CMM #763 - Alistamento, Espaço e Janela
No 763º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Konzen, Daniel Iserhard e Marcel Pfütz batem papo sobre qualquer coisa, com sorte até falam sobre música.
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E aí
começa agora mais um episódio sem pauta do CMM. Eu tenho aqui comigo o Daniel Izerhard. Oi, e eu tenho comigo o Marcel Suspeito. Olá, e eu tenho aqui comigo o Romulo Metal. Olha que bonito. É um toque de bola. Queridos ouvintes, se você gosta do CMM e quer que a gente continue produzindo, nos ajude, nos ajude financeiramente porque elogio não paga conta. Quem precisa... Eu tenho aqui.
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Estamos aí hoje para mais um episódio sem pauta. Se esse é o primeiro sem pauta que você está ouvindo, o nome é autoexplicativo. A gente só bate papo sobre o que der na telha, amigos conversando sobre qualquer bobagem. Não temos roteiro nem nada e a gente fala de música se der vontade, não é obrigatório. Isso aqui é como se o CME fosse um podcast de qualquer coisa. A nossa folga, a nossa brincadeirinha. Inclusive, acho que é a vez que a gente ficou mais tempo sem gravar.
Foi um... faz uns 10, 15 episódios mais. Pô, aí não pode, aí não pode. Aí tá errado. A gente gravou aquele O Que É A Vida, deu bad vibe em todo mundo, a gente não deu um tempo. Teve que dar um tempo pra não cair nesse buraco de novo, né? Inclusive, às vezes, nem fica engraçado. Aquele último, ele ficou batendo papo sério, e é isso. Estamos aqui pra refletir. Se o tempo o Paulo tava... O Paulo tá tendo agora... tem filosofia agora, né?
Caralho, porra Mas foi na quarta que eu comecei a ter também Porra, eu fui no oitavo Ele tinha que fazer uma pergunta Assim, umas perguntas Assim da vida, aí ele perguntou Professor, o que eu sou? Porra Caralho, já jogou essa no peito do professor Já tirou dez, dez Aí eu falei, olha aí Tinha que ouvir o CMM lá Não, por favor, não faz isso Pra onde vou? Então o Daniel já deu Um gostinho do que será o episódio Depois da vinheta E aí
F*** You Are Tokyo! Siga uma doutora de uma mulher. Come on, come on, come on. Dá-me tudo, dá-me tudo, dá-me tudo. Dá-me tudo, dá-me tudo. Dá-me tudo, dá-me tudo. Dá-me tudo. Dá-me tudo. Dá-me tudo. Crazy. Me don't mind.
Que maluquice isso do só ter noitava, Marcelo. Eu fico pensando... Ensino público, né? O Google resolveria, mas não quero fazer isso, porque aí perde a graça da conversa. A cadeira escolar... A cadeira não, o calendário também não. A grade escolar não deveria ser um padrão, não é? O Mac não define isso. Porque eu lembro também que o meu era particular, então talvez por isso o particular tem mais liberdade, né? Eu lembro de... Num ano tinha espanhol, no outro já não tinha.
Mas é que o ensino público depende muito de professor, né, cara? Esse é um grande problema. Eu, por questões de professor, de concurso e de contrato e tal, no terceiro ano eu não tive química. Que louco! Inclusive, até eu acho que esse negócio de um órgão decidir o que todo mundo vai dar, eu acho meio tenso, porque tu engessa muito o ensino. Porque, por exemplo, acho que aquela escola tem um currículo tal, a outra tem tal. Prefiro aquele, vou botar naquele. Não, mas o mínimo é que você tem.
Eu acho que não é tão congelado assim, porque a gente tem as igrejas, as escolas confeccionais, que daí já teve escola aí, já tem escola que vai para uns caminhos tortos, né? Mas daí é particular, não. Mas eu digo mesmo assim, a particular, ela tem que seguir o padrão em posco. A base, né? A base, né?
É que normalmente cadeira como filosofia, línguas e tal, nunca foi, não é as de importância, né? Eu até diria assim, ó, eu não lembro, tá, quando é que eu tive filosofia, mas na quarta série com certeza não foi, que nem o Romulo diz, com certeza não foi. Eu acho que o Paulo tá na quinta.
Se eu não me engano É agora, passa depois sexta-feira Agora sexta-feira, sexta série vai pra amanhã daí, né? Não, minto, eu tive na quinta sim Porque eu não esqueço Porque eu assisti American Pie 2 Na aula de filosofia Porque a professora deixou a turma escolher o filme Mas que beleza O que é a vida? E aí foi quinta série Porque eu tinha vontade de passar o filme pra Santo Andes Então com certeza foi quinta série Que loucura
Eu fui ter tarde, foi filosofia e inglês, cara. Em inglês eu fui ter na oitava série também. Cara, em inglês eu tenho a impressão que eu tenho... Eu tive escola particular desde... Desde a quinta, vou chutar também. Cara, o Gabriel... E todo ano ela aprendeu a mesma coisa. Todo ano aprendeu a mesma coisa. Isso é um clássico do ensino. Eu não sei como é que tá hoje em dia. Antigamente lembro de ser assim também. O Gabriel tá com quatro anos. Ele tá na nível B, C e D. Não, no C. E já tem inglês? Eles têm aula de inglês?
E é muito louco porque eu estudei numa escola particular, né? Então já fui um privilegiadinho e achava uma escola boa. Apesar de eu nunca ter sido estudioso, mas daí é um problema meu. E aí quando eu fui pra fazer uma faculdade, a galera começou a dar aula de programação como se o pessoal já soubesse o básico. Ah, mas isso é faculdade, né? Caraca, foi um choque porque eu tinha os colegas daqui de Porto Alegre que tinham feito, acho que a Anchieta, aquela escola pica de... Os caras tinham no ensino médio programação. Eu, caraca, bicho!
Que loucura. Eu tive esse choque quando eu fui inventar de fazer física e caí na cadeira de matemática, na cadeira de cálculo. Ah, foi o que aconteceu, exatamente aconteceu comigo, Marcelo. E daí o professor chegou na sala, sacou da caneta e começou. Matriz, matriz, matriz, matriz. E eu parado, cara, eu entrei na sala errada. Impossível. Começou as aulas essa semana.
Aí eu fui conversar com uma galera assim, ninguém nem lembrava, a galera que tinha recém saído da escola não lembrava o que que era, cara. E foda-se, é isso aí mesmo aqui, ó. Marcel, ali na URGS, cara, que eu fiz essa física também, o primeiro semestre ali tinha vi cálculo, velho, e o cara chegou assim, ó, e o Roy era um professor que já sofreu muitas represálias porque ele era maluco mesmo, tá ligado? Ele...
ele falou assim, olha, eu vou dar funções aqui e em seguida a derivada e quem não sabe vai estudar porque vocês devem saber isso no colégio. Olha isso, cara. Todas, todas. Aí, o que aconteceu? Não passei, obviamente. Passaram três pessoas naquela turma de quarenta, sei lá, trinta e tantas lá. Isso é bem aleatório. Nós temos dois aspirantes a físicos tentaram no momento da vida, os dois apanharam e saíram correndo.
E saímos fugidos. E saímos fugidos pra TI, os dois, né? É verdade. O refúgio ainda foi pro Manos, hein? O refúgio do cientista frustrado, né? O Daniel se formou ainda. Cientista frustrado vai pra TI.
Cara, eu larguei de mão, eu lembro até hoje, eu passei nas duas cadeiras de cálculo, sofrido, mas passei, e eu comecei matemática mesmo, só que eu caí numa turma que era 90% galera que tava estudando matemática pra ser professor de matemática mesmo, e tava eu só de física, e daí o cara, o professor gostou da galera e começou aqui, ó, e eu, o professor, dá um tempo, me explica um pouquinho.
Sabe? Tipo, eu tô aqui por hoje, eu quero ver clima, eu quero ver planeta, eu não quero fazer conta tão rápido assim. E daí eu, não, não vai dar pra mim, não vou conseguir, cara. Mas aí quando eu fui pra biologia, aí eu tive cadeira de cálculo, que daí é um, porque lá são vários cálculos na biologia, essas ciências, tu tem que ter cálculo, mas é tudo condensado, né? Fibonacci. Aí eu me lembro que eu passei com ar na cadeira.
E aí meu professor... E aí meu professor... Só os maconheiros riponga. Aí meu professor chegou assim, olha cara, tu não quer mudar pra matemática? Não. Se tu mudar pra matemática, eu consigo umas bolsas, não sei o que, porque falta gente. Eu falei, bah, velho, é só porque é na biologia que eu tirei avel. Se eu for pra lá, eu vou ficar o resto da vida. Acabou de voltar correndo da física? É. É menos abstrato. É mais bacana a física do que matemática. Exato, tá louco.
Eu tive uma prova de cálculo 2, que eu cheguei na... Eu fui mais cedo pra dar uma estudada. Eu sentei na... Eu fiz ali aqui na Unicinos, em São Leopoldo. Daí eu sentei num banquinho na frente da porta, esperando abrir já, e me tremendo, assim, me tremendo, me tremendo. E daí eu tinha pego uns calmantes de maracujá, aquelas cápsulas, assim. Eu meti quatro pra dentro, pra conseguir parar pra fazer a prova, de tão nervoso que eu tava, cara.
Cara, eu assim, e o pior de tudo que eu era uma criança que era bom em cálculo, eu quis ir pra física, porra, eu tirava nota máxima na escola, até você era sério, o cara brilha.
Não, eu ensino médio, cara. Eu fui o melhor da minha turma os três anos em matemática, física e química, cara. Não, conta comigo. Cheguei ali e vi que eu não sabia porra nenhuma, cara. O que que dez anos parado faz com a pessoa, né? Mas é... É que muda muito. É outra matemática já, né? Não, eu ia dizer, não muda matemática mesmo, Daniel. Não, não. Não a que tu tá vendo no colégio, né, filho? É que tu vê no colégio e na faculdade. Ela tá aí milhando, é a mesma coisa.
Uma derivada integral, não é uma coisa que tu vai no colégio. Puta merda, cara, tá da parábola, aí calcula a parábola, eu não quero saber da parábola. Putaço com a parábola. E química sempre foi a nossa. Porque eu quero saber de ponto focal de parábola. Química sempre foi um lixo desgraçado. Química sempre foi a minha pior. Cara, química? Química pra mim? Química era a minha melhor. Foi na biologia eu fui a minha química. Cara, pra mim, pra mim era português e literatura, cara. Português e literatura, eu sofri sempre. Ah, eu consegui rolar fácil.
