CMM #764 - Jack White
No 764º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Konzen, Álcio Villalobos e Maria Eduarda Michael (Duds) batem papo sobre a carreira solo de Jack White.
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Trilha tocada no episódio (na ordem):
*Jack White - Sixteen Saltines
*Jack White - Archbishop Harold Holmes
*Jack White - Love Interruption
*Jack White - Would You Fight For My Love?
*Jack White - Connected By Love
*Jack White - Fear Of The Dawn
*Jack White - Taking Me Back (Gently)
*Jack White - Old Scratch Blues
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- Análise disco No NameAnálise geral e sonoridade rock clássico · Músicas destacadas: Old Scratch Blues, That's how I'm feeling, Archbishop Harold Holmes, Tonight, What's the Rampus, Missionary, It's Rotten Rats, Bless Yourself, Underground · Retorno ao som clássico e identidade definida · Participação familiar (esposa e filha) · Lançamento surpresa e sem nome
- Carreira de George HarrisonDiscografia e sonoridade geral · Influências musicais · Identidade visual · Projetos anteriores (The Raconteurs, Dead Weather) · Documentário It Might Get Loud · Vida pessoal e casamentos
- Análise do disco Lazaretto (2014)Análise geral e sonoridade · Músicas destacadas: Would You Fight For My Love, Just One Drink, Lazaretto, Alone in my Home, True Woman, Temporary Ground, I Think I Found The Culprit · Influências religiosas sutis · Edições especiais de vinil com hologramas
- Análise do disco Fear of the Dawn (2022)Análise geral e sonoridade rock pesado · Músicas destacadas: Taking Me Back, Fear of the Dawn, The White Raven, Eusofobia, Morning, New and Night, Hide The Hole · Comparação com Wolf Mother e Tame Impala · Presença de outro guitarrista em shows
- Análise do disco BlunderbussAnálise geral e sonoridade · Músicas destacadas: Sixteen Saltines, Love Interruption, Blunderbuss, Whip Them Self to Sleep, Freedom at 21, Missing Pieces, Hip Eponymous, Poor Boy, I'm Shaking · Turnê com bandas The Peacocks e The Buzzards · Edições especiais de vinil
- Entering Heaven AliveAnálise geral e sonoridade folk · Músicas destacadas: All Along The Way, Love is a Selfish, If I Die Tomorrow, Take Me Back (Gently), Help Me Along, Please God Don't Tell Anyone, Queen of the Bees · Comparação com James Blunt e Led Zeppelin Folk · Falta de essência Jack White
- Boarding House RichAnálise geral e sonoridade experimental · Músicas destacadas: Connected by Love, Respect Commander, Why Walk a Dog, Over and Over and Over · Críticas sobre pretensão e falta de coesão
- Projetos anteriores de Jack WhiteThe White Stripes · The Raconteurs · The Dead Weather
é é é
começa agora mais um episódio do podcast CMM, eu sou o Romulo Metal e tem aqui comigo o Alcio Vila Lobos eu sou o Alcio Vila Lobos, também conhecida como Ana Furtado do CMM e estou aqui com Maria Eduarda Dudes
Oi, gente. Mais uma vez aqui. Dessa vez eu me autoconvidei. E acho que vai dar tudo certo. Mas é a pedido meu, do céu. Convidou. É verdade. O Romulo me disse sim. O Romulo me disse sim. Ah, esse convide. Eu falei, então tá. Então vou adotar na agenda. Daqui a três meses eu apareço. Aí já passou mais tempo.
Aí eu mandei mensagem pra ele assim, oi, Romulo, tá na hora de participar. Não tem tempo mínimo também, tu pode se convidar pra semana que vem, já de novo, tá tudo certo. Na pior das hipóteses eu vou falar, não rola. De cara já, quem quiser acompanhar teu trabalho, muito bacana, sobre shows, festivais e as bandas que tu ama, onde te procura?
Tá, principalmente eu estou no Instagram, Maria Eduarda Michael, se escreve que nem Michael, tudo junto. Lá no meu Instagram eu falo basicamente de shows, festivais e muitas coisas que eu amo, que sou fã. No YouTube eu estou com o canal Red Behavior, agora só sobre shows e festivais, também se encontra digitando meu nome. E tô com um projetinho novo de um outro canal pequeno, que é onde eu pretendo falar de discos e de outras coisas que eu sou fã.
Tá tudo linkado lá no meu Instagram e no meu canal principal que é o Red Behavior.
Bacana, é uma nerd de shows ao vivo, acho maravilhoso. Não tem informação que ninguém saiba de show e festival. É. E a gente vem com os recados sempre. Produtos do CMM, temos na podcaststore.com.br camiseta, ecobag, imã de geladeira, bota um caneca, tudo lá muito bacana, num preço amigável e produtos maravilhosos. Loja do nosso querido amigo Léo Lopes, do Radiofobia.
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Estamos aí hoje pra gravar de um artista que mais ou menos teve episódio. Já gravamos de um projeto dele que é o The Raconteurs. Então quem gosta de Jack White já tem esse episódio. E pra raiva dos fãs de White Stripes, não é dessa vez ainda. Pô, a gente não gravou nem de disco, não tem nada de White Stripes. E a culpa dessa vez é da Dudes. Joguei na esposa mesmo.
Foi mesmo. Não, assim, ó, quando a gente tava conversando, como eu falei, né, eu me convidei, daí depois que ele aceitou, a gente fica naquela, tá, qual o assunto, qual o assunto? Aí o Alcio sugeriu o White Stripes, aí eu joguei pra ti. Ah, foi? Aí eu lembro que, mas eu já tinha te mandado uma lista de coisas que eu falaria facilmente e tinha o Jack White. Só que daí eu te falei assim, vai, eu acho que é melhor, já que vocês nunca falaram, a gente fala primeiro do White Stripes.
Só que aí depois a gente viu que tinha o mesmo número de discos aí eu falei, ah, então vamos começar primeiro Vai dar o mesmo trabalho, né? É, mas olha depois a gente pode fazer, daqui a um mês o Westraps, aí eu apareço de novo, aí me convido de novo É bom que segura a audiência
Ou não, né? Então vamos lá falar da carreira solo de Jack White. Pra quem nunca ouviu os episódios de carreira solos que a gente já fez, a gente não vai... É óbvio que a gente vai citar, não tem como não esbarrar, mas não vamos focar no White Stripes, nem no Hack Contreras, que já tem episódio, e nem no Dead Weather, que são os outros projetos dele. Vai ser os discos solos, discos lançados como Jack White, que são o nosso foco aqui hoje. Então vamos lá, depois da vinheta.
Tá. Hello, I'm Johnny Cage. Yeah! Crazy Metal Mind.
Essa música é do caralho. Alciolino, você disse, vamos gravar de White Stripes? Eu, bah, é uma boa, nunca teve. E aí, como a Dud já comentou, a gente mudou e tu não fugiu da gravação. Então, quero saber se tu já tinha familiaridade com o Jack White, carreira solo, qual é que era?
Já tinha, tenho e continuarei tendo, porque é um cara que eu gosto muito. Acho que é um desses geniozinho excêntrico, bizarrinho, que sempre vale a pena ficar cuidando do que ele tá fazendo, que sempre tem alguma coisa legal acontecendo com ele. E hoje até vou dizer uma pena que o Dani não tá aí, o Dani Boy, porque o cara do blues, que ele é... Ele não achou uma pena, ele falou, graças a Deus, me escapei. Ah, que caidor!
Ah, então eu estava respondendo que eu queria saber mesmo dele, porque ele é um cara que gosta mais de blues, mas ele gosta de blues limpinho. Acho que ele nunca ouviu e tomou pra si que era ruim. É, acho que ele ia curtir de muita coisa, apesar de que eu já mostrei uns blues mais guard, mais pesadinhos, redistorcidos, né? Que nem esse, ele... Ah, mas tem muita distorção.
Eu é o elitista do blues, vai lá tomar teu whiskyzinho com o dedinho levantado e BB King. Mas, cara, eu acho muito massa, assim, eu gosto, conheci, claro, com White Stripes, lá na época mesmo, mas na época do White Blood Cells, eu acho. Fell in Love with a Girl, aquela coisa toda.
Comecei a acompanhar, eu meio que botei eles no mesmo saco daquelas bandas que estavam acontecendo no mesmo tempo, que eram Strokes, Hives, Divine, Mas são diferentinhos, né? Exato. Só que eu achava que era tudo Strokes, aí eu não ouvia muito, porque na época eu não curtia Strokes. É, quando eu finalmente ouvi, e aí eu só fui ouvindo Get Behind Satan. Aí eu, ah, peraí, sabe? Que é um pouco diferente.
Aí eu, nada, vamos dar uma boa conferida nesse som aqui. Desde então acompanho ele, o Raconteurs, Dead Weather e assim vai. O Marcel é muito fã de Raconteurs, acho que ele ia gostar também. Não chamei porque ele não ia ter tempo de estudar. Mas tu já tinha ouvido todos os discos? Os seis? Não, eu tinha uma boa familiaridade com os dois primeiros.
Aí eu me lembro quando saiu o terceiro, eu, sei lá, vou ouvir, vou ouvir, quando eu vi, ah, mas já tem outro disco, ah, já é o quinto. Ah, meu Deus!
