DIVAS CANCELADAS E A VIDA DA GAY DRAG EM SP com Samira Close e Desirée Beck - #738
Samira Close e Desirée Beck são as queriduxas do Wanda de hoje em que abrem o jogo sobre os perrengues drag e Desirée pede dicas como recém-chegada em São Paulo. Também adivinhamos divas canceladas jogando Nome na Testa!
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*Do que apenas uso da escovação e fio dental.
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LOTUS
Cadeira de madeira de bar
Lugares de São Paulo simples e caro
Instants do Instagram
Stylist da Robyn
Fiscal de drag
MERYL
Episódio “Montecito” de “Hacks”
Michael Jackson relembrado
2ª temporada de The Pitt”
Edifício Rolim
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Episódio #736 apresentado por:
Produção:
Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)
Edição / Captação:
Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)
Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
- Vida Drag em SPPerrengues de drags · Baladas e bares em SP · Complexo Templo · Zigue Duplex · VHS no Cine Joia · DragCon
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Tá começando mais uma edição do podcast Milkshake chamado Vanda!
Estamos aqui com uma convidada virgem e outra já bem gasta aqui do ano. Bem larga. Cheia de Agapiroli. Tô cheia de Agapiroli. Toda, toda cheiona. Olá, gente. Olá. Como é que cuida do Agapiroli? Amiga, acho que o primeiro passo é não ter. Como cuida, não sei. Como você já teve? Não, é que eu brinquei. Eu brinco com isso, mas quem teve foi a Vanessa Wolfe. Isso.
Porque parece que o rato cagou na caixa d'água, ela bebeu arco. Ah, sim, foi por isso. Ai, o rato cagou na minha caixa d'água. Segundo ela, né? Mas você que aí tá indo na... Deixa pra lá. Desenhe back pela primeira vez no Vá. Olha aí, desenhe. Pois é. Desmontada. Desmontada. Desmontada. Chegou, ela falou, acordei e vim, gente. Virei a noite ontem. Acordei e só vim.
Vestido belíssimo. Você gostou? Foi o que? Eu gostei. Uma coisa meio abarramada. Se manca, se manca.
Eu gostei, vocês querem. Ah, não é uma coisa latina. Eu gosto. Se você for, eu estou Rosalía. Aí você sai na rua e fala, tá lá, Elba Ramalho. É, tá lá. Tá lá, Elba, Elbinha. E Samira. E Samira Clown. Oi, gente. Olá, eu vim falar aqui sobre fezes. Brincadeira. Gente, tudo bem? Bom dia ou boa tarde ou boa noite? Que hora você vai estar vendo isso? Às vezes de madrugada. A gente tá muito gêmeos hoje, ó. Se olhar as duas pra câmera. Pepe e neném. Se quiser comer, duas por uma. É, leva. Tá lá pro hotel.
Já leva outra. Oi, gente, que saudade. Qual é a melhor balada de São Paulo pra ir e ter um aroma bom, convivência boa com as gays? Onde você se sente bem em São Paulo? Quero dizer que tá falando também, porque ela tá morando aqui faz pouco tempo também. É, cheguei agora, tô recente. Eu vou deixar, fala pra mim mesmo pra não pesar. Não, fala você pra pegar a dica. Não, assim, é que eu já tô um pouco saturada de boate, de balada, sabe? Aí eu dependo muito da festa. Atualmente, eu prefiro muito a minha casa. É um lugar maravilhoso, mas eu gosto muito de barzinho. Porém, entretanto, todavia... Ok.
Você tá morando lá naquele mesmo apartamento? Vila Olímpia. Ah, cara. Gente, eu tô do Capão agora. Não, brincadeira. Eu tô morando na Moca. Ah, tá. Quem quiser me comer, a Liga o Grinder vai pra dar a Moca. Aí, ó, gente, eu gosto muito do Complexo Templo.
Ah, é bom lugar lá, eu gosto. Por conta daquela área lá de fora, porque às vezes o meu juiz fica tão perturbado. É tanta bicha, é tanta drag, é tanta música que eu fico lá. Ai, meu Deus, chega! Aí eu vou lá pra aquele fumo alto, porque tem uns trilhos. Aí eu fico lá e volto as energias. Que é onde a gay pulou lá de cima, né? Ai, que informação chata! Eu lembro, aconteceu agora recente. Uma gay que escalou uma estrutura. Tá maravilhosa, ela morreu, né?
Não, é? Não. Um monte de cabeça. Não, mas foi uma coisa, foi sério isso, foi um babado. Não é aquela hora dos trilhos ali. Foi, tava levando uma festa lá, né? Tac, tuc, tac, não sei como é que chama essa festa. Um batidão. É, um batidão. E aí minha filha, de repente, eu acho que ela não tava muito bem. Porque acontece muitas coisas na balada. Tem a que foi atingida por vômito, que vomitaram lá de cima, pegou na cabeça dela. Ah, não tem que falar isso mesmo, né? Isso aí foi nas ig duplex? Foi. Foi uma coisa disso. É bem a cara nas ig duplex. Você fica lá de cima, ó, duplex. Isso, é, que é. Bicha!
Daquela peneira, né? Eu vou muito usar o tempo peneirado. Que ela ficou vomitada, depois ficou com o apelido de bicha medonha. Foi? É, ela foi vomitada na Zika Duplex. E aí ela postou uma foto no Twitter. E aí alguém foi lá e comentou, assim, nossa, que bicha medonha. E aí virou o apelido e pegou. E ela ficou conhecida como a bicha medonha. Ela se auto-intitula, né? Ela se auto-intitula de bicha medonha. E o pior é que ela falou mesmo que era ela.
Contou mesmo que ela tomou vomitão. E você? Já tá em São Paulo quanto tempo? Dois meses. Gente, já conheceu tudo. Mulher, em dois meses, pior que já tá cá. Eita, conheceu tudo. Pior que já tá em quatro anos, minha filha, em dois meses. Dois meses em dois anos. Mas como eu estou um pouco da faixa etária aqui, eu vou pra uma coisa mais matinê.
Você é muito jovenzinha? Eu sou. Que jovenzinha? Eu sou chata dessa. Posso ver da DC Gonçalves? Chegou aqui falando que namorou por 26 anos. Faz as contas com a gente. Olha aí, 26. Como é que tá a vida de solteiro em São Paulo? O que você já aprendeu? Ah, eu tô vendo as coisas. Antigamente você tava meia cega, não via nada, né? Antigamente não tá sendo fácil.
Mas eu tô gostando bastante da funilaria, a quarta latina. A quarta latina é boa. A Zig Duplex eu gosto, que toca uma musiquinha. Mas eu gosto mais de sair assim pra comer. Ah, eu também. Não, amiga, não. Você tem entrega ativa, por acaso? Você tem uma carinha, vida. Se manca.
Eu tava aqui preparada, enxucada. Você usa aquele drag ativo, mulher? Tá louca? Amiga, as drags são tudo ativa. Eu sou ativa. Você é ativa? Eu sou ativíssima. Você jura? Nas redes sociais. Meu nome do ABB é Kumelão.
Tem mais coragem do que a gay que vomita lá na Zigue de falar. Mulher. Ó, tem que falar da VHS no dia 5, hein? No Cine Joia Pride. Vai tá aí com a VHS. A VHS é limpinha, né? A VHS é limpinha. A VHS, ela é mais contida, eu acho. Que as bichas da VHS são mais contidas. Tipo assim, por exemplo, as bichas ficam doidas, mas elas não ficam alucinadas. Pelo menos assim que eu acho. Não bate cabeça na parede. É mais tranquilo assim. Eu performei lá, foi bem chique. Eu lembro. Você lembra? Claro que eu lembro. Vai ser onde a próxima edição? Você foi sobre o seu não, né? Não.
Ela fez a Elba Tava ali Era verdade, era um grande encontro Que Elba Gente Mas ela tá convidada, se quiser dia 5 No Cine Joia, vambora E dia 6 é no Martinelli Vai ser o nosso calendário Pride Semana que vem galera, eu quero vocês dando Tudo de si nessa cidade Vivendo a Pride total
É isso, vai ter Pride. É o que mesmo? É coisa do orgulho, né? É coisa de gay. É de gay gostar de gay. Não, mas vai ser já os carros, a passeata? Sim, sim. Porque semana que vem agora não é a semana cultural, menina? Não, amor, hoje é... Hoje é a parada cultural. É semana que vem. Domingo, esse fim de semana é virada cultural. E na outra, a virada viadal. Já é coisa do Pride? E eu não fechei uma pública.
Ah, é daqui duas então, verdade. Ah, tá. Porque ainda dá tempo de fechar as públicas. Não fechei nada. Mas, gente, caiu mesmo. Memória de aluguel. Vai ter a DragCon também. Ai, vai ter a DragCon. Você tá lá na DragCon, né? Eu tô no line. Luxo, olha aí. Aceita também. Rebeca. Você vai?
livre. Essa aqui, ela tá com trauma de drag. Não, então me convidaram pra fazer umas coisas lá, mas o cara pra ficar de cabeça pra baixo lá, eu achei tão esquisito. Ficar de cabeça pra baixo. Não, brincadeira. O Abish entrou em contato comigo falando pra gente fazer algum projeto lá dentro. Vamos ver. O que vai rolar. Eu quero ir. Vai ser no fim de semana? Vai ser no dia 5 e 6. Ah, então no fim de semana mesmo dá praia. Já dá praia. Gente, já é semana?
Daqui duas semanas, né? Daqui duas, três. Menina, o tempo voa mesmo. É dois dias? Dois dias. É a primeira vez, né, que vai ter fora da... É a primeira vez em São... Não, no Brasil. Já teve em outros lugares. É, no Brasil é a primeira vez. Ah, gente. E a RuPaul vem?
Ah, meu filho, a Robote pra poder sair. Please come to Brasil, Rupo. Ela vem no holograma, botar assim, apertar o botão, ela vai tocar no telão. Mas eu queria saber mais bafos, como é que vai ser, quantas drags vão vir, sabe? Aí vai vir muita drag de várias franquias, da Americana, da... Porque você sabe, drag tem tudo quanto é canto. Aí tem as do Brasil, vai ser a primeira vez que vem ter todas as drags do Drag Race, da 1, da 2, da...
Ah, que tudo. São muitas horas de evento, amiga. Tipo, eu realmente não sei. São muitas horas de evento. Tipo, começa tal, uma da tarde vai até 10 da noite. Amiga, eu acho que começa tipo 10 horas da manhã. Vai até o final, tipo umas 20 horas. Aí depois no outro dia é a mesma coisa. É tipo uma feira, mesmo as feiras que tem de convenção. Matinê drag. Matinê drag, é. Matinê drag, é. Tudo feio, com os poros montados de manhã. 8 horas montadas, minha filha. No Uber. Nossa, o saco chega a ficar roxo.
Porque se premia muito os ovos. Sabe aquele ovo chinês? O pidam, acho que é o pidam que chama. Aquele ovo centenário. O meu zopo fica daquele jeito. E quando eu tiro, tenho que botar na água pra ele ir soltando, vamos supor. Bote a foto. Aqui, temos aqui agora... Acho que as drags tinham que parar de fazer o tucking mesmo? De deixar o saco lá, assim? Não, isso aí só tem que fazer a Lia. Claro.
Amiga, eu assim... Eu gostei de estar com uma montação que não é... Faz um bom tempo. É, exatamente. Quando você se montava no século XVIII, se a roupa é mais soltinha, você faz o tanque mesmo assim? Minha filha, nem cueca eu uso, eu deixo o birimbelo lá embaixo.
Eu deixo balançando, arrasando. Não, eu... O tucking realmente é só fácil. Ou se eu uso calça e aí coisa... Porque já tem essa barba com a chibatona marcando. Acho tão esquisito, né? Ah, desconstruo, né? É, você acha? Aí eu prendo. Você amarra? Eu amarro. Mas você usa fita? Não, aí também é demais, né? Porque aí tem que depilar tudo. Porque você não tá com fita com quem? Eu sou petelho dona. Eu tenho aquelas calcinhas bem apertadas. Isso.
Aquela calcinha de trocar. Dá uma segurada. Mas você bota as bolas pra cima. Ló. Pra cima e depois puxa aquele saco murcho. Junto com a penda. Você nunca fez isso? Eu faço todo dia. Eu fiz isso pra vir pra cá.
