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"Buscai primeiro o Reino de Deus (Jesus)" - com Éden Lemos

07 de maio de 202651min
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Palestra realizada em 31/08/2025, na Federação Espírita Pernambucana (FEP), e apresentada por Éden Lemos (Federação Espírita do Rio Grande do Norte - FERN).

Participantes neste episódio2
W

Washington

Co-host
É

Éden Lemos

ConvidadoPalestrante espírita
Assuntos7
  • Reino de DeusConsciência desperta · Pensamento e emoção · Lei de Deus na consciência · Ame ao próximo como a si mesmo
  • A Mulher de LóRespeito e compaixão de Jesus · Não condenação · Amor libertador
  • AutoconhecimentoControle de pensamentos e emoções · Obsessores e sintonia · Autocontrole diante de tentações (doce de leite)
  • Tesouros na Terra vs. CéuBens perecíveis e imperecíveis · Servir a Deus ou a Mamom · Providência divina
  • O Sermão do Monte: Praticando as Palavras de JesusPrática da caridade sem ostentação · Oração íntima e sincera · Evitar verbalismo na oração
  • A jornada de Cleófas e o desconhecido em EmaúsReconhecimento de Jesus · Transformação pela fé · A esperança na ressurreição
  • Não se inquietar com o amanhãConfiança na providência divina · Exemplo das aves e lírios · Fé em Deus
Transcrição109 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Esta é mais uma produção da Federação Espírita Pernambucana, para você que curte podcasts. Estimadas irmãs, estimados irmãos, das duas dimensões da vida, que nos encontramos na casa de Itajiba nesta tarde, que as bênçãos...

do nosso Mestre Jesus, continue a nos envolver, a nos fortalecer, a nos inspirar em nossa jornada de autoiluminação. Trago a todos e a todas, meu irmão Washington, o abraço querido da casa de Agostinho de Pona para todos,

E para mim é uma alegria imensa e muito me honra estar desta tarde com todas e com todos das duas dimensões da vida, e para mim é uma alegria imensa e muito me honra estar aqui em casa,

da criação divina, da presença de Deus em nossas vidas e, acima de tudo, para nós, de como nós podemos aprender a compreender mais e melhor esta lei para podermos vivenciá-la nesta nossa jornada de autoiluminação.

Mateus vai registrar um chamamento de Jesus, extremamente vital para esta nossa jornada. Exortando-nos a buscarmos a justiça de Deus.

para de fato alcançarmos êxito, para de fato termos segurança de que estamos no caminho adequado para o nosso crescimento espiritual. Esta jornada que precisa ser empreendida no esforço de melhor compreender

a lei divino natural, esforçando-nos para utilizar a nossa razão, para utilizar os nossos potenciais intelectuais, para, compreendendo-a, conseguirmos transformar este conhecimento da verdade que nos liberta da ignorância.

e que nos alça à condição de verdadeiros servos do bem, de verdadeiros filhos de Deus, no ponto mais culminante que é da vivência da sua própria lei. Mas, para compreendermos o significado desta lição do versículo 33, sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sensibilidade sens

se faz necessário relembrar um pouco do carinho de Jesus, do cuidado de Jesus que até hoje nos envolve. Quando ele, desde o primeiro versículo, vai dando para nós a clareza do que devemos procurar,

sobre esta magnífica, esse magnífico melhor tesouro que o Pai que nos ama, nos criou e nos estimula a evoluir, e apresenta para nós, como grande cuidador da nossa jornada, ele vai pontuando exemplos.

para que a gente compreenda essa justiça. Haja vista que uma das companhias históricas do pensamento humano sempre foi...

a busca da justiça plena, elaboramos ao longo do tempo histórico, em culturas diversas, em momentos da nossa aprendizagem coletiva, várias tentativas de definir a justiça e desafiados a vivenciá-la para além das elaborações que já realizamos.

