ESSA É PARA OS AMANTES DE MÚSICA! com Kenya Sade e Lucas Simpólio - #736
No programa com Kenya Sade e Lucas Simpólio tem papo de cinebiografias, bastidores do show da Shakira, indicações de documentários, Beyoncé, analisando lineup de festival… E MUITO MAIS! Prato cheio para quem gosta de falar de música!
INTERESSANTENEY
LUCAS: Tina
KENYA: Love to Love You, Donna Summer
KENYA: Whitney: Can I Be Me?
PHELIPE: Amadeus
SAMIR: Milli Vanilli
SAMIR: Woodstock 99
LOTUS
Roteiro ruim
Celular no cinema
MERYL
O Legado de Sly & the Family Stone
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Episódio #736 apresentado por:
Produção:
Julia Gomes (julia@papelpop.com / @g0mesjulia)
Edição / Captação:
Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas)
Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e em todas as plataformas de streaming.
- Homenagem a Michael JacksonDiscografia e capas de álbuns · Invincible · Off the Wall · Thriller · Quincy Jones · Freddie Mercury · Rock With You · Get Enough · Human Nature · Lady in My Life · I Can't Help It · Working Day and Night · This Is It · Thriller 40 · Joseph Jackson · Janet Jackson · Scream · Pepsi · Moonwalk · James Brown · Bob Foster · Don't Stop 'Til You Get Enough · She's Out of My Life · Wembley · Michael Jackson's This Is It · Kanye West · Madonna · Prince · Beyoncé · Jafar Jackson · Victory Tour · Bad · Dangerous · HIStory: Past, Present and Future, Book I · The Girl Is Mine · We Are The World · HIStory World Tour · HIStory On Film, Vol. II · HIStory: The Collection · HIStory: The Album · HIStory: The Video · HIStory: The Complete Video · HIStory: The Complete Album · HIStory: The Complete Collection · HIStory: The Complete Video Collection · HIStory: The Complete Album Collection · HIStory: The Complete Collection of Videos · HIStory: The Complete Collection of Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums · HIStory: The Complete Collection of Videos and Albums
Tá começando mais uma edição do podcast Milkshake chamado Vanda!
É isso, estamos aqui com Kenya, Xadê e Lucas Simpólio Simpólio Amo estar de volta Gente, me falaram que era Michael e vinha até com a jaquetinha Já dei o Michael Jackson Essa tá mais pra Beard Não, essa aí tá o Rediswede É, uma coisa meio Smooth Criminal Escape Escape HA HA HA
Só faltou o óculos. Deixar só os olhos assim pra cima. Aquela capa é feia, né? É, horrorosa. Aquela capa é carona. É horrorosa. Escape. Nossa, o filho. Parece que tem um arco-íris, né? Depois de Dangerous ali, eu acho que dá uma...
Fica tudo ruim, amigo. Não só a capa. Então pode ser Beated. Vamos em Beated, vai aqui. Beated, tá mais por Beated. A gente vai falar de música. Indica o podcast pros amiguinhos que gostam de música, porque a gente aqui é apaixonado. Vai ser um banda super especial. A gente vai fofocar muito de música. O Escape até foi ver que a pegada é como se ele estivesse dentro do coisa da caixa de sol. Já, já. Eu tenho que ver de novo. Mostra pra mim de longe. De Chicago.
A capa. Na verdade, eu até que tô... Ai, gente, eu vou defender. Eu acho que a amarela é pior. Ah, não, eu vou defender. Eu não lembrava que era essa. Eu gosto, uma coisa meio afrofuturista, né? Tô no espaço. Eu gosto. Eu também.
Qual que é o lançamento próximo? Eu pego o Prince, nunca faria isso aqui. É isso. Se ele descartou, foi por um motivo. Exatamente. Eu sou aquela pessoa que vai defender assim, Michael com unhas e dentes, todas as capas, tudo. Até o que é brega, eu gosto. É isso. Exato. É Rock My World, né? Ali no Rock My World, eu já não tô mais gostando de quase nada. Eu não sou esse fã que defende assim, não. Eu gosto de umas três músicas naquele álbum que eu gosto bastante.
Eu nunca vi o álbum, mas o single eu gosto. Aqueles que esquecem o nome da música completamente depois que dá pra ver. Juro, juro, juro. Mas Rock My World é uma boa... Eu gosto muito, sabia? É boa, sim. Heaven Can Wait, lembrei. Mas eu tenho festa em folga. Eu sempre sou chato, porque eu tô acostumado com uma excelência do artista e quando você faz uma coisa que anota 8, você fica...
Ah, não. Tem que ser 10. Estou acostumado com 10. Eu fiz um especial da Madonna, acho que o Samir não participou com o Zeca Camargo. Não, estava sim. Você e Zeca são super fãs, né? O que eu não estava era o da MTV. Tá, com a galera da MTV. Foi.
e o da Gretchen. Descendo o pau em MD&A da Madonna, né? Aí o Zeca vira e fala assim, mas você viu todos os lançamentos de música da época, como tava a música pop na época, e você comparou com o MD&A pra você ver, e realmente era uma porcaria na época. Sim. O lançamento de todo mundo, era o começo era Forge Solo. Ou seja, o dela foi o melhor, né? Era...
É 2010? É 2010. Era por aí. Essa época, meu Dr. Luke, e essa época que a galera começou a fazer clipe de muito tela verde. Tem aquele da Shakira, que é horrível. Um dela que é muito ruim, que é todo tela verde. Mas assim, é que comparado com esses trabalhos, a Madonna tava muito boa. É isso que eu ia falar. Vale comparar com a... Tipo, a gente vai comparar com a discografia dela, não com o resto. É, é. Comparado com a discografia dela, é só o clube lá. Vamos lá, vamos lá. Mas MDN, o Heart Candy.
Heart Candy. É, Heart Candy. Você vai ser o MD&A? Eu acho que o Sam D&A. Eu acho que o Sam D&A também. É Girl Gone Wild, não é? Isso. É, mas só tem Girl Gone Wild. Ai não, mas era muito música de balada assim. Não, era. E todas as gays estiletas. David Guetta. É, eu não curto tanto não. O Pharrell Timbaland no Heart Candy é melhor. É, tem músicas boas ali. O David Guetta era pra fazer o MD&A, né? Podia ser pior.
Sempre tem como piorar. Dizem que ele entrou no estúdio com ela e falou assim, vamos gravar? Vamos. Ela soube do signo dele, que ela é escorpião. E ela, desculpa, a gente não conseguiu trabalhar junto. Beijo. Um beijo, querido. Obrigada. Meu Deus, eu amo demais. Mas enfim, voltando ao Michael. Tem um trend no TikTok que tá bombando a música do Invincible, não tem?
É Invincible o nome do disco, né? Confundi com o Incredible, aquela música linda da Madonna. Foi isso que eu falei? Qual é a música? Eu também não sei, cara, mas a gente comentou disso mais cedo. Ah, é uma balada. Heaven Can Waiter. Eu amo essa música, tá? Eu acho ela muito boa. Pronto. Mas é dos álbuns mais recentes, né? É do Invincible. É o último dele antes dele morrer.
Tá, que não é assim um dos meus favoritos. Não é um single. Eu confesso que eu sou apaixonada pelo começo da carreira do Michael. É o Work My World. É o único single, se não me engano. Sim, verdade. A gente tava numa discussão até assim de... É o único single. Vamos parar de elogiar tanto a Lauren Hill porque ela só fez um disco. A Lauren Hill? Mesmo sendo misericórdia. É a diva de um disco só. É aquela vez o disco, né? É aquela vez o disco. Vamos lá. Qual carreira você prefere? Tô sendo implicante, tá? Porque o Michael... Off the Wall We Thriller, pelo menos. É.
Ele fez dois Dois geniais O Bad, ele é muito bom, mas tem umas músicas O Bad ainda é tão bom quanto os outros Exatamente, é que tipo, eu não entendi É quando o cantor pop esse cisma que vai pro rock
Mas ele é rosa ainda. Eu tava falando disso no Wanda hoje de segunda. Dá uma dica pra vocês, vocês não conhecem ainda. O Billy Corgan do Smashing Pumpkins fez um podcast. E ele entrevistou um monte de gente de música. E ele entrevistou o Freddie Demon, que foi o empresário da Madonna do Michael Jackson. Que legal. E ele contando todos os bastidores. É surreal, porque ele conta tudo. Ele conta de tretando com o Quincy Jones pra defender Michael Jackson. Juro.
Quincy Jones, pra quem não sabe, ele produziu Off The Wall, ele produziu Thriller e eu acho que algumas outras coisas do Ben. O Ben é dele também, não é? Além de serem grandes amigos, né? Quincy Jones era um gênio, gênio, gênio da época. A parte da Bossa Nova. A gente já falou do filme ainda, mas deixa eu contar só o foco. Tocou com o Frank Sinatra. E pai da Rashida Jones, de Parkinson. Então não tem medo do Quincy Jones, porque sabe muito de música. O cara é uma sumidade. Ele cria basicamente esse disco junto com o Michael Jackson, que ficou faltando um pouco nesse filme. A gente até vai falar disso.
O motorista tem mais protagonismo do que ele. Exato. Aí ele disse que o Quincy Jones queria colocar o Rock With You de primeiro single do Off The Wall. Aí o Michael não queria porque é uma balada. Eu amo. Aí o Fred fala assim, a gente tinha acabado de sair, let's dance, let's shout, check your body down to the ground. Eu não podia cair. O primeiro solo, o disco solo do Michael Jackson tinha que sair uma música lá em cima. E aí eu fui, não, Quincy não dá, tem que ser essa daqui, tem que ter que dar um stop to get enough. Aí ele conseguiu convencer o Quincy Jones. E foi uma boa escolha. Obrigado.
Obrigado por convencer. Eu amo. A vozinha. Calma, Felipe. Faz a vozinha de like, eu vou por favor. Obrigado por convencer. Obrigado por lutar por mim. Olha, muito por cento de tudo quem consegue abrir álbum com balada. Por exemplo, a Rihanna Diamonds.
Abriu com Diamonds, a era. Acho que é o Ana Paula Jarek, né? Sim. E é uma das músicas da carreira dela. É baladaça. Mas você tem que ser fodona. Olha, mas se ele tivesse aberto o álbum também com Off The Wall, todas aquelas são muito boas. São muito boas. Eu acho que todas teriam sido um sucesso, sabe? Eu não sei qual que eu gosto mais. Se é Off The Wall ou Thriller. Tô falando sério. Eu não consigo escolher. Depois do filme, eu fiquei ouvindo, tipo... Mas eu acho que Thriller ainda é meu álbum favorito. Mas o Off The Wall é, tipo...
É o favorito da Maria Cameron. Todas as músicas do Thriller são grandes músicas. São exatamente. Exatamente. E eu gosto muito lá do B, assim. Oh, I, I, I. Qual que é essa? Human Nature. Human Nature. Oh, Human Nature. E Y.T. Lady in My Life. Eu amo. Eu acho umas músicas românticas assim maravilhosas. Mais lindas. Mais lindas, assim, já feitas, sabe? Eu adoro. Mas ao mesmo tempo, no Off The Wall tem I Can't Help It, que é do Steve Wonder. É.
que é uma das melhores músicas de todos os tempos Working Day and Night gente, só tem música foda eu acho que Off the Oil é melhor que o Thriller eu tô falando isso com medo mas eu vou bancar essa o que toca mais seu coração eu amo o Thriller pra mim é um dos meus favoritos eu tenho disco em casa, eu não deixo ninguém tocar no disco é tipo assim, porra não tocar no disco é a velocidade eu tenho quatro discos do Thriller em casa quatro venisas, eu falo, tem que ter esse vinil eu tenho um dos meus favoritos
Essa versão. Aí eu esqueço, passa dois... Eu não acredito, você tem quatro... Eu tenho isso com o True Ler e com o Real of Light da Madonna. Várias versões de vários. Bons álbuns. Gente, eu tô assim... Mas ó, você falou de Mulher Fodona que lança a balada de primeiro. A Madonna foi mais ainda porque na época de Real of Light ninguém tava fazendo música eletrônica. Era o pop de Britney, Cristina, que era do começo. E ela fez o Real of Light, que ninguém tava fazendo e ela põe Frozen.
Sim, amor. De o primeiro single, assim, violino. Aham. O escuro. Ela bancou. Cabelo preto. Porque era assim, hoje em dia. Ela bancou. Ela bancou vim. Hoje em dia, vem cá, Sabrina. Aham. Ai, mas foi tudo, né? Vocês curtiram? Eu amei, eu amei. Madonna com Sabrina Carpenter, eu tô curtindo também. E ansiosa por Confessions 2, hein? Ela fez música com a Sabrina, agora saiu Remix com a Peggy Go. Então ela tá pegando. Que ficou tudo, inclusive. É, ficou bom.
Da nova geração, né? Do popzão, da eletrônica. Eu acho que vir um disco bom, não tem como vir um disco ruim. Eu acho que não tem como. Depois que ela lançou essa, tipo... Ficamos tranquilos, né? É isso. Pelas duas músicas. E por uma outra que eu ouvi lá naquela balada que ela tocou, que tocou uma outra música. Eu não quis ouvir aquilo lá, porque eu ouvi daquele jeito que me riu. Eu também. Eu sou desse também. Eu prefiro ouvir a máxima qualidade. Você quer ouvir no seu fone, com a melhor qualidade em silêncio. Se for vazamento, eu quero vazamento igual ao do Renaissance. Com qualidade ótima.
Mas eu não ouvi. Eu não ouvi. 320 kbps. Isso, exatamente. Sem locução de rádio no começo. This is wrong. Now you're really in one of the songs. Eu não quis ouvir o RIP de nada. Quando saiu a FIU So Free, bom, agora vamos lá. Pus no som da sala que é grande. Agora no AirPod. Toda uma experiência. É isso. É, mas eu concordo, eu concordo. Então vai ser bom. Vai ser ruim, não vai ser. Vai ser bom. Já vai ser uma grande vitória aí dos últimos. E ela... Ah, mas o Madame X é um álbum... Eu acho um álbum muito bom.
Só é estranho, né? É estranho, mas é muito bom. É estranho, mas é bom. Como aquela música balé, alguma coisa. E o Herbohat é bom, mas é estranho. Um dia a gente tava... Eu prefiro o Madame X, o Herbohat. Um dia a gente tava discutindo de Madame X com os amigos, aí eu falei uma frase que ficou assim, a piada por anos no grupo, que eu falei, gente, Madame X é um disco bom, só não dá vontade de ouvir. Tá bom, é, faz sentido. É bom. Dá pra dizer o mesmo do cowboy carter. Não é um álcool que eu sempre. Como é que é, Felipe?
Eu acho que eu te escuto. Eu te escuto muito, gente. Eu escuto muito. Eu sou muito bem-hype. Depois que eu fui na turnê, inclusive vai dar um ano, eu estou sofrendo que eu fui na turnê de Cowboy Carter em Londres. Ontem fez dois anos que eu fui na Renaissance. E na Renaissance, né? Eu achei impecável depois da turnê. O álbum é muito bom, mas eu acho que a turnê traz uma força. Ela cantando e com a Blue Ivy protagonista, sabe? É um álbum excelente, mas ele é mais cabeçudo que o Renaissance, né?
E eu acho que o problema, na verdade, é esse. Porque ele vem depois do Red Assange. Mas eu acho que ele é propositalmente cabeçudo. Sim, também. Nessa vibe do country. Acho que ela quis provocar a indústria, sabe? E ele é longo também. É, é. Pra mim, se editasse, se tirasse ali umas... Mas o que você tiraria? Seis músicas. Ah, eu tiraria algumas. Ah, eu não consigo tirar nada.
Eu amo! Eu entendo o que você tá dizendo, porque fica muito diferente, né? E acaba, vai animado, aí oscila muito. É um álbum que oscila muito. Mas depois da turnê eu fiquei apaixonado, assim, ouvindo sem parar. Mas o Renaissance ainda é meu favorito. Mas não dá pra falar mal de Jacob McCarter. Não dá pra falar mal. Eu acho que ela não vai fazer álbum melhor que o Renaissance. Eu também não acho que vai. Amo Beyoncé. Eu amo também. Eu amo Beyoncé. Vamos fazer a top 3 Beyoncé, então. Eu não consigo.
Eu fiz no Michael Jackson, foi muito difícil Mas Diabo? Um, dois e três Vamos começar com mais fã Todo mundo aqui é muito fã não tem como Não, mas vai, vai, Samir Pra mim o meu primeiro é Renaissance Eu tenho uma opinião polêmica Que eu não gosto do Lemonade Muito Ele tem muitas músicas que eu gosto muito E tem algumas tipo, eu detesto o 6th Muito Quinto
Então, pra mim é Renaissance. Depois do Renaissance é For. Tá, não. Ela voltando pro R&B, gostosona. E músicas gostosas e tal. Clipes, vulga no álbum. E depois do Beyoncé.
