#156 - Coisas de Gays e Meninas com Fabio Marxx / Sheyla Christina - Joguei no Grupo
Neste episódio falamos sobre o insconsciente coletivo de gays e garotas que compartilhas os mesmos gostos por coisas específicas: Coca Zero, Kindle, matcha, BYD, velas aromáticas, vôlei e design de interiores, Enfermagem? Existe uma explicação? Fabio Marxx / Sheyla Christina nos ajudam a investigar esse fenômeno que ninguém pediu...CURTE O JOGUEI? MESMO?Apoie NA ORELO! https://orelo.cc/jogueinogrupoOU APOIA-SE:https://apoia.se/jogueinogrupopodcast Envie seu e-mail para: jogueinogrupo@gmail.comSiga o Joguei no Grupo: www.instagram.com/jogueinogrupoSiga a Jenny Prioli: www.instagram.com/jennyprioliSiga o Controle Y: www.instagram.com/controle_y
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Joguei no grupo, mas estamos aqui com o sistema resiliente nesse momento. Estamos aqui com Sheila, aquele convidado chique.
Ela tá no comando, ela tá no comando, tá na luz, né, no holofote.
Como que a gente faz para aparecer a Dandara, que é a protetora, a fumante protetora.
Aí troca a peruca, trocou a peruca na hora, muda, acabou.
Então tá, então deixa quieto. Que que esse Fabio Sheila usa só?
Não, quando eu for embora acabou. Pergunta o que você tem para perguntar, que quando Sheila for embora acabou.
Quando eu falo, a minha Dandara aparece quando eu tô no Twitter. E aí vem alguma, aquelas perguntas, sabe aqueles tweets assim, ai, nem conto para vocês porque essa pessoa fez isso. Aí vem a Dandara, aí a Dandara quer comentar, ela quer xingar, ela quer falar mal da Taylor Swift, ela quer xingar Ariana Grande, ela quer xingar tudo assim. A minha Dandara, ela é assim, difícil, difícil de lidar.
Eu não apareço muito, a galera do Twitter não gosta de mim. Tipo, ai, mais um veado de peruca, ninguém aguenta mais.
Amiga, amiga, porque estou falando com Sheila, né? Você e aquele, aquele gay piruca e fica fazendo aquelas mulher que fica no portão conversando. Sofrei tanto em Twitter.
É, não, o Twitter não é nossa rede social. E olha que lá foi onde eu viralizei primeiro, viu?
Então, ó, que ingratidão!
Olha que ingratidão! O Twitter, eu tô lá, ó, desde a época que era só texto.
Mas quem que é esse que o Twitter gosta? Eu acho que o Twitter não gosta muito.
Eu acho que é sobre odiar, né?
É o ódio, a base é o ódio, gente. Eu entendi isso.
E quem que o Twitter gosta?
O Twitter não gosta...
Os que mais curtem o meu lá são os de ódio mesmo.
Ah, então funciona, porque Paulo Gustavo, o Twitter odiava.
Exato, exato.
Rafa Chaloub, que é de boa.
Odeia até hoje.
Odeia até hoje, que não fala nada, que não causa, não tem polêmica nenhuma. Rico Melquiades, com razão também, odeia.
Não, mas aí também assim... I don't know her, quem que é?
Ah, ele fez aquele que tava querendo ferrar o joelho.
Isso, isso, aquele bem feio, bem feio.
Aquele lá, tadinho, né? Eu tenho um pouco de dó. A gata gastou milhões para ficar bonita e até hoje, né, amiga?
Eu tava vendo o reality show dele que estreou em 2020, que ele e o Ney Lima disputam vários gigolozinhos, e os gigolozinhos acham eles tão feios que começa a se pegar entre si escondido, e o rico fica chorando nas festas. E eu entendi da onde vem essa vontade de Ai, quero serrar meu joelho. Ai, quero, entendeu, fazer botox. Porque vem desse lugar de ser desprezado desde a nascença, né?
E agora a Maia também ferrou aqui, né? Agora eu não vou poder falar muito mal assim porque eu não gosto de ser transfóbico. Agora homofóbico, eu não gosto. Homofóbico às vezes eu sou, transfóbico eu dou uma figurada.
Já passou junho, né, gente? Vamos conversar.
É, já botei fogo já na bandeira. Vamos, pai, vamos todo mundo se alinhar aqui.
Mas assim, eu acho que quando a personalidade é moldada na rejeição, a pessoa se odeia, a pessoa quer mudar, a pessoa— E ele, eu amo que eu sou meio rico no sentido de que ele odeia malhar. E ele: eu não quero, eu quero ter um corpo sarado com preenchimento hialurônico. Não, nem preenchimento, o que eu quiser sem ir na academia.
Nisso ele é meio divo, tá?
Nisso ele é meio divo.
Quem não quer, né?
Ai, preenche esse muque, preenche. Não quero malhar, não. Não vou puxar ferro.
Ai, preenche o ombro, Cebola. Só o ombro hoje.
Puxa aqui, olha. Vem numa lipo aqui. Porque saboneteira. Mas aqui tem um órgão vital, dane-se. Puxa, seca.
Bota pra baixo. Quando tiver supando, bota pra baixo da cânula.
Pega a cânula e empurra. Mas aí, seu pulmão... Dane-se, querido, vai!
Claro, é médico. Se der problema, cura.
Exatamente. Porque a minha irmã tem uma amiga que é muito perua rica. Muito biorica. E aí ela foi em um, um cara desses de estética de Instagram que é muito famoso, que cuida de Claudia Raia, cuida de várias pessoas famosas desse jeito.
E aí ela chegou nele, aquele que brigou com a Kariúcha.
Não vou falar o nome do profissional, depois eu falo.
Ai, meu Deus, é o Danilo Bravo! Ele fica bravo se cita.
E aí ele chegou nela e ele é um bom profissional, porque ele falou para ela, não vou mexer no seu rosto da maneira O que é que você quer que eu mexa? Porque não vai ficar bom. Ele não deixou. E ela falou assim, ué, eu tô aqui, você não vai fazer nada? E aí o profissional falou pra ela, não vou fazer porque não vai ficar bom. E eu não... É meu trabalho, eu não vou deixar. E aí ela foi em um...
Mas sempre tem alguém que faz pelo dinheiro.
É, aí ela foi em outro que topou fazer pelo dinheiro. E ela ficou o quê? Fofão do Augusto, gente. Ficou estranhíssima.
Igual aquele caso antigo da mulher que tinha o sonho de ter 3 peitos. Lembra que ela ia para todo, tudo quanto é canto? Não foi antes assim, lá nos anos 2000. E daí ela pegou, ia no Super Pop, ela ia no Super Pop falar que ela queria ter 3 peitos, queria ter 3 peitos, nananã, que ela ia fazer a cirurgia, os médicos não queriam fazer. Eu acho que ela achou alguém que fez o peito dela.
Uma bombadeira. Eu vou numa bombadeira como último caso, gente, não tem como. Eu vou, vai ter uma bombadeira.
Sempre vai ter alguém que faz pelo dinheiro, sempre. Eu mesmo faço cada casa, gente, eu faço cada casa só por dinheiro.
Isso que eu ia te perguntar. Se você chega num muquifo assim, a pessoa fala, ah, eu quero deixar esse muquifo mais muquifento. Você finge e faz pelo dinheiro?
Ah, óbvio, é só não tirar foto.
Posso tirar o chão de taco? Eu vou tirar todo meu chão de taco, aquele piso maravilhoso, e quero botar um vinílico.
Você pagou, meu bem. Eu coloco porcelanato imitando mármore branco, entendeu? Tudo bem, sabe? Vou usar rosê gold, sabe aquele rosê gold? Aqueles banheiros, aqueles lavabos de rosê gold, um monte de coisa ripado, cristal.
Ai, só no Bacá, né?
Tira foto e finge que não aconteceu.
Não é meu, eu só coloco o crédito embaixo sem Bacá e ninguém liga ninguém, tá? E coloca E coloca Sheila, que nem existe. Não coloca Fábio.
Tanta Sheila hoje em dia, né? Desde que eu comecei a fazer vídeos, tantas Sheilas nasceram. Eu entrei no IBGE, muitas mães deram os nomes de Sheila.
Meio Elton, em 1990 fez esse boom de Sheila.
Meu, são impacto cultural. É, bichiga, é. Não, mas agora eu vou falar a verdade. Já existia mais ou menos, mas hoje mais ainda. Quer falar de mulher insuportável? Olha a misoginia, né? Mas aí vem e fala assim: nossa, ela é tão Sheila.
Isso existe.
Sheila é nome de verdade, virou um adjetivo, né? Uma característica, uma coisa assim. No Rabo Hotel, muito Sheila, muito Sheila. Nossa, que insuportável.
No Rabo Hotel, meu nome era Sheila. Mas porque eu era a mulher da vida, eu era empoderada no Rabotel. E eu ganhei, e eu ganhei meu apartamento no Rabotel com móveis, mobs de HCs. HCs eram pessoas que pagavam, tinham que ir na Blockbuster ou conseguir um cartão de crédito pra conseguir crédito na Americanas pra conseguir o cartão do Rabotel. Eram pessoas que tinham dinheiro e posse e acesso a esses locais, Blockbuster e na Americanas.
Americanas anos 90, no lugar de rico. E aí eu pegava e seduzia esses homens. E eu mobilei uma casa inteira.
Parabéns!
No Rabô Hotel, com o nome de Sheila. Eu tinha Lady Violet, só que a Lady Violet era direita. Então eu tinha um namorado que ele me dava as coisas. E aí eu tinha Sheila, que ela era inescrupulosa. Ela fazia o que tinha que fazer pra chegar onde ela tinha que chegar. Era a minha bandada.
Você viu? Sheila traz... Sheila tem uma coisa.
Ela busca.
