#150 - Burrices Que Irritam com Jeff Mattias e Amaury Mazzucco
Neste episódio, julgamos decisões questionáveis, lapsos de raciocínio, escolhas difíceis de defender... E, para provar que somos inteligentes o suficiente para falar do assunto, fizemos um teste de matemática. Talvez tenha sido um pouco equivocado...
- Mamilo do KratosDecisões questionáveis e lapsos de raciocínio · Improviso e falta de preparo no podcast · Discussão sobre bolo de pistache e elitismo · Debate sobre bolos de direita e esquerda · Histórias de fake news e desinformação · TDAH e falta de atenção · Burrices relacionadas a relacionamentos e paixão · Discussão sobre a origem do nome Amaury
- Combate à Desinformação e Fake NewsDefesa de jogadores de futebol e Maria Chuteira · Críticas a influenciadores e celebridades · Discussão sobre OVNI e crenças · Relativização de crimes e pena de morte · Opiniões sobre a aparência de celebridades · Discussão sobre a higiene pessoal de homens
- Morte e RessurreiçãoComida japonesa e riscos à saúde · Infecções alimentares e consequências graves · HIV e falta de testagem em homens heteros · Acidentes fatais e perda de entes queridos · Suicídio e envenenamento · Morte de animais em cativeiro
- O Papel da Crítica e do PúblicoCrítica a Rico e sua defesa de jogos de azar · Crítica a influenciadores que se acham superiores · Crítica a pessoas que defendem o nazismo · Crítica a influenciadores que não escutam · Crítica a pessoas que relativizam crimes
- Relacionamentos AbusivosSer chamado de burro por um parceiro · Humilhação em público por um parceiro · Ser trocado por outra pessoa em um encontro · Ser deixado esperando por um parceiro que não aparece · Ser enganado por um parceiro sobre intenções · Ser chamado de burro por um parceiro
- Resolução de problemas matemáticosDificuldade em resolver problemas matemáticos básicos · Comparação de habilidades matemáticas com crianças · Dificuldade em realizar operações básicas como divisão · Uso de calculadoras e falta de memorização de tabuada · Lei Rouanet e sua relação com a educação
Voz A:Já tô indo no grupo.
Voz B:A aclamação vai pra Jennifer, que se não é o It's Long Lembrar de gravar, ninguém lembra, né.
Voz C:Encontrei o Amaury no meio da Parada do Orgulho da Diversidade. E falei: "Vamos gravar". E ele disse: "Dessa vez é aberto, né".
Voz A:Gente, não, havia reclamação! É exatamente isso, eu chamei ele semana passada antes da parada do Orkut Diversidade.
Voz B:Mas eu vim pelo convite do Y.
Voz C:Olha!
Voz A:E eu botei caixa alta: "Aberto". E ele falou assim: "Mas eu já gravei um monte de aberto". Eu falei: "Então vai tomar no seu cu". Vai se fuder, você é uma merda, o episódio já...
Voz C:Amigo, vou trancar todas que você participou, vou trancar, vou deixar privado. Já foi, já, já.
Voz A:Então não grava. Não, você já é, não grava. E daí ontem veio 11 da noite perguntar para mim qual que é o tema do episódio. Você jogava tanto episódio aberto, sabe que não tem tema?
Voz B:Demorou um tempo para eu me tocar que vocês decidiram na hora o tema. Porque eu pensava que ia ser assim: "Ah, o Y tá lá organizando as coisinhas, a Tênis chega para gravar, né?" Que é meio que isso. Mas assim, eu não sabia que era na hora.
Voz C:Não, é na hora. Assim, chegou na hora, a gente fala assim: "Vamos gravar esse? Vamos?" E aí a gente parte para o episódio.
Voz B:Ah, tem um tema no meio do episódio. É porque elas também não sabem, ninguém sabe.
Voz A:É que ninguém lê a descrição.
Voz D:As pessoas não leem mais, eu não leio mais.
Voz C:As pessoas só veem cortes. Provavelmente a pessoa só viu esse aqui e acabou. Não dá mais pra ler, assim, gente. Podcast acabou.
Voz A:Acabou, acabou. E o Amaury achando que a gente é tipo Santíssima Trindade das perucas. Que fica, sabe, fazendo... Uma semana antes do tempo, você pensar a história, nananã... Não, meu amor, vai pensar agora. Fala agora uma história comigo.
Voz C:É, é Marco Ballas, entendeu? Aqui a gente é de improviso.
Voz A:Entendeu?
Voz B:É o programa novo do Eduardo Sterbich, da Tata Werneck.
Voz C:É uma coisa mais assim, tipo, eles estão pegando aqui o Tribunal das Pequenininhas com as Kawaii. Eles também estão copiando tudo aqui, gente, tudo aqui.
Voz B:Ou é inspiração, né?
Voz C:Não, aí quando pega o nome, a pessoa, a pessoa, aí eu acho, né, não é interpolação. Se ela pegar só o me chamar essa pessoa, interpolação.
Voz A:Aí, velho, não, a Betta plagiou, mas eu e o Y, a gente não vai tomar medidas judiciais por ser uma mulher trans e uma mulher insuportável. A gente vai deixar passar.
Voz C:E a gente tá em junho, ela foi esperta, em pleno mês de julho, da gente não poder tomar atitude.
Voz D:Mas você sabe que ela, porque que ela fez, né? Porque você tem uma Cristiano no meio, sabe, né?
Voz C:Foi por isso.
Voz D:Ela não vai ter pena.
Voz A:Ela vai ter que pedir desculpa ao vivo.
Voz D:Duas pessoas LGBTs, ela não ia mexer, que ela não é maluca, ela não é doida, mas aí quando vem a Jenny, tá, pô, não tem jeito, né? Então, viu, não tem respeito, não tem nada, não tem, gente, não tem.
Voz C:Beta Bochar, eu sempre te defendi quando a gente atacava. Agora dessa vez não vou poder, mas assim, eu queria perguntar para você, começar com uma pergunta para vocês, que é uma amiga minha vai fazer aniversário e ela pediu de bolo de aniversário dela bolo de pistache. E aí eu entrei numa discussão, o bolo de O bolo de pistache não é muito elitista, gente?
Voz D:Eu nunca comi pistache.
Voz A:Ah, mas por que? Não quis?
Voz D:Não, porque nunca tive acesso. Tá falando que eu não quis comer? Eu sou uma pessoa que não tinha acesso.
Voz A:Rio de Janeiro não tem pistache, ô Jeff?
Voz D:Não tem.
Voz B:Tu não tem ideia de pistache, Jeff? Hoje em dia.
Voz D:Não, eu nunca comi mesmo, não.
Voz C:Gente, vocês estão julgando, vocês estão sendo elitistas da parte de vocês. Falando que todo mundo tem acesso a pistache? Que isso? What's that? Eu tô em choque.
Voz A:Todo mundo que faz publi na época do BBB tem acesso a pistache.
Voz B:E o Jeff vai em um monte de evento e os eventos têm docinhos.
Voz D:Pior que eu nunca fui num evento que tinha pistache.
Voz C:Tem esfirra de pistache do Habib? Se for popularizado.
Voz A:Ah, então. R$6, tem?
Voz C:Tem? Ah, então não tem. Eu comi no restaurante do Habib.
Voz D:Eu comi porque ela comeu com a blogueirinha. Parecia uma pasta de merda verde.
Voz A:E digo mais. É gostoso, parece um catarro, parece coisa do nariz do Shrek. Parece, mas é gostoso.
Voz C:Toma no seu cu, Jef.
Voz D:Eu nunca comi, não me interessa em comer e não procurarei comer. Porra, de pistache?
Voz A:Ai, comer! As pessoas são idosas, são caipiras.
Voz B:Pode comer, você pode se libertar agora.
Voz C:Ele é conservador, fala da conservador, gente.
Voz D:É, moleque, você é homem negro de direita. Jeca, você é de esquerda.
Voz C:Pistache é de esquerda, pistache comunista é de esquerda. É lógico, eu não como pistache.
Voz D:Eu não jogo fora em pé, eu bebo, eu bebo, eu trinco de pé.
Voz A:Esfiha de pé do Habibs.
Voz C:Esfiha de pé chegou no Habibs.
Voz A:Então assim, se pistache é comida esquerdista, é comunista, qual que é comida de direita?
Voz C:Ai, o bom, Floresta Negra, né, gente?
Voz B:Eu acho, lógico. Eu acho que não é um chocolate com ameixa assim?
Voz A:Eu pensei doce de leite com ameixa.
Voz C:Mas é de vó, gente.
Voz B:Eu acho que tem que ter fruta, o da direita.
Voz D:Ah, é um make de cake.
Voz C:De morangos com blueberries. Não, aí é de elite. É de elite.
Voz D:Mas a direita é elite no Brasil, meu amor. Vocês têm que aceitar. Não, não.
Voz B:Mas será que você é de direita ou você nunca comeu pistache, Jeff? Ou você é de direita elitista ou nunca comeu pistache? Decida-se.
Voz C:Eu nunca comi pistache.
Voz A:Quem é você de verdade? Quem é você, Jeff? Eu não sei quem você é. Ah, direita.
Voz C:Comprei uma coisa, desculpa. O valor que tem de bolo hoje em dia é de chocolate, que é o clássico, Floresta Negra. É o bolo com mais valor.
Voz D:Eu sou clássico, eu gosto de uma coisa só. Pra mim é homem é homem, mulher é mulher.
Voz B:Eu acho que o bolo da direita...
Voz C:Deus fez Adão e Eva, não Adão e Ivo, entendeu?
Voz D:Isso, é chocolate ou é morango.
Voz B:Eu acho que o bolo da direita... Vocês lembram daquela trend do bolo da Taylor Swift, que era um bolo de coração que as meninas enfiavam a faca assim, espirrava assim?
Voz C:Sangue.
Voz A:Eu acho que esse é o bolo da direita.
Voz D:Bolo de direita mesmo.
Voz C:E de novo, daqueles... Porque eu estou lendo o livro junto com o Jenny de Coisa de Rico, de Michel Arafat.
Voz B:E ele fala...
Voz A:Eu já terminei!
Voz C:Michel Arafat?
Voz A:Já terminei!
Voz B:Já terminei!
Voz A:Yasser Arafat.
Voz C:Yasser Arafat, Michel Arafat.
Voz A:Junto com o Bin Laden.
Voz C:Tem um prefácio belíssimo do Saddam Hussein, eu indico pra vocês assistirem, lerem o livro. Eles criticavam muito o Saddam Hussein. Ia ser nada fácil. Al-Qaeda, a velha editora Al-Qaeda.
Voz A:E aí... Ai, o capítulo do Hamas, gente, imperdível! Você não pode perder! O do Bin Laden... Ai, não, continua, meu amor. O do Bin Laden arrebenta.
Voz C:E aí ele fala que os ricos de verdade, eles não sofrem alterações quando um governo muda, abaixa a Selic ou aumenta e tal, não sei o quê. Rico de verdade não afeta. Os novos ricos que vivem de cartão de crédito, eles são muito sensíveis a essas alterações do governo. Por isso que muitos são anti-lulistas, porque eles culpam o governo por perderem poder de compra. Então esse novo rico, que não é elite, eu acho que ele é esse bolo que é mais cafona, um pouco assim. Então eu acho que tem que vir um bolo de... Esse bolo da Taylor Swift, eu acho que é. Que é tipo aquele lá que... Que gera camada, coisada, enfim, eu acho que ele é.