E o Espiritismo, revisitando o pensamento de Jesus, nos possibilita a compreender mais e melhor os detalhes, os meandros, as complexidades que com o tempo vão ficando iluminadas pela nossa consciência. Então Jesus vai dizer inicialmente...

que nós deveríamos atentar de não praticarmos a caridade, a beneficência, a ajuda ao próximo de uma forma muito característica da época da sociedade judaica, quando ele encarnado entre nós conviveu objetivamente.

Que honra, que honra conviver com esse Espírito puro na mesma época. Vocês já pararam para imaginar a benção de conviver com Jesus no corpo físico? Espero que a gente não tenha estado lá naqueles dias. Mas também espero...

Se a gente esteve lá, a gente aprenda a nunca mais esquecer aqueles momentos sublimes. E Jesus então diz que a gente deveria ter atenção para não praticar o bem e trombetear. Como os fariseus faziam. Tornando o público...

aquilo que deveria ser uma vivência não do orgulho e da vaidade, mas da plenitude da vivência do amor como uma ação real no cotidiano. Ele também vai nos dizer que nós deveríamos ter muita atenção na hora de orar.

que nós deveríamos buscar um lugar íntimo em nosso lar, que na metáfora pode ser compreendido como no nosso íntimo, na nossa casa íntima, para falar com Deus. E não deveríamos orar usando palavras difíceis,

Palavras que não expressassem como o livro dos Espíritos, assevera para nós na contemporaneidade, sem sentimento, através de atitudes verbalistas, memorizadas e que não expressam o nosso sentimento. Ele também vai dizer que a gente precisa cuidar e estar atento.

para saber utilizar os bens que a vida nos dá. Investimentos da providência divina para a nossa jornada evolutiva. Que a gente não deveria se afadigar com a posse dos tesouros que os ladrões roubam, que a traça e a ferrugem

carcome, mas buscar os tesouros imperecíveis que a lei de Deus nos apresenta. E que a sua boa nova de luz, esta verdade que a gente conhecendo nos livra da ignorância, a gente deveria estar atento para não servir a dois senhores.

pois não há como servir a dois senhores ao mesmo tempo. Ou servirmos a Deus, ou servirmos a mamãe. A representação dos tesouros humanos, que os ladrões roubam até quando a pessoa tem um exército particular, e que o tempo não permite ao espírito...

ter a posse eterna. São bens que a providência divina coloca em nossas mãos, desde o nosso corpo, a bênção do oxigênio, dos nutrientes da natureza que nos alimentam cotidianamente.

a oportunidade de ter contato com o conhecimento humano acumulado e aprender. Enfim, tantas experiências magníficas que nós levamos sempre conosco. Mas os tesouros do mundo são de Deus. E eles não vão conosco. Ficam.

E basta cem anos para que eles já estejam em mãos estrangeiras. Então, para rememorar o sentido profundo, eu vou pedir a permissão de a partir do versículo 25, relembrar outras lições de Jesus. Mateus 6, 25.

Diz Jesus, por isso vos digo, não vos inquieteis por vossa vida. Com o que comereis? Nem por vosso corpo, com o que vestireis? Não é a vida mais que o alimento?

e o corpo mais que a veste, olhai as aves dos céus, que não semeiam, nem ceifam, nem recolhem em celeiros, e vosso Pai Celestial as alimenta. Não valeis muito mais do que elas,

Qual drente-voz pode, inquietando-se, e como a gente se inquieta hoje, acrescentar um côvado à sua estatura? E com relação à veste, por que vos inquietais? Examinai os lírios dos campos.

como crescem, não labutam nem fiam. Eu, porém, vos digo que nem Salomão em toda a sua glória vestiu-se como Deus. Se a erva do cão que hoje existe e amanhã é lançada no forno, Deus assim as veste muito mais a vós, homens.

