O MÉTODO DE FLÁVIO AUGUSTO PARA FORMAR TIMES DE VENDAS QUE ESCALAM - Rainmakers #53
Como formar um time de vendas capaz de crescer sem deixar o empresário refém de um único vendedor?Neste episódio do Rainmakers, Saulo Michiles recebe Arthur Queiroz para uma verdadeira aula sobre vendas, liderança comercial, formação de pessoas e crescimento empresarial.Com 30 anos de experiência na área comercial, Arthur conta como venceu a timidez, construiu uma carreira internacional, tornou-se diretor comercial e integrou o grupo de dez líderes escolhido por Flávio Augusto para reconstruir a Wise Up.Naquele momento, a empresa precisava de aproximadamente R$ 8 milhões por mês em novos aportes para manter sua operação. Cerca de quatro meses depois, segundo o relato de Arthur, a equipe já havia conseguido eliminar essa necessidade.Mas este episódio vai muito além de uma história de recuperação empresarial.Você vai entender:• Por que todo empresário precisa aprender a vender;• Como transformar vendedores medianos em profissionais de alta performance;• Por que uma empresa não escala sem formar pessoas;• Como criar e multiplicar líderes comerciais;• Por que o “vendedor pronto” pode ser uma ilusão;• Como deixar de ser refém do vendedor que concentra grande parte do faturamento;• O perigo de manter um profissional que vende muito, mas destrói a cultura da empresa;• A importância de um plano de carreira para reduzir a rotatividade;• O papel do ambiente, da liderança e da meritocracia na construção de resultados;• Os bastidores da gestão e da cultura empresarial de Flávio Augusto.Arthur também explica por que o verdadeiro papel do empresário não é continuar sendo a principal peça da operação, mas construir pessoas capazes de manter o negócio crescendo sem depender exclusivamente dele.Se você sente que precisa “bater o escanteio e correr para cabecear”, este episódio é para você.Comente aqui: hoje, qual é o maior gargalo comercial da sua empresa — contratar, treinar ou liderar?Compartilhe este episódio com um empresário que precisa estruturar seu time de vendas e conquistar mais liberdade, previsibilidade e capacidade de crescimento.🔔 Inscreva-se no Rainmakers e ative as notificações para acompanhar novas histórias de quem já fez chover.CAPÍTULOS00:00 O empresário que não vende está quebrado?00:30 Apresentação de Arthur Queiroz02:08 Quem é Arthur além dos negócios04:18 Trinta anos de experiência em vendas05:19 Como um tímido se tornou vendedor09:19 A “porrada da vida” que mudou sua trajetória12:02 As desculpas que protegem nosso orgulho14:36 O ambiente certo pode mudar uma carreira15:26 Como Arthur começou a vender17:04 Por que vendedores precisam de um plano de carreira18:31 Empresas não escalam sem formar pessoas21:03 O primeiro encontro com Flávio Augusto22:31 Princípios, família e liderança empresarial27:40 A trajetória de Arthur na Wise Up29:34 A venda da empresa e o choque de cultura32:39 A decisão de Flávio Augusto de recomprar a Wise Up35:07 A seleção dos dez integrantes do Dream Team39:41 Uma empresa que consumia R$ 8 milhões por mês40:24 A virada alcançada em aproximadamente quatro meses42:20 O método de formação de vendedores e líderes45:28 Como construir um time comercial de alta performance49:46 Por que o empresário não pode ser refém do mercado51:18 O vendedor que traz receita, mas destrói a cultura54:02 O que pode acontecer quando a “maçã podre” sai58:06 O modelo da liga de educação empresarial1:04:39 O maior erro cometido por Arthur1:06:26 O livro recomendado pelo convidadoLINKS CITADOSLivro “Ponto de Inflexão” - Flávio Augusto: https://link.amazon/A03DyESLL Arthur Queiroz: https://www.instagram.com/arthurfqueiroz/ SPUR MLS - Programa de formação comercial: https://www.instagram.com/spur.mls/Rainmakers: https://www.instagram.com/podcastrainmakers/ #Vendas #Liderança #Empreendedorismo
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Esse cara nasceu com esse dom, esse cara é filhinho de papai. Não, porque isso é a tua mente querendo proteger o teu orgulho, a tua arrogância de enxergar para a realidade que você não tá no lugar dele porque você não foi atrás. Mas existe empresário que não é vendedor?
Existe, existe.
Como é que é o empresário que não vende?
Quebrado.
Olá, meus queridos e minhas queridas, Bem-vindos, eu sou Saulo Mikilis, esse é o Rainmakers, o podcast onde você aprende através de histórias inspiradoras de quem já fez chover. Hoje eu tô aqui trazendo pela segunda vez Arthur Queiroz, porque tem muito assunto para tratar. Tá completando 30 anos de experiência no ramo de vendas. Ele que foi diretor comercial de ninguém mais ninguém menos que Flávio Augusto na WiseUp por diversos países da América Latina, fez parte do Dream Team do Flávio Augusto quando ele reconstruiu a WiseUp.
Tava ali dando prejuízo de R$8 milhões mensais. Ele fez parte dos 10 que estavam ali no conselho, ali na direção, com Flávio Augusto, para reconstruir esse negócio. Hoje ele é sócio fundador da Spur, que é o maior ecossistema de fundação, de formação de líderes empresariais. Só no ano passado eles formaram mais de 70 gerentes comerciais. Esse ano vão formar mais de 100. É um ecossistema fantástico do qual eu faço parte, inclusive.
E ele tá aqui para dar uma aula para gente. Não, ele não vai ensinar como vende, não. Ele vai ensinar além, como formar e multiplicar o seu time de vendas. Eu tô aqui com Arthur Queiroz.
Irmão, obrigado, obrigado, meu irmão Saulo. Que bom te ver novamente, que bom rever, e que bom é que esse nosso relacionamento está caminhando para ser um relacionamento mais íntimo, mais sólido, mais verdadeiro, como deve ser os relacionamentos, mais longevo e centrado em Cristo. Exato, e centrado em Cristo. Sem isso eu não sei como é, mas exatamente, nem quero saber.
Aliás, eu sei como é, já passamos por lá, já passamos por lá, meu irmão. Quem é Arthur Queiroz?
Então, Arthur Queiroz, graças a Deus, hoje é um homem temente realmente a Deus. Eu digo graças a Deus porque obviamente eu tinha um relacionamento legal, né? Eu achava Jesus um cara bacana, entendeu? Gente boa, gente boa, fez umas coisas boas aí, fez umas coisas boas. E obviamente eu temia ali, né, como qualquer ser humano, eu temia ali me aprofundar em um relacionamento, porque quando a gente se aproxima, se aprofunda no relacionamento, na palavra ali a gente fica muito exposto, né?
A gente consegue enxergar, né, que tão ruim nós somos e que tão ruim seremos se a gente continuar sem ele.
Diria que a Bíblia é o espelho verdadeiro.
Exatamente. Então, quando você decide se lançar e se aprofundar aí, você vai saber que vai entrar numa zona de desconforto, né? Mas, mas uma zona de desconforto que eu escolhi. Eu já tinha escolhido algumas zonas de desconforto na minha vida que eram piores, né, que eram piores, mas graças a Deus, temente a Deus, cheio de minhas falhas e meus defeitos. Acordo todos os dias devedor, graças a Deus. Casado, né, com uma pessoa maravilhosa, que também uma mulher de Deus, temente a Deus também.
Estamos alinhados com isso. Pai de duas maravilhosas, né, Martina A primeira de 12 anos, Martina Santos, e a Micaela, né, de 4 aninhos, tá? E graças a Deus, cercado de bons amigos e buscando sempre estar presente com pessoas que me aproximem mais de Deus. Então essa é minha busca hoje, diariamente.
Amém. Martina tá aqui inclusive acompanhando você aqui nos bastidores, né?
Primeira vez dela, tá com 12 anos, tá fazendo um trabalho hoje aqui voluntário.
Muito bom, tá certo, tá aprendendo, né?
Tá aprendendo, tá aprendendo, meu irmão.
30 anos de experiência em vendas, você consegue resumir essa história para gente? A gente tem um panorama assim de como você chegou até aqui hoje.
Saulo, eu vou tratar de resumir. 30 anos em vendas Eu vou resumir assim, numa frase assim que eu posso chamar me pega, ok? Mas quando existe um testemunho, não deixa de ser pega, né? Se eu consegui, qualquer um consegue.
