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Passageiro negão roludo

30 de julho de 20266min
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Sou motorista de aplicativo e um dia entrou no carro um negão muito gostoso. Conversamos e pedi pra ele passar para o banco da frente.
Assuntos2
  • Sexo, Fetiche e IntimidadeSexo oral · Sexo anal · Lubrificação com creme · Clímax e ejaculação
  • Motoristas e TransporteMotorista de aplicativo · Passageiro negro · Conversa inicial
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Áudio Contos do Mundo Mais. Para mais contos, acesse mundomais.com.br. Passageiro Negão Roludo, um conto de Rubinha, lido por Carlos Dantas. E aí, pessoal, eu sou branquinho, magro, e tô trabalhando agora como motorista de aplicativo. Tava lá esperando uma corrida e apareceu uma no bairro comerciário para Santa Luzia. Fui pegar o passageiro e me deparei com um negão, cara. Fiquei imaginando besteira, o cara era muito gostoso. Começamos a conversar e ele falou que tinha deixado a filhinha dele com a ex-mulher e falando que ela só sabia encher o saco dele.

Aí eu virei para ele e falei que, pois é, mano, mulher enche muito saco. Por isso que eu não arrumo mais uma, mano. Agora só homem. Eu falei, depois me arrependi, né? Mas aí ele ficou em silêncio por alguns segundos e disse que às vezes pegava uns viadinhos também. Pelo menos eles não costumavam dar problema, mano. Eu gostei dele dizendo isso, cara. Fiquei mais aliviado e perguntei se ele queria sentar na frente. Ia ficar mais agradável a conversa.

Ele concordou. Parei com o carro. Como o local tava escuro e tranquilo, na hora que ele sentou na frente, já olhei para o pau dele, que tava meia bomba, e fui logo pegando. E ele deu um sorrisinho: ah, você gosta mesmo de macho, né? Nem respondi, já fui tirando o pauzão dele para fora. Nossa, mano, era grande, grosso, e eu já fui botando na boca. Mal cabia na minha boquinha. E fui chupando bem gostoso, e ele apertava a minha cabeça bem forte, e eu engolia quase tudo.

Puta merda, mano, era grande demais! Eu engasgava, mas continuava chupando. Ele foi passando a mão na minha bundinha, procurando meu cuzinho com o dedo, molhou na boca, enfiou e foi lubrificando meu cuzinho, que já tava em brasa e piscando muito, cara. Foi aí que ele pediu para chupar o meu cuzinho, cara. Eu deixei, mano, me virei no banco de trás de 4 e ele já veio com aquela língua enorme, mano. Puta merda, mano, a língua dele era muito grande e foi enfiando cada vez mais e o meu cuzinho piscando.

Ai, que da hora, velho! Puta que pariu! Nossa, ele mordia minha bunda e chupava o meu cu e ia descendo um pouco com a língua e chupava tava entre o meu saco e o meu cu. E eu tava completamente alucinado com aquela situação, velho. Meu pau começou a babar e eu, cara, eu tava entregue. Eu faria qualquer coisa que aquele cara me pedisse, mano. Puta merda, eu não tava aguentando de tesão e pedi para ele comer o meu cu, mano. Puta merda, velho.

O cara tava com cacete explodindo de tesão E ele falou que tava muito tempo sem meter. Eu fui ao delírio, cara. Ele encostou aquela cabeça enorme no meu buraquinho e foi pincelando pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo. E foi forçando devagar pra não doer muito. Quando ele foi enfiando, eu senti uma dor enorme, cara. Mas o tesão falou mais alto. Mas puta que pariu, mano. Custou entrar a cabeça, foi um tempão ele tirando e colocando.

Até que ele virou e deu toda uma cuspida no meu cu, cara, e conseguiu enfiar a cabeça. Ah, ele viu que eu tava muito apertado e começou a tirar e colocar a cabeça de novo devagar até entrar, para eu ir acostumando. Ele foi fazendo isso várias vezes até que o meu cu foi cedendo, cara. E ele foi enfiando, cada vez que ele tirava, ele enfiava um pouquinho mais. Ai, mano, eu tava sentindo aquela rola entrando dentro do meu cu, mano.

Nessa altura do campeonato, já tava a metade dentro do meu cuzinho. Pedi pra ele parar um pouco porque tava doendo, pedi pra ele tirar. Ele chegou bem pertinho do meu ouvido e falou: vou tirar porra nenhuma, vou comer seu cu, seu filho da puta. Ah, mano, puta que pariu! Nisso eu lembrei que eu tinha um creme no porta-luva e peguei e passei no cacete dele, no meu cuzinho, para lubrificar e tentar doer menos, né? Aí ele foi colocando de novo e de novo até que, mano, ele conseguiu enfiar tudo, cara.

Puta que pariu, mano, que rola grande do caralho, velho! Eu senti o saco dele encostar na minha bunda, mas eu não tava acreditando que aquele pauzão tava todinho ardendo dentro de mim e comecei a gemer igual uma putinha no cio, mano. Ele dava cada estocada, uma mais funda que a outra, e eu gemia, cara. Aquele negão me arrombando, velho. Meu pau tava estourando de tesão e ele no vai e vem me comendo gostoso e gemendo igual um cavalo, mano.

Eu era naquele momento uma Putinha levando rola, cara. Que delícia tomando um cacetão no cu. Ele me segurando pela minha cintura e puxando forte pra aquele cacete monstruoso entrar até o talo, mano. Ah, cara, eu gozei sem tocar no meu pau direito. E em seguida ele foi bombando mais forte e gozou dentro do meu rabo, velho. Foi muita porra, cara. E ele ainda me fez limpar o seu caralho com a boca. Deixei limpinho, né, para não sujar o banco do meu carro.

A gente vestiu as calças e seguiu viagem até o endereço. E ele me deu o seu telefone e falou que quando eu quisesse era só ligar para ele, que ele pagava até a corrida em dobro se eu desse o cuzinho para ele.

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