De pouca fé. Portanto, não vos inquieteis dizendo o que comeremos. Ou o que beberemos. Ou o que vestiremos. Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe.

que necessitais de todas estas coisas. Buscai primeiramente o reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o amanhã, ou sua manhã.

se inquietará consigo mesmo, basta a cada dia o seu mal. Veja que Jesus, em hipótese alguma, está dizendo, não trabalhe, não busque a sua sustentabilidade, não se despreocupe com a alimentação, não se despreocupe com a vestimenta, só precisa que tu...

Façais buscar os tesouros do reino de Deus. Não foi isso que ele disse. Nem foi isso que Mateus escreveu. Ele diz, depois de todas as lições, buscai primeiro o reino de Deus.

É importantíssimo. Primeiro ele saiu explicando como é que a gente deve buscar o reino de Deus quando pratica o bem, quando ora, quando se relaciona com as potencialidades do mundo, os empréstimos de Deus no mundo para o nosso processo de evolução. Exaltou a providência divina buscando os pássaros dos céus.

os lírios dos campos. Por isso que é fantástico conviver com o Espírito puro. Mesmo que a gente não entenda tudo, mas é maravilhoso. Eu sonho no dia que eu me encontrar com Jesus. Porque Ele se encontra comigo todos os dias.

Nós somos como Cleófas na estrada de Emmaus, da leitura inicial. Jesus está conosco e a gente não percebe. Se sente só e seguros. Como se a vida não estivesse.

Sob o cuidado extremado desse espírito que Deus escolheu. Para ser o guia e modelo da humanidade terrena. Para todo o nosso processo evolutivo. Buscai primeiro o reino de Deus. Como é que se busca o reino de Deus? Primeiro.

aprendendo onde ele está. Como o gato Xerazade, disse Alice, eu preciso saber para onde eu quero ir. Porque se eu não resolvo primeiro para onde eu quero ir, qualquer estrada me serve.

mas para aprender a amar, como Jesus nos ensina até hoje, compreendendo, como diria Sainte-Exupery, que o essencial é o quê? Invisível aos olhos. Eu preciso compreender.

Nós, os espíritas, temos a grata satisfação de conhecer os ensinamentos de Jesus, que foi aprofundado, que foi esmiuçado.

que foi tratado pedagogicamente para nós compreendermos mais e melhor, por uma equipe de centenas de espíritos, superiores, superiores, de toda a jornada histórica da humanidade até 18 de abril de 1857.

culturas diferentes, experiências diferentes, espíritos que nem da terra eram, mas alguns degredados, outros missionários que aprenderam, como Agostinho de Pona, como Emmanuel, provavelmente como Itajiba, com outros nomes.

se dedicaram a representar o pensamento de Jesus e se a hipótese de que o Espírito verdade é o próprio Jesus com verdadeira, é Jesus de volta. Não mais encafar na mão.

Mas aonde nós estamos hoje? Recolocando os pontos nos is, como diz a sabedoria popular. Demonstrando o quanto nós nos distanciamos do seu pensamento com as construções sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens

do dogmatismo religioso ocidental, que prestou serviço à dominação temporária de Mamon, amedrotando consciências, dominando consciências, e distanciando a humanidade de Jesus.

Então, quando olhamos para tudo isso, descobrimos com o Espiritismo que o reino de Deus, a justiça de Deus está íncita, está dentro, está fora, está no âmago.

da lei divina ou natural que esta equipe de espíritos superiores provavelmente sob o comando de Jesus e aprofundou e toda a tradição sobre a lei de Deus e revisitando decálogo

a grande síntese da revelação da lei de Deus, a primeira grande síntese, que a humanidade conhece, e que também desconhece, e com Jesus, a segunda grande síntese, a partir da primeira grande síntese,

com a autoridade agora de um Espírito puro convivendo conosco, cada fala de Jesus, cada gesto de Jesus, cada atitude de Jesus, está representando o reino de Deus, a lei de Deus, a justiça de Deus.

