Vortex 134 - traindo com Celso Portiolli, serial shitter japonês, retiro que apaga histórico carnal
Uma briga de rua e um poste explodindo tentaram nos parar, mas @katiucha e @OdeioPePe se reergueram para falar sobre guaxinins viralizados, retiros de premissa duvidosa e muitas outras questões seríssimas no Vortex 134.
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Link do post do episódio nas redes sociais:
Links comentados no episódio:
Celso Portiolli foi eleito o apresentador com quem as mulheres mais trairiam os maridos
Ritual promete apagar histórico sexual de pessoa por 5,5 mil reais por sessão e encanta Gretchem
Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido Santos
Edição: Joel Suke
Ilustração da capa: Brann Sousa
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E aí, pessoal, tá começando mais um episódio do Vortex Podcast, seu momento semanal de aproveitar notícias e histórias que são interessantes o suficiente para prender a sua atenção, mas que provavelmente não vão mudar a sua vida. Eu sou Catiuxo Barcelos e vocês podem me chamar de Cati, e estou aqui com uma pessoa que vai repetir a abertura todinha. Vai lá!
Ei, mas tu já ainda coloca eu sou a Cati também?
É muito importante.
Não precisa dizer que tu é a Cati, tu não é a Cati. Vai, começa aí.
E aí, galera, está começando mais um Vortex Podcast porque o Peperito está aqui e ele não sabe o resto da fala.
Nem tenta, doido!
Eu não lembro, eu não lembro.
Mas eu tenho um podcast para te indicar, chama Vortex.
Se tu ouvisse, eu escuto, pô, eu escuto, mas eu não me toco de lembrar porque para mim é white noise quando tu começa a falar.
Isso aqui é para vocês verem como os haters estão mais perto do que a gente pensa, tá? Vamos começar logo o episódio que eu quero tirar esses óculos.
O negócio não é que eu não gosto de ti, é porque se você parar pra pensar, a abertura do Vortex, ela é tipo um mantra que vai deixar eu no estado espiritual pra ouvir o Vortex.
Ok.
E o mantra, como todos os outros mantras, ele não tem um significado, não tem. É como se fosse um som que é repetido.
Que desculpinha de esfarrapada da porra, tá horrível.
Ei, mas tu vai me fazer estudar a tua fala?
3 de 10, 3 de 10.
Cada um tem seu papel aqui. Eu sou burras.
É o seguinte, eu vou logo tirar meus óculos porque eles estão me machucando. A verdade é essa. Hoje, nós vamos ter um problema, porque se você tá vendo em vídeo, você tá notando que eu tenho aqui uma cicatriz de batalha, né? É uma ferida mesmo, ferida de batalha. E aí vai ser muito difícil eu ler matérias com os meus óculos, porque colocar os meus óculos me machuca muito. Mas como isso aconteceu, né? Eu acho que é importante começar dizendo que eu não acredito em violência como A única solução para algumas situações, né?
Mas eu também quero dizer que às vezes algumas pessoas precisam aprender algumas lições.
Caraca, gostei!
Se não tem ninguém para ensinar, né, cara, cai sobre mim esse, esse manto. Conta para a galera aí o que aconteceu, cara.
O que aconteceu era, eu estava no parquinho, tava no parquinho, e aí os valentões vieram brigar comigo. Eles disseram que queriam o meu buriti. E a Catriz apareceu lá toda bombadona, disse: você foi exatamente isso.
Alto lá, gente, foi desse jeito, eu juro.
Ninguém vai brigar com o Peperito.
Esse é o meu co-host. Exatamente.
E saiu na vida real, saiu esses balõezinhos de onomatopeia.
E tu esqueceu inclusive de dizer, a hora que eu virei de costas E a explosão atrás de mim aconteceu, né?
Foi, foi, foi.
Mas quem tá colapsado? Como o Juras existe no Instagram, a verdade já foi revelada. Chegou a hora de dizer que, gente, eu fui tentar jogar vôlei pela primeira vez em 10 meses de treino intenso para aguentar o grande desafio que é me sustentar sobre a minha própria coluna vertebral. Difícil, mas a gente conseguiu.
Coordenação motora.
Exato. E aí, eu levei uma bolada, cara. Foi isso.
Levei uma bolada.
Eu tava de óculos. Eu tava com os meus óculos que tem aqueles... Como que chama aqueles negocinho de segurar óculos que tu tem aí? Cavalo? É um negócio assim, que não tem nada a ver.
Eu não sei se tem... Eu não sabia que tinha um nome pra isso. Deixa eu perguntar aqui rapidinho. Plaqueta. É a plaqueta nasal.
Então. E aí, eu tava com os meus óculos que tem as plaquetas.
Nasais.
E aí, a bola bateu com muita força nos óculos e uma das plaquetas arrancou um pedaço da minha pele. Gente, é isso. Mas eu vou falar a verdade. Isso é irado, tá? Aí, errado.
A bicha nunca brigou na vida, né, mano?
Eu nunca briguei uma briga que durou na minha vida.
Não, nunca. Só briga de xingamentos, né?
Não, briga de um soco e aí correr. Gente, é assim, eu sou no RPG assim, eu sou na vida real assim também. Para quem tá vendo em vídeo, eu sou badass, né? Agora eu sou uma valentona, eu sou—
vai sobreviver, se Deus quiser, né?
Sim. Vou passar por isso. Estou um pouco fanha? Um pouco, tá? Apesar de que foi ontem o problema. E aí eu tomei banho ainda agora, né, antes de me arrumar pra gravar o Vortex. Aí a ferida voltou a ficar meio molhadinha, sabe? Porque ela já tinha criado uma casquinha. Então tá doendo de novo. Mas é isso. Oi! Caraca, piscou a energia aqui. Aí também, caraca, o Godot caiu. Que isso? Em todos estes anos nessa indústria vital, Esta é a primeira vez que isso me acontece. É o seguinte, a quem interessa calar o Vortex Podcast, né, cara?
Muita gente, pelo visto.
Boa pergunta. A gente tava no meio dessa gravação e o que aconteceu? Apocalipse elétrico. Porque pegou fogo aí perto da tua casa, né?
Não, explodiu uma caixa de energia do nada, do nada.
Pouco se fala de como a tua mãe é a maior repórter do Brasil. Porque eu te juro, pô, tu disse assim, caraca, a mainha conseguiu filmar um negócio. Eu achava que era um negócio tipo qualquer, mas ela em tempo real conseguiu filmar o negócio ainda dando ruim, entendeu? Eu fiquei muito chocada com isso. É, de ontem para hoje a minha ferida começou a ficar um pouquinho mais escura, mais preta, sabe? Acho que vai dar ruim.
Aperta, né, que é para melhorar, que é assim que funciona.
É, não sei, é porque ela dá uma dorzinha mais ou menos legal. E aí eu peguei um band-aid para colocar em cima e peguei o band-aid do Relâmpago Marquinhos, né?
Forte, tá?
