Episódios de Descobri depois de adulta

#296: Pare de dar desculpas e faça o que você sabe que precisa fazer!

13 de agosto de 202618min
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Você já se pegou adiando projetos importantes, sempre esperando o “momento certo”?

Seja começar um novo trabalho, abrir um negócio, estudar algo que ama ou simplesmente mudar um hábito, muitas vezes deixamos nossos sonhos para depois… e esse depois nunca chega.

Neste episódio, vamos refletir juntos sobre por que você está adiando seus projetos de vida e o que pode fazer, na prática, para sair da procrastinação e começar AGORA. Se você sente que está sempre deixando para amanhã aquilo que poderia mudar sua vida hoje, esse episódio é pra você.

Assuntos4
  • Procrastinação e adiamento· SociedadeMedo de não dar certo·Busca por validação externa·Resistência inicial e fase de perguntas·Cansaço e distração como desculpas
  • Priorização de tarefas· EducacaoProduzir mais, consumir menos·A força da insistência e constância·Manter a boca fechada sobre planos
  • Aceitação do que não se pode controlar· SociedadeA importância do esforço e sacrifício·Fazer o que não gosta por um tempo·A necessidade de agir apesar da incerteza·Aprender com os erros e fracassos
  • Trabalho vs Prazer· SociedadeDesmistificando o sucesso imediato online·A importância de celebrar pequenas vitórias
Transcrição3 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Quantas vezes só nesse ano você disse: um dia eu começo, um dia eu faço aquele curso, um dia eu abro o meu negócio, um dia eu começo a criar conteúdo, um dia eu largo esse emprego e mudo de carreira, um dia eu volto a treinar e talvez até pra dieta. E aí esse um dia nunca chega. E aí o problema é que enquanto você está adiando os seus projetos, a vida está caminhando, indo embora a passos largos. E no fundo você sabe que se nada mudar, daqui a 4 meses, 5 meses, finalzinho de 2026, Você vai estar no mesmo lugar, só que muito mais frustrado.

Então minha pergunta meio indigesta hoje é: até quando você vai adiar o que é importante pra você? Eu não vou te julgar, tá? Falando aqui com vocês, a senhora procrastinadora. E é uma merda, porque eu procrastinando, eu sei que eu entrego. Eu tenho ali Lady Parkinson pura, tá? Eu tenho um tempo, um prazo pra entregar, eu vou usar todo aquele prazo pra entregar. Por que entregar no primeiro se eu posso entregar no último? Último dia.

E aí eu sei que no último dia eu sempre faço aquela correria maluca e consigo entregar. Eu não estou falando aqui com vocês num lugar de julgamento, no lugar de alguém maravilhosa que não procrastina e que vou julgar você. Eu não estou falando isso, não é por isso, não é nesse lugar que eu estou. Mas eu preciso estar aqui num lugar de te chacoalhar, de te tamanca. Eu acho que é bem isso. Coloca um capacetinho porque este episódio aqui hoje é para fazer te acordar.

Estamos indo para metade de agosto e eu sei, eu não vou nem falar assim de coisas que você fez no ano passado, que neste ano virou 31 e você estava cheio de coisas de este ano eu começo, finalmente esse ano vai acontecer. Acontecer. E aí você foi, a vida foi acontecendo, diversas desculpas muito plausíveis. Mas veja bem, quando eu pensei em ter um podcast, eu me lembro que eu pensei na ideia, aí a primeira coisa que vem é sempre a resistência, né?

E aí já veio aquela coisa: ah, mas o que que eu vou falar? Para quem que eu vou falar? Gente, mas alguém vai parar para me escutar? Entrevista ou só eu falando? Não, mas se for entrevista eu vou depender sempre da agenda dos outros. Eu faço no estúdio, eu faço na minha casa? Perguntas extremamente relevantes. Não tava aqui procrastinando, estava fazendo perguntas muito relevantes. Como que eu faço? De onde eu tiro? E aí tem pessoas que entram nessa fase das perguntas que vão dar início a um projeto, a uma vontade, a um sonho, e o problema é que entram num vórtice dessas perguntas.