Pronto, encerramos o podcast, podemos ir, a lição está dada.
Olha, se um infeliz como eu, se uma pessoa ali é com características que eu carrego comigo. Uma delas, que é aquilo que impede a pessoa se desenvolver no departamento de vendas ou em qualquer outra área, né? Dificilmente alguém vai vender se ele não se comunica bem, né? Então, uma das características que está dentro de mim, Saulo, isso habita dentro de mim, eu não me livrei disso, né, é a timidez. Ok, então é a timidez, é como a gente falou, os dois, a timidez a gente não se livra, a gente controla, a gente controla, controla.
Exato, eu me livrei, né, da bebida, do cigarro, ou sei lá, a gente controla, mas ela tá ali, ela tá ali, ó, ela tá ali dentro de você. Em algum momento, né, ela vai, se você não controlar ela Então eu sou uma pessoa tímida ao extremo, ao extremo, que não tinha nenhuma condição de me desenvolver no departamento comercial e vendas. Zero, zero condições. Um temor enorme com o não, né, que eu depois vim entender que não era o temor com não, era meu orgulho.
Mas assim, um temor de tomar o não, né, achava uma coisa absurda aquele medo de incomodar pessoas, aquele medo de não tá incomodando, aquele medo de tá atrapalhando alguma alguma coisa, né? Muitas vezes deixando de fazer alguma coisa porque, pô, não, eu vou atrapalhar, se sacrificando, me sacrificando. Então, quando eu entendo, e aí eu digo aqui para você, você que talvez se lançou ao departamento comercial, departamento de vendas, e desistiu dessa profissão, desistiu dessa, né?
Talvez seja o momento você repensar, porque a timidez, que é o que te impede, né? E muitas vezes ela se traveste de quê? Ela se— a timidez muitas vezes ela se traveste de quê? Prepotência, de orgulho, né? Então medo, ele não— o cara fica meio orgulhoso de, né? Arrogância. Quem quer errar, né?
Você falou aí do cara que foi para o para profissão de vendas, mas existe empresário que não é vendedor?
Existe, existe.
Como é que é o empresário que não vende?
Quebrado.
Ele existe, não deveria existir.
Quebrado, tá à beira de quebrar.
Entendi. Olha só, ainda não percebi.
Acredite que tem empresário que fala: não, não, eu empreendo, mas eu não gosto das vendas.
Não, eu já fui esse empresário.
Esse negócio de empreender, bacana, mas vender não é comigo. Então tem empresário que vende pensando que vender não é para ele, é para aquela galera que trabalha na empresa dele, ok? Mas para ele não é. Então é muito interessante isso trazer, que acontece, muita gente trabalha com vendas. Você trabalha com venda de repente? Infelizmente, a maioria das pessoas que trabalham com vendas trabalho com a venda, ela não tem a consciência, a segurança, a visão e o conhecimento que aquilo é uma profissão que vai mudar a tua vida.
Ok, pô, mas se tem tantos que trabalham com vendas, por que não mudam sua vida? Porque eles encaram a profissão como função.
Como assim? Explica.
Ele tem a função de vendedor, tá?
Ele não é um profissional da venda.
Ele não consegue entender que a carreira de um vendedor, uma carreira profissional, aquilo dali pode transformar, deve transformar a realidade dele, da família, do— ok, porque— mas quando ele encara aquilo, quando ele tem— não, é só uma função. Aí ele tem funções em várias lojas.
Eu vou voltar nisso aqui, mas eu quero ir lá na tua história de novo. Como é que quebrou essa timidez? Para virar vendedor?
Meu Deus, como é que quebrou essa timidez? Muito bom. Eu vou falar uma coisa, ela quebrou por alguns motivos. Como é que você quebra alguma? Você tem que ter um motivo maior do que aquilo dali.
Foi intencional ou foi uma porrada da vida?
Não, foi uma porrada da vida, foi uma porrada da vida. Eu tinha uma realidade ali interessante, ali, mas Enfim, classe hoje, classe média baixa, né, uma zona de conforto ali, obviamente não tinha meu carro dado pelo meu pai. Mas o que quebrou isso é que quando eu entro ali para conhecer o universo das vendas, que eu entro numa tribo, uma tribo com a minha mesma idade, Ok, então entro ali, só que eu era um, eu era chamado inclusive de filhinho de papai mesmo, que filhinho de papai, né?
Na época, como eu sou do Recife, ele não parece, mas eu sou do Recife, era cocota, era playboy. Então quando eu entro naquele ambiente de 15, 20 pessoas, onde pessoas muito menos desfavorecidas Culturalmente e economicamente, eu já me achava, sabe, que você se acha. Você entra no ambiente e o cara ali meia boca mal vestido, outro ali. Tu é de onde? Não, sou da Cidade do Cabo. Nossa Senhora! E você? Não, sou do Ibura. Deus me livre!
Então eu comecei já a fazer a discriminação, porque discriminação, porque você se acha. Só que aconteceu ali, quando eu entro naquele ambiente e vejo aquela tribo ali Saulo, uma tribo forte, cara, uma tribo com outro que não vivia ali o vitimismo. Eu não sabia que era vitimismo, mas não vivia ali as desculpas. Eu dava uma desculpa, o cara me batia, eu dava uma desculpa. E quando eu começo a ver o comportamento daquelas pessoas do mesmo, com a minha mesma idade, que não tinha os recursos econômicos que eu tinha, e aquele carinha do meu lado Sim, que tu achava que era, eu achava que era ganhando um dinheiro que eu nunca tinha ganhado, nem pensado em ganhar.
Quando eu vi aquele cara comissionando, aí começa, ele me chama para um restaurante mais caro, ele paga, que era meu supervisor, ele vai para um lugar que, como assim, cara?
Aí o orgulho começa a se quebrar, né?
Começou a observar assim, não, pera aí, mas esse cara ali, aí eu penso o quê, que ele tem aquela habilidade para fazer isso? Não, ele me conta, não, cara, eu Eu não tenho. Então a primeira coisa que me chama atenção é que é minha intenção, cara, eu quero aprender a ganhar dinheiro como esse cara ganha.
Deixa eu fazer um parênteses, cara, que você falou um negócio que é de extrema importância. O Arthur falou o seguinte: ele viu alguém que tinha um background pior do que o dele, menos formação, numa cidade pior que a dele, tava faturando mais do que ele e era chefe dele. O pensamento que veio foi: esse cara tem algum segredo que ele não me contou. Toma cuidado com esses pensamentos. Ah, esse cara é talentoso, esse cara nasceu com esse dom, esse cara é filhinho de papai.
Esse cara tem um segredo que ele não me contou. Não, porque isso é a tua mente querendo proteger o teu orgulho, a tua arrogância de enxergar para a realidade que você não tá no lugar dele porque você não foi atrás.
Exato, exatamente. Então isso daí, aí para finalizar e cortar essa parte aqui, aí eu vejo aquele cara comissionando. Aquele momento a gente era pago a cada 10 dias e era muito interessante porque na minha época, não sei na sua, Mas na minha época a gente recebia em dinheiro, né?
Existia um negócio chamado dinheiro?
Existia o dinheiro, dinheiro. Então você ia lá, entrava na sala administrativa, assinava um recibo, um papel desse tamanho, né? E aí era uma— ele recebia pacote de dinheiro. E eu lembro que ele colocava o dinheiro na meia porque era muito perigoso onde ele morava. Então eu olhava aquele cara ali com aquele pacote na meia, né? Porque ele ia pegar 2, 3 ônibus para chegar na casa dele. Eu não, eu pegava uns E já, né, ia para minha casa.
Então o que me fez romper foi isso, querer. Eu disse, cara, eu queria ganhar esse dinheiro que esse cara ganha. E o que me impactou foi a segurança dele olhar para mim, ele disse, quer? Ali, aliança. Você quer mesmo? Cara, eu quero. Eu vou te ensinar.
Uau!
Ali, aí eu comecei a entender aquela tribo ali, a disposição daqueles caras. A fome, a fome não só de ficar para ele, que tem a fome de ensinar, transborda. Aí ele falou, cara, você quer mesmo? Tá afim? Eu vou te ensinar.
Que idade, Arthur?
23 anos, 22 para 23 anos.
