024 - O Filho do carpinteiro (Audiolivro O Desejado de todas as nações)
Neste audiolivro, você será conduzido por uma profunda jornada espiritual pelos principais acontecimentos da vida de Cristo, desde Seu nascimento humilde em Belém, passando por Seus milagres, parábolas e encontros transformadores, até Sua entrega na cruz por amor à humanidade.
Com uma narrativa rica em detalhes bíblicos e reflexões inspiradoras, esta obra revela a beleza do caráter de Jesus, Seu infinito amor por cada ser humano e o plano da redenção preparado por Deus para salvar a humanidade.
Ideal para momentos de devoção, reflexão e crescimento espiritual, O Desejado de Todas as Nações é um convite para conhecer mais profundamente a Cristo, fortalecer a fé e renovar a esperança.
🎙️ Narração: Alberto Júnior
Permita que esta mensagem toque seu coração e aproxime você ainda mais daquele que é o centro da história e da nossa salvação: Jesus Cristo.
Alberto Júnior
- Missão de JesusMinistério de Cristo na Galileia · Jesus · Nazaré · Sinagoga · Profecia de Isaías · Rejeição da mensagem de Jesus · Comparação com Elias e Eliseu · Orgulho nacional e religioso dos judeus
- Fé e EsperançaDiferença entre luz recebida e uso da luz · Posição diante de Deus · Incredulidade e orgulho espiritual · Apegos a tradições e cerimônias · Verdade impopular
- Proteção divina através de anjosAnjos protegendo Jesus em Nazaré · Proteção de anjos a fiéis seguidores de Cristo · Exércitos celestiais · Intervenção divina em perigos visíveis e invisíveis
- Justiça Divina e MisericórdiaO ano aceitável do Senhor · Misericórdia para toda a humanidade · Chamado ao arrependimento · Oração por Israel
- Casas de apostas· NegociosSlots e jogos de mesa · Social casino
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Modo Casino. America's social casino. 24. O filho do carpinteiro. Uma sombra paira sobre os brilhantes dias do ministério de Cristo na Galileia. O povo de Nazaré o rejeitou. Não é este o filho do carpinteiro? diziam. Durante a infância e a juventude, Jesus ia à sinagoga de Nazaré com seus irmãos para adorar. Desde o início de seu ministério, estivera ausente. Mas eles sabiam das coisas que lhe haviam acontecido. Quando ele retornou, o interesse e a expectativa de seus parentes subiram ao mais alto grau.
Ali estavam as fisionomias familiares que conhecera na infância. Ali estava sua mãe, seus irmãos e irmãs, e todos os olhos se voltaram para ele quando entrou na sinagoga no sábado, tomando lugar entre os adoradores. No culto regular diário, o ancião lia os escritos dos profetas e exortava o povo a ainda esperar por aquele que viria, o qual introduziria um glorioso reino e baniria toda a opressão. Procurava animar os ouvintes falando das evidências de que o advento do Messias estava próximo.
Descrevia a glória de sua vinda, enfatizando sempre a ideia de que ele apareceria à frente de exércitos para libertar Israel. Quando um rabino estava presente na sinagoga, esperava-se que dirigisse o sermão, e qualquer israelita podia fazer a leitura dos profetas. Nesse sábado, Jesus foi convidado a participar do serviço. Levantou-se para ler. Então lhe deram o livro do profeta Isaías. O texto lido por ele era interpretado como se referindo ao Messias.
O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregoar liberdade aos cativos e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se. E todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Todos lhe davam testemunho e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios.
Jesus estava diante do povo como vivo expositor das profecias sobre si mesmo. Explicando as palavras que lera, falou sobre o Messias como um libertador dos oprimidos e dos cativos, médico dos aflitos, restaurador de vista aos cegos e revelador da luz da verdade ao mundo. Sua impressionante postura e o maravilhoso significado de suas palavras emocionaram os ouvintes com um poder nunca antes experimentado por eles. A influência divina derrubou todas as barreiras.
Como Moisés, viram o invisível. Sendo seu coração movido pelo Espírito Santo, respondiam com fervorosos améns e louvores ao Senhor. Entretanto, quando Jesus anunciou: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir, de repente foram levados a pensar em si mesmos e nas declarações daquele que lhes dirigia a palavra. Eles, israelitas, filhos de Abraão, haviam sido retratados como estando em escravidão. Jesus havia se dirigido a eles como presos a serem libertos do poder do mal.