O cara chegou no primeiro ano, eu tive uma professora maravilhosa. Se por acaso a professora Helena estiver ouvindo isso aqui, de aula no Cristo Rei, um forte abraço, porque ela gosta de rock. Vai estar ouvindo o CMMI. Vai o quê? Vai, eu nem sei se está viva, coitado. O cara chegou no final do ano, no último, lá era trimestre, é o último trimestre, ela olhou para mim assim, Marcel, a gente tem que dar um jeito nisso aqui. E eu não sei o que eu faço, professor.
Ela dava aula de português e literatura. E ela, não, então senta aqui nas minhas aulas, tu senta na minha frente. E daí ela dava aula, a turma de 20, 30 crianças,
20, 30 ruas, seiros. Terminava de explicar as coisas, ela me olhava assim, entendeu? Bate, passou no cabresto. Cara, olha, eu não sei nem se ela não me deu ponto a mais pra ter passado de ano terceiro, não sei se ela não me deu uns scores a mais ali, porque eu sofro, cara, demais. Pra mim, até hoje, o porquê, pra mim, é... Ah, eu não sei nada de regra, eu só sei porque eu leio pra caralho. É a única coisa de português. Você escreveu porque eu leio.
Pergunta uma regra, sei lá, velho. Não sei nada, bolsa nenhuma. Eu tenho certeza que química um professor meu me passou. Eu fiz recuperação e tirei exatamente o que precisava. Eu acho que ele... Certinho, né? Ele me deu... A guri se esforçou pelo menos um pouco. Porque eu nunca cheguei a rodar no colégio, só rodei na faculdade mesmo.
Mas foram momentos de tristeza. Química é... E assim, no vestibular também. Eu era meio que nem o Marcel. Não as minhas melhores em termos de acertos. As minhas maiores pontuações sempre foram física e matemática. Os três vestibulares que eu fiz. Vocês têm saco pra estudar ainda? O Marcel tá fazendo a faculdade de AD há pouco. O Daniel fez um mestrado. Eu gosto de estudar. Mas já tem uns cinco anos também, mais. Então, o mestrado eu terminei.
Depois da pandemia, 2021... Cinco anos. Hoje a única coisa que eu estudo é médicos.
É a única parada que eu sento pra realmente pesquisar. Ah, eu gosto de estudar pra arroz, essas coisas que eu fico estudando pra conversar com você. É, exato, cara. Agora, porra, eu tô com uma prova, eu vou fazer uma prova de concurso no final de semana, e eu tô, cara, eu tava lendo e, sabe, mentalmente é tu pegar aquele exercício das forminhas, sabe? Tu pegar quadrado e botar no quadrado, e tu tá tentando passar o paralelepípedo no triângulo, no prisma.
Pra mim, cara, é a mesma sensação que eu estudei. E, cara, eu tô estudando coisas com o que eu trabalho, tá ligado? Não é nenhuma novidade pra mim, é só a forma amassante de se explicar as coisas me deixa desnorteado, cara. É um tapa na minha cara. É muito prática. É bizarro porque estudar é quase um exercício físico também, que tu tem que ir pegando a parte. Não, mas é. Qualquer coisa na vida, tu tem que treinar. Se te traz coisas. Sexo, drogas.
essa do meio não precisa treinar tanto assim tem que treinar assim se tu não tá preparado tu te tocou contra é é que tu foi jogar numa liga maior né Vão não tinha treinado suficiente videogames tu precisa treinar pra ser bom no videogame precisa é o que eu digo pro Paulo, melhorando o videogame matemática é a mesma coisa, tu vai ter que fazer um monte de exercício um monte de exercício
Se você quer passar de fase, meu velho, vai ter que treinar, não tem jeito. Que tristeza, né, cara? E o guri vai bem na escola? Vai de boa? Tem ido bem, tem ido bem. Até hoje tem ido bem. A fase ainda de, ah, que merda isso aqui. Não, isso já, mas mesmo assim tá indo bem, né? E agora, claro, esse ano, por exemplo, o final da quinta série já vai preparando pra sexta, que daí o bicho começa a pegar legal. O bicho pega, né? E é de manhã ainda, ou seja, os crianças vêm todo um sonolento.
A sexta e a antiga quinta, né? Que daí começa no colégio público, pelo menos, foi ali que separou os professores. Não tem um professor só aqui da tua. É, o Paulo esse ano ainda tem. Agora, cada matéria é seu professor. Esse é o último ano do Paulo como a professora só.
Isso eu tenho certeza que pra mim foi na quarta série. O que foi inusitado, porque eu fiz a quarta série em Passo Fundo. E aí na quarta já era dividido. E aí eu voltei pra Santo Ângelo na quinta. E aí minha turma de Santo Ângelo tava recém tendo professor separado. Eu já tinha tido no ano passado.
pra mim foi na quinta também a quinta é que quando começou a ter ciências, tipo, já era separada assim, tá ligado? Aí tinha filosofia, tinha aí já tinha os professores específicos até a quarta era uma professora ou duas porque aí tem inglês, né, que daí é outra professora aquelas coisas...
Eu tô achando muito massa o filho do Daniel. Agora demorou um pouquinho. Porque é massa, porque agora ele tá na fase que tu consegue trocar ideia. Eu achei do caralho, porque... É verdade. Porque o outro, o Gabi ainda tá criança. Tu vai falar com ele, tu tem que falar criança. Língua criança. Língua criança. Agora o Paulinho já dá pra trocar ideia. É muito massa. No último churrasco o Marcel foi jogar com ele. E ele impressionado. E dava... É muito mais...
E aí o Marcel falou, como é que tu faz? Era Fortnite, né? O Marcel tava só fugindo a ele. Mas tu não vai matar os caras? Não, deixa eles se matarem primeiro. Quando tiverem os últimos, eu mato. Tem mais chance aí. Eu nunca tinha pensado nisso. Muito bom, cara.
Por isso que eu vi, acho que agora ele adotou essa tarde. Aí, ó. Porque eu vi que ele fica viajando, fazendo os negócios. O tio Marcel tá aí pra ensinar as crianças aí, é. Alt tab no assunto. Vamos embora. Eu vou fazer uma pergunta, que aí eu vou dar o tempo pra vocês darem, fazerem o humor de vocês com a resposta óbvia, depois a gente fala assim. A Marietta estragou a piada. Eu conheço o meu editorado aqui. Você cortou os humoristas daí.
não, é que eu queria, eu tava esses dias num hiperfoco idiota de armas, olha, eu conservador, aí tá chegando a idade já, calma eu me fiz a seguinte pergunta, pra que serve um lança-chamas? ninguém fez a piada óbvia, né? óbvio, né? intimidei os humoristas tu tirou, tu tirou o elemento surpresa óbvio, né?
Porque é tão óbvio que tem uma quebra de expectativa de vir igual, entendeu?
Porque eu tava pensando, pra quê? Qual é o objetivo, cara? Eu acho, eu acho, assim, a grosso modo. Trambolhão, que não tem muito... A menos que tu fosse um viking pra botar fogo em aldeia. É que eu acho que é pra trincheira, cara. Aquilo aí tu passa a rapa na trincheira rapidinho, né? Exatamente, exatamente. O que eu sei que se usava na Segunda Guerra, era tipo os caras entravam na trincheira, uns bunker lá e entravam tacando fogo.
Não, e até de cima, né? Se tu te aproxima de cima ali, tu tá higher ground e ó...
Porque no momento que tu entra atacando fogo, tipo, se tu entra com arma não, o cara pode te surpreender. Se tu entra atacando fogo lá dentro, os caras estão fodidos, tá ligado? Não precisa nem mirar direito, né? Exato. Eu acho que é por isso. Porque, tipo, a trincheira tem toda aquela ramificação e vai pros buracos mais protegidos. Cara, o fogo vai entrar, tá ligado? Foda-se, o fogo vai ir. Mesmo que o fogo não chegue em ti, só o calorão já dá uma zoada bonita. E é uma arma zoada, né, cara? Tipo, vou tomar no cu, né?
É escroto. O cara carrega um tanque nas costas, mano. Olha a chance da merda numa bosta dela. Mas não, mas... É um trambolhão. E não é que nem nos jogos de videogame. Se tu vai ver um real, ele não faz uma labareda bonita. Ele é todo meio... É, ele sai guspindo. Ele sai guspindo fluido. Pelo que eu aprendi com jogos... Olha aí.
Mais ou menos é pra isso. É o que o Marcel falamos. O Marcel falou de trincheira, bunker, e disse que até quando estavam invadindo lá os Estados Unidos e a Rússia, invadindo lá a Alemanha, e vice-versa, né? Era pra desalojar em prédio. Tu entrava tacando fogo, tá ligado? Não faz o melhor serviço, será? É que daí tu derruba o prédio, né? Periga derrubar um andar inteiro em cima de ti, dependendo do prédio. Então, é meio desalojar...
E assar também, né? Os coleguinhas. E aí que tá, né? Uma arma, pensa só. Agora eu tô viajando no pensamento, tá? É autoridade no assunto zero. Por mais que eu sou o único que dei tiro de arma de verdade aqui, né?
Deu a carteirada. O Daniel já deu também. Se tu der um tiro, tu tá no meio de uma guerra. Deu um tiro na perna. Deu um tiro na perna do cara. Esse cara não vai morrer, tá ligado? Ele ainda está armado e ele ainda pode te dar um tiro. Cara, o lança-chamas, foda-se. Se pegar no pé do cara, ele já não vai fazer mais nada da vida dele. Porque, assim, fodeu o cara bonito ali. Mas tu sabe que eu já vi em algum lugar.
Jogo ou filme? Algum lugar é jogo ou filme? Bem verídico? Ou no Star Channel? Um dos três lugares que a gente pode levar a sério.
que o ideal, na troca de tiro de situação de guerra e tal, é tu atirar pra ferir. Tá longe. Não, tu atirar pra ferir, não pra matar. Porque se tu atira pra ferir, tu descarta dois soldados. O que vai cair ferido e no mínimo um que vai vir pra resgatar. Tu ocupa dois, sabe? Porque é difícil eles abandonar um soldado, um companheiro ferido. E aí tu inviabiliza mais gente. Do que tu matar o cara, matou, ficou ali parado.