Isso lá em Recife?
Lá em Recife.
Aí, como é, o que que vocês vendiam?
Curso de inglês, curso de inglês sem professor.
Ah, tu já vendia curso?
Já vendia curso, um material didático onde a pessoa aprendia sozinha, entendeu? E a gente vendia para caramba ali, rapaz.
O cara vender curso de inglês sem professor há 30 anos atrás, cara, meu irmão, ele vende areia no deserto.
Há 30 anos atrás, cara, e o curso funcionava. Problema que muita gente não fazia, entendeu? Aí não era com a gente. Mas isso foi uma passagem muito forte, foi estar na ambiência correta Ambiente, no ambiente. Olha o que, olha o que ambiente pode fazer a diferença. Não é que o ambiente vai mudar tua vida, ele mais, ele faz a diferença. Você não pode entrar no ambiente e dizer, agora pronto, agora não precisa fazer mais nada, mas ele vai ajudar.
Ambiente com pessoas com fome, fome é importante demais, nem aí com a situação econômica, os caras, e está ali com pessoas querendo te ensinar. A tribo, né, também a tribo, cara. Qual a tribo que você vem escolhendo, cara? Qual a tribo que faz tempo que você vem escolhendo? Com quem você tá andando? Com quem você faz questão? Quem você escolhe andar? Então isso faz, continua fazendo, né? Continua fazendo toda a diferença.
E assim, né, quem que você tá escolhendo andar e você já viu que tá errado, mas continua?
Continua.
E aí Você tá lá em Recife com 20 e poucos anos, como é que você vai parar na Wise Up?
Aí enfim, perdi aquela timidez, né, na marra ali, na marra ali. Tomei não para caramba, aquele época de orelhão, orelhão. Quem não sabe o que é orelhão, coloca aí no Google orelhão, né, ficha de telefone, ficha de telefone. Então aí eu começo ali para ligar, ligar, ligar, vendo para caramba, começa a aprender a vender, né, dessa maneira.
O cara tinha uma técnica ou foi meio que na raça, na intuição dele?
Tinha uma técnica, já tinha um processo de vendas legal, né, daquela época muito refinada. Legal, você aí que, né, muito refinado, já tem um processo de vendas. Então aprenda a vender. De bato, né, tem, eu tenho, eu me fascino por outra coisa que não era só vender Eu tinha, me apresentaram, me apresentaram um plano de carreira. Não era assim, aprenda a vender só, ó, aprenda a vender e olha teu plano. Então era um plano de carreira infinito.
Ok. Aí eu disse, cara, eu posso, que o céu é o limite, é o céu, que incluía chegar um cargo gerencial, um cargo gerente de vendas, um cargo diretor de vendas, que incluía uma transferência nacional que incluiu uma transferência internacional. Então aquilo ali me chamou atenção, eu conseguia enxergar os próximos passos. Ou seja, o vendedor que não enxerga, que não tem os próximos passos, independente de onde ele tá, tô falando para você agora, empresário, ele vai sair.
Se você não tem um plano de carreira, um plano de carreira aquele, né, que que desafie ele, longevo. Se você ainda não tem um plano de carreira claro, desejável, o vendedor vai sair. Você não vai parar a rotatividade de vendas no teu negócio. Então, ó, se com plano de carreira vai ter rotatividade muito menor, sem plano de carreira esquece. Aí você vai querer buscar, é outro papo, vendedores bons. Então eu tinha um plano, e aí faço uma carreira profissional, né, de além de vendas, formei muitos vendedores.
Foi que formei vendedor em Recife, de Recife para Fortaleza, Né? Aí escuto aquela ladainha, senhor Saulo, aquela ladainha. Qual é a ladainha? Não, não, aqui é diferente.
Ah, sim, sim. Lá em Recife era de um jeito, aqui não é ser humano que tem, aqui é ET.
Exato. Ó, o mercado aqui é diferente, a cultura é diferente, tá, tá, tá, tá. E começa a escutar. Vamos provar. Aí vejo que não tem nada diferente.
Aí, e o interessante é que vendas é objetivo, é número, né?
Número, né, cara?
Lá daí ela não resiste, porque, irmão, botou para fazer, veio o lead, CRM prepara ali de processo de venda, pum, quantos leads, quantas vendas, faturamento, acabou.
Exato. Aí, ó, olha, exatamente isso. Aí vou para Fortaleza, tal, faço, tem bastante sucesso ali, formo muitos vendedores ali, formo muito gerente de vendas, que esse é o, né, é o que eu creio para escalar qualquer negócio. Você não escala nenhum negócio se você não aprender a escalar pessoas, se você não aprender a escalar vendedores, vendedores de alta performance e gerente de vendas. Esquece, se você não aprender a escalar pessoas, se você, você vai continuar sendo a cereja do bolo do teu negócio.
E se você é cereja do bolo do teu negócio, teu negócio é engessado. E aí que acontece, aí vem a proposta, a oportunidade de ir para fora do país. Eu não falava espanhol, e aí me veio a oportunidade de ser diretor da Colômbia. Ok, aí sim eu chego lá sem falar espanhol e pá, e aí me deparo com a frase. Qual? Qual? Aqui é diferente. Só mudou o idioma. Deixa-me dizer-te algo, aqui em Bogotá é diferente. As pessoas aqui são muito desconfiadas, não é o mesmo que em Brasília.
Assim que, calma-te tranquilo, isso que haces Aqui não vai funcionar. Então, senhor, ok, de novo a mesma coisa. E aí faço uma carreira internacional por vários países, me desenvolvo por várias culturas, quebra essa crença definitivamente nessa hora. Cidades, culturas, países com muito habitante, pouco habitante, quebro tudo.
E é isso, né? Porque uma coisa eu li num livro, olha, não, o processo de venda ele funciona para todo mundo em qualquer lugar. Outra coisa é eu vivi Eu vivi em língua diferente, em cultura diferente, capital, no interior, no Nordeste, em São Paulo. Aí esquece, aí a criança tá quebrada.
Aí veio essa pergunta, te respondendo, depois de fazer uma grande carreira, em 2002 tem uma oportunidade de conhecer, já em Brasília, depois da minha, através de um franqueado, a marca Wise Up. Ok, então conheço a marca Wise Up. Né, me lanço para trabalhar, para fazer um plano de carreira lá também, depois de ter vencido para caramba. Opa, me lanço! E foi exatamente nesse mês, nesse ano, no ano da Copa inclusive, né, estamos no ano da Copa, só que naquele ano a gente foi campeão.
Pequena diferença.
Essa é a diferença. Aí eu tive a oportunidade de ser convidado para uma reunião de franqueados no Rio de Janeiro com Flávio Augusto. Aí, quando eu digo reunião de franqueados, você hoje que escuta Flávio Augusto, você deve dizer, pô, então seria 400, 500 pessoas na sala, né? Não, naquela época tinha 30 gatos pingados, dava. Ó, o Flávio Augusto conseguia fazer a reunião de franqueado numa sala para 30 pessoas. Essa era a rede de franqueados que ele tinha naquele tempo.
Isso era o quê, 2002?
2002. Então era 30 ali, enfim, uma sala pequena. E eu fui convidado, eu não era franqueado, era gerente comercial, fui convidado para participar dessa reunião. E aí, cara, quando eu conheço aquele cara ali, primeira vez, lembrando que não tinha rede social, galera, lembrando que não tinha geração de valor, não tinha geração de valor. Lembrando que não tinha Facebook, Instagram, não tinha. Era a tecnologia mais ousada, era o telefone, era celular.
Então, um tal de Flávio, e eu tenho oportunidade de escutar, olha o que eu vou falar, a comunicação daquele cara. E olha que eu já tinha vivido com grandes líderes. A comunicação daquele cara E eu olho aquilo dali, falo assim, aí o que é que me desafia? Isso é importante. O que é que me desafia é o cara, é os princípios do cara. Uau! O cara começa ali a liderar e eu começo a enxergar, estou falando 2002, algo esquisitaço. Era no ambiente empresarial, eu escuto o cara falando de família.
Sabe, eu tô falando há 30 anos atrás, sabe por quê? Hoje isso é moda, sim, de que a família, sim, de que Deus—
não, nessa época aí era o homem tem que trabalhar 18 horas por dia, a mulher fica em casa, se vira, porque minha função é ser provedor e um abraço, entendeu?
