Episódios de Vortex

Vortex 125 - Código morse no Roblox e o amor nos tempos dos Medabots

20 de maio de 202658min
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Hoje @katiucha e @OdeioPePe discutem se ainda vale a pena paquerar ou se é melhor usar uma IA pra paquerar por você e aproveitam pra, mais uma vez, celebrar a engenhosidade das crianças do Roblox nesse vortex 125.

Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpod

ou CUPOM: VORTEXPOD

Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiucha

Co-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePe

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Episódios passados mencionados:

Vortex 110 - A Revolta do Roblox, Felca perseguido e crianças sofrendo golpe

Vortex 122 - [+18] O retorno de Didi, serial bananador e pegador de sogra 

Vortex 123 - [+18] Chorando de Prazer: apanhando de mulher bonita e internação pós-rala e rola 

Vortex 124 - Looksmaxxing, martelada na cara e saco de guincho

Links comentados no episódio:

Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido Santos

Edição: Joel Suke

Ilustração da capa: Brann Sousa

Participantes neste episódio2
K

Katiucha Barcelos

HostPodcaster
P

Pedro Pinheiro

Co-host
Assuntos6
  • Comunicação em redes sociaisGeração Z terceirizando conversas para IA · Uso de IA para rejeição em relacionamentos · IA como amigo e terapeuta · Padronização da comunicação pela IA · Impacto da IA no crescimento emocional
  • Dating AppsBumble e o futuro do 'concierge de dating' · IA conversando com IA para encontrar parceiros · Burnout em aplicativos de relacionamento · Namoro intencional vs. encontros analógicos · Preocupações com privacidade de dados em apps de namoro
  • Código Morse no RobloxCrianças usando código Morse para mensagens escondidas · Burlar filtros de moderação da plataforma · Segurança infantil e comunicação no Roblox · Geração Z e comunicação humana intensa
  • O papel dos pais na educação modernaTendência da Geração Z em levar pais para entrevistas · Recrutadores observando a presença dos pais · Mães intervindo em conversas de contratação
  • Jogo de adivinhação de palavrasTentativas de chegar à mesma palavra · Intuição na comunicação
  • Álbum de figurinhas da CopaÁlbum do Naruto como alternativa ao álbum da Copa · Importância da troca de figurinhas
Transcrição149 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

E aí, pessoal, tá começando mais um episódio do Vortex Podcast, seu momento semanal de aproveitar notícias e histórias que são interessantes o suficiente pra prender a sua atenção, mas que provavelmente não vão mudar a sua vida. E hoje eu tô aqui com Odeio PP. Oi. Pra falar sobre comunicação, sobre pessoas, sobre sociedade, porque a gente é assim, vientistas sociais, né? Que achei dinâmico, achei bem dinâmico, bem movimentação, somos jovens. Tá, então vamos começar o próximo.

Antes da gente começar, tem alguma coisa que tu queira contar da vida? Eu queria informar para a minha nação... Pera, qual é a tua nação? A nação vortequeira? A nação que cheirou bem esse... Não, a vortequeira por enquanto. Beleza, beleza. Depende do dia. Hoje é vortequeira, né? Que estou colecionando o que eu vi, Catiú, que está todo mundo aí na moda, né? Moda da Copa do Mundo. Ah, isso é verdade. É verdade. Eu como sou um cara hipster que não sigo padrões... Perfeito.

Decidi que não vou colecionar o álbum da Copa. Ok. Vou colecionar o álbum do Naruto. Então eu fiz questão de comprar meu álbum com capa dura e vários pacotes. Mentira, pô. Tu não tem com quem trocar isso. Exatamente. Esse é o meu ponto. É aí onde eu queria chegar.

fazendo isso, cara. A coisa mais legal de ter álbum de figurinha é você trocar figurinha com a galera. Pois é, não, mas aqui eu tenho o meu canal de comunicação com as pessoas, então, se você também coleciona esse álbum zebríssimo... Não é possível. Tenho cartinhas pra trocar. Manda inbox.

Gente, se você for uma das três pessoas que tem um álbum do Naruto, vocês vão ter que trocar pelos correios, sabe, né? Porque aqui em Fortaleza, mas eu não sei. Vamos fazer aquela brincadeira que é tipo assim... Ah, é foda, porque hoje a gente vai perder essa brincadeira. Mas é aquela brincadeira que eu conto um, dois, três, e aí no três nós dois falamos uma palavra qualquer. Só que a gente ouve a palavra um do outro, e a gente vê quantas tentativas demoram pra gente chegar na mesma palavra.

Caralho. Tu entendeu o jogo? Entendi, eu acho que eu entendi. Eu acho que tu entendeu? É tipo assim, por exemplo, eu falo, sei lá, pincel, aí tu fala Naruto. Aí tu pensa assim, calma, entre Naruto e pincel tem a palavra tal. E eu também vou pensar isso, entre Naruto e pincel tem a palavra tal. Ah, entendi, mas não é uma coisa intuitiva, entendeu? É uma coisa intuitiva, sim, é intuitivo. Não, o objetivo não é chegar na palavra. O objetivo é chegar na palavra. O objetivo é a gente falar a mesma palavra.

Tá bom, tá bom, tá bom. Tô chegando. Vamos lá. Um, dois, três. Perfume. Doce. Um, dois, três. Balonilha. Um, dois, três. Três. Chocolate. Caraca, eu preciso pensar como tu. Calma. Deixa eu tocar minha cabeça na parede.

Um, dois, três. Aroma. Gostoso. Um, dois, três. Três. Batum. Caputino. Tô chegando. Agora eu vou chegar. Agora eu vou chegar. Caputino não tem volta. Um, dois, três. Três. Café. Caralho, mano. Para de me seguir. Tem que ser no meu pé. Um, dois, três. Veio. Chá. Veio do café, cara.

Quem vem do café, vô? O cara que fala, quero café! Quero café! Quero café! Ah, verdade. Pode crer. Aí eu vacilei. Aí eu garanto. Um, dois, três. Boldo.

Caralho! Véio chato tem que ser boldo, pô. Divertido, tá? Gostaram, gente? Do Vortex Games? Tu quer mais uma rodada pra eles sentirem menos ruim? Vai, vai, vai. Tu conta aí, um, dois, três, vai. Um, dois, três, volem. Parede. Um, dois, três, bloqueio.

Brasil! Por que a gente tá fazendo isso com o Joel do futuro, né, cara? Já tá 10 minutos aqui a gente falando porra. Quer participar, Joel? Quer participar? Ei, Joel! Quando a gente estiver fazendo 1, 2, 3... Entrei na compra pra gente ver quantas tu acertas aqui com a gente. Eu trouxe hoje algumas notícias sobre comunicação mesmo. Então tem tudo a ver o fato da gente não conseguir se comunicar pelo jeito. Perfeito. Às vezes sim, às vezes não, né? Porque o mundo está mudando, né? Diante dos nossos olhos. Tem várias coisas acontecendo. Quase todas elas profundamente trágicas.

Vai pesar o clima, né? Porque as coisas estão mudando, são paia, né? Tá bom. No processo, várias coisas são engraçadas no meio das bad vibes. E a gente precisa achar essas coisas engraçadas, porque senão a gente também enlouquece, né? É, e a gente desiste, né? A gente desiste. Ninguém quer desistir. Eu vou explicar por que eu tô pensando sobre isso, pensando sobre a sociedade. Na verdade, desde o Vox Passar eu tô pensando sobre a sociedade, né, cara? Tá foda, não aguento mais pensar. Eu tô vendo aí, nossa antropóloga. Mas eu trouxe aqui algumas histórias, e a primeira delas é a seguinte.

A geração Z está terceirizando conversas para inteligência artificial. Caraca, eu vou dar a expose da galera que eu conheço, geração Z, tá? Legal. Tem o que falar sobre isso, tem opiniões. Por volta das duas da manhã de uma segunda-feira, Emily recebeu uma mensagem de um colega da faculdade, Patrick, com quem ela tinha saído em um encontro às cegas dois dias antes. Ambos são alunos do terceiro ano da Universidade de Yale e foram apresentados por amigos em comum.

Que isso? Por que tá fazendo isso? Que isso? É porque é muito... É um filme? É a sessão da tarde? Peraí, porra. A matéria tá aqui. Tu tá culpando o jornalista? Não, eu tô só dizendo. Eu sou apenas um mensageiro. Ah, vou. Vai lá, vai lá. Eles pediram anonimato e é por isso que a CNN concordou em mudar seus nomes para proteger sua privacidade. Abre aspas.