Ou o B-Day. Que eu amo o B-Day. O B-Day é incrível. Eu acho que o Renanção só existe porque o B-Day é desse dia. O B-Day é muito... É fofinho. Mas, gente, o B-Day não tem uma música ruim. Juro. Eu acho que não tem uma música ruim. Só na versão de Elux. Upgrade. Greenlight. Kitty Cat. Mas era uma outra fase da você. Era uma outra fase dela. Ó, vou discordar de você. Acho que é dos meus favoritos. Eu amo o Lemonade.
É o primeiro. É, que eu acho que ali descobriram que a Beyoncé era negrona. Eu amo Beyoncé negra. Beyoncé negra, não, mas tem músicas maravilhosas. Ela traz também um pouco de rock and roll. É a Beyoncé politizada. Amo, amo, amo. Renaissance, que eu confesso assim, que traz essa vibe da disco music que eu adoro. House Music, trazendo todas as referências de ritmos pretos históricos, assim. É um disco que eu realmente fico muito apaixonada. E eu vim voltar aqui na história. Dangerous in Love, né?
Obviamente. A gente conheceu o Beyoncé e ficou apaixonado. O meu top 3 é esse. Só a ordem inversa. Eu começo com o Renan Sanz, porque eu acho que Masterpiece. Depois eu colocaria o Lemonade e, por último, o Dangerous Naila. Então tem uma diferente também, porque primeiro é o Renan Sanz pra mim, acho que primeiro mesmo. Segundo é o Beyoncé e terceiro é o Lemonade.
Eu tô com esses três. Três álbuns. E você é muito bom. Três álbuns. Mas vocês viram aquele vídeo da Barbie Ferreira falando que gravou o clipe de Thick? Aham, aí falou. E nunca mais. Ele é fã do Prince, né, galera? Ela engavetando tudo. Ela, galera, não vai ter isso aqui. E não ficou nesse nível. A Beehive deve odiar os conselhos do Prince pra ela, né? Com certeza, juro. O Prince vira pra ela e fala assim, não precisa registrar tudo. Deixa na memória dos fãs.
E ela aprendeu essa palhaçada com o Prince. O disco Prince tem 40 clipes que ele quis lançar. E os filmes do Prince que você não encontra em lugar nenhum? Tipo assim, faça certo. E cadê? Onde tá isso? Quem que não libera isso pra gente? Cadê esse HD, meu Deus? Há hackers. Eu falo isso sempre. Se o artista favorito decidiu não lançar alguma coisa, é porque não estava bom. E não vem depois que a pessoa morreu.
É uma demo, não quero ouvir. Não é porque não tá bom, é porque são todos muito perfeccionistas. Não tem como, Beyoncé, Prince, Madonna. Todos eles muito perfeccionistas. Então assim, pra gente é só maravilhoso, mas eles olham e falam, tá uma merda. Qual clipe ou música, sei lá, que tenha vazado e aí as pessoas falam, putz, por que não lançou que é incrível, né? Não tem. Não tem.
Eu amo Eu amo Ele trouxe aqui Eu vi nos comentários do YouTube Alguém dá um microfone pro Dantas Pra gente ouvir o que ele fala Não precisa não, gente
o Deus do céu ele tá querendo polemizar, eu tô sentindo tem os gelos, tem as escrituras de gelo nesse clipe? elas com um crocodilo de gelo os negócios verdes, azuis mas qual o melhor disco? Prince ou o Popper Ando Prince ou o Thread of Michael Jackson?
Não, aí você tá querendo uma discussão assim. Sabe o que eu achei maravilhoso do filme? É a hora que ele tá na piscina e ele fala preciso produzir, produzir, senão o Prince vai fazer melhor do que eu, né? Eu amo que eles colocaram isso. É muito bom aquela frasezinha. Tem essa frase famosa. Acho que não tem comparação, né? Não sei, acho que são coisas diferentes. Purple Rain é um clássico, clássico. E Thriller também. Mas é Purple Rain, com certeza. E...
Dito isso... Mas você é mais fã do Prince do que do Michael, não é, Felipe? Não, eu sou igual. Vamos falar sobre, porque a gente tá sendo sincerão do pop aqui, né? Todo mundo. Eu cresci na infância, foi Michael Jackson e Madonna.
Eu sou mais velho que vocês. Na minha infância, eu ia pra interior aqui de São Vicente, interior de São Paulo, minha família era de lá. E tinha festinhas juninas, as meninas vestidas de Madonna de Leca Verde, os garotos de Michael Jackson, eles competiam no palco. Então eu era criança vendo essas coisas. E vi o auge dos dois nessa época. O Prince, eu conheço com MTV só. Então eu já tava adolescente ali. E o Prince foi gosto adquirido mesmo. Porque eu acho que o Prince não é tão fácil quanto o Michael Jackson quando você escuta. Não, não é tão fácil quando você escuta de primeira, né?
Para entender as músicas do Prince e os discos dele, o Prince é genial. E aqui no Brasil ele não foi tão grande quanto o Michael. O Prince era o Quincy Jones e Michael Jackson juntos. E mais o do Callington. Eu acho que o Michael era mais popular, né? Talvez uma música que atingisse mais o público de forma geral. E eu acho que a gente não tem o magético do Prince também. Eu estava assistindo a apresentação dele nas Olimpíadas, se eu não me engano.
que eu acho que ele canta Baby I'm Star. E aí ele, tipo... Aquele contendo em roxo e amarelo. Não, e aí ele... Isso, e aí ele, tipo, pum, abrindo o espacate, assim, e eu, assim, ele, tipo... E um salto desse também. É perfeito. É Michael Jackson on heels. Exatamente. Era George Michael on heels. Aham. Porra, James Brown on heels. Eu ia falar isso, tá?
E é esse tipo de dança, imagina, que você não tem. Que do Michael tem o Michael. Exatamente. Mas por que o Brasil não pegou o Prince igual o resto do mundo inteiro pegou? Porque o Michael Jackson já tava, né? Engraçado isso. Sim, sim. Prince e Janet não pegou o Brasil. Mas por exemplo, a gente estava falando de família. Minha família consumia muito Michael Jackson desde a época do Jackson 5. Você vê cinco garotos pretos, brilhantes, cantando. Meu padrasto sempre escutou. Eu sempre via Michael Jackson. E eu não tinha essa relação com o Prince. Eu também.
De fato, o Prince entrou na minha vida quando eu já fiquei mais velha. Eu tava lá pro meu 22, 23. Artistas que eu descubro quando eu tô adolescente. É, que eu descobri o Prince e fiquei apaixonada. David Bowie foi assim também. É, David Bowie quando eu tive banda. Pra mim não pegou no Brasil muito. Só no Let's Dance que ele começa. Então, eu sempre fui muito, muito fã do Michael Jackson.
Eu fui com a minha irmã no show dele aqui no Morumbi. Você foi no show? A gente adora a sentir chorada pra minha mãe. A gente precisa ir. E aí, como a gente tá sendo sincero no pop, voltando. Quando eu vi o Find Neverland, eu fiquei muito assustado. Eu fiquei muito decepcionado. Eu confesso que eu não assisti até hoje. Eu acho que a maioria não viu porque tá na HBO. Eu assisti também.
E aí não conseguimos usar as camisas do Michael Jackson. Eu tive um baque ali do tipo, as músicas estão boas ainda. Eu acho que foi uma época que a gente que foi fã, assim, ficou um pouco decepcionado, mas não abandonou 100%, né? Você sentiu isso? Gente, Kanye West ficou. Com as alegações e tudo mais. Eu tenho uma barreira, assim, não consigo mais. Kanye West, eu consigo as coisas antigas. Tipo...
Até lá com o Pablo. Mais fácil, né? Até lá com o Pablo, que tá bom até ali. Mas aí quase a gente cai no chão, focinho. É difícil. É difícil. A gente tá falando da música deles. Então, eu amo o Michael Jackson igual. Michael Jackson e Madonna eram os meus ídolos. São meus ídolos ainda, sabe?
Ele foi o maior da história, ele revolucionou a indústria. Eu acho que, independente das pessoas gostarem dele ou não, é admitir que ele foi o maior da história. Eu até falei isso pro Felipe em off, assim. Eu não sei, ele tinha alguma coisa até de sobre-humano, sabe? Ele veio cumprir a missão e foi embora. Total, total. Meio místico, uma pessoa completamente fora... É um gênio em um lugar que a gente nunca viu, né? E o filme mostra isso. Eu ia falar exatamente isso. Esse é o link, esse é o link.
é a minha pior questão com o filme. O filme não mostra o quão genial ele é. Quem não conhece o Michael Jackson, não sai do cinema como eu acho que deveria sair, que é esse é o maior artista de todos os tempos. Não vai ter um homem igual ele. É verdade. E não sai, ninguém sai assim. É verdade. Você vê os documentários são melhores que isso. O trailer 40 é muito melhor. Nossa, maravilhoso. Eu procurei aqui pra ver onde que tava no... O trailer 40 acho que tem na Disney Plus. Tem no Paramount Plus. E tava no...
Quando eu assisti, tava no Prime ainda. É maravilhoso. Se vocês gostaram de Michael, fica essa dica. Vai ser uma das muitas dicas de hoje. Thriller 40 tá no Paramount+. Assine pra ver. É nele que você entende porque que Michael... E mostra os bastidores da perspectiva também do Quincy Jones, que fez e sentou com todas as músicas. Como foi o processo musical, é brilhante, né? A escolha das pessoas que participaram do...
Você não consegue o processo de criação, a genialidade, a ambição dele e até passar muito pano pra Michael Jackson, tipo, ah, ele é esse brincalhão mesmo. Passando com o alhão, mas vê se pode. Ele era bizarro, gente. O filme tem que assumir. E é abraçar essas bizarrices, né? Uma câmera pra não sei o que. Tinha essas coisas de popstar que a gente adora.
É legal. Mas eu acho que o filme foi pra esse lugar assim. Vamos mostrar um Michael Jackson leve pra que todos possam entender quem era essa persona, sabe? Mais pela nostalgia. Mais pela nostalgia e focando na obra. Porque era música atrás de música. Você vê que não tem tanta uma narrativa. Música, música, música, música, música. O que é maravilhoso pra gente que adora e vai lá ouvir.
Mas ao mesmo tempo, não tem uma narrativa bem construída, né? Senti um pouco de falta disso. Os 10 minutos, 15 minutos finais, eu fiquei meio puto. Porque, tipo assim, lindo o Jafar Jackson, assim, arrasando. Tem hora que você cai na ilusão, você fica... O que é isso? Mas, tipo assim, amor, eu não quero ficar 15 minutos vendo o Jafar Jackson ficando mais que eu tô no Badge. É, exatamente! Eu quero ver mais os...
dores. Não dá pra ser o Smooth Cream em algum outro... Exatamente. Tem o negócio da Pepsi? Tem. Tem, tem, tem. Você não ouviu ainda? Eu não vi. Que pega fogo. Bom, gente, então a gente tá dando vários spoilers pra quem não assistiu, mas tudo bem. Vale a pena. Tem biografia? Eu acho que tem spoiler. Eu acho que pelo menos tem a parte do Joel Jackson sendo filho da puta. Sim, Joseph. 100% filho da puta, mas a parte que... Eu olho o fã falando agora, vocês vão perceber. Tudo bem que ele batia no Michael Masks.
Eu acho que a parte mais filho da puta é a seguinte O Michael estoura com o Thriller E ele não deixa, se não existe uma Turnê de Thriller, nunca Existiu, foi porque o Joe Jackson Fez chantagem emocional no filho Com certeza, é chocante Se você é você, foi por causa dos seus irmãos Você tem que fazer a Victory Tour, porque é a vitória dos Jackson É chocante pensar que ele teve dois alvos Sucesso e não teve uma turnê É chocante E ao mesmo tempo, como irmão mais novo Que o Michael era, dá pra entender essa construção Você é o irmão mais novo E aí
Que é o mais brilhante, que acendeu, saiu, fez um dos melhores álbuns de todos os tempos. E seus irmãos. Então eu senti que teve essa culpa de, não, peraí, vai, pessoal. Vou fazer aqui uma coisinha por ele, sabe? Acho que ele tinha esse medo. E é um filme que mostrou essa emancipação também. Acho que é essa emancipação do Michael em relação ao pai. Porque ele chega na última turnê e fala, olha, gente, essa foi a última turnê. Depois de 20 anos, muito obrigada. Um beijo, tchau. E existe, né? Aquilo foi daquele jeito mesmo. E eu amo ele falando aqui ali em cima do palco. Porque é tipo assim, não tem pra onde correr atrás. A partir do momento que ele fala pra todo mundo, tipo...
Tá ali, todo mundo tá ouvindo. Que foi uma coisa que rolou com a Beyoncé no Thor, né? Porque quem construiu ela também foi o mestre, foi o pai. E no Thor rolou um momento polêmicosíssimo de romper com ele. E agora eu que vou gerir a carreira. Tanto que o Thor foi...
Ele foi mal, ele foi mal. E vazou. É, vazou, se você for ver charts, se você for vendas. Ele foi uma caída que as pessoas falaram, ah, quem faz Beyoncé é o pai dela. Sim. Ela teve que dar uma segurada ali e falar, opa. Deve ser difícil, né, romper com o pai no geral. Claro. Porque tem uma questão emocional muito intrínseca ali. É, é uma coisa que ela fala muito, né, Beyoncé. A dívida, ai, mas foi você, eu estourei, foi você que te fez estourar. Aí parece que tem essa dívida eterna, né, com a pessoa.
tem. E não tem, claro que não. Vamos falar do que a gente não gostou do filme, porque o que a gente gostou tá muito claro, o Jaffa Jackson é um trunfo do filme. Ele é excelente. E o Comando é um lindo. Carismático pra caramba. Muito, muito. Perfeito. E uma coisa que ninguém comentou o que eu falei com a Kenny. Ninguém vai falar da bunda e das coxas do Jaffa, porque...
Não, teve uma hora que ele vira assim Como é que ele vira? Principalmente em bed no final O Michael Jackson não tinha aquela bunda Ele era muito retinho Ele era muito retinho E parece que o Jafar teve que perder muito peso Pra fazer, né O tio, mas eu achei que ficou perfeito Alguns momentos você não vê Que é uma atuação, você vê Michael Eu acho que até das semelhanças O Como Domingo Eu até demorei a ser Tipo assim, uns...
Três minutos que eu fiquei... Aí, sabe quando a voz vai caindo assim? E eu... É muito Joe Jackson ali, sim. E eu sou apaixonada pelo Common, né? Tudo que ele faz, ele é incrível. King of Bingo. Gosto de como eles decidem mostrar a gravação dos clipes em vez de mostrar os clipes. Como é que você vai rodar o clipe?
Roda o clipe melhor. Roda o clipe original. Roda o clipe melhor, vamos lá. Achei mais interessante isso. Mas eles poderiam ter feito isso, de rodar o clipe original? Eu fiquei sentindo falmetos. Porque às vezes tem um filme que faz isso, né? Tem filme que meio que brinca com isso. Coloca a pessoa de verdade.
Um dos trunfos do filme foi poder tocar as músicas do Michael, porque tem filme que você faz biografia de cantor e a família não dá os direitos das obras. Então assim, um dos trunfos é, você tem música do Michael Jackson, o filme não vai ser ruim. Sim, sim, sim. Ruim, ruim o filme não é.
O ruim é retratando o Michael Jackson da forma mais honesta possível, mas não tem isso. Mas eu senti falta das grandes figuras, a gente falou disso, né? Conhece, né? Janet. Da Janet, do Stevie Wonder. Diana Ross. É, Diana Ross. Eu não sei, acho que faltou essas figuras que foram fundamentais na vida do Michael e elas não estavam ali representadas, né? A Janet dizem que não quis porque ela é brigada com dois irmãos. A Janet? A gente não sabe. A Vanity Fair não disse quais são os dois. Mas não é por causa de Michael que ela não quis. É porque ela é muito amiga do Randy, que é brigado com o outro lá por causa da esposa.
Mas não é justo você sumir com a figura da Janet Jackson no filme? Não. Vocês não acham que é injusto? Ela não tava aí... Eu acho que é injusto. É, então. É injusto. Com a imagem dela. Mas uma vez que ela não deixa a imagem... Bom pra Latoya, porque agora... Tudo era Latoya. Latoya. Vem Latoya. Vem Latoya. Que na vida real você substitui por Janet. Precisava de tanta Latoya?
