CONFISSÕES ANÔNIMAS com Pequena Lo e Vittor Fernando
FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA!
Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10!
Apoiase: https://apoia.se/podcastwanda
Orelo: https://orelo.cc/wanda
https://linktr.ee/podcastwanda
CAÇADORES DA CULTURA PERDIDA
TELEVISÃO: Programas da TV Cultura
TELEVISÃO: Video Show
SÉRIE: Sherlock
SÉRIE: Celebrity Deathmatch
Episódio apresentado por:
Phelipe Cruz: https://www.instagram.com/phelipecruz/
Samir Duarte: https://www.instagram.com/eusousamir/
Pequena Lo: https://www.instagram.com/_pequenalo/
Vittor Fernando: https://www.instagram.com/vittorfernando/
Episódio apresentado por:
Produção:
Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)
Edição / Captação:
Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)
Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
- Confissões anônimas revelam casos de traição e situações inusitadasficante casado com amigo·vídeos pornográficos do pai·traição com colega de academia·descoberta de traição por celular
- Amizades falsas e suas consequências inesperadasamigo não recomendado para vaga·grávida usando papel de vítima·amiga pegando namorado da outra·vingança com gangue da bike
- Caçadores da Cultura Perdida: programas de TV e séries antigasprogramas da TV Cultura·Video Show e bastidores de novela·série Sherlock com Benedict Cumberbatch·Celebrity Deathmatch da MTV
- A praticidade do Pix e as mudanças nas transações financeirasPix como melhor invenção·dificuldade de TED e DOC·cheque sem fundo e golpes·briga por herança de lote em Minas
- Experiências com sugar baby e relacionamentos por interessesugar baby com gringo de 60 anos·saudades do dinheiro fácil·cantor aspirante pedindo contatos
- Polêmicas do cotidiano e dilemas sociaispelícula de proteção no celular·caixa de som na praia·música alta em lugares públicos·motoristas de aplicativo e música
Tá começando mais uma edição do novo podcast Meu Que Chegue Chamado Wanda.
Casa cheia hoje, gente!
Então grita aí, plateia!
Eu quero mais animação.
Agora só quem tá na esquerda. Só que tá na direita, só as mulheres.
No meio.
City como? City como? É, cada fala... A gente quer.
Vamos pôr claquete.
É, não pode. A Anitta ensinou, né, essa semana, o que que é a palma. Você não viu ela no Caldeirão, no Hulk?
Não.
Domingão, né, com o Hulk, né, Caldeirão. Que ela, antes, tinha ido na estreia da casa. E aí, quando bateram palma, ela falou, gente, não bate palma não, que eu vou continuar falando. Aí ela foi no Hulk agora e ela falou, gente, aquilo que eu falei na estreia da casa foi porque quando no programa puxam a palma é pra cortar nossa fala.
Assim.
Ela falou no programa até que eles queriam tipo já encerrar, que eles estavam correndo para encerrar.
Mas ela falou para não bater palma no Estrela da casa, é isso?
Isso. E aí no Hulk depois ela foi criticar, explicar, falar: olha, eu falei aquilo porque quando eles iam me cortar, eles iam me cortar.
Ou não, talvez aí ela pelo menos ela continuou. Talvez mesmo se bater eu falo da licença e continua.
Mas fez o que ela fez, você viu? Ela fez isso.
Eu termino de falar o que eu tava falando, acabou, tá?
Ela fez, ela deu um corte, ela falou: não bate palma não que eu vou continuar falando, eles querem encerrar.
Aí Ela continuou falando, ela falando sem censura também, né? Vocês viram sem censura com ela?
Não me corta, não me corta.
Voltou do comercial, desculpa te interromper, a gente vai para os comerciais rapidinho, depois a gente volta. Aí ela voltou, começou um outro assunto. Ela, ah, Alcissa, desculpa, eu tenho que voltar a falar o que eu tava falando, porque se eu não contar a história, tá certa. A gente não falou, mas a gente tá aqui com Pequena Loi, Pequeno Vitor. Eles estavam brigando aqui para ver. Ai não, porque eu vou ficar maior que ela. Alo, é isso? O que que aconteceu?
Nossa, quiseram me deixar na cadeira na altura da Lo, sabe?
É tipo assim, problema de cada um.
Lide com isso. Zoeira. Sejam bem-vindos.
Obrigada.
A gente gravou com a Lo na pandemia.
Foi?
Foi 2021.
Por uma call, né? A gente fez remotamente, eu lembro direitinho.
Nossa, cheiro de álcool em gel.
E eu ainda tava sem mega ré, completamente horrorosa.
Mano, ela tem um trauma do Chanel. Bota um Chanel dela bem na hora.
Não põe não.
Joga uma foto dela com Chanel, por favor. Mas deixa a gravação inteira.
Tava desse jeito, eu tinha acabado de chegar em São Paulo. Era uma outra skin, na verdade. Era tipo diretora, 3 gatos, fumante, divorciada. Era mais esse personagem.
Reconstruindo a vida, uma mulher...
A tua mãe te apanhava?
É, porque o cabelo era de lado, não no meio. E aqui, amor...
Mas foi único, né?
Mas assim, era bonito. Marcou uma geração.
E gerou história, gerou história.
Gerou várias histórias.
Mas além desse corte do outro, você teve algum outro? Não, né?
Não lembro. É porque na verdade eu não quis cortar, eu tive corte químico.
Era aquele chanelzinho que tinha?
É, foi. É que eu vim com o cabelo aqui. Aí eu arrumei.
Cabelão, cabelão da faculdade.
Faculdade. Sim, sem mega hair.
Você veio durante a pandemia pra São Paulo?
Eu vim durante a pandemia. Bem no meio de 2021.
Vocês moraram no mesmo prédio que eu.
Não, e eu tava lembrando.
Ah, era?
O apartamento era tão pequeno que a minha cachorrinha latia pra abrir a porta. Só que a porta era pra ir embora, ela achava que era tipo uma pasta cozinha.
E aí ela queria ir para outro, eu quero ir para aquele cômodo ali fora, depois daquela porta.
Meu amor, assim você vai embora. E aí eu falava, Vivi, é só isso, acabou, não tem mais jeito.
Mas foi uma experiência, porque na pandemia a gente morou num coliving.
Foi, foi.
Que é essas, esses, era aquele nos jardins?
Não, só disse que é famoso.
Era mais de, era mais para, era um pouco mais morável talvez do que esse, porque tem uns que é mais pra você passar uns dias. Esse era tipo mais pra você morar, mas tipo assim, durante um mês, dois meses. Que é tipo quando alguém de empresa vem pra São Paulo e quer ficar num lugar. Que aí no próprio lugar tem tipo um coworking, tem áreas grandes e legais. Só que o apartamento em si é só pra você dormir.
Ah, não tem cozinha?
Não, tinha uma cozinhazinha, né?
Mas era no mesmo lugar.
Você tá cozinhando lá da cama, fogão do lado da cama.
Não tinha compra, era tipo assim, você acordava, entrava de cara com fogão, era super high-tech assim, era super high-tech, moderno, bonito.
Só que era realmente um cômodo, então eu entendo a vida.
Olha a cachorrinha! Mas eu morria de rir toda vez ela, ai, bata no cabinho. Até que ela foi entendendo, tadinha.
Meu lugar é esse mesmo, eu faço isso mesmo.
E foi no mesmo prédio, foi muito legal.
A gente se encontrava todo dia, almoçava, tinha um restaurante, aspirador, presta vassoura, empresta coisa, empresta.
Enfim, tem açúcar.
Tinha, e não foi só eu e a Lô não que morou no mesmo prédio. Morou eu, a Dani Diza, o Gustavo Lima, que é fotógrafo.
Não, de repente Gustavo Lima.
E você?
Não, mas pera aí, ele não.
Michel Teló, a Demara foi morar lá um tempo, o Álvaro morou um tempão lá também um tempo. Gente, virou uma grande comunidade, virou prédio dos creators.
E já tava o TikTok na época, foi o auge do TikTok.
Eu e o Vitor A gente já começou amizade conversando, fazendo chamada de vídeo. Eu ainda morava em Minas, na verdade.
E eu tava na casa da minha família.
Foi, aí a gente veio pra cá de fato.
Mas foi coincidência que vocês foram morar no mesmo prédio?
É porque ele foi primeiro.
Aí eu falei, meu, vem!
Tem apartamento incrível aqui!
Vem, você vai amar!
Amém!
Sabe quando você quer chamar sua amiga pra festa e fala uma cilada? Fala assim, e aí, devo ir?
Pra você não ficar sozinha.
Vem, tá ótimo, amiga, tá muito bom!
Aí eu lembro que ele me mostrou o ângulo do negócio. Eu falei, amiga, mas é muito pequeno. Ele, não, tipo assim.
Mas você é pequena, Lô, amiga.
Amiga, é pra você, vai te vestir muito. Vai te vestir super bem.
Foi eu e minha mãe, a gente veio, pra vocês terem uma noção, a gente mudança. Eu, ela e meu cachorrinho.
Mano, e a cachorra? E a cachorra?
Só eu sozinha.
E aí a gente chegou, a gente saiu de Minas e fez a mudança numa van. Eu, minha mãe, motores, minha cachorra e as coisas dentro da van, dentro da Montana, chegando aqui também.
Não precisava trazer cama nem armário porque também não ia caber.
Então você trouxe roupa, já tinha lá, sabe? Que era tipo aquilo bem tipo, sabe quando faz para caber no lugar assim, que é tudo feito?
Só que assim, eu já tinha vivido outras coisas na facul, né? Então aquilo ali para mim tava ótimo, galera.
Para mim também foi uma morada passageira que a gente foram 5 meses. Você ficou mais tempo, menos tempo, eu fiquei mais. Só que na nossa cabeça, pandemia, durante a pandemia inteira a gente achou que a pandemia ia acabar amanhã, né? Tipo, até acabar a gente achava que tipo era só 3 meses no começo.
Não, 15 dias, né?
Aí foi indo. Então tipo, a gente tinha uma esperança de que ia acabar logo. Aí acabou que eu até fiquei mais tempo do que o pessoal. Eu aluguei um apartamento que aí, aí, meu amor, você foi embora antes de mim de lá.
Foi, foi. Foi, você ficou sócio lá, não foi?
Eu sou dono do pão, ele tinha cupom.
E é real, a gente tinha cupom.
Foi mesmo, movimento pandêmico, gente. Sabe pandemia?
Foi esquema de pirâmide, foi esquema de pirâmide.
Uma porcentagem, ó, trouxe aqui na loja, então mais um mês.
Ó, vou valorizar, vou valorizar seu imóvel.
O que que eu trouxesse, alguém pagava menos.
Vocês nem sabem, ele não pagou nada.
Não, no fim ele não pagou nada. Ainda virou sócio.
Mas eu imagino você chegando lá, sabia?
Não, eu chegando em São Paulo na van, aqueles prédios enormes, tipo a gente assim, ó.
De onde você é?
Em Minas? Você veio de Araxá?
7 horas de viagem.
Qual que é o nome da cidade que eu já estive?
Araxá.
Ah, de Araxá. Esse daqui também é mineiro, que eu sou mineiro também. Eu sou de Itaúna.
Conheço.
Então não é perto de Araxá?
É onde?
É porque todo mundo fala assim, eu sou mineiro.
Ai, você é perto da outra de outra cidade, é sempre de BH geralmente.
Todo mundo acha que só existe BH.
Não, eu não acho. Eu sei que existe Pedro Leopoldo, que é de lá.
É por isso, senão, amor, era só BH.
Mas já foi?
Já fui visitar a família dele.
Tem que ir, né?
Mas para BH já fui muito, já passei muito carnaval em BH, porque é muito legal.
Carnaval de BH ali, então fala para ele aqui, ó, porque toda vez que eu vou falar que vou passar carnaval em BH, ó, super legal, é um carnaval de rua legal.
Não, o problema é que o Carnaval é difícil eu gostar também de comer.
Ah, é porque não gosta, né?
Você tem esse ponto.
Carnaval, Carnival, pô.
Aí não vai ter nenhum.
Eu prefiro que tenha uma praia, porque eu não... Gente, Carnaval sem beber cerveja tem como?
Tem.
Tem. Idosos. Indo atrás do trielétrico sem beber nada, no bloquinho sem beber nada.
Carnaval que você não bebe.
Não tem como.
Não, não bebo cerveja.
Eu não bebo cerveja então.
Mas aí...
No bloquinho sem cerveja.
E os outros locos.
Mas vinho no Carnaval?
Mas eu acho, hein, carnaval... Carnaval é justamente pra você fazer o que você quiser passar, entendeu?
Tipo, mamadeira.
Tipo, tá todo mundo ali na breja e você passa a bebida na mamadeira.
Põe o rosê na mamadeira e vai.
Eu amo colocar bebida na mamadeira.
Vai ouvindo a Lu, vai. Porque a Lu é a pior dessa mesa.
Mas o bloquinho é complicado mesmo sem beber.
Não dá.
Não, mas sem beber cerveja, ele tá falando.
Não, pode beber vinho, pode beber...
Combina mais, né?
É.
Coisas geladas.
Na verdade, eu não bebo quase nada.
Não, eu não acho que só cerveja combina. Eu acho que o povo toma muito vinho.
Isso, nosso pós.
Bebe tudo, ainda mais em BH que tem toda uma gama de bebidas, tem toda a gama de bebidas exclusivas de BH.
E tem aquela que eu sempre tomo quando eu vou lá, Checkmate. É mais caro, vai.
É melhor no negócio.
Checkmate, vai. Minha ancestralidade, cresci tomando Checkmate.
Uai, meu estilo. Começou a bombar no Carnaval essa mesmo, né?
Mas não é publicar Checkmate que a gente tá fazendo, mas pode mandar, anuncia aqui, ó. Mas é legal que a rede marca você que anunciar que Code na tela, vai direto para o nosso email.
E eu já tomei em São Paulo, e duas latonas, né?
É muito forte.
Duas latonas, você já fica, você já vai atrás do trio elétrico, você já vai correndo assim, sabe? É ruim, é ruim, né?
