Vortex 141 - [+18] Dor de barriga na casa do crush, técnicas pra cortar tronco, coconheta e coregasm
Hoje reunimos o time completo do Frango Fino, junto com @principevidane e @katiucha para ler relatos dos ouvintes sobre suas facas de cocô (e derivados), lambeções de axila, como chegar ao ápice do prazer na fila do banco, a lenda da coconheta e muito mais! Ouçam com cautela o Vortex 141
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Links comentados no episódio:
Coregasmo: Definições e causas
Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido Santos
Edição: Joel Suke
Ilustração da capa: Brann Sousa
- O trauma de um adolescente com dor de barriga na casa do crushcrush correspondido na adolescência·excesso de comida e dor de barriga·cocô que não desce na descarga·uso das mãos para desfazer o cocô
- A história da faca de cocô de Odisseu e a ignorância como bênçãoavô usava faca para tudo·faca usada para cortar cocô·churrasco servido com a mesma faca
- A técnica de um ouvinte para atingir o clímax em qualquer lugarfimose e dor na ereção·orgasmo por contração do quadríceps·coregasmo e estimulação interna
- A confusão de gênero de gatos e o acidente de carro de Doug Bezerragato Pepe vira Peperoni·acidente de carro com Ana Lúcia·uso do cinto de segurança
- A passividade agressiva de termos como 'querido' e 'fião'o uso de 'querido'·o termo 'fião' na academia·banho na academia
E aí, pessoal! Tá começando mais um episódio do Vortex Podcast. Seu momento semanal de aproveitar notícias e histórias que são interessantes o suficiente pra prender a sua atenção, mas que provavelmente não vão mudar a sua vida. Eu sou Kátia Ucho Barcelos, vocês podem me chamar de Kátia. E hoje estou aqui com a banca cheia, muito cheia, cheíssima! Mas com uma notável ausência. Hoje estou aqui com Príncipe Vedani, nosso nenê.
Eu...
Rafa Lousada.
Ah, oi!
Doug Lira.
Doug Lira do violão.
E Doug Bezerra.
Onde está o Pepe?
Então, o Pepe não está aqui com a gente hoje. Recentemente gravamos uma collab com o Frango Fino. E aí foi tão frustrante pra ele, ele ficou tão mal que ele foi embora.
Eu tive o chá revelação e Pepe é menina, né? Fiquei triste essa semana, tive o chá revelação.
É verdade, é verdade. Pera, vamos contar o que aconteceu na nossa vida. Começa o programa. Vitor, tu passou, na verdade, por um evento canônico da vida de pais de gatos, né? Que é imaginar que o seu gato é ou um macho ou uma fêmea e descobrir que, na verdade, ele é do outro sexo.
Exato. Eu tava há meses com o plano de ter um quinto gato. E aí aqui mês passado, um vizinho de bairro aqui, mora 3 quarteirões de casa, gatinha dele deu cria, filhotinhos super fofinhos. E a gente foi lá ver no dia 15 de agosto e o senhor, seu Arnaldo, beijo, seu Arnaldo, pegou o filhote de gato com 15 dias e falou, é macho. Foda-se, né?
Sempre tem uma pessoa assim, cara, que acha que sente o quê do gato e não consegue dar assim, pô.
E aí a gente viu e falou, pô, dessa cor a gente não tem, vamos pegar esse gato novo aí dessa cor legal. Um cialata. E eu ia ter um gato, Doug, que ia chamar Pepperoni, Porpetini, Porpetese, Porpeleto.
Ai, que perfeito!
Ia ser o Pepe.
Ia ser perfeito, exato. Porque eu tenho isso, né? Teve uma época, Cátia, lá no Pelada, 10, 15 anos atrás, sei lá, que eu esqueci a palavra pepperoni num áudio bêbado pro Doug.
Muito bom.
E eu fiquei falando Porpetini, Porpetese, tentando lembrar.
Como é que é o Doug?
Pepperoni! Pepperoni!
Esse áudio é maravilhoso. Eu tava pronto com o pepperoni e tal. E aí, antes de contar do gato, Segunda-feira, nós voltamos de viagem, 7 de setembro e tal, não sei o quê. Vamos almoçar fora. No almoço fora, a gente já tava planejando ir buscar o Pepperoni naquela tarde ou na tarde seguinte, eu e a Ana Lúcia. E aí a gente falou, vamos passar pra comprar o Feliway, o bagulho de botar na tomada pros gatos ficarem mais de boa. Que a gente já bota em casa e busca o Pepperoni amanhã.
Que os gatos já um dia inteiro no Feliway ali, pra dar uma melhorada. Porque aqui, como a casa tem 4 quartos, a gente fez isso com a Pimenta e deu certo. Que é, o Pepperoni ia ficar o primeiro dia dele num dos quartos, que é o escritório da Ana. Isolado e o resto da casa ia ficar com todos os gatos.
É um confinamento pra depois os brothers irem se acostumando.
Isso, e vai trocando mantinha, cheirinho, caramba, até que todo mundo fique de boa. Eles estão no cenário aqui de fim de guerra, tá? Ainda tem uma certa belicosidade, mas já estão de boa.
Você sempre imagina que vai durar uma semana e dura 6 meses.
É, tipo isso.
Mas já estão, já tá aceitável, já tá todo mundo solto, de boa. E aí beleza, eu fui com a Ana almoçar. Fomo na loja. A loja falou, ó, nessa loja aqui não tem, mas tem na loja lá do outro canto da cidade. Falei, beleza, vou lá buscar, né? Araraquara, 7 de Setembro, dia meio chuvoso, tranquilo. Varei um sinal de pare e um carro entrou com tudo na lateral do meu carro. A Ana no passageiro saiu pranchada de SAMU com colar cervical e tudo.
Meu Deus do céu, assustador, Cátia! Eu saí do carro, a primeira coisa que a moça que tava no outro carro, que bateu o carro em mim, falou foi, moço, meu bebê E eu entrei em desespero, porque como pode um bebê de 10 meses dirigir um carro? Eu era para você estar lá, moço. Mas o bebê tava bem, tava no banco de trás com a cadeirinha, tava rindo o psicopata.
Ó, maluco, bebê assim, pô, bebê assim.
Batemos nela mesmo, cara.
Ele nasceu de novo, né?
Exato, exato. É porque bebê fica vendo fantasma, pô, toda noite. Aí um acidente para ele não é nada, sossegado, né?
Já tá vendo além, né? A alma dela nem saiu do corpo, tá aí, ó, tá no corpo dela.
Ele sabia, ele saberia se ela fosse.
E aí, pô, a Ana foi de SAMU e tal, não sei o quê, aquele rolo lá, chama seguro, não sei o quê. Gente, tudo bem com todo mundo. Ó, até o episódio dentro da minha cabeça dessa semana que eu tô gravando aqui chama Use Cinto de Segurança, que eu contei a história do acidente.
E realmente, gente, chegou essa notificação do Use Cinto de Segurança, aí eu fiquei, ok, use cinto de segurança, legal. Aí coloquei, tipo assim, guarda aí, ah, vou ouvir daqui a pouco. Mas eu jamais esperaria que tu tinha sofrido um acidente, a Aninha tinha saído de maca do SAMU.
A gente foi de SAMU por precaução, porque a Ana A Ana tava acordada, tava bem, mas ela tava com dor na cabeça, no ombro e na coxa. E a médica que tava no restaurante em frente falou, é melhor não mexer.
Fizeram a dancinha, né, do cabeça, ombro, joelho e pé.
Isso, fizemos tudo, radiografia, tomografia, dancinha, fizemos tudo que o hospital pediu. E tudo certo com a Ana também. Só ficou de tipo, é por precaução também, mas não...
É pra tu ver, tipo, gente, não assistam os stories dos seus amigos. Porque é muito legal ser surpreendido do nada com uma história dessa. Eu não fazia a menor ideia que isso tinha acontecido.
E conteúdo, né, de qualidade aqui.
É, tipo, eu não queimo pauta do podcast. Eu não sei nada sobre a vida de ninguém até chegar aqui.
Isso foi segunda. Terça... E aí eu consegui um atestado de mais 5 dias pra Ana, né, de nada na Lúcia. Bati o carro pra ela ficar 5 dias sem trabalhar.
Foi revelado o plano, então. É isso, né?
Era minutos antes, né? Ai, que merda, vou ter que trabalhar. Eu falei: Você sabe que eu te amo, né?
Pô, pior que foi foda, porque eu nunca vou esquecer disso, cara. Eu varei o pare, eu lembro da voz da Ana falando: O pare. E eu olhei pro lado e eu vi o carro vindo bater na Ana. Foi horrível, mano.
Cena de novela, né?
Na verdade, você devia estar ouvindo Zezé de Camargo no carro. Quando ele falou pare, aí você assustou e passou o pare, aí esbadeou o carro.
Mas aí voltamos para o gato, né? Na quinta-feira pegamos o gato, tava um dia chuvoso também, tal, levamos para o veterinário para fazer FIV e FELV. Pepe, eu já tava com a Kátia quando eu dei, falando, gente, vou ter um gato Pepe!
E o cara, nossa, foi muito incrível nosso grupo, a gente, nossa, que é isso, caraca, homenagem! Não, na verdade é a Peperoni. Então foi um mix de sentimentos, a gente, poxa, tal.
Mas ele ia ser o gato Pepe, que eu ia ficar chamando de Peperito o tempo todo, inclusive Ia ser minha segunda homenagem pro Adele, né? Que eu já tenho a caixa de leite aqui dele, é bom enterrar.
Mas você não precisa deixar o nome Pepe de lado, porque você pode chamar ela de Peperômia. E ela, ao invés de virar uma linguiça, ela vira uma bela plantinha. Olha só.
É que o gato é meu, Rafael. Acabei tomando outra decisão. Ah, nossa, Luiz. Poxa.
Ó, eu vou falar pra você que eu passei pela mesma coisa, Vidani, com o gato que o Rafael Lousada me deu, tá? Eu falei pra ele, Rafael, eu quero um macho tranquilo. Ele falou, não, esse aqui é o gato mais tranquilo que tem, é um macho, fica tranquilo. Chegou aqui em casa, é fêmea. E é o gato mais endiabrado que eu já tive, cara.
Gente, o gato que você tem é o gato que te escolheu.
Surpresinha do bem.
Então, eu sou assim também, Cátia. A partir de hoje, todo gato, até ir no veterinário, pra mim é gatê.