É a Sheila, ou você é a nova Dandara, o Fábio.
Gente, o que era Dandara hoje virou Sheila. Só segura isso e trabalha com você.
A Sheila tá mandando em tudo. E agora a Sheila vai embora, gente, acabou, tá?
Ficou com calor na cabeça.
Mas Sheila, antes eu queria elogiar esse seu fundo. Você achou essa imagem no Google? É muito bonito esse fundo, belíssimo.
Casa, tá, que eu projetei mesmo.
Isso, faz o tour.
Aí ela sai no 3D, sabe, do fundo.
Gente, ai, Google!
Oi, essa câmera faz o zoom igual da Jenny. Ai, eu acho muito chique, gente, esse zoom. Que câmera vocês têm?
Uma casa chique tem que ter, amigo. É coisa do zoom que coloca, é uma escolha. E agora eu não sei mais Vai ter que ir para trás, Fábio.
Vai ter que enquadrar meu vídeo automaticamente. Vamos ver. Não, e o meu não vai.
Não precisa forçar, não tem que ser natural.
Tem que vir, tem que vir. A gente tem uma coisinha mais assim, né?
Uma coisinha, sei lá, né?
Às vezes você é, sei lá, você deixou de ser, sei lá.
A câmera segue Sheila.
A câmera segue só Sheila.
Ai, gente, eu vou ter que ativar meu arquétipo Sheila, porque tem gente que ativa arquétipo. Eu caí no TikTok esses dias, que era para ativar o arquétipo Cleópatra, que é de mulher empoderada, de mulher que vai em busca dos seus desejos, das suas conquistas, que seduz seus desejos. Eu ativo esse.
Você tá nessa, né?
Ai, amiga, eu tô no arquétipo.
Eu tô entrando no arquétipo um pouco mais arrependida das minhas decisões.
Deixa eu ver o arquétipo Maria Antonieta assim na Bastilha quando tava com o negócio vindo. Ai, essa hora é pior arquétipo certo já.
Mas eu tô no arquétipo agora atualmente Madonna que lançou Confessions 2, gente.
Ouviram usar?
Ainda não.
Eu ouvi.
Então tira essa peruca, Sheila, porque o Fábio deve ter ouvido.
Gente, deixa eu falar uma coisa para vocês aqui agora. Eu não sou a Sheila.
Se transformou.
Da onde saiu esse rapagão? Da onde você veio? Quem é você, moço? Quem é você? Meu Deus, o que que tá acontecendo, amiga?
Ele se transformou que nem a Múlher à nossa frente, amigo.
Virou Cleópatra, transmutou também.
Agora fez todo o efeito assim, gente, e não para. Ai, não para, gente. E não vou voltar, não volto. E não vou tirar o batom vermelho.
E não tiro minha peruca de cera, meu sarau de bico, não tiro.
Não vai passar, não vai passar. Mas tá de volta, gente. Eu lembro como se fosse hoje, em 2005, quando ela lançou Confessions. Eu tinha o quê, 15 aninhos? Era um gay que tava nesse período. Eu tava tipo assim, olhava o Banana Bananis My Business, olhava esses sites que eram meio famosos, nus, entrava e via, entrava no Bate-Papo UOL. Já estava entendido que eu era gay, assim, né, que eu era dissidente. E aí eu falava assim, gente, mas eu não aceito, mas eu não me aceito, não me aceito.
E aí a Zeca Camargo chegou toda pintosa no Fantástico e falou assim, a rainha do pop está de volta. E veio o clipe da Madonna de Hang Up. 21 anos depois, ela está de volta causando o mesmo frisson, gente. É a rainha do pop? É a Madonna se saudando e falando como é importante estar viva, porque ela é a única viva que sobrou daquela geração de Michael Jackson, Prince. Cyndi Lauper também morreu, né, gente? Eu acho.
Então vamos assim, tá vivíssima, tá viva. Eu vi um show dela no Rock in Rio.
É verdade, ela veio no Rock in Rio.
Mataram a Cyndi, tadinha.
A Madonna tá aí vivíssima e o Zeca Camargo tá o quê? Sendo DJ do Funilaria. Então assim, não é todo mundo que resiste ao tempo. O tempo é o maior inimigo da humanidade.
A longevidade, é o papo, gente. Quando a gente fala sobre os países e os locais, as cidades que mais têm pessoas centenárias são chamadas de Blue Zones. A Madonna mora numa Blue Zone, a Kim, a Lena.
Uma linda! Cresce!
O Zeca Camargo vai me passar o bastão. Vocês acreditam que eu vou fazer um B2B com Zeca Camargo?
Mentira!
Eu juro, eu vou tocar com Zeca Camargo no encerramento da Semana Criativa de Tiradentes. Aleatoríssimo, eu vou tocar. Ele é DJ, né? E eu também tô indo para esse caminho também, de vez em quando assim, não é uma carreira.
E daí é um rolê, vai tocar uma musiquinha junto lá.
Ai, Fábio, que pior que, gente, eu zoei, mas eu acho ele um fofo, Zeca. E eu acho ele disruptivo, porque, gente, era anos 2000, ele foi dançar Dança do Vento no Jô Soares.
Você lembra disso?
Eu não lembro, amigo. Eu não esqueço, não é lembrar, eu rebom isso todo dia. Então assim, foi um dia importante, continua sendo, né? Você largar o Fantástico, meu amor, tem que ser muito empoderado, tá?
Ele faz, ele continua fazendo isso, e ele, eu já vi ele tocando uma vez, e ele é da energia lá em cima assim, sabe? André Marques. Ele é o André Matos das gays, assim, real mesmo.
Será que ele cheira, Fábio, pra tocar?
Eu acho que ele não tem cara, ele não tem cara de que cheira, gente.
Ah, eu acho que não, acho que ele só é muito feliz. Ele é muito feliz.
Ele tem uma energia lá em cima.
Ele é muito pingando suor, pingando suor.
Eu acho que ele é do cogumelo.
Eu acho, eu acho que ele é do cogu.
Eu acho. Outro DJ que é famoso, a DJ Zé Pedro. Vocês lembram da Zé Pedro? A Zé Pedro é meio tecada, que era do Adriane Galisteu, do Achou. Ela era meio...
Não é, meu.
A Zé Pedro era.
As pessoas, gente, é mais gente tecada do que a gente imagina, viu? É quando a gente entra nesse meio.
Quem é do B2B? Quem é do B2B?
Quem é do B2B, amor?
Te assusta. A primeira vez que eu vi alguém usando drogas na minha frente, eu era muito nerd, gente, nesse sentido. Eu sempre fui muito drogas. Bah, não gosto. E aí é uma vez, eu estava no Beco. Quem usa droga no Beco, gente? No Beco, meu Deus, é uma coisa de perigo.
Todo mundo, tudo hot, hot, amigo. Parece uma boca de fumo aquele lugar, sabe? Parecia Colômbia, parecia a fazenda do Pablo Escobar, hot, hot.
A fun house, amiga, parecia Cracolândia.
Eu ficava em choque quando apagava as luzes, era um foco da luz, aparecia por lá.
Você solta o cachorro farejador, meu amor, a blitz, assim que acabou de entrar o pessoal que tava esperando 10 horas para entrar de graça, meu amor, não sobra ninguém.
Não, não, cachorro farejador assim, ó, correndo atrás do rabo assim, como se não matasse.
Ele não sabe.
Mas isso, eu tava com esse meu amigo no beco, gente, eu jamais imaginaria, jamais imaginei que ele era drogado. E aí eu tava com esse meu amigo, e você vamos comigo no banheiro? Eu falei, claro. Aí ele falou assim, olha, avisa se alguém chegar. E gente, eu juro, juro, não estou mentindo, ele entrou no banheiro e aí eu tava bêbado. E aí um cara chegou, um segurança chegou, tentou abrir a porta, e eu parado assim em choque, porque se eu tentasse denunciar, como que eu ia avisar?
Se o segurança tá tentando abrir a porta e eu estou aqui, eu ia fazer o quê? Fiquei paralisado. E aí, fiquei atônito. E aí, o segurança subiu no... Ele subiu na cabine do lado, olhou, viu o que o meu amigo estava fazendo. E eu assim, gente, o que ele tá fazendo? Aí o cara arrombou a porta. Quando ele arrombou a porta...
Quantos anos você tava?
Eu tinha 18, 19, por aí. E aí, quando o cara arrombou a porta, o meu amigo estava cheirando... E aí ele achou que eu também estava cheirando e eu fiquei em choque. Fiz assim, ó, a truculência policial, amiga. E aí ele queria colocar meu amigo para fora e eu assim, você tava cheirando? Eu fiquei em choque, eu não consegui defender ele. Ele falou assim, meu, você não me avisou? Eu falei assim, mas eu não sabia que você tava fazendo isso.
E ele fez assim, ó, ele levantou muito rápido. E aí eu fiz assim, ó, meu Deus, ele tava cheirando. E aí o homem pegou, jogou tudo fora. Enfim, eu fiquei assim passado, gente, passado. É chocante, é chocante, amigo. É uma imagem que eu Vou esquecer.
A minha primeira vez, a minha primeira vez que eu vi alguém usando era meu namorado, e eu pensava que ele tava me traindo. Ele era, ele foi meu primeiro namorado, eu pensei que ele tava me traindo no banheiro. Eu fui de segurança, que arrombou a porta, e quando eu entrei ele tava lá. Eu fiquei completamente atônito e aliviado, né? Porque uma pessoa, não, mas de verdade, gente, eu era muito novo, de 16 anos, eu fiquei tipo assim, muito novo.
Nossa, é chocante mesmo, gente.
Cândida tem de um nível, sabe? Eu ainda tava no lugar de descobrir a sexualidade. E daí, junto disso tudo, vem esse tipo de coisa.
Vem o mundo das drogas, né?