Que é um band-aid adulto e tal, todos sabem. Mas isso me lembrou uma coisa que eu tinha jurado que eu ia falar no Vortex essa semana. No nosso subreddit um lugar onde coisas mágicas acontecem e pessoas frequentemente colocam matérias maravilhosas, porque só tem maluco.
É verdade, inclusive a gente.
Exatamente. Teve uma pessoa que trouxe aí uma questão relevante, cara, que eu nunca tinha pensado, que foi o post que vai aparecer aqui em vídeo em algum momento, se você tiver assistindo esse episódio em vídeo, foi postado pelo @hromeupinto, que já começa a vencer. Já começa sensacional. Eu gosto de quem se esforça nos detalhes, entendeu?
Aí sim, bonito, bonito.
Agarra o meu pinto, falou: só hoje entendi que a Catinha fala, abre aspas, tchau tchau, fecha aspas, no final do episódio. Na minha cabeça ela falava cachau, como Relâmpago Marquinhos. E por algum motivo isso fazia sentido para mim. Aí diz: não é meme, eu escuto o Vortex há uns 2 anos só, nunca parei para refletir sobre isso até hoje. Eu até respondia um kachau junto com ela como um bordão. Então eu quero ter o seguinte: a partir de hoje, a partir de hoje é isso que eu estarei falando. Kachau! É tão mais legal do que o tchau tchau, né?
E combina, né, com teu nome, faz muito sentido.
Combina, eu me sinto um pouco Relâmpago Marquinhos também.
É um tchau de catiuxas, né?
Sim, kachau. Tu acha que quando tu começar a fazer o teu curso de japonês tu vai acabar o Vortex dizendo Mata né.
Quais oportunidades eu vou ter de falar japonês? Muito poucas.
Mas a gente cria aqui, fica tranquilo.
Exatamente, exatamente. O que eu espero é implementar o suficiente nas minhas falas do Vortex para virar uma coisa. Então ficar aqui soltando pequenos termos em japonês até o fim.
Exato, gente, é o seguinte, a gente quer marcas para levarem a gente para o Japão para fazer o pior turismo possível. Então se você tiver alguma ideia ou quiser aperrear alguma marca, ou se você tiver uma marca, ou se você trabalha agência, manda email para comercial@parasol.company e vamos conversar sobre levar o Vortex para o Japão, porque a gente vai precisar usar o japonês. Odeio, né? E o meu, que assim não tá aí, mas quem sabe, né? Vou aprender com o mestre no futuro.
Quando a gente tava no Full Town, tu disse que sabia apontar para uma coisa e dizer o que ela era.
Não é perguntar, né, o que ela é. Gente, é bom o suficiente, é suficiente.
Se você perguntar o suficiente, você sabe todas as coisas que existem.
Exatamente, exatamente. Eu acho que se eu me esforçar muito, eu também sei pedir bolo, que é outra coisa importante para mim. O que que a gente vai falar no Vortex de hoje? Essa semana viralizou, semana passada na verdade, viralizou um guaxinim que ele tem a formação óssea diferente dos outros guaxinins. Então é como se ele fosse um guaxinim, não é rebaixado, ele é tipo encurtado.
Eu me ligo nesse guaxinim, é legal.
E aí botaram o nome dele de Timothy. Que é um bom nome. Mas eu acho que tem uma questão muito forte aí, que é tipo, tem uma pessoa que tweetou dizendo, cara, é pra você ver como essa era da informação e dos smartphones acabaram com as coisas mágicas. Porque em tempos mais antigos, esse guaxinim viraria um criptídeo muito famoso e, tipo assim, teria lendas sobre ele por décadas e décadas. E agora a gente chama ele de Jimothy.
Perde total o peso, né? Mas ao mesmo tempo aproxima a gente dele. Porque se fosse uma lenda, ninguém ia levar a sério. Ele ia ter a existência dele... Não reconhecida.
Não reconhecida, mas eu acho que imortalizada também. Porque tipo assim, imagina se hoje em dia aparece o chupa-cabra e ao invés de dizer, ah, é um chupa-cabra, alguém chama ele de tipo, Hélio. Que isso?
Que isso, não. Perde o carisma. Como é que tu acha que ele deveria se chamar?
Acho que ele deveria se chamar o Caminhante da Noite, alguma coisa assim, entendeu?
Caraca, você coloca de emoji no Google e aparece um GIF andando na tela. Do Dimash.
Meu Deus, ele ficou muito famoso. Ele não tava de bermuda. Da onde tu tirou que ele tava de bermuda? Isso é incrível que tu pensou nisso aí.
Não sei, mas poderia usar uma bermuda.
Poderia, mas...
Ele poderia ser o Caminhante de bermuda, né?
Caralho, se o Chupa Cabra tivesse uma bermuda, a vida seria outra. Pouco se fala.
Uma bermuda e uma chave no cós dela, né, mano?
Outra coisa que aconteceu essa semana. Vimos no Twitter uma coisa que precisa ser falada. Não precisa ser falada.
Discutida, eu diria. Eu não sei como é que foi feita essa eleição, tá? O Twitter, né, o perfil no Twitter, @QGDoPop, Catiuxa, ele coloca aqui a seguinte afirmação, né, o símbolo de alerta.
Alerta, que é grave.
Celso Portioli foi eleito o apresentador com quem as mulheres mais trairiam os maridos caso tivessem a permissão para uma traição.
Tudo aí é discutível. Primeiro, trair o marido com permissão não é traição.
É, exatamente. Xana em Xana já ensinou isso pra gente.
Já ensinou. Segundo, qual é o apresentador com quem elas trairiam o marido se elas não tivessem permissão? Talvez a resposta seja outra.
Ah, é verdade, né?
Talvez seja uma resposta política, entendeu? Talvez, tipo assim, os maridos gostam dele e aí ficam, tipo assim, não, beleza, com ele.
Beleza, entendeu? É porque o Celso Portioli, ele não tem vibe de Ricardão, né?
O que a gente sabe é que ele é inocentado de ter qualquer ligação com os eventos do 11 de setembro.
É, ele não tem absolutamente nada a ver.
Será que as pessoas, tipo assim, se imaginam colocando o Celso Portioli dentro do casamento? Tipo abrindo casamento e chamando o Celso Portioli?
Só o Celso Portioli?
Apenas o Celso Portioli.
É legal porque ele pode servir como objeto de atração, mas ele também pode fazer uma gincana, né, no casal. Caraca, ele vai movimentar a relação, tem nem como. Passa ou repassa, no escuro, ele tá lá, lavação de roupa suja, tá ligado?
E quem são os outros apresentadores que entrariam aí, cara? O Cocô, Rodrigo Faro.
Rodrigo Faro, forte.
Eu acho que o Rodrigo Faro deve ficar chateado do Celso Portioli ganhar isso aqui, tá? Porque ele tá há muito tempo aí se estabelecendo como uma pessoa ligada ao romance, né? Como vai dar namoro.
Mas ele não é tradicional como Celso Portioli, né? Que o Rodrigo Faro só veio ser apresentador bem depois.