Em trevas e necessitados da luz da verdade. Com o orgulho ferido, ficaram receosos. As palavras de Jesus indicavam que sua obra por eles seria muito diferente do que desejavam. Os atos praticados por eles podiam ser profundamente examinados. Apesar de serem rigorosos nas cerimônias exteriores, recuaram diante da inspeção daqueles olhos puros e penetrantes. Quem é esse Jesus? Perguntaram. Aquele que reivindicava para si a glória do Messias era o filho de um carpinteiro e trabalhara no ofício com José, seu pai.
Aquelas pessoas o tinham visto andando para cima e para baixo nas colinas enquanto trabalhava. Conheciam seus irmãos e irmãs, bem como sua vida e atividades. Haviam acompanhado seu desenvolvimento da infância à juventude. E até a idade adulta. Mesmo sua vida tendo sido impecável, não queriam crer que fosse o Prometido. Que contraste entre seu ensino a respeito do novo reino e o que ouviam dos anciãos! Jesus não havia falado nada quanto a libertá-los dos romanos.
Tinham ouvido falar de seus milagres e esperavam que seu poder fosse exercido para proveito deles. Porém, não tinham visto qualquer indício nesse sentido. Ao abrirem a porta para a dúvida, após terem se comovido momentaneamente, o coração deles se endureceu mais ainda. Satanás decidira que os olhos cegos não se abririam naquele dia, nem pessoas cativas seriam postas em liberdade. Atuou com bastante empenho para confirmá-los na incredulidade.
Não consideraram o sinal já dado, quando haviam sido impressionados pela convicção de que seu Redentor estava presente. Jesus lhes deu então uma evidência de sua divindade, revelando os íntimos pensamentos deles. Sem dúvida me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo, faze também aqui na tua pátria tudo o que ouvimos ter sido feito em Cafarnaum. E disse: Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria.
Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por 3 anos e 6 meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome, e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a sarepta de Sidon, a uma mulher viúva. E muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro. Com essa referência à vida dos profetas, Jesus fez frente às dúvidas de seus ouvintes.
Aos servos a quem Deus escolhera não havia sido permitido trabalhar por um povo de coração duro e incrédulo. No entanto, os que tinham coração para sentir e fé para crer foram especialmente favorecidos com testemunhos de seu poder por meio dos profetas. Nos tempos de Elias, Israel se desviara de Deus. Havia se apegado aos seus pecados e rejeitado as advertências do Espírito por meio dos mensageiros do Senhor. Assim, os israelitas se separaram dos canais por onde lhes podiam vir as bênçãos divinas.
O Senhor passou por alto os lares de Israel, procurando refúgio para seu servo em uma terra pagã, junto a uma mulher que não pertencia ao povo escolhido. Essa mulher, porém, foi favorecida por haver seguido a luz que possuía, e seu coração se abriu à maior luz que Deus lhe enviou, por intermédio de seu profeta. Foi pela mesma razão que, nos dias de Eliseu, os leprosos de Israel foram passados por alto. Mas Naamã, um nobre pagão, fora fiel às suas convicções do que era correto, e sentir a sua grande necessidade de auxílio.
Estava em condições de receber os dons da graça de Deus. Não somente foi curado da lepra, mas também foi abençoado com o conhecimento do verdadeiro Deus. Nossa posição diante de Deus depende não da quantidade de luz que temos recebido, mas do uso que fazemos da que possuímos. Assim, até mesmo o pagão que prefere o que é certo na proporção em que lhe é possível distingui-lo, condições mais favoráveis do que os que têm grande luz e afirmam servir a Deus, mas não atendem a essa luz e, por sua vida diária, contradizem sua profissão de fé.
As palavras de Jesus aos seus ouvintes na sinagoga atingiram a raiz da justiça própria deles, impressionando-os com a amarga verdade de que haviam se separado de Deus e perdido o direito de ser seu povo. Cada palavra cortava como faca ao ser apresentada a verdadeira condição em que estavam. Então eles passaram a depreciar a fé que a princípio Jesus lhes inspirara. Não admitiram que aquele que surgira da pobreza e da humildade fosse mais do que um homem comum.
Sua incredulidade gerou malignidade. Satanás os dominou e, irados, clamaram contra o Salvador. Haviam se desviado daquele cuja missão era curar e restaurar. Manifestaram então os atributos do destruidor. Quando Jesus se referiu às bênçãos dadas aos pagãos, o feroz orgulho nacional de seus ouvintes despertou e suas palavras foram sufocadas em um tumulto de vozes. Esse povo se orgulhava de observar a lei, Mas já que seus preconceitos tinham sido ofendidos, estavam dispostos a cometer homicídio.