Mas é o jeito certo de tratar filhote, cara, de gato. É uma surpresa mesmo.
Então, e eu fiquei com uma que eu também achei que era macho. Tanto que eu chamei de Amendoim, porque a mãe... É a pistache. Então a pistache é amendoim.
Amendoim, nome gênero neutro.
Eu achei que era macho, só que aí ele disse lá, ah não, é fêmea. Então eu aproveitei o nome, porque agora ao invés dela ser só amendoim, ela é a amendoim.
Olha aí essa cara legal, consegui aproveitar o cesteto, né?
Aprendeu, cara?
Vocês não sabem o que é gravar com a galera. Do nada entra na call, Doug Lira tá tocando uma onde é session aqui do nada. Aí do nada Príncipe de Dany entra, está tocando outra coisa completamente diferente que não o que vocês estão pensando, teclado e coisas imaginárias. E aí do nada é isso, pai, tô fazendo música aqui. Parem de ser talentosos, eu tenho nojo de gente talentosa. Eu quero um minuto de silêncio aqui pela saudade do Odeio.
Vocês não ficam meio putos não com essa história de quando você, quando alguém diz assim, vamos, um minuto de silêncio, e a pessoa nunca consegue mais de 15 segundos de silêncio e ela se dá por satisfeita.
É, 1 minuto aproximado, né?
Não, não, não, não, não, não. Isso me deixa maluca, gente. Por que que a pessoa não diz 1 momento de silêncio? Minuto é uma palavra, é uma escolha.
Mas assim, você parou pra contabilizar já se é sempre 1 minuto?
Já, eu falei, nossa!
É? Sim. Mas eu acho que é aquele negócio de tipo, sabe quando você fala que você pede pra pessoa esperar um pouquinho? Você fala, 1 minutinho só, querida, por favor. E aí tipo, nunca é 1 minuto, entendeu? Tipo, é 5 segundos.
Pô, eu acho que não tem nada mais agressivo do que a palavra querido. Não, você falar qualquer coisa, você falar assim, ó: Não, querido, só um momentinho aqui, querido. Cara, o querido, ele é... Você me chama de filho da puta, vê se não me chama de querido.
Não, mas depende, eu acho que depende do tom.
O Doug usa, o Doug claramente usa, Vitor.
Eu falo muito querido, é claro.
Tu fala querido? Falo, principalmente... Dá um exemplo positivo.
Hoje mesmo fui almoçar aqui, voltei, o porteiro, pum, abriu a porta. Falei, meu querido, muito obrigado, hein?
Mas meu querido é diferente de querido.
Meu querido é diferente de querido.
Então, mas é o que eu falei, depende como você tá colocando isso daí.
Não, é uma palavra totalmente nova, meu.
É outro termo.
Não, mas você falou querido, falou só querido. Falar querido é um inferno. Não, depende como você coloca ali.
O cara ficou bravo, o cara ficou bravo, perdeu ali.
Queridão.
Sossega aí, vai.
Quais são as outras coisas que são passivo-agressivas?
Então, amigão, lindão... Meu amor. Meu amor.
Meu amor é foda também.
Meu amor me machuca profundamente.
Uma vez, cara, eu fiquei muito... Uma vez, falar mesmo. Eu fiquei muito ofendido, cara, porque eu tava na academia, eu tava tomando banho e tal. E pô, eu me perdi ali naquele banho gostoso, pós-academia e tal, pô. E não, e aí de repente o cara vem, bateu na porta, eu tomei o maior susto, cara. E aí ele mandou, Fião! Academia fechou, fião.
O quê? Ele mandou o fião de graça, o filho da puta.
Mas aí eu acho pedagógico, achei pedagógico. O fião é pedagógico.
Ele não quis ser legal com você, ele não quis ser simpático com você.
Eu acho que todo estabelecimento comercial, depois que acaba a hora de funcionamento dele, os funcionários têm todo o direito de sair da persona profissional.
É, isso. É aqui, a mãozinha aqui, ó.
Vai. Ô, fião. Ai, cara, é aquela coisa do... As facilidades que são oferecidas pra você de graça, né? Porque a água da academia, do banho da academia, como ela é de graça, É outro tipo de banho, é outro tipo de experiência.
Então, eu falo isso aqui lá no Frango Fino e eles me criticam, porque eu gosto de tomar banho na academia. Você fala, ai, você não toma banho em casa? Por quê?
Ninguém nunca falou isso, cara.
Se toma banho é tico-tico, se não toma é tico-tico.
Rafa Lousada está sofrendo bullying?
Não, eu vou defender o Rafa aqui, eu vou defender o Rafa aqui. O Rafa sofre bullying no Frango Fino? Sim. E só acha isso errado quem não conhece o Rafa.
Pronto.
Bela defesa, é uma bela defesa. Rafa, tu é a pessoa que tá sendo inaugurada no Vortex Podcast dessa vez, porque da outra vez tu faltou.
Aaaaaah, palmas pro Rafa!
Mas eu faltei... Obrigado. Porque na época... na época eu era um CLT e tal qual como o Odeio, Pepe, Odeio... Olha, ele nem escuta.
Pepe é foda, hein.
Todo... tu fala isso, mas tem um monte de convidado que chega aqui e fala Pepe. Eu acho que se o Odeio quisesse que fosse necessariamente chamado Pepe, ou tinha que ter um acento ou tinha que ser duas letras P.
P maiúsculo, né? Ainda dois P maiúsculos.
É PP.
Eu sempre chamei de Pepe, sempre, sempre, sempre.
Normal. Mas ó, assim, eu lancei uma lá no frango e eu acho que a gente podia fazer aqui se vocês toparem. Olha, porque a gente errou, a gente errou entre aspas, chamou o PP de Pepe e aí eu brinquei e falei, pô, a gente podia chamar o errar o nome de todo mundo de propósito aqui.
Tipo, olha, no dia que eu me ofender com alguém errando meu nome é o dia que eu vou morrer.
Quando você se incomodou? Teve algum momento que Sei lá, quando você tinha 3 anos de idade, você se incomodava?
Eu realmente não lembro. Eu acho que é porque eu sempre fui meio people pleaser assim. E aí, tipo, eu sei que a pessoa tá desconfortável de errar meu nome, então tipo assim, eu não quero deixar ela mais desconfortável, entendeu? É porque, gente, qual é a utilidade de um nome? É a pessoa saber que você está tratando com ela.
Identificação.
Se eu entendi que a pessoa tá falando comigo, para mim é mais do que o suficiente.
Pode ser eu, não sei, não sei, porque aqui eu tenho duas situações de confundirem meu nome, que uma delas me irrita, outra não. Por exemplo, eu, a Cate talvez se identifique porque ela tem irmão, mas você só tem irmão, né, não irmã. É, não tenho, mas às vezes me chamam de Bruno. O lugar onde eu compro cachorro-quente aqui perto de casa, o Hot Dog da Zânia, excelente cachorro-quente, o cara sabe que eu sou filho do meu pai, ele não sabe qual dos filhos do meu pai eu sou, entendeu?
Acho justo que ele sabe pelo menos uma informação.
E aí ele fala Bruno, toda vez que eu vou eu falo O outro, Vitor.
Mentira, cara. Nossa, eu certeza ia virar pra ele e dizer assim: Nossa!
Mas é se ele fala em tom de pergunta. Se ele falar em tom: Bruno, seu lanche. Eu falo: Beleza. Eu nunca corrijo. Mas se ele perguntar, eu falo: Pô, beleza, demorou. Mas assim, eu não me ofendo quando me chamam de Bruno. Mas teve um momento da minha vida que eu era um prodígio da física e da matemática, né? Sétima série, Olimpíada de Física, e eu ali, ó... Entendi.
Antes de chegar à equação de segundo grau, tu era...
Cara, passei pro regional Me veio o diploma Victor, com C.
Ah, é isso que quebra.
Eu quis morrer, mano. Virou um diploma que não é meu, entendeu?
E você não podia pedir pra trocar, cara?
Cara, eu vou pedir pra quem? Quem que me tinha proposto isso?
Pra faculdade, sei lá, pô.
Eu tinha 13 anos, Rafael.
Você começa a contar uma história, o Rafa, ele deixa lacunas. Ele deixa lacunas. E aí ele preenche como ele quiser.
O Rafa lembra o meu amigo Afonso Cardoso. Né, que a gente tá numa roda de conversa e a gente tá assim, Cátia, cara, você não vai acreditar. E aí meu pai chegou em casa e pá, comprou um cacto, entregou pra minha mãe.
Minha mãe falou, o que que eu vou fazer com essa merda aqui?
Não sei o quê, e bababá. E aí agora eu tô com essa aí. Eu falei, mano, acho que eu vou comprar umas plantas aí e tal. E aí do nada esse cara chega assim e falou, Doug, inclusive, e aquela história do seu pai lá, hein, que você ia contar do cacto e não sei o quê?
O quê?
Eu acabei de contar.
Ah, você contou?
Contar. O Rafa faz isso, contanto que a pessoa tenha uma expressão inocente o suficiente no rosto.
Que é o Rafa, o Rafa. Ó, cara, olha ele, olha para a cara dele, é muito bonzinho.
O Rafa chega, te agredir de tão bonzinho que ele é. Exatamente.
Eu quero dizer para vocês o seguinte, aqui agora tá rolando jingle de político direto porque eu tô, não sei, cara, eu tô tipo no centro de uma guerra de candidatos, tá? Começou agora os jingles. Então durante o episódio inteiro você vai escutar vários trailers de jingles. Ai, Cate, por que você não para de gravar agora? Não vai, não existe a menor possibilidade. Eu passo por vários, vários momentos todos os dias aqui. O primeiro é tipo assim, meu Deus, não aguento mais essa merda.
O segundo é tipo assim, caraca, o barulho tá muito alto, vou fechar a casa inteira. Aí eu fico maluca. E aí o terceiro, eu tô dançando os jingles dentro de casa, tô tipo, é bom, caraca, olha isso! Eu reuni vocês hoje aqui Porque aconteceu uma coisa recentemente no Vortex Podcast. Aconteceu uma história que a gente leu, uma história do Reddit gringo e tal, de um cara que usava uma faca para cortar o próprio cocô porque ele, né, tinha essa necessidade aí.
