ESPECIAL CONFESSIONS II DA MADONNA com Diva Depressão
SÓ SE FALA DA MAIOR!! Madonna lançou o Confessions II e nós estamos obcecados! Por isso, nada melhor do que trazer dois outros fãs surtados: Edu e Fih do Diva Depressão. Neste episódio, estamos falando o que achamos do disco, nossas faixas favoritas e muito mais.
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CAÇADORES DA CULTURA PERDIDA
ARTISTA: Madonna
DOCUMENTÁRIO: Na Cama com a Madonna
ÁLBUM: American Life
SHOW: The Virgin Tour
Episódio apresentado por:
Produção:
Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)
Edição / Captação:
Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)
Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
- Madonna e Confessions 2Madonna · Confessions II · Análise do álbum · Músicas favoritas · Comparação com Confessions I
- Evolução da carreira de MadonnaMadonna · American Life · Ray of Light · Hard Candy · Reinvention Tour · Celebration Tour
- Significância de músicas específicasMadonna · Dance Theory · Everything · Fragile · Lola · Skool · Love Sensation
- Artistas e apresentaçõesMadonna · Na Cama com Madonna (Truth or Dare) · Virgin Tour · American Life (clipe) · Vogue (performance) · Tears of a Clown
- Madonna· EntretenimentoMadonna · Nova geração de fãs · MDNA · Meme da Madonna adolescente
- Indústria MusicalMadonna · Estratégia de marketing · Confessions II · Divulgação de álbuns · Turnê · Grindr
- Cultura pop e fandomsMadonna · Lady Gaga · Britney Spears · Beyoncé · Shakira · BTS · Copa do Mundo
- A família de CaimMadonna · Christopher Ciccone · Rocco Ritchie · Lola Leon · Relações familiares
Tá começando mais uma edição do novo podcast Milkshake, chamado Vanda.
Ai, tudo novo, gente! O lugar novo, disco novo.
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai Eu tô amando, eu tô amando.
Dizem que até a nova geração valoriza mais a Madonna do que a nossa geração.
Ah, é?
Dizem que é.
Com MDNA.
Exato. Não, eu sou um pouco assim, amigo.
Eu sou um pouco, eu sou.
Então, acho que o que eu tô achando melhor dessa, né, gente, nem falamos, né? Diva Depressão, Ana Províncio, enfim.
Eu sei que faz tempo que a gente não vem, mas a gente já é de casa também, né?
A gente tinha uma pauta a fazer com eles, veio o disco da Madonna, eu falei, vamos falar de Madonna. Então esse aqui é um especial Que é o Madonna com Edu e Fiket, a gente não fez ainda, né? Já?
Nunca fizemos um especial Madonna.
A gente fala muito de Madonna, mas esse especial que a gente tá fazendo aqui...
É que a gente sempre dá um jeito de falar da Madonna, seja qual for a edição.
Mas a gente também não tem nenhum conteúdo exclusivo sobre ela.
A gente também para pra pensar sobre isso. Acho que no nosso podcast tem já.
Mas talvez um só, tipo... Vídeos, vocês nunca fizeram nenhum vídeo?
Não, porque, amigo, não vai dar view.
Não vai, né?
Entendeu? Mas talvez seja o momento da gente falar, foda-se, a gente quer gravar isso e é isso.
Aqui você une o útil com o agradável, não vai dar view.
É vídeo e a gente cita ela no meio das coisas.
Mas que ela não faz muita polêmica, né, assim, nesse sentido.
Hoje em dia.
É, hoje em dia.
Não, acho que o mais próximo agora foi com a Charli, né. Que aí a Charli é mais Gen Z. E aí deu pra falar que elas tretaram, se alfinetaram.
Senão, que pauta que vocês poderiam fazer, inscrever?
E ela é menor, né, de idade. A gente não gosta de falar. Ai, 17 anos.
Pode bater, pode cair o vídeo.
Então, já foi difícil a imagem dela fumando com a Charli. Acho que já pegou mal, assim.
É, então. Menor de idade com cigarro.
É, então, não é muito legal.
Achei até legal isso do Confessas 2, que ela, de estar os jovens, tá falando que tem esse meme agora dela ser uma adolescente.
Tá muito bom, né?
No Pinterest, virando meme nas coisas. Faz um tempo que ela não caía nessa graça, eu acho assim, da galera num geral assim, sabe?
É, ficava meio que lançando ali pros fãs, mas não virava.
E eu acho que esse disco faz o povo— porque sempre que tem quem tem 20 e poucos anos, 30, eu sempre falo assim: você conheceu Madonna com que disco? Aí vem: ah, Hard Candy, não sei o quê. E ainda acho que ninguém tem ideia É porque durante os ótimos discos da Madonna, a Madonna era ótima em polêmica e estar sempre na mídia. A gente não tinha tanta, não tava tudo pulverizado como tá hoje, né? Então esse pelo menos é um disco que talvez as pessoas entendam o que que é um disco bom da Madonna. Para mim é um dos melhores discos da Madonna em 20 anos, fácil.
Amigo, não, eu também acho que assim, eu fico até arrepiado, gente.
Eu também acho, ele chorou.
Não, eu chorei. Porque eu não conseguia assim assimilar o que tava acontecendo, sabe? Ouvindo o disco, óbvio. Sim, ouvindo.
É legal quando você escuta um álbum e você... O meu jeito de ficar assim passado é botar a mão na boca, tipo... Eu também, eu fico...
E aí aconteceu, eu fiquei, ai, meu Deus, aconteceu, gente, eu tô passado.
Eu fazia assim, ó, ficava assim, meu Deus.
É, minha diva tá viva. É porque é meio inacreditável. Eu acho que quando ela anunciou que o álbum se chamaria de fato Confessions 2, Eu acho que muita gente falou, ai, precisava, né?
Quando a pessoa fala, gente, já não quer, já não tá conseguindo mais.
Aí fala, deixa eu tentar resgatar.
E não vinga.
Exato.
Tinha tudo pra dar errado, né, amiga?
Eu acho que tem gente que até pensa, ai, é uma jogada de marketing. Pode até ser. Mas eu acho também que se ela fizesse tudo isso e chamasse o álbum de danceteria, por exemplo, que é o que muitos falam, muita gente ia falar, ai, ela tá se pondo... Ela fez um Confessions 2. Então é melhor já assim, entendeu? Exatamente, a melhor coisa que ela fez foi chamar Confessions 2. Eu acho que a estratégia foi redonda assim, sabe?
Como é bom ter gente que fala bem da Madonna aqui com a gente.
Nossa Senhora!
Ai, amiga, a gente tem que entender, gente.
É isso.
É uma estratégia ótima de fisgar, né? Você traz lá do passado uma coisa que o Confesso tem o quê? 30 anos, né? 40?
Confesso uns 20. Vai fazer 35.
É 2005, fez 25.
Não, 20 anos que tem.
20, é. Vai fazer 21.
É, vai fazer 21 anos.
Fez 21 agora em 2020.
É, são 25.
A outra falou ali 30, eu falei: não, amor.
Não, tem 21 anos.
Saiu a edição até.
Como faz 40 agora, né?
Gente, é que 21 anos é ano pra caramba, né? Saiu a edição até comemorativa antes, né, do Confessions, com algumas músicas.
Ela já tava dando sinais, gente.
É um jeito de fisgar o passado e chamar atenção pro presente agora. E a Madonna, a gente sabe que ela nunca resgata nada do passado, né? Sim, sim. Quando ela fez a Celebration, eu falei, você tá louca?
Uma coisa que eu aprendi com o Felipe é que Madonna não olha pra trás, né?
Não, ela tá sempre fazendo uma coisa nova, sempre. Ela não gosta de ser nostálgica. Fã de Madonna, ó, se fode. Porque nunca tem especial que ela faz bom de novo.
É, amiga, nunca tem. Tipo, vai um show de baladas, assim. Ela não faz essas coisas, é difícil. Mas eu acho isso, assim. Acho que se ela fizesse e não chamasse de Confessions, iam jogar. Então é melhor assumir logo que você faz baladas.
Pode ser o mesmo álbum, as mesmas músicas. E o povo não ia gostar, ia criticar e tal.
E quando você tem um filme que é a parte 2, é sempre aquele, puts, não precisava, não vai dar certo. Então o disco, eu pensei... Não lembro. Primeiro que eu não lembro de alguém fazer isso antes.
Então, eu tentei lembrar a parte 2 de algo.
Tem assim, tem o da Mary J. Blige, mas é já mais, né, puxado. Sim, tem o My Life 2, que era exatamente o dela, que ela tentou fazer a continuação do My Life, não rolou. Aí tipo Brandy e Mônica, que tem um clássico, The Voice Mine. Ai, vai ter de novo o featuring da Brandy e da Mônica.
E também isso é muito mais arriscado em música do que em filme, porque você repetir uma fórmula, tentar fazer de novo, é muito mais difícil. Um filme chance mais de dar certo. Total. Mas o que que o filme faz? Ele traz aquele mesmo personagem, mesmo elenco. Ele traz o Diabo Veste Prada, a gente viu isso acontecendo.
Exato.
O que a Madonna faz nesse aqui é: Aha, peguei vocês! Porque não tem nada de Confessions 2.
Amiga, eu acho que é assim, eu acho que pra não falar que nada, eu acho que I Feel So Free começa ali, mas depois disso é outro disco, né?
Parece muito Future Lovers, mas não é.
É, não é, é bem diferente.
Muita gente viu muitos outros álbuns também ali.
Eu consegui também identificar. A gente pega referências de vários outros.
Ela mesma.
Não sei se são fãs, vocês enxergam muito. Amigo, eu vejo Real Flight, eu vejo Big Time Easters, eu vejo um pouco de erótica. Que eu acho que é exatamente esse lugar que ela chega de começar a se autorreferenciar mesmo, assim, sabe?
A Celebration, acho que foi um baque pra gente como fã de ver ela numa retrospectiva e assumindo isso. Estamos numa retrospectiva.
Ai, meu Deus, será que tá acabando?
Ai, meu Deus, será que tá acabando?
Nossa, ela se dispôs a revisitar esse lugar, sabe?
Com esse fogo do cu da velha, né?
Mas mais de se revisitar. Embora ela tenha feito a reinvention anos atrás, ela também já tinha revisitado ali algumas coisas.
A Revenge ainda é um disco, é uma turnê depois do American Life, né? Então ela é meio que tida como uma tour do American Life.
Sim, mas tem muita coisa, tem muito resgate.
Como ela engavetou ainda bem, a gente—
é, ela deixou off, deixou ali embaixo, né?
Não tem o DVD.
Até aquele I'm Going to Tell Your Secrets, né, que tem uma cena assim.
E aí vazou depois. Eu gosto daquele show, é bapho.
Elas chegando no ônibus de cabeça para baixo.
Nossa, tudo muito cafona.
Eu gosto, eu gosto também.
Eu acho bem diva pop.
Assim, sabe?
Eu acho que é um show que se você não é fã da Madonna e você mostra para alguém que não é fã, eu acho que ele fica passado de ver o que ela faz. As pessoas não esperam. Todos, todos.
É que ele veio depois da Traumnets, né?
Ela teve que apresentar.
É que para mim a pior turnê é Rebel Heart, amigo.
Ai, foi um desastre.
Eu acho essa turnê horrível assim.
Mas falando do Confessions 2, amigo, eu acho que também tem muito a estética também, né? Acho que o Confessions, para se amarrar bem a Madonna, eu acho que a estética também tem que vir muito, além junto com a música também, né? E acho que ela soube trazer uma estética, ela foi atrás de tava fazendo a coisa foda, sabe? E acho que veio também esteticamente, sabe, o véu assim, por exemplo, né? Funcionou muito na praia.
Foi muito bom.
É legal que ela deixou tudo muito cru e muito pá, né? Porque tem as outras fotos do Rafael Pavarotti que fez as fotos lindas, né? Brasileiro talentosíssimo lá fora, todo mundo baba.
Orgulho, né?
Orgulho nacional.
Sem falar o Ricardo também que tá com ela, né?
É Ricardo, né? O maquiador?
Não.
Tem um maquiador bem novinho que tá com ela agora também, né, Vero?
É o Ricardo Gomes o que faz as fotos dela? Todas as fotos do Instagram é o Ricardo também.
Ah, é que anda com ela pra todo lado. Sim, sim.
É brasileiro também. Então assim, só com os brasileiros.
Que ele conseguiu deixar o feed dela decente, né?