Em uma mensagem de seis parágrafos, Patrick disse que gostaria de, abre aspas, sair mais. Traversão.

Seja apenas como amigos ou o que quer que tenhamos sido nesse fim de semana. Fecha aspas. Ele acrescentou que não estava, abre aspas, procurando nada sério no momento. A princípio, Emily não achou que a resposta dele fosse algo fora do comum. E disse, parecia só que era um negócio muito formal. E eu sabia que ele era um cara legal. Então eu pensei, talvez seja só assim que ele escreve. Mas aí, depois de compartilhar a mensagem com dois amigos meus, que passaram por um detector de inteligência artificial, ela teve a sua resposta.

Era tipo 99% inteligência artificial. E ela estava certa.

Eu entendi completamente errado, tá? Perfeito, não importa. E quando tu falou em terceirizar conversas, eu pensei, pô, o pessoal não tá querendo mais ter amigo na vida? E aí tá usando como amigo a inteligência artificial. O que eu soube que a galera tá fazendo é... Olha que loucura. Tem pessoas, né, geração Z, estão dando prompt pra inteligência gerar uma fanfic, por exemplo, pra eles. No lugar de buscar coisas escritas por pessoas... ...

Cara. A pessoa fala, quero uma fanfic do Jon Snow com o dragão não sei o quê. Foda-se. Cria aí pra mim. Eu vou te dizer que isso me ofende profundamente. Caraca, caraca, pegou na veia. Pegou na veia. Nossa, pegou muito na veia. Lá vem o textão. E é textão orgânico, tá? Não é textão orgânico, caralho. Não, mas é porque, porra, é foda, cara. Essas coisas... Expressão artística. Você terceirizar a expressão artística pra inteligência artificial. Caraca.

Me mata! Isso me mata! Como é que... Tá ligado? E é uma coisa que é pro consumo da pessoa, entendeu? Mas, mas, isso aí é uma coisa. Tem uma galera que, tipo assim, o melhor amigo do pessoal hoje em dia é o chat-APT, cara. É, não, isso aí tem demais. Aí, tipo, aí o pessoal tá namorando e, ah, o melhor amigo é e, ah, o terapeuta é e, ah. E aí, tipo, agora o artista que a pessoa consome é e, ah. Caralho, isso é loucura, pô, isso é loucura! Eu vou fazer uma pergunta aqui. Tu acha que a gente é o problema? Não! A gente é parte do problema.

Acho que a gente faz parte do problema porque a gente fala sobre inteligência artificial aqui no Vortex no sentido de dizer assim, ah, não sei o que, chat é PT, meu amigo é tarado e tal, que é um negócio que a gente faz com um tom de comédia na maioria das vezes. Porque assim, eu sei que várias pessoas hoje em dia usam como sistema de busca inteligência artificial mesmo, né? Eu normalmente uso como sistema de busca o Google. Também, também. Só se for algo muito específico, assim, que eu preciso que seja uma coisa elaborada.

É, a não ser que eu precise fazer, tipo, um crossover de várias coisas e seja uma pergunta extremamente complexa e eu esteja procurando artigos muito específicos. Para micro perguntas ainda é o Google para mim. Apesar deles tentarem empurrar para a gente na resposta da IA e eu ter que pular umas duas páginas assim para baixo. Mas isso é muito chato, Pedro. Tudo agora tem IA, isso é muito chato. Ai, eu sei, gente. A gente está tendo aqui uma conversa de velhos, de chatos. Ai, meu Deus, vocês não podem lutar contra a maré, não sei o que, não sei o que. Eu luto contra a maré desde que estão dizendo que o emo morreu e agora eu preciso parar.

Calma, calma. Isso posto. Eu acho que, pra mim, a gente tá fazendo um trabalho de registro aqui. Registro. Esse aqui é a 20... Rinsinstro. De fato, a gente não tem muito como lutar. Mas a gente sempre pode oferecer uma resistência, que é a burrice natural, né? Ah, isso aí. A gente tem, ó.

E a gente oferece, pô, com frequência. Isso aí? Toda semana, cara. Quantas vezes a gente já errou conta aqui? Não, quem conhece a gente sabe que, tipo, porra. Me conhece? Meu Deus, se fosse pra gente falar direito, ter roteiro, dar informação certa. Acabou o podcast. Acabou.

É isso aí. Vocês querem isso? Vocês querem que acabe? E digo mais, não sobra nada. Não, nem pros Betinhas, nem pros Alfinhas, nem pros Geração dos Vezinhas. Diz aqui, e ela estava certa. Patrick admitiu ter usado o chat EPT pra redigir as mensagens de texto. Ele disse que não tinha muita experiência em escrever mensagens de rejeição. Caraca.

Eu acho que ele não tinha experiência em dizer, tipo, que não quer namorar. Que quer só, tipo, continuar. Sim, é o Brincas. É o Brincas, é o Brincas. Ah, quer só sair aqui contigo e tal. E ver qual é. E nhanhanhan, bababá, uou, uou, uou. É isso. Entendi, entendi. Só que ele não sabe falar isso. E ao invés de tentar e aprender... Nem, exatamente. Ao invés de só dizer o que eu acabei de falar, que faria ele passar uma vergonha natural... Sim. Ele não estava pronto para passar essa vergonha natural. Ele foi pedir ajuda à inteligência artificial.

Eu acho que ele, tipo, ele deve pensar que como não é ele que raciocinou essa resposta, não foi ele que disse. Mas eu fico puta com a apropriação cultural do uso do travessão por parte da inteligência artificial, que agora todo mundo acha que quem usa travessão está usando inteligência artificial. E isso é um disfaltério. É verdade, você pega no teu coração, né? Eu estou ligado. Eu amo usar travessão.

É muito legal. Deixa o Intrava-se dos pais. É coisa de gente cu. É coisa de gente cu. Gente cu? Gente cu também. Continuando, fala aqui. Tentei escrever meus pensamentos, mas não tinha certeza de como formatar isso de um jeito que não ficasse, tipo, muito ruim. Então eu acabei indo até o chat GPT, disse ele. E ele explicou a situação ao chat GPT. Disse todos os seus pensamentos, todas as suas emoções. E o, abre aspas, chat cuspiu a resposta ali pra mim.

Por que ele não diz todos os pensamentos e todas as... Pra menina, pô! Pior que eu tenho certeza que esse vagabundo... Chegou no chat, apetei, ele falou do jeito que dava pra ele ter falado pra menina. De dizer assim, oi, chat, tudo bem? Olá, doutor Charles. Com essa situação aqui. Eu tô aqui, tipo, saindo com a menina, ela é legal, ela é bonita. Tipo assim, eu quero... Como é que eu odeio ela?

Não é, eu quero ficar com ela. Ela parece mó legal, mas tipo assim, eu não sei se eu tô procurando um relacionamento. E a gente se conhece há tão pouco tempo, eu não sei se eu tô pronto pra namorar ainda. Só que ela me mandou uma mensagem, e agora eu meio que não sei... Fala pra menina. Não é como se as pessoas não soubessem se comunicar mais. Ela só tem medo de falar a coisa errada pros outros. Tipo pleasing também um pouco, né? Mas eu tenho outra teoria também, que é... Você é um safado. Aceita a teoria. Pega tudinho aí, deixa as meninas apaixonadas aí.

Tu acha? É o quê? E aí, isso aí é a resposta automática que ele já tem. Talvez. Aí a matéria diz assim, Patrick, tá longe de eu estar sozinho nessa. Pesquisadores dizem que um número crescente de jovens tá recorrendo à inteligência artificial pra navegar essas situações sociais que são comuns, redigindo mensagens de texto de rejeição pra pessoas que eles não querem mais ficar, tentando fazer essa interpretação de sinais aí.

tanto em mensagem de texto, ou e-mail, até em conversas que as pessoas têm. Então, tipo assim, o pessoal chega em casa, depois de conversar com alguém, aí bota assim no chat GPT da vida. Hoje, é o querido diário, né? Hoje, saí com fulana de tal. E ela falou pra mim que isso, isso e isso. E eu tô pensando, será que na verdade ela quis dizer que aquilo, aquilo, aquilo? A situação é tal, tal, tal, tal, tal. Meu amigo.

Porque você não apenas pensa sobre isso. Mas o pessoal quer a segunda opinião, Catiluxa. Mas, mas eu entendo a segunda opinião, mas não é pra isso que o povo tem amigo. Ferra! Que povo, né? Hoje em dia é difícil ter um amigo, é difícil essa amizade. É, não, é difícil. Talvez por isso, inclusive, né? Não tem mais necessidade de amigo e ninguém faz mais amigo.

