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O tesudo do short branco molhado

21 de agosto de 20267min
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Fui no mercadinho perto de casa e começou a chover muito. Na esquina, vi um moleque todo molhado esperando a chuva passar.
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Áudio Contos do Mundo Mais. Para mais contos, acesse mundomais.com.br. O Tesouro do Short Branco Molhado, um conto de Safado do Litoral, lido por Carlos Dantas. Fui até um mercado que tem aqui perto de casa e quando eu saí percebi que tava caindo o maior temporal. Fui caminhando lá pela área coberta que tem na entrada até chegar na esquina. Foi então que eu vi um rapaz todo molhado aguardando a chuva diminuir. Ele era bem branquinho, tava de camiseta regata azul, um braço com poucos pelos e um short desses de corrida branco.

As pernas, ao contrário dos braços, eram bem peludas. Aparentava ter uns 20 e poucos anos. Quando eu olhei para ele, eu notei que o seu short, por tá molhado, tava meio transparente. E não teve como não reparar na sua bunda, assim como as pernas, meu, que pareciam bem peludas. Eu não sei se ele percebeu que eu tava secando a bunda dele, mas em certo momento ele olhou para mim, sorriu, e eu notei que ele também olhou para o meu corpo.

Logo em seguida, ele deu uns 3 espirros e eu gentilmente disse o famoso saúde, e ele agradeceu com outro sorriso. Nesse momento eu fiz questão dele de deixar ele notar assim eu olhando o corpo dele. Ele não fechou a cara e em certo momento ele pareceu até empinar a bunda. Sorrindo também, eu decidi puxar assunto na tentativa de rolar alguma coisa, né? Eu tava de bermuda preta e uma regata branca e chinelo. Toma cuidado aí para não se resfriar, hein, com essa roupa toda molhada.

Pior que eu acabei de sair de uma gripe, fiquei até um tempo sem correr, e bem hoje que eu voltei, caí nessa chuva. Caramba, complicado, hein? Você mora aqui perto? Moro nada, meu, tem um chão ainda até chegar em casa. Pior que as ruas perto de casa costumam alagar. A rua da lateral do meu prédio também alaga rápido. Mora aqui perto? Moro sim. Mostrei para ele a direção que ficava o prédio e decidi arriscar e dar uma cartada aí, né?

São umas duas quadras para lá. Se quiser, pode ir lá comigo, te arranjo uma toalha e você espera a chuva passar. Ah, mas não vai te incomodar, cara? Seus familiares vão te incomodar assim de levar um estranho para esperar a chuva passar? Que nada, cara, moro sozinho, não vai ter problema nenhum não. Vai ser melhor do que a gente ficar esperando aqui. Puta, mano, o cara soltou um puta de um sorriso lindo e concordou comigo. E como o que tinha comprado no mercado não tinha problema de molhar, a gente partiu mesmo na chuva forte.

Não deu nem tempo pra gente conversar no caminho, a gente correu. E só quando a gente chegou no prédio é que a gente fez aquele tipo de comentário comum pra quem acabou de tomar uma chuva. Chegamos no apartamento e depois de colocar as sacolas na cozinha, já voltei tirando a minha camiseta que ficou ensopada e não pegar uma toalha pra ele se secar. Ele parou de pé na sala e foi tirando o tênis e a meia, que estavam bem molhados.

Ele ficou olhando para o meu peito peludo e com uma cara de safado, mano. Então eu entreguei a toalha para ele e já fui abrindo a minha bermuda e tirando ela na frente dele mesmo. Ele começou a secar sua cabeça com a toalha e largando a bermuda no chão. Me aproximei mais dele e perguntei se ele queria ajuda para tirar a roupa. Então ele já veio me beijando, cara, enquanto eu arrancava sua camiseta molhada e vendo aquele corpo lisinho.

Ele me abraçou, disse que adorava caras peludos e barbudos como eu. Eu roçava minha barba no seu pescoço enquanto ele gemia. Fui até seus mamilos fazendo ele gemer mais alto. Lambia e roçava minha barba em seu corpo, e a minha mão massageava suas pernas, entrando pela entrada da perna dos seus shorts, tocando com os dedos na sua bunda. Ah, mano, abaixei o seu shorts e vi seu pau durinho, bem reto, já babando. Me abaixei e abocanhei ele, fazendo ele gemer bem gostoso.

Virei e vi aquela bundinha peludinha bem próxima e meti a cara, mano. Abri a bunda, enfiei a língua, saboreei gostoso aquele rabo, e depois fui subindo, roçando a barba pela coluna, sentindo ele empinando a bunda. Abracei, deixando meu corpo grudado no dele, e senti a bunda dele roçando no meu pau, que já tava pulsando de tesão. Entre gemidos ele disse: tem camisinha? Eu quero muito sentir essa rola dentro de mim. Fui com ele pro meu quarto e deitei ele na cama, e ele veio por cima já abocanhando meu pau.

Logo posicionei ele, fazendo ele ficar por cima, e no 69 ele seguiu meu comando me mamando. E eu lambuzando o cuzinho dele. O cara era muito safado e bem guloso. Novamente ele me pediu para comer ele e eu logo catei uma camisinha e ele fez questão de colocar e mamar novamente, deixando ela bem babada. Ficou de quatro na cama e disse: vem, me come, vai, seu safado. Eu me ajeitei, mirei a rola e meti, fazendo aquele, engoli ela rapidamente.

Ah, mano, ele urrou alto, mas em seguida ele já tava rebolando com a minha rola pedindo para meter mais forte. Agarrei firme na sua cintura e bombei forte mesmo, deixando ele gemendo e falando que queria gozar com o cu preenchido com meu pau. Deitei meu corpo por cima dele e com meu braço em volta dele fui ao encontro do seu pau e comecei a apunheta-lo. Não demorou muito e ele gozou, melando todo o lençol. Extasiado com a foda, ele tirou o meu pau de dentro e se virou me beijando.

Depois a gente foi para o banho e lá ele pediu para mamar novamente. Ficou ali ajoelhado até o momento que eu fui gozar e ele pediu para esporrar na cara dele. Eu melei toda a cara dele, depois espalhei a porra com meu pau. Ele se levantou me abraçando e me beijando e passando a sua cara cheia de porra na minha barba. A gente ficou lá se beijando ainda debaixo do chuveiro até que ele me disse se podia pedir uma coisa. Disse que, dependendo do que fosse, tudo bem, né?

Aí ele pediu pra eu mijar nele. Fechamos o chuveiro, a gente seguiu se beijando, e quando veio à vontade, eu ajoelhei na minha frente e enviei o meu mijo quente no corpo dele. Puta, mano. O cara curtia isso, hein? Ele parecia hipnotizado e começou a bater uma punheta rápida até gozar de novo melando meu pé. Ele viu a porra, se abaixou e deu uma lambida no meu pé ainda. Se levantou e me deu mais um beijo. Foi muito tesão sentir a boca dele melada de porra, mano.

Depois de toda essa putaria, ele me contou que tinha um companheiro, mas que na maioria das vezes só era ativo. Mas que quando percebeu que eu tava de olho na sua bunda, ele ficou cheio de tesão. Disse que o lanche do mijo ele sempre tinha vontade de fazer. Mas o cara que ele ficava não curtia, né? E ele decidiu tentar comigo. Disse que tinha curtido demais e que nunca tinha conseguido gozar assim tão rápido, mas que o beijo tinha deixado ele doido.

Quando a gente notou, a chuva já tinha diminuído e ele foi embora. Sei lá, meu, não sei se eu vou encontrar ele novamente ou não, mas eu curti demais tudo que rolou.

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