Tá cortando a circulação dela, olha aqui, ó. A gente tá fazendo várias pausas no Wanda pra medir a pressão dela. Ela tá com a sua pele mole, assim. Inclusive, eu tô aqui sentada em cima. É, aqui, ó. Tô mais alta. Por que que tá mais alta? Por que ela tá mais alta que eu? É almofadinha. É almofadinha.
Foi você que fez a Xuxa Verde no... Fui eu que fez a Xuxa Verde. No Drag Race. Arrasou a Xuxa Verde. Quem que era a Xuxa Verde? Você sabia quem era a gay que atualizava? Sim, eu sei quem é a gay. Eu não lembro quem era. Acho que ela já falou, né? Eu confundia com a Anair Belo. Eu não lembro o que que era. A Anair era o Gustavo Brown. Tá. Você sabia disso? Não. E a Xuxa Verde... Até agora você não sabia? Até agora eu sabia pelo YouTube, alguma coisa ou outra. E o Twitter era o Vitor Marim. Amigo meu que fazia o Twitter da Xuxa Verde. Eram twitteiros famosos que faziam ela. Que...
É que a ideia foi uma forma de linkar com o Caravana das Drags, porque eu fiz o Caravana com a Xuxa. Sim, sim. Aí eu irritei muito a Xuxa lá também. Quem não irritou, né? Quem não irritou a Xuxa? Quem não irritou a Xuxa? Beijo, Frimes. É, exatamente. Aham. Ah, tá. Então foi por isso que foi a ligação. Foi a ligação. E foi tudo. Foi tudo. Ganhei, né, amor? Algum dia lá foi bem. A Frimes não mora aqui não, né? Você é amiga da Frimes, né? Então, a gente tá meio que morando juntas.
Aqui em São Paulo? Aqui em São Paulo. Porque a Júlia falou, ela foi do mesmo endereço da Fraymes. Duas meninas inocentes na grande cidade. Dá pra fazer o reality delas, assim, duas estrelas chegando no São Paulo. 8 da manhã, acordando, tomando café, tá a Fraymes com aquela calcinha enfiada no... Daquele jeitinho. Daquele jeitinho. A cara é especial. Nesse frio que tá a cidade. E a cara é cuxa dela, brilhada. Muito especial. Estênio Garcia de drag. Olha aí. O seu boneco.
O Wanda está aqui em obra, gente. Vocês estão acompanhando, mas fofoca, meu amor. É qualquer lugar, é qualquer hora. E ele está de volta. O quadro A Hora do Bafo com Listerine. Cuidado total. A Hora do Bafo, mais uma vez aqui no Wanda. Olha, fofocar é muito bom, mas eu quero saber como você está cuidando dessa sua boca, sabe? Porque da última vez na Hora do Bafo eu levei esse aqui e já está passando da metade, meu.
Óbvio, meu amor, esta boquinha aqui está sempre prevenida contra cáries, manchas, tártaro. E como a gente sempre fala aqui na Hora do Bafo, Listerine Cuidado Total é cinco vezes mais poder de limpeza na sua higiene bucal. Inclusive, antes da gente começar o nosso giro de fofoca, as Dantas põe o QR Code aqui na tela para os vandes se interarem. Eu amo que a gente sempre fala, põe aqui na tela, mas não é aqui. Não é essa tela.
Essa tela aqui que vocês estão vendo, tá? Porque enquanto a gente... Enquanto as fofocas, os vandes ficam enterrados sobre Listerine. O que você acha? Sim, gente. Escaneia aí e já se preocupa. Nessa tela aqui. Vamos começar porque a fofoca, o Dia dos Namorados está chegando aí. O amor está no ar. O amor está no ar com um novo casal. Kendall Jenner está pegando o Jacob Elord. E eu estou passando. Eu fiquei sabendo isso hoje. Quentíssimo.
tava sabendo. A hora do bafo serve pra você e pra todo mundo que não tá sabendo. Eu conto pra vocês. Os dois foram vistos no Havaí, num resort lindo. Foram vistos tomando café. Eu odeio foram vistos. Cadê a foto?
foram vistos, mas tem foto na praia, né? Tomaram café juntos, compraram vinho no comércio local lá na Bahia e as fotos na praia dos dois, a Kendall já tá virando uma garrafa assim, ó, na boca. Ela tem muita energia esse jovem, com o vinho na mão, tomando direto no gargalo. Aí quando eu contei pra Missa tinha uma preocupação, né? O grande bapho pra mim aí está, a Kendall tá pegando agora o Jacob Elord, só que a Kylie, a irmã, ela namora com o Timothy Chalamet.
Só que o que aconteceu? O Jacob Elordi acabou de pegar um trabalho do Timothee. Que era do Timothee Chalamet. Que era o Timothee Chalamet, que ele era o garoto propaganda do Blo de Chanel. Que não é mais ele, agora é o Jacob. Então vai ser aquele climão. E esse é o amor de família. Será que os brothers se respeitam? A gente tem que saber o que acontece. Eu quero agora, no próximo Hora do Bafo, eu quero a devolutiva vanda. Será que a Kendall vira pra cá e fala assim, o meu boy é mais poderoso que o seu agora, né? É, o meu tá mais em alta. É, mas hoje eu não moro em um Bad Bunny. E você? Vai ser uma compensação.
Outra fofoca boa da Olivia Jean, não é? Diva, maravilhosa. Olivia Jean falou que o melhor show que ela fez na vida até agora foi no Brasil. Ah, não, o melhor show que ela viu. É verdade, é verdade. Ela ainda estava devendo um showzão pra gente, né? Ela vai vir aqui. Ela foi no show da Martinalha e falou que foi o melhor da vida dela, que inclusive inspirou ela a usar a percussão no próprio show dela. Sim.
A Olivia Dinha tem super ligação com o Brasil. Ela veio em 2023 já, ficou um tempo aqui. Foi em loja de vinis, falou que comprou vários vinis, que fotos dela são inspiradas na Gal. Depois ela voltou em 2024 e participou de um projeto de uma ONG ligada ao surf lá na Rocinha. Então ela já é brasileira. É uma garota brasileira. A gente quer show agora, porque a Olivia Dinha agora está bombando. A gente quer show dela.
Tem que voltar no auge. Vai vir a turnê dela aí, gente. E vai ser um escândalo essa turnê dela. Vai causar. Fofoca dada? Fofoca servida, mas eu quero saber, e a escovação? E esse fio dental? Tá em dia também, assim como estão as fofocas? E tá dando aquela fechada assim no final, Vanda? Aquela lacrada com o Listerino em cuidado total? Exato. Eu vou ficar muito chateado depois de tantas horas de hora do bafó.
Depois de tantas edições de Hora do Bafo aqui no Wanda, vocês ainda não terem percebido e colocado Listerine na sua rotina, porque isso é cinco vezes mais poder de limpeza. E ainda ajuda a prevenir cáries, manchas, tártura, uma gengiva super saudável. Olha, pra mim, é 10 de 10, é só vantagem. Tamo fechado com Listerine até o fim. Tamo fechado. Na próxima edição aí da Hora do Bafo, se vier, já sabem, né? Bora seguir com o Wanda e terminamos mais uma Hora do Bafo.
Vamos pra fazer nome na testa hoje? Vamos. A gente tem várias categorias que a gente pode decidir o que fazer, tá? Tem aqui, por exemplo, tem divas com mais de duas décadas de carreira. Ah, já acabou. Tem hoje em dia? Mas divas de cantoras ou tipo... Cantoras, divas. Divas. Você é pessoa que é do cinema também? Tipo o Meryl Streep? Vanessa Wolff. É porque tipo assim, divas... Eu vi até um vídeo das redes, acho que era o Instagram, falando assim, que hoje em dia já não se produzem mais divas. Será?
Hoje agora é só uma galera muito produto. Acho que não se produz divas hoje como era antigamente. Mas claro que tem diva hoje. Quem? A Charlie XX não é uma? A Taylor não é uma? Ah, mas essas são antigas. Essas são antigas? Não. A Charlie... Tem que ser dessa semana, Felipe. É. Você quer nova, tipo Sabrina Carpenter? É. É uma diva. Sabrina Carpenter. É uma diva. A Edson Ray já é diva? A Edson Ray é diva? É, acho que ela é diva. Ela é diva. Que divas são essas?
Não vou dizer minhas haters no final. Mas elas não são tão grandes quanto... É porque diva pra mim é tipo assim, tem a... Diana Ross, assim. Mariah Carey. É uma coisa meio saudosista, talvez. Mas é porque tipo assim, Whitney, Mariah, Diana Ross, é aquela que canta... Rolling!
Roland, Tinetana. Essa galera assim, diva, entendeu? Tá queimando toda a pauta, porque todas essas serviam pra mais de duas décadas de carreira. Não dá pra usar. Bianca de la Fancy. Duas décadas. A Bo fala que a última grande diva do pop é Ariana Grande. É, fala que a última. Eu acho que talvez sim. É porque eu tô pensando em diva que canta muito bem.
Ué, tá falando que a Ariana não canta? Ariana canta, por isso que ela foi a última. Depois da Ariana, quem canta tão bem quanto a Ariana hoje? Tate McRae. A Tate McRae. A Jéssica sempre. As Cats Eye cantam super. A Nicole Schreisinger. Ah, eu acho que talvez a última ter esse... A Sabrina Carpenter agora já é. Ela canta, ela canta, ela canta. Ela tá grandona. Ela canta, ela canta. Não, ela canta bem, só que é que tipo assim, eu não consigo associar com diva. Pra mim, a última diva... A diva tem que ter a pose. Tem que ter todo um mapa, assim.
quem foi a última diva pra você? Rodrigo apresentador Harry Styles a última diva pra mim, ai gente posso falar Gaga? Mas aí não sei, será? é, é a Gaga, a Gaga é uma diva a sua última grande diva foi ela imagina, ela é muito tem divas canceladas Adel, Adel é uma diva Adel é uma diva vamos fazer esse então, já que a gente tá com ela ou a gente já queimou todos os nomes
Porque tem divas dos anos 90. Ah, o que mais? Tem divas que chutariam pro gol certinho. O que foi que fez essa pauta?
Eu lembro da Diana Ross chutando na Copa de 94 Ai, nossa, Felipe Calma, calma, a Diana Ross era o ato de abertura Da Copa de 94 que era nos Estados Unidos E ela chutou pro gol pra fora Lembra da Mariah jogando uma bola de beisebol É, que ela joga a bola de beisebol Qual diva que chutaria um gol certo? Qual diva? É esse nome que a gente pode colocar aqui É uma Eu acho que a Billie Eilish
A Shakira que só aparece na Copa? Ixi, Shakira, com certeza. Mas a gente vai fazer nome na testa, a gente vai adivinhar todas as coisas. Já queimou duas que podiam estar na testa. Divas canceladas, vamos começar com essa coisa? Divas canceladas, vamos de polêmica. Nossa, eu vou esquecer, é muito difícil. Só quem é membro do country vai saber.
Divas canceladas. Aí eu tenho... E aí pode ser só da música? É, né? Acho que sim. Não, você escolhe, porque aí você pode dar pergunta. Eu sou da música? Eu sou da... Não. Entendeu? É? Pode ser. Mas aí eu coloco aqui. Aqui. E não pode colocar uma pra colocar na testa de alguém. Na testa de outra, gata. Tá. Tá.
Eu tô esperando todo mundo fazer, porque acho que vai ter uma repetida aí que todo mundo vai querer usar. Ah, eu sou muito burra, gente. Essa aqui ninguém vai usar. Mas tem nível de cancelamento também. É. É, pode ser um cancelamento em bobo que já não tá mais cancelada. Mas se alguma vez ela for cancelada... Tem um ajuste aqui, ó. Me dá a sua, senhor. Tem ajuste, tá? Pra ficar mais larguinho aqui, ó. Oi?
Então, eu fiz agora um procedimento. Assim tá certo? Assim tá certo? Isso. Isso aí. Nossa, eu amo. E eu amo a história do cancelamento. Aham. Aqui. Você não tem um bambolê? Eu amei. Ficou uma coisa meio Xena. Acho que tem que ser esse pra cima, né? Ah, é. Muito burra, gente. O meu também tava contrário. O meu também tava contrário. Tá só que no topo... Eu consegui encaixar direito isso aqui?
