#293: Aja como se você não ligasse pra nada
O medo do julgamento alheio continua sendo o fator principal de muitas pessoas não estarem vivendo seu pleno potencial.
Por mais que você diga que não, em certas ocasiões aquela crítica, aquela opinião, vai doer mais que o habitual.
Mas a habilidade de ter uma mente imperturbável e seguir fazendo o que você precisa fazer, pode ser desenvolvida! Neste vídeo eu explico alguns passos importantes nesse processo.
- Não se abalar com críticasMedo do julgamento e paralisia · Desenvolvimento de habilidade imperturbável · Diferença entre indiferença e não se incomodar · Necessidade humana de ser amado e validado
- Silêncio Estratégico· NegociosSeparar emoções de circunstâncias externas · Não cair em jogos de provocação · O poder do silêncio como autoconfiança · Não precisar responder a tudo
- Lidar com críticas· SociedadeAvaliar a fonte da crítica · Crítica como preço do progresso · Perspectiva de longo prazo · Libertação da necessidade de aprovação
- Adaptação e Prevenção de Desastres Climáticos· Meio AmbienteEstar preparado para cenários negativos · Evitar reações impulsivas · A importância do silêncio e da pausa · Desapego e controle
- Bankei e a mente não-nascida· ReligiaoPrática de exercícios difíceis · Manter-se atento e presente · Ações silenciosas e foco no resultado
Por mais que você diga que não, convenhamos, se você pudesse falar ou agir sem nenhum pingo de julgamento, não seria muito mais fácil? A vida seria bem mais leve. Mesmo que você seja essa pessoa que bate no peito e diz: eu tô me lixando pro que os outros pensam de mim. Porque, meu amor, você pode ser a pessoa mais bem resolvida do mundo, mas tem aquele dia que você tá mais pra baixo. Tem aquele dia que qualquer comentariozinho te desorganiza, que você tá mais sensível, ou ainda tem aquele comentário, vindo daquela pessoa, que vai bater de forma diferente.
E tem muita gente travada, não conseguindo tirar planos do papel, porque esse medo chega a ser paralisante. Mas e se eu te dissesse que agir como se nada te incomodasse, realmente não se importar com situações que tiram a sua paz, fosse uma habilidade? E como toda habilidade, pode ser desenvolvida. Imagina o sabor de ter uma mente imperturbável, de ninguém mais ter o poder de te tirar do sério. Não precisa imaginar não, vem comigo que eu vou te explicar como se lixar pro que as outras pessoas estão dizendo.
Olá, seja muito bem-vindo ao Descobrir Depois de Adulto, podcast que vai te conduzir pelo caminho de conhecer a si mesmo de uma forma leve e realista. Meu nome é Andréia Chociay, no Instagram e TikTok @andreiachociay temos muito conteúdo pra te ajudar, então aproveita e já me segue por lá. Ai, nem vamos fazer aqui, ó, pouco caso que eu estou de look novo, resolvi voltar a Andréia de 2004. Quem gostou, bem. Quem não gostou, amém.
Que eu tô amando aqui este meu look. Senti que eu fiquei até mais menina, mais garota. Mas vamos lá, que você pode fazer uma confusão aqui pensando que eu estou falando de ser uma pessoa indiferente. E indiferença, ele é muito diferente de você não se incomodar. Uma coisa é você ser uma pessoa indiferente, outra coisa é ser uma pessoa que realmente não liga pro que estão falando. A indiferença, eu considero que ela é uma frieza, um distanciamento.
É você não ter sentimento por aquilo ou por aquela pessoa. É como se assim, um ex seu de 1900 e bolinha começou a soltar umas indiretas ali para você. Até algumas pessoas: ah, você viu fulano que é para você? E você realmente não ligar, porque assim, que que essa pessoa, que anos não tá na minha vida? Então você é muito indiferente, tipo, não faz mais sentido, não tem sentimento mais por aquilo ali. É fácil ser indiferente. Agora, não se incomodar é um estado da mente, porque geralmente eu preciso não me incomodar com pessoas que são próximas ou com pessoas que têm ali talvez algum peso.