Estava aqui com a gente. E aí ele falou, cara, tem uma história icônica no frango e tal sobre isso aí, bababá e tal. E a gente falou, vocês ouvintes, vocês usam facas de cocô e tal? Fala para a gente tal dessa história, envia em chorandodeprazer@gmail.com. Caso os ouvintes não saibam, absolutamente tudo que vocês enviam em chorandodeprazer@gmail.com pode eventualmente virar pauta. Então se você tem alguma história bizarra o suficiente, interessante o suficiente, errada o suficiente, mas calma, né, envia lá pra gente que pode ser que acabe aqui no programa, tá?
Pedimos e recebemos, né? Então a gente não pode nem ficar triste porque na verdade quem deu o prompt foi a gente. E algumas pessoas enviaram algumas coisas de faca de cocô. Pra fazer uma descompressão, eu quero ler um email rápido, rapidíssimo na verdade, sobre outro assunto que chegou aqui também, foi citado por cima, que é: a gente comentou no Vortex que as pessoas agora estão tendo, não sei Não sei se vocês notam isso, mas elas estão tendo kink de sovaco. Vocês já notaram isso?
O que que é kink em sovaco?
É fantasia sexual envolver o sovaco. Não, não é isso, não é mesmo, não é isso.
Tesão, é tesão, é tesão.
Não, atração por sovaco, porque dizer que uma pessoa tem kink em uma coisa não é a mesma coisa que dizer que a pessoa tem atração por uma coisa.
É tesão, é tesão mesmo, tipo um desejo.
Eu não tenho, gente.
Vocês não sabem o que acabou de acontecer aqui, você que não tá vendo o vídeo.
Eu não tenho.
Eu já tive meu sovaco elogiado já mais de uma vez, tá?
Oi, qual o contexto? Você tava na mesbla, foi alcançar um negócio lá em cima?
Tava treinando na academia e aí foi elogiado meu sovaco, foi basicamente isso.
Pera, elogiaram é muito vago.
Possivelmente essa pessoa que elogiou tinha kinky no sovaco dele.
É, pode ser, mas é isso.
Foi quem? Foi alguém que tu conhecia ou foi um completo desconhecido que chegou a conhecer a sua vida?
Ah não, não foi na— desculpa, gente, não foi na academia. Eu fiz um vídeo treinando e aí no Instagram.
Aí existiu o distanciamento.
Isso, mas é uma pessoa que o Doug conhece, o Vidani conhece. Acho que o Rafa não, mas fofoca contada pela metade quase mata. Não, não vou poder falar quem é.
Eu vou falar o nome, hein. Era simplesmente ninguém mais ninguém menos que Claudinho Ibuxecha.
Botou a mão aqui assim para falar.
O Vidani ri porque ele sabe que é.
Não, não ri.
Eu fui descer para Então, mas tem um email muito curto aqui de um ouvinte falando por cima sobre isso. Eu acho que vale ler porque eu acho que traz aí uma energia positiva para o início dessas nossas histórias dos ouvintes, tá?
Traz uma fragrância, né, para episódio.
Exato. O email fala só: axilismo. Bom dia, Cate e convidados. Tava ouvindo podcast com uma semana de atrás, infelizmente, pois estou numa relação ainda no começo com uma mulher e chegamos no assunto que um ex dela ajudou ela a descobrir que gosta de umas lambidas no sovaco.
Eita, pô, mas pera aí, pera aí, pera aí, ó, aí eu acho que misturam os cenários já, porque uma coisa é, pô, tenho tesão em sovaco, outra coisa é gosto de lamber sovaco suado e gosto de levar uma lambida no sovaco também.
São 3 camadas diferentes, eu concordo.
Pode achar bonito, mas você sabe que assim, às vezes é uma coisa para olhar e não para tocar ainda, não?
Entendi, entendi.
Museu, museu.
Ouvi dizer que tem até técnica, tá? Para lamber corretamente um sovaco.
Doug, tu já lambeu um sovaco?
Eu sou um anjo, tá aqui, ó, eu sou um anjo. Mas não, nunca lambi, nunca lambi. Mas ouvi dizer que assim, por exemplo, uma das exigências, mas uma das facilidades para rolar uma lambida correta, é a pessoa não usar desodorante. Porque senão você vai lamber ali, não, porque senão, Doug, você lava bonitinho.
É só isso, é sujo, você toma banho, passa sabão, mas não passa desodorante. É isso aí, pô. Pô, não é você pega o ônibus para Guarulhos, entendeu?
Nossa Senhora, pode ser que tenha quem Existe, né?
Pode ser, tem também, mas assim, com certeza tem.
E é o menor dos problemas, mano.
Tem gente que gosta de peido.
É isso, cara. As pessoas, elas não conheciam essa história de axilismo, mas a vida você tá sempre aprendendo coisas novas, né? E é na verdade por acreditar que as pessoas podem aprender coisas novas muito boas, inclusive que podem mudar a vida delas para o melhor, que a gente tá vindo aqui relembrar vocês de que o Vortex tem como parceira a Alura, a maior escola de tecnologia da América Latina. E nesse mês de setembro tá rolando o da programação, que vai dar para os nossos ouvintes até 30% de desconto.
Gente, é a hora de aproveitar, sério. Lembrando que com uma só matrícula da Alura, a galera tem acesso a todos os cursos e formações da plataforma. Então vale muito a pena aproveitar esses 30% de desconto usando o link do Vortex, que é alura.com.br/vortex, sem acento. Tá aparecendo aqui na tela se você tiver assistindo em vídeo, mas se não, tá também na descrição desse episódio. Vocês também podem usar o cupom Vortex, V-O-R-T-E-X, todo maiúsculo e sem acento, pra ganhar esses 30% de desconto.
Então vai lá, indica pra alguém, usa o desconto você mesmo. E é isso, sempre aprendendo. O ouvinte continua dizendo o seguinte: na hora achei curioso, não o fato dele ter tesão em fazer isso, mas que ela disse que é uma das áreas que a deixa muito excitada quando estimulada. Talvez vocês se perguntem por que diabos eu estaria falando isso pra vocês do nada. Não, nem me perguntei, porque eu já tô acostumada a chorar de prazer.
É sua primeira vez aqui?
É tipo assim, essa é a relação que a gente tem com os ouvintes mesmo. E ele diz: porque graças ao podcast decidi lamber aquele sovaquinho na próxima oportunidade. Achei que vocês mereciam saber disso, pois é tudo por causa de vocês. Beijo e adoro o podcast.
Ah, ele não lambeu ainda.
Não lambeu ainda, mas ele tipo—
Legal, lamba.
Mas ele anunciou, ele deu a notícia, legal. Então volta depois, ouvinte, e diz se foi bom a experiência, né?
Review de sovaco, né? Bom demais.
Mas deixa eu perguntar pra vocês: vocês têm muita cosquinha?
Ah, eu tenho, eu tenho.
Nossa, eu tenho, eu tenho muita, muita coisa aí de pensar, de fazer lugar.
Eu tenho cosca no lugar assim que tipo, eu não sei se é muito comum, que é assim na palma da mão.
Se você tem cosca, eu tenho cosquinha também na palma da mão. Mas é porque eu acho que depende muito da ameaça para mim, porque se uma pessoa chega e toca em mim, eu não tenho cosquinha. Mas se ela diz assim, aí eu já quero virar assim.
Eu também, eu também, eu também. Eu também.
Eu tenho cosquinha assim, mano, é minhas regiões mais cosquinhudas são pescocinho, já fica tudo ai ai ai ai ai ai ai. Imagina. E a solinha do pé, a solinha do pé.
Nossa, solinha do pé me quebra, eu pareço uma criancinha assim rindo, cara. E os dedinhos assim na costelinha.
Ah, pronto que eu tenho muita, muita cosquinha dependendo do dia pescoço quando a pessoa chega e faz.
É pescoço eu tenho muito. Então ai cara.
É que o pescoço é aquele misto de cócega com tipo, ai, tô sentindo.
Ai, é, exato, exato.
O pescoço é gostosinho, é gostosinho, gostosinho.
É, mas quando começa a fazer cócegas, pô, é foda.
Já tive momentos de prazer e risos.
Olha só.
Que eu tava ali de, ai, que delícia.
Para!
Já, já.
Mas eu acho que o kit de sovaco deve ser parecido com isso aí mesmo, pô, porque você deve sentir exatamente isso que o Doka acabou de falar.
Deve ter.
Eu não me vejo testando. Mas eu fico muito curiosa para saber o que que a galera vai falar. Então legal, manda para gente porque a gente quer saber mesmo.
Hoje em dia esse lance de rede social de, ah, pô, porque é o que dá para mostrar, não sei o quê, eu acho que é um pouco disso também, mas acho que tem um pouco a ver também com moda, com vestimenta, com pessoas estarem mais com sovaco à mostra. E querendo ou não, o sovaco ele é um negócio que tem articulação, ele tem um movimento e é carnudo, né, dependendo. Carnudo, exato. Então assim, e às vezes ele fica aquele, aquele vinco, né, da parte do braço que divide os músculos em dois. Então é legal, sovaco é uma área legal.
A preferência do Vidani aí, né? Obrigado por explicar pra gente suas preferências, Vidani.
Não é minha parte favorita do corpo, mas é uma parte que eu acho legal.
Ok, gente, vamos lá. A primeira história que a gente tem aqui envolve sim faca de cocô, por isso que vocês estão todos reunidos, e diz o seguinte: Olá, Meus melhores amigos parasociais. Venho por meio do sistema de entrega de correspondências eletrônicas contar um caos que ocorreu na família de um amigo de infância. Não sei se alguém da família dele escuta o podcast, portanto vou utilizar nomes fictícios inspirados na novíssima adaptação da Odisseia, extremamente compatível com o caráter épico e controverso que a história tem, a história que vem a seguir.
Odisseu, avô do meu amigo, faleceu de causas naturais há alguns anos. Fui no velório e acabei me aproximando novamente devido ao apoio prestado naquele momento muito difícil. Eu frequentava muito a casa desse meu amigo durante o ensino fundamental e médio, Portanto convivi muito com toda a família. A janta oficial dessas visitas era um churrasco com tudo que tem direito, tendo em vista que moro no Rio Grande do Sul e que a família em questão era dona de um açougue.
Fui convidado para um desses churrascos semanas após o velório, portanto o encontro foi permeado com histórias do recém-falecido seu Odisseu. Uma dessas histórias tinha como objeto principal da narrativa a faca de confiança dele, que ele sempre levava na cintura, tradição de alguns gaúchos mais ortodoxos. E como ele a utilizava para as mais diversas funções, de cortar a carne direto do espeto para o prato até desencravar unhas do pé.