Não existe movimento de Jesus que esteja desintonizado da lei divino natural. Por isso que ele, na escala espírita, é definido como da primeira ordem. Espírito puro.

Só existe ele, até hoje, conhecido e efetivamente representando esse momento evolutivo que Allan Kardec, com a equipe do Espírito de Verdade, definiu como Espírito Público.

Porque muitas vezes, hoje, na contemporaneidade, nós pensamos que a lei de Deus está escrita nos livros. É verdade. Ela também está escrita nos livros. Todos os livros que estão sintonizados com ela. Porque tem livros que se dizem espíritas e não estão sintonizados com ela.

As empresas que descobriram a potência do mercado consumidor, dos espíritas e dos simpatizantes do espiritismo, estão se apropriando da palavra espiritismo e vendendo obras que se distanciam da lei divina ou natural. Onde está a nossa referência? Na obra da codificação.

Se o texto, se a opinião do Espírito ou a nossa opinião se distancia do que está escrito lá, a gente tem certeza que não é. Mas é óbvio que para isso eu preciso estudar. Mas eu não preciso estudar para adquirir títulos universitários. Eu preciso estudar para compreendê-la melhor e vivê-la. Estar.

compreendendo mais e vivendo mais a lei divina ou natural, nós estamos adentrando ao verdadeiro reino de Deus, que não é um lugar exterior. A gente está no reino de Deus quando está no umbral? Claro que sim.

porque foi criado por ele. A gente está no reino de Deus quando a gente está nas trevas exteriores? Claro que sim. Porque nada que Deus cria é do mal. Agora, nos lugares, a gente é que pode estar no inferno ou no céu. Eu posso estar aqui sendo abraçado por Itagiba pessoalmente.

nesse auditório, e eu não estar no reino dos céus, porque não é exterior, não é, o reino dos céus não é um lugar, porque se fosse um lugar, a gente já estaria no reino dos céus, porque é onde Deus criou o reino dos céus, agora a gente perturba com a nossa imperfeição.

Aí alguém pode estar horrorizado, né? É, enfim, lá de Natal. Contradizer André Luiz e dizer que nos quintos dos umbraus, a pessoa está com Deus. Qual é o problema do umbrau? Vamos usar uma metáfora. Nós produzimos por dia, de reunião aqui na FEP, nesse auditório, em todos os espaços,

Será que dá um em 100, 200 quilos de resíduo? Como a gente do movimento espírita é extremamente educado, ambientalistas por lei de Deus, e não por causa das leis humanas, a gente cuida bem do espaço. Mas se a gente não cuidasse,

Esse espaço seria agradável? O mesmo espaço. O mesmo espaço. Então o problema não é de espaço. O problema é, quando for desorar, buscai um recanto íntimo da tua casa. Que casa? A do BNH? Vixe, eu sou muito antigo, não sou?

Quais são as agências de hoje, hein, meu amigo Washington? Meu amigo, agora vocês estão pensando que eu tenho 100 anos, não é? Tudo bem. Não, é o nosso mundo íntimo, a casa interior, o interior da nossa mente, aonde o espírito, quem somos.

Produzimos pensamentos, produzimos emoções, produzimos atitudes que depois se extravasam pelo sistema nervoso central, periférico, gerando ações. Nós espíritas sabemos que toda vez que a gente pensa, sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens sens

antes das teorias da física quântica. Antes. A gente projeta o nosso pensamento, segundo a linguagem do livro dos Espíritos, o pensamento caminha no fluido universal, com o teor da energia que nós produzimos em nossa mente. E instantaneamente pode chegar em Andrômeda,

Instantânea. Quanto mais a gente conhecer, instantaneamente. Não precisa pagar provedor. Não precisa investir em nada. É da criação divina. E o que a gente pensa, influencia os fluidos ao nosso terreno.

Olha o nível de consciência da lei divina que nós espíritas temos. Cuidado que as eleições estão chegando. Cuidado com o que a gente pensa que ninguém vê, mas o fluido cósmico registra.