Ela não tem depressão, ela já superou essa fase.
Os dois na festa, quem apela mais é a Lobo mesmo, ela continua apelativa nas festas, é as que se joga mais.
Não depende, eu não tô doce mais, amigo, não tô.
É uma nova fase.
É que agora eu não tô solteira mais, então eu estou numa nova fase, realmente. Inclusive até falei, eu falei, eu tenho uma festa para ir mês que vem, eu falei, lá vou amanhecer, entendeu? Então tipo, eu fico 3 meses sem beber agora, tudo desse jeito.
Não, isso eu sei que você faz, você sempre fez.
Mas quando eu vou, que é a nossa, não mais.
Mas se vai numa festa, ela aproveita muito bem.
É muito mais, mais que eu, eu acho.
Bem mais em Minas, principalmente, que lá é um—
no São João da Tarde, é meu habitat natural lá.
E posso falar, você é mineiro também, mas mineiro bebe bastante, né?
Todo mundo fala isso, né?
Mas mineiro bebe bastante. Mineiro é, por isso que o povo de lá é legal.
Porque o lema de Minas é: não tem mar, vamos para o bar.
É, uai, entendeu?
E, cara, e todas as festas, todos os meus amigos mineiros, quando Eles se reúnem, é uma, é um grande, elas são duras na queda e não vai, e não tem limite, sabe? Eles me deixam feliz.
E a família é assim, a gente vai indo e quando veio, nossa, Minas Gerais é o maior produtor nacional de cachaça. Aí tá vendo?
É, tem muita cachaça lá. Fiz agora para saber, eu pensei que a cachaça fosse uma invenção de Minas Gerais, e talvez seja, mas é.
E Belo Horizonte é a cidade que tem mais bar per capita do mundo.
Surreal comer em Minas A comida é maravilhosa, culinária maravilhosa.
E é muita comida, além de ser boa, né? É uma delícia.
E é barato, você falou, né?
Sim, e é barata.
E é barata. Me indicaram, vamos nesse restaurante, mas assim, é um pouquinho mais caro, mas é super legal lá, bem servido. Eu fui. A gente tá acostumado com mais caro em São Paulo, né?
É, ixi. Não, porque era tanta comida. Mais caro em São Paulo, o céu é o limite, né?
Eu fui pagar, deu R$36, R$37.
Olha isso.
O quê?
Aquilo tudo de comida?
Sempre que eu vou, eu fico falando isso. Eu falo, mãe do céu, se fosse São Paulo mesmo. É assim.
É verdade.
Bom, a gente tem várias coisas aqui no potinho que a gente pediu para a audiência confessar anonimamente os casos. Tem vários baphos. O que a gente pode fazer? A gente cada um tira um papel e vai contando isso.
Eles que estão ali? Sim, vai ser na frente deles.
A gente vai ter que ler a história, adivinhar quem foi.
Quem tem mais cara.
Aqui a pessoa vai ter que aparecer.
Aparecer aqui, vai citar nomes e arroba, tipo @fernandão.
Esse aqui tem cara que foi você, fica assim construindo.
Eu vou ficar assim agora, infelizmente.
Não, foi audiência do Wanda, tá, que contou os casos. Eu falei, pode falar anonimamente, galera. Por isso tem cada caso que eu falei, meu, que pessoa não presta.
É anônimo, é tudo anônimo.
É engraçado, né?
Não ficava bom, entendeu?
Não ficava bom.
Porque tem crime, sabe?
Então dá pra ter de pena.
É complicado, é complicado.
Eu até matei minha sogra, não aguentei ela.
Ah, mas é anônimo.
Mas tá tudo bem. Lulu, Campo do Lúdico, gente.
Ó, antes um aviso para o Clubinho Wanda, que é o pessoal que assina a gente. Segunda a gente teve o Wanda de Casa aqui no sofá com Victor Vaz, vocês viram. Sexta-feira teve um módulo com Fabão, né?
Sim, eu não lembro.
Teve, a gente gravou, mas— ah, teve semana passada, né? Essa sexta a gente não sabe ainda o que que vai ter.
Vamos gravar ainda, vamos gravar ainda.
Tá bom, é isso. Apoiando com R$10 você ganha esses dois programas em vídeo, R$20 A partir de 20, você pode estar aqui na plateia.
Plateia, como está aqui, Bruno Mateus.
E se você assina por 60, o que acontece?
Aí a Pequena Lu passa uma receita.
De quê?
Um drinkzinho que ela gosta.
Caramba, que engenheiro!
E o Victor faz assim, um concierge de apartamento.
Eu recomendo um apartamento aqui em São Paulo.
Morar SP, o Victor recomenda, ele manda no WhatsApp.
Além de ator e influencer, ele também é do setor imobiliário.
É, é. Sabe nessa nova feira?
Vem morar aqui, você vai amar.
Mas me conta as novidades antes da gente começar a ver os casos, porque tem o seu podcast que é o No Divã com a Lua, é isso o nome?
É, eu já gravei todos os episódios.
Mesma temporada que eu gravei.
Eu parei por aí.
Meu sonho.
Eu fiz tudo, eu gravei numa semana só.
Ai, que sonho.
Eu dei burnout, brincadeira. Mas eu fiz isso.
Não, mas o cabelo caiu. Tanto coque, tanto rabo de cavalo.
É porque era a pele gangrenando de tanta maquiagem. Looks atrás de looks. Mas eu encerrei as temporadas. Mas foi muito legal, assim, os 2 anos que eu gravei. Porque eu recebi pessoas... O Vitor, inclusive, foi um dos entrevistados.
Fiquei bêbado lá.
Ficou, né? Que a gente teve umas brincadeirinhas que... Gente, eu sou mineira, não é?
Mas eu te contei por que eu fiquei bêbado lá? Porque um dia antes, eu nunca tinha tomado. Eu tomei um diurético. Eu nunca tinha tomado diurético. Eu não te contei isso, né?
Por isso você fez xixi na roupa.
Não! Sabe quando... Você tá com medo da minha pele? Eu acho que eu tava meio desidratado, sabe? Porque eu tomei diurético um dia antes. Eu tava meio mole. Tipo, foi Marisade que saiu naquela lista de influenciadores falando assim, nunca pode gravar, está sempre inchada. Vocês lembram disso? Era que vazou a lista dos influencers das publicidades?
A planilha, a planilha.
Desculpa, Marisade, não sei se foi você, mas era o nome de alguma blogueira assim. E aí saiu um tipo assim, A pessoa da agência de publicidade reclamando, nunca pode gravar, está sempre inchada.
Aí eu tava desculpa, ai, tô inchada.
Gente, não vai dar para postar hoje o biquíni porque eu tô inchada, vamos ter que esperar mais um dia. Aí eu tava me sentindo meio, eu não sei se era Marisade, mas era tipo essa blogueira do dia antes. Eu falei, eu acho que eu tô meio inchado, eu vou tomar um diurético. Aí eu tomei o diurético, fiquei o dia inteiro mijando, mijando, mijando, e no dia seguinte cedo eu fui para o divã da Lô. E lá tinha uma dinâmica que era de tomar drink se errasse. E eu errei muito.
Qualquer psiquiatra faz, ou psicóloga, né?
Normal de uma sessão de terapia, entendeu?
Era todo um jus, é para pessoa se soltar, falar, né?
E era cachaça de verdade. Só que eu fiquei—
mas ele foi errando muito.
Aí eu fui virando, virando, e eu tava meio desidratado, entendeu?
Porque eu não tinha tomado.
Desidratado, ficando meio sem noção nenhuma.
Quando você Você falou besteira.
É, teve muitos cortes.
Quando eu fui assistir, foi um programa mais curto, foi um pouquinho mais curto.
Todos eram 2 minutos, deu 1.
Quando eu fui ver, eu vi Eu Me Conheço, eu falei, esse bicho tava completamente inocente.
Já no ar isso aí, né?
Já saiu?
Saiu já, mas tá no ar ainda. Aí, pô, é, galera pode ir atrás.
Mas as pessoas não sabem disso, que eu tô meio de olho com essa lente.
Mas agora com essa lente eles vão perceber que tinha coisa estranha.
Você deu a dica.
Eu gostei dessa do inchado, vou falar isso.
Então, ó, me conta suas novidades, Vitor. O que que você tem feito de legal? Eu sei que você tá trabalhando com meu amigo Federico, né, gravando coisas.
Tô na Cinépolis, sim. E ai, eu tenho feito tantas coisas diferentes e legais.
Conta pra gente.
Então, tem um filme pra estrear, o Entrelaçados, que tem o Bruno Gissoni, Vanessa Giacomo, Gabi Lopes.
Você tá no Entrelaçados?
Isso. Que a estreia tava prevista pra esse ano, mas foi adiada pro começo do ano que vem.
Mas eu fiquei sabendo dos 3 Azizes de Eugênio.
Também, também.
Legal! Você gostou do livro? Você quis comprar os direitos?
Eu amei o livro, amei o livro. Tava, tinha acabado de— aquela amiga que pesa o clima. Eu tinha acabado de passar por um momento—
não na minha existência.
Exato, eu levei um não na minha existência bem grande. Eu tava num momento tenso ali de recuperação. E aí eu recebi o livro e eu li Eu falei, ah, eu quero fazer o filme. Falei assim, eu fiquei apaixonado pelo personagem, eu já era apaixonado pela escrita do Vitor, já tinha lido.
Vitor Martins é o autor do livro História e Desejo de Eugênio.
Isso, já tinha lido 15 Dias, que bombou na Netflix, bombou no cinema também, assisti, muito lindo. Eu sempre confundo os nomes dos livros porque sempre tem algum número. Eu perguntei até para ele se tinha algum motivo, que é tipo, aí tem tipo se essa casa 8 falasse, aí lá 9 horas, eu acho que eu confundo numerologia. E aí eu li esse do Eugênio, que era mais recente, mais adulto, era mais adulto dele assim, dinâmicas mais de uma vida adulta LGBT.
E eu me apaixonei, eu falei, preciso falar com ele. Aí fui eu lá, a minha cadeirinha, que eu tava ainda me recuperando.
E aí a gente tava igual, né?
Você foi Junto, não entendi.
Não, ela foi em casa me visitar, né?
Tem que dar o apoio da amiga, né?
Eu vivendo, já chega uma cachaça, já chega uma cachaça.
Não, a gente chorou mesmo, foi tenso.
Mas aí eu fui, sabe, primeiro eu mandei mensagem para ele, falei: eu quero fazer esse filme, quero realizar. Ele falou assim: engraçado que você é o personagem. Ele praticamente me convidou assim, ele falou: você é o Eugênio Engraçado você mandar essa mensagem, porque eu vejo muito em você. E aí foi isso, aí eu adquiri os direitos, né, junto com ele assim, tudo, para a gente produzir.
Legal.
E a gente tá no processo, né? É que filme longa demora mesmo e gasta muito dinheiro também. Vai muito dinheiro, é um tempinho, não é tipo, ai, gente, adquiri os direitos, amanhã estamos começando a gravar. Não, não é filmar.
Vamos confessionário, Wanda, então você começa.
Vamos fazer assim, vamos lá, vamos ver o que que tem aqui.
Quem quiser sortear assim jogando para cima, esse é o quê?
Isso a gente vai ver uma confissão de alguém anônimo e a gente julga a pessoa.
Esse aqui eu achei grande também.
Nossa, olha, vamos lá, gente, atenção. Fui dar um próximo passo com ficante. Fui dar, é, eu já consegui dar. Tá, até aí tudo bem, até aí tudo bem.
Então fui dar, pelo menos tá tranquilo.
Aí não é Todo mundo confessa. Um próximo passo com ficante, e ele marcou um rolê numa sexta para eu conhecer os amigos dele. Cheguei lá, me interessei por um dos amigos, demos um perdido em todo mundo e passamos o fim de semana inteiro juntos no hotel fazendo peripécias. Domingo à noite descobri que ele era casado.
Ai, bacana!
O karma!
Nossa, ele Foi com um ficante.
Ela, né? Ou ele? Ah, não dá pra saber, né?
É, não dá pra saber, mas...
Mas é que passar um hotel e tal... Eu achei mais coisa de gay, mas assim...
Você acha que é um gay e ele é casado com uma mulher ou com um homem?
Eu acho que é casado com um homem, o outro.
É porque gay casado não significa muita coisa, né?
Não sei por quê. Será que a gente tá sendo preconceituoso de achar que é um gay?
Ah, gente, é minha vivência. Minha vivência. Vou trazer pra mim.
Mas você sabe, eu tenho uma amiga que é super gay.
Ai, falei, pronto. Vocês me julgam também, gente.
Vamos viver, galera, sem amarras.
No lugar de falar dela, olha, mas tem cara de gente, porque ele foi com ficante, ficou um amigo, tipo assim, um amigo.
É mentira.
Não, quem nunca já chegou na roda e viu que tava com mais feio? Brincadeira. Ai, ai, brincadeira.
Não deu até relacionamento.
Não, isso não foi comigo, foi com amigo que aconteceu.
Mas quem avisa quando você é amiga, você fala Você pegou o mais feio, né, amiga? Não, não, não.
Ela chega e fala: não, realmente, mas o que importa é que ele é gente boa.
Vai, ó, o coração é ótimo.
Porque às vezes o mais feio da roda é o mais legal. Exato.
Tipo, você vê, e aí você vê alguma coisa bonita nele.
Acho que é um casal hétero que eles passaram o final de semana num hotel.
E o gay não vai para o hotel?
Não sei.
Você achou que é gay? Tem que falar: passamos o final de semana, o outro gay era casado, então tinha que ser no hotel.
Só não tinha que ser Na sauna.
Ai, porque gay só poderia ser na casa, né? Mas é um gay casado, então gay casado com—
para mim é um hétero casado com mulher.
É, imaginei essa na quebra-cabeça.
Mas a confissão de quem foi gay, acho que dá mais uma camada extra, né?
Tipo, eu acho que gay falaria também, ah, não quero um grande não, com nome.
Pega curtida.
Se você chegar no rolê, está ficando com alguém, e aí você viu que tem outro mais bonito, você honra?