Que são super ok da gente ter. A gente precisa se perguntar como, quando, onde, de que forma, tá tudo bem, é assim um embrião de um projeto. Mas tem gente que aqui começa a ter uma resistência. Então eu comecei a fazer várias perguntas, que que era a plataforma, como que eu subia, ia para YouTube ou ia para streaming, eu ia fazer vídeo, eu ia fazer áudio e tal. E eu vou confessar para vocês que não foi algo que assim Ui, pensei numa quinta-feira, na semana que vem eu estava fazendo.

Eu fiquei matutando aquilo ali, eu fiquei pensando, não sou consumidora de podcast, não escuto nenhum podcast. Eu falei, gente, eu não sei nem como fazer, não sei nem qual é a dinâmica. Eu vi alguns cortes, mas daqueles de entrevista, e fiquei ali assim matutando essa ideia na minha cabeça. A minha pergunta para você que consome esse podcast, que já foi ajudado por esse podcast, que tá sempre por aqui, é daquela pessoa que fala assim: Andréia, adoro seu conteúdo, eu gosto do seu conteúdo, poxa, caramba, nunca para de fazer isso e tal, que são mensagens que eu recebo e eu adoro.

Eu te pergunto: e se eu tivesse adiado Descobrir Depois de Adulta? As coisas que você já escutou aqui, os momentos que a gente já dividiu, o que eu não tô nem falando por mim, tá? Eu tô falando por você. O que você aprendeu, o que mudou na sua vida. E se eu tivesse adiado? E adiado tanto ao ponto de não existir o Descobrir Depois de Adulta hoje, que nasceu lá em setembro de 2023, vai fazer 3 anos. E se não tivesse o Descobrir Depois de Adulta?

Uma lástima, né? Vamos, vou me colocar em alta conta aqui, que ia ser uma lástima. E os seus projetos? E o que você poderia estar vivendo hoje, como eu estou vivendo aqui com Descobrir Depois de Adulta, ajudando alguém ou crescendo na sua vida, e não aconteceu? Porque você ficou estocado e parado e patinando na fase das perguntas e do e se. E aí seja medo, preguiça, financeiro, desânimo ou alguns comentários. Você ventilou a ideia com alguém e aí, sei lá, a pessoa te desanimou, não deu a resposta que você esperava.

Tá tudo bem, são, eu falo que são motivos muito, muito, muito válidos. Mas e o que que você tá deixando de viver por causa desse medo aí, desse empurrar com a barriga que você tá fazendo? Será que não compensaria todo esse medo, todos esses e se's, a glória e a delícia de estar vivendo finalmente aquilo que você se propôs a fazer? Eu vejo pessoas vivendo, vejo e já me vi, tá? Não é um lugar de julgamento. Mas eu vejo muitas pessoas vivendo num piloto automático da própria vida, porque a rotina é pesada, são muitas coisas que a gente tem para fazer.

Eu acho que cada vez mais a economia, o mundo nos engole, cada vez mais trabalho e ganhando menos, e a gente tendo que pegar mais trabalho. E parece que as chances cada vez— a gente correndo para as chances, as chances correndo da gente. É um cansaço muito genuíno. Só que eu vejo que daí este cansaço e e toda essa correria da vida acontecendo, que é muito genuíno, as pessoas se estagnando num excesso daí de distração. Porque eu chego na minha casa e aí eu penso, eu já tive um dia difícil, então hoje o que eu mereço é ficar scrollando aqui a internet para ver se eu tenho algum alívio mental.

Não percebendo que o que fazem consigo é aumentar e escalar no nível de ansiedade absurdo. Porque começa a enxergar pessoas que estão fazendo talvez aquilo que gostaria de estar fazendo e não o faz. Porque a maioria das coisas que mudam de fato a nossa vida vão exigir um esforço, um gasto de energia muito grande. Tudo, grave isso, tudo aquilo que vale a pena, o concurso que você quer passar, o vestibular que você quer passar, o emprego que você quer, a língua que você quer aprender, a viagem que você quer fazer, o pódio que você quer conquistar vai exigir esforço.