Acho que tá... Tá, não, peraí. Põe pra mesa aqui. Eu posso ver, né? Você pode ver, só o Samir que não pode. Calma. Tá, vem, volta. Senta, vou com essa bunda pra trás. Confiram aí se tem algum nome que tá repetido. Não. Não? Não? Normou? Começa aí, então, você. Começou perguntando? É.
Eu sou uma diva da música? É. Por que você titubeou? Porque não sei se é mais. Ela já fez coisa no cinema? Não. Ela abandonou a carreira de música?
Não necessariamente. Ela não é mais relevante hoje como era antes. Isso. Ela tem mais de 40. Nem sei se é antes. Tem um não que fala assim ou não. Mas a gente deixa meio livre. Mas é sim ou não. Você não sabe se ela é relevante... Não é como era antes não. Na época dela ela já não era muito relevante. É isso? Não era. É, sim. Não era, não era. Eu sou... Eu tenho mais de 40 hoje? Tem. Só Deus sabe. Tem. Tem, será já? Tem, tem. Você falou com toda certeza. Eu sou... Eu sou tibeta quase. Eu sou americana?
Não sei. É? Eu sou brasileira? Não, não, não. Eu sou britânica? Vê aí pra mim. Talvez seja. Pode ser. É inglesa. É inglesa, olha. Não sei, vai conferindo aí. Você tem 39 anos. Ó, olha aí, já tá. Esse ano já... Então no meu auge eu era novinha, né? É. É inglesa. Eu sou branca?
Não. É. Eu acho difícil. Depende da luz. É. Depende da luz. Depende da maquiagem. Depende da maquiagem. Não. É. É. É. É branca.
É que ela faz, acho que é a mesma coisa meio ariana. Ela é meio chique. De Adela Fluids. É, talvez. Muito chique, saudade. Race Fluids, acho que ela é meio Race Fluids. Eu fiz parte de uma girl group. Não. Eu canto muito bem? Não é conhecida porra. Mas vai ser o maior tributo. Eu faço popzinho? É, popzinho. Pop você tinha? Pop você tinha. É, era. Popzig. Popzig. Popzig. Popzig. Popzig. Popzig. Rafa Moya gosta. É.
Eu sou loira. Não. Sempre fui morena. Sim. Meu Deus do céu. Por que você coloca esse nome? Eu falei, gente. Eu fui cancelada e continuo cancelada?
Acho que sim, né? Eu acho que Deus entregou o tempo. É, eu acho que foi o tempo desse. Eu acho que, tipo, foi. Foi. Cancelou e ninguém mais ligou mesmo. E ficou por isso mesmo. Eu tive muitos hits. Não. Não. Não muitos. Talvez um ou dois. Eu sempre fui carreira solo. Sim. Puta que pariu.
Dá, vai uma super dica. Você e seu grande bapho... Ah, mas essa é uma dica muito forte. É. Mas aí vai matar. Eu acho que não vai. Se for o que eu tô achando, vai. Seu grande bapho aconteceu num reality show. E... Tá, é. Não foi tão como eu imaginava. Aí eu tenho que acertar agora? Não posso mais pedir dica? Não, pode pedir, pode... Eu... Eu...
Se é ligada à reality show. É. Britânica. Então ela fez X Factor. Foi. Eu só lembro... Eu não fui membro da Busquets Dolls, né? Não. Não. Mas poderia ter sido assim, ó. Se você jogasse lá num cantinho, ninguém ia perceber. Gente, eu não sei.
você... Você vai me dar outra super dica? É uma garota problemática. É, que mata. Oh! Você é matadora. Você é matadora. Tem alguma coisa que eu vou ver com a música que eu não tô lembrado. Tô fudido. Que eu...
Não sei. Eu não sou a Jessie J, né? Não. Mas você vai ver já? Você é Natalia Kills. Eu ia lembrar de Natalia Kills. Falei que era difícil essa. Mas o cancelamento dela foi... That girl is a problem. Girl is a problem. Qual que foi o cancelamento dela? O cancelamento dela foi que foi grossa com um participante do... Não sei se era X Factor, era X Factor? Esse de canto, né? Era desses, é. Pronto. Aí ela tava, ele e o namorado dela, o marido dela... Ela fez X Factor?
Apresento, foi jurada. Foi jurada. Foi jurada. Aham. Mas eu acho que não foi X-Factor, não. É uma coisa assim. Um desse, assim. Um desse, sabe? Um desse, essas coisas. Ela tava com o marido dela e tinha um participante que ele foi apresentar e tals. E aí ele tava com uma roupa parecida com a dele. Enfim, homem de terno, né?
E aí ele tava com uma roupa parecida com o marido dela. E aí ela foi terrível falando que tava, tipo, ela tava com nojo porque ele era um doppelganger, tava tentando ser o marido dela. Foi surto. Ah, eu lembro disso. E aí ninguém ligou e ela ficou. Então, mas aí teve um babado que assim, e aí deu toda uma polêmica, uma outra jurada discordou dela, foi toda uma babada, ela já saiu logo em seguida. E aí não existe mais Natalia Kills, ela mudou de nome.
Ah, ela tá com outro nome artístico? Tá com outro nome artístico. Nossa, já não era bom pra ela. E continuaram não se importando. Mas eu posso falar, as músicas são ótimas. Acho que ela lançou. Tem... Tem umas boas, eu lembro. Ela tinha umas boas. Tem, não sei o que, Wonderland, eu acho. Wonderland, tem Problem. E tipo assim, ela era uma coisa meio... No começo da Gaga, Just Dance. Sim, ela era doidinha e tal. Ela era tipo... Ela era tropopzinha. Eu adorava, gente. Eu lembro de ver o show dela, que ela abriu o show da Katy Perry aqui em São Paulo. Primeira vez.
Sério? Foi. E quanto foi isso? Uns 15, 20? Ah, sei lá. Isso foi 2012, por aí. 10. Sério? Caraca. Faz suas perguntas. Eu sou brasileira? Não. Eu sou americana? Sim. Branca? Não.
A Zélia Banks. Nossa! Fala sério? Você viu, né? Não, juro por Deus. Você já chutou sem mais nenhuma dica? Não, é porque, tipo, gente... Vixe, a ladrona. Ela roubou. É porque é muito clássico, Zélia, quase mais cancelada. A Zélia Banks. E uma que...
Não posso falar, mas assim. É a Zéria Banks? É. Acertou. Olha ela. Desgraçada. Ela que é ligada no seu jogo. Gente, é porque eu, assim, né? Hoje em dia eu não ouço mais. Mas eu gosto muito das músicas da Zéria Banks. Eu gosto muito. Porque assim, né? Tem toda a questão. São boas as músicas. Mas, por exemplo, o álbum dela é Heavy Metal and Reflective. Heavy Metal and Reflective, a música. É a música, mas esqueci o nome do álbum. Que era... Que era...
É isso mesmo, é um nome difícil, né menina? Mas esse álbum é muito bom, que eu acho que foi o último álbum que ela lançou, né? E aí eu escutei muito e tudo e tal, aí teve toda essa questão, mas ela era uma, por exemplo, ela, Natalia Kills, Robin, era tipo muito febre no Tumblr.
Elas eram muito febres Então eu escutava horrores Eu comecei a ser sia punk, si punkzona Na época dela fez a música Atlantis Ai ai ai ai ai ai É muito bom essa mixtape dela Ela é ótima Ela é podre, mas ela é ótima E ela deu sabonete clareador anal Pra uma menina pastora de 9 anos E vocês lembram que cagaram no show dela? Eu tava nesse show Eu tava nesse show, cagaram na pista Eu ia ficar perguntas assim, já cagaram na grade do meu show? Mas você não fez
Vai, a senhora agora. Eu fui cancelada recentemente. Recentemente, de alguns anos atrás. Poucos anos, poucos anos. Eu sou negra. Sim. Eu canto pop, popzão. Pop, pop. Pop R&B, né? É. Pop R&B? É, é um pop e R&B também. Eu não sou rapper. Não. Não. Um pop R&B. É.
Mas eu ainda consigo lançar hit? Não. Cancelada mesmo? Você lança, você lança. Não lança. Se é hit, tá no hito agora. Não, não tá hitando mais. Não tá hitando mais. Mas tá lançando. Ela lançou um disco recentemente? Sim. Só a Lizzle? Sim! Gente, elas tão afiadíssimas. Gente, mas essas são muito fáceis que vocês colocaram. Eu sei. Eu vou piorar no próximo, me aguardo. Vocês vão ver que isso é muito fácil.
Vai, você agora. Sou brasileira? Não. Americana? Sim, ó. Tá. Essa não é tão fácil? Não. Branca? Sim. Loura? Sim. Canto pop? Sim. Também. Nossa. Eu não tenho facilidade pra que lado. É. Eu sou mais velho, assim? Já tenho uns 40? Já.
É, Loura Canta Pop. Meu cancelamento tem a ver com alguma coisa que eu falei na internet? Não. Acho que não, necessariamente. Não. Ai, o que foi meu cancelamento? Gente, quem será? Essa é um pouco mais difícil. Dá uma dica aí pra você saber o caminho. Você começou numa banda de Scar.
Ai, eu ia de pro lado. Ai, meu Deus, Felipe! Porra! Eu ia falar, você é evangélica. Porra! Aí eu matava também. Tinha como. Nossa, eu sou a Gui Stefani!
O que eu falaria? O Filipão já foi assim. Você é atrasado com o Blake. É, nos olhos faltam assim. Seu nome começa com G e termina com WEN. É, não foi não. Usou um coca indígena no clipe. É. Não tinha outra super dica. É difícil ela. Ela foi cancelada porque ela foi um antivac. Ah, é, várias coisas. Não, e ela fez... Ela foi um antivac, nem sei. Uma publicidade... Do aplicativo. Do aplicativo. É, do aplicativo de cristão. Ela faz roda de oração agora. Ela faz live. Gente. Aplicativo de bíblia lá e tal e coisas.
Café com a tua mãe, né? Café com a tua mãe. Tem Divas do BR, também dá pra gente fazer. Eu gosto. Tem também Mundinho Gay, aí você pensa qualquer coisa do Mundinho Gay pra ir na festa. Funilaria. Ou então Sabor de Gay, que é aquilo direto, não sabe? Então pensa pessoas que são sabores. Gays que aproveitam do Pink Money. Qual que vocês preferem fazer?
Quer dizer, é hétero que aproveita do Pink Money. Não sei o que vocês preferem, diva brasileira? Ou... Vamos fazer divas BR e a gente termina a rodada com o mundinho gay? Pode ser. Fechou. Um papel. Eu tô economizando porque a gente só tem isso aqui. A gente tá mudando. Mas divas BR canceladas não, normal agora. Não, agora é normal. Vocês estão mudando? A gente tá se mudando lá pro centro agora. Semana que vem. No papel das gays. Ai, por isso que... Esse colchão vai estar sendo leiloado. Sabe por que dormir aqui, gente? Olha o colchão encardido. Tá jamendo. É.
É pra gente lembrar do começo da... Beijo, saudade da Jamile nunca mais vinha. Onde a Jamile dormia quando ela trabalhava no Pobre. Jamile, um super beijo. Divas BF. Pode ser de qualquer era, né? Pode. Necessariamente cantora? Não sei, você tá fazendo cantora? Pode ser de qualquer uma.
Nossa, eu vou... Diva B.A. Gente, a Lopra. Vamos fazer umas difíceis, vai. A Lopra. A Lopra. Mas assim, que seja de 40 anos pra cá. Não é coisa de 1920, não. É, pelo amor de Deus. Ai, meu Deus. Arrasou. Vamos começar com quem? Eu começo, então. Então vai. Sou cantora? Não.
Atriz. Não. Ai, já tô sentindo a balançada. Você falou pra Lopra? É, isso aí. Influencer. Personalidade da mídia. Bom, na época dela, ela era uma influência. Ela era o momento. Você é mais velha?
Muito? Mas eu me contradiz. Mas assim, ela que deu a idade de não ser velha, mas essa daí já morreu faz tempo. Me contradiz, eu tô assim. Sou loura? Não. Falo palavrão, né? Não. Provavelmente. Tá, então eu tenho mais de... Ah, já morri. Já. E eu era, na minha época, uma grande personalidade.