Voz B:E eu acho que o bolo do chá revelação é muito um bolo de direita também.
Voz C:Também acho, bolo de chá revelação. Também acho.
Voz A:Exatamente. E no caso do bolo da Taylor, os de direita ficam tristes que é só uma facada. Eles queriam dar tiro no bolo, né?
Voz B:Mas infelizmente é fogo no bolo.
Voz C:Tem que criar uma bala, só que não uma bala de borracha. Só que uma bala comestível. Vocês lembram dos anos 90 que tinha aquelas bolinhas de metal que o povo colocava no bolo e falava: "Pode comer." As crianças tudo comendo aquelas bolas. Tem que ter aquele chumbinho pra dar tiro no bolo, que eu acho que é muito hit, olha.
Voz D:Sim, vai ser patrocinado pela Jojo Toddynho.
Voz C:Exato, exato. Mas hoje vocês acham que... Qual bolo que não é elitista, que é acolhedor, que ele é... Fubá.
Voz D:Fubá de milho.
Voz C:Ah não, fubá é muito... Pra mim é muito Brasil Profundo. É Brasil Profundo, não quero. Brasil Profundo demais, fubá.
Voz B:Gente que usa com goiabada, um cafezinho.
Voz C:Profundo, não quero.
Voz D:Bolo de churros, bolo de laranja, de laranja, de laranja. Ele não vem laranja dentro, ele não vem com os grandes sucos. Você joga um negocinho de xarope assim só para sentir um aroma.
Voz A:Nossa, mas vamos fazer um bolo aí.
Voz D:Ele falou que um bolo que não lembra a velhice.
Voz A:Porque por isso o suco da laranja, que eu quero levar uma laranja, por favor, em cima.
Voz D:Vocês querem um bolo confortável? Eu não faço um bolo barato, um bolo pobre.
Voz C:Ah não, isso daí é bolo de massa pronta. Bolo de laranja é aqueles bolos de massa pronta. Não funciona, gente, não. Eu entrar numa loja de bolo e comprar um bolo de laranja, eu tenho que estar louco. Eu tenho que estar perturbado da mente.
Voz A:Eu tenho que estar toda perdida.
Voz B:Vocês são ridículos. Vocês gostam do quê?
Voz C:De banana. Bolo de banana. Tem Tropicália.
Voz B:Ai, um pedaço da banana lá.
Voz C:E a banana invertida. Invertida.
Voz A:A banana em cima assim, caramelizada.
Voz D:Você ama que eles colocam a banana embaixo com açúcar pra quando virar ela ficar em cima melada?
Voz C:Ai, que delícia!
Voz A:Que delícia!
Voz B:É o meu gosto de bolo de milho.
Voz C:De milho? Ai, você é de Itinga, né, meu amor? Você é do interior.
Voz D:Eu gosto um cremosinho também de milho.
Voz B:Eu sou do interior, eu sou a fly.
Voz C:Mira, como assim? O bolo de cenoura com cobertura de chocolate é democrático? Não vai dar um voto no Pedro?
Voz A:Ah não, você não é o meu gosto.
Voz B:Eu não gosto de chocolate.
Voz C:Não gosta de chocolate?
Voz B:Não, eu gosto de bolo de chocolate.
Voz D:Você é bobo, você é bobo.
Voz C:Eu sou chata para bolo, eu sou muito chata para bolo de chocolate.
Voz B:Mas eu não gosto tanto de bolo.
Voz A:Gente, sobremesa foi criada só porque chocolate existe, entendeu? Chocolate é o motor não movido da sobremesa.
Voz D:E você vem falar bolo de chocolate, ele foi a nossa Samira Close, a nossa Melissa.
Voz A:É porque quando eu fui na tua casa, ele veio milka, você destruiu. Então você gosta assim.
Voz B:Ele trouxe um milka no bolso da bunda dela, o milka estava amassado, derretido, quente no calor de sua banda.
Voz C:Mas foi, então é quando ele tá quase derretido assim, gente, que ele tá para derreter, é uma delícia.
Voz D:É mole, chocolate duro vai ficar mastigando. Me dá um chiclete, caralho!
Voz C:É, me dá um copo, sabe?
Voz D:Me dá uma ponta de uma caneta, eu quero.
Voz B:Depois fica sujando tudo, lambuzando.
Voz D:É para isso, é você lambuzar, se lambuza. Boa é quando se lambuza.
Voz A:Não, novo slogan da Restreia: boa é quando se lambuza.
Voz D:Não fizeram isso. Ai, que horror! Mas aí você acabou com a campanha, caralho. A campanha foi destruída.
Voz B:Uma barriga de chocolate agora toda gozando.
Voz C:Caiu, caiu a campanha.
Voz A:Caiu, já viu?
Voz C:Caiu, caiu.
Voz D:O job caiu, o job caiu.
Voz C:Ai, gente, caiu.
Voz B:A Nisley excluindo o pedido de orçamento que tava mandando pra gente agora.
Voz D:Ela tava pronta pra apertar enviar, garota.
Voz C:Ela parou um segundo, ela: "Não, cancela, cancela." Mas, gente, eu tenho uma denúncia pra fazer, que é uma outra alerta do Joguei No Grupo. A filha de uma amiga minha teve que fazer uma cirurgia no estômago. Quase que ela teve que fazer uma de intestino. Porque ela comeu japonês num lugar que ela pegou uma bactéria. Gente, eu nunca tinha ouvido falar isso.
Voz D:Comeu onde, amor? Na beira da estrada? Comeu aquele japonês real?
Voz C:Amigo, foi no ABC Paulista, não vou falar o lugar. Não queria esquecer, pra não estereotipar o lugar. Mas foi na BC, lógico. Sim. Não vou falar qual cidade que ela... Foi Mauá, né?
Voz A:Foi Mauá.
Voz C:Ribeirão Preto, São Mateus. São Mateus.
Voz D:Bicho, mas ela tava comendo aonde?
Voz C:Ela pegou uma bactéria de comida japonesa. E aí ela falou que o médico disse que quem come muita comida japonesa...
Voz B:Quem come muito japonês corre o risco.
Voz C:Tem que tomar vermífugo, porque é muito comum ter no salmão.
Voz B:Ah, mas pega toxoplasmose.
Voz C:Pega? Ai, gente, sabia?
Voz B:Comida crua, sim.
Voz C:Eu só como grelhado por causa disso?
Voz B:Grávidas não podem comer comida japonesa crua.
Voz C:É verdade.
Voz B:Porque tem muito risco de toxoplasmose.
Voz A:Nossa, sabe que eu sempre tive dúvida de por que elas não podem, mas não faço mais para googlar. E agora você me falou.
Voz C:É uma curiosidade, mas não tão forte para jogar ali, pesquisar, perder um tempo assim, né? O que que é toxoplasmose?
Voz B:Esse episódio para eu encerrar essas dúvidas.
Voz A:Toxoplasmose, Jeff, é doença de gato também.
Voz C:Gato dá, mas não é todo gato que dá, não. Não é, porque tem uma ONG que fala sobre isso, que não pode associar gato a isso, porque não são todos que têm.
Voz A:Se você tá pensando em tirar o gatinho da rua, não adota, fica tranquilo que não vai acontecer, fica em paz.
Voz B:E os maus-tratos dos gatos pretos começaram por conta dessa toxoplasmose.
Voz C:Mulher fica grávida e dá gato, não pode, gente. Só cuidar dele, mas não tem nada, tá tudo Tá tudo certo, não tem problema, não é a toda merda do gato.
Voz B:É meio que isso, mas as pessoas se contaminam muito pela alimentação também. Salada, se não for bem higienizada também.
Voz A:Gente, eu tenho uma história de salada, posso contar? Tinha uns amigos da minha mãe que era uma família assim cheia de filhinho pequeno, o cara pegou câncer e daí o cara foi para o hospital e se cuidava, se cuidava, ele só ficava internado. E daí ele, a família falou, aí tem criança, ele pode ir para casa passar o Natal com a família? O médico falou, para de rir, a Mauri. O médico falou, pode. Aí a esposa não lavou o alface direito, e daí foi o último Natal dele, né? Pegou infecção, morreu.
Voz D:Pesado, né? Eu não vou mais. Você falou isso, gente? O episódio acaba aqui, gente. Muito obrigado.
Voz C:Nossa, incrível.
Voz A:Gente, olha, mas que bom que as crianças tiveram o último, né? Pelo menos isso, né?
Voz C:Se despediu, né, gente? Pelo menos o médico já faz isso. Quando meu vô tava quase morrendo, o médico falou assim: manda ele para casa, beijo. Meu vô morreu, minha irmã e minha prima fizeram massagem, o velho morreu por causa delas. Tinha provavelmente um coágulo parado na perna dele, elas fizeram massagem, subiu o coágulo, matou ele com bulimia pulmonar. Então assim, às vezes os médicos fazem isso.
Voz D:Vamos, vamos, vamos, vamos sentar nessa roda aí no final da noite.
Voz A:Tinha um cara lá na minha mãe, me conta essas histórias. O cara lá que ela conhecia, e era aquela família, né, homem de bem. Agora você vai gostar, crente tradicional, e o cara pulava muito a cerca, muito a cerca. E daí ele pegou HIV, só que obviamente por ele ser hétero ele não testava, né. Amigo, e carimbou a esposa e passou para os dois filhos. Ninguém fez teste, todo mundo morreu de AIDS. Meu Deus, a família, pelo menos ninguém ficou para sofrer, né?
Voz C:Pelo menos ninguém ficou para sofrer, né?
Voz D:Que horror!
Voz C:Mas é verdade, imagina você perder toda a família.
Voz D:E ficar só você?
Voz B:Que merda! Ai, gente, não, não usem camisinha, se tomem PrEP.
Voz C:Não, mas esses homens vagabundo, eles não fazem isso, homem hétero. Eles não se cuidam, não se testam, esses vagabundos.
Voz D:Não, mas eles não testam, eles não lavam o cu, eles não tomam cuidado.
Voz C:É porque tudo isso é de viado, né. Eu trago também um dado aqui, gente, que eu fiquei muito em choque. Que as mulheres no TikTok dos Estados Unidos, é uma tendência lá fora que pode vir aqui também. Que as mulheres falam que os maridos não tomam banho! Que quando eles tiram a cueca, mesmo depois do banho, porque tem pelo ali na bunda, eles sujam nem só porque não lavam.
Voz A:Gente, eu tive um marido que toma mais banho que eu, que sou a porca do relacionamento. E é o correto, o bacalhau é meu, o cu dele tá perfeito.
Voz B:Você tem que andar sempre com alguém mais limpo que você também.
Voz A:Não é? Porque vai ter gente que eu não existo, então tem que ser alguém mais limpo.
Voz B:Sim, minha amiga.
Voz C:Ai, nenê.
Voz A:Sim, nenê, sim.
Voz B:Sim, meu amor.
Voz C:Mas, gente, o tema de hoje é sobre o protesto.
Voz A:Ah, tem tema?
Voz C:Não é disputa de pior história?