Noite sem dormir, abdicar de tempo, abdicar de hobbies, abdicar de descanso, de tempo livre. Infelizmente, as coisas— e eu estou falando aqui obviamente do adiar de planos e projetos e sonhos, que são aquelas coisas que mudam mesmo a nossa vida— elas vão exigir um esforço, inclusive de fazer coisas que você não gosta. Hoje mesmo eu tive que fazer uma corrida, eu não queria fazer essa corrida, mas eu tenho uma prova em outubro e eu tive que fazer mesmo sem querer.

Eu vou te dar um exemplo muito claro, eu já dei esse exemplo aqui em outros episódios, mas eu preciso dar de novo. Eu odeio gravar vídeo, gente. Se eu pudesse, o podcast ele seria para sempre só a minha voz, só a minha voz. Ah, Andréia, então por que você não faz só a sua voz? Porque hoje o podcast também é uma das minhas fontes de renda, é o meu trabalho. Isso aqui tem, tem gente por trás, tem roteiro, é pensado, tem marca, tem investimento e tal.

Então é o meu trabalho também. E eu sei que por ser o meu trabalho entender de mercado, que esse rostinho belo maravilhoso precisava aparecer, a gente precisava ir para YouTube também para tentar monetizar lá dentro do YouTube. Então, em visão de negócios, eu preciso aparecer nos vídeos, mesmo que eu não goste de fazer. Mas eu detesto, eu detesto, porque eu tenho que me maquiar, daí eu já não gosto de me maquiar, eu tenho que me arrumar minimamente, eu já não gosto de me arrumar.

E aí é o gravar, o editar, a luz, o dia, não pode estar barulho no fundo porque eu gravo dentro da minha casa. Aí o Michael tem que me ajudar com as cachorras e tal. É um empenho para eu gravar o vídeo, mas infelizmente na minha vida Eu descobri que tudo que mudou minha vida, tudo que fez diferença, tudo que foi assim um game change na minha vida envolveu fazer coisas que eu não gosto. Por um tempo grande, por um tempo pequeno, mas tive que fazer.

Mas eu ainda vejo essas pessoas ainda presas no medo de não dar certo, no medo do que vão falar, porque nós como seres humanos queremos uma garantia. Não é comum do ser humano dar um passo sem ter algum tipo de certeza. A gente quer diminuir os danos, nós queremos diminuir as falhas, nós queremos diminuir os fracassos. Todo passo que a gente vai dar, toda grande mudança, a gente quer ter certeza. Ai, se eu sair desse emprego e começar a criar conteúdo, eu vou viralizar?

Vai dar certo isso aqui? Se eu começar a, se eu colocar na minha cabeça que eu quero fazer uma maratona e eu começar a treinar, eu vou conseguir fazer essa maratona? Só que é uma loucura, uma enorme loucura. Primeiro, ser aceito por todo mundo, ser validado por todo mundo, todo mundo concordar com você. E mais do que isso, ter algum tipo de garantia de que é a tacada certa da tua vida. Você pode achar E eu gosto muito de humanizar nesse sentido, que por exemplo aqui você me vê aqui fazendo podcast, faço, meu Deus, André só dá tacada certa, olha lá, quase 1 milhão de seguidor aqui, rede social e piriri e pororó, essa mulher é o sucesso.

E meu amor, já fiz coisa que deu errado, hein? Já perdi, já contei, já 2022 fiz o lançamento de um curso que eu tinha, menina, mas perdi um dinheiro, errei o timing, errei o— nossa, foi tudo horrível, perdi um dinheiro, perdi Só que hoje eu agradeço por não ter dado certo, porque eu penso que se eu tivesse continuado trabalhando com aquela área, eu ia estar me odiando. Meu Deus do céu, eu ia odiar trabalhar com aquilo o resto da minha vida.

E segundo, porque me trouxe aqui. Porque quando não deu certo lá, eu mudei totalmente o tema, comecei a falar de outras coisas, comecei a criar outro tipo de conteúdo que me trouxe até aqui. Me deu bagagem, porque eu falei assim: Ah, nesse tipo de coisa eu não faço mais, desse jeito eu também não falo mais, nesse tipo de tema e de assunto, ah, não vou falar, não vou investir. Então eu sinto que, além de todo o repertório que eu ganhei, mudou minha vida.