Aí eu, tá, um dia eu ouço. E chegou o dia. E fiquei bem feliz. Justíssimo. Cara, eu nunca tinha ido atrás. Eu gosto de uma coletânea de White Stripes. E aí, pra gravar, conheci o Haconteurs. Gostei de muita coisa, de um som legal. Mas nunca tinha parado. Eu já tinha ouvido em vinil. Uma amiga tinha. E daí ela não tinha vitrola. Levou o vinil pra ouvir lá em casa. O Fear of the Dawn. E eu achei bacana.
por ali. Nunca foi atrás porque eu não simpatizo com a pessoa. Eu acho ele um arrogante do caralho. Acho mala pra cacete. Não gosto dele como pessoa. Mas isso não tem nada a ver com a música. Então eu ouvi pela primeira vez pro episódio os seis discos e me surpreendi demais. Gostei pra caralho. Tem coisa ruim, mas a coisa ruim é a exceção. A maioria é muito boa, cara. E como esse homem trabalha, cara. É muito prolixo. Ele faz até sofá.
Não duvido. Isso é muito bom. É sério, ele tem a Third Man, não sei o que, tipo, é uma variação lá, que ele reforma sofás, assim, cara, é um que outro, assim, mas ele, quando ele não tá afim de fazer música, ele reforma sofás, né? E olha que ele normalmente tá afim de fazer música. É? Lança muito disco. Então... Aquelas latas de bolacha e faz uma guitarra nova, né?
Então eu tô aqui de novato na carreira Mas ouvi tudo E dudes, me diga você como caiu na carreira solo dele Porque o mais padrão Mais comum, mais conhecido é o White Stripes Não, assim É um caminho muito diferente Mas ao mesmo tempo me conhecendo é meio óbvio Eu conheci o Jack White por causa do U2 Que pra quem tá me ouvindo Pela primeira vez, eu acho que Eu sou, o que o Daniel é com o Guns Eu sou com o U2, eu acho É Este é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um é um
Então, assim... É, talvez. Mas quando o Acton Baby fez 20 anos, eles gravaram um... Saiu um disco especial de covers do álbum. E aí eu fui ouvir, achei tudo na minha boca. Mas o Jack White fez uma versão de Love's Blindness. E eu fiquei revoltada porque eu achei melhor que a original.
E eu fiquei, como assim? Como ele ousa? Aí eu fui ver se o cara do White Strips nunca dei bola porque eu também botava num balaio strokes, assim. Nunca tinha ido muito. E aí eu fiquei, nossa, vou ficar de olho nesse cara. Aí quando ele veio pra cá, ele fez um show aqui em Porto Alegre, eu fui com uns amigos assim, meio de curiosa, assim, ah, vamos ver qual é que é. E eu saí de lá desesperado. Sim, no Pepsi. Não fiquei sabendo disso. Foi com a turnê do Lazareto.
Ele veio pro Lola e daí ele esticou pra cá. No Pepsi, bem assim, não tava muito cheio. Mas assim, eu saí de lá desesperada, alucinada. Ele é muito bom. E a partir dali eu acompanhei tudo. Todos os lançamentos que vieram depois eu acompanhei na época. Eu sinceramente gosto de toda a carreira só dele. Eu escutei agora e eu... Ah não, depois eu falo sobre isso. Teremos tempo.
Mas eu gosto muito e foi assim. E aí sobre tu falar que tu não gosta dele, ah, eu passo uns panos. Eu acho ele arrogantezinho, mas eu acho ele, ai, coitado. É rockstar, né? Eu fico assim, não, ele só quer fazer as musiquinhas dele. Ai, deixa ele. Mas sim, ele é. Um homem milionário rústico. É, fazedor de sofás, mas sim.
O homem nasceu em 9 de julho de 75 em Detroit, Michigan, Estados Unidos. E é o caçula de uma família de 10 filhos, cara. O que deve ter sofrido o bullying dos irmãos não é brincadeira. Imagina, 9 mais velho. E ele começou tocando bateria, o que é bem inusitado. Depois foi pra guitarra, tocou em várias bandas pequenas já da cidade lá de Detroit. Fez show sozinho também, isso é um sucesso.
E aí, quando a gente for para os discos, eu falo na ordem cronológica os projetos anteriores, mas só para dar um geral para quem não conhece a carreira solo dele, como que a gente define a sonoridade da carreira solo? É difícil, né? Porque eu listei uns seis gêneros aqui que eu acho fácil. Tipo, rock indie, alternativo, blues, folk, experimental. Foi a minha maior surpresa, é o quão versátil são, e não só de um disco para o outro.
Dentro de um disco mesmo. Eu achei o último mais consistente. Os outros, cara, de uma música pra outra é muito diferente. Nada genérico. O último ele é mais consistente, mas ao mesmo tempo ele... A forma como ele lançou já é muito diferente dos outros. Então assim, parece que ele quis manter uma coerência sonora de tudo que não tinha no resto.
Então eu acho a carreira dele muito boa, porque ela não se enjoa de nada, é tudo diferente um do outro. E ao mesmo tempo todos eles têm uma identidade muito clara.
Mas eu achei louco que a maior crítica que eu faço, normalmente quando é artista que eu tô conhecendo agora e tenho que ouvir tudo, é que soa genérico. E nada, cara. Não achei nada genérico. Até o que eu não gostei, genérico não é. Tudo é muito criativo e original. E é difícil ser original em dois mil e pouco pra cá, que tudo já foi feito. É. Mas eu vi que o Wikipédia costumeiramente coloca como blues rock. Eu nem acho. Eu acho que o primeiro disco até é. É.
Mas o resto não. Eu vou dizer, eu comecei a escutar, pra esse episódio, eu resolvi, ah, os dois primeiros eu já conheço. Geralmente quando a gente ouve em ordem... Cronológica. Cronológica, assim, entende. Quando vai lá pelo quarto, quinto, sexto, diz, ah, tá muito repetido, repetido, mas eu resolvi fazer o contrário. Eu comecei a ouvir pelo último, pelo sexto, e fui de forma decrescente, assim, pra ver se eu, às vezes eu não perco nada nesse caminho.
Até pra não ficar... Ah, eu vi o jogo que no sexto dia já tá na cabeça meio cansada. Eu já conheço esses aqui, então já tô de boa. É uma boa estratégia. E no final, assim, ele tem, claro, por ser de Detroit, tá naquela cena junto, White Stripes ali que começou. Tinha o Detroit Cobras, tinha o Dirt Bombs. De lá veio o MC5, os Studios. Então a coisa toda do Garage Rock, do Garage Punk. A Motown também, que tem muita coisa de Motown no som dele.
ela tá mais escondida, implícita do que realmente ele fica fazendo soul o Eminem pode ser mas eu acho que ele pega muito bem essa coisa da raiz dele do garage rock com blues, country umas coisas experimentais dele porque ele é um cara, um guitarrista mais blues mas ele tem um estilo muito próprio de tocar guitarra tudo vindo de doendinha
É, e eu meio comparo ele às vezes com o Tom Morello, assim, em algumas coisas, nos tipos de timbre e barulhinho que faz e não sei o quê. E ele tem também essa, o que eu chamo assim, de uma galhardia boêmia no jeito que ele toca e no som.
Porque é tipo um cara bem arrumado, Macbeth e vodka de garrafa de plástico e tá com a camisa meio pra fora da calça, assim, sabe? Galera, a Bohemia é um bom nome de disco, sei lá, do Jupiter Mass. Próximo disco do, sei lá. Aí é essa coisa que tem também o Valdiville, tem a Americana que eles chamam, né? O tipo de song desse de country, blues, R&B, folk. E o Southern Gothic também, assim. Caraca, essa aí eu não tinha ouvido ainda.
Mas o... O cara da country mais macabrinha, assim. O garagem é uma boa definição, apesar de ele não ser tão suja. A guitarra até é suja, mas o resto não. É meio que só a distorção da guitarra. O resto é tudo límpido e bacana. Não sei, é difícil. Na carreira solo aqui, ele pôde soltar todos os demônios de country rock que ele não podia antes, assim. O que tem de violino e coro e backing vocal e não sei o que.
Ele tá em casa fazendo ali o honk-tonk dele, né? Dos músicos, aí não vai ter como a gente falar do músico em si, porque basicamente ele toca de tudo, em todos os discos, e aí muda muita gente, então foda-se quem tocou. Mas o instrumento ou a voz, o que chama mais atenção quando vocês ouvem a carreira solo no geral? Pra mim, é a guitarra barra violão.
que sempre se destaca muito. Eu, pra mim, acho que a guitarra, eu amo as percussões, assim, de muitas das faixas, assim, das fases, assim, a bateria, e eu gosto muito da voz dele, ele tem um jeito muito... Ele tem um...
Dá uns gritinhos, às vezes, que eu acho muito exclusivos dele. Gosto muito. Não sei o nome técnico. Parece até que tá cantando zoado, né? Pelo jeito que ele... É umas nuances estranhas que ele faz. Sim, aham. Uma combina pra caralho. E tu vê que é proposital. Quando ele quer cantar bonitinho, suave, líquido, ele consegue tranquilamente. Sim, sim. É, eu tô junto, assim. Eu acho que a guitarra, obviamente, o violão, ele sabe fazer essas coisas.
clássicas, tradicionais, mas modernizadas e por um filtro do garage, assim, que ele tem, que deixa, às vezes, mais minimalista, mais bruto, mais experimental, às vezes. E a voz dele é um negócio que eu já, desde o White Stripes, eu me lembro de ouvir algumas músicas do White Stripes, e eu, assim, cara, isso aqui é um Led Zeppelin mais tosco. E a voz dele tem horas que tem uma coisa muito Robert Plant, assim.