Cuidado com o que a gente sente, que nem todas as pessoas veem, mas o fluido cósmico universal capta. Cuidado com o que a gente fala, inclusive. No quinto do zumbral.

das trevas muitas vezes das redes sociais. E muitas vezes a gente olha para o lado, olha para o outro, estou sozinho em casa, agora eu vou botar para quebrar, porque eu quero salvar o Brasil.

Se a gente tivesse tanta importância assim, Ismael, o mentor espiritual do Brasil, ia na casa da gente. Meu irmão Edwin, estou precisando de você. Mais do que onde você está. Eu sei que você cuida da família, que você cuida disso, daquilo, daquilo, daquilo. Mas você é o salvador da prática. Sem você, o Brasil não vai melhor.

Vamos usar a razão. Se Ismael não chegou, é porque onde a gente está, a gente é importante. E o reino de Deus não é construído na aparência das representações sociais. Onde eu sou uma pessoa. Calma. A cara de voz e mãos. Mas o meu dedo tenebroso.

Clica aonde não deve. E destrói vidas. Mas uma curtidinha, não mata ninguém. Ainda bem que a gente é imperfeito para não ver todas as consequências de um dedinho dando uma opinião do mal.

Se preparem, porque nas últimas eleições nós espíritas ganhamos uma nota perto de zero. Aceitamos a divisão das famílias, dividimos nossas famílias, quando a gente sabe que os mentores dizem para a gente.

O mais esclarecido tem que ser aquele que esclarece. Biserra vai dizer que o mais forte tem que cuidar dos menos fortes. Então, a gente não vai deixar de explorar o conhecimento da verdade que nós temos, mas nós não podemos querer cuidar dos outros com violência. Porque isso é servir a uma mão.

O reino de Deus é como Jesus nos ensinou. Qual é a sua opinião? Ah, eu tenho essa e essa opinião. Mas isso é um absurdo. Perfeito. Essa é a minha opinião, não é a sua. Você tem direito de seguir pela sua. Depois a gente vê o resultado. Como é que a gente sabe do resultado? Veja.

Uma pessoa conversa com a outra que tem uma ideia diferente. Você fala com empatia, você fala com respeito, você fala compreendendo o limite do outro. E você fica com a pulsação. 78. 68. Tem gente que tem tanta paz.

E parece que o coração para. 26, 28, batimentos por minuto. Ou então você sai de uma conversa que foi altamente equilibrada. Dor de cabeça. Um cólico estomacal. Com o coração querendo sair, como é que a gente diz no Nordeste? Pela boca.

Se você tivesse com um relógio como esse que eu tenho aqui, que eu sou quase corredor, daqui a 10 anos estarei correndo 5 quilômetros com o pace de gente que é um aprendiz dedicado. Por enquanto eu estou só nos quatro. E aí você sai com uma pulsação de 150.

E você está sorrindo. Tchau, querida. Muita paz, felicidade. Vá com Deus. E a pulsação vá com a morte. 150. Como é que a gente sabe que a gente está com a lei de Deus? Quando o que a gente pensa, o que a gente sente, o que a gente faz, nos harmoniza. Deus é tão bom que é automático. Que é automático.

O equilíbrio e a falta de equilíbrio. Por isso que os espíritos disseram para nós, categoricamente, onde está escrito o reino de Deus em nós? A lei de Deus em nós. Aonde? Na consciência.

Mas cuidado, não é a consciência adormecida, não. Aquela que a pessoa fica... Adora uma rede e um pé de parede para ficar se balançando? Principalmente depois que o santa ganhou do América, não é verdade? A gente relaxa. Fica feliz. O que é que acontece? É a consciência desperta.

Eu sei o que é, eu sei o quanto distante eu estou do reino, mas como homem de bem que eu quero ser, eu persigo a meta. Vou ter quedas? Vou, mas eu estou vigilante. Vigilante. Quem quer ganhar o reino dos céus, o reino de Deus e da justiça, tem que estar vigilante.