Mas não sei a veracidade disso. Nunca fui soldado. E nem pretendo também, eu não... Esqueci de outra coisa, cara. Vai lá, vai lá. A gente já falou sobre isso? Sobre alistamento? De guerra? Tem cara. Não, alistamento não. Ah, eu não lembro, acho que não, porque não tem nenhuma thumb com soldado, eu acho que a gente não falou. Mas é que a thumb pega três assuntos, né? A gente fala uns 87 por episódio. Mas eu não lembro, vamos retomar.
Já teve episódio que a gente tocou duas vezes. É que eu acho que eu nunca contei minha história do alistamento.
Porque normalmente tem história divertida perguntar para os ônibus do alistamento. O meu foi bem tranquilo. Eu lembro que cheguei falando, ah, eu vim pra cá pra estudar, não faz sentido.
Eu ia entrar pro exército, né? Tá, tu te alistou aqui em São Leopoldo? Tá em São Leopoldo. Caralho. Nervoso que, pá, vou ter que ficar pelado na frente de alguém pela primeira vez. Tem que mostrar minhas bolas pra galera. Mas não precisou, não precisou. Nem de cuequinha? Só de cueca, só de cuequinha. Eu, na vez que eu fui, eu tava trabalhando já e... Mas eles não mandam soprar pra ver se vai ser uma hérnia no teu saco? Não, nem olharam, nem olharam.
Ah, no meu fizeram. Todo mundo tinha uns cinco assim embaixo da cueca, agora sopra assim. Sopra no bracinho. Sopra no bracinho. Eu sempre ouvi, eu tava pronto pra isso.
Quando eu fui, eu tava com medo porque eu trabalhava já, e naquela época o salário do soldado era bem menor que o meu. E eu não queria. Tipo, não quero passar por esse perrengue, tá ligado? Além de tudo, não queria passar por esse perrengue. E daí eu fui me alistar, e daí eu descobri que a minha namorada da época, o tio dela, era tenente. Só que assim, eu não vou chegar pro cara, que eu nem conhecia o cara. E, né, fiquei na minha. Daí o...
O meu ex-sogro falou, não, eu vou falar com ele. Aí falou com o cara e, olha, ele pediu a cópia da coisa de alistamento. Deu, tá, beleza. Fiz a cópia, mandei. Dei, fui no primeiro dia lá pensando, ah, vou escapar, tá ligado? Daí tamo lá na fila, tudo. Passou o cara do meu lado. Não sei se era o tio dela. Mas eu vi minha fotinho na pasta que ele tava carregando. Ih!
Daí eu pensei, ou eu vou estar liberado, ou o cara ficou, pensou que vai, vou fuder esse aqui. Sabe, tipo, ó. Que desaforo é esse? Eu vou fuder esse aqui que tá comigo aqui.
E, cara, eu fui dispensado na terceira, cara. Eu fiz toda a primeira fase. Eu fiz toda a segunda. E aí, na terceira, eu fui dispensado. E daí, na primeira, na primeira ainda tem um fato engraçado, entre aspas. Porque, assim, tava naquela, ah, eu vou... Só serve quem quer. Sempre tem aquela história. Só serve quem quer. É, beleza. Tá, eu não quero. Vamos dispensar. Eu não queria.
Cara, eu vi louco chorando porque queria e não pôde, porque tinha problema na perna, não sei o que lá. Tinha um cara na hora de ficar pelado lá, o cara tá com uma puta cicatriz no fêmur, assim. Caraca. E daí o cara perguntou, o que tu fez aí? Ah, cai cirurgia. Então tá, tá dispensado. Daí foram, daí ele chegou pra mim, foram medir as cabeças, né? Bom, medir as cabeças ele chegou em mim, assim. Daí o cara mediu, assim, o cara eu juro por Deus, o cara olhou pra ele assim, puta que pariu, hein?
E daí eu me senti livre e perguntei, ah, tô dispensado? Daí, não, não, a gente dá um jeito de arranjar pra ti um boné, fica tranquilo. Um boné, eu não quero ir pra guerra com um boné, não. Que guerra, que guerra. Guerra de São Leopoldo contra Novo Hamburgo.
Mas eu fiquei até o final, cara. Fiquei com medo de servir. Fiz todos os processos, mas me escapei. Eu consegui um atestadinho, mas também tive que fazer todos os procedimentos até a última... Até a porra da prova, cara. Até a porra de uma prova pro cara fazer.
Pois então, mas eu fiz isso tudo no mesmo dia. Por isso que eu não entendi. Todo mundo fala, ah, fui várias vezes. Prova? Prova eu não lembro de ter feito não, cara. Eu fiz prova. Eu fiz duas provas, entre aspas. Eu fui num dia de manhã cedo e nesse mesmo dia teve o exame médico, esse aí de tirar roupa, que a gente ficou de cueca. Altura, peso, força, que tinha pra puxar um bagulho lá. E aí depois disso fizeram uma entrevista individual com cada um.
Aí depois fomos pra uma sala pra fazer uma prova, de fato. Uma prova bem genérica, mas era uma provinha só pra ver se tu não é aluado, eu acho. Mas grande assim, um cara era massa de folha. E aí depois ainda vinha outro cara, massa de folha, que eu chamei de prova aqui, mas não era bem. Era pra te ir botando tuas preferências. O que tu gostaria de fazer.
Foi tudo isso numa manhã, eu saí lá, duas da tarde. Nossa, eu fiz isso em dois dias. Eu fiz no primeiro dia, foi só visão geral, estamos explicando o que é pra fazer aqui, e exame de saúde. Daí eles diziam quem ia pra segunda fase ou não, e na segunda teve essas duas, essa prova e esse questionário.
E daí depois ainda foi na terceira. Ah, por isso que eu não fiz a prova, então. Porque como era testado de saúde, eu fiz os exames. E vazou? Não, é que lá no final eles devem ter juntado o material e dizer Ah, esse cara aqui tá bem, esse cara não tá bem, mas esse cara tem um atestado. Então eu já te penso.
No final da primeira vez, teve o exame físico, né? Daí teve a galera que dispensaram. E daí eu achei bem curioso. Tinha uma galera chorando, assim, que queria servir, não deu. Outra galera tava ali com medo e tal. E daí chegou o tenente que tava coordenando lá e falou assim, ó. A próxima vez que vocês vão vir aqui, eu acho que isso era dezembro, sei lá. A próxima vez é em fevereiro. Se tu não quer muito servir e não quer se arriscar, tu tem três possibilidades. Ou se quebra, ou comete um crime, ou faz um filho.
Daí, com certeza, vocês não servem. Se quebrar é a melhor opção. Pô, é cometer o crime também, de repente, de repente, do crime. Não é que tu vai ter que pagar pra tu não ser servido. Mas me escapei, graças a Deus, me escapei. Mas então é por isso, porque aí no final do dia eles falaram, ó, quem a gente chamar aqui é porque passou pra próxima fase e na próxima fase já vem com mochila pra ficar.
Eu vim um dia no segundo, já vem pra ficar. Eu tava muito apavorado. Mas daí me dispensaram. Aí eu tive que ir depois, no dia que eles marcaram, depois pra ir jurar bandeira só. Ah, sim, pra ir jurar bandeira e pegar a dispensa, né? Cara, e no dia... Foi numa praça lá em São Leopoldo. Sim, na Praça Biblioteca. Foi aqui em São Leopoldo, na Praça Biblioteca. Nossa, no quartel ali, no centrão ali, que tem aquelas ruas dos quartel ali, sabe?
Esse histórico ali, branco. Ah, aqui no centro. Aí eu fui ali e era dentro de um ginásio.
Então, cara, aqui, daí chegou famigerada de dia de eu pegar a dispensa, né? Chegaram, me ligaram lá pra casa, ó, tal dia, tal hora, vai lá no escritório. Tá. Daí fui e eu cheguei, tava uma caralhada de gente lá, muita gente. E eu ok. Quando eu fui fazer os bagulhos, tinha muita gente também. Daí, tava fechado ainda, encontrei um amigo meu da escola. Ah, e aí, fulano, tudo bem? Daí, ah, ligaram pra tua casa? Sim, ligaram lá pra casa.
Tá, e o que que te falaram? Só pediram pra eu vir aqui. Daí, também pediram e tal. Beleza, daí chegou. Não, pediram porque eu vou servir e pedir pra eu vir pra cá. Como assim servir? Porque hoje é só pra jurar bandeira e ir embora. Daí passou a mulher, a gente foi conversar. Deu, moço, eu vim aqui pegar minha dispensa. Como é que funciona aí? Porque eu vi que tem um pessoal que vai vir servir. Não, não, não. Vem um comunicado do Ministério de Defesa. Metade da galera que tá dispensada vai servir.
Caralho! E daí eu... Tem mais essa ainda. Mais 50, 50 agora. Valeu, velho. Mas me escapei de novo, por favor.
Pensa no nervosismo. Amanhã inteira, que era pra ser às oito, até organizar tudo e foram nos atender às onze horas da manhã. Nossa, cara, tava com o cu na mão. Nós três escapamos com tranquilidade. É uma coisa ridícula, né? Obrigar os caras a ser... Cara, eu fiquei muito de cara, porque que nem... E nessas horas o feminismo não faz nada. É, aí é fácil, né?
Eu realmente fiquei marcado que, tipo, porque tinha louco que queria servir e não pôde servir, tá ligado? Então, tipo, porque não deixa esses caras servir, cara? É pra ficar pintando cordão, não tem problema da perna do cara ser dificilosa. Aí o cara quer porque quer e não vai, o outro que não quer é se fode, tá ligado? Pô, vamos imaginar o cenário aí. Trump enlouquece, joga uma bomba, retaliação, terceira guerra, Brasil entrou no meio, se fudeu.
A gente ainda vai, né? Eu não, porque eu tenho problema de saúde. Mas não, metem igual pra fazer uns trabalhos de logística de escritório.
Só esclarecendo uma coisa, terminando o assunto anterior, tem um jeito de dispensa hoje que é bem eficiente e funciona. Um tapa na cara do temente. Eles chamam de objeção de consciência. E é um direito previsto na Constituição, cara. Tu pode te recusar a cumprir uma obrigação quando ela ficar em conflito com teus direitos, convicções religiosas, filosóficas, políticas.