Como é, eu vejo o cara já se posicionando. Então, que a família, aí princípio de família, princípio, aí o cara começa a falar de princípios em 2012, irmão. Aquilo para mim impactou. Como que esse cara tá falando, cara? Eu não vivi aquilo, desculpa, cara. Aí eu, aquilo me chama atenção. E respaldado com isso, o resultado que ele já tinha pronto naquele momento, eu disse, olha, dá para construir resultado assim? Primeira interrogação que eu tive: dá para construir resultado assim?
É porque um mito que tem no mundo das vendas, que eu já ouvi muito, é: não, para vender você tem que ser, a venda acontece no bar, a venda acontece de madrugada fazendo algumas coisas aí aí que o pessoal faz e tal. Se não fizer isso, não consegue vender.
Exatamente.
Então por isso que você tá falando, aquilo era um choque, né?
Foi um choque, foi um choque. É mais ou menos assim, o grande empresário naquela época que vive princípios, que vive princípios cristãos, tá falando de Deus. Certo, porque hoje é chocante. Então aquilo eu disse, epá, aqui tem alguma coisa diferente. Eu vejo o cara e é real, né? E é real, senti uma coisa real e vi como aqueles franqueados, eram submetidos àquilo dali. Então foi ali, né, que em 2002 aí conheci ele. É, obviamente conheci também oportunidade de ter o Mário Magalhães, conheci o Mário mais de perto, já conheci o Mário de—
conta pra gente quem é o Mário.
Pô, é o Mário, velho, o Mário. Vou resumir, o Mário para mim é a mente, né, mais brilhante a nível de mentalidade, de padrão mental, e um cara com habilidade sem igual de conseguir extrair o melhor do ser humano, sempre quando aquele ser humano permita que ele—
parte importante—
permita que ele extraia o melhor. Então, o Mário, para mim, o Mário é o Marcos, seu Marcos. Mário Magalhães, para mim, é um cara que já temos um relacionamento anos atrás mais íntimo ainda. É um cara admirado pela sua fé, pelos seus princípios e pelo seu renovo. O cara tá se renovando de uma retroalimentação, se retroalimenta de uma energia muito forte.
É um cara que poderia estar de boa na vida, aposentado, tranquilo, já fez, que já construiu, né, mais de fato já construiu a energia que o cara tem, é um negócio impressionante, cara, que não se acomoda e não se acomodou.
Porque o cara podia inclusive dizer, não, não, já formei o Flávio. Já que a gente tá em época de mundial, sabe que o Messi não provou nada para ninguém, né, até agora.
Por quê?
Porque quando ele pega um jogo como esse que passou agora, que ele olha para o lado, olha para o outro, e o cara consegue absorver, dizer, eu vou protagonizar de novo, Porque o cara pode olhar perdendo de 2 a 0, né, mudando de assunto, quer dizer, pô, sou o Messi, velho. Se eu perder isso aqui, continuo sendo quem? Sim, o Messi. E o cara olha para ele assim, não, não, eu sou o Messi, por isso ele vai, vou provar de novo. Eu não preciso, tá, galera?
Ele fala assim, ó, deixa claro que eu não preciso provar nada, mas eu quero provar. E aí, e o Mário, esse cara que sempre tá querendo provar, mesmo, vamos chamar assim, sem precisar. Então o cara poderia dizer assim, ah, foi meu Flávio construir isso, construir esse negócio, construir esse negócio, construir esse negócio. Não, o cara não para com a disposição dele de querer extrair o melhor, de querer te ver muito melhor, de querer te ver avançando em outra velocidade, entendeu?
Então esse é o cara que extrai o melhor de você, extrai o melhor.
Esse é o cara que eu escolhi, continuo escolhendo para ser meu conselheiro, meu sócio nesse projeto no SPAM. E um cara que eu tenho certeza absoluta que eu sou um ser humano muito melhor por ele, né? E graças a Deus, hoje também tive a oportunidade de conhecer, há 5, 6 anos atrás, a vida do meu pastor, do Pastor Alberto, que é outro que fez toda a diferença e continua fazendo toda a diferença na minha vida. Então conheço ali o Flávio E dou aquela paquerada com ele.
Aí eu disse, cara, agora vou. E aí começa a fazer uma carreira vitoriosa aí dentro da Wise Up.
E como é que, que história é essa de Dream Team do Flávio Augusto?
Então vamos lá, depois de uma carreira bem vitoriosa ali, vitoriosa assim de ser case na Wise Up, cheguei a ser mega franqueado, né? Eu era diretor comercial, então cheguei a ser mega franqueado, tive 7 franquias. Rentabilizavam bem para caramba. Além disso, é, tinha um cargo de diretor nacional, ou seja, eu conduzia 34 franquias, né, da unidade como diretor nacional. Então liderava esses franqueados, ou seja, eu liderava empresário já. Essa eu já fazia mentoria. Sim, que hoje é mentoria, né?
Chamava de mentoria.
Eu já fazia mentoria porque eu já conduzia empresário para grandes resultados.
É com essa diferença, né? Porque a tua mentoria lá atrás tinha que entregar resultado. A mentoria de hoje assim, não, entreguei. Se tem resultado, você não tem.
Exatamente. Então eu tava ali e, claro, eu como sempre tratei de ter o resultado muito impactante na minha própria franquia, que, né, mostrar para ele como fazia. Pelo menos é assim que se faz. Vem cá, deixa eu te mostrar. Então já conduzi aí. Aí teve ali uma passagem Né, fui para Buenos Aires, ele me escolheu para abrir outra cidade, outro país. Então fui lá, fiz esse processo em Buenos Aires, passei lá, eu conheci a Samanta, que é irmã da Samanta.
Um abraço, Samanta, vem aqui sentar com a gente, por favor. E ó, você tá quase me convencendo a torcer para Argentina, viu?
Quase.
Se for Argentina e França, fique tranquila que aí vai ser uma escolha fácil.
Aí vai ser fácil, né, cara? Marrocos saiu. E aí faço uma carreira super vitoriosa na Wise Up. Importante essa tua pergunta. E aí mega franqueado, diretor comercial, voando ali, voando ali nesse processo ali. E de repente o Flávio, que já estava ali a ponto de passar de fase. Muita gente não entendeu no momento, mas todos precisamos passar de fase. Ele também estava nesse momento. Então ele vem ali sendo assediado ali por investidores para vender a marca.
O Wise Up tem essa transição, é aquele momento, faz aquela venda naquele momento que o Flávio chama os caras mais próximos deles, ó, agora eu vou vender, vender, porque ele teve algumas propostas que ele falou que não, né? Ofereceu tanto, tanto.
Alguma coisa foi do Wizard, né? Exatamente, foi o que abriu os olhos dele para falar assim: opa, isso aqui tem equity, né?
Quer isso, né? Um sábio, ele é só ler o livro dele que você faz. Aí oferece ali 250 milhões, depois oferece um pouquinho mais, o próprio Wizard depois mais. Aí a coisa se dá. Então ele chama a gente, galera, eu vou vender, mas eu vou ficar um tempo aqui. Então fiquem tranquilos, eu vou implementar aqui essa cultura. Tinha os contratos, tem um contrato, né, uma venda de 1 bi. Meu advogado, quero deixar claro que além desse relacionamento, além dele tá nesse ecossistema, além eu tenho o privilégio de chamá-lo de meu advogado.
Como eu sempre falo, né, cara, cada um tem que falar: eu tenho meu advogado, meu médico e o meu contador.
É isso aí, né?
Então, Saulo, É o advogado da nossa empresa. E aí que acontece, ele chama a gente, ó, galera, a gente se assustou, lógico, porque a gente chorou, vamos ficar órfãos.
É o líder, né?
Não, mas tal, tal, eu vou ficar. Mas quando ele fala isso, ele faz a venda, venda, beleza. Tem uma situação, o dono da Abriu morre, enfim, tem todo um processo que o Flávio sai.
Ok.
E aí a gente fica à mercê de uma liderança de uma empresa de capital aberta.
É, pelo que eu lembro, tem tempo que eu li o livro. Aliás, gente, leiam O Ponto de Inflexão, é um dos livros para mim fantásticos. Pelo que eu me lembro, virou uma empresa gerida por fundo, era aquela coisa assim, os caras financistas, uma gestão fria, que era, que é completamente diferente da filosofia do Flávio.