Exatamente. Vou dizer, pra essa finalidade aí, beleza, não concordo. Acho que você deveria reconsiderar. Mas, se você tiver uma comunicação de trabalho respondendo um e-mail, isso aí, ó...

Porque isso aí previne muitas vezes você mandar aquele boa tarde, excelentíssima pau no cu. Não, pô, mas isso aí... Gente, todas essas coisas, elas fazem parte da gente se treinar como seres sociais. Que é tipo assim, às vezes você quer chegar no e-mail do trabalho e dizer assim Oi, boa tarde. Tem um me perguntado se você sabe ler, né?

Você quer lançar uma dessa? Só que às vezes você querer fazer isso e você ter a inteligência emocional de dizer, oi, conforme citei no meu e-mail passado, tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa. Talvez tenha ficado um pouco confuso. Então vou novamente explicar aqui. Espero que tenha dado para entender. Abraços corporativos, Catixa Barcelos. Catixa é a rainha da comunicação passiva agressiva. Meu Deus. Eu não sou a rainha da... O que é isso?

Tu se comportou com uma pessoa passiva-agressiva. Não, mas eu estou interpretando um papel. Eu tenho um histórico aí. Ai, dentro de lá não sabe nada do teu.

Todo mundo sabe, a minha especialidade é a comunicação agressiva-agressiva. Tá, né, tá bem. Eu só sou passiva-agressiva quando eu não tenho escolha. Tá certo. E coisas desconfortáveis, elas são, cara, inevitáveis, é inevitável. Tipo, ah, eu vou dar um fora na pessoa, vou terceirizar o fora. Não dá pra terceirizar, pô. Porque no final das contas, quem vai mandar a desgraça da mensagem é tu.

É, isso é verdade. Isso aí ele não calculou, não, né? E pior, né? Porque eu acho que é pior do que a vergonha de você dar um fora na pessoa. É você saber que você mandou uma mensagem à pessoa, descobrir que foi IA... É. E te jogar na tua cara. É. É a vergonha maior.

Vi aqui que tem 99% de chance de você ser um merda que não sabe se comunicar com os outros. Só me confirma se... Me confirma se 1% é essa vírus com o mesmo... Tipo assim, vou te dizer outra coisa que não tem a ver necessariamente com inteligência artificial, mas tem a ver com essa homogeneização. Homogeneização? Se a palavra dá certo?

Deve estar. Acho que sim. Perguntar o chatinho. É uma coisa que não tem a ver com inteligência artificial, mas tem a ver com essa padronização da comunicação, tá? Que é esse lance de... Parece que você, às vezes, está falando com o pessoal. Tem gente que fofoca como se tivesse, cara, lançando release de imprensa. Isso me deixa maluca.

Nossa, isso aí não. Fazendo vários disclaimers, né? É, de pegar e dizer assim, por exemplo, os amigos da Emily aqui estão falando do Patrick. Aí diz assim, ah, é porque eu acho que o Patrick me mandou uma mensagem e eu acho que é inteligência artificial. Assim, claro, eu entendo que tem pessoas que têm essa dificuldade de comunicação e eu não tenho, por exemplo, como ter certeza, se ele tem algum tipo de neurodivergência ou alguma coisa do tipo, porque eu não convivi com ele o suficiente pra isso. Mas se esse fosse o caso, pra mim seria completamente compreensível. Só que... Caraca.

Cansei, não sou amigo dessa pessoa. Meu amigo, o que se... Gente, o que aconteceu com a arte de chegar e dizer que eu queria pegar esse cara aqui... Ele é um pau! E o desgraçado me deu fora, mulher! Olha esse cara! Que passado! Meu Deus, gente, as coisas simples da vida. As coisas simples.

E o amigo que é amiga, ele não precisa saber da história real. Não precisa. Ele precisa saber dos detalhes. Ele precisa saber quem eu vou xingar e quem a gente gosta na história. Exato. E tipo assim, gente, qual é o valor da neutralidade em uma conversa entre dois amigos? Não tem. Não tem nenhum. Tem. Não tem. Não tem. É olhar, tipo assim, ah, não sei o que, não sei o que, o Patrick e tal me mandou uma mensagem maior estranha. Só existe uma resposta, cara, que é tipo assim, o Patrick, aquele feio? Aquele... Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não

gente pra começar que ele é feio vamos fazer voltar os insultos simples porque as vezes você não precisa ofender uma pessoa do jeito que não tem volta, entendeu? e você não precisa ser um desgraçado também de usar alguma coisa, sei lá, habilista e sinistra pra falar de uma pessoa, é o simples é o simples, é o feio é o paia, é o tosco é dorento é, aquele pode, caralho, cadê aquele pode? boca pode, caraca, boca pode é forte boca pode? foda foda, filho da Maria 3 peito foda, entendeu?

Mas enfim, fala aqui. Especialistas alertam que esse hábito pode estar atrofiando o crescimento emocional e deixando a geração já isolada que amadureceu durante a pandemia ainda menos preparada para a bagunça das conexões humanas. Patrick fez várias indas e vindas ao chatbot, né, do chat EPT, ajustou umas linhas aqui e ali, mas foi majoritariamente copiar e colar o que ele acabou fazendo para a Emily. Disse, abre aspas, adicionei um emoji e tentei fazer parecer mais humano, disse ele. Vou dizer, falhou.

Falhou muito, né? Porque se fosse pelo menos, assim, 92%, ele não ajeitou uma palavra sequer, essa é a verdade. Tu tem que entender que esse desgraçado do Patrick aqui, ele tá dando entrevista, pô. Na entrevista, eu tenho certeza que esse filho da mãe que disse que não sabe se comunicar, no instante ele aprende a mentir. No instante ele aprende a dizer, ah, não, eu tentei mudar isso, eu tentei mudar aquilo, eu fiz o meu melhor. É porque eu sou tão burrinho.

Tão bundudinho, cara. Eu sou tão bundudinho, eu não sei falar não. E aí, ó. Pô, na hora da entrevista tu sabe falar isso, né? Enfim, continuando aqui. Eu me senti melhor em vir daquilo porque queria ser muito claro e queria ser muito direto. Eu não queria ser vago caso ela entendesse errado. Eu sabia que se eu fizesse sozinho, teria sido vago. Disse o Patrick, que considerou sua atitude como consultar um especialista. Ei, Patrick, vai pra... Vai tomar.

Ei, Patrick, vai tomar no... Vai tomar no... A gente até tá sendo organizado aqui, Patrick. Tu se cuida, pô. Aí fala aqui. Emily disse que não achou a mensagem de texto clara e que ela só tornou as intenções do cara ainda mais confusas. Ela não conseguia dizer pelo palavreado de... Se ele queria ser amigo ou se ele queria ser outra coisa. Ele atirou pra todos os lados dessa mensagem aí dele. Cara, como será que esse desgraçado colocou esse prompt pro chat IPT falar essa porra aqui pra ele?

Ele deve ter dito assim, eu quero dar um fora, mas só pra namoro. Mas eu queria continuar transando com ela. Mas ao mesmo tempo eu não quero que ela pense que isso quer dizer alguma coisa. Mas ao mesmo tempo, tipo, amanhã eu tô livre. Podem ser amigos. Mas ao mesmo tempo, não quero que ela pense que o meu tempo livre é... Meu amigo. E é tão antigo esse problema que as pessoas há muito tempo já criaram a expressão ou caga ou desaculpa a moita. Tipo...

Não sei como é que seria em inglês, porém. Procure no chat de apetado. Ela descreveu a interação que teve com o Paquera, né, o Patrick, como estranha. Mas disse que muitos dos seus amigos também já recorreram à inteligência artificial pra redigir mensagens de texto pra amigos, ou até pra, tipo, parceiros de relacionamento, alguma coisa do tipo, né? Pra analisar algumas situações sociais e algumas coisas assim. Às vezes, até colando conversas inteiras de várias mensagens no chatbot pra decifrar o que é que uma pessoa poderia, talvez, estar pensando por trás daquelas mensagens.

E diz, abre aspas, a ideia de que o meu irmão mais novo pode estar usando inteligência artificial pra terminar com a namorada dele é no mínimo preocupante. Porque agora ele vem falar comigo. Mas, aparentemente, pode chegar um dia em que ele vai recorrer a um IA pra fazer isso. Disse ela preocupada com a geração Z e dizendo que talvez eles tenham sim muitas dificuldades em confrontar os seus próprios sentimentos.