Sou muito paciente. Não, e até... Pode? Tem um filme disso. Filosófica, política e religiosa. Filme é bom. E aí tem o Livres, aquele movimento lá que eu conheço, os caras. Eles têm advogados, cara, que se tu quer, eles fazem de boa, pra ti de graça. Eles entram com a ação de objeção de consciência e tu não serve de jeito nenhum. Mas daí tu pensa assim, daí vamos pensar frio. Daí tu faz todo esse processo, não consegue e entra. Tu tá muito fodido.
Não, mas é que não tem como entrar. Tu não entra nesse processo. Ele é... Essa aí já é morta. Ela não entra porque tá na Constituição, tá ligado? Então, tu tem esse... A maioria não sabe, mas se tu não quer, tu pode... Eu não sabia na época, porque sabia depois. E tu consegue. Porque assim, meu pai serviu. Meu pai serviu nos anos 80. Meu pai fez CPOR também, dois anos. E daí, é o tipo de coisa que ele conta as histórias, eu fico pensando, por que que eu vou querer passar por isso, tá ligado?
É, bico. Por quê? Meu pai não foi porque ele não tem um dedo do pé. É o Lula. Aí, ó.
Dá pra tirar um dedo do pé. E ele tirou um bem que não faz falta, o anelar do dedo do pé. Anelar do dedo do pé, ótimo. Como é que teu pai perdeu o anelar do dedo do pé, por favor? Ele tava... Eu não lembro exatamente o contexto. Ele foi com as irmãs dele numa oficina. Eu não lembro exatamente o contexto, mas eu tava com o facão...
não, eu não tava nem no saco dele nessa época ele foi com as irmãs numa oficina não lembro o que eles foram buscar e tal e daí tinha aquelas eu não sei o nome disco de arado é, um disco mesmo que eles tiveram que arredar, tirar de um lugar e botar no outro e daí tava ele e uma irmã carregando escapou da mão e o disco caiu no pé dele mas como só anelar teu pai tava fazendo dedo do meio dedo do meio com anelar é que daí não é do meio né
Mas assim, é muito estranho pensar que por que esse dedo que cortou? Porque é um dedo no meio de dois, tá ligado? Ele esmagou, não atorou. Ele esmagou, os outros só deu uma machucada. É, deu muita sorte, né? Esse esmagou num ponto que quando chegou no hospital o médico falou, ah, não.
Tira a força aqui. Não tinha mais como fazer. Isso lá em 1900, não tinha nem muito o médico fazer também. Deram pro cachorro comer o dedo. Mas foi esse, foi esmagado na verdade por um disco de arado. Mas voltando ao assunto, Romulo, que eu te interrompi agora que você ia voltar. Não, eu só não lembro qual é a idade, até que idade a gente é reservista. Também não sei. Eu espero que menos de 38. Menos de 38. Não sei se não é 35. Se duvidar eu me escapei agora.
Por mais que eu sei atirar, eu não quero ir pra guerra. Mas hoje em dia, guerra é tudo drone, tudo computador. Eu sou um pilotinho. Marcel, até os 45 anos de idade pode ser convocado. É que é muito trabalho. Aí complica, né? Mas isso eu sempre achei loucura, a gente ver os filmes de...
de Segunda Guerra e tal, principalmente Segunda Guerra, a gente acompanha ali os caras dando tiro, né, que é a parte divertida de ver um filme. Mas, cara, eu fico pensando a logística deve ser absurda, cara, porque pra te manter um batalhão no meio de um mato, o que deve ser de caminhão, de mantimento, de gente dirigindo, cozinhando, arrumando coisa, armando barraca... Mas é por isso que hoje em dia tu só larga a bomba, tá ligado? Sim. Bem mais prático. Guerra EAD.
é, o drone inclusive tem, em piloto tem piloto de drone até ia, dependendo do lado que o Brasil for, de drone eu vou isso é massa, né, pilotar drone é comigo mesmo joguei videogame tanto, né, pra isso
Por favor, é. O mínimo que eu espero é que seja um joystick, né? Um joystick de Xbox ainda, o cara aqui, ó. Dava pedir teclado e mouse e eu cresci jogando no computador. Mas tu vai invadir mesmo com tropa se tu quiser. Tipo, ah, precisa tirar o cara lá e mesmo assim tu vai, hoje em dia, tu tenta fazer o mínimo possível de gente dar pé ou entrando mesmo.
Foda que nós estamos em 2026, não é nem ter guerra mais, né? Vamos falar a verdade. Já passamos dessa fase, né? O Diolano viajou lá nos anos 70. Já passamos dessa fase, né? Vamos falar bem. O Diolano só queria guerra dentro da casa. E na banta. E com os fanagô.
Ah, mas o que eu ia falar, tem um filme disso, até o Último Homem, um filme bem bom, inclusive. Acho que é a Segunda Guerra, que é um soldado que, alguma religião aleatória, ele se recusa a pegar em arma. E ele entra pro exército, ele vai pra guerra, e daí ele pega o posto... Eu me recuso a pegar arma, então tá, tu vai ser enfermeiro então, filha da puta. Mas é isso, ele vai de médico daí. Pô, né? E é assim, ó, é foda, o filme é foda, é o Andrew Garfield que faz.
E aí o homem passa correndo, buscando gente, ajudando e sem uma pistolinha na mão. No Brasil ele não iria por objeção de consciência. Nem vai daí, né? Tá no país errado, viu? Se tivesse nascido no Brasil, primeiro que não ia ter guerra pra ele ir, né? Exato. A última foi o quê? Do Paraguai?
Imagina o cara mete essa, eu quero sair por objeção de consciência, eu gosto de pegar pincel pra pintar meio fio de árvore. Teve a Segunda Guerra, teve os pracinha na Segunda Guerra, mas falando de full Brasil, foi a do Paraguai, né? Sim, valendo mesmo que foi tenebroso e foi isso aí. E ainda também foram comer o cu do Paraguai, porque era Brasil, Argentina e não sei se o Chile não tava junto na brincadeira. O Uruguai eu acho que tava, não tá?
pode ser, pode ser o Uruguai é meia dúzia até, seis soldados foram para o Uruguai todos contra o Paraguai, os Paraguai lá com as armas tudo falsificada toda terça e quinta no Frey Canecas vídeo
E essa viagem de Artemis aí, vocês acompanharam? Porra, cara, eu não acompanhei Eu só vi as fotos, na real Mas eu achei do caralho Coisa linda E assim Deve ser uma sensação muito linda Eu já não gosto de subir no avião Agora tu imagina sair do planeta Tu tá fora da humanidade Eu ia Nossa, eu ia muito fácil, cara Eu vi assim
Cara, eu vi esses dias um vídeo do Manual do Mundo, grande Berê Tenório, um forte abraço. Amigo do programa. Grande sacudo. Eu vi um vídeo dele, falando da Artemis e tal, e daí ele fez um cálculo.
de o quão barateou a passagem de avião em 100 anos e uma projeção para a passagem espacial que está hoje em dia. E daí, pelo cálculo, assim, daqui 80, 90 anos, estaria em torno de 60 mil dólares.
Ainda não é muito acessível. Mas sim, já dá pra uma galera brincar. Exato. Gostaria muito de eu poder brincar com isso. É um carro, gostaria. Não no Brasil. Mas cara, eu vi as fotos, daí tu vê, o que é a tecnologia. Os astronautas batendo foto com o celular de dentro da nave e umas fotos foda pra caralho, cara. Eu vi um cara que fez o vídeo que ele fez no pôr da terra.
Sim. A mulher está sumindo atrás da luz. Maravilhoso, cara. Maravilhoso. Deve ser uma sensação muito... Cara, deve ser uma coisa muito... Eu só ia chorar. A gente sabe que isso aí é tudo feito em cenário. É, o Kubrick. O Kubrick está lá. É o Kubrick.
mas deve ser uma sensação tão estranha, cara acho que não tem como explicar se o Tron estiver lá eu tenho certeza que eu ia me esvair em lágrimas, eu ia chorar me desidratar todo imagino o Marcel ouvindo o Dark Side of the Moon nossa, daí me leva, abre a porta e deixa eu ir dá uns fones aqui e abre a porta abre a porta e deixa eu ir só aqui, estrelino
Marcel virou estrelinha, literalmente. Nunca pedi nada. Nunca pedi nada nessa vida. Passar isso só de ida, né? Marcel virou um satélite da lua, porque o resto... Coisa linda. A próxima que foi lá só me empurra pra eu ser cremado e entrar na Terra de novo. Era uma bola de fogo, né?
E o carro do Elon Musk apareceu, não se sabe mais nada, né? Não vi atrás. Não sabia onde está. Não ia perder de saber a direção que foi jogado. Vai que os RT já levaram, passaram ali. Isso foi outra coisa que eu achei massa. Foi só pra medir tamanho de Tico também, mas eu achei do caralho. Foi uma campanha de marketing da Tesla maravilhosa. Maravilhosa mesmo. É bom que lá não pega fogo, né? Com o manequimzinho sentadinho.
E daí é só tu botar umas placas pra pegar a luz pra ter bateria, né? Imagina o seu civilização, acho. Um carro flutuando com um manequim parado assim. Tipo, que porra é essa? Imagina. Que porra é essa? Tem fone alinha aqui também nessa porra. Eu não sei se o carro tem projeção de voltar. Não, foi. Não, só foi. Foi rápido. Realmente foi lixo. Lá tinha a cric porta-malas, tava cheio de corpo.
Tá ali o Epstein, tava ali Nossa Vai procurar uma ilha e outra galáxia O que tinha de corpo ali Que mandaram embora Foda-se
Deixa eu botar aqui no Google. Onde está o carro que o Ayrton Senna morreu? A primeira... Tesla Roadster. Tesla no espaço. Lançado em 2018, está orbitando o Sol em uma trajetória elíptica. Ele está em órbita, não foi reto. Então ele vai... Talvez ele, inclusive, queime, né? Cruza as órbitas da Terra e de Marte. Ele já completou mais de duas voltas ao redor do Sol, percorrendo milhões de quilômetros. Caralho, já? 2018.