Será que ela era tão citada assim na vida real? Porque era bonitinha o tempo. A Janet é a caçula. A mais nova. Eu não sei se ela é a mais nova total. Mas acima dela não é o Michael não. É o Randy. Mas enfim, eles dois ficavam muito juntos. O Michael com a Janet. Sempre foi muito. E tem histórias que eles vendo na televisão. O Fred Stead e o George dançam. E eles ficavam dançando iguais. Mas aquilo foi lindo. De eles mostrarem as referências. Eu achei isso lindo. Com o James Brown.
Tem até um vídeo que o Michael fala, uma das pessoas que mais me inspirou na vida foi James Brown. E aí mostra ele pequenininho, fazendo os passes e tudo. Faltou o Fred Starr mesmo. É, faltou. Faltou as coisas do Bob Foster também. Eu ia falar, Bob Foster também. O Moonwalk já existia com o Bob Foster, né? O que você não gostou, Felipe, do filme assim? Ahn...
O que mais pegou foi retratar o Michael passando a mão na cabeça de não mostrar ele como ele é bizarro. Desculpa, mas é uma pessoa que é adulto criança. Tanto bicho na casa. A excentricidade dele. A excentricidade do Michael Jackson não tinha. E principalmente a parte musical que o Lucas já falou. Não deu pra entender o quanto ele é genial na criação junto com Quincy Jones. E como eles juntos fizeram história na música.
Até hoje ninguém vai superar o Thriller. Não tem como mais agora. E a ambição do Michael Jackson fazendo um clipe. E o Thriller quando é lançado... A história da MTV. Já tinha estourado todo o orçamento da Sony na época de lançar o Thriller. E o Michael Jackson ainda queria fazer o clipe de Thriller. Que era um filme.
E aí o pessoal, não tem como. Eles não mostraram esses processos, né? Foi tudo assim, ai gente, criou o thriller, de repente saiu na MTV, de repente uns cortes de uma coisa pra outra. Mas tantos milhões, do meu dinheiro eu vou fazer o thriller. Porque ele queria continuar divulgando o álbum. E naquela época, não, já foi suficiente. Lançamos quatro singles e quatro clipes. Não, tem que ter o thriller. E aí ele faz história. Então essas coisas são de arrepiar. A gente não teve o fator de arrepiar.
De você canalizar Michael Jackson Eu senti falta de mostrar o processo criativo Até o filme mostra alguma coisa Porque o Michael não tocava instrumento Mas a boca dele, ele fazia todos os instrumentos Mas isso pra quem não é tão fã de música Quanta gente, fica meio que esquisito Do tipo, o que esse cara tá fazendo? Sendo que era um dos principais processos musicais Do Michael Desse tic tic tic tic Eu ia falar isso Pra quem não Un
Presta atenção nisso. Consome. Ouve o álbum, Thriller of the Wall, prestando atenção só nas camadas. Eu acho que o Michael... A violência é muito cadela dele nisso, nesse sentido de construção de camada. Ela tirou dele. Porque é chocante você perceber. Tudo, tudo. Todas as músicas dele, ele faz uma... Vocalizar, assim, né? Em Don't Stop To Get Enough. Desculpa, de Wannabe Starting Something. Ele mesmo faz...
É chocante. E isso não mostra no filme. Não, eu mamassei e mamassá, né? Que não significa... Que não significa nada e significa tudo, né? Essa é a minha música favorita do Michael Jackson. É uma ótima abertura de álbum, né? O One Star in Sun, pra mim, ele não fez nada tão foda quanto isso, eu acho. Não, é chocante mesmo. É lindo. Talvez por isso o Love the War é meu favorito.
E no palco, então, com a dança que eles surgem do chão... Nossa, tem umas marcações incríveis. Eu até hoje eu vejo, eu me arrepito de vez em quando choro, até hoje, quando eu vejo, porque depois do mamacê, mamacu, e aí ele faz aquele passinho... Pra trás!
Aquilo é de arrepiar. Muito mais que o Moonwalk pra mim. Qual é o nome do último doc que fizeram? This is Living, não é... Como é o nome? This is It. Depois que ele morre... Gente, eu assisti This is It umas 10, 15 vezes. Melhor que Michael. Melhor que Michael. Aí, ó, outra dica. This is It. This is It. Tem que assistir.
incrível. Antes da última turnê que ele fez, antes de falecer, né? E ele dançando, cara, é maravilhoso. Eu fui ver aqui no cinema depois que ele faleceu. Aliás, eu encontrei o Marcos Mion no cinema. Aí, Felipe, vai ser difícil. Vai ser difícil, né? Vai ser difícil a gente ver isso. A gente foi ver junto o filme na mesma sessão, eu acho. E tem nesse filme ele criando, ele corrigindo os músicos. Aquela momenta do pianista ...
Eu amo essa coisa. Aquilo, gente, vocês precisam ver. Porque o pianista tenta acertar o corpo. Ah, é verdade. É o comecinho, antes de estourar.
Do way you make me feel. Do way you make me feel. E o barco, não? É isso. Não, não muda tão rápido. Não, e ele falou assim. Mas eu preciso saber o que você quer pra poder fazer. Eu quero do jeito que tá no mesmo. Do jeito que é original. Não, gente, isso é genial. E às vezes é umas correções que pra gente, de ouvidos leigos... Não vai, não vai. Não vai, sim. A gente que ouviu muito sabe. Não, não. Mas tem umas correções que são muito finas. E eu acho que é o que a Renny trouxe pra gente. Tipo, ele não tocava isso no meio. E o ouvido tão... É.
Era aquele ouvido absoluto que dizem, né? Ele era um instrumento. E é interessante essa cena que o Felipe trouxe do This Is It. Porque ele começa a dançar. Ele sente. É impressionante. A gente tem que assistir. Ali você conhece o Michael Jackson. É o que a gente sentiu faltando o filme. É o expulso que ele dá e fala. Olha, with love, I love you. Ele fazia assim no final, sabe? Tô pedindo com amor, por favor. E um cara sensível, né?
Perfeccionista, perfeito. Que jeito, né? Que jeito o Michael de falecer. Você tá preparando pra grande turnê, o grande retorno. Eu lembro que nos noticiários só ficavam falando, ah, eu desistito, eu desistito, vem aí, eu desistito, vem aí, vem aí. E ele falecer. E ao mesmo tempo ele tava muito fragilizado, né? Ele tava muito magro, ele tava doente, ele tava mais esquisito. Aquilo era pra ser o making of do... Dr. Nath.
Da turnê que ele ia lançar em DVD E ele chamou Esqueci o nome do diretor do High School Musical Eu ia falar, é ele mesmo Ken Ortega É ele que é o diretor? É foda O Ken Ortega fez muita coisa incrível
Tem uma coisa nesse documentário que é muito legal Que mostra o Michael Falando uma das primeiras vezes que ele não usava Retorno, né? Então é uma das primeiras vezes que ele tá usando E aí ele começa a falar, tipo, eu não tô acostumado com isso Tipo, ele só não tem alguma coisa que a gente possa fazer Pra melhorar pra você a experiência Era só o retorno de palco
Gente, como que fazia? Vocês viram o documentário da Janet? Eu vi no YouTube picotar. Eu não vi. Eu ainda não vi, eu quero muito ver. Porque tem um momento que nunca vi na vida porque a gente sabe que o único momento de uma dor de Janet com o Michael é em screen. E é o momento que aqueles 5 segundos de dança dos dois... Inclusive icônico, né? Aquilo entrou pra história. Porque eu gosto de Janet assim como eu gosto de Michael, tá? Outra cena que tem que ter é na parte 2 do Michael, por favor. Se não tiver, eu levanto e vou embora.
Deixa a Janet produzir A parte 2 desse filme de Michael Jackson Depois de Bad, de Dangerous Ali em Dangerous é a ascensão de Janet Meteórica Do Michael ficar com ciúmes da irmã Ela fica maior que ele Então na hora do perrengue Das acusações de assédio Ele cria o Scream e chama a Janet pra cantar junto com ele E tem essa cena desse documentário Eu vi esse documentário Que é um partido em vários pedaços do YouTube É Iani, não é isso?
Eu acho que é isso. Ai, gente, quero ver. Eu também. Tem que ter no YouTube em alguns pedaços. E ele chama a Janet pra fazer. E ela grava os vocais, gravaram os vocais separados. E o Michael só mandava o dele quando a Janet mandasse, porque ele queria sobre... Juro. Tem isso. O Michael só gravaria depois pra ver como ela tá cantando, pra fazer melhor. E aí a Janet mandou primeiro, não, não, não, eu quero que você grave com aquela voz de Black Cat.
Eu até screio Mas ele queria Aí ela gravou E tem ele fazendo a voz pra ela cantar igual Os dois entrando no quarto Pra gravar a música juntos Ele agachando junto com ela E falando como queria a música É de arrepiar ali
O que mais me irrita, eu acho, que no filme, talvez, é pensar na possibilidade de ter um segundo filme, é que o primeiro... Vai ter já. Que era a possibilidade dele, que é onde ele tá com mais potência criativa, o filme não mostra isso. Então o que vai mostrar no segundo? Não precisa fazer só a poléria. Eu estou com medo desse segundo filme. Não, vai ter, vai ter. Até porque eles bateram de melhor bilheteria.
No mundo Só o Michael Jackson faz isso, né? Então vai ter segundo, se quiser terceiro Dá um jeito Contar a história dos filhos Vai ter dangerous Vai ser a sua, Emica Sabe o que faltou também? É contar a história We Are The World Que o Michael é um dos compositores
Lionel Rich conta isso perfeitamente no A Noite Que Mudou a História do Pop. Outro documentário pra vocês assistirem. Vamos fazer as indicações de cinebiografia musical? Vamos. Vamos fazer isso de coisas que pode ser de cabeça. O que de cabeça você pensa em biopic musical que você gosta? Minha favorita é da Tina Turner. Eu acho que é minha favorita. Angela Bassett. Arrasando. Eu acho que eu nunca vi. É incrível. Ai, amigo, eu vou... Chama a Tina. Eu gosto... É.
Chama Tina, a verdadeira história de Tina Turner. Dá pra ver no Disney+. Em inglês é What Love Got Do It. Eu gosto, mas me incomoda a questão da violência doméstica ser o core do filme. A Tina era uma mulher brilhante, tudo bem que ela teve um relacionamento com a I, que a gente sabe de tudo o que aconteceu.
Mas sempre focam na violência doméstica que ela sofreu. É um filme que tem mais horas de violência do que de fato ela brilhando. Então isso me incomoda muito, sabe? Enquanto mulher, enquanto artista, você recorrer a essa narrativa de violência ao invés de falar do brilho da artista. Eu concordo, é um filme incrível, mas me incomoda muito isso. Inclusive o documentário dela é melhor do que o...
Eu sou a pessoa do documentário O documentário é melhor O documentário é melhor Fala um Donna Summer Pronto Esse é o documentário que é melhor Acho um contrário O Lavinha Rose da DPF O Amadeus do Mozart São minhas boy pics que eu venho de cabeça Até o
Não, o filme do Ray com o Jamie Foxx também é melhor que qualquer documentário. Posso indicar então, Doc? Vai. Musical. Dana Summer, excelente documentário. É da HBO, não é? É, é da HBO Max, eu acho que tá lá. Dana Summer, é...
When Can I Be Me, quando eu posso ser eu mesma da Whitney Houston. Esse é muito melhor que o filme. Muito melhor que o filme. Gente, o documentário geralmente são melhores. E o filme, eu gosto do filme do Elton John. O musical. Eu acho que é o meu favorito. Do Rocketman. Pra falar assim, encaixar um filme. Eu acho que é bem feito. Eu acho que pra mim comprova o fato de que é importante o artista estar vivo enquanto ele está fazendo a ciribiografia dele.
Porque às vezes ele poda. A gente já vê o que pode acontecer com a Madonna. Um bom exemplo. Posso mudar de opinião. Quando o artista é leonino, talvez... Rocketman é bem melhor que o... Como que chama o outro? O do Fred Mercury? Ah, bem melhor. É o Burrima Rhapsody. É o Burrima Rhapsody. É bem melhor.
Não tinha que exibir Bohemian Rhapsody Depois da Shakira E é do mesmo diretor do Michael O pessoal precisa ver esse filme Pouca gente viu, o pessoal viu mais Bohemian Rhapsody E Rocketman, você vai conhecer Elton John do melhor jeito E ali tem uma coisa que eu acho importante Que faltou na biografia do Michael Tem que mostrar também os podres É isso
faz parte da carreira do músico e o filme começa com essa porrada, ele é entrando no ar, é incrível e humaniza o artista, eu acho que é humanizar esses artistas, tu não é um anjo icônico perfeito, isso faz parte do quesito rockstar a gente já sabe que tem o Ray mostra isso o Rocketman
Não. Esqueci de quem é. Porque o Rocketman ainda tem isso de não fazer uma recriação fiel de momentos. Às vezes ele pega e faz uma coisa meio... Uma fantasia, né? Uma fantasia lúdica. É do Dexter Fletcher. Eu gostei muito por contar disso. Eu achei lúdico desde o início, contando a história dele de um lugar lúdico. Porque é um cara, assim, né?
Porque o Elton John é esse cara, né? É como a pessoa se enxerga. Sim, eu achei incrível. Até os créditos são ótimos desse filme. Mostrando as fotos. Eles comparam como eles fizeram com o real. É muito bom. Ele tendo aquelas crises na casa dele. Entrando na piscina. Voando. Eu gosto. Outros que eu lembro que eu gosto. Já falei do Ray aqui mil vezes. Eu adoro. Porque mostra ele sendo filho da puta mesmo com a esposa, com as mulheres. Amo. Ray Charles, né? E o Jamie Foxx.
Assim como o da Tina Turner que você falou, ele é o Ray Charles ali. Ele ganhou o Oscar por isso, gente. Sim, sim. O Oscar de melhor ator foi pra ele. E esse filme vocês precisam ver pra conhecer não só as músicas do Ray Charles, mas a história dele que é muito foda. E... O do Ney é muito bom. O do Ney é muito bom. Ah, sim.
O do Ney é maravilhoso. É verdade. E eu acho que o do Ney tem um ponto que eu acho que do Michael Jackson eu não senti que é exatamente isso da emoção da pessoa sair do cinema maravilhado. O tanto de gente depois do filme do Ney, criancinha, que começou a conhecer o Ney, começou na escola vestido de Ney. Eu acho que tem essa potência de mostrar o quanto esse artista é precioso. E no Michael você não sente isso. Você sabe, foi muito engraçado porque eu entrevistei o Ney logo em seguida que ele lançou o filme.
E aí ele me falou isso, ele falou assim, nossa, fiquei até assustado. Tanto de criança, de jovens que passaram a me conhecer. E fiquei surpreso das pessoas pedindo selfie no restaurante. Porque ele falou, os meus fãs que me conhecem há mais de 40 anos, eles chegam e falam, pô Ney, você é maravilhoso. Mas essa nova geração chega querendo fazer selfie. Ele falou, eu fiquei emocionado.
É uma coisa que eu tava acostumado. De ter gente jovem conhecendo a minha história, sabe? Eu nunca fui o egoísta do tipo, aquela pessoa que é poser e diz, isso aqui é meu artista. Ninguém precisa... Aí ficou popular. Ah, eu gosto antes do filme. Eu quero que todo mundo conheça. Eu acho que o que é lindo e bonito, todo mundo tem que amar junto. Tem que ser todo mundo. Então, esses filmes servem pra isso. E vale mais alto. Eu acho que é uma coisa egóica da pessoa que... Sabe quando a pessoa fica falando pras pessoas que...
você tem que ouvir isso, ouvir isso, e aí não acontece, as pessoas não ouvem, mas aí quando tem um filme é isso, ai mas eu já falei pra ouvir por favor eu toco Queen agora na VHS eu amo porque antes não dava pra tocar Queen então tu escuta o filme e conhece e quem não viveu a época do artista
É difícil entender a importância dele. Às vezes o filme é uma ótima divulgação pra você conhecer a obra do artista. Com certeza. É o que vai acontecer com a Madonna. A maioria da geração sabe. Ah, eu sei que ela foi muito importante, né? Ela foi a primeira. E acabou. E nem liga, né? E quando você consegue entender o que essa mulher fez...
O fogo no cu que ela tinha E a provocação que ela fazia Então talvez só uma série ou um filme mesmo pra mostrar As buchas que ela comprava, né? E o empoderamento feminino Você ter uma mulher na cama falando de questões sexuais Nos anos 80, maravilhoso A coisa que ela fazia com religião, excomungada seis meses pelo Vaticano Não, a pior coisa
queimou a cruz, entendeu? botou fogo na cruz as mesmas coisas que tem gente falando, ai essa mulher de corpete no Coachella gente, tem 50 anos é isso, aham e a Maldona já era desde o Erótica, né, ah, essa mulher aí já era porque ela consegue 4 décadas ali de sucesso é exatamente aquele discurso dela, né, que ela fala, que a maior coisa que ela fez é ter continuado, tipo acima de tudo ela continuava as mesmas coisas que nos anos 90 reclamavam dela tô reclamando até hoje, e aí
Ela tá velha. Ela já começou velha. Ela tava velha no Hell of Light. Ah, essa mãe, essa mãe. Gente, ela já tava velha pra indústria pop com 24 anos. Agora com 67, ela tá o quê?