Certa vez, algum dos clientes do açougue deixou o proverbial cavalo de Troia no banheiro do estabelecimento. Tal presente traiçoeiro em sua natureza se apresentou um desafio à altura da faca de Odisseu, promovida assim a faca de cocô na ocasião. Muito se engana quem acredita que seu Odisseu se preocupava com higiene em relação à sua faca, ou que teria o bom senso de aposentar a faca de suas funções de churrasco depois do ocorrido.
Eu ouvi a história lembrando de todas as vezes que seu Odisseu me serviu churrasco direto do espeto com sua arma lendária. Maior comprovação que já tive de que a ignorância é de fato uma bênção. Para completar o paralelo da Odisseia, Telêmaco, filho de Odisseu, certa vez propôs um desafio ao pai. Ambos, muito entusiastas de armas de fogo, apostaram que Telêmaco não acertaria um tiro na faca cravada no chão do outro lado de um campinho de futebol.
No maior estilo Desafio dos 12 Machados. Caso Telêmaco ganhasse a aposta, Odisseu prometeu que iria aposentar a faca de uma vez por todas. Telêmaco então acerta o tiro no cabo da faca, que se estilhaça em mil pedaços. No entanto, a aposta não foi honrada e a faca continuou na cintura de Odisseu até a morte, com o cabo improvisado com dois pedaços de madeira e fita isolante preta. Muito obrigado, Kátia! Eu odeio colorir as minhas horas semanais no transporte Ainda estarei aqui no Vórtex 100. Eu espero que ele tenha dito 1000, porque se foi 100, ele tá—
na verdade, ele é um viajante do tempo, ele tá ouvindo de frente para trás.
Seria legal também. Eu tenho uma questão em relação a isso. Vocês acham que ele não lavava com cuidado isso? Não é possível.
Com certeza ele tinha aquela maquininha de desinfecção lá, né?
Que você faz com certeza, ele tinha essa maquininha, com certeza.
O cabo dela era um pedaço de cabo de vassoura com durex Eu não sei se vocês passam por isso, mas eu não sei dizer não para um idoso que tá tentando me fazer um favor.
Não sei fazer isso, porque pode ser o último favor que você vai fazer para ele.
Para com isso!
Não, mas aí depende. Eu também, eu não costumo recusar favores para idosos, mas se eu sei que ele tá cortando faca de bosta, me oferecendo churrasco com a mesma faca, mas aí eu dou logo uma rasteira nele igual um mocinho.
Tem como saber se ele tá cortando bosta com a faca dele? Com a faca dele? Com a vaca? Ele tá tipo assim com uma faca aleatória, que tu não sabe quão bem ela é limpa. Ele tira essa faca, ele vai lá, corta um negócio e te entrega. Tu vai dizer o quê? Não, obrigada, eu não confio na higiene da sua faca?
Gente, o que o olho não vê, o coração não sente. Aí, se eu não sei, beleza. Mas se eu sei, olha, esse aqui é meu vô, ele corta bosta com essa faca, a gente tá fazendo churrasco, porra. Aí eu falo, já jantei, obrigado.
É, então eu fico triste com esse cara aqui que passou por isso. Mas dos males o menor, porque ele descobriu depois que tinha sido faca de cocô, depois que ele comeu churrasco, depois que o seu Odysseu já tinha ido embora. Não teve nenhum problema, não passou por nenhuma grande doença.
Então ele morreu do quê? Infecção da faca?
Ninguém sabe.
Ele foi limpar a unha, foi no médico, o médico falou assim: que estranho. Falou: o que que foi? Não, seu avô tá com peste bubônica. Estranha.
Eu já passei por isso. Não por isso, mas por algo do tipo, que eu acho um paralelo interessante, que é: tinha um restaurante quando eu morava na Liberdade que eu era muito fã, eu adorava, e comi lá muito. Em um determinado momento, ele foi fechado pela Vigilância Sanitária.
Ah, eu até sei que restaurante que é esse.
Que eu vou ficar sofrendo por conta disso?
Não vou, mano.
Tá tudo bem.
Na verdade, eu acho até legal quando eu sei que eu vivi um grande perigo e eu não sabia que eu tava vivendo aquele perigo antes. Eu acho irado, porque eu penso: ah, eu sou forte mesmo, caraca, um monte de gente, mil caíram à sua esquerda, mil caíram à sua direita, né? Mas você não.
Eu fui comer uma vez aqui no restaurante aqui perto de casa, umas esfirrinhas, restaurante árabe. E aí a gente tava lá comendo, né, eu e minha digníssima parceirinha Cats. Não, não Cats. E aí a gente tava lá comendo e assim, que atendimento! Uma criancinha servindo a gente, da família, toda fofinha. Vamos pegar umas esfihas para levar para casa? Vamos! Aí pegamos esfiha para levar para casa. Aí ela olhou assim num cantinho uma baratinha frita assada.
Que gostoso!
Pequenininha, um filhotinho.
Era um filhotinho ou era uma francesinha?
Não sei a diferença. É, não cheguei perto dela e ela fez: ui!
Aí eu olhei lá.
Tem um tipo de barata que não cresce e fica barata, tipo barata grande.
Era bem pequititinha assim, né? Mas aí, bicho, a Ket ficou horrorizada e falou assim: nunca mais vamos comer lá. Eu falei: nossa, mas há uma hora atrás você tava assim, ó: Lambendo os beiços, tava lá feliz da vida. E eu falei, mano, às vezes caiu aquele dia, rolou, deu um acidente.
Eu acho que assim, se acontece uma vez, eu não criminalizo o restaurante, porque mexer com comida é isso aí, gente.
É, exatamente.
Pode aparecer uma barata, né, na sua comida.
Assim, quando você come fora, você tem que ter uma disposição a dar errado, entendeu?
Tô de acordo também.
Você tem que ter uma disposição.
É isso aí, pô. É assim que a gente treina o nosso organismo.
Quando eu fiz faculdade, no bandejão, que era R$1,90 o bandejão na minha faculdade, né? Então, pô, às vezes na alface vinha uma lagartinha.
É isso aí.
Eu acho bizarro a galera que morre, morre, mas assim, morre de nojo falar, ai, que negócio nojento, churrasquinho grego. Que isso? Uma obra de arte, uma peça de carne roliça, rolando. Aí o cara te oferece O suco sabor azul, suco sabor laranja, suco sabor rosa, amarelo, vermelho. Ah, vem um suco sabor vermelho. Aí ele abre uma gavetinha, tem um monte de saladinha de repolho que ele pega assim, ó, com a mãozinha com saquinho.
Ninguém sabe como foi feito, porque se soubesse não era tão gostoso.
Eu tava chegando lá em Osasco, minha terra natal, né? E Osasco, quando você desce da estação, você tá no calçadão de Osasco, que é o centro comercial ali, né? Um burburinho. E aí tinha um numa esquininha assim, ó, tinha um tiozinho vendendo churrasquinho grego aqui e tinha um aqui, ó, um do lado esquerdo, do lado direito. E eu estava no meio pensando, para que lado que eu vou?
Qual caminho tomar?
Qual caminho tomar, né? E aí geralmente o seu sentimento ali, né, o seu instinto mais primordial é ir onde tá mais cheio. Você fala, ali é o mais gostoso. E aí eu fui indo para o mais cheio e simplesmente o cara do lado começou a brigar com o outro.
Meu Deus!
Viram o meu tamanho, que eu sou uma pessoa grande, eles começaram me chamar que nem cachorro.
Vem para cá!
Eu fiquei horrorizado, eu fiquei horrorizado, que eu falei: caraca, como eu sou desejado! E eu fiquei um tempo assim me decidindo.
Legal, como eu sou desejado!
Você sentiu desejado?
Eu fiquei: nossa!
E aí, tu comeu?
É, eu resolvi da melhor forma, que eu comi um de um lado e um do outro.
Uma vez eu fui num quilo desse aí, cara, e aí veio— tá certo, pode não ser culpa do dono do estabelecimento, assim, das pessoas que estavam ali, né, pegando, né? Não precisa inocentar, só acusa.
Deu crachá de um funcionário.
Mas tinha, cara, tipo um puta de um pentelhão assim, cara. Ou era o cabelo enrolado assim, podia ser cabelo, né? Sei lá, enfim.
Mas assim, com certeza era cabelo, né? Essa pessoa tava numa escada arrumando a lâmpada e abaixou as calças e falou, foda-se.
Às vezes a pessoa, até o cozinheiro tava lá, meteu a mão dentro da calça, deu aquele coça, coça, coça, entendeu? E aí eu fui reclamar com o dono do restaurante, ele ficou todo cheio de onda assim, não queria, tal, não sei o quê. Aí para dar desculpa para eu não pagar a comida, ele falou assim, não, não Não era cabelo não, era um pedacinho de bombril. Falei, porra, mano, mas não melhorou nada o negócio.
Tipo, melhora, melhora, que tem a ver com higiene.
Não é mais doloso, gente, pelo amor de Deus, não é mais doloso, gente.
Mas pode, dependendo da palha de aço, pode perfurar o seu intestino.
É pior, o resultado é pior, mas a intenção do cara é melhor.
Pediu uma comida, chegou um fiozinho de cabelo, tiro e como.
Eu não tô dizendo que era o que eu deveria fazer, mas o que eu faço é que eu tiro e como a comida, independente do comprimento.
Se for de papel. Às vezes você vai puxando assim, ó, ele vem vindo assim, ó, saca? Parece uma corda náutica.
Na verdade, quanto maior o comprimento, mais eu tô satisfeita com aquele cabelo, porque normalmente seu cabelo é muito curto, ele tá em contato constante com suor, sebo do couro cabeludo. E quando o cabelo é longo, eu penso, pô, é, sei quantos cremes de hidratação tocaram nesse cabelo.
Meu vô me contou uma história uma vez que eu achei um absurdo assim. Ele foi comer na casa de uma pessoa na roça, assim, né, você vai vai visitar alguém, a pessoa te oferece a comida ali, você é obrigado a aceitar, né, porque é desfeita, né, ainda mais casa de mineiro, né. E aí ele foi comer a comidinha dele lá, eu não lembro se é uma salada, o que que era, e aí ele achou, não era um fio de cabelo, tinha um chumacinho de cabelo.
E aí ele ficou com muita vergonha de falar para pessoa que enfim tinha um fio de cabelo ali. Aí ele ficou naquela situação meio impossible situation assim, o que que eu faço e tal. A pessoa tava olhando para ele assim que ela não conseguia colocar de lado e tal. Aí ele pegou a folhinha de alface, ele só deu aquela dobradinha assim, deu aquela fincadinha com o garfo e mandou para dentro, cara.