Tudo junto. É porque ali, gay e drogada.
Eu assisti o filme a essa camiseta.
Confesso, sou dois exaltos, né, galera? Oi, Flo. E como que o guarda desconfiou do teu amigo? Ele já devia ser conhecido de ser TK, já tava até E eu fiquei o quê?
Visado, mal falado no Beco, porque eu nunca mais consegui beijar ninguém lá. Olha o cheirador!
E antes você era o fenômeno do Beco.
Antes eu beijava muito, beijava muito no Beco. Eu cansava de beijar no Beco, eu ia pro anexo B e beijava mais assim, porque eu ficava muito rodado ali. Eu tinha que ficar fazendo essa travessia.
Ficava na esquina da pessoa, tu com medo, só ficava na fila lá.
Não podia, não podia ficar em um único lugar, senão acaba mal falado.
É tipo, tem vez que as pessoas não te pegam na balada porque você tá mal falado, não é porque você não é padrão, gente. Às vezes é porque fala assim, ah, essa bicha vomitou, essa bicha já beijou um montão de gente, não vou beijar.
Não, eu acho que a pior coisa, pode vir drogado, pode vir rodado, mas agora a gente que vomita na balada, de jeito nenhum. Imagina.
Não, eu já contei essa história aqui, meu amigo vomitou e eu tava lá ajudando ele, ele depois daí tava beijando outro cara, gente. Não dá, não dá.
Balada é isso. Por isso que eu falo, sou do amigo morra. Você pode estar beijando 40 vomitado e você não sabe, porque tá tudo com gosto de pinga na boca. E aí você tá, você tá se controlando?
Uma vez, prometo para vocês que eu já beijei uma pessoa assim, que eu senti na hora, mas assim, foi questão de 2 segundos, sabe? Sabe quando você chega assim? Tava louca também, tava vomitada também. Talvez fosse eu também. Aí eu peguei, não, gente, de verdade, vai. Não, ai que Vou para outro lugar.
Eu consegui, gente. Tenta não ficar solteiro, porque a pista, se na nossa época era assim, imagina agora. Imagina, gente, é crack, é gosto de crack na boca das pessoas que você beija.
Eu tô solteira, tá? Eu tô sofrendo, gente.
A pessoa, só um minutinho, aí tira o chicletinho de crack assim, só um minutinho, vai beijar. Mas uma vez eu estava no— vocês lembram da balada Glória? Aqui, Fábio, não sei se você era daqui de São Paulo.
Não, eu tô aqui há 3 anos só.
Ai, então eu não vivi.
É, a gente conta várias referências.
Mas algumas coisas eu sei, tipo a Hot Hot eu já ouvi falar.
É falada, é famosa.
A Glória eu já ouvi falar também. Algumas coisas é cultura, né? É cultura LGBT.
É isso, é diaspórico, né?
Cultura das ruas, né?
É diaspórico, é muito diaspórico. Ancestral, é ancestral, é ancestral.
E vocês não sabem, gente, o Joguinho do Grupo também traz essa sabedoria das ruas que você só aprende nas ruas.
É o podcast Ruas First.
E aí tinha o Glória, que era a balada que eu falei com a Jana Rosa, que a Jana Rosa tocava e tal, era muito das pessoas da moda. Então eu conheci a Jana Rosa no Glória, tudo. E aí tinha festa batom, que era de lésbicas, enfim. E aí uma vez eu paquerava um menino que era muito fashionista, ele parecia o Pequeno Príncipe. Ele era de moda, ele vestia umas roupas longas assim, lá em 2013, 2010, branco, parecia o Pequeno Príncipe com umas coisas bem longas assim, meio Bridgerton assim.
Eu falava assim, ai, gente, meio estranho, mas queria beijar. Nisso, um dia outro menino quis me beijar, e aí eu não podia escolher muito, beijei. Esse menino, no meio da pista, ele teve uma atitude comigo que nenhum homem tinha tido até então. Ele pegou e enfiou a mão dentro da minha calça. No meio da pista. E aí, a minha resposta, por mais que ele fosse gostoso e estivesse muito bom, eu falei assim: Não, não é. Não sou essa pessoa.
Eu não sou esse tipo.
Não é não.
Não sou essa pessoa. Você não vai pegar esse dedo que você pegou na comanda e botar em mim. Não vai.
Gay também é homem, Tadinho.
Gay também é homem, amigo. Veio na minha cabeça, gay também... É o homem pegando na comanda, pegando na bebida. E com esse dedo de comanda que pegou, passou na catanaca, veio no meu... Pegou na comanda, jura? Botar dedo em mim.
Então, Fábio, tô falando de comanda, amigo. Isso é de peso.
Eu ia pensar em outro dedo pegando, eu ia pensar em outro, em outro cu, em outro pulo pirata. É, é, se ele der da 1, ele der de todos. Quem der da 1, der da 2, der da 3, der da 4.
Agora comanda, depois só comanda deixar com aquela mão suja.
Que apertou a campainha da balada, da hora, catraca do Glória.
Não, que ele passou assim, não, me passou. Aí eu fui tirar, quando eu fui tirar, o segurança foi mais rápido, falou assim: ei, vocês dois, parem com isso aqui, que coisa feia.
Gente, eu fiquei com medo, por causa de outro.
Eu fiquei com um santo, quando eu olhei, tava um montão de gente da pista olhando para minha cara. Fiquei uma falta de glória.
Será que é sempre o outro?
Porque parece que você tá sempre na cena do crime, no local errado, na hora errada.
Quando o erro começa, quando muitas coisas erradas começam a acontecer com uma pessoa é porque a pessoa que é errada.
Mas pode ser porque o assassino Lázaro estava no lugar de 5 assassinatos. Por quê? Porque foi ele que matou. Exatamente. Aí foi expulso de 40 baladas por segurança. Por quê? Porque não pode conviver em sociedade.
É verdade, você tá difícil te defender. Mas a partir de quantos casos que a pessoa passa a ser culpada também? Porque meu foi num 2. 2, tá tudo bem. Acho que 3 aí já é demais. 3 eu nunca levei fama.
É, você não pode. Então você tem que segurar o terceiro agora.
Tô segurando, eu não tenho mais cartucho para queimar. Tipo a Gretchen, que já casou 6 vezes, não pode tentar mais, gente. Tem que uma hora parar.
Não, mas também acho icônica. Eu tentaria.
Eu acho que tipo você passar vergonha na balada é tipo, é que nem strike do YouTube. Passou um ano, caduca. Então assim, você já zerou. E agora vamos voltar ao fato do Fábio ter sido casado 3 vezes. É que eu tava no meio da frase, mas eu quero trazer isso de volta.
Eu já fui casado, eu casei quando eu cheguei em Curitiba, morei em Curitiba, casei novinho, comprei apartamento e tudo, gente. Gente, eu comprei apartamento, nós tínhamos 2 cachorros, eu com 21 anos vivendo uma vida de casado.
Vida de lésbica, vida de lésbica.
Eu sei, mas é porque eu sou assim, né? Eu sou escorpiano, eu tô querendo casar de novo. Eu sou escorpiano com Lua em Câncer, então assim, eu sou vagabunda, mas eu sou uma vagabunda emocionada. Aí acontece isso, intensa.
Câncer, Flávio Bolsonaro.
Câncer, Flávio? Não, Eduardo Bolsonaro é canceriano.
Ah, desculpa, não conhecia.
Vamos mandar uma coroa de flores, tá aí já.
Deixa eu ver, signo. O Bolsonaro é ariano, que eu sei. Flávio Bolsonaro é de Touro, ele nasceu dia 30 de abril, gente.
Que nem você, ele também é taurino.
Eu sou taurino, amiga, eu também sou.
Você é 30 de abril?
Não, eu sou dia 23, dia de São Jorge. 31 de abril, muito perto do Flávio Bolsonaro, que vai perder as eleições. Acho que ele até vai desistir, gente, até outubro. Mas desses casamentos, como que foram os términos? Que eu tenho muita coisa, eu sou casado há 10 anos, né, mas eu tenho muita curiosidade de saber como que é um fim de casamento.
Eu nunca terminei, você que já terminou 40 vezes, como que é? Você que nunca deu certo com ninguém, como é que é?
Eu sei que tem gente que continua morando junto um tempo mesmo separado?
Eu passei, eu passei um mês assim, ó. O primeiro foi tipo que eu era muito novo, que é porque ele era, eu era completamente doida por ele e ele era viciado no teco.
Quantos anos ele tinha?
É, e daí foi ele, ele, eu tive que basicamente fugir, ou eu ia para Curitiba ou minha vida acabava. Gente, relacionamento tóxico mesmo assim.
Quantos anos ele tinha?
Ele tinha 21 e eu tinha 16.
Gente, tão jovem! Você casou com o primeiro já?
Então é do Sérgio Moura, emocionadíssima, emocionadíssima.
Ai, que dó!
Aí no segundo também casei, terminei com o primeiro, no segundo também casei. E daí esse a gente— aí o segundo foi ótimo, tá?
Ai, tô pronta!
Relacionamento de sucesso. A gente comprou apartamento junto, nananã. A gente terminou por quê? Porque o sexo não funcionava mais, a gente virou amigo.
Quanto tempo vocês ficaram juntos?
Esfriou 4 anos.
Gente, isso acontece muito com gay, sabia? É muito comum, muito comum.
Virou um amiguinho assim, parça. Vamos malhar junto e cada um dorme. Eu dormia no sofá porque não queria dividir a cama com ele.
Esse dia eu recebi no Ctrl+Y um cara, eles eram um casal há 15 anos, um casal de bem mariconas. E aí eles viraram amigos.
Mas eu acho que também é porque o gay leva o sexo muito assim, né? É pau, é pau, pau, sabe? 4 anos, eu acho que tipo, se a gente passasse por essa fase, depois ia continuar tudo bem. Até hoje eu tô achando que talvez eu poderia estar casada com ele, porque ele era maravilhoso.