A assembleia se levantou e, empurrando Jesus, expulsaram-no da sinagoga e da cidade. Todos pareciam ansiosos para matá-lo. Eles o levaram para o alto de um precipício, procurando atirá-lo dali. Gritos e maldições se espalhavam no ar. Alguns lhe atiravam pedras quando de repente Jesus desapareceu do meio deles.
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Moto Casino, America's social casino. Os mensageiros celestiais que haviam estado ao seu lado na sinagoga permaneceram com ele no meio daquela multidão enfurecida. Rodearam-no, isolando-o dos inimigos e o levaram a um lugar seguro. De igual maneira, Os anjos protegeram Aló, conduzindo-o a salvo para fora de Sodoma. Semelhantemente, defenderam a Eliseu na pequena cidade da montanha. Quando os montes que o circundavam estavam cheios de cavalos e carros do rei da Síria e do seu grande exército, Eliseu viu as encostas mais próximas cobertas com os exércitos de Deus, cavalos e carruagens de fogo em torno do servo do Senhor.
Assim também, em todas as épocas, os anjos têm estado perto dos fiéis seguidores de Cristo. A grande confederação do mal está aparelhada contra todos os que querem vencer, mas Cristo quer que olhemos para as coisas invisíveis, para os exércitos celestiais acampados em torno de todos os que amam a Deus para livrá-los, até que a luz da eternidade as providências divinas nos sejam reveladas, jamais teremos noção de que perigos visíveis e invisíveis temos sido protegidos mediante a intervenção de anjos.
Saberemos então que toda a família celestial estava interessada na família aqui da terra e que mensageiros do trono de Deus dia a dia cuidaram de nós. Quando Jesus leu a profecia na sinagoga, parou antes da última informação sobre a obra do Messias. Depois de ler as palavras: a pregoar o ano aceitável do Senhor, omitiu a frase: e o dia da vingança do nosso Deus. Essa última parte era tão certa como a primeira, e por silêncio Jesus não negou a verdade.
Mas essa última frase era aquela em que seus ouvintes gostavam de pensar e que desejavam ver cumprida. Clamavam juízos contra os pagãos, não discernindo que sua culpa era ainda maior que a deles. Eles próprios necessitavam profundamente daquela misericórdia que recusavam aos estrangeiros. Aquele dia na sinagoga em que Jesus se ergueu entre eles era sua oportunidade de aceitar o chamado do céu. Aquele que tem prazer na misericórdia ficaria feliz em salvá-los da ruína que os pecados deles estavam atraindo.
Não os deixaria antes de mais um chamado ao arrependimento. No fim de seu ministério na Galileia, tornou a visitar a terra de sua infância. Depois de ter sido rejeitado ali, a fama de suas pregações e milagres encheram a nação. Ninguém podia negar que possuía poder sobre-humano. O povo de Nazaré sabia que ele andava fazendo o bem e curando todos os oprimidos de Satanás. Ao redor deles havia povoados inteiros, em que não se ouvia um gemido de enfermo em casa alguma, pois ele passara entre eles e curara todas as enfermidades.
A bondade revelada em cada ato de sua vida dava testemunho de sua unção divina. Ente a palavra de Jesus, os nazarenos foram movidos pelo Espírito de Deus, mas mesmo então não queriam admitir que esse homem, que fora criado entre eles, fosse diferente ou maior que eles próprios. Ainda eram atormentados pela amarga recordação de que, ao mesmo tempo que afirmava ser ele próprio o Prometido, havia negado a eles um lugar em Israel.
Pois lhes mostrara serem menos dignos do favor de Deus do que um homem e uma mulher pagãos. Portanto, embora questionassem: de onde lhe vem esta sabedoria e esses poderes milagrosos?, não queriam recebê-lo como o Cristo de Deus. Por causa da incredulidade deles, o Salvador não pôde operar muitos milagres. Somente alguns poucos corações se abriram à sua bênção e, relutantemente, ele partiu para nunca mais voltar. A incredulidade, uma vez cultivada, continuou a dominar as pessoas de Nazaré.
Assim, ela imperou no Sinédrio e entre a nação. Para os sacerdotes e o povo, a primeira rejeição da demonstração do poder do Espírito Santo foi o começo do fim. Para mostrar que sua primeira resistência era justa, continuaram sempre contestando as palavras de Cristo. Sua rejeição do Espírito atingiu o auge na cruz do Calvário, na destruição de sua cidade e na dispersão do povo aos quatro ventos. Ah, como Cristo desejava mostrar a Israel os preciosos tesouros da verdade!