Voz D:Não é?
Voz C:Alguém tem uma história pior pra contar, pra superar?
Voz B:Melhor tema, melhor bolo?
Voz C:Alguém tem uma história pior pra superar?
Voz A:A da família da Aida?
Voz B:Essa da Aida mesmo, que a gente tava contando.
Voz C:A da família da Aida, né?
Voz B:Então, não sei se é uma história pior, mas tem uma família em Ipitinga que do lado da escola que eu estudava ali, da primeira, quarta série, tinha uma casa que era linda, um chalé assim, sabe? Eu achava lindo, né? Era lúdica. E ninguém morava. E eu sempre perguntava pra minha mãe o que tinha acontecido que ninguém morava naquela casa. Ela contava que uma família tinha ido para praia, pai, mãe, filhos, e não sei se era outro avô, avó.
Voz A:Eu também sou da família, eu também quero cabucar.
Voz B:E aí eles sofreram um acidente na estrada e morreu todo mundo, e a casa ficou lá.
Voz D:Que eu falei, né? Pelo menos todo mundo morreu.
Voz A:Normal essa história aí.
Voz C:É, porque na minha escola tinha um menino, que o nome dele era Reginaldo, gente, e o pai dele Nossa, você viu que o Ítalo engatou outra história, Maurício?
Voz D:Ele não queria falar, ele queria falar que o seu colega era pior.
Voz C:Mas o Jeff tem razão, que eu acho que é pior quando sobe uma pessoa. Foi o que aconteceu com o meu amigo, que eu estudei com ele. O nome dele é Reginaldo. E aí, o pai dele seifou a própria vida. E não viram, só encontraram o pai dele deitado na cama, morto. E ele tinha tirado a própria vida. Gente, o que ele fez? O homem nem pra deixar um bilhete, nem avisar, nem nada. Ele tinha feito... Ai, que horror, eu rindo. Mas é que quando eu fico nervoso, eu rio. Ele tinha feito um miojo envenenado. E aí, toda polícia, perícia lá e tal, não sei o quê, pegaram, tiraram ele, falaram assim: "Nossa, o que aconteceu?" Levaram ele pro hospital e tal, não sei o quê, pegaram ele passando mal. A mulher chegou em casa, não comeu o miojo também e morreu. A mãe também morreu.
Voz B:Parece a história da Caixinhos Dourados, todo mundo chegava, comeu um pouquinho da sopa. Isso, do Mingau, né.
Voz D:Morrendo um de cada vez.
Voz A:Esse miojo devia estar com uma cara boa de dia inteiro.
Voz C:Como é que você...
Voz D:Eu tenho pavor de comer miojo guardado, essa porra parece um alienígena inchado.
Voz C:Que papo de gente... Que horror comer um miojo parado!
Voz B:Ai, vou guardar um pouquinho desse miojo pro Globo depois.
Voz C:Será que ela não quis de propósito também entrar na onda?
Voz D:Vai saber, né.
Voz C:Vamos comer, vamos comer.
Voz A:Vamos comer, nós fizemos muito.
Voz C:Mas assim... Mas assim, gente, a gente vai fazer um protesto nesse episódio pra gente reclamar Dessas burrices que hoje em dia estão muito diferentes, são muitos âmbitos, e como isso nos afeta.
Voz D:Tem pessoas que a gente—
Voz C:que é isso, gente, a gente odeia. E a gente tem que entender, existem recortes de burrice, temos que humanizar a burrice. É o que a gente vai debater aqui hoje. Ok, vocês já fizeram alguma burrada muito grande na vida que vocês se culpam assim, que doeu em vocês?
Voz B:Toda semana, mas assim, em que âmbito?
Voz C:Uma que te marcou assim, que você ficou meio que você para e pensa, do nada você tá parado assim rindo feliz, e aí vem na tua cabeça.
Voz D:A boca rosa, você senta e não sai só na 30. Fiquei puto.
Voz A:Bom, só por comprar lip tint, meu amor, já começa aí, né?
Voz D:Não é lip tint, é gloss hidralábios, cala sua boca, Jenny Prioli.
Voz A:Desculpa, meu amor, Jeff, escroto pra caralho. Desculpa, cara.
Voz D:Você não sabe a diferença de lip tint e lábios?
Voz C:Que mulher você é?
Voz A:Desculpa, cara, desculpa, cara. Tô escrota pra caralho, tô escrota pra caralho. Verdade, verdade. Pensando numa burrice aqui, eu já sabia o tema e ainda assim não me preparei.
Voz B:Então, como que eu conto uma história?
Voz C:Vai, Amaury, conta aí a sua.
Voz B:Não, não sei, calma.
Voz D:É porque são muitas burrices, tem burrices tipo assim muito bobas, mas—
Voz C:Ah, eu já fui muito burro por macho assim, mas eu acho que conta quando a pessoa tá muito apaixonada. É uma burrice diferente, tá apaixonado assim, fazer burrice apaixonado, se humilhar por pessoa.
Voz B:Ah, mas isso é normal, né?
Voz A:É praxe isso daí, tem que fazer.
Voz C:É o primeiro estágio da loucura.
Voz B:É autoconhecimento, sabe? Você redescobre seus limites.
Voz A:Sabe quando o cara tipo não te quer e ele deixa todos os sinais e você não quer, e você não enxerga de propósito? É você sendo burro, entendeu?
Voz B:Ele não consegue lidar com a intensidade do que ele tá sentindo, sabe? Do amor dele por mim.
Voz A:Isso que eu falo para mim, isso que eu falava para mim. Exato, exato.
Voz B:Respondendo porque ele não consegue lidar com, ele fica muito nervoso falando comigo, sabe?
Voz C:A linguagem do amor dele é diferente. Eu tinha um caso que era um homem que ele, gente, era horrível assim, só que ele era muito bom de cama. Então assim, também tinha esse fator. Então não me acho tão burro assim, mas era do tipo dele me mandar mensagem e falar assim: ah, você vai fazer o quê hoje? E eu parava, cancelava Sabe aquela música da Taylor Swift, August? Tipo assim: "Cancelling my plans just in case you come..." Sabe? Burrice ali dela, mas não acho que é burrice. É algo que a cada vez é normal, humanizei ela. Porque é isso. Então ele falava que ia sair, eu cancelava todos os planos e ficava esperando. E aí ele arrumava alguma coisa melhor e não saía. Só que isso aconteceu 4, 5, 6, 7 vezes. E aí aconteceu, tipo assim: "Deus já tá com amigos". E ele mandar mensagem, eu ficar desesperado, tipo, querer ir embora. Até um dia que passou, mas eu não me acho, tipo assim, eu achei que eu tava apaixonado, com vontade de quero mais, eu era carente.
Voz A:Acho que era alguma coisa, passou pela pica assim, né?
Voz C:Foi uma primeira vez, gente, foi uma experiência.
Voz B:Mas eu acho que tem uma coisa também, quando a autoestima tá baixa assim, quando tem alguma coisa dando meio errado e tal, a gente fica meio vulnerável e pega Dá uma desapegada nos baphos que vai tratar a gente meio lixo mesmo, porque é como a gente tá sabendo viver na hora.
Voz D:É como se você tá se sentindo um lixo, né?
Voz B:Você gosta de alguém que exerça, que te lembre, né?
Voz D:Como você tá se sentindo.
Voz A:Eu sou um lixo.
Voz C:Aí você fala: eu sou mesmo.
Voz B:Sim, eu sou um lixinho.
Voz C:E aí, o que eu faço com isso? Eu vou lá e componho, escrevo assim: Can you sing a maplin de CKC e Cal? Can you meet me behind the mall? Olha a canetada, gente.
Voz B:Nossa, a Julia é bem... Você tá suíte, né? O quê?
Voz A:Que ele tá do lado da Swift, né?
Voz C:Recebendo o bolo. Ai, eu adoro essa música dela, gente. É muito boa.
Voz D:Estranho, né?
Voz B:Porque você não tá tão folclore aqui, assim.
Voz C:Não, aí já é demais. Só essa música que eu gosto dela.
Voz B:Eu lembro que na época da faculdade eu era não apaixonado. Não apaixonado, mas ele fez uma coisa... Não. Tinha um golfinho que eu achava muito bonitinho, muito bonitinho. Hoje ele tá um trambuco, assim. Mas eu queria muito, tinha muita vontade de ficar com ele. Aí eu fiquei com ele algumas vezes. Sempre que a gente se via, assim, a gente dava umas ficadas. Mas antes ele dava umas vezes uma badinha, assim, sabe? Ele dá uma tipo assim, ah, deixa ele ficar ali querendo, já já eu vou ali, beijo ele, sabe? E aí teve um dia que ele foi lá em casa, vivemos a vida, e aí ele falou assim, mas você tinha local nessa época?
Voz C:Você já tinha local? Sempre tive local, sempre tive.
Voz B:Sempre tive, caralho!
Voz C:Essa nova geração de gays é muito privilegiada, gente. O primo meu apresentou na minha família esses dias o namorado. Eu fiz pro Não, meu amor, tô falando de aceitarem que é gay de uma maneira muito fácil. Graças a Deus, fico feliz por isso. Mas assim, o meu primo—
Voz A:Isso, cale sua boca! Ouça a minha história aí!
Voz D:Ouça que ele é privilegiado de ser dirigente!
Voz B:Não venha contar a história de outras pessoas!
Voz A:Gay que dirige é porque foi socializado como hétero, meu amor. Cale sua boca, seu merda!
Voz C:É uma vergonha!
Voz D:Mas você foi um gordinho que tem casa cedo porque foi expulso e teve que morar na rua e depois comprou um apartamento.
Voz A:O peidão dele é embaixo do túnel, caralho, dentro de um cano. Você não entendeu isso? Ele não quis falar.
Voz D:Perdão, gente, em pleno mês do orgulho, as marcas estão cagando.
Voz C:Cadê as marcas? Cadê as marcas para esses gays?
Voz B:Cadê as marcas?
Voz A:Que tanto, porque é king do caralho. Cadê você?
Voz D:Parada, como é que pode?
Voz A:Ah, vai se foder, eu queria dentro do túnel. Ah, vá tomar no cu, fala o mesmo, fala o mesmo, fala. Você ia falar, vai lá.
Voz B:Ele foi lá em casa, tal vibes. Aí ele falou assim, ah, você vai na festa tal que vai ter lá da faculdade? Aí eu falei assim, acho que não vou. E ele, vai, a gente vai junto, a gente se vê lá, vamos, por favor, por favor, por favor, por favor. Aí eu fiquei, ai, ele vai querer que eu vou na festa, né?
Voz C:Ele vai querer que eu— um convite, foi um convite, por mais que ele não fosse junto.
Voz B:"Ele vai me assumir, é nessa." Aí eu falei assim: "Ai, gente, que tal, né? Vou aqui com os meus amigos, com as minhas amigas, chegando lá te mando mensagem." "Pra poder apresentar ele pros meus amigos, né? Porque vai ser o momento que a gente..." "Ai, fechou, lindo, fechou." Aí eu cheguei lá e mandei: "Ah, tá por onde?" Aí não respondeu. Aí passou uns 15 minutos, ele veio me dar oi. Eu não tinha visto ele, ele veio me dar oi... com o peguete dele.
