Episódios de Porta Estreita

023 - “O reino de Deus está próximo" (Audiolivro O Desejado de todas as nações)

02 de julho de 202612min
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O Desejado de Todas as Nações é uma das obras mais marcantes de Ellen G. White, apresentando de forma envolvente a vida, o ministério, os ensinamentos, o sacrifício e a gloriosa ressurreição de Jesus Cristo.
Neste audiolivro, você será conduzido por uma profunda jornada espiritual pelos principais acontecimentos da vida de Cristo, desde Seu nascimento humilde em Belém, passando por Seus milagres, parábolas e encontros transformadores, até Sua entrega na cruz por amor à humanidade.
Com uma narrativa rica em detalhes bíblicos e reflexões inspiradoras, esta obra revela a beleza do caráter de Jesus, Seu infinito amor por cada ser humano e o plano da redenção preparado por Deus para salvar a humanidade.
Ideal para momentos de devoção, reflexão e crescimento espiritual, O Desejado de Todas as Nações é um convite para conhecer mais profundamente a Cristo, fortalecer a fé e renovar a esperança.
🎙️ Narração: Alberto Júnior
Permita que esta mensagem toque seu coração e aproxime você ainda mais daquele que é o centro da história e da nossa salvação: Jesus Cristo.
Participantes neste episódio1
A

Alberto Júnior

NarradorPastor
Assuntos2
  • Reino de DeusA vinda do Messias · Profecias de Daniel · Jesus Cristo · João Batista · Sinédrio · Reformadores do século 16 · Segunda vinda de Cristo
  • Preço da ureiaVida, ministério e ensinamentos de Jesus · Sacrifício e ressurreição de Cristo · Plano da redenção · Ellen G. White
Transcrição7 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async

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Moto Casino. America's social casino. 23. O Reino de Deus está próximo. Foi Jesus para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus, dizendo: O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho. A vinda do Messias havia sido anunciada primeiramente na Judeia. No Templo de Jerusalém fora predito a Zacarias o nascimento do precursor, enquanto ele ministrava perante o altar. Nas montanhas de Belém, os anjos proclamaram o nascimento de Jesus.

Os magos foram a Jerusalém em busca dele. Simeão e Ana testificaram de sua divindade no templo. Jerusalém e toda a Judeia ouviram a pregação de João Batista, e os representantes do Sinédrio, juntamente com a multidão, escutaram seu testemunho quanto a Jesus. Na Judeia, Cristo recebera os primeiros discípulos. Ali ocorrera grande parte do início de seu ministério. A manifestação de sua divindade na purificação do templo, seus milagres de cura, as lições da verdade divina que saíram de seus lábios, tudo proclamava aquilo que depois da cura de Betesda ele havia declarado perante o Sinédrio.

Ele era o Filho do Eterno. Se os líderes de Israel tivessem recebido a Cristo, ele os teria honrado como seus mensageiros para levar o evangelho ao mundo. Foi dada primeiramente a eles a oportunidade de se tornarem pregadores do reino e da graça de Deus. Mas Israel não conheceu o tempo de sua salvação. A inveja e as desconfianças dos líderes judaicos se tornaram em ódio aberto e o coração do povo se desviou de Jesus. O Sinédrio havia rejeitado a mensagem de Cristo e planejava matá-lo.

Portanto, Jesus partiu de Jerusalém, afastou-se dos sacerdotes, do templo, dos líderes religiosos e do povo que fora instruído na lei, e se voltou para outra classe para proclamar sua mensagem e redimir os que levariam o evangelho a todas as nações. Assim como a luz e vida dos seres humanos foi rejeitada pelas autoridades eclesiásticas nos dias de Cristo, ela tem sido rejeitada também em cada geração subsequente. Muitas vezes a história da retirada de Cristo da Judeia tem se repetido.

Quando os reformadores do século 16 pregavam a palavra de Deus, não tinham nenhuma intenção de se separar da Igreja estabelecida. Entretanto, os líderes religiosos não toleravam a luz, e os que a conduziam eram forçados a buscar outra classe, a qual estava ansiosa pela verdade. Em nossos dias, poucos dos supostos seguidores da Reforma Protestante agem de acordo com o espírito dela. Poucos estão escutando a voz de Deus e estão prontos a aceitar a verdade, seja qual for a maneira pela qual se apresente.

Com frequência, os que seguem os passos dos reformadores são forçados a se retirar da igreja que amam para proclamar o claro ensino da palavra de Deus. Em muitos casos, os que estão à procura da luz são pelos mesmos ensinos obrigados a deixar a igreja de seus pais a fim de prestar obediência. O povo da Galileia era desprezado pelos rabinos de Jerusalém como rude e ignorante, mas aquele povo apresentava um campo mais favorável à obra do Salvador do que os líderes judaicos.

Eram mais fervorosos e sinceros, estavam menos sob a influência da hipocrisia, tinham a mente mais aberta à recepção da verdade. Indo para a Galileia, Jesus não estava procurando exclusão ou isolamento. Nessa época, a província era habitada por numerosa população, com uma mistura muito maior de pessoas de outras nações do que havia na Judeia. Ao Jesus viajar pela Galileia ensinando e curando multidões das cidades e vilarejos, se juntavam a ele.