Vou pegar meu caderno e eu vou pensar seriamente sobre esse assunto. Vamos fazer aqui uma lista de quais seriam os nossos apresentadores. Vou anotar, vai. Temos Celso Portioli, temos Rodrigo Faro, temos Marcos Mion, Cucu. O Gugu, acho que ele não tá mais no parque.
Não entra não? Por quê?
Acho que não, porque a gente tá falando de hoje, né?
Ah, tá bom.
Faustão entra?
Não, Faustão já tá mal também.
Não, mas enfim, não é impossível. Quem mais? Tiago Leifert?
É, Tiago Leifert tá, né, não tá fixo em nenhum canto.
Tiago, não, mas ele é apresentador hoje em dia. Pedro Bial ainda apresenta as coisas?
Ele tinha um programa, né, de madrugada, não sei se ainda existe. Pedro Bial do BBB, o atual BBB.
Tadeu Schmidt.
Tadeu Schmidt. Desse. Como é o nome do cara do OK OK TV Fama? Nelson Rubens, sei lá.
Nelson Rubens, eu não sei se Nelson Rubens ainda tá em atividade. A gente tem como colocar o João Kleber aqui, tá?
Raul Gil, Raul Gil tá em atividade, tá?
Não, eu acho que não. Mas sabe quem tá? O João Inácio.
Ah, é verdade, é verdade, João Inácio Show. Ei, vou te dizer que Raul Gil ainda está sim, ó. Diz que Raul Gil tem um programa semanal chamado Talk Raul.
Se nós fôssemos esposas, com a permissão para trair o nosso marido com um apresentador de TV, é um universo muito específico, quem a gente preferiria? Vamos fazer um nosso top 3. Rodrigo Faro, Marcos Mion, Faustão, Luciano Huck, Thiago Leifert, Pedro Bial, Tadeu Schmidt, Nelson Rubens, João Kleber, João Inácio Júnior, Raul Gil.
Cara, eu vou de baixo para cima. Terceiro lugar, terceiro lugar, Thiago Leifert. Ele parece ser legal.
Tá.
E parece queixar, saber queixar, que é uma habilidade importante se você quer ser um Ricardão.
Tu realmente acha que o Thiago Leifer sabe queixar alguém?
Ele sabe conversar, pô, ele é interessante, ele fala videogame, sei lá. É porque é meu tipo, né? Tô falando do meu tipo.
Não, faz sentido, faz sentido. Não, não tô questionando, tô apenas tipo— na verdade eu tô questionando, né? Que é exatamente isso que eu tô fazendo.
Eu pensei no Marcos Mignon pro segundo lugar, mas ele parece ser chatão. Mas acho que o segundo lugar vai ser o Rodrigo Faro.
Legal.
E o primeiro lugar, eu vou ter que concordar com as mulheres.
Celso Portioli.
Porque agora que eu comparei, que eu coloquei numa prateleira e comparei com todos, pô, o Celso Portioli é o maior al, né?
Tu acha que o Celso Portioli tem cara de transão?
Você acha que ele se passa, tipo, em público ele não parece ser, e aí ele é safado infinito?
Então, tem um vídeo clássico do Celso Portioli que ele ficou gravando ele mesmo embaixo de um lençol. Tipo pinando assim. É um vídeo muito clássico, pô. Não é possível que ninguém tenha colocado isso aqui nas respostas desse tweet, cara. Tá aqui. Caraca, claro que é óbvio que colocaram, é óbvio.
É isso, Celso Portioli, ele tá diferente, né?
Mas entendeu?
É, agora eu tô me perguntando se eu aguentaria o rojão, né, cara?
Você tem que pensar nisso, cara, você tem que pensar nisso porque é outra mentalidade, né? Cara, eu acho que eu vou colocar o Celso Portioli também no topo, porque esse vídeo ele é muito engraçado, tá? Eu acho que de todos os apresentadores em atividade hoje em dia, o Celso Portioli é o mais troll de todos.
Isso é verdade.
E o humor é muito importante, é extremamente importante, entendeu? E eu sei também que ele é um piloto de avião.
Para, mano, ele não tem nada a ver, ele não tem nada a ver com o evento.
Então vou colocar o Celso Portioli sim em primeiro lugar. Caraca, a gente fez toda essa palhaçada para concordar com todo mundo. O segundo lugar eu vou colocar o João Inácio Júnior, porque eu acho importante saber dançar. E o terceiro lugar eu vou colocar o João Kleber, porque eu gosto de ser surpreendida.
Tá rolando ele do nada, para, para, para!
Isso aí sabe o que é? Especialista em edging. Ou o que se fala. Quais outras coisas a gente tem pra falar hoje? Mini pautas que chegam até a gente frequentemente e a gente muitas vezes deixa pra lá. Vamo comentar elas por cima? Notícias curiosas que chegaram até a gente. Aparentemente tem um cereal cagão. Agora em atividade no Japão. Aí assim, como explicar essa notícia? Vou deixar uma criadora de conteúdo que não é a gente falar sobre.
É o perfil Dezesiza que colocou aqui um post dizendo: crimes no Japão. E o carinha cobrindo, tipo assim, mãozinha cobrindo a carinha. Aí tem hashtag Japão, hashtag vida no Japão, hashtag true crime. True crime para isso aqui, um pouco pesado, mas não deixa de ser verdade, né? E aí ela explica da seguinte maneira, vamos lá.
Oi, gente, o Japão, né, um país assim muito seguro e tal. Assim, você pode sair com seu iPhone 17 Pro Max ultra mega blush na rua, ninguém vai pegar ele, entendeu? Quando japonês decide cometer um crime, minha filha, eles não faz nada meia boca não. É uns crimes assim que você fica mona. Só essa semana, gente, eu vi 3 assim notícias de crimes que aconteceram. Um deles, gente, é um caso de serial shitter. Não é killer, é shitter.
Sim, a pessoa sai por aí cagando nas coisas. Uma pessoa que eles ainda não conseguiram identificar...
Isso aqui me fascina.
Vai numa loja chamada Yodobashi Camera, que é tipo assim, um lugar assim... Tipo, acho que é tipo uma Casas Bahia aí do Brasil. E a pessoa deixa fezes pela loja, assim.
Caraca!
Vai deixando ali. E eles não conseguiram identificar a pessoa ainda. Tipo assim, mano, não tem uma câmera? Não tem um negócio? Ninguém viu? Como assim?
Isso é um superpoder. Porque no Japão, que deve ter câmera espalhada pra tudo que é lugar, todas as coisas estão lotadas de gente o tempo inteiro no Japão. Como que a pessoa consegue cagar em público e não ser vista?
Isso me fascina. Não tá sendo dito que a pessoa não é vista, tá sendo dito que a pessoa não é identificada. Mas eu não consegui até agora os detalhes disso aqui. O que que isso quer dizer? Quer dizer que a pessoa tá com capacete da Carro de Proteção? É o lobisomem de xaxé, o que foi para o Japão cagado em lojas? É um furry? Eu não sei, cara, eu não sei. Mas a ideia de que alguém— a gente já falou sobre isso quando a gente comentou aquele negócio que tinha uma pessoa Defecando, vamos usar termos técnicos aqui, porque afinal somos a polícia, né?
