#152 - WinnicottiANA com Ana Mary B - Joguei no Grupo
Jenny Prioli e Y a terapeuta, xamã urbana, analista, pajé, taróloga, vilipendiada, Ana Mary B, para responder as dúvidas que aparecem quando a gente tenta entender quem é dentro das relações.
O wi-fi parou de funcionar. Você tentou conversar. Reiniciou. Ainda não voltou... Tentou entender. Deu espaço. E nada... Baixou suas expectativas, afetou sua autoestima e vida que segue... Vocês sabem que não estamos falando de wi-fi, né???
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Já tô indo no grupo.
Gente, eu acabei de ler uma notícia de que uma vidente disse que no dia 24 de junho de 2026, durante um jogo da Copa do Mundo... Averinho Abdução, vocês viram?
Eu vi no Fragas.
Ai, gente, esse programinha é pronta demais.
Tá tudo lá, amiga, tudo que você quer saber tá lá.
É a nossa revista digital. Quer se atualizar? Liga no Fragas.
É só gente especializada dando uma opinião embasada sobre assuntos relevantes. Você não pode perder.
Notícias quentes.
Isso.
É hard news, né, gente? É muito difícil fazer hard news.
É death news, né?
Ali só entra jornalista com diploma, gente, não é mais sucateamento da profissão.
Não, meu amor, mas quem sucateou foi o próprio jornalismo. Porque o próprio jornalismo é tão bom.
Vocês já ouviram falar que o William Bonner, ele escreve as notícias como se fosse o Simpsons?
Como assim? Como assim, Ana?
Ele pensa assim: "Ai, como..." O brasileiro lá em casa, ele é como Homer Simpson. Eu vou escrever como se o Homer Simpson fosse ler. É assim, gente. É esse o mito, o que sai por trás das cortinas. É que ele acredita que nós somos idiotas. O Pravas não. O Pravas nivela o discurso. Por cima. E fala de igual pra igual com o público. Não tira o público de idiota. Porque sabe que é um público... Qualificado que assiste Dia TV. É o público, a 14ª maior emissora do Brasil.
Avisa! E o Pra Variar é o 14º programa com mais audiência da Dia TV. Então assim, vamos respeitar, vai ter que respeitar, sem querer dar carteirada, né, Jenny?
Mas assim, a gente tem que trazer mérito para onde tem mérito.
Vamos sim tolerar Onde você ia ter dois formandos em teatro, uma formada em tecnólogo de marketing na Unip Online dando opinião. E em turismo, que é a Bielo, meu amor.
A Bielo é formada em turismo?
Sim, sim. Não morra de inveja.
E tem um pouquinho de geografia que liga com a geopolítica, gente. Isso é assim, é só pra trás, gente.
É, gente, todas as camadas do pentagrama.
São várias, são vários ângulos cobertos nesse assunto. Não é olhado de um lado só. Ai, só economia. Ai, só saúde. Não, gente, aqui a gente aborda tudo. Prazer, política, R relacionamento, A ambiente, V verídico, porque trabalha com verdade. A de novo. De alma, porque tem que ter alma, tem que ter amiga, simpatia, porque todos os integrantes são uma simpatia.
Amiga, obrigada pelo carinho com esse projeto que a gente também faz com muito carinho. Amiga, obrigada.
Tem que pegar esse corte da Mary e colocar no seu LinkedIn. Você tem que fazer isso, amiga. Vamos atualizar esse LinkedIn, comprar, variar apresentadora para variar lá. Tem que atualizar.
O programa mais holístico da TV.
Né?
Nossa, que honra! É uma honra poder fazer parte. Eu me sinto parte da queda da Basílica televisiva, da queda do Muro de Berlim. É a minha.
É como se a TV pegasse cores. Quando eu vejo, para variar, cores, TV com cores. Porque antes era aquela coisa que era só do ouvido, que eu ficava ouvindo as notícias e tal, imaginando, achei que o mundo ia acabar. Com a Angola, para mim, entrava TV colorida, sinal analógico não é mais. Primeira TV com sinal digital que eu vejo 100%. Primeira TV digital que está na Pluto TV, na Roku TV, na LG TV, no Dailymotion, tá?
Então assim, se fale baixo para falar do Pravas, fale baixo. Se quiser falar, fale baixo.
Mas eu vi essa notícia no Pravas. Que a vidente afirmou e confirmou e reafirmou que ia ter uma abdução, que a gente ia ter contato de quarto grau, gente. Vocês acreditam nisso?
Nossa!
Ah, mas no meio do jogo, ela disse que no meio da Copa ia ser muito televisionado. Ela disse que ia ser uma prova incontestável.
Quero ver!
Duvido, duvido.
Eu morro de medo, sabia, de ET, da figura do ET.
Ai, gente, eu não suporto gente que tem medo de ET, não entendo.
Não, não, não assim.
Ai, meu maior medo, ET. Ai, gente, não suporto.
Eu tenho medo que o ET vai chegar, eu tenho medo da figura do ET, sabe?
Mas é humano que inventou aquela figura, Ana, é humano que inventou. A gente não sabe como é ET.
Os apóstrofos, né? Os apóstrofos sim definem como são as figuras do ET.
Que são livros embasados, tá? E o meu ET não é igual o seu, não. O meu ET é melhor, tá, Ana? Então cale sua boca.
O meu ET casou, o meu ET, o meu ET teve 3 filhos porque era fértil, fez tratamento de fertilidade. O meu ET não é machista, meu ET tava com a testo em dia, tomou maca peruana, vivia o dia inteiro com pau em risco furando o útero de qualquer uma que passava na frente.
Não, meu amor, mas o meu ET, ele construiu uma civilização com pirâmides, com tudo, meu amor. Meu ET, vocês não podem ter medo de mim, não.
O meu ET matou uma criança na adolescência porque ficou com raiva.
O meu ET tinha borderline. O meu ET lutava contra a luta antimaconimial.
Mas você tem medo de ET mesmo, da figura assim, de abduzir, sei lá?
Não, eu tenho medo do bichinho de olho verde. De olho verde?
Tem gente que nasce com olho verde, né, Mary? Não entendi.
E eu tenho medo, sabe de quê?
De dinossauro. Ela nasceu com olho azul.
Dinossauro é tudo, amiga.
Eu acho tudo.
Gente, um crocodilo, vocês já viram? É um dinossauro, gente. Eu morro de medo de crocodilo.
Mas sabe o que é um dinossauro também? Lagartixa.
A barata.
Não, barata não é dinossauro, para não forçar.
Ela veio da época para estar aqui.
Não, mas barata carrega energia espiritual muito forte.
Carrega.
Barata enxerga espírito, igual gato.
Tipo, você viu uma barata olhando muito tempo para um ladinho, tem alguma coisa aí.
É porque tem espírito.
Quando ela fica com a antena assim parada, é energia, ó, tá captando ectoplasma. Aí eu tenho medo. Tudo bem ter medo de espírito.
Gente, você tá passando muita informação, guarda pro Prava. Tá virando programa jornalístico isso daqui, cuidado.
Agora vamos para a Copa. Ana, o que você achou da escalação? Falando de abdução na Copa, agora vamos de feminicídio.
Falando em barata, uma mulher morreu hoje.
Então, desigualdade social, o desemprego dá deu um salto no Brasil.
Não dá não, querida, diminuiu para média histórica, querida. Não vem falar mal do governo.
Ah, quero ver que ela tá fazendo piada.
Ah não, meu amor, mas a gente tem um compromisso com a verdade.
A gente tem que pôr um limite para piada também. Não dá para chegar e fazer piada com o governo do outro.
Exato. No meu governo, eu não votei no Lula, gente, mas eu Mas eu respeito.
Eu acho que o ET colocou quem tem que ser o governo.
Então eu respeito o Lula.
Eu confio, eu confio.
De olho fechado.
Gente, o Lula é um clone. E aí ele, a pessoa mais extraterrestre, ET, extraterrestre do Brasil, a mais música da Katy Perry com feat com Kanye West, é o Lula, gente. Ele é um clone, vocês não viram que a papada dele não gruda aqui? A orelha não tá encaixada. Gente, vocês não viram?
Ah, não, não dá pra saber. Ah, então a Ana é um clone então. Que tá com as veias aqui, ó, que parece o Gunley. É um clone!