Com erros, com puta fracasso. A gente vive nesse mundo imediatista que a gente quer tudo pronto. Eu quero o resultado pra ontem, eu quero a garantia de que eu vou apostar e vai dar certo, eu quero que a minha comida esteja pronta, que minha roupa esteja pronta, que meus seguidores estejam prontos. E aí é uma das coisas que eu mais vejo, né? A pessoa chega em mim e tal, eu falo, ai, criar conteúdo? Eu falo, não, vai lá, cria conteúdo, cara, isso aqui pode mudar sua vida se você se encontrar nisso aqui e tal.

E a pessoa vem empolgada, não, olha, eu fiz um roteiro e eu vou começar a gravar e eu vou começar a fazer. E aquela empolgação do novo, né? Não, agora eu vou fazer sim. Aí ela posta um vídeo, aí não dá muita visualização, ela posta o segundo, não dá muita visualização, terceiro, quinto, décimo, vigésimos, centésimo vídeo e não dá muita visualização. E aí ela fala, nem a maioria não chega no vídeo 100, não chega quiçá no vídeo 10.

Eu não vou mais fazer isso. Não, não tem uma garantia, tá indicando aqui que não vai dar certo, quando na verdade é medo. Você tá com medo, você tá com medo de ser visto tentando, você tá com medo de talvez dar certo e você não bancar esse certo. Teve muita coisa que eu tive medo na minha vida de dar certo, porque eu falava assim, ai, meu Deus, isso aí se der certo vai me dar uma dor de cabeça, vai me dar uma trabalheira. E eu sepultei.

Teve projetos que eu enterrei porque eu tinha medo que se desse certo eu ia perder tempo livre, eu ia viajar mais. Mas se é algo que você quer muito, se é algo que você se vê fazendo por muito tempo, cara, se é um sonho, se é um plano, se é uma vontade, eu vou te dizer sinceramente, a primeira coisa que você tem que fazer é Fecha essa tua boca! Aprenda a passar um zíper nessa tua boca de sacola de sandália arrebentada. Os sonhos, os planos precisam fazer sentido para você.

Só que aí você é tão inseguro, você precisa tanto de validação dos outros que: ai, deixa eu ver o que minha mãe acha, deixa eu ver o que que meu gato acha, deixa eu ver o que que meus seguidores acham. Ah, pelo amor de Deus, gente! Pelo amor de Deus, aprendam o que faz sentido para você, o que há anos você vem sonhando, você vem desejando. Se faz sentido para você, pronto. Aí, obviamente, você não vai prejudicar ninguém, mas fecha essa boca, tapa os seus ouvidos, gente.

Para de dar essa possibilidade das pessoas ficarem na tua cabeça, barulho de carroça na cabeça. Hoje as coisas que eu faço, o Michael precisa saber, e só. Ah, mas a minha mãe se preocupa, minha irmã se preocupa. Não, não dá. Quem precisa estar por dentro é aqui, ó, debaixo do mesmo teto, senhor meu marido. Aprenda a colocar a faca nos dentes e não parar até você ter a certeza que vai chegar em algum lugar. Caramba, eu sei que esse conteúdo rápido, que esse monte de gente que vocês assistem parecendo que só dá certo a cultura da performance, né?

A vida é um palco de todo mundo. Meu Deus, a pessoa com 21 anos ela já é milionária, a pessoa que eu não sei o quê já conquistou não sei o quê. É aquele meme, né? Entrei na internet mal da cabeça e aí uma pessoa sendo promovida, outra viajando para o Japão, a outra— para, gente, isso não é vida real! Para com isso! Talvez inclusive seja hora de vocês consumir menos e produzir mais. Quando eu começo a entrar nesses vórtices assim, né, que eu tô com um projeto na minha cabeça e aí vem aquela sabotagem dando aquela preguiça, daí eu começo a entrar na rede social, aí eu começo a ficar mal porque eu tô vendo as pessoas fazendo.