Vários momentos eu senti. Acho que mais no jeito de cantar do que no timbre, né? É mesmo? Eu peguei muito Led Zeppelin durante a carreira de referência. Pega uns agudinhos ali, uma coisa meio... Hey, man, hey, man. Aquela coisa assim. Bem meio o jeito dele inflexionar. Sou eu que sou doido ou ele parece mesmo o Celton Mello? Ele me lembra muito. Ele parece. Ele parece um pouco. É, tem um quesinho.
Bom, vamos lá pra carreira musical do homem. Ele já tocava lá em bandas na cidade, tocava até sozinho, mas nada vingou, foda-se. Em 97, ele se casa e cria junto com a esposa da época, Megan Martha White. Inclusive, o Jack Branco veio dela, ele pegou o sobrenome, o White é dela. Que loucura.
porque eu tava conversando com a Maria, minha esposa ontem, sobre isso e eu achei que era nome artístico, mas não, ele é Jack White mesmo, claro, o White foi da esposa mas é sobrenome mesmo, e o Jack Black também é sobrenome, eu achei que era artístico não é não, meu caraca
E aí eles eram casados, muita gente não sabia, né? Achavam que eles eram irmãos e tal. Mas eles se separaram muito cedo. Casaram em 97, em 2000 já separaram. Só que seguiram tocando juntos, separados, por muito tempo. Primeiro disco do White Stripes saiu em 99 e o último em 2007.
Mas já ficaram tocando sete anos separados. Não, tocando não. Mais. Ficaram onze anos tocando divorciados. Porque a banda só acabou de fato em 2011, quando anunciaram o final. Eu gosto de White Stripes, mas eu confesso que eu nunca parei pra ouvir muito também. Precisava dar uma atenção, porque eu conheço uma coletânea, assim, e o que eu conheço eu gosto bastante. Acho que é uma discografia bem interessante pra te ouvir, assim, porque lembram...
Não vou dizer que lembram o trabalho só do Jack White, porque, né, o Jack White...
Lembra o White Stripes. É ele, né? O cara que fazia as músicas. Mas pra mim vai meio que no mesmo caminho. Tem coisas que funcionam super bem. Mas tem outras, quando erra é assim, é um... Meu Deus do céu, mas se joga pela janela.
Eu fico chateado com banda que não tem baixo. É, eu acho, eu conheço algumas do Wise Traps que eu gosto, mas quando eu fui atrás, eu achei meio, eu tava esperando uma coisa mais de Aquarius, porque eu fiz o caminho contrário, né? Então, tipo, eu já conhecia mais. E eu achei muito simples, mas no mau sentido, assim.
Então, mas é outra coisa Eu não posso esperar o que tem no projeto solo Nesse projeto, então tem que ouvir com novos olhos É guitarra e batera só, tá ligado? É diferente Mas uma coisa bacana que ele trouxe Inclusive pra carreira solo é a identidade visual Quartstripes é todo
Preto, branco e vermelho. Mais vermelho e branco. E eu achei massa que a carreira solo sumiu o azul. É só azul e preto. É azul. Todas as capas são azuis. Ele tá vestindo normalmente preto. Tudo é azul e preto. E às vezes branco. Até os shows, eles colocam umas luzes. O palco todo fica azul. Que massa. Vamos Grêmio. Forte, mano.
do Jack White. E aí, eu não sei os pormenores, o que aconteceu, se tretaram ou não, mas enfim. Em 2005 ainda, antes do fim do White Stripes, ele monta o The Racontours em paralelo. Mas as bandas existem simultâneas por pouco tempo, né? De 2005 criou o Racontours, em 2011 já acabou o White Stripes, foi um pouquinho, seis anos ali. E o Racontours segue até hoje. Tá em... Faz tempo que não lança o disco, o último foi 2009, mas tá nativo.
Eles não terminaram. Eu acho que é quando eles... Eu não sei o que faz da vida os outros do Raccoon Tours. Mas tem empregos. Porque daí faz horas que o Jack tá mais na carreira. Ele teve coisas do Death Weather depois do Raccoon Tours. E eu acho que nesse meio tempo ele acaba ficando mais na carreira só. Eu acho que o tecladista do Raccoon Tours é o cara que toca com Queens hoje. Queens Stone Age.
Não sei se não é o cabelinho pretinho pro Max. Porque no Deadwater eu sei que tem um do Queens também. Deve ser o mesmo. Em 2009, depois de conhecer o vocalista do The Kills, que tinha substituído ele numa turnê do Harkon Trees, inclusive, eles... A vocalista. A vocalista, perdão. Se curtem horrores e aí criam o projeto Deadwater, que eu nunca ouvi, não sei nem do que se trata. É legal. É massa? Eu gosto.
Mais soturninho. É. E o Dead Weather oficialmente ainda existe, mas esse oficialmente está em ato, desde 2015. Lançaram três discos, o Hacom Trills e o Dead Weather lançaram três discos e quase ficou organizado, assim. Acabou White Stripes, aí vem esses dois projetos e a carreira solo. Quase! Ele ainda lança, durante a carreira solo, ele lança dois discos, um de cada, que eu falarei quando chegar lá.
E aí foi durante, isso aí eu achei curioso, porque eu vi na época que saiu, eu acho bem bacana, o documentário, em 2009 saiu o documentário It Might Get Loud, que é um documentário pra guitarrista, que eles juntam o The Edge do U2, ah, tudo deve enlouquecer, né, dos dois, aquela arma ali.
É, não, mas veio daí também, assim, eu acho que talvez, eu acho que é meio na época que ele gravou o cover, talvez ele tenha meio que a frequência antes, né, mas talvez ele tenha estreitado laços ali com o The Edge ali. Sim. Talvez seja assim. É o The Edge do U2, meio moderno, o Jimmy Page pra ser o guitarrista clássico do rock, e o Jack White que é um cara moderno, mas que tenta soar e experimental também pra caralho, tenta soar como os antigos e experimental.
Então, na época desse documentário, ele compôs uma música logo depois, foi convidado para participar de discos de outros artistas, e ele foi se motivando a criar um projeto solo dele, finalmente. E aí, só em 2012, lança o primeiro disco da que era solo. Blunderbuss.
Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
Eu não comentei da vida pessoal, mas ele casou duas vezes já depois da McTier, já teve dois filhos também. Aí, isso é uma coisa curiosa, esse homem tem muita informação, inclusive não te pede, a qualquer coisa que tu abrir ali tem páginas e páginas, cada disco, cada projeto, então isso aqui é pra dar a vontade de vocês de ir atrás do resto, se quiserem fofoca. Sim. Aí, já que a gente tá no... ok, ok. A segunda esposa dele era a modelo Karen Nelson.
que começou a cantar também. Ele botou na Thurman Records, ela gravou um disco com ele, eu tenho um ao vivo dela maravilhoso. E quando eles se separaram, eles fizeram uma festa de divórcio. Olha que bandesca. Tipo, uuuh!
É, mas foi só durante ali, porque depois os dois se pegaram num pau, assim, judicial, que, meu Deus do céu. Mas eu acho que eles fizeram as pazes, porque às vezes ele bota umas fotos de Natal e aí tá ele, os filhos, a ex e a atual, e tipo assim, e a atual, e o marido da atual, da mulher, então tipo assim, tá meio, fizeram as pazes. Mas ele tem esse negócio que ele entrega as esposas.
depois disso aí ele teve um lance com a moça do Dead Weather, é visível assim, e agora atualmente a esposa dele toca em umas músicas dele ela é arte musicista também bem mais nova que ele inclusive um pouco esquisito mas mais nova, tudo certo com a Leita 36 anos é uma dúvida é só porque ele já tem 50
Qual é o problema com ele ter 50? Eu senti um... Não, o problema é com ele, com 50 na moral de 86. Quer dizer, problema não tem. Eu que estou sendo moralista. É o Romulo Conservador. É o Tarismo.
Blunderbuss, cara, já começa com um disco bem original, músicas com bastante personalidade, bem variadas. Eu chamaria de um indie alternativo, mas acho que dá pra resumir esse indie alternativo como garage rock mesmo. Apesar do Wikipedia chamar de um disco de blues, eu não acho muito, cara. Eu acho ele pouco, aquele blues, pelo menos aquele blues padrão de riff repetitivo e tal.
Eu achei a produção meio fraca. O vocal tá muito apagado, mas é um disco bem legal. É aquele que, pra mim, tu não vai pirar, mas tu vai gostar de muita coisa.
Eu destaquei quatro músicas, mas daí eu falo depois, se vocês darem as impressões de vocês. Gostaria que vocês avisassem quando for o disco favorito também. Esse aí foi claramente um dos meus primeiros contatos, porque ele lançou a Love is Blindness antes desse disco, e aí depois ele colocou a Love is Blindness na versão deluxe desse álbum. Então eu acompanhei na época, eu lembro que eu adorei, eu gosto muito desse disco. A primeira música que ele soltou solo foi a Love Interruption, que é essa que a gente ouviu agora anteriormente.
Eu acho esse disco ele é suave, fácil, assim, ele não é muita viagem, assim, então pra quem não tá tão acostumado com as distorções dele, eu acho um bom começo, assim. Eu acho um disco fácil de gostar, tem várias que eu gosto, assim, e inclusive uma curiosidade sobre esse disco, ele fez duas bandas na época, uma só de homens e uma só de mulheres, e a turnê dele ele fazia essas alternâncias, era com umas, era com outras. Mas não vai misturar ninguém aqui.