A Ana, ela tá um pouco diferente. Por que tá diferente?
Amor, isso aqui é lipolédia na clavícula. Vocês nunca ouviram falar?
É verdade.
Isso aqui é lipolédia na clavícula, pra dar saboneteira.
Isso aqui é na clavícula, filha.
Amiga, tem esse procedimento? Dá pra deixar saboneteira?
Tem! É, tem gente que faz até enxerto de osso.
Gente, colocar osso a mais, né? Você que não vai emagrecer, amiga, a gente sobe um osso. Eu fiz isso, eu fiz isso.
Nossa, amiga, então vem daí a impressão que você tá mais magra, você mandou aumentar seu crânio.
Ó, eu coloquei mais osso, amiga, enxerto de osso, gente, é a novidade, ó.
Nossa, mas pior que faz sentido, hein?
Aí não tem, os médicos são muito burros, né? Gente, se eu trabalhasse com medicina, eu inventava uma coisa por dia.
E osso, a coisa mais fácil de pegar, porque o que tem de gente morta aí, pega um ossinho, bota.
Sim, eu acho que ele ia dar problema, gente. Osso de porco já pode transplantar.
Aham, porque tem gente que vai e tira, gente. O que?
Pega as nossas, a da Thalia que tirou. Quantas costelas temos?
É 12, né?
12, 24, amiga. É 12 de cada lado, aí tira de todas as bagrelas que tiraram e coloca.
Você viu que agora não tira mais? Agora a técnica é quebrar no seu corpo mesmo. Eles quebram para dentro e fazem cicatrizar dobradinha, porque dá menos trabalho, é menos invasivo do que tirar. "É pra dar martelada?" Não sei como, mas eu digo, vai vir uma pessoa e vai me matar.
Sabe aquele coisa que é o alongamento? Que a pessoa faz assim, chega por trás de você e pega e dá o tranco? É assim, você sai...
É assim que afina a cintura.
Você se alimenta, você sai no mesmo dia, gente.
Esse alongamento que você gira na cintura, gira assim, ó.
Gente, falando em Kyriopraxia, eu fui esses dias num homem maravilhoso.
E ele... Ah, ele se apronta, né? Já fica paraplégico.
Ele era muito gostoso. E aí, ele fez uma posição... "Permis de estar lá?" Gente, basicamente era assim. Pois de quatro! Fica de quatro, empina a bunda e vai. E aí ele falava assim, pra subir a perna. E aí ele encaixava a perna, virava pro lado. E ele me dava, tipo, um... um crel assim em mim. Gente, quando ele fez o crel...
Ah, por isso que você amou, por isso que você amou!
A bunda fez... Tipo, tá, voltou pro lugar tudo! Que delícia, que delícia, que delícia! Que pintada, garota!
Não foi a tua irmã que fudeu o pescoço daquilo com a tia? Minha irmã, gente...
Ela não pode achar que eu sou gostosa. Mas eu fui no outro, eu fui no da Ingrid Guimarães. Eu fui no mesmo que o da Ingrid Guimarães.
Outro convênio.
A Ingrid é muito brava comigo, né, Eva?
Você entrou no mesmo da Ingrid Guimarães e ela não tinha aquele queixo, aquele potinho, meu amor. Ela tinha o maior queixinho do Brasil. Ela começou, entortou tanto a cara, meu amor, que desceu pra baixo. Você vai ver o que vai acontecer com você.
Você vai ver, eu acompanho um cara que ele é quiroprata, que ele só faz em padrão. Você já viu?
Nossa, gordinha essa comissionada, né?
Ele é gostoso também. Aí ficou os dois padrão assim se pegando, se estralando, e fica assim: nossa, não gosto de padrão, não gosto, me incomoda. Eu vou comentar, eu vou comentar, eu vou comentar, não gostei.
Cadê o foco?
Depois que ele tocar, eu vou vamos manifestar.
A Ana baixou até o zíper para falar do padrão.
Ela tá com uma roupa que veio da ginástica, né, do Pilates, né?
Eu tô esposinha troféu, meu amor, eu amo!
Mas amiga, você tá com muita saboneteira mesmo. Que isso aconteceu?
Amigo, ela faz localizada.
Eu faço lipolede na clavícula.
Ela faz vácuo na clavícula.
E corrente russa também. Nossa, gente, tá muito... Amiga, apareceu alguma coisa embaixo. Igual no último episódio. "Ai, amiga, tava saindo uma pintinha do seu peito". Não é o momento desse. Mas eu queria... A gente abriu caixinha de perguntas no Instagram do Joguinho, no grupo. Pra chegar perguntas pra nossa especialista, Ana Mary B. E aí, as pessoas perguntaram: "Ana, o que você acha da invasão iminente de alienígenas?" Vocês acham aqui, abrindo aqui, jogando no grupo.
As pessoas... Vocês acham que se os ETs invadissem a Terra, eles iriam escravizar todo mundo, fazer todo mundo trabalhar? Ou eles iam em pontos estratégicos, manipulando pras pessoas destruírem o planeta e eles assumirem? O que vocês acham?
Olha, eu vou ser bem sincera. Se os ETs fossem botar a gente para trabalhar, que diferença ia fazer? Só ia mudar nosso patrão, porque a gente já trabalha. E olha que a gente é podcaster, então assim, olha que a gente é, estamos no lucro, é MEI, a gente é MEI, a gente é Irelia, a gente ia ter o básico para sobreviver, que isso eles com certeza iam fornecer. Eles têm essa questão mais ética, eles têm essa coisa mais humanizada, né? Humanizada.
A gente ia ser galinhas felizes assim, galinhas soltas.
Querendo ou não, eles têm essa coisa verde, né? Até por causa da pele, né? Então eles levantam essa pauta. Então eu acho que assim, não seria ruim. Eu acho que teria uma parte muito de olhar o nosso lado também, sabe? De falar assim, faça o que você conseguir faça o que você quiser, faça o que você sentir na sua liberdade de fazer. A gente vai obrigar você a trabalhar? Sim, mas com muito respeito. A gente vai tirar todos os seus recursos?
Sim, mas da melhor maneira possível. Então fique tranquilo, é assim, gente, é colonialismo intergaláctico, sabe? E a gente tem que se colocar no lugar. É Brasil colônia, mas a gente tem que olhar para o lado de que talvez O colônia seja nossa fase mais cheirosa, sabe? Somos sim um país cheiroso, sabe?
Somos, somos. A gente é o país mais cheiroso que tem.
O que mais toma banho.
É, é. Ai, meu marido foi para Alemanha, ele falou que 8 horas da manhã as pessoas estavam fedendo, fedendo.
Virada de balada da Berghain.
Nossa! Nossa, ele falou que era insuportável, mas ele foi na sala.
Ah, mas aí fez o mesmo.
Não, mas no trem ele falou que elas fediam. Na sala nem deve nem ter sentido o cheiro, né? Muito vapor.
Ai, gente, mas posso ser vira-lata? Às vezes eu já peguei transporte público, nem sempre fui MEI, né, gente?
Às vezes tem gente fedida no transporte público aqui também, mas ele falou que lá era todo mundo.
É, aí é foda.
Não, aí é foda.
Aqui é uns 3 fedor, assim, por vagão, sabe?
Não, lá é todo mundo, assim. É um cheiro que é muito bizarro. Uma vez, eu tava no metrô em Londres. E aí, tava um pouco... Enfim, em Londres chove, para do nada. Então as pessoas usam muito sobretudo, assim, meio de capa de chuva. E aí, um homem pegou e tava com sobretudo, ele bateu assim, sabe? E aí veio um vento de dentro. Quando ele veio o vento de dentro, gente... Eu quase vomitei, me deu ânsia. Não pode! Mas eu tenho dois vizinhos aqui no meu prédio que os dois fedem muito, gente. Eu acho que não sei...
O casal é fedido?
O casal é fedido, amiga. Mas sabe o que que é? Não é porque eles só são fedidos entre eles, não sei se é de pele, de alguma coisa e tal. Mas eu acho que é roupa que não seca, sabe? Cheiro de roupa que não seca direito.
Ai, eu mais gosto desse cheiro.