Sim, acredito que sim. Nossa, mas é tanto tempo assim. É atemporal. É atemporal. Eu sou da realeza? Dependendo. Eu vi de Portugal, minha família veio de Portugal. Não é uma realeza de lá, mas é uma outra realeza. Outra realeza. Mas é uma revolucionária.
Meu Deus. Ícone. Brasileira. Eu só não sou brasileira. Coitado. Ai. É difícil. Tem fotos minhas, né? As pessoas sabem a minha cara. Sim. Estilografura. Então eu tô pensando nesse caminho, assim. Eu era loura? Não. Eu era negra? Não. Morena.
Eu sou uma pessoa real. Sim. Ou um personagem assim, né? Você é aquela do... Enfim. Sou revolucionária. Sim. É babado. Dá uma dica.
Vai você na dica então Nossa, uma dica Você sempre andou Mas essa também Diz que ela é nordestina que já vai Ah, eu ia falar que você sempre andou Você é nordestina Tá Eu tive um marido famoso Sim, senhora Tem gente que tem sangue De marido bonito
Você ia dar a dica da Juliette. Amigo, ia dar a dica que você está olhando em bando. Mas aí eu falei, gente... Vai você, então. Eu? É. Ai, meu Deus. Eu estou viva? Não. Não? Não me diga isso. Não me diga isso. Leila Lopes. Ah, é aí? Podia ser. Eu sou cantora? Sim. Sim.
Eu sou brasileiro Eu sou do Sudeste? Sim Eu não sei também Então vai Não é famosa por ser do Sudeste então Não, por isso não Eu sou escandalosa? Sim, escandalizou Fala o palavrão
Talvez falasse Mas assim Não é assim uma coisa desse Gonçalves Não Eu sou branca? Não Ai que choque
Só um corte assim, né? Eu sou branca? Não, só esse cortezinho. Como assim? Vanda diz que vence Rebeca. Eu sou branca? Não. A Jordana, a nossa Jordana Drag. Eu tenho filhos? Eu não sei. Tem? Acho que não, hein? Mas isso não importa muito não, pra você descobrir. Vê aí, Museu Achada. Não é Elis Regina. A Virgínia saberia quem eu sou?
Não. Não, acho que não. Cinelo. Então eu também não vou saber. Sim, ela tem muitos filhos. Tem muitos filhos. Tem muitos filhos, aproximadamente. É uma cantora. O Brasil inteiro é filha. Não é branca. Ela não é branca. Negra. Cantora. Já tive música em tema de novela? Já.
Já? Deve ter, né? Porque são tantos hits. Sim. Ah, eu quero uma dica, gente. Hitmaker. Ah, eu não sei como é que eu vou dar essa dica. Quem fez, dá a dica. É, eu tô pensando pra como não ser fácil. Eu ia falar que ia ser muito fácil. Sem citar hits, porque aí fica muito... Nossa, mas quando falaram pra... Você cantava samba, jazz, rock, pop, balada, tudo. É, você cantou... Mais conhecida pelo samba. Foi uma grande dica.
Mais conhecida pelo samba Ai, ela tá viva Eu ia falar o Sione Mais conhecida pelo samba Ah, no começo sim No começo sim Sua carne É o do Soares
Amém! Ele não aguenta, né? Conseguiu, era pra ajudar os convidados. Eu sou virgem aqui. Eu sou virgem. Chegou agora em São Paulo. Reparação histórica, porque estragaram o que ela fez pra mim. Tira o seu Maria Bonita que me confunde. Agora eu? Vai. Eu tô viva? Não, nos nossos corações. Tá, eu sou branca? Sim.
É a Ébica Mago? Bicha! Você tá vendo onde? O que que tá acontecendo? Onde ela tá vendo? Como é que ela tá roubando? Como é que ela tá vendo? Não é possível isso, gente. Ela tá vendo. Gente, mas é porque são divas muito clasas. Meu óculos tá refletindo? Não, juro que não. Minha pele tá muito oleosa. Ela tá de costas pra mim. Nem eu consigo ler o meu olho. Não tem como. Gente, eu sou branca. É a Ébica Mago. Se vem aqui pra roubar, você não precisa vir mais. Muito fácil. Ébica Mago, a minha madrinha.
Não tem como, bicho. Ah, eu sou negra? Sim, as ilhas Banks. Eu sou branca? Aí fica amarro. Mas é que assim, é como eu falo... A gente vai descobrir como ela tá roubando. Quem colocou esse que foi o Felipe, não foi? Foi eu, Fio. Foi você? Essa aqui também é branca. Eu sou branca. É branca. Eu sou loira. Sim. Loira? Loira.
Eu sou branca, eu sou loira, eu sou da música? Também. Eu sou apresentadora também? Também. Eu...
Namoro o Luciano Huck? Não. Nossa, mas... Eu namorei o Pelé? Não. Não. Eu já namorei o Senna? Não. Ela não cantou a vangaristeu, né? Não. Se forçar, cantou. Eu tenho uma música famosa pelos meus dedinhos? Não. Eu não fiz nada pra criança. Fez.
Eu sou loira, eu não sou a Angélica, eu não sou a Eliana, eu não sou a Xuxa e fiz coisa pra criança. Só fez, né? Fez, fez, fez. Era um programa infantil na Globo pra criança? Se ela fez programa, programa? Não.
Programa, programa. Um programa. Ela fez outros programas. Outros programas. Mas é um hit entre as crianças. É. Não, ela... É que eu não vou falar. E tem uma outra coisa de criança também. É, tem uma coisa de criança. Tem uma coisa de criança dela, que criança gostava muito na época. Eu sou muito burro. Ah, tá. Eu era da Globo? Não. Não. Você não era...
Não, na Ataclobo não. Mas apareceu. Apareceu. Eu fiz um programa na televisão. Fez. É... Eu sou nova? Eu tenho mais de 30 hoje? Tem. Tem mais de 30. Eu tenho mais de 40? Sim. Possível. É capaz. Tem, tem. Tem, tem. É capaz. É. Já não é a Hebe Camargo. Porque já foi, Té. Até porque já foi. Me dá uma super dica. É... Vamos ver qual.
Ah, eu tenho uma dica. Talvez seja, não sei se é super. Você já fez filme. É um clássico. Um clássico. É assim com... Eu sou loira. É loira, é louríssima. É tipo assim, ainda estou aqui, agente secreto e seu filme. Eu já dancei num grupo de axé? Já! Eu apresentei o Fantasia no SBT? Sim! Eu sou a Carlinha Pérez! Baraná, baraná!
É a Cinderela do sertão, é do norte? Cinderela baiana. A Cinderela baiana. Cinderela baiana. E vocês tinham a botinha, a botinha da Carla Pérez, era tudo. Era tudo. Ela que fala da capital da Bahia. O quê? Capital da Bahia? Eu não sou de Salvador, gente. Salvador não é capital da Bahia, não. Salvador é o Estado. Eu sei do que eu tô falando, eu sou de Salvador.
São de Salvador. Mundinho gay agora, hein? Qualquer coisa do mundinho gay. Menos pessoas, né? Tá. Menos pessoas, se a gente já foi de pessoas. Mas pode ser título, essas coisas? Qualquer coisa. Qualquer coisa, a gente vai ter que lutar pra saber. Olha aqui, ó. O meu tá certo, né? Tá. Tá.
Gente, eu não vou acertar nunca. Mas não vai. Eu não sei se é ir. Mas se ela acertar o certo, já vai. Tu vai ser chique. Você falou que chegou agora. Você falou que chegou agora. É que eu não sei se eu escrevi certo. Mas eu tenho no Twitter. É. Ah, então no Twitter. É. Ela deve ter comentado. Tá, vai. Começa que você vai. Vamos matar o seu de uma vez. Eu sou um movimento.
Dá pra dizer que sim, né? Dá pra ver que sim. Dá pra ver que sim. Não deixa de ser. Não deixa de ser o movimento. É. Puta, que... Pode falar palavrão. Pode falar palavrão, tá liberado. Pode? Pode. Desmuletizou. Eu sou arriscada. Ai, gente, desculpa. O celular do Filipão tocando agora. Acabou de ser convidado pro movimento. Arriscada? Arriscada? Sim. Eu sou arriscada. Sim. Eu sou arriscada.
Você traz uma adrenalina. Eu trago uma adrenalina? Sim. Eu sou algo que cheira? Provavelmente. Provavelmente, em certos momentos. Não complica. É que eu tô indo pro poppers. Não, mas usam. Não é, mas... Tá envolvido. Tá envolvido é para sexo? Sim. Sim, é.
Uma dica. Nossa. Você escreveu? Nossa, eu ia falar... Natureza.
É, você é uma coisa, assim... É o contato das gays com a natureza. É um ponto de pegação forte em São Paulo. Ela vai saber. Ela já contou. É o parque do Birapuera? Sim! Ela também não é. Meu Deus do céu. Ela não tava de baixo na pedra. Eu fui no Birapuera, gente. Porra!
O povo conversa. O Bananal do Ibirapuera. O Bananal do Ibirapuera. Eu não sei se é Bananal. É Bananal. É Bacanal. Não! É Bananal, né? É ou não é Dan? Bananal? Fala com prioridade. Fala Bananal? Aquilo é banana?
É bambuzal Bambuzal Aquilo é bambu É, eu não sei, nunca fui uma bananeira Não é aqui daquele jeito Eu pensei que era bananal porque várias bananas Também pode ser Mas pra minha defesa Eu nunca nem fui no Ibirapuera ainda É bananal? É bananal Eu comecei a correr de noite no Ibirapuera Pra quê? Bastava fazer um stories Correndo, já sei o que você vai fazer aí É Ok Ok
Se falou de gays e falou de birapuera, já sabe. Vai, quem vai? Eu agora. Tá. Eu sou uma coisa? Um objeto? Não. Eu sou um movimento... Sim. Sim. Eu sou um movimento recente, gay? Não. Não deve ser recente. Imagina. Não deve ser recente. Eu faço parte da história LGBTQIA+. Faz. Faz. Acredito que sim. É.
É um movimento que nasceu no Brasil? Não. Nos Estados Unidos? Não necessariamente. Onde tem gay? Eu acho que é uma coisa que... Nem toda gay. É evolução natural. Ou regressão. Ou regressão. Ou regressão. Eu não sei de ver. Ou regressão. Eu acho que gays ao mundo todo foi acontecendo. E elas foram... Regresso? Ou progresso?
Depende do ponto de vista. Depende do seu ponto de vista. Depende do seu... Pro Felipe, eu acho que... Olha a dica, calma. Eu acho que esse é regresso. É um regresso. Você acha que eu vou julgar um movimento gay, sabe? Sim, vai. Tem a ver com suruba ou pegação, assim? Também. Tem lá. Tem lá. Também. Tem lá. Tem a ver com banheiros? Também. Ah, tem, né? Também. Também. Começa...
É um nome em inglês na minha testa? É uma variação. É uma variação. É uma brasileirada do inglês. Entendi. Tá, tá. Se assentar agora... Fala que você já sabe já. Já sabe. Mas não tem em português. Ah, não sei. O que é isso? Bolo de maracujá? O que é isso na minha testa? Eu nunca ouvi falar. Nossa. Eu não sei o que é não. Uma super dica. Tá, é...
Porque se tivesse a ver com banheiro, vocês falaram que sim. Mas também é... Também, mas porque tem lá. A palavra é derivada de banheiro? Não, não é banheirão. É... É uma casa de banho? Não. Não. É um movimento. É um movimento. É um movimento. É um título. É. Dá uma super dica. Você faz na VHS.
Gente, revelações aqui bombásticas. Ai, não podia contar. Eu faço na VHS? Várias vezes. Você sempre fala assim, você manda DM esse de madrugada, eu falo assim, acabei de fazer. Ai, encontrei, tava assim. Mas agora não mais, porque você namora. Mas pode ser que faz namorando também. Não se sabe. É, não sei, não vou julgar. Não se sabe, não se sabe. O que eu faço na VHS é ir embora. Eu acho que o Brian vai ficar com vergonha de contar aqui na frente da gente, se vocês...
Tá, só consigo pensar em banheirão. Não sei o que é. O que é?