Puta merda.
Depois de anos, assim.
Então, outra coisa, gente. Era uma coisa que eu precisava dar um up, né?
Não, amigo. Porque eu acho que aquilo realmente envelhecia ela. E a gente sabe que ela tem pavor de parecer velha. Em todos os sentidos.
Mas é legal saber que ela... Que assim, ela mesma usava e ela mesma entendeu como funciona a rede.
Eu acho que ela foi entendendo. Ela brincou um pouquinho e falou, não, agora fico no TikTok mesmo.
Ela já fez coisas louquíssimas lá. Mas é legal saber que ela tem esse apreço de tentar entender pra ver como funciona, pra ver como eu vou me inserir nisso. Eu acho que ela tem muita experiência.
Tanto que a sonoridade do disco novo é total isso, assim. Ela entendeu o que tá rolando agora e vamos lá, sabe?
Eu tô ouvindo e falo assim, cara, é muito moderno, é muito legal.
É, amigo, é muito moderno e novo ao mesmo tempo, sabe?
Sensação de house ali. Você tem a Feel So Free, que é muito Love Sensation, que é muito mais aí. Ela traz aquele UK garage que tem muito no erótica no disco. Eu falei, caralho, isso aqui de novo tem trance, tem progressive house.
Eu falei, essa mulher não tem como ser um disco de alguém que faz 70, né? Que é o que ela diz muito agora, que talvez até me faça rir.
Você imaginar que na idade dela é um disco de alguém que faz quase 70 daqui a pouco.
Isso é muito foda, isso achei muito legal. Uma sonoridade tão moderna prova que Meu, ela ainda conseguiu fazer um negócio bacana, né?
E essa turnê vai ser um escândalo, que aí vai ser pistona, né? Ela deve pegar, vai usar, provavelmente ela vai usar o Confessions inteiro, não vai ser tipo, ah, jogar metade.
Eu acho que ela não usa as 16 músicas.
As 16 não, mas assim, 12.
É porque a Confessions Tour, ela usa quase tudo, tem acho que umas 3 que ficam de fora. É difícil ela fazer isso numa turnê.
Ela vai usar bastante no Porta Passos 1 e 2.
Eu acho também.
Vai pegar.
Perfeito, tá aí, não precisa de mais nada.
Mistura os dois. Tô falando com você planejar.
Mistura os dois.
A gente conhece a mãe, né, gente?
Não vai deixar de fora Vogue, porque ela é super house.
Mas não tem aquela história de que é uma turnê com Vogue e uma sem Vogue? Uma com Vogue e uma sem Vogue?
Não, amiga, ela já emendou duas de uma vez.
Antigamente tinha um negócio disso.
Ela parou de estragar hang-up, graças a Deus.
Tirou, parou de fazer na guitarra.
Ela voltou.
Qual aquela que tinha uns black line? Qual que é a turnê que tinha hang-up com os black line?
O MGN, não é? A outra turnê tão ruim quanto a Revolver.
Ai, eu amo MGN, maravilhosa, Felipe! É o que salva o álbum, inclusive, a turnê.
Porque começa com um negócio assim, né?
Ai, é maravilhoso!
Aquela abertura, eu não vou meter pau nunca, porque aquela entra na—
Por exemplo, ela nunca mais precisa usar Revolver numa turnê, não precisa mais, né?
Ah, e a Queen tava louquinha, gente!
No Confessions não tem uma música ruim, no Confessions 2 não tem nenhuma música assim, não tem nenhuma música ela querendo ser latina com uma luta, graças a Deus. Não tem alguma ruim? Não.
Tem gente que não gosta de Bush. Amo.
I Love New York, tem gente que odeia.
Não tem ela querendo fazer rap que nem tem no American Life, querendo militar. Não tem o trap, ela querendo ser Kanye West do Urban Hot. Não tem essa. Esse acho que é o disco que ela mais se sente confortável sendo ela, e é o que ela mais se dá bem, porque ela tá na pista de dança.
É a essência dela, né?
É bom porque ela não pega a pista de dança para ser uma coisa frívola e fútil nem nada. É quando ela tá mais confessional, digamos assim, o É muito legal esse contraste, né?
Eu acho isso muito legal.
A letra dela, você percebe a mão de compositora da Madonna nesse disco muito forte. Foi ela e o Stuart Price mesmo no disco. Então você vê coisas que você costuma ver no Ray of Light, de se arrepender de algumas coisas, de se confessar, de se abrir mesmo.
Sim, porque até anos atrás a gente via entrevistas dela falando, ai, eu não me arrependo de nada. Ela era muito assim. E agora você vê, agora não, sabe? Acho que que os filhos trazem outra visão, os relacionamentos.
Nem sei se ela falou até de droga, que era o que ela ficava meio, ai, não usei.
Então, cara, é verdade.
Mas ela falou alguma coisa? Mas ela usou mesmo, né?
Não, já usou, amigo. Ela disse que já experimentou, provou muita coisa.
Não tinha como, né? Porque senão a gente já saberia também. Ela usou pra poder conseguir algumas coisas.
Sim, total.
E ela fala, agora que ele morreu, né, o DJ? Agora que ele morreu, eu posso falar.
Ela também tinha oferecido cocaína pra ele, né?
Esconda a cocaína.
Ela só chorou no banheiro com a Debbie Maser e o cara porque ela queria que ele tocasse a música dela.
Isso é muita cara dela. Ela foi até as últimas consequências, né, só pra fazer o rolê acontecer.
Ai, então ela sumiu, não tinha reparado nisso que ela tinha falado disso.
Agora vamos falar das nossas sortes favoritas e a gente falar um pouco do disco, porque eu acho que se a gente pudesse só— vamos imaginar que o disco tá indo embora pro espaço, a gente tem que salvar uma música na Terra só desse disco.
Poxa, uma só, amigo?
Ela que é lúdica, né, bem lúdica.
Eu quero saber qual é o hang-up de Confessions 2, entendeu? Eu acho que já imagino qual seria.
Eu acho que a gente não tem um hang-up.
Não, eu também acho que não.
E é isso que eu acho legal, porque ela não tentou bater nesse item, tá?
Entendeu? Entendi. Acho que do Confessions 1, Hang Up é melhor.
É, eu acho que é a mais— é que eu sou fã de Future Lovers, né?
Eu sou mais Sorry do que Hang Up.
Eu sou fã de Future Lovers, eu sou lá do beijo, tá? Mas tudo bem, a gente entende que Hang Up tocou muito, mas é o último grande hit da Madonna.
Hang Up é um chiclete para mim. Hang Up É tipo Bring Your Love, eu acho, porque é a farofa, mas comercial. É comercial.
Mas para mim, state of the art do Confessions 2 é a dança Etírea mesmo.
Eu não achei, sabia?
Assim, eu gosto, eu gosto muito, eu gosto muito.
Eu acho que ela tá com a sua fave.
Eu fico muito entre Bizarre e Everything, que me chocou muito.
Eu gostei muito de Everything.
Nossa, eu não esperava, gente. Eu falei, caralho, Passado. Mas eu gosto de várias. Eu ainda tô naquele momento que eu não consigo decidir ainda. Mas eu acho...
Eu acho que tá em Everything. E aquela coisa meio hits. Ela faz EDM ali, né, Everything.
Isso é muito foda. Mas eu acho que Dance Theory é muito...
Eu acho Everything uma coisa que poderia ter vindo em Washer Over Me, do Rebel Heart. Que ela descartou a versão do Avicii e mudou pra uma versão lenta. Eu lembro quando vazou, era uma coisa bem assim, eletrônica. De nossa, animada e tal. Mas acabou que não veio, né. Teve as mudanças. Então, veio agora melhor.
Melhor estaria naquele disco.
Concorda, amigo? Parece que ela pegou algumas coisas que ela não usou. Eu senti em algumas músicas coisas até lá do erótica, propostas ali que ela fez na época que não lançou. E parece que dessa vez ela falou, ah, eu vou fazer, sabe?
Deve ter umas coisas anotadas assim há 20 anos lá, né? Um dia eu quero ter isso aqui.
A ironia do Confessions 2 é que ele não tem muita coisa de Confessions 1. Ele tem coisa de Ray of Light, de Bedtime Stories e de erótica. Não é?
Ela deu a pista no filme, né? O filme tem muita...
Acho que eles chamam isso de Confessions porque, ai, homenagem à pista. Vão ser várias pistas, não quer dizer que é o mesmo som.
Exatamente. E é isso, ela viveu várias pistas diferentes, né? Tipo, anos 80, anos 90, 2000, 2010.
Eu gostei também bastante dessa.
Eu acho que agora ela não tá assim brilhando mais, mas é para mim igual Get Together, que sei lá, na época do Confessas 1 era muito boa, mas hoje em dia você ouve Get Together, fala assim, caralho, essa música envelheceu bem, né? Eu acho que Love Sensation vai ser É isso.
Eu acho que pra mim, Love Sensation já é isso.
Love Sensation é muito boa, muito boa, muito boa.
Eu acho que é uma música, assim... Muito delícia. Eu acho que é com muita cara dela, assim. Você vê que ela tá se divertindo no rolê ali.
Muita gente já não acha Feel So Free muito boa. Eu continuo amando.
Eu acho sensacional, pra mim.
Eu acho sensacional. Porque me bate muito, a letra bate muito o sentimento de... Quando a gente, né... Acho que hoje LGBTs têm uma outra, né... Não sei se... Acho que depende muito do lugar, né. Mas era o lugar onde eu me sentia de boa, era numa balada, pra mim. Pra me divertir, pra beijar outra pessoa, pra ficar junto. Eu e o Eduardo, muitas vezes a gente só se encontrava na balada.
E é legal que a mulher hétero Madonna também sente a mesma coisa que a gente.
E é viado, né, amigo?
Ela conta essa vida ali, né.
Ela cresceu com as bichas, né.
E a balita, a balita tradicional. E eu acho que essa música me impactou muito, assim.
Gol de palita.
A primeira palita, a primeira palita Madonna.
Eu acho lindo o show que ela fez na Times Square quando abre aquela porta, ela tá com o véu, gente.
Sim. Não é?
Ela precisa fazer isso na turnê.
A coreografia perfeita, tudo certinho ali, né.
E ela te chamando para pista, sabe? Tipo, vamos dançar, sabe? Eu, para mim, a música que eu não tinha, não tem como não tirar ela do álbum, sabe? Para mim é a maior.
Adoro a Lola no disco.
Ah, eu achei lindo, amigo.
Eu achei lindo mesmo. A voz dela é bonita.
Achei uma voz madura assim, sabe?
A Lola, primeira música feita para ela, é Little Star dentro.
E ela começa chamando a Lola de Little Star.
É muito lindo, é muito lindo.
Tá?
É, amigo, tem o trip hop da Lola. A Lola torceu um drum and bass, um trip hop pra mãe ali, porque a praia dela é drum and bass, né? Então ela traz ali pro destino.
A Madonna podia até misturar as duas numa turnê, de repente cantar Little Star e vir com essa, enfim.
É capaz de acontecer.
Eu acho que pode, poderia ser bem legal.
Eu sou uma das poucas pessoas que escutam as músicas da Lola e eu gosto muito das músicas dela.
Eu acho que os meninos teriam uma curiosidade disso. O Fih é muito underground, gente.
Tem uma loquinha aqui que eu acho muito legal. E tá, é, realmente está mais na vibe do que a Lola faz mesmo.
Ela vai, ela fez meio tipo, ah, deixa eu dar uma brincada, ou ela vai tentar mesmo?
Eu não acho que é com essa dedicação, eu acho que é uma coisa assim, singles jogado, aconteceu, aconteceu.
Do Graham Norton, vocês assistiram? Ela fala, né, que a Lola chegou para ela, aí elas sentaram e escreveram juntas.
Dá para sentir na música que realmente é algo que elas quiseram muito fazer juntas, pelo menos eu senti assim. Mas eu não acho que a Lola tem esse compromisso com a música como a Madonna tem, sabe? Sim, eu acho que é mais uma coisa, ou era isso ou realidade ruim.
Então assim, Skool é foda.
Aí Skool é bem experimental assim, né?
Louca, louca, louca.
Ela tava louca, Queen.
Tudo, achei tudo. Poderia ser, eu gosto porque o disco ele começa bom lá em cima mesmo, o Disco music, house music.
A Odaceteria tem um pouco disco, não tem também? A Odaceteria, eu sinto um pouquinho ali no finalzinho.