Posso defender os gays aqui? Posso fazer meu papel de aliada, né? Eu quero me aparecer. É que eu acho que assim, vocês eram novos, e aí parece o fim do mundo passar por essa crise. Aí terminaram, não porque eram gays, porque o hétero passa por isso, o homem vai lá e trai. Aí, mas continua junto porque é criado para ter aquele relacionamento de 50 anos, entendeu?
Por exemplo, ele eu nunca traí, os outros ele foi meu único relacionamento que eu não, não fiquei, foi 4 anos fiel a ele assim, 100% fiel.
Isso nem gostando dele, imagina se gostasse, aí que era fiel mesmo, aí Aí o último foi 5 anos, gente.
5 anos.
E daí tem que ficar solteiro um pouco.
Não, agora eu já tô há 2 anos já solteiro.
Ah, tá bom. Já pode namorar, já pode casar de novo.
Não, já tô procurando, já tô apaixonado, apaixonado.
Já tô.
Nossa, o mais difícil é apaixonar.
Agora tá namorando ou não? Ainda não.
Eu não tô. Não, não, mas eu tô apaixonadíssimo, eu tô entregue, eu tô, eu tô, eu estou bolando o momento de pedir em namoro.
Ai, que lindo!
Tô muito emocionado, gente. Tô muito emocionado, muito. Eu sou emocionado, eu sou romântico. Essa é uma parte que eu não mostro pra ninguém. Primeira vez que eu acho que eu tô falando sobre isso assim. Porque eu escrevo poema. Ó, igual agora teve Dia dos Namorados, a gente nem é namorado. Eu peguei, encontrei... Ele não mora em São Paulo. Eu encontrei, procurei, procurei, falei com milhares de floricultura, de chocolate. Comprei e mandei entregar na casa dele.
Ah, que fofo!
Eu não tinha o endereço da casa dele, eu tive que mandar mensagem para amigos em comum, pessoas que poderiam saber, e fiz um motim para conseguir mandar flores para ele.
Ai, gente, você é tão bom!
É raro, gente, hoje em dia é raro isso daí demais.
É raríssimo! E eu acho tão bonito, porque às vezes muitas— não sei se você sente esse preconceito às vezes com pessoas românticas, coisas assim de, ai, você é intenso demais, você tá muito emocionado.
Emocionado?
É, tipo, gente, eu sou emocionado e tô, vou fazer, mas tem que amar, tem que amar. Vai ficar comigo aqui sem amar?
Já aconteceu de pegar e falar bem assim, um tava me envolvendo com o cara e daí ele pegou e mandou um textão assim, ai, porque a gente tá indo rápido demais e eu não tô no momento e blá blá blá blá blá blá blá. Eu peguei e falei bem assim, olha, primeira coisa, você simplesmente não sabe receber afeto. Então esse é um problema que você tem que curar. Eu estou muito bem sendo essa pessoa que foi bem criada, que recebeu muito amor na infância.
E outra coisa, eu tenho a minha terapia em dia, então tá tudo certo. Não é um problema não ter recebido amor, não tô falando que esse é o problema, porque muita gente não recebeu. Mas assim, a partir do momento que você encontra uma pessoa que foi muito amada na infância e essa pessoa tem muito amor para dar e você não sabe lidar com isso, isso já não é um problema meu. Eu não vou mudar, eu não vou endurecer.
Eu tô quase chorando, gente, falando isso.
Não vou endurecer, eu vou continuar sendo romântico.
Por isso que não deu certo lá o segundo casamento.
Mas eu acho muito bonito. E assim, e eu já ouvi muito— desculpa, amiga, pode falar.
Não, só falei que não deu certo o casamento porque o Fábio não é de endurecer.
E eu acho importante você ser fiel a essa essência sua, sabe? Porque eu— chegou um momento que eu fiquei frio, eu me tornei frio porque as pessoas falavam tanto isso que eu falava assim, ah, realmente tem que matar. Mas o que me move é a paixão. Eu sou apaixonado, eu sou meio besta. Eu tava lendo esses dias o livro A Cabeça do Santo.
Você é apaixonado por tudo, por tudo, gente.
Eu tava lendo A Cabeça do Santo e aí ela descreveu uma personagem que falou assim, ai, ela Ela não era o termo deslumbrada, mas ela falava assim, ela se impressiona fácil. E eu acho que a gente tem perdido cada vez mais isso, do se impressionar, do brilhar os olhos, do, sabe? Tipo, cadê essa nossa vontade de se impressionar, de se abrir, de falar assim, nossa... De ser até meio inocente, sabe? Um lado. Acho que a gente tem perdido muito isso, sabe?
Acho que é importante você ser fiel a isso, porque poucas pessoas são dessa maneira, sabe?
A gente só quer performar.
Só porque quer performar. E outra coisa também, o que eu percebo, a gente que trabalha nessa área, a gente se acostuma muito com coisas muito que ninguém tem acesso. Ai, a gente é convidado para um lugar incrível, vai fazer uma viagem maravilhosa, parceria com uma marca incrível que faz tudo. Gente, de verdade, eu já vi gente conseguindo coisas incríveis e não se impressionando, e acharem que eu sou vislumbrado porque eu me impressiono com tudo.
Cada vez que eu consigo, sei lá, eu já fui, por exemplo, já fui na Dia TV várias vezes. Todas as vezes que me convidam, eu fico impressionado com a estrutura, eu acho maravilhoso. Já viajei para hotéis, eu fui para Curaçao com marca, sabe? Eu ficava lá, gente, eu ficava bem assim. Quando me caía a realidade, eu começava a chorar olhando para o mar, sabe? Tipo, olha onde que eu cheguei, olha onde que o meu trabalho me doce. E a mesma coisa, eu também, eu também sou bobinha com tudo, também sou apaixonada por tudo, emocionada com tudo. Eu sou essa pessoa.
Ai, acho tudo, gente.
Eu amo.
Tem que ser.
Ele não. Ai, gente, você topou? Não, acho que não. Eu sou tensa, eu sou grata, mas assim, às vezes eu tô vivendo coisas que eu acho o máximo, tipo esse final de ano que eu fiz uma viagem para Europa assim, que é um dos sonhos que eu realizei, e eu tava tão feliz porque eu falei, eu nunca achei que eu ia que eu não ia conseguir voltar para cá, que eu nunca ia conseguir ter uma viagem, inclusive uma viagem confortável, que também é um privilégio, não é?
A gente não ficar passando perrengue, a gente conseguir fazer o passeio que quer, comer onde quer, é um privilégio em cima do privilégio. Mas eu fico o tempo inteiro com medo daquilo não acontecer mais e de eu perder aquilo.
Ah, mas aí aquela síndrome do impostor, né? O que aconteceu comigo, eu consegui tudo isso, hoje tô quase passando fome.
Vai cagar! Fábio, a gente vai começar algum projeto aí, a gente vai deslanchar, a gente vai para Curaçao.
Alguma marca quer mandar esse episódio para a gente gravar em Curaçao? Fazer a Sheila Cristina's version em Curaçao da gente nesse episódio.
E eu já conheço, já conheço, já é o quintalzinho de casa.
Ele já nem quer, ó, deslumbrou, deslumbrou ao contrário.
Tem que ser 6 cheiros aqui, 6 cheiros. Mas eu acho que essa sensação de que, eu acho que é um, é uma questão da nossa geração, que é o que tudo passa. Por isso que a gente tem medo de tomar decisões muito de longo prazo, tipo assim, ai, tomar essa decisão que vai me comprometer. Por isso que as pessoas não querem entrar em relacionamento. As pessoas não estão querendo comprometimento porque elas têm a sensação de que, porra, gente, a gente também passou por uma pandemia, a gente viu que tudo muda, passam várias coisas.
Então a gente tem essa sensação de que realmente tudo passa. Eu lembro que quando a gente começou o podcast, a gente passou por várias mudanças e as pessoas falavam assim, ai, por favor, não acabem. Era um medo de acabar. As pessoas, mesmo quando a gente lançava um episódio muito legal, as pessoas comentavam assim, ai, pena que... Ai, vocês nunca podem acabar. Tipo, em vez de elogiar, falar tipo assim, ai, que legal e tal, tipo assim, um elogio, tipo assim, nunca podem acabar.
Porque a gente tem essa sensação de que tudo passa. E porque tudo passa mesmo, gente. Tudo tá passando, tudo muda. A única constância da vida é a mudança. Então eu acho que é a morte. E a morte é a única. Olha, até eu uso.
Mas mesmo quando a gente morre, a gente não deixa de mudar, né?
Porque a gente o quê?
Vira duplo. Mas eu não acho que é geracional. Eu vou discordar de você. Eu não acho que é geracional. Eu acho que é herança.
Sabe?
Ou quando assim é irracional, não sei, mas eu acho que é tipo assim, ele tá neologismo hoje, ele tá com as coisas, não é irracional. Eu acho que é uma herança de tipo, sei lá, não sei se vocês vieram de família rica, mas hoje muita gente é, sei lá, anos 2000 e blá blá blá, pais e mães que tiveram que trabalhar muito, gente que até É, eu conheço gente que era muito rica e perdeu tudo. Então daí você sempre fica com aquele medo, sabe, de perder, porque você viu gente perdendo, você viu gente não tendo, você viu tudo acontecendo ali.
E daí você fica com esse medo de perder. Eu acho que é muito mais desse lugar assim.
E digo mais, reflexo da pejotização. Enquanto a gente é CLT, a gente tinha até medo de perder o emprego, mas a gente sabe que quando sair, meu amor, você vai ganhar tanto direito que uns meses ali a gente não fica sem comer. Agora Agora tudo muda, é PJ, porque o Teber deixou. Vocês chutam a gente, meu amor?
