GAYS BRIGANDO POR DIVA POP com Edu Oliveira e Amauri Mazzuco
FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!
Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!
Apoiase: https://apoia.se/podcastwanda
Orelo: https://orelo.cc/wanda
https://linktr.ee/podcastwanda
CAÇADORES DA CULTURA PERDIDA
Chiquititas Vol. 1
Charlie Brown Jr.
Sandy e Junior
No Strings Attached, do Nsync
Episódio apresentado por:
Produção:
Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)
Edição / Captação:
Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)
Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
- O que é Diva Pop?Definição de Diva Pop · Maria Callas · Madonna · Beyoncé · Taylor Swift · Anitta · Dua Lipa · Charli XCX
- Caçadores da Cultura PerdidaChiquititas (álbuns) · Charlie Brown Jr. · Sandy e Junior · Reality Bites (filme) · Almost Famous (filme) · No Strings Attached (álbum) · NSYNC
- Jogos Musicais e CompetiçõesHits dos anos 2000 · Hits nacionais · Álbuns 'Paulada' · Dua Lipa vs. Katy Perry · Beyoncé vs. Madonna · Prince vs. Michael Jackson
- Monogamia vs. Não-MonogamiaDefinição de monogamia ética · Não-monogamia ética · Insegurança em relacionamentos · Validação em relacionamentos · Gays e relacionamentos
- Copa do Mundo e FutebolProtesto contra a Copa no Catar · Papel da Globo na transmissão · Análise de jogos · Futebol como representação cultural
- O Conceito de Diva PopDiva Pop vs. Popstar · Diva Pop Gay · Diva Pop Nacional · Drag Queens como Divas Pop
- O Papel do Twitter e Redes SociaisGolpes no Twitter · Mudanças no Twitter (X) · Influência das redes sociais
- Mansões de Famosos e NeverlandCasa Rosa da Xuxa (Neverland) · Mansões abandonadas de famosos · Xuxa
Voz A:Tá começando mais uma edição do novo podcast Milkshake chamado Vanda. Abertura nova, chique.
Voz B:O 4 também para você.
Voz C:O que que é isso?
Voz B:É o seu aniversário. É o nosso Eu não conheço a música, não.
Voz C:Canta de novo, deixa eu ver.
Voz B:Hoje vai ter uma festa.
Voz C:Dolly Guaraná, vou lá pra você.
Voz A:Não é essa a festa? É Polly Guaraná.
Voz C:Não é Dolly?
Voz D:Vocês estão cantando do Xuxa ou é uma versão proibida?
Voz C:Não, a versão da Dolly Guaraná.
Voz B:Dolly Guaraná, muitos homens pra você.
Voz D:Você acha que a Xuxa ia entregar essa? Você acha que a Xuxa ia entregar? É o Pinterest da Xuxa.
Voz A:É o seu aniversário, vamos festejar, os amigos receberam.
Voz C:Muito arrolar pra você!
Voz D:Só felicidade e amor no coração...
Voz A:Bati bati baque... Você deve ter inventado uma música para cantar parabéns de um jeito idiota e bacharia como sempre.
Voz C:Sim, sim, é essencial gente!
Voz A:Estamos aqui com Eduardo do Me Conte Uma Fofoca.
Voz C:Uhul!
Voz A:E o Amorim Matsuko das ruas de São Paulo.
Voz D:O doidinho da rua.
Voz C:Doidinho do bairro que gradiu.
Voz B:Jornalismo Verdade.
Voz D:Sim, gente. "Sit uma trans, sit uma gay, sit um gay, sit um gay que eu gosto." Sit um bi, sit um bi. Ai, João, João, que assumidinho.
Voz B:Você fez sit um bi ou não?
Voz D:Eu fiz. Ano passado eu tinha feito só sit um gay. Aí esse ano comentavam assim: "Ah, faz esse ano de novo." Bifobia! Eu repostei, porque eu tinha visto páginas repostando e ganhando visualização. Eu falei assim: "Ah, vou repostar, né?" Ele pode postar todo ano. Aí o povo comentando: "Ai, faz de novo esse ano." Eu falei: "Ah, mas sit um gay já tá tão ali, né, bonitinho, não dá pra mexer." Eu falei: "Vou completar a sigla, né, vamos incluir." Vamos falar de inclusão aqui nesse momento?
Voz A:Eu sigo um que eu esqueci o nome dele. Acho que ele fica no New Orleans, eu acho. Ele vai pra rua assim: "Name a black person." Para as mais brancas possíveis.
Voz D:Ai, eu amo!
Voz A:Sabe quem é, né? Aí ele fica assim, ó: "É sério, gente." Mas dá um branco na hora.
Voz C:Você vê uma bicha dessa colocando um negócio aqui, é uma responsabilidade.
Voz D:Mas eu tava falando pro Gustavo, que me filma. Eu falei assim, ó: "Eu lembro quando eu filmei o 'Cite um Gay', a intenção não era fazer as pessoas citarem um gay." Era fazer as pessoas ficarem apavoradas. Eu queria reacionar esse apavoramento, é. Então eu tentei fazer isso. Mas, ai, bonitinho. Eu gostei de assistir.
Voz C:Ah, muito potente pra comunidade.
Voz D:Eu gosto quando falam: "Ai, achei que era um assalto".
Voz B:Eu senti atravessamento, sabe?
Voz D:Você sentiu?
Voz C:É legal. Construiu conversas na comunidade.
Voz D:Eu gosto de fazer pensar. Eu gosto de fazer pensar.
Voz B:Ó, tem gente que vive aqui. Mas a hora de viver é aqui.
Voz C:E na hora de citar um gay? Ninguém sabe citar, né?
Voz D:Quantos gays você tem na ponta da sua língua?
Voz B:Agora, cite um gay.
Voz C:Um gay agora? Tiago Theodoro. Ah! Gay não, é bicha, um viado.
Voz B:Sabe Eduardo? Oxe, quem mais?
Voz D:Ah, gay, gay, gay. Anderson Cooper.
Voz C:Ah, até esquece de aparecer, gente.
Voz B:Temos tantas aqui no Brasil, tantos ídolos.
Voz A:William Bonner.
Voz D:Nos comentários, quem quer se aparecer, comenta Alan Turing, Turing, Turing. O criador da internet. É, ok.
Voz A:Benedict Cumberbatch.
Voz C:Ah! Shakespeare era gay?
Voz B:Não, era o outro.
Voz C:Como é que chama? Não é o do avião lá?
Voz B:Santos Dumont também era gay.
Voz C:Santos Dumont tem... Supostamente. Gente, supostamente.
Voz A:Mas aquele bigodinho do Santos Dumont...
Voz C:É bigodinho de... Qual aquele vídeo do bigodudo?
Voz D:É bigodinho de bicha de São Paulo.
Voz C:Bigodinho de bicha de São Paulo. O vídeo da mulher... Eu adoro esse bigodudo. Nunca viram? Não. Gente, você tem uma referência para três gays assim que não pegaram? Sabe aquela mulher que ela— alguém já viu aquilo do bigodudo?
Voz D:É, não, me deixou maluca.
Voz C:É, não, não, toda vez que agora posta foto de um homem de bigode é uma mulher, é uma mulher que fica dançando do lado de um bigodudo. Toda vez que alguém posta uma foto de um homem bigodudo, aí sempre alguém posta embaixo esse vídeo do "Ai, esse bigodudo gostoso".
Voz A:Você tá no Twitter, né?
Voz C:Todos usando drogas pesadas ainda. Vocês saíram, né? Vocês dois saíram. A Maurícia lá sempre com um monte de homem, mas vocês dois saíram. Eu tô lá, mas na "Olha, eu não tweeto mais". Ah, é? Tipo o Thiago, ele excluiu a conta dele e ele usa a conta do Me Conte. Aí ela fica todo dia, ela vem pra mim: "Ai, você viu tal coisa lá no Twitter?" Eu falei: "Bicha, você não tinha parado de usar essa merda?" Você também tá lá então.
Voz A:Tô lá.
Voz C:Inativa. Ah, inativa. Mas Twitter é uma coisa de não participar da brincadeira. Mas é melhor.
Voz D:O Twitter é onde tudo acontece primeiro ainda, eu acho. Ainda é.
Voz B:Eu tô advogado online.
Voz C:Você caiu no golpe da Roda Viva já?
Voz A:Que que é isso?
Voz C:Vocês viram o golpe da Roda Viva? Até lá do anúncio.
Voz D:Ai, que é um, dois pessoas se batendo assim.
Voz C:Tá uma merda essa rede social. Tudo lá é uma merda.
Voz D:É um drama?
Voz C:É, só que tem um falso anúncio lá que você cai num golpe. Gente, é um negócio, é uma loucura.
Voz B:Porque realmente, os memes lá ainda são melhores, as coisas acontecem mais rápido. Ele tem seu lugarzinho ainda. Tem seu lugarzinho. E às vezes eu entro pra buscar alguma coisa, e aí eu fico assim, eu fico precisando de um senhor, porque eu tenho um vídeo, aí eu clico no vídeo, abre, tipo, como se fosse um anúncio.
Voz C:Porque é um anúncio, sua besta!
Voz D:Mas a barra de pesquisa...
Voz C:Eu, burra, lá assim: "Cadê o vídeo?" É um anúncio, esse é o golpe, caralho!
Voz D:Mas a própria barra de pesquisa do X ficou uma bosta depois que ele veio.
Voz C:Uma bosta!
Voz D:Twitter se achava tudo, toda hora. Ó, Elon Musk!
Voz B:Nossa!
Voz C:Era mesmo, eu procurava tudo, colocava, sei lá, "mulher dançando bigode". Aí eu achava já o vídeo da mulher dançando. Agora...
Voz A:Anúncios importantes, hein. Wanda de Segunda, vocês viram a nossa estreia no Wanda de Casa. Não chama mais Wanda de Segunda. A gente grava nesse sofá chique. A Fontana esteve aqui e falou 70%, a gente falou 30%. O que é importante, dar voz pra drags, né. Sim.
Voz D:Às vezes tirar também.
Voz A:A gente vai chamar vocês pra esse sofá também.
Voz C:Mas tá mais disponível lá. Ai, eu quero!
Voz D:Pode pôr o pé no sofá? Pode. Pé no sofá pode?
Voz B:Pode, pode!
Voz D:Pé no sofá pode! Você tem que esperar o sofá.
Voz C:Podcast, né?
Voz A:Então, o próximo Wanda de Casa vai ser Paulo Correia e Dantas, não é isso? Vai ser bapho. E aí, plateia Wanda que vai ocupar esses lugares aqui em algum momento. Em julho começa.
Voz C:Ai, vai ter plateia, tem espaço aqui, gente.
Voz A:As gays moram aqui, né?
Voz C:Então mais fácil. Se sair na rua e catar e gritar, já vem daqui pra Chile, gente.
Voz A:Depois de R$20 que Você pode vir na plateia.
Voz C:Óbvio!
Voz A:Acima de 80. Não é porque você deu 60 que você tem prioridade.
Voz D:Acima de 80.
Voz C:Na verdade, tem sim.
Voz D:Vai ter a primeira fileira, vocês têm que fazer fila.
Voz B:É igual comprar ingresso nos Estados Unidos de show.
Voz C:Quem pagar mais... Meu Deus, tá Copa do Mundo agora.
Voz A:Tá dando R$200 por mês? Senta aqui na mesa com a gente.
Voz D:Grava junto.
Voz A:Chique.
Voz B:R$500?
Voz D:Pode ser isso que o Olho do Gato aceita.
Voz C:Mandar pauta, mandar pauta. Escolhe o convidado.
Voz B:Escolhe o convidado, R$500. R$1.000? Leva pra casa.
Voz C:Leva o quê?
Voz D:Uma noite, uma noite.
Voz A:Não estaria podendo, mas a gente vai discutir hoje.
Voz B:Mas e aí é isso, né, galera? Ele falou isso aí, você tem que assinar, entendeu?
Voz A:Falta essa parte, mas as pessoas sabem.
Voz D:Não, tem gente que tá chegando hoje, mas é porque eu acho que tem que assinar.
Voz A:Qual é o endereço? Lá na bio do Vander tem o Linktree do Vander, aí você vai ter todas lá. Apoia-se, cartão da Casas Bahia, todas as pessoas.
Voz B:Exato, comenta e compartilha.
Voz A:A gente discutiu uma uma coisa muito importante hoje. Existe diva pop hoje em dia? Sim, pertinente.
Voz D:Sim, eu acho que tem.
Voz A:Claro que tem.
Voz C:Nossa grande diva pop vai fazer show até agora, não fazendo estágio no final do ano.
Voz D:Ontem apareceu um vídeo no TikTok para mim da Casa Rosa. Eu fiquei pensando, será que é da Xuxa? Eu fiquei pensando, será que quando ela morrer vai virar um museuzão da Xuxa lá? Porque tá abandonado.
Voz C:O que é a Casa Rosa?
Voz A:Eu também não sabia. A Casa Rosa deve ser a Xuxa. A Casa Rosada.
Voz C:É, mas eu não sei.
Voz D:A Neverland da Xuxa, gente. Ah, é? É, que ela tinha uma mansão rosa. Era a Casa Rosa.
Voz C:E tá abandonado?
Voz D:Tá abandonado.
Voz B:E ela tá morando aonde?
Voz C:Ai, num lugar que tava o ar condicionado 12 graus.
Voz D:Num frigorífico.
Voz B:Então, mas tem essa casa que é...
Voz C:Não, não é a casa dos passarinhos que fica solto lá? É. Ah, que ela mora hoje.
Voz A:Uma cuba no meio assim, não sei o quê.
Voz B:Tem um vídeo no YouTube maravilhoso que são as mansões Mães Abandonadas dos Famosos. Ah, daí é bom! Aí tem a da Hebe, tem a do Clodovil, que não dá pra fazer nada com a Clodovil.
Voz C:Ah, da Hebe, aquela que a galera tava invadindo. Eu vi que era no Morumbi.
Voz B:A do Clodovil é que fica numa montanha e não pode fazer nada. Que é área de preservação, então não dá pra fazer nada com a casa, tá?
Voz C:Todas as entrevistas dele eram: "Conseguiu?" A bicha é...
Voz D:Tem a da Xuxa.
Voz B:E aí eles entram na casa, tá tudo rachado assim.
Voz C:Chocado!
Voz B:Não sei de verdade. Tem do Mário Gomes, tem de vários lugares.
Voz A:Ela tá morando na Cidade de Jardim, né, com a Luciana.
Voz B:Ela mora em São Paulo, a Xuxa?