Vamos falar mais de cocô aqui, naquela do nada, né? Porque o próximo email a pessoa começa dizendo, chorando de desprazer: fala, Cátia, Peperito, Nenezito. Mal sabe ela quem estaria aqui, né?
Tudo bem?
Venho fazer um relato de algo que me aconteceu na adolescência e um trauma que eu podia ter evitado se houvesse uma faca de cocô na vida cotidiana das casas. Quando eu era criança, tinha um crush correspondido. Cara, o privilégio dessa pessoa, não tem a menor noção, não tem a menor noção. Tinha um crush correspondido em uma menina que estudava comigo. Começou com os 9 anos de idade e foi até os 13, quando ela e a família se mudaram para Ouro Preto e eu fiquei em BH. Gente, um crush que vai dos 9 aos 13 anos de idade é casamento.
É, exato.
Por que tu tá com um nariz de porco do nada?
Tô chocada. Ah, é merda, já vim, já vim chafurdado.
Exato. Como nós éramos amigos, muito amigos, mantivemos o contato à distância, que na época era por ligação e Skype supervisionado pelos nossos pais. Kkkkkk. Quando eu fiz 16 anos, os pais dela me convidaram para ir passar o final de semana com eles e ficamos super animados. Porém, como adolescente que vai ver a sua amada depois de muitos anos, óbvio que eu tava até com torcicolo de tão tenso. Primeira viagem de ônibus sozinho para outra cidade para ver o amor da minha vida.
Chegando lá, Saímos para almoçar, depois tomar um sorvetinho, depois fomos comer um lanche, depois jantar, depois tomar outra, depois sorvete, o lanche e filme. E tudo sem lembrar sequer da possibilidade de ir ao banheiro. No dia seguinte eu acordei na sala suando frio de vontade de fazer as necessidades, mas como qualquer adolescente eu fingi normalidade e fui tomar café preto, comer pãozinho de queijo, e me serviram até um iogurte com granola.
Nada como a idade tenra da adolescência. Se eu não comi nada, sorvetinho, lanche nem nada, e tomo café preto com estômago vazio, eu já me cago.
Mas eu desde adolescente, bicho, tá maluco? 3 idas no banheiro, assim, 3 no mínimo, desde sempre.
É, eu também sempre fui bem por dia. Por dia, eu vou de 2 a 3.
Eu vou bem também, gente. Vocês são muito— é porque, nossa, que saudade do Odeio, que é outra pessoa que tem prisão de ventre, poderia estar aqui representando, tá? Aí ele começa a falar, né? Me deram até iogurte e granola. Aí diz: isso aqui já era o prenúncio de que ia dar merda. Eu acho que realmente assim faltou sabedoria. Ajudaria em vários aspectos, né? Eu quero saber uma coisa de vocês. Vamos supor que vocês são adolescentes, tá?
Vamos supor que a ideia de necessidades fisiológicas no geral é um tabu, porque quando você é adolescente é um tabu mesmo, entendeu? Você tá indo lá ver o crush da sua vida e tal, papapá. Ok, que oportunidade vocês aproveitariam para evitar o pior? Porque tem várias janelas de tempo ali, entendeu? Tem várias. O Fidão tá largando aos poucos a vontade de viver aqui durante a gravação, gente. Quem tá assistindo, eu tô adolescente, sou adolescente.
Ok, ok.
Não percebeu? O Doug percebeu o meu esforço.
É o cabelinho saindo pelo boné.
Muito bom.
O Rafa teve que ir lá. Olha aí, ó, virou um adolescente agora.
Joga a franja para frente, Rafa. Joga a franja, joga a franja. Aí, pronto. Olha lá. Ei, menino, chama o Rafael lá. Cadê o seu pai? Cadê?
Ele tem 37, mas parece ter 17.
Você tem touca aí nessa jaqueta? Põe a touca, põe a touca.
Dona Dalva.
Aí, ó, perfeito. Caraca, perfeito, perfeito, perfeito. Impressionante.
Vamos supor que o adolescente Rafa tá passando para essa situação aqui.
Sim, vai.
Qual é o momento que tu aproveita? Porque, ó, a pessoa dormiu na sala, pista número 1. Eu tenho certeza que ela tinha acesso a algum banheiro durante a noite. Durante a madrugada, as pessoas foram dormir. Ele não pensou em adiantar a solução de um problema que aconteceria?
Mas olha, Cátia, mas você mesmo, você já respondeu a questão. Ele é jovem, ele é burro, ele é burro, ele não sabe.
Sem dúvida é o ponto principal crucial da história.
Ele não sabe calcular, porque assim, possibilidades: entrar no banheiro de madrugada, ligar o chuveiro, e na hora que cagar começar a tossir para caralho.
Sabe o negócio que eu acho fascinante do corpo do jovem, né? É que a escolha dele era cagar agora ou cagar depois. A minha escolha seria cagar na calça ou no vaso, só teria essas duas escolhas.
Ou então cagar agora e depois, né?
Então é, mas a minha escolha é: dá tempo de chegar no banheiro?
Essa escolha que Saiu para almoçar, aí depois ele tomou sorvete. Sorvete é lactose, lactose e tipo açúcar e tal, e bastante gordura. Depois comeram um lanche, ele não disse qual lanche, talvez seja aquelas pessoas que chamam sanduíche de lanche, mas se for já é mais— eu sou desse, possivelmente gordura e tal, tá? Aí depois jantar, depois pipoca. Então tipo pipoca é um negócio que tem muita fibra, muita fibra, manteiga, fibra e tal.
E aí E ele, e no outro dia ele já acordou, pô, suando frio, claramente. Aí foi tomar café com pão de queijo, e aí serviram para ele iogurte e granola. Tipo assim, era impossível isso aqui não dar errado. Faltou muita sabedoria na hora de dizer não. Mente, fala que tá intolerante à lactose. Cara, mentira, ela é sempre uma opção, sempre.
Isso daí é uma receita para uma bomba, né?
Ele diz aqui, ó: nesse ponto eu já não ouvia mais nada, não conseguia mais prestar atenção em nada, tava usando 100% do meu cérebro para não precisar usar o caso, morto por dentro de vergonha. Isso aqui é uma coisa que vocês já viveram, isso de tipo assim, a sua audição falha de tanto que você tá se concentrando em segurar, o ouvido começa a pitar, né, o ouvido apitando, sabe, faz o pi.
Ou você começa a fazer barulhos comprometedores e você mesmo não entende que você tá fazendo esses barulhos.
Caraca, o Rafa adolescente tá me quebrando muito, Bruno. Toda vez que eu olho para ele, ele tá mais jovem.
O que é isso?
Até o final da gravação não tem bigode mais.
É, cara, que coisa doida!
É o caso de Benjamin Lousada.
O cara continua dizendo o seguinte: bom, chegou no ponto que eu não tinha mais o que fazer, mas sugeriram que a gente deveria tomar um banhozinho para ir curtir o segundo dia. E essa era a janela de oportunidade que eu tava esperando. Fui para o banho e usei o banheiro de visitas, me desfiz daquele monstro que habitava em mim, e na hora da descarga, quem disse que o maldito descia?
Pelo contrário, peça única, sólido. Que doideira!
Claramente, imagina 6 refeições e muita fibra.
É um tronco de eucalipto, cara, não tem jeito.
Exatamente, exatamente.
O cara cagou a rolha, né? Cagou exatamente.
Se tivesse cheiro de eucalipto também ia ser massa, hein, cara? Esse cocô ia gostar.
Se fosse cheiro de eucalipto aí já—
aí você corta com gosto com a faca, né, Rafa?
Nossa, ia ficar demais! Dá aquela cheiradinha depois assim, né?
Já vinha abençoado. Meu Deus, bebê Rafa, calma!
Coisa de jovem. Desculpa, gente, o Rafa é jovem.
Ele diz que quando tentou dar a descarga, nem girava. Não só não descia, mas nem girava. Procurei no banheiro algo com que me desfazer daquele bambu, não encontrei nada. A gente já viu algumas outras histórias aqui de gente que tipo capturou o cocô ali com um saco e tentou jogar por uma janela e caiu no jardim de inverno. A gente já viu uma pessoa que tentou jogar pela janela e ela ficou presa na janela. A gente já viu várias histórias desse tipo, né?
Mas aqui aparentemente não tinha nenhum tem cílio nalo. Então faltou criatividade também, porque faltou demais. Eu acho que faltou criatividade, tá?
Porra, é o shampoo, condicionador, pega lá e dá seu jeito, bicho. Depois você lava essa merda.
Aí fala: comecei a entrar em desespero. Pior que fazer cocô na casa do crush era falar para ela que o cocô era tão grande que não descia. Engraçado, porque isso aqui é um negócio impossível também. Pô, você vai passar dias na casa da menina, provavelmente você vai fazer cocô lá, cara.
Quem disse que ela precisa saber que você fez um cocô gigante gente, você pode só falar assim: aonde que eu arrumo um balde aqui só para eu resolver um probleminha?
Olha, eu vou dizer, Doug, isso aí, cara, é mesmo que tu dizer que cagou um pau.
É, mano, você entregou.
Vai que, ó, Cátia, olha, vai que nesse mundo mágico e das coincidências da vida ela fala: isso vive acontecendo aqui em casa.
Mentira!
Olha aí, ok, existe, existe essa porcentagem aí.
Não, mas você pode falar assim, gente, lá em casa casa, os canos, eles são construídos a forma que meu pai fala para eu jogar papel no vaso e não no lixo. Então aqui eu fiz como eu faço em casa, acabei entupindo.
Mas tudo isso que vocês estão falando não ajeita a situação dele, porque o que ele queria era fingir que não faz cocô.
Não, ele tá errado nessa premissa dele.
Aí é o jovem, aí é o jovem, eu mando fingir que ele era um androide, né? Tipo, que ele não era humano, né?
Porque Ele disse: sem utensílios, sem saída, eu tinha duas opções. Eu poderia morrer ali mesmo ou teria que fazer o trabalho sujo com as minhas próprias mãos.
Ah não, não é possível, mano, não é possível. Que que tinha no banheiro? Tinha o quê? Uma pedra de sabão?
O chinelo, ele não usava chinelo, cara? Pega o chinelo e corta o cocô com chinelo, cara?