Passamos para o outro mês.
Heracional, PJacional, PJacional, gente.
Porque eu fiquei 10 anos como CLT, né, de 2010 até 2020. E quando eu fui fazer o demissional, a mulher falou: meu Deus, você é muito novo, tipo, nunca vi alguém da sua idade. 10 anos CLT. E aí eu falei assim, gente, é estranho mesmo, né? Porque hoje em dia pouquíssimas pessoas são CLT, sendo que é um benefício, um direito do trabalhador que é muito importante, que muitas pessoas estão ridicularizando, mas que assim é o que garante muitos direitos de vocês de não serem explorados, entendeu?
E você trabalha desde quando?
Eu trabalho desde 2008.
Não, idade assim, porque eu não consigo fazer.
Ah, eu trabalho desde os 18 anos. Eu entrei na faculdade com 17, no segundo semestre eu já consegui um trabalho.
Anos.
Aí eu tô com 18 anos.
Aí eu comecei com 12, mas aí sem carteira, sem nada no lugar. Aí comecei com 6 na creche, já limpava as mesinhas no carnaval, né?
Você cortava, você era—
meu Deus, eu ia falar isso, eu ia falar isso, mas eu não pensei, eu fiquei com medo.
Você falou, amiga, amigo não, meu marido, ele na cidade do interior, né, Porto Ferreira, aqui de São Paulo. E aí um dia ele fugiu de casa, tinha uns 13 anos. Ele, ah, então brigando comigo, o que que eu tomo banho? Fugiu de casa, ficou hospedado uma semana numa fazenda de cana, cortando cana para sobreviver, porque brigou com a mãe.
E ele cortou cana mesmo?
Cortou cana durante uma semana.
Que perigo! Eu já ajudei numa horta, já de verdade, no campo eu já ajudei numa horta. Ele me pagava R$1 por dia, ele pagava R$1 por dia, eu juro por Deus, eu não tô brincando. Eu tinha, sei lá, na faixa de uns 13, 12 anos, e tinha uma horta lá perto de casa. Eu falei, ah, você quer ajuda aí? Cheguei lá no senhorzinho que cuidava. Não, porque eu tô querendo trabalhar, né? Eu tava querendo trabalhar, falei, ah, quero trabalhar. Aí ele, ah, exatamente, R$1 por dia. Eu trabalhava que nem uma puta naquele lugar e ele me pagava R$1 por dia.
Você foi atraiçada também, o negócio que Eu fui atrás de ser explorada.
Você, ah, quero ser explorada.
Ai, quero conhecer um pouco como que é, né?
Porque eu faço questão, eu faço questão. Eu faço questão. A empregada da Viih Tube chegando com o pitch: tive uma ideia de reality show, Viih.
Ó, no pré, o Canva dela assim, ela escala 6 por 1. Como falar sobre fazendo um reality, explorando a mão trabalhadora. O pitch, o pitch, aquela frase que eu odeio em todas as apresentações: mais do que um reality, é um convite à comunidade, a reflexão sobre a exploração das domésticas brasileiras. É mais que um reality, gente. Amo, amo.
Hoje eu tô com muito medo, tipo, da Viih Tube falar: eu quero Quero falar contra homofobia, ela decide matar um gay para conscientizar.
Falar contra machismo, vai lá e tipo, sei lá, bate uma mulher.
Vamos na delegacia da mulher, vamos lá procurar umas mulheres, descer o cacete nas mina lá pelas ruas e procurar ali umas personagens.
A internet presta atenção só assim, é a polêmica que faz tudo girar. Ai, que bom que ela Que bom que ela parou no 6 por 1 mesmo, graças a Deus.
Mas você viu que já lançaram outros episódios, né? Não pararam não.
Ela falou que ia lançar porque o segundo ia explicar o primeiro. Eu vi que ela falou isso, que ela ia tentar.
É o nascimento do vilão.
E o pior de tudo, eu assisti o segundo.
E tem prova também ou é só conscientização?
Não, tem a prova lá, tem provinha.
Ah, é um grande reality, Isabel.
É um grande reality, é uma coisa.
É uma coisa, senão não conscientiza, meu amor. Senão como é que eu fico lá assistindo se não tem, entendeu?
É porque senão não tem a polêmica. Tem que ter a polêmica, tem que ter a fala, tem que ter.
Eu tava defendendo, assistiram até ontem. Aí eu vi o negócio da Viih Tube, eu comecei a pensar, pô, faz sentido. Colocou a Moura da privada ali, isso tudo sujo de bosta da Viih Tube. Eu falei, não é que faz sentido que não é para trabalhar tanto mesmo?
Exato, porque daí você choca. Quando você choca, aí você fala: nossa, eu acho que ninguém merece colocar a mão dentro da privada, vou mandar o meu funcionário fazer as 5 por 4, né? É 5 por 2, 5 por 3, 5 por 2, por 3, por 2, 5 por 3, conta 5 vezes 2, 10.
Porque vocês parem, eu já assisti vários vídeos da Rita Von Hunty e várias referências, vários livros, várias pessoas que ela cita que eu nunca li. Então assim, o reality da Viih Tube fez eu enxergar muito mais o como capitalismo é mau mesmo. Assim, gente, eu acho que a Rita Von Hunty aprende.
Tem muito que, exatamente, muito que aprender com a Viih Tube, muito, muito, muito.
Tanto que cadê Rita hoje em dia?
Aí, ó, Viih Tube.
Ficar assistindo Ney Mato Grosso com o penteado da Maísa, gente, tem que reciclar, né?
Tá parada no tempo a Rita, gente.
É uma pausa, né, por conta disso. Acho que ela se tocou, ela se mancou, falou, ah, ela cansou.
Ai, não tá dando lugar nenhum, vou abrir espaço para o YouTube.
Obsoleta.
Virei o Alwi, ela falou, virei o Alwi do comunismo, né? Ai, tá certa!
É graças a isso, dando voz a tudo isso. Não, palmas para Vitube e o Eliezer também.
É que você nunca lembra do papagaio de pirata dela.
Gente, por trás de toda mulher tem um homem, né? A mulher é a cabeça, mas o homem é o pescoço, que ele aponta a cabeça para onde ele quer. Não podemos esquecer disso.
Que bom que é o Eliezer que vai mandar o voto da Viih Tube. Eu fico tão feliz que é um homem sábio que vai escolher por ela, sabe?
Eu vou falar mais, ele me segue antes de entrar no BBB, e quando ele estava no BBB, a gente, eu trocava mensagens com a equipe dele para tipo assim alguma movimentação de voto e tudo mais. Ele me segue até hoje. Eu postei um vídeo super criticando, eu pensei que ele ia vir no meu pessoal, só que daí eu acho que ele meio que peidou, né?
Porque eles são assim, eles peidam pras coisas, eles não ligam pras coisas. Eu e o Fábio lá descendo, descendo a liga, eles, esses pobres, ó o cenário, ó o cenário dessa mina aqui, ó essa paredinha aí de cimento queimado, cimento queimado.
Mas já tava vendendo aquela casa dela. Vocês viram a casa da Viih Tube? Viram a tour dela?
Olha, gente, eu vi dentro da época que eles começaram a fazer e eu acho de bom gosto.
É de muito bom gosto, gente. É riquíssima a casa dela. Eu achei muito bonita a casa dela, gente. A Tânia Bucay é maior. E a da Maíra Cardi? Vocês estão acompanhando a da Maíra Cardi?
Ai, gente, que horror! Existem— não, e a galera fica, né, Sheila, você tem que reagir ao escritório da Maíra Eu vou passar o vídeo inteiro gritando, vai ser um vídeo insuportável de assistir porque não tem—
eles vão amar, juro para você, que estão farmando, que estão farmando. E o meu maior arrependimento foi não ter começado a farmar desde o começo em cima da Maíra Cado, porque agora tem muito conteúdo, amiga.
É, sabe aquela série que tá na 18ª temporada e você não tem onde começar? Tipo isso.
Aí vídeo novo, sai vídeo novo, a Beta já é tipo assim intimada. A Beta tava viajando, ela teve que parar de viagem dela para reagir.
A Beta é uma desgraçada, chega lá, dizia TV para gravar, para variar, não dá para entrar nos cabarim porque ela tá vendo lá o tapete da Maíra Cardi, tá gravando. Olha, Beta, me desse paz, amiga.
Ela te atrapalha muito, né? Ela tá muito no seu caminho sempre, né?
Pedra de tropeço, meu amor, pedra de tropeço para Eu posso ser, mas a Mayra é minha conterrânea, né?
Nós somos da mesma cidade. Inclusive, o pessoal que fez a obra, arquiteta, e o pessoal das cortinas, porque lá vai milhões em cortinas do tamanho daquelas janelas. Não sei para que fazer uma casa com tanto vidro sendo que depois vai colocar cortina em tudo, vai gastar o dobro para colocar cortina. O pessoal da cortina e a arquiteta que chegou lá resolvendo tudo também são de Cuiabá. Cuiabá, ela tá dando visibilidade para galera de Cuiabá.
Eu já tentei ganhar essa visibilidade também, mas acho que ela— eu sou o único cuiabano que ela não gosta.
Aí uma pessoa aqui não, gente, vamos apostar no Eliezer. Tem poucas pessoas dessa área de Cuiabá, entendeu? Para ela não poder ajudar, para ela poder não dar essa visibilidade.
Poxa, mas somos só nós e Otaviano Mesquita. Otaviano Costa.
Ai, que cidade chique! Nossa, mas os maiores nomes do Brasil veio de lá.
Sheila, Otaviano, Maria Cátia.
E Porto Ferreira, da onde eu era, Faustão. E Tatuí, onde eu morei também, Vera Holtz. E Lisboa, da onde eu nasci, estrupal do Ronaldo.
Vera Holtz é chique.