Voz C:Do Rio, não é?
Voz A:Não tem nenhum prédio no Rio igual o do Cidade Jardim, aquele prédio ali em cima.
Voz C:Ainda bem, né? Ainda bem.
Voz A:Aqui em São Conrado estão caindo hospedagens.
Voz D:Mas a Lu vendeu, né?
Voz B:Vendeu?
Voz C:Ela conseguiu vender o dela?
Voz D:Acho que conseguiu.
Voz B:Conseguiu, conseguiu.
Voz D:A minha fonte é diva depressão, então não sei.
Voz B:Mas o Mark Zuckerberg comprou. Quando ele vem pro Brasil agora, ele fica lá. Quem? O Mark Zuckerberg da Meta.
Voz C:A gente gosta de mentira, Gustavo.
Voz D:Ai, demole, demole o prédio.
Voz A:Assim como o Luciano Huck hospeda a Madonna, a Luciana hospeda o Mark.
Voz C:Não aguento essa.
Voz B:Mas a Xuxa foi a primeira grande diva? Não sei.
Voz C:Eu sei, sim, do Brasil. Olha, tava esperando. A primeira grande diva do Brasil, quem foi?
Voz B:Princesa Isabel.
Voz C:Cala a boca, seu idiota!
Voz A:Vocês botam o cu.
Voz B:Carlota Joaquina.
Voz C:Ai, não sei, tá falando o quê? Diva pop tem que ser, ou é só diva?
Voz D:Diva pop são só cantoras? Porque assim, Erika Hilton é diva pop da política. Exato. É, Hebe Camargo para mim era diva pop.
Voz A:Diva pop se expandiu bastante. A gente tem uma diva aqui no condomínio, vocês conheceram ela, Fátima? É a nossa porteira.
Voz D:Quem?
Voz C:Ah, o porteiro lá?
Voz A:O porteiro que é super educado.
Voz D:Super!
Voz C:Ele foi super gay friendly com a gente.
Voz D:A gente sempre fazendo piada com esse porteiro. A minha foto ficou ruim, ele mandou sentir a outra. Aí eu fui, bom dia aí, pessoal.
Voz A:Eu já consegui receber o pessoal para instalar aqui a internet, não conseguiram, mas eu vou voltar depois. "Olha, Felipe, só pra você saber, já instalaram." Eu falei: "Gente, não precisava de tanta chata." "Não mereço tanto amor, pelo amor de Deus." Nossa, Pinheiros era os piores.
Voz C:É, gente, lá é maior educação, assalto, tudo de ruim.
Voz A:A gente chegava pra gravar na segunda-feira, eles estavam lá jogando na coisa.
Voz B:Já de mau humor, assim. A gente já sabia mal.
Voz D:Eu jogava Fortnite com deles.
Voz A:Jogava?
Voz D:Não, tô brincando. Tô causando. Ah, mas eu queria que eles jogassem.
Voz B:Sei, aham.
Voz A:Jogava, né?
Voz D:Jogava um Fortnite, você pegava na pistola, ó.
Voz A:Mas tem o conceito de você expandiu, né? Então dá pra saber o que é diva pop precisa ser cantora ou não?
Voz D:Não, pra mim não.
Voz C:Hoje a gente vai fechar aqui, gente. A Elke Maravilha era uma diva pop, mas não é uma diva só pop, ela era do universo pop. Eu não acho que o universo pop é só música, o universo pop é muita coisa.
Voz B:Mas aí como é que a gente vai pôr uma contra a outra? Como é que eu vou pôr a Anitta?
Voz C:Mas você pode pôr, e é melhor. Acho que tem várias pra colocar uma contra a outra, é melhor. Pode colocar atriz contra cantora.
Voz A:E assim, você tem qual a diferença de estrela do mundo assim e diva pop. Por exemplo, a Taylor Swift é as duas coisas, ou é só uma estrela do mundo, uma estrela pop do mundo.
Voz D:Eu acho que a Taylor é um nicho gigante.
Voz C:Nossa, sabia que ia demorar para chegar no nome dela, né, gente?
Voz D:Não ia demorar muito, porque assim, sabe cantoras que tem isso?
Voz C:Ela é a indústria, ela mostra. Ela é uma diva pop, mas eu acho que é a maior estrela do mundo.
Voz D:Mas é que eu acho que tipo assim, Michael e Madonna, mesmo quem não acompanhava fielmente conhecia as músicas. Eu acho que quem conhece as músicas da Taylor são mais os fãs mesmo. As outras pessoas sabem quem é a Taylor e tal, que ela lota estádio, mas tipo, canta 3 músicas da Taylor, vai lembrar?
Voz C:Mas ela não deixa de ser diva pop mesmo assim?
Voz D:O quê?
Voz C:Ela não deixa de ser uma diva pop?
Voz D:Não, não deixa de ser, mas eu acho que ela é uma diva pop de nicho, um nicho gigante.
Voz A:Ah, não sei se é gigante. Um nicho estratosférico.
Voz D:Um nicho estratosférico.
Voz C:Não é nicho, Amaury, não é nicho.
Voz D:É um nichão. É que assim, você conhece os bichão É isso, é isso. Você conhece as B-Sides? Canta 3 músicas do Folklore.
Voz B:Não, meus amigos, também não, né.
Voz C:Mas ela tem outros álbuns muito extraordinários. Canta 3.
Voz B:Dá pra cantar fácil. Shake It Off, Shake It Off.
Voz D:Não, quero sair de Beyoncé, de Beyoncé.
Voz C:Eu acho que esses outros álbuns dela, dela...
Voz D:Dela, dela.
Voz C:Acho que esses outros álbuns dela não é que são de nicho, mas acho que tem um público específico.
Voz D:Tem um público específico.
Voz C:Que não sou eu.
Voz D:É.
Voz A:Esse interfone não é da sua casa, é aqui na gente, tá bom?
Voz C:É o Bigfone.
Voz D:Não foi o aplicativo de comidas que chegou. Hã? Oi?
Voz C:Eu não acho que ela é de nicho.
Voz D:Tá, tá bom.
Voz B:Não é, ela é gigantesca.
Voz C:Ela não é de nicho, tá bom.
Voz B:Mas não é porque hoje em dia não tem mais, você falar: "Ai, Michael, Madonna." Porque não existe mais monocultura igual tinha naquela época.
Voz C:É, exato.
Voz D:Mas é isso que eu quis dizer, eu acho que tipo assim, não expande. As músicas dela, as pessoas conhecem os hitsões, mas aquelas outras assim que são médias, tem muita coisa que só os fãs sabem.
Voz C:Eu acho que... Normal, né?
Voz B:Ah, tá bom.
Voz D:Acaba com esse programa, tô brincando.
Voz B:Mas até o Madonna e Michael, Até de Madonna e Michael vai ter coisa que só os fãs, né?
Voz D:Eu errei, Taylor Swift não é de nicho.
Voz B:Mas Madonna e Michael, até Madonna e Michael é nicho.
Voz C:Mas agora mês passado no filme, aí todo mundo, agora todo mundo vai virar fã do Michael, né? Eu sei, essa é a piada.
Voz D:Mas teve um monte de criança, de adolescente que conheceu assim, que não conhecia.
Voz C:Tem mesmo, de fato, gente.
Voz A:Eu vi no TikTok, pessoal dublando música do Michael que ninguém conhecia. Eles puxaram a música do Invincible, uma lenta que eu nunca tinha ouvido, porque esse disco eu desprezei. Heaven Made You Wait, alguma coisa assim. É, tava todo mundo fazendo essa música, música linda, não tinha nada de Michael na música, sabe? Era uma balada que podia ser de qualquer pessoa, sabe? Heaven—
Voz C:Ai, essa é linda, gente!
Voz D:É bonita, mas não parece.
Voz A:É, não parece.
Voz D:É uma música muito mais de onde que começa assim, quem é aquela Pessoa que começa essa trend, porque alguém de 13 anos de idade, alguém de 13 anos, alguém desocupado que vai dublar música para o povo ouvir ali a sua partezinha boa.
Voz A:Mas a Charli XCX era uma diva pop? É, não era muito na mainstream que eu vou falar, porque, por exemplo, ela some, vira essa lenda inalcançável, diva pop. A Charli, ela posta stories, ela tá lá no Sabe?
Voz C:Mas a caixa tem conceito sexy. Eu não tenho esse conceito sexy.
Voz A:Tem, tem.
Voz D:É porque até a Mariah Carey, diva pop.
Voz C:Eu acho que até Slater hoje em dia é diva pop, bicho.
Voz D:É. Olivia Rodrigo é diva pop.
Voz B:Acho que qualquer pessoa que tem fanbase já é diva.
Voz C:E hoje em dia, 15 pessoas têm diva pop, têm uma fanbase.
Voz B:Qualquer rata vem aí no Brasil, faz um show, né, também.
Voz C:E que bom, que ótimo.
Voz B:Tem galera gritando.
Voz A:Dá um exemplo de rata que vem no Brasil.
Voz C:Rose Grey. Rose Grey, Rose Grey. Rosinei, bicho, mesmo. Minha mãe até empurra, ela não sabe quem é, sabe?
Voz B:Ela cantando como se fosse a Madonna. E eu não fui, que queria estar lá. Falei, puts, queria estar no show da Rosinei.
Voz A:Também vai nessa categoria.
Voz C:Ela é diva pop?
Voz B:Diva pop, né?
Voz C:Mas é porque tem divas, tem, querem ter postura índia, tem que ter atitude, segurança. Não quero me colocar como diva pop, sabe?
Voz D:Tipo, Melanie Martinez, para mim, não é diva pop. Não, não é. Ela não tem o free soul, ela não tem a segurança, ela não tem o a queda diva pop.
Voz C:Ela não é diva pop, eu acho.
Voz D:Ela não é.
Voz A:Não entendi a diferença.
Voz C:Não entendeu? Porque a Charli então não é?
Voz D:Porque a Charli tem xereca. A Charli é xerecuda. A Charli é bucetuda.
Voz C:A Lili Allen pra você é diva pop?
Voz D:É, sempre foi.
Voz A:Sim.
Voz C:Pra mim também.
Voz A:A Tina acha? A Tina acha diva pop?
Voz D:É, ela é.
Voz A:Então quando ela não é muito talentosa ela não é diva pop?
Voz C:Não, eu acho que tem postura diva pop.
Voz D:Ainda que ela não tenha o público.
Voz A:Ele não é.
Voz D:A Monique da Moda é diva pop.
Voz B:Não, tá tentando.
Voz D:Não, mas ela tem a postura.
Voz A:Se ele não é diva pop, a Björk também não é.
Voz B:Também não acho que a Björk seja diva pop.
Voz C:Também não acho que a Björk seja diva pop.
Voz A:Então quando você é muito conceitual e não muito— porque a Björk é mainstream pra caralho, faz clipe tão bom quanto a Madonna.
Voz C:Mas tem gente que gosta de se afastar desse conceito diva pop, não tem?
Voz A:Tem.
Voz B:A diva pop tem que causar um frisson, sabe assim? Tem que ter um arroba no Twitter central falando.
Voz C:Se vincular com diva pop também é uma coisa coisas de diva pop, não é? É a Björk.
Voz D:Isso não é para mim, né?
Voz A:Diva pop, mas ela não quer. Mas ela entra no palco: Oi, pessoal!
Voz B:Não, ela falta às vezes a postura.
Voz C:Hoje estou roubando aqui só uma roupa de uma estilista.
Voz D:Oi, gente!
Voz A:Ela foi linda naquele palco.
Voz B:Plagiar é de coisa de diva pop.
Voz D:É, não é tipo um tigrinho para o influenciador.
Voz A:Eu acho que a diva pop, como a gente conhece hoje, e que aí a gente tá vendo que o termo já tá se Se a palavra é perdida, né? Ele começa com Maria Callas. Quem? Maria Callas, a maior da ópera de todos os tempos.
Voz C:Viva!
Voz A:Viu o filme com a Angelina Jolie? Aquele filme horroroso?
Voz B:Era ela.
Voz A:A história da Maria Callas.
Voz D:Ela foi a primeira diva pop.
Voz A:A Maria Callas tem... Na época, sim, começam a falar de diva com Maria Callas. Ninguém falava, porque diva vem da ópera, né? The diva, de cantora. Era uma das maiores soprano de todos os tempos. E aí você tem reportagens do New York Times dos anos 50, 40, sei lá, época da Maria Callas, de gays chorando, fazendo fila e brigando. Então essa comoção que tem uma popstar, o Michael Jackson, pessoas sendo levadas. Isso é uma diva pop.
Voz D:Jonas Brothers eram divas pop.
Voz C:Com Maria Callas naquela época, tem que ter gays na fanbase para ser diva pop.
Voz A:Tem que passar mal, tem que passar mal, mas tem que passar mal, tem que passar mal.
Voz D:As meninas passavam mal com Jonas Brothers, eles são divas pop.
Voz B:Diva pop.
Voz C:Mas todo lugar tem gay. Eu tava pensando aqui, qual diva pop não tem uma fã gay?
Voz D:Los Santana é diva pop? Los Santana é diva gay?
Voz C:Homens não são diva pop?
Voz A:Não, tá, não dá para dizer.
Voz B:São outras coisas.
Voz D:Então Michael Jackson não é diva pop?
Voz C:Não, não, ele é um divo pop, tá? Ele é uma diva? Não sei se eu gosto desse nome.
Voz A:Eu também não.
Voz B:Popstar para homem.
Voz C:Popstar?
Voz A:Então, como é aquelas, começa assim, você tem que cantar para caralho e causar comoção. Whitney, Adele seria... Celine Dion.
Voz C:Mas hoje em dia 15 pessoas conseguem gravar uma canção, né?
Voz A:Exato. Mas acho que vem a Madonna e quebra esse negócio de ter que cantar muito, né?
Voz D:Ela... Vamos botar um laser na Sheila. Outra coisa que ela abre... Ela é a Janet Jackson.
Voz A:Exato. Ela abre um leque pra um monte de cantora. Você vem pra cá, não precisa cantar tanto assim.
Voz D:Até porque a Janet foi a primeira Janet a ser uma diva pop com o nome de Janet, né?
Voz B:Foi.
Voz D:Janet. Janet.
Voz B:A primeira Jackson.
Voz D:A primeira Jackson, a chamada Janet Jackson.
Voz A:Sim, então vocal não precisa, você pode ser, mas se você não faz clipe bom, tem que ter adoração, não tem um balé no palco, você não adianta. Por isso que a Lickily não é diva pop.
