EP #187: Batalha - Silicon Messiah vs Brave New World
Em 2000, Blaze Bayley começava uma nova história. Pouco tempo depois de deixar o Iron Maiden, ele não ficou parado: montou sua própria banda e lançou Silicon Messiah, mostrando que ainda tinha muito a oferecer fora do Maiden.
Do outro lado, o próprio Iron Maiden também vivia um recomeço. Bruce Dickinson e Adrian Smith estavam de volta, e a banda, agora um sexteto, entrava em uma nova fase com Brave New World.
Dois caminhos diferentes, um mesmo momento de recomeço e dois discos que chegaram ao mundo com apenas 7 dias de diferença.
Agora, no Rock na Mesa, colocamos os dois frente a frente: faixa contra faixa.
Quem vence essa batalha?
Apresentado por William Faria, Bruno Glaser, Renata Costa e Thiago Zuma. Para este episódio, recebem o amigo André Pase, do podcast Solada.
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(Grupo de WhatsApp, Instagram, etc)
Bruno Glaser
Renata Costa
Thiago Zuma
William Faria
André Pase
- Batalha Blaze Bayley vs Iron Maiden· CulturaSilicon Messiah·Brave New World·Blaze Bayley·Iron Maiden·Bruce Dickinson·Adrian Smith
- Análise Faixa a Faixa: Silicon Messiah vs Brave New World· EntretenimentoGhost in the Machine vs The Wicker Man·Evolution vs Ghost of the Navigator·Silicon Messiah vs Brave New World (faixas título)·Born as a Stranger vs Blood Brothers·The Hunger vs The Mercenary·The Brave vs Dream of Mirrors·Identity vs The Fallen Angel·Reach for the Horizon vs The Nomads
- Impacto e Legado dos Discos· CulturaCarga afetiva e memória·Recepção crítica e do público·Carreira solo de Blaze Bayley·Retorno de Bruce Dickinson ao Iron Maiden
- Análise de Produção e Composição Musical· CulturaInfluências musicais (Nevermore, Black Sabbath, Judas Priest)·Estilo de composição de Steve Harris·Produção de Andy Snipp·Letras e temas abordados
- Comparativo de Vocalistas: Blaze Bayley vs Bruce Dickinson· CulturaPerformance vocal em Silicon Messiah·Performance vocal em Brave New World·Estilo e identidade vocal
- Recepção aos Discos· EntretenimentoSurpresa com Silicon Messiah·Decepção com Brave New World (inicial)·Redescoberta e apreciação posterior
- Carreira do Iron Maiden· CulturaO papel de Adrian Smith·O sexteto do Iron Maiden·Direção musical da banda
- Interacao com audiencia e comentarios· SociedadeComentário sobre episódio Deep Purple·Comentário sobre episódio Metallica Load·Sugestão de mesclar lançamentos e clássicos
Fala, povo lindo! William Faria na área e abrindo os trabalhos para mais um episódio do Rock na Mesa. Aqui comigo, Bruno Glaser.
Será que hoje vai rolar um olê olê olê, blazer blazer?
Olha aí, tudo certo?
Beleza, tranquilo.
Beleza, tudo certo. Pode rolar muita coisa hoje, cara, muita coisa hoje promete.
Vamos ver, vamos ver, tô curioso.
Thiago, zuma aí, pessoal, preparado aí para o bravo silicone que teremos hoje no episódio?
Opa, tamo, vamos lá, vamos lá. Thiago que ficou um tempinho aí de férias, né, Thiago? Afastado de uns episódios aí, mas já tá de volta.
É, né?
Nem foi tanto férias, né? Vocês que marcaram alguns episódios para dias que eu não podia fazer, né? E acabou não rolando. Teve uma semana de férias, mas outros não encaixou o calendário.
É essa parte de cronograma e de encaixe, tá toda com o escritório do Bruno, Bruno Glaser Holdings Enterprises. Ele que faz essa parte. Renata Costa.
Opa, tava molhando a palavra. Tudo certo, pessoal? Como estão?
Tudo certo, tudo ótimo. E é sempre um prazer te receber aqui direto do podcast Solada, nosso amigo André Pazzi. E aí, André, beleza? Beleza para estar com vocês, ainda mais para fazer o nosso aviãozinho virtual em homenagem a Blaise Hoje é aquele dia que o blazismo tá à flor da pele. Hoje a gente tá feliz, né? A ideia para esse episódio surgiu no pós-gravação do episódio do 2112, do Rush, segundo episódio que a gente fez com o Solada, hein?
Com o André participou. Para quem chegou no bar agora, está por fora, Solada é o podcast que o André apresenta ao lado do Thiago, nosso amigo aqui. Lembrando que esse mesmo conteúdo aqui também sairá em paralelo no Solada em versão áudio e vídeo no YouTube, com uma edição diferente. Então recomendo que vocês ouçam também lá e assistam para olhar para o pano de fundo aqui que o André tá usando. Eu coloquei um, acabei não gostando muito, voltei, amarelou, amarelou, amarelei, tirei fora.
E no fim daquele episódio então a gente levantou a ideia de colocar esses dois discos aqui para para duelar. E é o que faremos nesse episódio. Nós vamos colocar os dois discos frente a frente, faixa a faixa, e ver qual leva melhor, considerando somente os votos dos participantes aqui. Esse vai ser o indicador, né, de qualidade do disco vencedor. Se você, ouvinte, tem sua opinião sobre qual o melhor, ótimo, deixa aí suas impressões nos comentários do Spotify ou lá na postagem do episódio no nosso Instagram, que a gente vai curtir muito ler e interagir com vocês.
A ideia não é nos aprofundarmos em nenhum dos dois, até porque pode ser que um dia a gente venha gravar um episódio dedicado sobre um deles. Então vamos aos discos. De um lado, Silicon Messiah, do Blaze Bayley, lançado em 22 de maio de 2000. Do outro lado, Brave New World, do Iron Maiden, lançado em 29 de maio de 2000. 7 dias de diferença um do outro. Blaze, que estava apostando em sua carreira solo, lançando seu primeiro disco.
Em vez de ficar choramingando no canto, o homem foi trabalhar. E o Iron Maiden, que lançava seu primeiro disco de inéditas após o retorno do Bruce Dickinson, que entrou justamente no lugar do Blaze, que foi gentilmente desligado da banda, né? Então, dois recomeços. Claro que para o lado do Maiden a coisa tava um pouco mais favorável, né?
E o Adrian, né, cara?
Você comentou do Adrian Smith também, muito bem, muito bem pontuado. Tô tão focado, é que eu foquei tanto nos vocalistas que eu esqueci do Adrian Smith, mas tá aí.
Exato, a batalha de bandas, cara. Iron Maiden e Blaze, não é Bruce Dickinson e Blaze Bayley, né?
Tudo bem, a gente tenta, né?
Isso, até porque essa primeira banda, essa parte primeira do Blaze era uma banda Blaze, né, que dura 3 discos. Depois era Blaze Bayley, uma carreira solo que ele fez todo o processo de testes com músicos para achar os músicos que gravaram essas músicas. As assinaturas dos créditos de composição é desses caras que tocaram junto com Blaze. Então todas as músicas são os guitarristas, o baixista que escreveu junto com Blaze, o baterista escreveu junto com Blaze.
Então essa parte é uma banda nova. Blaze criou uma banda nova com o nome Blaze e saiu em turnê ali, tentou a vida, né? Não era uma carreira solo meramente.
Exato. E ele ainda, vamos dizer assim, ele ainda sofria um pouco ali da estigma de cantar mal as músicas do Maiden da fase clássica. Então ainda tinha um pouquinho de ceticismo em torno dele, mas aquelas pessoas que conseguiram ver valor nas músicas próprias dele com Iron compraram o Silly Commissária com uma certa curiosidade. Foi, eu fui um. Quando saiu eu comprei porque eu dei um voto de confiança. Bom, nos clássicos do Mayday não saiu legal, mas as músicas titulares dele são muito boas.
Então vamos ouvir o trabalho solo dele. E para minha grata surpresa, fiquei muito feliz com o resultado. Então, pessoal, mais ou menos expliquei como é que vai funcionar. Aqui é música contra música, é na ordem de cada disco. Cada um tem 10 sons, então é faixa 1 contra faixa 1, faixa 2 contra faixa 2, e por aí vai. Daí a gente vai explicando nossas escolhas ali em contextos rápidos e no fim a gente vai descobrir qual dos dois levou mais votos entre nós.
Mas antes da gente ir para votação, eu vou perguntar para todos os meus amigos aqui, conversando por ti, André. A gente pode fazer aí em ordem alfabética todo mundo. Foi difícil para ti ouvir os dois lado a lado e fazer suas escolhas? Eu imagino que você já veio com as suas anotações.
Quando? Hoje ou no momento que saiu? Aí que tá a diferença, entende?
Agora que a gente se comprometeu a fazer o conteúdo.
Eu não lembrava que tipo assim, eu seria um grande aposto para mim. Eu não lembro, acho que o Brave New World, depois a gente entra na história. Para mim o Brave New World tem uma carga afetiva muito forte, muito forte. Eu lembro de estar trabalhando já online, eu lembro de estar vendo, atualizando o site do Iron quando sai o aviso de que o Bruce tinha voltado, tipo assim, era uma coisa tipo 99, ele tá com aquele negócio. E na época, pô, legal, foi um disco que eu gastei mesmo.
O Blaze foi um disco legal, só que o Blaze ele tem uma coisa que eu até brincar, o Blaze ele é prejudicado porque o Blaze não sai nacional, esse CD. O Blaze só tinha importado. Como é que é? Eu lembro de comprar uma cópia pirata na Megaforce com encarte xerocado para conseguir ouvir. Então assim, tipo, aí voltando hoje, o Iron para mim virou um grande sem tempo, irmão. Enquanto o Blaze, eu falo, cara, tem mais coisa do que eu imaginava que eram legais aqui, sabe?
Só para corrigir, saiu sim o silicone Messiah nacional, mas ele demorou alguns meses para sair assim. Então foi imediatamente, acho que até demorou anos assim, pelo que eu tô vendo aqui. Parece que foi produzido em 2002 o meu, então você vê que foi alguns aninhos que levou para sair assim. Mas não foi imediatamente, demorou um pouco.
Eu não participei do episódio do X Factor, fiquei chateado. Mas o X Factor é um disco que eu gosto para caramba, né? Eu sou um dos defensores. Mas o Virtual Eleven não dá, cara. Eu até tento, sei lá, uma vez por ano eu ponho. Não, deixa eu dar uma chance aqui. Tem 20 anos que eu tento e não dá, né? E mais 20 anos, né? Então quando o Blaze saiu, cara, quando anunciaram a volta do Bruce, assim como o André, eu fiquei louco, né? Então tem essa carga afetiva no disco e eu demorei para ouvir o Silly começar, cara.
Eu meio que fiquei com preguiça, né, de entender o que que tava acontecendo. Fui ouvir com mais carinho agora mesmo para gravar, sendo bem sincero, e fiquei surpreso. Vou deixar aqui só que fiquei surpreso, mas cara, foi uma experiência interessante de comparar os dois discos, né? Coitado do Blaze que saiu e foi atropelado, rapaz.
Cara, eu tô me sentindo o Ronaldinho Gaúcho dos rolês assim, eu caí aqui de paraquedas, eu tô aqui do nada porque eu não tenho relação nenhuma com nenhum dos discos. Iron Maiden tenho pouquíssimo tenho a mesma afinidade, como alguns ouvintes do Rock na Mesa mais assíduos devem saber, né? Então, mas assim, eu já tinha, obviamente, o Brave, a gente tinha escutado, já conhecia, não lembrava que ele era tão bom. Para mim ele soou muito bom ouvindo agora.