Tem, pode ser que sim, pode ser que sim.
Que até falaram muito de Daft Punk.
Gostei de perceber é que no Bring Your Love tem o comecinho de Lucky Star mesmo, né?
Ai, amiga, porque não dá para perceber quando ela lançou. Poxa, eu acho que ela tinha que ter colocado, ela poderia muito ter deixado no meio da música assim como tem no filme.
Não sei se é porque a qualidade de ouvir, eles melhoraram, né?
Da versão single pra versão nonstop, tem um pump, né?
Mas ela chega, né? Vamos pra pista, vamos dançar. E o disco tá lá em cima. Do meio pra metade, ele começa a ficar meio... Sabe quando tá no final da balada?
É, mas é muito mais suave.
Eu acho que isso parece o Confessions 1.
É um after já, quando tá...
Eu achei assim, ó...
E aí você começa a falar muita coisa que você não devia.
Eu acho que é aumentar.
Eu acho que o Confessions 1 tá toda no final aqui.
Mas eu acho que tem um momento meio Dark Room, que ela entra no dark ali pra dar uma...
Ah, o Skool é meio Dark Room, você falou já.
Eu acho que é meio Dark Room.
É obrigação.
É mais cinza, é mais safe. Meu Deus, é, não. E aí ela tá acabando, eu tenho que rezar.
Eu acho a Skool bem dark room, eu acho que ela tem muita erótica.
E é nessa parte que lembra um pouco Ray of Light, pela composição que ela faz. Ela começa a falar de muita coisa mesmo, de abrir a alma mesmo, igual no final da balada.
É como se você tivesse bêbado e vai ser um saco, verdade.
E aí Fragile me fez chorar, gente. Eu achei assim, é linda, né?
Pensar no irmão dela ali, no rolê com o irmão dela, as batidas do coração na transição, né?
Eu achei bem legal no final dela.
Aí eu tipo, para a batida do coração.
Eu falei do irmão dela no podcast da Bárbara, no Estamos Bem, porque era sobre pessoas que aprendem a dizer não, que vamos colocar ela na frente de todo mundo. Aí eu lembrei e tinha que indicar um livro ou um filme, alguma coisa que fosse isso. Eu falei, olha, melhor pessoa para mostrar que ela em primeiro lugar tudo é a Madonna. O irmão dela fez até um livro que ela odiou, ficou mal por ele por muito tempo, que era Life with My Sister Madonna.
É porque foi por expor ela ou porque foi inventado?
Não, não foi inventado. Tinha inventado, mas era a visão dele das coisas, né? Ela devia ter um motivo dela de não vou fazer mais isso aqui, não vou mais dormir nessa casa, fica aí sozinho, você se vira.
Ela abandonou a gente, mas aí não tem um lado dela da história.
Exatamente. A parte do funeral que aparece na cama com Madonna, que ela vai deitar no túmulo da mãe e que o Christopher fica abraçado numa árvore assim olhando, ele conta dele que ele achou um absurdo ela fazer aquilo, que ela tava mercantilizando a morte da mãe.
Foi um momento tia Joanne.
Que ela fez aquilo pra aparecer, mas pra Madonna, às vezes, o jeito que ela sente as coisas e a arte, ela é a mesma coisa. Então ela tinha a visão dela, ele tinha a visão dele, e ela ficou brigada com ele por muito tempo até ficar doente.
Muitos anos, né?
Aí ela faz as pazes com ele basicamente no leito da morte dele. Então ela escreve essa música para ele, ela tava já escrevendo para ele antes dele morrer, e ela mudou a letra depois da morte do irmão, colocando outras coisas para—
então essa parte, e o que torna melhor é o ensaio que ela fez no dia da morte dele, né? Que ela postou várias fotos de preto com os visagens.
É que é uma coisa que Ela criticou no livro, ela foi lá e fez também.
Sabe a tia da Rihanna? Teve um velório na família da Rihanna que umas tias também foram montadas. É essa energia, ela com vestido preto, bem Frozen, bem Frozen.
Ai, amiga, ela realmente—
mas ela foi para confrontar ele mesmo.
Acho que ela é a forma dela se expressar.
Ah, você criticou isso?
Eu acho que criticou um pouco disso, mas ironicamente se parece com isso.
Ela se expressa assim, leonina.
É o jeitinho dela, gente, o jeitinho leonina dela.
E se você parar para pensar, não são só nos momentos tristes, mas pô, ela leva os filhos para dançar, ela leva os filhos para tocar. Então realmente ela tem esse rolê, né? Trabalha com o marido que ela ama. É, então não foge também dos momentos bons.
Mas ela tá namorando agora?
Ela tá namorando, tá namorando, bem novinho.
E agora os fãs estão loucos porque ele postou uma foto, um biscoito usando uma cueca escrito Madonna, e ninguém tem, sabe onde vende essa cueca.
Talvez vocês vão ver.
Talvez vai estar na banquinha da turnê nova, vai vender nova, vai ser o merch.
Então é isso, às vezes tá lá, a gente vai esperar.
Bonito.
Vai ser uma morte bonita.
Mas é isso, o foda da Madonna é isso, ela fazer um disco completamente novo que referencia os discos delas antigamente. Quem vai ouvir agora e não sabe muito bem da discografia da Madonna vai ouvir uma coisa completamente nova, porque é isso. É só a gente que percebe esses detalhes.
E essa Madonna que ela tá aí não tem nada de cara antiga mesmo, por mais que tenha coisas ali.
É um disco de agora, parece até que alguém de 16 anos que fez, que é a idade dela.
Que é a idade dela, coincidentemente.
Ela só tá se comportando conforme a idade.
Faz desde muito tempo, e a gente fica feliz também por isso, que a Madonna não trabalhava tanto e não divulgava tanto um lançamento. Nossa, e a campanha, apesar de a gente não ficava tão empolgado com o lançamento, porque tá bom demais, entendeu?
Ela tá o quê, há uns 2 meses?
Acho que desde que ela soltou, acho que o Rebel Heart teve bastante, ela cantou em muitos lugares, eu acho. Ela cantou bastante na Ellen, ela cantou de publis. Ah, tá.
Não, acho que a Pepsi não é capoeira.
É de publis.
É, agora ela se envolveu com as marcas, né?
O MGN, ela foi pro Super Bowl, ela também deu bastante entrevista, fez evento, cantou bastante.
Ela tá repetindo agora, né?
A da Max, ela não fez.
Mas da Max, ela deu muita entrevista, eu lembro.
Só entrevista.
Ela mandou um negócio de ser a precursora de fazer um monte de coisa. É coisa de Leonina também. E eu acho que ela vai causar muito no halftime da Copa, porque—
Ai, amigo, eu também tô achando.
Não tem halftime de Copa.
É, eu também tô achando.
Diz que é um segundo Super Bowl, né?
Sim, a Copa tá inventando isso.
Então vamos ver se vai ter a estrutura de um Super Bowl mesmo, porque o Super Bowl da Madonna, coisa de Copa, é sempre flopada assim, né? E a notícia de que ela tá dando muito trabalho para FIFA, pedindo um cachê melhor, cachê não, né, o valor do show, né, estrutura de fazer.
E ela no Graham Norton, que eu só me cito, ela fala que vai ser um futebol mais pink que vocês já viram. A gente não sabe se vai ser pink de cor então ou de gay para caralho. A gente fica se pegando no palco, já Ia ser lindo.
Ai, seria incrível assim com os times da seleção, né?
Um banheirão, um banheirão, seria tudo.
Tem as fotos dela ensaiando com a Shakira e com BTS, né? Aí a gente já entende que eles realmente não é fake.
Eu vi aquilo hoje, eu falei, Deizum, falei, esse aqui não é a Madonna, é aquela dublê da Madonna. Se ela tá lá ensaiando, não é ela. De costas você percebe que não é. Aí depois você vê, peraí, essa também não é a Shakira. Montaram, jogaram as duas naquela foto.
Porque tá muito cedo para ensaiar, vai ser na final, né?
Se a gente parar para pensar, mas é que a Madonna pensando, ela assim, ai, quando que é uma próxima?
Ela sempre pensa, minha próxima apresentação daqui 3 meses eu já vou começar a ensaiar. Ela é assim, sabe?
Lembra do Todo Mundo no Rio que a Pabllo falou que ele ensaiou todo santo dia o dia inteiro o show que ela já tinha feito o ano inteiro?
Como ela vai ter que dividir o espaço com BTS e Shakira, eu queria muito entender como que vai ser isso assim, né? Se eles vão ter um momento juntos ou se cada um vai fazer.
Será que começa com Shakira? Porque a Shakira tem a música da Copa, depois vem BTS, depois vem a Madonna.
Eu acho que pode ser, porque se ela tá exigindo uma estrutura, parece que é uma coisa muito dela, não parece que é para os outros, parece que é para ela.
Fiz esse palco aqui para mim, esse cantinho aqui para Shakira.
Será que é um negócio assim, um enorme, no cantinho a Shakira, no outro? Porque eu amaria ver um segundo Super Bowl, ela com a cidade, com a cidade, ela vai fazer história por isso.
Eu adoraria a Copa. Eu tava comentando com o Felipe, acho que foi no último Vanda, não sei se foi de segunda ou na quarta, que do mesmo jeito que ela reinaugurou essa nova fase do Super Bowl, que todo mundo que veio depois dela fez que nem ela. Até antes dela tinha uns anos que não tava, né?
Eram outros formatos, né?
Com essa estrutura ali, né?
Que ela seja essa que vai inaugurar também a Copa.
E eu arrisco a dizer que esse movimento de também, ai, Confessions 2 pode ser uma inspiração daqui uns anos, sabe? Claro, eu acho que É um movimento.
Pedem um art pop 2.
E eu acho que você tava pensando isso hoje.
Um art pop 2?
Agora vão valorizar o art pop.
Eu acho super possível coisas assim acontecerem daqui uns anos.
Porque você fica fazendo filme, isso. Por que a bendita da cantora pop tem que toda hora tirar do cu dela uma nova era? Ai, agora eu sou...
A Alanis que fez, né? 25 anos fez o Jagged Little Pill. Ela fez uma turnê pra cantar o disco. Viram várias cantoras fazendo isso. A Madonna, não. Ela vai fazer o parte 2, aí sim ela faz uma turnê. Turnê para comemorar os dois dias.
Pode trazer, pode entrar a Renaissance 2.
Olha, isso aí eu queria, tá? Blackout 2 também. Ah, gente, ela tá internada, leva o microfone lá.
E a gente, isso vai ser na época, né?
Uma coisa meio louca.
Se ela aprovar, tá bom. Se aí ela aprovou, beleza.
Já devem estar fazendo, os fãs estão pintando.
É legal porque essa fase, a gente tava falando dessa fase da Madonna que ela tá trabalhando para caralho, porque Ela fez Kiko Milano. Então, amigo, ela fez Grindr.
Então, gente, eu adorei.
Eles não mudam aquele logo amarelo nem a pau.
Eu adorei.
Tá com o Grindr rosa.
Eu adorei.
Rosa e vermelho.
E aí eu gosto dos memes assim, né? Tipo, a Madonna está perto de mim, gente, ela está aqui. E foi o—
eu não sei quem agora eu vi.
A gente tava confabulando, tenta lembrar, que ela tá Ela tá guardando esse dinheiro para fazer o filme, pagando do próprio bolso.
Então, será?
Não precisa fazer publi para divulgar.
É, gente, mas eu acho que é mais entrevista, ela já divulga, ela faz. É, amigo, mas eu acho que é mais isso de colocar em todo lugar mesmo.
Patrocinado por Grindr.
Sim, eu acho muito caro aqui, muito caro.
Então assim, para que que ela não precisa desse dinheiro para fazer?
Mas eu acho que é mais sobre estar em todos os lugares do que pode ser também, né?
Eu acho, eu acho Ela faz isso também.
Eu acho que é muito isso, amigo. E é uma coisa fresh assim, né?
É pulverizar a imagem dela. Porque acho que é isso também, ela entende que às vezes não sei como vão ser os charts, por exemplo, se ela vai alcançar o primeiro lugar dos charts. Mas independente disso, vão ver ela com o véu rosa, vão ver ela na Times Square, vão ver. E no fim é isso, né? Exatamente só sobre estar ali presente.
Agora, o Confessions 2 é melhor que o Confessions Confessions 1.
Ai, calma lá, gente, assim, tempo, tem que deixar um pouco. Eu acho que vai, eu acho, para mim está tendo o mesmo impacto, eu acho, pelo menos por enquanto.