Pigzona! Pigzona! Também acontece o Moeira, mas pode acontecer aqui no Vantas. É, é. Aqui desse aqui, ó. E namorando também. Pigzona não é um movimento. É um movimento. É um movimento. É um movimento. Não é meio um movimento. É. É um movimento. Tem as pigs, as pigs estão aí pra todas. Uma tribo. É uma tribo. É uma tribo. Uma tribo. É... Eu sou movimento também? Não. Não. Eu sou um lugar? Não. Vixe, eu sou uma pessoa? Não. Não.
Eu sou um verbo? Não. Eu sou um acontecimento? Não. Meu Deus, o que será que eu sou agora? Sou um objeto? Sim. Ah, tá. Sou objeto? Sou fálico? Não.
Não. Sou de borracha? Não. Não. Sou objeto. Gays gostam? Sim. Gostam. Elas inserem nelas mesmas? Isso não. Não. Não. Mas já vi uma história de uma gay. Mas que barbarizou com isso. Já vi uma história. Tá, eu sou objeto.
As gays me usam não porque eu sou usado, não. Sim, sim. Eu sou feito pra uma coisa e as gays usam pra outra. Sim, sim. Hã? É, te conto depois. Tell me why. Eu pensei que sempre era a finalidade. Não. Eu também. Eu sou de cheirar, não, né? Não. Sim.
Cheirar? Mas você não pegou o objeto para cheirar. Tem gente que vê isso na internet. Esse não serve pra isso. É. As pessoas fazem outras coisas. Fazem. Cheirar. Cheirão pigzonas, cheirão tudo, mas... As gays me usam em balada? Sim. Eu sou uma droga? Não. Não. Vixi.
Eu sou um acessório? Sim. Ah, não. Tô na moda agora. Sempre esteve. Sempre esteve? Não, então não faço vrá, não. Meu Deus. Você arrasa, amor. Eu arraso. Dá uma dica. Tá bem normalizada já. É uma vestimenta.
Ai, gente, essa dica é de vocês. É de couro. Tem gente que usa na academia. Ela deu outra super dica. Tá muito fácil. Caramba, eu sou uma vestimenta. Nossa. Você já usou provavelmente. Ou não.
Vixe, tá, peraí, já são acessórios, já são pessoas na academia. De gay, também tá na balada. Não é harness, não é.
Não sei, dá outra... Não sei. Não, vai ser pra cá ir pra trás. Tá, eu sou... Não consigo nem pensar. Moleque, não. Não, Jockstrand. Jockstrand. Já usou? Claro, então. Falei. Agora, esse na sua testa eu não sei, não. O quê? Eu não sei se você é uma coisa gay. Ah.
O que você acha? Só de gay? A Samira vai ter problema. Vai ter problema. Ah, ela não acerta com duas? É. Vamos ver. Você arrasou. Você arrasou. Você arrasou. Você arrasou. Você arrasou. Você arrasou. Você arrasou com duas? Quero ver. Você arrasou. Olha o de gay. E a gente tá olhando pra cá já, ó. É. É algum código ali que dá pra ele. Vê se tem algum espelho. Vê se o Dantas tá falando pra ela via SMS, porque elas são muito amigas. É. Tá perguntando o WhatsApp pra ela. Meu Deus. Camisinha?
Nossa, ela já chutando assim Ah, é verdade, ela tem que perguntar Ela já chutando de primeira no seco Desculpa, é que essas brincadeiras são muito antigas Eu amo a gente A gente fala assim, não sei se é de gay Camisinha É que não é só de gay Porque não é só de gay Mas eu sou uma pessoa Um objeto Estou relacionado ao sexo Não Não necessariamente
Eu sou... Vendido em sex shop?
Não. Posso ser que encontro. Talvez não. Talvez não, né? Talvez não, né? Talvez pode ter. Você não vai na check shop comprar. Mas não é um lugar que você precisa ir pra comprar, não. Eu sou uma lingerie. Não. Quase. Quase. Ó, ela já indo pro caminho. É uma médio dica. Que inteligente. É a guia. As cabeças deste tamanho, meu amor. É, então. Por isso que desceu. É o cérebro. É porque lingerie dá pra comprar no check shop, mas não necessariamente. Exatamente. Então, é... Eu sou de vestir? Sim. Tá.
Eu sou uma peça grande? Não. Não. De gay? Não. Não, é uma calcinha? Não. Então, é porque... Praia. A lingerie... Na praia. Na praia. Não é sunga, é?
Sunga branca. Não, não é só isso. Tá meio acertado. Sunga branca. Sunga branca. Que dá vadiga do alemão. O alemão lá fica usando, as gays ficam usando sunga branca na praia. Usando sunga branca. Sunga branca. Gente, essa foi eu não imaginava. Mas é que eu tava pensando que era alguma coisa tipo de sex shop plug anal. Também pensei que fosse a minha, mas não foi. É isso, galera. Viva os gays. Uhul. Viva a comunidade.
Vamos fazer Lótus, então? Vamos. É uma parte do programa que a gente critica. Eu tenho um Lótus bem simples, bem objetivo, que é uma coisa que eu odeio. Em São Paulo você já deve ter visto isso nos bares, lugares. Aquela cadeira de madeira escrota que tem umas...
Ah, aquela bem dura. Aquela dura, aquela que você abre assim... Bota as costas, fica um negócio assim furando as costas. Tem 10 madeirinhas, um buraco gigante, 5 madeirinhas nas costas. É horrível aquilo. Aquilo é ruim de sentar. E eu que sou grande, então, a cadeira de plástico, aquela do Bad Bunny, já dá medo. Essa mais ainda.
Mas eu acho que é uma coisa da idade, sabia? Quando eu era mais novo, eu não ligava pra isso. Hoje em dia também eu fico meia hora nessa cadeira, eu já fico assim, ai meu Deus do céu. Sabe qual que eu tô falando? Não, qual que é essa cadeira? Cadeira de madeira horrorosa que tem... Ah, bem de barzinho, não. Aquela que é bem de barzinho assim, que dobra assim, ó. Vê aí. Essa daqui mesmo.
É, essa cadeira de barzinho, assim. Ah, tá. Eu tenho um banco em casa parecido, mas é que ele fecha várias coisinhas, ele abre várias coisinhas. Que coisa horrorosa. Mas ela é boa pra fazer drenagem. Mas ela é ruim. Sabe por que que ela é ruim, ó? Sabe por que que ela é ruim, amiga? Pra celulite é ótimo. Ô, meu amor. Porque dependendo da sua bunda, se você tiver uma bunda mais mirradinha, aquele cozinho mais seco, você sente que o osso tá encostando na cadeira. É isso. Na cadeira da madeira. Você sente, sabe? É péssimo, porque acho que o osso vai enterrando assim, sei lá.
Não é confortável. É ruim pra todas as idades. Ninguém merece uma cadeira dessa. Eu não gosto, tá bem. Eu já repeti, eu falei, eu não vou sentar nessa cadeira, não. Eu não sento. Alô, garçom, tem outra cadeira? Eu não posso sentar nessa cadeira. Me chamaram pra um evento, eu falei assim, desculpa, eu não vou sentar nessa cadeira. Um evento? Mas assim, pra ficar assistindo? Sentado a coisa? Ah, não. Gente, desculpa, eu fui educado, eu não fui exa-diva tanto assim, não. Mas eu falei, não tem como trocar essa cadeira, não.
de sério? esse evento de marca? ah não, mas aí podia colocar uma cadeirinha melhor aquela pretinha básica que tinha o coxinho estofado mais de boa, de escritório já foi no evento que a minha mesa
Foi trocada pra sentar numa famosa. Eu fui tirado dessa mesa pra uma famosa sentar porque ela chegou com um monte de convidado que não podia. Então eu tive que dar o meu lugar que eu ia sentar junto com ela pra abrigar toda a entorragem que ela trouxe. Todo o grupo dela. Então eu jogava lá pra trás e ainda pra sentar nessa cadeira. Desculpa. Não vai rolar a vida. Não vai rolar.
Esse é o meu lote. Cadeiras de madeira. Cadeira dobrava o retrato de madeira barra restaurante e jardim. Tá aqui, ó. Bem longo. Vocês vão achar no Google. Sabe o que eu ia falar? Eu ia falar que São Paulo tá com... Não sei se de agora, mas São Paulo tem uma mania de vender a sensação do simples, né? Sim, amiga. Então, tipo assim, as pessoas que vêm pra São Paulo, elas vêm pra...
ganhar grana, aquela coisa, mas uma grande parte das pessoas vem de lugares mais simples. Por exemplo, eu vim da favela do Plástico. Só o que tinha era essa cadeira, inclusive dentro de casa. Então, tipo assim, só que aqui em São Paulo vende-se a sensação do simples. A gente não liga pro luxo. Aí você vai nesse restaurante, um drink é 50 reais.
É a culpa de quem ganha dinheiro, né? Tem um barzinho ali em Pinheiros que parece um botecão fuleiro e a sensação é que não tem lugar pra sentar. É só umas mesinhas bem pequenininhas pra encostar. Aquela coisa vem de desconforto como sendo... Ai, eu não ligo, galera. A gente veio pra tomar uma breja. A gente não liga. Só que custa muito caro.
tudo. A gente caiu numa dessas. Lá em Genópolis, que era pra ser várias cadeirinhas de praia. Então, já ia falar o que você acha. Na calçada. E o menu super gostoso. Quando você lê, os pratos devem ser bons. Vamos nesse lugar. Lá dentro não tinha cadeirinha de praia. Mas era assim. É menor que essa sala o lugar. E a cozinha é uma mulher no caixa e outra na cozinha e só.
e aí você senta lá bem apertadinho, cadeirinha pequenininha e aí ela olha, a gente é aqui assim você paga o seu prato você vem pegar quando estiver pronto você traz de volta quando estiver comendo é praticamente comer na casa da pessoa você vem e você cozinha nossa, eu tenho pavor gente, a gente fica lá cozinhando morrendo de fome morrendo de fome, aquela carne demorando não sei ver o ponto o osso buco com agora E aí
com purê de não sei o que, desse tamanhinho, num prato gigante. 80 reais. Uma cadeira de praia. E adora dar um minuto de maminha. Com afeto, é cozinha afetiva. Gente, uma coisa que eu tenho estranhado bastante em São Paulo, é que tudo é muito minimalista aqui. Principalmente ali na República. Aí tem apenas uma placa branca. Tem muito dotado lá na República? Tem muito dot.
Você não tá na PP? Eu tô na PP. Você falou minimalista, tem que ter? Não, minimalista, tô de outra coisa, mulher. Para, Camilo. Cheguei agora. Gente, em São Paulo, o que vê é todo mundo aqui é adotado. Gay todo gay é adotado em São Paulo. Minha boca enche d'água.
É tudo harmonização, é tudo harmonizam. Aí padaria, vendemos pães. Aí chega lá, é tudo muito minimalista. E outra coisa também é, a gente é muito diferente de Salvador. A gente chega no restaurante, a gente pede, você quer uma coca? A coca vem antes da comida.
Pra quando chegar a comida, já não tem mais coca. Você tá com essa frescura igual o Rio agora, né? Por quê? Por que tem que ir junto? Por que não pode vir a bebida? Pra ter que pedir outra coca quando chegar a comida? Esse é o truque, esse é o truque. Ah, pra cima de mim, amor. Que aí você tem que comprar duas cocas. Fico nervosa. Aí vem, falei, moço, eu queria que viesse junto com a comida. Aqui tem que falar, você tem que falar. Eu quero que venha junto com a comida. Mas às vezes você fala e vem igual.
e vem com a polvo, não ouve é o truque mas é igual, você vai em padaria e tem aquela canequinha de esmalte de ferro 15kg lá em Minas, é 5 reais e aqui você vai comprar 70 reais, porque é canequinha de vó
Ah, você vai falar do drink? Não, tipo, da caneca, mas assim, sei lá, que você vai comprar, sabe? Ah, comprar as coisinhas. Aqui em São Paulo, o sítio diz que é tudo muito performático. É. Muito performático. Então, por exemplo, a galera que muitas vezes vai nesse bairro e reclamava que lá no interior onde nasceu só tinha barra e quenguela. Isso. Só tinha barra e não presta. Aí quando chega aqui, como é na Higienópolis, é uma cadeira quebrada com alguns piscantes. Ai, meu Deus, vamos botar aqui no estante. Claro, funilaria é isso, né?