Vera Holtz é chique. E Fafá Falcão também, né, amigo?
Gente, meu, eu tenho o ex-zagueiro da Copa, o Davi Luiz, e aquele que foi para a Fazenda também, aquele que é do Corinthians.
Ah, Davi, vai, que é da onde?
Sou de Diadema, Grande ABC.
Não, só deve ter saído mais lixo de Diadema. Pesquisa aí, que a cidade é grande. É cidade bomba, Diadema bomba.
Procura aí quem que nasceu em Diadema, famosos que nasceram em Diadema.
Tiago D'Artagnan, renomado tenor lírico que construiu uma sólida carreira internacional.
Ó, ó, tem música clássica, Tiago D'Artagnan? Eu amo, eu amo música clássica.
Cidade, MC Zaque, famoso por sucessos como Bumbum da Prada.
Gente, a gente ia dizer que ele é um gostoso, sabe? Do punk à música clássica.
Para tudo, Geisy Arruda!
Desculpa, desculpa, desculpa. Achei que era o seu Valença. O seu Valença nasceu em Diadema.
Não, amor, é o seu futebolista.
Eu tô aqui, não é muito jogador de futebol, gente, que eu não sou desse universo.
Então acho que é um polo futebolístico, amiga.
Mas ele é o meio-campista revelado do Palmeiras. Que que você tá falando?
Tá no Barília agora. Mas olha, já entrando no tema, não apresento o Alceu para Isa não, que ela vai querer casar. Não apresenta não, que ela gosta de jogador falido. Deixa quieto. E ainda sustenta.
Eu amo.
Ela é uma mulher empoderada, gente, dona de mim.
E o apaixonado, do jeito que eu sou, eu pego um pé rapado e dou uma carreira para ele. O último saiu com uma carreira pronta, tá? Eu não falei para vocês, mas trabalha no mundo da influência até hoje.
Ai, você é tipo a Cata dos homens, né?
A Cata, eu dou um biscoito, uma coisa, uma carreira.
É a mais de 8, é a mais de 8 dos homens.
Mas Mas é igual a Isa, o álbum dela Dona de Mim começa com Dona de Mim e no final termina Sou Toda Sua. Então ela não mente, ela é isso, empoderada, mas também ali por baixo. É um pouco dos dois mundos, eu acho, é equilíbrio. Mas a gente entrou no tema aqui que a gente viu que muitos famosos do dia a dia, de futebol, que não é uma coisa de gays e mulheres, que é o tema de hoje onde a gente vai falar Coisas que foram criadas. 55 minutos difícil.
Tema de hoje, galera. Bom dia, gente, sejam bem-vindos.
Então a gente começa aqui agora, começa aqui agora, tá bom? Luiz, corta daqui. Luiz, oi, tudo bem? Estamos aqui com— bota a peruca de novo.
Casou quantas vezes, Sheila?
Olha aí, Sheila, o tema de hoje é falar coisas que foram criadas especialmente para gays e mulheres, que não foi ao contrário do futebol. Futebol foi criado por homens para homens. Carro elétrico, carro elétrico é muito de mulher e gay. Carro com câmbio automático, carro automático elétrico.
Mas aí é você falar que a gente não sabe fazer a baliza.
E eu sei, sei, câmera de ré, não sei. Câmera de ré, coisa para gays e mulheres.
Eu paguei uma taxa para não ser prejudicado. A taxa de jacaré também é para gays.
Minha amiga Jéssica, que também é uma mulher, que também enveredou para essa influência, ela também pagou quebra, R$600.
Autoescola, autoescola agora, com tudo, sem ter que frequentar autoescola.
É para gays e mulheres agora, gente, lugar de pegação.
Autoescola, autoescola. Com certeza foi uma gay que bolou isso.
Ô, gente, e os gays, eles não dirigiam até a semana passada, mas só o gay que dirigia era um milagre. Então assim, carro não era para gays no momento, agora é, agora é.
Eu tenho até influência famosa, como que é o nome daquele rapaz? Ele fala sobre carros para gays e mulheres e ele fala de uma forma muito inteligente. Eu gosto, né, porque agora tá na moda falar sobre Camisas para gays mulheres, vamos falar de futebol para gays e mulheres. Só que daí, no lugar de falar, exato, não, a camisa 24 tá arrasando, mas tem umas que falam tipo, ai, porque não sei o que lá de blush, não sei o que lá, tá achando que a gente é tapado, entendeu?
Não fala de forçar, entendi, que fica usando aquela coisa, exatamente, falando tipo assim, ai, isso daqui é para, é como se o zagueiro fosse o blush, não sei o quê, fosse o iluminador, goleiro fosse o primer.
Isso eu acho besta, porque o camisa 24, eles não tentam explicar, eles só reagem da maneira que a gente reage. Não é, não tem que ensinar, é ótimo. Eles não sabem de nada, eles estão perdidos, eles estão ali olhando para TV e falando abobrinhas.
Mas é maravilhoso o conteúdo, camisa 24, meu amorzinho. Inside to Guys, eu posso feminismo, eu posso futebol, entendeu?
Então é diaspórico. Olha, o futebol, eu tava vendo o jogo do Brasil com o Japão, eu falava assim: chuta, chuta, chuta! Gente, eles não chutavam a bola. E aí o que acontece, no comentário da Globo, a mulher falou assim: gente, eles não chutam a bola. Bateu com o meu. Então assim, eu tenho visão.
Nossa, quando aconteceu o tiro de meta, eu não sei como, mas em algum momento da minha vida eu aprendi o que que era tiro de meta. Eu tava no evento maravilhoso, enorme, todo mundo concentradíssimo, quando chutaram a bola para fora, não sei o que lá. Falei: tiro de meta! Do meu jeito. Os hétero em volta de mim olharam assim: como que essa gay sabe o que que é tiro de meta?
Esse gay arrasou! Esse gay, eles fizeram assim, ó, os hétero Eu arrastei demais.
Tem uns héteros açucarados também que eles estão querendo, e eu acho que aqueles conteúdos de extrema-direita, eu acho que os homens estão perdendo muito da masculinidade porque eles estão optando por coisas que são de gays e mulheres.
Eles pararam de trabalhar e prover para família, agora tipo vai para salão fazer sobrancelha, tô tomando banho, tô lavando a própria roupa. Como que o homem continua masculino desse jeito?
Esses dias tinha um homem hétero aparentemente na Natália Beauty.
Eu fiquei assim, que que esse homem tá fazendo aqui?
Não tá esperando a mulher dele. Deu vontade de perguntar, o que que você tá fazendo aqui?
Não, aí é demais. Homem hétero na Natália Beauty, não tem como. Aquele, o salão todo rosinha, cheio de florzinha, não dá.
É que eu descobri que os homens, quando eles têm barba falhada, vídeo a minha, eles vão e fazem a sobrancelha que nem elas fazem, e eles cobrem as falhas, porque é uma mini tatuagem, né?
Com a sobrancelha?
Com a sobrancelha?
Pega pelo da sobrancelha e coloca na barba?
Eu não sei se ela faz isso, mas eles fazem tatuagem mesmo para cobrir assim, tipo, porque tem sobrancelha. Tem uma amiga minha que a sobrancelha dela é perfeita.
Quando você chega perto, cola assim, cola com cola de unha assim, um chumaço de sobrancelha.
Você já viu a sobrancelha da Natália Beauty? Tem uma amiga minha que ela fez. Eu fiz, eu fiz tatuagem assim, tipo, você chega perto, você vê que é uma tatuagem permanente. E eles fazem na barba. Eu vou fazer aqui tudo, gente. Ó, na Natália Beauty, eu vou fazer tudo aqui.
Ai, vamos fazer Sheila Cristina Beauty para homens.
Vamos fazer para homens. Meio festa junina, tudo daqui assim, ó.
Parece aqueles ex da Jojo, parece que pintou com carvão a barba, fazendo negócio.
Eu quero aquele ex da Jojo, o Lucas, que ganhou. Ele ganhou a Fazenda?
Não, ele foi expulso.
Aí eu tenho um amigo que é apaixonado por ele, gente.
Ele tá muito bonito. Ai, gente, eu consertaria ele, eu consertaria, eu consertaria o Carlinhos Maia, eu consertaria o Rico Maquedes, eu consertaria. Ai não, o Rafael de Bolt, eu consertaria o Maquito.
Coisa de gay, isso é coisa de gay, esse mulher olhar o homem mais podre do mundo, champinha, e falar: esse tá na planta, é a planta, essa é a planta.
O bandido da luz vermelha, eu, na minha mão ele vira outra pessoa. Ele queria um momento.
Vou mudar a vida desse homem.
Eu comprei na planta, ele tava em prisão perpétua quando começou a trocar carta, e olha aí onde ele tá agora.
Igual o ex-marido da Simone, né?
Vocês viram o ex, né?
O Afro Ex comprou na planta.
Gente, e a mulher que namora o Maníaco do Parque é casado? Então assim, você tem o Maníaco do Parque é casado também.
E ó que diva, agora tá incondicional aí, entendeu? Era um assassino condenado, agora tá aí vivendo normal.
Essa história das— vocês viram que ele deu uma entrevista esses dias? Não, porque assim, teve um— ela era super famosa, né, lá nos anos 90. A Simone, aí ela se apaixonou, ela era do Balão Mágico, né? Tiveram um filho. E daí esses dias aí, tá, semana passada, ele deu uma entrevista falando assim: ela foi atrás de mim porque ela— que eu tava literalmente preso, eu tava literalmente preso.
Ele não mentiu, né? Mas assim, que escroto.
Isso de ser decidida, isso de, ah, eu quero esse homem, vou ter.
Atitude de dona, a gente deveria ressignificar inclusive, atitude de donas. Descer a camisa é coisa de gays e mulheres. Mas esses dias eu conheci uma gay que ela fazia curso de pedagogia, eu falei assim, gente, é muito curso de gays e mulheres, né?