São dois álbuns diferentes e tão bons quanto os dois.
Eu acho que tem que deixar o álbum ter a época dele, ver o que que vai acontecer. Mas eu acho que daqui uns anos a gente vai falar do Confessions 2 assim como a gente fala do primeiro, sabe? Eu acho que veio com esse peso assim.
Eu tava assistindo porque o Confessions 1 era muito chique quando lançou, né? Porque é essa música, Dia dos Namorados, eu tava assistindo Linda, né?
Incrível.
Eu acho que aí que ela vai querer se superar. Eu acho que ela vai querer fazer um show.
É porque a Madonna, ele tava à frente mesmo do tempo, que ninguém tava fazendo disco music com pop, né? Só foi, ah, Kylie vai fazer isso 10, 15 anos depois.
Total, ali pra também, né? Que até vem um movimento de novo de se trazer essa sonoridade, mas ela lançou no momento que ninguém tava fazendo.
E o Confessions 2 é tão fresco quanto o Confessions 1 quando foi lançado.
Eu acho que é pensando em impacto assim, e também essa coisa da divulgação. Ela não tá fazendo promotours ainda assim, como ela fez no primeiro, né? Pode ser que faça. Ela disse que viria uma série de promotores que não necessariamente também são mini shows, às vezes é boate e tudo mais, DJ set, clube Madonna.
Ela falou um pouco sobre Madonna, mas foi o Clube Confessos.
Então foi isso.
Então eu acho que ela vai fazer um rolezinho assim.
Então eu acho que é isso assim, mas eu acho que o impacto para mim tá sendo muito parecido assim, de ficar boquiaberto com o rolê e ver a galera comentar e a internet comentar, sabe?
Ter expectativa, né?
Nossa, total. E conseguir cumprir as expectativas, né? Porque quando a crítica especializada fala, gente, você pode se moer no Twitter. Porque esse é o argumento sempre, né? Ai, a crítica, tá, mas a crítica especializada é 4, galera, é isso. Ah não, mas essa daí a gente—
mas é que eu acho que também no Confessions, no primeiro Confessions, ela tava vindo, né, do American Life, que para muitos era uma pá de terra na carreira. Acabou, agora não tem mais como, né? E acho que ela teve essa quebra para vir com uma coisa muito pop que deu muito certo, funcionou. Eu acho que hoje em dia o que bate muito, tá vendo, de uma Madame X, né, amigo? Mas eu acho que, amigo, também tem um rolê da idade, né? Acho que bate muito as pessoas.
É que na gente, a gente, eu acho que a gente não discute tanto, mas muita gente fica chocada com 67 anos, ela pelada saindo.
Não foi velha sempre, já reparou? Sim, no erótica.
Ai, óbvio, essa idade fazendo isso, ela já é velha desde mais da metade da carreira.
Então o Ray of Light já falamos que ela era velha e Ela tinha o quê, 40 e poucos?
40.
Gente, a Gaga, a Beyoncé, tá todo mundo com 40 agora, mas pode ficar direitinho.
Ela tinha obviamente o machismo dela não poder fazer o que ela pode ser numa mulher de 30, de 40. Na verdade, ela não podia fazer nada porque ninguém queria que ela fizesse o que ela tava fazendo, né? Então ela é legal porque ela faz isso, sempre foi velha, sempre foi a primeira velha, a primeira de 40, a primeira de 50, a primeira de 100. Daqui a 10 anos, não é lógico que eu pergunto para ela sei lá, é, você já tava apresentando Madonna muito tempo, agora é 70, gente, 30 e poucos anos.
O Sex Book, ela faz aquele corpo naquela idade, ela já tá 37 ou 38, uma coisa assim.
E foi lá atrás, né?
Eu amo, tipo assim, 37 foi muito lá atrás, que é uma carreira que começa depois dos 30 também, né? A Sabrina Carpenter tem quanto? 20 e quanto?
O Laka Verge começou com 14.
É, o Laka Verge já tem 28, ela é novata.
É, acho que menos, talvez um pouquinho menos.
Ela não começou com 20, 21.
Ela não começou com 20.
Ah, eu achei que ela tinha começado do tipo, não, 20 ali.
Não, ela não começou com essa idade.
Não.
Então ela já era, ela já começou mais depois do que essas que a gente tem hoje, entendeu?
Do que já é, realmente.
26 anos ela tava fazendo Like a Virgin.
É, porque a Janet novinha já tava fazendo Control.
Porque ela é da família, né, também.
Talvez a Rodrigo tenha que fazer, gente.
Tinha que trabalhar, né.
Ela escapou do pai, mas ela achou que tinha que fazer igual.
É, né, então. Ah, então já é uma coisa mais depoisinho assim.
Então bom, Control, eu vou lá. Ray of Light.
Eu já acho Confessions não tão bom quanto Ray of Light, gente. Também acho que são momentos diferentes, gente. Até o Confessions, eu gosto muito mais dos discos depois. Eu sou um fã da Madonna mais velha, né?
Então, ah, é?
Eu sou, nos 80 você fala não gosto, ouço, me divirto, mas eu acho que a partir do Ray of Light a Madonna chega em outro lugar para mim.
Foi quando a gente pegou mais fresco também. American Life eu ouvi muito, porque tava ali na minha adolescência também.
Eu gosto muito dos anos, eu gosto de tudo, mas eu acho muito bom.
Amigo é maravilhoso, é o disco mais vendido da Madonna.
Tem nada ruim ali também, é muito bom, é pedrada atrás de pedrada.
E uma coleta de coleção vendeu mais, mas aí é coletânea. Mas disco, álbum da Madonna, True Blue é o maior.
É muito bom, os clipes são muito bons, as músicas são muito boas.
Que ela deu uma mudada, que ela tava até Jimmy Jimmy, mas você releva Jimmy Jimmy quando você for ouvir.
É a brincadeirinha, aquelas é gostosinha, é gostosinha.
Tem umas músicas que não dão não. Amo!
É, ela tem umas brincadeirinhas assim, né?
Eu amo porque é isso também, é isso. Tem uma, vai ter uma música latina no álbum, né, que é Read My Lips.
Ah, teve, tem lá.
Mas aí eu achei que ela acertou, gente, porque ela desde sempre, amigo, desde o segundo álbum ela tem, ela gosta desse rolê. Mas eu achei que essa ela acertou muito.
Mas começou no True Blue só isso daí, né? No True Blue, Lágrima Bonita.
Lágrima Bonita é do True Blue.
É, aí tem Love Makes Grow. Deve ser uma daquelas gaiatas. Penichais, penichais, tem cabal.
Penichais é uma piada interna de fã.
E Spanish Lesson também, né, do Hard Candy.
Não fala nessa música, pelo amor de Deus.
Mas eu amo e acho que Read My Lips tem um pouco, só que melhorada, é uma Spanish Lesson.
No music tem alguma piada latina.
Eu pedi pra Siri tocar Madonna, deixei ela assim, porque a gente vai fazer a VGS agora no dia 4 na o áudio. Aliás, esses meninos, se vocês quiserem, já passou.
Será que a gente foi? Será que foi? Porque um dia anterior a gente foi, né?
Deixa eu ver o que que o shuffle faz, porque eu vou tocar e eu não consigo imaginar o que que eu posso tocar, porque é muita coisa. Então vai que eu dou uma combinação que eu não imaginei e deu certo. Aí o shuffle começava com Birthday Song do MGL.
Ai, amigo, então começava com Incredible.
Porra, isso não é Madonna!
Ela sempre começa. Mas aí o que me alivia é que para mim no Confessions Show não tem essa música.
Música, não tem nada ruim no Confessions 2.
Não tem uma assim que você fala, nossa, tem uma tipo que no Rebel Hearts tem várias.
Por exemplo, a Betrayal não é a minha favorita, mas eu acho ela passar. Tem um sax no meio, mas ela não é podre igual tipo uma música podre.
Eu vi que ela tem a produção daquele, eu não sei falar o nome dele direito, que é o Marwes, que é o que fez o American Line. Dizem que o Betrayal é com ele, dizem que ele participou um pouco. Betrayal do Confessions 2?
Que vocês estão falando?
É do Confessions 2.
Eu não vejo assim, que é o que fez o music, né? Ela lembra Mihaly, que chama, né, amigo?
Se você não tá lembrando, é porque ela é completamente esquecida.
Ela tem um sax, tem uma batida, acho ela meio espanhola, não sei assim, ela tem uma—
eu não, eu não, não é uma música que eu vou ouvir sempre, mas é isso, eu não caio nessa coisa do caricato, entendeu?
Muito a intro do Madame X, eu acho. Ela tem uma pitada Madame X, ela tem um negócio que ele participou.
Eu não sei se fala assim, canta aí agora. Eu adoro.
As músicas que o Justin fez para São boas. Eu gosto também.
This Night lembra aquela do Troye Sivan com a Ariana.
Ah, tá.
Eu acho que parece, amigo.
Eu acho que parece. É uma que tem algumas parecidas com essa nesse Confessions 2 que tornam ela menos relevante ainda, porque tem a mesma proposta do sussurro, da sensualidade. Mas não funcionou tanto. No Confessions 2 funciona.
Tem alguma? Eu amo do Rebel Heart. Eu abri aqui o Rebel Heart, tava vendo as coisas. Holy Water, eu amo muito.
Gosto também.
Todo mundo conversa assim, que é assim bem—
ela é boa, mas não é a Madonna no seu melhor.
Também não, também não.
É Kanye West, sabe? Tonto, aquela música do Everybody in This Party Shining Like Illuminati. Essa é muito, é muito boa, é produção excelente, mas ela querendo ser outra pessoa.
É tanto que não marca, né?
A música não marca.
É muito foda, é a Madonna sendo Madonna, é isso, é o que ela faz de melhor.
Melhor cenário que ela tá, que é a pista de dança, como ela começa.
Amo, a gente volta toda hora. Mas Dance Theory agora tem um novo Vogue, né. Porque tipo, Vogue tinha o Guetta Garbo, a Emma Colchões... Acho que Dance Theory tem a atualização.
Eu achei maravilhosa.
Ela é dropping names. Basquiat, Andy Warhol, tipo, meus amigos.
Basquiat, nananã... Ah, é porque ela precisa, gente. Ela se sente assim.
Eu confesso que a Dance Theory não me conquistou a princípio. Eu estou ouvindo e estou começando a gostar mais.
É uma música que parece erótica. Pra mim, é uma das melhores músicas da Madonna de todos os tempos. Pra mim, é nesse nível de Dance Theory.
Gostei muito também.
Até tem aquele sample daquele hip-hop famoso no meio do rap do Dylan Settirello que ela faz, e é um rap de Vogue que ela repete nessa aqui, só que de outro jeito, com outros nomes. Achei sensacional, queria muito o clipe completo, tudo.
Quem sabe se você, se pós-Confessions 2 ela fosse fazer um outro 2, qual que você gostaria que ela fizesse?
Acho que nunca vai fazer. Candy 2, com certeza.
É que é bem do nada, Candy 2, mano.
Meu sonho com o Muse, que seria muito bom.
Porque o Coffee House 2 não é uma repetição do 1.
Não, mas assim, entendeu? Não tem como a gente projetar, né, uma era para ela trazer de volta.
Eu ia falar Ray of Light.
Eu ia de Music 2.
Eu gosto muito do Music, porque o MJNA foi meio considerado um Ray of Light 2, porque tinha o William Orbit, tinha algumas produções. Mas quando você ouve, virou uma mistura ebada, porque ela misturou um monte de coisa. Mas eles falavam que a intenção seria que meio revisitável William Orbit de novo.
Eu já fui revisitar Rubber Heart, eu agora acho o MGN melhor que Rubber Heart.
Com certeza, amigo, com certeza.
Todo mundo acha, todo mundo acha.
Eu queria dizer isso, tirar do meu coração isso.
Eu acho que o MGN, ele trouxe um—
existem fãs mais novos que lembram dela no MGN, né?
E amam, e amam, e gostam dela.
Assim como o Rebel Heart trouxe o Beach é Madonna, que a galera lembra dela no Beach é Madonna.
Tem gente que gosta de Living for Love muito também. Então a blogueirinha, por exemplo, ama Living for Love. Ama, é a melhor música da Madonna.
E aí marcou uma galerinha assim, sabe?
Foi tipo Alicia Keys, faz um Like a Prayer aí para mim. E o Living for Love é isso, né?