Então, tipo assim, ah, mas tem um conceito. Tem um conceito. Buraco. Buraco. Um barzinho com cadeira de praia é conceito. É um conceito. Então, tudo é um conceito. Eu, particularmente, eu tô num rolê muito assim de conhecer sempre novos bares e ter amelite favorito. Qual era o barzinho que você falou na gravação? O barzinho, eu fazia aqui um jabá, porque jabá que fala, né?
Porque foi incrível. É o... Na Zona Norte, Boteco, Sombrinha. Nossa. Comida boa, bebida boa. Sem muito... É com creche. Chega logo, é um... Vai, é um babado. Vai ou não? É um arroz birubico, bastante comida, linguiça. E barato. O drink bom. Assim, os drinks são na faixa... Comparados com o daqui, né? É, comparados. Os drinks são na faixa de 30 reais, 35 reais. E aqui já tá nos 50 reais. Então, eu acho bom. E eu gosto muito do...
Da vibe de que, além de ser muito bonitinho lá dentro, tem uma vibe muito... Sem muita coisa, assim. Você lê o cardápio e fala isso com isso com isso. Pronto. Tá. Porque aqui é uma caipirinha, mas é com vermute, da mousse de pera, que vem da Islândia. Não sei o que. É a calabresa com cebola. É a calabresa com cebola, caralho. É.
Aí às vezes eu fico preguiça, eu vejo o drink e tem sete ingredientes. Aí quando você chega é uma caipirinha. Aí são 13 drinks bons, você não consegue decidir o qual você quer. Então, mas eu nunca entendo muito. Porque eles colocam vários. Uma amiga minha chefe, desculpa, uma amiga minha chefe falou que pra você saber se o restaurante é bom, é quando o menu é pequeno. Claro. Não dá muita escolha. Aquela Bíblia com várias coisas. Então, quando vou escolher drink, tem lá. Eu sempre vou pela...
Pelo álcool. Ah, é gin? Ou é cachaça? Ou não sei o que? Porque às vezes tem o bitter de laranja, tem o não sei o que. Eu não sei exatamente que gosto que vai ser. Sabe? Essa mistura. Eu vou saber os pontos-chave. Ah, eu sei que tem suco de abacaxi. Então deve ter gosto de abacaxi.
Eu não sei ver... Primeiro ingrediente é o que conta. É, eu tento ver qual que é o ingrediente mais forte ali que vai ter. O que mais tem lotes? Eu tenho. O meu tem a ver com o que a Samira já falou agora, que é esse instante do Instagram. Nossa! Muita coisa, né? É muito. Gente, posso fazer aquela chata que tá ficando velha e terapêutica? Gente, pra que o pessoal quer se mostrar tanto, gente?
Não, e autoestima de botar 16 instantes. Gente, tipo assim, sabe? Às vezes eu fico pensando, eu sempre falo pro pessoal, eu sou uma péssima influenciadora, porque, tipo assim, na verdade, quando eu vim pra internet, termina o seu loto.
Quando eu comecei a ler uns 10, 11 anos atrás, fazer live e tal, a gente tinha muito uma vontade de criar uma arte, criar uma estética, trazer uma coisa, para agregar alguma coisa. Hoje em dia não, hoje em dia é tipo, se eu fiz de novo, viraliza porque você não faz isso. Comece postando isso. Em três segundos, postando... Gente, não tem mais nada a ver com arte. Não tem mais nada a ver com arte. Você não sabia? Massa, recado.
E toda semana uma aula nova de como engajar Sete câmeras Sete ângulos que eu filmei em 60 segundos Aí com o tripé sem correntes Eu entendo que algumas coisas Às vezes é pra ajudar a galera Mas assim, você está perdendo muito esse negócio De arte, de criar De desenvolver uma coisa bacana Chamar uma comunidade Ou de ter a sua personalidade no que você faz Eu falei com o Samir Um monte de texto chat é PT
De texto eu entendo A pessoa tá falando de um jeito que não é uma pessoa falando É um robô escrevendo Então E nunca é muito interessante Porque é o chat GPT que tá fazendo É sempre chovendo no molhado É sempre umas coisas que, olha, isso aqui é interessante Você sabia da história do não sei o que? Aí ela quando falou, chat GPT Eu vejo chat GPT falando em várias coisas E a gente não sabe mais quem cria
Tem aquele vídeo de, sei lá, a moça vai ali naquele lixo, você quer uma manicura de graça, pega não sei o que. A gente tem 56 milhões de vídeos sobre isso. Aí tem aquele também do ladrão que chega pra roubar a mulher e ela solta uma bruma e vira uma drag queen. A gente não sabe mais quem que é isso. E antigamente se eu fazia um vídeo falando de cinema, eu sabia de cinema. Sim. Hoje em dia você não precisa mais. O Dante dizia, olha essa garota aqui é ótima, vamos falar com ele, talvez ele no papel próprio. Não dá pra saber se ele sabe mesmo.
Se tirar o chat de EPT, ele sabe falar alguma coisa de cinema? É coisa que ele sabe. Então você não dá mais pra saber a especialidade de ninguém. Eu posso começar a querer ser um influencer de moda, coisa que eu não entendo nada. Pouco, entendo pouco. E eu posso enganar um monte de gente. Sim, fácil. E o rolê do Stunts pra mim, né, que eu tava falando, é que, tipo assim, hoje em dia a gente aparece o tempo inteiro. Tipo assim, foto no Stunts, é foto no Reels, é foto no Feed, é foto no Stories, é foto no TikTok. Eu quero saber uma foto que eu vou tirar quando não... Chega de ver a cara de vocês.
Eu quero saber como eu não vou aparecer numa foto, porque não dá pra ver, né? Você faz, pum, um instante, você tira, você não sabe como você tá publicando. Ah, eu não postei. Eu não quero saber num conteúdo meu que não sei. Ah, você não revisa antes. Você não revisa antes. Você não edita antes. Ah, posto foi. Você não sabe se tá bom. Você, pum, e manda aquilo lá. Não.
Pra mim é só mais uma ferramenta pra prender as pessoas no Instagram. Somente. Porque pra mim não faz nem sentido. Às vezes eu tô lá e posto a foda o meu gato, às vezes eu mesmo fico pensando, quem diabo quer saber desse gato? Esse gato é meu, só quem sabe quer saber desse gato sou eu. Ah, eu tô nessa energia também. Ah, eu tô nessa energia. Tipo assim, de eu tô ficando tão velha, tão cacura, assim. Sei lá, eu tô indo pra um lugar muito de tipo assim, por exemplo, agora eu me voltei mais pra música, né?
E aí eu vou lançar um EP agora em breve, tô trabalhando nisso. E aí eu percebi que eu passo horas e horas, e aí vi um vídeo de uma menina que falou que é muito verdade, eu passo horas e horas vendo a vida dos outros, de gente que eu nem conheço, fica rolando feed de pessoas que estão lá não sei aonde, fazendo não sei o que, não sei o que, e é tipo assim, quando você vê, passou duas, três horas.
E tipo assim, cara, pega essas três horas e vamos fazer uma coisa prática. Então, por exemplo, vou começar a fazer aula de piano. Vou comprar uma bicicleta e vou andar na rua de bicicleta, assim, sabe? Tipo, eu sei que parece aquela coisa aí, desacelera, desliga. Mas é porque tá muito assim, sabe? Fecha, desliga a TV e valeu um livro. É, sabe? Ultimamente, assim, com terapia também, entre outras coisas. Tipo, às vezes eu fico me perguntando...
Eu tô aqui só pelo dinheiro, é só pelo trabalho. Então quando eu comecei a fazer arte, eu terminei aqui, sabe? Então não tem nada de revolucionário. Eu só fui na maré. É porque isso hoje em dia é o máximo que a pessoa fica presa. O estante, como ele é só aquele negócio assim, ó. Você consegue ficar ali três horas só fazendo assim, ó. E isso não vai ver de todo mundo.
Você não vai ver. É igual Stories, você não consegue ver de todo mundo mais. Esse era um, e o outro Lotus é pro stylist da Robin, que pelo amor de Deus, gente, nossa senhora. Ele tá errando agora porque ele sempre acertou, não? Nossa, tá ruim demais. Não sei se é ela, não sei se alguém tá com ela, mas você viu como é que ela tava no show do Harry Styles? Eu vi. Só de calcinha, assim, com uns babados do lado. Sim, uma coisa bem a Olivia Rodrigo. Nossa, tá ruim de Edson. É, tipo Olivia Rodrigo. Ai, meu Deus.
Aquele clipe Não, vou falar a verdade Aquele clipe dela correndo no palácio Ai não, gente, pelo amor de Deus É sério que tu achou bonito aquilo ali? Ela literalmente Porque ele é bem cruzinho assim Ela tá no palácio, por que ela não faz uma coisa babado? Ah, pra poder ser Olha como eu sou, pra ela ser Hi-Lo São Paulo Amor, agradece que nem clipe mais estão fazendo Ai não, gente Agora é só visualizer
Pra mim, a polêmica maior dela é essa questão dela sempre estar de baby doll e calcinha. Você viu, fizeram um... Falando disso aqui. Agora a estética é essa. É bem, ai, menininha, assim. Você fica, hum, tá meio pedofilia. É meio bizarro. É, meio complicado. Então, tipo assim, ultimamente, estão muito mais nesse lugar do que aquele lugar mais subversivo. Tipo, que a Gaga era mais subversiva, assim, né? De trazer estranheza. Porque na época que a Gaga chegou, todo mundo, do nada, todo mundo estranho. Todo mundo era alienígena. A Rihanna tentou ser estranha. A Beyoncé tentou ser estranha.
E agora tá todo mundo voltando, até a drag mesmo. A gente tava conversando muito com a Friven sobre isso, que as drags estão começando a diminuir muito a maquiagem. Apostando muito mais naquele conceito de skincare, um negocinho assim. Se você tem uma pele boa, você sustenta. Se não, você não sustenta. Então tá ficando tudo muito as padarias de São Paulo. Apenas o nome branco, o nome aqui vem de pau. De coffee. De coffee. Tudo branco, mano.
em vez de ser aquela dragzona aquela maquiagem pesada eu lamento muito, vou orar pelas drags se isso acontecer, porque não vai mais ser drag conceito de drag claro que eu comecei a fazer drag em casa não sou drag de fazer espetáculo e afins essas coisas, mas é
Eu percebo também que quanto mais... E aí, obviamente, que a Pabllo Vittar não tem absolutamente nenhuma culpa disso. Mas ela é a nossa referência maior. Ela, Gloria Groove e tal. E a Pabllo tem um estilo de drag muito mais fiche, muito mais feminina e tal. Então, eu acho que ela é, de certa forma, uma espécie de imagem comercial.
É o que as pessoas que não entendem de fato o universo da drag, que não consomem de fato, vão pegar quem é drag. Ah, é drag, é Gloria Groove, é Pablo Vittar e tal. E aí tudo que tá muito longe disso, deixa de ser a drag incrível, né? Ou seja, daquele modelo da drag de sucesso. E acaba virando uma coisa esquisita. E aí não fica tão comercial, entendeu? Sim. Aí fica muito dois pontos. Ou você é a drag clean, ou você tem que ser uma drag Pinterest.
A gente tá vivendo muito isso em Drag Race. Drag Race, agora, se você não é aquela drag que traz o melhor look, o look mais caro, você é uma drag fubanga, você não representa. Isso, tipo, o Drag Race, pra mim, eu participei, eu acho que tem que ser uma vitrine do que a gente vai num bar e vê.
Quando a gente vê uma Silvete Montilla, quando a gente vê uma Valentina, uma drag, elas não estão mais conseguindo se verem, se representar mais nesse programa. Então as pessoas precisam entender as nuances, não sei mais tanto, 880. Só que eu acho que é isso, é a pressa que as pessoas têm em consumir alguma coisa. Sim. É, total. Quem vai ser Lods? Ah, não, eu ia falar que o mundo tá uma merda.
Pesou o Clebo Eu ia fazer alguma coisa, mas esqueci Fala aí, desenhou teu Lodson Ah, a padaria, né? Ah, eu sei o que eu ia falar Valha Gente, olha, tem vários assuntos Mas é que eu tô tentando buscar aqui na mente Você tinha falado da Robin, né? Da roupa feia Da roupa feia, da Queen Aí você pensou no Olívio Rodrigo Que te levou para E agora?
