Episódios de SinPodOuvir

BASIS | SinPodOuvir #121

06 de maio de 20261h3min
0:00 / 1:03:28

Já imaginou levar sua corretora de seguros a um novo nível, transformando comportamentos e potencializando resultados? Neste episódio, João Pedro Polido recebe os sócios da Basis Desenvolvimento e Consultoria, Daniella Soncine e Ricardo Almeida, para explorar como o investimento no desenvolvimento humano pode acelerar o crescimento e gerar ganhos consistentes para o seu negócio.Aproveite e conheça nossos cursos disponíveis com 50%OFF para associados - https://academiasincorsp.org.br 🔔 Inscreva-se no canal da TV Sincor-SP e ative as notificações para acompanhar os próximos conteúdos. #SincorSP #SinPodOuvir #Basis

Participantes neste episódio3
J

João Pedro Polido

HostJornalista
D

Daniella Soncini

ConvidadoSócia-diretora da Basis
R

Ricardo Almeida

Convidado
Assuntos7
  • Parceria com Sincor e Cursos para CorretoresAcelere seus Resultados · Domine seus Resultados · Metodologia 5W2H · Canvas · NPS (Net Promoter Score)
  • Propósito e Metodologia da BasisPotencializar Pessoas · Transformação Comportamental · Metodologia 70-20-10 · Tríqueta · Fundamento e Alicerce
  • Desafios e Estratégias para CorretoresGestão Estratégica vs. Operacional · Relacionamento com o Cliente · Pós-venda · Lifetime Value (LTV) · Cross-selling e Up-selling
  • Feedback e Cultura OrganizacionalEgo · Feedback Complacente vs. Real · Cultura Organizacional · Cultura Orientada a Resultados · Ética
  • Gestão de equipes e liderançaInvestimento em Colaboradores · Definição de Metas · Autoconhecimento · Propósito · Geração Z e Millennials
  • Legado e Desenvolvimento ContínuoLifelong Learning · Autodesenvolvimento · Legado Profissional · Novos Desafios · Medição de Resultados
  • Origens e FormaçãoPsicologia · Engenharia de Materiais · Desenvolvimento Humano · Gestão de Pessoas · Coaching
Transcrição172 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, corretor de seguros. Sejam bem-vindos a mais um episódio do Sim Pode Ouvir, o podcast oficial do SimCorp São Paulo. Eu sou João Pedro Polido, jornalista da comunicação aqui da casa. E hoje temos dois convidados especiais. Eles são a sócia-diretora da Bases, Daniela Sonsini, e Ricardo Almeida, também sócio-diretor. Sejam bem-vindos aqui ao nosso podcast. E para começar, vamos começar de cara aqui já. Eu queria saber de vocês.

Antes da base, vocês trabalhavam com o quê? Vocês são formados em quê? Obrigada, João, pela oportunidade. Meu background aqui, minha experiência começa na psicologia, que é a minha formação como psicóloga. Depois tenho uma atuação de quase 22 anos como empresária.

sempre no cargo de diretor executivo, que trouxe bastante experiência de como funciona o dia a dia das organizações, demandas, meta, trabalho sob pressão e principalmente a liderança. Então a questão da liderança de gestão de time sempre serve aqui na minha trajetória profissional. E aí há um pouquinho mais de 10 anos atrás, eu começo a fazer uma transição de carreira para sentir novamente aquelas borboletas no estômago que eu queria.

voltar às minhas origens, então volto para a parte do desenvolvimento humano e começo diversas especializações nessa área. E aí nasce a Bases.

Eu sou um pouquinho oposto da Dani, eu trago a engenharia como base, sou formado em engenharia de materiais, trabalhei por quase 20 anos dentro do segmento de autopeças, muito ligado ao segmento automotivo, e é interessante dentro da minha trajetória, porque eu venho dessa área de exatas, muito ligado a números, pouco a pessoas.

Mas ao longo da minha trajetória, eu fui percebendo e entendendo que dentro da minha evolução profissional, eu me deparei algumas vezes com o cargo de gestão, onde eu tinha pessoas para liderar e eu não me sentia preparado para isso. Então, eu fui buscar algumas formações, alguns cursos para que eu pudesse trabalhar o meu autoconhecimento de como que eu poderia.

lidar melhor com as pessoas, que não é da minha natureza vindo da engenharia, e me apaixonei por isso. Gostei tanto que, dentro dessas inquietações que sempre viveu dentro de mim, chegou um determinado momento que eu pensei, falei, poxa, acho que isso é um padrão que eu enxergo dentro das empresas que eu passei, uma dificuldade de se trabalhar ao lado.

mais comportamental dentro de empresas muito técnicas. E aí eu comecei a estudar, a me desenvolver, e há uns 10 anos atrás também, lá por 2015, eu comecei a pensar nessa transição de carreira. E aí sim, conheci a Dani, estávamos, nós não nos conhecíamos até então, mas estávamos em jornadas parecidas, buscando essa transformação profissional.

E aí a gente uniu forças e aí sim nasceu a base. Como é que detalha mais para mim e vocês? Para o que vocês falam agora, tem perfis um pouquinho diferentes. Muito diferente. Mas que super se complementam, João. Porque você imagina a cabeça de uma psicóloga navegando com a cabeça de um engenheiro e o samba que isso dá é incrível. E como vocês se conheceram e resolveram fundar a base? É, foi bem dentro de uma formação que a gente fez em comum.

a gente estava dentro dessas formações se preparando para fazer essa transição, a gente fez uma formação como coach, e a gente estava dentro de uma formação onde a gente estava buscando esse autoconhecimento, a gente trocou algumas palavras dentro de um almoço, dessa integração que teve, foram dois meses de formação, a gente se encontrou em alguns finais de semana para fazer essa formação.

E dentro dessa troca, a gente criou uma sinergia, um primeiro contato. E aí nessa minha transição, na transição dela, quando surgiu o primeiro cliente que eu comecei a buscar, fiz o contato com a Dani, a gente começou a trocar um pouquinho e surgiu essa parceria.

E como você mesmo perguntou, são formações, são bases bem diferentes, psicologia, engenharia, emoção, razão. Então tem essa divergência muito grande, mas que a gente percebeu que dá um match muito interessante. Se complementa. Se complementa. Então esse é um grande diferencial que a gente percebe.

ao longo dos últimos oito anos que a gente vem trabalhando junto, não é difícil perceber que a gente criou uma sinergia muito grande e os clientes percebem isso muito fácil, porque a gente acaba trazendo visões muito diferentes, distintas, mas que se complementam muito. E esse tem sido, acho que, um grande diferencial nosso. Ele é um engenheiro bem humano, viu, João? Eu concordo. Mas, então, e o que é a base? O que surgiu?

A Bases nasce em novembro de 2018, com esse propósito realmente de potencializar pessoas. Então, é mudar comportamento e atitude, transformando comportamentos e atitudes em estratégias, em resultados para as organizações, que a gente sabe que o ativo mais importante, no final das contas, quem faz tudo acontecer, somos nós. Então, o ativo, o ser humano, como essa peça fundamental para transformar o dia a dia das organizações.

Então, é para isso que a gente acorda, é para isso que a gente sai de casa, esse é o nosso propósito, realmente trazer essa elevação de potencial do ser humano para dentro das organizações. Esse é um ponto interessante, esse ponto de onde nasce, como a Dani falou.

A maioria das empresas, isso trazendo pela minha história e pelo que a gente vê ao longo desses anos, são empresas que têm pessoas muito boas tecnicamente, que conseguem operar muito bem, mas a grande questão, e quando a gente entra dentro das empresas é muito visível isso,

são as relações, são a forma de interação, seja internamente com os colaboradores, seja com os clientes, que é o grande X da questão, é o que diferencia uma empresa da outra, dela ter um sucesso maior ou ela ficar mais estagnada. Então a Bases nasce com esse propósito de olhar para essa transformação comportamental.