É da Alicia Keys?
É daquele. Então tem Alicia Keys querendo ser Alicia Keys, tem a Madonna querendo ser Diplo, tem Madonna querendo ser Kanye É, Shakira diz que é uma zona.
É muito bagunçado.
Tem a Sofie em Beat a Madonna também.
Mas eu gosto de Body Shop.
Body Shop eu gosto também, sexy.
Dizem que iam ser dois álbuns, que o Rebel e o Hard.
Que seria um conceito legal.
Tanto que tem muita balada de violão descartada dele.
Então o Rebel seria a Madonna.
A Joan of Arc é boa.
Eu amo Joan of Arc.
O problema são as demos serem melhores, gente.
As demos são melhores, eu acho também.
A Go Beat goes on.
Por que a Madonna não consegue segurar um disco? Por que sempre vaza? Puta que pariu, sério. Mas é todo mundo vaza.
Pelo menos o Confessions 2 foi uma noitinha, gente, não foi?
Vaza no Telegram, sempre falam. É que eu vi, é que eu tenho preguiça, eu fico com preguiça.
É a internet, é a internet.
Só a Beyoncé conseguiu e acabou depois dela.
Mas é porque a Beyoncé não contou que tava fazendo quando ela soltou o Beyoncé. Ela só colocou lá, solta de madrugada. Pelo menos eu que eu não acompanho tanto, mas o Renaissance também não vazou. Vazou, vazou, vazou.
Mas quando ela lançou o Beyoncé de madrugada, quando os discos sendo distribuídos, eu falei, vai vazar, amigo.
Não tem como.
Mas a Beyoncé, quando ela soltou o disco de madrugada, a gente não sabia que ela tava grávida.
Ninguém sabia absolutamente nada.
Para mim, isso assim—
Qual a sua era favorita da Madonna?
A minha era Confessions. É, amigo, eu tenho uma coisa com Confessions assim.
Eu gosto muito da erótica.
É, eu acompanhei.
Eu gosto também, mas é que o Confessions veio também quando eu me assumi, sabe?
Eu tenho uma coisa uma coisa assim de mundo que o Erótica, quando é lançado, se bobear, vocês eram, não precisavam nascer.
Eu nasci em 89.
Crianças, crianças.
93?
Não, amigo, eu lembro do meu pai chegando com o disco em casa assim.
Acho que é 91, não, porque 94 ela veio para o Brasil.
Não, não, não, é 93, 94 o Erótica. Para o Brasil, eu acho que é 93, 94 Erótica, gente.
92, 93. Então eu lembro de criança com disco em casa assim, mas eu já era adolescente ali. Não, adolescente porra nenhuma, eu tinha 12 ou 13, né?
Já tava ouvindo disco, já.
Uma coisa que eu comprei o disco e você não ouvia em nenhum lugar antes, né? Você comprava o disco, aí você ouvia em casa.
Isso é muito legal. E para ver o clipe é na TV ainda, eu acho.
E aí eu tô, isso aqui não é Madonna não, o que que é isso? Eu não entendi nada.
É um disco antigo, não é para criança, não é para criança, não dá para entender. Todo mundo odiou na época, amigo. Ele é respeitado de 10 anos para cá.
Eu não, mas eu, é, o Rain eu gostei porque é uma balada que você amador, que é bem comercial também, né? Mas eu não entendi o disco. É, ele é difícil de jazz, hip-hop e UK garage, que aí você vê, tava luz na frente, depois de Vogue, vindo depois de uma coleção pop. Mas eu adoro essa fase, essa fase dela muito criativa. As entrevistas na época erótica, são muito— ela cria essa dita-palo com essa personagem, lança um sex book, os clipes são perfeitos, tudo é muito foda.
E agora ele achou uma das melhores turnês da Madonna. Ela tá muito provocadora e muito irônica.
E aí hoje, quando a gente olha, a gente, né, com a visão que a gente tem, e também o disco sendo mais respeitado, hoje a gente adulto lendo as letras e tudo, é muito sobre sexo, mas vai muito muito além, vai muito além só da mensagem feminista, muito, tem muita coisa. O rolê da AIDS para mim é uma coisa chique demais assim, tá? É muito básico.
É uma música que ela fez para o Keith Haring, que era amigo dela, mais que o Andy Warhol era. O Keith Haring era muito mais próximo dela e fazia as roupas para ela, né, para as turnês de Like a Virgin, tudo, né?
Esperando que você confesse, já que qual que é a sua favorita dela? Mas tirando Confesses, a minha Music.
Eu gosto muito de Music, tá? Tem uma pita, tem um pouco. E é isso, né? Ela faz o Real Flight e o Music em seguida, duas, tipo, os dois deram muito bom assim. É difícil ela emendar uma dobradinha. Para mim, ela conseguiu isso no Confessions, no Hard Candy.
Ele ama Hard Candy, porque, amigo, é a maior turnê dela até hoje.
Ah não, de turnê que é Chica Sweet, né?
É, mas hoje também estão deitando para Hard Candy.
Já mudaram já um pouco.
Para mim, ela, para mim, na época, eu lembro que eu era mais assim adolescente, começo da fase adulta, para mim eu fiquei tão apaixonado pelo Hard Candy na época quanto pelo Confessions 1.
Amiga, ela não faz dobradinha, ela faz 4 às vezes de um assim, porque Like a Virgin, depois True Blue, depois Like a Prayer, depois erótica, depois tem as stories.
Eu acho que eu quis dizer é que depois que ela ficou mais velha ela não acertou mais 2, 3 seguidas.
A gente tá feliz pelo seguinte, eu tô acostumado é uma porrada da Madonna, uma, um disco bom atrás do outro sem parar. São 6, 7 assim seguidos.
Então agora a gente teve um, teve uns, um hiato assim, mas eu amei o Madame X. Eu vou defender até a morte, para caramba. Eu fã, vai amar, fã, vai amar, amigo.
Eu amei.
Eu vou defender Cowboy Carter até me levarem para o túmulo, porque para mim, para mim, o Madame X, ela tava tão louca quanto o Ray Off.
Ela falou, vou fazer um som louco.
Ela foi atrás das coisas, mudou de visual, foi cantar ao vivo nos lugares.
Eu acho o Madamax mesmo, para eles, que repete para eles que você falou que é um lixo. Não, que eu não lembro agora. Você falou o Madamax é aquele disco que você faz isso, faz aquilo, como é que era? Você ouve, é para ouvir uma vez só.
Ah não, não sei se é isso, que uma vez que eu tava com os amigos, a gente tava discutindo Madamax. Falei, olha, é um disco bom, dá vontade de ouvir assim?
Não, você não vai ouvir ele de novo assim, é um disco bom para ouvir uma vez só.
Madame X.
Sim, cara, você sabe que eu ouço agora, eu vou me afundar nesse, mas eu ainda ouvi ali um Batuca, eu gosto muito.
Mas é um disco estranho porque quando ela vai para Londres, por exemplo, ela faz Way of Light, que ela tá na cena dance, eurodance total. Então ela faz trance, eletrônica. Você vai para Portugal, que que você faz, né? Porque não tem música atual em Portugal a não ser as das colônias.
E aí teve esse lance dela visitar os bares, os Vários com música clássica.
Não tem fado novo. Mas ela cantou na turnê fado. Ela cantou fado na turnê, tá? No show, é.
Mas era fado do Cabo Verde, né? Então assim, tudo da colônia.
Mas é que é o que ela tava vivendo, né? Eu acho que era o que ela tava vivendo naquela época.
Sabe o que eu acho que é a minha teoria de por que que falam mal do hard candy?
Por quê?
Porque começou com Four Minutes.
Porque se você tirar Four Minutes... Não, amigo, não é isso. Sabe uma coisa que eu lembro muito?
Ah, o Candy Shop é ótimo, Give It To Me é ótimo, Just Not Me...
Mas eu lembro muito que o hard candy, ele traz uma sonoridade que já tava começando a ficar abatida, né?
Depois da Nelly Furtado, ela não foi a primeira que trouxe esse som.
Se ela tivesse sido a primeira, talvez teria sido diferente. Ela já foi, ela pegou a rabeira ali do Justin Timberlake, depois do Timberland, do Timberlake, que é muito bom, Love Sex, Future Sex. Ela pegou a rabeira disso daí, ela ouviu esse disco e falou, quero fazer isso.
Mas com a Nelly Furtado funcionou muito, né? Então essa geração reviveu até o, né, o luz dela.
Tinha uma turnê ótima, ela tá no auge do físico dela depois dos anos 50.
É um álbum com energia, né, Malu? É um álbum com energia dela.
Agora, qual a coisa mais humilhante que Madonna já fez? Tipo, você fica assim, aí abafa isso, não vamos trazer isso.
Para mim, que é uma memória recente, eu acho que quando ela vai num show do Maluma, que ela tá com visual rosa, uma trança ali, eu acho que ela tá aqui, ela não tá legal ali. Foi uma sequência ruim, ela não tá legal ali.
Momento humilhante antes disso, quando ela vai no Drake no hotel. Cara, mas ali ela tá belíssima, mas é constrangedor ela querendo um pouco desse sucesso aí.
Eu acho também, mas pelo menos, mas é que, amigo, no Maluma ela tá feia demais. E aí não dá para, porque para mim ali eu vou passar o pano, para mim o Drake que passou a vergonha, aqueles assim, ele é um babaca, ele é um babaca, mas assim, tanto que ela nunca fala, nunca quer mais saber de Drake, nem boa palavra, né?
É, mas ela não precisava ter passado por aquilo.
Mas eu ainda acho que quando ela pisa no show do Maluma... E o que ela fez? Ai, amigo, ela tava lenta, ela tava esquisita.
Mas ela canta com ele?
Music, eu acho. Music e Medellín também, não manda um Medellinzinho ali?
Nossa, ela tá linda.
Não, não.
Não, a do Maluma.
Eu tô falando quando ela vai no show do Maluma.
Mas pra você ver o ponto de vista, a gente mostrou a mesma apresentação pra Lorelay.
Não, a gente tá falando de apresentações diferentes, Vitor. Aquela se apresenta com o Maluma de Madame X, Tá belíssima.
Ah, essa aqui, ó. Nossa, tá horrível.
Não, tava falando dessa.
Ah, sim, ela tá horrível, né?
Parece que ela tá vestindo um saco de lixo rosa.
Eu tava falando dessa.
Não, assim, é dessa que eu tô falando. Ela tá horrível aí, gente.
Só que a Lorelay veio e falou, nossa, que bapho ela com essa idade dançando, se divertindo.
Talvez ela tá dançando.
Mas é a Lorelay, né?
Mas a Lorelay é da idade dela.
A Lorelay é uma senhora.
A Lorelay morre de vergonha das coisas. Ela achou tipo bapho. Uma senhora dançando, se divertindo assim, eu achei bapho. Eu acho que a gente como fã tem uma régua que às vezes tá na nossa cabeça também. Eu acho que o mico da Madonna foi o rolê da Lady Gaga até hoje. Eu acho que a discussão com a Lady Gaga, eu acho que esse foi um mico dela. Acho que ela exagerou um pouco e ela poderia ter deixado mais de boa, eu acho assim.
Eu acho que tava mais aquilo que ela faz no MDNA com a borracha Expressão com uma expressão.
Eu adoro.
Não, isso sim, eu amo.
Aquele é lindo. E foda-se, aquilo é mau gosto também.
Mas acho que ela queria, ela quis um jeito de causar com a Lady Gaga. E não sei se entendo que não devia ser, não devia ter causado dessa forma.
Mas conhecendo a Madonna, ela realmente sentiu.
Claro, aquela fase da Gaga era surreal de boa. É bom. Se você faz telefone, aquele clipe, a Madonna devia estar de 4 chorando. Eu acho também.
Na época, o MGMT, né?
Putz, entendeu?
Mas ela fez um Super Bowl incrível, ela fez Super Bowl tipo revolucionário. Ela teve, e a turnê MGMT é boa também.
É que o MGMT foi em 2015, o Born This Way 2013.
Então ela tava sem nenhum show.
Aí 2 anos depois ela vem com o MGMT, que não é tão bom quanto Born This Way.
E ela tava vindo dessa sequência, tipo começo dos anos 2000 é ela, Area Flight, Music, Confess.
Ela tava acostumada com aquele lugar.
Para falar.
Estremeceu, estremeceu.