Não, eu vou ficar só com esse. Porque ele sabe ficar quanto tempo, porque ainda ia conhecer os amigos. Às vezes Só uma ficante também, às vezes tava só ficando de leve.
Não acho que é legal, segundo encontro, mas eu não faria isso, não faria jamais. Daria o pé na bunda e falaria: preferi seu amigo.
Já avisaria logo, seria claro.
Quando eu era adolescente, fui tentar baixar emulador de Game Boy no PC do meu pai e acabei achando vários vídeos pornô gay de masoquismo. Nunca comentei com ninguém, meus pais Mas estão juntos até hoje.
Sempre tem um que pesa o clima, né?
Ai, meu Deus!
Que a gente tava assim, ó, lendo.
Esse pesou demais pra mim.
A gente deve ser uma gay escrevendo pra gente, provavelmente.
Esse é uma gay?
Esse é uma gay.
A gente é uma gay!
Pelo amor de Deus! Baixa emulador, coisa de gay.
Emulador de Game Boy?
Que a gente tava assim, ó, lendo. Esse pesou demais pra mim.
E tipo assim, não contou pra mãe é porque ele falou, ai, eu acho que eu entendo meu pai. Eu também gosto, sabe? Eu acho que tem verdade.
Pessoal, não sou do sadomasoquismo, pai. Eu sou mais pig.
Ele falou assim. Talvez. Mas eu achei...
É pesado? Pesado.
Deixa eu relembrar essa situação.
É porque ele era adolescente, o pesado é isso mesmo.
Geralmente é o contrário, né?
O quê?
O pai adolescente.
Naquele PC da sala, aquele PC que tem 5 rolgadores.
Cara, mas se eu... Ai, eu não sei também o que eu faria. Mas ele não contou nada, né?
Aí já não tá aqui pra julgar, né?
É, né? Mas ele não contou, né? Ele só descobriu.
Nunca comentei com ninguém, ou seja, nem para os pais nem para ninguém, só para a gente aqui.
Mas agora a gente vai falar quem que mandou.
Wilson e seu pai Joelson.
Brincadeira, cara.
Mas eu fiquei, e aí, aqui com esse, as pessoas confessam mesmo? Eu acho que eu faria o mesmo.
Tem cara de ser coisa que você fala na terapia mesmo, né?
Deve estar tratando até hoje alguma coisa Mas eu acho que por lidar tão bem, pelo jeito que falou, é uma gay. Sim, se fosse uma menina, uma menina hétero, filha do pai, eu acho que ela ia ficar tipo assim, ainda mais gag.
É terapia até hoje falando sobre isso.
E tinha essa dificuldade de usar o computador da sala.
Deve nem pegar em nenhum mais, né? Nenhum computador pega mais dela, vendo?
Ó, abre, né?
Abre o computador, já encosta e fala, Deus me livre. O que que eu faria? Terapia, gente. Mas eu acho que eu contaria, eu contaria.
Mas você era adolescente, você ia falar: ô mãe, então eu vi umas coisas meio estranhas, tipo uns cara amarrado levando chicotada, quebrando, quebrando sal.
Eu não entendi muito bem, mãe.
Eu não entendi muito bem, mãe, mas eles jogavam umas velas.
Tá aqui, eu comprei.
Então, mãe, o que é isso aqui? O que é isso aqui?
E a mãe, pelo amor de Deus.
Filha, finge, tô fingindo.
Isso é a nossa intimidade, eu vejo quando.
Seu papai gosta e eu também.
Se fosse a mãe que tava vendo.
É, o homem pode, né? Se fosse a mulher, não.
PC do meu pai, então deve ser do PC do pai, então. Próximo caso, Victor, tira ele aí pra gente.
Usou computador de madrugada.
A gente tá muito gay com essa história. Imaginando, eu achei meio— um colega de mestrado me comia com os olhos.
Foi dar o próximo passo. Até aí ninguém tava dando conta.
Começar, se parasse aí já tava ok, mas a gente sempre sabe que não para. Eu fui sentar numa cadeira do Meu colega de mestrado me comia com os olhos e eu estava precisando de dinheiro. Quando eu pedi ajuda porque estava apertada e havia uma proporção gigante de salário entre— uma proporção gigante de salário entre eu e meu ex-marido, ele falou para me virar, entre aspas, faça dinheiro. No off transei com meu colega por R$1.500 e todo mês ele paga para repetir.
Ah, tá.
Deixa eu ver se eu entendi. Pera aí, é um colega de mestrado me comia com os olhos e eu tava precisando de dinheiro. Ela contextualizou, foi reclamar com o marido que precisava de dinheiro. Isso. Aí quando ela foi pedir ajuda, que tava apertada e havia uma proporção gigantesca de salário entre ela e o ex-marido, essa diferença de proporção, o marido que falou assim, o marido, o meu ex-marido, e ele que falou para ela se virar. Foi o ex-marido que falou para ela se virar.
E ela falou, então tá.
Eu acho que na época era marido, entendeu?
E ela foi e se virou.
E aí ele falou assim, se vira. Aí no off, elas se viram. Aí no off, o amigo que comia ela com os olhos começou a comer ela de verdade e pagar R$1.500.
Mas é limpo ou é— tem que— isso é na nota ou já é limpo?
Então não sei se é líquido bruto. Será que é líquido bruto?
Se for bruto, é foda.
Eu não sei qual foi o código que ela colocou na nota.
6%, 15%, 6%, ela pagou.
Mas continua, né? Não acabou a doença.
Todo mês, no off, transou com o colega, porque todo mês ele paga para repetir até hoje.
Então ela se vira, melhor que conseguir outro emprego, alguma coisa melhor que fazer Uber.
Mas é porque aí é os dois, ela tem um emprego, tem esse.
Então ela só não falou se o colega era bonito ou Não, mas não importa, né? Não importaria, amiga, porque imagina se for um colega bonito, você ainda ganhar um dinheiro.
Porque já é de graça, você já foi humilhada pelo seu marido.
Agora assim, não sei quanto desforço ela tá fazendo para equiparar se tipo é um dinheiro justo ou se ela devia cobrar mais.
O que importa é que ela tá se humilhando, né?
Ela ou ele, né? Não, ela falou, ela disse Eu fico aí preocupado dele achar que ela só vale R$1.500.
Exatamente.
Olha, se tá todo mês, você pode aumentar.
Mas aí que tá, eu achei que o valor, pelo jeitinho que ela conta, o cara era gato. Eu acho que era um cara que ela já ficaria, que tava de olho nela na faculdade. O preço do produto, ela não trabalhava com isso, era só um plus, era tipo vender uma, sabe, um Avon, sabe, tipo que é um complemento para pagar aluguel.
É só um complemento. 100% na renda, amiga, vai fundo, literalmente.
Mas tenta outras coisas também, tipo outros trabalhos, né?
Sim, outros clientes, diversificar a carteira, ter um reajuste mensal.
Tem que ter reajuste.
Viramos um ano, pode ser R$1.700.
É, vê se tem um amigo.
Acompanha o índice lá da inflação para poder reajustar.
Vamos de acordo, tá?
Papelzinho aí, PCA mais 8.
Traí meu namorado, tá? Traí meu namorado e transei com o pessoal da minha academia. O pior é que eles vão no mesmo barbeiro e não fazem ideia do que eu aprontei.
Que linda, meu amor!
Mas ela ainda tá com o namorado, né?
Ela tá com os dois, pelo jeito, né?
Ela tá pegando os dois ainda.
E os dois vai no barbeiro, cara.
Mas eu acho isso muito triste, sabia?
Porque não é nem isso, ele ficar nesse meio, né?
Tem que ter uma história dos dois lados.
Para mim é triste a traição.
Não, vamos discutir.
Vitor Fernando disse que não tem problema em trair. Não, ei, Gabriel, fique de olho, abre o olho.
Para mim é triste envolver o ambiente da academia porque é sempre um tabu.
De várias camadas terríveis. Não, isso para mim é errado de academia, amor.
Pelo amor de Deus, não é isso. Academia é um lugar sagrado.
O corpo, na sua casa, sempre remetem tipo personal a uma coisa assim.
Aí vai militar, militou muito em defesa da categoria. Eu não militei traição, mas na academia. Não, não falei isso.
Ah, porque todo personal tem que ser sexualizado.
Tipo assim, eu acho que é ruim isso, é ruim a história inteira.
Tudo é ruim.
O último ponto que eu bateria na academia.
Não, mas tu acha que o pessoal que foi lá e queria e ela topou? Porque pode ser isso também.
Não, é isso que eu tô falando. Tô falando independente da situação deles, é sempre tipo um personal na academia. Escuta, pelo menos eu acho que é mais com casal hétero.
E eu não sei se ela me arrepende, eu acho que não.
Porque o personal tem mais chance.
Porque ela tipo, e não sabem o que eu aproprio.
Eu trabalho lá na academia, eu falo assim, nossa, Desses 15 personagens aqui, acho que 14 faria fácil. Então já fica, você já fica vendo todo dia, vai criando desejo, né, gente?
Aliás, personagens, vai se criando, né, um clima.
Então eu acho estranho porque eu vou pra academia tipo assim com uma cara de bunda, treino, vou embora.
Eu juro por Deus, fiel.
Não, antes de namorar, eu tipo assim, não tem olhos por outros homens.
Mulheres de um homem só.
Ainda mais na academia, né? Falta de respeito.
Não é só isso, porque eu ouço de amigos que falam que tipo flertam na academia horrores. Ah, você acabou de falar aqui, mano!
Eu tô olhando eles, eu tô olhando eles.
Eu quanto quero ser hipócrita!
Aquela amiga hipócrita.
É, você tá certo, jamais farei isso, jamais.
Eu tô falando que não é que jamais, mas é que eu realmente vou assim, eu vou odiando ir pra academia.
Flertar É, não, eu só acho bonito.
Não, olha, gente, ok, a gente não tem controle.
Eu acho que até ok flertar também, se você flerta e tal.
Mas eu acho, eu tô de boa de flertar, eu achei engraçado.
De namorar eu também não via, mas vários amigos contam que na academia rola muito isso.
Tipo, ainda se pega ainda, tá?
Gente, respeita a academia, a galera, né? Instituição.
Respeita o relacionamento.
A gente tá fazendo, a gente tá contribuindo.
Acho que eu não vou mais opinar, eu vou ficar igual a Anitta.
Vou ficar calado.
Incrível.
Candidato, candidato.
Excelente.
Ai, meu Deus.
Esplêndido.
Ai, amei! Ah, vocês que nem a Anitta agora. Gente, amei!
Esplêndido.
E retocável, retocável. Era isso que eu tava tentando lembrar. Descobri que era cornuda graças ao porre do meu ex. Ele é um porre ou ele tomou um porre? Não sabemos.
Vamos saber.
Ah, tá. Ele bebeu todas e foi dormir. Aproveitei a situação e usei a digital dele para desbloquear a cel.
Um clássico.
Deu certo, descobri vários chifres.
Que bom, né?
Valeu por alguma coisa.
Essa eu achei bem cotidiana, gente.
Eu achei super boa.
Essa acontece quem não? A cada 4.
E eu acho assim, nada fica escondido. O mal do povo é achar que não vai descobrir, né, amor?
Descobre, tá aí do lado do vocário para mostrar para gente.
E não só pelo celular, vende Vem de qualquer jeito, vem de qualquer jeito. Eu penso assim, vem de qualquer lado, vem de qualquer jeito, amigo.
Importante é que você descobrir.
Exatamente.
Na pessoa com quem você tá e ela agindo diferente ali, certas situações você percebe, às vezes pela própria pessoa.
A pessoa sempre, eu acho que quando você começa a ficar muito assim é porque a pessoa tá—
se ela foi pegar digital dele para colocar no celular, ela já sabia, ela já desconfiava.
Era um iPhone o quê, 8, né?
Eu acho que é 2015.
Ai, gente, caducou, já caducou, já caducou. Pode contar aqui, pode até dar nome.
Mas qual que é esse celular? Mas vamos deixar.
Tem um primo riquíssimo na família. Um dia na bebedeira, sua esposa confessou que ele tem uma filha com a vizinha da mãe dele.
Que família!
A menina é a cara dele e não desconfia de quem é o pai. Ela poderia ter uma baita herança, mas ninguém conta. Eu não sei quem é, senão contaria. Ninguém gosta da esposa dele.
A menininha, mas a mãe não sabe que a filha é filha dele?
Lê de novo para gente.
Sua esposa, um dia na bebedeira, o primo riquíssimo que tem uma esposa, a esposa confessou que—
não, calma, volta tudo, pera aí.
Vamos já, tem um primo riquíssimo na família, primo rico e tal, primo rico e a Maíra. Tá.
E aí, tá, o primo rico tá aqui.
Um dia na bebedeira, sua esposa, a esposa do primo riquíssimo, confessou que ele tem, hipoteticamente, o nome que eu joguei, que ele tem uma filha com a vizinha da mãe dele.
Ah, o primo rico tem um filho com a vizinha da mãe, filho com a vizinha. Quem fofocou foi a esposa.
Ela contou, ela não tá aguentando mais.
Para essa pessoa que tá contando para gente, na festa toda.
Eu também acho que ela foi de pessoa para pessoa.
Galera, não, não, não dá mais.
Acho que ela foi de pessoa para pessoa. Olha, vou te contar um negócio, mas não conta para ninguém.
A menina é a cara dele, não desconfia de quem é o pai. Ela podia ter uma baita herança, mas ninguém conta.
Olha só que confuso: a menina é a cara dele, mas não desconfia de quem é o pai.
Já ficou confuso aí, mas tudo bem.
A pessoa escreveu meio confuso. Mas a gente, a pessoa tava emocionada, porque tudo bem. Mas a mãe da criança sabe?
Eu não gostei do parênteses final, que ela fala assim: eu não sei quem é, senão contaria. Ninguém gosta da esposa dele.
Ah, ninguém gosta?
Porque se ela conta pra garota que ela é filha dele, a esposa fica sem o dinheiro.
Mas a esposa sabe, a esposa.
Mas eu consegui entender.
Eu tenho dificuldade.