Você não tem, não tem nada, só tem uma pedrinha de sabão e a torneira, mano. É 14 voltas de papel higiênico aqui, ó, assim, claro, 3 dedos, claro. E depois aquela afundadinha assim, ó, com papel higiênico, vai dissolver, mano. Não é? Não, não, mas gente, tem uma coisa ali diferente, pô. É melhor do que ser indireto.
Não, o negócio é: você vai tirar da água aquele chá de bosta e vai botar aquilo no cesto?
Eu não consigo me imaginar nessa situação desse cara. Eu sinto muito que isso aconteceu na adolescência, deve ter doído ainda mais pra ele. Mas cara, todo banheiro tem um lixo. E lixos normalmente têm um saco. Saco é uma coisa que é antiágua, pô. Ele é impermeável. Você pega o saco: ah, é porque tava cheio de papel higiênico lá. Meu amigo, esse dos seus problemas é o menor.
É, com certeza.
Pega o saco, coloca na mão.
Pega o toroço, espreme ele que nem uma batata assim pra fazer purê. Aí dá uma lavadinha de leve, joga ele de novo num cesto, coloca os papel higiênico tudo de novo.
Em último caso, sacrifique sua cueca.
Boa ideia.
Eu acho que esse é um conselho horrível, porque, cara, o que ele vai fazer com a cueca cagada depois, vida?
Oxe, joga no cesto.
Joga no cesto embaixo de todos os papéis. É, joga muito papel em cima.
É isso aí.
Às vezes você mesmo já dá o nó ali, ó. Ficou assim, ó, eu já fechei o lixo que tá muito feio.
Verdade. Nossa, é verdade. Eu tenho um amigo que ele fez isso daí, e ele nem era adolescente, hein, ele era um jovem adulto. E ele simplesmente falou, deu-me a hora. E nunca mais falou com essa pessoa, foi embora.
Então, mas aí ele tinha essa opção. Esse cara aqui era amigo dessa menina desde os 9 anos, nessa história ele tem 16.
Não, é, eu acho que faltou criatividade. Você devia ter feito, ó, eu não sei que idade você tem agora, mas já entra num curso ali do barbeiro, fichas, você improvisar melhor, mano.
É porque eu sinto que o Doug Lira e o Vidani, eles são duas pessoas que têm muito pouco apego às coisas mundanas no geral. Mas Doug, Bezerra e Rafa, qual a opinião de vocês? Vocês não fariam isso? Vocês chegariam e falariam para família do crush de vocês que vocês cagaram tronco?
Eu falaria a verdade, falaria em tom de piada assim, de graça, cara, porque eu fico nervoso. E quando eu fico nervoso, eu falo merda. Então, tipo, nada melhor nessa situação do que ser sincero, tá ligado? E tornar isso uma grande piada.
Esse desafio que o Vidani e o Doug tem, eu também tenho, cara. Eu acho que assim, eu não ia fazer esse Missão Impossível dos infernos aí não, sacou? Que eu ia fazer isso aí, Rafa, eu assumir. Gente, foi mal, hein? Eu vou ficar uns dias aí e eu cago. E aí aconteceu isso, descarga lá, não tá funcionando direito, sei lá, não sei, cara. Eu ia jogar real também.
Eu já viajei com namorado assim quando era adolescente e eu precisei fazer cocô como todo mundo, né?
Ai, cara, eu tô com muita pena dele.
Não, eu tenho pena dele também, mas eu acho que de repente o desespero o cegou. É, ele não viu um condicionador, ele não viu uma buchinha.
Ele podia ter pego o tubo, a garrafa do condicionador, esvaziado a garrafa.
Tá, vai, gostei.
E colocado o troço dentro, perfeito.
E falado, gostei muito do condicionador, posso levar?
Bota um pouquinho de água, dá aquela chacoalhada assim, ó.
Caraca, mas ele poderia ter feito isso realmente. Mas aí tu tá supondo qual é o tamanho da entrada dessa garrafa de condicionador, né?
O jeito mais fácil seria ele vai na cozinha escondido, pega uma faquinha de cortar laranja, entra no banheiro, pega pedra de sabão, começa a esculpir, lapidar ela pra ela parecer uma estaca, né? Pra ele não sujar a faca. E depois ele pega o sabonete, começa a esfaquear o cocô dele. E aí pronto, vai tudo para o ralo, vai tudo para o negócio.
Cara, eu realmente acho assim, tô pensando com a visão de um jovem que vai agir impulsivamente, entendeu? Quando eu falo sobre você sacrificar uma meia, uma cueca, eu acho que são boas opções se você tá sem coragem de conversar.
Eu não acho ruim isso de sacrificar um meio, uma cueca. A minha, o meu questionamento é só o quão isso vai resolver de fato seu problema, entendeu? O quanto isso vai resolver o seu problema? É Tipo assim, se você pega uma cueca que é um tecido poroso, normalmente algodão, alguma coisa do tipo, você vai lá, toca num cocô com ela, ou então pega um cocô, enrola nessa cueca e joga dentro do lixo, você tem um negócio que tipo assim é uma bomba de mau cheiro, é um negócio pesado, é um tipo assim, não resolve seu problema, brother.
Mas aí você enrola com papel higiênico ali e você de qualquer maneira vai ter que pegar um tecido poroso e enfiar sua bunda na privada. Então se você já tá fazendo isso, ele só fazer isso com as próprias mãos já é metade do problema. Na verdade, é isso que ele fez, né? Ele falou que teve que fazer o trabalho sujo com as próprias mãos. Ele disse: eu escolhi seguir vivendo com isso, talvez tenha escolhido errado. Meti a mão naquele tronco e desfiz com os dedos, sentindo todas as fibras de tudo que eu tinha comido no dia anterior.
Imbecil, podia ter usado um dedo só, né? Tem 10 dedos, vai usar todos? Que porra é essa?
Foi um trauma tão grande que ainda lembro da textura. Isso já faz uns 12 anos.
Olha só, aula de cerâmica nunca mais, né? É isso, cara.
O cara assistiu o Ghost do outro lado da vida, chorou.
Ele fica, ele faz assim.
Hoje descobri a existência da faca de cocô e eu juro que se fosse me dada a oportunidade de voltar no tempo, eu teria contrabandeado uma das facas do café da manhã comigo naquele dia e evitado esse pesadelo que ainda me atormenta às vezes. Espero que tenham gostado do meu relato. Hoje posso afirmar que sou a favor do utensílio citado no Vortequinho e meu tabu com fezes não existe mais. Vou no banheiro onde estiver, não fico mais suando frio por conta da vergonha de necessidades fisiológicas. Um Um abraço, vocês fazem meus dias mais felizes. Chico Liro.
Cara, é muito melhor você cagar fora de casa, gente, pelo amor de Deus, é muito melhor, tá? Para você evitar esse tipo de coisa. Ah, tô viajando para visitar o meu crush em uma cidade. Ah, vamos no shopping? Vamos, caga no shopping, irmão.
E se essa pessoa, que aí é outra coisa que, enfim, né, eu não sei, não vou criticar, mas eu tenho um negócio assim, aquelas pessoas que não conseguem fazer cocô fora de casa.
Exato, é o jovem ter lugar de falar.
Eu não consigo entender isso, mas enfim, é, eu sou um jovem que faz cocô fora de casa.
Esse Claro que teve um problema aí com Cocô e uma situação de amor e tudo mais, mas a gente cresce, né? A gente amadurece, as coisas enfim mudam. E é isso, cara, faz parte do processo de amadurecimento você entender que o seu corpo é aquele, não tem como você mudar e virar uma esponja do mar.
Por isso que tem que passar por essas experiências, porque você vai criando, você vai virando coisa do Quarteto Fantástico, vai criando a casca, essa rocha aí. É claro, não é para virar uma rocha e perder o sentimentos, né? Não, mas você vai aprender, né? E não arrocha a dança, né, na qual o Vidani representou.
Entendi.
Mas é importante passar por esses traumas. Eu tenho um— você falou aí de 16 anos, e eu lembrei que quando eu tinha 16 anos eu menti para os meus pais que eu ia dormir na casa de um amigo meu, mas na verdade a gente ia sair na noite de Osasco, na madrugada, aprontando de montão, fazendo igual os jovens de 80, que ficava pulando, batendo no outdoor, falando: é isso aí, galera!
Meu Deus, cara, meu Deus do céu!
Fazendo um monte de presepada. E essa noite foi assim maluca, que aconteceu um monte de coisa. E uma delas foi: estávamos descendo uma avenida de Osasco, zero pessoas, tinha um boteco aberto com um monte de velho tomando café, cachaça, que a galera que trabalha de madrugada. E eu escutei, Cate, uma voz Douglas, Douglas! E aí eu lembrei, aí veio o flashback, falei, puta que pariu, meu pai trabalha recolhendo caçambas de lixo na madrugada.
Meu Deus, não, não!
E aí eu falei para um amigo meu, olha de canto de olho, vê se é meu pai. E ele falou, eu acho que é o seu pai. E aí o que que eu fiz? Caralho, ele ouviu Douglas, ele Não, é, eu ouvi Douglas, já a espinha já foi arrepiando assim. Ele vai me matar, né?
Provavelmente.
Ele falou, eu acho que é o seu pai. Aí eu falei, então olha para frente, não olha direto nos olhos dele. E eu comecei a fingir que eu andava de outra forma, comecei a mexer os braços como se eu fosse outra pessoa e meio que gesticulando como se eu tivesse conversando e tal.
O cara andando Charlie Brown Jr. É tipo isso. Beleza.
E eu ignorei. E ele me gritou assim, ó, umas 3, 4 vezes.
E funcionou!
No outro dia eu saí da casa do meu amigo Hugo Filho do Capeta, fui para casa. Aí cheguei lá assim de manhãzinha, tava meu pai tipo com a vassoura, tipo limpando assim um quintal.
Caraca, pensava que ele tava te esperando no camarim.
Então, mas ele meio que tava, né?
Ele tava disfarçando que ele tava varrendo.
E aí eu cheguei assim meio tipo Tipo, ah, bom dia, pai, com a mochilinha assim. Aí ele tipo, tu foi aonde mesmo? Que na tradução do meu pai é você foi aonde mesmo, né? Aí eu falei, claríssimo para mim, na verdade tava na casa do Hugo, fui dormir na casa do Hugo. Aí minha mãe já, você voltou? Ó, vai para mim não sei na onde. Eu tô indo, mãe. Aí na hora que eu fui entrando assim, ele olhou para mim e falou, tua batata tá no fogo. E a gente nunca mais jamais tocou nesse assunto.