Eu gravei uns anos atrás, a gente gravou com o Zeca Camargo uns anos atrás, e ele defendeu o MDNA. Ele falou assim, me diz todos os discos que estavam lançando na mesma época, qual era melhor que o MDNA?
Tem essa questão.
A gente passou por uma fase do pop, é, mas aí também dizer que é menos pior também não é elogio, né, gente? É que a gente teve uma fase do pop muito ruim, foi ruim ali sim.
Eu falei que podia ser pior MDNA porque ia ter o David Guetta.
Ai, amiga!
E ele, quando ela descobre que ele é Escorpião, ele fala, não quero mais.
Então, mas diz que eles têm uma música Isso que eu queria muito ouvir.
Diz que eles têm música. Acho que sim, eu queria muito ouvir. Porque eu adoro... Ai, gente, eu vou ser bem farofento agora.
Não, tem músicas dele que eu gosto.
Eu adoro o que ele fez com a Bebe Rexha.
Qual?
Que ele pega uma musa de vez em quando e aposta.
Adoro!
Eu adoro!
Love Takes Over.
Então, eu gosto. Eu acho que ele pega essas musas e eu fiquei muito curioso pra saber o que ele faria com a Madonna, sabe? O que ele faria com ela ali.
A Madonna não tem nada, ela é Escorpião.
É, não, a Madonna é dessas, né, gente? Ignora, né? Coisa de velha, isso mesmo.
Mas é isso, me fala como é que tá gravando Camisa 24, o que que tá sendo legal, amigo?
Eu gosto muito de Copa, né? A gente tava falando até aqui no off que eu sempre gostei muito de Copa, gosto de estar com a minha família, grito, berro. E qual oportunidade de fazer um programa sobre isso com a Camila? A gente nunca tinha trabalhado com a Camila dessa forma.
Eu lembro de vocês gravando, a Camila é mais low profile que vocês, né?
É diferente, mas deu certo. Só que ao mesmo tempo ela é gigante, né? Ela é um nome na internet assim. E é muito fácil, né? Uma coisa que eu comento muito com Fê é que assim, a gente fala absurdos, né? Absurdos. E aí você vira para ela, você fala um absurdo, ela não fica chocada.
Ela não, sim.
E ela te dá uma credibilidade. E aí ela bota outro absurdo em cima. E aí se torna ser uma coisa muito fácil. Então eu tô amando trabalhar no Camisa 24.
Madonna, né?
Para você ver, eu fico ansioso pelos próximos jogos assim. Eu não quero que o Brasil perca porque eu quero continuar fazendo as lives. Sim, tá legal, tá legal.
Eu acho que é um clima super viralizado.
E aí tem os memes também, né? Que eu acho que tudo isso é legal para a gente também enquanto conteúdo. Eu tô adorando, tô amando fazer.
Ótimo. Vamos, mais alguma coisa de Madonna vai acontecer durante o programa? É isso, biografia, não sei se vem aí mais não, né? Eu vi a entrevista dela para a Interview, que foi para mim uma das melhores entrevistas de todos os tempos que Madonna já fez. Ela fala muita coisa naquela entrevista.
Ela tem falado muita coisa, né?
Ela pôs todo o mel lá, o novo editor da Interview. E ela tem uma relação com a Interview legal, porque Andy Warhol fazia na época que ela tava amiga dele. Então acho que ela deu muita coisa para ele. Ele só fala, tem coisa que ele nem pergunta, ele fala: continua.
Eu achei legal também, achei legal, porque é foda. E o lance da Kylie Minogue, gente, que ficou no ar e não E aí, pois é, que eu acho que ela vai fazer igual o Brat. O Fih também acha.
Deve ter o álbum dos remixes.
Tem Pólvora também, lançou a versão.
Gente, se ela fizer isso, tem coisa que eu—
ah não, achei que tinha coisa da Madonna.
A Dua Lipa fez, né, com o clube Nostalgia.
Mas era mais só remix, essa coisa de trazer vários featurings tinha lá também, no clube Nostalgia, certo modo, né.
Tinha Gwen Stefani, a própria Madonna, Michelle.
Brilhante, é verdade, cara. Se ela fizesse isso com tipo 6 músicas do Confessions, nossa.
Eu acho que ela, porque ela vai querer estender agora, bem, se deu certo eu vou estender esse negócio.
É porque se a turnê é só ano que vem, que a turnê ano que vem, a gente tem mais 6 meses aí, né?
E eu vi, eu não sei quem exatamente, se um diretor criativo, se é um diretor de arte, o fotógrafo, alguém, eu li em algum lugar que alguém da equipe equipe do Brat tinha participado dessa campanha do Coffee House.
Mas é o mesmo estúdio.
É o mesmo estúdio, né? É por isso que dessa coisa de usar uma grande cor.
A arte gráfica é tudo deles também.
A letra, a letra mais bonita.
Tanto que você vê as outras fotos que o Pavarotti fez dela, são lindas. E ela não usou porque ela é uma coisa mais crua mesmo, chapada, que ela queria.
Sim, então se eles vão seguir nesse caminho, pegar o caminho do Brat, seria isso.
Mas o que eu li dos passos da cinebiografia é o seguinte, Ela escreveu o roteiro, a Universal não quis bancar o filme, ficou muito caro. A Madonna, minha vida foi gigante, não tem como gastar tanto. Aí ela desistiu, foi para Celebration Tour, fez a turnê no mundo inteiro, Celebration Tour. Foi para Netflix e queria fazer uma série, docu-series, mas não podia usar o roteiro que ela fez com a Universal porque era da Universal. A Netflix não queria pagar uma fortuna.
Isso é muito doido.
Agora estão tentando achar um showrunner para fazer um novo roteiro na Netflix e até achar um showrunner. Mas eu não achava de jeito nenhum a pessoa certa para poder ser o showrunner. Quer saber? Vou fazer Confessions 2. Começou a fazer Confessions 2, aí ela conta que 70% do disco quase pronto, a Netflix falou: achamos showrunner, vem ela. Não, agora vocês esperam que eu vou terminar, porque agora tem uma era. Então ela vai terminar esse disco, vai ser o cara do Bebê Rena, entendeu? Disco tá entrando em turnê ainda, talvez depois venha Netflix.
Ou seja, até 82 já tá com agenda lotada, até ela fazer 82 essa E vai ter muita coisa ainda para frente.
Só que aí você vê que ela joga uma Julia Garner lá, né, no cliquinho. Então ela também não largou de nada.
Eu acho que ela não abre mão de ser a Julia.
E vai ter o The Studio, né, vai ter as loucas.
Ela vai participar, né.
Vamos para o Caçadores da Cultura Perdida, que é o quadro novo do Vander. Ai, que tem que falar um negócio, é uma coisa retrô assim que você traz.
O Dantas me falou. Então, mas era uma coisa que ficou perdida no tempo, é isso?
Pode ser, pode ser.
Ou não nesse detalhamento?
Caramba, é Onde anda isso aqui, hein, galera? Não, porque o meu, ele hoje eu vou dar uma roubada, porque já que Caçadores da Cultura Perdida, a minha é Madonna hoje em dia, minha cultura perdida. Eu também pensei em falar da Madonna, porque eu comecei a ouvir um podcast, tem um podcast que chama, eu não conhecia, eu vi a menina indo num outro podcast e aí eu fui ouvir, ela tem um podcast chamado Band Explain, e ela tá, ela fez uma grande retrospectiva da sobre a Madonna de toda a carreira em 5 ou 6 episódios, e cada episódio tem 3 horas.
Sim, o primeiro episódio, e cada episódio tem 3 horas. Então assim, ela pega o álbum, ela pega cada álbum. Eu vi hoje o de Ray of Light e ela fala tudo sobre cada música, quem compôs, qual que era a história, quem, como que tava a vida da Madonna na época. Gente, assim, é a Bíblia da Madonna. Eu nunca vi nada que tem tanta informação da Madonna reunida no lugar só.
E ela é muito fã, e ela só traz pessoas que são muito fãs para falar com ela ali. Sim, eu lembro do Mel da interview falando do impacto que foi quando ela ficou platinada em True Blue, porque até então foram duas eras gigantes da Madonna com aquele look anos 80 que era igual da Cyndi Lauper, basicamente, cabelinho assim, aquela crucifixo, retinhas, blá blá blá, cabelo louquinho na na capa, de repente, quando a Madonna tá no auge, ela faz, ela platinada Marilyn Monroe, aquele coisinha, enquanto ela foi bucetuda fazendo na capa do disco só.
E tipo, ninguém reconhecia Madonna na capa do True Blue. Então eu lembro desse episódio que eu vi direitinho.
Eu tava ouvindo o Joel falar, é muito bom. Então assim, minha cultura pedagógica é Madonna, gente. Essa cantora que existia, vocês devem ouvir, é muito boa.
Eu não sei se eu falo do erótico ou do Na Cama com Madonna. Qual que preferem. Eu falei bastante do erótico aqui já, já, já.
Tem onde ver em algum lugar?
YouTube, menino, com legenda em português ainda. Então você digita In Bed with Madonna ou Truth or Dare. É uma zona isso, porque ela lança o documentário nos Estados Unidos, Truth or Dare, é fácil vender porque americano, verdade ou mentira, eles jogam. Quando ela vai para Europa, que não tem Truth or Dare, ela coloca In Bed with Madonna. Que foi o nome fora dos Estados Unidos que foi para todo mundo. Por isso que no Brasil é Na Cama com Madonna.
Ah, verdade. Aqui não é verdade ou consequência com Madonna.
Algum desses nomes você vai achar no YouTube, documentário Madonna, Truth or Dare, acho que é mais fácil de achar. E você vai ver a Madonna no auge da carreira dela, um dos muitos auges.
Qual que foi o maior auge? Foi o True Blue? Teve auge, mas algum auge foi o maior de todos.
80 e 90 inteiro.
É porque é até algum álbum é o maior, porque até o True Blue Monroe, ela era tipo universal. As meninas héteros jovens, as crianças amavam. Like a Prayer também, mas já começou a quebrar um pouco a imagem de sou uma boa moça. Porque tipo, tem um clipe onde ela, né, é aquele caos, né. Mas foi um sucesso aclamado pela crítica e tal.
Os 80 e os 90 da moda são auges todos. Sim. Não era mulher bacana, era tudo lindo.
Não, sim, eu sei. Mas tem o pico.
Tipo, as pessoas se vestiam, as mulheres se vestiam dela nesses primeiros, né. Porque é muito difícil, né, ser um fenômeno assim.
É o auge, e Like a Virgin, e até Like a Prayer não vai depois disso. Não tem, não tem, não tem dizer qual é o auge da Madonna. 80 e 90 inteiro, 2000 começa a cair um pouco.
E eu tava vendo um comparativo dos, das estreias do álbum, né, na Billboard.
E aí, no 200, você viu? E aí o True Blue já Ficou tipo, deu aquele, é porque foi um disco mais vendido, mas é, vendeu para caralho também o Like a Virgin, igual quase.
Então ficou assim com Michael Jackson, né? Tipo, Michael Jackson era o maior, né?
Os dois tinham o mesmo empresário, o Fred. Aliás, tem entrevista do Fred também que é uma boa dar. Mas enfim, Na Cama com Madonna é o auge da Madonna, é um dos grandes auge da Madonna, porque a época de Like a Prayer até. Então tem um momento de que ela brinca no no show de se masturbar na cama com Like a Virgin. Você vai ver o ápice do que é ser Madonna naquela época, como ela peita. E você entende a Madonna até hoje por isso, porque a polícia de Toronto na época fala que vai prender ela no palco se ela se masturbar durante Like a Virgin.
Cara, é tão chique essa cena no documentário, que ela fala, não, a polícia tá aí, eu não vou.
Então eu vou ser presa hoje. E brinca com os dançarinos, você fica, gente, a gente vai pra cadeia.
E ela era muito sem medo assim. Acho que hoje ela tem mais medo.
Não sei não.
Será? Eu acho que eu vejo um pouco mais.
Dizem que o American Life foi um momento de medo, né? Porque ela ficou com o Bush. E aí dizem que ela recebeu ameaça de morte contra a família inteira. Dizem que ela deu uma—
Então, com época de internet, meu amor, não se brinca. É porque também isso, agora tem internet.
Tanto que ela fez outro clipe, né, para American Life.
Mas na Cama com Madonna, você vê a Madonna no seu pior e no seu melhor, porque ali ela tá insuportável.
Nossa, ela devia ser—
Nossa, trabalhar com essa mulher, ela já é difícil.