Quando a gente pensa numa formação acadêmica, e eu com a engenharia, a Dani mesmo com a psicologia, a gente tem muita técnica de como fazer aquilo acontecer, de como ser um bom engenheiro, de como ser um bom psicólogo. Mas a gente sabe que o grande diferencial de qualquer profissão é a forma como a gente interage com os outros. E isso a gente não aprende em graduação, em escola nenhuma. A gente aprende no dia a dia. E muitas vezes a gente aprende por aquele modelo antigo ainda da...

manda quem pode, obedece quem tem juízo, e hoje em dia a gente vê que isso não faz mais sentido. Então a Bases, ela entra para apoiar as empresas nessa transformação comportamental que o dia a dia de hoje pede. É necessário a gente olhar para essas relações, como que a gente interage com as pessoas, para que a gente engaje, para que a gente motive, para que a gente tenha colaboradores, não só no sentido de estarem felizes, mas estarem envolvidos com o porquê daquela empresa existir.

Acho que é legal a Bases ter uma história do nome, acho que isso é interessante. Muito pra gente. A Bases vem do latim, não do inglês, algumas pessoas falam bases, é bases, que é do latim realmente, que significa fundamento, alicerce, então é acionar essas camadas mais profundas do ser humano para realmente trazer um aprendizado que seja sustentável e que ele realmente faça, promova a diferença no dia a dia das pessoas. Então, essa é a origem do nome.

E a nossa marca, ela vem de um símbolo muito antigo, que é a tríqueta, que significa a junção entre corpo, mente e alma. Então tem todo um simbolismo extremamente forte, potente, que faz com que a gente realmente se conecte com tudo isso nas nossas entregas.

Olha aí, corretor, e eles dois, eles estão ministrando alguns cursos aqui em parceria com o SimCore, a Academia SimCore, que são os cursos Acelere seus Resultados do Planejamento à Alta Performance e Domine seus Resultados, rumo à Excelência Comercial. Antes da gente entrar para falar mais sobre os cursos, eu queria saber de onde surgiu o SimCore aí na jornada de vocês, como vocês conheceram a gente, como fizeram essa parceria.

Essa é uma história legal. Um dos primeiros trabalhos que a gente fez juntos, em parceria, eu e o Ricardo, foi uma corretora de seguros que nos contratou através de um contato para a gente poder fazer todo um trabalho de consultoria na corretora.

em vários departamentos, principalmente na área comercial, área financeira, marketing, então a gente entrou muito com essa parte da consultoria. Isso acendeu uma luz ali na Porto, porque essa corretora trabalha muito em parceria com a Porto Seguro, então eles acabaram...

aumentando muito o faturamento em curto período de tempo pós consultoria, o que nos rendeu inclusive um curso técnico comportamental em vendas em parceria com a Porto. Então, o estar no ambiente de corretores, de seguros, em parceria com seguradoras, já é uma coisa que vem de longa data.

E aí eu mandei uma mensagem para um e-mail aqui para o Sincor, querendo estabelecer uma parceria, uma possibilidade de contato, e o Juan me chamou, a gente veio para cá, bateu uma conversa, o Ricardo entrou aqui também nesse tema, e a gente acabou criando esse curso de forma muito customizada e bem específica para poder atuar com os corretores. Mas já vem de uma base ali, de um curso feito já em parceria com a Porto.

E olha que interessante, isso que a Dani trouxe, como que isso prova um pouco dessa tese que a gente defende, que é focar no desenvolvimento humano e comportamental, traz um resultado que muitas vezes a gente não consegue mensurar. E por isso que muitas vezes as empresas acabam não investindo, porque olhar para o desenvolvimento comportamental e humano, às vezes, mas o que isso se traduz em números, o que é o ganho com tudo isso?

E é interessante esse caso que a Dani mencionou. A gente fez o trabalho com essa corretora, onde a gente olhou para todos os processos internos e demos treinamentos comportamentais para todos os colaboradores e chamou a atenção da Porto, porque quando eles começaram a medir o resultado de todas as corretoras que fazem parte daquele grupo de corretores, daquela...

como eles chamam? Não fugiu o nome. Sucursal, daquela sucursal. Eles viram que tinha uma corretora que se destacava e eles estavam tendo uma performance muito maior em relação à média das outras corretoras. E eles viram que eles mais que dobraram o faturamento enquanto que as outras cresceram ali 5, 10%. E aí que eles foram conversar com a corretora para entender o que tinha acontecido, o que estava...

vivendo ali dentro e um dos pontos que fez essa virada de chave foi eles terem passado por um processo que envolveu a nossa consultoria e isso trouxe um resultado não só nas relações e na sociedade em si, que eles estavam montando, eram três corretores que criaram a sociedade.

Na época, isso transformou em números, em resultados, isso chamou a atenção da Porto e nos chamaram para fazer um treinamento. E aí sim, naquela época, a gente envolveu mais de 20 corretores para passarem pelo mesmo processo, num curso bem estruturado, bem fundamentado. E aí nasce a nossa interação com esse público dos corretores de seguro.

Mas esse curso que vocês fizeram na Porto foi a partir dele? Que ele não é o acelere? Não, nesse momento a gente começa a fundamentar toda essa construção de conteúdo, da teoria conectada com a prática, porque nós usamos na base muito a metodologia 70-20-10, que é uma metodologia em que a gente entende que 70% tem que ir para aplicabilidade.

Você precisa colocar em prática aquilo que você aprende na sala de aula. Isso faz parte do ensino para adulto, inclusive. O adulto precisa ter essa experiência de colocar realmente em aplicabilidade. Então, moldar esse curso em parceria com a Porto nos trouxe esse primeiro contato de trabalhar nesses conteúdos específicos e ter esse olhar para esse mundo dos seguros, do corretor.

Então, é claro que a gente usa muito disso, desse aprendizado, desse conhecimento que a gente adquiriu, para poder customizar e montar esses cursos que a gente está em parceria agora com o SimCore.

E vamos detalhar um pouco mais especificamente, o que o corretor vai encontrar no curso de vocês? Vai entrar no Aceleri ou no outro eles vão encontrar o quê? Sim, esse é um diferencial nosso, né? É um pouco, até por a gente ter vivido dentro do mercado, é uma dor que a gente sempre sentiu isso, né? Muitas vezes a gente encontra cursos, mas que são formatados para qualquer segmento, e ele acaba sendo muito generalista.

A gente pega a nossa experiência e a gente fala para os corretores, a gente não entende de corretagem, não somos corretores, mas a gente tem metodologia. E aí a gente faz um trabalho onde, primeiro, a gente conversa muito, e a gente teve diversas reuniões com o pessoal do Sincor, para poder entender a necessidade.

e aí sim a gente estruturar o curso. Então, é um curso que foi pensado em módulos, tivemos esse primeiro que a gente está conversando aqui, e a gente estruturou de uma forma que faça sentido para o corretor, para que ele possa, num primeiro momento, esse primeiro curso, ele traz esse olhar para dentro da corretora. A gente entende que as corretoras, muitas vezes, elas nascem de um impulso, de um profissional que quer atuar de uma forma mais autônoma, quer começar uma empresa.

Mas ele tem muita vontade, tem muitos resultados, claro, são muitos casos de sucesso, mas às vezes acaba se limitando por falta de método, por falta de ter um planejamento, de ter um conhecimento um pouco mais estruturado do negócio. E esse primeiro módulo que a gente fez junto com o Sincor, ele traz muito esse olhar para a corretora.