É óbvio.
Tinha uma pessoa defecando em campos de golfe durante sei lá quanto tempo, e a galera não sabia quem era e tal. Mas no Japão, tipo assim, não tem tanto crime, entendeu? A polícia, ela tá querendo trabalhar.
E os jornalistas também estão querendo a notícia, né?
E ainda assim ele consegue se manter anônimo.
Caraca.
É admirável, é admirável.
Mas acho que só tem um jeito de você conseguir se manter realmente anônimo pra sempre.
Eu também acho. NordVPN! Você que tá aí escutando o Vortex, que não tá disposto a cometer crimes fecais e nem nada do tipo, porque você é uma pessoa correta e legal, mas você quer proteger os seus dados, proteger o seu anonimato na hora de usar a internet, NordVPN resolve esse problema pra você, porque com apenas um clique você encripta todos os seus dados. Você fica seguro, não importa onde você esteja, não importa em que rede você esteja, pública, particular, do trabalho e tudo mais. Galera, NordVPN é a solução.
É, Catiúcia, e pra quem escuta o Vortexinho existem condições especiais, não é mesmo?
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Mas aí, falando desse anonimato aqui na vida real, que eu realmente tô muito confusa de como é que esse cara conseguiu manter esse perfil aqui, Bunny Talk fala: quais são as probabilidades? Ikebukuro está em alta nas redes sociais japonesas essa semana e eu gostaria que fosse por qualquer outra razão. Emoji de cocô. Uma série de incidentes envolvendo resíduos humanos foram relatados durante vários dias consecutivos em dois edifícios vizinhos em Ikebukuro: a nova loja Yodobashi Camera e a praça de alimentação da loja Tobum. Praça de alimentação, isso aqui é, a pessoa é psicopata.
Isso aí é, isso aí já não é mais crime, não é biológico.
Quem faz isso, cara?
Eu gosto de destacar porque eu sempre acho, eu fico admirado com o pessoal que consegue cagar direitinho, porque eu, com uma pessoa constipada, cagar direitinho, legal. Você fazer cocô 2 dias seguidos, parabéns, tá?
Não, não, 2 dias seguidos e você ter um controle tal sobre o seu próprio sistema excretor que que você consegue fazer cocô 2 dias seguidos em locais públicos. É, caraca, cara, aparentemente na frente de outras, até onde eu sei, na frente de outras pessoas. Porque tipo assim, a única outra possibilidade é se a pessoa chega lá antes do, sei lá, do shopping abrir, alguma coisa do tipo, ela vai lá, deposita os excrementos e se retira.
Acho difícil que seja isso, porque secaria, e aí teria que alguém mexer para feder.
A gente também não tá falando da outra possibilidade, que a pessoa produzir em casa e levar apenas transportar até o canto, né?
Ah, duvido, perderia muita força. Eu acho legal que ele também é a refutação do quem tem cu tem medo, né?
Porque esse daí claramente tem cu e não tem medo nenhum. E não tem medo, não tem medo. A história diz o seguinte: usuários do Twitter e do Threads ficaram malucos porque a localização do crime, do acontecimento, já é um negócio meio chocante, porque aparentemente é um dos distritos de compras mais populares de Tóquio. E aí fala, de acordo com alguns posts, fezes humanas estão sendo supostamente encontradas. Aí fala que perto da escada rolante ele caga e foge rapidamente.
Eu não considero escada rolante um bom meio de transporte para uma pessoa que tá num, tipo assim, não é um carro de fuga rápido o suficiente.
É, mas se ele cagar na escada rolante, ele pode deixar a bosta subindo e ir para o lado oposto, né, cara?
Uma pessoa que caga numa escada rolante sabendo Que ela vai continuar dentro daquele caminho espalhando a bosta dela infinitamente.
Pô, tu duvida disso?
Eu não duvido. E digo mais, eu admiro. Porque se alguém quer fazer uma coisa errada e ela quer ir o mais longe que dá, eu diria que é inclusive uma das ideias mais desgraçadas que alguém pode ter.
Infernal, é diabólico, tá?
Fala aqui que não teve nenhuma confirmação ainda da gerência do prédio, mas eu acho que eles não falariam tipo, é, gente, confirmamos, tem sim alguém cagando aqui.
Ninguém vai fazer essa propaganda.
Aí falou que teve uma segunda onda de postagens nas redes sociais com outro incidente relacionado a fezes humanas, que aí deve ser o do segundo dia, né, que foi na loja logo do lado. Esse segundo incidente foi compartilhado online no dia 5 de julho de 2026, tá bem semi-perto, né. Aí tem uma imagem que foi colocada aqui que para mim não faz muito sentido, porque é tipo, é como se tivesse uma pessoa tira foto da loja E aí estão pessoas vivendo na loja normalmente, só que aí no chão tem vários papéis.
Mas por que que tem tanto papel espalhado por um caminho todo? Essa pessoa, ela foi cagando e andando?
Parece que sim. E digo mais, talvez não seja mais uma pessoa, viu? Pode ser um bode. Porque bode que caga de bolinha assim pra não ter nenhum volume, pode ser isso.
Tem mesmo, tem mesmo.
Esse aqui tá diarreia terrível.
É ilegal levar bode pra shopping no Japão? Acho que tem que ser perguntado. Ou pode ser também que a pessoa tenha cagado num canto, um cidadão distraído pisou em cima e foi espalhando, né?
Foi, é verdade, é verdade. E aí só notou lá na frente, né, quando começou a feder.
Pode, pode ser isso.
E aí foi cobrindo atrás. É verdade.
Enfim, eu não sei, mas isso tá acontecendo no Japão. A gente tá aqui, ó, no dia 27. Então já faz 22 dias que essas coisas aconteceram, que o segundo incidente aconteceu. E até agora não temos um culpado. Esse crime, ele precisa ser resolvido. Por quê? Porque eu quero essa pessoa atrás das grades? Não.
Porque eu quero saber quem é essa pessoa.
Mais do que qualquer outra coisa.
Aproveitando que estamos falando de Japão, agora que tu vai ser especialista no atachuar, agora que o atachuar tem um espírito desse e tal e tal e mais e muitos outros termos, né? Eu tava vendo um vídeo que mostrava, cara, nada mais nada menos que uma floresta da porra no Japão.
Floresta da porra?
Floresta da porra. Por quê? O Vic Torrão no Instagram, Katiuxa, ele visitou a floresta da porra e explicou do que se trata, tá?
Eu tô numa floresta no Japão que tem cheiro de sêmen e tem um motivo por trás disso. Venha ver. Pois é, gente, sim, o cheiro imenso de sêmen tem fundamentos biológicos, tá? Então hoje eu vim conhecer o Santuário Meiji, que fica em Harajuku, em Tóquio, e é um lugar muito curioso. Gente, essa floresta que vocês estão vendo é completamente artificial e toda essa área antigamente era praticamente um campo Brasil bem xoxo, capenga.