E sobre o filme da Madonna, eu acho que tem mais uma coisa que se sair, se for ótimo se for ruim já tem o filme Mar cama com a Madonna, que é o documentário que é maravilhoso, então fica aí mais um documentário eu acho que tem só no Youtube talvez com legenda inglês e com o gelado português também eu já mostrei do gelado português um filme que pouca gente viu é mentira, quem gosta de cinema já viu esse filme muito
Amadeus, já viram Amadeus? Eu nunca vi. Amadeus eu já ouvi, mas eu nunca vi. Eu também acho que não. É o História do Mousa. Por mais que você não goste de música clássica e não goste de Mousa, Amadeus é um puta filme. Não importa se... Eu lembro de ver a capa no... Eu lembro da capa. Eu lembro de ver a capa na locadora e eu achava que era um filme de terror.
é isso, eu tenho a impressão de que também era um filme de terror o Miloš Forman, que é o diretor do filme, ele fez um estranho no ninho na época então assim, é um puta diretor foda e você ama essa história o Mozart no filme ele é insuportável
E deveria ser, né? Como um grande gênio. Exatamente. Ele criando as músicas. É esse fator de genialidade que tem no Ray, tem no Amadeus e tem em La Vie en Rose também, que eu sempre falo. Eu sou apaixonada por La Vie en Rose com a... Meu Deus! Marion Cotillard. Além de ter ficado apaixonada por ela na época, gente. Apaixonada por Marion, que mulher maravilhosa. A maneira como ela interpretou a Edith e as dores que a Edith tinha. Porque não é fácil você interpretar a Edith Piaf. Só a gaga depois.
Só conseguiu trazer. E é um filme, assim, visceral. Conseguiu passar quem era de SPF. Eu também, também concordo. Nossa, visceral. E pra quem não conhece de SPF, vai começar a ouvir as músicas. E ela tá dublando. E ela é uma atriz tão... Difícil dublar, né? Eu acho que ela ganhou o Oscar por esse filme também. Ela ganhou o Oscar. Ganhou. Eu não lembro exatamente qual foi a categoria. Que bom que dublou. Tá tudo bem, galera. Ela falou que...
Pra dublar direito, é porque ela via as veias no pescoço da Edith Piaf quando ela cantava, e ela percebeu que ela não tinha como só mexer a boca e vibrar. Ela tinha que cantar em cima do jeito que ela cantava pra poder parecer que ela tava. Eu proibi por contrato que qualquer áudio vazasse.
pelo amor de Deus eu vou me esganiçar mas vai sair Edith Piaf então você vê, é como se ela fosse Edith Piaf cantando, é lindo eu tentei também pesquisar esse filme, é difícil de encontrar eu acho que não tem lugar nenhum eu ia apresentar pra uns amigos em casa, falei, a gente tem que assistir esse filme o Amadeus tem na Claro TV pra seguir pra alugar no streaming na cabine gente eu falei de Ray, mas eu lembrei de Get On Up 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹 먹
Do James Brown. Vocês viram esse? Pouca gente viu lá. Eu vi o filme. É o Chadwick Boseman fazendo James Brown. É maravilhoso. É, é, é. E é bom igual o Ray, eu acho. Faz tempo, né? Faz um tempinho que lançou. Faz um tempinho eu assisti. Eu lembro que lançou numa época que tava... Acho que era os Vingadores, a Marvel fazendo um monte de filme. Pouca gente foi no cinema ver. Mas vale a pena, vale a pena. Vale. Saber um pouco mais de quem era o James Brown. O que eu vejo mais é documentário. Sabe o documentário que eu amo? De artista. O do Milly Vanille.
Ai, gente! É a história mais engraçada do pop, né? Como pode? Como é que pode aquilo, né? Foi bizarro. Mostra a história do Mini Vanini. Pra quem não sabe, foram dois cantores que fizeram muito sucesso e não era a voz deles. Não era aquele que cantavam. Eles não cantavam. Isso foi o plot twist maior. Fizeram sucesso e não cantavam. Até no Grammy, né? É, foi. Foi o grandinho. Fizeram o dublado e aí falaram assim, não, tem alguma coisa errada, gente. Eles estão fazendo playback no Grammy, que é proibido fazer playback. Girl, you know it's true. Girl, you know it's true. É isso, né?
Eu ouço horrores, Mili Vanille hoje em dia, por causa do documentário. Mas a surpresa não foi isso, porque a surpresa foi pra um monte de gente que não sabia que isso tinha acontecido. Pra gente sabia. A surpresa pra mim, ao ver, foi o produtor alemão. Era aquele doido que fez até o Bonnie M. Isso! Era um filho da puta que explorava mesmo os cantores, os pretos.
que até o Boni Enes não cantava. Não era, tinha uma história também que no Boni Enes também não cantava. Era a voz do produtor, do manager. Eu fiquei enlouquecida nessa história. E é bizarro que é sempre... Eu adorava, tá? E é bizarro que é sempre uma pessoa que não tem uma aparência física, considerada super padrãozona. E tem a Martha Walsh também, o caso da Martha Walsh, que cantava os housesão. O Everybody...
Dance now. Então era uma época que isso era muito comum. Mas eu fiquei com o dó do Mili e Vanilli depois, porque eles tentaram a carreira eles cantando, só que eles tinham muito sotaque, né? Sim. E aí pra entrar no mercado americano na época, eles eram alemães e eles tinham muito sotaque. Mas que triste no final, porque eu falei, poxa, tinham tudo pra ser um sucesso, lindos, estética maravilhosa, mas a voz não era deles.
E o Miri Vanilli, eu era criança, eu tinha essa imagem do, ah, eram os caras toscos que dublavam, porque é o que a mídia falou. Mas aí, se você vê um documentário, você fala assim, não, os caras são massa. Eles tentaram depois, né, ter carreira. Tem várias outras coisas. Você sai do documentário meio que com eles, falando, poxa, eles foram gizados no fim das contas, sabe? Eu saio assim.
Eu queria indicar outros, mas eu vou deixar pro Meryl pra indicar esse. Alguém quer falar mais alguma biografia que falta? A gente vai acabar lembrando de um monte. É de docs. Docs eu vejo muitos. Qual outro doc que você viu? Woodstock 99. Maravilhoso. Da grande tragédia que foi tentar voltar com Woodstock e virou...
Eu acho que na época que foi exibido eu vi esse Woodstock na televisão porque acho que a HBO fazia a transmissão ao vivo do Woodstock. Eu lembro de ver Alanis, eu lembro de ver George Clinton ali eu conhecia George Clinton direito que eu não conhecia direito, aí eu comecei a ouvir também ali. Eu lembro de ver isso ao vivo acontecendo. O fogo, as pessoas peladas.
E o caos, é. Quebrando tudo. Mas na época não falaram isso, na época, sabia? Pra mim foi só... Ah, porque não tinha redes sociais na época, né? Não tinha Netflix fazendo, né? É, vazava, passava um dia no Jornal Nacional e era isso. Voltando ao Michael, talvez se o Find Neverland fosse da Netflix, o negócio ia ser mais... É, ia ser mais pesado. Sim. Porque o filme, você tá dizendo? Sim.
A repercussão. Eu tava na HBO e era muito grande e ninguém viu. A gente foi a família dele que fez. Lembra do Arkelly? O Arkelly foi... Nossa, o Arkelly sumiu. O Arkelly foi Netflix. Todo mundo viu. Ah, outro muito bom, que é polêmico do Diddy. É. Mas eu prefiro o da HBO. O Doc. O deles. Que são as mulheres que nascem de árvore. Ah, eu não assisti. É uma história horrorosa.
Mas eu acho que quem não tava muito por dentro da história e das polêmicas, você consegue entender bem a monstruosidade e o quão horroroso é o Diddy. É bizarro, é bizarro. Dá medo até, né? E as coisas envelheceram muito mal, né? Eu vi alguma coisa outro dia que tava uma foto assim, ah, tavam falando que não tem como fazer foto no Met Gala, que não pode, é proibido e tal, que os famosos burlam tirando foto no banheiro. E aí tinha uma foto com um monte de famosos e o Diddy assim, ó, fazendo a selfie. Meu Deus!
Como envelheceu mal essa foto. Ele era muito influente. Muito. Muito. Ele é o oposto de Michael Jackson, o cara recluso. Ele socializava com todo mundo. Sabe aquele filme Escolha Perfeita? Que é... Pit Perfect. Pit Perfect. Tem uma cena que o pai dela falava, tipo, pra ela assim, ai, você... Você quer ser o quê?
tipo, DJ, uma coisa meio P.D. E aí eu... Nossa, meu Deus, como envelheceu. Mas ele foi o maior nome da época, né? Revolucionou a carreira de muita gente. Um outro disco foda. O My Life da Mary J. Blige é dele. Gente, e eu adorava, tá? Não, eu adorava. Adorava os clipes dele. A gente brinca nas premiações da galera que faz com a gente que o P.D. foi que acabou com o Billboard Music Awards. Por quê? Qual foi o último Billboard Music Awards que você viu?
Acho que o da Beyoncé é aquele que ela performou. Ninguém lembra muito do da Beyoncé. Ele pegou a premiação pra ele e fez do jeito que ele queria, como ele queria, chamou todos os amigos artistas dele pra apresentar. Ele quebrou todo o roteiro da premiação porque você recebe um script de todos os quadros. Ele mudou tudo. Eu fiz assim, eu não vou mais ver isso. Eu tava fazendo essa transmissão. De que adianta? Por favor.
Não busquem isso. Foi a gente ficar suando frio, porque agora é categoria tal. Não. O Dili mudava. Agora eu quero chamar a pessoa pra cantar, parecia que era o churrasco do Dili. Ele que mandava e desmandava, né? O álbum do ano do Grammy pro Billboard Music Awards era People of the Year, eu acho, Person of the Year, Artist in Art, eu não lembro qual que era. Vanguarda, que negócio. Ele estourou o tempo e não teve. Não entregaram o prêmio principal da noite, porque o Pedir fez uma zona de premiação.
O que aconteceu? A gente não podia ficar lá no ar assim Gente, nossa, isso não aconteceu. Isso não tava no script, galera. Mas voltando a isso, estamos lá na Shakira em Copacabana e a gente em pé uma hora e meia, sofrendo. Eu falei Ô, Brian, eu vou embora. Eu não aguento mais. Eu não vou mais esperar. Não sei que horas vai acontecer. Vai acontecer alguma merda. Se eu ver, a Shakira cancelou esse show. Vai ser um caos. Imagina milhões de pessoas na praia e na areia. Aí Brian vira pra mim e falou assim Imagina a Kenya que tá no ar.
eu tava desejando imagina a Kenya segurar uma hora e meia eu falei, né, vamos ficar gente, eu recebi tantas mensagens na hora das pessoas falando solidariedade, Kenya, estamos contigo uma hora e meia de atraso a gente tá aqui com você, mas a gente também não sabia a gente esperava que ela fosse atrasar meia hora porque no México ela tinha feito aquele show pra 400 mil pessoas e ela atrasou 40 minutos lá, então a gente já tinha uma previsão de que assim, ah, talvez ela atrase um 20 normal de uma diva, né
Normal de uma diva. A Lady Gaga no passado atrasou 15 minutos, mas é ok. Mas quando começou a atrasar, atrasar, atrasar, atrasar... Só que assim, eu tava com a Ana Clara e na hora que você tá no ao vivo, na TV aberta... Vocês sabem. Quando abriu no ao vivo, não tem o que fazer. Você tem que ir, não tem como voltar. E adrenalina, então você não percebe quanto tempo você tá ali. Só que teve uma hora que a gente olhou no relógio e eu falei assim... Gente, são 10h20. Num dos breaks que a gente fez. Já tinha uma hora então.
E aí, claro, é, a direção pra não nos deixar assustados nem nada, eles vão falando, ó, mais 10 minutos, acho que vai atrasar mais uns 15 e a gente vai indo. E eu comecei a ficar preocupada na minha cabeça. Eu falei, cara, isso aqui tá preocupado. Vai acabar o que eu decorei, vai acabar o que eu decorei de chaqueira. É, não é nenhum decora. Um diretor bom não fala no seu ouvido, ó, não seja. É, é.
que tá acontecendo. Claro que não. Alguma merda deu. Eles tentam amenizar, mas eles falaram, olha, por questões pessoais, a equipe da Shakira disse que vai atrasar o show, tanto que a gente falou isso pro público, pra deixar todo mundo a par do que tava acontecendo. Mas bate um desespero, assim, porque a gente conta a história, a gente dá risada, a gente fala do público, mas depois de uma hora e meia... A peteca, você não pode deixar a peteca cair, né? Você não pode deixar a peteca cair, eu acho que a minha experiência da Ana Clara falaram mais alto em relação a isso, que a gente teve uma performance muito boa. Mas é isso, tem uma hora que você começa a ficar preocupado mesmo. Eu falei assim, gente, eu tô preocupada.
E eu não posso parecer que eu tô preocupada Que ela não vai chegar Mas eu pensei nisso, assim, eu falei E aí, se ela cancelar, como é que fica isso, né Porque poderia ser uma possibilidade A gente soube depois que o pai dela, né Enfim, acho que teve um AVC Questões médicas gravíssimas Inclusive, parabenizei, falei, caramba, como a Shakira entrou no palco Mesmo sabendo disso
que aconteceu com o pai. Você tem que ser grandiosa. Fez um show incrível. Mas foi dureza, gente. Uma hora e meia foi dureza. Você tem alguma coisa que você sabe que pode contar? De bastidores da Shakira, de alguma coisa? Porque eu fiquei imaginando como é que foi lá na hora.
Ela não queria fazer o show mais, né? Ela foi convencida por quem? A Betana chegou lá, Shakira! Shakira, minha filha! O Brasil! O Brasil! Pior que a gente não sabe, o que a gente soube é que ela ficou muito mal, obviamente, né? Ficou desesperada de saber dessa notícia. E todo mundo ficou no escuro, a gente não sabia se de fato ela ia fazer o show ou não. E aí eu fiquei feliz quando me falaram, olha, Shakira está saindo do quarto. Eu falei, oba! Shakira está atravessando! Ela não estava nem lá, ela estava no quarto. Ela não estava lá, ela estava no quarto.
Porque realmente deve ter sido chocante, né, gente? E o pai dela tava com ela, né? Parece. Então, não sei. O pai dela tava na Colômbia ou tava aqui? Eu acho que não, né? Não, não, não. O pai dela tava na Colômbia. É engraçado que eu ouvi, eu não sei como essa notícia vaza lá dentro, porque antes de começar o show... As pessoas sabiam? Tavam falando pra mim. É, por isso que eu achei que ele tava lá. As pessoas viam me perguntar assim, você sabe, né, o que tá acontecendo, você não quer contar, né? Mas nem a gente sabia. Não sei. Nem a gente sabia. Mas me falaram lá na hora. E eu ficava focando com aquele nos intervalos, que que que tá...
O que que tá acontecendo? Ela vai pegar o seu lado. Mas eu acho assim, como a pessoa que tava ali apresentando no ao vivo, foi melhor que a gente não soubesse o que realmente tava acontecendo. Porque isso pode influenciar, inclusive, na nossa energia. Porque a gente tá ali, tá chegando, vai começar, ela tá vindo. E se a gente soubesse de fato o que tava acontecendo, a energia não seria a mesma, sabe? Então eu fico feliz de não terem me contado antes. É melhor ter ficado um pouco pior, né?
Eu acho que se não fosse o Todo Mundo no Rio, ela tinha cancelado. Eu acho também. Deu uma segurada e falou, não, é uma coisa grande demais. Aí tá todo mundo olhando, né? Como é que vocês vaziam a praia? Não, foi o show da vida dela. Dois milhões de pessoas na praia. Ela sabia que o mundo tava olhando praquilo.
Ela, apaixonada pelo Brasil, eu acho que foram tantas camadas que ela não tinha como cancelar esse show, além de questões de patrocinadores, questões comerciais, é claro, e de um grande canal que tava fazendo a transmissão. Mas que bom que ela fez esse show, né? Eu acho que entregou, falou das mulheres, eu achei que o posicionamento dela foi incrível, se aproximou muito do Brasil, né? E a homenagem do Brasil. Falar em português, é, é. Achei que foi mais genuíno, assim, de todos os que tivemos aqui, foi uma coisa muito bonita.