A vizinha que tem a filha desse, a A que vizinha da mãe, a que transou com o primo. Pode falar transou?
Sim, pode.
Não, não, cara, nessa altura do campeonato ele quer saber só.
A que deu para o primo rico, que é vizinha, ela sabe que a filha dela é dele.
É dele, é dele.
E ela sabe, mas a mulher, quem não gosta, parece que é essa mulher que contou que eles não gostam dela. Da esposa, da esposa que bebeu.
Mas é filha, a herança vai ter direito.
Pergunta quem que é, ou vai na rua da mãe e fala: fulana, quem é a mãe da fulana? Quem é que, quem? E ela acha que a menina não sabe.
Mas às vezes, se é uma família rica também, às vezes a menina é rica também, ou a menina já é rica.
Mas ela podia ter uma baita herança, pode ser que seja.
Mas a menina não sabe que o pai dela—
você acha que a menina é a única que não sabe? Talvez ela olhe e fale, esse homem eu não sei não, mas parece.
Você tá dobrando?
Ela assim, ó, uai, esse homem é igual eu, estranho.
O meu também é bet, ele é sequela, assim que nem Homem-Aranha.
Ela tá planejando, né, aquelas que morrem, amiga, delúdio, né?
Vamos lá, mais um. Vem agora. Quem é o Vitor?
Tem bastante, né?
Mas eu tô gostando Eu tô chocado. Meu namorado usa película de proteção. Mentira! Daquelas que são escuras e não dá pra ver nada. Preciso ficar desconfiada?
Não, essa aqui não. Ah, pelo amor de Deus! Não, você já tá é doida!
Não, essa aqui ele precisa ficar desconfiado.
Ele precisa?
Porque você quer achar que é só a sua. Nossa!
E a minha é escura. E a do meu namorado também. Mas a gente colocou antes de namorar, gente.
Deixa eu ver.
Ó, não dá pra ver nada.
Mas alô, pessoa pública, pode estar no aeroporto, né, usando.
Será que eu ponho então no meu?
Gabriel!
Não, é de película, o Léo deveria se preocupar.
Mas é porque a minha eu já coloco toda vez por conta disso.
Então, mas eu já pensei que várias pessoas devem conseguir ver as minhas conversas, porque a minha letra ela é Desse tamanho, do mesmo tamanho. Eu não enxergo direito onde deixa a letra assim. E eu deixo a luz no— eu sou muito checkleita, muito. Eu deixo a luz assim no talo daquela lanterna. Eu não consigo usar luzinha baixa no celular.
Tipo, você consegue?
Então talvez eu tenha que botar sempre no máximo a luz, ó. Nunca tá—
a bateria dura 12 minutos, não sabe por quê. Então, mas às vezes você tá no aeroporto, você tá no shopping, você vê que ele tá falando.
Então, meu namorado Meu namorado usa? Não, ela falou só que ele usa.
Ela chegou a perguntar para ele por que que você pôs?
Preciso ficar desconfiada? É maneira só você perguntar para ele.
Ela chega para ele e fala: preciso ficar desconfiada?
Aí eu fico imaginando ela querendo vários grilos na cabeça dela ao invés de perguntar para ele, tipo assim: meu oftalmo, receita? Não, ela tipo assim: miga, preciso muito falar com você. Mata agora, não passa aqui em casa antes que eu preciso falar com você.
Aí a amiga: é urgência, é vida ou morte, é caso de vida ou morte.
Meu namorado tá usando película. Que não dá para ver, sério.
Devo me preocupar, amigo?
Ele tem outra filha.
Pelo amor de Deus, é muito bom, porque tipo assim, já tá desconfiando, né? Devo desconfiar?
Ela já desconfia, ela já tipo assim querendo pegar o celular com a digital dele.
Vai ficar feio no vídeo, um monte de papel.
A pessoa tá vendo que eu tô jogando.
Pode ir?
Pode.
Trabalho feito.
Desculpa. Imagina, amor. Minha chefe perguntou se eu recomendava um amigo meu para uma vaga na empresa. Não recomendei porque não queria que trabalhássemos juntos. Amigo? Isso já faz 5 meses. Ele não conseguiu emprego e vai ter que voltar para a cidade dele. Nossa, me senti mal. É o mínimo, né? Porque acho que a vaga seria dele. Você acha?
Não dela, tá falando do pessoal.
Não, não é nem isso. Ele vai trabalhar em outro setor.
Gente, mas por quê?
Trabalhar no mesmo lugar. Mas por que que ela não indicaria então?
Por que que ela não indicaria?
Ela? O emprego mais pra ela?
É. Minha chefe não perguntou? Não fala.
É uma gay.
Ela só disse, dá o recomendante. É uma gay.
Ai, venenosa desse jeito. É uma gay.
Invejosa, né?
Por que que é invejosa?
Porque gay não presta.
Você quer descobrir quem é? Gente, joga o nome logo!
Ó, minha chefe perguntou se eu recomendava um amigo meu para uma vaga na empresa. Não recomendo. Nossa, eu achei isso.
Nossa, foi podre.
Foi podre. Pesado.
Ninguém aqui vai te defender, amor.
Não recomendei porque não queria que trabalhássemos juntos.
Só porque o quê?
Eu acho que não era só amigo.
Síndrome de improtagonista.
Eu acho que não era só amigo. Você acha que era peguete? Eu acho que tinha uma coisa... Inveja.
Já tô achando que é gay.
Inveja.
Não, nem isso aqui não, porque tem gente que também é, pode ser um homem.
Eu tô sendo bem inocente achando que aquele caso assim, que é seu amigo, você sabe que é meio ruim de serviço. E aí se você indicar, você vai se queimar.
Você falou uma boa.
Ele, ai, ai, se eu colocar ele aqui, ele vai ser péssimo. E vão falar, ai, foi ali, ó, pode ser, pode ser.
Exatamente. E assim, a chefe pediu Joga lá, se não der, não deu, bem.
Ó, não recomendei porque ele não queria que trabalhássemos juntos, né?
Porque tem síndrome de protagonista.
Ah, ele vai ganhar o mesmo dinheiro, eu quero que ele ganhe menos.
Isso já faz 5 meses, ele não conseguiu emprego. Não conseguiu emprego, não é nem esse emprego, ele não conseguiu emprego nenhum. Sair da cidade e vai ter que voltar para a cidade dele. Me senti mal porque acho que a vaga seria dele.
Cobra, víbora.
Olha, você que tá ouvindo a gente, muito chateado. Conseguiu emprego, voltou para sua cidade, pode ser você nesse caso. Abra o olho com essas amizades.
E também deixe de ser amigo.
Nossa, fiquei muito chateado.
Olha no olho de todo amigo seu que tem emprego e pergunta: foi você, filha da puta?
Você que voltou para alguma cidade e tem um amigo, nossa, quantas coisas!
E que tem 5 meses que você não conseguiu trabalho.
Mas sabe o que isso me faz pensar? Aqueles que Certeza.
Será que a gente tem amigos que são assim, amigo, amigo?
Você quer falar sobre amizade?
Não, eu digo assim, será que não tem direta? Não, mas será que não tem alguém que a gente acha que tá mó fortalecendo a gente, no final, e a pessoa nem tá?
É porque eu só tenho que ver. É amigo, né?
Amigo.
Então, mas o cara achava que era amigo que foi embora, que voltou para cidade, que voltou para cá.
Revejam suas amizades.
O que voltou lá para Araxá, achava que era amigo.
Quando eu tinha 19 anos, quando eu tinha 19 anos, me inscrevi no aplicativo para ser sugar baby e dei match.
Não, me inscrevi para ser sugar baby é muito bom, tipo assim, uma profissão.
Vestibular, gente, tem que malhar, tem que malhar, porque entrou no app sugar baby.
Lembra que ele se inscreveu?
Aquele site que tinha enquete, as meninas falava, eu quero muito sugar date.
Foi quando começou a falar sugar date, uma desenterrada.
Eu amava esse vídeo. A mana sugar daddy. Aí ele queria ser, né, se inscreveu para ser sugar baby e deu match com um gringo de quase 60 anos. Ele era piloto de avião e voava muito para o Brasil a trabalho. Saímos algumas vezes, ele me pagava, me dava perfumes e presentinhos. Hoje tenho 30 a mais e sinto saudades do dinheiro fácil. Kkkkk.
Porque ele envelheceu e foi trocado por um outro, né?
Por um outro que se inscreveu.
Vai saber se tá vivo, aquelas que pesam.
É, faz tempo, né?
Ele tem 30 a mais, então ele tinha mais.
Porque ele não fala. Ah, 19, 19, 11, 71.
Então a diferença é muito grande. Ah não, 71 ainda tá de boa.
Sobe, sobe, amigo. Bacana, manda mensagem para ele.
Parabéns, sumiu mesmo.
Às vezes tenta arrumar um de 80 aqui para um tipo de televisão, arrumar um de 80.
Às vezes ele sumiu da face da terra.
Não, e entra de novo no app lá, e não é concurso. Exato, você não é concursado, você não tem estabilidade, você não tem segurança.
De tipo assim, 80 que estão procurando uns cara de 30.
Sim, é tudo uma questão de proporção.
Exato, porque tem também esses.
Você vai ser que ele é um sugar, ele não é baby, mas ele é um sugar, é um sugar man.
Mais uma amizade falsa aqui, vocês querem ouvir?
Ai, meu Deus!
Eu, quando eu sonho com cobra, gente, eu fico assim, olhando para as minhas amizades falsas, revendo, né? O Vitor trouxe essa pauta porque eu falei, você quer falar sobre amizade? Não é sobre ele, né? Que eu saiba, galera. Mas é porque sempre a gente conversa sobre amizade, aí ele fala amiga, mas não é assim.
Então isso que eu fiquei com dó desse signo. Eu me via no lugar desse, eu fiquei com muita dó. Não sei se eu já passei, mas eu fiquei com muita dó porque eu falei assim, eu com certeza acreditaria que o meu amigo tinha me recomendado para o trabalho, entendeu? E você entendeu?
É que eu sempre O Câncer é muito iludido, né? Nossa, com todo, com todo.
Aquário, tá? Mas tem sentimento, tem muito sentimento.
É isso, né? Não tem nenhum sentimento.
Mas eu sou sensitivo, total.
Só que não, né? É a trouxa da família.
Ele sente quebrar na cara, ele fala assim, trouxa.
Porque eu também sempre te falo, falo, amiga, falei, algum momento alguém ia falar.
Você falou o quê, amiga?
Não, a gente percebe sente as mesmas coisas?
Tipo, depende. Não, energia, você fala, eu te falei, eu sempre falo, amigo, mas o que que eu te falei lá atrás? Aí não vem em pauta agora.
Mas agora eu tô falando de agora.
Você sente mesmo assim, vai?
Não, acho que eu não sei o que que é. Eu acho que eu dou chance, sabe?
Tipo assim, acredita na bondade das pessoas.
Eu acho, eu acho, é diferente, né?
Você quer se enganar. Ah, né, complicado. É porque o canceriano, ele tem essa dificuldade de desvincular, de quebrar ciclo, enfim.
Não tô entendendo porque a gente tá entrando nessa, só jogando, só jogando.
Agora é tipo assim, ai, vamos para o próximo.
Bora!
Não, a Lo é um pouco mais assim.
Tem uma garota que tava tentando me ferrar no grupo de amigos, e aí eu engravidei, e ela tá tendo que ficar pianinho porque tudo eu me faço de vítima. Tô abusando do papel de grávida. Detalhe que é tudo por baixo dos panos, porque cara a cara a gente se trata como amigas, tá?
Como que é?
Gente, é a menina da novela lá, é uma garota que fica tentando ferrar lá no grupo de amigos.
Bruninha, Bruninha, que o chefe fala.
A Bruninha tava no grupo de amigos e essa garota ficava tentando ferrar ela toda hora. Ela engravidou e tá tendo que ficar.
E a garota que ferrava ela, quem engravidou, é quem escreveu para a gente isso.
E ela tá tendo que ficar pianinho porque tudo eu me faço de vítima, tô abusando do papel de grávida.
Que agora zoar uma grávida não pode, né?
Não pode.
Ela fala, ai, desculpa o jogo e tal, por favor pare de gritar.
Nossa, mas não seria mais fácil se afastar dessa amiga?
Mas ela só não quer.
Ah, detalhe que é tudo por baixo dos panos, porque cara a cara a gente se trata como amigas.
Ah, tá.
Por isso que eu falei de amizade falsa.
Tem elas que se detestam, mas a outra é falsa também, isso aí.
Mas a outra ainda é pior, né?
Qual? A gente tá falando de uma grávida.
A que falava mal antes dela engravidar, né? Já começa por aí. Eu já tinha dado fim na amizade antes de engravidar mesmo.
Gente, não chama de amigo que não é amigo. Fica aí a dica para vocês.
Nem amigo é essa aí, gente.
Nem colega. Que amizade são essas?
Porque caso ruim a gente passa.
Sou eu?
É você.
Isso.
Olha o suspense.
Gostou?
Anos atrás eu estava ficando com uma mulher linda, inteligente, safada e carinhosa.
Incrível, né?
Achei tudo, valores. O combo perfeito e perigoso para se apaixonar.
Nossa, nossa, que drama!
É fã fiqueiro esse. O combo perfeito e perigoso para se apaixonar. Estava achando que a gente ia namorar até o dia em que ela foi me apresentar para a família dela. Dela. Para minha surpresa, eu conheci o pai dela, fiquei com ele meses antes.
Bacana, em família, tá tudo em família. Vocês já conhecem, vocês é família boa.
Eu acho que ele já tava mais familiarizado que ele imaginava com a família.
Mas vamos aqui ler, era uma mulher lésbica ou era um homem bi?
Também tô na dúvida agora.
Anos atrás, ele estava ficando com uma mulher linda. Eu acho que é uma mulher lésbica pelo jeito.
Jeito que escreveu.
Eu achei meio foda.
A menina é bi, isso?
Desculpa.
Não, né? É porque eu quis dizer assim, é uma fanfic sáfica quase o começo. Ó, anos atrás eu estava ficando com uma mulher linda, inteligente, safada e carinhosa.