E eu vi, eu vou citar o Blaze, tá, porque é meu ponto referência, cara, foi surpreendente, sabe? Foi um disco assim que eu fiquei Nossa, primeiro escutei o Brave. E aí eu fiquei, cara, esse disco é muito bom. Inclusive, no período que eu tava ouvindo, eu coloquei lá no grupo, né? Eu tô falando isso em tempo real, que eu ouvi os dois hoje antes de gravar. E eu fiquei, cara, Brave é muito bom. E aí, quando eu fui para o próximo, eu fiquei, cara, mas esse é muito bom também.
E aí, assim, meio que o Brave ficou pequeno, sabe? Ficou meio que Davi e Golias assim para mim. Então foi uma experiência bacana, foi uma experiência divertida.
Na época eu não fui uma dessas pessoas que ficou alucinada com a volta do Bruce pra Iron Maiden, porque eu tava muito alucinado com a carreira solo do Bruce. Então eu tava meio assim, tipo, pô, ele vai voltar pra Iron Maiden e vai interromper uma trajetória que ele tinha acabado de lançar 2 discos sensacionais, o Extent of Earth e o Chemical Wedding. Será que o Maiden tem bala pra receber o Bruce e fazer algo legal com ele? Mas assim, eu sabia que a situação com Blaze tava insustentável.
Show de 98 aqui em São Paulo foi pavoroso assim. E o Virtue Eleven, assim como o Bruno, eu não suporto Virtue Eleven. Foi o primeiro disco do Iron Maiden que eu não comprei. Ele saiu, eu ouvi o disco, meu primo comprou, eu ouvi umas 3, 4 vezes, falei, não quero isso, cara, isso fica chato para caramba. Então eu esperava talvez que o Iron Maiden fosse tentar um outro vocalista, apresentar uma terceira, uma outra, uma quarta voz para banda, não que fosse necessariamente chamar o Bruce de volta.
Então não tive essa grande empolgação com a volta do Bruce para Iron Maiden. E quando saíram o Ulsuli Commissaria e o Brave New World, o Ulsuli Commissaria eu falei, eu comprei só depois quando saiu nacional, mas eu já ouvi algumas músicas antes e peguei o CD que alguns amigos compraram importado, peguei e ouvi, já tinha feito minha copiazinha dele. E alucinei, adorei isso de começar. O Brave New World para mim lá atrás era tudo que eu não queria que Iron Maiden fizesse, que era ser o Iron Maiden do Blaze com o Bruce cantando.
Tipo, eu achava que queria que Iron Maiden já vai voltar com o Bruce, tentar se, sei lá, retomar um pouco do que que era o Iron Maiden do passado. E não foi isso, realmente tentou dar um caminho novo, que era um caminho que não era tão novo para mim. Para mim tinha todas as coisas que eu não gostava no Virtual XI, eu via no Brave New World. Então eu fiquei muito decepcionado com Brave New World, muito surpreendido e feliz que se ele começar.
Viu o show do Blaze em 2002, quando já tava para lançar o Death Dimension, que é o segundo disco dessa banda? Foi um showzaço do Blaze, com todos os defeitos do Blaze ao vivo, que ele não tem fôlego para cantar várias das peças. Mas beleza. Retomando, 25 anos depois, 26 anos depois, O Brave New World foi um disco que eu não ouvi depois de 2000, ouvi pouquíssimas vezes, só quando fazia algum aniversário, sabe, 10 anos, deixa eu ouvir de novo e tal.
E eu ouvi pela primeira vez com alguma atenção Brave New World em todos esses tempos. E aí me surpreendeu de achar coisas que eu gosto nele, inclusive coisas que eu não gostava na época que eu acho legal agora. E voltei a ouvir o Silicon Messiah, que eu ouvia bastante algumas das músicas do Silicon Messiah, não botava muito disco inteiro para tocar, mas algumas das músicas eu ouvia bastante. E teve coisas, se ele começar, é que eu gostei muito em 2000 e que hoje em dia eu já olho e falo, putz, isso aqui é bem 2000, né?
Enquanto teve coisas do Brave New World que, pô, legal, soou legal assim. Então foi bom rever 25, 26 anos depois esses dois discos. Reouvir. Você, William?
Eu vou furar fila rapidão só para cagar tudo aqui de cara.
Ah, pensei que você queria cagar. Ah, velho, perde um tempinho para ir no banheiro, mano.
Eu pensei que fosse isso também.
Eu também, né?
Tudo bem.
Quem sabe faz ao vivo, né?
Te ferra, porque na minha edição até tiro do André, vai ficar cruzão lá do seu lado, tá?
Te viro.
Mas eu ia comentar, cara, que eu fui o cara inocente do copo meio cheio, Thiago, né? Porque o que eu achei é que, porra, o Bruce vai voltar com o Adrian. Eles vão pegar o que tava rolando na carreira solo, né, e aplicar no meio ali, cara. Mas não foi muito que aconteceu, né.
Tu viu, né, Thiago, o Bruno tá incomodado que a gente não tá citando o Adrian Smith, cara. E tu também não citou, tu só falou volta do Bruce e tu não disse o que tu achou da volta do Adrian, cara.
É, né, porque infelizmente a volta do Adrian foi atrapalhada pelo fato de que o Yannick Guez não saiu, né, cara.
Tá lá, cara, tá lá ainda, tá lá. Escreveu 200 músicas aí, algumas faixas aí.
Olha, para não perder, perdão, perdão, William, tá lá e tá girando a sua guitarrinha, entende? Fazendo aquele malabar de girar a guitarrinha, né?
Não só não desligaram a guitarra dele como deixaram ele compondo ainda.
Mas assim, na época dos lançamentos eu comprei os dois. E era caríssimo esse, esse, se ele começar. E eu lembro que eu paguei um bom dinheirinho nele, gastei todo meu salariozinho suado na época, bastante, porque eu precisava ter esse disco. E claro que ele não teve a mínima chance perto do Brave New World, perto do hype que eu tava vivendo, né, pô. Volta do Bruce, volta do Adrian Smith, e E essa, porque a gente já vinha da turnê lá do Ed Hunter, né?
A gente já tava olhando alguns vídeos, já tinha vídeo pirata rolando por aí, tinha um até um, acho que um, se eu não me engano, um dos singles desse Brave New World. Não sei se é o Wicker Man ou Hour of the Silent Planet, que vem com uma Powerslave ao vivo, uma Powerslave, essa saga, não sei, vem com uma das músicas ou duas dessa que eu tornei. Então o Bruce tava assim em chamas, assim, né, cara. Então quando sai o Brave New World, eu fiquei num hype.
Imagina, eu, a minha versão daqueles anos era muito pior que a de hoje, mas eu comprei o Silly Comessaia e não fiquei comparando não. Eu não fiquei assim, ah, o Iron é melhor. Eu tive esse bom senso. O que eu fiz com o Silly Comessaia foi tentar converter as pessoas que falavam mal do Blaze no Maiden de que ele era um bom vocalista. Que aí eu colocava para ouvir quem ia em casa. Falei, olha, se você não gostava da voz dele no Maiden cantando clássicos do Di'Anno ou do Dickinson, então dá uma ouvida nesse disco aqui que eu acho que você vai gostar.
Daí misturava opiniões, uns continuavam achando uma merda igual e outras pessoas acabavam prestando atenção. Pô, aí realmente ele canta bem. E depois de todos esses anos, daí agora eu pude fazer aquela análise fria, né? O Bruno criou uma playlist no Tidal ali, no Quebrou um Galho ali, já colocou os discos, uma música do ladinho da outra ali. Eu fui ouvindo na sequência e foi difícil, foi difícil. Eu tive que ouvir uma par de vezes aí para eu chegar nas minhas escolhas, tá?
Eu tive que em alguns momentos assim ser um pouquinho mais frio, tentar não recorrer àquele Willian que assistiu a banda no Rock in Rio, mas eu cometi sim erro algumas vezes aqui. Eu fui um pouquinho de tudo aqui, tá? Mas eu acho que, acho que no fim das contas eu fiquei olhando o meu, as minhas escolhas, que eu fiz uma anotação ali, quantas de cada disco eu separei. Falei, bom, eu acho que eu fui justo.
Que não é justiça, é coração, cara. Você tem que ver o que te moveu mais.
Mas vamos lá, vai ser curioso, acho que vai ser, vai ser divertido. Acho que vamos deixar as músicas falarem por si, né? Então, primeiro embate aqui, primeira faixa do Silicon Messiah, Ghost in the Machine, versus primeira faixa do Brave New World, The Weaker Man. Nosso convidado André começa.
The Ghost in the Machine, não tem o que dizer, assim, ó, mérito de Wicker Man é fazer alguém ir ver o filme, ponto, acabou, entende? Legal, né? Não, eu ia brincar com o seguinte, não, Ghost in the Machine, sem dó nem piedade, tipo assim, ó, fica feio para o Iker, mano. Abraço, tipo assim, eu não tenho assim, ó, The Ghost in the Machine, ponto.
Dá vontade de ficar cantando, né? Eu vou tentar resistir até o final do episódio, prometo. Eu tenho que me comportar. Bruno, vamos lá, revele aí a tua escolha. Vamos ver se o teu coração vai, vai para o lado do patrão ou se vai para o lado do CLT.
Demitido. Então, cara, essa aqui é a faixa que para mim não dá, né? Essa aqui é a sensação que eu tive quando eu ouvi o Wicker Man, né, que o Bruce tinha voltado. É, ainda, ainda me pega, cara, né? Eu sei, beleza, tem o lance do riff do Judas, né, de Running Wild. Sim, tem o refrão que só se repete, cara, né? Tem Tem, tem, dá para dizer que isso aí não é a coisa mais criativa do mundo, mas assim, o solo do Adrian aqui me pega demais, cara.
Ele é maravilhoso, né? E assim, beleza, Ghost in the Machine é uma faixa legal, cara. Assim, é mais pesadona, né? Já dá uma cara diferente para o disco, né? O Blaze já tá modernoso ali, né? O Jefe até meio clichêzão de modernidade de 2000, né? Tem umas coisas mais clichêzonas, né? Mas essa aqui não dá, cara. Essa aqui é o Iron Maiden fazendo o Bruninho lá, que ouve essa porcaria desde que nasceu, desde o berço, ficar feliz. E até hoje ela ainda ecoa positivamente para mim, cara.
Thiago, vai lá, bota para mim nessa no Blaze também. Aquilo, tudo que o Bruno sentiu de emoção, eu lembro quando eu vi o We Can Make pela primeira vez, pô, eles estão roubando o riff do Judas Priest descaradamente desse jeito, cara. É para isso que ele voltou para banda? Ficou aí extrema decepção. Aí quando chega naquele refrão repetitivo, ainda com pula-pula, cara, mano, o que que é isso, sabe? Tipo, a coisa voltou para ser muito mais apelativo do que era a carreira solo do Maiden, mais apelativo do que era o Maiden no passado, cara. Esse é o novo Iron Maiden que tá se apresentando para mim?
Pô, bombo duplo, trouxeram novidades aí.
Então aí foi, aí gostei da machine, aquilo na hora que eu vi pela primeira vez, aí fizeram pesado, porque assim, hoje a gente olha meio muito como clichê, mas não era clichê para metal tradicional isso, né, em 99, 2000, 2001. Isso era uma coisa que tava se trazendo do groove metal ali, e que o Bruce começa a usar um pouco disso, essa guitarra meio com timbre meio industrial, sabe, uma coisa como Bruce vai usar um pouco isso no Chemical Edge.
Depois o Nevermore, um pouco que ele tava começando a entrar no metal tradicional, e era muito raro, sabe? Metal tradicional não teve um péssimo anos 90 porque ninguém soube adaptar a forma de se tocar metal tradicional para o jeito que se ouvia música para galera pós-92, assim, pós— a partir do momento que o Pantera vai, começa a fazer sucesso, a partir do momento que o UOL explode. E aí de repente muda referencial de como que era, como tinha que ser metal nos anos 90.