Voz C:Pode, eu acho que é, mas que não é necessário ter o dançarino e tudo mais para ser uma diva pop.
Voz D:Billie Eilish tá aí.
Voz A:A Billie Eilish é diva pop.
Voz C:A Billie Eilish é diva pop.
Voz D:Tem que causar uma comoção, você tem que ser gays correndo.
Voz C:Mas por que a Billie Eilish é e a Melanie Martinez não é? Porque é Lickily.
Voz A:Não tô implicando.
Voz C:Quem se importa com a Lickily?
Voz B:A Melanie Martinez consegue descer, ir lá no Pátio de Hianópolis tomar um sorvete. Lembra Kylie Rae Jepsen lá no Rio? Fotinho no arpoador.
Voz D:A Charli no meio do rio.
Voz C:Ah, mas a Charli pegou a liberdade.
Voz A:Então tem o quesito fama pra ser diva pop também.
Voz D:Não, eu acho que é mais sobre postura. Eu acho que a Billie Eilish, a Billie Eilish ela tem a posturazinha dela que a Melanie Martinez não tem.
Voz C:Como assim?
Voz D:A postura de braba, eu sou braba, eu sou puta.
Voz C:Agora eu mudei de ideia, eu acho que ela é diva pop. Ela tem um enredo de diva pop. Você tá errado. Passou pelo The Voice, foi humilhada pela Cristina Aguilera.
Voz D:Ela foi?
Voz C:Não, claro que teve essa treta.
Voz A:Mas a Melanie Martinez não tem hit, né? Pode ser uma diva pop sem hit?
Voz D:Claro que tem!
Voz C:Não tem, gente, o primeiro álbum dela é cheio de hits.
Voz A:A Marina, ex-Diamonds, ou Melanie Martinez?
Voz B:Sabe o que eu acho que uma coisa que tem que ter na diva pop? Tem que ter mistério e um interesse na vida dela. Quem tá cagando pra vida dali É. Ah, você quer saber o que a Lick Lick tá fazendo?
Voz D:Da Lili Allen, já não podemos falar, né, gente?
Voz C:Amiga, tem que ser um gay que quer. Não duvide do gay. Deve ter o QG, o artes Lick Lick.
Voz B:Tem Central Lick Lick?
Voz C:Central Lick Lick Brasil.
Voz A:Eu e o Danfoss descobrimos uma loja de cookies que tem o nome de Lick. Escreve igualzinho, Lick.
Voz C:Ai, é um fã da Lick Lick?
Voz B:É isso?
Voz C:É?
Voz D:Mas Lick Cookie? Porque lick em inglês é lamber. Aí, lamber o cookie.
Voz B:É, aí tá vendo?
Voz D:Peraí, peraí.
Voz C:Olha aí, ó. "Ei, a diva!" "Atitude gay, ativa!" "Ativa, ativa, ativa!" "Popstar, popstar!" Fala assim: "Eu comeria." É diva.
Voz A:Mulher que não tem essa atitude gay não é diva, entendeu?
Voz C:Vocês não entenderam, o mundo é outro hoje em dia.
Voz B:O mundo mudou, galera.
Voz D:Olha, tem uma entrevista da Gaga que me leva a uma reflexão também. Não tô dizendo que a—
Voz B:Se 99 pessoas acreditarem em você, mas tiver uma que acredita...
Voz D:Sim, sim. Não, não vou dizer que a Katy Perry não é diva pop. Pra mim, ela é super diva pop. Mas tem uma entrevista da Gaga que perguntam: "Ai, você gosta da Katy Perry e tal?" "Jaique is a girl", eu ia falar: "Eu gosto, mas eu não acho que ela beijou uma garota". Eu acho que essa atitude de falar: "Eu não acho que ela beijou uma garota", eu acho provocação de diva pop.
Voz C:Mas até falar: "Eu beijei uma garota sem beijar uma garota" também é uma coisa de diva pop. Mentira da diva pop.
Voz D:Não é que nem enredo. Diva pop tem enredo.
Voz B:Qual que é o enredo da Lick Lick fora da música?
Voz C:Meu Deus, ela virou o alvo!
Voz B:É porque o Felipe trouxe ela.
Voz A:O tema do bando é: "Lick Lick assim, é uma diva pop". Lick Lick assim. Grande talento.
Voz D:Vagabunda!
Voz C:Como é que é? O pior, eu conheço duas músicas da Nicki Minaj, gente, pelo amor de Deus!
Voz A:A cantora da Teletubbies, que merda, hein?
Voz C:Aquela com Markiplier também é boa, né?
Voz A:Mas eu acho que a rivalidade feminina cria uma diva pop, cria, gente, depende de como ela lida, depende de como ela lida.
Voz D:Eu acho que, por exemplo, a Julia B acabou de perder uma grande oportunidade de se concretizar como uma diva da Diva Pop, porque eu acho que ela não soube aproveitar o hit de adulta. Eu acho que ela devia ter aproveitado o meme, devia ter entrado na onda. Eu acho que ela não pegou tanto isso, e isso podia ter causado uma— ai, olha ela zoando com ela mesma, que legal!
Voz C:Quem que é o inverso da Diva Pop então?
Voz D:A Julia B. Tô brincando, tô brincando. Não, não, a Lick Lick.
Voz C:Eu acho que é, mas eu concordo com você, a Diva Pop ela sabe pegar esse enredo e brincar com ele. Muitas que não souberam perder essa credibilidade.
Voz A:Eu já tô entendendo, diva pop não pode ser uma flopada.
Voz D:Não, e não pode levar desaforo pra casa também, tem que causar, tem que responder.
Voz B:Mas era o contrário, né, que o conceito da diva pop é aquela que ela é intocável assim.
Voz C:Não, hoje em dia ninguém mais é intocável.
Voz D:A Beyoncé é intocável e aí tá todo mundo assim.
Voz C:A Beyoncé não é intocável.
Voz D:Não, mas as pessoas falam tipo assim, porra, não tem nem clipe para ver, ela não entrega mais nada mesmo.
Voz A:Ela já entregou bastante.
Voz B:Não fala nada, por exemplo. Ela mantém essa postura de cima.
Voz A:Mas tem essa coisa de aura, mistério.
Voz B:Vier de one diva, vai.
Voz D:Mas eu acho que ela passou por várias coisas até chegar nesse status de diva pop. Tipo, a gente tem vídeo da Beyoncé suando pra caramba, sabe? Eu acho que isso constrói. Anitta também. Eu acho que Anitta é diva pop hoje porque ela já cantou no Rei do Bacalhau.
Voz B:Sim.
Voz D:Eu acho que história faz diva também.
Voz A:Mas ela se torna diva pop quando ela faz clipes bons e se impõe, tem hits pra caralho. A Anitta.
Voz C:Verdade.
Voz A:Ninguém falava que ela era diva pop até então.
Voz C:Mas tem que fazer coisa boa mesmo. Se for fazer umas palhaçadas, Aí, né? Ah, mas sempre vai desagradar também, né?
Voz A:Agradar e desagradar gays, você já tá sendo uma diva pop. Sim, se os gays se importam, você é diva pop.
Voz C:Sim, se não se importa também, sabia?
Voz A:Então que eu falei, se importam ou se não se importa.
Voz B:Não esquenta, as pessoas colocam seu clipe, você é uma diva pop.
Voz C:É uma validação. Estar no sofá dos gays num sábado à noite é uma validação.
Voz A:Você tá com as gays e roda uma diva YouTube que ninguém conhece, você fica assim: "Ai, não, essa aqui é uma diva, vocês não conhecem." É diva pop também.
Voz D:É uma diva perolazinha assim, tá escondidinha. Sandy é diva pop? A Sandy é uma diva pop?
Voz C:É, gente, mas pequenas podem ser.
Voz D:Bethânia é uma diva pop, principalmente pela atitude.
Voz C:Ela é porque a gente tem uma caixa das MP bichas também, que é uma coisa que é muito difícil de mexer também.
Voz B:Ana Carolina é um vespeiro.
Voz C:MP Baby Diva.
Voz A:MP Diva.
Voz B:É uma diva.
Voz A:É, a Rita Lee é uma diva.
Voz D:Mas não é música popular brasileira? Pra mim, sim.
Voz A:Porque a Rita Lee é mais rock, né?
Voz C:Pra mim, a Rita Lee é diva pop. É diva pop. E eu acho que a diva também, ela tem a coisa do visual. O visual é importante pra diva.
Voz A:A visual, sim.
Voz C:Tanto que hoje em dia as palavras perderam o sentido, as básicas também.
Voz D:E a Rita também, ela era bem rockstar, assim. Ela roubava, ela usava coisas, né?
Voz A:Roubava?
Voz D:Roubava aquela bota da Biba que ela roubou. Ah, tá. Que ela pediu pra experimentar e falou...
Voz B:Ele foi na peça, ele viu. Eu fui na... Não, mano.
Voz D:"Não, filho, eu li os livros." Ela foi na loja, pediu para experimentar uma bota. Aí falou: "Ai, não sei o quê, pega um número maior para mim." Aí a vendedora subiu a escada para pegar a bota, ela saiu.
Voz A:Ela saiu da loja com a bota com ela. Em Londres, ela foi na loja que todo mundo comprava do hockey, o David Bowie, o Lou Reed.
Voz B:Camden.
Voz A:Não sei se era em Camden, mas Camden não era hypado que nem era hoje, não. Devia ser só o mato.
Voz D:Era atitude, ela tinha atitude.
Voz B:Ah, sim, ela tinha atitude.
Voz C:Tá, aqui no Brasil, mais diva pop, ok.
Voz D:Qual é a lei da diva pop?
Voz A:Pop? Não, ela não é nada, né?
Voz C:Para mim não é nada, mas para muitos gays você consegue ser gato, gente!
Voz A:Tem gay que gosta, tem gay que gosta...
Voz C:Eu vi uma discussão... Vou trazer uma discussão aqui importante então.
Voz D:Traz uma discussão importante então.
Voz C:Pô, tô trazendo! Por favor!
Voz A:Edu, traz uma discussão importante pra galera se lascar tudo!
Voz C:Ele tá bem perto já!
Voz D:Vem, vem, vai, vai, vai, vai, vai, vem, vem, negros, vem!
Voz C:Eu fiz uma discussão de qual qual diva pop brasileira ou qual artista brasileira seria a nossa Sade? E aí começou uma discussão. Começou a discussão que a Luedji Luna seria. Sim, a Luedji Luna é diva pop?
Voz A:É, é a nossa Sade.
Voz C:É mais MPB, mas para mim é alternativa, mas também é mais alternativa.
Voz A:É música popular brasileira.
Voz D:Tem o popular ali no meio, pop, entendeu? Tudo depende dos gêneros musicais aqui.
Voz A:Caetano é diva pop mesmo, só. Popstar.
Voz C:Popstar. Não, popstar, gente, ele tanto— Quem mais é popstar aqui no Brasil?
Voz D:Quem? Luca.
Voz C:A cantora Luca? A cantora Luca.
Voz D:Não é artista.
Voz C:A Margeret Theron não é diva pop?
Voz D:É uma diva pop?
Voz C:Ela é, né?
Voz D:Eu acho.
Voz B:É sim, é sim.
Voz D:Deborah Vlado.
Voz C:É diva pop.
Voz A:Você considera uma diva pop?
Voz D:Ana Maria Braga, talvez Luciana Gimenez, Débora Blando. Débora Blando, não é, gente?
Voz A:Total, Patrícia Marques, Débora Blando.
Voz C:Ai, vou me retirar daqui. Não, calma, calma, calma, calma. Não tem tantas divas pop aqui ainda consolidadas.
Voz A:Chaperone é uma diva pop, com certeza. Sabrina Carpenter também é. É uma centenária, gente. Vamos fazer assim, quem é a maior diva pop pra você hoje e acabou?
Voz C:Em atividade?
Voz D:É, nossa, tá tirando a Beyoncé.
Voz A:Você quer a Beyoncé mesmo ou você tá só indo com a gente?
Voz D:Não, pela completude, a visão racional e lógica é a Beyoncé.
Voz A:Porque eu acho que a Beyoncé é a que mais se representa diva pop hoje atualmente, porque ela lembra diva pop de antigamente, Madonna, Mariah Carey, e ela também Conversa com o agora. E ela causa na sociedade.
Voz D:E eu acho Mariah bem diva pop ainda em atividade também. E atividade média, né? Porque isso é muito diva pop também, a atividade média dela, que ela fica parada ali.
Voz C:Mais diva do que pop, é top média.
Voz D:Eu acho.
Voz B:Mas a Beyoncé tem esse negócio de... Como ela fica nessa coisa meio da redoma dela ali, meio misteriosa. De quando ela tá nos lugares, quem encontra com ela, quem passa por ela...
Voz A:Você sente que ela tá no mesmo lugar.
Voz B:As pessoas podem ser pessoas mais famosas que forem, que elas vão falar: A Beyoncé tava aqui.
Voz C:Mas tem poucas que tem esse lugar, né?
Voz D:Ela faz uma aura, né?
Voz C:Quem tira da Beyoncé?
Voz D:Ela faz uma aura.
Voz B:Ai, que bom, por isso que a gente traz ela pro programa, tá vendo?
Voz D:A Beyoncé faz muita aura.
Voz C:Madonna, é, obviamente também, né?
Voz D:Etarista, você não tá dizendo que ela tá em atividade.
Voz A:Não, é porque você ouve as entrevistas de todo mundo que esteve com Madonna, você fala assim: "Você sente quando ela tá no mesmo ambiente que você?" Mesmo você não vendo ela, você sabe que a Madonna tá ali.
Voz C:Claro, tem 50 seguranças.
Voz A:Tem isso. Não, tipo, o negócio fica meio... Meio silêncio. E você percebe isso com qualquer muito famoso, você percebe isso mesmo, sabia?
Voz D:Faz um silêncio, né?
Voz A:De repente tá todo mundo conversando, não sei o quê, a pessoa começa a falar mais baixo, a gente tem uma coisa estranha.
Voz C:Eu sinto isso com a Pabllo, sabia? Não consigo tratar normal sempre. Tipo, eu vejo ela em todo canto.
Voz D:Ela tem 2 metros de altura, né?
Voz C:Mas todo lugar que eu vejo ela e tudo mais, eu fico: "Gente, a Pabllo..." Cada passo dela tem 1,5 metro, gente.
Voz B:E é uma imagem, assim, né, quando chega.
Voz C:É uma coisa, bicha.
Voz A:Agora, diva é uma construção, né? Você não nasce diva.