Gente, que triste. É de quem começou a morar agora, sabe? Sozinho, que não sabe secar roupa, não sabe lavar direito. Gente, não pode pesar a mão na maciante.
Não sente, entendeu?
Eu acho que se a pessoa ficar muito com cheiro, acostuma, não acostuma? Uma.
Ai, gente, então eu ficava, quando eu morava em apartamento, eu não costumava não.
Você sabia que tava fedido? Você tinha consciência, né? Ai, tô fedido, minha roupa tá fedida, e roupa preta.
Eu usava porque era mais fácil do que lavar de novo. Deixa eu fazer feder de verdade, depois eu lavo, porque suja não tá, tá só seca na sombra.
Mas sabe qual é o truque disso? Uma lição para você aqui. Roupa preta, se você não... Geralmente precisa de muito sol e muito vento pra poder secar. Tem apartamentos que não tem isso. Você não pode usar amaciante em roupa preta. Você tem que usar vinagre branco.
Ai, aí eu já não aceito.
Amiga, é muito bom.
E não fica cheiro de vinagre.
Não, vinagre evapora.
Não fica fedendo vinagre.
Não fica, amiga.
Minha mãe tem essas manias. Minha mãe, tudo ela enfia vinagre. "Ai, tá com uma ferida? Põe vinagre". "Tá com uma berne? Põe vinagre".
Ela limpa o chão com vinagre. Meu maior medo é ter berne, gente. Tia Bernie. Morro de medo! Imagina larva dentro de você te comendo.
Ai, Jesus, que horror! Eu tenho medo de ter na orelha e não sentir.
Ai, amiga, que horror!
Aí tipo, quando eu descubro, ela já comeu o meu cérebro, que eu acho que já tá acontecendo. Eu não lembro das palavras.
Dormindo entrou uma barata no ouvido dela, da minha tia.
Então é porque ela tava com encosto, amiga.
'Não, aqui dentro não tem o que eu tô achando que tem, né?' Ela foi indo, ela: 'Meu Deus, meu Deus, gente, eu vou entrar, mas ó, eu não garanto, eu não garanto que eu vou tirar.' Ela foi dar um passe na sua tia, ela tinha uma unha toda decorada, linda, enorme.
Ela foi tirar Ela cortou a barata no meio, o resto da barata entrou, teve que ir no hospital tirar.
Já devia ter ido no primeiro momento, né? Não é querendo ser a santa, mas pô, a certinha, não, né? Ela é patricinha.
Chegar no pronto-socorro, a pessoa com uma arma levou um tiro, levou uma facada, e eu: gente, eu tô com uma barata no meu "Eu passo na frente".
Eu passo!
O que levou o tiro já era, cuida dos que estão vivos. Eu sou assim, sabe?
Vamos cuidar de quem tem sobrevida aqui, entendeu? Vamos acelerar. Protocolo 3. Que às vezes eu chego... A primeira vez que eu passei muito mal, cheguei no hospital, eles mediram meus exames ali e tal, não sei o quê, na triagem. Eles botaram pulseira 2. Aí eu olhei assim, pulseira 2, tipo assim... Sem risco à vida. Aí eu me senti muito invisibilizado, gente.
Amigo! E quem são eles pra falar isso? Exato!
Ai, ansiedade! Ai, essa bicha tá com ansiedade. Eu queria ter morrido na frente deles para dar um susto.
Amigo, você deveria se matar para provar um ponto.
Exato, deu vontade assim.
Quando você vai com uma dor de garganta e te coloca como não sendo prioridade, gente, para o gay é o segundo ânus do gay, gente. É, para o gay a garganta é essencial, é o segundo coração a garganta.
A batata da perna é o terceiro coração.
E o intestino é o segundo cérebro.
Tá tudo interligado, meu bem.
E o estômago é o terceiro pulmão, entendeu? Então cada, sabe? Ah, se não der, a língua é o quinto ouvido.
É o chicote da alma.
É o chicote do cu, que é o terceiro coração.
É verdade, a língua é o chicote do cu.
A língua chicoteia o coração, né? E o coração é o quê? É o cérebro que sente.
Meu Deus! E o esfíncter é o segundo fígado? Que ele filtra?
É o gogó da boca do cu, o esfíncter.
É a úvula! É a úvula!
É o esôfago!
É o que, ó... Que tem gays que acham que o ânus é uma genital pra eles, né, gente? Que é tão passiva que acha. Então assim, faz todo sentido, né?
Ai, eu sei, gente! Ai, ai, ai!
Passivo demais, gente! Ai, gente! Quem é passivo, nossa! Nossa, acho que é mulher.
Nossa, imagina ser tão gay a ponto de dar o cu.
Não, mas tem uns vídeos de umas gays que eu fico muito em choque, que elas botam coisas dentro e espelhem e filmam. Eu fico muito em choque com essas coisas.
Eu gosto de falar para as pessoas, eu também, é quase isso. Eu gosto de inventar para as pessoas que eu tenho fetiche em as coisas. Porque as pessoas— gay é cheio de falar isso, né? "Ai, você tem fetiche?" Sim. E o meu fetiche é agradar os outros. Se a pessoa tem um fetiche, eu vou querer o fetiche dela, sabe? Eu vou tornar meu por isso. Aí o menino ficou insistindo para eu ter um fetiche. Aí eu falei assim: "Ai, vou falar um bem ridículo para ele não querer." Porque eu não tava muito na vibe também.
Aí eu falei assim: nossa, eu gosto que enfie coisas em mim e deixem lá dentro e eu ficar o dia inteiro com coisas guardando, que nem um porta-objeto para guardar. Eu gosto que guardem as coisas.
Sabe aquela cleitezinha de vó? É o cu da Ana, assim, olha, cheio de moeda.
Sabe o que ele falou para mim?
Ele falou assim: nossa, que vagabunda, eu sou uma marca-texto e você Que o Bizeto doido que ele escolheu, amiga!
A desgraça de um doido é outro mais doido bater na porta. Marca texto!
Nossa, aí a hora dá o cu pra outra pessoa, a pessoa sai com a cabeça do pau, amarelo-limão, sem nada.
Amiga, mas tem que ser um da Stabilo, né?
Se fosse aqueles grossão, assim, né?
Ó, eu uso esse, mas o marca até o texto.
Eu falei, gente, ele quer fazer papelaria no meu cu, quer fazer scrapbook, né?
Vou te colocar uma da 507, você vai ver o que é bom.
Vou te colocar um papel almaço, vagabunda.
Eu vou enrolar uma folha de almaço e vou enfiar em você, essa vagabunda. Não, como você é vagabunda! Olha como a pessoa é baixa.
Viu? Imagina se eu cozinho com 24 cores da paleta.
Aquarelado!
E aqui vem a dourada!
Ah, vagabunda!
Nossa, eu vou te fazer de putinha. Vou botar aquela maçã com slip tudo colorido dentro, assim, olha, inteira.
Enfiando uns pastéis por vez, assim, ó. Ah, menina!
Hoje à noite você vai ser minha.
Vou fazer cocô de fichário.
Você vai peidar, vai sair a música Aquarela Eu vou só pôr o chituta do caralho, eu vou botar minha caneta de gel de cheiro, você vai pegar sabor pipoca, essa arrombada!
Esse cuzão fedido teu vai ficar cheirosinho de tutti-frutti, sabor cabunda! Tem que ter um vagabundo, e o pior que tinha, amiga, o pior é que tinha vagabundo, tinha a intenção de me vagabundizar. Eu tô com a impressão que você Adorou esse menino.
O pior é que ele se pegou no humor, ele se pegou.
Mas eu acho que não era humor, sabia?
Eu acho que foi o primeiro objeto que ele viu na frente dele, o que ele tava segurando.
Ele tava com um esquadro na mão assim, ah, o compasso, é isso mesmo que faz, o transferidor, o transferidor.
Vou medir a circunferência do seu cu, vagabundo!
Quero ver o ângulo desse cozinho.
Vou deixar seu cu torto com meu pau torto, depois vou medir com transferidor.
Ai, amiga, gente, mas aí, se aí rolou—
não, imagina, imagina eu fazer uma coisa dessas.