Voz D:"Oi, esse aqui é meu namorado." Vocês acreditam, gente?
Voz B:Fiquei muito triste. Eu com 18 aninhos ali, ó, fiquei bem triste.
Voz A:Ele fez caso pensado para te humilhar, tá?
Voz D:Eu também acho que ele fez. Na hora que ele falou por favor, por favor, por favor, ele já sabia o que ele tava fazendo.
Voz B:Exatamente, porque foi tipo assim, 2 dias antes da festa, sabe?
Voz C:2 dias antes? Ah não, foi de caso pensado. Foi primeiro de novo.
Voz D:Ele falou vou humilhar esse viadinho na festa. Ou ele falou assim, eu amo tanto ele "e eu não sei como lidar com esse amor." "E eu quero estragar." "Eu vou fazer ciúme nele na festa com uma outra pessoa que ele não conhece." "Para ver se ele sente o tanto que eu sinto." "Para fazer ele sofrer." "Para no dia seguinte eu mandar mensagem e dizer assim: 'Tá vendo o quanto eu te amo?'" E a gente ficar bem.
Voz B:Porque essas brigas é pra ficar bem depois. Porque eu sei que após briga, gente, após uma discussão—
Voz A:E você estava muito em sintonia, sabe? Tava muito vanilla o relacionamento.
Voz B:Eu fui porque ele me chamou e ele queria que eu fosse.
Voz C:Esse dele tava muito na rotina já, então ele quis apimentar, ele já quis trazer ali alguma coisa, ele quis trazer uma terceira parte.
Voz A:Gente, eu fiz algo parecido na faculdade, mas vocês não me julguem porque foi com homem hétero, né? Reparação histórica.
Voz C:Tudo bem, amiga, aí tá correto.
Voz A:Eu já tinha passado rodo na faculdade inteira e chegou numa hora que não sobrou ninguém, né? E aí eu olhei para o lado, acabou, e tinha aquele moleque que implorava para ficar comigo desde o primeiro ano. Aí eu falei: "Ai, vai, né?" Aí beleza. Só que ele era feio, ó, por isso que eu não tinha ficado desde o primeiro ano, ele era feio. E daí eu tinha vergonha de assumir, né? Aí a gente saía no meio da aula de cálculo, dava uns malho lá, beleza, voltava. E daí ele me levava a caixa de bombom e eu: "Pô, cara, esconde aí, velho." E daí ia ter uma surpresa E daí ele, ai, eu vou com os meus amigos lá, e ele querendo me assumir lá, né? Aí eu falei, eu falei, isso não vai acontecer não. E daí eu cheguei lá, dei oi para ele. O que que eu fiz? Passei rodo na cervejada inteira na frente dele, tá? A gente foi o jeito de eu falar de forma não tóxica para ele que eu não estava pronta para um relacionamento.
Voz C:Afetiva, eu achei responsabilidade afetiva da sua parte, amiga.
Voz D:Você tá muito planejado.
Voz A:Eu acho melhor. Exato. E daí eu cheguei em casa, ele tava mandando um monte de direta no status do MSN, tadinho. Hoje eu não faria a mesma coisa, mas é, ele mereceu.
Voz C:O homem sempre merece. Hoje ele é um red pill por culpa sua, não respeita nenhuma mulher.
Voz A:Tá casado feliz com uma mulher que deve respeitar ele, que eu acho.
Voz D:E o que você não poderia fazer por ele?
Voz C:Que também vale, né?
Voz A:Vale, também vale ter um casamento feliz assim.
Voz D:Não, já aconteceu comigo, sabe o quê? Uma vez o menino falava com menino, ele de São Paulo, e aí falou assim: ano novo, eu tô aí, a gente vai se ver.
Voz C:A virada é nós, vamos começar junto.
Voz D:Ó, vou passar o ano novo aí numa casa com os meus amigos. "Eu te mando mensagem." Ele veio, eu vi ele vindo no ônibus. Aí, no dia seguinte, eu mandei mensagem: "Chegou bem?" Nunca mais falou. Eu só via os stories dele vivendo.
Voz C:Ai, você não é de stories? É que você é novo, né? Eu esqueço também.
Voz A:Mas sabe o que aconteceu, Jeff? O Michael Jackson tinha morrido, ele não tava com carinho. Ele falou: "Não tem clima." Não tem clima?
Voz B:Não tem clima.
Voz A:"Vou ficar com os meus amigos, é um lugar seguro." É porque, porque tipo, ele ia trazer essa negatividade para você, Jeff, entendeu? Você quer um homem cuidando dele, ele ia trazer. Os amigos têm que aguentar.
Voz B:Ele pensou em mim pela primeira vez com essa energia, né?
Voz D:Ele pensou em mim antes de ter esse, né?
Voz A:Ele pensou, mô, vai atrás dele hoje, manda um recado, manda um recado para ele agora, Jeff. Fala, vem aqui, vem, vem para o Rio de novo, a virada hoje.
Voz B:Ele pensou, o Rio tá passando uma energia carnal, o Jeff é uma energia espiritual de outras vidas.
Voz D:Eu vou viver a carne. Ah, é verdade. Depois eu vou viver esse encontro de amor.
Voz B:Exatamente. Primeiro eu vou me perder no mundo para depois encontrar minha salvação, o amor da minha vida.
Voz A:Porque tem o amor da vida e o amor para a vida, né?
Voz C:Exatamente.
Voz B:O Jeff é o amor da vida, o Rio de Janeiro é o amor para a vida dele.
Voz A:É ao contrário, é ao contrário. A Mauri, para a vida é o Jeff. Ele vai voltar agora, o Jeff vai passar a vida.
Voz B:O Jeff é a Libiba.
Voz C:Tem uma letra da Alanis Morissette, Handscream, que ela falou assim: vamos atrasar isso para anos mais tarde. É isso, é agora.
Voz A:Pedófilo, boa, boa.
Voz C:Então, anos mais velho do que ela, e ela: vamos, deixa eu ficar mais maior de idade.
Voz D:Ela tipo isso, só não ser crime. Deixa só eu crescer.
Voz A:Hoje ele tá citando música, né?
Voz D:Hoje ele tá musical, né?
Voz C:A gente fingindo que tá compondo numa sala de composição.
Voz D:É um camping, amor, é o camping da Anitta.
Voz C:É que eu venho lá do sertão. É o camping da Fly agora. O lugar é feio, meu irmão. O bootcamp da Fly de composição.
Voz B:Vem aí.
Voz D:Daqui sairão grandes artistas.
Voz A:Esmascando fumo assim, quando galinha passou.
Voz B:Gente, mas ainda falando de burrices, as minhas burrices geralmente são por falta de atenção. A minha também, porque não sei, nunca diagnostiquei, tenho medo de diagnosticar e parar de ter ideia para fazer.
Voz C:Eu digo que eu tenho, mas aí, amigo, não se limita.
Voz B:Não vou me limitar, eu acho que o TDAH ele me expande se eu tiver de fato. Mas geralmente é por falta de atenção. E eu lembro que uma vez eu tava ajudando ajudando meu pai. Meu pai tem uma lanchonete em Ibitinga, e aí eu tava ajudando meu pai e a conta tinha dado, sei lá, da pessoa R$93. Eu fui passar o cartão para pessoa, eu paguei, eu cobrei R$0,93.
Voz C:É TDAH, amigo.
Voz B:E a pessoa foi embora e acabou.
Voz C:Mas isso saiu do seu bolso.
Voz A:Coitado do pai, gente, pelo amor de Deus. O pai que tem TDAH pagar escola.
Voz C:E nem podia demitir ainda porque é filho.
Voz A:A relação deixa bater mais, filho.
Voz C:E ele: ai, onde meu... pra quem que eu vou passar meu negócio? Esse herdeiro aqui vai ficar com isso, vai ficar na mão dessa pessoa? Ele é o único.
Voz A:Eu construí essa hamburgueria pra ele!
Voz D:Esse império é dele!
Voz B:Não sei mais o nome do Bob Esponja, filho.
Voz C:Você é filho único?
Voz B:Não, eu tenho uma irmã.
Voz C:Ah, então ele vai falar assim: sorte que tem irmã ainda. Mas assim, não toma remédio de TDAH mesmo, porque sabe aquele quadrinho Calvin e Haroldo? É o menininho tigre. Quando ele, no final, eu não sei se é verdade aquilo, mas no final ele toma um remédio TDAH e o Haroldo vira um boneco de pelúcia, que era o que ele era desde o início. A imaginação dele é toda cortada, ele tem que ficar estudando.
Voz B:Ah, então a Larizinho tem TDAH também.
Voz C:Tem sim, também tem. O Pedrinho, a Mônica também, hiperativo. Pedrinho hiperativo.
Voz B:A velha, como que é a velha?
Voz C:Dona Benta. Dona Benta é histriônica.
Voz A:Senhora de engenho, né? Grossa, racista, escrota pra caralho.
Voz D:É escrota pra caralho.
Voz A:A gente criança, a gente não sabia. Hoje eu sei.
Voz B:Ah, mas a criança é como se fosse da família.
Voz D:Porra nenhuma, Tia Anastácia.
Voz B:A Dona Benta não lavava louça?
Voz A:Exato. Cadê a Dona Benta lavando louça?
Voz D:Não era da família também?
Voz B:Naquela época criança trabalhava também, não tava lá ajudando.
Voz D:Abaixa 6 por 1.
Voz C:Liberdade pra Tia Anastácia. Vamos pressionar o Senado, gente. Agora, senadores, entendeu? Ah não, gente, que absurdo! Mas tem outra, fala. Ai, Dona Benta histriônica racista!
Voz D:Ai, Dona Benta!
Voz A:Aí a Dona Benta pronta, gente!
Voz D:Ela causa, né, mulher?
Voz A:Ela causa, meu amor!
Voz C:Tem outro tipo de burrice que às vezes eu caio também, que é de acreditar em algumas fake news.
Voz D:Eu também, eu tô virando uma tia do fake news.
Voz C:Eu também tô virando, gente.
Voz D:Eu tô virando, eu mando direto assim.
Voz B:Gente, que eu chorei esses dias, que era uma sala de adoção animal. E aí que os cachorros, que o cachorro escolhendo o dono. E aí eu comecei a chorar, chorar, chorar, porque eu choro, né? Eu sou melancólicozinho. Aí eu comecei a chorar, chorar, chorar. Aí eu comecei assim, gente, mas por que o cachorro velho tá indo no velho, o bulldog tá indo no roqueiro? O labrador tá indo na boirinha. Eu fiquei assim, aí eu fui ver, aí eu fiquei tão triste.
Voz C:Amigo, eu caí nesse também, eu me senti muito bobo. Mas aí tem que ter um recorte social, gente, não pode considerar burrice porque seria ignorar a desigualdade social.
Voz A:O quê? Porque você não tem dinheiro, vai estudar I.A.?
Voz B:Você tá me chamando de pobre porque eu caí numa I.A.?
Voz C:Não, a gente tá se colocando no Brasil profundo, amigo, a gente tá no Brasil Brasil Profundo também. Quem não pode estar no Brasil Profundo?
Voz D:A gente não pode?
Voz C:Quem não, no pleno mês do orgulho, a gente não pode apresentar o Brasil Profundo?