É um estado de escolha da sua mente de não ligar para algo que você sabe que pode acontecer. É você nunca mais se sentir paralisado, por exemplo, quando você quer fazer alguma coisa importante. E aquele medo de você não ser aprovado, de você não ser das pessoas não gostarem de você. E aí eu sei que vem aquele coro, porque toda vez que eu falo ou posto algum vídeo falando sobre não ligar para o que os outros pensam e tal, sempre vem os superados: eu não ligo, eu não tô nem aí, eu tô cagando nessa autoafirmação.
E eu sempre desconfio de muita autoafirmação, eu sempre desconfio. Ai, eu superei, ai, eu estou muito bem, e querer falar isso para todo mundo. No fundinho, a gente sabe que não é bem assim. Sabe por que eu sei que isso não é uma verdade absoluta? Porque é uma necessidade intrínseca do ser humano ser amado. A gente quer ganhar mais dinheiro pra quê? Pra ser aceito em algum lugar, pra ser amado. Ah, eu quero produzir algo que as pessoas gostem porque eu quero ser amado, porque eu quero ser gostado, porque eu quero ser validado.
Isso é do ser humano, você não controla. Não tem essa de eu não ligo pra nada, eu sou indiferente a tudo. Aí é uma pessoa que já tá com algum probleminha ali, né, assim. Fisiológico, uma pessoa que é completamente indiferente a todos os sentimentos, aí você tá beirando uma psicopatia, sabe? Mas a grande verdade é que todos nós queremos muito ser amados. E aí pessoas que foram abandonadas, pessoas que passaram por algum tipo de rejeição, tendem a ter esse medo ainda maior.
Porque se é uma necessidade do ser humano ser amado, ser aceito, ser gostado, quando eu sofri na minha vida algum tipo de abandono muito grande, que foi muito traumático, quando eu passei algum tipo de rejeição, esse medo ele aumenta exponencialmente. Porque eu fico já com aquela ideia de que se isso aconteceu uma vez, isso vai acontecer de novo. Mas tem como, como eu disse, esse fato de tentar se lixar mesmo, tentar não deixar isso te paralisar, é uma escolha.
A gente pode escolher sim ter essa mente imperturbável. Não é algo que algumas pessoas eu acho que nascem com e as experiências vão fazendo, mas tem outras que a gente precisa ir desenvolvendo. Eu digo que a primeira coisa que a gente precisa começar pra ter essa mente tão fechada, pra ter essa mente tão forte, é a gente dominar a indiferença. É quando a gente consegue separar as nossas emoções de uma circunstância externa. Isso eu fui aprendendo mais na maturidade.
Quando a gente é muito novo, quando a gente é adolescente, é jovem, tá tudo muito à flor da pele. É tudo tão, é tão grande, a gente sente, a gente sente nas vísceras. E quando você vai ficando mais velho, você vai percebendo que não dá pra eu sentir tudo que tá acontecendo externamente a mim. Então eu comecei com o tempo dominar essa indiferença de, por exemplo, assim: Vim aquele enviadinho do dano, sabe, que vem para te desestabilizar, para fazer aquele comentariozinho.
Se você cria conteúdo, então, minha filha, isso vai acontecer mais vezes do que você gostaria, que vem intencionado para te desestabilizar. Mais nova, eu acho que eu entraria no jogo dessa pessoa, mas hoje sabe o que eu faço? Eu dou uma risadinha. Beleza, sorria sendo. Só que isso é algo que eu tenho que ir me educando. Porque na hora que venha, tentar não enxergar vermelho e falar assim: não vou cair no jogo dessa pessoa. Entendendo também, e isso vai ser mais fácil você dominar essa indiferença quando você tiver a certeza que nem tudo precisa de uma resposta sua.
Não precisa. Eu sei que na adolescência você tem que responder a tudo, que você tem que ter opinião, que você tem que falar, que se a pessoa falou com você você tem que revidar, que se a pessoa te provocou você tem que voltar. Não tem. Gente, o silêncio para mim hoje ele é uma das maiores formas de autoconfiança. Quando eu olho aquela pessoa muito silenciosa, muito posturada, ele fala mais alto. Silêncio fala mais alto do que qualquer falatório, qualquer falatório.