É uma mulher, isso é uma mulher. Porque se fosse um homem, ia falar assim, ela é boa, boa.
O combo perfeito e perigoso para se funcionar. Foi uma mulher bi-intensidade que já tinha ficado com o pai da outra antes, assim como o Hulk, já tava tudo em família.
E aí, é isso? Acabou?
Foi isso. Aproveita o melhor dos dois mundos.
Bacana.
Próximo, eu acho que—
que pena.
Mas o negócio, ela vai contar para a gente?
Conta fofoca para pagar de gostosa.
Não, mas pelo jeito eu acho que eu conto. Então você contaria? Mas você contaria?
Já pegou seu pai?
Imagina, você é que eu tenho tempo de contar. Eu já peguei seu pai!
Menina, sabia que já peguei seu pai? Ó, é bom, hein?
Prazer te rever, a família inteira assim. Conhece de antes?
Tipo, ah, prazer.
Dá com a coro.
Ah, esse aqui é o fulano, a gente já se conhece.
Não, e tipo assim, agora que vem na minha cabeça, o pai sempre foi casado, então ficou com ele?
Não, mas eu acho que ela pegava no sigilo.
Então traía também, né?
Não, mas às vezes o pai não era casado, aí a gente já tá inventando coisa.
Olha lá, vem o Vitor, lá vem o Vitor.
Acreditando na bondade das pessoas. Ai, mas ele era solteiro.
Eu não aguento, eu não aguento. Como é que é?
Pode falar Bjork.
Meu namorado ouve Bjork todo dia, eu não aguento mais. Estamos morando juntos faz 2 meses, eu não sei como falar. Você ouve demais.
Pronto, acabou, gente. Aí, ó, aprendeu.
Ou senão, eu não Eu não aguento mais.
Eu amo o Björk.
É tão simples, mas todo dia.
É só todo dia.
É que é todo dia.
É todo dia a canção, né?
Todo dia.
Aquele sábado de manhã que você quer acordar botando o áudio do Björk.
O Gabriel tendo que ouvir Ariana Grande todo dia.
É.
É um maluco.
Todo dia.
Vocês têm discussão em casa da musical?
Não, eu fiz ele gostar.
Não foi ele que escreveu e colocou Björk, mas é Ariana? Pisca duas vezes.
Disfarçar, ele coloca para disfarçar, cara.
Vocês estão morando junto?
Não, a gente fica muito tempo junto e não dá problema.
E o Gabriel, cara, não dá problema no som. Será? Aí, ó, aí, ó, que que o Gabriel escuta que você não gosta?
Que que você escuta que o Gabriel não gosta tanto e ele finge?
Que que eu escuto que ele não gosta muito? Ele não gosta muito quando eu ouço muito algumas cantoras que são meio Gen Z que ele não conhece, que é uma proposta muito— porque eu sou muito mais antenado do que ele, tipo, em cultura pop e música. Eu gosto mais cantores da Ziggy. Não amo Edson Rey, mas também não odeio. Mas tipo assim, a Della, aí eu tava mostrando esses dias para ele, tipo assim, olha essa cantora. Aí tipo, se eu fico botando essas muito eletrônica assim, K-pop, ele não gosta, que ele acha muito estimulante.
Gabriel, quem é mais velho de vocês dois? Eu. Então ele é Gen Z.
Não, ele não é, ele é um ano mais novo do que eu.
Ah, então tamo ali tudo na casa.
Mas aí ele ouve mais brasilidade.
E o que ele ouve que você não gosta?
Não é nem que eu não gosto, mas ele ouve várias coisas que eu não sou habituado a ouvir, tipo, eu quando eu não quero, eu não sei nem Não sei o nome. Não, essas coisas eu ouço muito. Não, ele adora essas, pop e tal. Mas ele tem um lado meio Nanair assim, xablau e uma grande pessoa. Por exemplo, ele me apresentou— que vergonha, gente, de falar, é que hoje em dia eu sou super fã. Por exemplo, ele me fez virar fã. Mas tipo, eu não conhecia Raquel Reis. Ah sim, não, porque é um nicho mais tipo quem é brasilidade.
É uma delícia.
E eu gosto de brasilidades Eu adoro a Raquel Reis hoje em dia. A gente foi num show dela, eu vi ela lá no Grammy e tudo. Eu sou muito fã, virei fã. Só que ele que me apresentou, então ele tem um agente bem diferente.
Você é gay do pop, ele é gay da brasilidade.
Eu sou gay de tudo, mas ele tem umas coisas mais alternativas assim que eu não conheço tanto.
Ah, então tranquilo, menos mal.
É bom que equilibra.
Equilibrium.
Equilíbrio.
Nossa, mas isso aqui é bem minimalista, hein. Fiz um trabalho pra alguém que morava comigo comigo se mudar sem briga.
E aí, agora?
Ah, um trabalho.
Achei que era tipo trabalho de escola. Não, ela fez um trabalho, daí ela vai.
Já, né?
E deu certo, pelo visto.
Deve ter dado, né? Você mandou pra gente.
Mas vai dar briga agora que vai saber.
Fiz um trabalho pra alguém que morava comigo se mudar sem briga. Que bom, se mudar pacificamente.
Mudar, mas a briga vai vir agora porque ela vai saber.
É agora que vai começar a briga, mas precisa fazer trabalho.
Trabalho para isso.
Não é só chegar lá e falar, amigo, sai, muda.
Aí tem um problema, a pessoa assim, não, não tô a fim mais.
Mas que trabalhos são esses? Imagina você chegando no terreiro e falando, então eu quero muito que a pessoa se mude sem brigar.
Acredito que eu não quero mais morar com você.
Gente, eu coordeno à vontade. É, ai, tchau, peguei minhas coisas.
Imagina, prático. Nunca vi esse tipo de trabalho.
ADR, né, de amigo e tanto.
Você acha que tá usando em vão?
Eu acho que usam em vão e às vezes nem funcionou. A pessoa só falou que fez o trabalho, às vezes eles quebraram o pau mesmo assim.
Às vezes ele saiu porque não aguentava você, que era chato para caralho. Pode ser isso também, né?
A pessoa sem graça, sabe?
Mas um caso de amizade muito forte aqui, tá? Eu tô pegando namorado da minha amiga e ela não sabe. Quando saímos juntos, eu fico pegando no pau dele quando ela não vê.
Calma, calma, volta, volta.
Decoro, candidato, decoro.
Eu tô pegando o namorado da minha amiga e ela não sabe. Quando saímos juntos, eu fico pegando no pau dele quando ela não vê, e ele fica para morrer de medo.
Amor, é uma gay, é uma gay, só pode ser uma gay.
Jesus amado, gente.
De qualquer forma, é uma filha da puta de uma amiga gay que entrou saindo com a numa da amiga, né?
Que amiga é essa, né?
Não, você para. Ai, gente, é isso aí, é só de uma parte.
Mas no caso de amizade forte aqui, meu Deus, se tivesse amigo como esses, quem precisa de inimigo?
Às vezes também não é uma, mas é que às vezes não é uma gay, eu tô tentando, sabe, ver como sujo. Mas me parece um relato de uma gay, meus amigos.
Podia entrar um dentro do outro.
Exato, exato.
Já devem estar, né, na verdade.
Não, gente, que desrespeito!
Acho que é só a graça, é o que mais acho bizarro é avacalhar a garota e ela não desconfiar. Para mim, porque os dois tramando, ela pegando no pau deles, rindo em segredo, eu acho que é pior.
E eu acho que se for uma gay, ela só podia chegar e falar: então, amiga, o seu namorado, vamos ficar os três?
Ou se fosse uma gay, era relacionamento aberto. Se pegando.
Ou também, tipo, eu acho que a amiga não ia ficar tão mal porque é tipo, é um gay. Ela ia falar assim, então, seu namorado, ele pode ser bi e tal, mas ele gosta de homem.
Então, tipo assim, amiga, deixa eu te contar um negócio.
Vem cá, uma coisa muito, algo assim, tem que pedir sexualidade, gênero da próxima vez.
Porque entra na matemática, muda tudo, muda tudo, muda toda a perspectiva.
Mas eu achei um horror, um horror.
Péssimo.
De qualquer forma, é um caso de traição feio, de dois lados.
Porque a menina não percebe. É muito louco isso, gente. Algum momento você vai perceber que tá muito.
Fecha os olhos, vai dar merda para vocês dois.
Tipo assim, vai no lugar, vem no banheiro, vai, volta no banheiro quietinho.
Mas às vezes é isso, tipo, por isso que eu acho que é um gay, uma menina hétero, um cara que se faz de hétero, que tipo ela nem passa pela cabeça, sabe? Tipo assim, nem passa pela cabeça.
Amor, então é venenosa.
Ou ela é mulher hétero também, é bem cante, né?
Exato. Vai ser arrependimento.
Uma mulher muito descolada. Mas eu acho que seria pior ser uma mulher, porque já é de esperar o pior de gay. Não, não, porque eu acho que seria muita falta de, sabe, de se colocar no lugar dela. É de girls, de sororidade. Não, de girls, girl, tipo assim, ser uma bem—
vem aí, pega o próximo seu.
É o seu, né, Victor?
Mico, mico.
Não, mico de qualquer jeito. Textão: um dia vi uma menina da faculdade que era muito maldosa comigo do outro lado, do outro, que era muito maldosa comigo do outro lado da rua, e tinha uma gangue da bike por perto.
Ah não, ah não, mentira.
Liguei para ela de longe, ela atendeu e levaram o celular dela. Não, eu vou bater Gente, eu achei ela muito genial!
Ela foi, cara, gente, que que ela fazia de mal para você?
Não é possível que ela fez isso, não é possível, não é possível.
Ela foi truqueiríssima, sério.
Não tem nem como criticar, não tem nem como criticar, mano.
Não tem, não tem.
Tem gente que nasce pro crime, que é maldosa mesmo, e a gente tem que bater papo.
Tem gente que é inteligente, mano.
Ela foi inteligente.
Foi muito inteligente, ela devolveu.
Eu achando que ela só ia ficar de longe assistindo a coisa acontecer naturalmente, mas não, ela provocou.
Mas ela ligou para a garota ser reportada, ela tem o número dela até hoje. Como isso?
A pessoa faz maldade, mas não era uma amiga, podia ser uma colega de faculdade.
A pessoa faz maldade com ela, né?
Um dia vi uma menina da faculdade, ó, que era muito maldosa comigo. Comigo. E do outro lado da rua tinha uma gangue, tinha uma, tinha gangue da bike por perto. Então já era uma gangue conhecida, que ela olhou e falou, ah, gangue italiana militar. Olha a chance aqui na minha frente, vou dar um toquinho nela. Dei um toquinho para ela, para ela fazer o quê? Sacar os celulares na frente da gangue.
Bem-vinda a São Paulo!
E ela só lá de longe procurando o número.
Achei ela muito Genial!
Isso que é plano bem armado, né? Executado.
E ela deve ter chegado depois e falado: amiga, você tá sem— eu te liguei, você não tá. A amiga tava te ligando, tava caindo caixa postal, o professor falou no grupo, e a menina chorando assim: ai, meu Deus, velho!
E ela assim: que dó!
E ela: ai, amiga, que pena!
Ai, amiga, não pode vacilar na rua hoje em dia.
É, é uma criminalidade, amiga.
Mas tá de graça. Gangue da bike tava do seu lado, miga.
Vacilar assim?
Eu sou stylist, peguei um aspirante a cantor e agora ele fica me pedindo contato dos famosos na DM para fazer network. Você quis fazer um, agora vai ter que dar outro.
É normal, de boa, tá de boa.
Só chato, é só pessoa chata.
Talvez ainda, talvez ele seja chato também, essa pessoa aí.
Interesse. Isso que ele tá falando pra gente.
Mas aí um pegou o outro, não? Ele pegou?
Não, pegou o cliente. Não, ele pegou só como cliente.
Eu sou o Insider.
Não, pegou, pegou.
E peguei o aspirante a cantor. Aí agora ele pequeno.
Pegou pegando, não tá trabalho.
Eu achei que tinha pegado um cliente.
Transaram.
Ah, tá. Aí é mais chato, realmente. Você quiser ficar com a pessoa e a pessoa tipo Tipo, meio com interesse.
Poxa, complicado, né, pensar.
A gente tem prótese, a gente sabe.
É, uma amiga terminou um namoro uma vez. Ai, lá vem amigas, né? Lá vem esses amigos.
Ai, não aguento.
E o ex dela começou a me dar mole. Lá vem. Um dia ela falou, ele tá indo atrás das minhas amigas agora, mas te pegar ele não vai, porque ele não te pegaria. Calma, volta. Nossa! Volta pro vídeo. Uma amiga terminou...
Desculpa, gente.
A véia aqui, a véia ainda tá...
Ele fica ansioso, ele fica ansioso.
A véia dá pra ser nosso menino do lado, gente.
Eu vou me perdendo. O quê?
Uma cantora? Uma amiga terminou o namoro uma vez e o ex dela começou a dar mole. O ex dela, né? Aí a amiga chegou pra ela e falou, ele tá indo atrás das minhas amigas agora. Mas te pegar ele não vai, porque ele não te pegaria. Tipo assim, ah, você é feia, você pode ficar tranquilo que você é feia. Só de raiva e porque ele era um gostoso, fui lá e fiquei com ele.
Certa, tá certa. É, eu sei minha opinião, peraí.
Ainda mandava foto aqui, ó. Não me pegaria? Tá aqui, ó.
O problema é que as pessoas não veem onde tá o problema, né? O problema é a amiga.
É.
Como é que você fala isso pra uma amiga? Mas eles não te pegariam. Você não fala isso pra uma amiga.
Mas ela falou porque você é feia?
Ou a gente?
Mas às vezes eu acho que...
Mas eu consigo falar.
Eu consigo, eu consigo, tipo assim, eu tenho pânico. Não, eu consigo, porque tipo assim, mano, você tava ficando com um cara, o mínimo que você espera, se você é uma pessoa que fica com pessoas decentes, mas o mínimo que você espera de uma pessoa, se é uma pessoa decente, você fala assim, mas ele não vai vir. Você já pressupõe que ele não vai dar em cima do seu melhor amigo.