Caralho, que massa, cara. Isso é melhor ainda, porque daí, tipo, se vem um ET aleatório, ele realmente vai ver um carro, que ele vai achar que é uma nave, obviamente, andando por ali. E será que a gente... Deve continuar em órbita por milhões de anos. Então fizeram um cálculo pra ele não cair tão cedo de volta. E a gente não tem nada que, pra gente conseguir, não dá pra enxergar ele fazendo sombra no sol, né? Ah, isso aí é impossível. Um pixelzinho passando, assim, né? É muito pequeno. É, né?
Tu até conseguiria com um telescópio específico, sabendo exatamente em que momento ele tá ali, mas é muito pequeno, a distância é muito grande. Eu ia dizer, é muito pequeno, né? Tipo, o planeta dá uma manchinha de nada, né? É, imagina um troço que é um carro a milhões de quilômetros de distância. Impossível, tá ligado?
Estudos indicam uma pequena chance de colisão com a Terra, Vênus ou Sol em milhões de anos. Mas, por enquanto, ele continua sua jornada solitária no espaço. Daí, tu imagina se a gente como civilização ainda exista até lá. E daí vira notícia que tem um carro vindo do espaço em direção à Terra. Imagina a galera enlouquecendo. Meu Deus, o que que é isso? A galera tudo esqueceu já dessa porra. Tem que ir lá, tem um conversível vindo e tem um cara dirigindo.
o Brasil pra fora. E volta buzinando, né? Volta buzinando. Que maluco. Que merda, cara. Porra, maravilhosa essa ideia. Boa, Marcelo. Caralho, eu achei um carro no espaço. Apocalipse, civilização vai pros caralhos, sobra pouca gente e começa a repovoar, resetando. Ninguém lembra de nada? Porque, tipo, isso aí, isso é até uma coisa bem... entrando num papo mais filosófico e mais... Lá vamos.
Porque a gente tem muita coisa, principalmente nos últimos 10 anos, que havendo um fim de civilização e tendo que iniciar de novo, nós perdemos porque é tudo digital, né? Isso foi pro caralho. Mas nós já perdemos um monte de coisa. Não, exato, mas tem muita coisa que a gente tem de coisas anticivilizações antigas, porque, pô, os egípcios deixaram as putas de umas pirâmides gigantes lá, né? Que ela perdeu toda a parte de fora, mas tá lá, o esqueletinho dela tá lá ainda, a coisa mais linda do mundo deve ser.
Mas é quase um lado, né? De tudo que sobrou, só. E a gente não vai ter, sabe? Nenhum registro de nada, cara. O Burj Khalifa vai estar em pé lá.
Jura? Mas não, até prédio, até, sei lá, pode estar, mas eu digo de informação, tá ligado? A nossa informação hoje é tudo digital, cara, tudo depende de energia. Isso é uma, isso é merda. Por isso que eu tô ouvindo disco agora. É físico. Pode vir, a tua musiquinha vai estar linda. A minha musiquinha tá linda. Se daqui a pouco os humanos novos, os humanos três, pegaram o disco, meterem uma agulha ali, vai ter, vai tocar um Pink Floyd bem pegado ali.
Imagina os caras pensando... Mas aí o Repovor acha um disco e pensa que daí, o que eu faço agora com essa merda?
Não tem ninguém fabricando mais toca-disco, caralho. Mas é uma coisa que eu fico pensando, cara. Tipo, a gente hoje é tudo eletrônico, né, cara? Tipo, é tudo energia. Então, tipo, se isso fuder, fuder. A gente não tem mais informação sobre a gente, tá ligado? É doideira. Inclusive, as nossas informações digitais estão pelo universo afora, né? Porque já se fuderam. Cada sinal que a gente emite aqui da Terra vai pro caralho, né? Vai embora. Mas sim, vai indo, vai indo. Fora as que mandaram de propósito, né?
Aquele disco de ouro. Aquele disco dizendo, se vocês acharem, a gente tá aqui. Vocês podem nos fuder aqui, ó. Isso é muito maluquice, cara. Atirem aqui, ó, nesse pontinho azul. Tinha que ter pego o calceiro e dado uma... Cheia de porrada. Que ideia torta, cara.
Nós vivemos num negócio infinito que nós estamos bem escondidinhos aqui. E aí vai e manda as coordenadas. Se pegar, é só vir pra cá. Eu imagino que tu tá na savanda e tu começa a correr gritando. Ei, ei, tá aqui, tá aqui. Esse leão.
Eu queria ter visto, eu era criança na época e não prestava atenção, os ônibus espaciais, acho do caralho, mano. Era massa, fiquei triste quando acabaram com os ônibus espaciais. Eu queria ver, eu gostaria de ver um de verdade. Gostaria muito de fazer um passeio na NASA. Pô, deve ser um troço massa mesmo, conhecer a NASA lá. Aliás, provavelmente o Marcel, quando queria fazer física, eu quando queria, quando era pequeno e depois fiz, era trabalhar com astronomia, né?
Com certeza, era o meu primeiro foco. O top da carreira era trabalhar na NASA, meu Deus do céu.
Atualmente tem na URGS astrofísica o curso. Então, na minha época, sabe o que eu tivesse? Eu tinha que fazer toda a física. Essa é a merda. Quando eu saí uns anos depois, acho que nos anos 2000 e pouco, já tinha carreiras específicas que te direcionavam. Claro, não vai ser, agora é fácil, não é isso? Mas tu já consegue direcionar para o que tu quer. Ali tu tinha que fazer toda a física para lá depois, no final, ver o que tu ia fazer.
Quando eu fui fazer na Unisinos, tinha somente licenciatura de física. E daí, no fim, lá no quarto, quinto semestre, tu podia fazer uma cadeira e daí depois só especialização. Vou ter que dar aula pra muito adolescente pra poder fazer o que eu gosto durante um semestre.
E aí no final do curso é que tu direcionava, mas até então tu tinha que passar por toda caralhada de fim. Mas daí você foda trampo também, onde tu vai trampar em agência de clima? Não, é muito difícil, é muito difícil. É aí que tá, o último meu interesse era esse, era trabalhar com o clima, eu queria muito trabalhar com... Não, não, eu queria ser caçador de tempestade, pegar uma caminhonete.
E sai correndo uma antena. Isso é hobby de um americano maluco. Não ganha grana com isso, Marcelo. Ah, mas eu queria fazer. Não tô dizendo que eu queria ganhar dinheiro. Eu queria fazer. Dá aula também. Eu tava estudando e não dava dinheiro também. Pô, bota um Zad na Kombi e faz vídeo pro YouTube e pronto. Pô, hoje, é. Eu ia dizer hoje dá pra tirar dinheiro. Faz live na Twitch.
Mas tem tampa, assim, será, pra te ter... Nos Estados Unidos, pra caralho, aqui não tem muito, não. Graças a Deus que não tem. Lá eles têm tornado o tempo inteiro. Aqui o tornado, quando a gente vê, ele já aconteceu. Lá eles têm, ó, tem alta pra ver a gente tornar o lugar. Aqui é na surpresa, né, quando vem, vem... O cara não dá tempo nem de se preparar pra filmar. O Brasil é abençoado, né? É, abençoado. Não tem vulcão, não tem terremoto.
Terremoto, às vezes, dá uma tremidinha aqui, ali, mas nada demais. Quando dá uma tremidinha aqui, em outro lugar, tremeu bem mais.
A que dá é consequência de um lugar que se fudeu, é porque alguém se fudeu valendo. Eu vi hoje uma imagem que era um mapa dos terremotos nos últimos 15, 20 anos. E o cara botou assim, olha só que coincidência. Temos um padrão aqui, que coincidência. Daqui a pouco botou embaixo o Millennium descobrindo as placas tectórias.
Sempre nas mesmas linhas. Sempre no mesmo lugar. Aqui tem coisa do governo dos Estados Unidos. Sempre no mesmo lugar. É a antena Harp. Isso aqui é a antena Harp. Nossa, tinha esquecido. Isso é maravilhoso, né? É que nem a guria que ela serviu à térmica. Olha só, isso aqui ainda serve como cópia. Isso aí é bait.
E a mulher olha pra ela Acho que pouco, né, que ela fala assim Ah, eu descobri agora, tipo, uma coisa assim A mulher olha pra ela assim Eu tinha quantos, trinta e quantos anos de idade quando descobriu isso Isso aí é maluquice, não é possível, cara Ah, mas sempre tem, cara, sempre tem um atrasado Pra descobrir as coisas, depois dos outros Porra, mas tampa do bagulho, cara É um negócio tão óbvio, tão... É que a gente, mas é que tá, é que a gente é gaúcho Nós somos gaúchos, nós usamos muita térmica
Todo mundo toma café e usa térmica em café. Mas em outros estados, a térmica não é tão usada quanto a que é. A gente usa muito térmica mesmo. E eu usava mais ainda. Tive mais contato que a minha família inteira de caminhoneiro. Eles usavam muito. Tu também no interior. Aquelas maiores zonas pra levar água pro campo. Ah, assim, os galãozão. E daí tu tomava obviamente no copo, né?
Porra, quando eu tava na pré-escola, eu tinha minha lancheirinha, que tinha uma termiquinha de suco, que eu tomava na... Deixa eu contar uma história triste pra vocês agora, que eu tô já juntando escola com térmica.
Meu primeiro dia de aula, eu sou... Pra quem não me conhece pessoalmente, eu sou uma pessoa muito tímida, tá? Sou um cara bem... Hoje eu estou bem melhor, mas eu ainda sou tímido. Então imagina o pequeno Marcel de seis anos de idade. No primeiro dia de aula, num ambiente totalmente hostil, que não conhecia uma alma viva. Eu tava chorando. Cheguei, não. E daí aquela coisa, não, não vou chorar. Eu lembro dessa sensação até hoje, não vou chorar, porque minha mãe... Não vou decepcionar minha mãe. Eu chorava. E daí eu senti...
Eu sentei na minha classezinha, ou pra quem é fora do estado, a carteira. Sentei ali e botei minhas coisas embaixo. E eu não sei como é nos outros estados, mas aqui no Rio Grande do Sul é uma mesa de quatro pés. E embaixo tem uma armação de ferro pra botar os materiais ali. E eu botei ali a minha térmica com a minha mochilinha. A professora foi arrumar a fila e puxou e a térmica caiu e estourou nos meus pés. Puta merda.