Muitas vezes ele se via obrigado a se esconder do povo. O entusiasmo subia a tal ponto que era preciso tomar precauções para que não fossem despertados os receios das autoridades romanas quanto a qualquer insurreição. Nunca antes houvera um período assim para o mundo. O céu descera aos seres humanos. Corações famintos e sedentos que haviam por tanto tempo esperado a redenção de Israel se alegravam então na graça de um misericordioso Salvador.

A ênfase da pregação de Cristo era: "O tempo está cumprido e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho." A mensagem evangélica, segundo era anunciada pelo próprio Salvador, era fundamentada nas profecias. O tempo que declarava estar cumprido era o período de que o anjo Gabriel tinha falado a Daniel. 70 semanas, dissera o anjo, estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos Santos.

Um dia profeticamente representa um ano. As 70 semanas, ou 490 dias, representam 490 anos. É dado um ponto de partida para esse período: sabe e entende, desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até ao ungido, ao príncipe, 7 semanas e 62 semanas. Isto é, 69 semanas ou 483 anos. A ordem para restaurar e edificar Jerusalém, confirmada pelo decreto de Artaxerxes Longímano, entrou em vigor no outono de 457 a.C.

A partir desse ano, 483 anos se estendem ao outono de 27 d.C. Segundo a predição da profecia, esse período chegaria ao Messias, ou ungido. No ano 27, Jesus recebeu em seu batismo a unção do Espírito Santo e pouco depois começou o seu ministério. Então foi proclamada a mensagem: O tempo está cumprido, disse o anjo. Ele fará firme aliança com muitos por uma semana, 7 anos. Durante 7 anos depois de o Salvador começar seu ministério, o evangelho seria pregado especialmente aos judeus, 3 anos e meio pelo próprio Cristo e depois pelos apóstolos.

Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares. Na primavera de 31 d.C., Cristo, o verdadeiro sacrifício, foi oferecido no Calvário. Então o véu do templo se rasgou em duas partes, mostrando que a sacralidade e o significado do serviço sacrifical desapareceram. Havia chegado o tempo de cessar o sacrifício terrestre e as ofertas. A semana, 7 anos, terminou em 34 d.C. Então, pelo apedrejamento de Estevão, os judeus finalmente selaram sua rejeição do Evangelho.

Os discípulos, espalhados pela perseguição, iam por toda a parte pregando a palavra. E pouco depois, Saulo, o perseguidor, se converteu e se tornou Paulo, o apóstolo dos gentios. O tempo da vinda de Cristo, sua unção pelo Espírito Santo, sua morte e a pregação do evangelho aos pagãos foram precisamente indicados. O povo judeu teve o privilégio de compreender essas profecias e reconhecer seu cumprimento na missão de Jesus. Cristo insistia com seus discípulos quanto à importância do estudo profético.

Referindo-se à profecia dada a Daniel sobre o tempo deles, disse: "Quem lê entenda." Depois de sua ressurreição, explicou aos discípulos: passando por todos os profetas, o que a seu respeito constava em todas as Escrituras. O Salvador falara por intermédio de todos os profetas. O Espírito de Cristo que neles estava deu de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que o seguiriam. Foi Gabriel, o anjo que ocupa a posição imediatamente abaixo do Filho de Deus, que veio com a divina mensagem a Daniel.

Foi Gabriel, seu anjo, que Cristo enviou a revelar o futuro ao amado João, e é proferida uma bênção sobre os que leem e ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas: O Senhor Deus não fará coisa alguma sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas. Ao passo que as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos para sempre. Deus nos tem dado essas coisas, e sua bênção acompanhará o estudo reverente das Escrituras proféticas feito com oração.

Assim como a mensagem do primeiro advento de Cristo anunciava o reino de sua graça, a mensagem de sua segunda vinda anuncia o reino de sua glória, e a segunda mensagem, Tal como a primeira, está fundamentada nas profecias. As palavras do anjo a Daniel em relação aos últimos dias deviam ser compreendidas no tempo do fim. Nessa ocasião, muitos o esquadrinharão, o livro de Daniel, e o saber se multiplicará. Os perversos procederão perversamente e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão.

O próprio Salvador apresentou os sinais de sua vinda e disse: Quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o Reino de Deus. Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente. Vigiai, pois, a todo tempo, orando para que possais escapar de todas estas coisas que tem de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem.

Chegamos ao período predito nessas passagens. É chegado o tempo do fim. As visões dos profetas estão reveladas e suas solenes advertências nos mostram que a vinda de Nosso Senhor em glória está próxima. Os judeus interpretaram e aplicaram mal a palavra de Deus. E não conheceram o tempo de sua oportunidade de salvação. Passaram os anos do ministério de Cristo e seus apóstolos, os últimos anos de graça para o povo escolhido, tramando a destruição dos mensageiros do Senhor.

Eram absorvidos por ambições terrestres, e o reino espiritual lhes foi oferecido em vão. Da mesma forma, hoje o reino deste mundo absorve os pensamentos das pessoas. E não observam o veloz cumprimento das profecias e os indícios de que o Reino de Deus se aproxima rapidamente. Vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia como ladrão vos apanhe de surpresa, porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia. Nós não somos da noite nem das trevas.

Embora não saibamos a hora da volta de Nosso Senhor, Podemos saber quando está próxima. Não durmamos como os demais. Pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios. All my favorite Vegas-style games.

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