E aí de repente o Andy sempre consegue fazer isso com o Blaze, cara. E com o Blaze, né, cara, de todas as pessoas que você tá imaginando. Eu lembro que Ghost in the Machine foi a primeira música que eu ouvi, eu lembro de ficar surpreso, cara, pesada, é bom, a música é tensa pra caramba, sabe? A música sobe, a música desce, então pra mim foi fácil, esse pra mim é um voto fácil no Blaze assim. Se eu não acho Ghost in the Machine das minhas músicas favoritas do disco, mas ela para mim tá muito acima de Wicker Man.
E aí, Rei, você, como que foi sua primeira impressão ouvindo Ghost in the Machine contra o Wicker Man?
Cara, levando em consideração que foi a primeira vez que eu escutei esse disco, foi uma puta surpresa, uma baita música, uma faixa muito boa. Não é uma faixa ruim, é uma faixa que me surpreende. Eu venho de uma leva que, cara, A comparação que eu tenho, tá, para fazer a minha referência que eu tenho, talvez para alguns não faça sentido, mas eu sou muito fã de Slipknot e eu peguei, eu vi e eu achei uma coisinha, sabe, um quê ali de coisas que eu escuto no Slipknot e que aí para mim não foi uma, não foi um susto, foi tipo, ah, já ouvi isso mais para frente.
Apesar de eu amar, se eu escutasse de forma isolada, cara, puta faixa, mas assim A The Wicker Man, cara, é... Quando eu botei pra rodar, foi automática a minha reação lá no grupo. Eu, cara, que disco foda, esse disco é bom, fazia muito tempo que eu não ouvia. Então o meu voto vai pra The Wicker Man, assim, porque foi uma coisa que eu fiquei, uau, essa música é muito boa. Agora, cara, o patrão, o nosso patrão aqui, o big boss do rock na mesa, eu quero muito saber a opinião dele.
Pois é, que resposta, né? Eu tenho, ficou para mim então a resposta de bagunçar o negócio, tocar para frente, né? Assim, pessoal, aqui onde eu cometi um deslize de misturar memória afetiva com eu, é difícil, porque assim, para mim ela sintetiza muito o retorno do Bruce, do Adrian Almeiden aquela expectativa, a empolgação com o disco, a força da música, pegada que ela tem, sabe? A energia desse som lá no Rock in Rio. Eu gostei do clipe, tem coisinhas no clipe ali que são um pouquinho bobinhas, mas tem cenas no clipe que quando eu vi a primeira vez eu fiquei enlouquecido, cara.
Aquele Ed quando ele aparece naquela cena na frente do carro rindo, eu falei, cara, o melhor Ed que eu já vi num clipe do Maiden assim, tipo, até o momento, sabe? É, considerando o momento. Eu lembro até hoje quando eu vi o Ed lá do Ganger the Gambler, que é para época, né, a tecnologia. Falei, pô, eu fiquei bem impressionado.
Aí você ouviu o refrão 70 vezes e cansou, né?
Mas assim, cara, don't you think I can save you? Don't you think I can save your life?
É, né? Aquele, imagina se o refrão de Ghost in the Machine fosse Ghost, ghosting the machine, ghosting the machine, ghosting the machine. Estraga a música, tipo, é mais ou menos isso para mim que soa, sabe?
Ghost in the Machine é um puta som, uma abertura matadora assim, é um rolo compressor, uma música excelente, forte.
Mas aqui eu vou de Wicker Man, 1 a 0 Maiden, 1 a 0 Maiden.
Vai somando aí, um pontinho aí para Wicker Man. Segundo embate. De um lado, Evolution do Blaze. E The Ghost of the Navigator. Do Iron Maiden.
André, aqui eu vou, vou aqui ver se é engraçado. Aqui eu vou para o Ghost of Navigator, antecipo. Eu gosto dessa música, eu gosto porque Eu acho legal quando tem aquela pontezinha antes do primeiro refrão e aí depois joga, que a banda vem com energia ali. Eu acho que funciona legal pra caramba. Só que eu não posso, como é que é, tipo assim, ó, não posso deixar de citar que tem um refrão poético. Até anotei como é que é. Where I go, I do not know.
I only know the place I've been. Isso é Capital Inicial praticamente, assim, se a gente traduzir.
Caralho, eu sou capitalino!
Girassol sem sol, né?
É, Natasha comendo borracha, um negócio assim. Então assim, eu falei, cara, mas ok, eu gosto pra caramba da música, gosto pra caramba. O que eu acho só engraçado é o seguinte, essa aqui é composta pelo Yannick, tá? Então como tem, como é que tem influencer, o Chico Vendedor Raiz, que fala conta ponto, mas essa foi composta pelo Yannick, então perde ponto. Mas igual eu fico com o Gustavo Navigator aqui.
Renata, contigo, o que que tu acha Duas músicas que fiquei bem curioso saber tua opinião.
Duas músicas bem interessantes, né? Eu já vou cravar aqui que Evolution para mim foi surpreendentemente muito boa, cara. A Ghost, ela tem uma coisa que aí é o que eu disse para vocês, talvez eu me irrite os fãs de Iron Maiden, é o momento que o Bruce começa a se esgarifar muito para cantar, sabe? Ele entra numa força Ele coloca uma força vocal melódica assim muito extensa, que eu que não sou muito fã já fico um pouco incomodada, sabe?
E caminha para um lado meio prog também, não, não me cativou tanto, né? E aí a Evolution eu achei mais marcante, o riff dela é muito massa, cara, e ela é mais pesada, eu acho ela mais visceral, é uma parada mais crua, que é um lado que eu curto mais. Então já, ponto. É engraçado, né, que a gente falou, a gente não precisa falar no início que não é uma coisa Bruce versus Blaze, mas na minha cabeça é, na minha cabeça é uma competição dos dois vocalistas aqui, sabe, brigando. Agora, cara, Bruno, vai, vai você, amigo, decide aí.
Ó, essa, essa, eu tava ouvindo esse, o disco do Blaze, eu comentei que eu não conhecia tanto, cara. E assim, eu acho que o O Blaze tava ouvindo Nevermore nessa época aí, cara, porque tem umas melodias de voz ali que ele dá umas puxadas meio War Within, cara, o tipo de riff até, né, algumas melodiazinhas. Óbvio, é muito mais simples do que o Nevermore costumou fazer, mas me puxou muito para esse, cara, né. E assim, para botar um defeito na faixa, né, eu queria que o solo fosse um solo do Jeff Loomis, cara.
Acho que ele devia ter convidado o Jeff Loomis para fazer uma uma participaçãozinha ali, só que vem uma daquelas chuvas de uauá estilo Keith Hammett que não agregam muito para faixa, né? E ela tem uns 30 segundos de ruidinho no final lá que são meio inúteis. Mas essa do Maiden, cara, ela é— eu gosto, né? Ela tem, ela tem aquela característica que não me atrai muito de guitarra imitar melodia da voz no refrão, umas coisinhas meio, meio sem graça assim.
Eu gosto das mudanças de andamento que ela tem, cara. O Bruce tava— acho que ao contrário da Rhea aqui, o Bruce me deu mais uma empolgação do que um exagero, né? Mas, cara, no fim, Evolution ganha aqui. Esse som Blaze Nevermore eu curti para caramba. Eu tô viajando muito, Thiago, cara.
Será que foi por isso? Desculpa, Thiago. É que será que foi por isso que eu gostei dessa faixa então? Que atualmente eu tô muito fã da Nevermore. Como vocês bem sabem, né? Não tinha pensado por esse lado. Inclusive, quando o Thiago citou ali Nevermore, já veio automaticamente Believe in Nothing na cabeça. Tive que tirar ela, digo, sai daqui, querida, deixa eu prestar atenção nas outras swatches.
Então é engraçado para mim, é óbvio que é o Andy Snipp produzindo, né? Então Andy Snipp que produz o Nevermore ali, né? De 2000 também, deve estar produzindo os dois na mesma época. Então Sabe, provavelmente ele tava lidando com essas mesmas ideias na mesma época, assim, tem uma coisa foi para outra, acho meio natural. Agora, engraçado, porque eu achei Evolution a música que eu menos gosto desse disco, isso posto dessa forma. Ela chora anos 90 para mim, eu ouço ela e ouvi agora, foi, putz, cara, ela é anos 90 demais, sabe, os kiddyzinhos, sabe, tipo Sabe, no final, aquela parte ruidosa do final termina com a bateria.
E assim, o Jeff Singer, Jeff Singer que é o baterista desse disco, que depois vai para o Paradise Lost, assim, para quem não sabe, ele já tinha sido cotado para entrar no Paradise Lost na época do Draconian Times, ele não entra e acaba entrando depois que ele sai do Blaze. E é um senhor baterista, as linhas de baterias desse disco são muito boas para um disco de metal tradicional. Que se propõe a ser um disco de metal tradicional.
Ele faz muito bem as transições, as viradas funcionam muito bem. E óbvio, isso eu acho que tem um grande mérito da Andy Snipp. A Gosta da Navigator para mim é a única música que eu efetivamente gosto desse disco, sabe? Aquelas que eu guardo músicas que desde que saiu eu achei legal. Só que tem dois momentos de VAR, né, nessa Gosta da Navigator ali, né? Primeiro que a melodia principal da música ali do refrão é roubada para cacete de Slave to the Dark da Ace of the E certeza que em algum momento o Guernica estava num bar na Alemanha durante a turnê e ouviu Slave to the Dark, porque o Ice Death tava muito grande naquela, muito grande assim dentro da cena metal, Ice Death tava muito grande nesses anos 98, 99, 2000.
Então essa melodia deve ter ficado na cabeça dele e ele acabou transpondo ali. E aí tem um outro momento válido da música que quando os cara vão para aquele padrãozaço de Iron Maiden cavalgado ali de Sea of Madness, Can I Play Madness? Mas isso, pô, você acha que o Bruce tem uma performance legal? Eu concordo com a Rê que o Bruce nesse disco vai ter vários momentos de overdrama, sabe? Tipo que ele exagera nos agudos dramáticos, que me incomoda.
Mas eu não sinto tanto nessa música. Então para mim assim, eu acabo gostando mais dessa música que da Evolution. Então vai o meu voto para o Maiden nessa daí. E volta para o William desempatar.
Eu vou continuar com o patrão aí, vou de Ghost of the Navigator nessa daqui. O que me faz escolher é aqueles, é justamente esses elementos maidenianos que ela tem, que eu curto. Tem essas variações aí, quando dá aquela acelerada, né, que é quando Steve Harris, aí tu já começa a imitar o Steve Harris metralhando com aquele baixo dele, né, tipo, é muito característico, né. Pô, não tem como não ficar com isso na cabeça. Cara. Daí o Rock in Rio de novo, puta, uma das melhores interpretações do Bruce naquele show ali, cara.
O cara tava voando, cara. No disco eu gosto da forma como ele canta aqui, não me incomoda nem um pouco. Eu acho que tá tudo ali, tá? O que me faz ir mais para ela em relação a Evolution é que a Evolution fica na retranca, né, cara? Ela fica assim Vou pôr nesse termo: ouvir o Silicô Messaia desmembrado é diferente de ouvir o Silicô Messaia em sua integridade completa. Aí a música, dentro do contexto do disco, ela ganha outra, outra proporção, vamos chamar assim, por falta de palavra melhor.
Então para mim, aqui frente a Gustav da The Navigator, eu vou ficar com a Gustav. The Navigator.
Esse eu concordo com você, que assim, quando você pensa esse início, eu gosto de Machine Evolution, se ele começar, e a Evolution encaixa bem ligando as duas, né, cara? Quando você ouve ela sozinha, ela fica meio sem sentido. Concordo.
É 2 a 0 Maiden. Curiosamente, André e Thiago inverteram o voto, eu e a Renata invertemos o voto, e o William segue sendo Maiden fanboy.
Capaz, normal, padrão, justo.
Não, não, pelo amor de Deus. Terceiro embate: Silicô Messaia versus Brave New World. Ó, duas faixas títulos se duelando, hein? Começa, André.