No entanto, tal era sua cegueira espiritual que se tornava impossível revelar ao povo as verdades sobre seu reino. Apegavam-se ao seu credo e às suas cerimônias inúteis, quando a verdade do céu aguardava ser aceita por eles. Gastavam o dinheiro em palha e cascas, quando tinham ao seu alcance o pão da vida. Por que não iam à palavra de Deus e examinavam com empenho para ver se estavam errados? As Escrituras do Antigo Testamento relatavam claramente cada detalhe do ministério de Cristo, e repetidamente ele citava os profetas e declarava: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.
Se eles tivessem procurado sinceramente as Escrituras, provando suas teorias pela palavra de Deus, Jesus não teria precisado chorar por sua falta de arrependimento. Não necessitaria declarar: Eis que a vossa casa vos ficará deserta. Deveriam estar familiarizados com as provas de que ele era o Messias, e a calamidade que lançou em ruínas sua orgulhosa cidade poderia ter sido desviada. Entretanto, a mente dos judeus era limitada por seu insensato fanatismo.
As lições de Cristo revelavam as deficiências de caráter deles e exigiam arrependimento. Se eles aceitassem os ensinos de Jesus, teriam de mudar de hábitos e suas esperanças cultivadas deviam ser abandonadas. Para serem honrados pelo céu, deviam sacrificar a honra humana. Se obedecessem às palavras desse novo rabino, teriam de ir contra as opiniões dos pensadores e mestres da época. A verdade era impopular nos dias de Cristo e é impopular em nossos dias também.
Sempre foi, desde que Satanás a tornou desagradável ao ser humano no princípio, ao apresentar falsas histórias que induziram à exaltação própria. Não encontramos hoje também teorias e doutrinas que não têm fundamento na palavra de Deus? As pessoas se apegam a elas tão fortemente como os judeus se apegavam às suas tradições. Os líderes judaicos estavam cheios de orgulho espiritual. Seu desejo de glorificação própria se manifestava mesmo no serviço do santuário.
Gostavam dos melhores lugares na sinagoga, amavam as saudações nas praças e tinham prazer em ouvir as pessoas mencionarem seus títulos. À medida que se afastavam da verdadeira devoção, eles se tornavam mais zelosos em suas tradições e cerimônias. Por terem o entendimento obscurecido pelo preconceito egoísta, não conseguiam harmonizar o poder das convincentes palavras de Cristo com a humildade de sua vida. Não reconheciam o fato de que a verdadeira grandeza dispensa a ostentação.
A pobreza desse homem parecia completamente em desacordo com sua afirmação de ser o Messias. Se ele era o que alegava ser, por que era tão modesto? Se o Messias não usaria a força das armas, o que seria da nação deles? Como o poder e a glória por tanto tempo esperados poderiam submeter as nações à cidade dos judeus? Os sacerdotes não tinham ensinado Israel devia exercer domínio sobre a terra? E seria possível que os grandes mestres religiosos estivessem errados?
Esses eram os questionamentos deles. No entanto, não foi apenas a ausência de glória exterior na vida de Jesus que levou os judeus a rejeitá-lo. Ele era a personificação da pureza e eles eram impuros. Ele vivia entre as pessoas como exemplo de imaculada integridade. Sua vida irrepreensível projetava luz sobre o coração delas. Sua sinceridade revelava a hipocrisia delas. Ela manifestava o vazio de sua pretensa religiosidade e lhes mostrava a iniquidade em seu odioso caráter.
Essa luz era mal recebida. Se Cristo tivesse chamado atenção para os fariseus e exaltado seu conhecimento e devoção, eles o teriam recebido com alegria. Mas quando lhes falou do Reino do Céu como uma dispensação de misericórdia para toda a humanidade, estava apresentando um aspecto da religião que eles não toleravam. O próprio exemplo e ensino deles nunca haviam tornado desejável o serviço de Deus. O fato de verem Jesus dando atenção aqueles que eles odiavam e repeliam despertou os piores sentimentos em seu coração orgulhoso.
Apesar da vanglória deles de que sob a liderança do leão da tribo de Judá, Israel seria exaltado à preeminência sobre todas as nações, esses líderes religiosos aceitariam com mais facilidade o fato de terem suas ambiciosas expectativas frustradas do que a reprovação de Cristo por seus pecados e a repreensão que sentiam até mesmo pela presença de sua pureza. Players free coins every single day.
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