Então foi um choque de cultura muito grande, né? Resumindo, a gente começou a ver aquilo, os cara, então era uma disputa da diretoria naquele momento dessa empresa e nós diretores com DNA, sim, de formação, de cultura total. Então a gente falou, cara, isso não vai dar certo. E tentamos um ano, tentamos dois anos, 3 anos, foram 3 anos, 3 CEOs diferentes, e a empresa fazendo assim, na empresa despencando, despencando. Aí tem a ver com o modelo de negócio, que os caras, com que os caras faziam sem consultar a gente.
Não, não, nós compramos, nós fazemos. Aí despencou, despencou a coisa. E os caras não tinha saída aquilo. E aí o Flávio decide ter aquele, numa das jogadas mais maravilhosas da história empresarial brasileira, É importante chamar aqui para os bastidores aqui, vocês que acompanham o Flávio, acompanham o Mário Magalhães e aqueles que vão me acompanhar. Importante esse bastidor falar para você, quando a pessoa se lança um desafio desse, cara, volta naquela premissa, ele não precisava daquilo, não precisava daquilo, já tava bem para caramba, tá, gente?
O Flavinho da época dessa, hoje nem falar, mas daquela época já não precisava fazer aquilo. E ele Antes de tomar a decisão, ele conversa com a Luciana, com a esposa dele, e fala, né, uma conversa mais íntima. Ele abriu a gente, ele abriu para gente ali. Hoje ele já contou essa história para outros, mas abriu para a gente e falou. E ele pergunta: e aí, Luciana, vou ou não vou? Recompro ou não recompro? Eu recompro. E ela falou: tem só uma coisa, um requisito que você, que eu vou estar em paz de você recomprar. Aí ele fala: qual? Você tem que se divertir.
Nossa, cara, vou ser muito sincero, obviamente eu acompanho o Flávio, é o maior empreendedor para mim, o cara assim em todos os aspectos, né, familiar, cristão e empresarial. E às vezes eu não sei se eu respeito mais ele ou mais a Luciana. É porque ela não aparece tudo, né? Mas essas histórias que ele solta dela, cara, que mulher que deve ser uma parceira fantástica para ele.
Aí ele fala, você vai se divertir, cara. Aí ele se compromete, vai ser divertido. Uau!
Aí é porque poderia ser um peso gigantesco. Só para a gente dar o contexto, a empresa tava afundando, a empresa que ele tinha vendido por algumas centenas de milhões, dependendo da moeda pode ser bilhão. Ou seja, não precisava. Aí ele viu a empresa que ele criou afundando, ele vai lá e decide recomprar para resgatar a empresa.
Exato, exatamente. Então, e aí ele reúne, essa parte interessante, tinha um grupo ali, né, de diretores dentro da cúpula dessa empresa, né, que ele comprou. E aí ele reúne, eram algumas dezenas de pessoas, e ele faz uma entrevista, só ele faz uma entrevista numa sala como essa, fechada, um por um, né, para ver quem ele vai selecionar para reconstrução.
Caramba, eram quantas pessoas?
Era umas 27, 26, 30 pessoas, era mais de 20 pessoas.
E aí ele escolheu quantas?
10.
Aí é o Dream Team.
Aí é o Dream Team. E você tava lá? Eu tava lá. Então, importante, quando ele me senta ali, ele fala: Artuzão, como é que você tá? Isso foi forte. Ele pergunta assim: bom, deixa eu te fazer logo uma pergunta. Nunca mais vou esquecer. Tava ele, Mário Magalhães, Keila, a cúpula, né, o Édio. E ele pergunta: o que é que você espera daqui para frente? Essa foi a pergunta que o Flávio me fez. E o que é que você quer? E eu lembro, eu tinha algumas coisas ali na minha cabeça do que eu esperava, do que eu queria, mas eu tava muito seguro, Saulo, do que eu não queria.
Pergunta difícil essa. E aí, qual foi?
Aí eu falei, Flávio, eu vou falar o que eu não quero. E foi até rápido, que eu vou falar o que eu não quero, cara. Eu não quero me parecer esse cara, nem esse, nem esse, nem esse, nem esse. Ó, eu temo finalizar igual a minha vida como esses caras aqui. Isso eu tenho certeza que eu não quero.
Quais eram as características desses caras?
É isso, sem princípios, sem caráter, enfim. Ali tu já tinha absorvido a cultura dele, dos seus chefes, já tava mais enraizado. E aí ele coloca todos os benefícios. Quais foram os benefícios, né? Trabalhar com Flávio, quais foram? 100% meritocracia. Então, primeiro benefício era não ter benefício.
Sabe, sabe, sabe assim, aquela segurança, rede de proteção.
E olha que ele ainda não tinha estabilidade. Não existe, tá?
E é fantástico, cara. No país do concurso público, o cara me vem com estabilidade? Não existe. E o que é pior que isso é ver os cara nos stories dele lá: não existe sim. Ele: meu Deus do céu, meu amigo, então foi aquele momento. Estabilidade não existe, é fantástico.
Então lembra aqueles benefícios que vocês tinham, tá? Quer estar comigo? Quer? Não tem nenhum mais.
É a entrevista de emprego inversa, né? O RH deve ficar maluco.
Eu vou te fazer a pergunta: você quer realmente?
Quer?
Quero. Não quero. Isso daqui também não tem não, cara. Isso não tem.
Mas desculpa te interromper, vamos voltar num dos requisitos que você trouxe lá atrás, que é Formação de líderes. Boa, boa. Ok, só vou voltar na tua história, mas o líder verdadeiro ele contrata e atrai por quem ele é. Hoje é fácil falar quem não gostaria de trabalhar com Flávio Augusto. Hoje, hoje, por qual benefício? Único, exclusivo de você trabalhar com Flávio Augusto, né? Então, como você já conhecia ele na época, para você já devia ser assim, meu irmão, Puder estar perto desse cara, conhecendo quem ele é, acabou, né?
Isso.
E tendo meritocracia.
E o principal, o que eu vou aprender com isso?
Exato.
Ó, como é que eu vou aprender com esse cara? E outra característica do líder, para você, o líder que decide ter outra medida de liderança, ele não tem medo de perder, ele não é refém. Quando o cara é refém, ele tá se prejudicando, prejudicando aquela pessoa. Então ele traz aquilo, eu fecho com ele. Não, não, aí ele, eu digo, ó, aí eu respondo aquilo. Aí ele falou, eu lembro, você tá dentro na hora, na hora você tá dentro, tá dentro, beleza, muito bom contar contigo, depois eu vou te passar.
E aí começa uma, ele seleciona os 10, traz a realidade da empresa nua e crua. Só, essa é a situação dela. E aí, qual era a situação da empresa? A situação naquele momento era que ele tava pegando a empresa onde ele tinha que bancar para manter a operação da empresa, para manter a matriz, para manter a operação funcionando, ele tinha que colocar R$8 milhões por mês. R$8 milhões há mais de 20 anos atrás, não sei quanto é dinheiro de hoje.
Você deve, vamos botar assim, devia ser uns, uns, devia ser uns 2 a 3 milhões de dólares, entendeu?
Então era isso que ele, ele traz ali e ele fala, a gente vai reverter isso, conto com vocês. E aí primeiro mês beleza, segundo, se eu não me equivoco, no quarto mês não colocou mais dinheiro.
Mentira, em 4 meses ele virou a empresa!
E aí foi um Que eu posso chamar aquilo, né, que pós-graduação, sei lá o que, aquilo era uma sessão semanal com Flávio daquele jeito, ele liderando, liderando, olha aí, ele formando a gente de uma outra envergadura. Agora imagina como eu saí depois dessa formação.
Não tem MBA, não tem doutorado, não tem nada que equivale, né?
Saí assim, outro ponto que a gente não vai entrar, mas eu saía, né, seguro, orientado por ele. A inclusive sair da minha posição de franqueado para franqueador, orientado por ele, instruído por ele, concorrendo com ele.
Isso é fantástico.
Olha, seu, vai lá e não conta isso.
Eu acho importante até para honrá-lo. Como você foi abrir a tua marca?
Foi abrir minha marca, viajo, me sento ali com ele no Orlando City, que ele era dele ali, né? Ele investe 5 horas ali que Aquele foi forte, 5 horas de mentoria.