Porque aí eu olho para aquele doce de leite. Eu não posso esquecer doce de leite, eu acho. Porque nessa atual reencarnação, que eu acho que de várias no Nordeste, o doce de leite é o meu maior obsessor depois de mim mesmo. Você olha aquela coisa maravilhosa, com cor de café.

Seja granulado, seja cremoso, seja do jeito que vier em barra. Depois que você almoça, principalmente, você olha assim. Alguém ainda diz assim, né, Washington? Rapaz, o doce de leite tá a primeira.

Aí você já vai se tremendo, com 150 batimentos cardíacos, eu não devo, porque a minha glicada está perigosamente alta. Seis meses de referência, não é a glicada? Pois é. Aí quando eu estou com Deus, vigilante, eu pego uma colher de chá e boto naquele prato maravilhoso.

Não bota nem derramado, eu já boto com a colher. Bota pesar junto. Aí você vai lá e põe aquela colher de chá. E você fica se deliciando. Não foi o que a gente fez na hora do almoço, não é? Washington não foi isso. Ainda bem que vocês não estavam lá. Não estava com o reino de Deus. Ainda bem que o papo estava, não é, Washington? É isso.

E a gente vai aprendendo. Por quê? Porque a ciência do bem, a filosofia do bem e a religiosidade do bem vai mostrando. A gente é tão orgulhoso que muitas vezes a gente diz assim, eu estou assim por causa da esposa. Olha que mulher complicada, pelo amor de Deus. Aí, fala do bem. Não é assim que a gente fala do bem?

Não é. A gente tem que dizer assim, na relação com a esposa, eu tenho determinadas dificuldades. Eu. Porque o que eu vejo nela que não me interessa muito ver, segundo a psicologia, é eu me vendo nela.

O amigo, o companheiro, o neto, o isso, o aquilo, até o obsessor. Quem é o obsessor? Uma pessoa desencarnada ou reencarnada, a gente sabe disso, não é? Que adora fazer o que a gente adora. Aí dá certinho. Sintonia é o conceito.

As pessoas ainda chegam hoje no centro espírita. Bota o meu nome aí na desobsessão que eu quero que afaste o obsessor que está me influenciando. É muita caridade para você acolher a pessoa com calma. Não espanta a criatura. Acolhe primeiro. Aí diz assim, olha.

Para a gente avançar nesse processo, você tem que assistir a reunião pública, para ir compreendendo como é que é isso. Quando você se interessa mais, vai para o Ed, se for um adulto, se for uma criança, tem que ir para isso. Tem que ir para a infância, para a juventude. Vai à família logo toda, tem lugar para todo mundo, inclusive trabalho. E aí a pessoa vai descobrindo. Se eu não estou com Deus, eu digo logo assim, né? Minha filha...

filho, não é assim não você tem que mudar essas ideias você está vindo aí não é? é a primeira vez que você chega no sentimento? é você tem a cuidar de que você é o culpado você tem que mudar o obsessor só está aí porque você chama aí a pessoa sai apavorada você não está com Deus numa hora dessa você está até com o conhecimento verdadeiro

Mas o conhecimento não pode ser instrumento da violência. Por mais que a gente ache. Veja só. Jesus. Diante da mulher adúltera e uma multidão de homens que queriam uma pedra em jala. Olha o respeito de Jesus por todo mundo. Atire a primeira pedra quem não tiver errado. Ou até mesmo o erro do adultério, não é?

Olha o respeito pela ignorância dos irmãos. Jesus não disse, ei você aí, seu Edwin. Eu sei como você pensa, como você faz, viu? Você quer atirar uma pedra nessa senhora? Você quer mais desequilibrado do que ela? Jesus falou assim, não. Quem fala com a lei de Deus, fala respeitoso.

cuidadoso, transpirando o amor verdadeiro, que não é amor do controle, o amor da posse, é o amor da libertação. Por isso que é um amor exigente, porque ele diz que você mude do orgulho, da vaidade, da posse, do controle, pela liberdade. E educando-nos, a gente vai no processo. Não ficou ninguém.