Anitta, meu bem, É um doce de coco, cara.
Aliás, bem lembrado, porque quando a Anitta faz aquele documentário Honório Gurgel, é Honório Gurgel, Made in Honório, ela tem muito de Na Cama com Madonna. A parte, porque o Na Cama com Madonna começa com Madonna puta que tem microfonia lá, para, para lá, quero alguém aqui no palco agora para me explicar o que aconteceu. Aí você vê a Anitta fazendo basicamente a mesma abertura. Você tem muito Na Cama com Madonna em tudo, até naquele documentário da Gaga.
Qual documentário da Gaga é o Bob's Way? Que tem números coloridos e ela backstage preto e branco.
É o que ela fala, mas da Madonna, inclusive, nesse é o primeiro que ela fala da Madonna.
Nenhum deles é o Monster Ball. É esse, acho que eu nunca vi esse, que aliás tem a mesma maquiadora que a Madonna tava na cama com Madonna. Ai, difícil, aquela maquiadora que que vai para balada, é o auge da Madonna. E a maquiadora vai para balada, ela fala que tá trabalhando com a Madonna, os caras levam ela para o motel, e o hotel dela que ela tá hospedada, e ela acorda com o cu sangrando, com as coisas roubadas.
Isso na época do— mas está na cama da Madonna.
E a Madonna, quando sabe da história, faz tipo, a Madonna aqui? Então, como eu falei, que a Madonna é pior no seu melhor, É isso, porque ela tá no auge lá com a Prada e Vogue, lá com as polêmicas, e sendo a Madonna que ninguém tinha visto ainda. Ninguém sabe, não tinha vlog do YouTube, né? Você vê na vida de alguém nos stories, de repente a Madonna era câmera filmando ela em tudo, na massagem, comendo sopa com touca no cabelo, falando da Janet Jackson, falando mal da Janet Jackson, e não se tratando, eu tô rindo com língua na hora.
Tava fazendo coisa assim, você vai, para que isso? Ninguém fazia isso. Foi muito, né? Então é uma puta documentário para você ter uma noção do impacto da Madonna nessa época de 89.
Pode falar nada a ver com Madonna, gente.
Ah, então tá falando Madonna, vou de Madonna. Eu vou falar desse, de um álbum que é isso, ninguém mencionou aqui porque ele não é muito querido por todos.
Mentira, qual que é?
O American Life.
Eu acho que falou hoje, American Life.
Mas verdade, a gente nem falou nada dele.
Não E ele é o avô do Brat. É isso. Eu tô vendo as gerações agora comentando, né. Que tipo, ah, ela tava muito a mãe da Charli aqui, né. Porque realmente, ele é muito experimental. É um álbum muito diferente, muito político, né. Isso, o clipe banido. Eu acho isso muito bapho também, da Madonna. Lembra até hoje na MTV que hoje eles passaram o clipe. Acho que hoje é o clipe mais pesado que já foi feito. Eu acho que é um dos... Não sei.
De pop? De cantora pop? Qual clipe de cantora pop é mais pesado que a América Latina original?
Gente explodindo, você tá com uma bomba na mão, pedaço de corpo.
É, talvez ele esteja entre um dos mais assim.
Amo a coreografia, ela está morena, sabe?
É que tem que ver na edição do Black or White do Michael Jackson que ele cortou, né? O quê? Porque o Black or White, ele queria fazer um Thriller novamente. Tem uma versão do Black or White que tem 9 ou 10 minutos do clipe que ele no final surta, ele sai quebrando tudo. Mas é um surto pessoal.
Mas mesmo assim, um surto pessoal e gente explodindo, desculpa, numa passarela de balé.
A Madonna lançou o clipe, sabe? Depois ela, né, recuou, recuou, né?
Ainda bem que ela lançou, porque a gente tem aí, gente, né?
Na MTV ficava tipo de uma em uma hora, vamos passar o clipe antes dele ser banido.
Amiga, muito difícil American Life para mim.
Eu amo, sério, eu amo.
Eu acho que é o que mais, para mim é uma das piores músicas da Madonna, American Life. Amo, amo.
Acho que é Another Day, bapho. Nossa, ela brigando com as piores estrelas do James Bond.
Agora é na manager, é na Jethro na chefe.
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Eu gosto, mas eu comendo também.
Foi ali que ela beijou a Britney e a Christina.
Nobody Knows Me é um horror.
É verdade, velho, que ela beijou a Hollywood.
E amo como ela mistura o eletrônico com violão, acho muito legal.
Hollywood.
Hollywood.
Hollywood. Um clipe bom, uma música boa. O clipe é muito bom. Aliás, é a música que a Charlie gosta, né?
Ela citou inclusive a Charlie.
Ai, a baladinha que Aesthetic Process é linda, é lindo.
Então Easy Ride, Aesthetic Process é uma das grandes músicas do disco.
Love Profusion também, que muita gente ama. Não sou tão fã, mas muita gente gosta.
Comercial de Love Profusion, tudo que a Zara Lawson queria no futuro ela lançou.
Midnight Sun dela, Midnight Sun da Madonna.
A Madonna mais senhora assim também, com vestidão, né?
Mas não tem por que.
Silvete Bom Dia, aquele clipe me irrita, aquela música eu odeio muito.
Mas amo, ai, eu amo a era, marcou muito porque é isso, foi Primeiro que eu ouvi, peguei ali, vou ouvir e ver a era inteira junto com ela. E depois vem o Confessions, acho que legal, tipo essa quebra assim, sabe? De tipo ela tá numa estética, de repente ela tá toda colorida em outra.
Nothing Feels é bom.
A Izzy Wright eu também gosto.
São 3 boas músicas num disco.
É o álbum mais romantiquinho.
Inclusive, posso dar um plus?
Pode.
Tem um, a Madonna fez 2 shows, acho que 2, chamado Tears of a Clown.
Nossa Senhora, pelo amor de Deus, filho.
Que foi um recital em perspectiva, que ela tá de palhaça, ela anda numa motoquinha. E ela canta muitas músicas que ela nunca tinha cantado. Tipo, Easy Ride, ela canta Easy Ride. Ela chora pelo Rocco, porque o Rocco tava largando ela na época.
Canta Toxic também, que é muito legal.
Canta Mare Girl do Ray of Light, sabe?
Tipo, mas essas horas que a gente sabe que a Madonna usa droga, ela faz a droga. Porque antes de morrer de dor, ela vai e faz essas coisas. Porque ela é uma artista, ela precisa— a arte salva ela do antes difícil.
Ela precisa viver essas piras assim, louca, bêbada.
Linda no palco, louca, linda. Amo essa fase.
Ai, eu pensei em muita coisa de Madonna aqui, gente. Eu vou falar da Virgin Tour então, porque eu acho a Virgin Tour uma turnê no YouTube também. A gente, quando a gente tava, nem faz muito tempo que a gente tava falando das turnês da Madonna em casa, e aí a gente falou que para mim a Rebel Heart é a pior turnê dela, e eu acho a Virgin Tour muito melhor, entendeu? Mesmo sem toda a pirotecnia, toda a tecnologia, eu acho a voz dela muito legal ali, ela dança, ela tá muito, também vai nessa daí.
É, então eu vou falar da Virgin Tour. Porque eu acho que a Virgin Tour também traz aquela coisa do Like a Virgin, do bolo do VMA. Que depois ela reinventou lá com a Christina e com a Britney. Eu acho que ali é o começo de muita coisa, assim. Que é muito a cara dela até hoje, sabe?
Ah, foi uma revisitada então. Tá aí, tinha uma coisa que ela tinha que ser. Eu amo o Zayn Zayn.
Eu amo o Ed Novell.
Eu também, claro.
Ela com o pandeirinho. E ela tá...
A Shein Groove com o pandeirinho.
É, ela tá muito feliz.
Eu nunca assisti.
Ela tá solta, ela tá lindíssima.
Um visual louca.
Aquele começo com Dress You Up é lindo. Você sabe que aquilo é a primeira imagem que eu tenho da Madonna na vida. Eu tinha 7 ou 8 anos, meus primos mais velhos, meu primo mais velho de Santos é gay, então a gente vinha para cá. E eu lembro de criança, tinha um programa na MTV antes de MTV existir, que era com Kid Vinil.
Olha, gente, ela tava aqui, tá? Jurasse, antes da MTV.
Era o programa que passava clipe do Kid Vinil. Eu já sabia que eu amava aquilo antes de MTV. Que devia existir. E ele passou o Just Wop da Madonna, era o clipe que tinha do single, era esse.
E a ilustração, a entrada dela, né?
Eu fiquei hipnotizado. Aí meu primo, olha esse disco aqui dela, e mostrou Like a Virgin. Então a primeira outra grande imagem, ela sentada na capa com ela.
Eu gosto muito de uma apresentação ao vivo dela também, de Express Yourself, que ela vai descendo e esse cada vez acendendo, aquela dança.
Se tudo der certo, teve isso na VHS agora, porque tem uma Drag que tá louca para fazer.
Então faz aquela dança, alguém vai fazer.
Eu acho que é que ela tá com aquele cabelo assim, né?
Já aconteceu, pode falar. Alexa Twister fez lá, essa bonita do Girl Show.
Legal.
Alguém vai fazer do América Music Awards, o cabelão, o cabelão com voando do Best Time.
Mas ela faz ter cabal com Babyface.
Ah não, achei que era Globo América.
Ela tá meio chinesa, pé de chinesa.
Ela tá meio de babydollzinha, ela de babydollzinho, cabelão mono.
Mas fizeram Girl Gone Wild, eu acho. E talvez alguém fez essa do Express Yourself, que é muito foda, né? E ela fez logo no ano seguinte a Vogue VMA, né?
Que também alguém vai fazer. Poxa, tem que ter.
É difícil ter a roupa. Alexa Twister tinha, ela disse que tá não sei onde, que ela consegue mais acesso. Ela sugeriu Laila Zabonita, a gente bora.
É nessa que eu vou, é nessa que eu vou.
Beijo, gente!
E já tá muito bom, já tá ótimo.
Maravilha.
Agora acho que é uma das expressões mais de viado. Acho que viado mais assistiu foi esse, via meio do Vogue, né?
A personificação da viadagem.
Não tem nada mais gay que tem.
A coreografia original de Vogue que tá no clipe, ela faz uma vez só, que é no Blondie Bicha, que fica, que é lindo. Depois disso ela muda todos os vogos com coreografia diferente, até o vogo do VMA já é diferente desse. Tem um vogo do Stick and Switch que é outra coisa.
Eu amo, sim, do MJNA é diferente também.
Eu gosto de colocar aquele vogo que é bem pancadona assim, bastante joelho.
Vou trazer os leques para vocês.
Ai, amo!
Então temos 2 leques aqui para vocês.
Esses 2 são do Fih ou do Edu? Esse é o do Edu.
Esses 2 do Edu então. Tá, esse do Edu. E esses 2 do Fih. Escolhe um leque para você bater primeiro.
Esse aqui.
Eu falo o que que tem aqui dentro?
Sim.
Paquetar.
Você bate leque para paquetar.
Toma o seu leque.
Bem, não sou o leque, né?
Muitas coisas.
Não, mas agora que a gente tá assistindo Copa, né, ele tá tendo um papel lá até que legal assim.
Ele vai fingir que é pro jogo.
Ele vai fingir que é pro jogo.
Vou fingir, né. Não, mas ele é bonito.
É pela UAG, vamos falar que é pela UAG.
E ele movimenta, né. A gente chama ele de Paquita lá, né. Então ele tem uma... Tem a piada pronta. Mas bateria super, super legal.
Então bate o leque, pode bater o leque.
Peraí. É que vai sumir de cá para cá, né?
Não, mas pode fechar aí.
Eu amei esse quadro! Olha como ele bate leque com excelência!
Eu amei, viu?
Batedora de leque.
Próximo leque, vai, faz o próximo.
Então o seu próximo leque, o tema é Mad Max.
Olha, gente, você bate leque para o próximo aqui.
Se você bateu para American Life, eu espero tipo polêmica.
É, o Madame X dizem que é o American Life parte 2, falam, né? Porque também tem política à frente de seu tempo também, né? Ele é lacrador, tem várias pautas, né, de armamento, de tirarem os direitos LGBT+, a forma que as pessoas trans são tratadas.
Então tem muitas pautas também da lei da arma, né?