A experiência de Emily faz parte de um padrão mais amplo que preocupa os pesquisadores. O Dr. Michael Robb, o chefe de pesquisa da The Common Sense Media, chama isso de social offloading, que é tipo como se fosse um descarregamento social, né? Tipo, tirar essa carga social de cima dos seus ombros. Tira o peso dos ombros. Ei, mas não tem isso daí, inclusive, pra entrevista de emprego, né? Que a galera tá levando os pais pra entrevista de emprego. Já viu isso aí? Não.

Levar pais a entrevistas de emprego é uma tendência crescente na geração Z, com cerca de 20% a 25% dos jovens americanos da adotança prática. Deixa eu ver onde é que... O que eles fazem com os pais lá? Pro pai fazer entrevista, tá ligado? Não. É, eu acho que é, vamos ver. Não, pô. Às vezes ele só quer que o pai fique com ele na sala conversando, sei lá.

Recrutadores contam histórias de jovens que levaram os pais em entrevistas. Abre aço. Mãe me ligou querendo bater boca. Ah, a mãe do candidato. Um levantamento feito pela consultoria educacional norte-americana Intelligent mostrou que jovens recém-formados estão levando os pais para participarem de suas entrevistas de emprego nos Estados Unidos. Cerca de 20% dos profissionais em cargos de liderança entrevistados pela pesquisa disseram ter observado o comportamento. Caralho.

Eu continuo não entendendo o que esse povo tá levando. Gente, eles tão levando o pai e a mãe pra entrar na sala. Que, tipo, alguém diz assim, Ah, porque qual é a sua pretensão salarial? E a mãe interrompe e diz assim, O que você quer dizer com isso? Eu tô sentindo que a sua pergunta não está sendo direta o suficiente para o meu filho. Eu vou começar a oferecer meu serviço pra fazer isso. Eu amo me meter na vida dos outros.

Cara, eu acho que é tipo quando você... O que eu consigo pensar, né? Não sei se vai. Talvez explique aqui. É porque a gente teoriza quando já tem a matéria, não precisa. Quando você vai, por exemplo, aprender a... Sei lá, andar de bicicleta. Tá. Que tu não sabe, no caso, né? Não. Mas imagina aí. Aí você tá lá com a sua bicicleta de rodinhas e aí você decide que é a hora de... Tirar a rodinha. Tirar a rodinha. Eu passei por isso, tá? Só que foi trágico e eu desisti depois. Mas eu passei.

normalmente o que os pais fazem é deixa combinado aqui, vai lá que o papai tá olhando, né? Dá aquela confiança pra criança, dá o impulso. Fica segurando atrás de tô segurando, tô segurando, já soltou faz até, tá lá a voz do seu pai lá na puta que parede. Tô segurando! Vai! Vai! Agora vira, desgraçado, tem uma parede.

Isso é um evento canônico. Ok. Entendi. Eu acho que a ideia é essa daí, tipo, dar o conforto emocional pros pivetes lá, né? Não, tudo bem você dar conforto emocional. Eu não tenho nada contra, por exemplo, uma pessoa ir pra uma entrevista de emprego e ser, sei lá, em um prédio corporativo e aí você ir, sei lá, com os seus pais pra esse prédio corporativo, se eles quiserem, barra, poderem ir. Sim, sim. E aí, tipo, eles ficarem em uma sala separada da sala que você vai. Eles não chegarem, de fato, na empresa que você vai. Tipo assim, seu pai e sua mãe foram até lá com você.

Tá bom, isso aí é ok. Mas aí entrar na entrevista, talvez... Entrar na entrevista é coisa de maluco. Vamos ver se é isso. A pesquisa foi respondida em 2023 por 800 gerentes, diretores e executivos dos Estados Unidos que estão envolvidos em processo de contratação. Eduardo Migliano é fundador da 99 Jobs, uma das maiores plataformas de emprego do Brasil. Ele contou que viveu uma experiência inusitada relacionada à experiência de pais e filhos no ambiente de trabalho.

Abre aspas. Eu estava conversando com uma pessoa no WhatsApp e ela me respondendo. Quando percebi, era a mãe dela que me ligou do número da menina querendo bater boca comigo e demitiu do emprego. Ela se demitiu pela filha dela.

Mentira! Ligou pra xingar o chefe e se demitir. Mentira! Você não mexe com a minha filha. Tô falando? Não. Caralho! Caralho, muito doido. Ele diz aqui, ó. Na época, era uma pessoa mais velha que eu. Era uma colaboradora não estagiária. Na hora eu falei. Olha, você não tem competência pra demiti-la. Vou marcar uma reunião e espero que ela me encontre para dar um seguimento sobre o que aconteceu.

Tinha ficado uma situação tão chata que a pessoa não teve pra onde ir que não fosse pedir demissão. Lembrou Migliano. De fato, né? Se a tua mãe chega... Caraca, que coisa, gente. Dizendo que vai demitir a filha. Eu tô mortificada, pô.

Eu quero deixar clara uma coisa. Todo mundo tem dificuldade de se comunicar. Todo mundo tem medo de falar a coisa errada. Todo mundo tem medo de ofender. Todo mundo não quer ser ofendido. Todo mundo fica pensando, será que existe uma sequência de palavras que eu consiga sair dessa situação de um jeito perfeito, que eu consiga exatamente o que eu quero e a outra pessoa não sinta nada de negativo em relação a mim? Todo mundo pensa isso, pô. Só que faz parte da experiência você entender que não e você tentar, mesmo assim. É isso.

Aqui, na matéria, fala exatamente isso, né? Que esse especialista tá falando sobre esse lance que a geração Z tá fazendo. E diz aqui, de acordo com uma pesquisa de 2025 da Common Sense Media, um terço dos adolescentes já prefere companheiros de IA a humanos pra conversas sérias. Que era o que a gente tava falando, né?

Ah, sim, perfeito. E diz aqui, se você está usando a inteligência artificial para redigir as suas mensagens de texto para amigos, para parceiros românticos ou qualquer coisa do tipo, você está terceirizando o próprio ato comunicativo. O problema é duplo, observou o especialista. Ele, um, cria uma incompatibilidade de expectativas, porque o destinatário está respondendo uma versão que foi polida por um IA, não está respondendo uma pessoa real. Tipo assim, se o lance todo é você ficar dizendo, pera, o que essa pessoa quis dizer com isso? Deixa eu pensar. Será que, na verdade, ela estava querendo ser... Você não está falando sobre uma pessoa.

E aí tu imagina o seguinte cenário, que é, tem uma pessoa aqui que tá conversando e tá pedindo ajuda ao chat EPT. E aí a outra pessoa que tá lá, vixe, pera, eu não sei responder isso, deixa eu pedir ajuda ao chat EPT. E aí o chat EPT vai lá e responde ele. O chat que é que ele quis dizer aqui? Aí depois pega um fio inteiro numa mensagem, tipo, de várias conversas e diz assim, calma. Eu tô conversando com essa pessoa há três meses, o que você acha que ela sente por mim? E aí cola lá, e todas as mensagens são de inteligência artificial. Tanto a pessoa que tá falando, quanto a pessoa que tá lendo, o que é isso?

Que loucura, cara. Isso daí vai ser quebrado no momento que tu encontrar a pessoa e for conviver. Como é que tu vai fingir a vida tanto que tu se comunica como um boto do mundo, tá ligado? Cara, e se você não sabe se comunicar desse... Você encontra a pessoa e na hora que você diz você, a pessoa diz... Ué, mas tu não falava o vós-messê até ontem? O que houve? Ué, tu não falava kraube e tauba? Que é isso aí?

O que você quis dizer com o imbigo? Pô, tu tá vendo como é que a pessoa abre mão disso aí? Que isso é lindo, cara. É bonito, é bonito. Eu me apaixonaria com a pessoa que fala imbigo, pô. É imbigo, pô. Tauba? Tá maluco. Tauba é foda, pô. Eu não troco um tauba por um tábua travessão. Ou tal coisa, tá de ninguém.