Você vê uma pessoa que ela consegue ficar em silêncio, ou quando ela tá sendo provocada, ou quando ela tá caindo, estão sendo feitas perguntas capciosas, você vê aquela pessoa que ela fica em silêncio, ela devolve o constrangimento. Porque o que que acontece? A pessoa que quer perturbar a gente, a pessoa que quer tirar a gente do sério, que quer pisar nos cabos mentais da gente, ela é boa nisso porque ela tá muito tempo sendo essa pessoa.
O negócio é o tal do não entrar no jogo. Dominar a indiferença aqui é entender que primeiro eu não preciso dar resposta para tudo que a pessoa tá fazendo e ficar imperturbável, posturalmente imperturbável. Para algumas pessoas é nem dar risada, Já teve gente com alguns sarrinhos perto de mim que eu conseguia dar uma risadinha, sorrir, acenar. Mas tem outras que quando o desrespeito fala um pouquinho mais alto, que o meu limite simplesmente é ficar olhando sério para pessoa sem falar absolutamente nada.
E aí você vai vendo a pessoa se constrangendo porque ela tá esperando muito a sua resposta e ela não consegue lidar com aquele silêncio ensurdecedor que você fala. Não responda a tudo que chega até você. Tem coisa que não pode te atravessar, você precisa desviar dela. E tem um outro também, e aqui eu vou falar principalmente relacionado a críticas. Se essa pessoa está dando uma opinião, está fazendo uma crítica, se essa pessoa que tá fazendo isso você não trocaria de lugar com ela, você não queria ter o trabalho dela, a posição dela, a vida dela, por que que a opinião dela tá fazendo tanta importância na sua vida?
Quem que tá falando? É alguém que você admira? É alguém que tem uma vida que você olha e fala assim: meu Deus, essa pessoa, o que ela falar eu digo amém. Tirando a emoção, né? Porque eu também faço esses exercícios, né? Às vezes a pessoa vem desavisada, dá uma opinião. Tirando a emoção, o que ela tá falando tá fazendo algum tipo de sentido? Faz alguma diferença? Aí a gente fica dando tanta relevância. Às vezes eu vejo, é óbvio, quando eu comecei a criar conteúdo era mais difícil, eu meio que queria responder a todo ataque.
Hoje eu penso assim, mas quem que tá criticando? Quem que tá fazendo esse comentário? Você vai entrar lá de seguidor, nem cria conteúdo. A pessoa não faz nada que eu gostaria de ter, não tem a vida que eu gostaria de ter. Então, pra mim, o que ela está falando sobre mim não me afeta em absolutamente nada. Crítica é o preço do progresso. Eu lembro uma vez da Manu Gavassi falando assim, que ela, quando postou um conteúdo e teve a primeira, primeiro hater, alguém fez um comentário assim, e ela olhou praquilo, ela disse que ela ficou muito feliz, porque ela falou assim, ai, meu Deus, só tem hater quem é famoso.
Isso é mudança de cabeça. E aí tem outra pergunta que eu também faria para pessoa que faz a crítica: isso que ela falou, isso que ela tá julgando, que ela tá opinando, vai importar no longo prazo? Daqui a 5 anos, o que ela falou, o que ela fez para você, essa situação que ela te colocou meio capciosa, vai fazer diferença? Alguém vai lembrar disso? Digo mais, se você olhar em um dia, isso já não vai fazer diferença. Às vezes a gente olha alguns comentários que são feitos pra gente e a gente pensa que tá todo mundo pensando aquilo, quando na verdade é só a nossa, essa coisa de protagonismo que a gente tem, que a gente acha que as pessoas estão mais preocupadas com a gente do que imagina.