Eu vou enrolar um pouquinho só, tipo assim, ó, aqui para cima. Brave New World vai pagar o pecado. Tava falando com o Thiago hoje antes de gravar que a gente sempre critica, desculpa, mas eu sempre critico o Iron por ter virado o Gypsy Kings. Jobi, jobá, a galeria, que até que era o máximo. Jobi, jobi, jobi, jobá, e repete ao infinito. Isso na verdade vem do Fear of the Dark. Filho do padre, paparará, papá, filho do papai. E tipo, o Fear of the Dark vai estar toda, toda, vai repetir exaustão.
O pecado vem para cá. Então assim, para mim, e aí do outro lado tem Messiah, Messiah. Como é que é a gloriosa letra para a gente citar, para a gente fazer? Como é que é? Computing your future, so therefore I am. Ponto. Golaço, Blaise Bailey. Não tem nem que dizer, Bruno.
Olha aí, cara, eu Eu gostei dessa pegada da faixa aqui, cara. Essa me atrai. Ela tem esse estilo, não sei por que, o refrão exatamente me leva para uma mentalidade do meio dos anos 90, cara. O tipo de música que saía um pouquinho antes desse disco sair, que eu não consegui acertar exatamente o que que era, cara. Mas eu vi umas entrevistas do Blaze aí, eu fui dar uma uma pesquisada o que que tá acontecendo, ele falando que aprendeu muito com Steve Harris de composição, né?
Inclusive de ter a melodiazinha no começo, né, lentinha, e a música acelera, e aí depois a melodiazinha volta, né? Tem umas, uns Steve Harrisismos aí na faixa também. Mas, cara, ela me dá uma impressão de não ir para muito lugar. Esse refrão é legal para caramba, ele empolga, mas a música Ela meio que não tem uma jornadinha que faz mais sentido para mim como a Brave New World, cara. Aqui eu vou de Maiden porque eu curto mais o caminho da Brave New World, cara.
Apesar dela também ser meio repetitiva, né, o refrão Maiden moderno. E achei engraçado que os dois falam messiah durante a letra de uma maneira esquisita, né, cara. O Blaze mete um messiah E o Bruce faz os encaixes de métrica dele esquisito também no meio da Brave New World. Mas eu, hoje é Maiden nessa briga aí, eu fico com Iron Maiden. Fala aí, Rê, você vai me seguir ou vai trair agora?
Meu querido amigo, tu sabe que eu te adoro, mas agora eu vou muito com o Blaze, cara. É assim, ó, é o que eu sempre digo nos nossos episódios. A faixa título, ela tem que ter presença, é a faixa que carrega o disco, né? E a Brave New World, para mim, ela parece uma faixa— não, eu não menosprezo ela, tá? Eu acho ela interessante, mas ela fica muito corriqueira perto da Silicon Messiah. A Silicon Messiah, ela carrega um peso dentro dela, cara.
A Brave, ela é muito emocional, Mas assim, ó, a Silly começar, eu até, eu fui escrevendo tudo a papel aqui, gente minha. Tô tentando entender minha letra, ó, no papelzinho mesmo, cara. Ela tem um conceito, ela é conceitualmente ousada. Para mim é uma faixa ousada, uma faixa que me impressiona, que carrega muito mais peso. E a forma como o Blaze canta assim, ó, ele mostra para que que ele veio. Ele tem uma identidade vocal que quando ele canta as músicas dele é muito boa.
É muito bem cantado. Então dessa vez aí eu tô com o tio Blaze. O nosso fanboy de plantão, eu tô curiosa, ele vai finalmente defender o Blaze ou se continua com Iron Maiden? Vai, William!
Vamos ver.
Então vamos lá, posso surpreender aqui. Eu vou de Silly Comessaia porque eu acho que ela tem mais intensidade, tem muito mais força, tem muito mais pegada que a Brave New World. Sendo bem honesto, não é uma das minhas preferidas do álbum, vamos dizer assim. Coloca aí, faz uma lista rápida aí com as poucas faixas títulos do Iron de disco, as mais fracas, as menos expressivas, não sei. Brave New World, ela tem uma coisa que é aquela repetição de refrão que me cansa um pouquinho, tá?
Eu acho que se ele começar nesse campo, ela acaba tendo um protagonismo melhor. Então por isso eu fico com ela. Se ele começar, é o meu voto.
Eu faço virar goleada essa aí, 4 a 1 para o Blaze. Assim, diferentemente do Bruno, eu acho bem legal a transição de riffs dessa música. Acho que começa no, começa introduçãozinha ali meio Maiden, mas o jeito como os riffs vão se, vão variando e a música vai ganhando tensão para desembocar no refrão, acho Muito legal essa música assim, sabe? Tipo, acho isso bem legal. Tô com o William também, que não é das minhas músicas favoritas do disco, mas o refrão é um dos refrãos mais legais que tem no disco todo.
A Brave New World, diferentemente da Hey, eu menosprezo, cara. Eu acho música insuportável, sabe? Tipo, repetitiva no nível que me irrita, que eu tenho vontade de bater a cabeça. Não sei se vocês lembram, quem é velho o suficiente para lembrar daquela propaganda da Folha de São Paulo que tinha o baratinho lá.
Não entendi, mais uma vez, como é que é?
Daí eu sempre canto quando eu tô nos shows, no meio, no show do Rock in Rio inclusive, que tá tocando, eu ficava: 224-4000, 224-4000, que era o telefone que você tinha que ligar para assinar a Folha, cara.
Mano, era insuportável.
Eu acho ela chata para diabo assim, sabe? Breguinhos dedilhadinho dela, sabe? Cara, e o Bruce nesse modo Overdrum. Aí tem aquela partezinha, papo, papo, papo, que aqui o conceito de transição do Prog Maiden do Steve Harris, que já tinha na Ghost of the Navigator, que repete também assim. Então para mim, assim, eu boto no Blaze fácil, sabe? Então isso que se ele começar, e não é das minhas músicas favoritas, mas o voto vai para ele.
Goleada! Blaze fez o primeiro ponto, 2 a 1 Iron.
Vamos que vamos, vamos lá para o quarto embate então. Born as a Stranger. Versus Blood Brothers. Olha, eu vou começar. Eu acho que é uma disputa bem difícil, bem difícil mesmo, cara. Boris the Stranger tem um refrão tão marcante quanto Blood Brothers. Blood Brothers é uma música importante para o Brave New World, é uma música que tem um apelo forte com o público quando tocada ao vivo, né? Mas hoje eu vou de Born as a Stranger, que conversa melhor comigo, tô mais na frequência dela. Passo para o Thiago dessa vez.
Born as a Stranger, aqui o Blaze sai um pouco dessa temática futurista das letras, que são letras legais, sabe? Eu achava que as letras iam soar meio datadas, mas acho que ele trouxe reflexões de tecnologia nessas 3 músicas que ainda se sustentam se você olhar a letra hoje em dia. A partir daqui, da Born as a Stranger, para o Blazer, a jornada das letras vão ser coisa muito mais pessoal, e eu acho que isso pega na hora de ouvir, tem um fator emocional mais legal ali.
A Blood Brothers, por outro lado, também do Steve Harris, tem essa coisa que parece que foi uma letra que ele escreveu para o pai, mas Tem essa coisa de você passar por eventos traumáticos e manter os laços que se mantêm após você ter efeitos traumáticos. Tem essa exceção meio de a letra disso. Enquanto o Blaze tá falando do Born as a Stranger, de você ser uma pessoa que tem dificuldade de se encaixar no mundo, de onde você se coloca ali.
Então são duas letras que eu respeito, apesar de que eu acho que a Blood Brothers ficou meio menorística no conceito Iron Maiden, sabe? Tipo, aquela coisa tipo todo mundo se abraçando, né, são irmãos de sangue no show da Arameli, que não é exatamente o tom da letra do que o Steve Harris quis dar assim. Mas ficou isso, paciência. Agora, enquanto música, ele não tem comparação. Blood Brothers seria uma música insuportável com Blaze, cara, é repetitiva que é uma desgraça, valsinha, 2 para cá, 2 para lá, cara, não dá, sabe?
Totalmente Babaca a música. Enquanto a Born as a Stranger, eu acho que consegue achar, navegar no meio termo entre uma coisa meio Halloween e meio Man on the Edge do Iron Maiden com Blaze. E ela é empolgante para caramba. Então para mim é voto fácil ali na Born as a Stranger. E aí, Bruno, e você?
Sorriso amarelo meu e do Bruno já ficou só ouvindo essas coisas.
Não, essa aqui, essa aqui é fácil, velho. Essa aqui é mole, cara. A Blood Brothers é uma faixa que eu concordo com o Thiago, cara. Eu falei da valsinha com o refrão que se repete eternamente, né? É uma faixa que acho que tem esse lance que exatamente que ele falou. Eu não cheguei a ver ao vivo que eu me lembre, cara, mas esse negócio do pessoal cantar e Sou seu irmão, não sei o quê. Eu, cara, nunca me, nunca colou comigo, né? E a Morness Stranger, nunca ouviu Mennoir não, cara?
Nunca.
Não, é muito mais o bêbado falou, oi, tio, é isso, é isso. E essa do Blaze, cara, de novo, o Thiago acertou. Eu falei aqui que ele deu uma inspirada talvez no passado dele de Man on the Edge. A cadência do verso é bem parecida, né, cara? Pegar do Freeway, Gendary, Spectra, Pro Miles é muito, muito verso dessa faixa aqui, cara, né? Mas essa reciclagem não me incomodou não, cara. E acho que o refrão com as vozes harmonizadas ficou legal para caramba, o trechinho gruvadinho, né?
As guitarrinhas harmonizadas aqui também estilo Maiden, cara. Mas ficou muito melhor do que o original nesse caso, cara. Para mim esse é fácil, já, já o Blaze já levou. É, como eu entendi que o William aparentemente ia votar no Maiden, cara? Não entendi muito bem, mas é, fala aí, Rê, vou passar para você logo.
Eita, amigo, eita, cara! Blood Brothers assim não, é uma plaquinha de não toque, sabe aquelas plaquinhas de bar?
Não toca!
Psycho Killer, Serviço do Céu. E aí está ela embaixo. Música chata. Nossa, agora eu tô com a minha alma lavada porque o Thiago, que é fã de Maiden, falou isso. Então eu acho que eu, como não fã de Maiden, eu posso dizer que música enjoativa, sabe? É uma música muito assim que, ah, ela tenta parecer espirituosa. É uma coisa que fala sobre pertencimento, né? Enquanto a Born As a Stranger é totalmente o oposto. Então tô com o tio Blaze de novo nessa, porque ela pra mim ela carrega mais peso e mais cruzona.
Cara, que episódio maravilhoso esse! Nossa, tô adorando, tô me divertindo horrores com ele. Agora o nosso convidado deve estar assim, ó, maravilhado conosco, né, André? Fala aí tua opinião.
Vocês mataram aqui assim, como é que é? Eu ia brincar que assim, Blood Brothers, aquela música autoindulgente Tiago vai lembrar que a gente sempre fala que a banda instrumental em algum momento da carreira ela vai ter que fazer uma música autoindulgente para dizer que seus fãs são os melhores. Sobre, ainda mais depois que o Ironwood, é que nem o KISS, entende?
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Vai fazer para tocar, seus fãs são os melhores. E tem uma coisa engraçada aqui, a gente pode chamar o VAR pela primeira vez, porque Blood Brothers tem dedo do, teoricamente tem dedo do Blaze na jogada. Então, tanto é que eu achava que ela era do Blaze. Quando ela toca, e ela vai ter, ela vai, talvez a única finalidade de Blood Brothers é o fim do Burning Ambition. E aí eu lembro que quando eu tava tocando a Blood Brothers no fim do Burning Ambition, eu fiquei pensando assim, putz, essa música do Bruce, essa música não era do Blaze?