E daí eu fiquei naquele misto de vou chorar, não posso chorar, quebrei uma térmica, quebrei uma térmica, ah, vai explicar isso em casa, quebrei uma térmica, e eu não sei se volta amanhã, porque eu vou me matar em casa, e daí... Eu só lembro dessa sensação, cara, é horrível, horrível, horrível. Só queria compartilhar isso com vocês aí.
Mas eu quero saber o seguinte, o que aconteceu Então, no final Eu só lembro dessa sensação Minha mãe deve ter entendido, obviamente Minha mãe deve ter, eu acho que minha mãe deve ter entendido Aí foi lá cobrada a professora Né, né, por mais assim Tu não vai mais beber água, guri Mas imagina
Fui viajar nesse feriadão que teve aí. Coisa boa. E foi pra viagem mais corriqueira que a gente faz, que é cabana no mato, pra ficar bebendo, comendo carne e usando ilícitos. Coisa boa. E aí... Duas coisas bacanas. O sexo já acabou, então. Não, eu não quis ser tão literal. Mas teve um pouco. Teve um pouco. Teve.
pouco. Eu vi um pouco, é maravilhoso. A gente tá casado, a gente pode, né? Fez umas brincadeirinhas. Fez, uma baguncinha. Acho tão escrosso baguncinha. Aí, duas coisas nessa viagem que eu achei foda. Uma foi cara, eu tô muito acostumado a morar em Porto Alegre e tu não vê estrela, cara. Eu cresci no interior vendo, não era novidade nenhuma. Só que agora desacostumei. Cara, como é foda tu apagar todas as luzes no interior e o céu é um absurdo a ponto que eu...
Cheguei a perguntar pra Maria, eu tô chapado? Ou de fato, aquele trechinho do céu ali tá mais esbranquiçado mesmo? Olha a Via Láctea! Eu não tava acreditando que eu tava vendo a Via Láctea, eu achei que era eu chapado. E ela, não, pode crer a Via Láctea mesmo. Caraca, que foda! Mas bem de leve! É aqui que nós moramos, Romulo, é aqui que nós moramos. A nossa casa.
E a última vez que eu vi foi, eu era criança ainda, cara, que eu fui pro interior também. E a outra coisa foda é que era na serra, né? E aí a gente subiu nesses morros gigantes que a galera sobe pra ficar vendo a vista, pôr do sol e tal. E daí a gente tava lá, sentadinho no gramado, tomando chimarrão, e chegou um cara pra se jogar lá de paraglider. E eu fiquei chocado, a primeira vez que eu vi de perto alguém fazendo isso, e eu fiquei chocado o quão simples é. Pra quem manja, obviamente. Só sobe e se jogue.
É quase só isso mesmo. O cara chegou lá de mochila, ele sozinho, o cara fez o esporte por conta, era um praticante, foi lá com a mochila dele, aquelas mochilas grandes que já são o assento, tá ligado? Sim. Chegou, tirou a mochila com toda a calma do mundo, aí ele esparramou o bagulho como se fosse um lençol no gramado, assim, esticadinho. Cara, as cordas são fininhas pra cacete, cara, é mais fina que um lápis, que uma caneta. Suponho que seja muito forte, mas é assustador, eu não imaginei que era tão fininha as cordas.
Aqueles paracordes, né? Elas são fortes pra caralho. E aí eu pensei, porra, o cara vai ter que correr pra levantar isso e se jogar, né? Cara, ele parou na frente, né? De frente pro abismo, pra lona. Não, não, de frente pra lona, de costa pro abismo. Ele só fez um... De costa? É, parou de costa pro abismo. Aí ele só fez um movimento com as mãos puxando o... Vou chamar de paraquedas porque é mais fácil de falar paraglider toda vez. Só puxou o paraquedas e...
E o bagulho já subiu imediatamente. Mais fácil que empinar pipa. Ele puxou, o bagulho subiu, ele viu que deu, se virou daí de frente pro abismo, deu três, quatro passinhos, correndinho e já foi embora. E daí a gente ainda ficou assistindo ele, voou uma meia hora até cair num descampado lá. Queria muito fazer um negócio desse. Eu achei do caralho. O Marcel gosta de coisas arriscadas, né?
Não, não gosto, mas eu gosto de altura. Hoje tá bem claro que tu não gosta de coisas perigosas. Não, eu não gosto. Não, eu não gosto. Realmente, pichando qualquer parada em terra, eu não vou gostar. Mas aquilo ali, cara, é tipo, porra, tu tá na altura, tá ligado? Deve ser uma sensação fodida. Isso abriria a sessão. Isso, paraquedas. Paraquedas nem a pau. O que é com motor, aquele. Paraquedas nem fodendo. Aquele que é com motorzão lá. Mas a motora talvez...
esses lá na praia os caras tem, esses paraglider que eles metem as hélice nas costas lá aí volta e metam os caras mas esse aí eu até acho mais tranquilo, tu decola tu pousa, dá uma paraquedas, tu sai de um avião e pensa, se não abrir morri mas assim, bang jumping aqui na serra tem que ter esquema que te joga num balanço dos balanços no meio da serra, lá no meio dos penhas isso não, isso esquece nunca faria, vou com o cu na mão mas faço
Mas eu fiquei surpreso Com a simplicidade Se fosse eu fazendo aqui por mais que eu tivesse feito Eu ia gastar um bom tempo conferindo Cordinha por cordinha Mas aí que tá Cara, ele foi muito tranquilo
Eu faria um negócio desse, mas eu nunca seria um praticante de fazer por conta, assim, cara. Eu faria com algum instrutor, tudo junto, bonitinho. Mas, assim, do cara ter... Eu não tenho essa confiança, essa confiança do cara chegar sozinho, eu acho. Pular muito acompanhado pra chegar nesse nível, né? Porque eu tenho ciência de quando eu vou fazer as coisas com confiança demais, eu faço merda. Escutem o Sem Pauta, que eu formatei o HD do...
Mas excesso de confiança é o que, nesse tipo de atividade, é o que mata normalmente. É o cara já, ah, já sei tudo. E aí esquece daquele detalhe que tu conferiria e tu não confere. E aí o cara se fode. O cara que mais se fode é o cara que nada, vai arriscar e toma no cu. Ah, sim, porra. E o Marcelo doutor gato.
Joguei ali, ó. Mais um novo. E tava chamando, tá aqui, ó. O abismo. O abismo. Cetinho, ó. Olha ali. Esse gigante com esses patão, hein. E é um inferno aqui. Umas duas vezes já pulou com a zinha nas minhas costas. Filho de uma puta. Adotem animais, gente. Com responsabilidade. Os animais com responsabilidade, né? Porque nós não temos. É, o bicho... É, esse aqui eu adotei um sem responsabilidade. Esse aqui é muito fusão esse bicho.
Não dá pra confiar nele, né? Não dá pra confiar. E falamos de bicho, né? Falamos de bicho. Rapidamente, é um passando. Pô, eu não cheguei a ver, mas lá onde a gente ficou na cabana dava pra ouvir de manhã e no fim do dia os bugiu, assim, meio longe. A cara era um coral de guturais. Parecia um coral de black metal, assim, a distância. Cara, era muito forte, parecia um rouco de moto.
É, o ronco do bugio, maravilhoso. É muito massa o barulho. Quem não sabe, não conhece o cara inteiro, imagina. É assustador, cara, assustador. É que tu vê aqueles macaquinhos, tudo, que, que, que, que, que, que, que, que, tu já teve uma vez que a gente foi na chácara ali em Dois Irmãos, alguma vez que teve uma debandada de bugio? Cara, é massa que lá é baixo, né? Sim. Tem uns bugio muito alto do nada, tu só começa a ouvir os galhos balançando demais sem vento.
E daqui a pouco começam os barulhão dos bichos. Ai, do caralho. O Bugil já mijou na minha cabeça, né? Acho que eu já contei isso aqui. Puta, que maravilha. Minha tia, minha tia lá do interior tinha uma família de... Minha tia, o apelido dela é Bugil.
que isso tia tinha uma família de bugio que volta e meia aparecia lá na chácara dela e daí a gente, elas ficavam num fez a montagem de taquara, um taquarau e daí, o barulho das taquara é o como é que a gente chama, o diabo das taquara né o dia inteiro com o vento né, e aí com os bichos em cima e daí eles eram mano assim, eles deixavam a gente olhar às vezes tu pegava uma fruta, os mais amigáveis vinha e buscava na tua mão até, e aí a gente ficava ali embaixo eu com 6 anos, até que um chuveiro em mim, um filhote lá filha da p*** filha da p***
Ah, eu tava aprendendo. Tava aprendendo, entadinho. A mãe dizendo mija naquele otário ali, ó. Que era ali, ó, o cabeludinho. Mija no pequenininho, no índiozinho ali. Uma muito mais dá vontade de morar no mato. Da Mike Latina Internet.
automata. É isso, é importante. Qualquer lugar isolado com internet é muito massa. Voltando a falar de novo, não sei se comentei isso num outro episódio, desculpa aí, gente, mas falando de novo do nosso grande amigo Iberê. Iberê, tu tá todo mundo de bico. Todo científico.
Eu sempre olho os videozinhos Eu vi o vídeo dele visitando as Falklands Tu me falou e eu fui ver depois As Malvinas E eu fiquei muito afim O Daniel tem um lado Eu fiquei muito afim, olha o cabelinho dele Que lado tu acha que ele tem
Tinha que ver jogando bola, ainda botava uma faixinha Era muito argentino Cara, eu queria muito ir pra lá Muito, que lugar lindo Que sensação, que deve ser maravilhoso Morar no meio do nada, num lugar bonitinho Daqueles ventos torando Mas quando é muito nada, eu já acho meio tenso Mas não é muito nada Tem pinguim pra caralho Ovelha pra caralho 3 mil pessoas na cidade inteira
Eu acho foda ali, porque pelo que eu vi no vídeo, é muito vento o tempo inteiro. E assim, vento... Cara, as árvores são de lado. As poucas árvores que nascem, elas ficam de lado, de tanto vento que bate. Porque eu fui pra Cambará, que é os cânions aqui do Rio Grande do Sul, visitar assim, e tinha vento de 110 quilômetros por hora. Eu gosto de vento, cara. Mano, parava um segundo. Eu tenho 1,90, 110 quilos e o bagulho quase me derrubou. O vento reto em mim. Eu acho massa vento.