Voz D:Já diria Tim Guimarães. Diva que a gente cria.
Voz A:Você nasce diva na internet? Muito fácil hoje em dia.
Voz D:A moça que negou cadeira no avião é diva.
Voz C:Ai, meu Deus, que negou o assento no avião, que a janela, né?
Voz D:É diva, virou diva.
Voz A:Aquilo foi patético, meu Deus.
Voz C:Olha, a Dua Lipa é uma diva já para mim.
Voz B:Então, uma coisa que eu ia falar, a Dua Lipa, ela tá ali com as outras e tudo, mas ela tem, a fanbase dela tem um comportamento completamente diferente.
Voz D:Igual dela, igual dela.
Voz B:Ouviu o álbum. Não tem essa coisa de ter nome de fanbase, igual até Little Monster, Beehive, os Dua Lippers. Não tem os Dua Lippers. As pessoas não, ela consegue nos lugares, ela vai nos lugares, ela vai em evento, ela vive, ela não fica trancada no hotel.
Voz C:Mas ela foi um babado, foi um babado, mas ao mesmo tempo no Rio e o carioca tá pouco se fodendo.
Voz B:Mas ela vai nos lugares. Imagina a Beyoncé tentar fazer, a Madonna tentar fazer o roteiro.
Voz D:Mas eu sinto que a Dua Lipa costumou todo mundo com essa vibe de, ó, eu saio, eu gosto de curtir, conhecer as coisas, eu também sou simpaticuinha, mas é um posicionamento político, eu quero sair. Ela não deixa as pessoas atravessarem ela, sabe? Ela impõe as defesas nos atravessamentos, eu acho.
Voz A:Sim, que bonito.
Voz D:Vamos fazer a Lineker, principalmente porque aquela vitória foi dela, né?
Voz B:Eu tô do lado dela, vai pegar No teu cu!
Voz A:Ah! Ganha um, faz um álbum aí, faz o seu. Tem diva pop Madonna e tem diva pop... É a mesma coisa, tô tentando categorizar. Por quê? A Maria Callas, vou falar nela de novo, era grossa pra caralho. Comportamento de diva. Que dava cortada em repórter, que não vou atrasar e foda-se. A Mariah segue nessa linha. A Madonna talvez siga nessa linha um pouco também.
Voz B:A ex-bilha da diva rica, essa.
Voz A:E a Linka também talvez siga nessa mesma linha. Existe essa diva de comportamento, de que a Anitta eu acho que segue.
Voz D:O fato da Anitta tirar foto com as pessoas igual caixa de mercado, eu acho muito diva.
Voz C:Muito, muito.
Voz A:É que tem a diva fofa. A Lady Gaga talvez seja essa diva, a fofa, é que não maltrata fã.
Voz C:Ela também não aparece para na janela do hotel.
Voz A:Não, mas ela é Meus Little Monsters, ela é de A Fada.
Voz D:A Shakira é uma diva fofa.
Voz C:Eu não lembro Isso é construção de imagem, gente.
Voz A:É que esse tipo de diva também existe hoje. Ela é chamada de diva mesmo sendo amorosa, entendeu?
Voz D:A Adele também. A Adele é uma diva amorosa? É, ela vê o homem que fez o parto do filho dela e começa a chorar no meio do show e abraça.
Voz C:Ser professora, ser a professora.
Voz B:Mas sabe que essas coisas...
Voz C:Tudo isso é construção de imagem, gente.
Voz D:Eu tô falando.
Voz A:A Bethânia tá mais pra Maria Callas.
Voz D:Tá.
Voz B:E eu acho que ela tá certíssima no lugar dela também.
Voz C:Eu respeito o lugar dela.
Voz B:Eu não aguento a Adele. Que fica: "Nossa, mas ela foi cruel, foi cruel." Gente, sim, foi cruel.
Voz A:A Madonna mesmo dando resposta atravessada para jornalista, tem compilação disso que é icônico. Ela não tava errada em nenhum momento. Então você é abusado com você, vai ser mais ainda. Então esse comportamento de mulher bucetuda, que eu vou falar de novo, eu gosto, eu aprecio.
Voz C:Eu gosto. Nétima Pipe é Flora Matos, sabia?
Voz B:Então, aí tem alguém mais atravessadora?
Voz D:A minha Carol Conká.
Voz C:Ah, gente. Diva, diva.
Voz A:Então tem divas no rap também?
Voz C:Tem!
Voz D:Nicki Minaj.
Voz A:Cardi B. Azealia Banks.
Voz B:Azealia Banks é uma que segue sendo. Ela fala os absurdos que for, bota no vídeo, gente. E ela segue sendo.
Voz D:Não, mas ó, divas do rap nacional. Tem a Júlia Costa, do K.O.
Voz C:Agora é Bonita Fio, a Gisele. A Flora Matos manditou. Tem que aceitar, gente.
Voz D:Negrali. Tem que aceitar, viu, um grande... Tem que aceitar.
Voz C:Aceita, amor.
Voz B:Aceita.
Voz D:Tem que respeitar.
Voz B:Esse boom que teve das rappers americanas ali em 2010. Ah, Nicki Minaj, Cardi B, Azalea Banks. Chegou muito agora no Brasil, né?
Voz C:As brasileiras... Ah, não sei se foi influência delas, não.
Voz B:Não, não é questão de influência.
Voz D:Eu acho que nosso mercado é um pouco individual, sabe? Eu não acho que tem tanta influência assim. Nossa música não é e não será colonizada, desculpa.
Voz C:Olha, boa!
Voz A:Falou ela.
Voz C:O nosso rap não será colonizado.
Voz A:O rap é brasileiro.
Voz D:É rap.
Voz B:Não que um tenha influenciado, mas que o movimento que aconteceu da subida do rap feminino também aconteceu aqui agora. Não que um tenha influenciado o outro.
Voz D:Eu sei, exatamente.
Voz C:Se você não admitir, vai ter alguém aí nos comentários, Thiago Onyeka, que vai falar: "Vocês estão agradecendo a Nicki Minaj." por isso. Super obrigado, deixar.
Voz B:Existem é por causa dela. Meu cu, bicha.
Voz A:Vamos fazer nosso minigame aqui, porque a gente tem, sabe aquele de Janet ou Madonna?
Voz D:Aí você escolhe.
Voz A:A gente vai fazer isso com músicas.
Voz D:Mas a gente tem que chegar em todo mundo numa única conclusão.
Voz A:Então tem várias categorias, tem hits nacionais, aí vai ter Gloria Groove.
Voz B:Não conta, não dá spoiler.
Voz D:Ai, ai, ai, só Nenhuma.
Voz C:Drag queens são divas pop?
Voz A:São.
Voz D:Ah, você tá sendo homofóbico falando que drag queen— A Pabllo Vittar não é diva pop.
Voz C:Gente, eu joguei uma inquietude aqui. Nossa, sabe?
Voz D:Você era uma diva pop, você era uma diva pop.
Voz C:E agora eu sou o quê? Um popstar? Sou bosta de ouvir álbum, né, cara?
Voz D:São um pop cat.
Voz C:Fofoqueiro de merda. Pode ser diva pop.
Voz D:Camila Frender é uma diva pop? Chico Felipe. Um homem.
Voz B:A Duda de la Russa era uma diva pop.
Voz C:Agora é o viado, né? Vanessa Wolff é uma diva pop.
Voz A:A Lorelay é uma diva pop.
Voz D:É uma diva pop.
Voz C:A Lorelay é uma diva pop? É uma diva pop.
Voz A:Tá, vamos voltar para brincadeira.
Voz D:Vamos sim.
Voz A:Hits 2000, tá? Aí entra tipo Katy Perry. Hits nacionais tem o quê? Hits 80 e 90.
Voz D:Ok.
Voz A:Tem 2020?
Voz C:A altura do tempo.
Voz D:E hits do futuro que não saíram ainda?
Voz A:Palita hits também tem.
Voz C:Ai, adoro.
Voz D:Vai ter Maroon 5.
Voz A:E tem Albus.
Voz C:Tem Smokers, vai ter.
Voz A:Tem Albus Paulada, que são álbuns bons para competir. Eu não sei qual escolher.
Voz B:Quer começar? Os convidados escolhem primeiro.
Voz D:Eu quero.
Voz C:Você quer a Paulada, né?
Voz D:Eu quero a Paulada. Não, não, eu quero anos 2000.
Voz A:2000? Não é 2020, você quer 2000?
Voz D:2000. 2000s.
Voz A:Dua Lipa com New Rules ou Katy Perry com Dark Horse?
Voz D:Dark Horse.
Voz C:Ah, eu posso discordar?
Voz B:Começou a cancelar.
Voz A:Eu também escolheria igual.
Voz C:Eu também, eu também.
Voz A:Só queria perguntar, Horse ou Waiting for Tonight da J.Lo?
Voz C:Ah, tem que ser assim, ó. Ah, tá, eu não tenho mais resposta.
Voz D:Eu gosto do tamanho de Dark Horse, mas eu acho Waiting for Tonight mais música.
Voz C:Obrigada.
Voz A:Qual é da Shakira?
Voz D:Waiting for Tonight. Que eu também prefiro. Eu também.
Voz A:É a escolha do contexto.
Voz C:É, calma, vamos deixar o negócio sério aqui.
Voz D:Fala o contexto.
Voz A:O contexto é opinião dele. Qual que você ia falar?
Voz C:A música, ela é mais importante para a sociedade.
Voz D:Eu não posso falar pela sociedade. Eu, uma gay branca, eu não consigo representar a sociedade. Isso, mas eu tô aqui para você, para esse viadinho de merda.
Voz C:Esse viado desgraçado.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Voz C:Ah, gente, isso é fácil, desculpa.
Voz D:Can't Get You Out of My Head.
Voz A:Que eu também, com certeza, tá correto. Can't Get You Out of My Head ou Formation da Beyoncé?
Voz C:Mas é fácil. Não, não, tá louca, bicha!
Voz D:A gente não dá um spoiler mais.
Voz C:Você entrou fazendo isso. Ah, não, gay branca!
Voz A:Se fosse Crazy in Love da Beyoncé, não é a maior música. Não é a maior música da Beyoncé.
Voz D:Se fosse Halo, Sweet Dream, não. Não, tô brincando.
Voz A:Can't Get You Out of My Head ou We Found Love da Rihanna?
Voz D:É que eu já troquei tantas icônicas por Can't Get You Out of My Head. É porque eu acho que We Found Love já respingou um pouquinho mais em 2010, assim.
Voz C:Só que Serena é a melhor da Kylie, gente.
Voz A:É, sim. Não, quem é a melhor da Kylie?
Voz C:Pra mim, tá?
Voz D:Não, pra Kylie.
Voz C:Pra sociedade?
Voz D:É, pra sociedade.
Voz C:Eu acho.
Voz A:Mas isso não é sobre você.
Voz B:Ah, demorou.
Voz D:Na sua vez você fala.
Voz A:Tanta melhor música que nem conseguiu pensar. Can't Get You Out of My Head é a última, hein? Ou Born This Way da Gaga?
Voz D:Born This Way.
Voz A:Chuta.
Voz B:Então Born This Way venceu.
Voz A:Porque é uma cópia de Express Yourself, né?
Voz C:Você pensava.
Voz B:Ah!
Voz D:Mas aí é anos 2000. Express Yourself é que ano?
Voz A:Anos 90.
Voz D:A gente tá nos anos 2000.
Voz B:Saiu bem, saiu bem. Arrasou, amor. Ai, troquei.
Voz C:Arrasou, arrasou, arrasou! Tamo com vocês.
Voz A:Você quer qual categoria?
Voz B:Vai para toda primeiro.
Voz A:Qual categoria?
Voz C:Quais são mesmo?
Voz A:Por favor. Hits 80, 90, hits 2020, hits palita, hits nacionais, álbuns paulada, hits nacionais.
Voz C:E aí vai ter outra rodada?
Voz D:Não vai ter outra rodada?
Voz C:Não, você só vai representar minha categoria de MP Bichas, hits nacionais.
Voz A:Vamos lá, Então, bem mais que o tempo. Gloria Groove com Vermelho ou Sequência Cante do Pedro Sampaio? São bem músicas parecidas de animar a galera, né?
Voz B:São. É, foi fogo na pista.
Voz C:Eu vou ficar com Gloria Groove.
Voz A:Tá. Gloria Groove Vermelho ou Anitta Vai Malandra?
Voz C:Anitta Vai Malandra.
Voz A:Também acho. Vai Malandra ou Carnaval da Marina Senna?
Voz C:Vai Malandra. Vai Malandra. É você ou sou eu, sua puta desgraçada? Caralho, é sobre você agora? Sua roubada!
Voz A:Vai Malandra ou Pesadão da Isa?
Voz C:Vai Malandra. Pesadão nem é a melhor da Isa.
Voz A:Também acho que não. Vai Malandra ou Macetando da Ivete?
Voz C:Vai Malandra, gente. Macetando também, buscar... Vai Malandra ou Vampirinha? Ah, eu acho.
Voz A:Vai Malandra ou a icônica KO da Pabllo? Aquele que era no Forçado.
Voz B:A grande hit de 300 milhões de plays.
Voz C:Nossa, o pior que eu acho, tipo assim, KO é um dos... Pra mim, talvez seja o maior hit da Pabllo.
Voz A:Eu também acho. Vai que eu—
Voz C:Mas vai, calma aí, calma, tô analisando. Mas Vai Malandra pra mim também é o maior hit da Anitta. E eu acho que mudou o audiovisual e tudo mais, então vou ficar com Vai Malandra.
Voz A:Então tá, Vai Malandra da Anitta ou Modo Turbo da Luisa Sonza?
Voz C:Vai Malandra, pelo amor de Deus.
Voz A:Vai Malandra da Anitta ou Caju da Lineke?
Voz C:Vai Malandra da Anitta.
Voz A:Vai Malandra da Anitta ou Sua Cara da Anitta com a Pabllo?
Voz C:Sua Cara da Anitta com a Pabllo. Aí eu não sou a cara. Brinco com ninguém, tô duas. E realmente é muito mais icônico. Todo mundo lembra onde tava, foi o momento que você tava fazendo, quando saiu o clipe. Eu coloquei aquela sainha. Vocês usaram a sainha?
Voz B:Usei a sainha.
Voz D:Mas eu lembro de ter ficado chocado que foi o maior lançamento de música do mundo no YouTube, não foi?
Voz C:Não foi?
Voz D:Não, quando saiu Sua Cara foi Sua Cara, tipo, a maior estreia.