Como eu falei, o problema é duplo E aí o outro lado do problema é O uso repetido disso pode acabar desgastando A confiança dos usuários Nas suas próprias vozes Impedindo que eles desenvolvam habilidades essenciais Como ler intenções sociais e tolerar Amiguidades Tolerar amiguidade é difícil Não só tolerar, a pessoa não vai nem interpretar A parada Não vai saber lidar com ironia, por exemplo Não é possível

Não vai, não vai. Ela não vai saber, tipo, o efeito do que ela fala tem na pessoa, tipo. Não, não vai. Ela não sabe, tipo, se eu falar isso, será que vai causar isso? Não vai, porque ela não vai ter a reação da pessoa. E se você encontrar com a pessoa na hora, tipo, pessoalmente, assim, cara a cara, né? Tete a tete. E falar, tipo assim...

Oi, e aí, tudo bem? E a pessoa pegar e disser Nossa, eu tava super inseguro pra prova de ontem, não sei o que, foi tudo bem? E aí você ficar tipo assim Calma, será que eu digo que se eu fui ruim na prova ela vai achar que na verdade eu sou burro? E aí eu vou parecer muito insegura? Será que é muito insegura eu dizer que não fui bem? Será que na verdade ela vai pensar que eu tô aqui num loop de autopiedade? Será que autopiedade é uma coisa que ainda dá muito ruim hoje em dia e vai ser mal interpretado? Como era mesmo que eu tava falando com ela? Eu não lembro se eu tava sendo autopiedoso ou se eu não tava sendo... E aí você tilta e corre. E vai fazer o quê?

Correr é bom, hein? E eu vou dizer, me contratem pra conversar por vocês, porque eu posso conversar por vocês no meu lugar do chat. Aí fala aqui, né, um pouco da matéria, diz que tem esse impacto da pandemia muito grande, que foi uma época de socialização muito importante pras pessoas, que elas acabaram ficando isoladas em casa, então foi muito difícil elas fazerem isso, essa comunicação muito online também acabou atrapalhando muito, apesar de que...

A gente também teve muita comunicação online na nossa vida, mas a gente ao mesmo tempo também tinha comunicação pessoal, né? Então, sei lá, não foi tão pesado pra gente e a gente também não tinha tanto ferramento quanto as pessoas têm hoje em dia. Mas acaba a matéria dizendo assim, a adolescência é a janela crítica para desenvolver confiança e regulação emocional. É uma fase em que se aprende a construir relacionamentos e desenvolver a mentalização, que é a capacidade de entender o estado mental da outra pessoa. E às vezes o seu próprio, né?

Essa falta de interação gera um profundo senso de isolamento, levando muitos à inteligência artificial em busca de companhia, não apenas de ajuda, como a gente estava dizendo. No entanto, especialistas alertam para o loop da solidão. Os chatbots oferecem uma aparência de conexão, mas no fim é uma coisa insatisfatória e que aprofunda o isolamento dos jovens. Fataço. Triste. Muito realista. E muito triste. É porque assim, os Gen Z que eu conheço, eu acho que eles já notam isso muito antes da gente que está lendo uma matéria, tá ligado?

É, a gente também tá querendo... E aí eles tão ficando meio poucas, sabe? Poucas ideias. Essa galera é muito poucas ideias. Eles são muito poucas ideias mesmo. E eles não sabem, tipo... Acho que isso tá virando também um... Eu não sei, eu não conheço eles. Um ativo pra eles. Tem até uma piada aí, né? No Twitter. Não no Twitter. Na rede sociais. Que, tipo, o Millennial, ele é, tipo, super elabora. E fala as coisas com muitas palavras. E explica os sentimentos de uma forma muito detalhada. E o Gen Z é... Quero transar, porra.

É tipo isso, tá ligado? Então acho que essa galera já tá fazendo o movimento contrário de elaborar muito. Entendi. E não é exatamente só pra namoro, né? Tipo, pra tudo. Não, é pra tudo, é. Mas em termos de namoro, porque esse parece o fundo do poço, né? Mas nunca subestime a possibilidade das pessoas continuarem cavando, meus amigos. Porque a próxima história é a seguinte.

A matéria é de 2024, mas teve novidades recentes, tá? Eu vou começar a ver aqui, depois a gente vê o que aconteceu com a história. Diz o seguinte. Whitney Wolfe Heard, fundadora do aplicativo de encontros Bumble, sugeriu que em breve uma inteligência artificial baseada em um usuário poderá conversar com inteligências artificiais baseadas em outros usuários.

Meu Deus. Após essa etapa, ela seria capaz de decidir quem são as pessoas com quem você teria maior afinidade. A empresária tem até um nome para aplicar a esse recurso. Concierge de dating, né? Concierge de encontros. Caraca, o nome disso é medabots, né? Macho, isso é meio medabots.

É meio Metabots. Quer robô contra robô. Diz aqui, abre aspas, existe um mundo em que o seu concierge de encontros poderia ir conversar com os concierges de outras pessoas. Aí você não precisaria conversar com 600 pessoas. Ele escanearia São Francisco inteiro pra você e diria, essas são as três pessoas com quem você poderia conversar aqui pra frente, que você deveria conhecer. Explica a fundadora.

Este concierge seria treinado em conversas com o próprio usuário. A IA poderia ouvir as inseguranças das pessoas e ajudá-las a superar essas dificuldades. Caraca, parece infernal isso aí, tá? Namoro de bolha. Namoro de bolha? É, que é tipo... É o que eu pensei no Jimmy Bolha, né? Ah, entendi, tá. Você tá tipo... Você não consegue furar a barreira da estranheza. Que, cara, em algum nível tem estranheza, mesmo com a pessoa que você mais ama na sua vida.

Mas isso é normal. A primeira vez que tu vai transar com a pessoa. Não tem como ser em 100% todo mundo, tá ligado? De bom. Ai, nossa. Nunca me senti seguro na minha vida. Tem um esquisitice assim. Tem um... É. Isso vale pra muitas coisas. Sei lá, vai conversar sobre um assunto que é, sei lá, meio polêmico. Sei lá, sobre política. Vai descobrir o que a pessoa pensa de política, tá ligado? Caraca, é estranho. É estranho. É tenso. Você fica tenso.

Aí tu vai, tipo, cortar todas essas barreiras de pequenas estranhezas e entendimentos e desentendimentos? É, e aí o que vai acontecer... A bolha. Eu não sei, tô chutando, tá? Porque eu claramente não trabalho no bambu. Mas uma coisa que pode acontecer é, tipo assim, fulaninho não gosta de quem discorda dele ou dela. Então eu tenho que pegar as pessoas que pensam igual a ele ou ela, que é esse, esse, esse e esse. Aí do nada você tá lá namorando um clone, nada a ver seu...

E tinha uma pessoa que é genuinamente muito massa, porque você se apaixonaria muito, você nunca vai conhecer essa pessoa, porque, tipo, ela era muito diferente de você. Parece assustador, parece assustador, perdeu essa oportunidade. Não, e tira a sua capacidade de conviver até minimamente com alguém que tem alguma discordância com você. Tipo assim... Pois é, não é.

E você, o que é que tu aprende se tu tá só conversando com gente que tu concorda? Caraca, hoje a gente tá... Filosofia de bar, nem parece que é quinta-feira. Aí tem uma nova matéria aqui que fala sobre a novidade do lance todo. Uma matéria do New York Times, inclusive, saiu no dia dessa gravação que a gente tá fazendo aqui. Fala.

Shefa Assam, de 29 anos, acha que namoro online é um fardo na sua vida, por vários motivos. Redigir um perfil é entediante, é uma coisa confusa, é um negócio difícil, ela não sabe quais fotos ela deve usar. Preguiçosa. Anos atrás... Jeans, jeans. Eu recém-terminado de um namoro... Vai. Eu tive que delegar o meu perfil a Catiuxa Barcelos e Debrinha. E não funcionou. Não.

Foi a última vez que eu conheci uma pessoa online. Foi antes desse... Partiu de um dia.

Putsgrila. Descubra agora que foi só uma estratégia, né? Pra conhecer as pessoas na vida real. Mas, Mar, é isso. Porque, tipo assim, se você vai ser atrapalhado, é importante você ser atrapalhado por um humano. Eu tô aqui pra te atrapalhar se for preciso. Ah, definitivamente. Ah, é porque, na verdade, eu quero ser ajudado. Não, mas vamos falar do possível. Vamos falar do que eu quero e não do que tu quer.