E a Betânia esperando ela, Henrique. E calou a boca do Twitter, o favorito. Sim, sim. Não vai dar ninguém. Mas, vamos falar, a Maria Bethânia nunca mais aceita o convite. Nunca mais. Nunca mais. Não, porque ela não gosta de atraso. Puxar de cabeça. Imagina, não. E aí, o retorno atrasado dela, coitada. Eu falei, a Betânia já foi maldade. Pra ela sair de cá, pra Betânia estar de cabeça. E falaram que era coisa da minha cabeça. Não, o retorno tava atrasadíssimo. Eu falei com o Felipe, porque o Felipe tava lá, ele não sentiu. Mas você tava lá, você tava lá. Na transmissão.
A transmissão tava muito atrasada. Tava muito atrasado o retorno dela, né? Muito atrasada. A gente que tava na transmissão, a gente conseguiu perceber que elas estavam cantando assim com um segundinho. Em ritmos diferentes. Não dá pra saber se são os dinheiros da Shakira, se são a transmissão. Não dá pra saber onde que rola isso. Mas lá na hora... Mas no ao vivo foi lindo, né? Cantando o que é o que é. Foi maravilhoso. Fiquei muito emocionada. Eu acho que nesses momentos de Ivete, Caetano e Bethânia, que você vê a Shakira...
pra cima. Isso. Não dá pra perceber. Até chegar os convidados e ela, acho que ela precisava de gente ali. Ela devia estar assustadíssima. Não, e pra ser abraçada, sabe? Pra te dar esse acalanto do tipo, tamo aqui com você, Shakira. E num momento épico, porque a Ivete levantou aquilo, né? É impressionante. Não, e Bethânia é a mesma coisa. Gente, a voz da Bethânia foi tipo assim, quando abriu a boca, assim, você fica tipo...
é brasileiro cantar bem mesmo mas foi muito impressionante a gente fica num praticável um pouco mais acima do público quando ela falou Anitta o público fez foi uma loucura, me arrepiou quando a Anitta entrou, o público foi a loucura foi incrível de arrepiar eu tava assim, a Chakra vai cancelar vai entrar alguém no palco vai falar assim, a gente teremos um show incrível de...
Ivete, Caetano Melô Iveti featuring Anitta, Caetano e Betana Eu acho que se tivesse caído o show Eu acho que se tivesse caído o show Eles iam propor umas quatro músicas Era a melhor solução Gente, se não é assim, é quebradeira Imagina, é muita gente Ia virar o Criança Esperança
Chama mais gente pra fazer o Crança. Quem tá indo VIP? Sobe! E ano que vem é Beyoncé, galera. Eu tô fechado nessa, Samir. Vamos passar a fechada. Gente, e o povo falando que a Rihanna ia participar da Shakira fazendo participação especial. Vocês viram isso? Eu falei... Ai, gente, Rihanna, você jura, amor? Vocês gostam, né, de se convencer? Esse bait da Rihanna sempre cai. E o viadinho vai cair. E querem ela em 27. Beyoncé, Rihanna... Falaram de...
Black Eyed Peas, da volta do Black Eyed Peas. Eu, se não for Beyoncé, pra mim é Black Eyed Peas com Fergie. Vocês viram o vídeo de uma senhora falando... Nem uma senhora falando pro Eduardo Paz. Ela falando assim, ó. Ah, sim. Nada de homem, nada de banda. Os gays querem as divas pop. Tem que ser mulher. Isso. Tem que ser mulher. Fala com a Rihanna.
Mas eu acho que a Beyoncé só viria depois do Ato 3. Eu acho que antes disso, jamais. Ou seja, lá pra 2021. Eu tenho mais um ponto sobre isso. Eu acho que tem que vir com um show especial pra Copacabana. Tem que ser show do melhor da carreira. Eu acho que fica muito... Exigente a senhora, né? Eu sou exigente. Entendi, você não quer nenhuma turnê específica. Não, eu quero um show para o Brasil. Ela quer nem ter submetrela. Isso, é isso. Vem com um show especial pra gente, a gente merece. Aí ela ensaia com todo mundo.
do mundo lá no mundo. Abandonando com Celebration? Completamente contra. Não, sou a favor. Mas Celebration contemplou. Perfeita. Contemplou a carreira toda. Exatamente. É verdade. E a Gaga tá todo mundo com o álbum muito na boca do povo. Então acho que dá pra passar um pouco o pano. Substitui o... Faz o Betchella, mas traga pelo Nós do Mundo, todo mundo ali atrás. É isso, a pirâmide vira o Mundo. Nós do Mundo é do teatro. É, de teatro. Eu achei que era o da música. Não, não. Mas dá pra trazer o Holodun também. Dá.
Ela faz um convert de They Don't Care About Us. Isso. Bota seu Cristo atrás. Chama a lixa Kiss e já refaz o clipe. Quando você falou que foi no show do Michael, eu fiquei assim. Vocês também estão vendo aquela trend, né? Que você tá com CD falando, ah, eu trabalho na indústria musical. Ou eu amo em shows, sou adulto, que vou em vários shows. Mas nesse eu nunca vou. Que é o do Michael. Várias cenas do show do Michael. Tipo, esse é um show que eu nunca vou. Eu vou mandar pra vocês. É uma trend que tá rolando no TikTok. Felipe pode dizer que já foi, olha só. É.
Eu fui com a minha irmã, era em São Paulo só. Acho que o Michael não fez Rio, né? A Madonna fez Rio e São Paulo. E foi perto do outro, não foi? Foi perto dos dois. Os dois eram juntos pra América Latina. Olha que surreal. E aí, você tem imagens da Madonna vendo o show do Michael Jackson no Chile. Ali na primeira, assim, de braços cruzados vendo o Michael. E às vezes era o Michael vendo o show da Madonna porque um tava chegando enquanto o outro tava saindo, sabe? Do país. Mas o Michael só fez o São Paulo no Morumbi.
E meu primo mais velho, que aliás me mostrou muito de música, e aí meu primeiro contato com Madonna foi com ele, sendo gay mais velho que eu. Eu lembro de pegar o disco Laca Verde e ficar assim, ó.
Não é possível. De não acreditar que meu olho brilhou. A Madonna pra gay, aquilo ali uma coisa. Vem um arco-eirizinho na minha cabeça. Gay mulheres. 8 anos de idade, um arco-eirizinho na cabeça já. Ali foi. Então eu falei, pelo amor de Deus, leva a gente, leva eu e a Renata, converse minha mãe. Meu primo tinha que ligar pra minha mãe pra convencer. Você tinha quantos anos, foi?
Ele tinha, deixa eu levar. Isso foi seu momento de descobrimento da Madonna? Foi. E com 12 você já curte? Porque eu acho que se fosse assim, 7 anos... Mas 12, 13 você já entende. 13 talvez, em 13 ou 14. Tô mentindo a minha idade. Porque a Madonna Erótica foi na mesma época. Então eu vi os dois no mesmo ano. E foi o grande show do Brasil. É o Girlie Show, né? Girlie Show.
A turnê do erótico que ele show. E aí a gente... Eu e Renata, a gente se divertia mais com a Madonna. O Michael Jackson naquela época, ele era chato, né? É. Era as criancinhas, Rio de Janeiro. É, é, é. Aí o meme do... É verdade, o meme do metralhador é muito bom. Juro, juro. É esse show que eu vi.
Esse show que eu vi Ele entra numa fase muito humanista E aí eu lembro Deu uma irmã No She's Out of My Life Que ele faz O Michael é foda porque a pessoa reclama Da Beyoncé fazendo crazy I don't know E ele sentava e chorava Sim, sim Chorava agachado Eu e a Renata assim, ai que saco
Ai que chato Quem é fã da Beyoncé vai pegar ela em Flawzenol Chorando também É a mesma energia Mas Flawzenol é maravilhoso Eu amo, mas ela chorando é a mesma energia Não, Flawzenol ok, mas a energia Ave Maria Ah isso, isso Eu tô com a dúvida, era tu ainda de Dangerous né
do começo com o Jem com a roupa dourada parado 20 minutos ali eu tava chorando 13 anos eu chorando vendo uma candidata parada no palco e todo mundo gritando um orumbi inteiro gritando na época nem tinha aqueles telões gigantescos mas eu já vi
A Whitney no Hollywood Rock também. Mas você vê a Whitney na fase boa ou ruim? Turnê de guarda-costas. Nossa. Incrível. Ela tava no ápice. Aquele show que tá no YouTube vestido em vermelho. Bob Brunton no palco. Suando horrores. Ela suando horrores. Eu posso ser jogada. O calor do Brasil. Tava lá. Tava lá. Mas eu acho a Whitney Houston uma das maiores vozes que o mundo já teve. Não. Sem comparação. Whitney.
Sem comparação É isso, Ariete e Whitney Se você falar assim, qual foi a maior cantora de Whitney Houston Pra mim E ali ela tava arregaçando também Cantando perfeitamente bem E a transmissão desse show é chocante Você ouvindo todo mundo cantando Don't make me cry
Eu cantei. O Whitney é a maior... Eu acho que é uma era que não existe mais, né, gente? Não, não sei. Os artistas que as pessoas desmaiavam. Isso, é. As pessoas gritavam, choravam, se descabelavam. Aquilo também era o auge do Jorge Benjó, na época, com o W Brasil. Sim. E ele fez o show antes da Whitney. Ele fez um show muito melhor que o da Whitney.
O Jorge Benjorn lotou... Não, gente, ele fez 3 milhões na Praia de Copacabana no final do ano, acho que... Sim, agora pouco, né? 97 ou 99. Mais que gaga, mais que Madonna. Mais que gaga, mais que todo mundo. E ali eu lembro de arrepiar e falar caralho, caralho, o Jorge Benjorn. E depois ele vai embora e vem a Whitney, porque ela fechava à noite. E houve um monte de gente indo embora.
Porque... É tipo assim, o Headliner cantou, galera. Hoje ninguém consegue imaginar isso. Mas a Whitney então era balada, música da Nova FM. É, é. Alvorada, alvorada. Depois que o Jorge Bejó foi lá em cima. Agora a Whitney, vai aí. Sabe o que eu senti? Eu senti uma coisa muito parecida no último detalhe. Com o show da Ivete, depois da Mariah Carey. Porque tipo assim, a Ivete estregou. Porque eu fiquei tipo assim, olha eu. Gente, eu acho que a Headliner já...
E a Maraia veio tudo paradinho assim. Aí eu, poxa, ficou dito pra você. É que é muito diferente, né? As divas têm essa coisa contemplativa. Tem a coisa da voz, elas entregam no gogó. Não precisa de muita coisa. E, obviamente, a gente tá falando de Vete Super Entertainer. Vamos lá. O Jorge Benjorn na época com o W Brasil, que é pra você pular, que é pra você cantar.
Mas o show da minha vida foi o Prince. É. Três horas de show na Suécia. Aí um show, eu queria muito assistir. Por cagada eu fui. A CI Intercâmbio, que me chamou na época do Papel Pop, que não tinha Instagram. Nossa, CI Intercâmbio, eu lembrei. CI Intercâmbio, você não quer fazer um mochilão pela Europa? Eu fiz um mochilão pela Europa. Eu fui em Itália, Berlim, Suécia. Que legal. Dois dias em cada cidade, sofrendo, porque eu ando trem. Eu falei, ai, que chique.
vai lá, 18 horas num trem, parado como se fosse ônibus municipal sem deitar, sem nada, fiz essas coisas todas, e quando eu cheguei na Suécia foi o mais difícil, porque já tava muito cansado, eu lembro que minha coluna do dia inteira eu falei, não vou aguentar, eu vou embora eu quase desisti do show do Prince, quase
Ainda bem que você não desistiu, né? Ainda bem que foi o maior show da minha vida até agora. Eu lembro de pular como se eu não tivesse dor alguma. E de chorar em várias vezes. Você consegue ter o maior show da sua vida? Eu não sei se vocês têm... A minha é o Betchela. Seu Betchela, né? Você viveu, né? Mas você viveu, né? Vamos lá. Betchela é quase na grade. É que você tava lá, né? É quase na grade.
verdade. Eu falei assim, cara, essa mulher voltando, não vai dar pra perder esse negócio. Michael Jackson tinha morrido faz dois, três anos, eu acho, e o Príncipe cantou músicas do Michael Jackson o quarta. Ah, que incrível. Ele sentava no piano, eu tenho tantos hits, eu tenho mais hits que Madonna tem filhos. Ah! Ela fazia assim e tocava música no piano. Fez todos os hits dele em três horas de show. Cara, eu acho que talvez o melhor show que eu fui, assim... Qual? Pode ser o da vida. Não é, não é.
E não é melhor, porque não tem melhor, né? Tem vários, mas assim, um que me marcou muito foi Steve Wonder, que fez aqui no... Eu não fui nesse. Na Zona Norte. Você sabe do que eu tô falando ali? Foi numa casa de show fechada, não foi? Não. Gente, foi num festival que não existe mais. No Campo de Marte? No Campo de Marte, isso. E Steve Wonder no Campo de Marte ali na Zona Norte, acho que foi coisa de 2000 e...
2015, 2016 Foi incrível Eu fui convidada pra ir, eu nem sabia que o Steve Wonder ia estar Na cidade 2013 Me falaram, Kenia, Steve Wonder vai tocar, não sei o que Ele fez duas horas de show Circuito, festival, circuito, banco do Brasil Olha aí, exatamente, nem existe mais Foi acho que um dos meus primeiros festivais, inclusive Eu fui nesse show do Steve E gente, a banda mudava O tom Entrando
A mão dele virava e mudava o tom da banda. Dois pianos, duas baterias. É impressionante. Foi, acho que, um dos maiores, assim, que eu já vi. E de comoção do público. Foi um show que eu chorei muito. Steve também é um hitmaker. Um gênio da música. Então, pra mim, foi um show que é inesquecível. É o maior de todos. Desistiria a Prince. Meu auto-favorite da vida é dele. Impressionada mesmo, assim.
A base do Kellington é ele. Não tem nada mais foda que um dos meus artistas favoritos. Eu vi no Rock in Rio. Que foi um puta show também. Aquele especial que o Grammy fez pra ele que foram vários artistas cantando e ele no final. Tipo assim, é chocante você ver tudo.
a indústria, tipo, reverenciando aquele homem. E, tipo assim, pra quem não conhece Steve Wonder, você consegue entender o mínimo que, tipo assim, esse é cara gigante vendo aquilo. É chocante. Ela abrindo, maravilhosa. Cara, uma das melhores apresentações do Grammy até hoje, Daft Punk com o Steve Wonder. Gigante. Quando sobe um negocinho e tem o Steve Wonder, o pessoal vale lírio. Aham, aham, aham, aham, aham. Eu vou começar a música. O arrepio é só de falar. Es, né? Aham. Não. Não. Es não é. Não, não, não.
Não vai me amadestar Anodestar Gente, eu sou assim Às vezes eu não lembro, eu começo a cantar Eu vou até a parte que é o nome da música Eu tô até chegando no refrão Eu sei Deft Punk
E aquele Daft Punk vai voltando que vem Vem aí Eu adoro Eu acho eles sensacionais Nem parece francês, parecem dois pretos mesmo fazendo música É funk pra caramba Eles com o Nile Rodgers tocando guitarra E com o Pharrell O cara fala pra cantar
me conta do show do Javan, você foi? quem foi? fui no show do Javan foi incrível, 50 anos e gente, o Javan ele é um artista muito diferenciado eu falo assim, ele fala de amor mas é de um amor de outro lugar é outro dimensão
Com umas composições muito ricas, assim. Tem letras que a gente até brinca que não entende muito, mas não precisa entender. Não, não. Porque a Djavan é Djavan, o que importa é a música. Foi muito bonito ver o Allianz. Lotado. 50 mil pessoas reunidas. Pra ouvir música brasileira, é lindo você ver o estádio lotado. Pra ouvir a nossa música e reverenciar um dos nossos. Legado, né? É, legado. E assim, o Djavan tá com, acho que 77, né? 77 pra 78. E dançando, e feliz. Você fala... Gente, ele dança, gente. É a coisa mais profunda desse mundo. É, eu fiquei muito impressionada. Eu levei minha mãe.
Que era um dia antes do Dia das Mães. Muito incrível, assim, esse encontro dessa história da música com o Brasil. Eu fico sempre emocionada. Foi lindo. Tem coisas de artista brasileiro que não tem que não tem nada em nenhum lugar do mundo. Não, não tem. Não tem. O Djavan pode até ser quase o Steve Wonder, mas não é que ele quase chegou aos países. Não, ele é um artista paralelamente tão foda quanto. Tão foda quanto. É isso. O Jorge B.J. também. Não tem nada no mundo igual.
