os caminhões estão 100% automatizados por IA? Então, ou seja, também tem um futuro, tem o seu risco. Mas, olha, empresas mais preparadas vão evitar o êxodo criando planos de qualificação e retenção de talentos, enfrentando preocupações sobre segurança no emprego, sendo transparentes sobre como a estratégia da IA impactará cada função.
Penúltimo ponto importante apresentado pela Gartner sobre o futuro do trabalho em 2026, quem destrava o valor da IA não são os gênios da tecnologia, e sim profissionais de processo. Como assim? Muitas empresas estão tentando contratar talentos com habilidades...
em inteligência artificial, desenvolver competências internas, pois isso virou prioridade. Uma pesquisa da Gartner com CEOs mostra que 81% dizem que lacunas em habilidades de A impedem suas empresas de atingir objetivos. Mais uma vez eu vou repetir.
Pesquisa da Gartner diz que 81% dizem que lacunas em habilidades de IA impedem suas empresas de atingir o objetivo, ou seja, falta profissional que domina a ferramenta. Ainda assim...
buscar talentos em inteligência artificial pode ser pouco eficiente. Competências técnicas em inteligência artificial nem sempre se transferem entre ferramentas. E plataformas mudam tão rápido quanto o mercado externo não acompanha. Por isso, neste ano de 2026, organizações mais bem-sucedidas vão priorizar especialistas em processos de trabalho. Ou seja...
profissionais com criatividade, pensamento sistêmico capazes de redesenhar processos inteiros e não apenas automatizar tarefa. Então, você prestou atenção? Em 2026, segundo a pesquisa da Gartner...
As empresas preparadas ou bem-sucedidas vão aproveitar profissionais que sabem mapear processos, desenhar processos. Como eu sempre digo para vocês, você tem que saber o que você está fazendo. Para você implementar uma IA, não adianta você me perguntar, mas Edson, qual é a melhor ferramenta de inteligência artificial? É o chat EPT? É Gemini? É Copalit? A resposta que eu vou te dar é, depende. O que você quer fazer? Para que você quer fazer? Qual processo você quer fazer?
com a IA, e aí a gente vai partir do premissa de testar as IAs com algumas ferramentas para ver qual delas se adapta melhor ao seu negócio, qual conexão, qual API que tu vai usar, e aí é um processo já depois do mapeamento, e isso é vantagem demais para nós, engenheiros que somos especialistas em mapeamento de processos. E a Garter também descobriu que unidades de negócio que redesenham o trabalho com IA,
tem duas vezes mais chance de superar metas e receitas. E para a gente finalizar, o nono ponto e não menos importante apresentado pela Gartner é funcionários começam a exigir pagamentos para treinar seus doppelganger digitais. Vamos lá de novo, vou tentar falar aqui.
Dota o Gendiker. Enfim, escreva no comentário que eu falei tudo errado, eu sei disso. Mas eu não sei falar inglês, então isso a IA não vai me substituir. Não falar inglês. Vamos lá. Gemos digitais e avatares de inteligência artificial estão no início da sua expansão.
Mesmo que a adoção em massa leve mais tempo, algumas organizações já exploram sósias digitais para replicar talentos e líderes de alto desempenho. Olha só. Em 2026, essa tendência tende a se expandir além de atores e músicos digitais para o mercado em geral, replicando até CEOs. Sabe o que significa isso? Você já viu o vídeo meu aqui no canal.
que não era eu, era o meu sósia digital, ou seja, as empresas estão replicando funcionários, conhecimento e treinando o IA com base no conhecimento dos colaboradores mais bem preparados ou daqueles que entregam mais valor para a empresa, criando assim os seus sósias digitais.
Isso abre um território novo sobre direito do trabalho e deveres do empregador. Já surgem, inclusive, legislações definindo como réplicas digitais podem ser criadas ou usadas. Imagina 16 Edson aqui fazendo tudo por mim. Nem eu ia aguentar. Meu Deus do céu.
Além disso, surgem novas disputas sobre remuneração. Funcionários podem exigir pagamento, não só pelo treinamento da EA, mas também pelo uso contínuo da sua imagem, dados e inteligência e identidade digital, inclusive após deixarem a empresa. Afinal de contas, você criou a minha imagem digital, meu gêmeo digital, meu sódia digital, eu fui demitido da empresa.
Mas o meu sósia continuou treinando novos colaboradores, fazendo recrutamento e seleção, otimizando o processo. Meu rosto continua sendo usado, minha voz continua sendo usada, meu conhecimento continua sendo usado. E isso abre precedente para que eu consiga e para que eu continue recebendo, mesmo depois de deixar a empresa. Então, empresas podem se antecipar revisando políticas de governança de inteligência artificial.
garantindo direito, sobrenome, imagem e semelhança, com atualizações frequentes diante de tecnologias e regulações em rápida evolução. E aí, para a gente finalizar tudo isso aqui, o que você achou de tudo isso? Então, o que fazer com tudo isso agora em 2026 para que você possa aproveitar as melhores oportunidades?
Muitos executivos estão presos em um ponto intermediário entre demanda imediata do negócio e a reinvenção acelerada pela inteligência artificial que ainda está por vir. Ainda nem começou, mas nem toda organização precisa reagir a todas as novas tendências. Mas para decidir o que realmente importa para você, para sua carreira, para o seu modelo de negócio, no seu setor, vale responder a três perguntas estratégicas e responda comigo agora aí.
Quais dessas tendências terão impacto desproporcional no seu setor, na sua organização ou na sua região? Escreve aqui nos comentários. A segunda pergunta. Quais representam ameaças mais relevantes para o seu talento essencial, especialmente conforme a estratégia da IA evolui?
Responde nos comentários. E a terceira pergunta para a gente fechar é, quais oferecem maior oportunidade de diferenciação, seja pelo talento crítico ou por segmentos-chave de clientes? Bom, selecione as tendências mais relevantes, é o primeiro passo para sair da aspiração e entrar em ação na era homem-mágna.
Se esse conteúdo foi útil para você, já se inscreve nesse canal, ativa o sininho e venha comigo viver a revolução da inteligência artificial no futuro do trabalho.