é pra dizer pra não namorarem que é o que ele faz e na de mulher ele cantava e tá errado também
Mas eu gosto muito Esse disco, é um disco que quando Alguém me pergunta Eu sempre indico esse Porque eu acho mais fácil Ele começou devagar Não quis assustar logo de cara Eu gosto desse disco Gosto bastante também Quando surgiu, quando ele apareceu Eu, tá, vamos lá, vamos ouvir White Stripes Versão 2.0 Agora
E não é. Quer dizer, tem algumas coisas White Stripes ali, especialmente do Get Me High and Satan, que é um disco mais experimental do White Stripes, que é muito mais acústico, tem muito piano, coisa assim, mas ele precisava de algo que fosse a cara dele. Pra ele mandar e desmandar. É, porque tá legal, tudo tem cara de Jack White, de certa forma. Mas tá, mas o que que tu quer, meu? Qual é a tua onda leitoso?
E aí o cara... Leitoso. É, leitoso, né? E aí dá pra ver bem ele trazendo a influência do blues minimalista, da coisa motal, do vintage, que eu acho que isso tu falou da produção. Ela é uma produção vintage. Ele curte fazer esse tipo de coisa. Tanto é que na gravadora, no espaço físico da gravadora, no prédio da Thurman Records,
Tem uma espécie de estúdiozinho como se fosse dos bluseiros antigos, que é uma salinha com um microfone que tu vai ali, tu grava e tu sai de lá com um compactozinho teu. Que massa. Então, acho que ele, como ele curte essas coisas todas assim, né, então acho que faz sentido pra ele.
Essa produção mais antiga, soa mais antiga, soa um pouco indefinida, meio distorcida em alguns pontos. Mas foi a única dos discos que eu achei mais zoadinha. As outras eu achei melhor, mais bem feia. Não sei, mas eu gosto. E ao vivo é isso aí, é duas bandas. Uma das mulheres é a The Peacocks e a dos homens é o The Buzzards. E durante essa turnê, durante essa época... Tava com grana pra pagar a música. Eu assinei o clube do vinil da Turman Records na época. Olha aí!
dólar um por um, não tinha taxa ad, eu podia comprar disco de boa, sabe? Aliás, ele não comentou, ele tem desde o começo da carreira uma gravadora, estúdio, e tu pode inclusive encomendar, quero lançar meu disco lá, eles mandam. E aí, num desses pacotes só pra assinante, veio essa maravilha aqui, ó. Olha que lindo, ó igual o Tazo do Máscara, o Alce Médio. Sim!
Que aí é ele, tipo, aqui ele tá tocando com os caras, tá de preto, e aqui ele tá tocando com as minhas. Ah, que legal! E ele sempre faz as maluquicinhas no vinil, né? Eu já vi um que toca ao contrário, ao contrário eu digo, a agulha começa no meio e vai saindo pra ponta do vinil. É um disco que eu acho, ele ao vivo, assim, mostra muito a capacidade dele de tocar, sim, as músicas do disco, mas elas não ficam 100% igual.
o tempo inteiro, porque não é uma banda, assim, não é um produto que a gente vê hoje em dia, as bandas vão tocar, todo mundo soa igual ao CD, igual ao disco, e ele não, ele tem um som muito orgânico, eu acho que ele passa isso no Blunderbuss super bem, e Blunderbuss, pra quem não sabe, significa bacamarte, trabuco, aquelas armas antigas que tem a...
Aponta, parece um trompetinho assim, abertinho. Dela banda de prova nacional também. Fica a dica. Bacamarte, no caso. Ele é um cara que teve sorte de fazer muito sucesso com a White Stripes, porque ele ganhou grana pra caralho e ele fica livre pra fazer o que ele quer. Não, eu ia dizer isso. Só com a Seven Nation Army, ele paga o projeto que ele quiser. Ele tem uma...
Não, o Jack Lash, ele tem uma coisa que eu, enquanto fã, é o meu sonho pra todos os meus ídolos. Tipo, ele é o dono da gravadora. Ele faz o que ele quiser. Pra gastar com os hobbies. E ele tem... É, tipo assim, ele é famoso, mas não tanto. Porque o Jack Lash, ele é famoso meio de nicho. Tipo, ele anda na rua. A música mais famosa que ele é.
É, ele não é tão... Aqui no Brasil ele andava na Paulista, sabe? Ele não é assim. Então, assim, ele tem fama, mas não a fama que incomoda. Ele é o dono do negócio, ele faz o que ele quiser. Ele é reconhecido, ele tem um EK de eterno. Só uma música já...
Então assim, ele é ali pra fazer o que ele quiser, ele não tem... Tanto que assim, depois a gente chega nessa parte, mas assim, a forma como ele lança, ele promove do jeito que ele quiser, porque ele não tem que se vender pra gerações mais novas, pra coisas assim. Tanto que ano passado ele até tava assim, ai não vou mais fazer show, e ele pode. Aí depois ele voltou atrás, né, acho que chegaram as contas.
Mas ele ficou nessa Não vou mais fazer, vou fazer só show no meu país Aí agora ele voltou a fazer Mas ele tem essa liberdade Tanto só artística Como da gestão da própria carreira Nossa, eu acho demais isso Talvez por isso os outros projetos dele não sejam tão famosos Porque as músicas Tão a mesma qualidade, mas talvez por ele não se prestar Todo rolê de indústria
Ele não deve fazer promoções grandes, assim, ele meio que os fãs adoram e é uma coisa meio boca a boca, assim, porque ele não se promove, tá? Sim, tá no rolê dele de boa. Eu destaquei Sixteen Saltness, que eu achei divertido, é um riff massa. Love Interruption, que tá tocando. Vocais muito gostosinhos, folk rock bem legal. Ah, homônima Blunderbuss, que eu achei bem Led Zeppelin.
E a última foi a Whip Them Self to Sleep, que é a minha favorita, com pianão e vocal foda demais. Essas quatro, pra mim, são as melhores do disco. Concordo com tudo e acrescento o Freedom at 21, que eu adoro. Destaco também a faixa inicial, Missing Pieces. Que ela, tu espera, já havia aquele guitarrão, mas não. É uma música que é tocada pelo órgão, principalmente. O órgão é o principal instrumento. E ele, no solo dele...
Já a primeira música, ele assim, cara, é sobre a música, é sobre o que eu quero fazer. Não tem que ficar me exibindo aqui. Então, gosto muito, tem um groove bacana. Sixteen Saltings. Acho que podia estar no Iktamp, que é o último disco do White Stripes. Fácil, acho linda. Hip Eponymous, Poor Boy, que eu acho bem interessante, com um pianinho meio honky-tonky. E I'm Shaking. E a I'm Shaking, ela é um cover, tá? Do Little Willie John, bluseiro.
E tem um groovezinho que é uma delicinha, bom de dar aquela dançadinha assim, meio Pulp Fiction, sabe? Um pezinho depois do outro, sabe? E tem clipe, o clipe mostra as duas bandas tocando e ele fronteando as duas bandas como se estivessem se desafiando. Ai, que massa. Ele troca de roupa de uma banda pra outra, assim, aí fica meio duelinho. Muito bom. Ele tá elogiando bastante, mas eu quero relembrar que eu acho que ele é um cuzão, tá? Só pra seguir. Tá cheio do quê? Eu não ouvi, tá cheio do quê? Um cuzão.
Mala pra caralho.
Então depois que a gente terminar de gravar, eu vou te contar da peregrinação que eu fiz em São Paulo atrás desse homem nos hotéis. Me dei mal, porque ele tava escondido, ele colocou a equipe dele no hotel e ele ficou em outro. Caraca, safado. Então assim, a gente ficou se humilhando loucamente lá num lugar onde estavam o Pixies e o Shet Faker e pra nada, pra no final das contas ele tá num outro lugar lá escondido. Que ódio. Bem feito, bem feito. Ficar pagando pau pra cuzão aí. Bem feito.
Aí em 2014 sai o segundo disco solo dele, Lazareto. Essa é a brava dos bravos.
Suu... Suu... Suu... Suu... Suu... Suu... Suu... Ai, Filho Impuro, coisa linda!
Cara, pra mim, esse disco segue na pegada bem variada do anterior, com músicas bem originais. Achei a produção melhor. As guitarras estão um pouco mais sujas. Num geral, eu gostei mais desse. Ele tem bastante folk também.
Mas as músicas falaram mais comigo, me marcaram mais. Ele não é muito diferente do primeiro, não. Foi por acaso, eu acho que eu gostei mais desse, assim. Mas por gosto. Porque no geral, se misturasse as músicas dos dois primeiros discos, não ia mudar muito. Tirando a produção que eu noto. Mas eu, por questão pessoal, acho que é o mais gostoso. Essa música está tocando uma das minhas favoritas da carreira dele.
Ele foi o meu preferido durante muito tempo. Tem um outro só que meio que titubiu essa decisão, mas ele ainda é um dos meus preferidos. Eu acho ele perfeito no começo ao fim. Eu acho ele muito parecido com o Blunderbuss. Eu acho que tem muito a ver isso aí que tu disse. Podia ser o mesmo disco, tipo, versão dupla. Mas eu gosto muito mais das letras desse. Eu acho ele muito mais... Eu acho muito mais canetadas, assim, tipo, diferentes. Hablou muito.
É, eu gosto, essa música aí, a Would You Fight For My Love, eu acho ela muito dramática e ótima, assim, as românticas do Jack White, elas são muito dramáticas. Eu gosto muito, assim.