O corretor, ele pare, pense e faça um diagnóstico. Como que ele percebe a corretora dele, como que ele olha para o planejamento, para aquilo que ele está estruturando e espera e gostaria de ter no futuro, e como que ele cria essa ponte, como que ele cria esse planejamento para que ele chegue no resultado que ele deseja.

É sair do operacional e ir para o estratégico. Porque não é fazer mais, é fazer melhor. E aí poder se munir das ferramentas, de metodologias de mercados, consolidadas e muito interessantes. Eu posso citar algumas que a gente usou no curso.

para que ele possa ter esse olhar mais estratégico, essa visão mais abrangente do negócio, deixando de colocar tanto a mão na massa e se tornando mais um gestor das suas próprias operações, das suas equipes, da sua própria corretora.

Não precisa me contar muito, mas conta uma, por exemplo, uma prática que o corretor, foi no curso de vocês, pode aplicar já no dia seguinte na corretora dele. Poxa, a gente usou uma metodologia chamada 5W2H, que é uma metodologia muito rica, né? Ela vem ali da Toyota, né?

E aí é uma metodologia voltada para ações. Então, como transformar todo aprendizado, tudo aquilo que a gente fomentou através de rodas de conversas, através de grandes partilhas, né? A gente promoveu muita reflexão, muita partilha. Como é que eles podem levar isso para um planejamento mesmo, um plano de ações?

para colocar em prática no dia a dia. Então, 5W2H significa nada mais do que as siglinhas em inglês, que é o what, o que você vai fazer, o when, então é quando, why, por que você vai fazer, me ajuda aqui, minha cabeça aqui, o how, que é como, how much, que é quanto tempo você vai gastar, e não tanto a questão financeira.

faltou o W quando, por que e quem quem são os envolvidos naquela ação, é o lead do jornalismo exatamente, então eles saíram com um plano parrudo a gente trouxe aqui para eles poderem construir esse planejamento mesmo de ações e já colocar em aplicabilidade no mesmo dia ou no dia seguinte na corretora foi muito legal, e uma outra ferramenta que a gente usou que foi bem interessante e essa de novo é uma característica nossa agora

Ali a gente estava com 20 corretoras de seguros que no dia a dia operam de forma independente. Mas quando a gente traz para um momento como esse, é um momento onde a gente fala que eles têm que aproveitar essa interação para aprender com o outro. Por isso que a gente trabalha muito na metodologia 70-20-10, que é esse aprendizado para adulto, que diferente de uma criança que senta ali e absorve, o adulto já tem muito conhecimento.

E ele aprende quando ele compartilha, quando ele interage, quando ele absorve através dessa troca. Então, não é um curso onde a gente fica ali ministrando, falando e os corretores ficam sentados. A gente trouxe uma ferramenta que foi um canvas, onde a gente fez um mapeamento de todas as etapas.

do processo dentro da corretora, e a gente não trouxe o resultado, a resposta pronta. A gente trouxe essas grandes áreas que acontecem dentro da corretora, e a gente fez eles trabalharem em grupos para que eles pudessem identificar o que uma corretora de alta performance tem quando ela olha para dentro, por exemplo, de um canal de distribuição dentro da sua corretora, quando ela olha para a segmentação que ela tem, o que uma corretora de alta performance tem.

E aí eles fazem essa visão olhando para corretoras que eles imaginam ser corretoras ideais, colocam naquele documento um framework que a gente criou ali, a gente adaptou o Canvas tradicional, ele tem nove campos, a gente adaptou para seis campos que faziam sentido para as corretoras.

E aí eles criaram um grande mapa que dá esse norte. Nossa, uma corretora de alta performance, ela tem tudo isso em cada uma dessas áreas. E aí eles fazem uma autoanálise no sentido de, tá, o que falta para mim para eu poder chegar lá? Então esse é o mapa que a gente cria, porque a gente faz primeiro um diagnóstico, entende a situação real.

Olha para uma corretora ideal e aí a gente consegue criar um plano de ação, como esse que a Dani comentou, do 5W2H, que é como que eu traduzo tudo isso que a gente está discutindo aqui em ações que fazem sentido para a minha corretora. E aí cada corretor saiu com o seu planejamento. E isso trouxe uma riqueza de aprendizado muito grande, porque não ficou só na teoria, não ficou só nessa troca, nesse bate-papo, ficou em ações práticas, realmente.

Isso é interessante, João, porque independente do tamanho da corretora, se eu sou sozinho, ou se eu tenho três colaboradores, ou se eu tenho 40 colaboradores no meu time, quando eu trago essa expansão de consciência, de olhar para esse grande painel que foi costurado e trabalhado entre eles.

e eu levo para a realidade da minha corretora, eu consigo transformar aquilo que eu expandi para o meu dia a dia. Então, foi bem interessante mesmo essa metodologia que a gente usou. Esse curso, ele está agora já com data marcada para acontecer no formato digital, junto com a academia, e a gente espera também, tem a possibilidade de ter outras turmas no presencial. Então, para quem está nos ouvindo...

Quando puder, fiquem ligados aí na Academia SimCore para poder participar com a gente. E tem um case de sucesso já desse curso. Tem um dos corretores que participou, mandou mensagem para a gente e falou que já levou o Canvas para dentro da própria corretora e já está usando várias ações do 5W2H e já está vendo resultados tangíveis e aplicáveis no dia a dia. Então, bem legal.

Eu ia perguntar, inclusive, isso. Como tem sido a aceitação dos corretores ao curso? Antes da conversa, sem perdão, eu já esqueci o nome do índice lá. É o NPS. É, o NPS. Que é o quê? NPS significa Net Promoter Score. É o quanto o teu cliente, ele indica o teu negócio, indica o teu produto, o teu serviço. Então, o 20... O de vocês está com quanto? O nosso deu mais de 90.

O NPS, o benchmark mundial é de 71 para cursos como esse, para treinamentos. Os nossos NPS sempre passam de 90 e esse não foi diferente, porque a gente trabalha com muita dedicação para poder entregar ferramentas que realmente agreguem valor para o corretor. E aí o NPS, quando a gente usa essa medição...

que ele é muito sensível, o NPS pode ir de menos 100 até mais 100, ele pode ir do negativo até o positivo, porque se a pessoa é um detrator, ela pode ser um detrator do teu curso, do teu treinamento. Então, se ela não gostou, ela vai pontuar como se ela não tivesse gostado, e a gente vai subtraindo notas nessa somatória final.

Acho que é interessante, a gente até apresenta isso para os corretores, para que eles possam usar isso dentro da corretora. Essa é uma pesquisa que é muito interessante, porque sempre ao final de um treinamento ou de um atendimento, quando o corretor está fazendo um atendimento a um cliente, ele pode lançar essa pesquisa, que é muito simples. Ele traz uma pergunta, o quanto que você indicaria o nosso serviço? Ou o quanto que você indicaria o nosso curso, nesse caso? E a pessoa pode dar nota de 1 até 10.

E ele é tão sensível, como a Dani comentou, porque quem der nota de 1 até 6, ele entra como potencial detrator. Ele vai sair, pode sair falando mal do seu curso, do seu serviço. 7 e 8 são neutros. Ele não entra nem como positivo nem como negativo. Aquela pessoa que não vai falar nem bem e nem vai falar mal.