Steve tocou, né? Com o Djavan e Samurai. Perfeito. Aquela gaita que vocês escutam em Samurai, amor, é de Steve Wonder com o Djavan. E por isso que os gringos ficam fãs mesmo e compram vinil e ouvem as mãos, porque é aquilo que a gente falou da Bethânia com a Shakira. A hora que abre a boca, é outra técnica vocal, é outro alcance, é outro... Tá aí, tá assistindo o único, que é...
E eu concordo com você. É tão bom quanto, né? Não tem comparação também. São artistas muito grandiosos. Tem coisa que só cantando em português que você vai... Faz esse sentido. Você deságua em mim e oceano. Tem gente mais linda de falar sobre gozagem. Eu te juro. Isso, ninguém vai compor. E ele fez o que você falou que você quer que a Bios você faça, né? Ele cantou grandes sucessos. Cantou alguns lados Bs, assim. É isso. Cantou Miragem, que é uma música linda. Eu amo Miragem. Que tem lilás. Ele cantou algumas que poucas pessoas conhecem. Eu falei, nossa, Djavan fez um sete.
Pra fãs, fãs service, fãs service total. É, faltava um nome grande assim no Primavera, né? O brasileiro. É. Não podia ter uma surpresa brasileira grande. Toda a gente tem o Zé Ibarra, que é ótimo. Tem a Ebony. Eu achei que a parte de MPB é a parte que tá bem servida. Sim. Tem a Ana Federa Elétrica, que é muito boa. Sim. Tem a Gabi Amarantos. Sim. Inclusive, você abre o show da Gabi Amarantos. A Johnny Hooker tá lá também. Johnny Hooker. Ah, é verdade. Ele tava lá no...
Josiara, Josiara, Amelie Josiara, Amelie também Mas assim, eu digo assim A Ebony vai, né? A Ebony também Maravilhosa, maravilhosas Você lembra? Lembra Gal Costa quando fez o Brevin BH? Sabe? Uma coisa icônica Caetano fazendo transa Podia ter um medalhão Um medalhão Junto com FK Twigs aqui, Gorillaz Um nome assim, grande É
Gorillaz, F. Kate Bates e a Lily Allen, acho que são os nomes mais fortes. Tirando os brasileiros, que eu achei também que de brasileiro eles entregaram, mas também falta esse grande medalhão, não sei. A gente sentiu falta de vários rumores que estava tendo, tinha Pink Pants de rumor. Zara Larson. Zara Larson seria uma boa surpresa. Eu acho que faltou um... Eu gostei, eu gosto do que tu gostei, eu vou nos dois dias, mas achei que faltou algum indie pop que deu uma estouradaça agora, assim, pra dar aquela... Eu também acho.
É que ela chancela assim. Uma coisa assim. Rochelle Jordan. Nossa, eu estou viciada em Rochelle Jordan. Eu amo. Ou até uma Little Sims que tá arrasando no rap. A gente falou de Olivia Dean. Que também traz essa coisa chique. Eu amo a Leila. Cadê a Leila? Eu amo a Leila.
Sim, sim. Como é que fala quelela? Eu falo quelela também. Eu falo quelela? Eu acho que o Lucas deve saber falar. É verdade, o Lucas, achei chique. Quelela. O americano não vai falar quelela. Não tem um é agulho. Quelela. Ela vem do Primavera.
No último, acho que foi no último. Gente, e o Line de Primavera de 2022, que veio a Bjork, Ark Monkeys, a Serda Lisa. Gente, foi um surto. A Jessie Ware podia vir de novo, hein? Porque esse álbum novo dela tá um escândalo. Tá uma delicinha. Cancelei o Line Up.
acho que ela vai estar fazendo um show na Europa na época, no dia do show do Primavera eu vi que já não ia ser Primavera porque ela soltou a data das turnês e tinha show de Glasgow então a gente vai ter que ir até ela, não vai ter jeito cadê a Rosalia? Rosalia ela vai fazer show em agosto quando saiu os nomes, as pessoas falaram talvez Rosalia, eu falei não gente ela vai fazer um show e depois ela volta no que vem
Pra um Lola, talvez. Mas como é que a Lily Allen vai fazer o West End Girl sem cantar When I See You Cry? É difícil. Vamos ajustar expectativas. Lily Allen não vai ser Lily Allen que vem no planeta Terra. Não, espere isso. Quem tá esperando, not fair. E ela já falou, né? Não vou, vou fazer West End Girl e quem quiser que escute. Vestido de nota fiscal. Vai ser um show. Equilíbrio, galera. É isso. Agora é equilíbrio.
Quem quiser os dois antigos, não vai ter. Já tô avisando agora. A Lily Allen precisa fazer ensaios de Lily Allen pra ouvir tudo. Fazer ensaios de Lily Allen. Beyoncé, tem que ser ensaios da Beyoncé. Não vem com o show, não. Um coquezinho pra cima de mim, não. Mas, como todos estaremos lá todos.
Mas agora, a gente está falando, mas estaremos lá ainda. Gente, é muito bom. Gorilas é muito bom. E eu gostei muito do Burma Vera. Não vai ser no mesmo lugar mais, né? Vai ser no Interloges. Vai ser no Interloges. Vai continuar em Interloges. Cara, e é engraçado como virou o lugar de festival. Porque você já não tem quase... É pra Fórmula 1, historicamente, né? O Autódromo de Interlagos. Mas como virou uma agenda para shows e festivares. Total.
que é incrível, e a gente precisava de um espaço cansa, mas funciona é, funciona quando você tá lá o problema é ir e voltar o problema é ir e voltar mesmo, mas com quanto espaço ah, mas os fãs vão e voltam todo mundo reclama, mas vai reclamando eu irei todos os anos o Lolo hoje eu fui, esse ano eu fui os três dias, fui e voltei foi tudo esse ano né gente, foi uma delícia
voos dois dias do Primavera. A gente tem duas cinebiografias que a gente não falou que vão acontecer no Brasil. Não sei se vocês estão sabendo. Vai ter cinebiografia do Roberto Carlos.
Olha, interessante. A Marina Ruberbosa fará o filme sobre a vida. O Roberto Carlos? Ela vai fazer o Roberto Carlos. Ela vai ser a Nícia, a primeira esposa dele. Já a Sophie Charlotte está em todas cinebiografias. Todas. É, Gal, eu não vi. Gal, eu também. Vai fazer a Magda, as primeiras grandes paixões do rei. E o Vitor Medeiros que vai ser, que vai fazer o Roberto Carlos. Quem é o Vitor Medeiros? Boa pergunta. Você tinha que perguntar. Vocês falaram de cinebiografia, eu lembrei da do Tim Maia, que é bem legal. É bem boa.
Com Babu Santo é bem boa. Falta da Cher. Eu tenho uma crítica muito forte ao Brasil, no geral. Porque eu acho que eu sinto falta muito de biografias de artistas pretos. Tipo, Emílio Santiago. Precisa ter um super documentário. Que ideia genial. Ou um grande filme. Porque eu acho muito bizonho a gente não saber quase nada da vida desse artista. Uma das maiores vozes do Brasil. Pra mim é a maior voz do Brasil. Emílio Santiago. Masculina é a maior voz do Brasil. Com certeza. E eu sinto muita falta. Com certeza.
Vamos lá, Alcione. Começa o documentário. É seu amigo. Teve o do Simonal, não teve? Teve. Tem muito do Samba também. Tem o da Beth Carvalho, que é ótimo. O documentário dela é ótimo. Tem na Netflix, é muito bom. O Jogbenjó seria uma boa também. Maravilhoso. É, realmente, vamos começar a produzir, gente. Vamos lá, agora, agora. O filme é assim, o filme começa no Zoom Out. O drone sai. Mas eu acho que isso é a questão do Ney ter dado muito certo. Eu acho que vai dar uma esquentada também. Também acho.
cinebiografias que mereciam... Quem é o Vitor Medeiros? Eu não conheço ele. Ele é esse aqui. Você já viu ele na vida? Eu não vi. Dá pra ver ele de Robertão. Parece só eu. Eu não sei o que ele fez, gente. Desculpa, mas eu não conheço o Vitor Medeiros ainda. Eu moro que ele fique bem conhecido pela cinebiografia. Mas artistas que não tiveram cinebiografia ainda. A Cher não tem uma. Acho que o Luther Van Tross. Ele tem o documentário óbvio. Tem o doc. Eu vi o documentário. O doc pra mim, eu vi no avião.
Indo pra Califórnia. Eu falei, vou procurar. E eu adoro ver documentário musical. Gente, eu fiquei apaixonada ainda mais pela história do Luthor. Ele é sensacional, né? Fascinante, né? Sim. Beyoncé, Beyoncé, you look like Luthor. Eu amo, eu amo. Eu acho que é Luthor Never Too Much, eu acho que é o nome.
É isso mesmo. Na Madonna vai ter o... A última vez que eu fui pro Nova York tinha um cara cantando, tocando no metrô, no baixo, o tam-dam, tam-dam. Perfeito. E eu fiquei assim, ó. Deixa o trem passar. Não, e ele harmonizava vozes, né? Ele tocou com a...
Roberta Fleck E ela falou, né Lúter, e aí, quando é que você tem sua carreira, amor? Precisa, né Ele era a back-in-book do Bowie no Young Americans Tem ele no clipe cantando O Bowie ficou apaixonado por ele, né Gente, quem é esse jovem cantor incrível Ele fez muito disco bom e ninguém sabe ainda Tem uma apresentação que é ele A Whitney Houston A Out
Dion e o Steve. É bizoio. Gente, digita no Greg. É bizoio. That's what friends are for. Coloca Dion e Steve Whitney. Prepara o lencinho. É chocante.
É chocante. Vai um entrar em cima do outro. Você fica tipo... Ele nunca teve um hit no Brasil, né? O Luthor Vandeira. Eu acho que o Watton Too Much é a mais famosa. Mas tocou muito na época. Eu acho que o maior hit do Luthor no Brasil é Luthor da Sisa. Isso, isso. Não, Endless Love, Amoraya, tocou muito. Isso, é verdade. Era ele e Amoraya. Ah, tá sim. Endless Love, sim. E eu acho que o... A do Aladdin é ele que cantou, não é? Aladdin não é o... Não, é o... É ele?
Eu não sei. Não lembro. Mas enfim, o Luther é genial. Eu tô fundindo lá de prazer. O que eu quero falar dele, gente? A Chaka Khan tira onda até hoje, porque ela tinha no disco dela o Luther e a Whitney de backing vocal. É pra poucos, não é mesmo? É nesse nível. Chaka Khan. De backing vocal.
Prince também não tem a biografia, o Spike Lee queria fazer. Tem aquele filme lá do Prince que ele faz ele mesmo, não é? Poporane? É, Poporane. Poporane tem. E o que pouca gente viu também é aquele outro que tem o Kiss. Qual que é o nome daquele filme? Ah, eu esqueci o nome dele. Aquele filme é tão bom quanto, é, não sei aquela da Moon, esqueci agora, gente. Mas qual seria esses dias sobre esse filme? Ele tá estrelando, mas assim, uma cinebiografia contando a história do Prince não tem. Não tem, né? O Spike Lee quer fazer e os herdeiros não querem deixar, proibir, proibir o documentário. Mas por
Eu acho que só vai a hora que os herdeiros morrerem e a gente vê o herdeiro do herdeiro que já não tenta ligar. Eu acho que isso vai muito no lugar que a gente falou aqui que perde a oportunidade de uma nova geração e de novas pessoas conhecerem quem foi o Prince, que foi brilhante e muita gente não faz ideia. Você fala Prince, a pessoa fica assim. Eu fui no IMAX ver o Sign of the Times, o show.
Ah, eu amo. Inclusive essa música eu adoro. Sim. Madonna vem aí a série, né? Que vamos ver o que vai falar. Dizem, né? Não sabe ainda. É só boato. Dizem que ela se deu bem com o diretor do Deadpool. Será que ela vai deixar a gente fazer? Porque... Ela tá em The Studio agora. Ela gravou uma cena pra The Studio com a menina que ia fazer ela. Ele estava em Viena, não era? Pra essa nova temporada, né?
Estão debochando do filme que não saiu. Pode ser. É isso. De legal, né? Eles estão levando elas pra premia como se o filme existisse. Então tá a Julia Galinha e a Madonna divulgando o filme no Festival de Veneza. É em Veneza que eles gravam. Mas eu adoro essas movimentações. Quando começa, sabe? O movimento da diva, eu falo, Ih, vem coisa aí, hein? Pode ser. Pode ser que alguém compre a ideia do filme. O filme foi pro saco. E quando o filme foi pro saco pela primeira vez, quer saber? Eu vou fazer a Celebration Tour. A Madonna decide fazer a Celebration Tour. Ela viaja o mundo inteiro fazendo a Celebration Tour.
Vou contar a história. Se bobear, o filme começava com ela em Nova York, como começa a turnê. Aham. Ah, sim. Seria incrível. Ela pegou a história e fez a turnê. Será que vai ter cena da Praia de Copacabana? Porque a gente sabe que foi gravado, né? Agora é uma da carreira dela que é icônica. Podia, né? Terminar com isso aí. Não, tinha. É.
Não, tem que ter Mas o Bad no Michael Ali não era a hora de ter imagens do Wembley De verdade misturando Eu não falei, muito uso de idades necessário Não precisava E umas pessoas que pareciam a gente aqui em 2026 Eu falei, gente, essas pessoas foram gravadas Eu pensei isso muito durante o filme Não assistindo E os óculos Não, uma plateia atual com umas roupas de agora Anos 80 era diferente
Os anos 80 é aqueles vídeos que vazam que parece que a pessoa que tem 26 anos tem 40. Tinha material pra fazer pesquisa, né, galera? E era hora de arrepiar. Intercalar seu Jafar com o Michael. As pessoas sendo levadas assim desmaiadas. Cadê essas imagens? Não tinha muito. Ali, esse final, eu falei.
Meu Lótus é pro Michael. Ele vai fazer Lótus e Meryl? E tinha ali da lista do Kurt Cobain e tem um documentário, que é muito bom. Mas não é cinebiografia. Montagem Hava Rec, é muito bom. Vamos fazer Lótus então. Lótus e Meryl, Lótus. Lótus é parte do programa que a gente critica coisas que não gostam.
700 programas, vocês já sabem o que é Lótus. O que é meu Lótus? Deixa eu ver aqui se eu anoteio. Meu Lótus, eu vou aproveitar o tema de cinebiografia e vou falar de quando o roteiro é uma merda. Eu fiquei puto de ver o filme da Whitney por isso. Vamos entrar no Wikipedia e ver, né? E pegar o Wikipedia e fizeram o filme. Porque não precisava daquilo. Tão mastigado daquele jeito. Parecia um trabalho de faculdade ruim. Muito.
Porra, não dá. Deixa o youtuber fazer então o roteiro do filme, porque tem youtuber que faz muito bem essa parte. Vamos lá. Eu acho que o meu Lotus, falando de cinebiografia, mas aí falando do cinema em si, que eu vi até que você já falou sobre, tem um monte de gente falando. Meu Lotus vai pras pessoas mal educadas, que tão usando o celular na hora errada, ouvindo áudio de WhatsApp alto dentro do cinema. Não dá mais pra ir no cinema. Gente, não dá mais. As pessoas com lanternas, as pessoas gravando, as pessoas fofocando.
O que aconteceu com o cinema? Que era um lugar sagrado, que a gente sabe que tem que entrar e ficar quietinho. Isso é um... É um senso comum que a gente tem, né? Acostumaram a ver filme em casa. E aí eu acho que acabou, assim, o pós-pandemia. Eu fiquei um pouco traumatizada de ir no cinema agora e ver as pessoas falando e conversando e dando opinião. Isso é coisa da câmera de eco, de... A pessoa ficou vendo filme em casa, é assim que é o hábito dela. É, eu acho que é uma coisa muito pós-pandemia mesmo. Pede senso de comunidade, de estar junto. Não é isso, senso de coletivo, sabe?
Eu fui num cinema pequeno ver o Michael. Pequeno porque é aquele VIP, é uma sala pequena. Então, deve ser uma lotação de 30 pessoas. No máximo, eu não sei. Ah, eu tenho meus macetes também. E aí tinha um casal lá atrás, senhores de idade, que pela roupa já sabia. Complicado. Vai dar ruim. Vai dar ruim. Ninguém que usa essa saia pode... A mulher tinha duas chuquinhas aqui em cima, igual a Xuxa. Aí eu pensei, ali vai ser complicado. Não deu outra.