E ele tem uns... Tu não mencionou até, até falar na hora, eu esqueci. O Jack West, ele quase foi padre. Ele quase seguiu carreira seminarista. Eu li isso. Então, assim, tem... Às vezes ele tem uns viés religiosos, assim, muito sutis e muito espirituais. Eu acho bem legal. A família é bem católica, né? É. E esse disco eu acho ele muito bom, assim, do começo ao fim. Gosto também muito desse disco. Ele dá uma continuidade de boas, tranquila, no Blunderbuss.
Quem tá jogando ali naquele esquema vencedor manteve. Ele não resolveu inventar muito, reinventar a roda. Seguiu com duas bandas? Ou aquele ficou com os caras? Aqui ficou caro. Aqui ficou caro. Só com os boys, né? Mixou. Não, ele juntou. Fez um dream team. E assim, eu acho que ele tem mais um...
Não vou dizer que é mais aguadinho, não é isso. Mas ele tem a mesma essência e personalidade do primeiro, talvez com mais foco e um pouco mais dedicado a harmonias e melodias e arranjos que o primeiro. Mais maduro, talvez. Talvez, é. Porque o primeiro às vezes soa solto demais. O que também é uma característica dele, já das outras bandas também. Tipo, não vai incomodar ninguém esse disco, tá? Isso vai ser um trabalho dos próximos.
Os próximos talvez incomodem bastante. É, esses dois primeiros talvez sejam os mais fáceis pra começar. Uma coisa interessante que a Dudes falou, que eu peguei numa entrevista dele, que ele disse que algumas letras aqui foram meio que inspiradas em coisas que ele achou de anotações e textos que ele escrevia quando ele tinha 19 anos. Então ele trouxe aquelas coisas pro disco. É um Humberto Gessen. Não faz sentido.
Vamos puxar o destaquinho, então. As que eu concordar, eu vou atrás. Would you fight for my love? Lindíssima. Os backing, os backing dá um climão que é as que tá tocando. Um corinho meio fantasmagórico. Não, essa música é um climão. É tipo assim, você vai lutar por mim. É tipo, é muito dramático. Eu adoro, gosto muito, muito. Total. Se valorizando, se valorizando. Isso aí, levanta a cabeça, põe um cropped. É, é. Just one drink.
vamos se divertir um pouco, né, Leitoso? Chega de depressão no rock. Música de bar bem divertida. É um dos meus destaques também. Faceira. Lazareto, que dá pra fazer uns breakdances ali na música, porque ela tem um clima meio de jam sincopado, e dá pra fazer uns... Né, assim, umas dancinhas. E Alone in my home.
Que é botar a bota de cowboy e ir pro Saloon e fazer a dancinha todo mundo igual. Juntinho, assim. Batendo a espora no chão. Singelinha e bonitinha. Eu destaquei duas a mais. A mais não. Duas igual o Alce, duas diferentes. A True Woman eu destaquei só pelo baixo. Não precisava ter mais nada. Só o baixo dessa música. Inclusive eu não falei lá no começo. Tem várias músicas que o baixo tá muito foda. E também a Temporary Ground. Coisa mais linda. Uma música singelinha. Ah, lindíssima. Muito bonita.
Eu concordo com tudo E acrescentaria I Think I Found The Culprit Que é uma música nada a ver Mas eu achava muito divertida e legal Adoro Eu quero ver quando tu vai falar não concordo Essa eu acho ruim Duvidei Mas eu acho que não vai acontecer Depois eu volto nesse assunto
Mas acho que não vai acontecer Porque eu juro, quando eu tava Fazendo o roteiro aqui das falas Eu pensando assim, vou reciclar esse conteúdo Pra mim depois Vou fazer um do melhor ao pior Não tem pior Tem os que eu amo menos Se o pior for nota 8 Ele ainda é o pior
Tá, é. E uma outra curiosidade ao ouvinte é que nesse vinil do Lazaretto que ele começou com as maluquices master, assim, tipo, você tem uma edição especial desse vinil que tem uns hologramas de uns anjos, assim, que é bem os anjos que estão na capa com ele.
Também tem um negócio, eu não entendo muito de vinil, tá? Então me perdoe a lei guice. Mas tem um lance que depende de onde você coloca a agulha, toca diferente a música. Tem três versões de Just One Drink. Numa dessas. Cara, não é em todos os LPs. Acho que é em alguns LPs. E aí tem essas maluquices, assim, né? Essa edição de colecionador. Imagina. Esse cor não é colecionador. Então ele aproveita e bota essas maluquices pra galera ficar doida.
Esse disco que é de um álbum que vai chegar ainda, que a minha amiga... Este é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que é um álbum que
Me emprestou, era lindo. Ele vinha com a espuminha redonda pra te botar o vinil em cima, assim, todo personalizado, muito foda. Aí, em 2015, o Dead Weather lançou o disco mais recente até o momento. Mesmo ainda em paralelo com a Era Solo, saiu o último até agora, né? A banda não morreu, mas faz muito tempo que não grava nada.
Em 2018, sai o terceiro álbum do Jack White, Born in House Rich. Don't you know what I'm suffering from? Ease my pain, make it wash down with rain.
Este é o canal Velja Este é o canal Velja Este é o canal Velja Este é o canal Velja Este é o canal Velja Este é o canal Velja
Aqui o homem viajou, né? Não, esse disco é um surto. Esse disco é um surto. E essa música aí eu adoro. Mas ela já é um desespero. Se te magoei, então vai embora. Fiquei feliz. Esse disco é um surto.
É um disco bem pretencioso. E isso nem sempre é pejorativo, né? Os Illusion do Cão são pretenciosos e eu acho o máximo. Eu adoro esse inicial. Não, não, aí também vamos com calma. É um disco que soa meio Queen, meio David Bowie, querendo ser grandioso, sei lá, tem uns elementos eletrônicos estranhos, orquestração, guitarra distorcida, música counter, é uma mistureba maluca, não me pegou. Ele não chega a agredir.
Mas ele é bem esquisito. A produção também achei esquizofrênica. Cada música soa de um jeito diferente. Tem muito instrumental, assim. Eu senti que ele quis pagar de artistão. Expandido. E esse é o que ele nem precisa, né? Porra, se tem alguém, não precisa ele. Nunca viveu pela grana. Apesar de ter ganhado muito. Ele quis expandir, sei lá, pro experimentalismo. Mas pra mim saiu tudo meio torto. Tu não é o Frank Zappa, cara.
Mas assim, a crítica é amor. Então quem sou eu? Não entendo nada.
Mas ele é estranho mesmo. Eu gosto desse disco, mas ele foi um dos... Logo que ele saiu, ele lançou Over and Over, né? Se não me engano. E aí, tipo assim, eu gostei, mas eu lembro que na época que ele saiu eu fui atrás das outras, eu fiquei, ó, não. Aí, mas anos depois, com muita calma, eu falei, não. Eu vou tentar entender o que ele quis dizer. Não entendi, mas gostei. Tem várias faixas ali que eu gosto, mas é muito estranho mesmo, assim. Ele tem muito instrumental, que eu não soa muito, assim.
Mas eu gosto, é um surto Esse não dá pra indicar pra desavisados Não, se tem um disco pra não gostar Da carreira é esse Discordo, falaremos depois Tô louco, bicho Tem uma continuação disso aqui ainda Algumas anotações que eu botei aqui Cientista maluco que foi longe demais
Pra mim esse é o único disco fraco. Que loucura. Tô curioso pra saber qual é o outro. Willy Wonka que realmente mata as crianças. Que horror. Ele tem uma vibe meio Willy Wonka. Ele é muito... Pra mim ele é do sarcófago total. Vampiro. Ele é enorme. Ele tem quase dois metros. Sério? Isso aí eu nunca reparei. Tem um 90. Caraca. Por isso que hoje até ele saiu na rua. E deu um tchauzinho pros fãs. Eu até voltei no story assim. Ele se arrisca saindo no sol. Porque pra mim ele é muito vampirão. Vira uma...
um montinho de cinza no show. Ele tem 1,89. Caraca, bicho. É, Nick Cave e Jack White caminham no sol. A piada é essa. Eu sou um centímetro mais alto que o Jack White, mas daí ele usa chapéu e ele me ganha. Ele sempre foi excêntrico, sim. Então, por isso, eu devo dizer assim, esse é um disco porra, corajoso. Mesmo por ter excentricidade, ele é um disco corajoso. Esse é o adjetivo que dá pra botar. Corajoso.
não é fácil ele explora as sonoridades que não são convencionais muito efeito diferente que as vezes eu tenho impressão que ele não sabe estou só botando aqui, mexendo o botãozinho e eu não sou contra o experimentalismo, nunca fui contra, inclusive tem amigos que são tem até amigos que são experimentais mas aqui pra mim foge um pouquinho porque eu acho que ele perde a linha de coesão do disco atirou pra todo lado atirou pra todo lado
Então, não tem menos momentos bons nesse disco, muito sem sentido e pouca coisa que eu acho que realmente fecha direitinho. Tem coisas que eu achei até meio prog no jeito de compor. Prog passado pelo filtro leitoso, assim, meio avant-garde e tal, mas que, cara, por exemplo, a primeira música, assim, meu Deus do céu.
Eu fiquei assim, cara, tá no sétimo minuto já e não, as músicas são curtas. Então, demorou pra passar o tempo desse disco. Eu só destaquei inclusive essa que tá tocando, Connected by Love, que eu acho ela interessante, ela é meio Queen, meio qualquer coisa e eu nem gostei tanto, mas foi a única que eu consegui destacar, sim. Mas de novo, ele não me agride, não é aquilo que batira, pelo amor de Deus. Só no...