9 e 10 são possíveis promotores. E aí a gente pega nessa métrica o percentual de pessoas promotoras menos o percentual de pessoas detratoras. Os neutros, ele não entra nessa equação. Então a gente parte desse percentual.

de quantos vão falar bem e quantos possivelmente vão falar mal. Só que a faixa das pessoas que podem falar mal, ela é três vezes maior do que vai falar bem. Porque existem até... Até os neutros, né? E até os neutros, sim. 7, 8 são notas boas, mas que nessa conta nem entra. E isso é muito interessante, porque tem pesquisas que mostram que é natural do ser humano, quando a gente gosta de alguma coisa...

a gente fala ali para uma, duas pessoas. Quando a gente não gosta de alguma coisa, a gente fala para até oito vezes mais do que a gente fala bem de algo. Então, esse é um critério muito interessante e a gente tem esse resultado positivo de acima de 90, significa que realmente a gente está tendo uma percepção muito positiva. E isso é um marco nosso da BASIS.

todos os nossos programas, treinamentos, nossas consultorias, sempre a gente tem um índice de satisfação ou de promoção acima de 90, em alguns casos até 100. Então isso nos deixa muito felizes e nos dá esse feedback dos nossos clientes de que está tendo um resultado positivo.

O cliente passa a ser o seu vendedor. Resumindo. Que é o melhor, né? O que indica, né? E esses cursos de vocês, para quem vocês indicariam? O colaborador, o líder, o corretor iniciante, o experiente?

Na verdade, João, acho que qualquer pessoa pode participar desse curso. É claro que se for alguém que tenha uma capacidade um pouco maior de decisão, então quando sai com essas ferramentas já um plano de ação construído, é mais fácil você levar isso e colocar em prática todas essas ações.

Mas se não for alguém que tenha um cargo de decisão, que tenha ali um nível hierárquico um pouquinho mais alto na corretora, vem também, porque isso pode ser levado depois e ser discutido em reuniões com a alta administração, com a direção da organização. Então, acho que é um curso que não tem limite de nível de corretor para participar. Qualquer pessoa que queira sair.

que perceba que precisa melhorar sua performance, que percebe que tem potencial para, obviamente, ampliar suas vendas, fazer uma melhor gestão da sua própria corretora, trabalhar de forma mais estratégica e menos operacional, esse curso é para essa pessoa.

Eu acho que até conecta um pouco com a essência da base. Todos os treinamentos, todos os programas que a gente ministra, a gente tem muito feedback no sentido de que a gente provoca um incômodo não só olhando para a parte profissional, mas também para a parte pessoal da pessoa que está envolvida ali, seja um corretor, seja um profissional.

Porque essas ferramentas, todo o conceito que a gente traz, se aplica muito à empresa, mas as pessoas também levam muito autoconhecimento. Isso se aplica à vida pessoal dela, ao profissional que ela também quer se tornar. Então, independente da posição dela, esse é um curso que traz muito conhecimento que é aplicado em todas as áreas da vida, seja num desafio pessoal ou mesmo dentro da corretora, como é o foco.

Deixa eu pegar um gancho. O primeiro curso, que é esse que a gente está falando, que é o Acelere Seus Resultados, é esse olhar para a corretora, para a estratégia, para a saída operacional e mais realmente para essa parte da gestão do negócio.

E o segundo curso, que é o que a gente está aplicando agora, inclusive hoje foi o primeiro dia, muito legal, é o Domine Seus Resultados. Então, é o olhar para dentro de si. Então, como que a gente domina a si mesmo para entregar resultados com maior sustentabilidade, porque a gente sabe que o dia a dia é difícil.

pressão, demanda e a parte do dominar a si mesmo, no ponto de vista de entender como funciona a sua mente, suas emoções, como é que você faz uma boa gestão de si, até para que você possa ter abertura para poder se conectar com o outro. Porque vender seguros é vender emoção.

A gente trabalha com a necessidade humana, essa necessidade intrínseca de segurança, de pertencimento, de perpetuação. A gente está conectando emoções na venda, mesmo no digital. Então, entender como que a gente trabalha o domínio de si mesmo, para poder, obviamente, navegar melhor em alta performance, faz total sentido. Então, esse segundo curso que a gente está ministrando agora, ele vem exatamente para esse olhar para dentro do corretor.

E seguindo nessa linha que você trouxe, qual que vocês acham que é um dos maiores desafios, hoje em dia, para um corretor gestor de equipe?

Realmente fazer a gestão do teu negócio de forma mais abrangente. Abrir espaço na correria, no dia a dia, de sair desse overlapping, né? Esse excesso de demandas e esse piloto automático e realmente parar para repensar como que estrategicamente ele pode conduzir o negócio dele de uma forma diferente.

Nós estamos vivendo um momento de muitas mudanças. A única certeza que a gente tem é que a mudança é uma certeza. É um mundo muito complexo que nos promove desafios constantes. Então, esse repensar de como eu faço a gestão, de como eu me conecto com o meu cliente final, como que eu engajo o meu consumidor, como que eu atraio a atenção dos meus clientes. Então, tudo isso precisa ser revisto, porque aquilo que nos trouxe até aqui...

Ele até nos leva adiante, mas nos leva adiante, talvez, com um gasto de energia muito maior do que até então. Esse mundo atual está exigindo muito mais de nós. As mudanças estão muito aceleradas.

E acho que um ponto adicional, a gente vive num mundo tão digital, onde as barreiras do físico caíram, principalmente depois da pandemia. Antes era muito comum você ter o seu corretor, que era aquele cara do bairro, aquela pessoa mais próxima, que você tinha um relacionamento. Hoje você consegue, aqui de São Paulo, vender um seguro lá para o norte, nordeste, você não tem mais essa barreira física.

Mas o relacionamento, ele continua sendo o principal ativo que um corretor tem que ter. Porque, na verdade, ele não vem de seguro, ele vem de segurança. Por isso até o nome, né, seguro. Ele vem de segurança, ele vem de um sentimento de que o meu bem está protegido.

de que eu tenho realmente uma pessoa, para que eu me sinta seguro, eu tenho que ter uma relação de confiança com o meu corretor. E essa relação de confiança era construída desde o início. Então, por isso que é muito importante, isso a gente trabalha muito, principalmente nesse segundo módulo que a gente está ministrando agora, é nesse sentido do corretor se conectar nesse mundo que está tão difícil a conexão, mas ele trabalhar essa conexão genuína para que ele possa entender qual é a dor, qual é a necessidade do meu cliente.

Porque não é simplesmente o que eu vendo para você, eu vendo para o outro. Não, depende do momento que a pessoa está, depende do momento que o outro está vivendo. Então, com isso, ele tem que trabalhar nesse processo de conexão empática e genuína, no sentido de entender a dor e aí sim formular a melhor proposta para que ele não caia naquela vala de preço.

para que o cliente por 5, 10 reais na parcela, ele deixe aquele corretor. Então é importantíssimo que ele trabalhe nessa conexão inicial e principalmente depois que ele faz a venda, como que ele mantém esse relacionamento com um ponto alto. Porque normalmente depois que acontece a venda, o corretor já está preocupado com a próxima venda.

E o cliente, a partir da venda, ele está preocupado agora no relacionamento com o cliente. Então, esse pós-venda passa a ser um ponto fundamental para que ele entregue valor e mostre todo esse diferencial que é o relacionamento humano, mesmo no mundo muito digital que a gente vem vivendo. É nesses momentos de dificuldade, quando tem um sinistro, quando tem um desafio.

Quem é a pessoa que está por trás? É a mesma que me vendeu o seguro ou agora eu estou aqui tentando falar com alguém que não me atende? Me atendeu enquanto era interessante para o corretor, mas agora é interessante para mim, cliente. Eu estou tendo esse mesmo atendimento? Então é importantíssimo ele trabalhar de ponta a ponta no sentido de conquistar o cliente.

E principalmente, reter esse cliente e trabalhar para que esse cliente seja um promotor, seja um vendedor dele, fale bem dele e não seja um detrator, como a gente comentou agora há pouco falando sobre NPS. Nesse mundo cada vez mais tecnológico e digital, fator humano.

ele passa a ser cada vez mais essencial nos relacionamentos. Não na jornada inteira de compra, é claro, porque a gente está indo muito mais para essa conexão através da inteligência artificial, através da tecnologia. Mas em algum momento, esse corretor vai ter que analisar dados.