Só não caí porque tinha um toco, cepo de madeira, bem socato, que eu consegui me escorar com a perna e daí não caí. É um dos meus elementos favoritos, o vento. Não sei que era um cepo de madeira. É só morar no entorno norte do Rio Grande do Sul tá bom. Ah, mas daí daria aquelas praias feias. Praia feia por praia feia. As areia na canela, né? Bateu na canela. Mas vento não vai voltar. Daí eu vou pôr umas malvinas também, né? Que é pra ter água fria, eu vou pro sul do continente.
Com certeza, vento lá não falta, meu filho. É uma delícia. Mas uma das coisas que eu gostava muito quando eu era pequeno é quando eu acabava indo pra praia no inverno. Adorava, adorava, adorava, adorava. Mas é legal pra praia no inverno. Na beira mar, com aquele ventão. Eu gosto de frio. Na real, a gente fala do vento, mas não é toda hora que tem vento e tu pega um dia legal no inverno, é bacana, cara, na praia ali. Sim, é um lugar agradável.
Ainda mais eu que sou o bicho do... Eu passei seis meses morando na praia na pandemia, né? Sim.
Aí, tu ficou invernão lá, né? Eu peguei invernão. Eu peguei o famoso... Como é que era? Inverno. Minuano. Não sei o que explosivo que teve lá do... Caraca. Uma ventania do caralho que deu na época. Diarré explosivo. É tipo isso. Era um... Toque de vento. Sei lá, né? Micro tornar... Não, sei lá como é que é.
Era o ciclone bomba, lembra do ciclone bomba? Isso. Era isso, né? Na pandemia? Estava na pandemia, lá na praia. Caralho. Estudando pro mestrado de madrugada e só via o... Puts, vai voar as telhas tudo embora. Eu acho isso muito massa. Eu sei que traz um monte de prejuízo, eu sei que é triste pra muita gente, é terrível, mas eu acho do caralho. Lembrou do parasita aí, se sentiu culpado.
E foi tão louco aquilo, cara, que uma coisa que é raríssimo de acontecer no litoral, aconteceu que é gear no litoral. Caralho. Eu acordei o dia de manhã pra ter uma aula de qualquer coisa lá, e aí eu fui lá pra parte de cima ali da casa, sabe? E tu vê o terreno do vizinho do lado.
que tem um campinho de grama ali. E aí, cara, tava branco, tá ligado? E eu, caralho, que porra é essa, mano? E aí eu fui ver os meteorologistas e depois eu falo lá de tarde, cara, teve geou no litoral, que é um evento raríssimo por causa das condições, muita umidade, muito vento. Música do engenheiro, geou no litoral. Não, aí é de geou no litoral. É isso.
Eu contei pra vocês, mas que não. Mas geou valendo mesmo. Caiu uma janela aqui de casa. Como assim? Não me falou isso aí. Não me falou, conte. Isso é um negócio inusitado. Duas vezes na minha vida... Do quinto andar é tenso. Eu recebi a mensagem de uma namorada minha. Uma vez foi em São Leopoldo. Eu nunca recebi a mensagem que caiu a janela. Essa é curiosa mesmo. Sorte tua. Uma eu tava trabalhando na Fiche TV, colega do Marcelo.
Saudosa, gloriosa. Grande, grande empresa. E a minha namorada da época tava em casa lá e...
deu uma ventania, pegou a janela despreparada. A janela tava aberta, só tava fechada aquela persiana de plástico, dessas que é um rolo que fica em cima que tu desce, sabe? E ela tava meio aberta, o vento puxou, levou essa persiana. Nada demais. Mas, agora foi o seguinte, na lavanderia aqui do... é que no andar tem esse detalhe. É uma janela...
Ela abre como se fosse uma sanfona, assim. Como é que eu explico isso pra quem não tá vendo? Ah, sim, sim. É duas folhas de janela com vidro, mas ela se dobra como se fosse uma sanfoninha, um triângulo. Não sei se dá pra entender. É o que vocês vão ter. Imagina. E aí, esses tempos, eu fui abrir e, cara, eu não fiz nada demais, assim. Não fui bruto. Só fui abrir e o bagulho arrebentou as dobradiças, as borboletinhas que seguravam a janela.
E o bagulho ficou na minha mão, quase caiu. E eu, puta que pariu, cacete, me apavorei. Mas daí fechei a janela e fechada ela ficava. Porque o lado direito... Então tá bom. O lado direito fica preso porque é o trilhozinho onde ela corre. O meio fechado ela tem a tranca, que estava trancada. E a esquerda era antena do dobradíssimo, estava quebrada só na esquerda. Mas tá, ficou ali, problema pro futuro. Problema pro futuro é maravilhoso. Só esqueci de avisar o resto da casa.
Não, a Maria sabia, né? Mas a diarista chegou e eu e a Maria dois idiotas não lembramos de contar isso. Ah, mas daí é difícil também, tu necessariamente não vai lembrar, não. Chega a ser idiotia. Ah, mas é. Idiota não foi ter resolvido na hora isso. Depois tá ok. Não, na hora não tem como resolver uma janela. Tanto que a gente demorou pra conseguir quando a gente se propôs a resolver. A diarista foi, encostou ali, deu uma encostada, se escorou um pouquinho a janela foi. Foi pra baixo.
E o pior é... E o susto dessa mulher é a coitada, cara. Não, a coitada não adiantava a gente falar um milhão de vezes que não era culpa dela, que já tava quebrada, a gente vacilou de não avisar. Nossa, ela apavora. Nunca mais chega perto de uma janela, porque, meu Deus, caiu na vizinha lá embaixo, se mata a velha lá de baixo. Mas aí caiu no térreo, e o térreo lá tem um telhadinho de vidro. Ah! E quando eu vi aquilo, puta merda, se quebra aquele telhado de vidro, o prejuízo absurdo que vai dar.
Mas por milagre, nem arranhou. Parabéns. Aqueles vidros grosso parecem um acrílico. Mas pra não dar nada mesmo, parabéns. Mas é que a janela também não é muito pesada. O mais pesado eram os vidros porque a moldura da janela era de alumínio. Se tu for pensar bem, dependendo como a janela cai, o próprio vento faz arrasto na queda. Ela não cai com força. Ela cai meio planando, tá ligado? Eu acho que ela caiu assim. Meio de palma.
Se ela fosse reta, a chance da merda era maior, tá ligado? Porque não quebrou a moldura, nem entortou, sabe? Então eu acho que ela caiu meio... Foi meio que de paraquedinha, então. Agora, o vidro é impressionante como virou farelo de vidro, cara. Ah, e a vizinha não tava em casa, graças a Deus. Imagina cair na cabeça de alguém. O susto. É o susto da velha, infarta a velha, coitado.
E a véia é a única véia doida do prédio, né? A Maia Mala. A gente já... A Maria ligou pra ela pra contar. Já esperando a encheção do saco. Mas ela, eu acho que tava medicada. Super de boa. Não, tranquilo. Segunda eu volto da praia, a gente resolve. Tranquilo. E eu já falando, Maria, anota. Essa mulher vai chegar segunda, vai ter esquecido. Porque ela esquece de tudo direto. E vai ficar puta quando vê. O que vocês quiseram? Foi tudo bem.
Segunda-feira a gente foi lá com a vassoura. Consegui limpar tudo do telhado da manhã.
Mas é difícil, foi muito difícil achar uma empresa que conserte uma janela. Porque as empresas querem trocar a janela inteira. Ah, sim. E não fazia sentido. Que ia dar muito caro e o resto estava tudo inteiro. Até que a gente conseguiu um freelancer que trocou. Mas não, se ir direto num vidracer não funcionaria? Talvez, mas não tentamos.
Não passou pela cabeça. Fica a dica pra próxima. Mas depois tem que prender ela de volta no lugar bonitinho também, né? É, esse cara veio aqui, pegou ela, levou... Não adianta só trocar o vidro. Não, mas daí tu chama o cara e faz a mágica dele ali, cara. Inclusive ele botou uma dobradiça a mais. Agora tem três vezes de duas. Pra garantir que não vai dar merda. Agora abre pro outro lado, pra cima, que nem a porta do Delorean agora.
Mas foi um cagaço, assim, ó, que eu não tava preparado. Você tava em casa, não? Sim, eu tava no quarto, eu só ouvi o barulhão e já me deu um frio que eu pensei, bah, meus gatos, de novo, foco no de novo, derrubaram minha TV e meu monitor, tá ligado? Pelo barulho que deu, aí logo a Maria abriu a porta. Corre, vem me ajudar que caiu a janela. Caralho. Puta merda. Vem me ajudar, assim, ó, tarde demais.
ajudar aí lá embaixo, ver se alguém se machucou e tal. Chega tempo, desce e vê se consegue pegar ela caindo. Mas espatifou. Cara, esse final de semana, estava eu viajando, nada que se compare a isso, né? Mas era... O que eu falei agora do vem me ajudar, eu lembrei.
Era aniversário do sobrinho da minha namorada. E daí nós fomos lá no aniversário. E daí estamos de boa na casa. Acho que até a gente estava dando uma cochilada da tarde. Daí veio as crianças. Tia, tia, ajuda a mãe. Mas num griteiro, pensei, morreu, né? Ajuda a mãe é uma boa frase. Ah, apavorei. Daí o que foi? Ela derrubou o bolo. Daí. Daí eu pensava, foda-se, né? Derrubou o bolo, vai fazer o que? Que ajuda pra limpar? Espera.
Mas o cara pegou o bolo na caixa, um bolo do Batman, e a caixa me abriu e virou assim, ó. De ponta cabeça, certinho? Sempre assim, da pior forma possível. Mas conseguimos tirar e fingir que tava tudo bem ainda. Bah, e eu caí, Daniel, que nem tu na escada. Olha aí. Aquele tombo clássico do Daniel, depois de uma gravação, se tornou a garrava de rir. Mas aonde isso? Lá na cabana que a gente ficou. Ela era de segundo andar, o segundo andar era um mezanino, com a cama e a hidromassagem. Com aquela escada desgraçada.