Ou seja, é só batata, tá no fogo ainda, tá assando lá ainda.
Você acaba de confessar.
Se esse áudio chegar no seu pai, ah, mas é isso, ele for tirar satisfação comigo, eu vou virar para ele e falar assim: cala a boca, você fez filho fora do casamento! E ele vai esquecer, pô.
A próxima história é sobre isso, é sobre uma pessoa adulta que continua passando por esses desconfortos.
Adulta, adultera, igual tá na Bíblia.
Pega a mulher, é igual foi recém.
A próxima história é a seguinte: queridos do Vortex Podcast, venho por meio dessa correspondência digital, correspondência digital, buscar um pouco de acolhimento e validação para uma questão de engenharia sanitária que carrego há anos. Mantenha o tom sóbrio porque o assunto é grave, embora envolva certa destreza cirúrgica. A gente já vê aqui que é alguém que foi formado em letras, no mínimo, né? Desde a infância na casa dos meus pais, percebi que meu organismo produz espécimes que desafiam as leis da física e da tubulação padrão brasileira.
O bendito cujo nunca descia na primeira, e os episódios de entupimento eram frequentes. Bom, até que em uma tarde de puro desespero e minutos ininterruptos de descarga inútil, tomei uma decisão drástica. Encontrei uma escova de dentes velha e mutilei o elemento instrutor. Aqui eu tenho uma coisa para dizer sobre o que você usa de ferramenta mesmo, né, cara? A faca de cocô, ela pode ser polêmica como for, é um negócio complicado, beleza, tá?
Mas ela é feita de metal, é uma coisa que é feita para ser bem limpa, é uma coisa que é feita para não acumular ali microrganismos eternamente. É metal. Plástico já não é tão seguro assim. Se alguém tá aí em algum lugar desse Brasil escutando Vortex Podcast e usando algum utensílio de madeira para encontrar isso aqui, por favor, por favor, vá até a polícia, se entregue. A pessoa fala o seguinte aqui: foi um divisor de águas. Aquela humilde escova tornou-se minha ferramenta de trabalho secreta por anos.
Eu aí higienizava com extremo rigor técnico, abre parênteses, sempre com o devido distanciamento tátil para evitar contaminação, fecha parênteses, e a mantinha escondida da minha família. Com o tempo e o desgaste natural da peça, fiz um upgrade para uma haste de acrílico muito mais ergonômica, hidrodinâmica e fácil de lavar. Ela foi minha fiel companheira até uma reforma do banheiro. Dinheiro que levou meu precioso instrumento embora.
Voltei temporariamente ao método da escova até dar o próximo grande passo da minha vida: o casamento. Quando fui morar com o meu marido, tomei a decisão prudente de não revelar a existência do método. Ele é um homem adorável, mas certas verdades biológicas abalam os alicerces do matrimônio.
Perfeito, perfeito. Não, tá certo.
Honestidade é uma coisa, oversharing é outra, entendeu?
Tá certo, perfeito.
Tem coisa que você precisa falar, tem coisa que você pode quebrou o silêncio.
As pessoas podem ter seus segredos, não é uma coisa assim, é um segredo. Esse tipo de segredo é um segredo que tá valendo, tá?
Beleza. Agora, tem segredos que envolvem os outros que você tem que contar. Por exemplo, meu marido: eu tenho uma faca, eu corto bosta no banheiro. Conte.
Aí fala: obviamente não revelarei o objeto que utilizo hoje no nosso banheiro porque ele é um ouvinte assíduo do Vortex e não posso arriscar minha soberania Perfeito, tá certa, tá certa. Só digo que é uma peça secreta, altamente lavável e estrategicamente posicionada onde os olhos dele jamais alcançarão, que é debaixo do armário assim, né, aquela cola com chiclete assim, né.
Se o item dela tem a ver com higiene de banheiro também, não tem por que ele utilizar de forma errada, né, tipo, ele não vai pôr na boca.
É, não vai, não vai. Mas assim, pode ser escondido, por exemplo, perto ali de onde ela deixa o absorvente, dentes, que é um lugar que ele não vai mexer, não vai olhar nunca.
Então, na caixinha de joias dela.
Eu convivi por anos com uma pessoa que tinha sua faquinha de cocô, né? Meu primo, isso, que faz lá o Troféu Cocô comigo, tudo. Já contei algumas vezes lá no Troféu Cocô, no Frango Fino, que, cara, assim, eu chegava na casa dele e o pai dele tava bravo, eu já sabia o que que era.
Fez um cocô de cimento, era isso.
Ele cagava, o Roca era uma Brasileira, cara.
Não tem como você ficar chateado com uma pessoa que fez isso porque não é de propósito, cara.
Mas é que o pai, o pai do Roca, o pai do Roca, ele é um, ele é uma pessoa um pouco, um pouco particular assim, é uma figura um pouco ordinária. Eu diria que é um pai bem parecido com outros pais do Brasil, brasileiro, porém presente, né?
Essa é, eu acho que a média é o pai ausente, é o ausente presente.
Isso, realmente não é a média, mas assim, era muito frequente, cara. E quem ficava responsável por desentupir o banheiro era ele. Então assim, e era muito, cara, era muito frequente. Eu não tô falando para vocês, ah não, eu ia lá uma vez. Não, cara, era toda semana.
Gente, como você resolve isso? Falando sério, eu lembro que tinha uma amiga minha que no colégio ela tinha problema severo de prisão de ventre e ela comentava muito sobre essas coisas. Aí teve um dia que ela disse assim, eu comprei uns supositórios de azeite de oliva e eles têm me ajudado. E a gente ficou horrorizado.
Caralho, supositório de azeite?
Eu já ouvi muita gente fazendo isso de, ah, pera aí que eu tô com prisão de ventre. Aí vai no banheirinho, pum, e depois de um tempo fala, opa, só um momento.
O supositório parece um instrumento do passado para mim. Ainda existia, as pessoas ainda contaram com supositório, negócio que me encanta.
Mas não parece um funcionamento meio contralógico assim, né? Porque você não tá conseguindo expelir o negócio, aí você vai botar mais alguma coisa lá dentro?
Tipo, ele dissolve, Rafa.
A pessoa acaba dizendo o seguinte: dentro do meu lar essa operação é controlada. A verdadeira prova de fogo é a vida pública. Meu sonho que as residências particulares adotassem as tubulações de alta sucção dos escritórios comerciais, onde nunca passei aperto. Já na casa de amigos ou banheiros públicos, a engenharia de improviso precisa entrar em ação. Atenção, porque aqui tem lição para a pessoa da história passada. Desde as bordas rígidas de embalagens de creme capilar e sabonete líquido até a estrutura tubular do papel higiênico, do papelão do papel higiênico, que se devidamente vincada e dobrada adquire rigidez o suficiente para uma intervenção rápida, cara, é rápida, tá?
Não que eu já tenha tentado, mas o negócio é o rolinho de papelão dentro do rolo de papel higiênico, ele é um time, ele tem um tempo, entendeu, de vida. Ele tem, ele tem, ele é um, ele é um, chama do Blade Runner lá, é um replicante, entendeu? Você tem que usar ele rápido assim. Se você ficar bobeando com ele dentro d'água, irmão, daqui a pouco serão seus dedos da bosta.
É, você tem que ter uma precisão cirúrgica, né, que claramente ela tem aqui porque ela tem anos de experiência. Aí fala: escrevo porque ouvi relatos semelhantes no programa, me trouxe paz de espírito, e uma paz de espírito indescritível. Saber que não estou sozinha nessa trincheira sanitária me conforta a alma. Obrigada pelo espaço e pela prestação de serviço. Atenciosamente, um ouvinte anônima que valoriza a discrição e a fluidez do fluxo hídrico.
E você usou a expressão que é a mais perfeita para esse caso, né, tipo, envolvendo cocô, que é ter anos de experiência. Delícia, né? Legal.
Bom, agora que a gente já falou um pouco de cocô, eu quero fechar na verdade esse programa aqui com outra história de um outro ouvinte que nada tem a ver com cocô. Mas deixa aí um fato curioso para vocês, para vocês terem mais ou menos noção do que que chega para a gente no Chorando de Prazer. É um ouvinte que diz o seguinte: eu consigo chegar ao clímax em qualquer situação mesmo. Oi, linduchos do Vórtex, vim contar uma história de como eu consigo gozar em qualquer lugar, qualquer momento, para vocês.
Legal.
Cemitério, velório, até no banheiro da casa da namorada depois de dar um troção de 3 metros.
Eu acho que vai ficar mais claro lá na frente, Cátia, mas é um menino ou uma menina?
É um menino.
Ah, aí zera a surpresa agora.
Pô, eu sou um peixe, eu tenho escama, tá ligado?
É, você tem que entender, Cátia, que um homem num ônibus segurando uma mochila e a mochila ficar sacudindo, ele já, ele já fica atormentado. Tá acelerado, a vida dele vira inferno. Ele fala: fudeu, como é que eu vou sair desse ônibus? Eu não consigo levantar.
Eu tenho medo de vocês às vezes, como eu deveria, pelo jeito. Bom, continuando a história, a pessoa diz o seguinte: eu não fui circuncidado na infância, mesmo tendo uma fimose nível ultragaláctico.
A fimose é quando o seu prepúcio inflama e ele impede, né, aquela região de soltar a cabeça toda para fora para você mostrar o pescoço do Herofute ali bonito, como nasceu Você perde a capacidade da gola rolê, né? A fimose é o processo inflamatório ali, é aquele processo. Você tem prepúcio, o seu prepúcio pode sim ser elástico ao ponto do Odisseu puxar ele para cima como se ele tivesse armando o arco e fazer um boing. Aí ele pode.
Eu achei aulas. Aí diz o seguinte: por causa disso, durante a minha adolescência eu mal conseguia ter uma ereção, pois sentia muita dor. Ai, tadinha! Acordava com dor sempre que tinha sonhos eróticos.
Era fimose mesmo.
Já é possível imaginar que por conta disso eu não conseguia me masturbar. Eu Eu não tinha pensado, minha cabeça não tinha ido aí, eu não tinha pensado nisso, tá? Na época das 7ª e 8ª séries, os colegas da escola começaram a aparecer com revistas Playboy e eu tinha interesse em vê-las, mas não conseguia porque ter ereções era muito incômodo. Gente, meu Deus, eu já tinha 16 anos.
Que isso? Não falou para ninguém, meu querido?
E estava assistindo a novela Uga Uga.