Ele te perdeu no marketplace. Se fosse um objeto que que ainda tem um duplo sentido assim, ou que tem uns, sei lá, se fosse um apagador, eu acho que rolaria. É uma borracha, uma borracha tipo, ai, é que marca muito fino.
É, não, gente, não, se bem que aquela que o Y falou não é tão fina assim, amiga, para o meu cozinho. Amiga, mas é o formato, é o formato.
É o bastante do tapinqueiro para o seu cozinho delicado.
Acho que é algo mais assim, olha.
Ai, mas sabe o que é pior? Eu queria ser essas bichas com cuzão, sabia? Esse cuzão arrombado.
Ai, amiga, mas as gays riem dessas gays, fala assim: nossa, ela é muito arrombada. As gays xingam gays passivas que são de OnlyFans, que não são arrombadas.
Uma vez eu saí com um menino e ele— na verdade foi a primeira vez que eu dei o cu. Uma vez, a primeira vez que eu dei o cu, eu dei o cu para o menino, e depois que eu dei Ele falou assim: você não era virgem não, né? Aí ele falou: não parecia. Amigo, ai, foi tão doloroso, foi tão humilhante.
Onde você conheceu ele?
No chat wall.
Ai, amiga, mas bicha de chat wall, amiga, tudo doido, amiga.
Mas será que não é porque você era arrombada em si, porque você teve o desempenho assim que você parecia uma profissional do sexo?
Sexo, ou o pau dele era muito pequeno?
Não era, gente. É, sabe por quê? Porque depois, anos depois, eu fui sair com um menino que hoje em dia eu entendo que ele gostava de cu arrombado, sabe? Que ele tava lambendo meu cozinho, não tinha nem, não tinha nem dedado, não tinha nem metido ainda. Ele falou assim: puta que pariu, como você é arrombada! Mas como um elogio, mas como um elogio, né, amiga? É assim, ó, como você é arrombado, entre parênteses, elogio. Aí falei, bateu o peitinho, aí dá uma risada na cara dele, o cabelo dele, figurino assim, ó, unido.
Nossa, vou até trocar de óculos que eu estou em choque com esse rapaz.
Nossa, o cabelo já faz escova, né? Já faz uma escova para dentro assim, ó.
Ai, que absurdo!
Aí ele fala, bota um eco.
Arrombada, arrombada, arrombada!
Mas amiga, qual que é o seu segredo para conseguir ser desse jeito assim? Porque nossa, é porque eu sou muito apertada, eu sinto muito amor.
Posso dar dica para mim? Ai, para mim usar aquele Primeiro, psyllium precisa tomar.
Você toma, amiga? Eu descobri o psyllium mês passado, gente, é maravilhoso! Você se sente limpa porque sai tudo, sai tudo, gente. Parece que ele pega, forma uma massa, uma bola assim no seu intestino e sai tirando tudo, gente. Psyllium é ótimo, mas tem que tomar muita água, senão você fica ressecadíssima.
Isso é bom para emagrecer. Eu tenho aqui em casa, vou começar a tomar.
É, eu tô tomando há um mês, eu perdi 2 kg, gente.
Ah, para emagrecer, para cagar, né? A gente já tá dando essa desculpa. Cagando grosso cada dia mais.
Cala a boca, meu amor!
Ela é intolerante à lactose. É a pintura do macaco seco, macaco seco a pintura, tá?
O meu amor, que meu amor é cocô de Katy Perry, querida! Ó, as paredes de casa tudo Jackson Pollock.
Coitado, o Michael com corrimento por fezes na uretra, coitado.
Achei, meu Deus! Mas qual que é a dica, Ana? Tô curiosa.
É psyllium? É psyllium e cagar com aquele negocinho de pôr o pé em cima, sabe?
Isso ajuda?
Ajuda, sabe por quê? Porque você fica com o cu mais aberto. Só que aquilo é proibido você ficar no celular naquilo, porque senão seu cu sai para fora. O meu, né?
Então, eu já ouvi essa história que se você fica muito tempo na privada com o celular de pé de horas Desesfíncter.
Aconteceu isso comigo na França. Eles tomam água de torneira lá, eu tomei água de torneira e, gente, eu peguei uma virose. E assim, eu não conseguia sair da privada porque senão eu ia cagar no chão. E eu fiquei horas na privada, eu vomitava e cagava na privada. Eu fiquei uns 2 meses que não dava para sentar, caiu hemorroida para fora. Mas assim, eu enfiei com o dedo de volta.
Amiga, eu também faço isso.
Na Europa tem que empurrar, né? Eu passo O seguro viagem, ativar o seguro viagem para empurrar hemorroida, não tem não, de forma nenhuma.
Eu acho lindo isso, porque é o autoconhecimento do nosso corpo, sabe? Eu me sinto confortável comigo mesma para empurrar meu próprio hemorroida com o dedo indicador.
Amiga, se eu não empurrar, quem que vai? Fala para mim.
E eu vou no médico para fazer isso? Porra, maior trabalho.
Sabe em quem eu confiaria para empurrar de volta? Na mulher que depila meu rabo, porque às vezes já tem, entendeu?
Ela inclusive não é coisa que dá para pedir para marido não, que acaba casamento, gente. Não pode pedir, você tem que segurar.
Nem quero.
Ai, eu acho que o meu casamento já acabou então, porque às vezes eu tô com uma coceira, eu falo: amor, vê para mim.
Ah não, mas aí ver é uma coisa, depois empurrar hemorroida.
Quer saber sempre, né?
É, ver, ok. Tipo assim: "Ai, tô com uma mancha, isso é uma verruguinha estranha?" Mastigar, ele já mastiga sempre.
É o cicladinho dele.
Eu amo essa coisa de querer conhecer o próprio corpo. Que nossos limites, nosso corpo. Seja empurrando hemorróida pra dentro, ou seja uma vez eu saí com um cara... Que ele falou assim... Ah, ele era todo fetichento, ele era alemão. Conheci ele em Portugal, inclusive. E aí ele pegou e falou assim: "Ai, sabe qual é a maravilha, a vantagem de você transar você quer conversar com o médico? E eu: não. Ele era médico e super, tipo assim, fetichista, assim, de bater e tal, não sei o quê, dominar.
E aí ele pegou e falou assim: é porque nós sabemos os limites do corpo. Aí eu fiquei oriçada, fiquei com dó.
Ai, médico se acha, né, gente?
Se acha muito, amiga. Mas ele era padrão, aí eu fui. Gente, ele pegou assim, segurou meu pescoço. Aí tá tudo bem, né? Segurar pescoço, básico, né? Gente, ele pegou meu gogó, meu pomo de Adão, ele tirou daqui, trouxe pra cá e botou de volta no lugar.
E eu, igual um frango, assim: "Ah, odiei, odiei!" Mas o que tem de sexo disso, meu Deus do céu?
Exato, eu achei horrível! Eu fiquei apavorado!
Apavorado! Foi horrível, gente, horrível.
Mas descobri que daqui dá pra se deslocar, gente. Dá super pra se deslocar, de boa.
Ai, virou que nem Looney Tunes.
Aí sabe quando o ombro sai do lugar? Qualquer coisa, se eu começo a rir Cai do lugar, eu preciso trazer de volta, gente.
O Perna Longa se fingindo de morto assim, ó, em cima da espingarda.
Mas ele era super dominador de bater. Ai, não gostei. Eu acho que tem muita intimidade, amiga, assim, com pessoa desconhecida não é bom não.
Eu não gosto não também. Eu acho que tem que ter democracia em todas as esferas da vida, inclusive sexo. Ai, eu sou 100% democrata, gente, não tem como.
Vem me bater Não, se eu não conheço, não tem intimidade, não vai me bater não. Eu já tive várias vezes.
Bater eu acho diferente de dominação. Dominação é aquilo, pode gozar na hora que eu quiser. Ai, tá apertando teu mamilo essas porra aí, não.
Ah não, mas aí eu odeio também.
É, ah, mas dá um tapinha assim.
Ai, não tenho paciência não também. Agora eu gostei, pronto, tô indo embora.
Gente, não tem homem que vai vencer a minha ejaculação precoce.
Minha mãe não criou mulher de gozar na hora que homem manda, meu amor.
Amor, eu tô gozando, eu tô apontando aqui, ó. Eu tô gozando só fazendo pompoarismo. Ninguém controla meu gozo desde a hora do date, meu próprio corpo.