Mas a primeira coisa que me chamou muita atenção antes mesmo de entrar na floresta em si foi esse cheiro muito, mas muito forte de sêmen. E gente, eu achei que tava viajando, só que não. Na hora dei uma pesquisada e vi que muitas pessoas relataram a mesma coisa. Não é imaginação, esse cheiro de sêmen vem das flores de certas árvores daqui. E o principal culpado desse cheiro revigorante vem das flores agora entre maio e junho. E o cheiro vem de algo chamado espermina e da espermidina, que são compostos orgânicos que a árvore usa para atrair polinizadores específicos, como moscas e pequenos besouros, em vez de abelhas. E, gente, é um truque químico de sedução da natureza que dura 30 segundos.
Sedução da natureza.
Com muito cheiro de sêmen.
Eu tô um pouco confusa com a comunicação desse cidadão, tá?
Quando ele usa que é um truque de sedução da natureza, não tá claro pra mim o que ele tá querendo dizer.
Mas a natureza, né, brother?
A natureza tá safada.
Ela tá operando aí, a galera não tá notando que ela está operando. É isso que a natureza tem feito então?
Que é isso?
O que é isso?
Eu admiro, admiro. Geral quer transar mesmo, né, mano?
É, eu vejo aqui um comentário inclusive de um cidadão que diz que floresta é gozada.
Vamos ver os comentários.
Eu tô muito feliz que tu resolveu trazer do nada isso aqui para cá para fazer uma curiosidade botânica no Vortex Podcast de repente.
Aqui é ciência de verdade, caralho.
Entendi, tá. Lê aí então alguns dos comentários para a gente ver.
Tem a expressão usada no Japão para expressar que sentiu esse cheiro é: caralho, que cheiro de pica!
É difícil colocar essa piada sem ser escrita porque a galera vai te lascar.
Tem uma época que meu bairro todo ficava cheirando isso por causa dessas árvores. Eu passava mal.
Foi por causa dessas árvores.
Beleza, beleza, todo mundo sabe. Mais especificamente no meu quarto. É incrível isso. O Parque Ibirapuera também tem cheiro de sêmeo aí.
Eu também acho legal isso porque o brasileiro ele nunca se deixa para trás. Gente, o segundo lugar do brasileiro na internet, ele nunca é aceito. Então sim, o Parque Ibirapuera tem cheiro de seme. Ah, porque são essas árvores, né? Ah, porque tem um troncão lá, etc., etc. Vontade de morar aí, diz outra internauta.
E eu disse: quando você vai me levar no Bosque da Gala?
Então eu não sabia não que a natureza tinha esse truque. Mas de novo, fico feliz que tu pensou, que eu falei: ah, tem um cagão misterioso no Japão, e tu pensou: não apenas isso, vou trazer aqui uma curiosidade botânica.
Os internautas estão todos atentos.
A natureza tá agindo pelos humanos e também sem eles.
Exatamente. O Vortex precisa cobrir, o Vortex precisa cobrir isso, eu concordo.
Outra coisa que a gente pode comentar aqui, eu não sei se tu tá sabendo também, tem a ver com esse lance do cocô, mas não a ver com esse lance específico do cocô, porque a gente entrou numa maluquice de proteína, né? Há uns anos atrás a gente sai, todo mundo quer ganhar músculo, todo mundo quer ficar tipo gostoso, então todo mundo vai comer muita proteína. E a última conversa que eu acho relevante, muito legal mesmo, e realmente tem que ser falada, é a conversa sobre fibra.
Fibra.
Nós precisamos consumir mais fibra e tal, até porque tipo o câncer de cólon tá muito forte aí, matando muita gente, principalmente muita gente jovem. Então consuma mais fibras. Dito isso, as pessoas estão fazendo— lembra que a gente falou de Luxmaxing aqui?
As pessoas estão criando aí a tag Pulpmaxing, que é tipo maximizar a sua performance cagística.
E aparentemente isso aqui tá rolando no TikTok demais.
Esse é o maxing que eu me beneficiaria muito.
Cara, me beneficiaria muito também. Às vezes a gente precisa poop max e a gente tá vacilando, né?
Precisa, precisa.
São realmente influenciadores de cocô especificamente, que é uma galera que diz assim, ah, porque para fazer cocô eu consumo tal coisa, tal coisa, eu como coisa tal no café da manhã, eu saio com lencinhos umedecidos.
É o Telecu 2000, né, mano?
Cara, essas faíscas de genialidade, elas me chocam. E aí fala aqui, né, que atualmente os influencers de cocô estão mostrando para galera receitas que eles têm, histórias de cocô e tudo mais. O que eu acho foda é que realmente é difícil para a gente empatizar com alguém que tem esse nível de liberdade fecal, né? Sim, mas as pessoas parecem passar por muitas dificuldades. Eu queria ter trazido o Juras aqui porque eu sei que o Juras ele tem histórias dessas, tá?
O Juras ele anda por aí em qualquer canto com o elixir colegórico dentro do bolso. Te juro, é qualquer canto. Isso faz anos, faz anos que ele tem isso aí. Palavrão, anos, enfim. Mas faz anos que ele faz isso. Eu sei que ele tem dores de barriga completamente aleatórias, mas a gente viu um vídeo, por exemplo, de uma menina falando como se ela tivesse sendo constantemente colocada em situações de emergência, cara. Porque ela diz assim, eu vou em banheiros aleatórios, eu pego cobertores de assentos, de assentos sanitários, né?
Papel higiênico extra, lenço umedecido.
Eu entendo se ela tiver que andar com alguns aparatos para se ela fosse lá fazer cocô uma vez fora de casa. Mas quantas vezes você faz cocô fora de casa em um dia a ponto de você ter que carregar um arsenal de produtos voltados só para isso?
Não, quantas vezes você faz cocô em um dia, né? Eu acho muito louco que de todas as emergências que ela pode ter na vida, ela se prepara exclusivamente para a de cagar fora de casa.
É, aí a galera fala que pode ser uma coisa relacionada ao crescimento dessas drogas de GLP-1, né? Ozempic, Monjaro e tal, que faz a galera, tipo, é o cagas, né, esse pessoal.
Entendi.
E aí é isso, cara. Parece que o pessoal tem tomado essas drogas e tem se cagado, cara, nos carros.
E ela leva— eu acho que não é uma questão de diarreia não, tá? Porque ela leva a própria fibra para ela consumir, fibra instantânea, tipo uma porçãozinha de oatmeal lá que ela só coloca água e toma e come no meio da rua.
É uma caganeira planejada, né? É, ela conseguir entregar isso aqui tudo é muito admirável. Eu vou trazer uma outra história enquanto eu vou colocando meu band-aid do relâmpago Marquinhos aqui, né?
Tá bom. Essa é curtinha, tá, Catixa? Mas aqui, ó, o perfil Pirambu Pensante.