Nossa, se ele tiver vendo Topa Tudo por Dinheiro, meu Deus do céu! O Google falou, olha, ele já tá aqui.
Ele tava assistindo a novela Uga Uga. Achei extremamente específico, mas é uma lembrança que claramente foi muito forte para ele, né? Ele diz: Daniele Winditz apareceu usando um biquíni e eu comecei a ter uma ereção. Na tentativa de evitar a dor dessa ereção, eu deitei na cama e contraí os músculos das pernas com toda a minha força, e logo senti algo estranho, uma sensação maravilhosa. Foi o meu primeiro orgasmo. Orgasmo aos 16 anos de idade.
Não sei por que isso aconteceu, mas eu descobri que contrair os meus quadríceps por um longo período de tempo me fazia atingir o clímax.
Olha lá, isso daí é uma bela de uma técnica, hein?
Quando ele diz isso, ele continua falando: tentei outras vezes e fui conseguindo até que acabou a munição. Caraca, ele tentou outras vezes na ocasião, no mesmo dia, na sequência.
Que Mas não deu nem para esperar aquele, porque tem que esperar um pouquinho assim, né?
Tipo, com 16 anos, um cara que nunca, que o requeijão tá daquele jeito espesso, uma loucura. Até parece, Rafa, é 5, 6, 7, 8, 15 vezes por dia.
Como que ele faz elevação?
Cadeira flexora.
Ele vai malhar de camisinha, que já passou, pode sujar.
Ele fala aqui que tentou, né?
Tentei outras vezes, fui conseguindo até que acabou a munição. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk diz ele.
Fui aprimorando a técnica ao longo dos anos. Hoje eu consigo controlar até se vou ou não ejacular.
Meu Deus!
Se eu contrair muito o períneo, consigo evitar a ejaculação e só tenho orgasmo. Caraca, essa pessoa tá— essa pessoa é—
parabéns! Inventou o sexo 2!
Sexo 2, com certeza!
Já tive orgasmos em filas de banco, diz ele, no escritório e até em reuniões de família.
O quê?
A partir daí virou desrespeito, virou putaria, virou sacanagem.
Não, ele tava querendo testar até onde ele conseguia chegar, entendeu?
Eu não quero correr o risco do meu pai tá na fila da Caixa e o maluco gozar atrás do meu pai, cara.
Porque flexionou o quadríceps. Aí ele fala: basta ter algum gatilho visual ou memória que eu consigo. É isso, pessoal. Nunca chorei de prazer, mas eu tenho prazer onde eu quiser. Um beijo para vocês.
Mas como tá a fimose dele?
Ele conseguiu desenvolver essa técnica, ele não precisou mais de ereção.
E às vezes também, se tirar, ele perde a habilidade de X-Men dele, né? Mas vocês já ouviram falar que tem um tipo de orgasmo que as pessoas têm na academia com frequência? Com frequência, aspas.
Com frequência?
Olha, eu vejo pessoas com frequência gemendo na academia, mas não sei se é orgasmo.
Não é isso, eu acho. Eu espero. Então, eu não sei como que fala, mas eu sei que tem uma coisa, é, a galera chama de coregasmo. Eu vou ler uma matéria aqui. É isso, nem ia ser sobre isso, mas vamos lá. Coregasmo, por que acontece, como ter um e muito mais. Isso aqui é tradução automática da revista Healthline. O termo.
Eu tô anotado agora.
Um coregasma é um orgasmo que ocorre durante a prática de exercícios ou treino de core. Ao ativar os músculos para estabilizar o abdômen, você pode também acabar contraindo os músculos do assoalho pélvico. É, normalmente acontece em mulheres, né, que eu saiba, que são essenciais para atingir o orgasmo. Isso pode parecer incomum, mas os cientistas reconhecem esse fenômeno desde a década de 50. Na literatura médica, um coregasma é referido como orgasmo induzido por exercício.
Exercício, né? OIE, ou prazer sexual induzido por exercício. Como acontece? Cientistas não sabem exatamente porque orgasmos acontecem. A teoria predominante é que músculos abdominais e do assoalho pélvico trêmulos e fadigados produzem algum tipo de estimulação interna que causa um orgasmo. Para os homens, isso pode estar ligado à estimulação da próstata.
Olha só, legal!
Claramente é isso que o nosso amigo aí faz.
Eu não sei se é só isso Não sei se é isso não. Eu fico me perguntando, porque assim, tem várias coisas que estimulam ejaculação, mas o lance é às vezes a própria— como ele fazia pressão no quadríceps, às vezes ele ficava massageando a glande levemente, entendeu?
Também pode ser, né?
Eu acho que tinha a ver. Pode ser a musculatura que também é o famoso pisca o cu, balanga o saco, né? Porque é inevitável. Mas o ponto é, você tá mexendo aquela musculatura, isso todo homem vai entender o que eu tô falando. Às vezes você vai você vai mijar, você tá com muita vontade de fazer xixi, na hora você mexe todos os músculos ali junto, vai vontade de soltar pum, certo? Porque você tá, você não tem o controle individual de cada músculo, entendeu? Então ali você tá fazendo força, a força vai na região ali.
É, eu vi uma moça perguntando outro dia lá no TikTok se o homem fazia isso também, de fazer xixi e cocô ao mesmo tempo.
Claro que faz, pô. Eu só faço xixi sentado, já contei isso mil vezes, não sou embaixador do movimento do xixi sentado. Brasil, MSB, a gente tá correndo o país aí com essa causa. 40% das vezes que eu sento para mijar, eu acabo cagando.
Que isso? Quantos xixis tu faz por dia?
Não, mas às vezes sai só uma parcela, entendeu? Uma microparcela, uma entrada. Mas você tá ali, você tá fazendo xixi, de repente você sente o corpo, dá aquela escapadinha. Não, seu corpo fala: se você quiser, tem pronto.
E tem a prática também do cocunheta aí, hein? Tomem cuidado com isso. Como assim cocunheta?
Eu vi também isso no post na internet, eu vi isso no post na internet. Eu juro por Deus que não é coisa minha nem do Lidani, tá? O cocanheta é assim: você senta para fazer um cocô, aí você já tá ali sentado no vaso, de repente, ah, fiz o cocô, tô aqui, vou botar o punheta, porque já tô sentado, já tô com o pinto na mão ali, tá tudo no lugar.
Você caga com o pinto na mão?
Não, mas às vezes você tá ali, ó, vou levantar. Não, antes de levantar vou socar uma bronha e vou depois já limpo tudo.
Entendi.
Eu achei revolucionário. Revolucionário, tá? Revolucionário.
Isso é comum, então, que você faça, né?
Mas eu nunca fiz, juro por Deus, nem eu nem o Lidane, meu primo, nunca.
Essa moça que eu vi no TikTok, ela falando isso, aí ela termina o vídeo dela, fala: e a cocunheta, hein? E aí nos comentários só a mulherada, tipo: o que que é cocunheta?
Difícil.
O Rafa não vai fazer, mas Rafa faz aquele esquema, joga a franjinha para frente, põe a toquinha que aí o baby Rafa faz, cara. O Rafa ali, usada, o Rafa do trap, isso, ele faz tranquilo.
E a banheta?
A banheta de lei, bem menos problemático e curioso, até diria.
A banheta é zero problemática.
É, então zero, não, você não tá, você não tá jogando ali com a infecção urinária, inclusive você já tá ali com o sabonete ali próximo.
Muitas mulheres têm toda a A revolução sexual aí, todo esse chuveirinho. Exatamente, é verdade.
Queria agradecer todo mundo que veio aqui hoje falar de cocô, falar de sovaco, falar de estímulos perianais. É uma maravilha ter vocês aqui no Vórtex, galera. Convidem as pessoas para ouvir vocês também falando de cocô no Frango Fino, oficialmente agora.
Frango Fino sai na quarta, mas temos programa segunda, quarta e sexta, tá? São 3 programas por semana. Me dá um fá aí, Vidani. O Troféu Cocô não tem história só de cocô, tá?
História de troféu.
Pera aí, tem histórias de troféu, exato. Tem histórias ruins de troféu, né? Não, mas são histórias da vida, né? Pessoal manda história pra gente. Isso, nossos ouvintes mandam pra gente, a gente conta lá a história, reage, comenta, né? E o frango fino é esse programa aqui A Cátia já foi lá, o Pepe já foi lá também, né? O Vidani também tá sempre lá. E na sexta-feira tem uns Ciscadinhas, que é um programa que a gente fala, a gente responde os comentários da semana assim, dos 2 episódios que tiveram, senta para trocar uma ideia do que rolou na Semana do Frango.
Vai lá, a gente tá no Spotify, tá no YouTube, e tem também nosso Instagram, frango.fino. Corre lá e segue a gente, acompanha lá.
É um deleite visual, porque capas ilustradas desde 2012.
Inaugurando essa tendência, né, na internet.
Gente, convite é Jovem Nerd Esporte Clube a todo vapor lá no Jovem Nerd, tá sendo muito legal. Recentemente gravei com Demian Maia, ex-UFC, lutador de jiu-jitsu, e não falei para ele que sou imune ao jiu-jitsu porque eu esqueci, não porque eu tenho medo dele me explodir.
No começo do episódio fala que escuta o Vortex.
Irado, né?
E é uma coisa que era uma informação que já tinha chegado até mim, mas não com a voz dele, né? Porque tem um cara que trabalha com ele que faz fisioterapia na mesma clínica que eu faço fisioterapia, que é o Únicos lugares sociais que eu tenho hoje em dia, tipo, terapia, academia, vôlei, é isso. E aí ele falou isso, eu fiquei mal porque eu fiquei, putz, eu não acredito que é isso que o DMMI sabe de mim, cara.
Que isso, ele ficou feliz, cara, te deu, acho que foi só pessoa feliz.
Obrigada, DMMI, desculpa que eu tenho pouco músculo, mas eu tô fazendo o meu melhor.
Para, ele não deve ficar feliz.
Você é o cara, venha gravar o Vortex, DMMI. Mas tá rolando lá com tudo muita alegria, enfim, tô aí, né, gente, tô fazendo tudo aí.
Maravilha.
E é isso, tem um beijo para mandar para galera? Um Beijo para todo mundo que vai fazer a cocanheta hoje.
É isso, gente, hoje a gente vai ficando por aqui, mas a gente se encontra na quarta-feira que vem.
Tchau, tchau!
Lembre do Vidaí na cocanheta, isso aí, lembrem dele!
Alura
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