Motoqueiro hétero quis me comer no mato
- Sexo no Mato· SociedadePrimeira vez com homem·Adrenalina e tesão·Sexo anal
- Encontro com Motoqueiro· SociedadeMotoqueiro hétero·Atração sexual·Parque na região
- Ponto de Pegacao em BH· SociedadeLagoa da Pampulha·Comportamento masculino
Áudio Contos do Mundo Mais. Para mais contos, acesse mundomais.com.br. Motoqueiro hétero quis me comer no mato. Um conto de Felipe BH, lido por Carlos Dantas. Gente, fala sério, toda cidade tem aquele lugarzinho lá que tem sempre algum macho caçando uma foda. Bom, em BH é cheio de lugares assim. Sempre ouvi falar que lá na orla da Lagoa da Pampulha tinha uns movimentos suspeitos à noite, mas eu nunca tive coragem de verificar pessoalmente.
Eu sou moreno, alto, corpo atlético, e curto caras machos como eu que gostam de fazer coisas assim na encolha. Sonho no rostido da porra com gosto, mano. Era uma sexta à noite, o tesão tava tão grande que venceu o meu receio de conhecer esse tal local de pegação. Coloquei lá uma roupa de corrida, boné, estacionei o carro na beira da lagoa, saí de dentro dele, fiquei lá espiando o movimento. Não tava tão tarde ainda, era umas 10:30 da noite, mas não demorou muito para começar uma movimentaçãozinha diferente.
Tinha cara de todo tipo, uns mais velhos, outros mais jovens, uns que davam pinta de afeminado e outros que pagavam de hétero. Fiquei lá um tempão parado sacando o que rolava. Aí resolvi dar um rolê de carro pelas redondezas. Vi um carro parado com a porta de motorista e um cara em pé debruçado sobre o teto do carro. Passei devagar e vi que tinha um cara dentro do carro mamando ele, e aquilo me deu um tesão fodido, mano. Eu não tava acreditando naquele lugar, era o paraíso dos incubados, cara.
Continuei dirigindo e voltei a parar o carro em um outro ponto da orla. Vi uns caras descendo por uma passagem que dava acesso a um campinho ciliar escondido para quem estava passando pela rua. Fiquei intrigado pensando o que rolava ali, mas eu não tive coragem de descer para verificar. Um pouco à minha frente, para o motoqueiro. Ele não tira o capacete, desce da moto, tira a rola para fora da calça e simula uma mijada, balançando bastante o pau no final.
O cara era grande, cara. Corpo de quem malhava e postura totalmente masculina. O tesão apontou de novo, mano, ao mesmo tempo que o nervosismo. O cara guardou o pau na calça, caminhou até a entrada da passagem pro campinho, mas voltou pra moto e ficou lá um tempo. Enquanto isso, eu mexia no celular pra disfarçar. Tempo foi passando, o motoqueiro saiu e eu continuei ali mais alguns minutos. Depois eu resolvi dar mais um rolezinho pra tentar flagrar alguma outra cena de sexo.
Eu dirigia pras ruas lá, atento, até que vi no retrovisor um motoqueiro seguindo o meu carro. Meu coração disparou, mano. Continuei dirigindo um pouco mais rápido em direção a me distanciar daquela zona de pegação. O cara continuava atrás de mim. Percebi que era o mesmo motoqueiro que eu tava vendo mijar. Ele percebeu que eu tava saindo da bagunça e deu uma buzinada. Eu tava tomado pelo medo e ao mesmo tempo com muita vontade de que rolasse alguma coisa.
Mano, eu travei, cara. Meu cérebro parou de funcionar e eu só parei quando eu ouvi a buzina. Ele continuou pilotando até parar ao lado da minha janela. O meu vidro tava aberto. Ele levantou a viseira e perguntou: tá a fim de um sarro? A primeira coisa que meu cérebro processou foi: caralho, mano, que voz de macho, velho. Falei que tava cheio de tesão. Aí ele sugeriu que eu parasse o carro em uma rua próxima para a gente trocar ideia de boa.
Mano, eu tava pensando com a cabeça do pau nessa hora, cara. Perigoso para porra, mano. Mas eu topei, parei o carro, ele parou a moto atrás e entrou no meu carro. Você vem sempre aqui, mano? Não, eu já vim outras vezes aí, mas eu nunca tive coragem de fazer nada, só olhar. Falei para ele que era minha primeira vez no lugar, mas sempre ouvi falar do movimento que rolava ali. Ele confirmou que ali era o esquema e era bruto mesmo.
Eu namoro mina, mano. Ela tava viajando faz 3 meses e eu tenho curiosidade nesse lance com homem aí, mano. Aí eu percebi que você tava aí discreto e tal, e gostei do seu jeito e tal. E aí resolvi ver o que rolava, mano. O cara era bem masculino, gente boa, corpo legal, boa pinta, moreno. Ele tinha uns 20 e poucos anos, poucos pelos, mais ou menos, sei lá, 1,80m, 85kg, cabelo curto e cheirava bem pra caralho, mano. Mano, eu piro em gente cheirosa.