Imagina quanto custa 5 horas.
Pois é, eu ainda tomei um Red Bull, ou seja, então ele investe 5 horas para contar tudo o que eu não deveria fazer. Caramba, só se você não erra nisso, não erra nisso, não erra nisso. Eu até brinco, né, as primeiras meia hora eu já queria desistir porque eu já tinha feito tudo errado. Primeira meia hora só: essa sociedade você desfaz, essa daqui você vendeu, então você devolve o dinheiro. Então ele começa, velho, ele começa. Então foi uma construção, foi muito forte.
Aquele me impulsionou, me deu muita coragem, junto naquela época com meu sócio também, para a gente dar esse start ali. Então desde ali fica claro Importante você saber isso desse formato. Eu quero me atentar, se você me permite. O Flávio, o Mário, eu, eu, nós não desviamos da nossa maneira de empreender, do nosso modelo, nosso, né, que não é desse modelo de negócio, que é o modelo de negócio de quê? De formar pessoas, de formar vendedores.
Ó, Todos os negócios do Flávio Augusto, todos, é esse DNA, é essa metodologia do Flávio, do Mário, os negócios que o Mário constrói hoje multimilionários, bilionários, é nessa maneira. A gente não desvia, é desenvolver habilidade, a competência da venda, da venda científica, de formar pessoas, de escalar o teu negócio formando vendedores, formando gerentes, todos. Então você vê como é, todos. O Flávio tava na educação, da educação foi para o futebol, do futebol foi para saúde, da saúde e tecnologia, os segmentos educação, mas sempre concorde educação, né? Depois educação, agora mentoria, não, agora antes imobiliário.
A imobiliária eu não conhecia, da trinca. Ah, sim, sim, claro, claro.
Agora tá investindo imóveis, verdade. Ou seja, todos os negócios. E para finalizar, o grande ecossistema chamado Mentrolink Society, né, que é a MLS. Agora, olha que forte, ele fez isso há anos atrás. Aí em 2013, se não me equivoco, foi 2013, foi 2013, vende uma empresa por quase 1 bi. Só que ele demorou 25 anos para construir uma empresa de 1 bi. Esse know-how que ele desenvolveu dessa formação, esse método, ele construiu outros negócios.
E leva, implementa em uma empresa como é a MLS. Aí, pegando, a MLS tem 2 anos de vida, 2 anos e pouquinho. Em 2 anos, sim, de MLS, já geramos uma receita de vendas ali de 1 bi. Ou seja, ele demorou 25 anos, aprendeu, aprendeu. Em 2 anos A empresa já faturou 1 bi. Aí você pergunta: ele precisa provar alguma coisa para mim? Não. Mas continua, e ele é fiel a esse modelo, é fiel. Ó, você vê, o cara não desvia. Você escuta o Flávio de hoje e pega um podcast dele, o que é lá de trás, aliás, podcast não, livro, você pega os posts do Facebook, um post do Facebook do ano 2000, de ano, ou seja, ele falando, não muda.
Os princípios não mudam, os fundamentos não mudam, é liderança, é formação de pessoas, não muda. E tem gente tentando, bom, mas Arthur, tem outras maneiras de— claro que tem, óbvio que tem. Eu não me lanço porque eu não conheço essa inovação. Exatamente. E vocês, isso se aprende, tá?
Me conta o que é o SPUR e o que é MLS depois.
Ok, beleza. Bom, o ESPAM, como você mencionou, é todo esse meu know-how junto com o know-how do Flávio, junto com o know-how do Mário, junto com o know-how da Samanta, né, junto com você dá alguns, se somar, dá alguns, dá mais de 100 anos de know-how técnico. O ESPAM é um programa, eu gosto de chamar de treinamento empresarial, onde nós somos especialistas em ensinar o empresário a formar, formar, desenvolver, implementar times de vendas, ou seja, vendedores, vendedores de alta performance, sim, e formar seus próprios gerentes de vendas.
Ok.
Ou seja, a gente ensina o empresário a pegar um vendedor muito mediano que ele já tem, você ter esse vendedor aí, né, mediano, fraco, a gente ensina o empresário, que ele vai aprender, né, fazendo, ensina o empresário a pegar um vendedor mediano, treinar ele para ele se transformar em um vendedor de alta performance com outro referencial, formar ele um gerente de vendas, um líder comercial dentro do negócio, e esse gerente de vendas formar outros vendedores com esse DNA.
Consequentemente, quando você tem um time de vendas engajado, envolvido, comprometido, com líder comercial, o que acontece com faturamento? Multiplica. Então isso que faz o Explorer, a gente ensina o empresário a formar seus próprios gerentes de vendas, seus próprios líderes comerciais, né? Então nossa especialidade, exata, em qualquer segmento Qualquer segmento, um segmento.
Não, mas o meu segmento é diferente.
É, isso eu nunca escutei. Não, segmento jurídico não dá, na contabilidade não dá, na funerária não dá.
Uma vez você me contou isso, que você tinha cliente, eu acho que só faltava era funerária, alguma coisa assim. Já tem?
Já tem.
Então você já tem cliente assim, o que eu falar aqui tem.
Foguete não temos. Foguete e submarino são dois que eu ainda não...
Estão faltando então. Mas tirando essas coisas... Funerária, escritório de advocacia... Pô, mas tem aula de inglês, educação.
E um interessante, um que vem nos surpreendendo positivamente, é um segmento de óticas, que é um segmento normal, normal, tipo assim, não tem nada aí, varejo, é um varejo, uma commodity em tese, cheio de concorrentes fortes. Mas o que as óticas, porque a pureza desses empresários da ótica que entenderam o poder também do segmento óticas, saúde. Mas o das óticas vem tomando outra proporção porque os empresários estão tendo mais fome de aprendizado.
Então é surpreendente o que as óticas vêm, mas surpreendente assim, Saulo, empresas que entraram com a gente que tinham unidade, duas, hoje estão com 10. O cara que faturava R$100 mil hoje tá faturando R$1 milhão.
Em quanto tempo?
Tem empresas com a gente que em 2 meses, 3 meses, ó, nosso famoso ROI, o primeiro ROI que os empresários têm com a gente, a média hoje do primeiro retorno, primeiro porque ele tem infinitos ROIs, mas o primeiro, a média hoje é em 2 meses.
Ou seja, ele paga X, ele contrata, paga X para contratar vocês, em 2 meses volta.
Em 2 meses ele retorna, o primeiro. Então por quê? Porque é simples para a gente. Então qualquer segmento, mas as óticas estão tendo resultado, mas muito, mas muito em cima delas. Óticas faturava, para te dar números, 30, 40, 50 pau no mês, 100 pau, não conseguia chegar nunca a 150. Eu creio hoje que uma ótica tem que faturar numa média no mínimo 150 mil por mês. Então quando a gente encaixa esse modelo no negócio, né, é uma coisa absurda.
Então o SPAR hoje vem ajudando, impactando através desse ensinamento de como você— porque você tem que aprender a formar pessoas para você conseguir escalar o teu negócio.
Perfeito.
Você não vai escalar o teu negócio se você não aprende a formar. O que é que a gente mais escuta dos empresários? Tô cansado. O que é que eu mais escuto dos empresários? Não é qual a tua função, e ele me mete qual? Tudo isso, tudo. Eu faço de tudo, eu bato escanteio, cabeceio. Então esse é o empresário. Então ele vai se cansar. Quando ele aprende, ele sabe, cara, ele não fica mais refém de vendedor no mercado, ele não fica mais refém de bons currículos de gerente de vendas no mercado.
Ele sabe formar suas próprias pessoas, aprendeu a formar suas próprias. Aí acabou, resolveu esse problema? Não. Não resolve esse problema, mas ele vai ter outros problemas.
Não, ele vai ter outros problemas e vai ter um caixa um pouquinho melhor do que ele tinha antes. Aí resolver problema com caixa cheio é um pouquinho mais confortável.
Isso. Hoje eu tava com uma pessoa hoje que tem problemas do segmento da saúde, você conhece ali, né, do segmento da saúde ali, e ela com problema ali, com desafio, com a colaboradora formando elite. Só que tá o detalhe, hoje ela fatura 6 vezes mais. Então é outro problema, não é o mesmo problema. Então sugiro você, empresário, aprenda, desenvolva habilidade de formar pessoas, formar teu time, formar teus vendedores, formar teu gerente de vendas.