Tem a Future, que, gente, antes da pandemia ela fala que as pessoas que não estão prontas para o futuro vão morrer. Ela diz isso. E um monte de gente que não tomou vacina morreu, entendeu?
Aí, ó, é o Simpsons. Madonna é o Simpsons.
Uma coisa, acho que mostra a versatilidade da Madonna. Ela canta em português, sabe? Poxa, eu acho super legal ela sair um pouco. Todo mundo tava fazendo latinidades, ela vai trazer latinidades cantando. Tudo bem que é o português de Portugal, mas ela traz ali de uma outra forma.
Então É um português do Brasil, né?
Poxa, é o português do Brasil.
Será que vai ter Faz Gostoso na confessação?
Não vai ter Faz Gostoso.
Músicas eletrônicas, vai ter o funk.
Não vamos esquecer Faz Gostoso.
E a turnê, gente, é muito linda. Recomendo de que você não gosta do álbum, assista a turnê.
Sim, a gente viu a primeira, amiga, a primeira de todas em Nova York. E nós vimos em Los Angeles também.
Eu não tava conseguindo por algum motivo, mas aí eu fui viajar viajar para Chicago por um outro motivo que não era para ver Madonna. Quando eu vi, as datas coincidiam. Falei, meu Deus, vou comprar o preço que for.
A gente viu a primeira de todas e aí depois—
Brian me perguntou, porque ele viu uma matéria falando das artistas que não querem mais usar o celular, blá blá blá, e falam da Madonna no Mad Max. Como que ela lacrou o celular de todo mundo? E ficava onde? Mas foi no teatro.
Cinema fazem isso, gente.
É no teatro, não era fazer ruim, né?
Porque eles deixam o lacre com a gente. A Madonna não. Tinha uma chapelaria que as pessoas guardavam o seu celular.
Eu também acho, né? E foi outra coisa realmente assistir as pessoas prestando atenção no show, sabe?
Eu tô vendo isso mesmo, porque não tem celular para confirmar. Então você via com os olhos.
O Fred Again, ele tava fazendo agora na turnê dele, também falava para as pessoas não filmarem, porque depois ele disponibilizava um link com foto e vídeo do show inteiro para pessoa, tipo, ah, você quer postar?
Toma!
Ah, você quer postar? Então acabou o show, você vai receber um link, tem foto, tem uns vídeos, você escolhe, você posta o que você quer, mas aproveita o show.
Adorei isso, né?
Tem vários ângulos, o seu amigo pode usar um, você usa o outro, a qualidade é boa.
Você tava nesse show longe, mas a foto de perto, né?
Então posso olhar aqui para mandar, né?
Vou bater muito Aumentou. Vamos lá, Edu, qual que você escolhe?
Esse aqui primeiro.
Olha, gente, será que Edu vai bater o leque para Blogueirinha? Ai, meu Deus, tá na mão dele, hein, gente.
Esse nome é polêmico, que a Blogueirinha andou dando declarações que eu não fiquei satisfeito, que eu não gostei muito, né? A gente tá—
é verdade, teve isso não, né? Não tô pondo você numa situação justa.
Então não, amigo, é verdade, é verdade. Bom, a Blogs, fizemos aí Blogueirinha Feia, né, há 2 anos atrás. Um grande sucesso, né, que todos os personagens, inclusive, fizeram mais sucesso do que ela, né, do que o personagem dela.
Naja e Duda, muito melhores.
Naja, Fernanda Montenegro, né.
E aí, agora esses personagens estão sendo revisitados no Usurpadora, que é uma novela de IA. Estão revisitando.
Não quis fazer Blogueirinha 3?
Aí, ó. Nem o 2 ela quis fazer. E aí que como ela não apareceu na novela, ela tá com inveja da IA. Daí ela fez uns stories falando que ela detesta coisa de IA, que ela não vê graça nenhuma, bem no auge da novela. E aí eu acho que é inveja, acho que ela inveja que ela não participou da IA. E aí então não vou bater esse leque, eu bato ao contrário, eu fecho o leque.
Fechou o leque para blogueirinha!
Tá aberto, eu vou fechar o leque para blogueirinha.
Meu Deus, primeira vez que alguém Fecha o leque.
Gente, para blogueirinha?
Não, para quê?
Tem muita gente querendo fechar o leque com a blogueirinha.
Mas uma curiosidade é que a blogueirinha tem uma versão de Living for Love que se chama João.
Procurem no YouTube.
Ai, amigo, precisa procurar.
Talvez não, mas fica a dica aí, fica a dica.
Mas é pessoa amargurada, Capricórnio, né?
Então é isso, sabe? Então eu acho que a blogueirinha ela deveria pensar melhor nos colegas de trabalho antes dela difamar uma coisa, só porque ela Fazendo clipe com torre de gente. É que é super atual a referência, né?
Visitou também.
Então é o Aphrodite 2 dela.
Seu outro leque.
O outro leque para Dué, vamos lá.
Marmita! Gente, vamos bater leque pra marmitas. Eu acho que, né, estamos aí pra eles.
Nada contra.
Nada contra.
E acho que cada um faz o que quer, do jeito que quer, com quem quer.
Isso foi o que a Madonna nos ensinou.
Foi o que a Madonna nos ensinou.
Que ninguém—
Quem machuca— marmita, gente, com o boy dela?
Acho que não, né?
Eu acho que ela é bem possessiva.
Eu acho que é isso, gente. E de todos os tipos a marmita.
Quebrou, caiu uma coisa em furo, tá vazando para cá. Depois a gente deixa, depois a gente arruma.
Quem mastiga de tudo, já dizia, quem mastiga de tudo não passa fome.
Leia um sex book da Madonna, é uma grande marmita assim ali, é uma 40 anos de marmita.
Mas quando a marmita se apaixona, deve acontecer isso com casais, né?
Acontece, né?
Acontece horrores, menina. É babado.
Ai, que dó! Ele vai ficar engatilhado.
Eu conheço um casal de amigos que teve uma marmita que se apaixonou e foi um problema de administração.
É babado, acontece.
Eu acho que é A gente lê muitos casos assim na internet, né? Mas eu acho que eu sempre penso que o casal já não tá bem.
Isso acontece fora da marmita também, às vezes com pessoa que nem a marmita, né?
Teve uma marmita que eu conheci que ele falou assim: ai, eu terminei com aquele namoro, sabia? Eles estavam 8 anos juntos, resolveram abrir porque não estavam bem. Foi amigo, desculpa, não foi você.
A bicha foi você que terminou.
Às vezes a pessoa percebeu ao transar com você que não tinha mais sentido dele estar naquele relacionamento com outro cara. Não é sobre você, não é sobre você.
Baixa a bola.
Você foi usado para perceber que aquele relacionamento não dava mais certo.
Você é um lixo, você foi usada, você é um lixo.
Eu tive que falar isso para baixar a bola.
É assim? Não, gente, menos ainda.
Não, mas pelo menos o meu não foi assim de tipo, ai, ele vai terminar com ele. Não, era, foi dupla decepção ainda, pior ainda.
Os dois terminaram com você também?
Não, eu é amigo, eu também, tá tudo certo. Ambos os lados, acho que é melhor não, né?
Isso não era marmita, né?
É, se tem compromisso não é marmita mais, gente.
Chegou a namorar 3.
Ah, então foi 3?
Então não é marmita, é uma marmita séria, marmita longa, marmita querida.
Foi um catering, foi delivery, foi um catering, é mais chique, né?
É uma coisa ali. A gente aqui no UG sempre A marmita é boa, você fica com ela.
Quando é bom, a abelha sempre volta.
Mas aí você se lascou, né? Você que foi, tiveram que escolher ali, né?
Às vezes a vida tem que seguir também. É sobre deixar ir, sobre deixar ir mesmo.
O que eu acho sobre trisão é o seguinte: já é difícil a 2, amiga.
Já é difícil você sozinho, você com a sua própria cabeça, já é difícil você se aguentar. Mas eu acho também que sejam felizes Gente, né? Não estraga muito as alegrias.
Como marmita, não tô me opondo a nada. Eu tô dizendo o quanto deve ser difícil administrar duas pessoas, sabe?
Eu tenho dois, eu tenho dois trizais de amigos que estão há anos.
E aí, junto dá ano.
E é isso, e bora.
Eu acho mais complicado quando é aquele que é tipo uma das pessoas tem um relacionamento à parte e você não está nesse outro.
Eu acho um pouco mais complicado. Quando a marmita começa meio que ter uma relação com o outro.
Não, não é uma marmita.
Tipo, vamos supor, eu não tenho Nós somos casados, mas ele começa a namorar outro menino e eu não namoro esse menino.
Poligamia.
Tem gente que—
Poligamia.
É, é.
Acho que ele tá meio—
Pra minha cabeça, pelo menos, acho um pouco mais.
Mas tem gente que é assim. Eu tenho um amigo que é assim. Ele é casado com um cara e o marido dele tem um namorado. E pra eles funciona assim.
Sim.
Eu também não conseguiria namorar esse menino. Não conseguiria namorar esse menino.
Então, o namorado coadjuvante.
É que quando você abre o leque da marmita, que não é esse aqui, né?
Que é esse aqui.
É um grande leque de marmitas, né?
É um grande leque. Aí a gente descobre Várias possibilidades aí.
Monogamia não flexível, né?
É, amigo, tem vários negócios. E é isso, né? Pelo menos acho que o combinado não sai caro, né, gente? É melhor saber do que fazer aí por trás. Ó, os jogadores de futebol, né?
Aqueles trazem só para um lado, aí é só para um lado.
É melhor evitar. Ali é absurdo, meu amor, né? Amigo, total assim. E uma leva uma para o México, a outra em Nova York, sabe?
Ai, gente, nem marinheiro, que é Amor em cada porco. Mas esse negócio, mas a Madonna, eu acho que ela tem esse discurso assim super libertário, não sei o quê, ela é a favor disso, mas eu acho que na relação dela, amigo, não só isso, com os filhos ela é super rigorosa.
Lembra quando a Lola foi vista fumando e ela ficou puta com a Lola?
Você viu essa história?
Sim, parece que a Lola ia até trabalhar na MGA com ela e ela não caiu fora.
Cigarro ou maconha?
Ai, amigo, acho que era cigarro. É, deve ser, não sei.
Tem umas cartas dela para uma mulher que ela gostou. Tem umas, ela mandou umas cartas para uma mulher que ela gostou muito, que trabalhou com ela nos anos 90 até. Acho que, não sei se era uma dançarina brasileira do Justify My Love.
É, né?
Ela se apaixonou pela brasileira que ela beija no clipe.
E ela manda: se você não tivesse grávida, se você fosse casado, eu ia te pegar. E cartas intensas ali. Ali para mulher, ela foi beijando a mulher dos outros.
Ela não se desvia, né? Ela é, né?
Ela entendeu que nessa vez não me cabe falar, talvez. Ou é uma coisa meio fluida, porque ela gosta mais é de homem mesmo. Eu acho que ela teve uma fase ali de experimentar, mas ela se entendeu hétero mesmo.
A Gris de Casares foi um namoro mesmo com ela.
É, tem que falar isso no ano passado, não vou me repetir. Mas eu acho que a Madonna gosta muito de homens.
É isso, ela gosta muito de homem.
A gente pode pegar até mulher, mas a gente continua sendo gay.
A ficha dela é babaca.
Gosta mesmo.
Currículo extenso.
Assim como nós. Por isso que rola um monte de identificação, né, da gente como adulto.
É isso que os gays gostam.
Ai, gente, a Magalu é gay. Ela entende gay.
It's moda. Gostamos.
É isso, gravamos, galera.
Ai, amigos. Espero que vocês gostem. Que seja o primeiro de vários na nova fase de vocês.
Obrigado. Amei o quadro do leque, gente.
Amei também. Achei tudo, achei que foi fresh. O leque tá em evidência de novo, né? O leque tá em evidência de novo.
Sim, eu acho que o leque vai ser para sempre, assim como o Vandal.
Uma hora eu quero aposentar, gente. Você quer viajar? Então vai ser só você daqui a um mês.
Se vocês quiserem ficar junto comigo, a gente vem, junta tudo já, vai chamando aí na colaboração, vai fazendo a marmita. Porque eu não quero falar de trabalho, eu Porque eu não gosto de trabalhar até morrer, eu acho.
Não, eu entendo que é bom viver.
Poxa, preguiçosa você. Quero ser preguiçosa.
Um beijo, obrigada, Duda.
Obrigado vocês, gente. Beijo, gente. Até mais.