Na minha cabeça ela era do Blaze, sabe? Tipo, soa como se fosse do Blaze. Então assim, ela tem muito mais uma função que ela cresceu do que como música. Agora, como música, mas não, Stars of the Sun, não tem nem o que dizer, entende? Forte abraço, sabe? Tipo, transição não, caramba, não tem nem o que dizer, não tem, entendeu? Tipo assim, não tem, entendeu? Tipo, não tem. Só que é isso, é muito engraçado assim, tipo. E aí, lembrando, no YouTube tem algumas versões, William, que é um farejador, um vasculhador de versões do YouTube, tem umas versões no YouTube do Brave New World com o Bruce colocado alguns tons abaixo.
Não é trocada a voz do Bruce por uma IA que imita o Blaze, mas é baixado alguns tons do Bruce. Eu disse assim, daí tu vê que claramente assim pode chamar o VAR porque a gol do Blaze para qualquer um dos lados, entendeu? Tipo, as duas músicas tem ele na parada.
Então, mas essa claramente foi composta para o Steve Harris pensando no Blaze, né, cara? Vai ter outras no próximo ao longo, a partir de agora no disco.
Ouvintes e quem é que tá assistindo aí no no meu lado no YouTube. Lembrem-se, fãs de Iron Maiden, Thiago Zuma e Renata Costa, tá? Lembre-se desses dois. Não, quando vocês direcionarem suas expressões sobre esse bloco aqui, joga tudo para eles. Eu não sei de nada. Eu sei porque que a Renata gostou dessa música da Boris Vian, porque, porque tem uma leve citação a Beatles nela.
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Uma carta aí, poxa, que seja, né?
Tudo.
Vamos lá para a próxima então.
Cara, 2 a 2, tem que atualizar o placar.
Tá levando no saldo, tá indo no saldo, ele tá ganhando devagarinho, ele tá indo. É, ele tem dedo nas duas.
É, mas assim, ó, então vamos fazer o seguinte, para ser justo, por ele ter dedo nas duas, a gente dá o voto para a música dele, Boris the Stranger, que é o trabalho que ele valorizava na época que ele tava fazendo, certo?
Tá bom assim?
Que coisa! Agora eu que arrumei briga. Puxei tudo pro Thiago, pro Renato, no fim puxei tudo pra mim de volta.
Se entrega aí.
Vamos lá então, agora sim, quinto embate. De um lado, The Hunger. E do outro lado, The Mercenary.
André, agora os dois discos vão dar uma—
se mutou áudio.
Agora foi, eu fui dar o copo.
Desculpa, fui eu que fui clicar aqui para ativar o meu, cliquei no teu sem querer.
Olha só, começa a bagunçura, gente.
Vários bloopers que vão ser exclusivos do seu lado.
Do meu eu vou tirar, tá, André? O teu tu coloca, fica como bônus.
Olha, também é outro momento que chama o VAR, porque tem dedo do Blaze nas duas, entende? Só que eu acho engraçado que Mercenário, por exemplo, se você escuta Mercenário de olho fechado, você vai pensar que é o Blaze cantando em vários momentos. Então, tipo assim, para mim também aqui é gol do Blaze, por como é que é, por overdose, entende? Tipo, mesmo que Mercenário seja melhor, mas tipo assim, ele faz gol nas duas, entende? Então para mim aqui é Blaze.
Bruno, vai para onde, cara?
Essa aí eu acho que o disco dá uma barrigada mesmo, cara. Ele vai, vai dar uma cansadinha aqui, mas eu preferi esse Blaze modernoso, pegadão, cara, do que Nowhere to Run, Nowhere to Hide, We Got to Kill to Stay Alive, né, cara? Esse, isso eu acho que o Steve Harris já foi melhor do que isso aí, né? O solo, acho que é do Yannick aqui também, meio genericasso, cara. Eu, eu, entre as barrigas, eu fico com a barriga do Blaze.
Eu já vou entrar respondendo só para te deixar decepcionado. Solo do Dave Murray e do Adrian Smith, não é do Yannick, né?
Nossa Senhora, cara, você vê como que a companhia tava ruim assim. Até eles ficaram com preguiça aí, né?
Exato, né? A letra é uma preguiça desgraçada dessa música. E é uma música que claramente foi composta pro Blaze, né, cara? Aquela parte do meio da música ali, o nowhere to run, nowhere to ride, pô, sabe? Show where no peace, show where no peace, pô, aquilo é Blaze pula, né? O Bruce tá copiando o Blaze na hora de cantar essa música, que é um problema. Agora, The Hunger pra mim é o momento sabazaço do disco, né, cara? Riffzão tenso pra cacete, tô nem aí, o Tonhão aplaudiria esse riff, apesar de não ser um riff sensacional.
Esse riff noventista copiando o Sabá, mas tem aquela intro que é umas intros que o Tony Aommi gostava de fazer na fase Tony Martin. Então, sabe, bateria comendo, sabe? Acho que músicaça, fica a partir dela legal para caramba também. Para mim é um voto tranquilíssimo na The Hunger. E aí, Rei, você vai para que lado desse?
Mas The Hunger, cara, que puta faixa assim, ó! Botei um likezão nela lá, quero ouvir ela mais vezes agora Calma, ela tem um lado muito sombrio, uma coisa obscura. E aí uma coisa, amigo, que eu não tinha reparado, muito Black Sabbath. Incrível essas referências que vocês estão trazendo aí, porque é uma coisa que eu tocar, é verdade. E aí, diferente do Bruce, o Blaze, ele não tá tentando ser uma versão 2.0, sabe, do Bruce. Ele tem uma personalidade vocal assim, ele cria um personagem para voz dele que ele emula muito.
Ele consegue transpassar isso na música dentro de um disco de estúdio, né? Parece assim que ele tá com um povo cantando junto com ele. É muito intensa, é muito boa. É uma faixa assim que me surpreendeu bastante. De todas as que eu ouvi do disco dele, foi a que eu mais gostei, com certeza. Fala, fanboy, abre seu coração para nós.
Então aqui vai ser um pouco mais fácil a escolha. The Mercenary para mim é, é o template do que é uma música bem made inizada. Ao vivo fica melhor que em estúdio, mas The Hunger é a minha escolha, e eu justifico a minha escolha pelo fato de que ela é muito mais emotiva. Eu acho que a forma como Blaze canta fica é muito grandiosa, ele é, ele é um pouco mais fora da curva do que eu Bruce faz como um mercenário na faixa dele ali, ele canta meio que tipo, tá nem aí, vou cantar essa faixa mesmo, nem fui eu que escrevi, não é da minha face nem nada.
Mas a The Hunger cai como uma luva para voz do Blaze, cara. E para mim aqui ele se justifica, tá? É músicas como The Hunger que ele se justifica e prova que ele é um puta vocalista. Então por isso que eu fico com essa música. Quem faltou, cara?
Ninguém. Foi mais um atropelo. Chegamos ao fim do lado A dos dois discos, se é que saíram em vinil. O Brave New World com certeza, e o Blaze virou, né, cara? 3 a 2 Blaze.
Tendo banheiro, salta, né? As histórias do Blaze são de goleada assim, né?
Cara, eu tô me sentindo uma bela Desculpa, eu, eu ia dizer que eu estou me descobrindo uma bela fã de Blaze.
Quem diria, Renata Blazete!
Blazete!
O episódio acaba de ser justificado neste momento. Temos uma alma convertida.
Olha aí! E para você ver, ó, me chama de fanboy, mas eu dei 3 votos na sequência aqui para o Blaze, hein? Veja bem, não dei votos para Blood Brothers e nem para Brave World, que não é pouca coisa, hein?
Tô contabilizando aqui todos os votos, a gente vai ver quem votou mais em cada um dos dois. Vamos ver, vamos ver.
Também tem essa, cara faz aquela média, mas depois no final se revela, o cara calcula certinho o que que vai dar de voto. Sexto embate, The Brave E do outro lado, Dream of Mirrors. Renata, começa contigo dessa vez.
Que legal, cara! A Dream of Mirrors foi a que me cativou mais dessa vez. Eu achei ela mais completa, sabe? Ela tem uma construção mais grandiosa e foi a que me cativou mais. A do Brave eu achei muito compacta, sabe, muito amassadinha assim, muito supetão. Uma boa faixa, mas aí vão ser sucinta nessa. Vai, William, segue daí. Tu, quero, eu gosto da opinião quando você trata de Maiden versus qualquer outra coisa.
Olha aí. Que coisa boa! Aqui eu já volto para os braços quentinhos do Brave New World. De um lado, The Brave, que é uma boa música, mas em relação à concorrente ela acaba sendo até simples e eficiente. Mas, mas a Dream of Mirrors é um monumento de música, cara. É uma interpretação que o Bruce dá para ela, é fantástica. Ao vivo ela ficou fantástica, é linda. Sabe, é uma música assim que eu fico toda vez que eu ouço, eu ouço e fico assim admirando a música.
Nunca enjoei dela. Para mim, um dos picos do Brave New World, por isso que eu fico com ela. Mas assim, gente, sempre lembrando que The Brave tem o seu valor, as músicas do Blaze tem seu valor, só que frente algumas ali do Brave aí fica difícil, né, segurar.
André, eu fui colar aqui para responder como é que é. All my hopes and expectations looking for a next club. É assim, ó, é complicado aqui. Eu gosto, mas aí eu vou, Renata, eu vou inverter o teu voto, tá? Eu gosto de Dream of Mirrors, acho legal a guitarrinha meio onírica e tal, putz, legal. Mas ouvindo hoje ela me chega naquele momento que nem eu falei para vocês lá atrás, no começo do episódio. Ela chega para mim no sem tempo, irmão, que daí eu olho e falo, e aí eu prefiro Blaze sendo mais direto, sabe?
Tipo, eu gosto de umas coisas, não tô, mas aqui para mim The Brave, sabe? Tipo, acho que ela entrega melhor e mais rápido. Mas o William falou um negócio que eu dou razão, tipo, na, essa tava no Rock in Rio, né? E eu lembro, tipo assim, putz, foi legal para caramba e tal, tava assim. Só que o problema é que naquele Rock in Rio também, vamos lembrar que antes tocou um certo Senhor Halford O resto é história. Então assim, Blaze aqui, sem, sem, sem parar. Thiago?
A Dream of Mirrors, para mim, ela tem música de 9 minutos e 20, ela tem todos os defeitos do Virtual Eleven para mim, sabe? Tipo, repetitiva para caramba, volta ali. E que acho que ela tem que é melhor do que no Virtual Eleven, Bruce Dickinson. Interpretação do Bruce tá muito bom, ainda que eu odeie com todas as minhas forças aquele inicio dele gritando lá. Sério, tipo, acho um saco aquilo. Mas isso passado, a música vira uma música do Virtual Eleven cantada pelo Bruce.
Eu acho aquela parte do meio daquela, nossa, é uma parte legal para caramba da música. Única parte que eu acho legal mesmo assim dela. Agora, The Brave, eu acho pancada rápida, direta, perfeita, sabe? Pancadaria abrindo o lado B, né, do disco do Blaze, se é que fosse isso, mas Não foi pensado como vinil. Ela dá aquela, depois de você ter uma música de 7 minutos que se arrasta, ela já entra a bateria com o Jeff Singer fazendo aquela virada e entra o leadzão, hipzão pesado.
Adoro isso, sabe? Tipo aquelas coisas de música direta pancada que o Maiden parece que não tem mais, não tinha mais fôlego para entregar, e o Blaze entrega com um musicaço assim. E assim, ó, é legal das letras do Blaze nessa hora ali Que tanto a letra de The Hunger para mim é o Blaze falando do tipo os desafios que foi dele topar entrar no Maiden assim, e a The Brave meio que continua aí, sabe, de você aceitar, tipo na The Hunger do tipo sair do Wolfsbane e ir para o Maiden, sabe, tipo você essa fome de você querer subir, e a The Brave é do tipo, meu, se joga, tá ligado, vai para cima que você tem que ir.
Então começa a ficar uma coisa meio autobiográfica do do Blaze, dá para entender a interpretação, paixão que ele entrega nessas músicas. Então para mim eu não voto para The Brave, vai para o Bruninho decidir. Isso aí, vai, Brunão!