Ele vai ter que olhar para números, ele vai ter que entender as informações, ele vai ter que conhecer desse cliente, ele vai ter que trazer as melhores opções em termos de valor agregado, a percepção de valor, ela vai ter que acontecer em algum momento da jornada desse consumidor, da jornada de compra. E o pós-venda, como o Ricardo falou, é extremamente importante, porque a gente tem o LTV, que é o Lifetime Value, é o tempo de vida, o valor de vida desse cliente dentro da corretora.

A gente leva muito mais esforços e gastos para conquistar um cliente novo do que para manter um cliente na carteira atual. E um cliente na carteira atual, se o vendedor, se o corretor, ele trabalha entendendo quem é esse cliente, quais são as necessidades de cobertura, de risco, de momento de vida.

de idade dessa pessoa, se tem família, se não tem, como que é o negócio, você pode fazer ali inúmeras possibilidades de ofertar outros produtos também. A gente está falando aqui de um cross-selling, de um up-selling, então como que eu posso trazer outros produtos agregados de uma venda, como que eu posso oferecer produtos que tem um ticket médio um pouquinho mais alto para esse meu cliente. Então a gente...

percebe que isso, alguns corretores perdem a oportunidade de fazer. É o que o Ricardo falou, eu vendo e estou procurando novos clientes para vender, mas aqueles que estão na minha carteira precisam ser melhor cuidados ali, porque oferecem grandes possibilidades. É por isso que é tão importante o corretor entender que tudo isso que a gente está falando nesses últimos minutos está relacionado à estratégia do negócio. E quando eu estou no operacional, eu não tenho tempo de olhar a estratégia.

Eu preciso conseguir sair do operacional, ter esse tempo de analisar os números, ver qual é o perfil do cliente que eu tenho atendido mais, qual é o seguro que eu tenho atendido que está dando o melhor resultado. É olhar toda essa parte de dados que estão disponíveis e transformar isso em estratégia. Se eu estou preso no operacional, fazendo um orçamento, atendendo um sinistro...

Se eu estou fazendo essa parte mais burocrática, que é necessário, muitas vezes, a gente entende que a realidade nos leva a isso e todos nós, inclusive, nós aqui dentro da base, tem horas que temos que ir para o operacional e é necessário, mas a gente tem que ter consciência de que, principalmente, o corretor.

que atua ali como proprietário, que tem a corretora, está à frente da corretora, ele tem que estar cada vez menos no operacional e mais no estratégico. Por isso essa importância de promover o autoconhecimento, o autodesenvolvimento, para que ele se enxergue não mais como um corretor de seguro, mas como um empresário, como alguém que...

precisa desenvolver pessoas, precisa treinar, precisa delegar, precisa ter essa habilidade de envolver e engajar as pessoas para que ele possa crescer. Senão ele vai ficar limitado porque o tempo cada vez mais é escasso e quando a gente entra no operacional, quando a gente vê, passou-se os dias, passaram-se anos e a gente está ali fazendo mais do mesmo sem essa possibilidade de um crescimento mais estratégico.

E falando de treinamento, de pessoal, uma reclamação que a gente escuta muito dos corretores hoje em dia é que é muito difícil capacitar a equipe, capacitar o colaborador. Por que vocês acham que isso é um desafio? Como vocês acham que o corretor poderia melhorar isso? Eu acho que a gente está operando ainda em formatos, em modelos um pouco mais antigos.

E como já citei, esse mundo tem exigido muito da gente. Então, é trazer, obviamente, um aprendizado contínuo para esses vendedores. Precisa investir no time comercial. Tem até uma frase que fala assim, né? Se eu investir, os meus colaboradores saem da minha corretora e vão para o meu concorrente, tá? Mas e se eu não investir?

Como é que eu vou ficar com pessoas despreparadas na minha equipe? Então, é essa fórmula que ela precisa ser bem pensada. Preciso investir para poder ter equipes que atuem em alta performance, promovendo a possibilidade de participar de cursos, de treinamentos, dando a possibilidade de maior autonomia.

para esse time de vendas também, definindo metas. Definição de metas é importante. O ser humano precisa saber qual é o objetivo para que ele possa realmente galgar ali uma perspectiva de onde ele precisa chegar. Então, um vendedor que bate meta. Essas metas precisam ser comemoradas.

nas corretoras, o que a gente vê muito no mercado é o vendedor ele dá o sangue, ele bate meta e não existe nenhuma comemoração, a gente precisa reconhecer os nossos ganhos, os nossos sucessos, isso é importantíssimo no dia a dia, porque isso vem como ferramenta de, até para nos ajudar nesse processo de automotivação e continuar seguindo adiante. E principalmente invista num processo de autoconhecimento, porque entregas...

no ambiente de muita pressão, de muito estresse, de muita volatilidade, de muitas incertezas, a gente precisa fortalecer esses nossos recursos internos do autoconhecimento, até para conseguir performar da melhor forma possível. Se eu não estou bem comigo mesmo, se eu não estou bem internamente, se eu não tenho ferramentas internas para me sustentar, tudo que esse mercado exige de mim, até a minha automotivação, ela vai cair.

E conectar, obviamente, com o propósito. A gente precisa ter um propósito para sair de casa, João. Sair de casa sem propósito nenhum. A vida fica bem sem sentido. Um ponto adicional, eu acho que é muito difícil a gente olhar para isso, mas o corretor precisa entender que muitas vezes o ego fala mais alto. Ele precisa reconhecer que ele é bom tecnicamente, ele faz acontecer, ele trouxe a corretora até aqui.

Mas com esse olhar de empresário, de uma pessoa que quer crescer, quer se desenvolver, ele precisa aprender a deixar o seu ego de lado. O ego muitas vezes nos ajuda, mas muitas vezes nos limita. Porque muitas vezes eu vou treinar alguém que não vai fazer tão bem quanto eu.

Quando o corretor é o melhor vendedor da corretora, tem algo errado com a corretora. Ele precisa ser um bom vendedor, ele precisa muitas vezes estar no operacional, como a gente falou agora há pouco. Mas ele precisa investir que ele tenha outros vendedores, ele tenha outras pessoas que façam os processos internos, talvez não tão bem quanto ele, e se tiver alguém que faça melhor, melhor ainda, mas ele tem que entender que ele precisa desenvolver isso.

Muitas vezes ele não desenvolve pela questão do ego que eu comentei, mas também porque ele sabe que ele faz mais rápido, ele faz melhor. E muitas vezes ele não começa a treinar alguém porque a pessoa talvez não vai fazer da mesma capacidade, no mesmo nível que ele. E é claro, se ele está 15, 20, 30 anos fazendo aquilo, ele vai performar melhor do que alguém que está chegando.

Por isso que ele tem que ter essa consciência de que, como empresário, ele precisa começar a delegar, treinar, entendendo que as pessoas não vão fazer no mesmo nível, mas que é necessário para que ele possa focar em questões mais estratégicas. Senão, de novo, ele vai ficar preso dentro daquela roda que ele vai estar sempre fazendo.

E isso muitas vezes vai alimentando o ego, como eu comentei. Então, como que ele trabalha no autoconhecimento, no sentido de que eu não preciso ser o melhor vendedor, eu não preciso ser o melhor funcionário da minha empresa, mas eu preciso sim começar a entender que eu preciso treinar pessoas para serem tão boas quanto eu.

Eu, pra fazer esse papo aqui com vocês, eu pesquisei no site de vocês, eu achei bem interessante essa parte do feedback e autoconhecimento. Então, até queria perguntar pra vocês, eu achei interessante, principalmente essa parte das pessoas não se reconhecerem nos feedbacks que recebem. Por que que isso acontece? Isso é muito comum, porque a gente tá falando de...