Não, ela era uma escada normal, não era que a do Daniel, era aquela do Santos Dumont doida. Era uma escada normal, mas era em caracol e muito apertada. Muito. Caracol normalmente é estreita, né, cara? É, exato. Caracol geralmente ela é bem estreita. E essa eles fazem as cabanas minúsculas, né, pra gastar o menos possível. Pai, era mais estreita que eu já vi. Toda vez eu descia... Eu sou casado com a Estabanada, né? Eu pensei, bá, tem que cuidar muito com a Maria, porque pra ela cair aqui vai ser fácil. Pronto, né? Quem foi o panguão que caiu?
deu coincidência que acho que a Maria acordou pra ir no banheiro de madrugada, aí eu acordei com ela acordando e aí lá, vou aproveitar e ir no banheiro também então ela já tinha ido, foi devagarzinho e fui descendo graças a Deus eu embolei os pés eu pisei meio em falso, escorregou meu pé no penúltimo degrau graças a Deus, eu vi que eu ia eu desequilibrei
Aí eu vi que eu ia cair pra evitar, isso semi-dormindo, né? Pra evitar, eu me joguei de bunda, assim, pro chão. Então eu não me machuquei, eu bati o pé um pouco. Daí eu só ouvi lá de cima, Maria, meu Deus, tu tá bem? Cara, caí de escada, é isso. O meu pai, meus pais, fez três da madrugada. Já acordou também, né? Bap, a dormir de novo. Fuleco faleceu.
Vai uns aranhão na cabana também. Ah, devia ter. Isso é uma parada que eu não tenho problema, mas me tira a paz no dormir. Mas foi a primeira que eu vi, e elas estavam de boa. Eram duas, estavam no banheiro lá embaixo, no cantinho. É, tudo aranha de jardim. É que, cara, quanto mais no meio do mato tiver, mais aranha e bicho. Aquelas aranhas-lobo aquelas, claro, não faz nada. Ela era grandinha, mas... Grande, né? O bicho, o paz, intimido. Intimido. Dá medinho. Queridos ouvintes,
Como de costume, todo episódio, Daniel leu os comentários da audiência no último publicado. A gente fez uns episódios reserva, então tá tudo fora de ordem. Não sei quando esse Sem Pauta vai pro ar, mas no momento da gravação, o último que esteve no ar foi o 761 Zill and Ardor. Maravilhoso. Marcel não gravou porque não conhecia, mas gostou depois, né? Não gravei, mas o Romulo me indicou porque ele tava estudando e me apaixonei. Quando tiver um álbum, eu quero gravar.
Mas é bem... Tem uma carinha de Marcel, sim, isso aí. Muito, muito. E tivemos bastante comentários. É isso que eu ia dizer, Romulo. Bastante. Primeiro aqui o Eder Moura que disse Eu amo vocês, amo o Zewardor e amo o Jean por ter indicado a banda pro cast. Conheci o Zewardor pelo álbum homônimo que indiquei pra Pathy. Tá vendo doar sangue? Doe sangue, galera. Ajuda que precisa. E deslumbrado com eles.
Sem me alongar, duas coisinhas. Este último álbum tem muita influência do Slip Tolkien, President Soen e essas bandas mais recentes do Prog. Perde a essência da banda, mas bastante competente e complexo. E dois, o Manuel tem outro projeto, Bird Mask, que talvez o Romulo curta. Ó, vou procurar quando ver. Não tem a parte Black Net. O Bot Red comentou o primeiro comentário do Bot Red aqui, hein? Olha aí. E a imagem é do Bot Red mesmo.
Faltou o Bives. Salve, meus amigos, o meu podcast favorito. Muito obrigado pela indicação dessa banda maravilhosa. Nunca tinha ouvido falarem que quando escutei o episódio já me chamou muita atenção. Fui atrás e me apaixonei. Recomendo assistirem as representações ao vivo. Acredito que a banda tenha um ganho absurdo ao vivo. No mais, forte abraço a todos. A gente até comentou isso no episódio, né? Que diz que os shows deles são realmente muito bons.
E eu fiquei feliz com bastante gente falando que não conhecia a banda, mas não só ouviu, como comentou.
é importante e tem um cara que chama, não sei se o nome dele é Matês, ou Matês Silvio Oliveira, tem vários primeiros comentários aqui hoje, hein é de gente que a gente não conhecia amo que a banda é o Burzum do Bem foi um comentário muito bom o Bonzur, né nossa nossa, que horror isso
o Schirmer mandou aqui não conhecia a banda, gostei de algumas coisas mas foi engraçado, o susto que o Daniel levou o dele mesmo quando disse, eu gosto de escravo kkk, não sei se é crime, mas eu vi eu expliquei, tá bem explicado no episódio esse recorte pode pegar mal, tá? é por isso que o SEMM não tem corte SEMM
O Thiago Cruz, eu achei o conceito genial, mas achei o som da banda uma merda. Cá, cá, cá, cá, desculpa. Não, mas desculpa não é pra nós, é pra eles, tá? Por nós tá desculpa. É, Rafael Richard Jr., no momento em que vi o tema, já sabia que era sugestão do apoiador do Benz. Já conheci a banda, sempre achei uma proposta interessante, até sabática. Blues e metal. Mas nunca foi mais do que isso pra mim. Boa sugestão. Off topic, o show do Guns daqui de Fortaleza foi lindo.
Melhor show da vida. A recepção da cidade de Lotário Castelão melhorou o show. Olha aí, que bonito.
Essa turnê eu não fui não, hein? Peço desculpas ao Axel Rose aí. O Claudio Alves, descobrindo bandas novas. Mauro D'Artora, turma, me incluo naqueles que buscam conhecer as bandas que vocês trazem. Inclusive está faltando episódio sobre isso. Top 3 bandas novas de cada para conhecermos mais. Abraço!
Eu já falei, já faz tanto tempo que metade das minhas bandas já não são mais novas, tá? O Daniel se fudeu, perdeu várias bandas. O engraçado é que o Mauro D'Artora, que tu leu, a foto dele é o Beavis e Baird também. É verdade. O que que tá acontecendo?
O Mr. David. Essa banda é sensacional. Descobri há uns três anos. Ainda não ouvi o episódio todo, então não sei se falam deles, mas minhas favoritas fica a dica. São Are You The Only One Now, Fire Wake e a melhor Gotterdameron. Essa aí é um monte de gente. Ela é uma das mais conhecidas da banda, na real. O Luciano Alencar, o Alcio, é um cara que tem pezinho em tantas influências que é praticamente uma setopeia humana. Olha aí a coincidência. Ouço só 14 semanas. E o Alcio respondeu não, obrigado.
Que rude, né? Luiz Sevaristo. Bom dia, meus caros. Ainda não ouvi, volto aqui depois. Passando só pra dar um toque e a descrição está errada. Primeiro disco do TRPM. A maldição do Control Control Z. Ataca novamente. Abração. Obrigado pra quem avisou. Acordei e tinha uns 5 pessoas me avisando. Já arrumei.
O William Turcati cursou o primeiro disco do RPM. Errou na descrição, Romulo. Só copiou só o episódio passado. Eu faço isso em todos os episódios. Eu só copio a descrição e vou adaptando nessa. Me passei. O Antônio Júnior não desistiu do nome do episódio, mas não deu pra passar de sete minutos até a equipe do podcast ficar perdida com essas escolhas de ouvinte. Ele não ouviu o episódio, por isso que ele acha que a gente ficou perdido.
Se ele tivesse ouvido, ele não tinha dado essa opinião merda. Cara, nove minutos ele mal começou o episódio, porque tem um cinco que é sempre a abertura da gente falando o Orelo, essas coisas.
Eu não vou ler, mas o Alcio deu uma aula aqui. Ele se prestou a escrever um... O Alcio não aprendeu. É que o Alcio é novo ainda nesse negócio. Alex Pinheiro, parabéns pelo episódio. Irei procurar ouvir essa banda. Fiquei curioso devido à resenha que vocês passaram. Há a possibilidade de um dia fazer resenha de bandas que enviam material pra vocês? Cara, não tem muita possibilidade, porque em 15 anos de podcast eu já desisti, né?
porque as bandas que mandam, assim, 90% mandavam release, ctrl-c, ctrl-v, que eles saem distribuindo. Aí não quero. É verdade. A gente quer ser especial. Eu quero alguém que ouça, a gente conhece o trabalho e fala, olha, dá uma olhada nessa banda aqui. Aí, óbvio, se a gente curte e vai. E tem que ter, no mínimo, alguma coisa lançada. Ah, é, tem que ter material, né, gente? Tem que ter material. Lavadinho, bonitinho.
É difícil um episódio inteiro. Isso é uma banda, assim, pequena, que aí ninguém vai ouvir, mas a gente comenta, sim, já aconteceu. O Anjo Tatu, episódio muito bom e mais uma banda que passo a conhecer. Vocês são incríveis e as analogias da Pai são as melhores. Eu já ouvi e comentei tanto CMM que me sinto na obrigação de virar membro. Olha aí. E será a primeira vez que eu faço isso com qualquer canal. Chupa moita!
Eu falo isso porque o Anjo Tatu era ouvinte de lá. Foi um que eu roubei do barzinho do Havitalk e veio pro CML. E ele termina com o Vivo Black Metal do Senhor. Amém.
E o Carl Edges aqui já tinha ouvido umas músicas dessa banda, mas nunca tinha me aprofundado. Agora que eu ouvi tudo, gostei muito do terceiro álbum e o primeiro. Mas realmente dá a sensação de que falta algo no primeiro álbum. Por mais que o último álbum não tenha tanta identidade quanto os outros, achei ele bacana, episódio muito foda. É que realmente, assim, o fato dele ser diferente não quer dizer que ele seja ruim, ele só foge do que a banda vinha fazendo. Na temática.
O pior é que o Marcel, quando eu indiquei para o Marcel, as músicas que ele já conhecia, por acaso, eram do terceiro álbum. Era do terceiro álbum. É que o terceiro álbum, pelo estilo, é muito mais o Marcel, no sentido do prog. O terceiro não, o quarto. O quarto, o último. Que é o mais prog. Mas gostei muito do segundo. O segundo e terceiro, assim, são os melhores. Muito obrigado, queridos ouvintes, pela companhia de vocês em mais uma semana sensacional. E tchau!
Tchau. Vamos embora, cara. Estamos encerrando. Obrigado pela presença de todos e no próximo tem muito mais.
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