E agora, e agora, e agora, cara? Ó, eu vou começar falando pela faixa do Maiden. Eu tinha anotado ao contrário aqui, mas acho que para dar um suspense. Eu também acho essa intro meio estranha, cara, meio abrupta, com o Bruce cantando estranho. Né? Mas eu gosto da direção que ela vai depois, mesmo que ela é assim, ela tem umas repetições. Eu acho eles cantarem o refrão na parte que você gosta, Thiago, que acelera, que é a cavalgada, cantar o refrão rápido, negócio tão juvenil, cara, é tão bobo.
Que esquisito ainda, porque parece que eles não regravaram o vocal, só colocaram o Bruce na fita mais rápida na parte que volta.
Isso ali ficou muito legal, acho que estranho assim, fica Ficou muito esquisito, cara. E a do Blaze é uma faixa legal, cara. Eu gosto principalmente daquele do riff que tá no pré-refrão, que tem uma descidinha. Acho que ficou legal para caramba aquilo. Os groove de bateria são legais para caramba, mas aqui a bateria me tirou um pouco por causa do som dela, cara. Não sei o que que houve aqui. Né, não sei o que que o Andy Snipp fez que o som ficou feio, né?
Tem umas viradas de caixa que o som tá feiaço, cara, né? Mas mesmo com isso tudo, esse mini épico do Maiden, cara, tem umas partes legais para caramba, né? O violãozinho que tá ali mais escondidinho, né, que acaba para mim diminuindo um pouco a síndrome de repetição de refrão. Então eu vou votar no Dream of Mirrors aqui. Maiden no sufoco empatou, golzinho de pênalti ali, 3 a 3. Tô curioso com o que vai acontecer pela frente.
Vamos lá, vamos avançar então. Sétimo embate aqui então. De um lado, Identity. Versus The Fallen Angel.
E aí, Thiago?
Talvez uma das poucas músicas rápidas da Iron Maiden que eu acho legais desde a volta da Iron Maiden. Assim, música do Adrian Smith com Steve Harris, né? Então tem isso. Curiosamente, a primeira música que tem os 3 guitarristas fazendo solo numa música só, sabe? Então solo do Adrian, solo do Dave Murray, solo do Janick Gers. E ela tem essa pegada, começa meio com aquela levada meio Genghis Khan, meio Transilvânia assim da Iron Maiden, que é uma coisa legal.
E o Bruce canta no cavalgado, tem as subidas de ponte. Então assim, tipo, é uma música Maiden by the numbers Legal, eu acho ela mais legal que o Iker Man, por exemplo. Poderia ser mais tocada ao vivo, ela foi muito pouco tocada ao vivo pelo que eu vi. Agora a Identity eu acho músicaça, assim, aí é o ponto que meu voto vai para ela. Tipo, a Identity começa sinistra, vai ficando mais pesada e vai ter o riff, a sucessão de riffs, eu acho legal porque é uma das coisas que eu mais gosto que a Andy Snipp trabalhou, a forma como os riffs vão mudando e vão mudando e vão mudando a cadência da música, cara.
E aí quando chega na frase, legal para cacete assim, sabe? Depois ela vai saber, vai ter uma hora que pausa para entrar, vai retomar a parte sinistra. Então acho legal para caramba. E aí uma letra que acho que o Blaze está falando sobre as crises de ser vocalista do Mayday, sabe? Tipo, como é você ser criticado o tempo todo, o que que tá acontecendo, o que que ia passando pela cabeça dele, como que ele tava vivendo isso daí. Uma outra, outro voto para o senhor Blaze Bailey.
E aí, Rei, você tá contigo nessa? A Identity assim me pegou também de surpresa, uma baita faixa, muito direto. Achei interessante esse ponto, né, dele. Interessante não, é meio que autoexplicativo, uma letra falada em busca de identidade e o título ser sobre isso, né? Então, mas ele fala de uma maneira tão tão assim mais tocante. Não é uma coisa que fica flutuando, ela é direta, ela é certeira assim. Eu compro a ideia dele, diferente da The Fallen Angel.
Assim, ela é interessante, mas assim, para mim ela é um pouco exagerada na melodia, sabe? Aí entra naquele ponto que já me cansa um pouquinho. Então por isso que eu vou curtir o Blaze nessa. E tu, Bruninho?
Eu, essa aqui eu fiquei bem indeciso, cara, porque eu achei a Identity bem legal, né? É uma música, vou chamar aqui de música mais madura, cara, né? Ela é pesadona. O Thiago falou do arranjo, né? Não só a transição de riff, cara, mas a batera aqui eu acho que tá Tá cravadaça com os riffs, né? Tá, é legal para caramba o refrão, eu curti. Mas aqui esse Iron Maiden classicaço reciclado, cara, o Iron Maiden lá de trás, ele acaba me pegando, né?
Ainda tem um lickzinho diminuto ali que, pô, nunca ouvi no Iron Maiden fora aqui, que eu curto para caramba, né? Aqui me pega pelo coração, vou de Maiden. Aí eu queria que o O, eu vou chutar que o William vai votar no Maiden para deixar para o André decidir. Espero não estar errado para ter um mistério.
Olha, eu diria que o André citou lá atrás que em dado momento os dois discos passavam por um momento de baixa, né? Aqui para mim é onde ele é o meu momento de baixa dos dois discos. Eu acho que não estou entre grandes músicas, mas apenas boas músicas. Porém eu vou de Identity porque eu acho ela mais interessante, se desenvolve melhor. Fala, a gente já tem uns elementos no instrumental que eu gosto até, mas o refrão me cansou bastante, sendo bem honesto com vocês.
Na época de lançamento ouvi muito, mas já faz um tempo que eu não consigo ouvir sem ficar cansado do refrão, entendeu? É, o refrão é cansativo demais. Acho que o instrumental é legal, tem dentro da proporção Iron Maiden, tem um peso interessante. Acho que se desenvolve bem, mas acho que a Identity é uma música que tem um pouquinho mais de elementos que eu gosto, que eu prefiro. Gostou?
Não, pô, queria que tivesse drama, cara.
Vamos ver se vai virar goleada, né? Se a vitória vai virar goleada, né, André?
Aqui aquela coisa, olha, uma música curta do Iron Maiden nesse disco. Vamos cuidar dela, que legal! Esse é meu voto de protesto porque é a única música curta do disco, então vou votar em Iron Maiden nessa aqui. Eu sei que Blaze é uma música curta, meu voto de protesto aqui, tá? Tipo, eu preciso registrar isso.
Bom, mesmo assim deu Blaze, né, cara? Blaze 4 a 3.
Então, oitavo embate agora, estamos nos aproximando do fim. De um lado, Reach for the Horizon. E do outro, The Nomads. André, de que lado que tu fica, cara?
Olha, as duas também tem o Blaze na jogada, né? Tem, tem, reza a lenda que teria dedo do Blaze também nas duas. Confesso que é disputa dura, porque assim, deixa eu pegar até minha cola aqui, porque eu acho que a própria Reach for the Horizon podia editar um pouquinho, dava para dar uma editada. No Mad, na época eu gostava, hoje eu olho e falo, cara, não. Então assim, aqui vai um voto pela Blaze assim, ó. Sem dó nem piedade, assim, ó, Pro Blaze.
Bruno, cara, ó, eu, esse, o primeiro, não, merda, é o que me ofende mais, cara. O segundo não tanto assim, mas eu gosto para caramba da parte para frente, cara. Tem uns 3 minutos que tem o lance de meio cordinha, mas é um, a parte da música, tipo isso. Tipo isso, a parte salvo da cross da música é uma boa descrição, Thiago. Mas cara, o Blaze ali eu gostei demais, ele pegou demais aquele que ele dá a subidinha para chegar na nota, cara, que dá esse, essa tensão no refrão, que podia ser melhor, cara, mas é um refrão legal também, né?
O solinho eu acho meio genericasso, cara, com o talk box ali, meio, meio nada a ver. Mas o do Blaze me leva nessa aqui, cara. Meu voto vai para o Blaze. E aí, não sei, o Thiago tá total time Blaze. Vamos ver se já sacramenta logo que essa faixa do Blaze aqui é essa disputa.
Sacramenta sim, você falou, acho legal. Outra parte, outra música sinistra do Blaze nessa hora. Eu gosto meio do Jeff Singer na bateria dando aquelas levadas nos tons junto com os versos na hora que tá complementando assim, fica legal. Normalmente não é uma música que eu acho tudo mal não, assim, não é uma vitória para mim. Eu gosto muito da Reach for the Horizon assim, do jeito que ela vai se construindo para crescer, ainda que na hora que o refrão ela dá aquela travada assim.
Eu acho que é legal porque te surpreende, né? Você acha que ela vai vir para uma coisa, de repente acho que é legal assim. A Nomad, que eu falo, me irrita para caramba. Aquele primeiro Nomad parece um bezerro desmamado do Bruce, é insuportável assim. Depois, na outra, quando ele faz com o tom em overdrama, é mais legal. Não, mas assim, e essa parte que eu vou falar, eu gosto dessa parte que dessa parada ali, os 4 minutos e 40, que ela vai dar uma parada na música e vai ficar totalmente climinha atmosférica.
Eu acho legal isso da Nomad e como ela vai se reconstruindo, apesar de achar que tem teclado demais também nessa fase. Mas assim, não é das minhas músicas que eu menos gosto do disco The Nomad, mas meu voto continua indo para o Blaze. Então vou sacramentar mais um ponto do Blaze e agora passar para a Rê. Vai lá, Rê, o que que você acha dessas duas aí?
Blazezão no talo, bicho! The Nomad é enorme, ela poderia ter sido muito mais curta. Ela, cara, aquele excesso de Nomad. Vocês não devem conhecer, certamente, uma certa figura aí do mundo da internet, do mundo pop, chamado Maia Massafera. Eu vou mostrar vocês depois, eu vou mandar para vocês. André conhece? Pois é, cara, para mim parece que o Blaze tá muito falando que nem ela, porque agora ela trocou a voz assim. Então ela fala assim, sabe?
Joyce, pega minha bolsa, Joyce! E ela tem um ditado que ela fala assim, um dito que ela fala assim. Então para mim é muito fácil botar no Blaze nessa. Vai, William, vai daí!
Tem boa performance do Blaze, a Reach for the Horizon, mas eu acho uma música bem mediana, viu? Acho tanto que vocês vão meter o cacete da Nomad, eu posso usar mediana para do outro lado, tá tudo certo. Eu vou de The Nomad porque apesar de não ser um dos pontos altos do Brave New World, para mim ela se sobressai nessa ela em particular. Eu acho que é uma música melhor. Bruce tá fodação nela e tem uma atmosfera viajante para caramba também. Eu curto, eu curto esse Maiden viajandão assim. Quem que falta?
Ninguém. 5 a 3 Blaze, cara. Se o Iron não pontuar na próxima faixa, já teremos um vencedor. Então os dois próximos tem que ser Maiden, senão acabou, hein?
A gente falando, reclamando das intros, né? Mal sabia a gente que lá na frente, muitos anos depois, ia ter uma Death of the Antagonista esperando a gente, com 4 minutos de intro debaixo. Puta que pariu! Vamos lá então para o próximo embate, nona faixa, The Launch. E do outro lado, Out of the Silent Planet.
Esse aí, vamos ver, Renato, o que que tu O que tu acha? Curioso, cara. Out of the Silent Planet, eu achei ela mais redondinha, tá? Eu achei ela com riff mais elaborado. Eu acho que ela consegue explorar muito bem os guitarristas ali, sabe? Então eu achei mais interessante. E aí eu vou ressaltar o puta trabalho do Nico de bateria, porque ele vai conduzir muito bem, ele sabe a deixa dele ali. E foi uma parte que me cativou, que me conquistou bastante.