Muito bobinho, gente.
Que mundo são esses?
Que mundo você vive, amor?
Não, gente, mas tipo assim, não é também atrás das amigas.
Ele já tá indo, então assim, ela era mais uma das amigas. Mas aí eu falei assim, não, você não vai.
Mas às vezes é tipo, você não vai porque você é a minha melhor amiga.
Que aí é o melhor para ele pegar a melhor amiga, é o maior prêmio.
Aí o mundo tá assim mesmo, o mundo tá péssimo.
Não fui eu agora.
Sério que o mundo tá assim?
Nossa, ai, que horror!
Ainda bem que eu tô namorando.
Penúltima confissão: qual que é o signo do Gabriel?
É Gêmeos.
Eu namoro um canceriano, eu vivo isso aí todo dia. O drama é: pelo amor de Deus, acorda, na sua cara, a realidade é essa e essa e essa.
Ai, mas, Lô, tem que refletir às vezes.
Não é sair assim, né? Tem que dar uma chumbada de confiança, senão o mundo vai parando.
Não, escuta sua amiga Lúcia, não precisa ser feito de bobo toda hora.
Qual o seu signo? Não, ele tá me humilhando também.
Ah, é o oposto, é o meu ascendente.
E o seu?
Leão. Aí se acha, aquelas que sabe, né?
Eu tô numa mesa meio que não me veste, não me agrada, não me veste. Tá, entendi.
Mas você, quando morava na Europa, já trabalhei como massagista que fazia final Feliz, tá? Consegui poupar dinheiro. Uma parte está guardada, investido, e outra parte vou investir nos meus estudos. Ninguém do Brasil sabe.
Agora estão sabendo.
Fez o dela, correu atrás dela, foi atrás.
É, literalmente é um problema aqui não. Se você acha que tá contando pra gente como se fosse um bapho, não achamos.
Eu achei tranquilo.
Foi pra tentar lacrar A gente, ai, parabéns, tal, pronto.
Perto do que a gente já viu aqui.
Nossa, não, o do notebook do pai nunca mais eu vou esquecer.
Qual que foi a da garota que, como é que era, que pegou o cara da faculdade para fazer dinheiro porque ela não tinha como complementar a renda? Ali era mais estranho, né?
Mas eu achei, vocês acham que ainda supera do pai que via sadomasoquismo, pornô gay sadomasoquista? Eu achei esse mais chocante.
Também, né?
Ela escreveu pra gente com uma boa.
Eu acho que depois de anos ela— e hoje ela fala.
Hoje ela consegue, né?
Ela consegue.
Toma o último, o último.
Ai, é o último, eu tava gostando tanto.
Já dá parte 2.
Traí meu namorado e transei com um personagem.
Falei!
Tá vindo!
Terminou na academia.
Voltou, eu vi que você tinha colocado de volta.
Então acabou, gente. É o mesmo barbeiro.
É que essa foi péssima.
Caçadores da Cultura Perdida agora, que é aquele quadro que a gente resgata alguma coisa do passado. Não precisa ser um passado passado, que é o meu caso. 20 anos para mim não é passado.
Então tudo é passado, você fingiu.
É ontem foi já, mas não passado.
Passado, vocês pensaram nesse quadro? Vocês querem fazer?
Desse quadro, resgata alguma coisa assim, né?
Porque quando eu vi isso, eu tava, eu já tava pensando isso alguns dias atrás. Eu não lembro o que que foi, se foi um clipe, um filme que eu vi com uma estética muito parecida com a da TV Cultura, daquelas coisas que a gente via quando a gente era criança, tipo Castelo Rá-Tim-Bum, essas coisas assim. Não, eu amo esses, eu amo Castelo Rá-Tim-Bum, é muito icônico. Mas eu digo tipo de boneco, de fantoche, Eu amava isso quando eu era criança, que tinha essas coisas.
Não, tipo, rato, meu querido rato, eu não sou assim de fino, grato para selar esse contrato.
Não, gente, vocês nunca viram.
Ai, é que é Gen Z.
Não, gente, rebelde. Vocês nunca viram? A plateia nunca viu Rato, Meu Querido Rato.
De onde é isso, Dan? Gente, ah, para dar uma chance. Fofo!
É que eu sou muito...
Eu sou Peppa Pig. Minha fase é Peppa Pig. É o que eu peguei, sabe?
Não, Peppa Pig é super moderno.
Eu fui rebelde, né? Eu peguei a fase rebelde. Mas eu tava com medo.
Mas também é moderno. Também é uma coisa da infância. Tipo, Rato, Meu Querido Rato. A gente já tá acostumado com vocês.
Eu sei a música, mas eu não... Desculpa, não me pegou muito.
Era um ratinho.
Quero uma palavra cantada pra você, pra mim e as chiquititas. Era da Crianças Chiquititas.
Ah, da primeira?
Primeira geração, primeiríssima.
Gente, eu tava conversando com um amigo meu, inclusive, esses dias, sobre essas coisas. Tipo assim, video show não é muito antigo, mas eu amava os bastidores da novela.
É dos anos 80, o video show.
Exato. E assim, quando nós tava—
Anos 80?
Tem muito tempo. Tanto que veio o toquinho da música do Michael Jackson, que era lá de trás.
Fala Bela.
Mas já é Fala Bela, primeira temporada?
Não, Fala Bela era mais das últimas. Que ele vinha com a mensagem no final.
Não, só de passagem, a gente corre atrás do Pedro Bial.
Fale aí que eu vou pesquisar.
Disney Channel também, mas também é mais moderno.
Ai, gente, quadro, vocês não pensaram no quadro não? Que aí eu falo para trazer uma coisa, é para você trazer.
Você não soube falar a palavra cantado não?
Mas eu sei a música inteira.
Rato, meu querido rato, meu querido rato, para assinar esse contrato.
Rato, o meu eu trato, eu fico sempre por um triz mesmo, né?
Você foi uma criança que assistiu muito palhaçada?
Amava Lava Uma Mão, tudo com TV Cultura. Não, mas eu tava falando dessas coisas que tinha na TV Cultura antigamente. Eu amava, sim, amava TV Cultura, era tudo que era muito artesanal, era muito artístico assim, era muito legal.
Agora as crianças estão vendo coisa de IA.
Então numa era de IA, resgatar uma coisa assim seria super legal.
Sim, sim, muita gente fez isso, o video show, muita. Não vou falar aqui, mas eu vou falar para os 90. 90, o Fábio, ela entra, mas acontece desde 83.
Nossa, 83!
Nossa, você já tinha?
Eu vim 96. Por isso que você trouxe esse programa aqui, ó.
Mas era legal sim ver, eu adorava.
Esse é mais das novas, não é?
Sim, as pessoas entravam na mais velha que eu, você sabe, né?
Mas você trouxe um programa de 83. Cantei 3, Lô!
Assim como Malhação atravessou décadas, vídeo show também, né? É verdade, cada um tem uma década de Malhação. Eu sei, eu lembro do André Marques fazendo Mocotó, vocês não lembram?
Será que eu não lembro? Não, esse eu não lembro.
Mas ele fez vídeo show também, não fez?
É que era sempre tipo uns nomes assim, tipo Mocotó, é Cabeção, Cabeção, Mocotó.
Romão, a Magali. Esse é a primeira temporada.
Tinha Magali?
Magali era dona da locadora. Que a primeira temporada de Malhação tinha uma locadora de filmes.
Quem eram os protagonistas?
Saudades de locadora.
Era o Luigi Baricelli, que fazia o Romão.
O Cláudio Reis. Nossa, Luigi Baricelli!
O Cláudio Reis, que fazia um professor de judô.
Você trabalhava nesse lugar?
Ele só lembra dos homens. Ele era muito gay, você só lembra dos gays.
Não faço ideia, não faço ideia.
Eu não uso bastidores.
E o André Maxon, como é que ele só sabe o nome dos homens gatos?
É óbvio, né, que eu ficava assim, ó. Tomando café da tarde, assim, meu Deus do céu, ele era gato.
O Kadi Harsha era lindo também.
Nossa, Kadi Harsha era tudo.
Não sei, esse eu não lembro.
Vou te mostrar ele mais.
Na época nem era escola, era clube.
Eu amo.
Ou será que é mesmo? Não sei se era.
Vamos ver, porque teve uma Teve alguma, tem que ver várias. E todos eram Sérgio Maroni, Sérgio Maroni, todos esses vieram da Malhação.
Meu namorado também, deixa eu ver, porque é beleza.
Ai, entrou um banner gigante, esse daqui.
Nossa, verdade, ele era galãzão, né? Ele veio das primeiras Malhações mesmo.
Ele fez o Gaúga depois ou não?
Fez o Gaúga, tá vendo?
Sei tudo já.
Ela é dificílima, né, gente? Meu Deus, às vezes amava.
O meu é, e ele, palavra cantada, é tipo essa vibe.
Tá bom.
E vocês?
O meu é Sherlock, uma série que tem na Prime Video para vocês verem. Eu gosto dos crimes de assassinatos, divertido. Eu amo. Eu até sei que você viu Sherlock com Benedict Cumberbatch.
Não é o novo Sherlock Holmes, não é o que tem até hoje. É que tem várias versões, tem várias Sherlock Holmes.
Não, é que esse foram 4 temporadas, cada ano parece que é um filme. Aqui esse é o filme do Guy Ritchie. Fizeram, fizeram, que Sherlock é uma figura famosa britânica. Isso, teve várias, teve o Sherlock com a menina do Stranger Things também, Senhora Holmes. Não lembro qual é o nome, mas enfim, é Enola Holmes.
Senhora Holmes, mas é inspirado nisso. Pode, por favor.
Mas é inspirada no Sherlock Holmes, era Enola Holmes, era, ela era como a Sherlocka.
Sherlocka, eu não vi, eu posso pegar minha Sherlocka aí agora e me acha de bonzinho.
É que eu tô falando, é com Benedict Cumberbatch, é o Sherlock Holmes, e o Martin Freeman é o Watson. É, para mim é a melhor coisa que já fizeram de Sherlock. É uma série que a BBC fez, tá no Prime Video, 4 temporadas, 20 anos atrás. Demais. Olha, já igual Confessions, menina. O tempo, ó, só ele 20 anos.
O tempo, ó, com você.
Sex and the City tem quanto tempo?
Amo muito.
É mais velha que Sherlock, eu acho.
Eu acho que é, porque é dos anos 90.
Eu amo também. É bom às vezes rever essas coisas. Essa é boa de rever porque ela tem 4 temporadas e tem 3 episódios cada temporada. Cada episódio tem 1 hora e meia, então ela é pequenininha, mas grande.
É ótimo.
Pega um caso, resolve na mesma hora, o próximo episódio, próximo caso. Eu amo, cara. Eu assisti, é uma delícia, velho, é uma delícia.
O meu, uma coisa para vocês assistirem no YouTube, tava lembrando esses dias um programa que tinha na MTV que era muito bom, o programa que hoje em dia seria específico. Você lembra do Celebrity Deathmatch? Lembro que era, gente, vê no YouTube.
Estava reassistindo, assistindo gringa, era da MTV gringa, mas passava aqui, passava no Brasil. Tipo Chila Tequila, você lembra de Chila Tequila?
Isso é a parte genial.
Eu amava tequila, tequila, tudo.
Ninguém lembra.
É esse, nossa, assisti horrores. O Celebrity Deathmatch era um programa de animação de massinha, né, que eles chamam de claymation. Era stop motion dos personagens de massinha, era um ringue. E aí eles colocavam os famosos para lutar. E aí tem tipo uma Britney em massinha. E aí tem a Britney lutando com a Christina Aguilera, tem a Mariah Carey.
Não tinha filtro.
Não tinha filtro.
Mas a sua vaca, você vai morrer hoje! E pá, com a cabeça da Cristina Aguilera.
E aí a Brigitte fazia assim: You're a dilly in a bottle! Enfiava a garrafa assim na cabeça dela, enfiava a cabeça dentro.
Tranquilenta.
Era super violento. Tinha Mariah Carey brigando com o Jim Carrey. Tinha esse episódio. Gente, eu tava reassistindo isso e falei: Caramba, podiam refazer isso hoje em dia. Colocar, sei lá... Ariana brigando com a Billie Eilish, sei lá.
Mas não que elas sejam rivais, né.
Não, gente, é só pelo entretenimento.
Não mexe!
É, não mexe. Chutei, chutei. Bota Gaga e Madonna.
Você foi ver a turnê nova agora? Fui em Londres.
Eu fui, fui no último show dela da turnê, que agora ela ia fazer um hiato, mas ela já postou 300 coisas depois do que ela não tava voltando. Tá postando horrores.
Ninguém queria aposentar.
Canceriana, né?
E ela vai sair, vai ter um filme dela agora. Duvido que ela não vai.
Filme qual?
Entrando numa grande enfria.
Comédia, comédia.
É, com o Ben Stiller, Delirio. Você acha que ela não vai participar?
Vai, claro que vai.
Mas eu fui, foi muito bom.
A gente foi também. Vocês foram? Namoro um arianedo, então...
Sério? Você foi em Londres?
Em Londres. Como é o nome do show?
O2.
Na O2?
Exato.
Que a gente pensa que é pequena, você fala, meu Deus, gigantesco.
Mas ao mesmo tempo dá muito pra ver. Compensa muito o show de arena. Porque você não tem a possibilidade...
Mesmo você sentando lá no fundo, você vai ver o palco direito, bem sentado, você vai ver bem.
É, o pessoal agora no show da Rosalía, né, todo mundo falou que foi excelente porque dá para ver tudo.
Vai ter uma arena em São Paulo agora, né, uma arena fodida em São Paulo.
Eu gostei de show de arena também, confesso.
É mais fácil, é para mudar um pouco também, entendeu, o lugar.
E você não fica lá na puta que pariu.
Exato. É porque também para mim, dependendo o lugar, não dá para, né.
Sim, sim. E o ingresso triplica, isso que é o problema da arena.
Porque pouca gente, daí eles querem lucrar mais. Mas o show foi lindo.