Se não vai importar no longo prazo, por que que você tá se importando? Isso só vai vindo na nossa vida quando a gente vai se libertando da necessidade de aprovação, porque a gente cresce assim, né? Quando criança, tudo que a gente faz, a gente quer que seja validado e aprovado pelos pais. Aí nós crescemos e vamos para adolescência. Na adolescência, a gente quer ser validado pelos amigos, porque se eu for validado pelos meus amigos, eu estou pertencendo àquele grupo, logo eu sou amado, logo eu me encontrei na sociedade.
E aí, conforme a gente vai crescendo, a gente deveria ir se desligando dessa necessidade de aprovação. Algumas pessoas não conseguem, algumas pessoas levam isso muito a sério. Então qualquer crítica ou comentário feito É como se estivesse invalidando ela como pessoa, quando na verdade não. Tem coisas que só precisam fazer sentido pra você. Ficar precisando muito da aprovação do outro é querer tentar convencer o outro de que aquilo importa pra você.
Mas se importa só pra você, na sua história, por que que eu tenho que convencer o outro? Os haters, a pessoa que não gosta, a pessoa que vai criticar É sempre a maioria. Já vou te dar um assim, eu falo aqui na criação de conteúdo, mas é para vida. A pessoa para te criticar, a pessoa para tentar te derrubar, a pessoa para invalidar o que você tá fazendo, ele infelizmente, eles ganham pela maioria. Não gaste a sua energia para dar palco para essas pessoas, porque você não vai ter energia para as coisas que realmente importam.
Eles são muitos, eles são a maioria. Tem gente, quando você começa a se destacar, por exemplo, vai querer te fazer voltar para média porque não consegue lidar com o fato de que também poderia estar lá, que estava no mesmo lugar com você e não tá. Então, se você gasta muita energia tentando provar sua opinião, tentando provar o seu ponto, respondendo ataque, prestando atenção— ah, que fulano falou de você! Caguei para o que falaram de mim, não quero saber.
Ah, mas você não quer saber o que fulano— não, eu não quero. Isso vai me fazer colocar energia no lugar e vai tirar minha energia de onde eu deveria estar colocando. A ideia dessas pessoas que, vamos chamar de hater, né? E isso acontece no mundo digital ou real, é fazer, é te desestabilizar. Eles querem uma resposta, então eles vão cutucar, eles vão mandar um comentário, eles vão fazer uma crítica. Que nem ontem, eu acho que eu tava vendo um vídeo meu, que ele é um vídeo do YouTube e tal, e tem uma publicidade.
E aí a pessoa ela falou assim, ai, vim com muita expectativa, ai, mas tinha publicidade. A pessoa não podia ter visto e simplesmente, ah, muita publicidade, eu vou passar? Ela faz aquele comentário porque ela quer aquela atenção. Ela quer assim, olha, você tá bem aqui, esse vídeo tá com bastante visualização, mas tem, eu vou te queimar aqui nos comentários, eu vou mostrar, acho que o pessoal ainda não tá vendo que tem publicidade.
É uma pessoa que quer atenção, ela só quer atenção, ela só quer que eu dê atenção. Aí tu acha que eu vou perder tempo respondendo a pessoa? Eu fui ver o comentário, olhei, aí eu olhei, não queria nem— você olha o canal do YouTube dela, não tem um vídeo. Ou tem lá 2, 3 vídeos, nem é o canal que eu quero ter, nem fala do que eu quero falar. Não, não vou perder meu tempo respondendo isso. E eu digo que um outro ponto muito importante para a gente ter essa mente imperturbável é a gente manter a calma quando as coisas viraram tempestade.
Não é que a gente precisa ser uma pessoa pessimista, não sou. Eu acho que a gente tem que ser uma pessoa preparada. Eu vejo que muita gente às vezes faz algumas coisas, alguns projetos, alguns trabalhos, querem fazer algumas coisas na vida e elas veem só o melhor cenário. Então elas vêm lá só assim: tudo vai dar certo, tudo vai funcionar, tudo vai ser maravilhoso, o primeiro vídeo dela vai viralizar. Elas têm essa ideia, às vezes eu acho muito romântica das coisas.