Ainda mais comparado com os outros que vinha tão bem. Aí parece que assusta mais. Eu gosto dessa citada. A minha preferida é Respect Commander, que é um surto, mas eu gosto. É muito tipo assim, minha mulher manda em mim, eu acho que eu curto. Mas é, mas eu gosto. E tem aquela Why Walk a Dog, que também é um surto. Porque o cachorro anda na coleira. Enfim, mas eu gosto. Eu concordo com as críticas que vocês disseram, mas eu gosto, ainda gosto desse disco. Mas tem que ouvir avisado. É.
Destacou alguma coisa? Ah, pra ir de primeira. Destaquei. Não foi fácil, mas destaquei, tá? Cara, Wild Walk a Dog. Eu acho ela bem David Lynch, assim, o jeito dela. Ela é aquela coisa que eu acho interessante. Ela é esquiva, meio traiçoeira, assim, o jeito dela, da música. E destaquei over and over and over, assim, por ter um pouco mais de estrutura. Os coros eu não gosto, tá?
mas, porque eu acho que eles se repetem e ficam um pouco insuportáveis. Mas, ainda no final, tirando aquilo ali, ou diminuindo um pouco a intensidade, ficaria uma música bem bacana. E aí, um ano depois desse disco, em 2019, lançaram o mais recente até o momento do Racontour.
Então o último do Hakuma Tours foi lançado em 2019 também, em paralelo com a carreira solo. Até fiquei na dúvida se quando a gente lançou o episódio já tinha esse disco, mas já tinha, nosso episódio 2020. Então se você quiser saber, ouça nosso episódio lá que a gente fala dos três discos. Em 2022 sai o quarto álbum, porque assim, em 2022 sai o quarto e o quinto, né?
Sim, ele deu um surto de criatividade. Resolveu lançar dois discos ao mesmo tempo, um rock e um folk. Vamos pela ordem de lançamento, foi um pouquinho antes do outro. 2022, o quarto, Fear of the Dawn, que é o disco rock. Isso é o Woman do Wolf Mother, hein? Meio que teve Impala, Elephant também.
E é isso aí, é um rock bem sujão, distorcido, vocal um pouco apagado também. Acho que é o mais pesado da carreira dele, apesar de ainda ter um Q eletrônico aqui.
Eu acho bem legal, mas tem uns elementos esquisitos. Eu acho que ele não vai ser pra qualquer um. Tô chutando que talvez o outro que vocês estão comparando com o anterior seja esse. Mas eu ainda acho ele muito melhor, muito mais acessível. Eu acho bacana, bem original também. E esse disco tem um baixo absurdo de lindo. É esse aqui que vocês estavam comparando? Não, não.
No meu caso, no Lazaretto eu falei que foi meu preferido por um tempo, o Fear of the Dawn meio que desbancou o Lazaretto, eu acho que é o meu preferido hoje. Porque assim, os dois eu acho 10-10, os dois eu acho maravilhosos, incríveis, mas eu vivi muito a era do Fear of the Dawn, isso é uma coisa muito...
da meu lado super fã, né? E é minha capa favorita. Eu acompanhei quando saiu, eu lembro que eu escutei muito, assim, na época, eu vi o show dele dessa época, eu vivi muito essa fase, assim, então acaba que ele me pega mais. Agora eu vou exibir o meu merch, que nem o Elton.
Eu não tenho vinil porque não tenho vitro, nem nada. Aí eu comprei essa bela eco bag. Olha que bonito. Azul, obviamente. Que tem essas belas fotos dele. E atrás tem o coisa. Ela é pra carregar vinil e tal. Mas enfim, um grande sucesso.
É pra fazer a feira. É, eu vivi muito essa fase, assim. Então acho que é por isso que esse acho que hoje é um dos meus preferidos. Ou o meu preferido dele. Mas realmente, eu não acho que ele seja esquisito. Eu acho que ele é bem Jack White e solo. Ele é mais ousado que o Lazaretto. É por isso que é mais pesado. Mas ele é muito mais acessível pra mim do que o Borden House. Não, com certeza, com certeza. Aqui, eu acho que pra mim, ele continua explorando esse lado excêntrico do Borden House. Só que pra mim aqui tem mais foco.
Eu já gostei mais desse disco. Já achei melhor resolvido. Então deixa o guri solto no experimentalismo. Sim, mas com aquela correntinha. Então é que nem os cachorrinhos lá. Corre, corre, corre, corre. Pá, para. Aqui, aqui, tem o limite. Tem tudo para conquistar o meu coraçãozinho. Esse tipo de som. Mas também, de novo, eu acho que nas composições tem mais coisas que eu não gostei do que eu gostei. Lamentável. Esse aqui é tua cara.
É, né? Eu acho que tu tem que ouvir de novo. Até gostar. É, talvez, talvez. Às vezes as coisas não pegam de primeira, né? Porra, Pink Floyd, minha banda favorita, e não pegou nem de terceira. Então, assim, não é exatamente um disco ou um cara que eu diria nunca mais vou escutar agora que eu não ouvi uma vez. Não, provavelmente eu vou voltar. E aí talvez tem que fazer o CMM Regrets dentro... Ah, uma hora dá pra fazer mesmo. No episódio, tá? Mas...
Ele tem pra mim um som que é o carnival americano, estadunidense, aquela coisa europeia, não é carnaval, né, gente? Marligar? É, uma festa itinerante, meio circo, assim. E chamaram esse disco de carnival prog. Caraca! Mas estamos inventando gênero até não poder mais. É, mas eu achei que fez sentido de alguma maneira esse termo, não sei.
De novo, o cara é excêntrico, o cara é meio esquisito, então tu dá um, ah, isso aqui é um Botticelli Black Metal. Ah, tá, entendi, maravilha, sabe, sei lá. Acho que também não é um bom disco pra se começar a ouvir, Jack White. Eu acho que pra quem é mais do rock mais pesado até é. É. Não sei.
Sei, acho que tem outros. Bom, enfim. Mas acho que ainda é um disco que eu pretendo dar mais chances, ao contrário do boarding ali. O outro tá ouvido, é isso aí. É, vou tentar ouvir de novo depois, mas eu preciso de um tempo, sabe, pra relação ficar...
equilibrado e equalizado. E eu não tô comentando a recepção, mas assim, absolutamente todos os discos da Caíra Solo, a crítica e as notas são super altas, tudo bem avaliado, a galera ama a crítica, pelo menos. Dos destaques do Fear of the Dawn, eu gosto muito da faixa de abertura, que é de Saking Me Back. Amo Shading My Velvet, acho muito boa, mas eu acho que uma das minhas preferidas é Hide The Hole, que é uma música muito esquisita, que tem um sample de Hide The Hole Man.
Que eu já conhecia e amava por causa de uma música do Tropquillas Tipo, nada a ver Nossa, o Tropquillas tem uma música chamada Ride the Rock Que é um... o Tropquillas, porque não sabe, é um duo de trap Meio funk, meio eletrônico, assim
E eles têm essa versão dessa música. E o Jack Watt trouxe uma versão rock, sabe? Tipo, com os mesmos samples. Então eu já tinha... Quando eu vi o nome no tracklist, eu já fiquei tipo, nossa, será que é a mesma? E sim. Então foi bem legal, assim. Esses são os meus destaques. Mas é um disco que eu gosto dele todo, assim.
Eu destaquei 5 e acabei de ver que é um dos discos que eu mais destaquei música. Fiquei surpreso. Take Me Back, guitarra. É só ruído de tanta distorção, mas é do caralho. A que está tocando agora, que é a homônima, Fear of the Dawn. Tem um riff que pra mim me lembra o Woman do Wolf Mother, mas foda-se. Duas músicas foda. The White Raven, que é bem maluca, mas essa me pegou demais. Não sei, a maluquice dessa música me acertou em cheio.
Aí tem umas músicas que ele dá uns nomes complicados aqui de falar. Eusofobia. Eusofobia. Eusofobia. Bem maluquinha também, divertida. E a Morning, New and Night, que é marcadona, um piano loucaço, são as cinco. Que eu amei esse álbum. Estaquei três, Take Me Back também. Estorcidaça. Tá, o meu coraçãozinho tá ali.
Morning, Moon and Night. Acho que talvez seja a mais normal do disco. É verdade. É um pouquinho desconexa, mas eu desconexo na medida. De novo, né? Puxa a coleirinha na hora que o filme não fugir. Para, stop, Forrest, stop. E é Fear of the Dawn. Que é essa que tá tocando, que é um quase stoner, assim. O tu chamou no Wolf Mordor. Eu chamo muito no Tame Impala, do Elephant.
Tem aquela guitarra com aquele fã super saturado ali. Esses solos meio psicodélicos, cortante, navalha. Eu acho muito legal. E ele tá com uma interpretação boa aqui também. Dúvida. Eu não sei se vocês vão saber responder. No Ao Vivo tem outro guitarrista ou é só uma guitarra, só a dele? Não, tem outro. Tem outro, justo. Imaginei. Mas o Brilho é dele, o outro só tá ali pra... Fazer a base. ...da alguma coisa errada.
Então, no mesmo ano, né, sai o disco Folk, que é o Entry Heaven Alive. 1, 2, 1, 2, 3.
Eu consigo visualizar o Pernalonga dançando e o cara com o violino, mano. Essa aí é a versão Take Me Back.