Voz B:Que caiu a boca do tamanho da minha e das gordonas do BBB.
Voz A:A Fly com os beiços desse tamanho, a cara esticada do facelift, tá falando que é brasileiro, virando a Pabllo Vittar. Aí você vem me falar que ela é Brasil Profundo, que tá cortando o cana? Ah, você me favor, Fly. Ai, você é outro, e você é outro. Compra jaqueta da Farfetch e vem aí falar que é Brasil Profundo.
Voz D:Vai se foder!
Voz A:E o Jesse é outro também.
Voz D:E você também, você de bolsa aí andando com bielo, comendo um coisa, vai se foder!
Voz C:Grande Carice, bom dia!
Voz A:Vai se foder você! Vai você! Coloca duas roupinhas atrás. Ai, nunca comi pistache, vai se foder! E você, Amaury, vai se foder! Não tem tema mesmo nessa merda aqui, não tem tema mesmo. Vai se foder! Ah, vai se foder!
Voz C:"Vai se foder!" Mas essas burrice irritam, vocês não acham? Ou tem que ter o recorte, tem que entender se a pessoa caiu fake news? Porque eu acho que cair num papo de coach ou de uma pessoa que tá divulgando tigrinho, eu acho que é outro tipo de burrice.
Voz D:Aí, pra mim, é tapa na cara, pé na orelha.
Voz B:Mas aí não é ingenuidade?
Voz D:Não, é burrice mesmo.
Voz A:Não, amigo, não.
Voz B:Ingenuidade é porque o tipo de gente que vai jogar acha que vai ganhar mesmo, gente.
Voz D:Não jogou uma vez perdeu, jogou duas perdeu, jogou três toca na tua cara caralho!
Voz A:Tá maluco?
Voz B:Ah então você não considera um vício? Você não considera um problema de saúde pública Jeff o vício da Jogoça?
Voz D:Eu sou homem de direito bem mais burrista...
Voz A:Sabe aquela música "bacita ela tá garota"?
Voz D:Já é isso!
Voz B:Vai tentar entender agora hein?!
Voz C:Menino sobre a saúde mental— Isso é para as pessoas procurarem ajuda e as pessoas colocando a margem como se fosse um funk simples, entendeu?
Voz A:Mas você sabe o que eu achei meio burrice? Quem ficou muito maluco esse negócio do OVNI aí? Eu acho que foi o Felipe, Tereza.
Voz C:Gente, o negócio é uma burrice que eu odeio de brasileiro.
Voz D:Qualquer coisa que acontece no Brasil vira um circo, todo mundo segue. Nunca vi um OVNI, caralho! Nunca vi um, nunca soube que existia. Descobriu agora que existe vida fora da Terra, caralho?
Voz C:Aí vai seguir o menino. A tiazinha, viu, lá nos anos 2000, gente, pelo amor de Deus.
Voz B:Alguma coisa assim, vocês acharam um disco voador?
Voz C:Não, acho coisa de louco.
Voz A:Mas foda-se, eu também, vai se foder, sabe?
Voz C:Não, mas eu acho que esse daí do Brasil também me irrita, gente. O Brasil fica muito fã das pessoas. Eu acredito também.
Voz D:Muito. Nada contra o menino lá do negócio lá, o negócio lá.
Voz B:Eu já vi um negocinho piscando, voando, 3 assim, que eu achei muito estranho.
Voz D:Às vezes deram 3.
Voz B:Eu morava em Campinas e eu morava para um lado com pluguezinho de luz.
Voz C:É o filme da Madonna, gente, o filme da Madonna que ela lançou, Confessions of a Secret Lover.
Voz B:Era um laser saindo da buceta de alguém, né? É, sei de pouco.
Voz C:Gente, mas também acho. Você viu no interior?
Voz D:A imaginação tá muito esperta.
Voz B:Campinas. Só que eu vi 3, e aí eram tipo 3 luzinhas, era um rastro de OVNIs, né? Era tipo um triângulo assim, era 3 luzinhas, só que aí elas ficavam tipo meio que mudando de lugar assim, sabe? Coisando. E eram várias luzinhas assim, meio longinho.
Voz A:Será que não era só o vagalume?
Voz B:Não, ai, gente, não, não sei. Às vezes era um drone, né? Mas eu, às vezes era um show de luz o ensaio do show de luz, sabe? Então a minha lembrança emocional era um disco voador.
Voz C:O logo da abertura da Shakira, gente.
Voz B:Eu tô me sentindo a Xuxa falando do Andy, do show.
Voz C:Aí todo mundo fala: ah não, do Andy, Xuxa é maconheira. Ela ali, ela pirou, gente. Do Andy, para mim, já é demais.
Voz A:Ah não, gente, já soltou o B das letras. Ô gente, mas eu acho que óbvio, né? Tipo autodeclaração. Entendeu? Aí eu vi OVNI, sim, eu sou pardo, só, entendeu?
Voz D:Claro que eu sou um homem negro de direita, acabou.
Voz C:É um statement, é um manifesto.
Voz A:Eu vou falar para o Jeff, não, você é negro de esquerda.
Voz B:No meu ano receberam influências de ETs.
Voz C:Como assim?
Voz B:Continua no que ela nasceu. Ela, as crianças receberam influências de ETs, então ela tem algumas habilidades, tipo cicatrização.
Voz C:Essa senhora histriônica também é bem doida, né, gente? Vamos combinar.
Voz D:Nossa, ela não se machuca, garota.
Voz C:Ela se recupera muito rápido, aquelas 50 plásticas que ela faz.
Voz D:Nossa, sim, mas ela falou que ela falou que aquela Ela falou que sim, que a cicatrização dela das plásticas é muito melhor.
Voz A:Gente, faz sentido! Por isso que ela faz bastante, porque ao mesmo tempo que cicatriza rápido, volta ao normal rápido. Tipo, o botox dela em 15 dias deve...
Voz D:Não fica muito tempo, não dura, né?
Voz C:E ela tá tentando...
Voz D:A pele absorve muito rápido, porque ela tá em eterna transmutação, né?
Voz C:O botox, ele inflama, né, a pele. Então, o corpo dela de mutante, de extraterrestre, é influenciado, cura o botox. Então assim, não faz efeito.
Voz D:É a imagem do Twitter, que ela tá assim, ó, ela vira um ET. Ali é ela de verdade, ali é a verdadeira Gretchen. Quando ela tira ali, eu sou a Gretchen.
Voz C:Mas eu, um povo que eu fiquei com muita, com muita raiva, gente, duas pessoas que ficaram famosas que a burrice do povo brasileiro me deu O mendigo, aquele Divaldo. Gente, quando ele ganhou esse negócio, eu morri, gente.
Voz D:Nossa.
Voz C:Mas o arroba dele era mendigo. É, o arroba era mendigo.
Voz B:É o nome artístico, é Divaldo.
Voz C:Ele se autodeclarou @mendigo, então assim... Tá.
Voz A:Mendigo de direita.
Voz C:É, mendigo de direita. E a mulher que não deu assento pra criança no avião. Gente, eu não tô... Ai, que vergonha. De dar um murro em alguma coisa. Não tolero essa mulher que não deu assento pra uma criança. Dança. Foda-se ganhar milhões de seguidores também do BBB.
Voz D:Ai, outra tonta!
Voz A:Ai, outra corna de BBB, pior raça! Você pode apoiar a mulher não ter dado assento? Você pode apoiar a corna?
Voz D:Você precisa seguir essa desgraçada e fazer dela uma pessoa relevante sendo que ela não é porra nenhuma?
Voz A:A do cowboy também.
Voz D:Mas ela ainda não foi corna, calma. Na moral, jogador de futebol, mas as putas de jogador de futebol me irritam muito também.
Voz C:Ah, mas eu acho elas inteligentes.
Voz D:Eu tô falando das putas.
Voz C:Ai, tem que ganhar dinheiro.
Voz A:As amantes que não pode.
Voz C:É, não, mas para ter, eu quero, eu, se eu tivesse um útero, eu teria um filho jogador de futebol, gente. Eu teria, eu super teria.
Voz D:Minha carreira seria Maria Chuteira.
Voz C:É burra, meu amor. Moleque tem útero e não engravida jogador de futebol pra ganhar pensão lá da Europa? Tá fazendo o quê na vida?
Voz B:Mas se for um jogador de Mirassol...
Voz D:Não, aí você não vai citar a minha mãe aqui, não. Vamos respeitar também, caralho. Não é bagunça isso aqui também, não.
Voz B:Não, mas eu tô falando no sentido de dar golpe.
Voz D:É ele que deu golpe, meu amor.
Voz B:Exatamente, exatamente.
Voz D:Ele que deu golpe, ele deu golpe da pica.
Voz B:Eu tô falando com uma coitada que vai querer seguir o exemplo e não vai ter depois onde cair morta igual ela tem, entendeu?
Voz C:É, não, tem que pegar internacional.
Voz D:É, não, essas fodidas que dá aqui para os meninos de Bangu acham que eles vão ser alguma coisa, você engravida, faz 3 filhos, ele continua tão fodido bebendo non-bá barrigudo 10 anos depois.
Voz A:Porque ele fez um gol de bicicleta, é o avistoso do bairro. Não, não, é de Palmeiras para cima, filha.
Voz C:Tem que ver a contracorrente.
Voz D:Olha a Virgem de Santana, gente, tá no clipe da Madonna, pé fale. Aquele ali sim, aquele ali, aquele ali, ó, no pelo, amor, na emoção.
Voz B:Ele nunca ia sair de mim.
Voz C:Esse é você, Madonna, ia falar assim: ué, esse pau não tá para fora na gravação? Ele: ah, não, tem que estar, tem que estar mijando, tem que balançar.
Voz A:Gente, é para os gays, eu ia falar para os gays, gay não merece.
Voz D:O Grindr tá patrocinando balançando. É, a gente precisa desse take, precisa desse take.
Voz C:Mas eu fiquei vendo no Twitter, a galera xingou, que o Twitter também tem muita gente boa, muita gente boa. A galera xingando, cancelando a gay do OVNI. Gente, se ele viu, você acredita ou não acredita? Ele não te enganou, é o que ele viu, a visão de mundo dele.
Voz D:Ele tá falando a verdade dele, tá votando no confessionário sobre a verdade dele.
Voz C:Não aceito, não aceito.
Voz B:Vocês viram que estão matando os animaizinhos dele?
Voz C:Eu vi. Então, ah não, gente, mataram ontem.
Voz B:Já mataram acho que uma parte, mataram mais alguns esses dias.
Voz D:Macabra. E uma família de patas.
Voz C:Ai, que horror, gente, não pode ser assim.
Voz B:Ai, esse psicopata agora começou a matar os próprios animais para fingir que tá sendo atacado.
Voz A:Gente, eu tava vendo esses dias, gente, esse episódio é mais uma publi para temporada Os Outros que tá no Globoplay, tá? Ai, eu sou muito Sibeli! Ganso, ganso morre, pato morre. Um beijo para vocês que estão ouvindo, obrigada, Globoplay!