Legal, legal, artigo científico então.
A seguinte matéria no Instagram deles, tá? Viralizou: homem tenta marcar encontro enquanto está internado em hospital em Fortaleza e conversa viraliza.
Internado?
Internado. Tem uma conversa que aparenta ser num aplicativo de relacionamento, né? E aí começa, já começa a conversa na marcação mesmo, né? Não sei como é que foi o queixo antes.
Estou no autoaldeota.
Chegou o internado, ele fala: autoaldeota. Aí o cara fala, não sei se é um cara, tá? Tô pertinho, tá livre? Aí o cara responde assim: tô internado, mas se tu quiser vir curtir no quarto. Mentira, pô, apartamento, quarto só tem eu mesmo. Aí o cara fala: rapaz, kkkkk, complicado.
Mentira, mentira.
E o cara responde: dá certo, macho, eu já fiz isso em outra intenção e ainda rolou tudo.
Gente, quarto de hospital não dá para trancar, eu acho.
Pelo menos não por você, né? Gente, caraca, que loucura. Então, cara, não satisfeito se, né, se propôs a essa situação, aparentemente ele fez outras vezes, né? Então ele deve arrumar doença para se internar.
Eu acho que é quem que especifica isso, né? Será que isso acontece com muita frequência? Será que na verdade tem pontes disso aí? Será?
Talvez. Será que eles não fazem? Sabe o que pode acontecer? Ele tem algum amigo, trabalha lá, e aí pagou uma diária para pessoa para deixar ele se internar.
Não dá para pagar uma diária no hospital, não é isso?
Não, mas deve ser por debaixo, cara. A pessoa que tá tá fazendo isso aqui, ela não tá fazendo na superfície, ela não tá fazendo de forma permitida.
Será que uma pessoa simplesmente não consegue aguentar passar, sei lá, 3 dias sem transar? E aí ela pensa, não, eu tô internada, mas eu preciso fazer acontecer.
Precisa.
Primeiro, como que esse cara, a primeira pergunta desse cara não foi, tu tá internado pelo quê? Como que essa não foi a curiosidade número 1?
Ele se questiona assim, né, o cara que tá sendo queixado, mas ele nenhum momento ele fica, caraca, não vou, não vou. Que absurdo!
Ele não vai dar não.
Legal demais, cara. A pista tá salgada, é sério, é sério. As pessoas, elas estão desesperadas, cara. Se uma pessoa não nega imediatamente, ir a um hospital fingir que tá indo lá fazer uma visita casual a um doente, e na verdade você vai transar com um doente desconhecido, você não sabe que a pessoa tem— gente, sei lá, eu tô internado porque sintomas relacionados à sífilis, brother.
Era os limites do tesão, né, cara? Eles não existem mais.
É, tem gente criando problemas e encontrando soluções realmente assim curiosas, né? Mas eu quero trazer aqui um outro mini causo que eu achei também muito interessante, que tem a ver com problemas que existem e com soluções curiosas que são feitas muitas vezes por uma população que tá em desespero. Porque tem uma história postada pelo perfil Papel Panotícias que diz, abre aspas, Velozes e Furiosos, fecha aspas, em Recife. Mais de 40 donos de BioID perseguem carro roubado pelas ruas da cidade.
A galera fez um grupo de vigilantes que são donos de BioID. Eu acho primeiro excludente com qualquer outro carro, né?
É comunidade. Os outros carros que criem sua própria comunidade, ué.
Ei, caraca, isso é muito paia, pô. Eu digo mais, é elitista, tá?
Diferente que fosse de donos de BioID, que o único Poluente é fumaça de boga, fumaça de rosca.
Se liga nisso aqui, ó. Cena de filme em Recife após um carro BioID ser roubado. Mais de 40 motoristas de veículos elétricos se uniram em uma perseguição pelas ruas da cidade usando o GPS do automóvel.
Galerinha, tamo aqui, ó, atrás do carro. O carro do parceiro ali foi roubado, tá aqui os falcões elétricos. Tudo atrás, atrás do carro, tá ali, ó. A gente vai atrás dele, meu velho, a gente vai atrás dele. Os falcões, a gente vai assaltar não, meu velho, não vai, não vai, não vai não. Já assaltou, né, gente? Como é que, como é que eu explico para eles que a logística de você procurar um BioID com 25 BioIDs atrás pode confundir a busca?
Então eu não sei como que funciona o BioID, mas ele fala aqui que tem um GPS específico do cara. Como é isso? Você pode chegar para galera e que passa a localização do seu carro específica. Aí alguém roubou um BioID. E aí eles chamaram de fato os falcões elétricos em Recife inteiro. Mas eu vou te dizer que o tédio, ele traz realmente essa busca por comunidade e por aventura, né? Porque eu tenho certeza que vários desses caras estavam em casa, aí apitou o grupo do Zap dizendo: gente, roubaram o BioID do Carlos, agora acabou tudo, esse é meu momento.
Eu vou filmar ele.
Aí ele joga a Bíblia do Batman dele, bota ele de lado e pensa: hoje o vigilante mascarado sou eu.
Ele leva um banho com shampoo do Haaland.
Exatamente. Mas eu vou dizer um negócio: por que que esse cara tá filmando o trânsito enquanto ele participa de uma perseguição de carro e ele aparentemente é a pessoa que tá dirigindo? Como que esse cara não foi preso e a carteira dele foi tirada e o BioID dele foi entregue a pessoas que merecem mais do que dele, né?
Ele pode alegar que ele tá no banco de passageiro.
Ele não pode alegar, a não ser que a direção seja do outro lado, porque claramente você vê qual o lado que ele tá no carro que ele tá dirigindo.
Não, mas são muitos BioIDs também, quem vai saber qual é o BioID certo, né? Eles podem misturar lá.
As únicas pessoas inocentáveis são as placas que aparecem durante esse vídeo desse cara aqui, porque sabem que não são eles.
É verdade.
Eu não sei se eles conseguiram pegar a pessoa ou não, mas fala aqui, né? Cena de filme em Recife após um carro BioID ser roubado. Mais de 40 motoristas?
Caraca, é muita. Eles não estão ajudando em porra nenhuma, né? Vão congestionar o trânsito pra caralho. O que eles esperam fazer?
Qual é a causa que tu acha que consegue te fazer reunir 40 pessoas de repente?
Não sei se existe isso hoje em dia, viu? 40? A última vez que eu tive um negócio que ia reunir tanta gente foi quando lançou Pokémon GO, né? E aí teve um dia que o pessoal soltou a fake news que tinha spawnado um Gyarados na beira-mar. E aí foi poucas ideias, amiga. A galera correndo.
Que saudade, que saudade! É muito massa porque virava grupo de amizade de CLT, né? Porque era você, uma criança de 12 anos, um idoso de 70, e vocês três pegam, se junta e diz assim: qual o teu time? Aí todo mundo: amarelo, amarelo, amarelo! Não, então é nós, então é nós, vamos lá, bababá! Qual era o teu time, inclusive?