Ali eles vão falar alto O Michael falava com o Bruce Jones alguma coisa Ah, então é por isso Ah, mas ele é assim Ah, esse Michael O filme inteiro comentando que se fosse na casa dela Juro Aí eu nem briguei, falei paciência E sabe o que é pior? A gente não sabe como reagir, não é? Porque você fala assim, eu não vou lá falar com a pessoa Que é sem noção, porque vai sair uma briga Eu não vou pedir pra pessoa desligar o áudio O que a gente faz? Eu acho que é a volta do Lanterninha E aí
Vamos lá, galera. Vamos, vamos. Alguém colocando um laser assim no celular. Eu pensei que o Federico ia apanhar no cinema uma vez. Porque ele arranjou briga com um cara que era três vezes o tamanho dele. Um troglodita. Mas aí estragou a sua experiência, entendeu? Você saiu pra ver um filme tão legal, você tá brigando? Não faz sentido, né? Tem razão. O Diabo de Prada 2, eu fui assistir no Espaço Augusto ali. Que eu sabia que é um lugar que não tem nada a ver com filme. Tava exibindo, eu falei, ah, então eu vou lá. Tinha eu, meu amigo e mais duas pessoas. No espaço Augusto.
O dia da estreia. Maravilhoso. Tem que ir em cinemas específicos. Cinemark Easy. É isso que... Não, se você vai blockbuster assim, que vai um monte de gente... Eu já dei a dica, e eu recebo pessoas da DM agradecendo da dica. As primeiras fileiras, normalmente, não sentam as pessoas mal educadas. O pessoal fica mais pro meio e pra trás. Então escolhe sempre as primeiras fileiras. É, mais frente. O Cinemark tem salas que são grandes, que eu sento na primeira. E eu tô longe da tela ainda. Mas não é ruim pra enxergar? Você não acha muito perto? O Cinemark é o Dourado, por exemplo. As primeiras fileiras.
60 é muito distante da tela. Porque aqui já tem o degrau. Então ali é melhor. Não é aquela que você fica olhando pra cima. Então o melhor jeito é ver filme mais de perto mesmo pra não ter que passar por estranhos. Isabela Buscov já falava que eu vou pra ver o filme a tela e não as cadeiras. Então...
É isso, vamos sentar mais pra frente. Os sonhadores... Os sonhadores, aí você viu o filme antes. O Bertolucci fala isso nos sonhadores. Eu gosto de sentar nas primeiras fileiras pra ver o filme antes de todo mundo. Pega a cadeira 23, porque 24 não quer... Eu não vou pegar a cadeira 24 não, velho.
Essa foi uma taxa que me ensinaram pra andar de ônibus. Avião também, fala. Avião, pega a cadeira 23, porque ninguém tosco vai querer sentar na 24. Eu, sai fora, velho. Que isso, meu? Você, o Samir imitando o hétero top, tá tudo pra mim. Estratégia boa. É ótimo. Vamos fazer o Meryl, então, se você quer dar lotos.
Eu também tô bem hoje, tá bem. Só bem vibes, tá bom. Vamos fazer o Meryl, então. Porque a minha Meryl tem a ver com o tema do nosso programa também. Eu já falei muito aqui do documentário do Questlove, que ganhou o Oscar de melhor documentário e ninguém lembra porquê. Ele ganhou o Oscar no tapa do Will Smith.
O prêmio, né? Da hora não tá, rapaz. O Cruise Walk entra no palco pra apresentar o melhor documentário que o Questlove ganha do Summer of Soul. E foi pagado, né? E aí o Smith... Ninguém lembra quem ganhou o Oscar de melhor documentário. E foi o Questlove que fez esse documentário do Summer of Soul, que é incrível. Maravilhoso. Um festival que aconteceu no Harlem que ninguém lembra. Foi na época do Woodstock, não foi televisionado. Ele conseguiu as imagens e...
E aquilo é lindo, né? Aquelas bandas gospel. É maravilhoso. A Aretha Franklin cantando. Não, não, não tem Aretha. É a Marrella Jackson. Ah, é isso. Desculpa, eu confundi. Dá pra confundir porque a Aretha Franklin é fã da Marrella Jackson e vê ela cantando desde pequenininha. Então ela canta bem parecida com a Marrella. É realmente maravilhoso. A Marrella Jackson, aquilo é rock and roll puro. E você vê a estrutura, tipo assim.
A galera, tipo, emocionadíssima. Steve Wonder tocando bateria, daquele jeito. É incrível. Mas ele fez um outro filme. Essa é a minha dica de Meryl, que tem na Disney Plus pra ver também. O Sly Family Stone morreu esse ano ou ano passado, hein? Foi esse ano? Acho que foi ano passado. Eu vi o filme. O legado de Sly Family Stone, que chama... Eu até não assisti.
É sobre o Sly Stone e o que ele fez de revolucionário na música, criando o Sly da Feministone. Ninguém deve conhecer essa banda. Bom, quem gosta muito de música conhece muito o Sly da Feministone. Sim, eu conheço. Mas tem muita gente que não conhece.
Eu também não conheço. É surreal, né? Não existiria Prince se não tivesse Sly Stone na vida. Então, ele mostra as referências. O Groove, né? Ele mostra o que foi criado a partir do que ele fez. Então, tem a Janet com o Redomination ali. Foda. Thank You, que tem o Sam Pond. Eu não lembro se é essa música mesmo. Então, ele mostra o Prince com o 1999, que é copiando o Sly Family Stone. Tem James Brown. Acho que tem James Brown, porque foi inspiração pra ele também fazer. Tem o Niam Simone?
Não tem a Nina tocando? Nina Simone tem no Summer of Soul. Gente, desculpa, eu tô confundindo. São dois documentários. Eu assisti Summer of Soul. Eu tô aqui concordando, mas eu assisti o Summer of Soul. O problema é o seguinte, você tá confundindo por quê? No Summer of Soul também tem Slay Feministão. Isso, por isso. Eles fecham o documentário. E que eu achei incrível. Eu falei, cara...
E mostra muito do Sly Feministone no documentário Summer of Soul, porque tem muita história ali interessante. Então meu melhor é esse, tá pronto. Então ele pegou esse pedaço do Summer of Soul e fez um documentário só sobre o Sly Feministone. Então tem depoimentos do D'Angelo, tem depoimentos do... Putz, eu esqueci o nome. Rafael Sadiq tem também. Do André 3000, da Mariah, todos os figurões gigantes falando da importância do Sly Feministone. Galera que gosta de música.
É aquela coisa, né, gente? Que a gente já conhece da galera da época. O estúdiozinho dele, menos o Dett & Townsend. Muita cocaína, muita gelididade, muita música. Ele não vou sair. Então, mas mostra a cocaína. O drama dele com cocaína foi bizarro. Você viu, né? Sim, sim. Em uma época que não se problematizava. Era uma coisa comum, todo mundo usava. É foda esse documentário. Bop in death, galera. Bop in death.
Olha, Summer of Soul, então, eu queria indicar. Summer of Soul, eu adoro. Com os artistas pretos tocando. Era no Central Park? Não, era onde ali? Era no Brooklyn mesmo. No Brooklyn, né? No Harlem. É, era isso. E aí você vê artistas incríveis, mais pura criatividade. Vale muito a pena. E naquela transição, né? Dos anos de 69 pros anos 70. Um show gratuito. Que é quando o mundo dá um boom, né? Que surgem artistas como o Marming Day e tudo mais. Então vale muito a pena ver.
Só não tinha o Jimi Hendrix porque ele tava fazendo bootstock, né? É isso. Porque todos os artistas pretos que não foram pro bootstock foram pra esse festival. E é no verão, e na época tava acontecendo uma grande... Era a guerra civil de direitos humanos que tava acontecendo. E o prefeito, que era super legal, falou assim, vamos fazer uma coisa pra acalmar os ânimos, porque é uma guerra aqui, violenta. Então, no verão, que tá todo mundo quente, querendo se divertir, vamos fazer esse festival. Todo mundo feliz. E ninguém sabia que existia, né?
É um cristalzinho. Tinha um documentário muito bom brasileiro, mas saiu da Netflix. Tava na Netflix, que era o barato de Iacanga, já viu? Eu acho que não. A gente até já falou, já falei dele há alguns anos aqui no Wanda, sobre o Woodstock brasileiro. Ah, eu acho que eu assisti. Foi uma confusão, que é isso, é porque o Woodstock, a galera queria, não, a gente tem que ter nosso Woodstock. E aí começou um festivalzinho.
Que foi crescendo, foi crescendo. E foi virando um caos. E aí tinha o João Gilberto. E aí a galera, meu Deus, o homem vai vir, o homem vai vir. Eu não assisti mais. Eles citam isso na biografia do Ney. Por isso que o Ney participa, não participa? Sim, participa. E é isso aí. É isso. Caos instaurado. Um monte de jovem. Anarquia. Flower power. Faz qualquer coisa. Faz o que quiser. Enfiar a galera lá dentro. E onde foi, Samir? E se vira. Ó, esse aí. E aí?
Foi no Rio? Não, não. Como é que chama? O Barato de Iacanga. Quer ver onde que foi? Barato de Iacanga, qual festival? Iacanga com I? É.
Bem jovem guarda aqui. Festival das Águas Claras. Realizado em Iacanga, São Paulo, nos anos 70 e 80. O evento conhecido como Woodstock Brasileiro. Mas não tem pra ver no Netflix. Não, não tem. Saiu. Que pena, né? Esse aqui é o Raul Seixas, deve ser, né? É, deve ser. Gente, é muito bom. Poxa, é uma pena. Deve ter no YouTube. Às vezes esses documentários menores assim, aparecem no YouTube. Mas o meu Meryl não tem nada a ver com música.
É sobre as artes plásticas, o que é? Ah, é sobre as artes, não. Ah, ontem eu vi Cangaço Novo, fiquei assistindo a nova temporada de Cangaço Novo. Eu comecei os dois episódios, eu amo, tá? Eu vi sete, eu sentei uma hora da tarde e falei, ah, vou ver um episódio, às sete de noite. Mas o meu é o mesmo, galera.
Ele indicando várias coisas. Ele não chegou, ele vai falando. É um patriótico de verdade. Pode ter completamente nada a ver, chama Dean Porter, o Bruxo Sombrio. É um documentário que tá na HBO Max, saiu agora, tem quatro episódios, que é sobre um cara que era um escalador, que é o escalador mais... um dos mais fodas que já existiu, esse cara que se chama Dean Porter.
E é isso, parece uma coisa muito aleatória, mas é esse cara que ele se desafiava muito a ser a pessoa... É Potter igual Harry Potter, né? É Potter. É isso mesmo. É Potter, é com R, né?
É Potter. Potter igual Harry Potter. Igual Harry Potter. Jim Potter. O bruxo sombrio. Cara, é esse cara que tem uma obsessão em escalar, em ser o maior escalador. Coisa que só Samir vê mesmo. E ele é muito louco. Mas como assim escalar? Escalar, subir montanhas mesmo.
Mas com equipamento. Não, numa categoria que se chama free solo. Não, não é possível. Por isso que eu tô pensando assim, escalar como? Que são pessoas que escalam montanhas sem nenhum equipamento. Eu achei ele ridículo. Gente que gosta de morrer. É a pessoa que assim, bom, qualquer coisa se der errado… Isso.
Beijo, família, obrigada. Exatamente. E é sobre esse cara que tinha meio que uma obsessão por quase morrer. Porque ele começa com essa coisa do frissolo, do escalar. Ele tinha a saúde mental completamente fragilizada, porque ele meio que explica muito. A hora que ele sentia que ele vai morrer, ele queria fazer muito. O comentário de uma mulher, num posto do homem, que estava andando de bicicleta se equilibrando numa ponte que assim, caiu, morreu. Aí a mulher falando assim, falta aventura pra homem, né?
Isso, falta. Eles não engravidam. Não, é coisa de geometro branco. Eles engravidam, não fazem... Todo mundo envolvido no documentário, que parece, outros escaladores e tal, é todos homens brancos héteros. Porque isso é risco de vida, não tem graça, né? E é isso, aí quando aparece o rival dele, que é um cara que ganhou um Oscar, por ser o maior frisolo, que escalou a montanha mais foda dos Estados Unidos, aí ele passa pro slackline entre montanhas. Sem nada também. Sem nada.
Ah não, gente, aí realmente. Eu sou viciado em um ponto de uma mulher. Eu sou viciado em uma mulher. Eu sou viciado em uma mulher. Eu sou viciado em uma mulher. Que é aqueles povo que pula... Eu ia passar mal de ver esse documentário. Porque eu já fico passando mal na minha casa assim. Eu não consigo. Meu Deus, a pessoa vai cair. Meu Deus, vai dar errado. Mas ele tá vivo ainda? É uma pura bonita. Porque se você acha que ele vai morrer... 50 vezes. E ele não morre. Não, aí fala assim. Agora ele vai morrer. Agora ele vai morrer. Não, ele vai morrer. E aí tem uma hora que ele tá fazendo esses slacklines da vida. Ele tá na China. Levam ele pra ir na China. Já é na fase que ele já tá mais cagado. E aí ele passa o dia inteiro ensaiando. Tem quantos anos?
mais anos. Eventualmente ele morreu. Eventualmente. Ao longo do documentário, ele morre. Mas ele morre. Ele vai ficar surpreso. Você fala assim, não, ele tá com 70. Mas é porque você acha que ele vai morrer muito antes do que ele morreu. Você fala, não, é agora. Agora é a morte. E aí tem essa parte que ele passa o dia inteiro ensaiando pra poder atravessar o slackline lá entre as montanhas. Ele não consegue.
Ele não consegue. Mas é alguém que tá com tempo, né? Ele não consegue. Ele só tem tempo pra fazer isso. Vamos lá, né? De dinheiro. No dia que ele vai fazer, na hora que ele vai morrer, o negócio é isso. Toda vez que ele tá tentando fazer as coisas, ele não consegue. Mas na hora que é ou morre ou vai, aí ele consegue.
E aí é um cara que tem muito problema de cabeça e tudo mais. Gente, é incrível. Prende, é uma tensão. Suadeiro, vale muito a pena. Não sei se eu vou conseguir, mas vou tentar. Você viu aquele Atravessia com o Joseph Gordon-Levitt? Que ele faz esse cara que atravessa com uma vara? Então, eu... O Philippe Petit, ele faz um francês. Eu lembro de entrevistar o Gordon-Levitt por causa desse filme.
que é o cara que fez isso também a gente foi a Jopro não sei onde, ele tava lá pra ser entrevistado e tinha uma ação pros influenciadores fazer, que eles colocavam óculos de realidade virtual de realidade virtual e você fazia igual, ele se atravessava juro é impossível eu pus, eu tô em cima do prédio, agora vai
Minha perna começou a tremer. É muito bizarro, né? Nem brincar de outra vez. É, não, mas eu tenho... Não consigo, tirei o óculos, toma. É, é, é. Não dá. Que te dá um... Uma vertigem. Uma vertigem. Eu tenho isso quando eu tô numa altura, sei lá, em prédios que tem, sei lá, 25 andares. Me dá uma vertigem. Eu não tenho medo de altura. É engraçado isso, né? Que você olha assim e fala, opa.
mas eu já pulei de paraquedas, gente então assim, era muito jovem eu faria isso também mas eu creio, porque na época eu tava apaixonada por uma menina que era aventureira gente, a gente faz tudo por amor jovenzinha ainda eu tinha, sei lá, 19 anos, eu tava gostando dessa garota que gostava de aventura, eu falei, bora gente, nunca mais, na hora que eu desci porque é uma queda livre, né aí você tá com a mochilinha, você tá com o cara que tá atrás de você, e ele vai te gando, ele fala assim olha, eu vou contar até 10 e no 10 a gente se joga 1
Um, dois, no três já lá embaixo. E é uma queda livre, assim, assustadora. São 30 segundos de queda livre, depois ele abre o paraquedas e você vai vendo a paisagem. Eu não vi graça em nada, eu quase morri do coração. E eu falei, nunca mais eu vou fazer isso aqui. Por amor, nem por amor, nem por nada. Eu tenho a curiosidade, mas eu morro de medo. E eu sou uma pessoa das aventuras. E coisas esportistas que eu não fazia quando tinha 20 e poucos anos. Tipo, correr.
Hoje em dia tá na moda, você corre por diversão É entretenimento, corrida hoje Namorei um garoto Carioca, super geração saúde Vamos correr comigo? Eu falei, correr? Aí ele me ensinou a correr Comecei a gostar Ai, deite chato, se chamar pra correr, corre Depende do boy Durou três meses esse namoro, porque assim, minha irmã quer te conhecer Vamos comer um estrogonofe na casa dela, estrogonofe de noite? Se Deus me liga Tchau
percebi que queria me emagrecer ai, mas eu sou mais dessa me oferece comida que eu vou mas eles daí comeram é um absurdo rodízio de pizza com meus amigos? não, não vou não vai lá com eles, eu falei, porra mas eu fico vendo, às vezes eu fico vendo o boy no Instagram e falo assim, ai, acho lindo, mas não teria essa vida não vou ter essa vida ele tá às 5 horas da manhã, correndo domingo eu tô na festa eu acho que combina se você já é alguém que tem os mesmos hábitos se você é um corredor, maravilhoso vai encontrar alguém também que corre, agora haha
Com a vida que a gente tem, a pessoa acordar 5 da manhã e eu falo, amor, não. Não, não vou. Infelizmente. Agora a gente vai estar no after. Eu vou estar voltando do show da Shakira. É isso. Com adrenalina, entendeu? Eu vou estar acordada ainda. Eu tenho o Meryl, posso dar? Tem dois, na verdade, rapidinho. Um é o show do Rock Doido, da Gabi Amarantos. Eu fui semana... Tudo! A Diva apresenta. Ela abre o show, apenas.