Ele me perguntou se eu era militar pelo meu porte e respondi que não. Mas aí, mano, eu notei o volume na calça dele, cara, já tava de pau duro já, mano. Aí ele sugeriu que a gente saísse dali e fosse para um parque que tem na região, lá é mais de boa, cara. Aí aceitei o convite. A gente chegou nesse parque, tava fechado, mas tinha uma passagem estreita que permitia que a gente entrasse clandestinamente. E assim a gente fez, entramos no parque e ele me guiou para o no meio do mato, um lugar totalmente escondido.
E a gente começou a se pegar. Caralho, meu coração disparado, mano! Meu corpo sobrou efeito da adrenalina, tava gostoso demais. A gente tava se beijando igual animal, respiração ofegante, corpo trêmulo e pegada muito forte, ambos dominados por um tesão de macho no cio. Tirei a camisa dele e ele a minha. A gente continuou a se beijar, mas agora sentindo o corpo tocando um do outro. O mamilo dele me tocava e o meu tesão aumentava ainda mais.
Começou começou a apertar minha bunda, enfiando a mão por debaixo da bermuda. Eu fiz o mesmo com ele. Tava rolando uma competição para definir o macho alfa. Ele começou a forçar o dedo no meu cu, então eu virei ele contra uma árvore, abaixei as calças dele e comecei a pincelar minha rola grossa e veiuda naquele cuzinho de garoto. Me abaixei e comecei a chupar aquele cuzinho dele. Ah, mano, que cuzinho cheiroso e apertado, cara!
Isso me incentivou a forçar ainda mais a língua para dentro. Eu senti o corpo dele vibrando e os gemidos incontroláveis de prazer. O cara tava dominado. Aproveitei para deixar o cu dele bem lubrificado de saliva. Quando ele virou de frente, notei que ele tinha uma pica grande, grossa e pesada, mano. Peguei na rola dele e falei no ouvido dele: prepara que você vai levar rola. Não tô acostumado a dar não, mano. Você tem camisinha aí, cara?
Fiquei doido. Tinha um par de camisinhas no bolso e tava louco para escorregar o meu pau naquele rabo. Sim, respondi, que tinha camisinha comigo. Forcei a cabeça dele para mamar minha rola, que tava dura feito pedra e pulsando de tesão. Ele começou a mamar como se não soubesse o que fazer, mas à medida que a rola tomava conta da boca dele, ele chupava com mais intimidade. Cara, é nessa hora que a gente percebe quando o cara tava falando a verdade, mano, porque o cara, quando ele já chupou uma rola uma vez que seja, Ele já sabe chupar, tá ligado?
Então aí sempre tem um cara ou outro que vira e fala que nunca fez nada, porque tem muita gente que tem tesão nisso. Mas na hora que o cara pôs a boca no meu pau e não sabia direito o que fazer, eu tinha certeza que aquele cara nunca tinha ficado com outro homem na vida dele. Enfim, ele continua mamando e começou a pegar o jeito e chupava com mais intimidade. Enquanto isso, eu forçava com uma das mãos o movimento da cabeça dele contra do meu pau e com outro abri a camisinha, rasgando a embalagem na boca.
Afastei a cabeça dele do meu pau, coloquei ele de pé, encaixei a camisinha que entrou apertada na minha rola grossa e voltei a chupar o rabo dele para relaxar e lubrificar um pouco mais o cuzinho dele. Posicionei a cabeça da rola na portinha e comecei com movimento de vai e vem, forçando para o cuzinho ficar relaxado, até a cabeça arrombar a passagem daquele cuzinho virgem. Ah, quando o pau venceu a barreira e escorregou todo para dentro, o garoto fechou os olhos e gemeu alto.
Ah, meu cu! Ah, mano, eu delirei, cara. Pressionei ele novamente contra a árvore, deixando o rabo empinado para levar a rola toda, socando lá no fundo. O cuzinho era apertado, mas eu não conseguia meter devagar, tava gostoso demais. Eu soquei sem pena, cada vez mais forte, mais rápido. Ele nem conseguia pedir para ir com calma, ele tava extasiado. Forcei ainda mais o corpo dele para se curvar ficando de 4. Puta que pariu, que cena maravilhosa!
O rabo do garoto era delicioso, mano. Costas largas, metendo no meio do mato e matando o desejo de sexo que ele não cumpria com a namorada há 3 meses. Ah, mano, eu tava aproveitando demais, cara. Regacei o garoto, meti, meti, meti, meti, meti. O cuzinho já tava no formato da minha pica já. Puxei a cabeça dele pelos cabelos e comecei a falar putaria no ouvido dele com a minha voz grossa de macho. Tava curioso para levar rolo de macho, né?
Então você toma, ô filha da puta! Empina esse rabo aí para eu atravessar a minha pica no seu cu. Não demorou muito e o safado jogou leite quente na árvore com a minha rola socando no rabo dele. Ele gozou para caralho, mano, um jato atrás do outro, e aquela quantidade de leite escorrendo pela árvore. Ah, eu já tava prestes a me aliviar também. Tirei a rola do cu dele, joguei a camisinha para o lado e mandei ele ficar ajoelhado de frente para mim.
Dei umas duas socadas e gozei no peito dele. O bicho ficou todo lambuzado de leite. Ofereci a minha camisa para ele limpar, já que eu tinha outra dentro do carro. Cara, na moral, mano, foi uma das melhores fodas da minha vida. Não trocamos contatos porque o cara tinha receio da namorada descobrir, mas conversamos por email e marcamos outro encontro, dessa vez no motel. Mas essa história eu deixo para outro conto aí.