Mas eu fiz o meu melhor, é porque eu não entendo de aplicativo de relacionamento, gente. Ô, meu Deus, agora pronto, eu tenho que ser especialista em tudo. Aí diz aqui, eu não sei que breves histórias eu devo compartilhar sobre a minha vida pra transmitir quem eu sou ou o que é que eu busco. O Bambu acabou virando manchete na semana passada ao anunciar planos pra acabar com o recurso de deslizar e migrar para um novo sistema de matchmaking. De fazer essas combinações, né?

impulsionado por inteligência artificial. Isso aqui é a novidade da ideia que a gente acabou de ler na outra matéria que foi feita em 2024. Até sair esse vórtex, já vai ter atualizado pra má coisa. Vai ser uma IA baseada em uma IA que vai conversar com outra IA baseada em outra IA.

Aí fala que as pessoas estão passando por um burnout de aplicativos de relacionamento e a ideia desse novo sistema de matchmaking é justamente acabar com esse burnout. Uma pesquisa da Forbes de 2024 revelou que quase 80% do público em busca de parceiros se sentem emocional, física ou mentalmente exaustos pelos aplicativos de relacionamento em algum momento. Caraca. Tu já falou sobre isso, de como tu tava de saco cheio também, né?

Mas eu acho que eu não sei, né? É o que faz tempo. A minha experiência é que, tipo, dá preguiça, né? Eu acho que é meio esgotamento mesmo. Ah, então. É tanta opção no catálogo que você meio que trata tudo de uma forma muito descartável, né? Você não consegue criar o apego assim. Demora pra você construir um apego com alguém, é demorado, gente.

Uma terapeuta licenciada e consultora de namoro em Nashville diz que às vezes vê os seus clientes presos em um estado frenético de ficar deslizando para a esquerda para rejeitar pretendentes. É, isso aí eu sei que acontece mesmo. Ah, quer dizer que ninguém me quer, então vou dar fora em todas essas mulheres aqui. Mulheres. O quê? Não que eu faça isso. Tô dizendo que já ouvi falar de...

Mentira, pô. É, pô. Foi só o faz. Caraca, tem então essas mini-vinganças sociais. Galudo. Do mesmo jeito que tem os galudo que arrasta pra direita. Independente. Pô, galudo é uma palavra, né, cara? É. Tem aí o galalau, né? Galudo é melhor. Galas secas, galas secas. Galas secas é o certo. Não, não. Galalau é muito mais legal.

Mas também tem a galera que, foda-se, só quer dar um fora em várias pessoas, sabe? Reparação histórica. Entendi, entendi. Reparação histórica. Diz aqui. As pessoas não se veem como seres humanos reais nos aplicativos. Nem elas, nem as outras, né? Surpreendentemente, às vezes, ela incentiva os seus clientes sobrecarregados, com essa situação toda, a deslizar para a direita com muito mais generosidade do que eles fariam normalmente. E, em seguida, enviar imediatamente uma pergunta, tipo, de triagem para iniciar uma conversa mais significativa. Por exemplo.

você fez ultimamente de que se orgulha? Já parece um saco isso aqui. Você chegar com a entrevista. Ah, é uma entrevista de emprego. Aí eu dou pra minha mãe e ela responde. É, não, é. Aí faz sentido que você vai ser uma IA conversando com a IA, porque ninguém quer conversar isso aí na vida real, gente. Mas como é que você começa uma conversa no aplicativo, tipo, se você tá conversando com 100 pessoas e você é ao mesmo tempo interessante e você descobre se a outra pessoa é interessante? Caraca, se tu tá conversando com 100 pessoas, eu acho que tu devia desistir.

Todas as pessoas conversam normalmente em aplicativo de relacionamento de uma vez. Uma? Não é uma. Não é uma, mas é tipo... Duas com atenção e umas cinco, foda-se, sabe? Caraca, é muita gente, né, pô? Eu falando 100, parecia pouco, né? Mas agora falando, tipo... Sete pessoas parece muito. É, não, mas 100 é loucura, né? Nossa, eu já fico com ansiedade social quando eu penso em sete pessoas conversando ao mesmo tempo. Porque primeiro tem a triagem, né? Às vezes você nem sai do boa noite, tudo bem. Tu tá notando como a gente tá chegando à mesma conclusão, que é a mulher do Bumble, né? Sim.

Talvez, talvez a gente tenha um ponto aí. O novo recurso do Bumble pode mudar a forma como os usuários interagem fisicamente com o app, mas resta saber se isso mudará significativamente a experiência do usuário. Abre aspas. Muitas dessas empresas acham que a IA vai salvar os seus aplicativos ou mudar a experiência do namoro, diz Catherine Coduto, professora assistente de ciência de mídia na Universidade de Boston, que estuda namoro online. Legal, né? Estudar namoro online.

Caraca, tem pesquisa pra tudo mesmo, né? Tem, pô. Ela diz, eu acho que os usuários estão, na verdade, muito hesitantes quanto a isso. Trata-se de preocupações com a sua privacidade, né? As pessoas não sabem como que essa inteligência artificial vai usar os seus dados. Você realmente nunca sabe o que as pessoas vão fazer com os seus dados, né? Principalmente quando, por exemplo, você está acessando um Wi-Fi público.

Aí é que você não sabe mesmo. Mas eu acho que existe uma solução pra isso, né, Catiuxa? Eu acho também que existe, mas qual é a solução? Nord VPN, Catiuxa! Usando Nord VPN, você protege todos os seus dados com apenas um clique e você encripta. IP, localização, você pode acessar redes de Wi-Fi públicas sem medo nenhum do que as pessoas mal intencionadas vão fazer com seus dados, porque todos eles estão protegidos. Fica tranquilo, com Nord VPN você usa a internet como se não houvesse amanhã.

E com uma assinatura da NordVPN, você pode fazer com que sua família inteira use, por exemplo. Você pode ter uma conta só e usar sua família, os seus amigos. Todo mundo está protegido ao mesmo tempo. Usando o nosso link nordvpn.com.br. As pessoas podem testar o serviço da NordVPN por até 30 dias sem gastar absolutamente nada. E se resolverem assinar, elas podem ganhar até 4 meses a mais na assinatura usando ou o nosso link ou o nosso cupom.

É isso aí, Catiúcha. Apenas o nosso link, apenas o nosso cupom, por favor. Exatamente. Se protejam, gente. É muito importante. E aí ela acaba comentando aqui que aparentemente as pessoas querem uma experiência de namoro que pareça mais intencional. Vamos traduzir isso aqui. Como é que a gente traduz namoro intencional? Namorando com quem quer. É quando a carne cai no prato do carnívoro. No carnívoro.

Bom, aí a matéria fala que ultimamente essa ideia de No Amoro Intencional ganhou força. Os aplicativos de No Amoro apostam nessa inteligência artificial achando que ela pode ajudar a preencher essa lacuna em um momento que vários desses usuários estão querendo voltar para os encontros analógicos, deletando esses aplicativos de No Amoro na experiência de encontrar alguém à moda antiga.

Aonde? Na pracinha da prefeitura? Na pracinha. Na igreja? Mas será que a eliminação desse recurso de deslizar vai ser o suficiente para convencer as pessoas a baixar o aplicativo de namoro novamente? Provavelmente não, diz a especialista. Existem tantas outras formas de conhecer pessoas.

Conclusão. Mais de 29. Tentamos. Boa sorte. Então, e aí tem outra matéria que saiu no Mashable há seis horas atrás. Foi tipo, ainda agora. Caraca. E tem uma... Isso aqui é jornalismo tru, tá? Nossa, hoje eu tô... Opa.

explicando, tá? Trocando em miúdos aqui. É assim, eu tenho um IA que eu vou chegar lá e dizer assim, oi, não sei o que, ó, as minhas preferências são tal, tal, tal. Tem coisas que eu acho que são ruins. Essas coisas, essas, essas, essas, eu acho que são ruins. Aí, a minha inteligência artificial vai conversar com a inteligência artificial de várias pessoas, ta, ta, ta, ta, ta, ta. Eventualmente, depois de varrer toda a cidade de Fortaleza, essas inteligências artificiais vão dizer assim, ó. Não existe. Selecionei aqui essas três pessoas. As três, infelizmente, morreram.

Ela vai retornar a mensagem assim, não existe mulher no Brasil hoje pra mim. Não temos. Enfim, aí vai acontecer isso. Aí você, ao invés de conversar com várias pessoas, vai chegar e vai ter de qualquer maneira que passar pelo negócio constrangedor, de dizer assim, ei... Pois é, né? Vamos dizer aqui que a gente ia se dar bem que só.