Eu já tava me estimulando da hora que eu tava conversando com você, meu amor. Você chegou aqui, eu já gosto com lobos.
"Eu sou Ana Paula Renaud do sexo, meu amor. Você não manda em mim." Detentor da moral e bons costumes. "Você não manda no meu clitóris." Corretíssimo, corretíssimo.
E tem essas coisas de... Porque é dominação. Esses dias, não. Uma vez eu participei... Eu conto essa história sempre. Eu participei do Santíssima Trindade das Perucas. E aí, eles liam casos de algumas pessoas que mandavam. E tinha uma bicha que o namorado dela... O sonho dele, o fetiche dele era aquele meio pregnant, sabe? Sabe aquele lá que é tipo de engravidar gay e fingir que é grávido?
E ele falou que engraçado, eu tenho uma caneca do Sonic grávido de tanto que eu gosto disso.
Uma caneca o quê?
Do Sonic grávido.
Então, e ele falou que o namorado dele levava muito a sério, ele ria porque ele achava engraçado, e o namorado ficava puto. Os dois quase terminaram, entraram numa crise porque era realmente fetiche do outro. Fingir que ele tava grávido, tipo: "Ai, te engravidei. Ai, não sei o quê". E é super normal, porque um amigo meu também já cruzou com essa pessoa.
"Vamos fazer o pré-natal".
"Vamos fazer". Ele, tipo assim, passava... Eu lembro desse momento.
"Hoje é o dia do meu ex, hoje é o dia do meu filho e eu não liguei".
"Hoje eu vou ter que trabalhar". E aí ele pegava e falava assim... Nesse caso do Santíssimo, ele falava assim... Passava a mão na barriga. Passamos na frente de uma lojinha de bebê no shopping. "Ai, amor, qual que você quer? Qual carrinho você quer?" E aí o menino começou a rir, e aí o cara ficou puto que não entrou na PG.
E essa pessoa, o que é XY em brendo?
Eu tenho um amigo que, gente, ele cruza com muitas dessas pessoas doidas. E ele falou que uma vez ele tava lá transando com um cara, e era um cara mais velho, e ele tava lá transando, ah, e tal, não sei o quê. E ele gosta de ser meio sub assim, ele é aquelas passivas submissas, né? Ele gosta de subcelebridade, ele vai pedindo pro cara que tá comendo seguir ele, que ele quer editor, amiga.
Ele tá quase entrando pro Bravo.
O cara com medo dele. Você viu o que o Lucas Guedes fez com a Virgínia Alba?
Gostou do meu body splash da Virgínia?
Nossa, tá assistindo pra varicopa?
Você viu o Gossip do Dia? Que que mostrou hoje? Nossa, eu saí no Gossip do Dia, você viu?
Você tá comendo alguém que Vou pôr no gossip do dia.
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E aí ele falou que o cara tava lá comendo, ele falou assim, parou no meio e falou assim: você já? Aí o cara ficou meio assim parado. Ele: o quê? Ele falou assim: você já? Aí o cara ficou, meu amigo falou: o quê? Aí ele falou assim: você já pinta como eu pinto? Falou assim: você já transou com seu pai? Aí o cara fez assim, meu amigo fez assim: que horrível, amigo, que horrível, horrível, horrível. E meu amigo ficou tipo assim meio: nossa, acabou assim.
Mas ele é cheio de atrizes, já me fez uns estranhos assim, sabia? Que falava essas coisas do nada.
Não, que eu não cheguei no ensaio, mas já chegou um menino que perguntou para mim quantos anos eu perdi minha virgindade. Tipo assim, perdeu bem novinho? Eu bloqueei na hora. Que horror!
Eu fiquei assim, que nojento!
Ai, que nojo!
Aí teve outro que chegou e falou assim, gravando com o Golden Boy, como você perdeu a bebê?
E a virgem?
Onde que foi? Ai, e teve desvio do cu, foi só boquete?
Ele gravou já transou.
É, ele perdeu, ele falou assim, quando você perdeu o bebê, ele perdeu o bebê e transou já. Aí acabou sendo isso. Você também perdeu o bebê, já transou de primeira?
Sim. Gente, eu tive aí um espaço de 5 anos para me preparando, gente.
Não, é porque a gente LGBT, a gente tem pouca oportunidade para beijar durante o ensino médio, né?
Entendi.
Então eu beijei com 19 anos.
Ai, gente, vocês são loucos.
O primeiro homem, onde você conheceu esse homem?
Chat.
Chat.
Amigo, acho que as minhas primeiras 10 vezes foram com chat. Foi legal, foi legal.
Ele foi legal assim, foi de boa, foi carinhoso.
Ah, e que ele era de Libra, né?
Já falou tudo, amiga. Amiga, não precisa falar mais nada.
A pior coisa é perder contato com alguém de Libra, mas você não sabia na época, né?
Já que era minha primeira vez, eu não sabia ainda, né? Não tava preparado. Gente, mas aí teve outro que veio e falou assim para mim: "Ai, você não acha que você tá muito magra, não?" Aí depois eu descobri que ele era feeder.
Ah, esse é pesado.
Feeder é o quê? Aquele que vai dando comida e gosta de ver?
Gosta de ver a pessoa engordar até morrer.
Ai, eu já vi no Quilos Mortais, tinha uma mulher que ela era super Quilos Mortais, enfim, daquele jeito toda mórbida. E o homem era personal e ficava dando comida para ela. Ela tinha dificuldade de emagrecer por causa do homem, ele morria de tesão nisso.
É, existe, amigo.
Se não fosse perigoso, eu super entraria nessa, porque, pô, alguém, amiga, em época de monjaro, ia acabar o relacionamento, né? Alguém te dando comida na boca o dia inteiro, é, se não tivesse o perigo da saúde, afro, tudo, é, gostando do seu corpo ainda, porra, é meu sonho.
Pior que eles devem comer alisando a barriga bastante assim, né?
Então, gente, nas pregas assim também, né? Nas dobras assim, ele também adora.
A gente magra não sabe nem o nome de dobrinha, né? Trata gordo como se fosse um cu inteiro.
É dobra o quê? Qual que é o nome? Eu não falei prega não.
Editor, volta aí!
Pega nas pregas assim também, né? Nas pregas.
Ai, que sorte! Falou prega, sim!
Eu errei, então. É rata, é prega. É rata, você é rata! Mas entrando aqui no tema de hoje, que já tivemos freudiana, já tivemos lacaniana, já tivemos junguiana. Teve outra? Freudiana, junguiana, lacaniana.
E a de esquizoanálise, que eu não lembro o nome dele.
Não sai daqui essa menina aí! Nem lembro mais.
Ah, todo dia tá aqui! Ontem o Y mandou o resultado das caixinhas lá para gente, tinha lá assim: por favor, chega de Ana Mary B. E ele mandou assim, tipo, super: olha, Ana, como mandaram perguntinhas para você. E eu leio, bati o olho e vi: não aguento mais Ana Mary B.
Ah, tem uns haters mesmo.
A cara do lado assim, o rostinho da gente.
A faculdade do fake da Jenny e da Twice. Chega, chega!
O Twice meia-noda, pronto, acabou tudo.
Mas é isso, tivemos Lacaniana, freudiana, junguiana. E agora nós vamos entrar em uma outra abordagem terapêutica.
Ai, ai, ai.
Que é a Winnicottiana. Você pode explicar pra gente, por favor, Ana Mary B? Ai, você é colonizada então, né?
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Nós não vamos só entrar numa nova abordagem como nós já entramos, você não reparou, mas essa abordagem ela é sobre o true self, é para você não ficar usando máscaras sociais para sobreviver no ambiente do mundo. Tá, é sobre a gente analisar a sua infância e perceber se você teve as condições necessárias para ser você mesmo na infância. Olha, a partir disso a gente não vem com técnica, a gente não vem com teoria, a gente vem com a criação de uma relação nova que permite você ser você mesmo. E reparem como nesse episódio na verdade vocês foram mais vocês mesmos.
É verdade, você tava tratando a gente, a gente nem percebeu.
É, obrigada, Ana.