Tu já falou como era o nome do azul? Era azul, não era a melhor cor, né, mano?
Não, pô, era o amarelo.
Não, não, amarelo é de otário.
Sim, pô, e tu é o quê?
Não, se na época eu tivesse outras pessoas para jogar comigo, eu provavelmente tive no time deles, né, que eu sou de comunidade, sou meus amigos antes de tudo. Mas como era eu, 5 horas da manhã na Praça da Cearte, meu amigo, era eu sozinha também, tá, no time amarelo.
Porque o Namo, se eu não me engano, pegou o time azul também. Vocês dois perdedores. Lixos. Eu tenho para encerrar esse vórtex de notícias realmente completamente aleatórias que a gente tinha que comentar e a gente achava que ia acabar passando aí desapercebido, a seguinte história que é fascinante para mim e que nada tem a ver, né, com tudo que a gente comentou até aqui. Mas tudo bem, porque hoje o episódio é sobre isso. A história é a seguinte: retiro espiritual promete zerar passado sexual e vira febre nas redes sociais. Eu não sei se tu sabe disso, tá?
Não, mas já amei.
Eu vou ler aqui porque eu tô muito confusa, tá? Porque tem umas imagens que é muito vibe seita, é muito, muito. Tem tipo assim, é uma pessoa sentada tipo em posição de lótus, e aí com uma canga assim como se fosse um vestido amarrado, e com os olhos fechados como se ela tivesse em profunda meditação, e alguém derrubando com uma grande concha que parece de sopa assim, derrubando a água na cabeça da pessoa, e parece que ela tá sendo purificada.
E depois essa mesma pessoa abraçando outra pessoa vestida de cores claras Sendo justo com as religiões, acho difícil ter uma religião, religião vigente que pratique tamanha balbúrdia.
Porque, cara, não parece ser um rito religioso.
Eu não acho que é um rito religioso. Claramente é um caso do malandro e o otário saindo de casa.
É, nossa. E ambos, um querendo muita grana e o outro com muita grana pra gastar.
Exatamente. A matéria, ela diz o seguinte, cara.
Voltou a doer o negócio aqui.
A matéria, ela diz o seguinte, tá? Por R$5.500, a pessoa passa pela experiência de uma nova relação com memórias e vivências passadas. Rodas. Um retiro espiritual no mínimo inusitado vem chamando atenção nas redes sociais ao prometer ajudar pessoas a, abre aspas, zerar, fecha aspas, o chamado body count, expressão em inglês usada para indicar o número de parceiros sexuais que cada um já teve. A proposta virou assunto por oferecer uma experiência de recomeço pessoal. Os valores são bastante salgados e cada sessão chega a custar R$5.500. Sessão?
Cada sessão, catuxa, dá direito a Quantas rebombinadas, hein? Porque você vai pagar R$5.000 e vai ser uma? E aí a pessoa que teve 25 parceiros na vida vai valer?
Caraca, brother, pera aí, a gente tem que saber mais disso aqui. São usadas práticas de aconselhamento para ajudar a pessoa a se curar emocionalmente de traumas, arrependimentos ou sentimentos de culpa envolvendo relacionamentos passados.
Ela apaga só os que não gostou, né?
Essa é uma das grandes crueldades da existência humana, né, cara? Que memória não dá para apagar de propósito. Então as pessoas, elas estão aqui pagando para isso, aparentemente. Brilha a Terra de um momento sem lembranças chegou sim, chegou sim. Como funciona a experiência? Durante o retiro, os participantes passam por uma programação que inclui meditação, aconselhamento, momentos de reflexão e rituais entendidos como de purificação. Gosto que falou entendidos como deles.
Entendido, caraca, é tipo sorvete que não é mais sorvete, né?
Bebida láctea, chocolate, que agora tipo assim sabor chocolate, né?
Sabor chocolate.
Segundo a proposta, esse conjunto de práticas cria um ambiente de encerramento de ciclos e de reconciliação com a própria trajetória. O, abre aspas, zerar, fecha aspas, prometido na prática significa buscar uma nova relação com memórias e vivências passadas sem qualquer mudança nos fatos. Não me diga, não me diga. Para quem participa, a cerimônia apresentar como uma forma de transformar lembranças em aprendizado e seguir adiante com mais leveza emocional.
Que papinho!
É, que papículo, tá? Que papículo! A repercussão cresceu após internautas classificarem o encontro como uma espécie de, abre aspas, reset de body count, fecha aspas. As palavras em português, elas sumiram mesmo, não existe mais não. A expressão popular entre jovens na internet costuma ser usada em discussões sobre histórico sexual e acabou aguçando ainda mais a curiosidade sobre o retiro não só dos jovens jovens, mas de pessoas de várias faixas etárias.
O apelo também reacendeu o debate sobre o espaço que práticas espirituais têm ocupado na vida moderna. Para alguns, trata-se de respostas a questões pessoais e emocionais. Para outros, é mais um exemplo de como temas íntimos têm sido transformados em produtos de marketing com forte apelo nas redes sociais e até usando algumas, abre aspas, iscas, fecha aspas, para fisgar a atenção de internauta e lucrar financeiramente. E você, o que acha? Pergunta a Que bom que você perguntou, Matheus.
Agora, agora, agora aguenta.
O que você acha?
Otários, né, mano?
Não, às vezes as pessoas elas têm vários motivos para querer de fato resetar, inclusive coisas sérias, traumas e tudo mais, mas eu não acho que esse é o caso da maioria das pessoas que vai para esse negócio, não.
Para isso tem psicólogo, né? Tem medicamento.
Sim, existem profissionais de fato de saúde que podem ajudar com esses casos mais sérios. Mas assim, tem várias questões, tá? Primeira questão: digamos que você vai para um desses retiros, e aí digamos que você sai de lá sentindo que resetou o seu body count. Você tem de fato a audácia de chegar, sei lá, num date próximo e dizer: sim, eu sou virgem?
Caraca, se você, se você faz isso, você é tão pilantra quanto organizador do retiro, tá? Inclusive, ótimo nome, né, que é retiro, porque retira os parceiros sexuais. Entendi agora o que que chama retiro.
Se isso aqui tem uma vibe de seita, e a gente já falou algumas vezes que a maioria dessas seitas presenciais acabam com a galera transando com o líder da seita, quer dizer que será que vai chegar um ponto que tem alguém que promete: se você transar comigo, eu reseto todo o seu histórico sexual, você só vai ter um parceiro, que fui eu?
Pois é. Não, ou você pode, a pessoa pode transar infinito com o dono da seita e nunca contar, né? Porque ele ungido.
Mas eu não acho que isso aí seria tão legal, porque eu não imagino que líder de seita é bom de cama. Eu tenho essa impressão. Eles não parecem pessoas que se esforçam nem minimamente, entendeu?
Não, seria louco se ele utilizasse, tipo, a forma de contar negativo seria transando com ele.
Se você teve 30 parceiros sexuais, você tem que fazer 30 vezes com ele, rebolar leitinho com homem 30 vezes.