Voz C:Eles morrem mesmo, gente, eles morrem. Então aí é bicho, né, tá solto, morre. Mentira, não, mas não sei. Mas é isso, gente. Outra coisa que eu acho muito curioso, eu separei aqui alguns casos para a gente avaliar. Avaliar se é burrice ou não, tá bom? Pra gente ser um espaço de acolhimento e classificar se é muita burrice ou se essa pessoa na verdade foi muito inteligente e a humanidade não acompanhou. Ok, tá bom.
Voz B:Eu tava saindo com o Bofim esses dias que ele me chamava de burro toda hora, sabia? Aí eu não sei se eu sou burro ou não, mas eu chamava de burro. É, a gente foi ver uma peça de Nelson Rodrigues Eu fui falar Nelson Rodrigues Moura, eu falei Nelson Rubens.
Voz D:Aí ele tá pronto também. Aí eu fui lá, trouxe um chocolate.
Voz C:Você vai sair daqui do diagnóstico do Joguinho do Grifo com o diagnóstico, amigo. Você vai sair, tá bom?
Voz D:Fica tranquilo.
Voz B:Aí ele me deu um abracinho lindo, um beijinho assim, falou assim: Tadinho, burrinho, né?
Voz C:Ai, mas eu não ficaria mais com ele não, amigo. Ai, que horror, homem que me chamando de burro. Burro.
Voz A:Ah não, não gostei, amigo, do jeito que ele falou. Porque tipo, o Y falando que foi o Yasser Arafat, não é que ele é burro, ele errou.
Voz D:Ele dá hora para pensar, é a COVID, a COVID faz essas palavras.
Voz C:Mas é a maneira como é o contexto, amigo. Você teve, você que teve 3 vezes COVID, não Foi?
Voz B:Não tive nenhuma.
Voz A:Fui eu, eu tive muita COVID. Aí repara, repara os meus cortes, eu fico 15 segundos para encontrar uma palavra. Eu não era assim antes de COVID e não é maconha porque eu não fumo, não é Alzheimer porque eu sou feliz.
Voz C:Assiste para Maria para ver como ela fica assim, olha.
Voz A:É 2 horas eu pensando.
Voz D:Calma, calma, fulano de tal.
Voz C:Rico, se foda!
Voz D:Um aburrice que eu odeio. Rico, meu kid, um aburrice que eu odeio. Eu odeio muito burro, gente burra que acha que pode sair falando o que quer na internet. Gente boa, na minha época, burrice, a gente tinha vergonha de ser A gente tinha vergonha de falar as coisas que a gente não sabia. Hoje em dia tem uma merda de um rico meio kids que abre a boca e sai falando um monte de burrice e acha que tá arrasando.
Voz A:Amigo, posso ir mais além? Gente feia não pode ser burra.
Voz C:Desculpa. Tem que escolher, tem que escolher.
Voz D:Escolhe, amor, ou você é feio ou você é burro, porque você já é feio.
Voz B:Se você tá ficando feio, começa a estudar.
Voz A:É da hora, entra pra faculdade na hora.
Voz B:Às vezes fica, a gente não é obrigado, porque aí você fica rico, faz procedimento para ficar bonito de novo.
Voz D:Mas tem gente que não dá jeito, que nem um rico, né?
Voz A:É que nem um rico, fica quieto, fica quieto, caralho, fica numa masmorra assim, não fale nada, não poste nada, fecha lá dentro, passa a chave, joga para fora e a gente não vai sentir falta.
Voz C:Vai que ele ia deletar esse Instagram, ele não ia deletar essa porra? Várias vezes ele ia deletar.
Voz A:A culpa é da porra do Lula que deixa um homem feio desse. Cadê o Alexandre de Moraes? Que na hora de tirar meu Twitter ele foi rápido, na hora de tirar o Instagram do rico ele deixa.
Voz D:Corta essa merda, corta esse fio que liga essa porra.
Voz C:Não fizeram isso com aquele Monark? Cadê que não faz um currículo malquido, gente? Bora, bora, bora!
Voz A:Rico tá assim de defender nazismo mesmo, é assim, gente.
Voz C:É que tem que deixar aberto para ele poder defender, para a gente poder cortar tudo. Porque eu acho que tem que dar corda, vai ter que dar corda. Não fala mais, Rico, faz aula.
Voz D:O que que você acha? Pegar o microfone assim ao vivo e falar assim: o que que você gosto do Hitler, Mussolini.
Voz B:Você aplicaria na realidade?
Voz C:Quero saber, por favor, se posiciona.
Voz A:Legal que você falou aí, top!
Voz C:É que eu odeio, é porque eu odeio é a pessoa que eu acho que é muita burrice, a pessoa relativizar com uma coisa nada a ver. Foi o caso do Rico defendendo ali as pessoas que jogam tigrinho, porque ele divulga que ela tinha dito, a Lei Rouanet. Aí os artistas fizeram aquele movimento de sentir gringo, tem várias pessoas. E ele falou assim: queria que esses artistas posicionassem contra a Lei Rouanet.
Voz D:O que que tem a ver, seu vagabundo burro? Você é muito vagabundo, idiota! Você é burro, cara!
Voz C:Nossa, se cair de quatro não levanta mais. Se pintar grama de verde, se pintar cama de azul, morre de Sua burra!
Voz D:Como é que tem coragem de falar, ouvir, ler, reler e postar?
Voz C:Apaga essa merda! A pessoa assiste depois, gente. É que você vê, um story você não vê de novo, você sobe direto. Ah não, muita rigidez mental. Pra mim é rigidez mental, assim.
Voz D:Não tem nem mente mais, eu acho, amigo.
Voz C:Burro, mais burro do Brasil.
Voz D:Pera aí, deixa eu ver aqui, malquedo. Só tem porra na sua cabeça.
Voz C:Nossa, coragem, gente. Momentos ruins, tipo esse.
Voz D:Que o gay tava brigando por ele, não conheço, dizendo que aí eu não quero ser chamado como ex, que eu sou aplau.
Voz A:Mas esse moleque, a gente que é PHD em diferentes coisas, sabe que esse cara só tancava o rico para ganhar seguidor, porque traía, tá, que nem sussurra seca. Porque é um menino bonito, é um menino bonito, gostoso, se prestando a transar com rico.
Voz C:Meu, que é, olha o nível que as pessoas chegam na internet. Branca, para que que eu vou transar com o cara do Mirasol, gente? Pelo amor de Deus, que mundo é esse que a gente tá?
Voz A:É Mirasol, seria Mirasol, não é Barcelona, né?
Voz B:Não é Real Madrid, o Hendrick, entendeu?
Voz C:Porra, aí tem que dar, gente, tem que dar. Aquele que era o combo, qual que é aquele que era o jogador combo? Que jogava uma coisa de Londres. A gente tem que dar para o Richarlison.
Voz D:É esse o Richarlison, o pai do bebê. É, queria fazer outro bebê.
Voz C:Gente, se eu fosse, eu ia ser muito Maria Chuteira se eu fosse.
Voz D:Gente, é por isso que não dá pra dar cobra, amigo.
Voz B:Não dá, é que jogador tem uma pernona, né?
Voz C:Geralmente eles são mais grossos.
Voz D:Imagina se Imagina eles no vestiário quando desce assim, todo mundo no vestiário assim, a bundona assim, bum, suor.
Voz C:Ai, a Copa, que delícia, gente! Se eu tivesse na Copa, o pau, o pau dos jogadores da Espanha não ia descansar.
Voz B:Se eu tivesse na Copa, eu ia falar assim: gente, vocês têm que estar mais leve para conseguir correr.
Voz D:A fiter do jogo, a mais fácil de relação é Vem, se eu tivesse na Copa, os jogadores do Irã, gente, o juiz apitou o final da partida, eu já vou para cama e já fico assim, só esperando ele chegar. Eu vou estar assim, ó, eu vou estar assim.
Voz C:Vem amassar, assim, olha, ajoelhado, ajoelhado.
Voz B:Vem cá, vou sugar tudo de ruim de você. Ai, vamos tirar essa derrota, Brasil! Vou te fazer um Kundalini, vem cá.
Voz C:Ó, eu peguei tudo isso aqui do TikTok, tá, gente? São burrices pra gente acolher. Tá, tem que acolher? Ah, às vezes. É só se for a pessoa merecer, tá? Uma vez a gente fala se é desatenção, se é burrice, ou se a pessoa foi muito inteligente. Na verdade, uma vez fiquei horas—
Voz B:pegadinha, então tem pegadinha.
Voz C:Uma vez fiquei horas passando entre os anos olhando o calendário para saber quando meu aniversário iria cair numa sexta-feira 13. Meu aniversário é dia 4 de janeiro.
Voz D:Eu ia falar uma palavra que não pode. Nossa, idiota, imbecil!
Voz A:Isso é coisa de maconheiro, gente.
Voz D:Desculpa.
Voz B:Droga, eu achei esse pensamento, achei uma coisa Retrógrada, palavra, palavra forte, né?
Voz A:Palavra chique. Ontem, gente, eu tive que fazer publi da Boticário, não, para variar. Gente, feliz! Fragrância. Eu tive que ficar treinando meia hora antes do programa, que eu não consigo. Aí eu falei bem pausado, é essa fragrância é maravilhosa.
Voz B:Ai, gente, eu achei essa menina meio tonta, para falar a verdade. Eu achei ela meio assim, já pensou se o Natal cair numa sexta-feira 13?
Voz D:Não, eu achei que ela quis fazer uma coisa graça assim, assim, como eu sou burrinha, me come, me come, eu sou burra.
Voz A:Achei que isso ia parecer até inventado, gente.
Voz C:Capaz, mas assim, o Amaury, você que tava com aquele homem que falou: "Você é burrinho?" E aí vocês estão ficando ainda assim? Você acha que tem gente que se assanha, que sente tesão por gente mais burrinha? Vocês acham?
Voz D:Eu gosto.
Voz B:Então você confirmando que eu sou burra?
Voz C:Não, porque o cara falou: "Você é como você é burrinho?" E apertou. Você falou que ele fez burrinho e gostou assim. E o Jeff falou que gosta. Gosta? Vocês acham que tem gente que gosta assim de pessoa?
Voz D:Ai, como ele é bonitinho!
Voz B:Eu acho que sim, eu acho que sim.
Voz D:Ou não, mas meio bobinho assim, meio bobinho.
Voz B:Eu gosto de gente meio bobinha, mas ele não é daqui, a gente não tá ficando assim, né?
Voz A:Ah, então era do interior?
Voz B:Não, ele é lá para baixo, cidadão do mundo. É, ele é lá de cima, mas ele mora lá embaixo.
Voz A:Acho. Ah, ele é do céu, porque todos nós nascemos, mas ele escolheu o inferno.
Voz C:Ah, ele é nordestino. Ai, que delícia, gente, são os melhores, mais saborosos. Gente, que delícia, delícia. Outra conta aqui, ó: a conta de água aumentou drasticamente em casa quando eu era pequena, porque agulhinha no relógio, porque aprendi na escola que água parada dava dengue e dava descarga de 5 em 5 minutos. Consciente, inocente ou criança burra? Porque tem criança que é burra, criança burra, depende da idade.
Voz D:É criança, é criança. Ah, eu acho que ela é criança que aprendeu na escola.