Não fica refém do mercado. Cuidado com vendedor pronto, ele não existe. Se liberta disso, aprende a treinar, aprende a formar, que você vai ver o que é escalar um negócio com consistência.
E aquele vendedor que é o cara que faz 60%, 70%, 80% do faturamento da empresa, como é que o empresário lida com ele?
Como ele lida com isso?
Porque às vezes o empresário, ele acha que é escravo desse cara.
Não, ele é.
Como é que eu vou demitir? Já vi isso aqui, aqui nessa mesa. Como é que eu vou demitir um cara que traz 50%, 60% do meu faturamento, mas ele é contra a cultura, ele não trata bem as outras pessoas, ele faz isso, ele assedia, não sei o quê? E aí?
Impossível ele demitir esse cara, impossível, se ele não se lançar a desenvolver a competência de liderar em outra maneira.
Então ele vira escravo mesmo, totalmente, e o resto da vida.
Ó, chega até depressão quando esses caras saem.
E você ensina ele a se libertar dessa situação.
Bom, o cara, cara que não tem caráter, só vende, chega atrasado. Sei lá, né? É uma, é uma, digamos assim, é uma bactéria dentro, é uma maçã podre, uma maçã podre. Ninguém gosta do cara, é aquele cara mau caráter mesmo, aquele cara que anda ali sorrateiro, mentiroso e tal. Mas o cara tem habilidade de vendas. O empresário olha para ele, você não vou me libertar desse cara, não vou, porque ele não sabe. Agora, quando ele aprende a formar Acabou, irmão, acabou, acabou o sofrimento dele.
Porque esse cara vai dormir todo dia sofrendo, velho. Sim, porque ele vai dormir sofrendo. Aquele cara tá impactando todo mundo, todo mundo, e ele tá com ele só porque— o que acontece? Ele só tá por ele por interesse.
E normalmente esse vendedor, ele sabe que o empresário depende dele, ele sabe.
Olha lá para o cara, esse cara é refém de mim. E aí ele vai aumentando o salário, vai dando mais bônus, vai dando mais benefícios. Hoje eu escutei um comentário lá. Não, não, é fácil manter um vendedor, é um gerente, é só dar mais benefícios. Então, aí, você empresário que tem esse cara, não tô falando que você tem que ser mau com ele, mas que você se sente refém dele, se posicione, cara. Não sofra, não ande sofrendo. Tem uma maneira você aprender.
E quem sabe quando você se posicionar com aquele cara Você não começa a ajudar ele? Boa! Porque nossa tendência é ajudar. Quando você se posiciona e o cara diz, cara, agora ele não depende mais de mim, e agora? Aí ele vai querer estar contigo ou não, mas não se mantém num relacionamento prejudicial só por interesse.
E fora isso, eu já vi alguns empresários me falarem que tiveram a coragem de demitir esse cara e no mês seguinte o faturamento faz assim.
Por quê?
Porque os outros vendedores falam assim: ufa, exato, tá bem que esse cara saiu agora, eu posso trabalhar.
Saulo, eu já vi isso incontáveis vezes. É isso, incontáveis. Cara que se posiciona, o cara sai ali, pô, valeu e tal, e os outros, e o clima, tá?
Então a empresa vira outra.
É, pô, mas você tem que dispensar o cara? Não, você tem que se posicionar.
Exato.
Não dispensar, se posicionar. Tá fazendo mal? Tá fazendo mal para quem? Para ele? Para empresa? Para ver se quer, né? Talvez às vezes para ele nem faz, porque ele tá vendendo. E tem pior, é aquele cara que sabe vender, não tá vendendo, e o cara ainda mantém ele com a esperança que ele mude, por uma mágica ele mude, né?
E quem quiser contratar vocês, como é que acha? Onde é que acha? Como é que faz?
Bom, vai colocar aí meu Instagram na descrição, na descrição ali o Instagram. Me siga, gente, siga o Spur, né, a MLS, para vocês entenderem o ecossistema que a gente faz parte, né. E aí você também que quer conhecer mais, né, a gente sempre tá fazendo movimentos, inclusive aqui em Brasília, eventos e tudo, eventos aqui em Brasília. A gente tem a a característica de fazer mini eventos aí na minha empresa. Eu convido alguns empresários para estarem na minha empresa, para conhecerem ali a operação também, para ver o movimento, para dar uma entrega para eles de visão.
Então, se quiser conhecer esse mini evento, vai lá no Instagram do Arthur ou vai no meu, vou deixar aqui na descrição. Fala assim, quero ir lá conhecer. É isso, os mini eventos da Esporte. A gente não terminou não, você ainda vai explicar o que é MLS. Eu quero saber o seguinte, você aprendeu alguma coisa aqui nesse podcast até agora? Alguma chave virou, alguma ficha caiu? Se sim, eu quero que você comente. O mínimo que você pode fazer é comentar e mandar esse podcast para algum amigo empresário que tá vivendo problema de venda, né? Mas eu acho que não tem gente vivendo problema de venda.
Outra coisa, não tá tendo problema de contratação para outro carrasco do empreendedor?
Mas se por um acaso você tiver esse tipo de problema ou conhecer algum empresário que tem esse tipo de problema, Compartilha esse episódio, se inscreve aí no canal, curte também, que é importante, porque esse tipo de mensagem, no fundo, que o Arthur tá trazendo aqui para você, empresário, é uma maneira de você ter liberdade. E isso aqui não é escasso. Você pode ter liberdade, o seu amigo pode ter, o seu primo, o seu concorrente.
Então espalha essa mensagem para todo mundo, porque isso aqui vai trazer crescimento e liberdade financeira liberdade de tempo para você ficar com a sua família por mais tempo, para você realizar os seus sonhos, realizar a visão que você tem da sua empresa, ao invés de você só ficar apagando incêndio, ficar refém da operação e desses vendedores aí maçã podre.
Verdade. Quero também dar uma mensagem especial, quero te agradecer. Essa aula a gente ainda vai, mas é importante, né, tua audiência saber que esse movimento é um movimento, apesar de você, não é um movimento que você precisa fazer Né, aqueles que não te conhecem, o Saulo não depende de podcast.
É bom deixar claro, entendeu?
Então é bom deixar claro, isso aqui é entrega, é devolução. É por isso, tá devolvendo. Saulo aí é um empresário, né, no segmento jurídico muito bem-sucedido. Conheço os bastidores desse cara e é muito importante esse movimento, é muito importante de alguém que tem autoridade no mundo empresarial. É importante isso. Então é importante as pessoas saberem que você tá fazendo esse movimento, né, que vai impactar. Porque, gente, é muita gente batendo cabeça, cara. A gente tem que fazer alguma coisa. Os bons têm que fazer alguma coisa.
Exatamente.
Eu não tô falando que eu sou bonzinho, não, mas os bons de coração bom tem que fazer alguma coisa.
Você falou tudo. Obrigado, meu irmão. Me explica o que que é MLS.
MLS, né, é a maior liga de educação associação empresarial que existe hoje a nível nacional. É um grupo de empresários, né, com resultados, né, que se juntaram através do fundador Flávio Augusto da Silva, junto com Joel Jota, junto com Caio Carneiro, para levar as suas habilidades, a sua competência, o seu conhecimento, a sua vivência para outros empresários que estão passando por dificuldade. Então é um grupo que tem vários empresários, vários segmentos ali dentro, né, vários especialistas.
Tem direito, tem contabilidade, tem gestão, tem marketing, tem especialista em formação de times e formação de— então tem vários ali. Então esse é um movimento muito forte que tá acontecendo. Falando nele, você que tá vendo esse podcast, né, inclusive vou falar, vou fazer um Comer isso no jabá?
Faça.
Dia 16, 17, 18 de agosto nós vamos fazer o maior movimento empresarial que vai, que já existiu no Brasil. Nós estamos, a MLS está fechando o antigo Allianz Parque, que hoje é o Nubank Parque, né? A gente tá fechando o estádio de futebol e vai fazer um mega evento para 40 mil empresários. Uau! Só vai convidados, né? Só vai nosso ecossistema, só vai convidados. Esse evento vai ter entrega ali do Caio, do Flávio Augusto, do Joel Jota, né?