É muito. Ele vai fazer pedagogia. Letras eu acho que é mais aceitável, é açucarado.
Agora vou falar, arquitetura é coisa de viado, também é de gays e mulheres, gente. Gays e mulheres, arquitetura, total. É homem hétero arquiteto? Não acredito, gente, não acredito, não confio, não confio.
Ou entra na arquitetura porque eles estão sem rumo, eles não sabem o que fazer e sabem desenhar. Aí entra arquitetura porque depois acha que fazer design de interior—
vai para engenharia civil, vai para engenharia.
Isso é homem que não se descobriu, sabia? Porque é homem que jogava o quê? Outra coisa de gays e mulheres, The Sims. The Sims, muito de gays e mulheres. Então é o hétero que jogava confuso, não se aceitou ainda, fez design de exterior.
Eu tenho diamantezinho do The Sims tatuado.
Homem é engenheiro Homem é engenheiro. Bota isso na cabeça de vocês, héteros.
Acabou.
Exato. E aí vira Uber depois, que é coisa de homem também. É, vira Uber depois de virar engenheiro, que é coisa de homem hétero também.
É verdade. Quando eu vejo mulher em Uber, eu adoro e eu fico muito seguro. Ai, eu amo quando é uma mulher motorista, eu fico seguro. Ai, eu me sinto muito segura na hora.
Nossa, eu também. Eu já chego conversando. Eu sou completamente antipática, todo mundo sabe. Não gosto de ficar conversando com qualquer um. Já até viralizou aí, né, o pessoal falando que eu sou antipática. E sou mesmo, não gosto de ficar conversando com qualquer pessoa não.
Ah, eu só lembro de você falando que a Priscila Alcântara é antipática.
É, mas só que daí eu peguei, aí eu peguei exatamente, eu falei da Priscila porque ela me deu, e daí chegou uma galera nos comentários falando assim, mas o que que ele quer falar sendo que ele trata todo mundo que nem lixo?
Sendo que eu não sei que tem ninguém como lixo, eu só não converso.
Tipo, eu sou tímido, né? A pessoa—
eu tenho meu direito como líquido, sabe? Eu tenho meu direito como líquido.
Eu sou escorpiano, meu amor, eu não sou uma pessoa escorpiana. Ai, esse prêmio é meu, né, meu amor?
É muito líquido da minha parte, sabe? Respeite o meu orgulho.
Eu sou casu, meu amor, eu sou casu.
Mas eu fui, né? Eu sou caju, eu sou caju, e bate no peito.
Mas eu sou caju pelo direito de ser caju, de gay paulistana principalmente.
Gente, as gays paulistanas têm uma mania que eu acho muito feia. A Jenny tá aqui, eu conheço a Jenny, e aí a Jenny já tava com o Fábio aqui, ó, os dois. E aí eu chego e cumprimento somente a Jenny. Oi, tudo bem? E eu ignoro a existência do Fábio. Isso é muito feio e é muito de gay São Paulo.
O não da existência.
O não da—
Aí a Jenny fala assim, Fábio, esse é o Y, Y, esse é o Fábio. Aí a gente se cumprimenta. Tem uma coisa muito feia que é de paulista, gay paulistano. Muito feio isso, gente.
Mas eu sou de Cuiabá, então eu não sou assim, eu cumprimento todo mundo na roda.
Daí é o correto. Gay paulistano presta atenção.
Mas só que é porque também tem, ó, síndrome de Regina George, coisa de gay. Nem é coisa de mulher, não.
Não, é só de gay mesmo.
Síndrome de Regina George. Durante muito tempo, e agora tá falando, agora tenho mudado um pouco, ainda mais pela minha personagem também, eu não sei o que lá. Eu achava que era legal, mas teve uma época que foi legal. Eu achava legal, tipo, ai, a resposta sempre na ponta da língua. Ai, como eu lacro! Ai, como eu lacro! Olha que lacre! Falava alguma coisa, sabe? Ai, hoje em dia é preguiça. Inclusive chega umas novinhas assim, eu me vejo nela.
Delas, mas bom, mas eu acho que é de quem é imatura.
Mas menina, que eu vejo que estão virando encrenqueira assim, eu falo, coitada, esses daí vão trilhar o que eu trilhei, meu amor. É um caminho tortuoso, é um caminho difícil. Eu tento até aconselhar, eu tento até aconselhar, até se envolver. Eu falo, eles vê do fora, eles dão risada. Então, por que que essa coitada tá achando que pode falar dos outros? Eu falo, mas não me escuta. Eles acham que eu não sei. Eu sei, eu sei o que eu falo.
Não faço o que eu faço.
Até se envolver numa polêmica com a Priscila, ser maltratado, depois vinha à tona que também maltrata os outros e não sei o que lá. Aí tem que vestir a camisa da humildade, vender camisetas falando, sabe, é um longo caminho. Olha tudo que eu tive que sofrer para chegar nesse local.
E as pessoas não aprendem.
Eu não converso, gente, eu não converso agora.
Até conversa com homem.
Não é mulher, as mulheres não conversam bem, né? Mas assim, tipo, ontem eu peguei Uber depois de trabalhar, para variar, lacrei, lacrei, lacrei, lacrei, lacrei. Aí peguei Uber e daí eu abri a porta, já tava um cheiro de maconha. Ele tava ouvindo Charlie Brown.
Tem um perfume que eu não sei da onde é, que é um de Musk, que ele tem muito cheiro de maconha, que eu não sei qual era o perfume não. E ele tava ouvindo Charlie Brown, que Coisa de hétero.
Ele ficava harmonizando com o Charlie Brown. Aí o Charlie Brown cantava: só os loucos sabem. Aí ele cantava alto: só os loucos sabem. E eu atrás. Aí quando ele terminava o dueto, ele olhava no Waze assim e falava: todo dia isso? Eu: é. Ele: é maconhado, maconhado. Aí o que que começa?
Meu Deus, que perigo, que perigo, que perigo, gente!
Nossa!
Que perigo!
Não, para de rir pelo que eu passei.
Ele é muito sem noção, meio que sem noção, velho.
Ai, meu, ficou duetando Vistos e Virtudes a viagem inteira. Girassol do Cidade Negra, vai cagar vocês dois!
Mas agora, ó, só de negra, mas sabe que essa vida de subcelebridade é um pouco complicada, Né? Porque tipo assim, eu tava andando no meio da rua, andando, vivendo a minha vida tranquila assim, e tinha um objetivo, tava com pressa, tava com pressa. Aí veio uma pessoa na minha direção muito animada, eu pensei que era minha seguidora, e eu fui com todo amor e carinho. E a gata tava oferecendo não sei o que lá de venda de ouro, sabe?
No centro, compra e venda de ouro. Aí eu falo tipo assim, ai, cara, por isso que tu não precisa ser simpática com todo mundo. Acabei de gastar minha simpatia, tive que comprar um quilate aqui. Comprei, comprei, gente. Mas sério, é muito difícil porque tipo assim, e às vezes é o contrário, né? Às vezes você tá correndo, não vê, pensa que é um vendedor e é um seguidor que vai falar mal.
Exato.
A vida de celebridade não é fácil.
Nossa, um dia um me pegou no terminal Tietê, sabe, no guarda-volume onde pega Uber. Sabe?
Até medo de ficar muito tempo, amigo.
E daí tipo, tava com aquele bafo, eu tinha viajado 5 horas de busão. Aí o gay, gente, juro, gay aprontou tanto. Ele disse, aí eu, ai meu Deus, eu falei, lindo, tô com pressa aqui que chegou meu Uber. Tinha chegado mesmo. Ele colocou a cara aqui do meu lado e foi correndo junto comigo até a porta. Eu com bafo de onça, eu falei, sai, gay, sai! E ele, velho, gente, te amo, Ai, você quer que a Lorelay falou? Bebe lisoforme, Jenny, tá podre.
Nossa, gente, você tá comendo babá do cocô? Que isso?
Nossa, Jenny virou urubu, tá com bapho de carne. Isso é que tem.
Ai, que ódio! Ai, muito difícil a vida da pessoa.
Gay é difícil, viu?
Não, eu acho que o máximo que já aconteceu comigo, não sei, eu acho que desse sentido tem gay que pede para tirar foto, que eu acho muito estranho assim. Eu confesso que tipo assim, eu acho legal, mas eu acho meio tipo, você vai pôr, não sei, assim, eu acho estranho tirar uma foto com a pessoa ou manda num grupo e tal. Eu peço, eu aprendi a pedir Eu acho estranho foto assim, para mim até hoje não entra. Por que que você faz com essa foto assim? Não sei, eu acho estranho.
Eu posso, eu posso, eu aprendi, aprendi tipo assim, a pessoa chega e às vezes ela tá muito tipo, ai, não sei o que lá, gosto do seu trabalho, não sei o quê. Eu pego e falo tipo, ai, vamos tirar uma foto?
Quer tirar uma foto?
Acabou de fazer isso, acabou de falar foto.
Anitta, ele, vamos lá.
Vamos lá, vamos lá. Uma vez tava falando comigo, ele fez vamos lá. Aí a pessoa fez assim. Mas eu não sei, às vezes eu não sei se é um síndrome de impostor e tal, não sei o quê. Mas eu falo assim, por que tirar uma foto comigo? Não é o fato de tirar uma foto, eu acho besta tirar uma foto comigo. Por que comigo?
Você é lindo, você é lindo.
Gente, eu acho muito bizarro.
Mas você tá passando do meu lado assim, eu falo tipo assim, tira uma foto comigo, você é muito bonito, preciso saber. Mesmo sem saber.
Esses dias eu encontrei um ouvinte no trem, ele quer tirar foto no trem. Eu falei, ai, no trem eu não posso. Ai, eu já passei por isso na CPTM. Não, na CPTM não, meu amor.