Voz B:Muito boa, que não era, não foi minha, foi de uma amiguinha minha da minha sala. Acho que na 4ª série a dengue tava bombando tava todo mundo muito, né, era o hit, tava assim. E aí, gente, a gente aprendeu a fazer meio que um—
Voz C:é tipo a Madonna, vez ou outra volta assim nos tops dos charts, vem assim sempre.
Voz B:Isso, foi tipo um hit assim, foi Michael Jackson, foi a MJ mania assim que voltou. A Danger Mania tinha voltado e aí tava todo mundo: ai, Danger, Danger, Danger, não pode deixar de comprar. E aí a gente teve uma aula que ensinaram a gente fazer meio que uma coisa Contra dengue, assim, contra dengue.
Voz D:É um remédio, é tipo um antídoto.
Voz B:Não, não é antídoto, era tipo uma para segurar o mosquito, sabe? Para o mosquito ir lá e tomar uma armadilha.
Voz C:Armadilha de mosquito? É Valdorf, isso é Colégio Valdorf, coisa de não dá para jogar colégio construtivista, que a gente não joga.
Voz A:Eu vou cagar, continua falando.
Voz B:Gente, a menina, a professora falou para ela levar, colocar água sanitária no negócio, e ao invés de água sanitária ela colocou água do vaso sanitário e levou para escola uma garrafa PET com água do vaso sanitário para fazer o negócio contra dengue.
Voz C:Ai, que menina porca! Mas coitada, inocente, burra. Gente, a menina é muito burra! Eu, a o senhor do prédio. Você é muito burra, menina! Aqueles que ensinam os gringos.
Voz B:Você vai beber, sua burra!
Voz C:Bebe aí, otária! Eles ensinando os gringos, sabe aquele tal? Mas quando eu era criança, eu era muito inocente e eu estudei sempre escola pública, e aí tinha um menino que falava assim: ai, meu tio é viciado em farinha, para minha mãe. E eu tava do lado do menino e a gente tava numa quermesse, alguma Coisas assim. Aí eu falei: mãe, mãe, fala para ele que tem farinha lá em casa. E aí minha mãe riu. Depois ela falou assim: não, essa farinha é droga.
Voz D:Aí eu: era outra farinha?
Voz C:Era outra farinha que era pó. E minha mãe já tinha pego ela. Isso é outra farinha, é droga.
Voz D:Olha, meu tio, vai lá em casa, tem farinha.
Voz C:A polícia querendo pegar minha mãe. Cala a boca, menino!
Voz D:Cala a boca!
Voz C:Eu acho que eu tenho uma burrice que é assim, que eu acho que para mim não tem sentimento, não tem explicação. Sempre que eu vejo a polícia, ou a polícia tá passando, o carro tá passando, é que eles estão passando meio de ronda assim devagar, eu fico muito inquieto assim, parece que eu fiz alguma coisa de errado assim. Eu fico agindo como se eu não fosse suspeito e eu não fiz nada.
Voz D:A pessoa mais negra, alguma droga no meu bolso, tem alguma droga, se tem alguma armas, se tem alguma coisa. Do nada vai surgir um malotezinho de posse, né, no meu bolso, um pino, né, no meu bolso aparece do nada.
Voz C:Eu fico apavorado. Morro de medo de colocar droga na minha mala no aeroporto, do nada.
Voz A:Morro. Sim, minha mãe, ela coloca cadeadinho e cava toda a mala, aquelas malas de gente maluca que tem. Gente, mas tá certo, mãe sempre fala: não viaja para país que tem pera de morte, porque senão os traficantes colocam a coisa lá.
Voz C:Você morre lá mesmo.
Voz A:Exato, você nunca mais te vejo, você morre lá. Então eu nunca vou para as Malásias da vida, porque minha mãe me tirou de onde eu fui criada. É, também, também, mas a gente vê até, né? Eu sou contra. É burrice minha ser contra pena de morte?
Voz D:Se for, burra.
Voz B:E também acho muito burra a pessoa cometer um crime que a pena é de morte, né?
Voz D:Tipo, você vai morrer sabendo Foi risada, pô, tipo assim, mano, tá querendo morrer?
Voz A:Se foi culpado, tipo, justamente, tá, beleza, mas tipo, você cometeu sabendo que tinha o risco, merece morrer.
Voz B:É verdade, não te salva da prisão eterna, meu bem. É isso que acontece.
Voz A:Agora não vai salvar porque ela tá lá arrasando com Lewis Hamilton, meu amor.
Voz D:Deliciosa, da Ferrari dele. Graças a Deus.
Voz A:Agora não é hora de cometer crime grave, tá?
Voz D:Fica só— Cardassio está vivendo um sonho americano.
Voz C:Britânico. Ai, que homem gostoso, gente! O Lewis Hamilton. E ele é muito legal, ele é muito cheiroso.
Voz B:Ele pensava no Kanye West, pegava o jet ski, voava com ela na areia e eles capotavam, né?
Voz C:Ai, mas o Kanye West também era um gostoso, gente. Ele, antes de começar a endoidar demais ali, ele deu uma ilha, ele era super apaixonado, chamou a Holanda do rei pro casamento deles. Ai, ele era muito gostoso.
Voz D:Nossa, hein, que bacana!
Voz C:Não tinha como dar certo, né? O casamento com a Lana Del Rey não tinha como terminar bem, né?
Voz D:Foi amaldiçoado, meu amor.
Voz A:Gente, o Kanye, para mim, ele tem o mesmo problema do Baco e Chuchu do Blues, né? Sentado é lindo, aí fica em pé, você fala: ué, aumentou 10 centímetros?
Voz D:Eu não ligo para isso, eu não ligo para isso. Não importa, na horizontal todos temos o mesmo tamanho.
Voz C:Eu não sei por que o Baco nunca postou uma milo dele. Pode ver que ele posta foto sem camisa, mas ele sempre dá um jeito de esconder uma milo, gente. Podem procurar, não tem uma milo do Baco Xodobulus.
Voz A:Ele é cheio disso nas fotos.
Voz B:Será que é uma milinho?
Voz A:Não sei.
Voz C:Será que é aquele mamilo que parece uma mordidinha de mosquito? Sabe aqueles padrão que posta foto e uma mila desse tamanhozinho assim?
Voz B:Olha, mordidinha de mosquito.
Voz C:Mas bonitinho também.
Voz A:Eu acho que o grande é pior, gente. O bordado dela é pior, gente.
Voz D:É o grandão, um presuntão, a rodelona de pepperoni.
Voz C:Assim, uma marbinha pequena assim, olha.
Voz A:Nossa, você falou essa bolota era para estar embaixo, não em cima, né?
Voz C:Mas é que ele tinha um muito grande assim, não era tão uma marbinha, mas ele era meio assim, olha. Ele é muito grande, ficava meio assim. Ai, que nojo! Ele gostava que apertasse, gente. Fico nervoso quando é muito comprido assim, comprido, meio coreano assim, meio bicudo assim, meio ceratocone.
Voz A:Mamilo da Beamon assim, ceratocone.
Voz B:Olha, que loucura! É um dedinho assim, mamilo, que assim, ó.
Voz C:Outra história aqui, gente. Eu trabalhava num pet shop e tinha duas cachorras com o mesmo nome. Troquei elas e foram comparar em casas diferentes. No final deu tudo certo. Eu acho, acúmulo de trabalho, escala 6 por 1, que faz isso, gente.
Voz D:Ela foi esperta porque não sei muito entender história.
Voz A:O caso de burrice aqui, ó, foi rico meu kids, foi rico meu kids, quis dar opinião, nem escutou.
Voz D:Se ele pode, eu também posso, Jenny.
Voz A:Verdade. Não, agora você me calou mesmo. Eu achei que é capitalismo, gente.
Voz C:Eu também achei.
Voz A:Assim como o caso da criança que levou água de privada na escola, eu achei capitalismo também. Porque sabe o que é isso? É criança que não tem supervisão de pai e mãe em casa, que estão cansados, chegaram do trabalho, entendeu? Porque qualquer mãe ia falar: tá maluca, essa filha da puta, porra, é que é esse daqui, água sanitária, não sabe?
Voz D:O cheirão de merda subindo.
Voz A:É mãe que não ensina, entendeu? Porque não tem tempo, coitada.
Voz C:Esses dias minha sobrinha, ela tava fazendo missão de casa e aí ela falou assim: nossa, tá muito difícil. Minha sobrinha tá no— ela tem 10 anos, é quinta série quem tá com 10 anos, ou é sexta, sei lá, alguma coisa assim.
Voz B:Acho que é quinto ano, né?
Voz A:Acho que é quinto.
Voz C:E aí Aí eu fui ajudar ela. E aí, era matemática, gente. Eu sempre fui muito burro para matemática. E aí tinha uma fórmula lá que eu não consegui fazer a conta. E eu me senti tão inútil, gente. Eu joguei no chat de EPT, ajudei a fazer a continha. Amiga, eu não consegui fazer uma conta.
Voz D:Se botar na minha frente, eu não sei.
Voz B:Eu não sei dividir.
Voz D:Ai, eu não lembro como é que faz dividir.
Voz A:Talvez eu não saiba também.
Voz D:Eu lembro que fazia assim. Fazia assim, né? Aí botava um negócio aqui, um negócio aqui, resolvia aqui.
Voz C:É uma coisinha assim, ó, mas eu não lembro a ordem.
Voz D:É, era um negócio assim.
Voz A:Esses dias eu fui fazer também, e não é culpa nem da internet, gente, é culpa que tipo quando a gente fica velho a gente usa calculadora, né?
Voz B:Mas eu nunca aprendi de fato. Eu parei de aprender matemática com fração ali e nunca mais foi.
Voz A:Que? Ah não, é possível, Mauri, possível.
Voz B:Não, uma coisinha ali ou outra eu conseguia, mas eu deixei de entender de fato a matemática, de tipo assim, daqui pra frente eu vou ter que me fuder muito.
Voz A:E tiveram pro UNI?
Voz D:O Lula faz tudo mesmo, né? O Lula faz tudo mesmo.
Voz B:Será que o cara tava certo? Eu realmente sou burrinho?
Voz A:A Lei Rouanet pegou o meu dinheiro e deu pro Amaury, que não sabe fração, fazer faculdade. Sim, sim. Mas, mô, você é comunicação, relaxa.
Voz B:É, tá tudo bem.
Voz A:Não, foda-se, tem que saber falar, e isso você sabe.
Voz B:Não sei, às vezes também não, às vezes me falta um pouco de dicção, mas a gente vai indo, né?
Voz A:As pessoas que você entrevista é pior que você, né? Fale um gay, sabe falar menos que você.
Voz C:Fale uma trans, Pablo Vittar. Mas a Clementão é pegadinha. Se cair numa alternativa lá, quem dessas daqui é trans? Dani Bond, Clementão, Bia Monte.
Voz A:É para derrubar, é para derrubar. Nicole Balls.
Voz C:Aí eu acho que pega.
Voz A:Deixa em branco assim, não. Faz, vê quantas você marcou. Ai, falta uma para ficar 25% cada uma.
Voz C:Eu sou do gabarito, eu sou do gabarito. Assim, gente, tem um teste aqui do G1 que ele fala para a gente saber se a gente saberia contas de— eles falaram assim: crianças brasileiras não sabem resolver essas 10 questões. É um problema social, né, gente? É, ó, quanto que é 3 vezes 9? Alternativa A, 12. Alternativa B, 27. Alternativa Pode ser 39 ou 93.