Samira Close, nunca mais vou me montar. E nunca mais vou me montar, chega. Mas sobre drag, pra mim, hoje em dia eu não me monto sempre. Mas... Drag, pra mim? Hoje em dia eu não me monto sempre mais. Mas sabe uma coisa? Não é nem pelo fato, tipo assim, já sou muito famoso, já sou Samira Close, não vou me montar mais. Mas é porque eu preciso resgatar em mim a vontade de fazer drag. A drag, pra mim, ela se tornou um trabalho. É o meu trabalho, tá tudo bem. Dá trabalho pra caramba.
Mas é que, tipo assim, eu lembro que antigamente era uma magia um pouco diferente, assim, sabe? Era uma coisa de, tipo assim, eu me montava com estética, que eu pensava, agora não. Você acha que a pessoa é maior? Tá super profissional agora e você não pode fazer coisas pra se divertir. Exato, eu acho que sim. Tipo, a maquiagem. Então, por exemplo, hoje eu não faço mais minha maquiagem. Porque eu comecei a fazer maquiagem pra TV, pra fazer programas e tal. Então eu tenho meu maquiador, que é sensacional, que é o Matheus. Então ele maquia. Mas às vezes eu não queria fazer uma maquiagem pra parecer mais feminino. Eu queria fazer uma coisa...
Sei lá, diferente, mais arte Aí tipo assim, pra você enfrentar Tipo, ai nossa, cadê o maquiador Que tá feio Mas você não acha que Isso eu falo muito da minha experiência Eu não sofri Mas eu recebi Muita retaliação porque minha maquiagem Era ruim no programa Inclusive você Eu falei
É que a gente tem que fazer react O react é assim, querida Não, mas Eu parei um ponto e vi Se eu for seguir o que essas pessoas estão falando Estão querendo de mim Eu vou deixar de gostar, de fazer o que eu gosto Então eu sou muito firme na drag que eu faço Eu sustento A Desirê aparece full bang um dia, depois aparece de outra forma Porque ali é muito o meu mood daquele momento Hoje eu tô nesse mood Hoje eu acordei, lavei esse cabelo, botei, fiz uma Eu amo
Bora ler, ó. Ela fez só um degradê. Mas eu acho que a gente tem que ser muito forte no que a gente quer ser, sabe? Você não pode deixar que esse meio te influencie, porque é exatamente aí que vai separar o joio do trigo. Exatamente. Que bom que você continua autêntica. Isso é importante. É importante, mas hoje em dia é muito difícil.
É todo mundo criticar alguma coisa que você tá fazendo. E aí, de repente, você vai achar que você é uma merda. Não, você tá fazendo isso há muito tempo. Você sabe quem você é. Continua, né? Porque quando você começa a fazer... Muito fiscal de drag, né? É, porque quando você começa a fazer, você experimenta bastante. Aí as pessoas gostam de alguma coisa. Ah, isso aqui deu certo. Aí elas vão esperar mais daquilo. Aí você perde. Experimentar laranja...
Aí você perde a possibilidade de explorar, porque se você sair daquele nicho, do nicho, do nicho, do nicho, sei lá, Sabrina Carpenter agora, ela achou essa coisa, menininha, nananã, fofinha, xuxa. Se ela agora falar, vou fazer um disco de rock. Amiga, a Charlie XX. Quando lançou agora a música dela.
do rock dela lá. Nossa, o que tinha de comentário, tipo assim, ai meu Deus, volta a brate, cadera, não sei o que. Tipo assim, das pessoas que colocavam ela não dá a possibilidade do artista experimentar. É, e acertar e errar. Se você for fazer tudo que os outros querem que você faça, não vai ter nada de original. Não vai, não vai. E eu acho que esse é o desafio. A gente ser fiel ao que a gente quer fazer. Sim.
Meryl então Viva as artes galera Viva as artes Vai no Sesc Vai ter show da Desiree No Sesc hoje Caralho Vai quem tem Meryl Meu Meryl Vocês estão vendo Vocês já viram Rex na HBO? Sim Não Eu não assisti muito Muito bom Não é uma série É uma comediante já Antiga Que tá tentando retomar A carreira dela E é assistente dela É basicamente uma dupla E você viu já O episódio 7 Tchau
Montessanto. Montessito, né? Montessito é... Então, a... Um dos melhores episódios de todas as temporadas de Rex que eu já vi. Eu ria de passar mal. Você viu esse já, né? A Debra Vance, que é comediante, ela quer um vestido pra lá fazer show no Madison Square Garden.
E ela vê que a Carol Burnett, que é uma grande comediante que é diva dela, ela se inspira muito nela, usou um vestido lindo que onde tem? Quem tá esse vestido? E quem tem esse vestido é uma stand-up que compete com ela, lésbica, que já foi avacalhada por ela uma vez. Então ela vai lá tentar conseguir o vestido com ela emprestado.
E aí a assistente chega e fala alguma coisa com ela. A stand-up percebe que elas podem ser um casal lésbico. Ela aproveita e começa a convencer ela de que ela é um casal lésbico com essa menina. É isso. Nossa, essa temporada tá fenomenal. Elas vão pra casa da mulher e é surreal o que acontece.
Você chora de rir o episódio inteiro. É muito engraçado. E elas estão mais amigas nessa temporada? Sim, elas estão mais amigas. Uma temporada que elas ficavam inimigas. Porque o bom era quando elas estavam juntas. Foram três temporadas assim, né? Você tá em qual? Você tá na terceira? Eu tô na terceira.
Ah, então é isso. Na quarta já vai melhorar isso. Elas já ficam mais juntas. Elas já ficam mais amigas e tá muito... Eu tô achando a melhor correde. Corre porque vai acabar daqui a pouco e você vai tomar spoiler. Não, não, eu vou ter... É muito engraçado. Elas estão vivendo em São Paulo. Ela tá vivendo aqui, os maximalistas da República. Ela tá lá na República. Quem quiser encontrar, tá no orelhão também? É a República onde eu moro? Aí fica difícil, né, vida? Onde você tá? Não faço, não você vai contar seu endereço aqui no ar.
Gente, eu vou falar aqui o meu endereço. Uamarecha. Vocês. Vamos dar outros Marils aí, então. O meu Marils, eu vou falar, eu vou falar do Marils que não é tão recente, mas é que me fez muito, foi muito bom pra mim. Eu fui assistir, eu tava com um pouco de resistência de assistir o filme do Michael. Diabo Esperado 2. Não, do Michael. Filmo do Michael.
do Michael Jackson, e aí eu tava tipo ah não, vou esperar sair, depois eu assisto não sei o que, a minha amiga, não vamos, que ela é muito fã falei, ah eu vou, aí fui assistir e aí não é necessariamente sobre o filme, especificamente que eu quero falar porque o filme tem, né, pra fã, inclusive tem aquela coisa toda, etc e tal mas é porque vou trazer a ideia de que tipo assim, me fez lembrar que o Michael Jackson existia
É, é meu... Não, mas eu digo assim, porque, tipo assim, cara, eu não escutava Michael Jackson como eu já escutei. Era uma coisa que, tipo assim, ai, Michael Jackson, ai, tá lá longe. E aí, quando você se aproxima da arte, você vê o quanto ele era genial, assim, sabe? No filme, você vê ele fazendo os beats, e o quanto ele revolucionou, e essas coisas, às vezes...
passa pela gente, porque a gente tá tão acostumado a consumir música, essa semana agora, música, por exemplo, a Melanie Martinez lançou um álbum agora há pouco, eu ouvi duas vezes o álbum, gente, já tá velho, eu fui botar esse dia, nossa, você já tá velho, eu falei, gente, tem um mês que o álbum foi lançado, o da Anitta, tipo, a gente, eu tô ouvindo bastante e tal, mas já tá ficando velho, então tá muito rápido, e aí a gente vê essas pessoas geniais na música,
Como o Michael. Exato. E aí, tipo, os clipes. Você começa a analisar os clipes. Os beats. É muito surreal, assim. Eu queria que tivesse sempre filme, assim, de cantor bom pra... Pra Gen Z entender o que é. Pra resgatar. Pra resgatar. E ver o quanto é foda.
E precisa mesmo acontecer. Quando faz esses filmes, não é só pra, ai, vou tirar um dinheiro com o Michael Jackson. É pra poder trazer de novo toda a onda, bombar as músicas de novo, apesar de que com quem tá os direitos da música dele? A própria família. Ah, tá com a família ainda, né? Por isso que consegue fazer um filme com todas as músicas. Ah, é verdade. Tem muito filme que é feito, que é inspirado num ator e num cantor e não pode usar as músicas. É uma merda, né? Você era muito fã ou é muito fã do Michael? Eu sou muito fã do Michael. Rocketman, você já viu? Do Elton John.
Não, mas eu fiquei sabendo. É dez vezes melhor que o filme do Michael. Você vai amar. É que vai ter o dois do Michael, né? Tem na HBO pra ver o Rocketman. Sugiro que vejam o Rocketman. Que se você já viu, vai ver o Michael. O ator é uma delícia. Ai, nossa. O Otero Negretão é lindo. O Elton John? Sim, vou ver. É o que faz o Elton John. E olha que ele canta as músicas do Elton John. Mesmo assim, é bom o filme.
E ainda sobre filmes, Michael, Elton John e afins, eu acho muito legal também, porque tipo assim, a galera que não necessariamente sobre mim, mas a galera que trabalha com arte, que produz arte e tal, em alguns momentos a gente vê uma estrela como Michael, como Elton John, então a gente às vezes se compara, fala, ah, nunca você, nunca e tal. Mas se você coloca no lugar de que aquela pessoa ali sofreu pra um cacete também, e ainda assim acreditou no que fazia e foi lá e...
Sabe, se nas primeiras dificuldades também tinham desistido, talvez não tivessem virado lendas, né? Acho que ele não tinha outra escolha no ser fazer, né? Senão eu tomava uma cintada. E eu que toquei porrada sem nem bater. A gente apanhou de graça. Não tinha outra escolha no ser vai ser isso.
Apanhou e não viramos estrela. É, acho que vem muito dessa era do... É completa com o que você falou antes, que é uma pessoa que sempre soube o que ele quer. Exato. Não, não é o que as pessoas vão me definir. Eu quero fazer isso. Eu tenho essa visão e segui-o.
Vamos pra mais Meryl, quem tem? O meu é, tô assistindo, comecei esse fim de semana a segunda temporada de The Pitch, de Bill Maxx. Eu nunca assisti série de médico, essa série de hospital, plantão médico, sei lá, como é que chama aquela outra lá? Grey's Anatomy. Nunca assisti nenhuma dessas, nenhuma. Não sei porque caga d'água. Pitch é bom. Fui assistir The Pitch a primeira. Eu sou um pouco Andrico, acho que eu não posso ver nada disso. Gente, é uma série que...
hipnotiza, você não consegue parar de ver. Ela acontece naquele esquema do 24 horas, que é uma temporada... Cada episódio é uma hora do plantão. É um plantão de uma emergência, lá do hospital mega... Conceituado? Não, não, bem fuleiro, assim, daqueles que tem um trilhão de pacientes por hora. É em Pittsburgh. É o que chama The Pitch?
É. Ah, chutei. Pittsburgh e pelo fato de ser emergência, que é como se fosse um buraco mesmo. É onde cai todos os casos. Aí chega gente com traumatismo crâniano, gente com tiro, gente com... E eles vão mostrando as situações que as pessoas estão. E você vai acompanhando aquele dia do hospital e as histórias das pessoas ao longo da temporada toda. Só que é muito viciante. É com o cara que era do plantão médico.
E aí eles queriam fazer o IR, mas eles não conseguiram. Sem ser o George Clooney, o outro. É o outro, o Noah Weil. Só que eles não conseguiram os direitos pra fazer o Pronto Médico e aí transformaram numa série nova de Médicos. Gente, mesmo se você não gosta, assiste porque... Assiste, tá. Ótimo. Fica lá só horas assistindo. E o seu? O meu não é uma publi. Tá. Não é publi. Mas foi uma experiência que eu tive ontem do Edifício Rolim.