É onde a gente tava.
Não vai vir pro Brasil, né?
Ariana?
Ariana? Não é pra nenhum lugar mais com essa turnê.
Ela tá que nem a Miley também.
Mas ela fazia Estados Unidos ainda.
Ela não vem mais mesmo.
Vai, não vai? Ela não fez América do Norte ainda?
Fez!
Ariana? Fez, ela começou lá.
Fez Los Angeles, fez um monte de lugar. Chicago, eu acho, fez.
Não sabia. Então ela tá vindo pra Europa.
Aí depois ela foi pra Europa. O último show que eu fui é o último show da turnê. Foi o último show da turnê.
Londres não é Europa mais, né? Eles decidiram não ser mais Europa.
Não, Europa é, não é?
É verdade, né? Londres faz parte da União Europeia.
Mas ela só fez a Londres, 10 noites.
Beijo.
Quem é da Suécia aqui me vê, me vê quem é da Itália.
Ah, é? Ela fez só Londres? Aham. Mas eles estão assim, o Harry Styles também fez pouquíssimas datas, mas com vários shows no mesmo lugar, né?
Também. Tipo isso, ela fica, ela gosta de ficar. Como é que é o nome do bairro que ela gosta de ficar em Londres? Londres, que eu já sei também.
Hampstead Heath, que tem música.
Tá mais Ariana que você, né?
Em casa eu tenho aulas. Vamos então bater o leque, né? Porque a gente chegou na hora. A gente separou dois temas para cada um de vocês. Vocês batem o leque ou não para esses temas?
Tem leque?
Traição e mito ou bate, né?
Ai, louco, tá querendo acabar, amigo. Gente, eu namoro, meu amor. Você vai, ele vai assistir Personal 3, que ele é CLT. Assim que ele sai da gravação dele, ele vai assistir.
Gente, é tudo no lúdico, nada que foi dito aqui levem a iFood.
E ele sabe que eu não— ele me conhece, ele conhece meu coração. Quem me conhece sabe, tá? Verdadeiramente.
Quem te conhece sabe que eu sou boa.
Não, que eu acredito nas pessoas, que tudo bem.
Tem 2 temas para cada um, tá? Tem 2 temas.
Vocês sabem bater leque? Porque tem convidado que não sabe. Ah, é uma mulher gay, sabe?
Eu tava assim, a pessoa que tá ouvindo, coitada, no chão na chuva.
Aí a hora que a audiência acorda, né? Pega um tema e vê se você bate.
Você vai bater o leque não para esse tema.
E fala para gente, tá?
Academia.
Segura, segura.
Academia.
Ai, vocês estão querendo, ó, fake de Instagram.
Olha, bate like para fake.
Agora eu tenho fake de Instagram para ver, tipo, as enquetes.
Instagram, né? Você tem só de Instagram?
Deixa eu pensar, cara. Não, acho que eu só tenho no Instagram, porque no Instagram é a única rede que a pessoa vê que você viu. As outras redes não tem isso.
O TikTok entrega também, não entrega?
Não, TikTok nada a ver.
Então eu não configurei o meu direito. Ué, a pessoa sabe que eu vi as coisas dela no TikTok.
Depende, é porque dependendo—
não, o que dá para ver é se você curtiu e você não pôs lá a configuração do tipo não aparecer no nosso perfil que você curtiu, que visitou o perfil.
Não é o que curte não.
Será?
Dá, se tem a dar, dá para ver.
Dá para ver o quê?
Dá para ver sim. Mais um, quem dá mais?
Quem viu meu perfil, ou se eu vi o perfil de alguém.
Você visitou meu perfil? Eu falei, como é que ele sabe disso?
Tem!
Tô descobrindo agora, tô descobrindo ao vivo. Gente, me dá meu celular agora!
Tem como desabilitar.
Me ajuda a desabilitar, gente, porque eu não posso stalkear, entendeu?
Vou ligar pro meu namorado, certo?
Diferente.
Pare agora de dar conta.
Eu preciso explicar que eu tava querendo ver o exercício que a pessoa tava fazendo.
É que era... Talvez ia ser meu personal. E eu queria ver a aula dele.
Exato!
Mas tudo bem ter fake, hein, fãs.
Total.
Liga pro seu TikTok partner agora.
Gente!
Vou ter que ligar.
Vou ter que chamar ele.
Você não bateu... Por quê? Você não tem fake no Instagram?
Não, é o meu.
Ah, esse é seu, amor. Esse é seu.
Ah, não? Mas a gente tem que bater o like.
Não, você...
A gente tem dois temas pra você e dois temas pra o Loco.
Ah, eu achava que a gente tinha que concordar.
Não. Não, eu concordo, mas vou tranquila aqui. Cada um seu.
Tem que ter Instagram pra ver stories. Às vezes meus amigos satânicos, eles me mandam umas coisas, tipo... Me mandam uns stories. Aí eu, na inocência, abro. Aí eu vejo que não era pra eu ter visto.
E fudeu agora com o Instagram Plus ainda.
Aí fica lá que eu vi, a pessoa vai saber. Porque eu não sou nem amigo.
Minha amiga, esse aqui prolapsou, vem ver.
Eu odeio quando mandam stories e eu não sigo a pessoa, e aí eu tenho que ir lá abrir. É desse jeito aí, porque eu preciso.
Mas você já avisa? Você já fala assim, amiga, vê do fake?
Não, só manda. Que vê do fake? Ela só manda.
Nessas horas você tem que ver todos os stories, não só aquele que foi mandado.
Não, aí eu tenho que fazer isso, só que às vezes é uma pessoa que eu nem sigo.
É, e aí o que que vai explicar?
É isso, é só ir lá.
Mas eu faço exatamente isso quando eu caio nisso que a Lu faz comigo. Tenho que voltar todos e ver para ficar tipo, ah, eu tava só acompanhando sua vida.
É, tava interessado na sua vida.
Meus amigos de Minas me mandam muito, tipo pessoas muito xis assim, e fala, gente, e aí não tem como. Eu às vezes eu falo, grava a tela e me manda.
Ah, olha, e aí essa tem que ser uma foca muito boa, essa tem que ser muito boa.
E manda ou foto, já respondeu errado quando você foi fechado?
Quando você vai abrir o Stories, alguém fala, ai, vê esse Stories aqui. Aí você entra, abre, você quer responder, só que em vez de você responder a pessoa, você já responde.
Eu já fiz isso, mas faz muito tempo.
Nossa, isso é terrível. Eu já fiz também, me dá vontade de desmaiar, tipo assim, geral.
Achei gostoso, mas depois já chega meio com a boca branca, né?
Dá baixa, baixa a pressão.
Por que que você fez só um curtir?
Porque depende do que você fala.
Uma curtida na frase, você fala, gente, mas espera aí, eu cantei em Panteão.
Agora, os famosos que foram pegos naquele repost é viável, porque às vezes a gente tá repost sem querer, o dedo encosta ali naquele repost.
Mas eu achei exótico o tipo de postagem, tipo assim, porque a For You entrega o que você gosta de ver, né? Sim, também tem isso, óbvio, sobre você.
Mas acontece muito comigo assim, alguém, eu sei que mandaram alguma coisa minha para alguém Porque do nada chegou uma mensagem nada a ver. Só que é coisa tranquila assim, às vezes eu abro DM, tá assim, ai, adoro ele.
Ah sim, já recebi muita coisa ruim, eu respondi.
Você respondeu? Eu adoro.
Tem que responder mesmo. Hoje eu quero brigar, hoje eu quero, hoje eu quero.
Acho que eu vou ficar sem mensagem às vezes também.
Tipo, tá muito tranquilinho meu dia, acho que eu vou acabar nesse mesmo nível.
Por que que você tirou logo? Você não conta?
Caixa de som na praia é um tema polêmico, né? Mas eu dou leque um pouquinho só, porque depende do lugar. Baixinho, um lequinho, só de ficar assim, ó, mexer.
É só para dar um ambiente, né? Só para dar um ambiente.
A gente que é brasileiro, a gente gosta.
Agora aquelas muito altas que tipo assim ninguém é obrigado a ouvir também, que tá ao redor, às vezes é música que você não gosta e você não você conversar na praia porque a pessoa tá fazendo o quê?
Eu acho que independe do gosto, porque tipo, eu não faria isso com alguém, colocaria uma música que eu gosto muito alto, muito metal, porque eu sou essa vibe. Tipo, você vai pra praia, você quer também tipo, sabe, relaxar, ficar tira e bota.
É minimalista mesmo ali, a caixinha só sua, da galera.
Põe um fone.
Eu amo fone, né?
É, não, na minha cabeça eu tô correndo ali na areia e agora deu uma cambalhota no mar.
Eu não sou muito a favor de cachona não, alta.
Eu tinha um prédio, no último prédio que eu morava tinha academia. E aí toda vez que eu chegava pra malhar, às vezes tava um rock torando muito alto na academia. Já falava assim, ah lá, o hétero ouvindo. Eu fiquei brisando nisso assim, que é muita coisa de um hétero chegar e colocar um somzão muito alto assim nos lugares públicos. Geralmente o gay ele é mais—
Quando você entra no Uber, é uma pergunta que eu faço pra todos.
Então, no Rio de Janeiro às vezes nas gay também Põe umas Anitta, umas coisas altas. E você fica aí, não, eu acho que isso é prazer.
Na academia do prédio, aqui não chega e põe o som da academia, o som dela.
Você é só hétero que acha aquilo incomodante.
Eu acho que eu faria isso na minha academia se não tivesse ninguém.
Não, sim, mas aí chegou alguém, você, sei lá, pegou um tempo livre.
Chegou alguém, eu acho que eu tiraria, ia ficar com vergonha.
Porque a gente sabe o nosso lugar, já o hétero, o lugar é dele.
Os professores do meu prédio sempre colocam música. Música dos anos 80. Aí a maioria gosta e tal, e ninguém pede para tirar.
Para mim, o pior é quando várias pessoas colocam a caixa, que aí fica tipo assim, é um sertanejo e você vem para cá, é uma música pop, é uma confusão. E rola muito no Rio no verão.
Tem coisa de música que eu não consigo ouvir, me irrita profundamente. Aí eu entro no Uber, tá tocando aquilo. O que que vocês fazem? Porque eu não consigo falar, você pode desligar da música. Eu falo, eu invento uma desculpa, mas geralmente eu coloco fone.
Você não usa fone?
Coloca fone. É, às vezes eu vou te apresentar, fone, porque eu morro de medo de falar.
Fone de ouvido.
Eu morro de medo de falar.
Eu sei como a gente mineiro não vai falar.
Não, a gente não vai falar. Não, não vai falar.
Eu falo, eu não consigo.
Ou tipo assim, puxa um assunto para ver se você vai abaixando aos poucos.
Fala assim, ó, mas eu acho que fala baixinho, porque aí para entender ele vai ter que abaixar.
Eu acho que música até ok. Agora, pior é quando a pessoa tá ouvindo, tipo, propaganda eleitoral no volume máximo, uma coisa assim.
Aí vai me irritar.
Esse dia eu peguei um que ele tava passando as coisas da cidade, só morte, e era de manhã, nem alça.
Ah, tá. E quando tá ouvindo assim rádios polêmicas coisas assim de assuntos polêmicos.
Ou isso, aquela emissora de rádio.
Aí você sentou, eu falo, a cada groselha, aí você fala assim, meu Deus, o Brasil tá fugindo mesmo, olha que isso.
Eu já falei no Uber, eu tô, eu tô, eu tive um dia muito complicado hoje. Tudo bem se a gente não for com rádio ligado?
Você fala?
Porque eu não tô pedindo para tirar a música, eu tô pedindo para não ter nada.
Mas você inventa que você não teve um dia muito bem?
Eu invento.
Cara, isso é muito brasileiro, né? A gente Pode simplesmente só falar tipo assim, moça, você podia imaginar?
Eu não tô pedindo para baixa, eu não tô pedindo para ter nada.
Eu prefiro nada, eu tô estressado, entendeu?
Desliga o rádio, mano.
Eu fico chocado, eu não quero, eu não quero que a minha estrelinha baixe.
Acabou de acontecer uma coisa muito grave comigo, será que você poderia por favor desligar o som?
Eu acabei de ter uma notícia horrorosa.
Por favor, não me respeita um pouco, desliga assim. Pega o seu próximo tema, vai.
E ele assim, mas música é bom para agitar.
É bom, não, vou passar.
Melhorar, vai alegrar seu humor aí.
Eu já peguei esses motoristas, fala assim, óbvio, essa aqui, ó, óbvio, essa aqui. Ah não, já peguei que ele tinha uma banda e aí ele queria me mostrar as músicas dele. Aqui, ó, eu sou bom. Olha aqui, ó, sabe o que é da minha banda?
Se a pessoa é legal, se você tá num dia assim afim.
Ele é muito canceriano, meu Deus do céu.
Cara, eu sou muito a pessoa que joga e conversa assim com a pessoa.
Não, eu converso, só que aí você fica sem ter o que falar.
Você só fica assim, ó, porque era muito ruim.
Nossa, que legal!
Não, mas você fala o quê?
Que legal, que legal!
Mas eu contando quando você foi para Los Angeles e o rapper na rua queria te vender a arte.
Ah, super rapper de rua assim de Los Angeles.
Ah, o que mais tem com uns CDs?
Ai, meu CD, esse é meu namorado brigou horrores era $15. Aí eu paguei $15, cheguei, o CD tava vazio, não tinha nada. Era só, tava dando CD, só tava pondo CD assim, essa aqui é minha música.
Eu não tinha nada. O Samir não consegue dizer não.
É um perigo, é um perigo.
Assim, eu tava voltando de Portugal para o aeroporto para ir para Londres, e aí em Portugal tem muitos brasileiros, e o motorista, ele era o motorista do Uber, ele era brasileiro, e ele ficou muito feliz que a gente era brasileiro. Só que era tipo assim, a gente tava exausto, a gente tava, sabe, tipo quando você tá tipo, ai, quero só ir dormir.
Você só vai com o seu, foi de Ryanair, né?
Que lindo!