Esse disco é o que eu menos gosto. Ainda assim, é um disco, como tu disse, o seu que eu menos gosto é oito, esse é um oito e meio. Na verdade, eu acho que assim, quando ele anunciou que ele ia fazer um disco logo em seguida do Fear,
queria lançar, ah, que ia ser mais acústico, não sei o quê, eu não sei, eu acho que eu, como eu gostei tanto do Fear, esse aí acabou que eu gostei menos, o Fear meio que ofuscou eles. Faz sentido. Eu acho um disco bem, eu gosto, eu acho ele agradável, só que eu não sei se precisava de um disco inteiro acústico. Talvez se ele tivesse colocado algumas dessas faixas no Fear, teria ficado incrível, assim. Tem um, é meio estranho falar isso, mas enfim, ele me lembrou muito um ex-ídolo meu, que é o James Blunt,
Só que versão folk Tem umas músicas que tu fica É legal, eu adorava o James Mas eu fiquei meio assim Parece que não tem tanto a essência As coisas que eu gosto mais do Jack White Eu não vi tanto nesse disco Apesar de ser um disco bom A gente relaciona ele logo a uma guitarra distorcidona É um pouco estranho É por isso que eu acho que ele podia ter colocado Tem várias músicas legais nesse álbum Eu acho que ele podia ter colocado elas no Fier Ou talvez se ele não fosse lançado mesmo ano
É. Tu absorvesse depois que eu já tivesse sentido falta de um lançamento, vem esse, talvez gostasse mais. É. Eu confesso que quando eu li que ele lançou um disco folk, eu me empolguei, né? Porque atualmente meu gênero, meu subgênero favorito do rock é o folk, folk rock. Só que o disco, assim, ainda acho bom pra caralho, mas ele não me marcou muito, sim. Achei inusitado, porque eu amo folk.
As músicas não me marcaram. Eu acho ele bem original também, muito bom. Acho bacana, tem até um pouco de jazz em alguns momentos. Acho que dá pra dizer que é o disco mais suave da carreira. Belíssimas canções, bastante piano e violão, a voz mais calminha. E ele não chega, e talvez por isso não tenha me pegado tanto, ele não chega a soar caricato e não soa como o folk antigo. É um folk moderninho ali, também não chega a ser um... Como é que é aquele folk que todo mundo ama? Aquele folk pop?
Ah, como é que é o nome daquela banda? Manford & Sons, que é o novo folk. Ele não soa assim. Ele é um folk bem original, bem dele. Eu ainda gostei bem. Eu achei que eu ia gostar mais. Achei que podia ser meu favorito, mas não. Não chegou perto. Esse ano, o Jack White, the third, a gente esqueceu de falar isso, né? Jack White, o terceiro. Terceiro. Meteu o King Geezer, né? Vou gravar dois discos num ano só.
também quando eu vi que era é, quando eu vi que era do mesmo ano assim, eu fiquei com muito medo assim, de achar que, bah, o cara simplesmente entrou na autoindulgência e saiu gravando o que ele tinha de qualquer maneira, mas eu acho que as duas coisas funcionam, mas eu concordo com a Dudes muito, assim, se tivesse um sei lá, um produtor, assim, que o cara confiasse, ah, eu tô com essas, sei lá 26, 27 músicas aqui vamos fazer um disco foda?
Vamos se fizesse um mix seria muito bom ainda bem que o Daniel não tá aqui, a mesma coisa eu faria com o User Illusion, tá?
da sua sua de Guns. Aí tu viajou, aí tu viajou. Tem muito lixo naqueles dois discos, Deus livre. Mas enfim, né, baixa a bola, se abraça no violão, faz um disco legal de folk country, e tem umas coisas que até quase celta, tem hora que eu ouvi que parecia que tava o Jetro Tool tocando, assim, eu achei interessante. O que que tá acontecendo? Onde é que eu tô? Tá acontecendo muita coisa do LED 3, aqui também, aqui eu acho que é o disco que ele tá mais soando como o Plant.
em algumas das faixas acústicas. Tem esse clima pastoral, melancólico, meio introspectivo. É uma boa respirada, mas não me conquistou 100% também. Conquistou uns 70%, 60%. Ainda assim, é um disco legal, mas vou dizer que eu gostei mais do Fear of the Doll.
em vários momentos ele me lembra o Led Folk, e pra mim é o melhor Led Zeppelin que tem o Led Zeppelin Folk, eu sei que pode ser um absurdo falar isso, né? Mas tem um absurdo maior que falarei já, eu conheço muito pouco do Led, muito pouco. E aí vocês falaram sobre isso ao longo do episódio, eu fiquei, hum, vou catar. Depois aceito indicações para iniciantes.
É que o LED, basicamente, ou é um hard rock, claro, é um hard rock pesado pra época, né? Ou é um folk, um folk rock. Então tem as duas vertentes ali, as duas são boas. É difícil tu gostar só de uma, porque é tudo muito bom. Até porque eles copiavam de gente muito boa. É tudo plástico. Que coisa merda.
Mas é bom, é bom. Destaco, All Along The Way, Voz e Violão Belíssimos, Clima de Fogueira. Aquelas músicas pra cantar aquele cenário que só existe nos Estados Unidos, né? Só em filme americano, todo mundo sentadinho em volta da fogueira tocando violão. Love is a Selfish, que... Violão, quase foi a que eu escolhi pra pôr. Violão, o jeito de cantar que me lembra muito as folk do Led. Tipo...
Rain Song, Over the Hosen Far Away, pô. If I Die Tomorrow, que eu acho belíssima. Tem uma levada gostosa demais. E aqui você tá tocando Take Me Back, Gently. Achei bacana, Gently. Que parece música de Saloon. Achei ela bem divertida. Meus destaques foram All Along The Way também, lindo demais. Triste, folk, melodiosa. Essa que eu achei meio de Atrotu em pontos, minha preferida do disco. Help Me Along, pra mim parece um The Kinks.
com o Robert Plant cantando. Please God Don't Tell Anyone, que daí é mais Stones, com aquela brisa meio blues folk dos Stones ali do Satanic Magic's West, do outro lado do banheiro, que eu me esqueci o nome. E Queen of the Bees, que também é outra meio Kinks, Beatles, que é bem delicinha de ouvir. Concordo, eu destaco a It's It From You To Me, acho que é uma das que eu mais gosto, All Along The Way.
I've Got You Surrounded by My Love, se não me engano. Gosto e acho que If I Die Tomorrow, uma das minhas preferidas também. Mas as citadas também assino embaixo. A Take Me Back, Gentleman eu já não gosto. Eu acho muito o Pernalonga dançando. Ai, não. Eu acho que é porque eu gosto muito da outra. E aí eu fico, ai, não.
Mas eu achei curioso Se esse disco, vocês compararem Com o outro mais fraco Pra mim o outro é bem pior, inclusive Mas é que o outro, tu diz o pior É o boarding house Mas não é, é que a gente tá esperando Do Jack White Loucuras E esse aí quebra
Ainda que o outro seja loucura demais Eu acho que é a quebra desse aí Que a gente fica meio... Porque saiu muito em seguida do outro Porque saiu muito em seguida do outro E aí em 2024 Sai o mais recente disco O último até o momento Com o nome mais preguiçoso Até porque não tem nome O nome do disco é No Name
Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o canal dos Este é o
E aí, pra minha surpresa, que assim, eu ouvi os cinco discos um atrás do outro, e daí eu pensei, ah, vou jantar, vou dar um tempo, depois, antes do podcast, eu escuto esse. Então eu achei, tá, é o Restolho, é o mais recente. E filha da puta, virou meu disco favorito.
Tamo junto. Esse disco é muito bom. Nunca imaginei que o mais recente ia ser meu favorito. Ele volta ao som mais clássico dele, dos primeiros álbuns. Meio rock indie alternativo, que eu concordei com o Alça agora.
Garage Rock. O disco na essência é de guitarra bem pesada e distorcida, mas as músicas sempre tem umas passagens mais calma e bonita. Fiquei muito surpreso com esse álbum. Só música foda, empolgante, boa pra ouvir se chacoalhando. Talvez o disco mais let's happen dele, entenda como quiser, talvez seja o disco mais consistente. Claro que eu mesmo comentei com a Dudes que eu acho esse aqui o que as músicas variam menos de estilo entre elas.
É um disco com uma identidade mais definida. E nesse, pra mim, ele largou os elementos eletrônicos, graças a Deus. Porque tinha nos outros ainda, volta e meia, entrava uma coisinha estranha. E eu até gosto, eu amo music, eletrônico pra caralho. Mas no som dele eu achei estranho. E esse disco não tem, então eu já curti pra caralho esse aqui.
A capa é, acho, bem sem graça, infelizmente. Os capas aí normalmente são boas. É que esse disco foi aquele que ele lançou do nada. Como a gente comentou, ele pode fazer o que ele quiser. Então quando ele simplesmente lançou esse disco na loja, lá na distribuidora, na gravadora, e era isso. Ele disse até que primeiro ele disse que não ia ter digital. Aí as pessoas ficaram que nem faziam os Incas, correndo pra disponibilizar o Pirata.
Tipo assim, eu lembro que eu fiquei desesperada. Ele saiu, sei lá, numa quinta, não lembro.