Aí dessa vez eu vou para o time do Ironzão aí. Aí vai, William, vai, vai tu. Eu sempre gosto de ouvir tua opinião depois da minha. Tá do contra?
Não, até que tá bem alinhado aqui. The Launch é uma cacetada nos cornos, mas Aura of the Silent Planet é a música muito melhor, cara. Eu alucinei nesse som aqui nessa época aqui. Porra, cara, eu fiquei tão frustrado quando não tocaram essa faixa aqui no Rock in Rio. Tocaram em algum que outro show aí, pelo que eu vi, mas— e até saiu um videoclipe dela cheio de imagens da turnê, umas imagens bem legais assim, sabe? Um pouquinho da banda ali de bastidores interagindo com os fãs e tal.
Para mim não tem nem margem de comparação. Do lado, uma música foda executada com gana e vontade, dou crédito Blaze, mas do outro eu acho que é uma que me pega muito pela memória e por tudo que ela soa.
André, duas coisas antes de votar em Out of This Silent Planet. Out of This Silent Planet tem um single, né, que parece que tem esse clipe dentro de um single com a capinha bonita e tal. E isso que o William falou, eu nunca me esqueço quando, ah, meio dos anos 90, quando a gente tava fazendo birra pelo lançamento do Black Album. Aí eu nunca vou esquecer meu irmão assim, olha, a gente reclamando do Black Album se venderam, ah, não sei o quê, não sei o quê.
Aí o meu irmão pega e fala assim, um dia você vai sentir saudade do Black Album de ter feito. Profético, profético total. E eu volto em Out of This Silent Planet porque eu acho que a banda tá mais solta aqui. Foi o momento tipo assim que a banda já aparentemente já entreguei, precisava entregar, ou que era o projeto. Então aqui eu gosto da música, tipo assim, Mesmo que aí aqui ressalva seja feita, o jobi-joba, out of the silent planet, trains after the sunrise.
Se não tivesse tanto jobi-joba ao longo do disco, essa seria uma música melhor. Ela paga o pênalti de ter sofrido lá atrás.
Bruno, e é duplo jobi-joba, cara.
Vai, vai, vai, vai, vai, Renata.
Não, não, eu queria fazer uma pergunta para vocês todos assim, vocês complementam aí. Mas é que hoje vocês não acham excesso de ô ô ô por parte do Iron Maiden? Que eles cantam muito ô ô ô.
Não, não, não, não. Eu sempre acho que o ô, cara, se não surge naturalmente pelo público, cara, você fazer ô em melodia é apelação.
Você adora Heaven Can't Wait, né?
Pneus de carro cantam. Aí eu perguntei por que Natasha? Ah, porque rima com borracha. Então é isso aí, entendeu? É o mundo do... Pergunta feita pra banda, tá?
Vão tirar a credencial do Thiago pra cobrir o show depois dessa agora. O Estevão vai riscar ele da lista do caderninho. Muito bom.
Pode tirar se quiser também, não faz falta. Já vi bastante Iron Maiden. Agora, assim... Eu, meu voto para The Launch, mas não vai adiantar nada, o Maiden já ganhou essa. Que acho que The Launch para mim é Killers puro, cara. Assim, a melhor música que o Iron Maiden não escreveu assim, talvez seja The Launch. Tudo que me empolga no Killers tem na The Launch. Às vezes eu acho que até que podia ser o Paul Di'Anno cantando algumas partes dela, sabe?
Se o Paul fosse fazer um dueto com o Blaze, ele podia fazer um dueto nessa música. Legal, porque eu ouvi 2053 direta, sabe? Te leva, te arrasta junto. Mas eu não acho a outra do Silent Planet um desperdício total assim. Eu acho que é uma música legal, podia ser mais direta. Eu acho que enche o saco um pouco aquele violãozinho de entrada, mas ok, descontraída. Por mim, eu já entrava direto na bateria aí para levar a música. E também acho que repete mais refrão.
Podia, eles podiam ter trabalhado letra de um jeito mais legal nesse disco. Acho que eu tenho muito de Muito de preguiça mesmo nas letras do disco do Maiden nesse aspecto. Então para mim assim, era um voto fácil para o Blaze. Você ou gol de honra ou não, Bruno?
Essa é Blaze fácil, cara. Sempre odiei essa música do Maiden, cara. Sempre achei um saco Out of the Silent Planet. Acho que é o recorde, é pior do que The Angel and the Gambler para mim, cara. A quantidade de vezes que repete é chatista essa faixa aí. E ainda vem a terceira melodia aqui, né, porque o próprio Blaze já tinha colocado uma antes. Tem uma cadência parecida de novo, refrãozão é cativante para caramba, cara. Tem as loucuras, vocês estão falando da letra do meio, e aqui tem unknowable foreverness, cara.
Parece que alguém pegou um track em português, botou no Google Translate e tacou no disco, né? Pena que o cara é britânico, mas cara, é, não tem nem, nem essa aqui Eu acho que eu ouvi uma vez Out of the Silent Planet só para relembrar que era um saco e passei adiante, cara. Mas mesmo assim o Maiden ganhou, né? Quem diria, 5 a 4 Blaze. Vamos ver, será que vai empatar nos acréscimos?
Olha, último embate agora, vamos ver quem é que vai levar. 2 encerramentos de pompa, né? Vamos colocar assim, né? São 2 músicas com bastante substância cada uma, né? Pelo menos é o que eu acho. De um lado, Stare at the Sun. Do outro, The Thin Line Between Love and Hate. Deixar o André, que é o convidado, por último, para ele sacramentar. Vou colocar o Thiago primeiro, porque o Bruno eu já não sei mais se ele é fã de Iron Maiden ou não. A essa altura do campeonato ele já rasgou a carteirinha.
Meu voto é mais previsível no Blaze, né, nessa hora assim. A Thin Line Between Love and Hate, eu sei que tem muitas fãs de Iron Maiden que gosta muito dela e que não gosta da X Factor, o que é um completo contrassenso, porque ela é um remake de Judgment of Heaven com refrão de Unbeliever, né. Então o que que você tem nessa música? Beleza, tem o Bruce Dickinson cantando, que não dá para comparar. Então acho que é uma música legal, mas assim, esse fato de ser os remakes e segurar, ok, uma música que passa.
Agora, Ser Adesante, pô, a música que fecha o disco do Blaze com toda emoção ali, né? O Blaze, para mim, é uma música que fala do Blaze refletindo sobre a saída dele da Iron Maiden, cara. E é muito emotiva, sabe? Ela começa melancólica, sabe? Acho que até um cravo meio perdido no início ali, antes de entrar o lead de guitarra. E aí o Blaze começa cantando resignado, a música vai pegando velocidade, vai ficando mais rápido. O Jeff Singer detonando na bateria, baita riff legal para cacete quando entra os versos mais rápidos dela, sabe?
Então para mim a pontezona dela, puta ponte legal para cacete ali, daquela assim, aquela de Nossa, ainda caiu refrão legal para caramba, sabe? Tipo, eu fico imaginando se o Iron Maiden tivesse composto refrão, seria: Estaré de sangue, estarei de sangue, sabe? Tipo, você vê que tem letra do Blaze, né? Não é só isso, né, cara? Então, e é emotivo, a entrega que ele dá é emocionante. Quando chega na última ponte que ele faz, quando volta do solo, que ele bota um verso a mais ali, cara, você vê a entrega que ele dá naquilo.
Músicaça, a história desse, uma das melhores músicas do disco. Talvez é que eu mais gosto desse disco todo. Meu voto no Blaze, tranquilo. E aí, Bruno, vai você agora, cara.
Ó, eu, eu, o final do Brave New World, cara, ele nunca me pegou muito, né? Ele cai bastante, né? Out of the Silent Planet para mim já era um saco, então vira e mexe eu nem ouvia The Thin Line Between Love and Hate. Ela é boa, cara, eu gosto dela, gosto do final melancólico. Mas aí eu até ouvindo a interpretação do Thiago, eu não confesso que eu não li muito letra, cara, mas esse comecinho que o Blaze pegou a mochilinha e tá andando em direção ao sol do lado do cavalo dele, né, depois de ter sido demitido do Maiden, acho que me convence mais do que que a tênue linha entre o amor e o ódio do Bruce, do Steve Harris aí, que fecharam o disco.
Cara, eu vou no Blaze também, uma faixa bem, bem legal. Aí eu tô em dúvida agora, cara. Acho que eu vou pedir para o William votar de novo para a gente ter drama, porque eu tô achando que temos um resultado já.
Então você já quer queimar a ficha comigo? Vamos lá, vamos ver. Como eu já disse, duas músicas longas, né, The Thin Line sendo um pouco maior. Mas é como o Thiago disse, eu concordo, elas têm perspectivas diferentes, né. Do lado do Blaze, ela começa lentinha, depois ela pega preço, né, tem a parte lírica dele, a parte daquilo que ele tava passando no momento, que dá um tom mais pessoal para música em relação a The Thin Line, né.
E do outro lado, para mim, eu tenho uma música que eu sempre julguei intensa, sempre achei um dos refrãos mais fortes do Brave New World, tá? É muito difícil a escolha para mim aqui. The Fin Line foi uma música que eu ouvia sem contar, assim, sem— não sei quantas vezes eu ouvia no repeat na época. Tem durante o refrão, tem— eu ficava prestando atenção nas guitarras acontecendo ali em segundo plano. Eu sempre achei ela muito Muito, muito boa, cara. Então eu vou ficar com The Thin Line, encerro minhas rotações.
É igualzinho, cara, dá para você cantar a letra de Unbelievable em cima ali, né?
Ó, Will Hope All My Life, My Soul Will Fly.
É igualzinho, cara.
Aí, Thiago, pior que eu não tinha prestado atenção nisso, cara. Pior que é, né? Mas agora já mudei, agora deixa assim.
Não, mas você votou na Thin Line, né?
Quem que falta? André e Renato.
Cara, como o André vai ficar por último, então tô com Blazerzão. A Estrela de Sangue, cara, conversou muito mais comigo.
Então coisa de overdrama é só com o Bruce, né?
Não é com a gente, cara. Para mim, a Estrela de Sangue, ela me pegou muito mais. Eu achei ela muito melhor, muito superior. Eu curti muito mais. Até não tinha pego também a letra, Thiago, para ler junto. E eu achei também que agora faz muito mais sentido também eu ter gostado dela. Vai, André, encerra aí para nós, passa a régua e fecha a porta.
Eu vou roubar um argumento que a Renata falou lá atrás, da história do Bruce. Daí, tipo assim, tem tanta coisa que daí aqui o Bruce até usa demais aquela coisa, ah, eu Fly, que eu acho legal, mas ele gasta um pouco da história. E assim, como é que é? E fica repetindo e fica repetindo e fica repetindo e fica repetindo. Eu falei, cara, tempo depois, para mim envelheceu mal para caramba, entenda assim, mas envelheceu mal. Em compensação é o Blazezaço, entende?
Está começando assim, ó, fechou. Como é que dizia o, como é que diz os cara do Choque de Cultura? Ó, energia lá em cima, entende? Fecha, fecha indo para o alto, fecha jogando em alto estilo. Então aqui é Blaze para mim, sem sombra de dúvida, apesar de entender a proposta do Iron, mas eu acho que o Blaze é mais feliz aqui na entrega final.
É, chegamos a 6 a 4 para o Blaze. Só para falar rapidamente aqui, foram 32 votos no Blaze contra 17 do Iron Maiden, cara. Então pode-se dizer que foi um atropelo do Messias de silicone em cima do admirável mundo novo.
Eu ia brincar com vocês que assim, como é que é, só para não esquecer, tem um momento agora, o momento nerd da jogada, só para eu rir com vocês. Tem um momento que eu tinha anotado aqui como é que é, que lá no começo, na letra de Ghost in the Machine, tem um momento assim, já que a gente sempre conversando com vocês do 2112, e eu tava falando isso aí um pouco, Thiago, outro dia por conta do Rage for Order. Na letra de Ghost in the Machine ele vai falar como é que é a solid state of immortality. Blaze Bayley já tava valorizando o SSD e TED muito antes.