Como eu falei do ego, o ego é uma coisa que muitas vezes a gente cria uma imagem, a gente tem uma percepção nossa. E quando vem alguém e fala de alguma coisa para a gente, muitas vezes a gente não se reconhece porque a gente está preso dentro de uma visão interna do meu mundo.

Mas aquilo que eu penso, aquilo que eu imagino internamente, quando eu vou para o mundo, quando eu vou para a ação, eu causo uma impressão no outro que muitas vezes desalinha a minha intenção do meu comportamento. Por exemplo, a gente está fazendo uma reunião, eu estou aqui super proativo, achando que eu estou contribuindo, mas na verdade, às vezes eu estou...

não deixando as outras pessoas falarem, eu estou interrompendo, eu estou querendo ter uma atitude muito proativa, mas do outro lado as pessoas estão vendo, poxa, aquele cara está querendo toda a atenção para ele. Então eu estou me vendo como alguém super proativo, os outros estão me vendo como alguém que não dá espaço, alguém arrogante, alguém egoísta. Então a gente cria uma imagem diferente. Por isso que o feedback é importante para a gente criar esse alinhamento de percepção.

Então, se a gente tem uma relação de confiança e você chega para mim e fala, poxa, Ricardo, naquela reunião ali eu percebi que você falou bastante, você ajudou, mas talvez você não tenha dado espaço para as outras pessoas falarem também e contribuírem com a reunião.

Então, é uma forma onde, num primeiro momento, eu vou justificar. Falar, não, mas eu fui pro ativo, a gente tinha que entregar, a gente tinha um prazo. Então, eu vou tentar justificar. Mas se eu entendo que essa é uma relação de confiança, e isso o líder precisa criar com seus colaboradores, ter conversas francas.

e realmente verdadeiras, para que as pessoas comecem a criar esse entendimento. Eu saio de uma visão que eu tinha de mim, e é uma visão que o pessoal estava tendo, e eu começo a criar esse alinhamento. Numa próxima reunião, talvez eu vá dar mais espaço, eu vou ouvir um pouco mais.

dar esse momento para os outros contribuírem. Então, esse é um exemplo que acontece, que muitas vezes, num feedback, a gente não tendo esse alinhamento de expectativa, a gente cria uma dissociação aqui da percepção de cada um. E é o feedback que vai dar essa informação para mim, para eu poder ir modulando o meu comportamento.

Porque se eu não tiver nenhum feedback, eu vou achar que meu comportamento está causando a melhor impressão possível. E talvez o outro não está tendo essa impressão de mim. O feedback nos coloca em contato com o relacionamento mais difícil que existe do ser humano, que é o relacionamento dele com ele mesmo. E nós vamos criando ao longo da vida percepções que nós temos que vão se enraizando muito sobre nós mesmos.

E aí quando vem alguém e diz alguma coisa que vai de encontro com aquilo que a gente acredita, isso vem como algo que fere a identidade, essa imagem que nós criamos sobre nós mesmos. Por isso que a gente fala aqui entre aquilo que eu sinto, eu percebo sobre mim, e os meus comportamentos, atitudes que são expressadas e visíveis pelo outro, pode existir um grande abismo.

Então é essa linha que não fecha, é esse abismo que fica entre aquilo que eu percebo, que eu sinto, aquilo que eu desejo, mas aquilo que eu expresso no dia a dia. E esse desalinhamento é onde vem o feedback que muitas vezes a gente não se reconhece nele.

E você acha que o feedback é essa a única maneira de você melhorar essa percepção de si mesmo? O feedback precisa ser um feedback real e não complacente. Até falei sobre isso hoje, me fizeram essa pergunta, por coincidência, na parte da manhã. E o ser humano, geralmente, ele procura o feedback complacente. O que é o feedback complacente? É ouvir aquilo que eu sei sobre mim. Não tem coisa melhor no mundo do que você ter alguém que diga que você estava certo.

que você tinha razão. Então, às vezes, eu ergo um tom de voz numa reunião, saio da reunião, viro com o meu colega e falo assim, olha, eu tive essa reação, mas também, poxa, você acha que eu fiz alguma coisa de errado? O teu colega fala, não, cara, na tua situação, eu faria a mesma coisa que você. Então, pronto, esse é o feedback complacente, é ouvir aquilo que eu...

acredito, né, aquilo que reafirma o meu comportamento, a minha atitude. E a gente deveria pedir um feedback real. E para pedir um feedback real e realmente escutar coisas difíceis sobre nós mesmos, a gente precisa estabelecer uma relação de confiança. Então o feedback é sim uma das ferramentas mais importantes para a evolução do ser humano. A gente só consegue melhorar se a gente sabe aquilo que precisa ser melhorado.

E o feedback vem para nos ajudar, ele vem retroalimentar os nossos comportamentos, as nossas atitudes, a necessidade da gente aprimorar os nossos conhecimentos técnicos também, da gente ajustar uma comunicação, um olhar, um tom de voz, como a gente se relaciona com as pessoas. A gente só consegue melhorar através do retorno que a gente recebe dos outros.

É claro que tem alguns feedbacks descabidos, né? Tem coisas que a gente, obviamente, precisa deixar passar. Mas quando ele vem de forma genuína, autêntica... O que é o feedback descabido? É um feedback que muitas vezes tem mais a ver com o outro do que com você.

É porque a gente vive numa cultura, e a gente fala muito isso dentro das empresas que a gente atende, a gente auxilia empresas na implementação de processos de avaliação de desempenho e feedback, porque a cultura do brasileiro não é de dar feedback, a gente tem uma dificuldade de dar feedback. Quando a gente precisa falar para alguém sobre o comportamento da pessoa que não está condizente com o contexto, é muito desafiador, é muito difícil.

Por isso que a gente precisa trabalhar dentro de ferramentas, e a gente sempre, quando a gente fala de feedback, a gente traz algumas ferramentas,

E principalmente trabalhar nessa relação de confiança, no sentido de que eu não estou falando de você, eu estou falando do seu comportamento, que precisa de algum ajuste frente ao que a gente entende como sendo o comportamento que condiz com a cultura da empresa. A gente fala muito sobre cultura organizacional e cultura organizacional é isso, o que pode e o que não pode. E a gente precisa ter alguns limitadores, isso a gente aceita e isso a gente não aceita.

Só que muitas vezes no dia a dia, a gente vai enxergando muitos comportamentos que não são aceitáveis, mas por essa dificuldade nossa e essa questão de não se indispor com o outro, a gente não vai falando, a gente vai guardando esses feedbacks. E aí chega um determinado momento que acontece em tantos eventos e muitas vezes é aquele... A gente fala, né?

Estopinha. Estopinha, aquela gotinha que transborda tudo, e aí a gente descarrega na pessoa, e aí entra num feedback descabido. Porque a pessoa que está recebendo aquela enxurrada de informação que o outro foi guardando, vai olhar e fala, nossa, mas se está tão crítico assim, por que não foi falado antes? E às vezes é um detalhezinho que dispara todo esse contexto.