Voz A:Porque a gente vai ter que ver hits nacionais 2000 também, né?
Voz C:Sua Cara, hein?
Voz D:Sua Cara não é 2000, não.
Voz C:Eu achei que Que você ia vir com Fernanda Takai, que você ia vir com Marina Lima. Marina Lima, Marina Lima.
Voz D:O gás ou palpite?
Voz C:Lança perfume ou perfume ou fogo gás?
Voz A:Quem fez essa lista foi o Samira, então ela quer ser inimiga de vocês.
Voz D:Ai, eu quero mais uma rodada.
Voz B:Ai, não fui eu.
Voz A:Faz mais uma rodada.
Voz D:Faz mais uma rodada.
Voz C:Malu Magalhães ou Tulipa Ruiz? Eu esperava isso.
Voz D:Faz mais uma rodada.
Voz A:Acho que vai sobrar mais duas pra vocês. Ai, por favor. Vamos fazer com eles, sobrar é nosso então. Tem 6, não é isso? Fiz a conta certa?
Voz C:Eu adorei, vamos o dia inteiro fazer com eles.
Voz A:Sobrou Hits 80 e 90, Hits 2020, Hits Palita, o álbum Paulada. Palita. Palita? Então vamos lá. David Guetta estreia com Titanium ou I'm All About That Bass?
Voz C:I'm All About That Bass. Essa música é o mal dos Século, sabia? Eu odeio essa música.
Voz B:Tô com gente, eu juro, tô com no Uber hoje, amigo.
Voz C:Mas é o problema de 2013 até 2015, 16.
Voz A:É a melhor entre as palitas ou é a mais palita?
Voz D:Eu acho que tem que ser a mais palita. Para mim essa não é a mais palita, porque eu acho que pegou muito gays e mulheres.
Voz B:Eu acho que tem que ser a mais suportável.
Voz C:Eu acho que é a mais palita. Tem que ser a mais suportável.
Voz D:Pode que achei meu. Ué, então muda o nome aí para mais irritante, não é mais palita. Ah, então tá bom.
Voz A:A categoria é hits palito ou hits— ai, minha música! Então seja, tem que ser mais irritante mesmo. Então você foi Titanium ou Dog Days Are Over the Florence?
Voz D:Não, eu escolhi— acho que continua com Titanium, porque eu acho que quando toca assim e as palitas estão bêbadas, elas ficam minha música.
Voz C:Eu sou tão forte como DJ, posso falar também que é uma música forte na pista.
Voz D:É Levanta Defunto. É assim, eu faço 12 horas de plantão na faculdade que meu pai me pagou, sabe? Eu aguento 12 horas, eu sou muito forte.
Voz C:Ai, mas aí tem música, eu juro que tem música que a gente odeia, mas você toca na pista, gente, é batata.
Voz B:Titanium.
Voz D:Tem a música oficial do Carly Rae Jepsen. Eu acho que Titanium mais Palito.
Voz C:Todo casamento tem que ter Florence the Stone Rivers.
Voz A:Mas não é um som de casamento.
Voz C:Mas eu acho que tá aqui. Palito, dá palito.
Voz D:Nossa, Eduardo, eu falei tão pouco no seu, cara. Eu falei só uma vez. Eu só falei vai malandro.
Voz B:Caramba, meu.
Voz A:Titanio ou Carly Rae Jepsen com Call Me Maybe?
Voz D:Call Me Maybe.
Voz C:Não é palito, é Call Me Maybe.
Voz D:Então Titanium. Eu acho, não, Call Me Maybe. Cala a boca, por favor, por favor, por favor. Isso tá me desconcentrando.
Voz C:Gente, não. Parem de nos matar, gays brancas, para. Call me maybe não é palito.
Voz B:Uma canadense, uma canadense invisibilizada.
Voz A:Chegou o cara do Made in UFC, ó, aqui.
Voz D:Call me maybe. Mas é que eu acho o Taetanyum mais palito assim, porque eu acho que... Obrigado! Obrigado.
Voz C:Me agradece, me agradece.
Voz A:Taetanyum ou Don't Start Now da Dua Lipa? Tamborzinho, tamborzinho.
Voz C:Tem que fazer tamborzinho, tamborzinho.
Voz D:Acho o Taetanyum mais palito que essa.
Voz A:Titanium, opa, Gangnam Style.
Voz D:É que essa eu acho o homem atrasado, eu não acho tão palito.
Voz C:É, não é palito, é de homem cafona, né?
Voz A:Titan ou Crazy Frog da XOF.
Voz C:Essa música foi recente, ficou até recente.
Voz D:Não, acho que Titanium.
Voz A:Titanium ou Moves Like Jagger do Moves Like Jagger.
Voz C:Ai, é muito!
Voz A:Moves Like Jagger do Maroon 5 ou On the Floor da Jennifer Lopez?
Voz D:Moves Like Jagger.
Voz A:Tá, Moves Like Jagger ou Uptown Funk do Bruno Mars?
Voz C:Ele levanta de fundo nas pias.
Voz D:Eu acho que Uptown Funk.
Voz A:Uptown Funk ou Jet Ski da Melody?
Voz D:Uptown Funk.
Voz A:Tá, Uptown Funk ou I Gotta Feel It.
Voz D:Black Eyed Peas, Black Eyed Peas mil vezes.
Voz C:Não tem como.
Voz A:Ganhou Black Eyed Peas.
Voz C:Ah, não vai ter Closer, Chase Smokers?
Voz B:Não tem.
Voz D:Ah, é uma pena.
Voz A:Sobrou pra você: álbuns paulada.
Voz C:Quero a paulada.
Voz B:Hits 2020 ou Hits 1990.
Voz D:Mas eu gosto de tudo, sabia? De duas pauladas assim.
Voz C:Eu gosto da paulada.
Voz D:Você gosta da paulada? Você não gosta? Eu dou, não dá. Eu dou da acusada, né?
Voz C:Vocês não conhecem, não sabem nada, vocês estão por fora.
Voz A:Vamos mudar de assunto. Albus Paulada, Taylor Swift, 1989.
Voz D:Foi o Samir, não, mas é um álbum, é hit, né?
Voz A:Eu vou só Corte, Charlie XS com Brat.
Voz C:Brat, tá.
Voz A:Brat ou melodrama da Lorde?
Voz D:Ai, melodrama, cala a boca!
Voz B:Não precisa, boca diurna, boca diurna, não pode.
Voz C:Melodrama, mas eu não acho melhor da Lorde.
Voz A:Melodrama ou Adele com 21?
Voz C:Adele com Adele, Adele é o meu sotaque.
Voz A:Adele com 21 ou Teenage Dream da Katy Perry?
Voz C:Teenage Dream.
Voz A:Katy Perry com Teenage Dream ou Shot N Switch da Sabrina? Paulada.
Voz C:Quem que apanhou, bicho? Aí foi Paulada, porra.
Voz D:Pelo amor de Deus, até porque o Men's Best Friend é mais paulado.
Voz A:Eu também, o álbum Paulada até agora não tem nenhum.
Voz B:Vamos trazer os jovens, galera, vamos respeitar Nostálgia ou Future Nostalgia da Dua Lipa?
Voz C:Gente, eu achei que ia vir—
Voz D:que pau são esses?
Voz C:Bicho, achei que ia vir My New House.
Voz A:Tá bom chorar, sabe?
Voz C:Eu não, vai vir My New House, vai vir só Outbound.
Voz A:Aqui não é, tem mais discos que amigos, aqui é o papel-pó.
Voz B:Exatamente, lá não tem mais disso.
Voz C:Qual que era?
Voz B:Post da Björk.
Voz C:Já me perdi.
Voz A:Teenage Dream ou Future Nostalgia?
Voz C:Teenage Dream, gente.
Voz A:Teenage Dream ou Loud da melhor da Rihanna?
Voz C:Qual da Rihanna?
Voz B:Loud.
Voz D:É o da peruquinha vermelha, não é o melhor da Rihanna?
Voz A:E agora, Teenage Dream da Katy Perry ou The Fame Monster da Gaga?
Voz C:Oh, quero ver agora, gente! Quero ver pelo contexto político, pela representatividade, por como eu me posicionei na sociedade, pela família, pela família, por como é, por como o Deus, pelo Congresso, Pelo fim da escala 6x1. Pelo fim da escala 6x1.
Voz A:The Fame Monster.
Voz C:Pela Copa do Mundo que está acontecendo agora.
Voz D:Nossa, que bala, né?
Voz C:The Fame Monster.
Voz A:Não sei como o Thiago aguenta. The Fame Monster da Gaga ou Renaissance da Beyoncé?
Voz C:Renaissance, pra mim, tá?
Voz A:Também acho, cara.
Voz C:Porque pra mim foi muito importante.
Voz A:A paulada veio agora, né? A paulada mesmo. Renaissance da Beyoncé ou Primeiro Confessions da Madonna?
Voz C:De novo, não é pra vocês, é sobre mim, tá?
Voz D:Claro.
Voz C:Renascence. Porque eu fui pra turnê, foi minha primeira viagem internacional. Foi icônico, eu chorei. Gente, o show começou do Renascence, eu passei mal. Eu fui pro banheiro cagar. Aí, na primeira música, eu tive uma crise. Eu fui pro banheiro cagar. Aí eu fui, eu tentava cagar, não conseguia. Não conseguia, gente. Aí eu percebi que era total, tipo, uma crise que eu tava tendo de ansiedade. Tão nervoso que eu tava.
Voz A:Tipo, prisão de ventre.
Voz C:Não, era uma crise que eu tava tendo. Sei lá, não conseguia.
Voz A:Eu também prefiro Renascença ou Confessions.
Voz C:Mentira, não é fã da Madonna?
Voz A:Não acha esse o melhor, melhor da Madonna a nível de Renascença?
Voz C:Eu também não acho.
Voz A:Eu acho Renascença melhor que Confessions.
Voz C:Qual que é melhor da Madonna?
Voz D:É o True?
Voz A:Like a Prayer, eu acho. Até o Ray of Light é melhor que Confessions, eu acho. Tá bom, mas não é sobre Madonna. Confessions ou Blackout?
Voz C:Não, não foi Confessions, ô doida.
Voz A:Renascença da Beyoncé ou Eu acho que é o da Katy e da Britney. Renaissance, pra mim.
Voz B:Também acho.
Voz C:Renaissance. Acabou com Renaissance? Acabou Renaissance. Isso é mais Renaissance. É o melhor da Beyoncé?
Voz B:Não. Eu acho.
Voz A:Você quer hit?
Voz D:O Forum.
Voz A:Faz hit 2020 pra você.
Voz C:Não, B-Day. Pra mim é o B-Day, talvez. O Amaury faz pra você e o Edu faz pra mim.
Voz A:Tá.
Voz D:Vamos lá. Tudo bem, Samir?
Voz B:Tudo bem.
Voz D:Eu vou te fazer agora algumas perguntinhas.
Voz B:Boa noite, antes de tudo, boa noite, plateia. Boa noite, jurados.
Voz C:Boa noite. É uma honra estar aqui.
Voz D:É uma honra, é uma honra.
Voz B:Como gay, ocupar esses espaços, a gente quer estar em todos os lugares mesmo.
Voz D:Tá bem, já te passo a palavra novamente, tá bom? Obrigado, obrigado. Só pra explicar a dinâmica, eu vou citar um hit e colocar um outro em comparação. O que você escolher vai duelar com o próximo que eu colocar.
Voz A:Mas é o que eu acho?
Voz B:É o que eu acho?
Voz D:É de acordo com a sua opinião, tá bem?
Voz A:Eu vou te opinar, senhor?
Voz D:Sim, você pode opinar.
Voz C:Obrigado!
Voz D:Sim, sim, você opina muito, Asli. Mas vamos lá então, tá preparado?
Voz C:Tão querendo calar um gay.
Voz A:Com cautela, com cautela.
Voz D:Editor, você pode colocar um... Obrigado.
Voz B:Deixa o tempo na tela.
Voz D:Pink Pantry, Illegal ou FKA Twigs, Eu Sechoa?
Voz B:Eu Sechoa. Vou de Pink Pantry.
Voz A:Arrasou.
Voz D:Illegal ou Jump, Blackpink? Na sua hora você lê também.
Voz C:Não toque em mim, Victor. Tira o óculos do Mac, vai ler em mim.
Voz B:Pela força da cultura coreana, Blackpink, Jump.
Voz D:Jump arrasou. Agora, Jump ou Nasty da Tinashe?
Voz B:Tinashe, Tinashe, né? Ela trabalha bastante, ela se esforça, ela viraliza, ela não tem o sucesso que ela merece, mas ela tem o povo.
Voz C:Que linda! Obrigado.
Voz D:Potente.
Voz C:Gente, estamos falando de hit? Não, tem gente que Que hit é esse? Você conhece esse hit? Esse tá bombando! Vocês conhecem esse hit? Tinashe, Nasty. Ó o silêncio, ó o silêncio, gente. Ó o silêncio ensurdecedor. Não, desculpa. Esse é o hit? Não pegue em mim!
Voz A:Já faz 2 vezes.
Voz D:No seu podcast você dá essa caneca.
Voz B:Tinashe, Nasty.
Voz D:Nasty ou... Ah, com Dancer, já falei, né? Tá. Nasty ou Good 4 U, da Olivia Rodrigo?
Voz C:Sou muito sério. O que que você vai ler pra mim?
Voz B:Sou de Tinashe, Nasty.
Voz D:Nasty or Rush, da Troye Sivan.
Voz C:Ai, não. Olha ela olhando pra mim de novo.
Voz D:Ah, do Rush.
Voz B:Ai, eu encontro o Twinkie que passa numa porta quase fechada, assim, de lado. Vou ter que continuar, acho que Nasty.
Voz D:Tinha acho, tá bom.
Voz C:Eu acho que até eu iria no Troye Sivan Rush.
Voz B:Eu também. É que eu amo muito o Rush.
Voz D:Nasty ou Denial Is a River, da Doechii.
Voz C:Ah, eu vou de Doechii.
Voz D:Vai do quê? Doce! Obrigado! Vamos lá, Denial Is a River ou Expresso da Sabrina Ucha Carpenter? Denial Is a River, né? Até porque Expresso é Seis Soul, né?
Voz B:Exatamente, até porque, né, trouxe de uma—
Voz C:e por que Seis Soul não tá na lista então?
Voz D:Porque não fui eu que fiz a lista. Atrás, 2019, 2016. Denial Is a River ou Guess, da Charli XCX. Eu vou colocar aqui a versão, vou tomar liberdade, tá? Vocês escolhem direção, todo mundo. Eu tô colocando a versão com a Billie Eilish para reforçar os saberes.