Olha aí, visionário, um visionário. Não, eu, meu saldo aqui ficou 6 votos para o Brave e 4 para o Silicomesaia. Mas é como eu disse, ouvir os dois separados é uma experiência diferente. Eu não, eu não acho o Brave New World o melhor disco do Maiden pós-retorno do Bruce. Eu prefiro outros. Para mim, o Book of Souls é muito mais interessante que esse aqui. É isso, eu fiquei satisfeito com o resultado. Apesar de eu fui bem honesto, eu acho que eu dei na proporção que eu queria dar, mas eu não reclamei do resultado não.
Eu acho que, amigo, o cara fala uma coisa dessa para mim, tá na proporção que quer dar, porque eu me arrincho, cara. Não, pior que não.
Mais do que eu, que eu sempre apoiei o cara, sempre fui um grande fã dele. Não, o cara é um batalhador, pô, ele merece. Não tem que ser valorizado sempre que tiver oportunidade.
É que falou assim, eu dei na proporção que eu queria dar. Eu já automaticamente que baixou a quinta série em mim.
Bem, quem sabe a gente oferece muitas coisas para vida, né, para as pessoas. Bruno, Thiago, André ficaram felizes aí com o resultado?
Justiça foi feita nesse programa, 26 anos que Tava esperando para poder ter gente acompanhando para quando eu sempre dizia que achava que a Celia Comensalha é melhor que o Brave New World. Eu nunca fui fã do Brave New World, sempre fui muito fã da Celia Comensalha. Então para mim era muito fácil isso. Agora que eu falei, eu acho que a Celia Comensalha tem algumas coisas de produção que, conforme a gente vai falando ao longo do disco, me soam muito datadas.
E quando eu ouço as produções antes, eu já começo a perceber que já estavam algumas dessas coisas lá. E o Andy Snipp foi ficando cada vez mais formulaico. Então acho que Andy Snipp hoje é um disco que quando tem produção dele eu meio que fico olhando torto assim. Inclusive Judas Priest, agora que ele aguenta esse Judas Priest. Mas tem coisas que a hora que já estavam lá ele já fazia, só que na época lá parecia novidade, né? Hoje em dia virou fórmula.
Gostou, Bruno? Era o resultado que tu esperava?
Cara, eu entrei aqui pelo esporte, né? Não tava torcendo para ninguém não, mas achei legal o resultado, cara. Achei essa reparação histórica aí legal.
André, nem preciso perguntar, né? Acho que tu tá bem feliz, né? Ficou do jeito que tu queria.
Mas eu só fazer uma brincadeira contigo, que assim, William, tu falaste da história do— ah não, Brave and Bold não é o melhor do Second Coming do Bruce. Que para mim até foi, eu fui olhar agora, que para mim é muito engraçado. Eu acho que ele é o último disco do Iron Maiden que eu ouvi com atenção, entende? Depois os outros todos para mim entraram no sem tempo, irmão. E o próprio ali, eu fui colar aqui, o próprio Final Frontier, para mim acho que a única, curiosamente, na preparação para o episódio eu fui atrás.
Para mim é a última graça do Final Frontier, tem alguma coisa, e a graça é que vem aquela edição que vem uma latinha Que era uma edição mais bonitinha assim. Meu Deus! Exato. Que pra mim assim, de resto assim, eu parei de ouvir Iron Maiden e daqui adiante, acho que é trauma também, um pouco do trauma do caramba do Dance of Death, eu comecei assim a só colocar os discos na parede, sabe? Tipo, parede, parede, porque pra mim vira uma grande banda do sem tempo irmão, sabe?
Não evita de que eu tenha ido em shows e coisas depois aproveitado, mas pra mim o que vem depois é Ah, né? Então fico feliz com a justiça feita ao senhor Bailey Cook.
Olha aí que coisa boa! Renata conheceu dois discos que até então não tinha parado para ouvir, né? Ficou com saldo positivo.
O Brave New World já conhecia, já tinha um contato, mas o foi o primeiro contato e adorei.
Bom, então para um episódio do tipo, a gente não tem nota, a gente antes de ir para o encerramento a gente vai ler os comentários então do último episódio que a gente recebeu. O último que a gente gravou até essa data aqui é o Splash do Deep Purple, né, foi o que a gente publicou e é o que a gente tem bastante comentários aqui. Então, Bruno, passo para ti a bola, pode ler aí o que que a gente tem aí para, vamos comentando em cima primeiro.
Comentário do José Clayerton Silva: acho que nem com o Iron Maiden o William passou tanto pano. Passada de pano essa que daria para ter limpado a opinião antes do Show do Nazaré. Brincadeiras à parte, mais um excelente episódio. Ainda não escutei o disco novo e é mais um que vai para fila pós-Copa. Abraços, William e Bruno. Hashtag garoto arrogante, hashtag passada de pano histórica. E aí, William, vai se defender?
Mais ou menos. Eu fui, cara, eu só fui na empolgação. Foi o que eu disse no episódio, né? Temos que celebrar mais um disco do Deep Purple, então não tem como eu não me empolgar. E o disco é bom também, vale a pena.
Nathaniel Schirmer, mais um que participa do grupo, né? O Clayton participa do grupinho do WhatsApp, né? O Nathaniel também. Concordo contigo, William, que álbum! E olha que o último que realmente gostava era o da Battle Ridges cara aí tava longe, né? Acho que o Simon se encontrou agora enquanto guitarrista do Purple e os 4 vieram com a vontade, uma garra de continuar vivendo e tocando incrível.
É isso aí, tocando como se fosse o último dia da vida de cada um, cara.
É muito louco do Purple, que eu achava que o Purple tinha morrido, cara, numa época. O Ian Pace tava muito mal uma época e aí ele recuperou e ele conseguiu dar força para banda de novo.
É, ele é um diferencial da banda, cara.
Total, para mim é o principal diferencial da banda.
Mariana CML, também do grupo: essa Luna tem um solo de teclado tão lindinho. Fora o papo Foucault, loucura e civilização, minha favorita. E a Diabo é do cão, boa demais. Idade é só número. Vida longa aos roxos.
Olha aí, ó, baita feedback bom. Todo mundo gostando do disso. Isso aí, muito legal.
Lembrando que eu não dei nota ruim não, mas vamos lá. Paulo Vicente Paes, nosso ouvinte trevoso que vai ganhar o próximo episódio ou um episódio aí no tempo, né? Hashtag garoto arrogante. Depois dos últimos álbuns não estava com esperança nos velhotes, mas porra, estou adorando esse. Olha o jarrato, ele gostou.
Caramba!
Tá louco, não tínhamos falado até agora, né? Mas vamos dar um desconto que tá nos comentários, são os nossos amigos e ouvintes que estão falando isso.
Infinita Cash mandou hashtag garoto arrogante. Gleidson Alves, entre um jato e outro, quero deixar registrado que Until It Sleeps tá entre os meus 5 favoritos do Metallica. E claro, Parabenizar vocês pelo episódio. É, esse comentário foi para o episódio 183, que foi do Load do Metallica. Esqueci de falar. Parabenizar vocês pelo episódio, achei super honesto. Como conheci depois do lançamento, não tive toda essa torção de nariz como a maioria.
Entendo como uma continuação natural do anterior. Acho que foi a continuação, né? Mas a continuação no momento torceu o nariz da galera, né? Rafael Neres. Sobre o load também, hashtag olha o jato. Não é meu Metallica favorito, mas é um Metallica bom, nostálgico no mínimo. O maior defeito é a duração do álbum. Estamos de acordo, também acho. E último comentário, voltando para o Purple, Juliano JGDA: parabéns por mais um programa.
Acho inclusive que vocês podem mesclar mais recorrentemente lançamentos e álbuns clássicos. Público já conhece o gosto e preferência dos hosts, e no meio de tanto material novo é bem interessante ouvir um novo álbum e ter a experiência compartilhada com vocês, como foi o caso no Halloween, que eu concordei muito mais com o William, e nesse Deep Purple me identifiquei mais com a opinião do Bruno. Longa vida ao programa! Ó, muito bom, cara!
Obrigado, Juliano! Excelente, obrigado mesmo. Vamos considerar sim. A gente até pegou esse comentário e debatemos no grupo hoje sobre misturar um pouquinho de lançamento. Isso é bacana fazer. A gente fez poucos, confesso que a gente fez poucos, e todos eles meio que na empolgação. Pô, saiu tal disco, tá legal, vai ser bom, vamos fazer.
Acho que foi um outro nesse ano aí, dos que a gente gravou.
É, Megadeth a gente fez.
Tem mais lançamentos do que aqui. Foque na mesa.
Não tem como competir com Solado. Eles esperam a última novidade acontecer tipo 10 minutos antes do programa começar, eles falam tudo que tem que falar e depois já publica um episódio no mesmo dia, tá lá.
De vez em quando, mas a gente gosta de falar de discos novos, a gente pode colocar mais discos recentes para discussão assim, ainda que a gente não aprofunde tanto nos discos novos, porque até porque às vezes a gente solta muito em cima, né? Então não deu tempo de aprofundar tanto assim, mas já dá para colocar uma primeira impressão que tá acontecendo. Então principalmente tentar colocar no radar das pessoas algumas bandas que nem sempre estão no radar.
É isso que eu ia falar, a gente gosta de fazer isso. Ou vai lá ouvir Spirit Adrift, Warning, todas as bandas.
Não fala Spirit Adrift que dá azar. É sério, é sério, a banda é boa, mas dá azar. É sério, tipo, deu problema no episódio, o view foi baixo, tipo, a gente teve que, tipo, fazer umas mexidas para colocar no caso no ar. Spirit of the River foi legal para caramba, mas a banda é muito suave. Não, não, assim, é um baixo da madeira. Exatamente. Assim como Harmonia Decente, tipo assim, se você, você pode colocar até a Kombi que ouve Harmonia Decente, é isso, entende? Vai sair dessa Kombi. Entendi.
Pô, mas eu recebi meu vinilzão do disco novo hoje, cara. Será que vai estar arranhado então?
Bom, a gente agradece então a todos os comentários aí. Deixem mais, a gente adora responder, a gente gosta muito de receber. Toda vez que chega alguma coisa, compartilhe no grupo, a gente lê e comenta. Agradecemos mesmo, cada um incentiva bastante. E aproveitar aqui para nos despedirmos do André mais uma vez veio aqui, compareceu aí, gravou mais um conteúdo, uma collab bem legal com a gente, bem divertida. Valeu muito a pena, André, muito obrigado mesmo. Passo espaço para ti.
Eu que agradeço vocês, como é que é, podcast irmão. Agora a próxima vez que eu vou voltar, vou voltar para defender o Brave New Virtual Eleven, entende? Vou fazer o momento polêmico, defender e defensar.
Imagina contra o Chemical Wedding, né?
Eu só vou usar um argumento, tá? Pessoal que tá no vídeo tem o bônus de você me ver fazendo. Só vou usar um argumento: vocês curtiram quando o Blaze cantou, como é que é? When two worlds collide, the anger and the pain of all those who remain. E que ele saiu fazendo aviãozinho. Se não fosse o Virtual Eleven, não teria isso. Sempre deixando registrado isso.
Pô, André, tu desbloqueou uma memória em mim aqui que, desculpa, não sei se, eu não sei dizer se eu gostei, não, mas agora eu tenho que ficar pensando. Pior que isso é só quando o Blaze levantava a mão assim para fazer o pessoal gritar e subia a camisetinha dele, foi uma barrigona de fogo assim, né?
Cara como a gente, gente como a gente, lembra disso?
Tá louco, meu Deus! Então é isso, meus amigos. Então obrigado aí pela parceria. Volto sempre, André, sempre que você quiser.
A casa é sua, só apareça.
Só apareça. Obrigado a vocês aí, ouvintes, pela audiência. Até a próxima semana aí. Um grande abraço a todos, tchau!
Adiós.