Eu, sabe o que eu faço? Vou gravar vídeo. Não deu? Deixa eu ter umas ideias de conteúdo aqui, vou começar a gravar conteúdo. Eu começo a produzir, sabe? Que a mente ocupada, a mente que está produzindo, ela não fica dando espaço para esses monte de caraminholas que vem sendo colocado na sua cabeça, que você mesmo coloca por medo. Por muito tempo eu fui aquela pessoa chata, chata. Não que eu tenha melhorado muito, mas nesse aspecto eu era uma pessoa chata daquela pessoa.

?Voz B

É porque as coisas acontecem para os outros. Ai, porque para mim nunca chega oportunidade, porque nunca ninguém me chama para ser sócio, nunca ninguém me chama para ser parceiro, nunca ninguém me vê.

?Voz A

E aí, enquanto isso, ia seguindo uma vidinha de merda, odiando o que eu tava fazendo, reclamando para todo mundo, doida para chegar ao final de semana para ver se eu bebia uma cachaça e esquecia de tudo que eu tava vivendo. Vivendo aquela vidinha assim, ó. E aí eu não fazia nada para minha vida mudar. Aí ficava olhando para o outro, aí apontando o outro. Igual eu postei, né? Acho chique a pessoa que assume que é um procrastinador e não que fica apontando para os outros que a pessoa teve sorte.

Aí eu naquele trabalho, trabalhando para caramba, daí eu ficava consumindo, aí bebendo, aí fumando para cacete, desanimada. Eu já fui essa pessoa. Até que uma hora eu peguei e falei assim: cansei! Eu não vou mais assistir só as pessoas tendo oportunidade, eu não vou mais assistir só as pessoas crescendo nessa vida e eu não. Eu posso não ser a pessoa mais talentosa, mas eu vou ser a pessoa mais insistente desse mundo. E isso ninguém pode falar de mim.

Eu sou a pessoa mais constante e mais insistente que existe. Quando me disseram: você precisa criar conteúdo, 2020, Você precisa criar conteúdo, conteúdo ele pode mudar sua vida, você tem que produzir para internet. Quando me disseram isso, eu abracei essa ideia, eu aprendi tudo quanto era possível para fazer, para praticar, porque eu era totalmente leiga no assunto, eu só postava meus treinos de CrossFit. Eu abracei essa ideia, eu aprendi tudo que eu podia e eu posto com constância diariamente desde 2020.

Nem quando eu passei por depressão, nem quando eu passei por crise em casamento, nem quando eu briguei com não sei quem, nem quando, nem viajando, nem treinando, nem nas minhas competições. Toda vez tinha conteúdo, tinha episódio do podcast, tinha vídeo no Instagram, tinha vídeo no TikTok, tinha episódio no Dentro da Baleia. Ninguém pode falar que eu não sou constante. Ah, André, qual é o seu jeito de falar? Não, eu me orgulho é da minha constância, porque eu não, eu não acho que eu cheguei onde eu posso chegar.

Eu não vou parar, eu não vou parar. E talvez esteja faltando essa faca nos seus dentes para você começar a falar assim: eu não vou parar até eu não conseguir. Caramba, gente, não dá, sabe? Um monte de gente adulta paralisado, cheio de: ah, um dia eu começo, um dia eu faço. Ah, mas porque hoje é sexta. Comece na sexta, comece agora. É a vida que você quer? Então começa agora. Esse vídeo é um chacoalhão para você, para que você chegue a comemorar.

A gente tá no episódio 296, daqui a pouco eu tô no episódio 300. Um podcast que tem 3 anos, nós vamos bater 300 episódios. 300. Eu não tô falando 3, não tô falando 30, são 300 episódios. E eu também quero que você comemore o seu 300, o seu 300 dias treinando, o seu 300 dias no seu novo emprego, o seu 300 dias juntando dinheiro que tu vai para tua viagem. Eu também quero que você considere isso, eu também quero que você comemore.

Só que você precisa parar de ser um adiador, de ouvir demais as pessoas e começar a fazer aquilo que você sabe que vai mudar toda a sua vida. Desculpa, tá mancado. Um beijo, até a próxima!

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