Eu prefiro estar sempre, sempre preparada, sempre preparada. Eu quero assim, ó, eu vou fazer um vídeo, ele pode dar zero visualizações, eu vou fazer um vídeo e ele pode ter, sei lá, zero comentários, e ainda o comentário que tiver vai ser hater. Esteja preparado, não seja uma pessoa que reaja. Eu vejo que algumas tempestades se instalam na vida das pessoas e elas reagem. Quando a gente reage, a gente não pensa sobre, a gente reage.
Então eu não penso, eu vou lá e faço qualquer coisa, a primeira coisa que me veio na cabeça. Se afasta um pouco, fica em silêncio. Silêncio é rei. E aí então você age. A gente acaba sofrendo em muitas coisas da nossa vida porque a gente é muito apegado. Só sofre quem é apegado. E nós controladoras, pessoas muito controladoras, a gente tem essa coisa de querer que todo mundo ame a gente, querer que todo mundo goste do que nós estamos fazendo.
Não vai acontecer. Nem Jesus, gente. Você lê a Bíblia, um cara maravilhoso, sensacional, fora da curva, não agradou. Gente, ele foi morto crucificado no meio de um monte de ladrão. Aí você acha que você, meu amor, vai ser amada por todo mundo? Ah, mas não mesmo, sabe? Não faça muito barulho nas suas ações. Tente lembrar sempre, coisas vão dar errado. Então eu hoje, eu tenho muito isso. Tudo que eu vou fazer, eu tenho feito muito em silêncio.
Eu tenho praticado muito Todos os meus projetos, as minhas grandes conquistas, eu tenho feito em silêncio. Eu só apareço depois no resultado, nada de processo. Meu crescimento hoje, ele tem sido muito silencioso porque eu descobri que quanto mais eu falo, mais eu dou espaço para as pessoas criticarem. E se me pega num dia que eu não tô muito boa, a crítica pode vir e me desanimar. Não esteja distraído, sabe? Algumas pessoas sofrem muito com com que os outros estão falando delas e sofrem, né, com razão, assim, algumas coisas que escutam abalam elas demais.
Eu vejo que muitas pessoas agem distraídas, elas não têm essa postura de estar sempre atento. Então uma pessoa fala, ela já meio que responde, ela entrega o ouro. Não esteja distraído, construa uma mente inabalável, esteja presente nas coisas que você está fazendo. Tá perto de outras pessoas, esteja atento. Pratique uma mente inabalável, sabe? Faça coisas difíceis. Essa mente assim que hoje eu tenho muito de não me importar, de não levar em consideração tudo que é falado e tal.
Porque você tem que pensar assim, ó, por exemplo, no meu trabalho eu crio conteúdo para múltiplas plataformas: YouTube, TikTok, Instagram, tudo eu tô lá fazendo. Pensa comigo, se eu for ligar para tudo que é dito em todos os vídeos que eu crio, e eu crio em muito volume de vídeos, você acha mesmo que eu estaria dando conta de estar aqui ainda criando? Das coisas que eu já ouvi. Então eu faço alguns exercícios difíceis: leitura, porque me obriga a estar ali presente, focando.
O exercício físico, principalmente o exercício de Corrida, bicicleta, natação. Me obriga a ficar com a cabeça naquilo que é difícil. Meu Deus, isso aqui tá difícil, isso aqui tá impossível, nossa, tá muito difícil, tá muito duro. E eu continuo e eu sigo ali fazendo. E eu acabo colocando a minha mente em situações difíceis para ela não se desesperar quando a tempestade chega. É uma habilidade, você pode treinar. É preciso estar atento.
Pessoas imperturbáveis são pessoas que estão atentas, são pessoas que têm postura, são pessoas que não têm pressa para falar, são pessoas que falam pouco, são pessoas que se colocam em situações difíceis para crescer e para se desenvolver. É isso que você precisa para parar de ligar tanto para o que os outros estão fazendo. Não é simplesmente, ah, não liga. Tem que treinar, tem que repassar isso aqui. Tem que praticar indiferença, tem que praticar postura, tem que estar atento, se colocar em situações difíceis.
Faça isso, comece a praticar aos poucos e perceba o quanto sua vida evolui quando você parar de dar atenção ao que todo mundo está falando.