Eu criei todo esse ambiente acolhedor, eu fui uma mãezona. Por isso que essa terapia winnicottiana tem a fama de causar dependência emocional. Por quê? Porque o terapeuta ele vira essa segunda mãe, vira esse elemento familiar estar próximo, sabe? Então assim, quer mamar? Se esse for, se esse for o seu true self, se for você mesma que quer mamar meu peito, eu deixo. Mas se você quiser mamar meu peito como uma projeção, como um fingimento de quem você é, aí não tem, não tem tete, não tem tete.
Ela pode ver que ela fez a terapia com um zíper muito abaixo.
Estou chocada!
E causa dependência, que a pessoa não vai querer largar nunca esse terapeuta, vai ganhar dinheiro.
É tipo terapeuta de streaming.
Gente, que delícia!
Eu acho que eu ia gostar dessa abordagem.
Eu pensei nisso ontem.
E porque é uma máscara, quando a gente para para pensar, que esse caso que ela contou aqui, o caso que ela viu em clínica, né, do cara que falou: "Sua vagabunda, quero colocar uma cateça em você." É uma máscara, porque a gente pode ter a reação de gostar.
É a máscara texto! Exato!
Porque a gente pode... O gatilho da pessoa que tem a... Você falou da infância. Eu acho que o que define muito a nossa infância é o desenho favorito que a gente quer, do nosso favorito, que a gente mais amava. Isso define muito quem a gente é. É, por exemplo, qual que era o seu desenho animado favorito, Ana?
Nossa, de criança, aí eu amava Meninas Superpoderosas.
Vamos analisar aqui, olha, Meninas Superpoderosas são 3 meninas que foram criadas em laboratório. Você foi criada e é uma menina, é uma menina que tem várias personalidades, que tem superpoder, superpoder. Um pai que não tem mãe, não tem figura materna, criou a própria figura materna e aí luta contra um diabo macaco e uma gangue.
O diabo é um macaco isso?
Mas é um diabo afeminado.
Então é você.
Com boca de linguiça. E é um macaco, é um macaco com cunhadinho na cabeça. Ai, é o Yves Loméu, mano. Pensa demais!
E que vive em alerta, porque na cama delas, no quarto delas, ao lado da cama tem um telefone conectado com o prefeito, que é o mínimo sinal, fica ligando.
Que é o Rafa de tal borderline, que é o Bruno Motta do Congada Drag. Ana, vem no Congada!
Ana, convite do Congada pode surgir a qualquer momento, amiga. Tá vendo como define? A minha, o meu era Martin Mystery, que ele era padrão, só isso.
Mentira! Ah, não conheço esse.
Não, não, o meu era— eu acho que eu amei muito, muito Cavaleiros do Zodíaco, foi o que me marcou muito.
Mas dizem que era super gay, né?
Muito bicha, gente! Eles eram todos meio andrógenos, afeminados. Cavaleiros de Peixes, não sabia se era homem, se era mulher, já discutia gênero, 'É uma parada muito woke.' Mas eu acho sua cara, sabe?
Porque é uma coisa muito dramática e desnecessariamente dramática, sabe? E era tipo assim, era só lutar e fazer o que tinha que fazer, mas eles se sacrificavam e adoravam a deusa e vestiam armaduras brilhantes, sabe? Tipo assim, não precisa ser tudo isso, é só fazer E o Wilson não é assim, gente.
Ele é muito a amálgama do gay, sabe? Ele é o gay perfeito, porque ele é o gay que se comunica bem, ele é o gay artista, e ele é o gay que às vezes dá o cu, tipo, entendeu? É aquele primeiro gay que você pensa quando fala um gay, né?
É o gay pelo ChatGPT. É, e ele ainda gosta de astrologia, que é todo o script do Cavaleiro do Zodíaco.
Exato, amiga.
Gente, tá vendo como define? Qual que é o seu gene?
Ai, meu era Pokémon, gente, eu era louca por Pokémon.
Nossa, sério?
Meu aniversário de 8 anos foi de Pokémon e minha mãe aceitou porque era mais barato, né? Ela não tinha dinheiro para fazer de princesa naquela época, foi Pokémon.
Ó, você é cercada por monstros que você pega para criar e você usa esses monstros monstros que cabem no seu bolso para batalhar as dificuldades da vida. E o que que é esse monstro, Jenny? Os seus seguidores da live. E o poder desses monstros é o dinheiro que eles te dão. Esse dinheiro você usa para combater a dificuldade da vida, a pobreza, fome, sobrepeso, que você compra manjar.
Assim. E amiga, é tipo, para os outros é no ombro. Para mim, são os melhores amigos e anda no ombro.
Ela não bota na Pokébola, tem um que ela não bota na Pokébola. E também, e também você pode ver que quando ele abre ali aquele negócio que é o celular dele, né, que é a Pokédex, que vê, ele reage aos Pokémons. Então a Jenny, essa coisa que ela quer colecionar todos, quer conhecer todos, quer catalogar todos.
Eu não tenho um tipo específico, eu gosto do ativo, eu gosto gosto do passivo, eu gosto do gay crente, do gay ateu. Não tem aquele que é meu preferido, entendeu?
Exatamente.
Mas quem vai no meu ombro é sempre, e ele pede pinto o dia inteiro.
E a Jenny coleciona insígnias, entendeu? Ela passa pelo ginásio, a insígnia é as verruguinhas que nasce, sabe? São os donates, as insígnias são os donates. Porque ela consegue superar. Olha, ela passou pela superação do LDRV, era um ginásio. Era muito difícil e ela derrotou. Ganhou, ela tem a insígnia do LDRV. Ela tem a insígnia do... Do papel pop. Do papel pop dos queridos, ela tem essa insígnia. Agora ela tem a insígnia do Pra Variar, ela tem a insígnia do Reage. Ela vai colecionando essas insígnias, tá vendo?
Eu queria, tipo, ai, esse dia 18 é o meu dia TV, eu queria, é o que eu mais queria. Agora eu tô lá, entendeu? Eu sou assim.
Você entrou na liga, entrou na liga 18.
E tudo isso com 10 anos de idade, né, gente?
Porque a minha idade mental é de 10 anos, que nem a do S. Eu também não cresço que nem o S.
Ela também está vivendo um coma.
O S tá em coma? Que história é essa?
Vocês nunca viram essa teoria de que ele tem 10 anos para sempre porque ele caiu da cachoeira?
Todo desenho é assim, Não, tudo que cresce desenho. E assim como a mãe do Ash, minha mãe posa de santa, mas mandou eu embora com 10 anos de casa.
E tem relacionamento com um Pokémon, com o Professor Carvalho, o Mr. Mime. Ela namora o Mr. Mime.
Você nunca viu isso?
A teoria de que o Ash é filho do Mr. Mime. Gente, são as teorias mais velhas de Pokémon. Vocês têm que abrir os olhos. O Ash, ele é filho do Giovanni, o chefe da Equipe Rocket, acima do James.
É o Rafa Dias do James.
É um tipo box, tem toda uma coisa por trás.
O Diva Depressão, Jesse James.
Caralho, velho, é isso. Não, o Diva Depressão é o Mew e o Mewtwo. Eu acho que eles são eles.
E a manicure da Jennie é a Enfermeira Joy, que cuida dela, cuida da autoestima, faz ela se recuperar na sexta-feira.
Amiga, tá vendo, gente, como que fecha, gente? O seu desenho de infância te E depois mandem pra gente qual de vocês, pra gente poder analisar. Mas ó, tem um caso aqui que a pessoa mandou, vai, que tem a ver com a Ana falou. A pergunta é, na verdade a pessoa não mandou essa pergunta, eu coloquei no final porque eu acho que é interessante, mas que é: preciso me adaptar para caber numa relação? Não, começa assim: oi, oi gente, tudo bem?
Meu namorado quis abrir a relação e eu aceitei, mesmo não sendo algo que eu desejava. Olha a máscara aqui. O problema principal nem é que eu sou muito ciumento ou algo do tipo, mas eu sou uma pessoa extremamente afetiva, tenho dificuldade de ficar casualmente com alguém. Enquanto ele fica com várias pessoas sem se envolver, porque para ele é mais fácil, eu sempre acabo criando uma conexão, amizade e carinho pelos caras que eu conheço.