Mas não é aquele contexto, é uma somatória de eventos que foi sendo guardado. Você falou de ego, por exemplo. Você falou de ego, essa cultura organizacional, você acha que ela tem que ser alinhada ao resultado? Ou a maneira que o corretor... Só deixa eu trazer um ponto aqui do descabido, do feedback descabido, é aquele que vem carregado de julgamento, carregado de preconceito. Então, se eu vou dizer alguma coisa para alguém e eu levo o julgamento nessa fala, se eu levo o meu preconceito...

algo que já está enraizado em mim, tem a ver com as minhas crenças, com a forma como eu enxergo aquela pessoa, nesse momento a gente vai criar ali uma barreira que ela se torna intransponível. Porque a pessoa, ela percebe que vem com julgamento, ela percebe que vem com preconceito, e aí a gente corta completamente qualquer possibilidade que essa conversa vá para frente. O canal, inclusive...

de receptividade, ele é cortado nesse momento. O interlocutor, ele não ouve nada daquilo que está sendo dito no feedback. É que é, inclusive, o que eu ia puxar, né? Que não é o feedback na crença, não baseado no resultado, mas na crença do... Exatamente. Então, quando o Ricardo fala das ferramentas, você levar um feedback, você tem que olhar para o comportamento, para a situação e o impacto que esse comportamento e essa situação causou no contexto, nas pessoas, nos relacionamentos. Então, não é você...

é uma pessoa ruim, mas é o que você fez, causou um clima ruim. Então, é para se atentar aos atos, aos fatos. E aí você perguntou sobre a cultura, né, João? Então, a questão do ego com a cultura? É, como a cultura organizacional, você cria uma cultura, mas ela tem que prezar alguma coisa. Seria o quê? Seria o resultado? Sim, a cultura de humor... Bom, vamos...

fala um pouco o que é cultura, né? Eu acho que, porque também acho que as pessoas confundem muito isso. Cultura nada mais é do que o jeitão de ser da empresa.

E quem molda o jeitão de ser da empresa? São as pessoas, não é aquilo que está na parede. Então, é a forma como você funciona, a forma como você interage, a forma como você se relaciona, a forma como você aprova ou desaprova certas atitudes no dia a dia. Então, a liderança, quando ela reforça um comportamento positivo, ela está moldando uma cultura com base nesse comportamento reforçado. Também quando ela fica em silêncio, ela também está...

Na verdade, se calando diante de algo que ela deveria estar colocando na mesa ou chamando colaboradores, sendo mais claro. E a cultura, esse jeitão de ser, tem que estar conectado com a estratégia da organização. Cultura desconectada da estratégia não adianta de nada. Aí fica só um quadrinho bonito ali no site, na parede ou...

um copy-call do chat GPT. Então, a cultura tem que estar conectada com a estratégia e uma liderança tem que estar bem fortalecida para que possa sustentar, disseminar e atuar de acordo com essa cultura através do exemplo, através do reforço de comportamentos que precisam ser reforçados, através da conversa franca de comportamentos que estão desalinhados com aquilo que realmente a organização preza e onde ela quer chegar. Então, a cultura é ampla, ela é complexa.

A gente não muda a cultura da noite para o dia, é preciso tempo para você transformar uma cultura, evoluir uma cultura, trabalhar comportamentos e atitudes nos dias a dia, os valores dos colaboradores, aquilo que a gente preza, eliminar certos ruídos. A gente chama isso de níveis de entropia, o quanto a gente gasta de energia desnecessária muitas vezes fazendo uma gestão.

é um pouco mais de curto prazo, trabalhando ali em ambientes que trabalham, atuam em silos, ou as pessoas com desconfiança. Então, o quanto a gente precisa olhar para tudo isso, e não é um trabalho simples, a gente está falando de movimentar uma máquina que está ali, é trocar os pneus com o carro andando.

E quando a gente fala de cultura, você trouxe a palavra ser orientada para resultados. Toda empresa vive de resultados. A gente precisa ter o resultado como um objetivo a ser alcançado. E a cultura tem que ser aquele ecossistema que sustenta esses resultados.

Se a gente pensar só no resultado, talvez a gente vai aceitar qualquer coisa. Se o resultado for o ponto principal, talvez a gente vai aceitar até comportamentos não tão éticos, por exemplo, para atingir o resultado. Por isso que a cultura tem que ser o que leva a gente aos nossos resultados dentro de valores que a gente preza como sendo aceitáveis ou não. Então, por exemplo, a ética.

Tem que ser um valor, muitas vezes, que a gente quer atingir o resultado, mas não é a qualquer custo. E aí a gente vai colocar a ética no sentido de como a gente lida com a questão financeira, como a gente trata as pessoas. Então, tudo isso faz parte, por exemplo, de um conjunto de valores que vai orientar o resultado.

A cultura tem que ser essa visão, essa estrada muito bem definida para que, se um colaborador pisar fora, a gente fala, poxa, Camaió, aqui a gente preza muito pela responsabilidade. Responsabilidade é um valor. E a gente precisa, por exemplo, do respeito também. O respeito aqui, a gente pode falar o que a gente quiser, mas desde que a gente...

trabalhe dentro de uma linha do que é o respeito, a gente aceita ou não. A gente precisa transformar todos esses valores, esses caminhos em ações que possam ser medidas e percebidas dentro do time, porque também a gente precisa entender que aquilo que a gente define tem que valer para o diretor, para o presidente, e tem que valer para o estagiário que está chegando. A gente não pode ter pesos diferentes, porque senão a gente começa a criar uma cultura onde

Para alguns vale, para outros não. Então cultura é esse jeitão que muitas vezes é não intencional, acontece no dia a dia, mas é ter essa clareza. Por isso que de novo a gente volta. O corretor, se ele está preso no operacional, ele não tem como estar olhando para tudo isso, não tem como estar dando feedback, não tem como estar pensando nessa estratégia.

Mas se ele está já nesse processo de evolução e começa a entender, que fala, opa, para eu crescer, para eu evoluir a minha corretora, eu preciso entender qual é a cultura, eu preciso entender quais são os comportamentos, quais são os rituais, quais são os processos, como que eu dou um feedback, como que eu treino meus colaboradores, como que eu passo aquela experiência que eu...

que eu aprendi a duras penas ao longo da minha jornada para que seja mais fácil para essa geração que está chegando, para que a gente possa criar um ambiente onde a cultura seja favorável, claro, aos objetivos, mas, de novo, dentro de limites aceitáveis ou não.

são tratados de forma super tranquilas e transparentes. Isso pode, isso não pode, e isso vale para todo mundo. Como que a gente cria essas condições para a gente chegar no fim do dia e falar, estamos fazendo o nosso melhor, estamos evoluindo e estamos aqui dentro de uma relação mais madura, no sentido de que eu não fico guardando, não tenho dificuldade de falar, começo a tratar as pessoas e todos os relacionamentos de uma forma mais positiva. A cultura tem que vir top down. Tem que começar ali.

do primeiro nível hierárquico, do nível mais alto hierárquico, tem que comprar esse trabalho de cultura, senão a gente não consegue fazer nada, sem que ela seja realmente de cima para baixo.

E para encerrar aqui, Cardo e Daniela, eu queria saber, se vocês pudessem dar um conselho rápido para o corretor de seguros que quer crescer, quer crescer mais rápido, qual que seria? Poxa vida, poderia dar muitos conselhos aqui, mas acho que talvez como principal conselho é trabalho e desenvolvimento de si mesmo.

para que você possa realmente criar essa robustez interna, mental.

e poder suportar todas as demandas, as pressões, o mercado que exige cada vez mais, exige esse repensar, exige esse reavaliar, exige o desaprender para reaprender cada vez mais, é o conceito do lifelong learning, é aprendizado para a vida toda, a gente precisa estar sempre antenado a todas essas mudanças que estão acontecendo, então invista em você, corretor.

trabalhe um processo de autoconhecimento, leve conhecimento para a sua corretora, invista no desenvolvimento e treinamento dos seus colaboradores, porque pior do que perder esses colaboradores para a concorrência é ter colaboradores despreparados na sua corretora. A gente não consegue atuar em alta performance se a gente não dá as melhores ferramentas para as pessoas que fazem parte do nosso time e da nossa equipe. Então, acho que como principal, saia do operacional.