Não sei se vocês conhecem, que é tipo o maior complexo de terror vertical. É um prédio lá na Praça da Sé, de sete andares, que você entra numa imersão. E tem vários tipos de... O meu foi uma invasão zumbi.
É uma coisa meio... É um... Tem uns atores? Tem uns atores, eles são muito bons. Ah, tipo, por mais que você saiba o lugar. É, tipo, é... Ah, você tem que, tipo, fugir. Só que é uma imersão tão forte, porque... Até as músicas que tocam lá, eles tocam muitas baladas. Tipo, Aerosmith dos anos 80. Então, é uma coisa que você remete em filme terror. É tudo muito bem feito. Os atores são muito bons.
E é com um grupo, então você se sente mais ou menos como um grupo de amigos com oito pessoas que entram numa casa de terror. E você passa por várias coisas. E eu passei por isso ontem. Por mais que eu soubesse que era muito fake, gente, foi uma coisa que... Que deu um cagaço. Que me deu um cagação. E você corre muito, sobe as escadas daquele prédio. Gente, nunca vai falar de novo. É uma coisa louca. E é exatamente na Praça da Sé.
sabe? que já tá cheio de espírito ali já tá cheio de zumbi já tá cheio de tudo ali menina mas você escolhe qual são vários andares e você escolhe o andar e passa por uma coisa é uma experiência que você vai em tudo não, é um
anfitrião que te leva até o final, que é o bar desse local. Tem um bar lá. Gente, mas sério, é muita coisa. E tem uns atores que são muito bons. E como tem muita adrenalina, você tem que fazer muita coisa. Você tem que entrar por baixo de túnel, botar a mão e não sei o quê. Você tá louca. É sério. Ah, eu quero. Eu gostei. É a minha cara. É muito bom. Foi uma coisa que eu fui ontem e fiquei obcecada.
Tem um negócio desse em Nova York. Há um tempo já tem esse negócio que é uma experiência lá que senta no prédio. Não, nunca fui, né? Nunca fui, mas eu já ouvi falar. Eu fui no Hopi Hari. Sabe que o Hopi Hari, com todo respeito, eu fui. Tu sabe que tem negócio do Egito? Tem. Gente, mas ali, tô tão mofado.
Gente, o Hopin Haro adoro, sempre vou no Hopin Pride, não me deixe de me chamar. Mas eu fui nesse negócio, gente, tava pura mofo. Meu Deus do céu. O bicho vinha atrás de mim, não conseguia nem gritar, nem sentir medo. Eu, puta pô, já que deixa. E aí, tem uma hora que levantava as tumbas e eu não vi o braço do esqueleto, tava quebrado. Falei, gente, e aquele homem gritando perto de mim, eu falei, vamos sair daqui que tá pô, já que deixa.
Então aproveite que o seu Rolinda tá novo. Tá cheirosinho. Tem umas coisas lá que fede. Mas fede, tipo, quando você bota a mão dentro do negócio pra tirar... Nossa, tem uma amiga que vai amar nisso. A gente tem um caso no Me Ajuda Vanda. Vamos fazer? A gente já tá aqui há três horas já. Vai. Vamos. Paixão e Otumar Vanda. Olá, donos da porra toda e convidados. Pode me chamar de Rose.
É uma gay. Recentemente fiz uma viagem de cruzeiro de sete dias pra punta com família e amigos. Foi a primeira vez e fiquei mega feliz, ainda mais por comemorar meu aniversário durante a viagem. Durante as minhas andanças pelo navio, vez ou outra eu vi um gringo com uns dois metros de altura, vamos chamá-lo de Jack. Loiro, de olho azul e muito lindo. Já me coloquei no meu lugar, pois achava impossível chegar nele.
Na noite da festa do comandante... Que isso, minha amiga, aqui, ó, você valoriza. Tá num barco, não tem mais ninguém, só vai ter você, ele vai te pegar. É por isso, né? É por isso aí, ó. Você falou, ô senhor, você precisa de alguma coisa? Autoestima. Eu não tenho, não, eu sou zero autoestima. A competição é pequena no barco. Na noite da festa do comandante...
tem isso, inclusive tem isso você tá dentro do barco e ainda tem que fazer a festa do comandante ele tava lá de terno e gravata borboleta, deu uma olhada em mim, mas percebi que tava acompanhado de outro homem, que no final era o namorado no dia do meu aniversário quando voltamos de punta para o navio
Subi para a área aberta para agradecer a Deus. Estava ventando muito e eu morrendo de frio quando de repente vanda. Sabe de baita ola mentiroso. Deus me mandou um presente de dois metros, loiro de olho azul. Ele chegou e disse, hello, nice to meet you. Nossa. Bicho, essas bichas quase falam só de PT. O que sabe é que esse loiro de olho azul está de madrugada. Estou agradecendo a Deus, rezando igual a Bia do Braz. E ele, hello, nice to meet you. Nice to meet you.
usamos o tradutor para conversar me chamou pra balada o namorado tinha ido dormir e eu aceitei olha o conto erótico tá pronto gente olha não aguento quero ir embora foi ele que me apaixonei me apaixonei pelo gringo saímos da balada, procuramos um banheiro mais reservado já que nenhum dos dois podia ir pras cabines e ficamos entre beijos e afins trocamos Instagram
Nos três dias seguintes... E cadê o Instagram Provedor? As pessoas valorizam gringo demais, né? Ah, mas é porque dependendo pode ser gostoso mesmo. Nada vai ser melhor para o brasileiro, gente. Nada. Eu já peguei o suficiente. Nos três dias seguintes, ficávamos o dia todo conversando pelo app. Ele sempre ao lado do namorado.
Nos chamava para a hidromassagem e ficávamos nos pegando pela mão discretamente. Toda noite nos encontrávamos e passeávamos pelo cruzeiro como se fôssemos um casal. Eu bem iludido, sei disso. Aí vem o sofrimento, a viagem acabou. Ele mora numa cidade com sete horas de fuso a mais que o Brasil. E até hoje conversamos bem pouco. Ficam entrando no Instagram toda hora esperando mensagem.
Mando e ele demora horas pra responder, mas sempre responde com coisas fofas. Se fico dois dias sem mandar, ele não manda nada. Quando posto foto, ele comenta dizendo que sou lindo. Diz que amo o Brasil e quer vir ao carnaval de 2027.
Devo sofrer calado? Sim. Gringos são assim com mensagem? Serve pro coragem da psicológica, caralho. Estão fazendo papel de trouxa? Devo perguntar se ele ainda tá com o namorado? A esperança. Nossa, amore. O que eu faço, Wanda? Ela apaixonou mesmo no gringo, né? Amiga, porque tipo assim, se de fato aconteceu do jeito que ela falou, ela descreveu um filme, né? Sim. Isso é o roteiro base de um filme. Por isso que ela tá obcecada no gringo agora. Porque tipo assim, ai, que eu tava... Bicha, ela convenceu o gringo.
Ô Samira, um loiro alto de dois metros de altura, olho azul, às vezes nem é bonito. Então não é. Às vezes é que o namorado dela é tão feio que qualquer coisa. O importante é que pra ela ela achou bonito. Pra ela é um príncipe encantado. É o roteiro de Before Sunset. Já viram? Sim. Before Sunset, Before Moonlight. Sim, sim. Eu não tô lembrando qual é esse. O primeiro? Os três é a mesma coisa. De que ela encontrou, teve uma aventura e é isso. O papo é bom. Aí depois promete voltar um ano depois.
Amiga, gay, lembre sempre como a história que você viveu no cruzeiro, porque é isso, não vai ser mais que isso, não. Eu também acho. Eu acho que assim, se de fato tiver acontecido isso, se você realmente não inventou, que eu vou acreditar nessa chave de... essa confiança pra você, se realmente aconteceu, mulher...
Tá ótimo, com todo o podcast, imortalizou. Vai viver tua vida com teu marido. Esse negócio de... Não, ela não tem marido. Quem tem marido é o outro. Quem tem marido é o outro. Então, pior. Ele não te quer de jeito nenhum. Devo perguntar se ele ainda tá com o namorado. Claro que ele tá. Ela tá com a esperança de que ele vai vir pro carnaval. Eles vão se ver. E ele vai se apaixonar. E vai terminar. E vai terminar. Depois vão morar na Cracolândia. Não vai dar certo isso, mulher. Eu sei que a gente quer sempre procurar o melhor. Que ele vai vir mudar tua vida, te levar pra lá. Não sei pra onde, no cruzeiro.
Só que a vida real não é assim, né? Foi gostoso, foi legal, gozou. Tchau. E para de tomar zumbidem. É. Para de alucinar aí. Na verdade, eu não vou alucinar. Eu não, nada contra brancos. Eu também faço. Mas assim, esses brancos do olho azul. Eu lembro quando eu fui pra Londres a primeira vez. Eu não achei os homens bonitos de lá. Olha o gringo ali, ó.
Eu não achei o Zão bonito lá em Londres. É porque, tipo assim, aqui os brancos daqueles ainda tem uma coisinha assim de queimada do sol lá e eles são assim, amiga da cor dessa parede. É, que é branco muito branco. Os britânicos não são tão bonitos, né? Não? Ah, então por isso. Os espanhóis são bem bonitos. Ah, não fui na Espanha. Os espanhóis parecem mais brasileiros. O Cearense é boa rádio. Nossa, você viajou, né? Eu viajei. A japonês também não faz o meu style. Gosto também.
O importante é ser homem bonito. Gente, homem bonito tem no branco do mundo. Às vezes vai ter olho branco bonito. Vai. Às vezes é eu que sou feio. Mas acho que as pessoas supervalorizam um branco de olho azul. É porque a gente tem... A gente tem... Agora eu vou arrasar, quer ver? A gente tem coisas de escravidão, meu amor.
O quê? Quem deve ter escravidos? Porque a gente foi escravid... O Brasil foi um país que foi escravizado. E aí, tipo assim... Exato. E aí, tipo assim, quem eram os senhores? Eram os brancos e tal. Então, tipo assim, rola essa questão de como se eles forem superiores. Eu acho que tem essa herança. Mas eram portugueses, eles não têm olhos azuis.
Mas eram as brancas, vida. Às vezes usava lente, a gente nem sabe. É lente. A gente não ajuda ninguém assim, né? Não, Miguel, todo mundo... Sei lá, já tive várias viagens, já tem aquela história na viagem. E ficou na viagem e vida que segue. Sim. Acabou, acabou. Se ele vier no carnaval, vocês podem pegar de novo. Isso, eu também sou assim.
Mas não fica nessa de, ah, espera. Arranjou um namorado aqui. Volta mais pra realidade. Até porque, provavelmente, quando ele vem pro carnaval, ele não vai querer casar contigo. Ele vai querer fornicar com Deus e o mundo. É, porque vai estar no car... Detalhe, não tá mais no barco. Agora, meu amigo. Tá no carnaval. Você vai ver como você é feia.
Aí é que você vai ver se é feia, porque vai ser tanto homem em cima desse boy e você vai falar assim, aqui tá difícil, né? Tem concorrência. Mas é melhor um feio chatinho, aliás, um bonito chato ou um feio legal? E pra gordinha, tem? Vou deixar desse rir responder. Como é a questão?
Pra gordinha, tem bonito dos olhos azuis pra gordinha? Tem. Se ele estivesse apaixonado com você, você já tá falando que ele tá demorando pra responder. Se ele estivesse apaixonado, ele ia estar em cima de você. Não é porque ele é gringo, não. Porque ele não se apaixonou igual você. Não é? Simples assim. Nossa, quase morri. Vamos encerrar, porque a pneumonia do Samir bateu. Ah, tava passando pra todo mundo. Meu Deus, meu coisa. Obrigado, Desirê. Eu te agradeço. Obrigado, Samira. Obrigada, meu amor.
A gente convida vocês quando a gente não tiver mais em obra, no estúdio novo, programa novo, tá bom? Por favor, aí eu vou vir de peruca. Combinado. Vem montada. E o Viu desmontada. Pronto, a gente vai trocar esses lugares. Vem são de papéis. Vem são de papel. Mostra que a gente tá padrão, Lino. É isso. Siga nas redes, nossas divas. Beijo, gente. Tchau, obrigada a todos. Siga nas redes, arroba a Desi e Rebeck. Arroba o Stabila Close. Tchau, tchau.
LISTERINE
Cuidado Total