E aí eu fiquei tipo, meu Deus, e agora não vou ouvir? Aí no sábado, algum santo lá tinha subido todo no YouTube, no canal pirava. Aí eu lembro que a gente ficou escutando assim, nossa, os discos secretos. Não tinha nome, não tinha capa, era só a fotinho do disco. Ele deu de brinde, né? E aí depois...
cliente da gravadora. E aí depois só que ele divulgou que o nome era no name, sem nome, aí ele botou no Spotify, então teve toda essa ansiedade, e foi meio do nada. Fez o charminho dele. Fez, não, sucesso. O cara foi na loja, quero comprar um adesivo, tá, toma um disco de brinde, é o contrário. Ah, meu, esse, como eu falei antes ali, eu comecei a ouvir tudo ao contrário, né.
pra ver se eu não perdia nada. Então pra ti só piorou. É, cara, foi tipo, meu Deus do céu, que troço foda, onde é que esse homem estava, né? Ah, tu deve ter até se questionado, será que eu gostei mais porque eu ouvi esse primeiro? Sim, sim, mas, cara, mas é um disco bom, meu, assim, meu Deus, uma surpresa, ele lançou como surpresa, surpreendeu a todos nós aqui, né, meu.
um retorno pro som dele do começo e mais, e conversa com as outras bandas dele também. Acho essas músicas muito mais marcantes, a sonoridade tá irresistível, a pegada com um groovizão, assim, que eu não tava sentindo falta. Muito groov. Cara, é tipo assim, ele abraça o passado um pouquinho, mas nos convida pro futuro. Sabe? Então, cara...
parabéns, leitoso, que belo disco, entrou pra minha lista agora, vou ter que comprar essa merda. Não, e é louco assim, porque esse disco ele opera, entre aspas, numa zona segura do Jack, mas ainda assim não é um marasmo, não é uma coisa que a gente já tava esperando. Não é genérico também. É muito bom.
Não, é muito bom em todos os sentidos. Essa turnê que disse que talvez ele venha pra cá, então estou torcendo. É raro a gente gravar de banda que o disco mais recente é um dos melhores e ainda mais, o mais recente é tipo de dois anos atrás, não é o mais recente de 83. Eu adorei meus destaques. Ah, tem uma curiosidade aqui nesse disco.
ele também resolveu botar a família pra trabalhar, né? Então, a esposa Olivia Jean tocou baixo bateria em algumas músicas e a filha dele tocou baixo também. Olha aí. Em algumas. Ah, essa eu não sabia que legal. Ah, tô pagando aí o colégio de vocês e as coisas, os disquinhos de vocês. Vem trabalhar agora. Vamos fazer essa grana funcionar. Vamos fazer a economia girar, gurizada. Gurias, gurias, vamos lá fazer a economia. Vamos, gurias. Gurias. Então, Old Scratch Blues.
Não deixa pedra sobre pedra. Essa aqui é a declaração clara do que a gente vai ver pela frente. Pegadaça, empolgante. Foda. That's how I'm feeling. Uma maravilha. Ah, sim, maravilhosa. Ela é boa pra uma dancinha de leve, mas também dá pra bater cabeça. Talvez seja a minha preferida do disco. Arch Bishop Harold Holmes. O clipe é bom demais, cara. E tem o John C. Reilly, que fez um monte de filme de comédia. Magnolia.
como o Archbishop como o pastor da igreja o Pippet super bom essa aí foi a que tocou na segunda música do episódio quando a gente falava do começo da carreira e eu acho o vocal muito divertido e com uma guitarra bem ledzap Tonight parece um Kiss meio Firehouse, gostei bastante What's the Rampus adoro a melodia da voz instrumental discreto eficiente pra uma dançadinha é
Aquela dançadinha na frente do espelho com uma vassoura, sabe? Que daí a vassoura vira uma guitarrinha e vira um microfonezinho de vez em quando. E finalmente Missionary, que é uma energia que anda e para, assim, meio no estilo The Hives da cabeça.
Mas cara, que coisa linda esse disco, eu tô muito feliz de ter escutado. Destaco tudo e também It's Rotten Rats. Eu acho bem divertida também, bem boa. Tudo um grande sucesso. Dos meus cinco destaques, duas o Austin não destacou, que foi a Bless Yourself, que eu acho pesadíssima, a guitarra violenta. E a Underground, que eu acho um blues dançandinho, a guitarra malandra, muito massa.
E pra mim já é o disco que eu indico pra quem quer começar a carreira solo dele. Mas se pegar um dos dois primeiros, também não vai se chatear. É muito louco, é bem como vocês falaram, é muito louco indicar pra alguém que está começando o mais recente. É, exato, exato. Mas realmente, aqui é um caso que se aplica. É, o mais recente é os dois primeiros, aí os mais esquisitinhos são os três do meio.
E que assim, nem é tão esquisito, dá pra curtir É, o Enter in Heaven não é esquisito Só que é muito diferente do que Ele se propõe normalmente, né? Sim Aos, concorda? Indicaria esse também? Eu não sei se eu indicaria Esse, mas Eu diria assim, ah, houve O Lazareto ou o Blunderbuss Mas ó, houve um deles E cai pro no-name Uhum
Só pra garantir, se tu não gostou deles, ouve o no-name como backup ali, se não rolou. E se rolou, vai pro no-name direto, que a alegria vai continuar. É. Mas se rolou, vai gostar de quase tudo. A chance é grande. E aí encerramos a carreira do homem, que está vivo, está ativo, e já tem dois anos, hein? Já tá na hora de lançar mais um novo daqui a pouquinho.
Não, é que tá, ele lançou Aí ele veio com essa de, ai não vou fazer show longe Eu quero fazer show na minha Kombi Aí ele tinha uma Kombi Aí eles viajavam nos estados Aí depois parou, aí depois acho que bateu as contas E aí ele lançou outras Outras datas E aí sumiu, e agora ele tá com Uma turnê grande na Europa Em alguns lugares, outros também E tem uma torcida De que ele possa vir pra cá no final do ano
E ele tava há pouco tempo Esse episódio ia demorar um pouco pra sair Mas ele tava há umas semanas atrás No Saturday Night Live Ele e o Jack Black Bem divertido Os dois formam o Jack Gray Jack Zebra
Queridos ouvintes, não temos Daniel Ezerhaj aqui hoje pra ler os comentários, então eu lerei. E assim, esse episódio a gente tá gravando bem antes, porque a gente tá com os episódios reserva. Então no momento da gravação, o mais recente publicado é o 760 Batalha de Riffs. Lerei os comentários deste episódio. Priscila Souza diz, Iron tem tanto riff foda que eu acho que dá pra fazer uma batalha só deles. Dava mesmo.
Quando a gente terminar os discos, a gente começa essas patifarias. Alex Pinheiro, o Alcio decidindo o voto mediante se é possível dançar quando sugeriu a lua me traiu. Já sabemos qual é o verdadeiro campeão dos riffs.
Tem que ter uma playlist Com as músicas desse podcast Rafa Arduini O máximo de Cannibal Corpse Que ouviremos esse podcast Infelizmente Um dia a gente grava Cannibal Corpse Assine Eu não colmi nada, é porque vocês não gostam? É podreira, é death metal Black Eu gosto de alguns deaths, olha que chocante Então tá, próximo episódio com a Dudes de Cannibal Corpse
Ele padrinho e peça Canibal Corpse. Emanuel CDR, very nice esse episódio, muito obrigado. Felipe Decol, ultimamente CMM tá assim, Soundgarden? Hoje não, Faro. A gente tem chegado muito Soundgarden de graça, né? Tô até gravando um episódio pra compensar isso.
Rafael Richard Jr., master, entre aspas, periga ser um dos melhores riffs do heavy metal como um todo. Master of Puppets do Metallica. Off topic, essa semana vai ser meu primeiro show do Gans, que as produtoras façam mais turnê como esta que roda em O País. É verdade, né? Porque o Gans tocou em várias cidades do interior aí.
Mas tu sabe que em algumas cidades do interior deu ruim, assim, em relação à estrutura do local, não do local do show, mas, tipo, assim, eu acho que... Eu não me lembro agora se foi Campo... É, foi Campo Grande. O trânsito tava coisa de cinco horas pra um trajeto, assim, que levaria vinte minutos, assim. Não tem estrutura. É uma coisa que acontece... Tu é da onde, Alcio? Daqui. Porto Alegre.
Ah, uma coisa que acontece ali na Fierg, sabe? E olha que tem estrutura, mas lá não estão acostumados, então assim, deu isso, assim, muita reclamação, assim. Rayan, agora esperar o episódio de riffs nacionais. Dá pra espremer muito essa vaca ainda, kakakada, a gente vai longe. Vai ter batalha de riff 25. Gustavo Belniac, na próxima batalha de riffes, coloca o riff safado de Pantera Walk.
Pantera tem vários riffs bons. E o último comentário de Bruno Felipe dos Santos. Quando falaram que a tradução para The Trooper é o tropeiro, minha mente desenhou a imagem de um show do Iron Maiden rolando e o Bruce Dixon entrando piochado no palco. Seria maravilhoso. Aí faltou o Daniel aqui traduzindo os nomes das músicas. Faltou, faltou sentir muita falta disso. E eu vou dizer que uma vez eu e um camarada, a gente chegou a pensar em fazer um The Cure cover Galdério.
Que aí, tipo, a forest seria o mato. O mato. Banda Acura tocando o mato. Queridos ouvintes, muito obrigado pela companhia maravilhosa de todos vocês. Sigam a Dudes no Instagram, no YouTube, em todos os lugares. Até semana que vem e tchau!
Tchau. Tchau. Eu lembro que os primeiros eu ficava de cara que não tinha o momento do tchau. O Rob já tinha parado de gravar. Eu fico mais com esse corpo. Tchau é agora. Esse tchau que tu deu. Estamos encerrando. Obrigado pela presença de todos. E no próximo tem muito mais.