Parece que estamos vivendo a mesma relação aberta, só que de maneiras completamente diferentes. Minha dúvida é: eu preciso aprender a funcionar como ele, ou simplesmente sou uma pessoa não feita para esse tipo de relação?
É lógico, você não tem que mudar a sua essência, meu amor.
Mas assim, eu ia até brincar, mas eu sou exatamente assim. Meu marido tá lá na sauna em Alemanha rodeado por 20 homens que estão tratando ele como Deus, e eu sou insegura procurando namorado no primeiro encontro. Não tem outro.
Ninguém falou isso também, que o marido dela era muito mais de boa nesse sentido de sair, enquanto ela tinha essa dificuldade porque ela precisava de alguma maneira se conectar. Era muito mais difícil para ela.
Vocês são duas pessoas diferentes, como que vocês vão ser iguais?
E assim, e assim, precisa viver o relacionamento certo, aberto, da mesma maneira? Tá aberto e aberto, pô, cada um vive de jeito, né?
Eu acho que mesmo num relacionamento monogâmico Tipo, vocês não querem transar na mesma hora, os dois juntos ao mesmo tempo. Vocês têm apetites diferentes. Então, no relacionamento aberto é muito comum. Tanto que muitas pessoas buscam abrir o relacionamento justamente porque tem essa necessidade que às vezes o outro não tem. Que é tipo, de transar mais, transar com outras pessoas, etc e tal. Que eu acho que é essa liberdade. Que funciona ou não para algumas pessoas.
Também acho.
É que parece que o que incomoda você não é Não é o relacionamento aberto, mas a sua performance nele, sabe? O tanto de resultados que você tá entregando é o que tá te consumindo. Então, para mim, não parece ciúmes, não parece nada. Parece que você tá querendo competir com seu namorado.
Caralho, parece que ela tá achando que o relacionamento dele é um quiosque da Chili Beans no shopping, meu amor. Não tem meta para bater.
Não tem, entendeu?
Ai, tem que chupar 5 pito esse mês que meu marido chupou 4. Não tem.
Você tá priorizando qualidade, seu marido quantidade, e tá tudo bem. Se isso é o que tá te fazendo feliz, faça isso. Não, de novo, não, de novo, não, não, não use máscara, seja você mesmo, se apaixone pelas pessoas, tenha relações, tenha conexões, sabe? É, pare de se enganar.
Quando a pessoa mandou o e-mail, eu achei que ela não queria relacionamento aberto. Ela só tá ameaçada pelo canavial de rola que o marido tá chupando. Ah, meu amor, recalcada!
Eu tenho amigos que eles não conseguem usar o Grindr ou nenhum outro aplicativo de pegação, Hornet, Scruff, nenhum deles, porque eles não conseguem essa coisa de festa foda. Se você tá namorando um cara que ele que ele é mais fácil, realmente vocês vão ter essa discrepância. Mas eu acho que é isso. Será que você tá preocupado com a sua performance num relacionamento aberto? Que pode parecer tipo assim: "Ai, não estou aproveitando tanto quanto ele." Mas você está aproveitando da sua maneira.
Avise! Ah!
Matou!
Matou!
Matamos alguém!
Segundo caso. Ai, o segundo caso liga com esse, olha. Tenho dificuldade de me relacionar de forma casual. Preciso conhecer a pessoa, entender seus gostos, conversar bastante, criar intimidade. Só que acontece um problema: quando essa conexão acontece, muitas vezes a pessoa vira amiga ou eu perco o interesse romântico. Gostaria de saber se existe algo errado comigo ou se pode acontecer algo errado comigo, ou se algumas pessoas simplesmente funcionam assim. Eu acho estranho.
Ah, vai cagar! Ah, as pessoas se acham tão especial, né? Ah, esse é o resumo. Não, amiga, só você funciona assim. Você consegue ser amarrada, você é um corcel indomável, é uma menina solta.
Você não é uma menina solta, diagnóstico, essa menina solta.
Tá para nascer o Rei Arthur que vai ficar uma espada nesse cu, amiga, porque você é única demais. Ah, vai se foder! Ah, vai tomar no cu, gente!
Eu acho que a gente respondeu isso no outro, na outra coisa, né, que tem gente que funciona dessa maneira, gente, não é diferente.
Mas eu acho que assim, é, talvez essa trava para o sexo seja ter essa conexão primeiro. Essa conexão, gente, não é obrigatório você namorar com todo mundo que você transa, sabe? Ela vai esfriar ou não, vai funcionar ou não.
Mas eu acho que ela quis dizer que ela não consegue se apaixonar por ninguém, ou eu entendi errado.
Eu acho que ela, eu acho que No processo de tentar se apaixonar por alguém, ela acaba virando amigo. Ela falou que ela acaba querendo ficar tão próxima, tão grudada, que ela vira amigo. Que eu acho que é isso, gente. Você tem que ter uma distância. Na minha paquera, quando eu fazia isso, eu evitava, quando eu marcava o date, eu evitava ficar conversando muito pra ter assunto. Ou manda uma putaria de vez em quando pra cortar a amizade.
Ou vem com alguma coisinha. Acho que tem que equilibrar ali muito. Se você ficar muito próximo, falando só de música, só de coisa que você gosta, só de não sei o quê, sem nenhum outro interesse, sem nenhum duplo sentido, vira amigo, gente. Essa é a verdade. Vira seguidor, é isso.
Mas é que não, eu acho que tem, é um pouco tonto ficar forçando se apaixonar também, sabe? Deixa acontecer, sabe? Qual que falta é essa de se apaixonar? Sei lá. Ai, detestei, bloquei esse sub.
Trabalho assim, meus amores, tenho quase 30 anos e nunca namorei. Não me considero feio, tenho amigos, trabalho, faço minhas coisas, mas relacionamentos sérios simplesmente nunca aconteceram. Existe idade certa para namorar ou estou com algum problema? Vocês acham que é uma red flag? Teve só 30 anos, nunca namorou.
Eu acho que talvez ele não se considere feio, mas talvez os outros considerem.
O perfil dele, ele não é feio, gente. Eu vou você mostrar para vocês depois.
Ele não é, gente, mas assim, gente feia sem namorar, gente bonita sem namorado, eu desconfio muito. Esses padrão que fica falando, ai gente, porque no mundo gay ninguém quer relações sérias. Eu fico assim, é, talvez não queiram com você, amiga. Façam, faça uma autocrítica, Vê, passa um antivírus do Avast para ver quais são as mercadorias, sabe?
Às vezes é assim, você tá achando que é animal, não é, entendeu?
É porque às vezes o pacote tá em dia, o correio não destruiu o seu pacote, mas o que tá dentro tá fora do prazo de validade. Então vê se você não é chata, se você não é insuportável, se você também tá aberta a essas coisas que você quer viver, sabe? E se você também não tá chutando muito para cima, né? Porque às vezes a gente ignora muita gente rastejando aos nossos pés.
Exatamente.
Obrigada.
Eu acho que esclareceu muito esses casos, gente. Tiveram muitos outros, mas eu vou guardar para o próximo episódio, que é tipo de dicas de como falar. Tipo, tem aqui um caso de uma gay que ela falou assim: meu namorado transformou minha casa no hotel dele, vive dormindo aqui. Como eu digo que isso está me incomodando? Eu acho que a gente pode guardar isso para o próximo episódio Acho que vieram muitas perguntas assim que eu acho muito legais.
Morta!
Nossa, mas...
Que é de botar limite, eu acho que vai ser legal.
Mas por que você não colocou nesse episódio, já que é tão legal?
É porque tem muitas desse tipo que são muito legais de como colocar os limites, assim. Acho que pode colocar essa nesse. E aí a gente deixa isso pro próximo. E aí você, ouvinte, pode mandar pra gente seu caso de como colocar limite em alguma situação que tá acontecendo com você.
Ah, então vai voltar o Lacaniana, o próximo é Lacaniana.
Eu acho que Lacaniana é bom de botar o limite, mas assim... O que que você acha desses assim, tipo, dessa pessoa que o namorado tá se apostando, fazendo um duotel da casa da pessoa e tá incomodando? Vocês acham que é estranho?
Ah, eu acho que é estranho quem tá se incomodando, porque se você namora, em tese é para você querer ter perto. Talvez se pergunte se você realmente quer essa pessoa perto de você.