Voz A:27, já arrasamos no 27 aqui, ok?
Voz D:Aí tá tranquilo.
Voz C:Olha, no Brasil 51% das crianças não conseguem. Olha o murro nas crianças, gente! Essa daqui era assim, aqui, olha, para descobrir a coluna, aqui tem duas colunas, para descobrir o número da coluna B basta multiplicar carpôr 6, o número da coluna A. Usa essa regra para assim, olha, a coluna tem que, enfim, quanto que é 5 vezes 6?
Voz D:Mas aí você tá dando um nível muito—
Voz C:5 vezes 6, 30, 35.
Voz B:5 vezes 6, 35, é 30, meu amor.
Voz C:Não, 30 é 27, 35. É 30, 35, que tem 30, 30, porque 5 vezes 5 é 25, bota mais E 7 vezes 6? 42. Acertaram, acertaram, gente! Olha, maravilhoso, maravilhoso! Morro nas crianças.
Voz A:Nossa, só tabuada!
Voz D:Diz, na minha época eu decorava tabuada.
Voz C:Essa daqui é difícil, essa daqui é difícil.
Voz B:Olha, vamos ver, eu não vou nada. Tinha na de vocês também?
Voz A:Tinha aquilo do Silvio Santos: você é mais inteligente que um aluno da quinta série.
Voz C:É daquilo, qual das figuras abaixo está dividida por um eixo de simetria?
Voz A:O quadrado. Eu não. Ah, pelo amor de Deus, Y, vai se fuder!
Voz C:Eu fiquei na dúvida também.
Voz A:É o quadrado que vira dois triângulos ali, ó.
Voz D:É porque o quadrado tá mais certinho no meio, o retângulo tá mais pro lado de cá.
Voz B:Ele tá, ó, isso, meu amor, divide todas as peças aí pela linha. Qual fica exatamente igual a outra parte?
Voz C:Vamos ver. Aí, acertaram!
Voz A:Olha, nossa, nossa vitória! Agora as crianças que te dão o murro, o murro das crianças!
Voz C:Gente, mas eu sempre vou mandar mais difícil aqui, olha.
Voz A:Não tem que ir na mais difícil, tem que ir na certa.
Voz C:Eu não vou na óbvia, gente. O primeiro, primeiro, vou ver se é exatamente 1/4. Ó, esse daqui eu sei.
Voz B:Por que que não é o último?
Voz C:Porque aqui tem 5. 1, 2, 3, 4, 5. Olha, quanto mede esse lápis, gente?
Voz B:19 centímetros.
Voz A:5 centímetros.
Voz D:7 centímetros.
Voz B:Não.
Voz A:O Jeff já caiu.
Voz C:Errou, Jeff, olha aqui, olha só. 20 segundos, você consegue. Aí, esse aqui eu gosto desse daqui, ó. Um armazém recebeu 45 caixas pequenas e 24 caixas grandes.
Voz B:69.
Voz C:Cada prateleira comporta 9 caixas pequenas ou 3 caixas grandes. Quantas prateleiras são necessárias para guardar todas as caixas.
Voz A:Ah, isso deve ser regra de três, não é?
Voz D:Eu acho que é. 45 caixas pequenas e 24. Você tem que dividir, são duas contas. 9 vezes 5, 45. Então teria que ter 5.
Voz C:Agora eu não processei. 45 caixas pequenas e 25 grandes.
Voz D:5. São 5 prateleiras.
Voz B:São 5.
Voz C:Não, não tem alternativa assim.
Voz B:Não, não tem quantas prateleiras. A gente tem que ver quantas prateleiras são necessárias.
Voz C:Cada prateleira comporta 9 pequenas ou 3 grandes.
Voz B:Então, ó, só que a gente, só para cá as pequenas, a gente precisa de 5 prateleiras. De 24 dividido por 3 são, é quanto?
Voz C:Ai, gente, eu não sei, eu desisto. Isso daqui, isso daqui eu já acho nada.
Voz D:Calma, eu acho 15.
Voz C:15? Eu acho que é 8.
Voz A:É oito! 24 por 3—
Voz B:24 por 3 é 8. Então eu tinha falado quanto que era 45 por 9 mesmo: 95 mais 8, 12, 13, 14... O quê?! 8, 9, 10, 11, 12, 13. Beleza, então precisa de três prateleiras.
Voz D:É letra C. Ah, total!
Voz C:Eu chutei A e B primeiro. Ia ser, tá vendo? Não precisei chegar em todo esse raciocínio. Vamos ver se ela acerta.
Voz A:Eu ia dizer de comunhão e eu ia acertar. Ó, eu ia acertar.
Voz D:Cadê a porra da resposta, caralho? Ali, ó, resposta da P13.
Voz C:Olha, eu faço o L, velho.
Voz A:Você promete para mim que você nunca mais vai deixar alguém te chamar de burrinho? Olha só o que você tá dando, gente.
Voz D:Olha aí, você humilhou as as crianças e eu também.
Voz A:As crianças e os velhos daqui, eu e Igor. Você humilhou, meu amor, você me humilhou todos.
Voz B:E eu fui pela lógica, tá? Porque eu nem olhei muitos números. Eu falei, eu tenho que montar uma estratégia, uma mente brilhante. E eles amam quando eu cuspo pelo diastema também.
Voz A:Exato, ele é uma mente brilhante.
Voz C:Eu vou fazer daqui o cálculo.
Voz B:Ele falou assim, olha, eu assim, para vocês, 24 por 9, e vocês fazendo a conta.
Voz C:E aí depois ele falou, não é isso, 5, 24 por 9, 8 mais 5, 13.
Voz B:É porque eu tenho espírito de liderança, entendeu? Então vocês não sabiam por onde começar, eu indiquei o caminho e eu quis impulsionar vocês a atingirem a melhor versão de vocês mesmos.
Voz C:Um líder nato.
Voz A:Humores aqui desse episódio.
Voz C:Eu estou com a sensação de dever cumprido. E vocês, gente?
Voz B:Eu também.
Voz C:Vocês estão felizes com isso, gente? Olha, o Joguei serve para isso no final.
Voz A:Você devia sentir menos burro se o Amaury carregou esse último. Você não tava pegando o mérito para você?
Voz D:Sim, eu gosto de jogar com o pau dos outros.
Voz B:Eu divido com você o meu mérito. Jeff, muito obrigado, porque eu acho que quem divide multiplica, e nós somos, estamos aqui juntos nesse mês, né?
Voz D:É o mês do orgulho, né? Ela não vai entender, mas a gente tá junto.
Voz B:Entendeu?
Voz A:Não, amanhã, para variar, eu peço desculpa.
Voz C:Então é isso, gente, deixem as redes sociais de vocês, já participaram daqui, mas é bom deixar, né?
Voz B:Eu já vi, né, algumas, mas enfim, gente, Amaury Masuko, Amaury com i, Masuko com francês até que eu consiga juntar dinheiro suficiente para comprar o @maury, que não é de um cachorro, então é um pouco mais difícil.
Voz D:Você falou com a pessoa?
Voz B:Não, mas ele parece ter dinheiro, então eu tenho que ter mais dinheiro que ele, entendeu?
Voz D:Para comprar, às vezes é só um contato também, né?
Voz A:Só um.
Voz C:É o Amaury Júnior?
Voz B:Não, é só Amaury.
Voz C:É o pai do Amaury Júnior?
Voz A:Ai, esse obter dinheiro você nunca vai conseguir. Ele morando em Nova York, founder of Verso Works.
Voz B:Amaury, dono do @amaury, você já tem tudo, entendeu? Você já tem dinheiro, você já mora em Nova York. Deixa esse @amaury pra mim.
Voz A:Ele é designer de móveis belíssimos. Nossa, Amaury, esquece isso, se esquece, amigo.
Voz C:Nossa, é o nome da marca dele também, amigo, não tem como, patenteou.
Voz A:Nossa, que cara chique, ele é brasileiro. Lógico, Amaury é brasileiro, né?
Voz C:Qual que é a origem do nome Amaury? Deixa eu ver, pera.
Voz B:É francês.
Voz C:É francês?
Voz A:É sério?
Voz D:Juro, eu morri. É francês.
Voz C:Tem origem germânica e deriva do antigo Amaury. Ele é composto pela junção de dois elementos. Amaury significa esforço, trabalho.
Voz A:Trabalho.
Voz C:E Rick, príncipe, chefe ou poderoso? Olha, trabalhador.
Voz B:Mas eu acho que eu só sou o príncipe porque eu sou meio vagabundinho, pra falar a verdade, assim. Então acho que eu sou, eu pego mais a parte do príncipe. Mas quem me falou do amor, foram umas gringas que eu conheci no hotel. Não, gente, aí eu conversei com elas, realzão, existem vários Amaurys "Não, vários." Ela falou que é tipo um nome igual aqui, tipo de velho, sabe?
Voz C:Mas Kleber também é cheio de lá. E Kleber é grego.
Voz B:E lá fala "amorri". Eu fiquei: "Ah, amorri." Sabe?
Voz A:Foi uma coisa meio assim. Olha como a Mauri, ele é esprendido. Porque se eu tivesse um nome de velho desse, eu já teria pesquisado a origem pra entender, né?
Voz D:Então.
Voz A:Da onde veio esse nome de velho que minha mãe me pôs? E ele não, ele é esprendido, ele vive a vida assim. Chegaram pra ele e contaram, né?
Voz C:E esse nome de velho?
Voz B:Amiga, é porque eu eu me abro para receber, sabe? Eu me abro para receber informações, receber energias, receber contato.
Voz D:Tá bem aberto, né?
Voz B:Eu acho bem aberto. Quando a gente tá aberto para receber, é muita coisa pode surpreender a gente, muita coisa pode bater ali na portinha de casa, né?
Voz D:Sabe, muita coisa pode entrar e depositar muitas coisas importantes.
Voz C:Sim, que delícia! E você, chefe? É o quê? Seu arroba.
Voz B:Ai, que burro!
Voz C:Ai, que burrinho!
Voz D:Ai, que burrinho! Ai, eu sou tão burrinho, gente. Me segue lá, @jeffmatias.
Voz C:É isso, gente. Um beijo. Apoiem o podcast, tem muitos episódios de apoiadores legais. Tá vindo uma safra muito legal. Esse aqui é pra apoiadores.
Voz B:O Nilson, na madrugada, falou assim: "Amigo, vamos gravar de manhã?" Eu falei assim: "Ai..." "É aberto, né?" Ele suspirou.
Voz A:Aí eu falei: "Não, vai ser..." Tem que pôr o apoiador, porque já que ele fala que grava tantos abertos, a Maurina...
Voz B:"Vamos pôr o apoiador esse, vai." "Ah, não gosto mais, eu gosto mais de quem paga." E é isso, gente.
Voz C:E pior do que gente burra é gente que acha que sabe tudo. Esse é o pior tipo de gente, ninguém gosta. "Se vai se foder, Rico." Vai se fuder comigo, desvagabundo do caralho. Imundo, cachorro. Beijo, gente.
Voz A:Beijo, gente.
Boticário
FragrânciaGloboplay
Temporada Os Outros