Cada um a mais é um a menos, sabe?
E você pode escolher aqui, inclusive. Você chega aqui, transmurva isso comigo, eu tipo assim, apaga qual você quiser.
Eu te deixo o catálogo aqui, ó. Ah, esse aqui que eu vou querer apagar hoje, né?
Gente, isso aqui não pode ser real.
Ah, pode, cara. A gente já viu coisa muito mais bizarra que isso.
Eu achei aqui um comentário em uma postagem do fórum do Bcharts, que é um perfil que eu amo seguir no Twitter, inclusive, que acho que fecha essa discussão bastante, tá? A pessoa colocou aqui realmente Ritual promete apagar histórico sexual da pessoa por R$5.500 por sessão e encanta Gretchen.
E ela, e ela, a pessoa acostumada a fazer cirurgia, então o que é isso senão uma cirurgia espiritual, né?
Exato. E aí tem uma pessoa que faz um comentário aqui que eu achei de uma sabedoria, que é exatamente o que a gente tá falando aqui. Foi o que foi, é o que é. Nós como seres humanos, nós somos vítimas das nossas próprias escolhas, do nosso próprio histórico. E às vezes, cara, uma das grandes coisas é que a gente não tem como voltar atrás no tempo, né? E uma pessoa diz o seguinte: Felipe Mag fala, não há ritual que apague o afolosado. Fecha aspas. E é isso, é isso, cara.
Que pensamento que esse filósofo entregou para gente, tá?
Uma palavra afolosado, acho que a gente usa pouco ela. É isso aqui que tá acontecendo. É correto? Não é correto? Vale? Não vale? As pessoas querem? Não querem? Não sei, isso aí não é comigo. Eu não acho que as pessoas deviam se sentir culpadas nesse nível por ter tido parceiros sexuais. É um negócio que não faz muito sentido. Se foi escolha delas, tá todo mundo bem, tá tudo bem. Não precisa fazer um ritual, entrar numa seita para dizer, ai, porque gasta dinheiro, R$5.500 por sessão.
Se você pegar esse dinheiro, investir em alguém para te dar um tapa forte o suficiente, você esquece, apaga. Então assim, fica aí as outras soluções. Odeio. Vamos de rapidinhas e lentinhas hoje. Eu quero inclusive trazer aqui uma nova coisa das rapidinhas e lentinhas. Eu quero que a gente leia algumas, alguns comentários não apenas do Spotify, mas também do YouTube, aonde estamos em vídeo, e as pessoas estão lá comentando. E é importante sim ir lá assistir no YouTube, comentar no YouTube, para a gente continuar apostando por Vamos lá, vamos começar pelos comentários do Spotify.
O Rômulo JLL, gatinha, diz o seguinte: entendo, odeio, a carência é tanta que até o encosto serve como companhia.
Triste, triste e verdadeiro, mas ao mesmo tempo legal, né? Se tem gente namorando IA, por que você não pode namorar assombração da sua casa? Para mim é até mais presente.
O Gabriel Kill diz o seguinte também: Deus me livre me apaixonar por IA, eu só me apaixono por quem me vê só como amigo. Porque me dá ghosting ou porque não presta.
A consistência é tudo. Caraca, obrigada público do Vortex Podcast, é muito bom estar entre perdedores.
Eu amo vocês.
Eu tenho aqui também outras rapidinhas trazidas diretamente do YouTube. O @MrJapanMan2958 diz: por ver tantos desses vídeos do Vortex, eu tô começando a passar por algo que eu chamo de tata vernequização do Vortex. Forte, tem. E diz: é muito difícil achar graça de alguém que é bonito, então meu cérebro está diminuindo a beleza da catuxa, que é para eu me acostumar com o estranho. Brother, fã ou hater?
Eu gostei que ele me chamou de feio, né, por tabela aí. Então cada um acha seu subterfúgio.
E tem também uma outra pessoa que é de fato igual a ti, né, que é o Orleandro Feitosa. Fala: odeio. Apesar de ter gostado de outros personagens antes e depois, nenhum foi como o Uchiha Sasuke. Não sou Sasuke sexual, mas Mas ele é até hoje o meu personagem favorito de todos os tempos. Favorito, né?
Sei, é o namorado dele.
Beleza, beleza. Inclusive teve outra pessoa aqui falando sobre esse negócio de tu ficar acordando 3 horas da manhã direto, que eu acho que foi um comentário curto, objetivo e legal também, criativo. Foi o Roque Roquinho que falou: 5 dias acordando às 3:33 da manhã, já dá para pedir música no Fantasmático. Maravilha. Tu ainda tá acordando 3:33 da manhã ou tu foi exorcizado?
Melhorei, melhorei.
Então bastou tu falar no Vortex que o demônio falou que não queria mais te namorar.
Foi que ele não quer ser famoso, né?
Então tá de boa. E vamos de lentinhas então?
Vamos de lentinhas, Catiuxa. Olha, eu vou trazer aqui o relato de uma pessoa que é especialista em Love in Deep Space, tá? Que é a Fabrícia Calado. Ela fala o seguinte: jamais esperava um episódio falando de LED. O meu favorito é o Silas, inclusive. Fiquei viciada nesse jogo e nas interações, mas deletei porque a empresa é miserável para dar recompensas no jogo e eu era free to play. Lucra horrores, mas é o pior gacha para free to play.
Eu quase voltei a jogar quando anunciaram o Valko. E como a gente já descobriu, não teve Valko, né?
Não teve.
Vou falar algo biruta, mas juro que não sou doida. Hahaha. Prefiro meu zombie 2D do que me relacionar com homem real hoje em dia. Vivo uma paz que antes não É emoji de mãos fazendo rezinha.
É isso que eu falo quando eu digo que a pista está salgada, tá? Eu quero dizer o seguinte: eu prometi que eu ia jogar Love in Deep Space e eu estou jogando Love in Deep Space, ó, tá aqui instalado essa desgraça. Pô, tem um zilhão de gigas, é um inferno instalar essa essa essa porra desse jogo.
28 gigas, não quero tanto assim.
Eu tive que apagar tanta coisa relevante de fato do meu celular para conseguir colocar essa desgraça aqui. Enfim, e aí eu tô Tô tentando entender, é um dos jogos mais confusos que eu já vi na minha vida. Não consegui ainda me importar muito com nenhum dos caras, tá? Apesar de que o Zane é o mais legal deles, pelo que eu ouvi. E aí vocês vão saber que isso aconteceu na hora que aparecer um papelão de um recorde, papelão do Zane aqui atrás do meu lado.
Tamo aí, um para um.
É isso, né? Ô, daí, tu tem um beijo aí para galera essa semana?
Um beijo que eu vou deixar é para ele, o maior alça, é o suporte que não tem nada a ver com os atentados de 11 de setembro.
Perfeito, é isso, é isso, gente. Então é isso, hoje a gente vai ficando por aqui e a gente se encontra na quarta-feira que vem. Tchau, tchau!
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