Como é que você começa essa conversa? Eu acho que era para ser no automático, né? Se é a pessoa que tem a identificação tão alta, vocês nem conversam, vai assim, é telepatia já. Vocês já se encontram pelados. É, para quê? Ah, agora que resolvemos a nossa personalidade, vamos tratar da parte que não tem guiada. Poxa, é casamento a cega, assim. Já se encontra no altar. Exatamente, não tem nem a conversa antes. E aí uma parte dessa matéria diz, a maioria dos usuários que comentaram na publicação da criadora do Bumble, a Wolfie Heard,

não se mostrou convencida pelo futuro da conexão focada em inteligência artificial do Bumble. O comentário mais curtido questionava o que a empresa está fazendo para combater, por exemplo, os deepfakes, que são um problema real dentro do aplicativo. Na publicação do Instagram que ela fez essa terça-feira, a criadora do aplicativo chamou esse comentário de anos atrás que ela fez, em que ela diz que existe um mundo em que o seu concierge de namoro poderia sair e namorar por você com outros concierges, que era o que a gente estava citando. Ela diz que isso aí é um trecho isolado, que foi retirado de contexto.

E que as pessoas pegaram um experimento mental especulativo e transformaram como se fosse um anúncio de um produto por algum motivo, né? Eles estavam querendo que as acliques. Nunca pensaram nisso. Jamais. E ela diz, eu estava, na verdade, falando sobre os limites extremos do que a inteligência artificial poderia, teoricamente, fazer algum dia. Não dizendo que o Bumble planejava substituir o namoro humano por robôs. Acrescentou ela.

Eu não, aqueles. Eu não, aquelas. Aquelas que iriam mais... Eu? Eu juro, não. Eu? Eu? Ela ainda disse que, na verdade, o ponto central era exatamente o oposto. Usar a inteligência artificial para reduzir o ruído e ajudar as pessoas a chegarem mais rápido em uma conexão humana real. Então, até agora, ninguém sabe o que vai acontecer de verdade. A gente só sabe que tem gente que tá puto.

E tem gente que quer ganhar dinheiro. Tem gente que quer ganhar dinheiro. Tem gente que tá fingindo que vai e não vai. Tem gente que tá fingindo que não vai e vai. Exatamente. É o que mais tem. Mas aí saibam, vocês que estão escutando agora, que se vocês não forem no mundo conhecer a gente de verdade, vai ter um namoro que é feito por você por um robô que vai estar namorando com o robô de outra pessoa. Então se você quer que o seu relacionamento seja uma batalha de medobots, beleza. Pô, a Foda aqui. Isso é um argumento forte, né?

Mancha, eu falei porque eu fui pensando aqui... Foi ficando interessante, cara.

É ruim essa ideia, porque como a gente falou, pode ser que tenha alguém que é muito legal, que acaba saindo ali do filtro porque você não deu alguma informação. E que às vezes você não sabe que isso é massa. Isso que é doido. Se você só acha que é legal as informações que são parecidas com o que você quer e acha que quer, você se impede de conhecer uma coisa nova que você não sabia que achava massa.

É verdade. Então você tá preso num loop de ficar eternamente às vezes. Com a versão idealizada. Idealizada. E vou dizer. O que você acha que quer. Exato. Baseado no quê? No seu dedo podre, que até agora ficou escolhendo gente ruim. Pô, Astrid. Foda.

Caraca, teve que... Espassou por todas as fases do Bambu até chegar a Iá do Bambu. Caraca, talvez seja hora de desistir mesmo. Cuidado, cuidado. Quebrem os padrões, quebrem as correntes de vocês. Não morem na vida real. Ai, porque eu não conheço ninguém, não consigo conhecer ninguém. Vai fazer uma aula de vóla de praia, já falamos aqui. As turmas são muito pequenas, gente.

Pô, se a ideia é namorar, talvez vou ter que defender os arqui-inimigos aqui, tá? Não. O pessoal do Beach Tennis é mais populoso. Nossa. Não, gente. Entre o Beach Tennis e os robôs, vocês sabem de que lado eu tô. Foda. Mas, enquanto existir revolta e vida, existirá esperança. Porque existem algumas pessoas que estão, sim, focadas em comunicação intensamente humana.

Elas querem uma interação real. Elas não querem ser amarradas por essa ideia de que você precisa ter um negócio pasteurizado. Interação pasteurizada é uma coisa plastificada. Elas querem interagir com pessoas reais, com outras pessoas reais. E esses que são os rostos da revolução são os seguintes.

Crianças estão aprendendo a usar código morse para trocar insultos no Roblox. Pô, os alfinhas, cara, eles não param de dar a lição, né? Eles não param. Mas eles são os alfas mesmo. Primeiro, eles já lutaram contra o Felca. A justiça. Já lutaram contra a justiça americana e a brasileira.

Exatamente. E agora estão lutando contra a linguagem mesmo. Foda-se. E perderam todas essas batalhas, mas não... Mas não desistiram. Não desistiram, porque eu ia te falar. Eu mesmo não faço ideia de como se comunica em código morso. Imagina criança de seis anos que já se comunica em código morso. É foda, pô. Tu não sabe falar nem SOS em código morso? Não. Vamos aprender, porque eu acho que isso é importante. Como, mano? SOS é três pontos, três traços, três pontos.

Tá, o que é o ponto e o que é o traço? É assim, ó. Tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu. Caraca, eu demoro, hein? Poxa, comunicação é um negócio que dá trabalho. Olha aí, caraca, doido. Tu tem muito o que aprender com as crianças do Roblox. Eu tenho, total. Eu nunca disse o contrário.

aparentemente, o que está acontecendo é o seguinte. Foi postado aqui no Instagram pelo perfil Jorditech. Ok. E ele diz uma nova tendência dentro do Roblox está preocupando pais e jogadores. Crianças e adolescentes começaram a usar código morse para enviar mensagens escondidas no chat do jogo. Principalmente insultos e provocações. Tá achando que demora pra dizer SOS? Imagina quanto demora pra dizer seu pau no cu.

Vai tomar no olho do teu. O legal é que quando essa galera for pra entrevista de emprego, eles não vão levar os pais. Eles vão estar participando da entrevista aqui do Bracinho. Eles estão assim, ó.

Então, eles estão usando o código para enviar mensagens escondidas no chat do jogo, principalmente insultos e provocações, tentando escapar dos filtros automáticos de moderação da plataforma. Ah, entendi. Então não é mais a questão da idade. Não é a questão da idade que elas não podem conversar no chat. É porque eles devem ficar tipo proteção parental, né? E aí não pode falar cu, priquito, né? Priquito é para o gramatê.

Não pode, não pode. E aí eles vão lá e... Caraca! Exatamente, exatamente. Mastermind desses. Cara, a vida acha um jeito. O assunto ganhou força nas redes sociais e fóruns da comunidade após usuários relatarem casos de jogadores utilizando combinações de pontos e traços para ofender outras pessoas. Sem que o sistema identificasse com o conteúdo.

Vai, crianças, isso é muito foda. Caraca, pô, é foda que é uma geração tão melhor que a nossa, cara. Que é isso, pô? Muito cara. Inveja, tô com fomo, tô com fomo. Eu tô com fomo também, vamos aprender, vamos aprender. Vamos, vamos, vamos. Aí quando for pra xingar, a pessoa se encontra no meio da rua, fica um encarando o outro e faz assim, ó, piscando o olho.

Piscando igual o gato que pisca lento. Quando é o traço, pisca tipo assim, ó. Especialistas afirmam que o método funciona como uma forma simples de criptografar mensagens, dificultando a detecção automática. A situação reacendeu o debate sobre a segurança infantil dentro do Roblox, que já enfrenta pressão em vários países por problemas envolvendo moderação e comunicação entre menores.

Muitos pais demonstram preocupação com a facilidade das crianças de encontrarem maneiras de burlar os sistemas de proteção do jogo. Enquanto os jogadores pedem melhorias nas ferramentas de monitoramento da plataforma. Mas, independente do que está acontecendo, existe um problema. E aí, esse é o problema real, tá? Mas aí, embaixo desse problema real, existe o problema que as crianças imaginam que existe. E aí, ao invés de resolverem o problema real, as crianças vão resolver o problema delas.

Que é o que importa. Que é tipo assim, ah, porque o pessoal tá se preocupando com a minha segurança. Mas eu tô preocupada em falar prequito. Vamos colocar numa balança. Eu quero estar seguro ou eu quero falar prequito? Eu acho que eu quero mais falar prequito. É que nem o menino Charlinho. Você gosta mais de batata ou gosta mais de estudar? Eu gosto mais de batata ou gosto mais de estudar? Eu não tô lá.