Ele olhou para a mulher adulta que ele sabia que tinha adulterado mesmo, apesar do adultero. Como sede na história da humanidade, o homem desaparece. E aí o que é que acontece? Eu também não te condeno. Vai e de futuro não tordes a errar. Olha o acolhimento.

Nós precisamos entender que o reino de Deus é uma conquista para dentro, que se expressa para fora cada dia mais e mais, à medida que nós compreendemos verdadeiramente esse sentido. Aonde está a saída na hora da dúvida? Já vamos resolver.

Tudo bem que a gente vai levar trilhões de anos-luz, reencarnando, para compreender a profundidade. E quando a gente começar a compreender a profundidade, a gente está só iniciando. Tem um pensador grego, ele é um sofista, Likofro. Nos seus escritos, falando sobre o Logos,

Ele vai dizer que o Logos é tão profundo, tão profundo, tão profundo, tão profundo, que a gente nunca encontra o fim da profundidade. Isso é maravilhoso. A gente vai ter trabalho na imortalidade toda. Entende? E dentro desse significado, Jesus disse, para estar com Deus,

Nós temos que aprender a amar. Mas como? Eu devo fazer ao próximo o que eu queria que o próximo fizesse para mim. Não é o contrário. Não é o contrário. E mais ainda. Amai.

como eu vos tenho amado. O reino de Deus é uma conquista interior aonde nós estivermos. E o dia que nós estivermos com Deus, diz Emmanuel, uma oração da gente balançará as estruturas da casa onde a gente mora. Aí todo mundo pensa que é onde a gente mora só, mas não é.

É a nossa casa índia. Eu posso ser uma pessoa com paralisia cerebral. E eu encantar as pessoas que me cercam. Aquele dia. Eram dias logo após a crucificação de Jesus. Os discípulos estavam apavorados.

perdidos, o símbolo das suas crenças estava ali naquela cruz, morto, um corpo sem vida, um corpo sem vida, alguns dias passaram,

e dois homens, Cleófas e um desconhecido, porque não foi registrado o nome nas escrituras. Eles estavam indo de Jerusalém, das perturbações daquele tempo, da crise mais profunda, que foi a crucificação de Jesus, para levar uma notícia triste.

de ser comunicado. Cleófas e o companheiro, discípulos de Jesus daquela época, quando viram, na angústia daquela caminhada para a cidade de Emmaus, observem um desconhecido apaz.

começa a conversar com eles, trazendo perspectivas sobre a vida e os acontecimentos que no íntimo de cada um deles era sofrido. E aquele diálogo foi mudando a vibração dos dois.

eles começaram a se encantar com aquele desconhecido, quando eles chegaram em Maús, chegaram até uma taverna, sentaram com o desconhecido que os revitalizou, quando o desconhecido pegou o pão,

E repetiu. A divisão do pão. E distribuiu para eles. Eles entenderam que era Jesus. Que não estava morto. Que não os abandonou. Que coisa. Voltaram para Jerusalém.

Olha a emoção, não deve ter passado em Emmaus antes, não é? Voltaram para Jerusalém para dizer que Jesus estava vivo. Essa é a lição do reino dos céus. Quem está com o reino de Deus, com a justiça de Deus, com a lei divina ou natural, é alguém que faz o bem silenciosamente.

Mas o silêncio que penetra, o silêncio que convence, o silêncio que transforma, o silêncio que redime, o silêncio que muda tudo com calma, perseverança, determinação do bem.

E nós chegamos aqui depois de dois milênios e 25 anos. Quando ouvimos falar de Jesus, nos emocionamos. Você ouviu o podcast da Federação Espírita Pernambucana.