Voz C:E agora que você não vai estar contra uma, você vai estar contra duas mulheres.
Voz D:Duas mulheres.
Voz B:Eu vou de Charli com Guess e Billie, né?
Voz D:Não vamos inviabilizar, né?
Voz B:Que Billie fez feat com alguém, foi primeiro feat da carreira.
Voz A:Acho que não, ela já gravou com essa música.
Voz B:Aí, com a gente também, que ela foi feat na música de outra pessoa, que ela foi feat na música de outra pessoa, virou o ícone.
Voz A:Foi verdade.
Voz D:Invibilizia. Invibilizia.
Voz C:Vai invibilizar.
Voz B:Transformou num ícone estático, né? Criou toda uma categoria pra essa patona.
Voz D:Tratores agora.
Voz C:E na pista vocês funcionam.
Voz D:Uma coisa meio funk, né?
Voz A:Não precisa defender tanto assim não, né, Fábio?
Voz D:Vou defender sim. Guess, da Charli XCX, e repito, com Billie Eilish. Ou Midnight Sun, da Zara Larsson.
Voz A:Isso.
Voz D:Você prefere H&M ou a Zara Larsson?
Voz B:Midnight Sun, porque sou obcecado por skin. Eu acho tudo, acho maravilhoso.
Voz D:E também representa o renascimento, né? E loura, né, gente? Renascimento. E fora que ela é sueca também, né?
Voz B:Vamos falar, eu vi a Renascença na Suécia, né? Agora eu sou sueco.
Voz A:A escolha mais branca da lista, vamos lá. Mais viradinho de lado, tá vazando, mas não tem problema. Ah, tem?
Voz D:Fica feio. Fica feio. Fica feio.
Voz C:Fica feio. Fica feio. Fica feio.
Voz A:Respeita o diretor, vai.
Voz C:Tá bom, diretor.
Voz A:Você consegue ler assim, todo torto? Ah, vamos lá.
Voz D:Vamos lá. Hit 89, 90. Eu lembrei da Ana Maria, eu vou pedir pro diretor não tirar essa fala de contexto.
Voz C:Podemos fazer então? Podemos. Hit 80 e 90. Tá. Não é da sua época, Felipe, mas tomara que você conheça.
Voz B:Não, não, você já tava lá na faculdade.
Voz A:É isso aí.
Voz C:Vamos ver se você conhece. Diana Ross, I'm Coming Out. Conhece?
Voz A:Claro!
Voz B:Ah, tá, viu?
Voz C:Ou Cyndi Lauper, Girls Just Wanna Have Fun.
Voz A:I'm Coming Out da Diana Ross.
Voz C:Mentira!
Voz A:Com certeza! Eu também!
Voz D:Ah, mas a Cyndi Lauper tem uma voz de...
Voz A:Chata, né?
Voz D:De roxinol, né?
Voz A:Acho que roxinol são esses.
Voz B:É o contrário, voz de roxinol.
Voz D:De ficar pau!
Voz C:Diana Ross, I'm Coming Out ou Janet Jackson, Rita Nation?
Voz D:Só fala o primeiro nome se for ela. Se for Janet física...
Voz A:Essa da Janet está mais fácil preferir ainda um coming out da Diana Ross porque ei, ei, ei— rapidinho, tem tempo dos Life on the Stone, ó. É uma puta música da Janet Jackson, não é minha favorita da Janet Jackson. Mas I'm Coming Out Tonight na Ross, feita por Nile Rodgers, é icônica pra cacete.
Voz C:Mas e o contexto, o clipe da Janet, o contexto político, o nome dela? É tudo o contexto.
Voz A:I'm Coming Out não tem nem clipe. Se for colocar clipe na equação, we're done, a gente já ganha.
Voz C:Mas eu tô citando a música. Não, você tá colocando o contexto inteiro, não é só a música. É o conjunto de obra.
Voz B:É o universo.
Voz A:I'm Coming Out é um hino gay ainda, queer, que ela não tinha feito ainda.
Voz C:E a música tinha um hino gay preto. É, sua vez.
Voz A:É hino social, né? É das causas pretas, mais ou menos.
Voz B:Que tinham muitos LGBTs que montaram as ballrooms e vieram aí da galera. Eles se empoderaram.
Voz C:Eles se empoderaram.
Voz B:E aí começaram a sair mais cisgêneros. Juntaram e aí 5 anos depois veio.
Voz A:Sou eu escolhendo.
Voz C:Ok, vamos lá, continuando. Diana Ross, I'm Coming Out, ou Whitney, I Wanna Dance With Somebody.
Voz D:Engraçado que agora você escolhe Cindy Lauper, né? Quem? Qual que é a outra loira que fez?
Voz C:Na sua vez você olha o notebook, sua doida.
Voz D:Não, não, eu confundi tudo.
Voz C:A doida é Whitney.
Voz D:Que também é um Whitney.
Voz A:Agora eu já vi outra de pop.
Voz C:A outra é dessa sambaia.
Voz D:Ai, loira é tudo igual.
Voz A:É a Whitney.
Voz C:Whitney!
Voz D:Não, mas eu tava falando da pessoa que escreveu. Dolly Parton. Jessie J. Eu acho que é a Dolly Parton.
Voz C:Whitney, I Wanna Dance With Somebody.
Voz A:Você tá me atrapalhando na minha vez.
Voz C:Ou Mariah Carey, Emotions.
Voz A:I Wanna Dance With Somebody da Whitney.
Voz C:Eu também acho. Também. Mas Emotions é boa, hein. Mas não é a melhor da Mariah.
Voz A:Vai aparecer uma que eu imagino que tem umas pro final que é I Wanna Dance With Somebody.
Voz C:I Wanna Dance With Somebody. Sai de olhar daqui, caralho! Ou Celine Dion, Because You Love Me.
Voz A:Qualquer música da Celine Dion vai perder para Wanna Dance With Somebody.
Voz C:Eu também acho. I Wanna Dance With Somebody, ou George Michael, Freedom.
Voz D:Você vai deixar Gay de lado?
Voz A:Agora que a gente vai ver se apoia gay.
Voz D:Sempre gay apoia mulher, né?
Voz C:Engraçado. I wanna dance with somebody, ou Alanis Morissette, You Wanna Know. Ok, agora sim, a briga de grandes. I wanna dance, I wanna dance with somebody, ou— Nossa Senhora, tem uma cachoeira aí do lado. Michael Jackson, Thriller.
Voz A:I wanna dance I Wanna Dance with Somebody.
Voz B:Se fosse, ok, Billie Jean, mas não tem como adivinhar, né, gente, a favorita da pessoa.
Voz A:Tem como ver? É o melhor do Michael Jackson, que ele não é o melhor clipe dele, mas é o melhor disco.
Voz C:Mas não, não é, é o melhor clipe, mas não é a melhor música, longe de ser a melhor música, longe, bem longe. Tá bom. I Wanna Dance, I Wanna Dance with Somebody.
Voz D:Ou agora ele Rain, Purple Rain.
Voz A:Sem dúvida alguma, vai ser a melhor música dos anos 80 disparado. Não vai ter nada melhor que essa agora.
Voz D:Você gosta porque foi o final de Stranger Things, né?
Voz C:Ou Madonna com Like a Prayer.
Voz A:Se fosse Vogue, eu até tinha alguma dúvida.
Voz B:Colocar Vogue fica Fácil, eu acho. A ideia é não ter Vogue para não ficar fácil.
Voz A:É Purple Rain.
Voz C:Ah, tinha Vogue em Reina da Natação, né?
Voz A:Não acabou ainda? Não, é isso, acabou. Acabou.
Voz C:Purple Rain.
Voz A:Mentira, não é só melhor música, é uma das melhores músicas de todos os tempos, que foi quando o Michael Jackson dormiu, né?
Voz B:Purple Rain ou Expresso da Sabrina Kappa?
Voz C:Purple Rain ou I Follow River?
Voz A:Purple Rain, porque a gente faz tour, aí eu escolhi fazer de vez em quando. Não, né, porque ele é homem. O David Bowie e o Prince são bem femininos nos, né, mas não, mas assim, não te achei binário nesse comentário.
Voz C:Porque essa disputa de homens na próxima, ah não, acabou.
Voz A:Fazer uma grandes músicas de todos os tempos, que vai ser difícil para caralho, e colocar essa de Purple Rain, colocar, eu acho, Heroes do David Bowie, Menina Amada Anitta, menina má.
Voz B:Menina má da Anitta. Luiza Sonza também.
Voz A:Quando tiver pessoas bem musicais gays, a gente faz de novo esse negócio.
Voz C:Tá bom, vou olhar quem ainda vem aqui, eles fazem.
Voz D:Sim.
Voz A:Ou a Gabi Amarantos, que é boa também.
Voz C:Boa, gente.
Voz A:A Gabi Amarantos talvez venha da Beach também conversar com a gente, vai ser ótimo. Caçadores da Cultura Perdida é o novo quadro do Wanda.
Voz C:Novo quadro. Como que é o nome?
Voz A:Caçadores da Cultura Perdida.
Voz C:Boa.
Voz A:Você vai resgatar uma coisa que marcou a sua vida, ou que pode ser que você viu e não conhecia na infância e gostou. Então tem que ser retrô, uma coisa vintage. Uma coisa retrô.
Voz D:Tá, viu.
Voz C:Resgatei, resgatei. Tá, você é improvável. Posso começar?
Voz A:Pode.
Voz C:Ok, pra mim, o que tem que ser resgatado— Eu tô nessa briga, na verdade.
Voz D:Ah, mas isso é uma luta política de tempo sem tempo, né?
Voz C:Pra mim é uma luta política.
Voz B:A esquerda brasileira precisa ser resgatada.
Voz C:Gente, tô falando sério. Eu assinei o abaixo-assinado já pra isso. Porque, gente, é inadmissível.
Voz B:O Blackout com o Skoforgy.
Voz C:Também, seria tudo. Mas tá voltando, né? Mas é uma briga de verdade, eu tô com alguns fãs já. Já. A gente tá se organizando para isso. Não tá risada, né? Porque tem um disco que ele não tá no Spotify até hoje e a gente tá brigando por esse disco que ele não entra. E você sabe que tem brigas de gravador e tal. Tem algum disco que vocês aí gostam?
Voz B:Pelo jeito que ela tá falando, vai ser de Júnior, Identidade.
Voz C:Tem algum disco que vocês gostam que não tá no Spotify até hoje?
Voz A:Não vou conseguir lembrar.
Voz B:Não, no meu tem, no meu tem. Qual?
Voz A:Não, tem todos. Todos?
Voz B:Não tem nenhum que eu...
Voz C:Pois pra mim tem um de Spotify.
Voz D:Se tiver, eu não conheço, porque eu já nasci na era do Spotify. Então eu só conheço o que tem no meu.
Voz C:Ai, cala a boca, às vezes você tem 30 anos, ô Amaury.
Voz B:Qual que é?
Voz C:Pra mim, até hoje, e é uma falha, é uma dificuldade na música brasileira.
Voz D:Puta que pariu!
Voz B:Retrato imaginário do SNZ.
Voz C:Não, esse entrou agora, entrou agora. Não, gente, é um buraco que tá na música brasileira.
Voz B:Meu Deus. Chico Buarque. Qual do X?
Voz C:Gente, a mais importante, mas é com a letra C também, tá?
Voz B:Já eliminou, pode falar, eu tô te liberando, pode falar.
Voz C:É agora, gente, Marcos, anos 90, todo mundo conhece, todo mundo aqui conhece. Revelou estrelas, revelou nomes.
Voz D:Fala aí, neném.
Voz C:Cala a boca de todo mundo aqui!
Voz A:Ai, fala logo!
Voz C:O primeiro disco das Chiquititas. Gente, o primeiro disco das Chiquititas...
Voz A:Eu vou no banheiro, fala aí.
Voz C:Gente, tô falando sério, ó. O primeiro disco das Chiquititas, o segundo, o terceiro e os Chiquititas em Festa não está no Spotify. É uma coisa que está sendo apagada por toda a sociedade. E se tivesse até hoje nas plataformas plataformas, todo mundo iria escutar e iria compartilhar no stories. Tem um monte de gente aí que será afetada por isso. Eu, eu sou uma pessoa que gostaria de postar as músicas no Instagram, não tem lá.
Voz B:Quer postar um biscoito? Mexe, mexe, mexe com as mãos pequeninas.
Voz C:Amiga, tem dia que eu tô sozinha.
Voz B:Quando tiver mais tristinha, né?
Voz C:Eu cozinhando, quero colocar: o Chef Chico vai cozinhar.
Voz D:Mas a versão da Larissa Manoela não te contém?
Voz C:Não, não, não. São coisas completamente diferentes. Não, não brinca com coisa séria.
Voz D:A gente já sofreu tanto por você.
Voz C:Não brinca com coisa séria. O Chiquititas em Festa, gente, é um dos discos mais importantes que tem. Eles fizeram uma coisa que a Pabllo Vittar fez depois, se achou revolucionária, que era a música do parabéns. Lá no Chiquititas em Festa tem a música do Ano Novo, tem a música do Natal, tem músicas comemorativas.
Voz B:Eu não lembro quais eram as do Chiquititas em Festa.
Voz C:É tudo, é uma capa vermelha, tem o Jonathan Faro. É um dos melhores discos da Chiquititas. Que é o meu pai, que eu amo. Enfim, é um— gente, elas são muito importantes na sociedade. Depois reprise o Chiquititas.
Voz B:Eu fui Chiquititas Cover. Cover?
Voz A:Eu fui Chiquititas Cover.
Voz C:Você foi Chiquititas Cover? Sério que é isso?
Voz B:Nossa!
Voz C:Binho!
Voz B:Ai, já veio que parecia comigo assim, tinha o cabelinho assim lisinho.
Voz C:Mentira! O que que aconteceu de errado no caminho?
Voz B:Não, nada. A gente só morava no interior e obviamente que não chegou em nada, não deu em nada.
Voz C:Não te atravessou o Chiquititas? Chiquititas em festa? Eu tô falando da importância dos Chiquititas em festa. Gente, falando sério, o Chiquititas tá fora do Spotify, é uma briga gigante. Eu já assinei abaixo assinado, e eu tô com uma galera. Os Chiquifãs, gente, estão doidos com isso. E a gente vai conseguir colocar os álbuns dos Chiquititas no Spotify. É a nossa briga política que a gente tem hoje em dia, tá?