Tipo assim, aí ele ficou muito feliz que a gente era brasileiro. E aí ele colocou uns forró, colocou uns forró alto assim, eu vou comer massa.
Ah, que bom!
E eu ia na rua, a gente ficou assim, ó, mas ao mesmo tempo a gente ficou com má dó porque ele tava muito feliz.
É, então eu vou, ele tava muito feliz, tipo assim, de colocar, querendo, vai ser bom, vamos comer Não chega pra me vender nada na rua que eu vou comprar.
Ele foi muito querido e a gente ficou com dó. Eu sou desses, fico com dó. Eu falei, tipo assim, não vou dormir, já entendi, mas deixa ele ser feliz, sabe?
O Samir é bom em dizer sim com dó.
Não chega pra me vender nada que eu vou comprar.
Eu consigo dizer não bastante até.
Lá em Londres eu fiquei com ódio que o cara... Eu estava no banheiro, nunca tinha visto isso, eu nunca tinha ido pra Londres. Eu tava numa festa com a minha amiga, desci pra ir no banheiro. Tipo, usei o banheiro. Aí eu fui lavar minha mão, o cara ele veio e abriu a torneira pra mim. Aí eu lavei a mão. Aí eu fui pegar o sabonete, ele pegou pra pôr na minha mão.
Só que eu não pedi nada.
Isso não é Londres não, isso é outra coisa. Aí eu lavei a mão e tal, não sei o quê. Aí ele me deu o papel, aí eu: Thank you.
Eu thank you.
Aí ele com a maquininha assim: Mentira! Aí eu: Que que é aquilo? Nossa, aí eu tipo assim, eu não tava entendendo. Para piorar, e teve isso também, não era, mas e tem isso também, o inglês britânico eu descobri que não é que ele é um pouco difícil, dependendo de como a pessoa fala, ele é realmente muito difícil.
Tem uns bairros que é bem complicado.
Não, às vezes não é para falar, se a pessoa falar no meio de uma festa assim, você fala assim, mano, que você que nem a Pabllo assim, abre espanhol assim. Essa moto, ó. Aí você fala assim, que que você tá falando? Tipo assim, você não entende. E aí ele tentou me explicar, aí eu entendi que eu tinha que pagar 1 libra.
Ai, que ódio!
Só que era só eu ter falado, não, não, eu posso abrir a torneira sozinha.
Ai, juro.
Quando a gente tava em Lance, fomos nesse lugar que era exatamente o mesmo serviço sendo oferecido no banheiro. Exatamente. Brian volta do banheiro e fala assim, nossa, mano, o pessoal é muito educado.
E ele não teve que pagar?
Não, ele Ele não pagou, ele não percebeu que tinha que dar uma moeda ou uma nota. Só que o meu fez assim, ele foi duas vezes no banheiro porque ele bebe cerveja e eu não. Aí ele falou de novo, você acredita?
Ele assim, gente, nossa, que acolhimento, que acolhedor, né?
No Brasil não precisa fazer isso.
Isso que é um país de primeiro mundo, é por isso.
Aí a gente, na hora, ele já jogou a maquininha.
Não, ele soltou a maquininha. E ele ainda falou assim, ó. Aí ele tentou falar comigo, eu não consegui entender muito bem. Porque eu não tava nem entendendo a situação. Então quando você não entende nenhum contexto que você tá imetido, o inglês britânico fica mais complicado.
E isso, uma maquininha no banheiro?
Que que aconteceu?
E tipo, você... E aí você dá quanto, né?
Então... Ai, você tinha que escolher ainda.
Aí ele fez assim, ó. Aí eu vi que tava sem sinal. Aí eu tive que subir e falar com ele no meio da festa. Assim, ó. Esperando a maquininha dele ter sinal, que eu fiquei com isso igual você. Eu fui para poder fazer isso, aí eu não tinha falado, eu poderia só ter falado tipo assim, mano, thank you, tamo aí. Mas ele não ia me bater, ele não ia me bater. Só que eu fiquei tão já imbuído ali nessa situação.
Porque onde foi também que você subiu mais escada quando você saiu do banheiro? Por isso que eu perguntei se era no Sorro.
Não foi no Sorro, não foi uma balada não. Club Crow, era uma balada, era bar balada, tá?
E tinha um gogo boy dançando na esquina assim?
Não, esse nem era LGBT, eu acho, tá?
E aí se ele falasse com vocês, ah, não, tem que ir ali fora para pegar sinal, eu ia lá fora.
Agora que eu sei, eu já sei, vou deixar e falar.
Eu já vou chegar correndo e abrir ela.
E as pessoas fazem isso. Aí a minha amiga entrou no banheiro e falou, eu vou deixar ele fazer comigo também. Mas eu saí e tinha outras brasileiras Ela falando, eu não vou pagar nada. E eu lá com o cara no meio da festa assim, ó, esperando a maquininha dele voltar com o cartão na mão para passar e pagar em libra.
Ele ligou a torneira para você que tinha que escolher ainda o valor.
Eu dei 5 libras.
Eu dei 5 libras também.
Eu sei, deve ser pouco isso.
5 libras não é pouco para a gente, é R$35.
Mas amiga, ele só abria a torneira, sabe, para ele. Tipo, e eu ia abrir, ele enfiou a mão assim, ó.
Ele enfiou a mão e eu quebro, eu quebro, eu quebro, eu quebro, eu quebro.
Aí eu fiquei esperando o sinal voltar, apaguei.
Ou seja, vai pra loja, fica com a mão suja, gente, fica com a mão suja.
A gente bate leque pra quem não batemos leque.
Quem abre banheiro?
Brincadeira, eu acho que é uma profissão.
Aí eu acho que vai ver o cara que tava lá.
Nossa, perfeito pra Conhece? Bateu leque demais, não?
Pode, vai, fica à vontade.
Gente, no seu tempo, amor.
Melhor série, você começou vendo Ryan Murphy com qual série?
Glee. American Horror Story, antes de Glee?
Depois, acho que vem depois.
Então foi Glee, primeiro grande sucesso dele, acho que é o Glee.
Então foi Glee, eu vi Glee nessa época.
E acho que depois logo já veio American Horror Story.
Eu vi Glee, vi American Horror Story, tudo que ele faz.
Aí essa temporada agora que vai ser várias temporadas até Eu quero ver.
De quê?
Do American Horror Story, vai ser All Stars.
Esse eu acho que vai flopar.
Vai?
Não, vai ser ruim.
Eu acho que não vai ser tão bom, mas pode ser que seja bom.
Vamos ver.
Então que bom, bateu o like.
Ah, eu amo o Ryan Murphy. Deve ter um.
Não, eu sei quem é. Então fica assim, então vou no meu Pix. Quanto para eu receber, porque eu não gosto, né? Agora depende do Pix, mas eu acho que eu Moleque, pela tecnologia do Pix. É muito prático.
Pela sobrevivência do Pix, pronto.
Pode ser.
Pela soberania brasileira, né?
Pela existência do Pix, gente.
Não, aplaudido. Aqui, ó. Aqui, ó. Entendeu?
É a melhor invenção que já fizeram.
Exatamente.
Lembra que você tinha que fazer um TED?
Nossa, eu ia falar isso agora! Lembra quando tinha que fazer um TED?
As pessoas antes tinham desculpa pra não te pagar, né?
É, exatamente.
Ah, o DOC voltou, o TED. O Pix não tem desculpa, cai na mesma hora.
Negócio do celular é mais prático. Ah, mas não tem dinheiro. Aí faz uma poupança, tá no bolso, entendeu?
Não money, não money, pum, com a carteirinha.
E é só aproximação, ó.
Agora eu lembro de quando você criança, minha mãe: ai, tenho que fazer um doc. Ter no salão dela os envelopes do banco, colocava dinheiro nos envelopes, eu ia para o banco enfrentar fila para poder. Ela mandava a criança lá e eu ficava lá na fila do banco, aquela fila quilométrica para poder ir no caixa fazer o DOC.
E antes disso, minha mãe era comerciante, ela recebia de cheque sem fundo.
Exatamente. Nossa, eu ia falar do cheque.
E aí a pessoa, aquele pedaço de papel podia não ter o dinheiro que você fala que você tem.
Era o que acontecia. Para pensar no absurdo, cheque borrachudo, um clássico brasileiro, cultura brasileira.
Ela era amiga no Rio que ela Ela era a mais sapeca de todas, né? E a gente tava conversando todo mundo junto, aí, né?
Sapeca é golpista.
Sapequinha.
Em Minas vai chamar de custosa.
Ai, nunca tem fundos.
Aí tinha uma menina nova na mesa que era advogada. Então, você é advogada? Você quer? Essa garota vira pra ela e fala assim, amiga, deixa eu te perguntar uma coisa. Uma pessoa que passa cheque sem fundo pode ser presa?
Nossa Senhora. A pessoa que faz essa pergunta.
Eu tava rindo por dentro porque eu sabia que era ela Era com amiga minha.
Mas ela lacrou?
Não, não. Ela só—
como que era nessa época? A pessoa conseguia lacrar? Tipo assim, passar um cheque?
Não, a militância surgiu em 2018.
Que dó a bolha deles, queria lacrar.
As pessoas lacravam?
Tipo assim, cheque, cheque.
Não, não tô falando lacrar, sei lá, de tomar um lacre. Eu tô falando de tipo assim—
lacrar de arrasar. É, entendi.
Comprar uma casa com cheque.
Sem fundo, as pessoas faziam, dava golpe alto, dava golpe alto.
Gente, o Brasil era em crise, não tinha Plano Real, ninguém.
Eu tô chocado que antigamente as pessoas compravam terreno com R$3.000, como que era a moeda, R$3.000 cruzeiros. Comprava hoje em dia.
Eu lembro que tinha um negócio de ligar para o banco, tinha um negócio de ligar para o banco.
Claro que era, as pessoas tinham terreno, um Terreno, lote.
A gente chama laranja de lote. Tipo assim, a família brigando por conta do lote da avó.
Ninguém tinha ideia.
É muito assim lá em Minas, né?
Tá até brigando de lote lá em casa.
Ai, em Minas o que mais tem é briga de lote.
Aí os paulistas, o que que é lote? É terreno, amor. Terreno, pedaço de terra. A gente fala lote.
Tipo quem vai ficar com uma parte do que fazia uma casa, uma cozinha.
Vai ficar com morro, quem vai ficar com cantinho que não constrói nada?
E quando é de esquina, quando é de esquina, é muito disputado. Nossa, esquina é babado, é babado. Lote de esquina, que a casa é na esquina.
Eu quero, eu passo o cheque agora.
Dá para lacrar, viu? Dá para lacrar, dá para lacrar. Dá para lacrar, dá para lacrar.
Tem uma casa na esquina do seu lado.
Sim, Minas, velho. Em Minas é assim, a gente já viveu Conheci vários. Minha mãe tá garrentando, ela assim, ela assim, pior que é, ela assim, pior que é, um ano atrás.
Ela assim, ai, nossa, ai, gatilho, gatilho!
Ai, já lote, viu? O Gabriel me conta assim, velho, nossa, Pedro Leopoldo deve ter vários lotes, briga por muitos lotes. Pelos lotes, porque às vezes a geração de pessoas que viveu lá, sim, quem que vai ficar?
E comprei essa casa com cheque.
E um dava o lote para o outro, aí dava briga porque, ai, o irmão vai dar o lote. Não, a gente vai vender, gente.
Mas como que dá dizendo que ele nem tava na família, voltou agora só por causa do lote? Sempre tem alguém na família que volta por causa do lote. E o Gabriel conta, vem no Natal, que é um lote, pessoa morreu, eu quero a minha parte do lote.
E o Gabriel me conta que é isso, que antes da pessoa morrer, já tem gente que não se fala na família porque já tem a rixa do lote.
O velho tá morrendo, já fica assim, ó, antes de morrer, vou passar.
Quem que você acha que vai ficar a parte do lote?
Como é que você acha que ficou a divisão? E às vezes a pessoa, tipo, numa conversa descontraída, tipo assim, ai, né, quando for, já teve uma rixa, as pessoas já não se falam, nem aconteceu ainda, mas Aí já sabe que vai ter uma treta.
Não, gente, eu já visitei um apartamento que a velha tava morrendo dentro dele.
Mas literalmente?
Não, ela tava, ela tá morrendo, a gente quer vender o apartamento. Quando entra, a velha tá lá na cama.
Vocês queriam vender o apartamento?
Não, foi comprar.
Eu fui ver o apartamento que a velha tava lá dentro morrendo, basicamente.
Mas já tava morrendo, já tava morrendo.
Eu fiz a visita com a imobiliária e com a velha.
Meu Deus, deitada na cama.
E ela assim, aqui é a dona, tipo assim, data de mudança a definir.
Ah, espera, olha o contrato, o contrato tá meio suspenso.
Mãe, ele quer dar agora, vambora.
Ela que nem morto muito louco assim, coitada.
Ela acordando em outro lugar assim, né?
E essa aqui é a dona de Vanique, ela tá só esperando ela.
Quando é que a gente pode?
Você tem uma previsão? Ela não sei. Mãe, como é que tá aí?
Tipo assim, que aqui o coraçãozinho dela já não tá muito bom.
Que loucura!
Ai, muito!
Família é complicado, né, galera? E assim terminamos, né, com essa mensagem linda. Família, né? Ai, família!
Obrigado, Lu! Obrigado, Vitor!
Adorei!
Eu acho que essa dupla tem que voltar depois.
Vamos voltar quando vocês quiserem.
Exatamente.
Nós te falamos quando você quiser.
É isso. A peça tá agora?
Não, a peça acabou tem um tempinho, mas vem projetos aí esse ano ainda.
Vejam nas redes.
Não, esse ano ainda tem coisa pra rolar.
Segue os dois agora. Se você é uma pessoa no Brasil que ainda não segue os dois, tá errado. Siga os dois agora.
Tá debaixo de uma pedra.
Por favor.
É isso, gente. Beijo.
Obrigada.
Beijo, Wanda.
Vai, plateia!
E manda lote! E manda lote!
Você que tem um lote, ó, abre o olho. Essa é a mensagem.