E se ele tá conseguindo fazer isso, é porque você meio que deixou, né? Ele não arrombou a sua casa e tá entrando aí todo dia.
É que eu acho que a convivência, em alguns casos, dificulta a relação. Tipo, tinha um namorado que ele— eu morava com a minha mãe e ele tinha uma casa sozinho. Então era muito fácil pra mim se apostar na casa dele. E aí ele gostava, só que chegou o ponto que eu estava ficando incomodado. Tipo assim, de "Ai, tô convivendo demais, tô vendo muitos defeitos". Era um namoro que era muito recente, eu tava já dividindo conta, fazendo uma coisa.
Eu falei assim: "Meu, eu não estou nessa fase". 'você já vou sair para encontrar, eu já estou convivendo muito'. Acho que isso me incomodou um pouco assim, tanto que depois a gente terminou em 2 anos. Exato, não vale a pena. Não sei se era porque eu não gostava dele, porque o meu namorado, o meu marido hoje atual, eu grudei nele e aí ele veio para minha casa, a gente começou a morar junto e sair em 7 meses.
Ah, mas posso falar?
Deu muito certo.
Eu grudaria também, viu?
Nossa, a Ana agora até cansou do Michael, você viu, Jenny? Ela cansou do Michael. Michael, que o Michael deu uma viajadinha.
Michael é pau velho. Agora eu quero fazer live com o Breno. Fala para ele ser meu ADC. Fala para ele se ele não joga ranqueada.
Ele não joga LOL, mas eu tento fazer ele jogar game.
Então tá certo, né?
Ela pode ficar, pode ficar.
Tá bom, eu já ia tancar mesmo, continua tancando.
Eu mostrei meu marido para você, Y?
Mostrou, mostrou. Eu achei ele bonito, ele é bonito, eu achei ele bem, bem bonito assim.
Eu já ofereci troca, troca com troco para o Y.
Dá para fazer uma festa das aves, alguém no grupo, né?
A gente faz os bracket Tipo assim, ó: "Breno come Michael, quem passar pra próxima fase dá pro Marighella." É, quem perder come esse, quem ganhar come aquele.
Ai, gente, amei! Quem deu nesse, come aquele.
E no final, o último bracket fica com a Jenny, entendeu?
Fica aquele. Todos encarando junto, que eles falam: "Ai, a união faz a força, bora, bora!" Vai, vai!
Ai, gente, eu acho que é isso. Eu estou com a sensação de dever cumprido. De vocês.
Ai, eu também tô, eu tô também. Ai, tô super! Dever cumprido, hein?
Que dever cumprido, amiga! Mas hoje eu achei muito terapêutico essa Winnie Cotiana. Eu vou procurar uma profissional desse jeito, que nem parece que você tá, nem parece que a gente tratou. Olha, foi só uma conversinha e você já vai sair melhor. Ai, eu tô outra pessoa, amiga! Nossa, saiu um peso!
Deixou leve, né?
Hoje no prazo eu vou chegar assim, eu não vou ler uma notícia de Um corte, uma mensagem no chat, uma notícia, vai fazer assim, olha, pula, próxima. Ah, essa pode ser. Quem é o Bacunha? Vocês estão achando? Ai, que perfeito! Eu quero imitar! Chegar na madrinha, no set da madrinha: pula!
E vai embora.
Essa pula, pula essa, pula! E a boca, bicho, pula! Tipo assim, meio ali, pula!
Tá tocando na balada, é tão difícil pular uma música. Nossa, é muito difícil pular a música! Não é só apertar para próxima. Você já tocou isso?
Nunca toquei.
É sua cara ser DJ.
Não querendo ofender, amiga, sabe que meu sonho—
não querendo ofender, tá?
Quando eu comecei a escrever o blog, meu sonho é ser DJ. Aí, ó, DJzinho, que tem muitas playlists boas.
Eu acho que agora todo mundo é DJ. Eu acho que, tipo, você ser um roteirista vai ser diferente.
É, banalizou, amiga. Quando fechou a Fun House, acabou meu sonho.
Tudo fechou o beco, sabe?
Quando o Lab Club fechou, encerrou atividade, eu falei: não quero mais ser DJ. Acabou meu sonho. Antes da VIP, antes das 10 horas, para mim, ó, eu queria fazer um filme. Quando o Jô Soares morreu, para quem que eu vou dar entrevista? Não quero mais.
Agora que o Pedro Bial, sabe, só fica entrevistando o Nicolás Ferreira, para quem que eu vou dar entrevista?
Exato.
Ai, não quero mais, gente.
A Blogueirinha nem programa tem mais.
Quando acabou de fecho com Blogueirinha, eu falei, não quero mais fazer sucesso, não quero mais.
Acabou, não tem mais sentido essa vida de criador para mim.
Não tem nada que me motivava, tudo dia criar algo, vai que eu chego Vamos lá, um livramento.
Você já tava ensaiando, você já tava ensaiando.
A gente tentou ter um antes dela perguntar.
Ai, um livramento, quem quer beijar?
No final tava indo, no final tava indo várias pessoas, sabe assim. Falei, acho que eu consigo, tá mais próximo.
Não, quando começou a levar o Jacquin, eu falei, aí eu tô no próximo, né.
Se quiser, tu liga, acabou. Quer que eu assine NDA, tia? Eu posso assinar. Já deixa assinado, já deixa assinado pra garantir.
Quando foi todo o MasterChef, eu falei: "Ai, papai!" Mas sabe o que eu pensei agora?
Gente, olha, caiu uma ficha agora. Sabe aquelas criadoras que elas fazem, tipo assim, igual a Deane Galisteu, de Wi-Fi não tá dando conta, sei lá, não sei o quê? Esses dias eu vi uma da Lavanderia, e não estamos falando sobre Wi-Fi. Vai, é a Winnie Cotiano, é a terapia Winnie Cotiano.
Gente, a gente que toca, né?
É tudo muito Winnie Cotiano. E não, e aqui não falamos sobre enfiar objetos no cu, não foi sobre isso que a gente falou.
Isso não foi sobre Michael Jackson, não era sobre Michael Jackson.
Esse episódio era sobre amor de mãe. Oi, um beijo!
Eu acho que é isso, gente. Um beijo, beijo! E esse não foi um podcast, isso não é um cachimbo, isso não é um cachimbo, gente, não é. A gente falou sobre extraterrestres no começo, não é qualquer pessoa. Amiga, você tá parecendo que tá com essas máscaras, parece que essa máscara é invertida, que é em cima aí não é o peito, sabe?
A Jenny achava isso, você lembra? A Jenny achava que era máscara, que eu não me maquiava, que eu só botava uma máscara.
Mas você já viu essas máscaras chinesas que são muito realistas? Você pode pedir para fazer uma?
Nossa, e ela tá a cara do vilão do Máscara, depois pesquisa.
Nossa, tô mesmo, tô, tô!
Esse cabelo matou, de bom, de bom.
Nossa, me deixou masculinizado mesmo, né?
Amiga, composto, composto.
Aquele filme Monster da serial killer.
Tô desfém, tô desfém.
E essa não é a Ana?
Ai, também é Charlize Theron, amiga. Mas amiga, tá bom, eu te desfemo. Ana também é isso, tá tudo bem.
Abolição de gênero.
Abolição, vamos abolir o gênero.
Isso aí, toda abolição é boa, amigo.
Abolir qual gênero?
Todos.
Quem sorri para todo mundo dá bom dia.
Acabou. Ele tá no modo bravas dele. Deixa eu ver como eu vou problematizar isso.
Como eu posso evoluir essa discussão? Então é um nível racial feminino.
Você vai abolir?
Então é feminino.
Quem ganha com isso?
O sistema. E as pessoas agêneros?
Não merecem, entendeu?
Perdem todas as particularidades delas se ninguém tem gênero. Elas eram especiais por não ter gênero, e agora são especiais por quê?
Todo mundo vira NB? Essa bagunça.
Dá para poder ver enquanto é o homem branco que cuida da sociedade?
Dá!
Exatamente, exato.
A gente sai perdendo.
Vamos sair refletindo, gente. Vamos sair refletindo sobre isso. Então é isso, um beijo agora mesmo.
Beijos e tchau!