Então vai ser uma entrega para convidados. Você tá convidado, eu acho que ele já sabe que tá convidado, né?
Não sei se tá sabendo agora, que é ao vivo agora.
Então está convidado, né, para nos acompanhar nesse movimento. Né, tem esse evento que vai ser um show, né, a MLS Festival. E depois desse evento, depois de 5 horas ali, fogos, fogos artificiais, entregas, bandas famosas. Então vai ser todo um contexto. Depois disso, além disso, 17 e 18, a pessoa vai ter oportunidade de estar comigo, com meu time, numa imersão que eu vou entregar para os meus alunos. E tô abrindo para um grupo mais, né, um grupo pequeno de pessoas que não fazem parte.
Então se você quiser participar desses 3 dias comigo, com Flávio, com Joel, com Caio, né? Me puxa no Instagram, me dá um sinalzinho que a gente vai entender e obviamente dizer quais são os requisitos para você estar lá com a gente.
Muito bom. O que que você pode contar do modelo de negócio da MLS? Você tá lá junto, eu não sei o que que é confidencial, o que que não é, mas é um, é um assim, de uma maneira geral, é um modelo que une as pessoas em uma liga, esses especialistas numa liga, que eles compartilham ali. Eles são, pelo que eu entendi, eles são donos do todo, né? Você tem a SPUR, que faz parte dessa liga. Obviamente ele se inspirou na Major League de futebol e as ligas de esportes americanos, que é diferente do Brasil, e que lá um clube ele não é um clube, ele é um sócio da liga como um todo, né? Então a SPUR ela é sócia da liga como um todo.
É isso, né? Explicação, é complementando que a liga, então isso é uma liga, é uma empresa, né, onde o SPUR, que é meu programa de treinamento, é sócio dessa liga. A gente tem uma participação societária nessa liga, né, nessa empresa, e é uma empresa que a gente está construindo, mais uma que a gente está construindo, né, para também, né, ser vendida daqui alguns anos.
Você vê todo o método do Flávio ali, né? De novo, você vê todo o método dele, cara. Você vê, você acompanha o livro dele, você vê, ele foi aprender, ele aprendeu o jogo do equity, ele não larga mais isso, não larga. Então já, como você falou, né, é uma empresa de 2 anos, já fatura bilhão, que ele construiu para ser vendida. Só que aí é um cara que tem um olhar de pessoas, ele trouxe todo mundo para falar assim, olha, quando isso aqui for vendido, vocês vão exatamente trazer a parte de vocês, traz os sócios.
E se for vendido, amém, alguns vocês vão escutar alguns bilhões, e aí E para estar, né, você tem que ter uma ousadia, ter uma competência, ter uma autoridade, ter um resultado, né, construir um resultado. E mais uma vez ele tá dando certo de novo.
Ele tá, é mais uma vez, tem gente que quer criticar o cara, né, fazendo isso de novo, de novo e melhor, de novo e melhor, e sem precisar provar nada para ninguém. Não é por dinheiro, não é por fama, não é por vaidade. É um cara que é assim, por que que eu sou fã do Flávio Augusto, né? Não é só pelo resultado empresarial, mas é porque é um cara que você vê que é genuíno, né? É um cara que você vê que tomou uma decisão lá atrás de falar assim, eu vou devolver.
Então ele ia, criou geração de valor, ia para o Facebook fazer os posts dele, criou, escreve livro, cria curso, Instagram. Irmão, o cara não tem que ficar respondendo história. Você vê cada história, é um mais malcriado que o outro, mais ignorante que o outro. O cara tá lá com toda paciência do mundo respondendo. Ou seja, é um cara genuíno. Vai falar da esposa, da família, protege a família, protege a esposa, fala sempre, dá crédito, se expõe.
Ele se expõe, protege a família, mas sempre dá crédito para Luciana, para todas as decisões que ele precisou tomar e que ela. E, cara, o posicionamento cristão né, de também tomar coragem de se posicionar. E sabe um outro que eu também achei fantástico? A gratidão e a honra à Marinha. É, né, que pouca gente sabia dessa.
Ele não ficou ofendido com nada. Ele hoje é grato.
Pouca gente ficou sabendo dessa passagem que ele teve lá quando era adolescente, né, no colégio militar lá. Só quem leu o livro. E agora isso tá, né, mas foi algo conturbado, né. E, cara, ele hoje reconhece isso e virou embaixador lá de comunicação, sei lá o que que é. E tá honrando essa corporação, entregando. Então assim, é um cara que você vê que é genuíno. E por isso que, para quem eu falo assim, cara, para mim, Flávio Augusto.
É isso, meu irmão.
Obrigado demais. Deu para ter um resumo, né?
Deu para ter um resumo.
Se a pessoa chegou até aqui, não aprendeu nada, comentou, resumo, hein?
Ok, ele tá, Eduardo tá falando, diretor, diretor, perguntar mais alguma coisa?
Tá tudo certo?
Né, fechou, fechado. Nossa estagiária tá aí, dormiu já.
A estagiária Martina. Mas eu tenho para finalizar: qual foi o maior erro que você cometeu na carreira?
Qual foi o maior erro que eu cometi na minha carreira, cara? Pô, cara, vou tentar citar um, né? Como foi alguns erros que eu cometi, eu vou falar um para você, que é um erro que sugiro você não continuar cometendo ali, né? Não subestime a capacidade de absolutamente ninguém.
Você tá falando para o bem ou para o mal?
Para o bem, para o bem. A resposta: não subestima ninguém.
Ou seja, uma pessoa que tá ali no teu time, na tua equipe, que você acha que não tem um potencial, não subestime ninguém.
Agora eu vou melhorar: nem para o bem nem para o mal. Então é um dos maiores erros que eu trato hoje, me policio muito para não cometer é subestimar pessoas, subestimar a fome, o apetite das pessoas. Qualquer um, Saulo, pode ter o seu apetite, sua fome calibrada, calibrada. O cara que não tá com fome, ele pode estar. O cara que não tem apetite, ele pode ter apetite. O cara que tá limitado, ele pode romper Muito bom.
Aí depende do líder, né?
Aí cai no líder, aí volta, aí cai na gente. Tudo é cair na gente. Fantástico. Então é isso.
E se você pudesse recomendar um livro, qual livro você recomendaria?
Qual livro eu recomendaria? Muito bom, cara. Eu vou recomendar um, né? Eu vou recomendar um Eu já recomendei alguns, Saulo. Eu já fui muito do livro, não sou tanto, mas eu vou recomendar, vou continuar recomendando ali O Ponto de Inflexão, cara. É bom, é um livro que quando você lê, lê novamente e se relê, é claro, né? Tô falando, tá falando livro, você tá falando não o principal livro.
Não, a regra do Rainmakers é, eu pergunto, se o cara responder a Bíblia, ele tem que Ok, agora outro.
Exatamente, por isso que eu já fui do—
exatamente.
Eu recomendo ali, eu recomendo ali o Ponto de Flexão, porque quem lê aquilo ali e recebe, tem essa diferença. Quem lê e diga eu vou receber daquilo ali, dá para mudar muita, fantástico.
Ponto de Flexão vai estar aí na descrição para você ir lá comprar na Amazon. Você compra no no link. É o mesmo preço que você comprar normalmente, só que a diferença é que você tá ajudando o Rainmakers a chegar a mais gente.
Muito bom.
Tive aqui com Arthur Queiroz. Quero agradecer demais você por estar aqui. Mande um abraço para querida Samanta. Abraço, Eduardo, tá aqui. Martina, nossa social media, 12 anos, 12 aninhos, 12 aninhos, já tá aprendendo que trabalho edifica, que trabalho devolve. Parar com essa história de que trabalha para— não, não pode trabalhar, coitadinho.
Isso não existe, né?
E você chegou até aqui, aprendeu, não comentou, não curtiu, não compartilhou, suas vendas vão cair, hein? Brincadeira, brincadeira, brincadeira, brincadeira.
Muito bom, mas eu recebo, tá?
Eu não profetizo nada negativo, eu só quero que suas vendas melhorem, se multipliquem, transbordem, que você seja bênção na vida das pessoas.
Amém.
Agora, se você quiser um método para que isso aconteça, procura o Arthur, Arthur Rondespan.
Obrigado, valeu, valeu mais uma vez, meu irmão. Beijo, parceiro. Tamo junto, valeu, valeu.