Não totalmente, porque isso também não é saudável, mas abre espaço na tua agenda, no teu dia a dia, para poder olhar o negócio com essa visão mais estratégica, essa visão mais abrangente, poder fazer uma análise da concorrência, entender quais são os movimentos de mercado.

como que eu posso acompanhar esses movimentos e me diferenciar como corretora, como trazer essa tangibilização de valor para o meu cliente de uma forma mais palpável, uma forma mais específica. Então, acho que esses são alguns conselhos que eu daria nesse momento.

Acho que um conselho que eu daria é venha fazer os cursos que a SimCore disponibiliza. Acho que tem uma trilha enorme, principalmente agora com esses dois cursos da Bases. E eu acho que uma dica prática é entenda o jogo.

Use os números que estão a favor, que estão disponíveis dentro da sua corretora para que possa fazer essa análise mais estratégica. Todo corretor tem ali seus resultados, seus números, qual segmento ele tem melhor resultado, quais são os segmentos que ele pode talvez colocar um pezinho e se desafiar a sair do mais do mesmo, porque esse é um outro grande desafio e uma dica que a gente...

O que a gente deixa é procure novos desafios. É muito fácil a gente se acostumar com aquilo que a gente sempre fez. O ser humano busca ficar nessa zona de conforto, porque é mais conhecido, é mais fácil. Se desafie, busque. O universo de seguros é tão amplo e tem tantas oportunidades. Comece se desafiando e, para isso, fortaleça o seu time para que faça aquilo que já acontece bem, funcionar da melhor forma possível, para que ele próprio possa...

Talvez abrir novos mercados, abrir novos segmentos, novos perfis de clientes. Então, tem algumas metas, através dos números que estão disponíveis, para que ele possa criar estratégia e ir testando. Poxa, esse segmento eu nunca atuei, deixa eu tentar. Esse seguro aqui eu nunca vendi, deixa eu tentar vender. Esse mercado aqui é novo, talvez mais voltado à tecnologia. Deixa eu tentar aprender, estudar e desenvolver nisso.

Então amplia esse leque de oportunidades, mas através desse trabalho de fazer com que as pessoas que estão na corretora ou que estão chegando, façam aquilo que já funciona bem, para que ele deixe de ser o centro da atenção da corretora e passe a se desafiar. Porque o ser humano evolui através de desafios. Se a gente não tiver desafio, a gente vai ficar sempre dentro do mesmo...

ritmo dos mesmos resultados. Então, crie novas oportunidades para que ele possa abraçar novas oportunidades. Fazendo mais do mesmo, ele vai ter o mesmo resultado. E principalmente, meça os seus resultados, porque aquilo que não pode ser medido, também não pode ser alcançado da forma como poderia ser alcançado. E essa é uma psicóloga que não tem formação em números dizendo o quanto é importante a gente medir.

para que a gente possa realmente alcançar os resultados e, obviamente, atingir os sonhos que todo mundo tem ali, suas metas, seus objetivos. E acho que mais uma dica que também entra num campo bem polêmico, a gente se fala muito das gerações, gerações novas, quanto é difícil engajar, quanto é difícil trazer essa geração para dentro do negócio.

E a gente falou bastante sobre feedback, sobre a questão da cultura. Essa é uma geração que precisa entender o porquê de fazer o que ela tem que fazer. Diferente de gerações antigas, onde falavam faz isso e a pessoa fazia, sem perguntar muito o porquê, a geração mais nova, ela precisa entender o porquê.

E por isso que é fundamental o dono da corretora, a pessoa que tem mais experiência, passar não só a sua experiência, mas ter esse tempo de ensinar, de explicar, de trazer detalhes, que é o que eu falei lá no início, talvez vai levar mais tempo para fazer aquilo que eu faria, porque eu já tenho 20, 30 anos como corretor, mas que é um investimento e isso vai promover o engajamento, vai trazer a pessoa para dentro de um contexto onde ela entende o porquê dela estar fazendo aquilo.

Isso então muda um pouquinho toda essa cultura que a gente está criando, essa imagem que a gente está criando de que está difícil trazer a geração nova para dentro desse contexto dos seguros. Então envolva as pessoas, conversem, crie esse momento de reconhecimento, de troca, de partilha, de explicar o porquê de investir em treinamento. Essa é uma geração que ela pede muito treinamento, pede feedback.

pede essa relação mais humana no sentido de que, poxa, eu preciso saber o que está acontecendo, não é simplesmente fazer por fazer. Então, acho que essa é uma outra grande dica, porque a geração que está chegando aí é a geração que vai dar continuidade aos negócios. Então, a gente precisa cada vez mais envolvê-los.

e não deixá-los só também em atividades operacionais, mas trazê-los para conversas mais estratégicas, o que eles podem trazer de tecnologia, de inovação, para que a gente mude alguns processos e torne tudo muito mais fácil, muito mais fluido, porque hoje com tanta tecnologia a gente não precisa estar fazendo tantas coisas, talvez, manualmente, como a gente fazia antigamente, a gente tem muita tecnologia para aproveitar.

Então está aí mais uma grande forma de aproveitar toda essa oportunidade que tem dessas novas gerações.

Então, escuta aí, corretor, vocês viram os conselhos deles. Aproveitem o conteúdo que tem na Academia SimCore, temos os cursos como acelere seus resultados, do planejamento alta performance, domine seus resultados, uma excelência comercial, entre outros. Acompanhe também a gente aqui no YouTube, temos muito conteúdo especial para o corretor de seguros, inclusive, ó...

Daqui a pouco vai ter um programa novo na nossa grade. Muito obrigado, Daniela. Muito obrigado, Ricardo. Se vocês quiserem deixar algum recado final para o editor, câmera para vocês. Eu acho que vou emendar essa fala do Ricardo da questão do...

do propósito, né, de poder realmente engajar. Tem um conceito que é o Círculo Dourado, que é o Golden Circle de Simon Sinek, que as pessoas, elas sabem aquilo que elas fazem, elas sabem explicar aquilo que elas fazem, elas sabem dizer como elas fazem, mas poucas pessoas sabem o porquê daquilo que fazem. E você descobrir esse significado, esse sentido maior.

É o que realmente faz com que a vida, ela passe a ser mais branda, mais leve, que a gente consiga fôlego para continuar vencendo e galgando, e passando, obviamente superando esses obstáculos, essas adversidades, e conseguindo chegar nesses nossos sonhos, objetivos finais. Então, assim, descubram o propósito de fazer aquilo que vocês fazem. E venham participar dos nossos cursos. Bom demais!

Acho que conectando com uma fala que eu trouxe sobre o ego, né? O ego é aquele nosso eu interno que nos auxilia muito, mas também cria algumas barreiras e algumas dificuldades. E acho que conectando com o lado positivo do ego, acho que todo mundo trabalha, todo mundo está aqui nessa jornada para deixar um legado, para deixar um aprendizado, para que quando a gente não esteja...

nem falando em outra vida, mas não esteja mais nesse mundo de corretor, por exemplo, as pessoas lembrem da gente como algo positivo. Então, invistam nesse processo de desenvolver pessoas. Passem os seus conhecimentos para que toda essa base, toda essa história que você carrega consigo, possa ser levada para as próximas gerações. Acho que a profissão de corretor de seguro é uma profissão que é tão bela e ajuda tanto, tem tanto um porquê.

por trás de tudo isso, e o corretor trabalhar nessa construção do seu legado, acho que tem que ser um grande motivador, para que ele seja uma pessoa que multiplicou o seu conhecimento e não reteve conhecimento consigo próprio. Novamente, muito obrigado pela conversa. A gente que agradece. E está entregue mais um Sim, pode ouvir. Até a próxima, amigo corretor.

Anunciantes1

Basis Desenvolvimento e Consultoria

external