Na CPTM eu já passei por isso. Não, e a gata ainda chegou. Que que Sheila Cristina tá fazendo aqui na Vila Prudente? Que que Sheila Cristina tá fazendo aqui na Vila Prudente? Eu acho que ela— vamos tirar uma foto, amor.
Eu sou jurada de morte na Vila Prudente, eu não posso aparecer aqui.
Papel, não tiro foto.
Não, eu sou marcada em São Caetano, eu sou marcado, não posso tirar foto.
No Subway do Tietê eu não tiro foto, gente.
Mas eu fico felizinho assim quando pede para tirar foto e dou uma risadinha interna, fica assim meio, nossa, mas eu falo tipo, nossa, mas quer tirar foto comigo? Que estranho. Mas acho fofo, cada um é cada um, né? Mas é isso, gente, é isso.
Nossa, que episódio, né?
Ai, esse episódio foi para gays e mulheres também, né, gente?
Mesmo tema surgindo no final, a gente já tava no clima.
E a gente cagando mesmo assim, né? Mesmo depois do tema ter sido introduzido, a gente falando decisão de escolha, força de vontade, coisa de gay mulher, amiga.
Determinação, coisa de gay mulher.
Cagar para códigos e regras, coisa de gay mulher.
É, não, porque a gente tem que sair de casa cedo, né? Eu saí de casa com 17 anos e não sei o quê, e tem que dar a volta por cima, e tem que não sei o quê, e tem que provar para família que tipo ser viado não é bagunça, mas na verdade é.
Mas aí, sabe, tipo síndrome de bom menino. Eu já li sobre isso, gente, que a pessoa quer compensar o fato de ser gay. Então Então ela se cobra muito para poder justificar esse, entre aspas, defeito que a pessoa tem, que a família fez ela acreditar que ela tinha.
Quando eu tinha essa síndrome aí, hoje em dia já curei, tô me sentindo um pouco medíocre porque naquela época eu me esforçava mais.
Tomei mediano, tomei mediano, gente, tomei mediano. Gente, eu fui para— olha, o cabelo tá— voltei para natação, o cabelo tá assim, ó.
Não, tá bonito, tá bonito.
Então é isso, vocês estão com a sensação de dever cumprido, gente?
Ai, acho que aprontou muito, vocês amei.
Eu acho inclusive dá para postar sem coxa, bota inteira, coloca a parte, só tá na parte do dinheiro.
Ai, vamos causar!
Mas assim, ela faz um grande pi.
Vou viver com medo? Ah, tá vivendo ou tá existindo?
Isso é coisa de gays e mulheres também, o medo da ameaça jurídica. Eu acho que é porque notificação extrajudicial, a notificação é muito de gays e mulheres. Homem não fica mandando não.
Eu recebo tanto, eu recebo tanto.
Você recebe muita notificação?
Os react que eu faço, as arquitetas ficam incomodando e manda tirar do ar. Não, eu tiro na hora, depois Depois que passou 24 horas para mim, 72, o vídeo parou de rodar mesmo. Eu faço questão de arquivar, não deixo lá não. Mas é, vai ficar ganhando em cima de mim. Só que já aconteceu, acontece muito, gente, até hoje. Na verdade, eu parei um pouco de fazer react. O pessoal fala, né, volta a fazer react, volta a fazer react. Eu parei um pouco porque toda semana tava recebendo uma notificação extrajudicial.
E assim, a primeira vez que eu recebi aí meu mundo caiu assim. Eu pensei que, ai meu Deus, minha carreira acabou, a minha vida acabou.
A primeira sempre choca, né?
Eu recebi de quem? Porque é chocante.
É porque eu fiz um tweet, era um cara de cabelo tijolinho, deu notificação e fui correndo.
Hoje em dia eu tenho um modelo que eu só encaminho troll. Já mandei sem mudar o nome.
Eu recebi dessa, eu fiz um meme dela, tipo assim, sabe, dela no Carnaval lá fazendo tipo, gente. E ela, e essa advogada dela, que eu acho que a filha dela é muito boa, minhas palmas para ela, porque ela tira tudo do ar porque ela não quer que use a imagem dela. E ela está certa, eu tirei tudo do ar. Mas gente, eu fiz o tweet e veio a notificação extrajudicial via Twitter, e aí veio do juiz falando assim, você tem que se você não der, tá?
Senão você vai pagar uma multa diária de R$10 mil. Olha, e ela conseguiu. Quer ir junto, amor? Igual, quer ir junto, amor?
Minha amiga pequena, alô, que fez publi comigo. Ah, meu amor, respeita o clitóris.
Quer ir para o print também, amor, de denúncias? Quer ir? Quer ir?
Vamos lá, para o fundido, outback, meu amor. Quer? Ah, então tá. Então fica Fica quietinho. Então fica quietinho.
Então, ó, então é, olha, o protocolo daqui, a gente pede para a pessoa, convidado, passar as redes sociais. Acho que as pessoas já te conhecem, mas é protocolo, né?
Tem gente que não, né? Provavelmente a audiência assiste a Dia, alguma parte assiste.
Ô amigo, mas o Você na Dia TV não é todo mundo que assiste a Dia, que assiste Nem o próprio assiste Você na Dia TV.
Pelo direito de ser medíocre e não ter sido visto, pelo menos ninguém viu.
Você entrou nessa temporada?
Viu?
Viu como?
Passa muito tarde, gente. Passa muito tarde Você na Dia TV. 8 horas, amiga. 8 horas daqui depois eu tô Tô assim no último sono já.
Quinta-feira é um dia pesado, é um dia pesado, amiga.
Cansaço da semana bate na quinta, amiga. Não dá, não dá.
Mais uma vez, né, quem tá— e quem tá ouvindo a gente vai descobrir agora quem que falou durante o tempo inteiro. Mais uma vez deixando para o final o que era o charme que nós estamos, gente.
É isso, gente. Um beijo, apoiem este podcast e continuem seguindo as coisinhas de gays, de mulheres, de vocês ouvintes. Que é o quê? Milhas é coisa de gays e mulheres, pipoquinha da amizade, pipoca gourmet.
Não, isso daí é coisa de gayzinha e mulherzinha, sabe? Tem limite também.
Puseria da amizade, os horóscopinhos de vocês, que é coisa de gay mulher.
Ai, horóscopo eu amo, eu vejo qualquer coisa de Mulher, é água saborizada. Inclusive, o meu horóscopo me pediu, eu sou Escorpião, e essa semana meu horóscopo me pediu para eu ir com mais calma, sabe? Porque eu tô precisando dar uma desacelerada, gente.
Assim, você viu o da Eris Satini? O da Eris Satini é o melhor para mim, gente, o dela bate tudo.
Ai, eu esqueci o nome do rapaz que eu vejo, mas é no Twitter. Esqueci, ele é maravilhoso. Acho que é Rodrigo alguma coisa, apresentador.
Coisa de gays e mulheres, Rodrigo.
É Zuca Doura, a novela do dia.
Ai, novela do dia, coisa do dia. Ai, gente, mas eu já me perdi. Já tá tipo, faz aquela série que tipo coisa anátona para mim. O Zuca Doura, já me perdi, tem muitos episódios.
Não, mas um episódio por dia, tal, você não quer novelas de verdade? Caramba, que isso?
Tá assim a loucura, que porra é essa, gente? Já era suficiente para Não tem como acompanhar, meu amor. Encheu demais, tá muito, tá muita coisa. Vai ser 200 episódios.
Não, mas a tua personagem está belíssima lá, Jane. Amei.
Sabe que eu não vi nenhum episódio? Tipo, eu boicoto sem falar para ninguém e sem fazer nada. Eu boicoto sozinha assim.
Eu falo, eu não negocio princípios.
Eu falei, eu não vou assistir, e eu não assisti.
E agora eu vou falar uma coisa, eu vou ficar do lado das novelinhas da Azul Pardal.
Claro que você vai, você é o Walcyr Carrasco da IA, né?
Sabe por quê? Porque a novelinha feita por IA originalmente é do hétero, sabe? Coisa de fruta, coisa de tequila. Isso é coisa de hétero que não tem cérebro, sabe? Que tipo assim, o cérebro tá derretendo. E de repente estamos nos apropriando, o LGBT está se apropriando da novela cunhá. Então eu acho que é uma revolução dentro do audiovisual.
É necessário, eu acho uma pauta necessária mesmo. Então é isso, gente.
Que pena que você trouxe uma pauta tão importante como essa no final, porque era um negócio que rendia o episódio.
Amiga, eu já queria falar mais aqui, eu queria ficar por mim, ficar aí mais de meia hora falando disso.
Desculpa, gente, fica para a próxima. O que que aconteceu?
Polêmica, ó, ele tava, entendeu?
Deixei para o final.
Então é isso, gente, deixa para o final, deixa baixo. Um beijo, beijo, gente!
Obrigada, Fábio!
Ai, obrigada, gente, amei!
Valeu! E apoiem esse podcast, gente. E o Fábio também, sigam lá ele, gente, por favor, me apoie.
Chega de me cancelar, eu não sou tão insuportável.
Aqui é um lugar para limpeza de imagem, a gente sempre faz isso aqui.
Ai, por favor, sabe por quê?
Cancelada no Twitter, a blogueirinha tava muito embaixo, muito embaixo. Ela veio aqui, até lançou o clipe agora, que não teve nenhum hate até agora.
É, o meu já tá pronto, o meu clipe já tá pronto e gatilhado para subir.
Então assim que subir você já sobe esse assim igual ela.
Gays e mulheres também, a gente, arquitetas também, as dandaras também.
Hoje foi a Dandara que tava aqui, gente. Não foi o sistema. Dandara, um beijo, gente.
Tchau, beijo, moço.
Tchau.