Então, gente, enquanto o mundo inteiro tá pensando, poxa, como é que eu não converso mais? Os adultos não aguentam mais conversar. Ai, porque eu tenho que conversar com muita gente. O dia inteiro é o WhatsApp de gente de trabalho. O dia inteiro é e-mail. Aí eu entro, ai, porque o Microsoft Teams. Ai, porque o Slack. Ai, porque o Microsoft Teams. É, recebe a mensagem. Oi, Pedro, pode falar? Nossa. Tá livre agora? Nossa.

O que é estar livre? Das amarras sociais? Não, não estou. Então as crianças, ao contrário dos adultos, mal podem esperar para ter uma comunicação real. Eles não querem não. Nem robô falando por eles. E nem robô dizendo que eles podem ou não podem falar. A criança quer chegar lá, quer xingar a mãe de menor.

Com certeza. Quer falar absurdos. Quer falar que com ele? Eu comi tua mãe. Os pivetes com dois anos, três anos. Já dá isso, velho.

Primeiro, sinto muito pelos pais que tem que se preocupar com essas coisas, porque parece muito difícil de controlar, como a gente já falou aqui algumas vezes. No episódio do Roblox a gente falou sobre isso, né? É, e as crianças são inteligentes pra caralho, tá? São mais inteligentes que os pais delas. Então, assim, boa sorte mesmo. Se a gente, na nossa época, conseguir esconder as coisas dos nossos pais, avalie hoje em dia. Chegou a nossa hora de ser burro e de ser deixado pra trás. Então, assim, lutar contra isso é muito difícil. Muito difícil. Boa sorte pra todos vocês. Dito isso...

Muito difícil ficar contra as crianças querendo uma comunicação intensamente humana agora, cara. Não consigo. Eu também não consigo. Não odeio crianças, então não dá pra ficar contra. Então é isso, eu acho que a gente tem sim que ter esperança. A gente tem sim que depositar essa esperança aí no futuro, né? Do país, do mundo. Vai crianças. E é por isso que mais uma vez, assim como o episódio do Roblox, eu quero encerrar esse aqui com a pureza da resposta das crianças.

Caraca, Catuxa, que boca suja, hein? Ô, Deio, vamos de rapidinhas e lentinhas nesses últimos episódios? Rapidinhas e lentinhas, Catuxa, Catuxa. Nos últimos três episódios, nós tivemos vários convidados. Dois convidados, né? Mas é vários. Pra gente é vários. Vamos dizer. De alta garba e elegância.

Alto garbo e elegância. E, assim, ninguém esperava, e por ninguém quer dizer eu, que eu seria capaz de convidar duas pessoas em um mês só. É isso aí. A PRR a dois amigos diferentes. E contando, já com promessas aí. Calma. É, ninguém sabe o que vem daqui pra frente, tá? A gente teve Didi Braguinha, volta de Didi Braguinha, a chegada de Fernando Russell, Russell Tucano. Russell. Tipo Russell Crowe, entendeu? Mãos lindas. Então vamos fazer o seguinte. Alguns comentários aqui dos Vortex que teve o Didi.

Catiu, hoje vamos ler só rapidinho, se vai conseguir ler bastante comentário aqui. Então, speedrun, vamos lá. Tá. O Ricardo Camargo diz o seguinte. Episódio excelente, hein? Eu, como médico cardiologista, nunca quis tanto participar de um episódio. Interrompia vocês na minha cabeça a cada minuto. Eu imagino a dor de um cardiologista. Vendo a gente falar bosta a 120 por hora. O bicho. Não, pô, mil de triglicerídeos, tá? Tranquilaço.

Toma aspirina e vai com Deus. Desculpa, médicos. Beleza, perfeito. O Yuri Dias também traz o relato aqui, já mais complicado, né? Que é... Eu fui vítima do Vortex Podcast.

Ouço o Vortex há aproximadamente um ano e meio e, apesar de nunca ter tido problemas físicos, essa semana fui diagnosticado com hernia de disco. É, gente. Bem-vindo ao Vortex Pode Fé. Essa hora chega para todos. Não sei se para todos, mas para muitos, pelo jeito. Para a gente chega mais de uma vez. O próximo pode ser você. A gente ainda jogou praga em vocês aí, galera.

É, gente, tem que ter cuidado. Ah, é porque eu tô escutando o Vortex. Contra a balanceia, fazendo mobilidade de coluna, né? Tendo cuidado aí, fazendo exercício físico, porque senão... E não é porque nunca teve que nunca terá, viu? Exatamente. Vai nessa, vai se confiando aí. E pra fechar as rapidinhas, Catiúcha, dos episódios do Didi, a gente tem a Clara Scaldelaide do Nascimento, que diz, eu amei que a Vortequeira tomou todo o cuidado pra não falar o nome de remédio publicamente pra evitar a automedicação.

E logo em seguida, a galera manda a lista inteira do chat GPT com todos os remédios de pressão já desenvolvidos pela indústria farmacêutica. Mas eu nem pensei nisso na hora. Caraca, a gente é muito inocente, né, pô? É porque a gente... Caraca, pô, a gente tá aqui pra atrapalhar, gente. Não, mas e quem é que vai tomar remédio pra pressão pela brisa, né? Usando as... Não sei o que. É, não vai, não vai. Tá. Por que não?

É, teve vários comentários legais, mas eu trouxe também aqui três rapidinhas do episódio com o Tucano, que foi o último Vortex que saiu, 124. Rapidinho, vamos lá. Teve a PRD Júlia que falou, tem nada a ver com o episódio, mas eu posso mudar meu nick do LOL pra Vortex Podcast? Amo vocês.

deve mas não vai dar rage na galera não mas se tudo é rage a gente já tá falando aqui que não é a gente a gente não tem nada a ver com isso ou todo mundo pode usar o nick Vortex Podcast aí você nunca vai saber quem é a gente usa Vortex Podcast, Vortex Podcast 1 Vortex Podcast 2 Vortex Podcast com zero no lugar do Orman

Agora pode ter repetido no LOL. Não tem mais negócio de ser de que único. Ninguém sabe quem é o Vortex Podcast, hashtag BR1, né, gente? É verdade. Fiquei atento. Certamente não é, gente. Outra rapidinha aqui é do Inácio Andrade falando Esse episódio serviu pra eu descobrir que o Tucano e o Gaveta não são a mesma pessoa. 15 anos escutando o Jovem Nerd. Mas a verdade está no Vortex. Obrigada, Cati e PP. Isso aí é a verdadeira escuta passiva, né?

Eu tô chocada, tá? Mas fico muito feliz que essa descoberta tenha chegado pra você em algum momento. E por último, a gente tem o comentário da Tatiane Seconello que fala. Odeio falando que o auge da performance humana é não ser nunca triste e eu aqui no auge ou no fundo do poço da minha depressão. Aí ela coloca uma carinha assim, derretendo. Não, se ela tá escutando o Voltax Podcast, ela poderia... Ela tá feliz, ela tá um pouco feliz.

Aí fala, os padrões de beleza estão cada vez mais inalcançáveis mesmo. Cara, eu não sei que internet é essa que a Cate frequenta, que ela vem com uma trend que eu nunca ouvi falar. Eu trouxe esse comentário pra dizer. Vocês não têm ideia das balas que eu tomo por vocês, gente. É verdade. Eu vou a lugares. A gringada, ela vai a lugares. Eu vou a lugares. Eu assisto entrevistas. Eu entro em fóruns. Ai, que fóruns? Ah, o que você lê? Vocês não querem saber.

Aqui chega só o filtrado. Chega só o filtrado. Tem gente, inclusive, dizendo assim, ai, coloca história tal, não vou colocar. Porque eu estou aqui para informar, mas também para proteger, entendeu? Eu levo vocês até onde eu acho que é seguro. Depois, recua imediatamente.

É isso, a gente vai ficando por aqui Odail, muito beijo aí pra galera Um beijo pra você Que vai contatar a sua agente de ar Pra descobrir quem é a sua namorada Perfeita e nunca falar com ela Perfeito É isso gente Sorte no jogo, azar no amor Por hoje a gente vai ficando por aqui E a gente se encontra na quarta-feira que vem Tchau, tchau

Parasol. Tem coisa melhor do que uma pausa no seu dia para apreciar um café? Passe no Pão de Açúcar mais próximo. Ou acesse o app e descubra uma seleção de aromas, origens e sabores especiais. Tudo de café do clássico ao importado está no Pão.

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