Voz D:A infância precisa ser respeitada.
Voz C:Uma parte da música brasileira. É uma guerra nossa, abraça essa guerra, por favor, amigo.
Voz A:Eu não me identificava com aquele racismo com Cirilo, não gosto disso.
Voz C:Cirilo? Cirilo é outra aí, é do Carrossel, sua doida.
Voz A:Esse eu era criança. Chiquititas eu não era.
Voz C:Chiquititas é outra, é da Fernanda. É da Fernandinha, é do Jonathan Sparrow.
Voz D:Antes da Maísa.
Voz C:Antes, bem antes, é dos anos 90, bi. A Vivi, a Fátima, a Vivi Van der Leeuw.
Voz A:Eu não ia achar a visão do SBT no mundo do Brasil, sabe?
Voz B:Ah, para!
Voz C:Eu tô falando sério, eu vou te xingar. Achava que a abertura era no Museu do Ipiranga, lá do Itachi Kichi.
Voz A:SBT era uma coisa mais São Paulo, Rio via Manchete e Globo mais.
Voz C:Tô falando sério! Para, bicha! O povo no Rio agora assim: "Meu Deus, que fiasco da marca!" Os chiquifãs não terão dó, viu?
Voz A:Exatamente.
Voz C:Amor, os chiquifãs não terão dó, desculpa. Iremos pra cima de você. O amor tem que ser nesse nível de importância, tá claro. Nossa, não vou conseguir chegar lá.
Voz D:Você pode repetir o nome do quadro, conceito, para mim, por favor? Que o Eduardo falou tanto.
Voz A:Caçadores da Cultura Perdida. Você resgata alguma coisa da sua infância, adolescência, ou uma coisa que você conheceu que tá esquecida com o tempo. A gente vai caçar essa cultura, tá?
Voz C:Eu intimidei você.
Voz D:Olha, eu acho que o meu recado, a minha O que eu vou trazer vai mais para os adolescentes assim, que podem não conhecer. Foi uma coisa que não era tanto da minha época, mas meus primos ouviam muito no interior e eu passei a gostar. Até hoje eu ouço um pouco. Vocês vão ficar em choques, tá? Então não tem que fazer nada de sincero agora para vocês não ficarem em choques. Não, tô brincando, não é tão chocante. Mas eu gosto muito de Charlie Brown Jr. Eu acho que as pessoas deviam conhecer, os jovens não conhecem.
Voz C:Agora com o Zé Loreto todo mundo vai conhecer, fica tranquilo.
Voz D:Charlie Brown Jr. E Sandy Júnior também, porque eu gostava muito dos Júnior no final.
Voz C:Todo mundo conhece Charlie Brown Júnior e Sandy Júnior.
Voz D:Não conhece, as pessoas mais novas não conhecem.
Voz C:As novas gerações adoram Charlie Brown Júnior.
Voz A:Deve ser pra quem tem 13 anos que escuta o Wanda desde os 7 anos.
Voz D:Exatamente, desde que nasceu, que nasceu com Wanda. Eu acho Charlie Brown Júnior, Sandy Júnior, Vanessa Rangel.
Voz A:Quem que é Vanessa Rangel?
Voz D:Palpite.
Voz C:Ah, a mulher de Palpite. Ah, sim, ela teve esse hit.
Voz A:Você conhece Vangileonella?
Voz D:Vange Leonel, não.
Voz B:E Luan, e qual que é aquele? O teu nome eu escrevi na areia do mar.
Voz D:Felipe Dilon também.
Voz A:Isso é um resgate. Ai, mas precisa resgatar porque a Vange Leonel cantava no trilha de Vampi, Calada a Noite Preta. Mas ela teve esse hit igual a Rosana, como a Rosana, mas foi o hit é igual aquela do Caso por Acaso.
Voz D:Também bem marcado em cartas de tarô.
Voz C:Sim, que foi cantar agora nas Estrelas da Manhã.
Voz A:Mas ela teve outra, respeita todas elas, mas ela teve outro hit ou ela é tipo a Cardi B?
Voz C:Esse é um grande hit, vai estar tendo um disco bom.
Voz A:Então o Meus Caçadores da Cultura Perdida é um filme que vocês podem ver. Eu anotei aqui para vocês, qualquer coisa Você pode comprar, você pode comprar no Prime Video por R$6,99 ou na Apple TV por R$9,90, ou você pode ver onde você achar mais, né, legal. Chama Reality Bites, é um filme dos anos 90 que eu amo. Tem o Ethan Hawke, que é tipo música dos 90, Quantos do Amanhecer e tudo. E outra música dos anos 80 que é We Know No Rider.
Voz C:É coisa séria aqui, gente, tô passada.
Voz A:Não, mas isso aqui É só um filme. E eles— e é uma representação que eu vi, acho, em filme da geração X, que é a minha.
Voz C:Sim, a geração é qual?
Voz D:X, X, SpaceX, Elon Musk.
Voz C:Ah, bicha, no século 19, século 10.
Voz A:Não, mas é tudo porque eles acabaram de se formar e eles não têm emprego, não sabe o que acontecer, ficou meio perdido na vida. Eles são 4 amigos. Acho que a Mira Sorvino tá também. E a outra, não, Miriam, você não viu nada. Jenine Garofalo, acho que é o nome da comediante que tá aí, né? E o Ben Stiller, que tá aqui na capa, na minha cara, que eu não vi.
Voz D:Sabe qual filme?
Voz A:É uma delícia ver, é muito retrato dos anos 90, é drama com comédia romântica, é uma delícia ver o filme. Eles entram na MPM para ter uma cena icônica que toca ela cantando, mas eles ficam dançando. Eu adorava, eu vi minha irmã várias vezes e é uma delícia ver. Chama Caindo na Real em português e Reality Bites em inglês.
Voz D:Posso dar um filme também? Eu vi faz muito tempo na faculdade, mas ontem eu tava na HBO assim, aí eu vi últimos dias embaixo desse filme, eu falei assim, ah, eu lembro que eu gostei muito. É Almost Famous. Muito bom. Quase famosa, é uma jornalista assim, ela é estudante de jornalismo.
Voz A:Ainda, né? Ah, não, tá me enganando.
Voz D:Dos 15 anos que ele acompanha da banda.
Voz A:Não, é um garoto.
Voz D:Não é um garoto.
Voz A:Você viu o filme mesmo?
Voz D:Eu vi, mas não é um garoto.
Voz A:É um garoto adolescente, seu doido.
Voz C:Nunca vi, gente.
Voz A:Você tá confundindo com a Kate Hudson, que é a Penny Lane, que é a diva dele, que ele se apaixona por ela. É um garoto que escreve para Rolling Stone, que faz.
Voz D:É, mas eu achava, eu vi na faculdade, mas eu achava que era uma menina. Não, transicionou. Ah, sim, gente, não lembra?
Voz A:Ai, caralho.
Voz D:Mas é tudo esse filme, ele, quando eu gostei, eu amei. Quase famoso, tem na HBO Max, mas últimos dias, últimos dias, últimos capítulos.
Voz B:Gente, assistam agora porque o Wanda vai daqui 2 dias, então deve ser só esses dias que você tem, né?
Voz D:Só 2 dias.
Voz C:É gente, né?
Voz A:E o seu?
Voz B:O meu, assim como o É bom, mas é bom, é bom. Eu tava vendo a entrevista do que a RuPaul vai lançar agora, né, o filme dela, né, o Stop That Train, que vai ter lá. E aí eu tava vendo o podcast com o diretor do filme, que é o Adam Sheckman, que fez também, dirigiu a novo Hairspray e tal. E ele tava comentando como que ele lembrava da época que saiu esse álbum, que ele ficava ouvindo com a Jennifer Lopez. Que ele dirigiu aquele filme dela que fez sucesso lá, com Richard Gere lá, que dança e tal. E ele tava falando da importância de NSYNC. Vou dar esse biscoito pro NSYNC.
Voz C:Ai, que bosta! No Strings Attached.
Voz B:Gente, é muito bom, é muito bom.
Voz D:Total.
Voz B:NSYNC, No Strings Attached. Que foi o maior álbum do começo dos anos 2000.
Voz D:Quê?
Voz B:Assim, o álbum mais vendido, mais rápido, foram 2 dias. 2 milhões de cópias em uma semana. E, gente, é muito bom esse álbum. Só tem Bye Bye Bye.
Voz C:Qual que é o nome do álbum?
Voz B:No Strings Attached. Bye Bye Bye, It's Gonna Be Me. Tem baladinhas maravilhosas.
Voz C:It's Gonna Be Me.
Voz A:É mês de maio.
Voz B:Tem um monte de música muito boa, é pauleira, é popzão. Eu vi na academia nesse dia, falei: nossa, vou até ouvir na academia para relembrar. Falei: caramba, como não tem mais assim, até que não tem boy band muito hoje em dia, né?
Voz C:Claro que tem, tá cheio. No K-pop, né, mano?
Voz B:Ah, no K-pop, é, boy groups, é diferente. E é muito bom. E ele tava falando que quando ele tava com a Jennifer Lopez nos bastidores do filme, eles estavam ouvindo, ele comprou e colocou assim no, para tocar lá no camarim, que a Jennifer Lopez virou e falou assim: "É, acabou para os Backstreet Boys, eles estão fodidos." E aí, vindo da Jennifer Lopez, isso é É igual a da música, revelando como é que a Jennifer, contando uma fofoca que a Jennifer Lopez contou pra ele, sabe?
Voz A:O Samir tem um gosto muito diferente do meu mesmo pra isso, porque a gente, foi na última Wanda que a gente falou do hits de 2000 pop, que eu acho péssimo, né? Porque nessa, tem um bubblegum pop nessa época, era isso, bubblegum pop, é o começo de Christina, começo de Britney, e paralelo a isso tinha o pior do rock também, com Limp Bizkit, Korn, então foi uma época uma época muito pobre para música. Achei um horror mesmo. A coisa começa a melhorar, infelizmente, quando vem o Dr. Luke. Não, acho, é com o começo de Rihanna, com Gaga.
Voz B:Ali você tem aquela época ali, começa a ficar um pouco melhor, de RedOne assim, com umas coisas.
Voz C:É melhor que isso aí, é melhor que isso aí.
Voz B:Eu tenho pavor desse pop David Guetta.
Voz C:Ah, bicha, todo mundo dança hoje em dia.
Voz A:O David Guetta não é a representação inteira desse pop.
Voz C:Exato, tem um monte de gente ali Ele fazendo música.
Voz A:Não é o Pitbull e David Guetta, você tem o Max Martin e o Dr. Dre fazendo.
Voz B:Max Martin, sim.
Voz A:Começo de Rihanna, começo de Katy Perry, começo de Gaga, até a Kesha.
Voz C:Todas essas, é?
Voz A:Sim.
Voz C:Eu acho. Uma época boa, ouro, ouro do pop.
Voz A:Então vamos fazer, vamos bater o leque.
Voz C:Vamos, vamos.
Voz A:Quase que vai ir pro fundo do mar.
Voz C:É lá no outro lado?
Voz B:Não, é aqui mesmo.
Voz A:Aqui mesmo.
Voz D:Ai, meu Deus.
Voz A:O quadro é: você bate o leque ou não pra eu quitar que tá escrito nesse leque. É tipo tirar o chapéu, né?
Voz B:A gente vai descobrir agora.
Voz A:Tem que tomar cuidado com a cara do amiguinho, tá na hora de bater o leque.
Voz D:Ou não.
Voz A:Quem quer começar?
Voz D:Eu e Edu, vai.
Voz B:Então vai, pega o seu leque, mostra para nossa plateia. Não, acho que ele pode mostrar mesmo, porque ele só vai bater se ele bater.
Voz A:Ele pode olhar primeiro, depois mostrar para câmera, né?
Voz C:Para qual câmera?
Voz B:Mas não bate ainda, não bate.
Voz A:Porque esse tema você pode de não gostar para não bater. Você vai bater quando você adora, vou bater o leque para isso, entendeu? Então abre para você ver o que que é, depois mostra para a câmera.
Voz B:Bater o leque?
Voz D:Não, idiota, abre para ver o que tem dentro.
Voz A:Aí depois abre o leque, não bate, abre.
Voz B:Alguém não sabe?
Voz D:Falou diante do Thiago, já viu?
Voz B:Você tem que ver o que que tá escrito no leque.
Voz D:Você já viu?
Voz C:Monogamia.
Voz A:Mostra para câmera aqui. Aí agora você decide, você bate bate o leque para isso ou não, se você é a favor ou contra, entendeu?
Voz C:Calma, deixa eu entender. Calma, não entendi ainda.
Voz B:Mas você bate o leque?
Voz A:Você apoia ou não apoia?
Voz C:Se eu bato o leque, eu apoio. Tá bom, é para bater o leque então.
Voz A:Você que decide o que você acha sobre monogamia.
Voz C:Tá bom, bateu o leque.
Voz A:O que que você acha sobre monogamia? Era para pedir para você apóia ou não apoia?
Voz B:Apoio! Apoia, gente!
Voz A:Não pode bater o leque agora.
Voz C:Apoio!
Voz D:Viva a monogamia!
Voz A:Que difícil esse quadro, meu Deus!
Voz C:Gente, posso falar a verdade? Eu só tive relacionamento monogâmico até hoje.
Voz B:Só tive!
Voz D:Só tive! Ah, versátil! Eu entendi, eu só tive relacionamento monogâmico monogâmica. Eu falei assim, só tive relacionamento aberto, mas você queria ter uma abertura.
Voz C:Só tive monogâmico até hoje, mas e aí eu tô aberto a testar uma não monogamia na vida hoje em dia.
Voz B:É ética, eu amo.
Voz C:É ética, a ética, o maquiavélico, é ética, claro. Mas monogamia A gente falou, mas saiu anos atrás, né? Porque no Tinder você pode, você coloca lá que você é não monogâmico ético.
Voz A:Que que significa isso?
Voz C:É uma coisa mais étnica, deve ser que respeita os acordos. É, tem a monogamia também, que eu quero também, é ética. Geralmente não é ética também, tá? É, deixa eu lacrar aqui, tá?
Voz A:Você traiu ou não no acordo, é isso?
Voz C:É, tem que ser uma, tem que seguir as regras da não monogamia se for ética.
Voz A:Assim como qualquer outra regra de relação que pode ser monogamia ética também.
Voz C:Sim, mas aí então eu acho que eu tô mais para monogamia no começo. Eu acho que eu tô mais para monogamia, mas eu tenho desespero, né? Isso não é isso, não é desespero, tá aceitando tudo, qualquer migalha, né? Mas no momento eu acho que eu me considero mais monogâmico.