Fantástico, assim, é chocante como a Gabi conseguiu levar a energia do filme pro palco, troca de roupa, telão sincronizado, tipo, artista pop no seu máximo, chocante, assim, eu assisti, a segunda vez que eu assisto e eu fiquei tipo, Gabi. Show com conceito. Isso, show com conceito. Ela entrega demais. E entregou eras. Não era pra ser um show de eras. E ela entregou eras. E entregou eras. Começa com a roupinha dela no começo de carreira. E um plano de sequência. Maravilhosa.
Perfeita. Fez um plano de sequência no show. Non-stop, né? Lá em cima. Eu acho que ela vai fazer uma coisa muito especial. Eu acho também. E ela já no seu vai lançar uma roupinha pra Copa, que é uma coisa bem gay. Eu amei. Uma onça meio rosa com ela. Essa é pras gays. É isso, Garbite? E o segundo é o álbum da Bia Soul, o Pornografia Auditiva. Vocês ouviram? Ah, já vi o nome. Eu ouvi. Eu ouvi. Quero fazer um review sobre. Esperem. Eu estou completamente obcecado.
uma poetisa do erotismo, muito boa e as pessoas muito boas do álbum muito humor, um erotismo gostoso do erotismo gostoso, mulher fã de putaria é muito gostoso é muito gostoso, é verdade e ela com muito humor, muito bom, tô completamente beneficiado no álbum dela, e eu acho que todo mundo deveria ouvir eu preciso ouvir, eu preciso ouvir eu vi o nome, amei essa dica e a cara é maravilhosa putaria
Bora então, vamos fazer um caso no Me Ajuda Vanda e a gente termina essa nossa edição. Me Ajuda Vanda, novela sapatônica Vanda. Por que será que esse caso tá aqui? Me meti uma confusão de proporções inimagináveis e preciso de ajuda. Sou uma sapatãozinha de 43 anos bem monogâmica, casada há 14 anos com a esposa mais sensacional que existe.
Nossa relação é daquelas que as pessoas usam de referência. Nos respeitamos, nos amamos, somos sócias, trabalhamos juntas e o sexo é incrível, mesmo depois de tudo isso. Olha, ela trabalha junta e ainda consegue ter um sexo bom, gente. Isso é raridade? É raro mesmo. Eu sempre pensei que era exatamente o que eu queria para a minha vida. Ué.
Mas eis que um dia resolvi testar meus encantos. Pra quê, gente? Tá tudo bom. Foi mexendo o que tava bom, né? Escolhi aleatoriamente uma mulher pelo Instagram. Escolhi? Aleatoriamente uma mulher pelo Instagram. Precisava ser alguém longe pra história não se desenrolar de verdade. Ah, e arrumou no problema, né? É tipo o cara da travessia. Pra quê? Lembrei que morei em Barcelona por alguns anos, então seria alguém de lá.
já tá entediada, né? É isso, aqui nós vamos fazer autossabotagem. Encontrei meu alvo no perfil de uma ex-prefeita que eu seguia. História só melhor. Uma deputada sem aliança no dedo, nada indicando que tivesse alguém. Perfeita.
Comecei a segui-la, curti fotos antigas, acompanhar tudo obsessivamente. Ela não me seguia, mas visualizava tudo. Fui enfiando o pé. Elogios, perguntas, intensidade. Ela foi cedendo. Em determinado momento me contou que estava casada há nove anos, mas eu queria só me divertir, protegida pela tela e pela distância. Então aquilo não pesou.
A gente se desculpa Mas é traição Tem uma tela que não é traição Um dia ela pediu pra ouvir minha voz Mandei um áudio português Olá Olá Mandei um áudio português Dizendo que ficava molhada de pensar nela Foi com todos os pés E aí, May Ela ficou chocada Faz uma voz de Ana Carolina
Eu quero te roubar. E aí? Olha, eu votarei em você, hein? Gente, eu votarei em você. Te curti, hein? Te curti, hein, gatinha? Ela ficou chocada. Desde esse dia, nos falamos todos os dias. Em junho, quase na brincadeira, perguntei se podia ir conhecê-la.
de brinks. Tudo com ela na brincadeira. Eu tô achando interessante isso. Igual se a mano. Cezimou de qualquer culpa. Ela disse que sim. E aí eu tive um problema real. Nunca tinha viajado sozinha na vida. Ah, mas não era brincadeira?
Por que dá pra poder ir tanto viajar? Convenci minha esposa de que queria fazer isso como presente de aniversário. Ah, não. Sacanagem. Que filha da puta. Perdi a conexão no aeroporto e liguei chorando pra minha esposa, que resolveu tudo e ficou de plantão acompanhando cada trecho do filme. Coitada dessa esposa, gente. Uma fofa. Uma fofa. Ela solta aí numa fofa. Uma trouxa. Gente, ela perdeu a conexão no aeroporto. Ah, tá. Ela viajou pra algum país antes pra depois ir pra Barcelona, né? Uma otária.
Cheguei em Barcelona, foi lindo. Transávamos e chorávamos o tempo todo. O que? Ovinando a canadena aqui, ó. Eu só quero... Eu quero é de Piaf. Não, mas peraí. Transava e chorava? Como assim, gente? Também não entendi.
Ao mesmo tempo. Ah, e tem quanto chorava. Qual era a ordem? Qual é a ordem? É importante. Transava e chorava seguido. Isso. Transava numa hora, eu chorava na outra. Eu queria entender essa ordem. Não chora do quê? De arrependimento, de tesão? É. Eu acho que eu tô acreditando que tá rolando. Eu também não. Eu tô arrependida, vou me ferrar, porque eu tenho um relacionamento perfeito de 14 anos e tô pisando na bola. É, pode ser. Antes de eu ir embora, ela olhou nos meus olhos e disse que se não estivesse comprando um apartamento com a esposa dela naquele momento, largaria tudo pra viver comigo. Mas esse é o clássico, né, gente?
Amor, e se minha avó tivesse rodando na bicicleta? É isso. Voltei pra casa apaixonada e deslocada. Minha esposa claramente desconfiava. Um dia me disse que jamais se separaria de mim acontecesse o que acontecesse.
Eu só saio daqui se for pro caixão, Lucas. Olha, mas eu fiquei preocupada. Mas eu tô preocupada também com a esposa de falar, eu só saio dessa relacionamento. É meio... É complicado, gente. É, vamos ver até que ponto. E senti que era o momento de contar tudo. Contei. Que beleza. Propus uma relação não monogâmica. Depois que você já fez tudo, meu amor.
Ela deveria ter dialogado antes. Claro. Se você tá 14 anos com alguém e chegar e falar assim, olha... Sentiu uma coisa diferente. Se você tem tanta intimidade, não é? Total. Bateu onda diferente. Bateu onda diferente. Propure uma relação não monogâmica, já que não me pretendia se separar dela. Ela ficou chocada, pediu um tempo e acabou buscando terapia com uma psicóloga especializada em não monogamia. Pouco depois, sem combinar comigo, minha namorada catalã...
Minha namorada catalã. Ou seja, agora ela tem esposa e namorada, amores. A história progrediu muito rápido. Cara de pau da Samuã, desse tamanho. Resolveu contar pra esposa dela também. A esposa dela não reagiu bem. Começou a sair pra baladas e voltar drogada no dia seguinte.
Ela queria que eu regisse como? Ai, amor, que história incrível. Eu te amo, viu? Tudo ótimo. Ela tem dois filhos adolescentes. Olha o tamanho da confusão. Estão fazendo terapia de casal. Ai, eu sou muito capetinho. Eu também faço terapia. Vou pro Barcelona no final desse mês e não sei o que fazer.
Não vai pra Barcelona. Isso. Começa aí. Ela vai, ela vai. Ela já fez tudo isso. Termino e poupo o sofrimento de todo mundo. Ou me permito viver isso que me faz tão feliz. Mas calma, ela tá agora vivendo um relacionamento não monogâmico? O Felipe tá ali na mão. Virou isso ou não? O relacionamento tá fechado. A esposa dela tem que fazer terapia especializada em não monogamia. E ela tá de boa. Pediu um tempo.
Sabe, de um tempo. Ou seja, ela quer testar se a espanhola se a catalã, se a namorada é catalã. Se a catalã é errada, ela tem o ponto seguro. O que eu não aguento é o egoísmo das pessoas. Eu acho muito egoísta. Eu acho que desde o início ela deveria ter sido sincera, como eu falei. Se você tá num relacionamento de 14 anos...
as conversas vão ser difíceis, não tem como não tem conversa fácil em relacionamento nenhum então é você ser sincero de falar olha, talvez eu esteja querendo me aventurar, porque eu acho que no caso dela é uma aventura, ela começou conversando ali no Instagram e foi viajar literalmente pra outro lugar então acho que é ser honesto com o que você também tá sentindo e com o outro, porque ela não deixou margem pra que a esposa falasse olha, eu não aceito, eu não quero e que eu vamos terminar total tchau
Porque ela quer tudo. E quem tem tudo não tem nada, né amor? Então assim, ou termina e vai pra Barcelona e entende seus sentimentos. Do que fazer da vida do outro o inferno. Porque é isso que ela tá fazendo. E me incomoda um pouco o fato dela ter ido atrás, assim, sabe? Nessa história toda. Tipo, não foi uma coisa que ela foi atrás de uma pessoa pra...
Ela tá sendo esperta, né? Ela quer ir testar Ela quer, ah, pedir um tempo pra quê? Vou lá testar, ver se dá certo Se não desenrolar com a Catalã Eu tenho aqui Mas é que não se testa quando a gente tá falando de pessoas Exatamente Ai, vou comprar um carro lá na Espanha e volto Eu concordo
Entendeu? São pessoas envolvidas. Como é que você vai testar alguma coisa? Eu acho que ela tinha que ser honesta e terminar o relacionamento. Porque ela me parece que quer ficar sozinha ou ter aventuras. Mas ela não quer ficar sozinha. E a pessoa ainda... Ela manda o caso ainda. Eu acho egoísmo. Desculpa, você amiga que escreve pra gente. Essa frase aqui que eu vou ler de novo. Termino e poupo o sofrimento de todo mundo ou me permito viver isso que me faz tão feliz?
Porque como é que você consegue ser tão feliz deixando todo mundo fodido? Os filhos estão fazendo terapia, né? Parece que ela fez 14 anos e agora eu quero estragar tudo. Porque você está entediada. Por que você faz isso? Ela não gosta mais do casamento dela.
Mas é só terminar, não é? Não, pode ser que ela goste da mulher ainda Gostar de alguém é uma coisa Gostar do casamento é outra Eu concordo com o Felipe, eu acho que talvez ela goste São 14 anos Talvez tenha virado uma amizade E ela não gosta mais No campo sexual, no campo afetivo Ou então mudou alguma coisa também Ela quer continuar sexual, mas não daquele jeito Só que precisa dialogar Essas conversas são necessárias
É natural, um rosaamento ou um novo mudar. Ela manda foto de todo mundo aqui, eu vou mostrar pra vocês. Eu, e depois tem ela. Aí eu pensei que ela fosse a esposa, mas não, ela é a de Barcelona. Eu gostaria de dizer que eu como vanda. Depois tem minha esposa. Eu como vanda. Eu e ela, já virou, ela quer a de Barcelona, ela já trocou de esposa, ela só não entendeu ainda. Então, amor, é ser fiel ao que você quer e deixar as pessoas livres. Isso, banta. Essa daqui de trás é a que escreve pra gente.
A de trás. A da frente é a esposa dela. E a de Barcelona, eu não consegui uma foto dela sozinha. Mas é essa daqui do meio. É, mas independente. Eu acho que ela precisa... Eu gosto de ver. É importante dar imagem pra conversa. É, mas eu acho que é isso. Ou se separar.
Eu não entendi ela se justificando como se fosse uma coisa ok fazer isso. Na visão dela, ela não tá errada, né? Parece que ela tá meio... É tipo assim, tem duas opções aqui. Não, a gente tá falando aqui com todo respeito, tá? O Vint que mandou, com todo respeito. Mas acho que é fazer uma terapia, primeira coisa.
E talvez se separar e entender que hoje talvez exista uma amizade. E não mais aquele amor que existiu há 14 anos. Ah, mas ela não pode ir agora. Então o amor mudou. Não, e que o amor mudou. O problema é você decidir e estragar tudo pra depois querer consertar. A gente fala, olha, eu tô com vontade de conhecer alguém lá fora. Ela não contou em nenhum momento. Ela foi lá e traiu a mulher.
Transou e forou. Complicado. Antes de trair ela deveria ter conversado. Mas então agora, nesse momento, ela pode conversar e falar, olha, se for pra ter uma relação, eu vou conseguir assim. Eu acho que é a melhor coisa. Eu não perdoaria. Eu também não. Não, eu não tô falando nada de mim. Tô falando o que ela pode fazer por elas lá. Eu também não, mas eu acho que eu falaria, olha...
No meu momento de vida, eu consigo ter uma relação assim, né? Pra esposa dela. Você topa pra saber se a esposa dela vai embarcar nessa. Eu acho que a única possibilidade agora é ser sincera com ela e com as pessoas que estão vivendo essa história. Mas eu também acho uma sacanagem você jogar bomba no colo do outro. É. Do tipo, ah, porque agora eu tô apaixonada em você, faz o quê? Isso. Não. É.
Gente, que isso? Tá nas tuas mãos. Porque o outro também tá sofrendo. E a outra foi pega de surpresa. Total. Porque imagina que você tá num relacionamento achando que tá tudo maravilhoso. E essa esposa chega e fala, então... E eu acho que a chance... Tô aqui em Barcelona. E acho que a chance é grande. Com outra mulher. Sim. Pra essa esposa que não tá... É um susto, né? Não só viaja pra pegar mulher, mas tem um relacionamento com ela online grande. É, exatamente. Por um tempo. A ponto de viajar pra praia. E acha que não tem problema. E ela falou namorada catalã. Então realmente é um...
A distância ou não é uma relação que ela tá recebendo. O que ela tem pra esposa de 14 anos. E pra esposa de 14 anos, que foi pega de surpresa, eu acho que a chance dela propor uma coisa assim. E a esposa fala, tá bom, eu topo. Eu acho que é grande. Porque ela não tá preparada também pra terminar. Eu também acho. 14 anos. Mas ao mesmo tempo é um susto. Porque você fala, nossa, essa pessoa que tá do meu lado eu não conheço, entende? Então são muitas questões. É, teria que terminar. Como diria a ideia, pra mim é não.
É, pra mim também não. Pra mim é não também. Termina. Pra mim é não, termina. E vai viver sua história lá, ver se vai dar certo ou não, sua história catalã. Agora ela tem, talvez, uma esposa catalã. Talvez ela... Talvez. Então vai ser feliz. Ela também tem uma família. Eu tenho várias gays que começaram... Tem várias gays que eu conheço que começaram nessa de bora abrir, conheceu outra pessoa, gostou, terminou e ficou, e é isso. Às vezes acontece. Se você... ...
E deixa a outra esposa livre pra ser feliz também. Começar outro relacionamento, enfim, encontrar outra pessoa. Ainda por essa vez termina. Se o seu objetivo era esse, era melhor terminar antes. Ou visa antes, né? Ou fala antes. Deixa eu estragar aqui. Acho que é muito isso.
É isso, gravamos no Wanda. A mudança vai acabar, hein, gente? Talvez daqui a um programa, dois, não sabemos ainda. Acho que dois. Um acho... É, pode ser muito difícil. Deve ser dois. E aí vocês estão convidados pra ver a sala nova. E aí, eu já quero. A gente colocou aqui o colchão de fundo pra poder... Uma Pabllo. Trazer uma. Eu amo, porque é a realidade como ela é. Eu gosto. Só tem pra contar poucas coisas.
Obrigado por terem topado Vindo a nossa mudança Eu amo Ajudou a gente a encaixotar Eu sou o BESP Todo mundo que vem encaixota alguma coisa aqui Eu sou o BESP Mas é isso, obrigado É sempre maravilhoso estar com vocês, meus amores Até semana que vem, galera Beijo Apoie eu, Wanda Aurelo.cc barra Wanda Apoie você também