Voz A:Você falou duas vezes assim, no começo. O que que significa isso?
Voz C:No começo do relacionamento você quer monogamia. Geralmente a gente é um pouco mais doida da cabeça no começo, né? Tá construindo uma afinidade, uma confiança.
Voz D:Então construindo uma confiança, pegando o celular de quem ele segue, dando um follow, uma coisa meio assim no começo.
Voz B:Aqui nem a menina do Hendrik lá, esposa do Henrique.
Voz C:Deixa alugado. Isso é uma monogamia ética?
Voz B:É, isso é monogamia ética.
Voz A:Não?
Voz D:Sim, é. É aquelas mulheres no TikTok que ficam treinando. Amor, ó, finge que eu sou outra pessoa. Oi, lindo, tô mega afim de você. Como você vai responder?
Voz B:Entendeu? Entendeu? Entendeu?
Voz A:E aí?
Voz D:Tá duro.
Voz C:Eu acho que eu estou um pouco mais na monogamia. Mas eu não descarto a não monogamia, tá? Claro, com as minhas regras, com o meu jeito.
Voz B:Eduardo dispara.
Voz C:Para vocês.
Voz B:Só tive monogâmica.
Voz D:Não sei, o leque foi seu. O meu leque, eu não sei o que vai ter. Eu não posso atravessar dessa maneira. Eu não posso atravessar dessa maneira.
Voz C:E eu não— eu quero que você atravesse, mas eu não vou atravessar. Atravesse, abrindo caminho para você.
Voz D:Mas eu não vou atravessar, eu fecho esse caminho.
Voz A:Não tem problema algum você querer ser monogâmico.
Voz C:Hoje em dia, né, parece que é o mal da sociedade querer ser monogâmico.
Voz A:A vida é tua, a relação é tua.
Voz B:Ai, tudo é chato hoje em dia.
Voz A:A gente pode escolher quem a gente quiser, pô.
Voz C:Eu posso ser monogâmico? Posso ser monogâmico?
Voz D:Pode. Pode ser que você seja inseguro com a sua escolha e queira a nossa validação. Mas se for isso que você quer mesmo, você vai ter a nossa.
Voz A:Não, eu não tô inseguro, eu não tô inseguro.
Voz D:Então abre o seu leque, para de brigar.
Voz C:Vamos lá, vamos lá. Nossa, só eu fui colocada nessa parede?
Voz A:Mostra para a tela.
Voz D:Eu não sei se eu vou bater para gays.
Voz C:Gays, para mim sempre ficou mais difícil, né?
Voz A:É, para ele também é uma barra.
Voz B:Deus dá as melhores batalhas para os melhores soldados.
Voz C:Lembra, está 3 gays aqui.
Voz D:Eu acho que diferente do Edu, eu não— eu vou ser um pouco mais direto.
Voz B:O Amaury não é de direita nem de esquerda, ele é direto.
Voz D:É reto? Não bato leque pra gays.
Voz B:Olha!
Voz D:Eu acho que a nossa classe é muito desunida. Eu acho que a gente também...
Voz C:Ah, você foi na parada LGBT também?
Voz D:Eu fui. Quem você tomou fora?
Voz C:Quem você tomou fora?
Voz D:Vai, Maurício. Calma, deixa eu pensar.
Voz B:Quem que não te deu bola pra você poder estar...
Voz C:Qual padrão você tá tentando validação?
Voz B:Que você não conseguiu. E odeia todos os gays agora.
Voz D:Ai, meu Deus. Qual? Gente, a Swede é hétero. Inteiro, né? É porque eu tava pensando uma pessoa que eu desejo, mas enfim, por várias atitudes. Eu acho que gays também existem as categorias gays de direita, gays misóginos, gays padrões, gays transfóbicos. Então para esses gays, eu não, eu sei que não podemos generalizar. Eu como parte dessa classe não posso generalizar, eu sei das diferenças de cada da individualidade de cada pessoa, mas também não posso bater papo com todos os gays.
Voz B:A gente respeita.
Voz C:Eu não vou bater papo.
Voz A:Seu próximo, Leque.
Voz B:Seu próximo.
Voz A:Eu batei pau pra acabar. Você não bateu pau nos gays de um jeito mais rápido? Eu achei que tava ruim, sabe?
Voz B:Eu gostei, mano.
Voz D:Obrigado, Samir.
Voz C:Eu não vou alugar, o gay ele odeia a si mesmo, né?
Voz A:A gente aprendeu isso muito, né?
Voz C:A gente aprendeu a se odiar, né?
Voz A:Abre aí pra você ler e mostra pra câmera. Mostra logo, para de suspense aqui, não é o Raul Gil.
Voz B:Para, para, para, para, produção, entra o anúncio, entra no YouTube, roda, roda o mid-roll, entra as quititas.
Voz D:Vamos lá, você bate o leque para tirar show?
Voz C:Não, meu amor, eu não sou a porra do leque, eu dou minha Eu sou um gay raiz, tá? Eu dou minha vida, dou horas de internet, dou streaming. Alimento, chamo ela de diva, chamo ela de mãe.
Voz D:Que legal!
Voz A:Compara ela com a Lili e fala que ela não é nada.
Voz C:Compara ela com a Lili e fala que ela é muito melhor. Faço Samira escolher a Tinash em vez de outras divas. Eu sou um gay que não se fabrica mais.
Voz D:E você, graças a Deus... Graças a Deus. Fechou a fábrica.
Voz A:É por causa de você. Eu não entendo você querendo bater o leque para as gays.
Voz C:Amor, eu bato o leque, eu faço tudo por Tinache, tá? Então quando ela vir para o Brasil de novo, gente, tem que lembrar aqui, ó, vai no Me Conte. Eu bati o leque para Tinache, ela tem que ir lá no Me Conte.
Voz A:Esse é o último leque.
Voz C:Ai meu Deus, quer ver? Com ele vai ter uma coisa besta, ó. Vai, aí vai estar assim: racistas, bate ou não bate leque? Fome no mundo, desigualdade social, Copa.
Voz B:E aí, olha o corte, olha o corte vindo.
Voz D:Cuidado, eu não vou bater leque, não vou bater leque. E hoje eu não bato leque para Copa, justamente por ela estar acontecendo também nos Estados Unidos. Eu acho que um país, olha, eu acho que um país que financia tantas guerras, destrói tantas civilizações, não deveria ser palco da maior festa festa do mundo, da segunda maior festa do mundo, da maior festa brasileira.
Voz A:É festa!
Voz D:Cadê o espírito do Brasil, Felipe, de torcer?
Voz C:Mostra sua força, Brasil!
Voz D:É a terceira maior festa.
Voz B:Então todo mundo do Rio, não é o ensaio da Anitta?
Voz D:A sexta maior festa, ensaio da Anitta, ensaio da Anitta, e também Manás, oitavo maior, com seleções do mundo inteiro amistosamente competindo com Estados Unidos. Não, não acho justo, eu não acho certo colocar esse spot neles agora, entendeu?
Voz B:Esse spot, Copa boa era da África, que tinha Jabulani, tinha Waka Waka, tinha Vuvuzela. Sim, ah, nunca igualaram.
Voz C:As coisas se perderam.
Voz B:Quem viu 2010 viu, foi 2010? Foi, né? Quem não viu, não vê mais.
Voz D:Não vê mais.
Voz A:2012, não?
Voz D:2012.
Voz B:É, mas tem mais tempo. Foi 10?
Voz C:Aí, então tô certo.
Voz A:Não sei fazer conta.
Voz D:Não, porque a gente tá em 2026, né?
Voz C:Não vai assistir os jogos do Brasil?
Voz D:Eu assisti, teve um até agora. Terminado?
Voz C:Não vai assistir os outros por protesto?
Voz D:Não, eu vou.
Voz B:E qual que foi sua review do pitchfork?
Voz D:Só como foi no México. Então você não é porque a minha TV não pega sinal norte-americano, não sei, não consigo. Não, mas aí é a BET, né? Eu não sei.
Voz C:Tá certo.
Voz D:A Globo já é a segunda maior emissora da América Latina, senão do mundo, né? Não, da América Latina é a primeira, sendo a maior do mundo, né?
Voz C:Você não bate o leque, mas vai assistir.
Voz D:Eu bato o leque para Globo, Globo me chama. Ó, Globo! É Copa na Globo, galera! Copa do Mundo na Globo, acompanha aí, gente!
Voz C:Toda atrasada!
Voz D:E ó, antena, sinal na hora, sem delay.
Voz B:Aqui é Globo! Quem tá transmitindo os jogos na Globo? Quem tá comentando?
Voz C:A Virgínia, não é?
Voz D:A Virgínia, com aquele quadrinho lindo no Domingão. É, eu acho, Samir, que não tem só uma pessoa comentando futebol na Globo, a Copa A Copa é esse evento que todo jornalista do globo vai. Qual que é sua resenha da Kazé?
Voz C:Quem tá na Kazé?
Voz D:A Gento.
Voz C:A Fernanda Gento. Brigou até com o Romário uma semana, gente.
Voz A:Você bateu nela com o Romário.
Voz C:Tem que ir trabalhar como senador, né?
Voz B:Qual que é sua resenha pitfork do primeiro jogo do Brasil?
Voz C:O que você achou? Quais highlights?
Voz D:Eu acho que vai ficar uma coisa meio déjà vu, sabe?
Voz C:Quê?
Voz D:Porque quero 0x0, não insiste em 0x0 e eu quero 1x1. Eu não queria 1x1, diferente de Djavan, mas foi isso que aconteceu. Eu queria 2x1, 3x1, talvez até 1x0. Eu queria o Brasil com alguma vantagem, sabe?
Voz A:O seu palpite 2x1 naquele podcast lá seu com Thiago, e você sendo silenciada porque um palpite 2x1, ele querendo 3x0.
Voz B:Não, coitado, custou fazer um.
Voz A:Meu, Thiago, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus!
Voz C:E eu tava comemorando quando deu 1x1, eu tava quase chegando.
Voz B:É um palpite fácil, você ganha.
Voz C:É isso, mas aí ficou 1x1, né, gente? E grande bosta também essa merda dessa porra dessa Copa de merda, que a gente não vai fazer porra nenhuma, não vai chegar longe de nada.
Voz A:Eu joguei durante o jogo do Brasil, eu tava jogando, jogando o quê?
Voz C:Futebol.
Voz D:Jogando uma pelada?
Voz C:FIFA?
Voz A:Sarus é o nome do jogo.
Voz D:Caralho, meu Deus do céu!
Voz C:Eu sei, eu tô querendo jogar, que ele tava jogando futebol.
Voz A:Será que eu tinha que estar vendo o jogo como brasileiro?
Voz B:Mas eu não consigo falar de futebol. É o que eu fiz com a Shakira no Todo Mundo Riu, tava jogando.
Voz C:Ai, meu Deus, ele comparando a Copa.
Voz B:Aí eu deixei rolando no iPad aqui do lado assim, assistindo, jogando.
Voz A:Porque você assiste ouvindo também. Grita o gol. Eu sabia que o Marrocos tinha feito o gol quando eu vi. Pronto.
Voz D:Teve uma hora que eu esqueci, eu tava com os meus amigos vendo, aí sei lá, só ficou tipo, gente, eu assisti tudo porque o futebol é a maior representação da cultura brasileira, do Brasil. Não, não, mais que o futebol, ginástica olímpica. Não acho, eu acho, eu acho, eu acho, o vôlei é muito mais potente.
Voz C:O Brasil é o segundo esporte mais famoso no Brasil, tá?
Voz D:É mesmo?
Voz B:É sim! E ganha muito mais.
Voz C:E ganha muito mais.
Voz A:Olha, foi ótimo ter vocês aqui no vlog.
Voz D:Obrigado, Thiago.
Voz A:Acho que são presenças que só de ano em ano que a gente consegue aturar.
Voz C:Sim. Agora não, agora eu vou resolver isso aqui, tá bom? Porque não colocam eu e o Thiago aqui. Vocês têm medo dos dois juntos? Já chamou 3 horas, já chamou.
Voz A:A senhora tava em Brasília.
Voz C:Não veio esse convite.
Voz D:Não para de viajar.
Voz C:Fake news, fake news. É a primeira vez que me chamam em anos pra estar aqui.
Voz B:Sim, aham, com certeza, com certeza.
Voz A:A gente vai abrir um making of dos convidados pra vocês terem uma ideia do que a gente passa.
Voz B:A Júlia vai postar print.
Voz C:Nossa, no começo, sabe? Se começar...
Voz B:A Júlia vai postar print da DM.
Voz C:Meu Deus, tem cada um que vai cair. Deixa lá.
Voz A:Mas não, a próxima vez eu vou ser o Thiago então, vem cá.
Voz C:Ah, eu não quero mais agora, né?
Voz A:Agora eu não quero mais. Eu chamo outra gay pra te substituir com o Thiago.
Voz C:Ninguém vai conseguir chegar a essa altura, ela é substituível.
Voz A:Obrigado, Amaury.
Voz D:O Bom Fim da Casa retorna, visita, dá uma passadinha.
Voz A:Exato, tudo.
Voz D:Adorei.
Voz B:Arrasaram, galera!
Voz D:E lembre-se, futebol na Globo.
Voz A:É, fumódromo volta sexta-feira, tá? Nessa semana, boa. Banda de Casa e fumódromo, tá bom? Comigo e com Samir. Ok. Fazer, sei lá, até mudamos.
Voz C:Vamos fazer um fumado no Fumando um dia?
Voz B:Não, ah não, tá baixando.
Voz C:Eu sei lá, a gente colocava na argilha aqui no meio, sabe? Eu tô fazendo aqui no meio, Felipe. Eu topo, hein? Bora, a gente escuta umas músicas legais.
Voz A:Ninguém sabe que a gente tá fumando, né?
Voz B:É, fala que quer ver a gente fazer a noite do vento.
Voz C:Vocês fazem a noite fumando vape.
Voz A:Boa!
Voz C:Eu trago umas coisinhas, um cigarrinho de artista.
Voz A:Fumando vape, apostando em bets e ouvindo Veig.
Voz D:Fumando vape, ouvindo Veig e ficando drogue.
Voz C:Talvez você precise de mim.
Voz A:Achei cante. Beijo, gente!
Voz B:Tô acrílica, galera, tô acrílica.
Voz D:Tchau, adeus, adiós! ¡En español!
HBO Max
Quase FamososPrime Video
Reality Bites